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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Thu, 06 Aug 2026 10:12:18 +0000</lastBuildDate>
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		<title>TAP anuncia parceria com a Airbnb e reforça programa com mais de nove milhões de clientes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 10:12:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[TAP]]></category>
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					<description><![CDATA[A TAP Air Portugal estabeleceu uma parceria com a Airbnb que permite aos membros do programa de fidelização TAP Miles&#038;Go acumular milhas em reservas de alojamento e experiências realizadas na plataforma.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A TAP Air Portugal estabeleceu uma parceria com a Airbnb que permite aos membros do programa de fidelização TAP Miles&amp;Go acumular milhas em reservas de alojamento e experiências realizadas na plataforma.</p>
<p>A partir de agora, os clientes recebem duas milhas por cada euro gasto em estadias e experiências elegíveis, reforçando a proposta de valor de um programa que já conta com mais de nove milhões de clientes.</p>
<p>A parceria surge num momento de crescimento da procura por viagens. De acordo com dados da Airbnb, as reservas internacionais efetuadas por portugueses aumentaram 28% durante este verão, sendo Madrid, Londres, Sevilha e Paris alguns dos destinos mais procurados. Já em Portugal, 87% das chegadas de hóspedes em alojamentos Airbnb em 2025 corresponderam a viajantes estrangeiros.</p>
<p>Sofia Lufinha, Chief Customer Officer da TAP Air Portugal, afirma que a companhia procura &#8220;criar mais oportunidades para que os Clientes TAP Miles&amp;Go possam acumular e utilizar as suas milhas&#8221;, sublinhando que a entrada da Airbnb no programa alarga essas possibilidades.</p>
<p>Também Jaime Rodríguez de Santiago, diretor-geral da Airbnb para Espanha e Portugal, considera que a parceria resulta de um objetivo comum das duas empresas de aproximar os viajantes dos destinos que pretendem visitar, acrescentando que as estadias elegíveis passam agora a contribuir para a acumulação de milhas.</p>
<p>Para beneficiar da oferta, os utilizadores devem iniciar a reserva através da página dedicada da parceria, fazer o login na conta TAP Miles&amp;Go e concluir depois a reserva na plataforma da Airbnb. As milhas serão atribuídas nas reservas elegíveis realizadas através deste processo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798223]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Alerta para cocktail antienvelhecimento: estudo deteta danos graves no cérebro</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/alerta-para-cocktail-antienvelhecimento-estudo-deteta-danos-graves-no-cerebro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 09:47:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Em causa está o tratamento que junta dasatinib e quercetina, conhecido como D+Q, utilizado com o objetivo de eliminar células envelhecidas e atrasar a deterioração associada à idade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Uma combinação de fármacos que tem sido apontada como uma das promessas da medicina antienvelhecimento pode provocar danos significativos no cérebro, segundo um novo estudo realizado por investigadores da Universidade de Connecticut.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em causa está o tratamento que junta dasatinib e quercetina, conhecido como D+Q, utilizado com o objetivo de eliminar células envelhecidas e atrasar a deterioração associada à idade.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o elEconomista, os investigadores concluíram que esta combinação destrói a mielina, a camada protetora que envolve as fibras nervosas e permite a transmissão eficiente dos sinais elétricos entre o cérebro e o resto do organismo.</p>
<p><strong>Perda de mielina pode afetar memória e mobilidade</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A mielina funciona como um revestimento isolante das ligações nervosas. Quando essa proteção é danificada, a comunicação entre as células perde eficácia.</p>
<p class="isSelectedEnd">A perda desta camada pode estar associada a dores crónicas, problemas de memória e dificuldades de mobilidade, incluindo limitações ao caminhar. O quadro apresenta semelhanças com alguns dos sintomas observados na esclerose múltipla.</p>
<p class="isSelectedEnd">O estudo, publicado na revista científica PNAS, levanta dúvidas sobre a segurança de terapias senolíticas que já estarão a ser usadas fora dos laboratórios sem autorização formal.</p>
<p><strong>Danos foram detetados em animais jovens e idosos</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Os investigadores administraram o cocktail a animais de diferentes idades e verificaram que a perda de mielina não se limitou aos indivíduos mais velhos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Stephen Crocker, imunologista da Faculdade de Medicina da Universidade de Connecticut, explicou que a mielina desapareceu tanto nos animais jovens como nos mais idosos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os efeitos foram, contudo, mais acentuados nos sujeitos jovens, um resultado que contraria a ideia de que estes tratamentos poderão ser tomados preventivamente e sem riscos por pessoas de qualquer idade.</p>
<p><strong>Tratamento procurava eliminar células “zombie”</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A combinação de dasatinib e quercetina ganhou destaque pela capacidade de procurar e eliminar células senescentes, frequentemente designadas por células “zombie”.</p>
<p class="isSelectedEnd">Estas células deixaram de desempenhar normalmente as suas funções, mas continuam presentes no organismo e são associadas a processos inflamatórios e ao envelhecimento dos tecidos.</p>
<p class="isSelectedEnd">O entusiasmo em torno do tratamento levou ao lançamento de ensaios clínicos para avaliar a sua possível utilização em doenças como Alzheimer e diabetes tipo 2.</p>
<p class="isSelectedEnd">No entanto, o impacto da combinação no cérebro tinha sido pouco estudado.</p>
<p><strong>Experiência procurava reparar danos cerebrais</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Os investigadores Evan Lombardo e Robert Pijewski iniciaram o trabalho com a expectativa de que os fármacos pudessem contribuir para a reparação do cérebro.</p>
<p class="isSelectedEnd">A experiência envolveu ratos de diferentes idades e culturas laboratoriais de oligodendrócitos, as células responsáveis pela produção e manutenção da mielina.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os resultados foram opostos aos esperados. Depois da exposição ao tratamento, a camada protetora que envolvia as fibras nervosas dos animais saudáveis sofreu uma redução acentuada.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o elEconomista, os exames revelaram também um desgaste severo no corpo caloso, a estrutura que estabelece a ligação entre os dois hemisférios cerebrais.</p>
<p><strong>Efeito semelhante ao chamado “cérebro de quimioterapia”</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O tipo de deterioração observado no corpo caloso é comparado ao que pode surgir em doentes submetidos a tratamentos oncológicos agressivos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Este fenómeno é frequentemente conhecido como “cérebro de quimioterapia” e pode manifestar-se através de nevoeiro mental, desorientação e dificuldades cognitivas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ao analisarem o tecido cerebral ao microscópio, os cientistas verificaram, contudo, que as células não tinham morrido.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em vez disso, pareciam ter regressado a um estado menos desenvolvido e menos funcional.</p>
<p><strong>Células terão ficado sem energia</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A equipa suspeita que os fármacos estejam a retirar às células a energia necessária para manterem a sua estrutura e complexidade.</p>
<p class="isSelectedEnd">Como resposta, os oligodendrócitos terão regredido para um estado mais imaturo, no qual deixam de desempenhar adequadamente a função de produzir e conservar mielina.</p>
<p class="isSelectedEnd">O tratamento terá, assim, provocado uma espécie de rejuvenescimento celular, mas acompanhado por uma perda grave de funcionalidade.</p>
<p><strong>Descoberta pode ajudar investigação da esclerose múltipla</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar dos riscos identificados, os resultados poderão abrir uma nova linha de investigação sobre a esclerose múltipla.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os cientistas verificaram que as células imaturas observadas após o tratamento se comportam de forma semelhante às encontradas em pessoas com a doença.</p>
<p class="isSelectedEnd">Esta semelhança levou a equipa a admitir que, em alguns casos de esclerose múltipla, as células responsáveis pela mielina poderão não estar mortas, mas apenas inativas devido ao stress.</p>
<p>O próximo objetivo dos investigadores será perceber se estas células podem ser novamente estimuladas e levadas a recuperar a capacidade de reparar o cérebro.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798213]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Delta Cafés: &#8220;O futuro do café depende das pessoas que o produzem&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 09:36:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadernos Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Delta]]></category>
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					<description><![CDATA[Na Delta Cafés, a sustentabilidade não é um destino, mas sim uma forma de existir. Para o grupo, o futuro do café constrói-se hoje, com inovação, responsabilidade e impacto positivo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Falar de sustentabilidade no Grupo Nabeiro – Delta Cafés é falar de um compromisso que nasceu muito antes de a sigla ESG fazer parte do vocabulário empresarial. Herdada da visão humanista e empreendedora do comendador Rui Nabeiro, a preocupação com as pessoas, a comunidade e o futuro continua a marcar a estratégia do Grupo.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje, e como reflecte Rita Nabeiro, administradora executiva do Grupo Nabeiro – Delta Cafés, essa herança traduz-se numa abordagem ESG estruturada, integrada na gestão do negócio e onde a inovação vai além da tecnologia, passando também pela criação de novos modelos de negócio, parcerias e soluções circulares.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a empresa, a sustentabilidade deixou de ser um conjunto de iniciativas isoladas para passar a fazer parte das decisões estratégicas, da gestão do risco e da competitividade do negócio, assumindo um papel determinante num sector particularmente exposto aos efeitos das alterações climáticas e às crescentes exigências regulatórias.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ESG integrado na estratégia do negócio</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Na Delta Cafés, a sustentabilidade faz parte da gestão quotidiana e é acompanhada através de indicadores concretos que permitem medir a evolução da empresa e apoiar a tomada de decisão. A monitorização da pegada de carbono, da eficiência energética, da valorização de resíduos, da incorporação de energia renovável ou da renovação da frota permite transformar compromissos em resultados mensuráveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Actualmente, 60% da energia consumida pelo Grupo tem origem em fontes renováveis, 22% da frota é 100% eléctrica e 99% dos resíduos directos da operação são reciclados ou valorizados. Como explica Rita Nabeiro, «as distinções obtidas pelo Grupo Nabeiro [como o facto de o Grupo ter sido distinguido pelo Merco como a empresa mais responsável em ESG em Portugal pelo quinto ano consecutivo] reflectem o trabalho desenvolvido na integração dos critérios ESG na gestão do negócio. Mais do que um objectivo em si, estes reconhecimentos funcionam como uma validação externa da consistência do trabalho desenvolvido e dos resultados alcançados».</p>
