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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Até já há trânsito: o estranho boom automóvel da Coreia do Norte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 18:30:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Durante décadas, as imagens de Pyongyang mostraram avenidas largas, edifícios monumentais e uma ausência quase inquietante de trânsito... a realidade atual é outra]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante décadas, as imagens de Pyongyang mostraram avenidas largas, edifícios monumentais e uma ausência quase inquietante de trânsito. Agora, essa imagem começa a mudar. A Coreia do Norte, um dos países mais fechados do mundo, está a assistir a um aumento visível de carros privados nas ruas da capital, ao ponto de visitantes recentes relatarem engarrafamentos e falta de estacionamento. A notícia foi destacada pela &#8216;Supercar Blondie&#8217;, a partir de uma investigação da &#8216;Reuters&#8217; sobre a transformação automóvel em Pyongyang.</p>
<p>O fenómeno é estranho precisamente porque contraria uma das imagens mais conhecidas do país: estradas quase vazias, trânsito limitado e automóveis associados sobretudo ao Estado, ao Exército ou às elites. Segundo a &#8216;Supercar Blondie&#8217;, a Coreia do Norte chegou a ser descrita como o país com a mais baixa taxa de propriedade automóvel do mundo, com estimativas antigas a apontarem para apenas cerca de 30 mil carros, o equivalente a um por cada 800 habitantes.</p>
<p>A mudança tem uma explicação legal e económica. Nos últimos dois anos, alterações à legislação norte-coreana formalizaram a propriedade privada de automóveis, permitindo que condutores licenciados comprem um veículo por agregado familiar através de concessionários certificados pelo Estado. A &#8216;Reuters&#8217; sublinha, no entanto, que ter carro continua a ser sobretudo um privilégio das elites e da classe empresarial conhecida como donju.</p>
<p>O sinal mais visível desta nova realidade está nas matrículas. Em Pyongyang, as chapas azuis ou pretas estavam tradicionalmente associadas a veículos do Estado ou das forças militares. Agora, as matrículas amarelas, usadas em carros privados, tornaram-se cada vez mais comuns, segundo visitantes citados pela &#8216;Reuters&#8217;. O fotógrafo singapurense Aram Pan, que visitou Pyongyang em outubro pela 20ª vez, disse ter ficado surpreendido ao encontrar-se preso no trânsito e afirmou ter visto mais de uma centena de carros com matrícula amarela.</p>
<p>Para quem olha de fora, a imagem é quase banal: carros parados, ruas cheias, dificuldade em encontrar lugar. Mas na Coreia do Norte tem outro peso. Um empresário estrangeiro que visita regularmente o país disse à &#8216;Reuters&#8217; que estacionar no centro de Pyongyang se tornou difícil e que alguns lugares já são geridos informalmente por pessoas que cobram pelo estacionamento. Num país habituado a controlar quase todos os aspetos da vida pública, até a falta de lugares para estacionar ganha leitura política e económica.</p>
<p>A origem dos carros também conta parte da história. Muitas das viaturas vistas nas ruas de Pyongyang são de marcas chinesas, como Changan, Chery e Geely, mas há também registos de modelos BMW e Audi. As duas marcas alemãs disseram à &#8216;Reuters&#8217; que não têm atividade comercial na Coreia do Norte e que desconheciam a presença dos seus veículos no país, recordando ainda que os seus importadores e concessionários têm obrigações contratuais de cumprimento das sanções.</p>
<p>O crescimento do parque automóvel norte-coreano acontece apesar das sanções das Nações Unidas, que desde 2017 proíbem o fornecimento de veículos ao país devido aos programas nuclear e de mísseis. Oficialmente, as exportações de carros da China para a Coreia do Norte são residuais. Mas a &#8216;Reuters&#8217; refere que continuam a entrar veículos por canais informais ao longo da fronteira de cerca de 1.400 quilómetros entre os dois países.</p>
<p>Mesmo quando os carros não aparecem nas estatísticas oficiais, os sinais indiretos multiplicam-se. As exportações chinesas de pneus novos para automóveis de passageiros para a Coreia do Norte atingiram quase 193 mil unidades em 2025, mais 88% do que a média anterior à pandemia. Também aumentaram fortemente os envios de espelhos retrovisores, lubrificantes e massas. A &#8216;Supercar Blondie&#8217; destaca esses dados como parte do retrato de uma procura automóvel que está a crescer para lá do que é oficialmente assumido.</p>
<p>Há ainda outro detalhe simbólico: começam a surgir postos de carregamento para táxis elétricos em Pyongyang, embora a infraestrutura continue limitada. Não se trata de uma revolução automóvel comparável à de outros países, nem de uma abertura generalizada ao consumo privado. Mas é uma mudança suficiente para alterar a paisagem urbana da capital e para mostrar como o regime tenta enquadrar novas formas de consumo dentro de estruturas controladas pelo Estado.</p>
<p>Peter Ward, investigador do Sejong Institute, explicou à &#8216;Reuters&#8217; que a política automóvel norte-coreana pode ser lida como parte de uma tentativa mais ampla de trazer a atividade privada para dentro de canais supervisionados pelo Estado: carros vendidos por concessionários estatais, mantidos por serviços estatais e abastecidos em postos estatais. Ou seja, o regime permite algum consumo, mas tenta manter o controlo sobre a forma como esse consumo acontece.</p>
<p>O resultado é uma mudança discreta, mas visualmente poderosa. Pyongyang não se transformou numa metrópole automóvel aberta ao mundo. Mas a cidade que durante anos parecia quase sem trânsito começa agora a lidar com problemas reconhecíveis em qualquer capital moderna: ruas mais cheias, estacionamento difícil, carros importados, serviços associados e sinais de desigualdade entre quem pode comprar um automóvel e quem continua fora desse novo mercado.</p>
<p>O que mudou, portanto, não foi apenas o número de carros. Mudou a forma como o automóvel aparece no quotidiano norte-coreano: menos como símbolo exclusivo do Estado e mais como sinal de estatuto, consumo e privilégio privado controlado. Num país onde quase tudo é lido como mensagem política, até uma matrícula amarela pode contar uma história.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768858]]></sapo:autor>
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		<title>Roland Garros: Campeã Coco Gauff eliminada na terceira ronda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 18:12:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A tenista norte-americana Coco Gauff, campeã em título, foi hoje eliminada na terceira ronda de Roland Garros, ao perder com a austríaca Anastasia Potapova no segundo Grand Slam da temporada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A tenista norte-americana Coco Gauff, campeã em título, foi hoje eliminada na terceira ronda de Roland Garros, ao perder com a austríaca Anastasia Potapova no segundo Grand Slam da temporada.</P><br />
<P>Gauff, quarta do mundo, perdeu com Potapova, 30.ª, por 4-6, 7-6 (7-1) e 6-4, em duas horas e 37 minutos, com a austríaca a apurar-se para os oitavos de final em Paris pela segunda vez.</P><br />
<P>Potapova, que nunca ultrapassou os oitavos de final em &#8216;majors&#8217;, vai defrontar a russa Anna Kalinskaya, 24.ª, que superou a colombiana Camila Osorio, 86.ª, por 6-3, 0-6 e 6-2.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770167]]></sapo:autor>
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		<title>‘Super El Niño’ pode causar um apagão da internet? O risco real por trás do alerta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 18:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[centro de dados]]></category>
		<category><![CDATA[El Niño]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
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					<description><![CDATA[El Niño é um padrão climático associado ao aquecimento das águas superficiais no centro e no leste do Oceano Pacífico]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ideia de um ‘apagão total’ da internet provocado por um ‘Super El Niño’ parece saída de um cenário extremo. Mas a preocupação não está apenas no dramatismo da expressão. O risco, explica a &#8216;Unilad Tech&#8217;, passa menos por a internet desaparecer de repente e mais pela pressão que fenómenos climáticos extremos podem colocar sobre a infraestrutura física que mantém o mundo digital ligado.</p>
<p>O El Niño é um padrão climático associado ao aquecimento das águas superficiais no centro e no leste do Oceano Pacífico. Quando essas temperaturas sobem pelo menos 0,5 ºC acima da média histórica, podem desencadear alterações nos ventos e na precipitação em várias regiões do mundo. O resultado pode ser uma combinação desigual de cheias, secas, calor extremo e pressão acrescida sobre sistemas alimentares, abastecimento de água, saúde pública e infraestruturas.</p>
