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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Mundial2026: Inglaterra bate França por 6-4 e conquista terceiro lugar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 23:04:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Inglaterra conseguiu no sábado a sua segunda melhor classificação de sempre em Mundiais de futebol, ao arrebatar o terceiro lugar, com um triunfo por 6-4 face à França, em Miami Gardens, nos Estados Unidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Inglaterra conseguiu no sábado a sua segunda melhor classificação de sempre em Mundiais de futebol, ao arrebatar o terceiro lugar, com um triunfo por 6-4 face à França, em Miami Gardens, nos Estados Unidos.</P><br />
<P>Bukayo Saka, autor de um &#8216;hat-trick&#8217;, com golos aos 37, 45+1 e 87 minutos, o último de penálti, Declan Rice, aos três, Ezri Konsa, aos 18, e Jude Bellingham, aos 90+8, marcaram os golos dos três &#8216;leões&#8217;, que só fizeram melhor quando foram campeões em 1966.</P><br />
<P>Pela França, que chegou ao intervalo a perder por 4-0 e ainda reduziu para 4-3 e 5-4, marcaram Kylian Mbappé, aos 48 e 66 minutos, para passar a ser o melhor marcador da história do Mundiais, com 22, e isolar-se na liderança em 2026, com 10, e os suplentes Bradley Barcola, aos 54, e Ousmane Dembélé, aos 90+6.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791130]]></sapo:autor>
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		<title>Irão; EUA lançam alerta global a norte-americanos e Emirados apelam a fim da escalada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 23:04:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os EUA emitiram hoje um alerta global aos seus cidadãos devido à elevada tensão no Médio Oriente, tendo lançado novos ataques contra o Irão, e os Emirados Árabes Unidos apelaram a um cessar imediato da escalada bélica.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os EUA emitiram hoje um alerta global aos seus cidadãos devido à elevada tensão no Médio Oriente, tendo lançado novos ataques contra o Irão, e os Emirados Árabes Unidos apelaram a um cessar imediato da escalada bélica.</P><br />
<P>&#8220;Devido à elevada tensão no Médio Oriente, a situação de segurança continua a ser complexa, com a potencialidade de uma escalada imprevista&#8221;, indicou o Departamento de Estado norte-americano, num comunicado oficial.</P><br />
<P>Os EUA alertam os norte-americanos que se encontrem na região do Médio Oriente que &#8220;é necessária cautela&#8221; e pede-lhes que estejam atentos às notícias para possíveis &#8220;mudanças drásticas&#8221;. Alertam ainda para eventuais encerramentos de espaços aéreos e cancelamentos de voos.</P><br />
<P>Washington recorda que as sedes diplomáticas do país foram atacadas.</P><br />
<P>&#8220;Grupos simpatizantes do Irão poderiam atacar outros interesses dos Estados Unidos no estrangeiro ou locais vinculados aos Estados Unidos e/ou a norte-americanos em todo o mundo&#8221;, advertiu o departamento.</P><br />
<P>Na última semana, as hostilidades entre os EUA e o Irão foram retomadas, apesar do cessar-fogo acordado no conhecido Memorando de Islamabad, um acordo-quadro preliminar de negociações assinado por ambos os países no passado dia 17 de junho.</P><br />
<P>Entretanto, os EUA dizem estar a lançar novos ataques aéreos contra o Irão para &#8220;punir rapidamente&#8221; a Guarda Revolucionária após ataque mortal contra tropas norte-americanas.</P><br />
<P>Por sua vez, o Governo dos Emirados Árabes Unidos fez um apelo ao &#8220;cessar imediato da escalada&#8221; bélica após os ataques dos EUA nos últimos dias ao Irão, que parecem dinamitar qualquer processo de negociação.</P><br />
<P>Pedem &#8220;que não se deem passos que possam agravar as tensões e a instabilidade na região&#8221; e &#8220;a máxima contenção para evitar graves repercussões e que a região caia em novos níveis de violência e instabilidade&#8221;, segundo a agência de notícias oficial emirati, WAM.</P><br />
<P>Os Emirados defendem o fim de &#8220;todas as hostilidades&#8221; e o &#8220;regresso à mesa de negociações&#8221; para alcançar uma navegação &#8220;livre, segura e contínua&#8221; através do estratégico Estreito de Ormuz, por ser &#8220;vital&#8221; para a economia global.</P><br />
<P>No comunicado, censuram ainda os ataques contra infraestruturas civis tais como escolas, universidades, hospitais, centrais de dessalinização, a rede elétrica, os transportes e as zonas residenciais, por se tratar de uma &#8220;grave e flagrante violação dos princípios do direito internacional&#8221; que &#8220;não se pode aceitar nem justificar sob circunstância alguma&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791129]]></sapo:autor>
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		<title>Exames: Provas em falta chegam esta noite às escolas &#8211; EduQa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 22:45:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As provas em falta dos exames nacionais (suspensas) vão ser enviadas ainda esta noite a todas as escolas, que  a partir de domingo podem afixar as pautas completas, informou hoje o instituto EduQa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As provas em falta dos exames nacionais (suspensas) vão ser enviadas ainda esta noite a todas as escolas, que  a partir de domingo podem afixar as pautas completas, informou hoje o instituto EduQa.</P><br />
<P>Num comunicado divulgado esta noite o Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (EduQa) explica que, após o termo de validação dos resultados das provas em falta, que aconteceu durante o dia de hoje, &#8220;as pautas completas encontram-se prontas para envio às escolas, o que deverá ocorrer nas próximas horas, pelo que as escolas poderão oportunamente proceder à sua afixação a partir de amanhã [domingo]&#8221;.</P><br />
<P>Em causa estavam, esclarece, cerca de 1.400 provas a nível nacional de entre o total de 290.351 provas. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791128]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismos: Número de mortos sobe para 5.119, indica último balanço</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 21:53:23 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de mortos devido ao duplo sismo que atingiu a Venezuela a 24 de junho subiu hoje para 5.119, após o registo de 50 novas mortes, segundo o presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de mortos devido ao duplo sismo que atingiu a Venezuela a 24 de junho subiu hoje para 5.119, após o registo de 50 novas mortes, segundo o presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez. </P><br />
<P>O número de feridos e resgatados mantém-se nos 16.740 e 6.462 pessoas, respetivamente, de acordo com o balanço publicado na rede Telegram. </P><br />
<P>As autoridades, segundo o balanço, prestaram assistência a 128.324 famílias, enquanto 21.470 pessoas permanecem em 107 abrigos temporários. </P><br />
<P>No documento diz-se também que 17.907 pessoas ficaram desalojadas após o duplo sismo, de magnitude 7,2 e 7,5 na escala de Richter, que ocorreu há quase um mês. </P><br />
<P>Jorge Rodríguez observou no balanço que 2.278 socorristas internacionais permanecem no país. </P><br />
<P>Desde 24 de junho foram registados 1.350 réplicas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791127]]></sapo:autor>
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		<title>Sami Pajari perto da primeira vitória no WRC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 21:13:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O finlandês Sami Pajari (Toyota Yaris) terminou hoje o penúltimo dia do Rali da Estónia, nona prova do Mundial de ralis, na liderança, ficando mais perto de alcançar a primeira vitória da carreira no WRC.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O finlandês Sami Pajari (Toyota Yaris) terminou hoje o penúltimo dia do Rali da Estónia, nona prova do Mundial de ralis, na liderança, ficando mais perto de alcançar a primeira vitória da carreira no WRC.</P><br />
