Depois do anúncio de Marcelo Rebelo de Sousa, António Costa não quis revelar a data da sua viagem para a Ucrânia. “No dia que lá chegar”, apontou o primeiro-ministro, que garantiu que vai aproveitar para responder ao convite “dirigido pelo meu colega ucraniano” para visitar a Ucrânia “devido à proximidade”, depois da visita à Roménia e Polónia.
O primeiro-ministro confirmou esta quarta-feira que vai aproveita a visita à Roménia e Polónia para visitar a Ucrânia.
Já na Roménia, e depois de o Presidente da República ter anunciado a visita do primeiro-ministro à Ucrânia – “entre o Governo e o Presidente da República não há segredos. A política interna e externa é conduzido pelo Governo, que mantém permanentemente o Presidente da República. O Presidente da República conhece desde sempre o que Governo faz, pensa e quando o faz”, explicou -, António Costa não confirmou o dia em que chegará ao país por questões de segurança.
Para já, vai visitar tropas portuguesas na Roménia para assinalar a necessidade de “reforçar a unidade da NATO” perante a “Rússia belicista”. “Somos só um, portanto uma ameaça a qualquer um de nós é uma ameaça a todos nós”, sublinhou, garantindo que vai ser assinado um novo acordo de cooperação e defesa entre Portugal e a Roménia. “A indústria nacional tem contribuído muito significativamente para a recuperação, valorização e doação de equipamento num conjunto de F-16 e vamos agora ter um novo acordo que vai reforçar essa possibilidade”, garantiu.
Na Polónia, Costa vai visitar campos de refugiados, aproveitando para participar numa reunião bilateral. “A Polónia é o país da UE onde está a ser solicitado um esforço maior. Tem mais de 3 milhoes de refugiados no seu território. É um país com quem temos fortes relações económicas mas também pretendo ver como Portugal pode apoiar o esforço que a Polónia está a fazer, em nome de todos nós, para assegurar a proteção internacional aos cidadãos ucranianos”, finalizou.