<p style="text-align: justify;">A responsável sublinha, ainda, que «aquilo que não se mede, não se gere. Foi por isso que, nos últimos anos, reforçámos os mecanismos de medição e monitorização do nosso desempenho ESG, incorporando indicadores nos processos de gestão e tomada de decisão».</p>
<p style="text-align: justify;">Esta visão reflecte-se também na estrutura de governance da organização. O Grupo dispõe de uma Direcção de Sustentabilidade e Propósito, responsável por áreas como descarbonização, economia circular, inovação verde, literacia ESG e responsabilidade social, complementada por uma Comissão de Ética e Compliance e por um Código de Ética e de Conduta.</p>
<p style="text-align: justify;">«Os critérios ESG entram cada vez mais nas decisões estratégicas porque têm impacto directo na competitividade, na reputação, no acesso a mercados, na relação com clientes e consumidores, na gestão de risco e na resiliência da cadeia de valor», reforça Rita Nabeiro.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Uma cadeia de valor mais resiliente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O sector do café encontra-se entre os mais vulneráveis aos efeitos das alterações climáticas. O aumento das temperaturas, a irregularidade das chuvas, os fenómenos meteorológicos extremos e a maior incidência de pragas estão já a afectar a produtividade e a qualidade das colheitas em várias regiões produtoras.</p>
<p style="text-align: justify;">Perante este cenário, a Delta Cafés tem vindo a reforçar a resiliência da sua cadeia de abastecimento, trabalhando em proximidade com produtores, promovendo práticas agrícolas mais  sustentáveis, diversificando origens e investindo na monitorização e gestão de risco.</p>
<p style="text-align: justify;">«Para a Delta Cafés, estes desafios reforçam a necessidade de encarar a sustentabilidade como um tema estratégico de competitividade e de gestão de risco. Mais do que responder a requisitos regulatórios, trata-se de preparar o negócio para o futuro, reforçar a resiliência da cadeia de abastecimento, apoiar os produtores na adaptação a novas exigências e responder às expectativas crescentes dos consumidores, clientes, colaboradores e parceiros», complementa.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse contexto, a empresa integra, desde 2018, o International Coffee Partners, uma iniciativa presente em 13 países que apoia mais de 92 mil famílias produtoras através de formação técnica, melhoria das práticas agrícolas, aumento da produtividade, reforço da resiliência climática, inclusão das mulheres e envolvimento dos jovens.</p>
<p style="text-align: justify;">Em paralelo, desenvolve o projecto Impossible Coffees, dedicado à valorização de pequenos produtores e de cafés raros provenientes de geografias como Açores, São Tomé e Príncipe, Angola, Colômbia ou Tailândia.</p>
<p style="text-align: justify;">«O futuro do café depende das pessoas que o produzem», assegura Rita Nabeiro, acrescentando que «mais do que lançar edições limitadas, o objectivo é valorizar comunidades produtoras, apoiar tecnicamente a melhoria da qualidade e contribuir para que estas origens possam gerar mais rendimento e reconhecimento».</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Economia circular e inovação</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A inovação na Delta Cafés é um dos grandes pilares da organização e vai muito além do desenvolvimento de novos produtos. É encarada como uma ferramenta para reduzir o impacto ambiental, optimizar recursos e criar novos modelos de negócio assentes na economia circular.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse sentido, a empresa trabalha na recuperação de materiais como a cascarilha, a sarapilheira das sacas de café verde ou os plásticos das cápsulas. Um dos exemplos mais emblemáticos é a parceria com a startup Nãm, que transforma borras de café recolhidas nas máquinas de vending myBreak Delta Cafés em cogumelos. Todos os anos, cerca de 60 toneladas de borras dão origem a aproximadamente 40 toneladas de cogumelos, num modelo de produção local e circular. «É um exemplo de como a inovação e as parcerias podem transformar resíduos em novos recursos, promovendo modelos de produção mais circulares», refere a administradora executiva do Grupo Nabeiro – Delta Cafés.</p>
<p style="text-align: justify;">Também a digitalização desempenha um papel crescente na eficiência ambiental da empresa, permitindo monitorizar consumos de energia, água e matérias-primas, optimizar rotas logísticas e desenvolver soluções de eco-design para embalagens e equipamentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os projectos desenvolvidos destaca-se, ainda, o Reborn, da Delta Q, que já permitiu colocar no mercado mais de seis mil máquinas de café recondicionadas, prolongando o ciclo de vida dos equipamentos e reduzindo a necessidade de produzir novas máquinas.</p>
<p style="text-align: justify;">«A inovação é indispensável para reduzir impacto ambiental e aumentar a eficiência operacional. Permite-nos redesenhar processos, testar novos materiais, melhorar equipamentos, optimizar consumos e identificar oportunidades de redução de emissões ao longo da cadeia de valor», explica.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pessoas no centro da estratégia ESG </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Apesar da crescente internacionalização, a dimensão humana continua a ser um dos traços distintivos da cultura do Grupo Nabeiro. A empresa procura garantir que o crescimento não compromete os valores de proximidade que marcaram a sua origem em Campo Maior. «A nossa internacionalização é uma prioridade estratégica, com a ambição de afirmar a Delta entre as principais marcas de café a nível mundial», começa por destacar, adiantando que pretendem fazê-lo mantendo aquilo que os distingue: «Uma cultura empresarial assente na proximidade, na responsabilidade e na construção de relações de longo prazo».</p>
<p style="text-align: justify;">Esta preocupação traduz-se em programas internos, como o Delta Feel Good, dedicado à promoção da saúde física e mental, do equilíbrio entre vida pessoal e profissional e da adopção de estilos de vida saudáveis, bem como em iniciativas de literacia ESG dirigidas aos colaboradores.</p>
<p style="text-align: justify;">Através da Associação Coração Delta, o Grupo desenvolve também projectos nas áreas da educação, saúde, solidariedade e inovação social. Nos últimos 20 anos, a Associação impactou mais de 54 mil pessoas, contando entre os seus projectos mais emblemáticos o Centro de Talentos Alice Nabeiro, que já apoiou mais de 900 crianças, promovendo criatividade, desenvolvimento pessoal, competências sociais e espírito empreendedor.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Rita Nabeiro, a liderança em sustentabilidade passa igualmente pela capacidade de gerar impacto positivo para além da própria organização. «Queremos continuar a liderar pelo exemplo, com humildade, consistência e ambição», revela a profissional, deixando uma nota sobre o futuro do Grupo: «A nossa ambição de crescimento global tem de caminhar lado a lado com o compromisso ESG, porque acreditamos que a competitividade futura das empresas dependerá cada vez mais da sua capacidade de criar valor económico, social e ambiental».</p>
<p><em>Artigo publicado na Revista Executive Digest n.º 244 de Julho de 2026</em></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791322]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Porto Business School lança programa executivo para gestores no setor do turismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 09:33:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Universidades]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[gestores]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Porto Business School]]></category>
		<category><![CDATA[turimo]]></category>
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					<description><![CDATA[O programa destina-se a gestores e executivos do turismo e da hotelaria, empresários, empreendedores, consultores e decisores que procuram aprofundar conhecimentos sobre os principais fatores que estão a transformar o setor.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Porto Business School (PBS) acaba de lançar o Advanced Program em Tourism Management, um novo programa executivo dirigido a profissionais dos setores do turismo e da hotelaria que pretende reforçar competências de gestão e preparar líderes para responder às profundas transformações que o setor enfrenta.</p>
<p>A formação surge num contexto marcado pela evolução da procura turística, por consumidores mais exigentes e pela crescente necessidade de desenvolver modelos de negócio mais resilientes e sustentáveis. O objetivo passa por proporcionar aos participantes uma visão estratégica que lhes permita antecipar tendências e liderar organizações com maior capacidade de adaptação.</p>
<p>Com uma abordagem transversal à gestão do turismo, o programa aborda áreas como estratégia, finanças, marketing, operações, excelência de serviço, revenue management, sustentabilidade, critérios ESG, transformação digital, analytics, inteligência artificial e novas oportunidades em segmentos como o turismo experiencial, o wellness e os ecossistemas culturais e criativos.</p>
<p>&#8220;O turismo é hoje um setor altamente competitivo, dinâmico e exposto a transformações económicas, tecnológicas, ambientais e sociais. Nesse sentido, este programa foi desenhado para apoiar líderes e decisores que querem interpretar essas mudanças, repensar modelos de negócio e transformar desafios em oportunidades de crescimento sustentável&#8221;, afirma Rita Marques, diretora do Advanced Program em Tourism Management da Porto Business School.</p>
<p>O programa destina-se a gestores e executivos do turismo e da hotelaria, empresários, empreendedores, consultores e decisores que procuram aprofundar conhecimentos sobre os principais fatores que estão a transformar o setor, combinando uma componente estratégica com ferramentas de gestão e uma forte vertente prática.</p>
<p>Com início marcado para 26 de outubro de 2026, o Advanced Program em Tourism Management será lecionado em inglês, em regime blended, conjugando sessões presenciais e online para proporcionar uma experiência de aprendizagem flexível e adaptada às necessidades dos profissionais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798207]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Marrocos leva 86 pessoas a tribunal por organização de passagens ilegais para Ceuta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 09:32:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público marroquino acusou 86 pessoas no âmbito da travessia em massa de migrantes para Ceuta, registada na passada quinta-feira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O Ministério Público marroquino acusou 86 pessoas no âmbito da travessia em massa de migrantes para Ceuta, registada na passada quinta-feira.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre as acusações estão a organização de passagens ilegais da fronteira, o transporte de passageiros sem licença, a sobrelotação de embarcações, a permanência no país para além do prazo autorizado, insultos e agressões contra as forças de segurança e a destruição deliberada de bens públicos.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com a Euronews, as acusações foram divulgadas esta semana pelo meio de comunicação marroquino Hespress.</p>