<P>Pajari, navegado por Marko Salminen, chega ao último dia de prova com 25 segundos de vantagem sobre o sueco Oliver Solberg (Toyota Yaris), enquanto o francês Adrien Fourmaux (Hyundai i20) ocupa o terceiro lugar, pressionado pelo companheiro de equipa, o belga Thierry Neuville (Hyundai i20), que está apenas a 1,9 segundos.</P><br />
<P>Depois de ter vencido as sete classificativas de sexta-feira, Pajari começou o dia mais longo do rali, com 149,60 quilómetros cronometrados, a defender uma vantagem de 14,7 segundos sobre Solberg. O piloto finlandês voltou a impor-se nas duas primeiras especiais da manhã, aumentando a margem para 17,6 segundos, após a nona classificativa.</P><br />
<P>Solberg reagiu e colocou fim à sequência invicta de Pajari, ao vencer as especiais 10 e 11, chegando à assistência intermédia de Tartu a 14,1 segundos do líder. No entanto, durante a tarde, Pajari respondeu de forma dominante, somando mais três triunfos em classificativas e ampliando a diferença para 25 segundos no final do dia.</P><br />
<P>&#8220;Não é fácil, nunca é suposto ser fácil, mas ainda assim estamos de alguma forma confortáveis com a liderança&#8221;, afirmou Pajari, que evitou euforias antes das duas classificativas finais de domingo.</P><br />
<P>O piloto da Toyota admitiu, ainda assim, que o dia teve momentos de sobressalto, depois de bater numa pedra quando esteve perto de fazer um pião na parte final da 14.ª especial.</P><br />
<P>Solberg, vencedor do Rali da Estónia no ano passado, reconheceu que o segundo lugar poderá ser &#8220;o máximo possível perante o ritmo&#8221; do companheiro de marca.</P><br />
<P>&#8220;Fui um pouco otimista com a escolha de pneus esta tarde. Foi difícil com os pneus. A sensação com o carro é boa, mas o Sami tem uma sensação muito boa&#8221;, afirmou o sueco.</P><br />
<P>Na luta pelo último lugar do pódio, Fourmaux terminou o dia em terceiro, apesar de um susto na 10.ª classificativa, quando embateu num dispositivo anti-corte com a dianteira direita do Hyundai, perdendo parte da carroçaria, mas evitando danos graves.</P><br />
<P>O francês sofreu ainda uma perda lenta de pressão num pneu na 11.ª especial e um momento mais complicado na 13.ª, permitindo a aproximação de Neuville, que foi o mais rápido em três classificativas durante a tarde e reduziu a diferença para apenas 1,9 segundos.</P><br />
<P>O francês Sébastien Ogier (Toyota Yaris), campeão em título, ocupa a quinta posição, depois de um dia que classificou como &#8220;nada de especial&#8221;, enquanto o galês Elfyn Evans (Toyota Yaris), líder do Mundial, subiu ao sexto lugar.</P><br />
<P>Evans, que tinha terminado o primeiro dia apenas no nono posto, beneficiou dos problemas de Josh McErlean (Ford Puma), que parou na oitava especial com um problema técnico e acabou por abandonar com uma avaria no coletor de escape, e de danos num pneu dianteiro direito do letão Martins Sesks (Ford Puma).</P><br />
<P>Sesks, que continua condicionado por uma penalização de 20 segundos sofrida na sexta-feira por sair tarde da assistência, é sétimo classificado, a 13,4 segundos de Evans, seguido do finlandês Esapekka Lappi (Hyundai i20), oitavo.</P><br />
<P>O japonês Takamoto Katsuta (Toyota Yaris), que tinha abandonado na sexta-feira devido a danos num pneu, regressou hoje à prova, mas passou o dia a abrir a estrada.</P><br />
<P>O Rali da Estónia termina no domingo com duas passagens pela especial de Kääriku, de 24,39 quilómetros, a mais longa da prova, sendo a segunda passagem disputada como &#8216;power stage&#8217;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791126]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>José Carlos Pinto bate recorde nacional dos 5.000 metros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 21:09:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O atleta português José Carlos Pinto estabeleceu hoje um novo recorde nacional dos 5.000 metros, ao vencer o Meeting Nacht van de Atletiek, na Bélgica, com 12.59,75 minutos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O atleta português José Carlos Pinto estabeleceu hoje um novo recorde nacional dos 5.000 metros, ao vencer o Meeting Nacht van de Atletiek, na Bélgica, com 12.59,75 minutos.</P><br />
<P>José Carlos Pinto tornou-se o primeiro português a baixar dos 13 minutos na distância, superando um máximo que permanecia intacto há quase três décadas.</P><br />
<P>O anterior recorde, da autoria de António Pinto, estava fixado em 13.02,86 minutos, desde 1998.</P><br />
<P>Com a marca agora alcançada, José Carlos Pinto melhorou o registo histórico em mais de três segundos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791125]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Antigo presidente do Júri Nacional de Exames contra generalização da correção digital</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 20:53:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O antigo presidente do Júri Nacional de Exames Luís Duque de Almeida lamentou hoje que o ministro da Educação tivesse alargado a correção digital sem fazer um balanço do projeto experimental, no qual foram detetados erros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O antigo presidente do Júri Nacional de Exames Luís Duque de Almeida lamentou hoje que o ministro da Educação tivesse alargado a correção digital sem fazer um balanço do projeto experimental, no qual foram detetados erros.</P><br />
<P>Luís Duque de Almeida, que abandonou o cargo em setembro do ano passado, referia-se à generalização da correção digital aos exames finais nacionais do Ensino Secundário, um processo que está envolto em polémica, com as notas só na sexta-feira a começarem a ser publicadas e mesmo assim com muitos alunos sem acesso à classificação, aparecendo apenas &#8220;suspenso&#8221; na pauta.</P><br />
<P>O responsável falava numa entrevista à Rádio Renascença, quando expressou estranheza por o ministro da Educação ter anunciado no ano passado o alargamento da correção digital a todas as provas, depois de ter acontecido nesse ano apenas a correção experimental das provas de Filosofia.</P><br />
<P>Luís Duque de Almeida presidiu a essa fase experimental mas deixou de ser presidente do júri a 09 de setembro do ano passado. </P><br />
<P>&#8220;Para preservar a minha saúde. Não queria estar nesta situação e sabia que as coisas poderiam ir por este caminho&#8221;, até porque gosto de trabalhar com as coisas planeadas, disse agora à Renascença.</P><br />
<P>Ao longo da entrevista, insistiu na estranheza de o ministro ter decidido avançar e não ter pedido ao Júri Nacional de Exames qualquer balanço ou informação. E, ao que julga também, não pediu ao instituto EduQa. Luís Duque tinha sido o responsável pela correção digital das provas de Filosofia e nada lhe foi perguntado. </P><br />
<P>&#8220;Éramos da opinião de que não se podia generalizar. Não sei com que informação é que o ministro tomou a decisão&#8221;, disse na entrevista, afirmando que existiram &#8220;alguns constrangimentos&#8221; no caso da Filosofia.</P><br />
<P>Por ser um processo &#8220;muito complexo&#8221; não devia ser feito de forma tão rápida, era preciso melhorar e repensar o processo, justificou na entrevista.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791124]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ministério da Educação assegura que nenhum aluno será prejudicado no acesso ao Ensino Superior</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ministerio-da-educacao-assegura-que-nenhum-aluno-sera-prejudicado-no-acesso-ao-ensino-superior/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 20:08:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Educação assegurou hoje que nenhum aluno será prejudicado no acesso ao Ensino Superior por motivos "não imputáveis ao próprio" e garante que as classificações dos alunos com menção "suspenso" estão a ser resolvidas hoje mesmo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Ministério da Educação assegurou hoje que nenhum aluno será prejudicado no acesso ao Ensino Superior por motivos &#8220;não imputáveis ao próprio&#8221; e garante que as classificações dos alunos com menção &#8220;suspenso&#8221; estão a ser resolvidas hoje mesmo.</P><br />