<p>No caso de um ‘Super El Niño’, esses efeitos podem tornar-se mais intensos.A agência americana NOAA alertou para uma probabilidade de 80% de desenvolvimento de um fenómeno deste tipo em julho. Adam Scaife, responsável pelas previsões de longo prazo do Met Office britânico, afirmou que há &#8220;definitivamente algo a caminho&#8221; e que os especialistas estão &#8220;muito confiantes&#8221; de que poderá ser um evento de grande dimensão.</p>
<p>O impacto não se limita aos países do Pacífico. Mesmo regiões mais distantes, como o Reino Unido, podem sentir consequências mais tarde, com verões mais quentes ou invernos mais frios. Se o fenómeno coincidir com o aquecimento global provocado pela atividade humana, o efeito combinado poderá empurrar as temperaturas para níveis ainda mais extremos e até contribuir para novos recordes de calor em 2027.</p>
<p>É aqui que entra a internet. A expressão ‘apagão total’ é exagerada, mas a infraestrutura digital não vive no vazio. Centros de dados, servidores, sistemas de cloud, plataformas de inteligência artificial, serviços financeiros e redes empresariais dependem de edifícios físicos cheios de chips, máquinas e sistemas de arrefecimento. E esses sistemas precisam de duas coisas que uma vaga prolongada de calor pode tornar mais frágeis: eletricidade e água.</p>
<p>Quando as temperaturas exteriores permanecem muito elevadas durante semanas, os sistemas de arrefecimento dos centros de dados são obrigados a trabalhar mais para impedir o sobreaquecimento dos equipamentos. Se esse esforço se prolongar, aumenta o risco de falhas. Além disso, muitos centros de dados usam arrefecimento evaporativo, um processo que pode consumir grandes quantidades de água por dia. Em períodos de seca ou restrições hídricas, essa solução pode tornar-se mais difícil de manter.</p>
<p>A alternativa, em muitos casos, passa por recorrer mais a sistemas de arrefecimento elétrico, colocando pressão adicional sobre redes energéticas já sobrecarregadas pelo calor. A &#8216;Unilad Tech&#8217; recorda ainda projeções do Departamento de Energia dos EUA segundo as quais os centros de dados poderão vir a consumir até 12% da eletricidade americana nos próximos anos, sobretudo devido ao crescimento da inteligência artificial.</p>
<p>Num cenário de falhas na rede elétrica, os centros de dados podem recorrer a geradores de emergência a gasóleo. Mas mesmo esse plano de contingência tem limites: calor extremo, sobrecarga e falhas técnicas podem comprometer a continuidade do serviço. O mais provável não seria um apagão mundial da internet, mas interrupções localizadas, falhas em serviços digitais, atrasos, perda de redundância e maior vulnerabilidade em regiões onde energia, água e infraestrutura estejam sob stress.</p>
<p>O alerta também tem um lado mais humano. A internet tornou-se invisível de tão presente: está nos pagamentos, no trabalho remoto, nas marcações médicas, nas escolas, nos transportes, nos bancos e nas comunicações familiares. Uma falha prolongada em centros de dados ou redes críticas não seria apenas um problema técnico para engenheiros. Seria uma perturbação direta na vida quotidiana de milhões de pessoas.</p>
<p>Relatórios citados no texto apontam para um risco crescente. O &#8216;XDI Global Data Centre Risk Report&#8217;, que analisou quase 9.000 centros de dados operacionais e planeados em todo o mundo, alerta que polos digitais críticos nos EUA, Alemanha, Japão, China e Reino Unido enfrentam riscos acrescidos de danos físicos e falhas operacionais devido a eventos climáticos extremos. O mesmo relatório estima que os custos de seguros dos centros de dados poderão triplicar ou quadruplicar se não forem tomadas medidas de adaptação.</p>
<p>A conclusão é menos apocalíptica do que a expressão ‘apagão total’ sugere, mas não é tranquilizadora. Um ‘Super El Niño’ dificilmente desligaria a internet global de uma só vez. Mas pode expor uma fragilidade cada vez mais evidente: a vida digital depende de infraestruturas físicas, água, energia e sistemas de arrefecimento. E todos esses elementos estão mais vulneráveis num mundo mais quente.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768806]]></sapo:autor>
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		<title>FC Porto com cinco jogadores no &#8216;onze&#8217; ideal da I Liga, Sporting com quatro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 17:55:11 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O campeão FC Porto conta com cinco futebolistas no melhor 'onze' da época da I Liga de futebol, numa escolha que reservou quatro lugares para o 'vice' Sporting, sem que o Benfica tenha qualquer jogador entre os escolhidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O campeão FC Porto conta com cinco futebolistas no melhor &#8216;onze&#8217; da época da I Liga de futebol, numa escolha que reservou quatro lugares para o &#8216;vice&#8217; Sporting, sem que o Benfica tenha qualquer jogador entre os escolhidos.</P><br />
<P>No &#8216;onze&#8217; ideal, hoje divulgado pela Liga e escolhido pelos principais treinadores e capitães da I Liga, entram, da parte do campeão nacional, o guarda-redes Diogo Costa, os centrais Kiwior e Bednarek, o lateral Alberto Costa e o médio Froholdt.</P><br />
<P>O último elemento a ser indicado foi já hoje o avançado e melhor marcador da I Liga, o colombiano Luís Suárez (28 golos), que se junta ao defesa Maxi Araújo, ao médio Morten Hjulmand e ao avançado Francisco Trincão no quarteto &#8216;leonino&#8217;.</P><br />
<P>De fora das escolhas ficou o Benfica, terceiro classificado na I Liga, que não mereceu a indicação de qualquer um dos seus jogadores, ao contrário do Sporting de Braga, quarto, que viu serem escolhidos Zalazar, já contratado pelos &#8216;leões&#8217;, e Ricardo Horta.</P><br />
<P>Na II Liga, os promovidos Marítimo e Académico Viseu contam com um total de oito jogadores na equipa do ano, com Samu, Madsen, Romain Correia e Martín Tejón pelos insulares, e Anthony Correia, Kahraman e Messeguem e André Clóvis nos viseenses.</P><br />
<P>Os técnicos e capitães completaram ainda o a melhor equipa da competição secundária com Javi Vázquez (Torreense), Mörschel (Vizela) e Juan Muñoz (União de Leiria).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770166]]></sapo:autor>
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		<title>Cascais volta a conquistar Taça de râguebi 33 anos depois</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 17:54:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Cascais voltou hoje a conquistar a Taça de Portugal de râguebi, 33 anos depois, ao vencer o Belenenses, por 25-20, na final disputada no Complexo Desportivo do Jamor, em Oeiras.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Cascais voltou hoje a conquistar a Taça de Portugal de râguebi, 33 anos depois, ao vencer o Belenenses, por 25-20, na final disputada no Complexo Desportivo do Jamor, em Oeiras.</P><br />
<P>Os cascalenses somaram o quinto troféu da sua história, mas já não venciam a Taça de Portugal desde 1992/93, embora tenham, desde então, perdido seis finais, a última das quais na última época, frente ao CDUL.</P><br />
<P>As penalidades acabaram por ser decisivas na decisão do encontro, com o Cascais a fazer apenas um ensaio, contra três do Belenenses, mas acabou por conseguir 18 pontos graças a pontapés aos postes.</P><br />
<P>A equipa cascalense, segunda do campeonato, esteve sempre em vantagem, sendo que o Belenenses teve uma grande oportunidade para passar para a frente do marcador, aos 6-5, mas não conseguir fazer a conversão do primeiro ensaio, algo que voltaria a acontecer no segundo.</P><br />
<P>Com cinco troféus, o Cascais fica a apenas um de igualar no historial da Taça de Portugal o Belenenses, que não vence a prova desde 2021/22, com o Agronomia a ser o clube mais titulado, com 11 cetros.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770165]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Vilaça encontrou o &#8220;caminho certo&#8221; para vencer no Mundial de triatlo e já repetiu</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/vilaca-encontrou-o-caminho-certo-para-vencer-no-mundial-de-triatlo-e-ja-repetiu/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 17:54:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O triatleta português Vasco Vilaça conquistou hoje a sua segunda vitória em etapas do Mundial de triatlo, na cidade italiana de Alghero, repetindo o êxito na etapa uzbeque, assumindo a liderança da competição.</P><br />
<P>Após três provas das nove provas &#8211; a primeira, nos Emirados Árabes Unidos foi adiada devido ao conflito no Médio Oriente -, Vilaça, quinto em Paris2024, lidera o Mundial com 2.000 pontos, com mais 150 do que o brasileiro Miguel Hidalgo, hoje segundo classificado, na etapa da Sardenha.</P><br />