<p><strong>Marrocos rejeita ter cedido na vigilância da fronteira</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O Governo marroquino negou, na segunda-feira, ter cedido a qualquer tipo de pressão ou chantagem durante a crise migratória, que levou dezenas de milhares de pessoas a entrar no território espanhol de Ceuta.</p>
<p class="isSelectedEnd">Rabat manifestou também desilusão com as reações de vários dirigentes europeus, acusando-os de tentarem explorar a situação para obter vantagens políticas internas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Fontes diplomáticas marroquinas rejeitaram igualmente as alegações de que as autoridades teriam reduzido a vigilância da fronteira.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em declarações à imprensa espanhola, insistiram que qualquer pessoa que tente atravessar sabe que será devolvida e que Marrocos aceitará o seu regresso, uma prática que, segundo as mesmas fontes, tem sido mantida ao longo dos últimos anos.</p>
<p><strong>52 pessoas foram processadas em Nador</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a Euronews, a Associação Marroquina dos Direitos Humanos revelou que 52 pessoas foram processadas na cidade de Nador por alegado envolvimento na crise recente.</p>
<p class="isSelectedEnd">Onze jovens compareceram perante a secção criminal do Tribunal de Recurso de Nador, enquanto outras 41 pessoas foram apresentadas ao Tribunal de Primeira Instância da cidade.</p>
<p class="isSelectedEnd">Todos permanecem em prisão preventiva.</p>
<p>Alguns enfrentam acusações de natureza criminal, embora a Associação Marroquina dos Direitos Humanos não tenha especificado os crimes concretos que lhes são imputados.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798206]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>“Linhas espectrais” e uma pluma gigante: o que a ciência viu quando o foguetão da SpaceX atingiu a Lua</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 09:11:55 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um telescópio instalado no Chile detetou os sinais químicos deixados pelo impacto de uma parte de um foguetão da SpaceX contra a superfície da Lua, numa colisão ocorrida a cerca de 8690 quilómetros por hora.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Um telescópio instalado no Chile detetou os sinais químicos deixados pelo impacto de uma parte de um foguetão da SpaceX contra a superfície da Lua, numa colisão ocorrida a cerca de 8690 quilómetros por hora.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Very Large Telescope, do Observatório Europeu do Sul, registou linhas espectrais associadas à presença de sódio e lítio na enorme nuvem de poeira levantada pelo choque.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o The Guardian, estes sinais funcionaram como uma espécie de impressão digital química da pluma criada pelo impacto, que permaneceu visível durante cinco a dez minutos.</p>
<p><strong>Pluma estendeu-se por dezenas de quilómetros</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A nuvem de poeira lunar terá atingido algumas dezenas de quilómetros de extensão, segundo Carl Schmidt, astrónomo do Centro de Física Espacial da Universidade de Boston.</p>
<p class="isSelectedEnd">O impacto ocorreu junto à linha do terminador lunar, a fronteira entre a região iluminada pelo Sol e a zona mergulhada na sombra.</p>
<p class="isSelectedEnd">Tal como aconteceu noutros impactos registados na Lua, o objeto levantou uma grande quantidade de poeira que ficou temporariamente iluminada pela luz solar. Apesar disso, o fenómeno foi difícil de observar a olho nu a partir da Terra.</p>
<p class="isSelectedEnd">A forma como a pluma interagiu com a luz permitiu aos cientistas recolher pistas sobre os materiais presentes no local da colisão.</p>
<p class="isSelectedEnd">O sódio detetado terá origem no solo lunar, enquanto os vestígios de lítio poderão ter sido libertados pela própria estrutura do foguetão.</p>
<p><strong>Observação revelou “impressões digitais” químicas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O telescópio do Observatório Europeu do Sul conseguiu identificar linhas espectrais coloridas associadas aos gases presentes na pluma.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o The Guardian, estas linhas permitiram distinguir o sódio e o lítio, embora os primeiros resultados sejam ainda considerados preliminares.</p>
<p class="isSelectedEnd">Carl Schmidt reconheceu que a observação não decorreu de forma perfeita e que a análise realizada até agora é ainda limitada. O astrónomo espera que estudos posteriores permitam retirar conclusões mais detalhadas.</p>
<p><strong>Colisão deverá ter aberto uma cratera de 20 metros</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Sara Webb, astrofísica da Universidade de Tecnologia de Swinburne, na Austrália, estima que a força do impacto tenha criado uma nova cratera com cerca de 20 metros de diâmetro e cinco metros de profundidade.</p>
<p class="isSelectedEnd">A formação de uma pluma de grandes dimensões já era esperada. O que surpreendeu os investigadores foi a dificuldade em observar diretamente o momento da colisão.</p>
<p class="isSelectedEnd">Vários telescópios estavam apontados para a Lua, mas nenhum conseguiu captar imagens claras do objeto a atingir a superfície.</p>
<p class="isSelectedEnd">O impacto ocorreu pelas 06h35 GMT de quarta-feira. O fragmento tinha aproximadamente a altura de um edifício de cinco andares e pesava quatro toneladas.</p>
<p><strong>Satélites não conseguiram observar o impacto</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Embora vários satélites estivessem em órbita da Lua, nenhum se encontrava na posição certa no momento da colisão.</p>
<p class="isSelectedEnd">A NASA pretende utilizar a sonda Lunar Reconnaissance Orbiter para fotografar a zona atingida. A missão sul-coreana Pathfinder Lunar Orbiter também deverá recolher imagens do local.</p>
<p class="isSelectedEnd">Essas observações poderão revelar os destroços do foguetão e confirmar as dimensões da cratera. No entanto, a obtenção e análise das imagens poderá demorar vários dias.</p>
<p><strong>Impacto pode ajudar futuras missões na Lua</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Benjamin Fernando, do Laboratório Nacional de Los Alamos, no Novo México, considera que a colisão poderá fornecer dados úteis para futuras experiências sísmicas na Lua.</p>
<p class="isSelectedEnd">A informação recolhida poderá também ajudar a avaliar os riscos colocados pelos impactos de detritos espaciais artificiais.</p>
<p class="isSelectedEnd">A NASA pretende estabelecer uma presença humana prolongada na superfície lunar, o que aumenta a importância de compreender melhor os perigos associados aos objetos que permanecem em órbita ou acabam por colidir com a Lua.</p>
<p><strong>Foguetão foi lançado em janeiro de 2025</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O Falcon 9 da SpaceX foi lançado em janeiro de 2025 com dois módulos lunares a bordo.</p>
<p class="isSelectedEnd">O propulsor regressou à Terra, mas o estágio superior permaneceu no espaço depois de impulsionar os módulos em direção ao destino.</p>
<p class="isSelectedEnd">Essa estrutura tornou-se uma das dezenas de milhares de peças de lixo espacial que orbitam a Terra.</p>
<p>A Lua é atingida regularmente por detritos naturais, incluindo meteoroides. As colisões provocadas por objetos construídos pelo ser humano são, contudo, menos frequentes.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798204]]></sapo:autor>
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		<title>&#8220;As empresas beneficiam da combinação entre um banco local e a escala internacional do Groupe BPCE&#8221;: Mark Bourke, CEO do novobanco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 08:59:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[BPCE]]></category>
		<category><![CDATA[Mark Bourke]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Novobanco]]></category>
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					<description><![CDATA[Mark Bourke considera que a integração no Groupe BPCE reforça a capacidade do banco para apoiar projetos de investimento, internacionalização, inovação e transformação das empresas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A integração do novobanco no Groupe BPCE marca o início de uma nova etapa para a instituição financeira, que assegura manter a proximidade aos clientes enquanto reforça a capacidade de investimento, inovação e apoio à economia portuguesa. A garantia foi deixada pelo CEO do banco, Mark Bourke, que afirma que a operação permite combinar o conhecimento do mercado nacional com a dimensão de um dos maiores grupos bancários da Europa.</p>
<p>Segundo o responsável, a integração não altera a identidade do banco nem a gestão local, mas acrescenta &#8220;uma proposta de valor mais forte&#8221; para famílias e empresas. &#8220;Somos o mesmo novobanco, agora com uma proposta de valor mais forte&#8221;, sublinha em entrevista publicada pela instituição financeira.</p>
<p>Para as famílias, Bourke refere que a nova fase permitirá acelerar o investimento em inovação, melhorar a experiência dos clientes e desenvolver soluções financeiras mais ajustadas às suas necessidades, mantendo a proximidade como um dos pilares da instituição.</p>
<p>Já no segmento empresarial, o CEO considera que a integração no Groupe BPCE reforça a capacidade do banco para apoiar projetos de investimento, internacionalização, inovação e transformação das empresas, beneficiando da escala internacional do grupo francês sem perder o conhecimento da economia portuguesa.</p>
<p>“As empresas beneficiam da combinação entre um banco que conhece profundamente a economia portuguesa e a escala internacional do Groupe BPCE”, sublinha.</p>
<p>A proximidade continuará, segundo o responsável, a ser uma das principais marcas do novobanco. Bourke garante que o banco pretende manter relações de longo prazo com os clientes, conjugando o atendimento presencial com soluções digitais &#8220;cada vez mais simples, eficientes e acessíveis&#8221;.</p>
<p>O responsável destaca ainda os resultados alcançados no primeiro semestre de 2026, que considera demonstrarem &#8220;a consistência do percurso&#8221; seguido pela instituição. O novobanco registou um resultado líquido de 367 milhões de euros, uma rentabilidade (RoTE) de 17,1% e um rácio de capital CET1 de 19,2%.</p>
<p>Na atividade comercial, o crédito a clientes cresceu 5,9% face ao final de 2025, enquanto os depósitos aumentaram 4,2%. A originação de crédito atingiu os 3,4 mil milhões de euros no semestre e a quota de mercado global subiu para 9,4%, mais 0,1 pontos percentuais do que no final do ano passado.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798200]]></sapo:autor>