<P>Num comunicado sobre os problemas relacionados com as classificações dos exames nacionais, divulgado esta noite, o Ministério da Educação diz que o EduQa informará ainda hoje as escolas sobre as classificações que permanecem com a menção &#8220;suspenso&#8221; e cuja resolução carece de informação adicional por parte dos estabelecimentos de ensino, &#8220;tendo em vista a sua resolução definitiva&#8221;.</P><br />
<P>No comunicado, o Ministério explica porque motivo surgiram os casos de &#8220;suspenso&#8221; em vez da nota, lamenta os atrasos e constrangimentos, pede desculpa aos alunos, famílias, professores e escolas &#8220;pelos transtornos causados&#8221;, e agradece a dedicação, empenho e sentido de missão do professores e técnicos envolvidos no processo.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791123]]></sapo:autor>
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		<title>Tem um iPhone? Este é o truque escondido que torna as mensagens muito mais rápidas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 20:00:13 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um simples ajuste nas definições do iPhone está a surpreender utilizadores e a tornar a utilização da aplicação Mensagens mais rápida e prática.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um simples ajuste nas definições do iPhone está a surpreender utilizadores e a tornar a utilização da aplicação Mensagens mais rápida e prática. A funcionalidade, partilhada num fórum do Reddit, permite reorganizar o menu de anexos da aplicação, colocando no topo as opções mais utilizadas.</p>
<p>A descoberta surgiu depois de um utilizador perguntar na plataforma quais eram as configurações menos conhecidas do iPhone que tinham melhorado significativamente a experiência de utilização. Entre várias respostas, uma destacou-se por revelar uma funcionalidade que muitos desconheciam.</p>
<p>O truque consiste em manter pressionada qualquer opção do menu de anexos da aplicação Mensagens — como Câmara, Fotografias, Áudio, Autocolantes ou Apple Cash — e arrastá-la para a posição pretendida. Desta forma, os atalhos mais utilizados ficam imediatamente acessíveis, sem necessidade de percorrer toda a lista.</p>
<p>A possibilidade de personalizar esta ordem é particularmente útil para quem envia frequentemente mensagens de voz, fotografias ou outros conteúdos multimédia, reduzindo o número de toques necessários para aceder às funções mais utilizadas.</p>
<p>Embora os novos modelos de iPhone cheguem todos os anos com grandes novidades, como melhorias na câmara ou novas funcionalidades de inteligência artificial, são muitas vezes estes pequenos ajustes escondidos no iOS que acabam por fazer a diferença na utilização diária do smartphone.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790664]]></sapo:autor>
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		<title>Comissão de Trabalhadores denuncia falhas no novo sistema do INEM e exige esclarecimentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 19:53:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão de Trabalhadores (CT) do INEM denunciou hoje falhas no sistema informático OnCall, utilizado nos Centros de Orientação de Doentes Urgentes (CODU), alertando para riscos no acionamento dos meios de emergência e exigindo esclarecimentos ao conselho diretivo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Comissão de Trabalhadores (CT) do INEM denunciou hoje falhas no sistema informático OnCall, utilizado nos Centros de Orientação de Doentes Urgentes (CODU), alertando para riscos no acionamento dos meios de emergência e exigindo esclarecimentos ao conselho diretivo.</P><br />
<P>Em comunicado, a CT do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) refere ter recebido &#8220;relatos preocupantes&#8221; de profissionais sobre o funcionamento do OnCall, cujas falhas &#8220;abrangem áreas críticas&#8221;, incluindo a seleção dos meios de socorro, a localização das ocorrências e dos meios disponíveis e a indicação das unidades hospitalares de destino.</P><br />
<P>&#8220;Perante a gravidade das informações, a Comissão de Trabalhadores enviou, na passada segunda-feira, um pedido urgente de esclarecimentos ao conselho diretivo, questionando quem validou o sistema, se existiam erros conhecidos antes da sua implementação, quantas anomalias foram já reportadas e que medidas foram tomadas. Até ao momento, não recebemos resposta&#8221;, critica a estrutura representativa dos trabalhadores do INEM.</P><br />
<P>A CT refere ainda que o INEM informou os bombeiros e restantes parceiros do Sistema Integrado de Emergência Médica (SIEM) de que, desde 08 de julho, o acionamento das ambulâncias afetas aos Postos de Emergência Médica (PEM) e dos Postos de Reserva passou a depender exclusivamente da informação registada no Portal PEM.</P><br />
<P>&#8220;O próprio INEM reconhece estar ainda a otimizar o sistema informático de atendimento e despacho, ao mesmo tempo que transfere para as entidades a responsabilidade integral pela atualização do estado operacional dos meios&#8221;, alerta a comissão.</P><br />
<P>A CT do INEM sustenta que estas alterações aumentam o risco de os CODU receberem &#8220;informação desatualizada ou incorreta&#8221; e de meios disponíveis deixarem de surgir como operacionais no sistema.</P><br />
<P>&#8220;O presidente do INEM tem de esclarecer se o OnCall ou o Portal PEM condicionaram a seleção do meio, a localização da ocorrência ou a resposta prestada, bem como explicar por que razão o sistema foi colocado em funcionamento sem que estivessem resolvidas todas as falhas críticas&#8221;, defende a CT.</P><br />
<P>Há uma semana o Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar (STEPH) tinha alertado que o novo sistema de gestão de ocorrências dos CODU tinha colapsado, obrigando à realização de triagens em papel, acusações que o INEM negou &#8220;categoricamente&#8221;.</P><br />
<P>Em resposta à Lusa, o INEM assegurou que os registos clínicos e operacionais foram efetuados &#8220;através dos sistemas informáticos em utilização, não tendo existido qualquer situação&#8221; que obrigasse ao recurso à triagem em papel.</P><br />
<P>&#8220;É categoricamente falso que (&#8230;) o sistema dos CODU tenha colapsado, que as triagens tenham sido realizadas em papel&#8221;, realçou o instituto, adiantando ainda que o INEM dispõe de um sistema de &#8216;call back&#8217;, que permite recuperar chamadas interrompidas ou não atendidas à primeira tentativa, &#8220;assegurando o respetivo seguimento e contacto com os cidadãos&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791121]]></sapo:autor>
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		<title>Ryan Fox iguala recorde de 62 golpes e segue atrás de Sam Burns no British Open</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 19:52:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O neozelandês Ryan Fox igualou hoje o recorde de 62 pancadas numa volta de um torneio 'major' de golfe e ascendeu ao segundo lugar do British Open, atrás de Sam Burns, que lidera o torneio.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O neozelandês Ryan Fox igualou hoje o recorde de 62 pancadas numa volta de um torneio &#8216;major&#8217; de golfe e ascendeu ao segundo lugar do British Open, atrás de Sam Burns, que lidera o torneio.</P><br />
<P>Com os oito &#8216;shots&#8217; abaixo do par na terceira volta em Royal Birkdale, na cidade inglesa de Southport, a norte de Liverpool, o golfista de 39 anos, 56.º do ranking mundial, igualou os feitos &#8216;assinados&#8217; na sexta-feira pelo norte-americano Sam Burns, 18.º da tabela PGA Tour, e pelo australiano Lucas Herbert, 97.º da hierarquia.</P><br />
<P>Com o feito de hoje, alcançado somente cinco vezes antes do British Open em curso, Ryan Fox é agora segundo classificado, com um agregado de 202 pancadas (oito abaixo do par), em igualdade com o sul-coreano Si Woo Kim, que completou a volta de hoje com 67 pancadas (três abaixo do par), e mais dois &#8216;shots&#8217; face a Sam Burns, que somou hoje 65 golpes rumo a um agregado de 200 (10 abaixo do par).</P><br />