<P>&#8220;É o melhor ano de sempre para mim. Além de estar muito feliz, é uma confiança enorme para esta qualificação olímpica e para o Campeonato do Mundo. Estamos no primeiro terço, são quatro as provas em que preciso de pontuar para a finalíssima e, neste momento, já tenho dois primeiros lugares. Estou numa boa posição, muito confiante&#8221;, vincou.</P><br />
<P>Vilaça tinha chegado pela primeira vez à vitória em Samarcanda, há cerca de um mês, após uma dezena de pódios em etapas do Mundial, que já concluiu no segundo lugar, em 2021, numa edição reduzida a uma prova devido à pandemia de covid-19, e em terceiro, no ano passado.</P><br />
<P>Em declarações à Lusa, o triatleta do Benfica assumiu que os dois triunfos noutras tantas provas em que participou &#8211; que lhe garantem a liderança do Mundial e da qualificação olímpica, que hoje começou &#8211; são o melhor pecúlio que poderia ter, numa alegria reforçada pelo facto de os amigos e irmãos Ricardo Batista e João Nuno Batista terem igualmente brilhado em Alghero, na Sardenha.</P><br />
<P>&#8220;Mais do que isso, também estou muito feliz por toda a equipa de Portugal. Hoje, pela primeira vez na história, tivemos dois triatletas num pódio de uma etapa do Mundial&#8221;, congratulou-se o atleta natural da Amadora, depois do terceiro lugar de Ricardo Batista, o seu primeiro pódio em etapas da competição.</P><br />
<P>Após o êxito em Samarcanda, Vilaça fugiu hoje no último quilómetro do segmento de corrida para se impor em 1:45.16 horas, superando o brasileiro Miguel Hidalgo, segundo, por 19 segundos, e Ricardo Batista, sexto em Paris2024, por 29 segundos &#8211; João Nuno Batista foi sétimo, a 37 segundos. </P><br />
<P>&#8220;Foi incrível, foi incrível [subir ao pódio com o amigo Ricardo]. Lembro-me muito bem quando o segundo qualificado chegou à meta, estava a cumprimentá-lo e, depois, de repente, só vejo o Ricardo a passar em terceiro e ponho as mãos na cabeça. É surreal! Estou tão, tão contente por ele. Além disso, também tinha cá a família para celebrar com ele. Foi incrível. É um momento histórico, que mostra não só o nível da nossa seleção, mas igualmente a forma como conseguimos trabalhar em conjunto e ser um país que, neste momento, é o mais forte do mundo no triatlo&#8221;, destacou.</P><br />
<P>Vilaça não tem &#8220;segredos&#8221; para explicar o seu início de época avassalador: &#8220;São simplesmente muitos anos de treino e de experiência competitiva que, finalmente, depois de 10 ou 11 medalhas em etapas do Campeonato do Mundo, começam a encontrar o caminho para a vitória. Não é um segredo, mas trabalho durante muitos anos e que finalmente dá resultado&#8221;.</P><br />
<P>Agora que os portugueses se mostraram ao mundo na sua melhor forma, entende que é &#8220;uma honra&#8221; a pressão de lidar com estes resultados, considerando que a seleção, que persegue o apuramento de três elementos para os Jogos Olímpicos Los Angeles2028, está &#8220;no caminho certo&#8221; para esse objetivo.</P><br />
<P>&#8220;Estamos com a equipa mais forte de sempre e a posicionar o país, não só nós, mas a nação nesta qualificação olímpica&#8221;, congratulou-se, agradecendo por &#8220;todo o incrível apoio&#8221; que tem recebido, sobretudo nas provas.</P><br />
<P>Agora, vai voltar a Girona, em Espanha, onde trabalha com o seu grupo de treino, preparando-se para a quarta etapa, a ser disputada em Quiberon, em França, entre 20 e 21 de junho.</P><br />
<P>Na classificação do Mundial, Ricardo Batista, de 25 anos, subiu ao quarto lugar, com 1.435, enquanto João Nuno Batista, de 20, ascendeu a 14.º, com 854.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770164]]></sapo:autor>
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		<title>A investigação que parecia ficção está agora sob suspeita: 90 artigos &#8216;estranhos&#8217; abalam um império da ciência portuguesa</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/a-investigacao-que-parecia-ficcao-esta-agora-sob-suspeita-90-artigos-estranhos-abalam-um-imperio-da-ciencia-portuguesa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 17:30:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Rui Luís Reis]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade do Minho]]></category>
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					<description><![CDATA[O site For Better Science aponta mais de 90 artigos associados a uma das maiores figuras da ciência portuguesa que foram comentados no PubPeer por alegadas semelhanças, repetições ou sobreposições em imagens científicas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante anos, a promessa parecia saída de um futuro quase cinematográfico: regenerar tecidos, criar biomateriais, explorar células estaminais, desenvolver soluções para doenças complexas e aproximar a medicina de uma era em que partes danificadas do corpo poderiam ser reconstruídas em laboratório.</p>
<p>Agora, essa história está sob escrutínio. O site &#8216;<a href="https://forbetterscience.com/2026/05/19/the-kingdom-of-rui-reis/" target="_blank" rel="noopener">For Better Science</a>&#8216; publicou um longo artigo sobre Rui Luís Reis, professor da Universidade do Minho e uma das figuras mais conhecidas da medicina regenerativa em Portugal, apontando mais de 90 artigos associados ao investigador que terão sido comentados na plataforma PubPeer por alegadas semelhanças, repetições ou sobreposições em imagens científicas.</p>
<p>A plataforma PubPeer é usada por investigadores e especialistas para escrutinar artigos científicos já publicados, funcionando como uma espécie de fórum público onde podem ser assinaladas dúvidas sobre imagens, gráficos, dados ou metodologias. Os comentários aí publicados não equivalem, por si só, a uma conclusão formal de fraude ou má conduta científica, mas podem levar revistas, autores ou instituições a rever trabalhos, publicar correções ou, em casos mais graves, retratar artigos.</p>
<p>No texto assinado por Carabus maleki e publicado no site de Leonid Schneider, Rui Reis é apresentado como uma figura central da ciência portuguesa na área dos biomateriais, da engenharia de tecidos, da medicina regenerativa e das células estaminais. O artigo descreve aquilo a que chama “The Kingdom of Rui Reis”, uma referência ao ecossistema académico construído em torno do i3Bs, o Instituto de Investigação em Biomateriais, Biodegradáveis e Biomiméticos, em Guimarães.</p>
<p>A dimensão do currículo ajuda a explicar o impacto da história. De acordo com o &#8216;For Better Science&#8217;, Rui Reis tem quase 2.000 publicações indexadas na Scopus, mais de 95 mil citações e um índice h de 168, números raros no panorama científico português. O site recorda ainda prémios europeus na área dos biomateriais e financiamento nacional e internacional, incluindo uma bolsa ERC Advanced Grant de 2,35 milhões de euros atribuída em 2012 e cerca de um milhão de euros em 2024 para um projeto ligado ao desenvolvimento de uma retina sintética.</p>
<p>É precisamente o contraste entre estatuto, produtividade científica e dúvidas agora reunidas pelo &#8216;For Better Science&#8217; que torna o caso sensível. O site aponta uma longa lista de artigos associados a Rui Reis e a investigadores próximos do i3Bs que foram comentados no PubPeer por alegadas irregularidades em imagens científicas. Em vários exemplos citados, os comentários referem painéis considerados demasiado semelhantes entre si, possíveis repetições, rotações, espelhamentos ou sobreposições em figuras que, segundo os autores dos comentários, deveriam representar experiências, condições ou amostras diferentes.</p>
<p>O artigo não se limita, porém, a Rui Reis. Constrói uma narrativa mais ampla sobre uma rede de investigadores ligados ao i3Bs, antigos alunos, colaboradores e académicos que seguiram depois para outras instituições. Entre os nomes mencionados estão Joaquim Miguel Oliveira, Alexandra P. Marques, Rogério Pirraco, Tiago H. Silva, Subhas Chandra Kundu, Nuno Neves, António Salgado, João F. Mano, Manuela Gomes, Ana Leite Oliveira e Ana Rita Duarte.</p>
<p>Segundo o &#8216;For Better Science&#8217;, vários destes investigadores surgem associados a artigos também comentados no PubPeer por alegadas semelhanças ou duplicações em imagens científicas. As áreas abrangidas vão da engenharia de tecidos aos biomateriais, passando por hidrogéis, modelos tumorais, cartilagem, pele artificial, seda, colagénio marinho e células estaminais.</p>
<p>Um dos casos mais relevantes referidos pelo site envolve um artigo de 2018 sobre pele artificial para tratamento de queimaduras, coassinado por Rui Reis e Subhas Chandra Kundu. O trabalho foi alvo de correção em 2025 e acabou retratado em 2026. A retratação citada pelo &#8216;For Better Science&#8217; refere duplicações parciais de imagens em várias figuras e indica que os problemas afetavam a precisão do trabalho, embora os autores tenham defendido que as conclusões não eram alteradas.</p>
