<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Executive Digest</title>
	<atom:link href="https://executivedigest.sapo.pt/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://executivedigest.sapo.pt</link>
	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Mon, 29 Jun 2026 17:34:47 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>Jurisdição do PSD dá razão a derrotados e vai repetir as eleições da concelhia de Espinho</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/jurisdicao-do-psd-da-razao-a-derrotados-e-vai-repetir-as-eleicoes-da-concelhia-de-espinho/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/jurisdicao-do-psd-da-razao-a-derrotados-e-vai-repetir-as-eleicoes-da-concelhia-de-espinho/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 17:35:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Espinho]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[PSD]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=783304</guid>

					<description><![CDATA[O Conselho de Jurisdição Nacional do PSD deu razão à lista que perdeu as últimas eleições para a concelhia de Espinho e reconheceu "irregularidades" no processo, revelou hoje a candidata derrotada nesse escrutínio, que terá agora que repetir-se.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho de Jurisdição Nacional do PSD deu razão à lista que perdeu as últimas eleições para a concelhia de Espinho e reconheceu &#8220;irregularidades&#8221; no processo, revelou hoje a candidata derrotada nesse escrutínio, que terá agora que repetir-se.</p>
<p>A informação surge depois de Ricardo Sousa, candidato que venceu as referidas eleições, ter contestado em maio a decisão do Conselho de Jurisdição da Distrital de Aveiro de mandar repetir o procedimento do dia 28 de fevereiro devido a discrepâncias entre o número de votos para os órgãos da concelhia e o número de boletins para os novos órgãos da distrital.</p>
<p>Agora, a deputada parlamentar Carolina Marques, que era apoiada por Luís Montenegro e perdeu por dois votos a corrida à concelhia de Espinho, declara: &#8220;Sempre entendi que, perante indícios de irregularidades, o dever é recorrer aos meios previstos nos estatutos. A decisão agora conhecida confirma que essas dúvidas não eram infundadas e que existiam irregularidades que justificavam a intervenção dos órgãos competentes&#8221;.</p>
<p>Rejeitando que a decisão da hierarquia social-democrata seja &#8220;uma vitória ou uma derrota de quem quer que seja&#8221;, a candidata menos votada defende que a contestação &#8220;não enfraquece o partido &#8212; pelo contrário, fortalece as suas instituições e reforça a confiança de todos os militantes&#8221; &#8212; e só lamenta &#8220;que um processo que deveria ter sido tratado no plano interno tenha acabado por ganhar uma dimensão pública que em nada beneficiou o PSD de Espinho&#8221;.</p>
<p>Quanto aos procedimentos para corrigir as mencionadas irregularidades, Carolina Marques afirma: &#8220;A decisão [do conselho de jurisdição nacional] determina a realização de um novo ato eleitoral, que encaro com responsabilidade. Espero que este novo processo decorra num clima de transparência, rigor e absoluto cumprimento das normas estatutárias, permitindo que os militantes possam pronunciar-se com plena confiança na legitimidade do resultado&#8221;.</p>
<p>Contactado pela Lusa, Ricardo Sousa admite que, &#8220;infelizmente esta decisão não surpreende&#8221;.</p>
<p>&#8220;O acórdão vincula sobretudo quem o assina&#8221;, explica o vencedor das eleições de fevereiro. &#8220;A independência do principal órgão de jurisdição do PSD ficou profundamente comprometida, designadamente pela atuação do relator e da então presidente daquele órgão, a ministra da Saúde&#8221;, realça, adiantando que não dispensará o &#8220;recurso ao Tribunal Constitucional para que a legalidade democrática seja restabelecida&#8221;.</p>
<p>Este é mais um episódio na sucessão de casos contra Ricardo Sousa, que os tem atribuído a um &#8220;ajuste de contas pessoal&#8221; por parte de Luís Montenegro.</p>
<p>O primeiro desses casos deu-se na pré-campanha para as autárquicas de 2025, já que o jurista foi a escolha unânime dos militantes locais para cabeça de lista à Câmara Municipal de Espinho, mas viu depois o seu processo avocado pelo PSD nacional.</p>
<p>Seguiu-se a indicação de Jorge Ratola como candidato alternativo, quando esse era ainda adjunto de Montenegro, o que foi anunciado pela distrital de Aveiro, dirigida por Emídio Sousa, na altura secretário de Estado do Ambiente e agora das Comunidades.</p>
<p>Ricardo Sousa contestou a mudança primeiro no Conselho de Jurisdição Nacional do partido, sem sucesso, e depois junto do Tribunal Constitucional, mas isso não impediu a candidatura de Ratola, que em outubro acabou eleito para a Câmara, apesar de fonte ligada ao caso ter dito que o Tribunal optou pelo indeferimento porque, &#8220;apesar de ter reconhecido que o processo não foi o mais correto, já não ia a tempo de o retificar&#8221; antes das eleições.</p>
<p>Chegado depois o momento de escolher o presidente da concelhia, Ricardo Sousa concorreu a um novo mandato contra a deputada parlamentar Carolina Marques, que, aos 28 anos, era a favorita de Montenegro. Ganhou ele por dois votos, tendo a Lusa noticiado na altura que às urnas da concelhia compareceram 269 dos 304 militantes inscritos nos cadernos eleitorais da secção.</p>
<p>Quando também esse resultado foi impugnado pela hierarquia do partido, Ricardo Sousa salientou que eleições concelhias e distritais tiveram &#8220;urnas diferentes&#8221; e &#8220;votação autónoma&#8221;, e realçou: &#8220;A desconformidade não se verificou para os órgãos de secção [de Espinho], onde o total dos 269 votantes estão expressos nos votos depositados em urna, tendo inclusivamente a ata da eleição sido assinada pelos representantes da lista derrotada&#8221;.</p>
<p>A recontagem da distrital é que não batia certo: face aos 269 militantes chamados a escolher a Mesa da Assembleia Distrital, a Comissão Política Permanente, a Comissão de Auditoria Financeira e os Delegados de Secção, disse o Conselho de Jurisdição Distrital que faltavam três boletins para dois desses órgãos e dois outros impressos para outro.</p>
<p>Ricardo Sousa recorreu então para o Conselho de Jurisdição Nacional, mas, em carta aberta aos militantes, já na altura não se mostrava otimista, alegando saber bem que &#8220;o partido vive sob um simulacro de democracia&#8221;. E para rematar a missiva, evocava uma situação antiga: &#8220;É impossível não recordar aqui um facto ocorrido há 20 anos, numa eleição para a secção de Espinho, em que o então presidente da Mesa, Luís Montenegro, admitiu à votação seis militantes que não constavam do caderno eleitoral emitido pelos serviços competentes do partido &#8212; e a lista que apoiava venceu as eleições por quatro votos&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/jurisdicao-do-psd-da-razao-a-derrotados-e-vai-repetir-as-eleicoes-da-concelhia-de-espinho/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783304]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Alemanha quer reconstruir o exército, mas quase ninguém responde: 300 mil jovens contactados, só 530 aceitaram</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/alemanha-quer-reconstruir-o-exercito-mas-quase-ninguem-responde-300-mil-jovens-contactados-so-530-aceitaram/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/alemanha-quer-reconstruir-o-exercito-mas-quase-ninguem-responde-300-mil-jovens-contactados-so-530-aceitaram/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 17:33:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[serviço militar]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=783303</guid>

					<description><![CDATA[Governo alemão continua a defender, para já, um modelo voluntário, mas responsáveis da área da Defesa já admitem que a conscrição poderá voltar se a adesão continuar abaixo das necessidades da Bundeswehr]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Alemanha está a tentar reforçar as Forças Armadas, mas o novo modelo de recrutamento voluntário está longe de produzir os resultados esperados. Depois de terem sido enviados questionários a cerca de 300 mil jovens, apenas 530 responderam favoravelmente e avançaram para o serviço militar voluntário.</p>
<p>O número está a acender o debate em Berlim sobre o eventual regresso do serviço militar obrigatório, suspenso em 2011. O Governo alemão continua a defender, para já, um modelo voluntário, mas responsáveis da área da Defesa já admitem que a conscrição poderá voltar se a adesão continuar abaixo das necessidades da Bundeswehr.</p>
<p>A nova lei, em vigor desde o início do ano, prevê o envio de um formulário aos jovens que completam 18 anos, para avaliar a sua disponibilidade e aptidão para o serviço militar. Os homens são obrigados a responder ao questionário, enquanto as mulheres podem fazê-lo de forma voluntária.</p>
<p>O objetivo é criar uma base de recrutamento mais alargada e permitir que o exército alemão identifique jovens disponíveis para treino e eventual integração nas Forças Armadas. Mas, cinco meses depois da entrada em vigor do novo sistema, os resultados continuam limitados.</p>
<p>Segundo dados citados pela imprensa internacional, cerca de 300 mil jovens foram contactados, mas apenas 530 tornaram-se novos recrutas através do mecanismo voluntário. A discrepância entre o universo contactado e o número de adesões reforça as dúvidas sobre a capacidade da Alemanha para reconstruir rapidamente o seu aparelho militar sem recorrer à obrigatoriedade.</p>
<p>A Alemanha aprovou um projeto para expandir o exército para 260 mil soldados e criar uma reserva mais robusta, num contexto de forte mudança na política de defesa europeia. A guerra na Ucrânia, a ameaça russa e a pressão dos aliados da NATO levaram Berlim a rever décadas de contenção militar.</p>
<p>O problema é que o dinheiro não resolve tudo. O país tem aumentado o investimento na defesa, mas enfrenta uma dificuldade estrutural: recrutar pessoas dispostas a vestir o uniforme.</p>
<p>Na sociedade alemã, o serviço militar continua marcado por um peso histórico particular. Depois da II Guerra Mundial, a cultura política do país construiu-se em torno da contenção militar, do pacifismo e de uma forte resistência social à normalização do uso da força. Essa herança continua a pesar nas gerações mais jovens.</p>
<p>É esse bloqueio cultural que torna a reconstrução da Bundeswehr mais difícil. A Alemanha pode aprovar mais verbas, comprar novo equipamento e desenhar planos de expansão, mas precisa de mudar a perceção pública sobre o papel das Forças Armadas.</p>
<p>Responsáveis políticos alemães admitem que será necessário mais tempo para avaliar o modelo voluntário. O presidente da comissão parlamentar de Defesa defendeu que o sistema deve ter mais um ano para provar resultados, antes de se avançar para uma decisão mais dura.</p>
<p>Ainda assim, o aviso já está feito: se o número de voluntários não aumentar de forma significativa, Berlim poderá reabrir a porta ao serviço militar obrigatório.</p>
<p>A eventual reintrodução da conscrição seria uma mudança profunda na política alemã. O serviço militar obrigatório foi suspenso há 15 anos e o seu regresso colocaria o país perante um debate sensível, entre a necessidade de reforçar a defesa nacional e a resistência de uma sociedade habituada a manter distância em relação à vida militar.</p>
<p>A tensão resume o dilema alemão: a maior economia da Europa quer assumir um papel mais forte na defesa do continente, mas ainda não encontrou forma de convencer os seus jovens a entrar no exército.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/alemanha-quer-reconstruir-o-exercito-mas-quase-ninguem-responde-300-mil-jovens-contactados-so-530-aceitaram/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783303]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>A nova ameaça aos combustíveis na Europa vem de um rio que está a secar e deixa a indústria a tremer</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/a-nova-ameaca-aos-combustiveis-na-europa-vem-de-um-rio-que-esta-a-secar-e-deixa-a-industria-a-tremer/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/a-nova-ameaca-aos-combustiveis-na-europa-vem-de-um-rio-que-esta-a-secar-e-deixa-a-industria-a-tremer/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 17:27:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[indústria]]></category>
		<category><![CDATA[rio Reno]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=783284</guid>