<P>Os anteriores &#8216;obreiros&#8217; de voltas em &#8216;majors&#8217; com 62 pancadas foram Xander Schauffele, por duas vezes, no US Open de 2023 e no PGA Championship de 2024, então em igualdade com Shane Lowry, Branden Grace, no British Open de 2017, e Rickie Fowler, também no Open dos Estados Unidos de 2023.</P><br />
<P>O lote dos cinco primeiros classificados completa-se com o norte-americano Ryan Gerard, que fechou a terceira volta com 69 pancadas (uma abaixo do par) e exibe um agregado de 203, e Lucas Herbert, que contabiliza o mesmo número agregado de golpes após os 71 de hoje (um acima do par).</P><br />
<P>Líder do ranking mundial desde 2023 e vencedor da edição de 2025 do British Open, o norte-americano Scottie Scheffler integra o lote de golfistas que ocupa o 11.º lugar, com um agregado de 206 pancadas, após ter obtido o par na volta de hoje (70 golpes).</P><br />
<P>Já o norte-irlandês Rory McIlroy, segundo da hierarquia PGA Tour, que, em abril, conquistou o seu sexto &#8216;major&#8217;, ao revalidar o título do Masters, é 29.º, com um agregado de 208 pancadas.</P><br />
<P>A quarta e última volta, no domingo, encerra a 154.ª edição do British Open, quarto e último &#8216;major&#8217; do calendário anual, após McIlroy ter vencido o Masters, no estado norte-americano da Geórgia, o inglês Aaron Rai ter vencido o PGA Championship, em maio, no estado norte-americano da Pensilvânia, e o norte-americano Wyndham Clark ter vencido o US Open, em junho, no estado de Nova Iorque.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791122]]></sapo:autor>
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		<title>São Tomé/Eleições: Comissão Eleitoral admite limitações no controlo de infrações durante a campanha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 19:01:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Josimar Afonso (texto) e Nuno Veiga (fotos), da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>São Tomé, 18 jul 2026 (Lusa) &#8212; A Comissão Eleitoral Nacional são-tomense admitiu hoje que tem limitações de recursos humanos para monitorizar as infrações registadas na campanha eleitoral, alegando que os seus elementos concentram-se mais nas questões logísticas para o sucesso do processo eleitoral.</P><br />
<P>O presidente da Comissão Eleitoral Nacional (CEN), Jeudiger Nascimento, que falava hoje em conferência de imprensa de antevisão da votação que decorrerá no domingo, sublinhou que a instituição tem apenas nove membros, associados aos elementos das comissões distritais que fazem &#8220;um esforço muito grande&#8221; para dar resposta a todo o processo, que considerou &#8220;amplo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Nós estamos muito focados para que amanhã não falte nada em nenhuma das mesas, que tudo esteja às sete horas [para que] as assembleias de voto possam estar abertas&#8221;, sublinhou Jeudiger Nascimento.</P><br />
<P>O presidente da CEN respondia aos jornalistas sobre o registo de alegadas infrações eleitorais desde a pré-campanha até hoje, &#8220;dia de reflexão&#8221;, em que a lei proíbe o apelo ao voto, tendo assegurado que a instituição não verificou nem registou estes atos. </P><br />
<P>&#8220;Nós não temos toda uma equipa que pudesse focar nas redes sociais para ver o que é que acontece ali, ou uma equipa que pudesse estar a ver os jornais&#8221;, disse o presidente da CEN.</P><br />
<P>Durante a leitura do comunicado, Jeudiger Nascimento exaltou e agradeceu o comportamento da população, destacando &#8220;a serenidade com que decorreu todo este processo de campanha&#8221;, que considerou como &#8220;um sinal de maturidade democrática&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Faço um veemente apelo para uma afluência massiva às urnas. A importância deste ato para o desenvolvimento do nosso país é inquestionável. O voto é a ferramenta mais poderosa que temos para construir o futuro que desejamos. Não fiquemos em casa. Cada voto conta e é um pilar para a estabilidade e progresso da nossa nação&#8221;, apelou.</P><br />
<P>O presidente da CEN assegurou que haverá &#8220;o normal funcionamento das mesas de voto e a transparência do processo&#8221;, e que &#8220;os jornalistas estão autorizados e serão facilitados para cobrir este ato democrático, desde que respeitem a ordem e a isenção no local, conforme e lei&#8221;.</P><br />
<P>Jeudiger Nascimento referiu que &#8220;nunca esteve em pauta&#8221; a discussão sobre a observação eleitoral por parte da sociedade civil são-tomense.</P><br />
<P>&#8220;Nós contamos com o apoio da sociedade civil, que tem nos apoiado no processo e com certeza continuará até às eleições legislativas de setembro, mas nós não tínhamos pensado em nenhum momento a questão da observação eleitoral nacional, pelo que não podemos aplicar algo que não preparamos para aplicar&#8221;, disse.</P><br />
<P>Para a observação das eleições presidenciais de domingo em São Tomé e Príncipe encontram-se no terreno várias missões internacionais, nomeadamente da União Europeia, da União Africana, da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), da Comunidade Económica dos Estados da África Central (CEEAC),  dos países do G-7+ e ainda da Rede dos Órgãos Jurisdicionais e de Administração dos Países de Língua Portuguesa (ROJAE-CPLP).</P><br />
<P>O Tribunal Constitucional são-tomense admitiu cinco candidatos às presidenciais de 19 de julho: Eugénio Rodrigues da Trindade Tiny, Nito de Sousa Viegas D&#8217;Abreu, Miques João do Nascimento de Jesus Bonfim, Carlos Manuel Vila Nova, que se recandidata ao cargo, e Jorge Bom Jesus, que anunciou a sua desistência já fora do prazo legal.</P><br />
<P>Segundo a Comissão Eleitoral Nacional (CEN), os dados definitivos do recenseamento eleitoral automático registaram 142.191 eleitores, dos quais 121.670 estão em São Tomé e Príncipe e 20.521 na diáspora, nomeadamente 15.917 em cinco países da Europa, e 5.324 em quatro países de África.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791120]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Procura uma casa de 40 mil euros? Esta aldeia na fronteira com Portugal pode ser a sua próxima morada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 19:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[aldeia]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[fronteira]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[A pequena localidade espanhola de Aldea del Obispo, situada na província de Salamanca, junto à fronteira com Portugal, está à procura de novos residentes e empreendedores para contrariar o despovoamento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A pequena localidade espanhola de Aldea del Obispo, situada na província de Salamanca, junto à fronteira com Portugal, está à procura de novos residentes e empreendedores para contrariar o despovoamento. Com cerca de 245 habitantes, o município aposta na criação de oportunidades de negócio, habitação a preços acessíveis e boas condições para o teletrabalho.</p>
<p>Integrada no projeto Holapueblo, uma iniciativa promovida pela IKEA, Redeia e AlmaNatura para revitalizar o interior de Espanha, Aldea del Obispo procura atrair famílias, trabalhadores remotos e empresários interessados em desenvolver atividade económica num ambiente rural, revela o ‘Noticias Trabajo’.</p>
<p>Entre as áreas com maior potencial destacam-se a pecuária, o turismo, a hotelaria, a construção civil, a carpintaria e a exploração de equipamentos municipais, como o albergue e o centro de dia. O município procura também garantir a continuidade de pequenos negócios tradicionais cujos proprietários se aproximam da reforma e não têm sucessores.</p>
<p>Segundo o vice-presidente da câmara municipal, Javier Pascua, a proximidade a Portugal, o património histórico e natural, a qualidade de vida e a disponibilidade de serviços fazem da localidade um destino atrativo para quem pretende mudar de vida. O responsável destaca ainda a ligação à autoestrada entre Lisboa e Paris e a proximidade de cidades como Ciudad Rodrigo e Fuentes de Oñoro.</p>