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		<title>Lucro do Softbank cai 17,7% entre abril a junho para 1.900 ME</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 08:53:26 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O grupo japonês de telecomunicações e investimento Softbank registou um lucro líquido de 347.330 milhões de ienes (cerca de 1.900 milhões de euros) entre abril a junho, uma queda de 17,7% face ao período homólogo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O grupo japonês de telecomunicações e investimento Softbank registou um lucro líquido de 347.330 milhões de ienes (cerca de 1.900 milhões de euros) entre abril a junho, uma queda de 17,7% face ao período homólogo.</p>
<p>Segundo a informação divulgada, no terceiro trimestre do ano fiscal da empresa, o Softbank quase quadruplicou os lucros associados aos investimentos, atingindo 1,86 biliões de ienes (cerca de 10.200 milhões de euros), em comparação com os 487.000 milhões de ienes obtidos no mesmo trimestre de 2025.</p>
<p>Para este valor contribuiu o lucro de 1,33 biliões de ienes (cerca de 7.300 milhões de euros) provenientes do investimento na norte-americana Intel, enquanto a participação na OpenAI, criadora do ChatGPT, não teve impacto nos resultados.</p>
<p>A empresa investiu 64 mil milhões de dólares na tecnológica, elevando a posição acionista para cerca de 13%.</p>
<p>Os lucros do fundo de capital de risco Vision Fund, que investe em empresas relacionadas com a Inteligência Artificial (IA), ascenderam a 460.000 milhões de ienes (cerca de 2.524 milhões de euros), uma redução de 30% em relação ao ano anterior.</p>
<p>Embora estes dados tenham superado as expectativas do mercado, segundo os analistas, a descida foi atribuída ao aumento dos custos e despesas no negócio de computação de IA.</p>
<p>Além disso, as receitas do Softbank aumentaram 10,9% em termos homólogos, atingindo os 2,02 biliões de ienes (cerca de 11.080 milhões de euros).</p>
<p>Tal como em ocasiões anteriores, o grupo japonês absteve-se de publicar previsões de lucros para o conjunto do ano fiscal, alegando que existem &#8220;inúmeras incertezas que afetam os lucros&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798198]]></sapo:autor>
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		<title>Investimento imobiliário cresce 11% para 1.420 milhões no 1.º semestre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 08:37:21 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O investimento imobiliário comercial em Portugal aumentou 11% no primeiro semestre, para 1.420 milhões de euros, impulsionado sobretudo pelos setores da hotelaria e do retalho, que concentraram cerca de dois terços do capital investido, estimou a consultora JLL.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O investimento imobiliário comercial em Portugal aumentou 11% no primeiro semestre, para 1.420 milhões de euros, impulsionado sobretudo pelos setores da hotelaria e do retalho, que concentraram cerca de dois terços do capital investido, estimou a consultora JLL.</p>
<p>Segundo o relatório trimestral &#8220;Market Dynamics&#8221;, divulgado hoje, o mercado imobiliário nacional manteve uma trajetória de crescimento, num contexto em que Portugal continua entre os dez destinos europeus preferidos para investimento imobiliário, coexistindo uma forte atratividade internacional com uma maior participação de investidores nacionais.</p>
<p>No período em análise, o capital estrangeiro representou 65% das transações e o nacional os restantes 35%.</p>
<p>A JLL referiu que a hotelaria e o retalho foram os principais motores da atividade de investimento, concentrando, em conjunto, cerca de dois terços do montante transacionado, apoiados pelo desempenho operacional destes setores.</p>
<p>Até maio, as vendas a retalho cresceram 5% em termos homólogos, enquanto a hotelaria aumentou as receitas em 5,7% e o número de hóspedes em 2,4%.</p>
<p>Em detalhe, a hotelaria captou 34% do investimento, impulsionada por operações como a venda do resort Ritz-Carlton Penha Longa e a aquisição do Hotel Corinthia Lisbon, enquanto o retalho representou 32%, apoiado por transações envolvendo centros comerciais e &#8216;retail parks&#8217;.</p>
<p>Já o segmento industrial e logístico absorveu 13% do investimento e os escritórios 6%.</p>
<p>Além disso, apesar de uma atividade considerada moderada nos mercados ocupacionais, a consultora antecipa uma recuperação gradual destes segmentos durante o segundo semestre, sustentada por uma oferta limitada e pela manutenção de rendas em níveis elevados.</p>
<p>No mercado residencial, a JLL indicou que os preços cresceram 14% em termos homólogos, apesar de uma redução de 7% nas vendas, evolução que atribui ao défice estrutural de oferta, agravado pelo aumento dos custos de construção e pela valorização dos terrenos.</p>
<p>Citado no comunicado, o presidente executivo (CEO) da JLL Portugal, Carlos Cardoso, considerou que os resultados do primeiro semestre demonstram a capacidade do mercado imobiliário português para continuar a atrair capital, apesar da incerteza internacional, destacando ainda a recuperação gradual do interesse por outros segmentos além da hotelaria e do retalho.</p>
<p>Para a segunda metade do ano, a consultora mantém uma perspetiva positiva, antecipando que o mercado continue a beneficiar de fundamentos sólidos, da procura por ativos de qualidade e do interesse crescente por segmentos como os centros de dados.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798197]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Futebol está a tornar-se um dos investimentos mais atrativos da Europa. Há pelo menos 55 clubes à procura de capital (a maioria em Portugal)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 08:37:16 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Risco]]></category>
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					<description><![CDATA[O crescente interesse por participações em SAD reflete uma tendência que tem vindo a ganhar expressão na Europa, impulsionada pelo potencial de valorização dos clubes e pela profissionalização da gestão desportiva.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O futebol está a consolidar-se como uma classe de ativos cada vez mais atrativa para investidores privados e institucionais. O crescente interesse por participações em Sociedades Anónimas Desportivas (SAD) reflete uma tendência que tem vindo a ganhar expressão na Europa, impulsionada pelo potencial de valorização dos clubes e pela profissionalização da gestão desportiva.</p>
<p>Uma análise da Brands Capital Sports identificou 55 clubes de futebol profissional e semiprofissional disponíveis para investimento em Portugal, Espanha, França e Áustria, demonstrando a dimensão das oportunidades atualmente existentes no mercado.</p>
<p>Portugal concentra mais de metade destas oportunidades, com 29 clubes à procura de investidores. Entre eles encontram-se seis emblemas da Liga Portugal Betclic, cujas operações apresentam valores indicativos entre 15 e 50 milhões de euros e envolvem participações maioritárias que podem chegar aos 93% do capital social. A carteira inclui ainda clubes da Liga Portugal 2, Liga 3, Campeonato de Portugal e campeonatos distritais.</p>
<p>Fora de Portugal, foram identificadas 23 oportunidades em Espanha, distribuídas entre a La Liga, Segunda División, Primera RFEF e Segunda RFEF, além de duas em França e uma na segunda divisão austríaca, onde a operação contempla a aquisição da totalidade da SAD, incluindo estádio e restantes infraestruturas.</p>
<p>De acordo com Sérgio Duarte, CEO da Brands Capital Sports, o crescente interesse dos investidores torna essencial que os processos de aquisição sejam conduzidos com maior rigor e transparência. &#8220;O mercado europeu do futebol continua a atrair investidores com diferentes perfis e objetivos, tornando cada vez mais importante a existência de processos estruturados, transparentes e sustentados por informação rigorosa&#8221;, afirma.</p>
<p>A análise mostra que o investimento em clubes de futebol deixou de estar reservado a grandes magnatas ou fundos internacionais. À medida que mais sociedades desportivas procuram capital para financiar o crescimento, melhorar infraestruturas ou reforçar a competitividade, o futebol afirma-se como um mercado alternativo de investimento, com oportunidades que abrangem desde clubes das principais ligas europeias até projetos de menor dimensão e em fase de desenvolvimento.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798192]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>PS admite viabilizar Orçamento de 2027 e votar contra moções para derrubar o Governo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ps-admite-viabilizar-orcamento-de-2027-e-votar-contra-mocoes-para-derrubar-o-governo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 08:31:48 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A estratégia socialista passa por preservar uma imagem de estabilidade, ganhar tempo para reorganizar o partido e deixar que o desgaste político da AD se acumule.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O PS prepara o próximo ano político com a intenção de evitar uma nova crise, admitindo viabilizar o Orçamento do Estado para 2027 e votar contra eventuais moções destinadas a derrubar o Governo de Luís Montenegro.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar das sucessivas polémicas que têm atingido o Executivo, José Luís Carneiro não pretende assumir a responsabilidade por uma queda do Governo. A estratégia socialista passa por preservar uma imagem de estabilidade, ganhar tempo para reorganizar o partido e deixar que o desgaste político da AD se acumule.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o <a href="https://observador.pt/especiais/carneiro-disposto-a-segurar-governo-no-orcamento-e-em-possiveis-mocoes-mas-de-olho-numa-proxima-crise/" target="_blank" rel="noopener">Observador</a>, a abstenção no próximo Orçamento do Estado é, nesta fase, o cenário preferido pela direção socialista, embora o apoio esteja dependente de condições políticas, sobretudo em torno de uma eventual revisão constitucional.</p>
<p><strong>Carneiro considera que o PS ainda precisa de tempo</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">José Luís Carneiro acredita que o partido necessita de pelo menos mais um ano para consolidar a sua proposta política e recuperar eleitores que se afastaram do PS.</p>
<p class="isSelectedEnd">O secretário-geral socialista quer evitar repetir o desfecho que marcou a liderança de Pedro Nuno Santos. Depois de o PS rejeitar uma moção de confiança apresentada por Luís Montenegro, o país foi para eleições legislativas em 2025, nas quais os socialistas obtiveram o terceiro pior resultado da sua história e ficaram atrás do Chega em número de deputados.</p>
<p class="isSelectedEnd">Essa experiência continua presente na direção do partido e ajuda a explicar a prudência perante qualquer iniciativa parlamentar que possa provocar a queda do atual Executivo.</p>
<p class="isSelectedEnd">O PS não deverá, por isso, apoiar uma moção de censura apresentada pela oposição. Também não pretende voltar a ser responsabilizado pela rejeição de uma eventual moção de confiança, embora elementos do Governo já tenham afastado esse cenário.</p>
<p><strong>Estratégia passa por deixar o Governo desgastar-se</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o Observador, os socialistas preferem que o Executivo seja penalizado pelo acumular de polémicas e crises internas, em vez de precipitar eleições antecipadas.</p>