					<description><![CDATA[A situação pode agravar-se nos próximos dias. As previsões da Administração Federal Alemã para as Vias Navegáveis apontam para uma nova descida do nível da água em Kaub, de 107 centímetros registados na segunda-feira para 83 centímetros até sexta-feira]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A descida do nível da água no rio Reno está a dificultar o transporte de combustíveis na Europa Ocidental, em plena onda de calor, obrigando as barcaças a navegar com menos de metade da carga habitual.</p>
<p>Segundo o ‘El Economista’, os navios que transportavam gasóleo por Kaub, na Alemanha, um dos pontos mais importantes para a navegação no Reno, estavam esta segunda-feira limitados a cerca de 1.070 toneladas de carga. O valor corresponde a apenas 45% da capacidade máxima, de acordo com dados da Spotbarge citados pela &#8216;Bloomberg&#8217;.</p>
<p>A situação pode agravar-se nos próximos dias. As previsões da Administração Federal Alemã para as Vias Navegáveis apontam para uma nova descida do nível da água em Kaub, de 107 centímetros registados na segunda-feira para 83 centímetros até sexta-feira.</p>
<p>O Reno é uma das principais artérias comerciais da Europa e tem um peso central no transporte de combustíveis, matérias-primas e produtos industriais. Em 2024, os produtos petrolíferos representaram mais de um quinto de todas as mercadorias transportadas por esta via fluvial.</p>
<p>Se o nível da água continuar a baixar, as barcaças terão de circular com cargas ainda mais reduzidas, aumentando a pressão sobre as cadeias de abastecimento de combustíveis, já afetadas pela instabilidade no Médio Oriente e pela volatilidade dos mercados energéticos.</p>
<p><strong>Menos água, menos carga e mais pressão sobre a indústria</strong></p>
<p>O problema vai além do transporte fluvial. O Reno atravessa uma das zonas industriais mais importantes da Europa e é essencial para abastecer fábricas, refinarias e centros logísticos alemães. Carvão, petróleo, produtos químicos e energia circulam por esta via e alimentam várias cadeias de produção.</p>
<p>Um estudo do Instituto de Economia Mundial de Kiel, assinado por Martin Ademmer, Nils Jannsen e Saskia Mösle, conclui que os episódios de baixos níveis de água no Reno têm um impacto económico relevante. Os investigadores estimam que um mês com 30 dias de níveis excecionalmente baixos reduz a produção industrial alemã em cerca de 1%, mantendo os restantes fatores constantes.</p>
<p>Durante a seca severa de 2018, o impacto terá atingido 1,5% da produção industrial no pico da crise, o equivalente a cerca de 0,4% do PIB alemão, sem contar com efeitos indiretos noutras áreas da economia.</p>
<p>A explicação está no papel estratégico do Reno. Embora o transporte fluvial represente apenas uma parte da logística alemã, as mercadorias que circulam pelo rio estão frequentemente no início das cadeias produtivas. Quando deixam de chegar a tempo, o impacto espalha-se pela indústria.</p>
<p>O estudo estima ainda que uma queda de 1% no transporte fluvial reduz a produção industrial em cerca de 0,04%, mostrando como uma perturbação localizada pode ganhar escala através das cadeias de abastecimento.</p>
<p><strong>Estradas e comboios não chegam para compensar</strong></p>
<p>A alternativa por estrada ou ferrovia não resolve o problema. Segundo os investigadores de Kiel, há algum aumento no recurso a camiões e comboios durante estes episódios, mas não o suficiente para absorver o volume de carga que deixa de circular pelo Reno.</p>
<p>“Não encontramos evidências de um aumento substancial no transporte rodoviário e ferroviário”, concluem os autores do estudo, alertando para as limitações da infraestrutura logística quando a navegação fluvial é afetada por fenómenos climáticos extremos.</p>
<p>Os custos de transporte também estão a subir. As tarifas para transportar derivados de petróleo entre o eixo Amesterdão-Roterdão-Antuérpia e Basileia dispararam desde o início da crise, atingindo quase 50 euros por tonelada, segundo dados da Spotbarge.</p>
<p>A subida reflete a menor capacidade das barcaças, a necessidade de mais viagens para transportar o mesmo volume de mercadorias e a pressão acrescida sobre rotas alternativas.</p>
<p><strong>A Alemanha não estava preparada para este calor</strong></p>
<p>A onda de calor que atinge a Europa está a expor fragilidades em países tradicionalmente menos preparados para temperaturas extremas. Alemanha, França, Reino Unido e Suíça registaram alguns dos dias de junho mais quentes de sempre, com escolas fechadas, eventos cancelados e espaços públicos esvaziados.</p>
<p>Carsten Brzeski, economista do ING, comparou o impacto das temperaturas extremas à perturbação vivida durante os confinamentos da pandemia. Desta vez, porém, a causa não é um vírus, mas o calor.</p>
<p>O economista reconhece que, durante anos, o risco de ondas de calor no norte da Europa foi visto como um problema distante, mais associado a cidades como Madrid do que a Munique. Essa leitura já não é sustentável.</p>
<p>Segundo Brzeski, a Alemanha surge entre as maiores economias europeias mais expostas a perdas acumuladas associadas ao calor até 2030. O problema não está apenas no aumento das temperaturas, mas no facto de a infraestrutura, as habitações e setores como construção e logística terem sido concebidos para um clima mais frio.</p>
<p>Um relatório da Climate Analytics, encomendado pelo Banco Mundial, concluiu que a Alemanha ainda não dispõe de soluções suficientemente abrangentes para gerir o risco de stress térmico e que o planeamento de adaptação continua aquém do avanço científico.</p>
<p><strong>O calor já pesa na economia europeia</strong></p>
<p>Durante anos, as ondas de calor foram tratadas como custos temporários, comparáveis a fenómenos meteorológicos pontuais. Para Brzeski, essa abordagem tornou-se obsoleta.</p>
<p>Estudos sobre os anos de calor extremo na Europa, como 2003, 2010, 2015 e 2018, estimaram perdas no PIB entre 0,3% e 0,5% apenas devido à redução da produtividade laboral. Nas regiões mais afetadas, o impacto ultrapassou 1%.</p>
<p>Quando se somam os custos de refrigeração, os gastos adicionais em saúde, os danos em infraestruturas, a seca nos rios, as perturbações no transporte e os efeitos sobre a agricultura, o impacto económico torna-se ainda maior.</p>
<p>Um estudo conjunto da Universidade de Mannheim e do Banco Central Europeu, citado pelo ING, analisou as ondas de calor, secas e inundações do verão de 2025 e concluiu que a economia europeia perdeu cerca de 0,3% da sua produção.</p>
<p>Esse impacto poderá atingir 0,8% acumulados até 2029, considerando a perda de produtividade, as falhas nas cadeias de abastecimento e a quebra de receitas no turismo.</p>
<p>O BCE também já alertou que as ondas de calor e a seca podem aumentar a inflação alimentar entre 0,4 e 0,9 pontos percentuais, um efeito que poderá duplicar nos próximos 30 anos.</p>
<p>No caso do Reno, a ameaça é concreta e imediata: menos água significa menos carga, transporte mais caro e maior pressão sobre a indústria alemã. E quando o motor industrial alemão abranda, o impacto dificilmente fica limitado à Alemanha.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/a-nova-ameaca-aos-combustiveis-na-europa-vem-de-um-rio-que-esta-a-secar-e-deixa-a-industria-a-tremer/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783284]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Acordo entre Lusa e RTP visa reforçar eficiência e capacidade de resposta, refere memorando</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/acordo-entre-lusa-e-rtp-visa-reforcar-eficiencia-e-capacidade-de-resposta-memorando/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/acordo-entre-lusa-e-rtp-visa-reforcar-eficiencia-e-capacidade-de-resposta-memorando/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 17:10:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Lusa]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[RTP]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=783288</guid>