<p>A habitação é outro dos fatores apontados como vantagem. No mercado imobiliário existem casas disponíveis por valores a partir dos 40 mil euros, incluindo moradias com várias divisões e garagem. Também é possível encontrar moradias independentes por cerca de 65 mil euros.</p>
<p>Apesar da reduzida dimensão, Aldea del Obispo dispõe de duas mercearias, uma delas com talho e frutaria, um café, um bar com serviço de refeições para levar, cabeleireiro e um centro de dia recentemente inaugurado. A localidade conta ainda com acesso à internet de boa qualidade, criando condições para quem trabalha remotamente.</p>
<p>Os interessados em desenvolver projetos agrícolas podem igualmente ter acesso a terrenos para hortas, enquanto o município disponibiliza apoio administrativo através da plataforma Holapueblo para facilitar a instalação de novos residentes e empreendedores.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790655]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Quase todos fazem isto num carro ao sol — e o ar condicionado é que paga</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/quase-todos-fazem-isto-num-carro-ao-sol-e-o-ar-condicionado-e-que-paga/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 18:30:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ar condicionado]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando o calor aperta, a reação é quase instintiva: entrar no carro, ligar o motor e colocar imediatamente o ar condicionado na temperatura mais baixa]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando o calor aperta, a reação é quase instintiva: entrar no carro, ligar o motor e colocar imediatamente o ar condicionado na temperatura mais baixa. O problema é que este gesto, repetido durante todo o verão, pode acelerar o desgaste de alguns dos componentes mais importantes do sistema.</p>
<p>Segundo o &#8216;El País&#8217;, o habitáculo de um automóvel estacionado ao sol pode ultrapassar facilmente os 50 graus. Nestas condições, exigir ao ar condicionado que trabalhe logo à capacidade máxima obriga o sistema a um esforço muito elevado desde os primeiros segundos.</p>
<p>A recomendação é simples: antes de ligar o ar condicionado, abrir as portas ou as janelas durante alguns instantes para deixar sair o ar quente acumulado. Só depois deverá ser ativada a climatização, aumentando gradualmente a intensidade.</p>
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<section> <a target="_blank" title="@conducimos_" href="https://www.tiktok.com/@conducimos_?refer=embed" rel="noopener">@conducimos_</a> ¿Entras al carro y parece un horno? 🔥🚗 Así es como debes usar correctamente el aire acondicionado para enfriar más rápido el vehículo y ayudar a cuidarlo. ❄️👌 Comparte este video y no olvides seguirnos. <a title="aireacondicionado" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/aireacondicionado?refer=embed" rel="noopener">#aireacondicionado</a> <a title="licenciadeconducir" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/licenciadeconducir?refer=embed" rel="noopener">#licenciadeconducir</a> <a title="alumnos" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/alumnos?refer=embed" rel="noopener">#alumnos</a> <a title="clasesdeconducción" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/clasesdeconducci%C3%B3n?refer=embed" rel="noopener">#clasesdeconducción</a> <a target="_blank" title="♬ sonido original - Conducimos" href="https://www.tiktok.com/music/sonido-original-7658670696919714567?refer=embed" rel="noopener">♬ sonido original &#8211; Conducimos</a> </section>
</blockquote>
<p> <script async src="https://www.tiktok.com/embed.js"></script></p>
<p>Outro erro frequente é esquecer completamente o sistema durante o inverno. O ar condicionado não deve permanecer parado durante vários meses, mesmo quando as temperaturas são baixas.</p>
<p>Os especialistas recomendam ligar o compressor durante alguns minutos a cada duas ou três semanas. Este hábito ajuda a manter as peças lubrificadas, protege as vedações e reduz a acumulação de humidade no circuito.</p>
<p>Os maus cheiros provenientes das saídas de ventilação também não devem ser ignorados. De acordo com o &#8216;El País&#8217;, estes odores podem resultar da presença de humidade, sujidade, bactérias, fungos ou de um filtro do habitáculo em mau estado.</p>
<p>Além de prejudicarem a qualidade do ar respirado dentro do automóvel, estes problemas podem reduzir o desempenho do sistema. Quanto mais cedo forem detetados, menor é o risco de uma limpeza simples acabar por se transformar numa reparação dispendiosa.</p>
<p>O filtro do habitáculo, também conhecido como filtro de pólen, é uma das peças mais esquecidas pelos condutores. A sua função é reter poeiras, pólen e outras partículas que entram através do sistema de ventilação.</p>
<p>Quando fica obstruído, o fluxo de ar diminui e o ar condicionado precisa de trabalhar mais para alcançar a temperatura escolhida. O condutor começa a notar que o ar sai com menos força ou que o habitáculo demora mais tempo a arrefecer.</p>
<p>A substituição é geralmente simples e pouco dispendiosa, devendo ser feita, em regra, pelo menos uma vez por ano ou segundo as indicações do fabricante. Adiar continuamente esta manutenção pode aumentar o esforço do compressor.</p>
<p>Também não é aconselhável esperar que o sistema deixe totalmente de produzir ar frio para procurar uma oficina. Pequenas fugas de gás refrigerante podem desenvolver-se ao longo do tempo, reduzindo gradualmente a capacidade de refrigeração.</p>
<p>Uma verificação preventiva permite controlar a pressão, localizar eventuais fugas e confirmar o estado dos restantes componentes. Quando o problema é ignorado até à falha completa, a reparação tende a ser mais complexa e cara.</p>
<p>No centro de quase todos estes cuidados está o compressor, responsável por fazer circular o fluido refrigerante pelo sistema. Se trabalhar repetidamente sob esforço excessivo, com pouco gás ou com filtros obstruídos, o desgaste aumenta e a probabilidade de avaria também.</p>
<p>O ar condicionado não é apenas uma questão de conforto. Conduzir com temperaturas muito elevadas aumenta o cansaço, reduz a concentração e pode atrasar a reação perante um imprevisto. Cuidar do sistema é, por isso, também uma medida de segurança — sobretudo nos dias em que entrar no carro parece abrir a porta de um forno.</p>
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<section> <a target="_blank" title="@juanjoseebenezer" href="https://www.tiktok.com/@juanjoseebenezer?refer=embed" rel="noopener">@juanjoseebenezer</a> Gasta más el COCHE con el aire al MÁXIMO‼️🥶❄️TALLERES EBENEZER. <a title="mecanico" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/mecanico?refer=embed" rel="noopener">#mecanico</a> <a title="refrigerante" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/refrigerante?refer=embed" rel="noopener">#refrigerante</a> <a title="cuidado" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/cuidado?refer=embed" rel="noopener">#cuidado</a> <a title="mantenimiento" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/mantenimiento?refer=embed" rel="noopener">#mantenimiento</a> <a title="mecanicodeltiktok" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/mecanicodeltiktok?refer=embed" rel="noopener">#mecanicodeltiktok</a> <a target="_blank" title="♬ sonido original - Juan José Ebenezer" href="https://www.tiktok.com/music/sonido-original-7541518062890044182?refer=embed" rel="noopener">♬ sonido original &#8211; Juan José Ebenezer</a> </section>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788834]]></sapo:autor>