<p class="isSelectedEnd">José Luís Carneiro tem criticado aquilo que descreve como sucessivas crises provocadas pelo próprio Governo e recordado o desgaste que marcou a fase final da maioria absoluta de António Costa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar de o último mês ter acrescentado mais dois ministros à lista de governantes que o PS considera fragilizados, a direção socialista mantém a opção por um desgaste prolongado.</p>
<p class="isSelectedEnd">O líder do partido tem sublinhado que o PS não será um fator de instabilidade, embora tenha também avisado que não teme eleições caso o ciclo político se acelere.</p>
<p><strong>Revisão constitucional condiciona Orçamento</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A primeira grande prova desta estratégia será o Orçamento do Estado para 2027, que começou já a ser discutido entre José Luís Carneiro e Luís Montenegro.</p>
<p class="isSelectedEnd">Uma das principais condições apresentadas pelo PS é a garantia de que a AD não avançará com uma revisão constitucional em parceria com o Chega.</p>
<p class="isSelectedEnd">Carneiro exige uma declaração pública do primeiro-ministro que confirme que o PS será o parceiro privilegiado do PSD nesse processo e que o partido de André Ventura ficará afastado.</p>
<p class="isSelectedEnd">Luís Montenegro afirmou no debate do Estado da Nação que não estava a negociar uma revisão constitucional com o Chega. Ainda assim, os socialistas consideram essa declaração insuficiente, sobretudo depois de o Governo e o Chega terem acordado adiar o debate para o próximo ano.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na direção do PS existe também a expectativa de que o Presidente da República possa pressionar o primeiro-ministro a manter a revisão constitucional dentro do espaço político dos partidos fundadores da democracia.</p>
<p><strong>PS espera intervenção de António José Seguro</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Os socialistas acreditam que António José Seguro poderá ter um papel relevante na tentativa de afastar Luís Montenegro de um entendimento com André Ventura.</p>
<p class="isSelectedEnd">Durante a campanha presidencial, Seguro apresentou-se como uma figura da moderação, do centro-esquerda e da defesa da Constituição.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na segunda volta, disputada contra o líder do Chega, rejeitou alterações aos poderes presidenciais e afirmou não existir necessidade de uma revisão constitucional mais ampla.</p>
<p class="isSelectedEnd">O PS espera agora que essa posição seja acompanhada por uma intervenção firme do Presidente da República durante as negociações políticas.</p>
<p><strong>Chumbo do Orçamento já não significa eleições imediatas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Ao contrário do que sucedia durante a presidência de Marcelo Rebelo de Sousa, António José Seguro não considera que a rejeição de um Orçamento deva conduzir automaticamente à dissolução da Assembleia da República.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Presidente da República tem defendido que, em caso de chumbo, o Governo poderá apresentar uma segunda proposta e retomar as negociações com os partidos da oposição.</p>
<p class="isSelectedEnd">José Luís Carneiro tem recuperado essa posição para reduzir a pressão em torno da votação do Orçamento.</p>
<p class="isSelectedEnd">O líder socialista recorda também que, caso uma segunda proposta seja rejeitada, o país poderá funcionar em regime de duodécimos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ao retirar dramatismo a esse cenário, o PS procura manter margem para votar contra o documento se o Governo não cumprir as condições apresentadas.</p>
<p><strong>Sondagens alimentam ambição socialista</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar da prudência, a direção socialista acompanha com confiança os resultados das sondagens mais recentes.</p>
<p class="isSelectedEnd">José Luís Carneiro afirma que o PS tem aparecido à frente nos barómetros dos últimos meses e que o seu nome surge regularmente como o preferido para primeiro-ministro.</p>
<p class="isSelectedEnd">O líder socialista começa também a preparar o argumento para um eventual Governo minoritário do PS. Na sua leitura, se a AD ficar em terceiro lugar, terá de apoiar a formação de um Executivo socialista para evitar o próprio desaparecimento político.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ainda assim, Carneiro não pretende antecipar esse cenário através de uma crise provocada pelo PS. A prioridade continua a ser reorganizar o partido, recuperar a confiança dos eleitores e preparar uma alternativa política.</p>
<p><strong>Relação entre PS e Governo dá sinais de melhoria</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O facto de Luís Montenegro já ter reunido com José Luís Carneiro sobre o Orçamento, sem realizar um encontro semelhante com André Ventura, é interpretado pelos socialistas como um sinal positivo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os canais de comunicação entre o Governo e o PS terão melhorado depois do chumbo da reforma laboral, provocado por uma mudança de posição do Chega, e do entendimento posterior que permitiu aprovar a nova Prestação Social Única.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar das crises entretanto registadas na Educação e na Administração Interna, existe no PS a perceção de que o ambiente negocial se tornou menos tenso.</p>
<p class="isSelectedEnd">A estratégia para o próximo ano político mantém-se, por isso, assente em quatro objetivos: viabilizar o Orçamento, proteger a Constituição, deixar o Governo desgastar-se e evitar uma nova crise política.</p>
<p>A rentrée socialista está marcada para 16 de agosto, num arraial popular em Olhão. Entre 25 e 28 do mesmo mês, José Luís Carneiro fará uma rota por concelhos do interior e por regiões junto à fronteira com Espanha.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798186]]></sapo:autor>
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		<title>PSI em alta com 15 empresas a subir liderdas pela Semapa que sobe 2,25%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 08:29:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa negociava hoje em alta, com 15 das 16 empresas a subir de cotação, lideradas pela Semapa que subia 2,25% para 20,65 euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bolsa de Lisboa negociava hoje em alta, com 15 das 16 empresas a subir de cotação, lideradas pela Semapa que subia 2,25% para 20,65 euros.</p>
<p>Cerca das 09:10 em Lisboa, o PSI avançava 0,80% para 9.249,24 pontos, com 15 empresas a subir e uma a descer de cotação (Teixeira Duarte, -0,20% para 0,49 euros).</p>
<p>Às ações da Semapa seguiam-se as da Navigator, BCP e REN, que valorizavam 1,48% para 3,30 euros, 1,33% para 1,11 euros e 1,15% para 3,53 euros.</p>
<p>No mesmo sentido, a EDP e a Corticeira Amorim avançavam ambas 1,05% para 4,51 euros e para 6,76 euros, bem como os CTT e a NOS, que subiam 0,96% para 6,33 euros e 0,95% para 4,86 euros.</p>
<p>A Jerónimo Martins e a Ibersol subiam 0,75% para 17,48 euros e 0,72% para 9,85 euros.</p>
<p>Mais moderadamente, a Altri, EDP Renováveis e Mota-Engil avançavam 0,63% para 4,77 euros, 0,61% para 13,30 euros e 0,38% para 4,58 euros.</p>
<p>As outras duas empresas que se valorizavam eram a Sonae (0,24% para 2,10 euros) e a Galp (0,18% para 19,91 euros).</p>
<p>Na Europa, as principais bolsas abriram hoje em alta, apesar da queda das tecnológicas e das dúvidas sobre o possível fim do conflito no Irão, que propicia um novo aumento no preço do petróleo.</p>
<p>O euro estava estabilizado, a desvalorizar 0,07% face ao dólar e a ser trocado a 1,1545 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt.</p>
<p>As bolsas europeias optam hoje pela tendência positiva, com a esperança de que os Estados Unidos e o Irão cheguem finalmente a um acordo de paz que permita reabrir o estreito de Ormuz e avançar com uma solução para a crise do Médio Oriente.</p>
<p>Do outro lado do Atlântico, o principal índice de Wall Street, o Dow Jones, terminou na quarta-feira num novo máximo histórico e a subir 0,49%.</p>
<p>Os futuros do Dow Jones e do Nasdaq estão mistos com o primeiro a subir 0,26% e o segundo a descer 0,24%.</p>
<p>O Nasdaq fechou na quarta-feira com uma queda de 0,83%, num dia em que a SpaceX recuou 13,6% depois de apresentar resultados.</p>
<p>Apesar do otimismo por um possível acordo sobre o estreito de Ormuz, o preço do contrato genérico de petróleo Brent, de referência na Europa, recua 0,23% para 79,63 dólares, e o do West Texas Intermediate (WTI), de referência nos Estados Unidos da América (EUA), avança 0,12% para 75,13 dólares.</p>
<p>Hoje, serão publicados mais resultados empresariais e serão conhecidos os dados de vendas a retalho na zona do euro e os pedidos semanais de subsídio por desemprego dos Estados Unidos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798189]]></sapo:autor>
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		<title>Lucro da Siemens sobe 15% entre abril e junho para 2.583 milhões de euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 08:20:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O grupo industrial e tecnológico alemão Siemens registou um lucro de 2.583 milhões de euros entre abril e junho, um aumento de 15% relativamente a 2025, elevando as previsões da empresa para o ano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O grupo industrial e tecnológico alemão Siemens registou um lucro de 2.583 milhões de euros entre abril e junho, um aumento de 15% relativamente a 2025, elevando as previsões da empresa para o ano.</p>
<p>De acordo com a informação divulgada, no terceiro trimestre do ano fiscal da empresa, o resultado operacional no negócio industrial melhorou 25%, atingindo os 3.500 milhões, o que representa uma margem de lucro de 17,3%, enquanto o volume de negócios aumentou 7%, para 20.794 milhões.</p>
<p>As encomendas, impulsionadas pelo negócio de infraestruturas inteligentes, subiram 13%, para 27.902 milhões, um valor recorde para o grupo, que também registou um máximo histórico nos lucros do negócio industrial, que subiram 25% para 3.500 milhões.</p>
<p>Com o aumento das encomendas, a &#8216;gigante&#8217; alemã acumula já uma carteira recorde de 132.000 milhões.</p>
<p>No final do trimestre, a Siemens apresentava um fluxo de caixa livre de 4.100 milhões, mais 42% em relação ao ano anterior, impulsionado pela melhoria registada em todos os negócios industriais.</p>
<p>Na liderança dos lucros da empresa continua a divisão de infraestruturas inteligentes, a Smart Infrastructure, com um aumento de 19%, atingindo os 1.270 milhões.</p>
<p>Durante o terceiro trimestre fiscal, a Siemens também beneficiou do reembolso de direitos aduaneiros dos EUA à Siemens Healthineers.</p>
<p>&#8220;A nossa liderança tecnológica em todas as áreas de negócio, o foco claro na IA industrial e o forte posicionamento em mercados atrativos impulsionam o nosso crescimento&#8221;, afirmou o presidente executivo (CEO), Roland Busch.</p>
<p>Na sequência destes resultados, a Siemens elevou a previsão de lucro por ação para o exercício fiscal de 2026 para um intervalo entre 11,20 e 11,50 euros, face ao intervalo anterior de 10,70 a 11,10 euros, e confirmou os restantes objetivos para o conjunto do grupo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798185]]></sapo:autor>