					<description><![CDATA[O memorando de entendimento entre a Lusa e a RTP, hoje assinado, visa reforçar a eficiência e capacidade de resposta de ambas empresas de media, sem implicar qualquer integração orgânica, fusão institucional ou limitação da autonomia editorial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O memorando de entendimento entre a Lusa e a RTP, hoje assinado, visa reforçar a eficiência e capacidade de resposta de ambas empresas de media, sem implicar qualquer integração orgânica, fusão institucional ou limitação da autonomia editorial.</p>
<p>Em 15 de junho, a administração da agência de notícias informou que a Lusa e a RTP iriam assinar um memorando de entendimento que prevê o reforço da colaboração, incluindo a possibilidade de partilha de instalações a nível regional e internacional.</p>
<p>De acordo com o memorando de entendimento, a colaboração entre as duas entidades &#8220;visa contribuir para o reforço da eficiência e da capacidade de resposta dos serviços prestados por ambas as entidades, sem implicar qualquer integração orgânica, fusão institucional, subordinação funcional ou limitação da autonomia editorial, da independência jornalística e dos processos próprios de decisão da RTP e da Lusa&#8221;.</p>
<p>As duas empresas &#8220;pretendem conjugar esforços no sentido de promover formas de colaboração pontual, funcional e delimitada, em matérias de interesse comum, ou convergente, no âmbito das respetivas missões de serviço público, designadamente nas áreas da Informação&#8221;.</p>
<p>Ou seja, &#8220;da cobertura noticiosa nacional, regional e internacional, da verificação de factos, do combate à desinformação, da inovação tecnológica e da otimização de meios técnicos e operacionais, sempre que tal se revele adequado, eficiente e compatível com a natureza, as atribuições e a autonomia de cada entidade&#8221;, de acordo com o documento.</p>
<p>Este memorando estabelece um quadro geral de entendimento entre a Lusa e a RTP, &#8220;não constituindo qualquer outra forma de integração jurídica, editorial e económica ou institucional&#8221; das duas empresas, nem prejudica a autonomia jurídica, institucional, editorial, financeira, administrativa e de gestão das partes, &#8220;nem limita a capacidade de cada uma definir e executar, de forma independente, as respetivas estratégias, políticas editoriais, prioridades operacionais e decisões de gestão&#8221;.</p>
<p>A Lusa e a RTP comprometem-se a &#8220;identificar áreas ou projetos específicos de colaboração&#8221;, no âmbito dos objetivos do memorando, e a &#8220;concretização de qualquer iniciativa de colaboração dependerá sempre de acordos específicos a celebrar entre as partes&#8221;, onde estarão definidos o objeto, duração, meios envolvidos, responsabilidades de cada uma das empresas, entre outros pontos.</p>
<p>Relativamente à cooperação na cobertura territorial e na rede de correspondentes, o documento refere que quando a RTP não dispuser de presença própria num determinado território, seja em Portugal ou fora do país, &#8220;poderá ser avaliada a possibilidade de recurso pontual à rede de correspondentes nacionais e internacionais da Lusa, mediante o pagamento de fee negociado em regulamentação específica&#8221;.</p>
<p>O documento define que a participação de jornalistas em intervenções, colaborações editoriais ou contributos informativos &#8220;realizados ao abrigo da presente cláusula terá sempre natureza voluntária e deverá respeitar o respetivo estatuto profissional, bem como as regras laborais, editoriais e deontológicas aplicáveis&#8221;.</p>
<p>A colaboração prevista, adianta o documento, &#8220;não prejudica a autonomia editorial, a independência jornalística e os processos próprios de decisão de cada parte&#8221;.</p>
<p>No que respeita à verificação de factos e ao combate à desinformação, &#8220;a Lusa será considerada parceira preferencial da RTP para o desenvolvimento de iniciativas ou projetos de verificação de factos&#8221;, sem prejuízo da autonomia da estação públicana na definição da sua estratégia editorial e operacional neste âmbito.</p>
<p>A RTP &#8220;poderá utilizar, divulgar ou integrar conteúdos produzidos no âmbito do projeto LUSA Verifica, bem como outros conteúdos de verificação de factos produzidos pela Lusa, em programas, espaços ou plataformas de informação a acordar entre as partes&#8221;.</p>
<p>O uso destes conteúdos &#8220;deverá assegurar a identificação clara da respetiva fonte, bem como respeitar as condições editoriais, técnicas e operacionais que venham a ser acordadas&#8221;.</p>
<p>A Lusa e a RTP poderão ainda &#8220;avaliar o desenvolvimento de ferramentas, metodologias ou iniciativas comuns de apoio à verificação de factos e ao combate à desinformação, mediante acordo específico&#8221;.</p>
<p>O memorando entendimento prevê ainda a possibilidade de &#8220;apresentação conjunta de candidaturas a programas, fundos ou mecanismos de financiamento nacionais, europeus ou internacionais, sempre que tal se revele compatível com as respetivas missões, atribuições e obrigações de serviço público&#8221;.</p>
<p>A Lusa e a RTP poderão promover conferências, debates, seminários ou outras iniciativas públicas sobre temas de interesse comum e ainda avaliar a possibilidade de usar ou disponibilizar espaços físicos pertencentes, detidos ou utilizados por qualquer uma das empresas &#8220;sempre que tal se revele adequado à prossecução das respetivas missões&#8221;.</p>
<p>&#8220;As partes comprometem-se a avaliar a possibilidade de desenvolver iniciativas de colaboração nas áreas da tecnologia, inovação e eficiência operacional, incluindo soluções tecnológicas de apoio à atividade informativa, operacional ou de gestão&#8221; das duas empresas.</p>
<p>O documento também prevê ações de formação conjunta dirigidas aos respetivos profissionais, &#8220;sempre que tais ações se revelem adequadas ao reforço das competências técnicas, editoriais, digitais ou operacionais necessárias ao cumprimento das respetivas missões, designadamente nas áreas do jornalismo multimédia, verificação de factos, combate à desinformação, segurança digital, cibersegurança, análise de dados, inteligência artificial, inovação tecnológica e novas ferramentas de apoio à atividade jornalística&#8221;.</p>
<p>Este memorando entra em vigor hoje pelo período de dois anos, podendo ser renovado por acordo escrito entre as partes.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/acordo-entre-lusa-e-rtp-visa-reforcar-eficiencia-e-capacidade-de-resposta-memorando/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783288]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>WhatsApp prepara uma das maiores mudanças de sempre: já não será preciso dar o número para conversar</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/whatsapp-prepara-uma-das-maiores-mudancas-de-sempre-ja-nao-sera-preciso-dar-o-numero-para-conversar/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/whatsapp-prepara-uma-das-maiores-mudancas-de-sempre-ja-nao-sera-preciso-dar-o-numero-para-conversar/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 16:54:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[WhatsApp]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=783272</guid>

					<description><![CDATA[Funcionalidade está a ser apresentada pela empresa como uma mudança orientada para a privacidade]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O WhatsApp está a preparar uma das maiores alterações desde a sua criação: os utilizadores vão poder criar um nome de utilizador e partilhá-lo com outras pessoas, em vez de terem de revelar o número de telefone para iniciar uma conversa.</p>
<p>Segundo o ‘The Independent’, a funcionalidade está a ser apresentada pela empresa como uma mudança orientada para a privacidade. O objetivo é permitir que os utilizadores protejam o número de telefone, que o WhatsApp descreve como uma informação “pessoal” e ligada a muitos aspetos da vida de cada pessoa.</p>
<p>Atualmente, quem quer falar com alguém no WhatsApp tem normalmente de partilhar o número de telefone. Isso acontece, por exemplo, quando se conhece alguém novo ou quando se entra num grupo, situações em que o contacto pode ficar visível para pessoas desconhecidas.</p>
<p>Com a nova funcionalidade, cada utilizador poderá reservar um nome de utilizador e usá-lo para ser contactado. Assim, quem quiser iniciar uma conversa poderá partilhar esse identificador, sem expor automaticamente o número de telefone.</p>
<p>O WhatsApp sublinha, no entanto, que esta mudança não transforma a aplicação numa rede social. Não haverá uma diretoria pública de utilizadores, nem sugestões de pessoas para adicionar. O nome de utilizador também não terá de ser igual ao usado noutras plataformas da Meta, como o Instagram ou o Facebook.</p>
<p>Ainda assim, o funcionamento terá algumas semelhanças com outras plataformas digitais. Cada utilizador poderá escolher e reservar um nome, que depois poderá dar a quem quiser contactar.</p>
<p>Quando a funcionalidade estiver ativa, este passará a ser o novo padrão para novas conversas. Ou seja, as conversas iniciadas a partir desse momento deverão começar através do nome de utilizador, em vez de exibirem diretamente o número de telefone.</p>
<p>A partir de hoje, os utilizadores poderão reservar um nome de utilizador ao atualizar o WhatsApp para a versão mais recente. Depois, devem aceder às Definições, selecionar Conta e, em seguida, escolher a opção Nome de Utilizador.</p>
<p>A funcionalidade, porém, ainda não ficará imediatamente disponível para utilização. Segundo a empresa, o lançamento acontecerá “mais tarde este ano”, e os utilizadores serão avisados quando os nomes de utilizador estiverem ativos.</p>
<p>“Para a maioria das pessoas, escolher um nome de utilizador do WhatsApp deve ser algo único, que só as pessoas que quer contactar saberão”, afirmou a empresa no anúncio da novidade. O WhatsApp diz ainda que disponibilizará um gerador de nomes para ajudar quem tiver dificuldade em escolher uma opção.</p>
<p>A empresa permitirá também que criadores de conteúdos, pequenos negócios e organizações reclamem no WhatsApp o mesmo nome de utilizador que já utilizam no Instagram ou no Facebook.</p>
<p>A mudança representa uma alteração importante na forma como o WhatsApp gere a identidade dos utilizadores. Até agora, o número de telefone era o elemento central da conta e da ligação entre contactos. Com os nomes de utilizador, a aplicação passa a dar mais controlo sobre que informação pessoal é partilhada em cada nova interação.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/whatsapp-prepara-uma-das-maiores-mudancas-de-sempre-ja-nao-sera-preciso-dar-o-numero-para-conversar/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783272]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Bolsa de Lisboa contraria Europa e fecha a subir com impulso do grupo EDP</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bolsa-de-lisboa-contraria-europa-e-fecha-a-subir-com-impulso-do-grupo-edp/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/bolsa-de-lisboa-contraria-europa-e-fecha-a-subir-com-impulso-do-grupo-edp/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 16:50:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsa de Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[EDP]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=783252</guid>