<p>A peça também sublinha que nem todos os artigos mencionados foram retratados. Em alguns casos, os autores ou as revistas responderam às críticas, atribuindo os problemas a erros de montagem de figuras, rotulagem ou preparação final das imagens, sustentando que esses erros não afetavam as conclusões científicas. Noutros casos, segundo o site, as dúvidas permanecem sem desfecho público claro.</p>
<p>A história ganha uma dimensão adicional por causa do contexto académico português. O &#8216;For Better Science&#8217; sugere que muitos investigadores ligados a centros como o i3Bs trabalham em condições dependentes de financiamento externo, avaliações, bolsas, contratos e projetos competitivos, enquanto figuras mais seniores ocupam posições universitárias mais estáveis. A partir daí, o artigo levanta uma pergunta estrutural: até que ponto a pressão para publicar, captar financiamento e acumular citações pode criar incentivos problemáticos dentro da academia?</p>
<p>Há ainda uma dimensão institucional delicada. O i3Bs está ligado à Universidade do Minho, e o site questiona a capacidade de supervisão interna quando algumas das figuras chamadas a liderar ou acompanhar a política científica da instituição tiveram ligações académicas ao mesmo ecossistema. O &#8216;For Better Science&#8217; refere também que Rui Reis e vários coautores não responderam aos contactos enviados pelo autor do artigo.</p>
<p>As situações descritas pelo site não permitem, por si só, concluir que houve fraude científica em todos os casos mencionados. Muitas correspondem a alegações públicas, comentários de escrutínio no PubPeer, correções editoriais ou interpretações críticas feitas por terceiros. Ainda assim, a quantidade de artigos assinalados e a importância dos investigadores envolvidos colocam perguntas difíceis sobre controlo de qualidade, integridade científica, transparência institucional e responsabilização académica.</p>
<p>No fundo, a história ultrapassa uma discussão técnica sobre imagens científicas. Tal como é apresentada pelo &#8216;For Better Science&#8217;, levanta uma questão maior sobre o funcionamento da ciência contemporânea: o que acontece quando carreiras, financiamento, reputação e poder institucional passam a depender de métricas como número de artigos, citações, bolsas e rankings?</p>
<p>No retrato traçado pelo site, este não é apenas o caso de um investigador português sob escrutínio. É também uma história sobre prestígio, pressão para publicar, redes académicas e dúvidas públicas sobre a integridade de alguns trabalhos científicos. Uma história que começou com a promessa de regenerar tecidos e curar doenças, mas que agora coloca sob observação um dos ecossistemas mais influentes da ciência portuguesa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767501]]></sapo:autor>
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		<title>Um LEGO de 60 euros chegou à porta. A surpresa vinha num Bugatti de milhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 17:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[bugatti]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Lego]]></category>
		<category><![CDATA[Mate Rimac]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma encomenda de LEGO em Zagreb, na Croácia, acabou por se transformar numa cena difícil de esquecer]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma encomenda de LEGO em Zagreb, na Croácia, acabou por se transformar numa cena difícil de esquecer: em vez de um estafeta comum, quem apareceu à porta para entregar um conjunto LEGO Technic inspirado no Bugatti Chiron Pur Sport foi Mate Rimac, CEO da Bugatti Rimac, acompanhado por um Bugatti Chiron verdadeiro, conta o El País.</p>
<p>A história começou com um pedido aparentemente banal. Algumas crianças tinham encomendado online uma miniatura LEGO Technic do Bugatti Chiron Pur Sport, um conjunto avaliado em cerca de 60 euros e pensado para reproduzir as linhas do hipercarro. Mas a entrega foi preparada para ir muito além da caixa de peças.</p>
<p>À porta surgiu um dos nomes mais importantes da indústria automóvel europeia. Mate Rimac, fundador da Rimac e responsável máximo da Bugatti Rimac, levou consigo não apenas os conjuntos LEGO, mas também um Bugatti Chiron real, um dos carros mais exclusivos e extremos do mundo, avaliado em vários milhões de euros.</p>
<p>O resultado foi imediato: surpresa, entusiasmo e um vídeo que rapidamente ganhou força nas redes sociais.</p>
<p><strong>Do brinquedo ao Bugatti verdadeiro</strong></p>
<p>A força da história está no contraste. De um lado, um brinquedo de construção acessível, comprado online por cerca de 60 euros. Do outro, um hipercarro de 1.500 cv, capaz de superar os 400 km/h e reservado a uma minoria muito restrita de clientes.</p>
<p>Para as crianças, a miniatura deixou rapidamente de ser o centro da atenção. À sua frente estava o carro que o conjunto LEGO procurava imitar: baixo, largo, imponente e com o peso simbólico de um dos nomes mais prestigiados da história automóvel.</p>
<p>Mate Rimac não se limitou a entregar as caixas. Autografou os conjuntos, explicou alguns detalhes do carro e permitiu que as crianças entrassem no Chiron. Mais do que isso, deixou-as ligar o carro e acelerar, transformando uma entrega doméstica numa experiência sensorial: ver, ouvir e sentir um Bugatti verdadeiro.</p>
<p><strong>Quando um brinquedo de 60 euros chega com um hipercarro de milhões</strong></p>
<p>Foi esse contraste que tornou a cena tão eficaz. A encomenda era pequena, acessível e familiar: uma caixa de LEGO Technic. Mas a entrega trouxe consigo o objeto real que inspirou o brinquedo, uma máquina que pertence ao universo dos colecionadores, dos salões automóveis e das garagens mais exclusivas do mundo.</p>
<p>A ação funciona porque não se apresenta como um anúncio tradicional. Não há um discurso institucional pesado nem uma promessa comercial direta. Há uma cena simples, quase infantil: crianças que esperavam receber um brinquedo e acabam sentadas dentro do carro que esse brinquedo representa.</p>
<p>É precisamente aí que a Bugatti acerta. A marca, associada a preços quase inalcançáveis e a uma exclusividade extrema, consegue aproximar-se de um público que nunca será, pelo menos para já, cliente de um Chiron. A ligação é emocional, não comercial.</p>
<p>Como sublinha o El País, poucos poderão conduzir um Bugatti, mas muitos podem construir um em LEGO. E é essa ponte entre o sonho e o objeto acessível que explica boa parte do impacto viral da ação.</p>
<p><strong>O primeiro Bugatti pode vir numa caixa de 60 euros</strong></p>
<p>Antes dos salões automóveis, dos testes em estrada ou da carta de condução, muitos apaixonados por carros começaram no chão de casa, com modelos em miniatura, peças espalhadas e corridas imaginadas sem sair do quarto.</p>
<p>É também aí que entra a LEGO Technic. Por cerca de 60 euros, o conjunto inspirado no Bugatti Chiron Pur Sport permite montar, peça a peça, uma pequena versão de um dos nomes mais exclusivos da indústria automóvel. Não é apenas um brinquedo: é uma forma acessível de tocar, ainda que em escala reduzida, num universo onde os carros reais custam vários milhões de euros.</p>
<p>No caso desta entrega em Zagreb, a diferença entre os dois mundos ficou ainda mais evidente. As crianças esperavam receber uma caixa de LEGO. À porta, apareceu também um Bugatti Chiron verdadeiro, com 1.500 cv e capacidade para ultrapassar os 400 km/h.</p>
<p><strong>Uma memória mais forte do que a viralidade</strong></p>
<p>O vídeo ganhou força nas redes sociais, mas a parte mais interessante da história está fora da viralidade. Para aquelas crianças, o LEGO ficará associado a outra coisa: ao dia em que o carro que estavam prestes a montar apareceu, de repente, em tamanho real.</p>
<p>Mate Rimac acrescentou o elemento humano à cena: autografou os conjuntos, explicou detalhes do carro e deixou as crianças entrarem no Chiron. O momento deixou de ser apenas uma ação de marca e passou a ser uma memória construída à volta de um carro real.</p>
<p>No fundo, a entrega funcionou porque tocou numa ideia simples. A paixão pelos automóveis começa muitas vezes em escala reduzida. Neste caso, custava 60 euros numa caixa — e chegou acompanhada por milhões em fibra de carbono, engenharia e sonho automóvel.</p>
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<p></a></p>
<p style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px; margin-bottom:0; margin-top:8px; overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/reel/DYzCrgbk90B/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank" rel="noopener">Um post compartilhado por LEGO (@lego)</a></p>
</div>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769434]]></sapo:autor>