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		<title>Portugal não tem plano nem orientações para proteger população em caso de crise ou guerra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 08:20:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O estudo da EuroDefense considera que o país deve abandonar a ideia de que a sua posição geográfica o protege das grandes ameaças internacionais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Portugal não dispõe de uma estratégia articulada de “defesa total” nem de orientações claras para a população em caso de uma crise extrema, ataque a infraestruturas críticas ou conflito militar.</p>
<p class="isSelectedEnd">O alerta é lançado pelo general Luís Valença Pinto, antigo chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas e coordenador de um estudo da EuroDefense Portugal sobre as capacidades militares e a economia da Defesa até 2035.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o <a href="https://www.dn.pt/sociedade/eurodefense-alerta-portugal-no-tem-plano-nem-manuais-para-cidados-em-cenrio-de-crise-ou-guerra" target="_blank" rel="noopener">Diário de Notícias</a>, o responsável considera urgente abandonar a mentalidade própria de um período de paz e preparar o país para um contexto internacional marcado por confrontação permanente, instabilidade geopolítica e novas ameaças.</p>
<p><strong>General pede um “manual do cidadão” para situações extremas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Luís Valença Pinto defende a criação de uma doutrina nacional que articule a resposta das Forças Armadas, das instituições públicas, da sociedade civil e dos setores essenciais da economia.</p>
<p class="isSelectedEnd">O objetivo seria permitir que o país mantivesse, tanto quanto possível, o funcionamento normal da vida coletiva e garantisse o apoio necessário a uma eventual resposta militar.</p>
<p class="isSelectedEnd">Uma das principais falhas identificadas é a inexistência de orientações práticas para os cidadãos.</p>
<p class="isSelectedEnd">O antigo chefe militar considera necessário criar uma espécie de manual que explique à população como agir perante cortes prolongados de energia, perturbações nas cadeias de abastecimento, ataques a infraestruturas críticas ou situações de conflito.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o Diário de Notícias, Valença Pinto alerta que um cidadão comum não sabe atualmente a que entidades recorrer perante uma ameaça, nem conhece o estado das reservas de combustível, água ou dos meios de saúde disponíveis.</p>
<p><strong>Estruturas de preparação civil foram desmanteladas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Portugal chegou a dispor, nas décadas de 1950 e 1960, de orientações detalhadas para preparar a sociedade civil para cenários de crise ou guerra.</p>
<p class="isSelectedEnd">Esses documentos eram organizados pelo então Secretariado-Geral de Emergência e refletiam as preocupações existentes durante a Guerra Fria.</p>
<p class="isSelectedEnd">No entanto, esse património de planeamento foi sendo abandonado, em parte devido à associação das estruturas ao Estado Novo.</p>
<p class="isSelectedEnd">As competências acabaram integradas na Proteção Civil, mas Valença Pinto considera que a preparação para cenários de conflito foi perdendo importância perante a resposta diária a incêndios e calamidades naturais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para o general, é agora necessário reconstruir uma estrutura destinada especificamente a preparar a sociedade para crises graves.</p>
<p><strong>Portugal deixou de estar protegido pela distância geográfica</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O estudo da EuroDefense considera que o país deve também abandonar a ideia de que a sua posição geográfica o protege das grandes ameaças internacionais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Valença Pinto aponta a Rússia como uma ameaça no leste da Europa e destaca a instabilidade existente no Mar Vermelho, no Médio Oriente, no norte de África e na região do Sahel.</p>
<p class="isSelectedEnd">A estes riscos junta-se a incerteza em torno do envolvimento dos Estados Unidos na segurança europeia.</p>
<p class="isSelectedEnd">O antigo CEMGFA considera que já não é possível assumir como garantida uma intervenção automática americana na defesa da Europa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Embora Portugal esteja geograficamente afastado de alguns dos principais focos de conflito, o general sublinha que essa vantagem é apenas passiva e não substitui a existência de meios, leis e estruturas de segurança adequadas.</p>
<p><strong>“Já passou o tempo das intenções”</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O estudo analisa as necessidades das Forças Armadas nos domínios marítimo, terrestre, aéreo, espacial e do ciberespaço.</p>
<p class="isSelectedEnd">Valença Pinto defende que o planeamento militar não pode continuar limitado a objetivos políticos ou documentos que não chegam a ser executados.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na sua avaliação, a Europa atravessa uma situação grave e vulnerável, exigindo que as intenções sejam transformadas em capacidades reais dentro de prazos relevantes.</p>
<p class="isSelectedEnd">O responsável considera igualmente necessário recuperar um consenso político alargado sobre a Defesa Nacional e a política externa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para o general, a segurança e a soberania do país exigem uma vontade nacional capaz de ultrapassar divisões partidárias e mudanças de Governo.</p>
<p><strong>Vontade política é mais importante do que fundos europeus</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Portugal apresentou projetos no valor de cerca de 5,84 mil milhões de euros ao mecanismo europeu SAFE, destinado ao reforço das capacidades de segurança e defesa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar da importância destes instrumentos, Valença Pinto rejeita a ideia de que a modernização da Defesa dependa apenas do financiamento europeu.</p>
<p class="isSelectedEnd">O antigo chefe militar considera que a condição essencial é a vontade política dos Estados-membros. Sem esse compromisso, os mecanismos financeiros tornam-se secundários.</p>
<p class="isSelectedEnd">O estudo sustenta que Portugal deve definir primeiro as suas prioridades estratégicas e só depois enquadrar os recursos financeiros disponíveis.</p>
<p class="isSelectedEnd">Valença Pinto reconhece que existem divergências entre os países europeus quanto aos montantes e à eventual mutualização da dívida, mas considera que há uma convergência significativa na identificação das necessidades e dos instrumentos.</p>
<p><strong>Estado, universidades e empresas devem trabalhar em conjunto</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O trabalho da EuroDefense projeta a evolução da segurança nacional até 2035 e 2040 e prevê revisões periódicas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Uma avaliação integral do documento deverá ser realizada em 2028, no final do segundo mandato de Valença Pinto à frente da EuroDefense Portugal.</p>
<p class="isSelectedEnd">O estudo contou com contributos de especialistas civis e militares, professores e investigadores de instituições como o ISEG, o ISCTE, o Instituto Superior Técnico e a Universidade de Coimbra.</p>
<p class="isSelectedEnd">A estratégia proposta assenta no modelo da “tripla hélice”, que junta a Administração Pública e as Forças Armadas, as universidades e o sistema científico, e as empresas e indústrias ligadas à Defesa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Valença Pinto considera que as fragilidades do país não poderão ser resolvidas sem uma colaboração permanente entre estas três áreas.</p>
<p>O objetivo é ultrapassar o isolamento entre instituições e aproveitar de forma coordenada o conhecimento existente no Estado, na Academia e no setor empresarial.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798171]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bolsas europeias em alta apesar da queda das tecnológicas e das dúvidas sobre fim da guerra no Médio Oriente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 08:17:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As principais bolsas europeias abriram hoje em alta, apesar da queda das tecnológicas e das dúvidas sobre o possível fim do conflito no Irão, que propicia um novo aumento no preço do petróleo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As principais bolsas europeias abriram hoje em alta, apesar da queda das tecnológicas e das dúvidas sobre o possível fim do conflito no Irão, que propicia um novo aumento no preço do petróleo.</p>
<p>Às 08:50 em Lisboa, o EuroStoxx 600 estava a subir 0,44% para 660,02 pontos.</p>
<p>As bolsas de Londres, Paris e Frankfurt avançavam 0,31%, 0,65% e 0,22%, assim como as de Madrid e Milão, que subiam 1,03% e 0,68%, respetivamente.</p>
<p>A bolsa de Lisboa mantinha a tendência de alta da abertura, com o principal índice, o PSI, a avançar 0,71% para 9.241,54 pontos.</p>
<p>O euro estava estabilizado, a desvalorizar 0,07% face ao dólar e a ser trocado a 1,1545 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt.</p>
<p>As bolsas europeias optam hoje pela tendência positiva, com a esperança de que os Estados Unidos e o Irão cheguem finalmente a um acordo de paz que permita reabrir o estreito de Ormuz e avançar com uma solução para a crise do Médio Oriente.</p>
<p>Do outro lado do Atlântico, o principal índice de Wall Street, o Dow Jones, terminou na quarta-feira num novo máximo histórico e a subir 0,49%.</p>
<p>Os futuros do Dow Jones e do Nasdaq estão mistos com o primeiro a subir 0,26% e o segundo a descer 0,24%.</p>
<p>O Nasdaq já fechou na quarta-feira com uma queda de 0,83%, num dia em que a SpaceX recuou 13,6% depois de resultados.</p>
<p>As dúvidas sobre o setor tecnológico levaram o Kospi sul-coreano a cair hoje 4,58%. O Nikkei de Tóquio cedeu 0,93%, enquanto o Hang Seng de Hong Kong caiu 1,58%.</p>
<p>A bolsa de Xangai subiu 0,57%.</p>
<p>Apesar do otimismo acerca de um possível acordo sobre o estreito de Ormuz, o preço do contrato genérico de petróleo Brent, de referência na Europa, recua 0,23% para 79,63 dólares, e o do West Texas Intermediate (WTI), de referência nos Estados Unidos da América (EUA), avança 0,12% para 75,13 dólares.</p>
<p>O preço do contrato ativo de gás natural no mercado TFF dos Países Baixos, referência na Europa, sobe 1% para 52,930 euros por megawatt-hora (MWh).</p>
<p>No mercado de matérias-primas, o preço do ouro sobe 0,26% e a onça está a ser negociada a 4.257,71 dólares, enquanto a onça de prata recua 0,32% para 61,8473 dólares.</p>
<p>No mercado da dívida, a rentabilidade do título alemão a 10 anos avança para 3,112%, depois de ter fechado em 3,110% na sessão anterior.</p>
<p>Hoje, serão publicados mais resultados empresariais e serão conhecidos os dados de vendas a retalho na zona do euro e os pedidos semanais de subsídio por desemprego dos Estados Unidos.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798174]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>IGAS e equipa de Carlos Alexandre investigam circuito de contratos milionários nos serviços hospitalares</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/igas-e-equipa-de-carlos-alexandre-investigam-circuito-de-contratos-milionarios-nos-servicos-hospitalares/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 08:13:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[No centro do caso está a acumulação de funções de uma dirigente que, em momentos diferentes, surgia ligada à entidade adjudicante, à empresa do universo do SUCH associada à fornecedora e à própria empresa que recebia os contratos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A Inspeção-Geral das Atividades em Saúde e a estrutura de combate à fraude no Serviço Nacional de Saúde, liderada pelo juiz Carlos Alexandre, estão a analisar um circuito de contratos que envolve o Serviço de Utilização Comum dos Hospitais, a empresa EAS e a fornecedora NEOVALOR.</p>