					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa fechou hoje em alta, avançando 0,26%, para 9.159,49 pontos, em contraciclo com a tendência europeia, e com o impulso da EDP e da EDP Renováveis, que subiram 1,91% e 1,55%, respetivamente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Lisboa fechou hoje em alta, avançando 0,26%, para 9.159,49 pontos, em contraciclo com a tendência europeia, e com o impulso da EDP e da EDP Renováveis, que subiram 1,91% e 1,55%, respetivamente.</P><br />
<P>Das 16 cotadas que integram o índice PSI, sete subiram e nove desceram.</P><br />
<P>As principais praças europeias fecharam hoje em queda, com Londres a recuar 0,23%, Paris 0,21%, Frankfurt 0,18% e Madrid e Milão 0,20%, cada uma. </P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/bolsa-de-lisboa-contraria-europa-e-fecha-a-subir-com-impulso-do-grupo-edp/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783252]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Supremo dos EUA recusa recurso de Trump e mantém indemnização a vítima</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/supremo-dos-eua-recusa-recurso-de-trump-e-mantem-indemnizacao-a-vitima/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/supremo-dos-eua-recusa-recurso-de-trump-e-mantem-indemnizacao-a-vitima/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 16:49:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[E. Jean Carroll]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Supremo Tribunal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=783261</guid>

					<description><![CDATA[A decisão de fazer Donald Trump pagar cinco milhões de dólares (cerca de 4,4 milhões de euros) foi tomada sem comentários e sem registo de votos de vencido, deixando inalterado o veredicto proferido em 2023 e posteriormente confirmado por um tribunal federal de recurso]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal dos Estados Unidos recusou hoje analisar o recurso do Presidente norte-americano, mantendo a decisão para este pagar cinco milhões de dólares à escritora E. Jean Carroll, por agressão sexual e difamação.</p>
<p>A decisão de fazer Donald Trump pagar cinco milhões de dólares (cerca de 4,4 milhões de euros) foi tomada sem comentários e sem registo de votos de vencido, deixando inalterado o veredicto proferido em 2023 e posteriormente confirmado por um tribunal federal de recurso.</p>
<p>Os tribunais rejeitaram os argumentos da defesa de Trump, a qual alegou terem existido irregularidades durante o julgamento suscetíveis de influenciar o desfecho do processo.</p>
<p>O caso teve origem nas acusações apresentadas por Carroll, antiga colunista da revista Elle, que afirmou, num excerto das suas memórias, ter sido agredida sexualmente por Trump num provador de uma loja de Nova Iorque, em meados da década de 1990.</p>
<p>O então empresário e atual Presidente norte-americano sempre negou as acusações, que classificou como &#8220;uma farsa&#8221; e &#8220;um golpe&#8221;, em 2022, através das redes sociais.</p>
<p>No recurso para o Supremo Tribunal, os advogados de Trump argumentaram que o julgamento foi prejudicado pela admissão dos testemunhos de outras duas mulheres que também o acusaram de agressões sexuais ocorridas há várias décadas, bem como pela alegada aplicação incorreta das regras federais relativas à admissibilidade da prova, o que Trump também rejeitou.</p>
<p>Num processo distinto, os tribunais confirmaram também uma indemnização de 83,3 milhões de dólares (cerca de 72 milhões de euros) por difamação, relacionada com declarações feitas por Trump em 2019, nas quais negava publicamente as acusações da escritora.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/supremo-dos-eua-recusa-recurso-de-trump-e-mantem-indemnizacao-a-vitima/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783261]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>A nova ofensiva chinesa nos carros elétricos: Dongfeng investe quase 13 mil milhões e mira Portugal</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/a-nova-ofensiva-chinesa-nos-carros-eletricos-dongfeng-investe-quase-13-mil-milhoes-e-mira-portugal/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/a-nova-ofensiva-chinesa-nos-carros-eletricos-dongfeng-investe-quase-13-mil-milhoes-e-mira-portugal/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 16:46:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Dongfeng]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=783268</guid>

					<description><![CDATA[Grupo automóvel chinês quer atingir 5 milhões de veículos vendidos até 2030, com os modelos de novas energias a representarem mais de 70% do total]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Dongfeng Motor Corporation anunciou uma nova estratégia global de crescimento, com um investimento superior a 100 mil milhões de yuan, cerca de 12,9 mil milhões de euros, para acelerar a inovação, a eletrificação e a expansão internacional nos próximos cinco anos.</p>
<p>O grupo automóvel chinês quer atingir 5 milhões de veículos vendidos até 2030, com os modelos de novas energias a representarem mais de 70% do total. A ambição passa também por fazer dos mercados internacionais cerca de 40% das vendas globais, num plano que reforça a ofensiva da marca fora da China, incluindo na Europa e em Portugal.</p>
<p>A estratégia foi apresentada no âmbito do Salão Internacional Automóvel e da Cadeia de Fornecimento de Hong Kong e marca uma nova fase no desenvolvimento internacional da Dongfeng, um dos principais grupos industriais automóveis chineses.</p>
<p>Sob o conceito “In Global, For Global”, a Dongfeng quer reforçar a sua presença fora da China através da expansão da oferta de veículos eletrificados, do aumento da capacidade industrial internacional e da criação de ecossistemas locais de mobilidade.</p>
<p>O plano inclui também a criação de novos centros de investigação e desenvolvimento, o alargamento da rede global de assistência e uma aposta na contratação e formação de talento local nos mercados onde a marca pretende crescer.</p>
<p>A inovação tecnológica surge como um dos eixos centrais desta estratégia. A Dongfeng define três pilares para a nova fase de crescimento: inteligência aplicada à mobilidade, soluções de baixo carbono e segurança avançada.</p>
<p>Com esta abordagem, o grupo pretende responder a uma nova geração de consumidores, mais orientada para soluções de mobilidade sustentáveis, conectadas e tecnologicamente evoluídas.</p>
<p>Até 2030, a Dongfeng quer que os mercados internacionais representem cerca de 40% das suas vendas globais. A meta acompanha a ambição de transformar o grupo numa marca global de referência na mobilidade do futuro.</p>
<p>A estratégia representa também um reforço do compromisso da Dongfeng com o mercado europeu e com os consumidores portugueses, através do acesso a uma gama de produtos mais inovadora, sustentável e alinhada com padrões internacionais de qualidade, tecnologia e segurança.</p>
<p>Em Portugal, as marcas Dongfeng, Voyah e M-Hero, pertencentes à Dongfeng Motor Corporation, são representadas pela Salvador Caetano Auto.</p>
<p>Com esta nova etapa, a Dongfeng reforça a sua posição entre os principais construtores automóveis chineses e acelera a transformação numa marca global focada na eletrificação, na tecnologia e na mobilidade inteligente.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/a-nova-ofensiva-chinesa-nos-carros-eletricos-dongfeng-investe-quase-13-mil-milhoes-e-mira-portugal/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783268]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Homem que matou uma mulher a tiro em centro comercial de Viseu foi condenado a 18 anos de prisão</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/homem-que-matou-uma-mulher-a-tiro-em-centro-comercial-de-viseu-foi-condenado-a-18-anos-de-prisao/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/homem-que-matou-uma-mulher-a-tiro-em-centro-comercial-de-viseu-foi-condenado-a-18-anos-de-prisao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 16:15:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[viseu]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=783249</guid>

					<description><![CDATA[O suspeito estava acusado de um crime de homicídio qualificado consumado e mais seis na forma tentada]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O homem acusado de ter matado uma mulher a tiro na sequência de uma discussão no centro comercial Palácio do Gelo, em Viseu, em dezembro de 2024, foi hoje condenado a 18 anos de prisão.</p>
<p>Segundo disse à agência Lusa uma fonte do Tribunal de Viseu, após a leitura do acórdão, hoje, o homem foi &#8220;condenado em cúmulo jurídico a 18 anos de prisão&#8221; efetiva.</p>
<p>O suspeito estava acusado de um crime de homicídio qualificado consumado e mais seis na forma tentada.</p>
<p>Da lista de crimes de que estava acusado faziam parte também um de condução perigosa de veículo rodoviário e outro de detenção de arma proibida.</p>
<p>O julgamento começou em 11 de março e os factos ocorreram em 27 de dezembro de 2024 e tiveram origem numa altercação entre membros de duas famílias que se encontravam naquele centro comercial.</p>
<p>A discussão evoluiu para agressões físicas e, depois de ter abandonado o centro comercial, o arguido terá regressado com uma arma de fogo (uma pistola de calibre 6.35 milímetros) e feito disparos contra as pessoas da outra família.</p>
<p>Na sequência dos disparos, morreu uma mulher de 44 anos (já depois de ter sido transportada para o Hospital de São Teotónio, em Viseu) e outras duas pessoas ficaram feridas.</p>
<p>O suspeito fugiu, mas acabou por se entregar à Polícia Judiciária no dia 7 de janeiro de 2025, acompanhado de um advogado.</p>
<p>Depois de ouvido em tribunal, o homem ficou a aguardar julgamento em prisão preventiva e proibido de contactar a irmã e cunhado.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/homem-que-matou-uma-mulher-a-tiro-em-centro-comercial-de-viseu-foi-condenado-a-18-anos-de-prisao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783249]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Rede de tráfico de pessoas desmantelada em operação conjunta da PJ e Guarda Civil</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/rede-de-trafico-de-pessoas-desmantelada-em-operacao-conjunta-da-pj-e-guarda-civil/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/rede-de-trafico-de-pessoas-desmantelada-em-operacao-conjunta-da-pj-e-guarda-civil/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 16:14:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Guard Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[PJ]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=783240</guid>