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		<title>Líder do PAN diz que oposições internas têm que respeitar &#8220;quem o coletivo elege&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 18:28:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A líder do Pessoas Animais Natureza (PAN), Inês Sousa Real, considerou hoje que, em democracia, as "oposições internas" de cada partido devem ser respeitadas, mas que devem respeitar "quem o coletivo elege para os representar".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A líder do Pessoas Animais Natureza (PAN), Inês Sousa Real, considerou hoje que, em democracia, as &#8220;oposições internas&#8221; de cada partido devem ser respeitadas, mas que devem respeitar &#8220;quem o coletivo elege para os representar&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não podemos esquecer-nos que, em democracia, as oposições internas têm que ser respeitadas, mas também têm que respeitar quem o coletivo elege para os representar e que, acima de tudo, também diz que está presente no congresso&#8221;, afirmou hoje à Lusa Inês Sousa Real.</P><br />
<P>A deputada, que falava com a Lusa à margem de um evento no Porto, considerou que o partido não pode permitir que &#8220;ponham em causa o trabalho político que tem vindo a ser feito&#8221; e que os eleitos sejam prejudicados &#8220;por aquilo que são os objetivos da oposição (&#8230;), que têm objetivos pessoais que não se concretizam com aquilo que são os objetivos do coletivo&#8221;.</P><br />
<P>Inês Sousa Real considerou que decisão do Tribunal Constitucional (TC) é &#8220;manifestamente desproporcional&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Nós estamos bastante tranquilos e, acima de tudo, com consciência tranquila. Nós respeitámos plenamente os mecanismos de democracia interna&#8221;, afirmou, garantindo que vai &#8220;aguardar com serenidade&#8221; pela decisão do TC.</P><br />
<P>O TC declarou ilegal parte do regulamento do último Congresso do PAN e, como consequência, invalidou a última eleição da direção do partido, na qual Inês de Sousa Real foi reeleita porta-voz.</P><br />
<P>A decisão consta de um acórdão do Tribunal Constitucional, a que a agência Lusa teve acesso, datado de 13 de julho e feito na sequência de um pedido de impugnação da militante do PAN Carolina Pia à eleição dos titulares dos órgãos internos do partido que decorreu no X Congresso do PAN, realizado em 20 de dezembro de 2025, em Coimbra.</P><br />
<P>Na quinta-feira, o partido anunciou que vai recorrer para o plenário do Tribunal Constitucional (TC) da decisão.</P><br />
<P>No mesmo dia, o movimento Transformar para Crescer, de oposição interna à atual direção do PAN, pediu a demissão da porta-voz do partido, Inês de Sousa Real, e defendeu a realização de um novo Congresso com eleições internas.</P><br />
<P>No último congresso, Inês de Sousa Real foi reeleita para um terceiro mandato como porta-voz do PAN, com 69 dos 72 votos dos delegados, conquistando todos os lugares da Comissão Política Nacional.</P><br />
<P>Hoje, no Porto, Inês Sousa Real mostrou-se ainda &#8220;solidária&#8221; com as famílias, alunos e comunidade docente a propósito dos problemas com a classificação dos exames nacionais.</P><br />
<P>Reconhecendo que reformar e implementar uma digitalização no processo é &#8220;fundamente e precisa&#8221;, a líder partidária considerou que deveria ter ocorrido de uma forma mais gradual.</P><br />
<P>&#8220;Costuma-se dizer que depressa e bem não há quem e, de facto, aqui o ministro [da Educação] acabou por ter uma avaliação negativa naquilo que foi esta implementação deste processo&#8221;, afirmou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791119]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Dois militares norte-americanos mortos em ataque iraniano a base na Jordânia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 18:21:29 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Dois militares norte-americanos morreram e um terceiro está "desaparecido em combate" após ataques com mísseis iranianos contra alvos norte-americanos na Jordânia, segundo o Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Dois militares norte-americanos morreram e um terceiro está &#8220;desaparecido em combate&#8221; após ataques com mísseis iranianos contra alvos norte-americanos na Jordânia, segundo o Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM). </P><br />
<P>&#8220;Dois militares norte-americanos foram mortos em ação na Jordânia, enquanto forças do CENTCOM e aliadas se defendiam contra ataques de mísseis balísticos e drones iranianos&#8221;, disse o CENTCOM em comunicado. </P><br />
<P>Outros quatro militares norte-americanos foram levados para hospitais jordanos, mas já tiveram alta. &#8220;Outros militares foram tratados por ferimentos ligeiros e regressaram ao serviço&#8221;, acrescentou o CENTECOM no comunicado. </P><br />
<P>Mais nenhuma informação sobre as vítimas foi divulgada &#8220;por respeito às famílias&#8221;, e os seus nomes só deverão ser divulgados 24 horas após a notificação da morte. </P><br />
<P>Este ataque eleva para 16 o número de mortes de militares norte-americanos oficialmente confirmadas desde o início da mais recente escalada militar entre os dois lados, a 28 de fevereiro. </P><br />
<P>A Guarda Revolucionária do Irão informou que fez ataques a posições norte-americanas na base militar de Muwaffaq Salti, na região centro-norte da Jordânia, em plena retoma das hostilidades com Washington, que ameaçam comprometer o acordo de paz preliminar assinado pelos dois países a 17 de junho. </P><br />
<P>Projéteis iranianos atingiram hangares com aviões de combate norte-americanos e &#8220;uma grande plataforma de estacionamento&#8221;. </P><br />
<P>Horas antes o Irão já tinha alegado que um ataque anterior tinha atingido depósitos de combustível americanos na base, uma instalação que Teerão considera estratégica devido à sua localização, infraestruturas militares e papel nas operações americanas no Médio Oriente. </P><br />
<P>O Exército jordano informou ter abatido quatro drones iranianos, sem mencionar qualquer dano na base aérea. A declaração foi divulgada pela agência de notícias oficial Petra.</P><br />
<P>Hoje Estados Unidos da América (EUA) e Irão trocaram ataques a infraestruturas e alvos militares, ao mesmo tempo que um negociador iraniano anunciou a suspensão dos compromissos de Teerão no âmbito do acordo provisório com os norte-americanos.</P><br />
<P>O Comando Central dos EUA afirmou hoje que a sua sétima noite consecutiva de ataques atingiu &#8220;locais de vigilância, infraestruturas logísticas militares, armazéns subterrâneos de armas e capacidades marítimas&#8221;.</P><br />
<P>Por sua vez, Kazem Gharibabadi, vice-ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, disse à televisão estatal iraniana que &#8220;os EUA violaram os seus compromissos ao abrigo do acordo assinado há cerca de um mês e agora o Irão já não está a cumprir [os seus próprios compromissos]&#8221;.</P><br />
<P>Hoje, os danos mais significativos ocorreram no Kuwait, quando o Irão atacou uma estação de dessalinização de água e uma instalação petrolífera, de acordo com as autoridades do Kuwait e a Kuwait Petroleum Corporation.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791118]]></sapo:autor>
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		<title>Ventura avisa Montenegro que manter Luís Neves significa &#8220;cumplicidade criminosa&#8221; do Governo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 18:17:43 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do Chega escreveu hoje ao primeiro-ministro para adverti-lo que a manutenção de Luís Neves como ministro da Administração Interna arrasta o Governo para a "cumplicidade criminosa" e alterará as relações com o executivo PSD/CDS.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente do Chega escreveu hoje ao primeiro-ministro para adverti-lo que a manutenção de Luís Neves como ministro da Administração Interna arrasta o Governo para a &#8220;cumplicidade criminosa&#8221; e alterará as relações com o executivo PSD/CDS.</P><br />
<P>&#8220;A permanência em funções do senhor ministro da Administração Interna afeta muito negativamente a imagem do Governo e arrastá-lo-á irremediavelmente para a cumplicidade criminosa, pressão sobre as instituições de investigação criminal e perda de autoridade institucional&#8221;, adverte André Ventura na carta que dirigiu a Luís Montenegro.</P><br />