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		<title>Ponte 25 de Abril vai fechar ao trânsito amanhã: saiba o que muda e a que horas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 16:30:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A circulação automóvel na Ponte 25 de Abril vai sofrer fortes condicionamentos na manhã deste domingo, 31 de maio, devido à realização do passeio “Pedala Portugal”, iniciativa integrada nas comemorações dos 60 anos daquela travessia sobre o Tejo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A circulação automóvel na Ponte 25 de Abril vai sofrer fortes condicionamentos na manhã deste domingo, 31 de maio, devido à realização do passeio “Pedala Portugal”, iniciativa integrada nas comemorações dos 60 anos daquela travessia sobre o Tejo.</p>
<p>Segundo anunciou a Lusoponte, concessionária da infraestrutura, o trânsito estará totalmente cortado no sentido Sul/Norte — entre Almada e Lisboa — entre as 08h30 e as 10h30.</p>
<p>Além do corte integral nesse sentido, haverá também restrições à circulação no sentido inverso, Lisboa/Almada, onde uma das vias ficará encerrada entre as 08h00 e as 10h30.</p>
<p>Em comunicado, a Lusoponte explicou que as alterações têm como objetivo permitir a realização em segurança do passeio ciclável que irá atravessar a ponte durante a manhã de domingo.</p>
<p>“Com o objetivo de apoiar a realização do passeio Pedala Portugal, a ter lugar na Ponte 25 de Abril no próximo domingo, dia 31 de maio, o trânsito nesta ponte estará encerrado ao tráfego entre as 08:30 e as 10:30 no sentido Sul/Norte (Almada/Lisboa), e terá uma via encerrada no sentido Norte/Sul (Lisboa/Almada), entre as 08:00 e as 10:30”, indicou a concessionária.</p>
<p>A empresa recordou ainda que o evento faz parte das celebrações do 60.º aniversário da Ponte 25 de Abril, inaugurada em 1966 e considerada uma das principais infraestruturas rodoviárias do país.</p>
<p>O passeio “Pedala Portugal”, organizado sem caráter competitivo, deverá juntar centenas de participantes e vai ligar Lisboa, Almada e Oeiras.</p>
<p>A iniciativa pretende promover a mobilidade sustentável, a prática desportiva e a utilização do espaço urbano de forma mais ecológica e participativa.</p>
<p>A organização do evento refere que o percurso permitirá aos participantes atravessar a Ponte 25 de Abril de bicicleta numa experiência rara, tendo em conta que a circulação de velocípedes naquela infraestrutura não é normalmente permitida.</p>
<p>A realização do passeio obrigará, por isso, a uma operação especial de trânsito e segurança, sendo esperado algum impacto na circulação automóvel durante toda a manhã de domingo, sobretudo nos acessos à ponte e nas principais vias envolventes da Área Metropolitana de Lisboa.</p>
<p>As autoridades recomendam aos automobilistas que antecipem deslocações, utilizem percursos alternativos e contem com possíveis congestionamentos antes e após o período de encerramento parcial e total da ponte.</p>
<p>A Ponte 25 de Abril é uma das ligações rodoviárias mais movimentadas do país, sendo utilizada diariamente por dezenas de milhares de veículos entre Lisboa e a Margem Sul do Tejo.</p>
<p>Além da edição em Lisboa e Almada, o “Pedala Portugal” terá também uma edição no Porto, marcada para 21 de junho.</p>
<p>Segundo a organização, o evento no norte do país terá partida no Cais de Gaia, passagem pela Ponte D. Luís I e chegada junto ao Jardim do Passeio Alegre.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768873]]></sapo:autor>
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		<title>Giro: Afonso Eulálio feliz porque todo o sofrimento acabou da melhor maneira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 16:25:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ciclista português Afonso Eulálio (Barhain-Victorius) mostrou-se hoje feliz por ter segurado a vitória na classificação da juventude na Volta a Itália, considerando que todo o sofrimento da equipa "acabou da melhor maneira".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ciclista português Afonso Eulálio (Barhain-Victorius) mostrou-se hoje feliz por ter segurado a vitória na classificação da juventude na Volta a Itália, considerando que todo o sofrimento da equipa &#8220;acabou da melhor maneira&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Hoje é o dia 20 já. Acima de tudo continuamos no pódio com a camisola branca [da classificação da juventude]. Todo o trabalho da equipa, todos os sofrimentos que tivemos estes dias todos, acabou da melhor maneira&#8221;, disse, em declarações enviadas aos jornalistas pela assessoria de imprensa da Bahrain Victorious.</P><br />
<P>No final dos 200 quilómetros da 20.ª e penúltima etapa, entre Gemona del Friuli e Piancavallo, vencida pelo dinamarquês Jonas Vingegaard (Visma-Lease a Bike), Eulálio foi sétimo, a 2.03 minutos, aumentando para 1.13 minutos a vantagem sobre o italiano Davide Piganzoli (Visma-Lease a Bike) na classificação da juventude.</P><br />
<P>&#8220;Foi um dia incrível, todos os dias tivemos momentos altos, baixos, durante todos os dias, durante o dia de hoje também, mas no final o mais importante é que mantivemos a camisola e amanhã [domingo] vamos para Roma com a camisola [branca], que é o mais importante&#8221;, salientou Eulálio, agradecendo o apoio dos portugueses.</P><br />
<P>Além da vitória na classificação da juventude, Eulálio segurou ainda o sexto lugar da geral, a 9.39 de Vingegaard, antes dos 130 quilómetros finais do 109.º Giro, em Roma </P><br />
<P>Esta é segunda grande Volta para Eulálio, que, na &#8216;corsa rosa&#8217; de 2025, acabou por desistir na 19.ª etapa, quando era 69.º classificado, mas agora vai tornar-se no quarto português a terminar o Giro nos 10 primeiros lugares, juntando-se a João Almeida, José Azevedo, Acácio da Silva.</P><br />
<P></P><br />
<P>NFO/AMG //</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770163]]></sapo:autor>
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		<title>João Henriques procura projeto em Portugal ou no estrangeiro após saída do AVS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 16:05:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O treinador João Henriques assumiu-se hoje recetivo a propostas em Portugal ou no estrangeiro, na expectativa de iniciar um novo projeto, após a "experiência incrível" no AVS, apesar da descida do clube à II Liga de futebol.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O treinador João Henriques assumiu-se hoje recetivo a propostas em Portugal ou no estrangeiro, na expectativa de iniciar um novo projeto, após a &#8220;experiência incrível&#8221; no AVS, apesar da descida do clube à II Liga de futebol.</P><br />
<P>&#8220;Não há uma razão em especial para a minha saída, terminava o contrato, várias situações tinham de estar orientadas para o mesmo lado e, não sendo claro nesta altura que isso aconteça, o melhor para as duas partes é seguirmos caminhos diferentes&#8221;, disse João Henriques, em declarações à agência Lusa.</P><br />
<P>O AVS terminou a edição de 2025/26 da I Liga no 18.º e último lugar, com 21 pontos, a nove de primeira posição a salvo da descida.</P><br />
<P>&#8220;O AVS, certamente, vai lutar para voltar à I Liga e eu vou procurar outro projeto. Estou aberto a qualquer situação, sempre na expectativa de ficar na I Liga, mas com a janela aberta para o estrangeiro&#8221;.</P><br />
<P>O treinador natural de Tomar, de 53 anos, reiterou a vontade de iniciar um projeto de raiz, seja em Portugal ou no estrangeiro.</P><br />
<P>&#8220;Foi inédito ter vindo para uma situação como a do AVS, contrária àquela de quando vamos para fora, em que, normalmente, vamos com a ambição de poder lutar por outras coisas, até por títulos. Começar um projeto é completamente diferente, e acredito que isso pode sempre acontecer&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>Apesar de não ter conseguido evitar a descida do AVS à II Liga, João Henriques destaca a &#8220;experiência incrível&#8221; vivida no clube nortenho.</P><br />
<P>&#8220;Honestamente, foi uma experiência incrível, obviamente diferente, que exigiu de mim várias coisas a que não estava habituado, mas com aquele sabor de algum sucesso naquilo que podíamos controlar, nomeadamente as vendas, a valorização dos jogadores e a formação de uma equipa competitiva&#8221;, considerou.</P><br />
<P>Para o técnico, o crescimento da equipa fez com que todos saíssem valorizados, num crescimento reconhecido pelos próprios atletas.</P><br />
<P>&#8220;Para nós, que viemos a meio, não era tão pesado como foi para os jogadores lidarem com tantas dificuldades desde o início, mas foi um trabalho conjunto de acreditar, sendo gratificante, no final, ver a saída de jogadores para patamares superiores&#8221;, referiu.</P><br />
<P>Depois da transferência de Pedro Lima para o Sporting, João Henriques acredita que outros jogadores poderão seguir o mesmo caminho e que &#8220;o AVS vai bater todos os recordes de vendas neste mercado&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Quero deixar um especial agradecimento ao AVS, na pessoa do Diogo Boa Alma, que foi quem me convidou, aos jogadores, pela forma como se entregaram e acreditaram nas ideias, e à estrutura do clube&#8221;, concluiu.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770162]]></sapo:autor>