					<description><![CDATA[Uma operação conjunta da Polícia Judiciária (PJ) e da Guarda Civil espanhola desmantelou uma rede que se dedicava ao tráfico de pessoas, fez cinco detidos e resgatou dois homens cativos há décadas, anunciaram hoje as autoridades portuguesas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Uma operação conjunta da Polícia Judiciária (PJ) e da Guarda Civil espanhola desmantelou uma rede que se dedicava ao tráfico de pessoas, fez cinco detidos e resgatou dois homens cativos há décadas, anunciaram hoje as autoridades portuguesas.</P><br />
<P>Em comunicado enviado à agência Lusa, a PJ explicou que a operação da Diretoria do Centro e da Guarda Civil de Castela e Leão foi realizada em duas fases, na zona de Burgos, no norte de Espanha, e &#8220;visou um grupo de cariz familiar que, de forma concertada, desde há vários anos, recrutava em Portugal pessoas fragilizadas, com carências económicas e em processos de exclusão social&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Em território espanhol, os suspeitos intermediavam, junto de empregadores, o fornecimento de mão de obra para trabalhos agrícolas pouco qualificados, mantendo as vítimas controladas, a viver em deploráveis condições de habitabilidade e alimentação, sob constante coação, ficando na posse da quase totalidade dos proventos auferidos, através da apropriação do dinheiro que os empresários lhes entregavam para pagamento dos salários&#8221;, adiantou a PJ.</P><br />
<P>&#8220;Sem controlo sobre as suas vidas, as vítimas eram inscritas nos Serviços da Segurança Social espanhola, com a finalidade de os exploradores elaborarem contratos de trabalho, obtendo, por esta via e para além dos salários, benefícios resultantes de prestações sociais&#8221;, nomeadamente com a abertura de contas bancárias e registo de viaturas em seu nome, &#8220;estratégia que dificultava a atuação das autoridades&#8221;.</P><br />
<P>Segundo a PJ, as duas vítimas &#8211; resgatadas na primeira fase da operação, em março de 2025 &#8212; &#8220;estavam sob domínio dos suspeitos há 30 e 15 anos, respetivamente, tendo a mais velha sido inclusivamente transacionada entre elementos do grupo, como se de uma mercadoria se tratasse&#8221;.</P><br />
<P>Intitulada &#8220;Mãos Livres&#8221;, a operação das polícias ibéricas resultou em três detenções em Espanha e duas em Portugal, ocorridas hoje e na terça-feira, em cumprimento de mandados de detenção europeus emitidos pelo Tribunal de Coimbra, em articulação com a EUROJUST.</P><br />
<P>A Polícia Judiciária vincou que os dois detidos em Portugal, suspeitos de crimes de tráfico de pessoas, têm 54 e 56 anos e um possui antecedentes criminais pela prática de crimes da mesma natureza.</P><br />
<P>Os dois homens serão oportunamente presentes a tribunal para determinação de medidas de coação, referiu a PJ.</P><br />
<P>Já os três detidos em Espanha, com idades entre os 32 e os 35 anos, foram presentes à Audiência Nacional, em Madrid, para extradição para território português.</P><br />
<P>Nas diligências desenvolvidas em território espanhol, acompanhadas pela PJ, foram ainda recolhidos elementos de prova adicionais, concretamente documentação variada e apreendidos saldos bancários e dois imóveis.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/rede-de-trafico-de-pessoas-desmantelada-em-operacao-conjunta-da-pj-e-guarda-civil/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783240]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Supremo dos EUA mantém votos por correspondência recebidos após dia de eleições</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/supremo-dos-eua-mantem-votos-por-correspondencia-recebidos-apos-dia-de-eleicoes/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/supremo-dos-eua-mantem-votos-por-correspondencia-recebidos-apos-dia-de-eleicoes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 16:13:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[eleições]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Supremo Tribunal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=783243</guid>

					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal dos Estados Unidos decidiu hoje que os votos por correspondência enviados até ao dia das eleições podem ser contabilizados mesmo que cheguem após essa data, rejeitando um recurso apresentado pelo Partido Republicano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Supremo Tribunal dos Estados Unidos decidiu hoje que os votos por correspondência enviados até ao dia das eleições podem ser contabilizados mesmo que cheguem após essa data, rejeitando um recurso apresentado pelo Partido Republicano.</P><br />
<P>A decisão, aprovada por cinco votos contra quatro, mantém em vigor a legislação do estado do Mississippi, que permite contar os boletins de voto expedidos até ao dia das eleições e recebidos até cinco dias úteis depois.</P><br />
<P>O acórdão mantém igualmente leis semelhantes em pelo menos 18 outros estados e territórios, incluindo Nevada e Califórnia, considerados importantes para as eleições intercalares de 03 de novembro.</P><br />
<P>Na maioria vencedora estiveram o presidente do Supremo Tribunal, John G. Roberts Jr., a juíza Amy Coney Barrett e os três juízes da ala liberal, numa decisão que representa um revés para a contestação do Presidente norte-americano ao voto por correspondência.</P><br />
<P>Donald Trump tem alegado repetidamente, sem apresentar provas, que esta modalidade favorece a fraude eleitoral e influenciou a derrota nas presidenciais de 2020, apesar de ter recorrido ao voto por correspondência nas eleições extraordinárias realizadas este ano na Florida.</P><br />
<P>Uma decisão favorável ao Partido Republicano poderá ainda ter colocado em causa a legislação aplicada aos eleitores residentes no estrangeiro, incluindo militares destacados fora dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Depois da divulgação do acórdão, Ben Olinsky, vice-presidente sénior para a Reforma Estrutural e Governação do Center for American Progress, saudou a decisão, afirmando que esta &#8220;representa uma grande vitória para os eleitores&#8221;, por preservar leis estaduais destinadas a facilitar o voto e a garantir que todos os boletins validamente enviados são contabilizados.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/supremo-dos-eua-mantem-votos-por-correspondencia-recebidos-apos-dia-de-eleicoes/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783243]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Messi e Ronaldo não entraram na onda rosa: o segredo das chuteiras que invadiram o Mundial</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/messi-e-ronaldo-nao-entraram-na-onda-rosa-o-segredo-das-chuteiras-que-invadiram-o-mundial/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/messi-e-ronaldo-nao-entraram-na-onda-rosa-o-segredo-das-chuteiras-que-invadiram-o-mundial/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 16:11:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Messi]]></category>
		<category><![CDATA[Mundial'2026]]></category>
		<category><![CDATA[Ronaldo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=783236</guid>

					<description><![CDATA[Tendência não resulta de uma campanha médica ou de sensibilização, mas de uma combinação entre psicologia do desempenho, perceção visual e estratégia de marketing]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As chuteiras cor-de-rosa e fúcsia tornaram-se uma das imagens mais repetidas do Mundial&#8217;2026. Em vários jogos, jogadores de elite surgem com modelos de tons intensos, quase fluorescentes, numa tendência que não resulta de uma campanha médica ou de sensibilização, mas de uma combinação entre psicologia do desempenho, perceção visual e estratégia de marketing.</p>
<p>Segundo o ‘El Economista’, marcas como Nike, Adidas, Puma, New Balance e Skechers lançaram, praticamente em simultâneo, variações de chuteiras em rosa forte, transformando o calçado num sinal visual dentro de campo. A escolha da cor não é apenas estética: procura influenciar a confiança dos atletas, aumentar a visibilidade nas transmissões e captar a atenção de adeptos e consumidores.</p>
<p>Do ponto de vista da psicologia do desempenho, a cor do equipamento pode funcionar como um modulador do estado mental do atleta. Odinga Nimako, da equipa global de calçado de futebol da Nike, explicou ao ‘The Athletic’, do ‘The New York Times’, que o feedback recolhido junto dos jogadores mostra que cores intensas e vibrantes podem amplificar a confiança em momentos de maior pressão competitiva.</p>
<p>A lógica é simples: usar uma cor que atrai todos os olhares obriga o jogador a assumir uma presença mais visível em campo. O rosa néon cria uma espécie de narrativa interna de autoeficácia, associada à ideia de que é preciso ter qualidade técnica e confiança para competir com um calçado que dificilmente passa despercebido.</p>
<p>A mesma leitura é partilhada por outras marcas. Rob Sheldon, diretor de produtos de futebol da New Balance, afirmou que o uso do rosa faz parte de uma exploração de “energia, visibilidade e confiança” em campo. A tendência também foi alimentada por previsões de design, como as da agência WGSN, que já em 2024 apontava esta cor como dominante para o verão de 2026.</p>
<p>Há ainda uma explicação visual. O rosa elétrico e o magenta contrastam fortemente com o verde da relva, o que facilita a perceção dos movimentos dos pés, dos dribles, das acelerações e das transições de bola. Este contraste torna-se ainda mais importante nas transmissões televisivas, nos vídeos vistos em telemóveis e nos replays em câmara lenta que circulam nas redes sociais.</p>
<p>A análise técnica citada pelo ‘El Economista’ sublinha que o rosa se destaca precisamente por estar muito afastado do verde no campo visual do espectador. A cor estimula a atenção seletiva e torna o movimento do jogador mais fácil de acompanhar, especialmente quando a imagem é vista em ecrãs pequenos.</p>
<p>Os testes realizados pelas marcas em campos reais também terão confirmado essa vantagem. Segundo Odinga Nimako, nenhuma outra tonalidade se destacava tanto na superfície de jogo como o rosa. O efeito é reforçado pelo facto de nenhuma das seleções presentes no Mundial usar equipamentos predominantemente cor-de-rosa, o que impede que as chuteiras se confundam com os uniformes.</p>
<p>Mas a popularidade da cor criou um paradoxo. Quando quase todos tentam destacar-se da mesma forma, o efeito de diferenciação começa a perder força. O que inicialmente era uma estratégia para chamar a atenção tornou-se uma espécie de paisagem comum: um mar de chuteiras rosa que reduz a capacidade de cada marca ou atleta se distinguir individualmente.</p>
<p>É aquilo que especialistas em psicologia do consumidor e neuromarketing descrevem como paradoxo da visibilidade. A repetição constante do mesmo estímulo ativa um mecanismo de habituação visual: o cérebro deixa de reagir com a mesma intensidade porque a cor passa a ser esperada.</p>
<p>Neste cenário, quem foge ao padrão acaba por se destacar mais. De acordo com os regulamentos da FIFA compilados pelo ‘New York Times’, os árbitros continuam obrigados a usar calçado tradicional de couro preto, que agora contrasta com a explosão cromática dos jogadores.</p>
<p>Também algumas das maiores figuras do torneio optaram por modelos diferentes. Lionel Messi compete com o modelo “El Último Tango”, da Adidas, em branco, azul e dourado. Christian Pulisic usa o “Kidsuper Ultra 6”, da Puma, com padrão de estrelas. Cristiano Ronaldo tem uma edição exclusiva da Nike, toda dourada, criada para assinalar a sua sexta participação num Mundial.</p>
<p>A mudança mostra até que ponto a cultura das chuteiras mudou no futebol. Durante décadas, os modelos pretos foram associados à sobriedade, à disciplina e à ideia de que um jovem jogador precisava de “merecer” o direito de usar calçado mais vistoso.</p>
<p>Hoje, esse paradigma inverteu-se. As chuteiras chamativas deixaram de ser exceção e passaram a ser norma desde cedo na carreira dos atletas. Funcionam como instrumento de autoexpressão, ferramenta de marketing e extensão da identidade digital dos jogadores.</p>
<p>No Mundial de 2026, o rosa não é apenas uma cor. É uma mensagem. Serve para transmitir confiança ao atleta, facilitar a leitura visual do jogo, alimentar conteúdos nas redes sociais e transformar cada par de chuteiras num pequeno ecrã publicitário em movimento.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/messi-e-ronaldo-nao-entraram-na-onda-rosa-o-segredo-das-chuteiras-que-invadiram-o-mundial/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783236]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Portugal leva a Bruxelas a “fábrica” de empreendedores do mar financiada em 78 milhões de euros pelo PRR</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/portugal-leva-a-bruxelas-a-fabrica-de-empreendedores-do-mar-financiada-em-78-milhoes-de-euros-pelo-prr/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/portugal-leva-a-bruxelas-a-fabrica-de-empreendedores-do-mar-financiada-em-78-milhoes-de-euros-pelo-prr/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 15:57:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Bruxelas]]></category>
		<category><![CDATA[mar]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[PRR]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=783234</guid>