<P>Uma carta que o presidente do Chega diz ter escrito &#8220;sem qualquer intuito pessoal ou de natureza político-partidária, mas como presidente do maior partido da oposição&#8221;. E na qual lembra também o exemplo do falecido antigo ministro da Administração Interna social-democrata Miguel Macedo, que se demitiu do cargo por suspeitas, mas, depois, foi absolvido pela justiça.</P><br />
<P>André Ventura começa por assinalar que o Chega é a maior força política da oposição e que, nos últimos meses, o PSD e o seu partido &#8220;chegaram a entendimentos em matérias fundamentais como a descida do IRC, o IRS Jovem, a lei da nacionalidade, a lei de estrangeiros, o regime de heranças ou a denominada lei das burcas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Sempre salvaguardámos a relação de confiança e a proteção das instituições democráticas, mesmo quando discordámos fortemente no espaço público&#8221;, sustenta.</P><br />
<P>A seguir, o presidente do Chega frisa, no entanto, que a situação atual do ministro da Administração Interna &#8220;provoca necessariamente uma alteração dessa equação&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;As notícias que têm vindo a público comprometem gravemente a confiança dos portugueses nas instituições e denotam uma cultura de gangsterismo que não é compatível com o exercício do poder democrático. Dão a entender, espero que erradamente, que um grupo de crime organizado capturou o Estado português, nomeadamente as suas instituições mais sagradas e que deveriam ser mais independentes&#8221;, defende.</P><br />
<P>Segundo André Ventura, &#8220;as ameaças sobre órgãos democráticos ou de imprensa, o desrespeito pela lei e a atitude de impunidade e sobranceria, o desvio de bens públicos para a esfera privada e a eventual cumplicidade com o crime organizado na sua forma mais letal e perversa (as organizações de tráfico de droga) traçam um limite que, nem o primeiro-ministro, nem o líder da oposição podem tolerar&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O poder político democrático jamais pode estar capturado ou silenciado perante fenómenos criminosos, por muito poderosos que sejam e por muitas cumplicidades que tenham no edifício do Estado. A nossa responsabilidade é não ter medo e fazer as mudanças que tiverem de ser feitas para salvaguardar a transparência e a integridade do Estado&#8221;, sustenta.</P><br />
<P>Depois, André Ventura deixa um conjunto de perguntas a Luís Montenegro.</P><br />
<P>&#8220;Como pode o ministro que tutela as polícias incumprir escandalosamente a lei, em pequenas ou grandes coisas, e arrogar-se disso impunemente? Como pode o ministro que tutelou a PJ, uma instituição de incontornável prestígio, estar sob suspeita de condicionar essa polícia para proveito próprio e arrastar a sua imagem institucional para o lodo? Como pode ser garantido o regular funcionamento das instituições se há suspeitas de ligação entre o ministro das polícias e as investigações ao crime organizado mais violento e destruidor?&#8221;, questiona.</P><br />
<P> A que acrescenta: &#8220;Com que autoridade terá um Ministro da Administração Interna a coordenar o combate aos incêndios sem qualquer autoridade política?&#8221;.</P><br />
<P>Neste contexto, refere-se ao exemplo de Miguel Macedo, que se demitiu por se ver envolvido numa suspeita criminal durante o Governo de Pedro Passos Coelho.</P><br />
<P>&#8220;Até foi, mais tarde, absolvido, mas percebeu que a administração interna não pode estar sem autoridade ou integridade. Percebeu que as instituições estão sempre acima da sua vontade e do seu desejo pessoal&#8221;, escreve o presidente do Chega.</P><br />
<P>André Ventura faz ainda uma referência à sua recente reunião com Presidente da República, António José Seguro, dizendo que ficou &#8220;ainda mais convencido do que é preciso fazer neste momento&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Se nada for feito, tal pode significar, muito sinceramente, que as instituições em Portugal estão já completamente capturadas por correntes obscuras e subterrâneas de poder e de criminalidade. E nada, nada mesmo, poderá ser tão grave, e ter tanto impacto no futuro, como isto&#8221;, acrescenta.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791117]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Líder supremo ameaça infligir aos EUA &#8220;lições inesquecíveis&#8221;</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/irao-lider-supremo-ameaca-infligir-aos-eua-licoes-inesqueciveis/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 18:03:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O líder supremo iraniano, Mojtaba Khamenei, ameaçou hoje infligir aos EUA "lições inesquecíveis" após a retomada de ataques contra o Irão, os quais, na sua visão, provam que a assinatura de Trump "não tem valor".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O líder supremo iraniano, Mojtaba Khamenei, ameaçou hoje infligir aos EUA &#8220;lições inesquecíveis&#8221; após a retomada de ataques contra o Irão, os quais, na sua visão, provam que a assinatura de Trump &#8220;não tem valor&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Agora que o inimigo americano está a tentar incitar a guerra (&#8230;) ele precisa saber que a estimada nação iraniana e a frente de resistência têm lições inesquecíveis reservadas para ele&#8221;, declarou o ayatollah, numa mensagem escrita divulgada pela televisão estatal.</P><br />
<P>&#8220;A violação repetida&#8221; do memorando de entendimento assinado entre os dois países em 17 de junho para silenciar as armas &#8220;demonstrou mais uma vez a todos que a assinatura do Presidente dos EUA não tem valor&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Estes comentários ocorreram horas depois de um negociador afirmar que Teerão suspendeu os seus compromissos com o acordo provisório assinado há cerca de um mês.</P><br />
<P>A declaração atribuída a Mojtaba Khamenei &#8212; que não é visto publicamente desde o início da guerra &#8212; foi lida na televisão estatal após os EUA e o Irão terem trocado novamente ataques contra infraestrutura e alvos militares.</P><br />
<P>As declarações de Teerão romperam mais um fio frágil num conflito que não dá sinais de chegar ao fim. </P><br />
<P>O acordo visava encerrar permanentemente as hostilidades. Agora, Khamenei alerta para &#8220;lições&#8221; que virão, não apenas do Irão, mas também dos seus grupos armados aliados na região, aos quais se refere como o &#8220;Eixo da Resistência&#8221;.</P><br />
<P>A batalha pelo Estreito de Ormuz intensificou-se num conflito cada vez mais focado no controlo dessa via navegável essencial, que anteriormente transportava um quinto do petróleo bruto mundial. </P><br />
<P>Entretanto, fonte oficial da agência de notícias russa TASS disse hoje que o líder supremo iraniano não reaparecerá em público até que a situação com os EUA e Israel se normalize.</P><br />
<P>&#8220;Por razões de segurança, sua excelência não reaparecerá em público tão cedo. O Governo aguarda a normalização da situação. Ele reaparecerá então&#8221;, afirmou a mesma fonte fonte.</P><br />
<P>A fonte acrescentou à TASS que Khamenei &#8220;não está a aparecer em público devido à guerra&#8221;, durante a qual o seu pai &#8212; o ayatollah Ali Khamenei &#8212; foi morto em 28 de fevereiro.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791116]]></sapo:autor>
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		<title>&#8216;Projeto Manhattan&#8217; da IA: porque é que a inteligência artificial já é tratada como uma arma nuclear?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 18:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
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					<description><![CDATA[Relatório do Parlamento britânico alerta que o Reino Unido “pode não poder contar com os seus aliados” para ter acesso às tecnologias mais avançadas e corre o risco de ser desligado sem aviso]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Menos de um ano depois de as bombas atómicas lançadas sobre Hiroshima e Nagasaki terem precipitado o fim da II Guerra Mundial, o presidente Harry Truman tomou uma decisão que apanhou os aliados de surpresa: os Estados Unidos deixariam de partilhar tecnologia nuclear, incluindo com o Reino Unido.</p>