<p class="isSelectedEnd">No centro do caso está a acumulação de funções de uma dirigente que, em momentos diferentes, surgia ligada à entidade adjudicante, à empresa do universo do SUCH associada à fornecedora e à própria empresa que recebia os contratos.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com a <a href="https://cnnportugal.iol.pt/sns/saude/conflito-de-interesses-grave-e-estrutural-igas-e-juiz-carlos-alexandre-investigam-circuito-milionario-nos-servicos-hospitalares/20260806/6a734107d34e511da0b31be6" target="_blank" rel="noopener">CNN Portugal</a>, esta sobreposição levou o Conselho de Administração do SUCH a considerar que existia um conflito de interesses “grave e estrutural” e a declarar nulos os atos de assinatura de três contratos no valor global de 1,28 milhões de euros.</p>
<p><strong>Dirigente representava entidades dos dois lados dos contratos</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O circuito envolvia três organizações com relações entre si.</p>
<p class="isSelectedEnd">O SUCH contratava serviços à NEOVALOR, uma das suas maiores fornecedoras. Ao mesmo tempo, era proprietário da EAS — Empresa de Ambiente na Saúde — que, por sua vez, participava no capital da NEOVALOR.</p>
<p class="isSelectedEnd">Mariana Rodrigues Franco exercia funções como adjunta da Direção Regional do Norte e diretora do Serviço de Comunicação do SUCH. Em simultâneo, era gerente única da EAS e tinha uma procuração que lhe permitia representar a NEOVALOR em contratos celebrados com o próprio SUCH.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na prática, a mesma dirigente aparecia ligada aos diferentes níveis do processo contratual: trabalhava na entidade que adjudicava, dirigia uma empresa do universo SUCH relacionada com a fornecedora e podia representar a sociedade que recebia os contratos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a CNN Portugal, a documentação interna consultada mostra Mariana Rodrigues Franco a assinar, em momentos diferentes, em nome do SUCH, da EAS e da NEOVALOR.</p>
<p><strong>Três contratos avaliados em 1,28 milhões foram anulados</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O Conselho de Administração concluiu que esta acumulação era incompatível com os deveres de imparcialidade e separação de funções exigidos na contratação pública.</p>
<p class="isSelectedEnd">A deliberação interna considerou ainda que a relação entre as três entidades podia comprometer a autenticidade da decisão administrativa e a forma como era construída a vontade contratual.</p>
<p class="isSelectedEnd">Perante estas conclusões, foram declarados nulos os atos através dos quais Mariana Rodrigues Franco assinou, em representação da NEOVALOR, três contratos destinados ao transporte e à distribuição de produtos de saúde entre várias Unidades Locais de Saúde.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os três negócios tinham um valor global de 1,28 milhões de euros.</p>
<p><strong>NEOVALOR recebeu mais de 150 contratos desde 2024</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O caso pode ultrapassar os três contratos entretanto anulados.</p>
<p class="isSelectedEnd">Desde 2024, a NEOVALOR terá celebrado mais de 150 contratos com o SUCH, num valor total superior a 150 milhões de euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">O próprio Conselho de Administração admite que os procedimentos não devem ser avaliados isoladamente, tendo em conta a intervenção da mesma colaboradora em diferentes esferas e a estrutura de relações existente entre o SUCH, a EAS e a empresa adjudicatária.</p>
<p class="isSelectedEnd">O advogado Paulo Veiga e Moura, especialista em Direito Público, considera que a acumulação das três posições é incompatível.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na sua leitura, caso a presença da mesma pessoa nos três lados tenha determinado a nulidade destes contratos, o mesmo entendimento poderá aplicar-se a outros negócios em que se verifique uma situação semelhante.</p>
<p><strong>Estrutura começou a ser montada em 2025</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O enquadramento que permitiu a celebração dos contratos começou a ser criado durante a anterior administração do SUCH.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em fevereiro de 2025, o SUCH e a EAS formaram um agrupamento para contratar em conjunto serviços de transporte e apoio logístico.</p>
<p class="isSelectedEnd">O acordo foi assinado por Paulo Sousa, então presidente do Conselho de Administração do SUCH, e por Mariana Rodrigues Franco, em representação da EAS.</p>
<p class="isSelectedEnd">Paulo Sousa afirmou conhecer os factos e admitiu que a situação aparentava configurar um conflito de interesses. Rejeitou, contudo, que a responsabilidade fosse da sua administração, argumentando que os três contratos só foram formalizados em 2026.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar disso, os negócios tiveram origem no acordo assinado em 2025, quando ainda liderava o SUCH.</p>
<p><strong>Transferência de contrato de 1,5 milhões também está sob análise</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Existe ainda uma segunda operação que envolve as mesmas empresas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em dezembro de 2025, a administração então liderada por Paulo Sousa autorizou a transferência para a NEOVALOR de um contrato pertencente à ERTES, outra empresa integrada no universo da EAS.</p>
<p class="isSelectedEnd">O negócio estava avaliado em cerca de 1,5 milhões de euros e correspondia ao principal contrato que ainda restava à ERTES.</p>
<p class="isSelectedEnd">A transferência foi travada pelo novo Conselho de Administração, que decidiu rever a autorização concedida no final de 2025.</p>
<p class="isSelectedEnd">A operação ainda não tinha sido formalizada e retiraria à ERTES o único contrato em vigor, deixando a empresa praticamente sem atividade.</p>
<p class="isSelectedEnd">A atual administração considerou que essa consequência era difícil de conciliar com o investimento realizado pela EAS na aquisição da totalidade da empresa e com os interesses patrimoniais do SUCH.</p>
<p class="isSelectedEnd">Como a transferência ainda não tinha produzido efeitos, foi possível revogar a decisão anterior.</p>
<p><strong>Ministério da Saúde confirma auditoria e diligências</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O Ministério da Saúde confirmou à CNN Portugal que está em curso uma auditoria da IGAS, aprovada por unanimidade em dezembro de 2025 pela Comissão Parlamentar de Orçamento, Finanças e Administração Pública.</p>
<p class="isSelectedEnd">A tutela confirmou igualmente que o atual Conselho de Administração do SUCH, que tomou posse em janeiro, pediu nesse mesmo mês a intervenção da Comissão de Combate à Fraude no SNS, liderada por Carlos Alexandre.</p>
<p class="isSelectedEnd">O objetivo é analisar vários assuntos que suscitaram dúvidas à nova administração.</p>
<p class="isSelectedEnd">O ministério afirmou não poder pronunciar-se sobre matérias que estejam ou possam vir a estar sob investigação, incluindo os contratos celebrados com a NEOVALOR.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ainda assim, considera que a decisão de anular os atos de assinatura demonstra que os mecanismos de prevenção de conflitos de interesses estão atualmente a funcionar.</p>
<p><strong>Caso surge num ambiente de forte contestação interna</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A análise dos contratos decorre num período de tensão dentro do SUCH.</p>
<p class="isSelectedEnd">Desde que tomou posse, em janeiro, a administração presidida por Carlos Andrade Costa tem sido alvo de denúncias anónimas, acusações de assédio e intimidação e críticas relacionadas com a substituição de dirigentes com vários anos de ligação à instituição.</p>
<p class="isSelectedEnd">A contestação chegou à Assembleia Geral realizada no final de junho, onde o provedor do SUCH, Correia de Campos, criticou a atual direção.</p>
<p class="isSelectedEnd">O antigo ministro da Saúde esclareceu, contudo, que o caso concreto dos contratos com a NEOVALOR não foi apresentado nessa reunião.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo Correia de Campos, a administração apenas informou os associados da existência de uma auditoria da IGAS e de diligências conduzidas pela equipa liderada por Carlos Alexandre. O provedor acrescentou ainda que as contas do SUCH foram sempre aprovadas.</p>
<p>Mariana Rodrigues Franco não respondeu às questões colocadas sobre a acumulação de funções e a assinatura dos contratos, apesar das tentativas de contacto por telefone e correio eletrónico.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798168]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ébola: RDCongo ultrapassa as 1.800 mortes e regista quase 4.000 casos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 08:07:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo da República Democrática do Congo (RDCongo) elevou hoje o número de mortes pelo Ébola para 1.801 e os casos confirmados para 3.973, após o surto declarado no leste do país em 15 de maio.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo da República Democrática do Congo (RDCongo) elevou hoje o número de mortes pelo Ébola para 1.801 e os casos confirmados para 3.973, após o surto declarado no leste do país em 15 de maio.</p>
<p>Segundo o Ministério da Saúde congolês, com dados recolhidos até 04 de agosto, a taxa de letalidade está atualmente nos 45,3%.</p>
<p>Em isolamento ou hospitalizados estão 674 doentes e a recuperar da doença estão 776 pessoas.</p>
<p>A taxa de rastreio de contactos é de 75,3%.</p>
<p>Até ao momento, cinco províncias congolesas foram afetadas pelo surto de Ébola: Ituri &#8212; que é o epicentro do surto -, Kivu do Norte, Kivu do Sul e Haut-Uélé (leste), além de Tshopo (centro-norte).</p>
<p>Embora não tenha havido &#8220;nova disseminação geográfica&#8221; de infeções nas 24 horas anteriores ao relatório, &#8220;a epidemia mantém-se numa fase de transmissão sustentada, com um elevado nível de circulação do vírus&#8221;, alertou o Instituto Nacional de Saúde Pública (INSP) da República Democrática do Congo.</p>
<p>Este é o décimo sétimo surto de Ébola a afetar a RDCongo, apresentando o crescimento mais rápido de infeções em comparação com qualquer outro surto desde a sua declaração, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS).</p>
<p>No entanto, ainda está longe da pior epidemia de Ébola da história, que ocorreu na África Ocidental entre 2014 e 2016 e causou aproximadamente 11.000 mortes e 28.000 infeções.</p>
<p>O país vizinho, o Uganda, onde a doença também se espalhou, declarou-se &#8220;livre de ébola&#8221; em 28 de julho, após 20 casos confirmados, incluindo 15 considerados importados da RDCongo, entre os quais se registaram duas mortes.</p>
<p>O surto corresponde à estirpe Bundibugyo, cuja taxa de letalidade varia entre os 30% e os 50% e para a qual não existe vacina ou tratamento específico autorizado, segundo a OMS.</p>