					<description><![CDATA[A Rede Hub Azul Portugal é uma infraestrutura nacional que pretende funcionar como ponte entre ciência, empresas, investidores e infraestruturas de teste no domínio da economia azul.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="padding-left: 40px; text-align: left;">O Hub Azul Portugal e o Fórum Oceano apresentaram em Bruxelas a Rede Hub Azul Portugal, uma infraestrutura nacional que pretende funcionar como ponte entre ciência, empresas, investidores e infraestruturas de teste no domínio da economia azul.</p>
<p>A iniciativa foi apresentada no evento “Hub Azul Portugal: Unlocking European Blue Innovation Partnerships”, acolhido pela Representação Permanente de Portugal junto da União Europeia (REPER), e reuniu decisores europeus, investidores, empresas e entidades do ecossistema nacional.</p>
<p>A ambição é simples na formulação, mas exigente na execução: reduzir o tempo entre a ideia e o mercado, criando condições para que projetos ligados ao oceano possam ser testados, financiados e escalados dentro de um mesmo ecossistema.</p>
<p>A Rede Hub Azul Portugal é financiada pelo PRR, com um investimento superior a 78 milhões de euros, e integra seis hubs de inovação, complementados pela Hub Azul School.</p>
<p>No total, envolve mais de 50 entidades associadas do Fórum Oceano, 45 desafios de inovação organizados em nove cadeias de valor e um conjunto crescente de projetos em aceleração.</p>
<p>Entre os dados apresentados, destacam-se 18 startups avaliadas em cerca de 200 milhões de euros, 12 patentes em fase de transformação em negócio e sete projetos-piloto já em curso em vários polos da rede.</p>
<p>Durante a sessão, o secretário-geral do Fórum Oceano, Ruben Eiras, descreveu o modelo como uma espécie de “fábrica em rede”, pensada para acompanhar todo o ciclo de desenvolvimento de uma inovação na economia do mar — da investigação à prototipagem, passando pelo financiamento e entrada no mercado.</p>
<p>A lógica é criar um ecossistema integrado onde startups, centros de investigação, empresas e investidores operam em articulação direta, reduzindo a tradicional distância entre laboratório e aplicação prática.</p>
<p>O encontro aconteceu num momento em que a União Europeia reforça a aposta</p>
<p>A Rede Hub Azul Portugal integra polos em Leixões, Aveiro, Peniche, Oeiras e Olhão, articulados com uma estratégia nacional que aposta em energia, biotecnologia, aquacultura, turismo costeiro, pescas, construção naval e tecnologias de observação oceânica.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/portugal-leva-a-bruxelas-a-fabrica-de-empreendedores-do-mar-financiada-em-78-milhoes-de-euros-pelo-prr/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783234]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Amália, o modelo português de inteligência artificial, é lançado esta quarta-feira e ficará disponível em código aberto</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/amalia-o-modelo-portugues-de-inteligencia-artificial-e-lancado-esta-quarta-feira-e-ficara-disponivel-em-codigo-aberto/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/amalia-o-modelo-portugues-de-inteligencia-artificial-e-lancado-esta-quarta-feira-e-ficara-disponivel-em-codigo-aberto/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 15:54:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Amalia]]></category>
		<category><![CDATA[ia]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=783228</guid>

					<description><![CDATA[Lançamento foi confirmado pelo gabinete do primeiro-ministro, em nota enviada às redações]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A versão final do Amália, o modelo português de inteligência artificial, será apresentada esta quarta-feira e depois disponibilizada a várias entidades da Administração Pública. O lançamento foi confirmado pelo gabinete do primeiro-ministro, em nota enviada às redações.</p>
<p>O modelo, anunciado por Luís Montenegro durante a Web Summit, em novembro de 2024, era aguardado há vários meses. A apresentação chegou a estar prevista para junho, depois de o ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, ter afirmado que o projeto tinha alcançado “resultados muito positivos”, mas acabou por passar para o primeiro dia de julho.</p>
<p>O Amália, sigla de Assistente Multimodal Automático de Linguagem com Inteligência Artificial, é um modelo de linguagem em grande escala, ou LLM, capaz de processar, compreender e gerar texto em linguagem natural a partir de grandes volumes de dados. Segundo o Governo, trata-se do primeiro modelo deste tipo desenvolvido especificamente para o português de Portugal.</p>
<p>A ambição declarada pelo Executivo é criar uma tecnologia com maior rigor na língua e na cultura portuguesas, reduzindo a dependência de modelos estrangeiros e abrindo caminho à sua utilização por todos os países da lusofonia.</p>
<p>Após o lançamento, o Amália ficará disponível em regime de código aberto. Segundo o gabinete do ministro Adjunto e da Reforma do Estado, todos os modelos, dados e código produzidos serão disponibilizados em open source, permitindo que pessoas, empresas, universidades, centros de investigação e entidades públicas possam reutilizar, melhorar e desenvolver novas aplicações a partir desta infraestrutura.</p>
<p>Apesar de ser apresentado muitas vezes como uma espécie de “ChatGPT português”, o Amália não deverá funcionar como uma aplicação pública de conversa semelhante às plataformas comerciais já existentes. O projeto não prevê, nesta fase, uma aplicação “tipo chatbot” aberta ao público em geral.</p>
<p>Em vez disso, o modelo será disponibilizado como uma base tecnológica aberta, destinada a ser integrada em soluções desenvolvidas por entidades públicas, empresas, universidades ou investigadores.</p>
<p>Numa primeira fase, o Amália será disponibilizado a várias áreas da Administração Pública, incluindo educação, defesa, cultura, saúde e atendimento ao cidadão. Entre os projetos já identificados estão um assistente para visitas virtuais a museus e monumentos portugueses, uma ferramenta de apoio ao planeamento de aulas para professores, um assistente digital de atendimento ao cidadão e uma solução de apoio a operações e decisões críticas na Marinha.</p>
<p>A versão de testes do primeiro modelo de linguagem português de código aberto foi concluída em setembro de 2025, com entrega à Fundação para a Ciência e a Tecnologia. O modelo foi também apresentado no Brasil, no início de abril, durante o congresso PROPOR, dedicado ao processamento computacional da língua portuguesa. Segundo o Ministério da Reforma do Estado, a apresentação foi bem recebida pela comunidade científica lusófona e internacional.</p>
<p>O projeto representa um investimento inicial de 5,5 milhões de euros, financiado através do Plano de Recuperação e Resiliência. Deste valor, 2,475 milhões de euros foram atribuídos à Universidade Nova de Lisboa e 1 milhão de euros ao Instituto Superior Técnico.</p>
<p>As universidades do Porto, Minho e Coimbra recebem 375 mil euros cada, enquanto 900 mil euros serão executados diretamente pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia. A estes montantes juntam-se sinergias com investimentos já feitos em Portugal, nomeadamente nos supercomputadores Deucalion e Mare Nostrum 5.</p>
<p>Embora seja apresentado como um modelo português de inteligência artificial, o Amália não foi desenvolvido integralmente de raiz. O projeto partiu de uma base tecnológica europeia já existente, o EuroLLM-9B, que foi depois reforçada pelas equipas portuguesas.</p>
<p>Segundo o Governo, o trabalho incluiu o reforço do pré-treino com mais dados em português europeu, o aumento da capacidade e do contexto do modelo, o afinamento com novos conjuntos de dados em português e o desenvolvimento de mecanismos de segurança, avaliação e otimização de desempenho. O modelo foi ainda adaptado para suportar texto e imagem, assumindo uma dimensão multimodal.</p>
<p>O consórcio responsável pelo desenvolvimento junta investigadores da Nova FCT, do Instituto Superior Técnico, da Universidade de Coimbra, da Universidade do Minho, da Universidade do Porto e da Fundação para a Ciência e a Tecnologia, envolvendo mais de 60 investigadores e alunos.</p>
<p>O financiamento da fase seguinte está assegurado até ao final de 2027, através da Agência para a Reforma Tecnológica do Estado e de fundos do PRR.</p>
<p>Com o lançamento oficial, o Governo quer transformar o Amália numa infraestrutura de inteligência artificial ao serviço do Estado, da academia, das empresas e da sociedade civil, com foco no português europeu, mas com potencial de utilização e melhoria em toda a lusofonia.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/amalia-o-modelo-portugues-de-inteligencia-artificial-e-lancado-esta-quarta-feira-e-ficara-disponivel-em-codigo-aberto/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783228]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Gabinete estatístico da UE revê PIB per capita português perante novos dados de Portugal</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/gabinete-estatistico-da-ue-reve-pib-per-capita-portugues-perante-novos-dados-de-portugal/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/gabinete-estatistico-da-ue-reve-pib-per-capita-portugues-perante-novos-dados-de-portugal/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 15:52:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=783230</guid>