<p>A decisão foi particularmente dura para Londres. Cientistas britânicos tinham desempenhado um papel determinante no Projeto Manhattan, mas o país acabou afastado de uma tecnologia que ajudara a desenvolver. A resposta foi construir uma bomba própria, num programa que custou 150 milhões de libras — tanto quanto todo o orçamento anual então previsto para o recém-criado Serviço Nacional de Saúde britânico.</p>
<p>Oitenta anos depois, a história pode estar a repetir-se, desta vez com a inteligência artificial. Um relatório do Parlamento britânico alerta que o Reino Unido “pode não poder contar com os seus aliados” para ter acesso às tecnologias mais avançadas e corre o risco de ser desligado sem aviso.</p>
<p>Segundo o &#8216;The Independent&#8217;, os deputados pedem ao Governo uma estratégia de soberania em inteligência artificial, perante uma corrida global que começa a ser comparada à disputa nuclear do pós-guerra. A questão deixou de ser apenas económica ou tecnológica: passou a envolver segurança nacional, poder militar e autonomia política.</p>
<p>“O Governo precisa de um plano realista para alcançar capacidades soberanas em áreas críticas, ou arrisca-se a ver o acesso cortado ao sabor dos seus parceiros”, afirmou Chi Onwurah, presidente da comissão parlamentar de Ciência, Inovação e Tecnologia.</p>
<p>O aviso ganhou força depois de a Administração Trump ter restringido o acesso a alguns dos modelos mais avançados da Anthropic, considerados um risco para a segurança nacional. O bloqueio atingiu os sistemas Fable e Mythos, capazes, segundo a empresa, de descobrir falhas informáticas em sistemas operativos e motores de busca que permaneceram escondidas durante décadas.</p>
<p>Embora parte das limitações tenha sido posteriormente levantada, o modelo Mythos continuava indisponível para organizações fora dos Estados Unidos. Para especialistas citados pelo &#8216;The Independent&#8217;, o episódio mostrou que uma ferramenta comercial usada por empresas e Governos pode desaparecer em poucas horas, por decisão unilateral de Washington e sem período de transição.</p>
<p>A China parece estar a seguir uma estratégia semelhante. As autoridades chinesas terão discutido limitações à utilização externa dos seus modelos mais avançados e bloquearam a aquisição, pela Meta, de uma empresa de inteligência artificial fundada no país, procurando impedir a saída de talento e propriedade intelectual.</p>
<p>A linguagem usada nesta nova disputa já se aproxima da Guerra Fria. Uma empresa chinesa afirma ter desenvolvido uma “arma nuclear cibernética”, enquanto o diretor da CIA comparou os modelos mais avançados de inteligência artificial a “armas nucleares digitais”.</p>
<p>A diferença é que, no setor nuclear, os países sabiam aproximadamente qual era a meta: construir uma bomba. Na inteligência artificial, não existe um ponto final claro. Os modelos evoluem a uma velocidade que pode tornar impossível a recuperação dos países que fiquem para trás durante apenas alguns anos.</p>
<p>O limite desta corrida seria o aparecimento de uma inteligência artificial geral ou de uma superinteligência, capaz de superar os humanos em praticamente todas as tarefas intelectuais. Nesse momento, o sistema poderia começar a aperfeiçoar-se sem controlo efetivo e a perseguir objetivos incompatíveis com os interesses humanos.</p>
<p>Sam Altman, da OpenAI, e Demis Hassabis, da Google DeepMind, já subscreveram um alerta que coloca o risco de extinção provocado pela inteligência artificial ao nível das pandemias e da guerra nuclear. Ao mesmo tempo, organizações especializadas começam a defender acordos internacionais inspirados nos tratados de não proliferação.</p>
<p>Uma dessas propostas prevê que Estados Unidos e China suspendam o desenvolvimento prematuro de uma superinteligência artificial e convençam os restantes países a fazer o mesmo. Até agora, nenhum Governo aderiu.</p>
<p>Em 1946, o Reino Unido respondeu ao corte americano com a Operação Hurricane e construiu a própria bomba. A nova corrida poderá ser muito mais difícil: uma arma nuclear exigia dinheiro, matérias-primas e conhecimento; uma inteligência superior pode exigir tudo isso — e avançar mais depressa do que qualquer país consegue acompanhar.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788819]]></sapo:autor>
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		<title>ENTREVISTA: Fadista portuguesa leva fado à orquestra e ao espetáculo principal do Tomorrowland</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 17:51:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Ana Matos Neves, da agência Lusa ***</P><br />
<P> </P><br />
<P>Boom, Bélgica, 18 jul 2026 (Lusa) &#8212; A fadista portuguesa Marta Rosa participa, nesta edição do festival de música eletrónica Tomorrowland, na orquestra criada pelos organizadores e no espetáculo final de cada dia, considerando ser &#8220;muito especial cantar em português num palco tão grande&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Estar num dos maiores palcos do mundo é mais do que eu podia ter sonhado&#8221;, disse Marta Rosa em entrevista à agência Lusa, na cidade belga de Boom, onde decorre este fim de semana o festival Tomorrowland.</P><br />
<P>No dia em que se estreia na Sinfonia da Unidade (orquestra sinfónica que transforma hinos da música eletrónica em clássicos), depois de ter começado a integrar o espetáculo do palco principal do Tomorrowland, a fadista admitiu: &#8220;Trazer a minha música e cantar em português num festival destes é muito especial&#8221;.</P><br />
<P>Numa edição em que se verifica um reforço da presença de DJ portugueses, assim como uma crescente adesão de festivaleiros nacionais, Marta Rosa apontou ser &#8220;uma alegria muito grande, um orgulho muito grande e um privilégio também&#8221; fazer parte das atuações da orquestra e dos espetáculos finais que encerram cada dia do festival.</P><br />
<P>O Tomorrowland decorre de sexta-feira a domingo, neste e no próximo fim de semana.</P><br />
<P>&#8220;É uma responsabilidade que carrego com muito entusiasmo, mas com algum nervosismo porque sei que está muita gente a ver e a ouvir&#8221;, confessou, nesta entrevista à Lusa.</P><br />
<P>A participação surgiu através de um convite do produtor do Tomorrowland, que encontrou a fadista através da internet.</P><br />
<P>&#8220;Pesquisou e disse-me que tinha encontrado o que procurava, o que me deixou muito feliz&#8221;, contou Marta Rosa.</P><br />
<P>A preparação começou à distância, em Portugal, com a fadista baseada em Lisboa a enviar gravações feitas através do telemóvel para o produtor do festival.</P><br />
<P>Mais tarde, gravou uma demonstração profissional em estúdio, que foi enviada para a organização para avaliação.</P><br />
<P>&#8220;Ele mandava umas músicas e ia ouvindo, de uma forma meio informal, como estava a soar&#8221;, explicou.</P><br />
<P>Os ensaios presenciais decorreram já esta semana, na Bélgica, antes da estreia no festival.</P><br />
<P>&#8220;É o palco mais bonito onde já estive e o maior e mais elaborado&#8221;, afirmou a fadista, destacando a oportunidade de partilhar o espetáculo com músicos, bailarinos, a orquestra e toda a equipa responsável pela produção.</P><br />
<P>A fadista leva ao festival uma carreira ligada sobretudo às casas de fado e aos concertos em Portugal, onde também acompanha outros fadistas à viola.</P><br />
<P>&#8220;Eu nem tinha expectativa de estar aqui e aconteceu. Agora é aproveitar&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Para Marta Rosa, a experiência ultrapassa a dimensão profissional e está também ligada ao ambiente de união promovido pelo Tomorrowland, segundo adiantou à Lusa: &#8220;É viver esta união humana que se faz sentir aqui muito intensamente&#8221;.</P><br />
<P>O Tomorrowland decorre em Boom, na Bélgica, entre 17 e 19 e 24 e 26 de julho, juntando cerca de 400 mil pessoas de várias nacionalidades, ao longo dos dois fins de semana.</P><br />
<P>O festival conta com mais de 850 artistas distribuídos por 16 palcos.</P></p>
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