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		<title>O próximo vírus pode escapar de um laboratório? O estudo que reacende as dúvidas sobre a origem da Covid-19</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-proximo-virus-pode-escapar-de-um-laboratorio-o-estudo-que-reacende-as-duvidas-sobre-a-origem-da-covid-19/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 16:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[covid 19]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[vírus]]></category>
		<category><![CDATA[Wuhan]]></category>
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					<description><![CDATA[Equipa liderada por Sandhya Dhawan, da Mahidol Oxford Tropical Medicine Research Unit, na Tailândia, analisou sete episódios entre 1955 e 2019 em que surtos terão apresentado fortes indicadores de origem laboratorial acidental]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A pergunta continua a dividir cientistas, serviços de informação e responsáveis políticos: a Covid-19 passou naturalmente de animais para humanos ou escapou de um laboratório em Wuhan? Um novo estudo sobre fugas laboratoriais de agentes infecciosos não responde diretamente a essa questão, mas reacende o debate ao identificar sinais de alerta que, segundo os autores, se repetiram em vários incidentes históricos e continuam a ser ignorados.</p>
<p>O &#8216;Daily Mail&#8217; escreve que uma equipa liderada por Sandhya Dhawan, da Mahidol Oxford Tropical Medicine Research Unit, na Tailândia, analisou sete episódios entre 1955 e 2019 em que surtos terão apresentado fortes indicadores de origem laboratorial acidental. Entre os sinais comuns apontados estão a propagação inicial sem fonte animal clara, atrasos na comunicação pública e o aparecimento de surtos perto de laboratórios que lidavam com agentes perigosos.</p>
<p>Os investigadores lembram que já terão ocorrido cerca de 70 fugas laboratoriais relevantes desde o início do século XX e avisam que o risco está longe de desaparecer. “A questão não é se um agente patogénico vai escapar, mas qual escapará e que medidas existem para conter uma fuga com consequências graves”, escreveram os autores do estudo, citados pelo tabloide britânico.</p>
<p>Em conjunto, os episódios analisados envolveram mais de 1.800 exposições laboratoriais conhecidas, mais de 1,1 milhões de infeções e mais de 700 mil mortes. A lista inclui casos como o incidente da vacina contra a poliomielite dos laboratórios Cutter, em 1955, a reemergência da gripe H1N1 em 1977, a fuga de antraz de uma instalação militar soviética em Sverdlovsk, em 1979, e vários acidentes laboratoriais com SARS entre 2003 e 2004.</p>
<p>O caso Cutter é um dos exemplos mais citados. Vacinas contra a poliomielite que não tinham sido corretamente inativadas foram distribuídas a cerca de 120 mil crianças nos Estados Unidos. O resultado foi dramático: cerca de 40 mil infeções, mais de 200 casos de paralisia e pelo menos 10 mortes. Já em Sverdlovsk, atual Yekaterinburg, esporos de antraz escaparam de uma instalação militar soviética, provocando pelo menos 66 mortes. Inicialmente, as autoridades atribuíram o surto a carne contaminada.</p>
<p>Mais recente foi o episódio de Lanzhou, na China, em 2019, quando uma fábrica biofarmacêutica libertou acidentalmente bactérias causadoras de brucelose. Mais de 10 mil pessoas terão testado positivo à infeção, que pode provocar febre, fadiga crónica e dores articulares intensas. Para os autores do estudo, estes casos mostram como falhas de segurança, mensagens contraditórias, atrasos na resposta e falta de transparência podem agravar surtos e minar a confiança pública.</p>
<p>É neste contexto que o debate sobre a Covid-19 volta a ganhar força. O estudo não investigou diretamente a origem da pandemia nem concluiu que o SARS-CoV-2 tenha sido manipulado ou libertado de um laboratório. Ainda assim, o &#8216;Daily Mail&#8217; associa as conclusões a novas alegações apresentadas numa audição no Senado americano pelo antigo responsável da CIA James Erdman.</p>
<p>Segundo Erdman, analistas dos serviços de informação dos Estados Unidos estariam preparados para concluir que a pandemia provavelmente resultou de uma fuga laboratorial em Wuhan, antes de Anthony Fauci ter, alegadamente, influenciado agências a afastarem-se dessa conclusão em 2021. Estas alegações não foram confirmadas publicamente pela CIA e continuam a ser altamente contestadas.</p>
<p>O jornal cita ainda Jessica Rose, investigadora canadiana na área da imunologia, que não participou no estudo, mas defende que o vírus da Covid-19 apresentava características que deveriam ser analisadas à luz dos sinais de alerta identificados pelos autores. Entre os elementos referidos estão a presença do chamado ‘furin cleavage site’, padrões genéticos considerados invulgares e uma sequência que, segundo Rose, teria semelhanças com material descrito numa patente da Moderna de 2016.</p>
<p>Estas interpretações permanecem profundamente disputadas dentro da comunidade científica. A hipótese de fuga laboratorial ganhou peso político e mediático nos últimos anos, mas não existe consenso definitivo sobre a origem da Covid-19. Também a hipótese de transmissão natural, a partir de animais, continua a ser defendida por vários especialistas.</p>
<p>O ponto central do estudo, porém, é mais amplo do que a pandemia. Os autores defendem que surtos com comportamento invulgar devem ser investigados depressa, de forma transparente e sem atrasos políticos ou institucionais. Quando há dúvidas sobre a origem de um agente infeccioso, avisam, a falta de comunicação clara pode alimentar teorias contraditórias, desinformação e perda de confiança nas autoridades de saúde.</p>
<p>A conclusão é desconfortável: laboratórios que trabalham com vírus, bactérias e outros agentes perigosos são essenciais para a investigação biomédica, mas também representam um risco se falharem os protocolos de segurança, supervisão e comunicação. Para os investigadores, a resposta não passa por ignorar esse risco, mas por reconhecê-lo antes que o próximo acidente deixe de ser um problema local e se transforme numa crise global.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767516]]></sapo:autor>
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		<title>Giro: Apoio da equipa deu mais força a Afonso Eulálio</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/giro-apoio-da-equipa-deu-mais-forca-a-afonso-eulalio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 15:51:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O português Afonso Eulálio (Bahrain-Victorius) admitiu hoje que o apoio de toda a equipa lhe deu mais força para segurar a classificação da juventude na Volta a Itália em bicicleta, na 20.ª e penúltima etapa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O português Afonso Eulálio (Bahrain-Victorius) admitiu hoje que o apoio de toda a equipa lhe deu mais força para segurar a classificação da juventude na Volta a Itália em bicicleta, na 20.ª e penúltima etapa.</P><br />
<P>&#8220;Ontem [na sexta-feira] foi um dia muito duro e no final perdi um minuto para o [Davide] Piganzoli. Hoje, apenas tentei lutar. Toda a equipa acreditou em mim e isso deu-me mais força e apenas lutei até ao final&#8221;, assumiu.</P><br />
<P>No final dos 200 quilómetros da 20.ª e penúltima etapa, entre Gemona del Friuli e Piancavallo, ganha pelo dinamarquês Jonas Vingegaard (Visma-Lease a Bike), Eulálio foi sétimo, a 2.03 minutos, aumentando para 1.13 minutos a vantagem sobre o italiano Davide Piganzoli (Visma-Lease a Bike) na classificação da juventude.</P><br />
<P>Na subida final, Eulálio tentou &#8220;seguir os homens da INEOS, [Thymen] Arensman e [Egan] Bernal&#8221;, mas sentiu que &#8220;era de mais&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Abrandei um pouco, respirei. Depois o Piganzoli chegou com um ritmo muito forte. Apenas tentei sobreviver. Respirei na zona plana e depois tinha pernas para um último esforço&#8221;, explicou o português, que atacou dentro dos dois quilómetros, deixando o italiano para trás.</P><br />
<P>Além da vitória na classificação da juventude, Eulálio segurou ainda o sexto lugar da geral, a 9.39 de Vingegaard, antes dos 130 quilómetros finais do 109.º Giro, em Roma, um circuito que &#8220;é sempre difícil&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Mas depois da corrida vamos desfrutar, a equipa toda. Foi uma loucura, sofremos tanto nestas três semanas, mas chegámos ao final com alguma coisa, é muito bom&#8221;, referiu.</P><br />
<P>Esta é segunda grande Volta para Eulálio, que, na &#8216;corsa rosa&#8217; de 2025, acabou por desistir na 19.ª etapa, quando era 69.º classificado.</P><br />