					<description><![CDATA[O gabinete estatístico da União Europeia (UE), o Eurostat, anunciou hoje que irá recalcular indicadores anteriormente publicados, como o Produto Interno Bruto (PIB) per capita, quando receber novos dados portugueses, após a revisão relacionada com o aumento populacional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O gabinete estatístico da União Europeia (UE), o Eurostat, anunciou hoje que irá recalcular indicadores anteriormente publicados, como o Produto Interno Bruto (PIB) per capita, quando receber novos dados portugueses, após a revisão relacionada com o aumento populacional.</p>
<p>&#8220;Os indicadores derivados que utilizam valores populacionais no denominador, como o PIB per capita, serão eventualmente recalculados quando os novos dados forem recebidos e validados. O Eurostat utilizará e publicará os dados recebidos de Portugal, incluindo dados históricos, assim que os necessários controlos de qualidade tenham sido concluídos&#8221;, indica o Eurostat numa resposta escrita hoje enviada à Lusa.</p>
<p>Uma semana depois de o Instituto Nacional de Estatística (INE) ter anunciado uma revisão de indicadores per capita devido à revisão das estimativas anuais de população residente, o Eurostat assinala que &#8220;alinhará o seu trabalho com o calendário estabelecido e anunciado por Portugal&#8221;.</p>
<p>&#8220;Assim que o Eurostat receber e validar os dados, os indicadores serão recalculados e publicados&#8221;, reforça.</p>
<p>No que diz respeito às contas nacionais e aos indicadores relacionados com a população ativa, o Eurostat recomenda, nesta resposta à Lusa, &#8220;a reconstituição retrospetiva dos dados na maior medida possível, de forma a garantir a continuidade das séries históricas&#8221;.</p>
<p>Na semana passada, o INE anunciou que vai rever todos os indicadores per capita, como o PIB, emprego ou questões relacionadas com a justiça, educação ou saúde.</p>
<p>&#8220;A revisão das estimativas anuais de população residente para os anos de 2021 a 2024 tem impacto em diversas operações estatísticas do INE, nomeadamente na calibração (extrapolação) dos resultados de inquéritos por amostragem, com destaque para o inquérito ao Emprego&#8221;, com impacto nos &#8220;resultados das Contas Nacionais&#8221;, que &#8220;terão de ser reavaliados&#8221;, indicou o INE.</p>
<p>De acordo com o gabinete estatístico português, nas contas nacionais, a avaliação da atividade económica inclui uma parcela que é estimada &#8220;tendo em consideração a população empregada do Inquérito ao Emprego&#8221;, pelo que o valor deverá alterar-se, já que o número de desempregados é percentualmente inferior, dado que a população total foi revista em alta ao longo dos últimos anos.</p>
<p>Além disso, &#8220;a revisão da população implica a atualização dos vários indicadores por habitante ou per capita, que utilizam a população residente no denominador, disponibilizados pelo INE no Portal das Estatísticas oficiais&#8221;, pelo que a maioria dessas revisões serão divulgadas nos próximos meses, adiantou.</p>
<p>A revisão do PIB e do PIB per capita que terá impacto nos valores apresentados por Portugal junto das instituições europeias, e que serviram por base a atribuição de fundos ou candidaturas a projetos, só poderá ser feita após a revisão das contas nacionais de 2021 a 2026, em março de 2027.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/gabinete-estatistico-da-ue-reve-pib-per-capita-portugues-perante-novos-dados-de-portugal/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783230]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Sérvulo participa em operação inédita no financiamento de PME avaliada em 100 milhões de euros</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/servulo-participa-em-operacao-inedita-no-financiamento-de-pme-avaliada-em-100-milhoes-de-euros/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/servulo-participa-em-operacao-inedita-no-financiamento-de-pme-avaliada-em-100-milhoes-de-euros/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 15:48:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Advisory]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[PME]]></category>
		<category><![CDATA[Sérvulo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=783215</guid>

					<description><![CDATA[A Sérvulo &#038; Associados é o assessor jurídico da Raize e da Flexdeal numa operação de emissões grupadas de obrigações de PME no valor total de 100 milhões de euros, numa iniciativa que marca a estreia deste tipo de estrutura com garantia pública em Portugal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Sérvulo &amp; Associados é o assessor jurídico da Raize e da Flexdeal numa operação de emissões grupadas de obrigações de PME no valor total de 100 milhões de euros, numa iniciativa que marca a estreia deste tipo de estrutura com garantia pública em Portugal.</p>
<p>O projeto envolve a estruturação, montagem e colocação de um conjunto de emissões de obrigações emitidas por pequenas e médias empresas, com garantia do Banco Português de Fomento, num modelo pensado para facilitar o acesso das empresas ao mercado de capitais e diversificar fontes de financiamento.</p>
<p>As emissões são agregadas e estruturadas pela Flexdeal e serão realizadas exclusivamente através da plataforma de financiamento colaborativo gerida pela Raizecrowd, cabendo à Raize IP a liquidação das operações de subscrição e de transmissão.</p>
<p>Do lado jurídico, a operação está a ser acompanhada pela Sérvulo &amp; Associados, com uma equipa liderada pelo sócio Paulo Câmara, e que integra ainda as associadas Patrícia Costa Gomes e Juliana Figueiredo Reis, do Departamento Financeiro &amp; Governance.</p>
<p>Em causa está a primeira operação de emissões grupadas com garantia pública em Portugal, um modelo que procura reforçar o financiamento das PME através do mercado de capitais. A garantia do Banco Português de Fomento pretende reduzir o risco da operação e melhorar as condições de acesso ao financiamento obrigacionista por parte das empresas, contribuindo para uma maior diversificação das suas fontes de capital.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/servulo-participa-em-operacao-inedita-no-financiamento-de-pme-avaliada-em-100-milhoes-de-euros/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783215]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Venezuela/Sismo: Número de portugueses e lusodescendentes mortos sobe para 56</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/venezuela-sismo-numero-de-portugueses-e-lusodescendentes-mortos-sobe-para-56/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/venezuela-sismo-numero-de-portugueses-e-lusodescendentes-mortos-sobe-para-56/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 15:48:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=783221</guid>

					<description><![CDATA[O número de portugueses e lusodescendentes mortos devido aos sismos de quarta-feira na Venezuela subiu para 56, segundo um novo balanço divulgado hoje pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE), havendo 91 portugueses ou lusodescendentes desaparecidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O número de portugueses e lusodescendentes mortos devido aos sismos de quarta-feira na Venezuela subiu para 56, segundo um novo balanço divulgado hoje pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE), havendo 91 portugueses ou lusodescendentes desaparecidos.</p>
<p>De acordo com o MNE, estão desaparecidos ou incontactáveis 91 portugueses ou lusodescendentes, dos quais 54 são homens e 37 são mulheres.</p>
<p>Segundo os dados mais recentes do MNE, entre os 56 mortos, 50 dos quais tinham também nacionalidade venezuelana, estão oito crianças e 48 adultos.</p>
<p>O anterior balanço, divulgado no domingo à tarde, dava conta de 53 portugueses e lusodescendentes entre as vítimas mortais do duplo sismo que atingiu a Venezuela.</p>
<p>Os sismos registados na Venezuela em 24 de junho causaram pelo menos 1.450 mortos e 3.150 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</p>
<p>Segundo a ONU, mais de 50 mil pessoas estão desaparecidas.</p>
<p>Vários países, incluindo Portugal e outros estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</p>
<p>A base de operações da missão portuguesa de resposta aos sismos está sediada em Catia la Mar, em La Guaira, uma zona de grande concentração de portugueses e lusodescendentes.</p>
<p>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo e foram seguidos por mais de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</p>
<p>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/venezuela-sismo-numero-de-portugueses-e-lusodescendentes-mortos-sobe-para-56/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783221]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Canais pró-guerra russos admitem cenário brutal: soldados sobrevivem “20 a 35 minutos” na frente</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/canais-pro-guerra-russos-admitem-cenario-brutal-soldados-sobrevivem-20-a-35-minutos-na-frente/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/canais-pro-guerra-russos-admitem-cenario-brutal-soldados-sobrevivem-20-a-35-minutos-na-frente/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 15:42:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=783213</guid>