<p>O vírus Ébola transmite-se por contacto direto com fluidos corporais de pessoas ou animais infetados e provoca febre hemorrágica grave, vómitos, diarreia e hemorragia interna.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798169]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>De computadores a objetos pessoais: ex-deputado denuncia furtos dentro do Parlamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 08:04:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O furto registado recentemente no gabinete do Chega na Assembleia da República não terá sido um caso isolado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O furto registado recentemente no gabinete do Chega na Assembleia da República não terá sido um caso isolado. Ao longo dos últimos anos, vários deputados terão denunciado às autoridades o desaparecimento de computadores e outros objetos pessoais do interior dos gabinetes parlamentares.</p>
<p class="isSelectedEnd">Um dos casos envolveu Duarte Pacheco, antigo deputado do PSD, que ficou sem o computador portátil depois de o deixar em cima da secretária durante a hora de almoço.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o <a href="https://www.cmjornal.pt/politica/detalhe/ex-deputado-denuncia-furtos-no-parlamento-computadores-canetas-e-oculos-de-sol-desaparecem-de-gabinetes" target="_blank" rel="noopener">Correio da Manhã</a>, o ex-parlamentar apresentou queixa à GNR, mas nunca recuperou o equipamento nem soube se a investigação permitiu identificar o responsável.</p>
<p><strong>Computador tinha documentos de trabalho parlamentar</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Duarte Pacheco contou que saiu para almoçar sem fechar a porta do gabinete. Quando regressou, o computador já não estava sobre a secretária.</p>
<p class="isSelectedEnd">O episódio terá ocorrido há cerca de uma década, durante o período em que desempenhava funções na Assembleia da República, onde esteve entre 1991 e 2024.</p>
<p class="isSelectedEnd">O antigo deputado esclareceu que o portátil não continha segredos de Estado, mas guardava documentos relacionados com o trabalho parlamentar e poderia incluir informação reservada de comissões de inquérito que decorriam nessa altura.</p>
<p class="isSelectedEnd">A GNR deslocou-se ao local para avaliar a situação, mas Duarte Pacheco afirma não ter recebido informações sobre diligências posteriores.</p>
<p><strong>Outros deputados também ficaram sem objetos pessoais</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o Correio da Manhã, Duarte Pacheco garante que outros deputados, alguns com experiência em funções governativas, também apresentaram queixas por furtos dentro do Parlamento.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre os bens retirados dos gabinetes estariam computadores, canetas, óculos de sol e outros objetos pessoais de valor.</p>
<p class="isSelectedEnd">O ex-deputado recorda que, durante o dia, era habitual os gabinetes permanecerem abertos. À noite, os seguranças percorriam o edifício para fechar as portas, que voltavam a ser abertas de manhã para permitir a limpeza.</p>
<p><strong>Mais de mil pessoas circulam diariamente no Parlamento</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Duarte Pacheco destaca que mais de mil pessoas passam diariamente pela Assembleia da República, sem contar com os convidados.</p>
<p class="isSelectedEnd">Além dos deputados, circulam pelo edifício funcionários dos grupos parlamentares, agentes de segurança, trabalhadores da Assembleia, profissionais de empresas prestadoras de serviços e jornalistas.</p>
<p class="isSelectedEnd">O antigo parlamentar chama também a atenção para a circulação entre o edifício da Assembleia e a residência oficial do primeiro-ministro, situada nas traseiras do complexo de São Bento.</p>
<p class="isSelectedEnd">O próprio recorda uma ocasião em que, devido a uma manifestação que bloqueava uma saída, atravessou o recinto e abandonou o local pelo portão utilizado pela residência oficial do chefe do Governo.</p>
<p><strong>Ex-deputado pede mais videovigilância</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Nas entradas do Parlamento é feito o registo das pessoas que acedem ao edifício e existem câmaras de segurança.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ainda assim, Duarte Pacheco considera que não é possível acompanhar tudo o que acontece no interior e fala numa situação de insegurança.</p>
<p class="isSelectedEnd">Por esse motivo, defende o reforço da videovigilância na Assembleia da República.</p>
<p><strong>Ventura revelou ameaça de bomba no gabinete</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O presidente do Chega, André Ventura, revelou entretanto que o partido já foi alvo de várias ameaças e atos de intimidação na zona dos gabinetes parlamentares.</p>
<p class="isSelectedEnd">Numa entrevista ao NOW, Ventura contou que, a 6 de maio, durante uma visita do presidente do Parlamento ucraniano, foi encontrado no seu gabinete um bilhete a anunciar que uma bomba explodiria dentro de 15 ou 20 minutos.</p>
<p>O Ministério Público abriu um inquérito relacionado com a ameaça, que acabou por ser arquivado.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798162]]></sapo:autor>
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		<title>Juros da dívida descem a dois anos e sobem a cinco e a 10 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 07:40:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os juros da dívida portuguesa desciam hoje a dois anos e subiam a cinco e a 10 anos face a quarta-feira, alinhados com os de Espanha e Grécia, enqaunto os da Alemanha avançavam no prazo mais longo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os juros da dívida portuguesa desciam hoje a dois anos e subiam a cinco e a 10 anos face a quarta-feira, alinhados com os de Espanha e Grécia, enqaunto os da Alemanha avançavam no prazo mais longo.</p>
<p>Cerca das 08:25 em Lisboa, os juros a 10 anos avançavam para 3,452%, contra 3,445% na quarta-feira.</p>
<p>Os juros a cinco anos também subiam, para 2,966%, contra 2,963%.</p>
<p>Em sentido contrário, os juros a dois anos baixavam para 2,696%, contra 2,699% na quarta-feira.</p>
<p>Os juros de Itália subiam a dois, a cinco e a 10 anos.</p>
<p>Os juros da obrigação a 10 anos da Alemanha, considerada a mais segura da Europa, avançavam para 3,112%, depois de terem terminado em 3,110% na quarta-feira.</p>
<p>Juros da dívida soberana em Portugal, Espanha, Grécia e Itália às 08:25:</p>
<p>2 anos&#8230;5 anos&#8230;10 anos</p>
<p>Portugal</p>
<p>06/08&#8230;&#8230;.2,696&#8230;2,966&#8230;..3,452</p>
<p>05/08&#8230;&#8230;.2,699&#8230;2,963&#8230;..3,445</p>
<p>Espanha</p>
<p>06/08&#8230;&#8230;.2,768&#8230;3,012&#8230;..3,554</p>
<p>05/08&#8230;&#8230;.2,769&#8230;3,007&#8230;..3,549</p>
<p>Grécia</p>
<p>06/08&#8230;&#8230;.2,787&#8230;3,162&#8230;..3,780</p>
<p>05/08&#8230;&#8230;.2,790&#8230;3,159&#8230;..3,776</p>
<p>Itália</p>
<p>06/08&#8230;&#8230;.2,903&#8230;3,280&#8230;..3,889</p>
<p>05/08&#8230;&#8230;.2,901&#8230;3,276&#8230;..3,881</p>
<p>Fonte: Bloomberg Valores de &#8216;bid&#8217; (juros exigidos pelos investidores para comprarem dívida) que compara com fecho da última sessão.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798160]]></sapo:autor>
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		<title>Governo cria plano de 30 anos para preparar Portugal para um grande sismo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/governo-cria-plano-de-30-anos-para-preparar-portugal-para-um-grande-sismo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 07:39:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A estratégia deverá incluir inspeções e eventuais obras em escolas, creches, hospitais, redes de abastecimento de água, redes elétricas e outros equipamentos considerados críticos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O Governo vai avançar com um plano nacional de redução do risco sísmico, com um horizonte de 30 anos, destinado a preparar Portugal para um grande terramoto e a reforçar a segurança de edifícios e infraestruturas essenciais.</p>
<p class="isSelectedEnd">A estratégia deverá incluir inspeções e eventuais obras em escolas, creches, hospitais, redes de abastecimento de água, redes elétricas e outros equipamentos considerados críticos.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com a CNN Portugal, esta é a primeira vez que o Estado assume um compromisso de longo prazo nesta área, com objetivos mensuráveis até 2055, ano em que se assinalam os 300 anos do terramoto que destruiu Lisboa.</p>
<p><strong>Plano deverá resistir às mudanças de Governo</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, recebeu especialistas em Engenharia Sísmica e Geologia que tinham alertado os órgãos de soberania para a urgência de criar uma estratégia nacional de prevenção.</p>
<p class="isSelectedEnd">No final da reunião, o governante afirmou estar em condições políticas de assumir esse compromisso.</p>
<p class="isSelectedEnd">O objetivo é desenvolver um programa que não fique dependente da alternância política e que continue a ser executado ao longo de várias legislaturas.</p>
<p><strong>Escolas, hospitais e redes essenciais serão avaliados</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Entre as primeiras medidas previstas está a revisão dos códigos aplicáveis à construção e à reabilitação urbana.</p>
<p class="isSelectedEnd">O trabalho está a ser desenvolvido com o apoio do Laboratório Nacional de Engenharia Civil, do Instituto Superior Técnico e da Ordem dos Engenheiros, que criou recentemente uma comissão especializada em Gestão de Riscos.</p>
<p class="isSelectedEnd">O plano deverá ainda promover uma avaliação sistemática da resistência sísmica das infraestruturas críticas do país.</p>
<p class="isSelectedEnd">As inspeções servirão para identificar edifícios e redes mais vulneráveis, estabelecer prioridades e determinar onde serão necessárias intervenções.</p>
<p><strong>Redução do risco sísmico como política de Estado</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a CNN Portugal, o Presidente da República foi o primeiro a receber os especialistas e colocou a redução do risco sísmico entre as prioridades nacionais.</p>
<p class="isSelectedEnd">António José Seguro defendeu que a prevenção deve ser tratada como uma política de Estado, capaz de sobreviver às mudanças de Governo e aos diferentes ciclos eleitorais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Miguel Pinto Luz reconheceu também que a comunidade científica tem alertado há várias décadas para a necessidade de preparar o país, sem que os sucessivos executivos tenham dado resposta suficiente a esses avisos.</p>
<p><strong>Trabalho técnico ainda está em curso</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A data de apresentação do plano ainda não foi definida.</p>
<p class="isSelectedEnd">O gabinete do ministro esclareceu que continua a decorrer trabalho técnico em colaboração com o LNEC, acompanhado pela consulta a diferentes entidades e especialistas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre os organismos envolvidos encontram-se ordens profissionais, especialistas do Instituto Superior Técnico, a Sociedade Portuguesa de Engenharia Sísmica e o Programa ReSist da Câmara Municipal de Lisboa.</p>
<p>A estratégia deverá estabelecer medidas concretas para reduzir vulnerabilidades, reforçar edifícios essenciais e aumentar a capacidade de resposta de Portugal perante um sismo de grande dimensão.</p>
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