<P>&#8220;No ano passado, fui para casa dois dias antes [da chegada a Roma]. Já é um recorde para mim terminar o Giro&#8221;, brincou.</P><br />
<P>O corredor natural da Figueira da Foz vai tornar-se no quarto português a terminar o Giro nos 10 primeiros lugares, juntando-se a João Almeida, José Azevedo, Acácio da Silva.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770161]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>O verdadeiro ‘laboratório de Frankenstein’: a start-up polémica que usa cérebros humanos sem corpo para testar medicamentos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-verdadeiro-laboratorio-de-frankenstein-a-start-up-polemica-que-usa-cerebros-humanos-sem-corpo-para-testar-medicamentos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 15:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Bexorg]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Empresa usa um sistema chamado BrainEx, concebido para manter o órgão num estado temporário entre a vida e a morte. A máquina bombeia uma espécie de sangue sintético através da rede de vasos do cérebro, levando oxigénio e nutrientes aos tecidos, ao mesmo tempo que controla a temperatura e outras condições necessárias para preservar a atividade biológica]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dentro de tanques, ligados a sistemas que fazem circular fluidos e nutrientes, cérebros humanos de pessoas recentemente falecidas são mantidos em funcionamento durante algumas horas. A imagem parece saída de um laboratório de ficção científica, mas é o ponto de partida de uma tecnologia desenvolvida pela start-up americana Bexorg, no Connecticut, que está a usar cérebros doados para testar medicamentos experimentais contra doenças como Alzheimer e Parkinson, relata o &#8216;Daily Mail&#8217;.</p>
<p>A empresa usa um sistema chamado BrainEx, concebido para manter o órgão num estado temporário entre a vida e a morte. A máquina bombeia uma espécie de sangue sintético através da rede de vasos do cérebro, levando oxigénio e nutrientes aos tecidos, ao mesmo tempo que controla a temperatura e outras condições necessárias para preservar a atividade biológica.</p>
<p>O objetivo não é ressuscitar uma pessoa, nem recuperar memórias, pensamentos ou consciência. A Bexorg afirma que os cérebros são mantidos funcionais apenas no sentido mais básico, para permitir aos cientistas observar, em tempo real, como as células, proteínas e tecidos reagem a novos medicamentos. Ao fim de cerca de 24 horas, o processo termina: o cérebro deixa de ser mantido pelo sistema e é depois analisado em centenas de amostras.</p>
<p>A ideia pode parecer perturbadora, mas nasce de uma limitação muito concreta da investigação médica. Muitos medicamentos são testados em animais, como ratos, porcos ou macacos, mas o cérebro de um animal não reage necessariamente da mesma forma que o cérebro humano. Também existem organoides cerebrais, pequenas estruturas celulares cultivadas em laboratório, mas estes modelos não reproduzem a complexidade de um cérebro humano que viveu durante décadas, exposto a medicamentos, doenças, hábitos, ambiente e envelhecimento.</p>
<p>É esse detalhe que torna a experiência tão poderosa e tão desconfortável. Zvonimir Vrselja, fundador da Bexorg, explicou à revista &#8216;Science&#8217; que estes órgãos permitem estudar células que estiveram no corpo humano durante 60 a 80 anos. Para os investigadores, isso pode aproximar os testes da realidade dos doentes e ajudar a perceber, com maior precisão, se um fármaco chega ao alvo, quanto tempo permanece nas células e que efeitos secundários pode provocar.</p>
<p>Segundo o &#8216;Daily Mail&#8217;, a Bexorg já realizou testes em mais de 700 cérebros humanos nos cinco anos em que está em atividade. A empresa defende que esta abordagem pode poupar milhões e reduzir anos ao desenvolvimento de novos tratamentos. A farmacêutica Biohaven prepara mesmo um ensaio clínico de um medicamento desenvolvido com dados recolhidos através desta tecnologia.</p>
<p>Um dos exemplos citados envolve um tratamento experimental para Parkinson que não teve resultados em ratos, mas funcionou nos cérebros mantidos em laboratório com uma dose 20 vezes inferior à inicialmente prevista. Para doenças neurodegenerativas, onde o tempo é muitas vezes o inimigo e os tratamentos continuam limitados, estes dados podem ser valiosos.</p>
<p>Mas a promessa científica vem acompanhada de uma pergunta difícil: até que ponto é aceitável manter um cérebro humano em funcionamento depois da morte? A principal preocupação dos críticos está na possibilidade de estes órgãos recuperarem algum tipo de consciência, dor ou angústia. A Bexorg rejeita essa hipótese e afirma que os cérebros não apresentam atividade neural coordenada suficiente para gerar qualquer experiência consciente.</p>
<p>Para reduzir ainda mais esse risco, o fluido usado no sistema contém propofol, um anestésico que limita a atividade elétrica cerebral. Brendan Parent, bioeticista da Universidade de Nova Iorque e membro do conselho consultivo da Bexorg, sustenta que os cérebros não têm a atividade necessária para níveis mínimos de consciência.</p>
<p>Ainda assim, o tema mexe com uma fronteira emocional profunda. Não se trata apenas de tecnologia ou de regulação científica. Trata-se de órgãos que pertenceram a pessoas, de cérebros que guardaram vidas inteiras e que, depois da morte, passam a ser usados durante algumas horas para tentar encontrar respostas para outros doentes.</p>
<p>É precisamente aí que a história se torna menos sobre laboratório e mais sobre humanidade. Para uns, esta tecnologia pode representar uma forma extrema, mas útil, de prolongar o valor de uma doação. Para outros, é uma imagem difícil de aceitar: cérebros humanos sem corpo, ligados a máquinas, usados no limite entre investigação médica e inquietação ética.</p>
<p>A Bexorg insiste que não está a trazer ninguém de volta à vida. Está, antes, a tentar transformar as últimas horas biológicas de um órgão doado numa oportunidade para estudar doenças que roubam memória, movimento e identidade a milhões de pessoas. A questão que fica é se a sociedade está preparada para aceitar que parte do futuro da medicina possa passar por este território estranho, onde a morte já aconteceu, mas a investigação ainda continua.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768822]]></sapo:autor>
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		<title>Giro: Vingegaard é o virtual vencedor com nova vitória e Eulálio segura juventude</title>
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		<pubDate>Sat, 30 May 2026 14:35:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O ciclista dinamarquês Jonas Vingegaard (Visma-Lease a bike) venceu hoje pela quinta vez na Volta a Itália, garantindo, virtualmente, o triunfo final, com o português Afonso Eulálio (Barhain-Victorius) a segurar a liderança da juventude.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ciclista dinamarquês Jonas Vingegaard (Visma-Lease a bike) venceu hoje pela quinta vez na Volta a Itália, garantindo, virtualmente, o triunfo final, com o português Afonso Eulálio (Barhain-Victorius) a segurar a liderança da juventude.</P><br />
<P>No final dos 200 quilómetros da 20.ª e penúltima etapa, entre Gemona del Friuli e Piancavallo, Vingegaard venceu em 5:03.55 horas, menos 1.15 minutos do que o austríaco Felix Gall (Decathlon) e do que o australiano Jay Hindley (Red Bull-BORA-hansgrohe), com Eulálio em sétimo, a 2.03.</P><br />
<P>Na geral, Vingegaard, que vai completar a trilogia de triunfos nas gerais das três grandes Voltas, tem 5.22 minutos sobre Gall e 6.25 sobre Gall, com Afonso Eulálio a ocupar o sexto posto, a 9.39, assegurando a camisola branca, da juventude.</P><br />
<P>No domingo, a 21.ª e última etapa será de consagração para o dinamarquês, com um percurso de 131 quilómetros, com partida e chegada a Roma.</P></p>
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		<title>Vilaça conquista na Sardenha segunda vitória no Mundial de triatlo, Ricardo Batista terceiro</title>
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		<pubDate>Sat, 30 May 2026 14:15:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O português Vasco Vilaça conquistou hoje na Sardenha a segunda vitória em etapas do Mundial de triatlo, depois do triunfo inaugural no Uzbequistão, enquanto Ricardo Batista terminou em terceiro, em Alghero.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O português Vasco Vilaça conquistou hoje na Sardenha a segunda vitória em etapas do Mundial de triatlo, depois do triunfo inaugural no Uzbequistão, enquanto Ricardo Batista terminou em terceiro, em Alghero.</P><br />
<P>Depois do êxito em Samarcanda, há cerca de um mês, na primeira das nove etapas da edição 2026 do Mundial, Vasco Vilaça, quinto nos Jogos Olímpicos Paris2024, impôs-se hoje em 1:45.16 horas, superando o brasileiro Miguel Hidalgo, segundo, por 19 segundos.</P><br />