					<description><![CDATA[Taxas de sobrevivência em combate terão caído de forma acentuada, com muitos soldados a serem feridos ou mortos ainda na retaguarda, antes de chegarem à linha da frente]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Canais militares russos pró-guerra no Telegram afirmam que soldados de assalto enviados para a linha da frente na Ucrânia estão a sobreviver, em média, apenas “20 a 35 minutos”, devido à intensidade dos ataques com drones e das operações de infantaria.</p>
<p>Segundo o ‘Kyiv Post’, que cita a &#8216;TVP World&#8217;, as mensagens circularam em canais russos conhecidos como “Z-channels”, foram amplificadas pelo canal ucraniano ASTRA e acabaram referidas pela revista ‘Foreign Policy’. Os relatos apontam para um desgaste crescente das forças russas, agravado pela guerra de drones e por táticas de assalto consideradas altamente dispendiosas em vidas humanas.</p>
<p>“A esperança média de vida de um soldado de assalto russo na linha da frente é de 20 a 35 minutos”, lê-se numa das publicações amplamente partilhadas. A mesma mensagem acrescenta que o período entre o campo de treino e o envio para combate varia agora entre “10 dias e três semanas”.</p>
<p>Outro canal pró-guerra, “Notas de um Veterano”, escreveu que a situação é tal que, no outono, “haverá paz ou mobilização”, aconselhando homens em idade de recrutamento a prepararem uma mochila de emergência.</p>
<p>Também o canal “Casa entre os Loureiros” alegou que avisos de mobilização em massa estarão a ser distribuídos em várias zonas da Rússia, interpretando esse movimento como sinal de que “as instruções relevantes foram emitidas”.</p>
<p>As mensagens descrevem uma guerra profundamente transformada pelos drones. Segundo um dos autores citados, as taxas de sobrevivência em combate terão caído de forma acentuada, com muitos soldados a serem feridos ou mortos ainda na retaguarda, antes de chegarem à linha da frente.</p>
<p>Os números foram referidos pelo historiador Peter Frankopan numa coluna publicada na ‘Foreign Policy’, na qual ligou as elevadas perdas russas ao impacto dos drones no campo de batalha. Segundo Frankopan, estes dispositivos tornaram-se “as principais máquinas de matar” nesta guerra e estão a redefinir o futuro do combate.</p>
<p>O historiador citou estimativas de serviços de informação ocidentais que apontam para mais de 30 mil baixas russas por mês. No total, as perdas de Moscovo desde o início da invasão em larga escala, em 2022, poderão ultrapassar um milhão de militares mortos ou feridos.</p>
<p>Frankopan referiu ainda relatos sobre incentivos financeiros significativos usados para atrair novos recrutas, incluindo prémios elevados de assinatura e perdão de dívidas, numa altura em que Moscovo tenta compensar as perdas sofridas no terreno.</p>
<p>O Instituto para o Estudo da Guerra considera, no entanto, que uma nova mobilização não deverá alterar de forma significativa a dinâmica no campo de batalha se a Rússia não encontrar formas eficazes de contrariar os ataques de drones ucranianos, incluindo em zonas profundas da retaguarda.</p>
<p>Segundo a análise citada, muitos dos soldados recém-mobilizados poderão “simplesmente nunca chegar à linha da frente”, caso a Ucrânia mantenha a capacidade de atingir concentrações de tropas, rotas logísticas e zonas de preparação antes de estas alcançarem as áreas de combate.</p>
<p>Os relatos surgem num momento em que Moscovo enfrenta dificuldades para equilibrar a necessidade de manter a pressão militar sobre a Ucrânia com o desgaste das suas próprias forças. Apesar de o Kremlin continuar a evitar divulgar números oficiais de baixas, as estimativas ocidentais e os relatos em canais russos apontam para uma guerra cada vez mais cara em vidas humanas.</p>
<p>A eventual necessidade de nova mobilização é politicamente sensível para Vladimir Putin. A mobilização parcial anunciada em 2022 provocou tensões internas, levou muitos russos a abandonar o país e expôs os custos humanos da invasão. Agora, a combinação entre drones, perdas elevadas e dificuldades de recrutamento volta a colocar essa possibilidade no centro do debate.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/canais-pro-guerra-russos-admitem-cenario-brutal-soldados-sobrevivem-20-a-35-minutos-na-frente/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783213]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Quanto tempo é possível sobreviver debaixo dos escombros? Venezuela entra nas horas mais críticas após os sismos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/quanto-tempo-e-possivel-sobreviver-debaixo-dos-escombros-venezuela-entra-nas-horas-mais-criticas-apos-os-sismos/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/quanto-tempo-e-possivel-sobreviver-debaixo-dos-escombros-venezuela-entra-nas-horas-mais-criticas-apos-os-sismos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 15:32:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[sismos]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=783203</guid>

					<description><![CDATA[Dois abalos, de magnitude 7,2 e 7,5 na escala de Richter, atingiram a Venezuela na última quarta-feira e provocaram consequências devastadoras]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Venezuela enfrenta horas decisivas nas operações de busca e salvamento, quase cinco dias depois dos sismos que atingiram o norte do país e deixaram milhares de vítimas. À medida que o tempo passa, diminuem as probabilidades de encontrar sobreviventes entre os escombros, embora os especialistas recordem que há casos excecionais de pessoas resgatadas com vida vários dias depois de grandes terramotos.</p>
<p>Segundo o ‘20 Minutos’, os dois abalos, de magnitude 7,2 e 7,5 na escala de Richter, atingiram a Venezuela na última quarta-feira e provocaram consequências devastadoras. O balanço oficial mais recente aponta para 1.450 mortos e 3.150 feridos, números que poderão continuar a subir nos próximos dias.</p>
<p>As autoridades venezuelanas indicam ainda que 774 edifícios ficaram danificados ou colapsaram. As equipas de emergência já conseguiram retirar centenas de pessoas com vida, mas muitas outras continuam desaparecidas, enquanto os socorristas trabalham contra o relógio para tentar localizar quem permanece preso.</p>
<p>Não existe um prazo exato para determinar quanto tempo uma pessoa pode sobreviver debaixo dos escombros. A sobrevivência depende de vários fatores, como a existência de ferimentos, a possibilidade de respirar, a presença de bolsas de ar, o acesso a água ou comida, a temperatura, a humidade, a poeira e o tipo de colapso da estrutura.</p>
<p>Ainda assim, as primeiras horas são consideradas decisivas. O ‘20 Minutos’ cita um artigo da Sociedade de Medicina de Desastres e Saúde Pública, elaborado a partir da resposta ao sismo do Haiti de 2010, que refere a chamada “regra dos quatro”: uma pessoa poderá sobreviver quatro minutos sem ar, quatro dias sem água e quatro semanas sem comida.</p>
<p>Os próprios especialistas alertam, no entanto, que esta regra não deve ser aplicada de forma rígida. A utilização de prazos universais para encerrar operações de busca pode ser “seriamente imprecisa”, uma vez que a probabilidade de sobrevivência varia de acordo com o tipo de desabamento, as condições ambientais e a localização das vítimas.</p>
<p>A experiência de catástrofes anteriores mostra que a maioria dos resgates de sobreviventes ocorre nos primeiros cinco ou seis dias. Mas há exceções documentadas. Após o sismo da Arménia, em 1988, foi relatado um resgate entre 13 e 19 dias depois da tragédia. Na Cidade do México, em 1985, houve sobreviventes retirados ao fim de oito dias; nas Filipinas, em 1990, ao fim de 14 dias; em Mármara, na Turquia, em 1999, ao fim de cinco dias; e em Wenchuan, na China, em 2008, ao fim de seis dias.</p>
<p>Há ainda casos em condições muito particulares que ultrapassam estes prazos. Uma mulher de 40 anos foi resgatada com vida depois de ter ficado presa durante dois meses na cozinha, na sequência do sismo de Caxemira, em 2005.</p>
<p>Na Venezuela, os relatos de sobrevivência continuam a alimentar alguma esperança. Entre os casos mais marcantes está o de Moisés, um menino de 11 anos resgatado em La Guaira, depois de a irmã ter ajudado as equipas a localizá-lo. Também um pai e o filho foram retirados com vida quatro dias depois dos abalos.</p>
<p>Apesar destes sinais, o país entra agora numa fase particularmente crítica. Quase cinco dias depois dos sismos, cada hora adicional reduz de forma significativa as hipóteses de encontrar pessoas vivas entre os destroços.</p>
<p>As equipas de emergência continuam a atuar nas zonas mais afetadas, incluindo La Guaira, onde socorristas internacionais, cães de busca e unidades especializadas procuram sobreviventes entre edifícios colapsados. O desafio é agravado pela dimensão da destruição, pelo número de desaparecidos e pelas dificuldades no acesso a algumas áreas afetadas.</p>
<p>A prioridade das próximas horas será manter as buscas nos locais onde ainda existam sinais de vida ou possibilidade de sobrevivência. Mesmo com probabilidades cada vez menores, os especialistas sublinham que o fim da chamada janela crítica não significa, por si só, que todos os resgates com vida sejam impossíveis.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/quanto-tempo-e-possivel-sobreviver-debaixo-dos-escombros-venezuela-entra-nas-horas-mais-criticas-apos-os-sismos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783203]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Agentes de IA no trabalho trazem ganhos de produtividade, mas levantam novos riscos de cibersegurança, alerta Microsoft</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/agentes-de-ia-no-trabalho-trazem-ganhos-de-produtividade-mas-levantam-novos-riscos-de-ciberseguranca-alerta-microsoft/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/agentes-de-ia-no-trabalho-trazem-ganhos-de-produtividade-mas-levantam-novos-riscos-de-ciberseguranca-alerta-microsoft/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 15:31:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[ia]]></category>
		<category><![CDATA[Microsoft]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=783206</guid>

					<description><![CDATA[A Inteligência Artificial está a ganhar um papel central no ambiente de trabalho, com impacto direto na produtividade, na eficiência e na forma como as organizações operam.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Inteligência Artificial está a ganhar um papel central no ambiente de trabalho, com impacto direto na produtividade, na eficiência e na forma como as organizações operam. Mas à medida que os chamados agentes de IA se tornam mais comuns, cresce também a preocupação com a cibersegurança — já que as mesmas ferramentas que ajudam a reforçar defesas digitais podem, em determinados contextos, abrir novas portas a ataques.</p>
<p>Segundo dados da International Data Corporation (IDC), poderão existir cerca de 1,3 milhões de agentes de IA em circulação até 2028. Estes sistemas vão muito além do software tradicional: são mais autónomos, adaptam-se em tempo real, interagem em linguagem natural, analisam grandes volumes de dados e executam ações sem intervenção humana direta. Essa autonomia, que está na base da sua utilidade, é também o principal fator de risco.</p>
<p>Num alerta sobre este novo cenário, a Microsoft sublinha que as organizações precisam de ajustar a forma como encaram a segurança digital. Um dos problemas identificados passa pelo chamado “Confused Deputy”, em que agentes legítimos podem ser manipulados para executar ações indevidas quando têm permissões demasiado amplas. Soma-se ainda o risco dos chamados “agentes-sombra”, soluções não aprovadas ou não monitorizadas que escapam aos controlos formais das empresas.</p>
<p>Para responder a estes desafios, a empresa defende a aplicação dos princípios de Zero Trust aos agentes de IA. Na prática, isto significa não confiar automaticamente em nenhum agente, limitar o acesso ao estritamente necessário e garantir monitorização contínua de todas as ações. Sempre que não seja possível assegurar esse nível de controlo, a recomendação é simples: o agente não deve operar no sistema.</p>
<p>Outro eixo passa pelo conceito de alinhamento. Ou seja, garantir que cada agente executa apenas as funções para as quais foi criado, com modelos e instruções desenhados para resistir a manipulações e com mecanismos de proteção integrados. Aqui, a identidade dos agentes e a responsabilidade clara dentro das organizações tornam-se elementos centrais.</p>
<p>A Microsoft sublinha ainda que a tecnologia, por si só, não resolve o problema. A maturidade das organizações depende também da cultura interna: da capacidade de promover uma utilização responsável da IA, envolver diferentes equipas na discussão de riscos e investir na formação contínua dos colaboradores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/agentes-de-ia-no-trabalho-trazem-ganhos-de-produtividade-mas-levantam-novos-riscos-de-ciberseguranca-alerta-microsoft/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783206]]></sapo:autor>
	</item>
	</channel>
</rss>