<P>Já Ricardo Batista, sexto em Paris2024, completou um pódio histórico para Portugal, ao terminar na terceira posição, a 29 segundos do compatriota, numa prova em que João Nuno Batista foi sétimo, a 37 segundos. </P></p>
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		<title>Rodrigo Mora dispensado da seleção portuguesa de sub-21 por lesão</title>
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		<pubDate>Sat, 30 May 2026 14:03:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O médio do FC Porto Rodrigo Mora foi dispensado, por lesão, da seleção portuguesa de futebol de sub-21, que se concentra no domingo, para defrontar a Irlanda do Norte, informou hoje a Federação Portuguesa de Futebol (FPF).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O médio do FC Porto Rodrigo Mora foi dispensado, por lesão, da seleção portuguesa de futebol de sub-21, que se concentra no domingo, para defrontar a Irlanda do Norte, informou hoje a Federação Portuguesa de Futebol (FPF). </P><br />
<P>&#8220;Rodrigo Mora (FC Porto) foi dispensado dos trabalhos por questões físicas contraídas ainda ao serviço do clube. Após avaliação da Direção de Saúde e Performance da FPF, o jogador foi dado como indisponível para os treinos que arrancam no próximo domingo, bem como o jogo de preparação da próxima quarta-feira&#8221;, indicou hoje a Federação Portuguesa de Futebol.</P><br />
<P>A concentração da equipa orientada pelo selecionador Luís Freire está prevista para domingo, às 16:30, em Torres Vedras, onde a equipa treinará até terça-feira, no Estádio do Torreense.</P><br />
<P>Portugal recebe a Irlanda do Norte, na quarta-feira, a partir das 19:30, no Estádio António Coimbra da Mota, no Estoril, em jogo de preparação para a fase final da qualificação para o Europeu de sub-21 de 2027, num momento em que a equipas das &#8216;quinas&#8217; lidera o Grupo B.</P><br />
<P>A três jornadas do final do apuramento, que será retomado em setembro, com jogos agendados com Bulgária (fora), Gibraltar (casa) e República Checa (casa), Portugal lidera com 19 pontos, mais cinco do que os checos e oito em relação a escoceses e búlgaros.</P></p>
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		<title>Trabalho nos Países Baixos com casa incluída? Há milhares de vagas para trabalhadores portugueses com salários acima de 3.700 euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 14:00:43 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Para quem vive em Portugal e pondera trabalhar no estrangeiro, o dado mais relevante não está apenas no número de vagas. Está nas condições associadas a parte destas ofertas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há mais de 279 mil vagas de emprego nos Países Baixos anunciadas através da rede europeia EURES, muitas delas abertas a trabalhadores estrangeiros e algumas com alojamento incluído. A notícia, avançada pelo &#8216;HuffPost&#8217;, mostra como a falta de mão de obra em vários setores continua a empurrar empresas neerlandesas para a contratação fora do país.</p>
<p>Para quem vive em Portugal e pondera trabalhar no estrangeiro, o dado mais relevante não está apenas no número de vagas. Está nas condições associadas a parte destas ofertas: alojamento gratuito ou a baixo custo, apoio no transporte, refeições, contratos a tempo inteiro, férias remuneradas e possibilidade de horas extra.</p>
<p>As vagas concentram-se sobretudo em áreas onde os Países Baixos enfrentam falta de trabalhadores. Indústria, logística, hotelaria, produção alimentar e construção surgem entre os setores com maior procura. Em alguns perfis técnicos e industriais, os salários podem ultrapassar os 3.700 euros por mês, incluindo bónus.</p>
<p>Entre as ofertas referidas estão vagas para cozinheiros, operadores de produção, operadores de armazém, condutores de empilhador, carpinteiros e trabalhadores de linhas de produção. Nalguns casos, os contratos incluem alojamento perto do local de trabalho, veículo da empresa para deslocações profissionais, calçado de segurança e apoio na organização da chegada ao país.</p>
<p>Um dos exemplos apontados é o de cozinheiro na região da Zelândia, com contrato direto com o empregador, salário inicial a partir de 2.500 euros brutos por mês e alojamento gratuito. Outro caso envolve carpinteiros, com remuneração entre 2.400 e 2.600 euros mensais, alojamento e despesas de viagem cobertas pela empresa. Há ainda ofertas para operadores de armazém, com pagamento à hora, suplemento de férias e alojamento próximo do trabalho.</p>
<p>Para trabalhadores portugueses, a candidatura pode ser feita através do <a href="https://europa.eu/eures/portal/jv-se/search?page=1&#038;resultsPerPage=10&#038;orderBy=BEST_MATCH&#038;locationCodes=nl&#038;keywordsEverywhere=alojamiento&#038;previousPageType=findJob&#038;lang=es" target="_blank" rel="noopener">portal EURES</a>, a rede europeia de serviços de emprego. Em Portugal, o acesso pode ser feito através da rede EURES/IEFP, filtrando as oportunidades por país, setor ou palavra-chave. Termos como ‘Países Baixos’, ‘alojamento’, ‘logística’, ‘produção’, ‘hotelaria’ ou ‘construção’ ajudam a encontrar vagas com condições mais ajustadas ao perfil pretendido.</p>
<p>Na maioria dos casos, será necessário apresentar um currículo atualizado em inglês. Algumas empresas podem aceitar candidaturas noutras línguas, mas o inglês continua a ser a opção mais segura para quem se candidata a partir de Portugal. Dependendo da função, podem também ser pedidas referências profissionais, experiência anterior ou entrevistas por videochamada.</p>
<p>Apesar do lado atrativo, há cuidados essenciais antes de aceitar uma proposta. O contrato deve ser lido com atenção, sobretudo nos pontos relativos ao salário bruto e líquido, número de horas garantidas, pagamento de horas extra, condições do alojamento, eventuais descontos, transporte e duração do vínculo. Uma oferta com casa incluída pode ser uma vantagem importante, mas também pode esconder custos ou regras que convém conhecer antes da viagem.</p>
<p>À chegada aos Países Baixos, os trabalhadores precisam geralmente de obter o número BSN, equivalente ao número de identificação para efeitos administrativos e fiscais, e fazer o registo junto do município competente. Estes passos são essenciais para trabalhar legalmente, receber salário, aceder a serviços e tratar de obrigações fiscais.</p>
<p>O fenómeno mostra uma realidade cada vez mais comum na Europa: países com falta de mão de obra a competir por trabalhadores estrangeiros, oferecendo não apenas salários, mas também soluções para o primeiro grande obstáculo de quem emigra — encontrar casa. Para muitos portugueses, a diferença pode estar precisamente aí: não apenas no valor do ordenado, mas na possibilidade de chegar a outro país com trabalho e alojamento já encaminhados.</p>
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		<title>Quer manter as aranhas longe de casa? O truque simples começa com um ingrediente que tem na cozinha</title>
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		<pubDate>Sat, 30 May 2026 13:00:43 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[aranhas]]></category>
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					<description><![CDATA[Com a chegada do calor, há visitas que ninguém convidou mas que começam a aparecer com mais frequência em casa. Aranhas em cantos, teias em zonas exteriores, pequenos insetos junto a portas e janelas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com a chegada do calor, há visitas que ninguém convidou mas que começam a aparecer com mais frequência em casa. Aranhas em cantos, teias em zonas exteriores, pequenos insetos junto a portas e janelas: é um cenário comum nesta altura do ano, sobretudo quando as temperaturas sobem e muitas espécies procuram abrigo em zonas mais protegidas. O &#8216;El Economista&#8217; destaca agora uma solução simples, barata e caseira que pode ajudar a manter as aranhas afastadas: vinagre branco diluído em água.</p>
<p>Apesar de muitas vezes serem tratadas como insetos, as aranhas são aracnídeos. Ainda assim, partilham com vários insetos uma característica que pode ser usada a nosso favor: a sensibilidade aos cheiros. O odor intenso do vinagre branco funciona como repelente natural, porque pode interferir com a forma como estes animais percebem o ambiente à sua volta.</p>
<p>A explicação está nos quimiorreceptores presentes nas patas das aranhas, que lhes permitem detetar sinais químicos no espaço em redor. O cheiro forte do vinagre pode sobrecarregar essa perceção e tornar menos apelativos os locais por onde costumam entrar, como fendas, portas, janelas, rodapés, pátios ou caminhos exteriores junto à casa.</p>
<p>A preparação é simples: basta misturar partes iguais de vinagre branco e água, colocar a solução num borrifador e aplicar nas zonas de passagem. O objetivo não é matar as aranhas, mas criar uma barreira olfativa que as desencoraje de se aproximarem de portas, peitoris, cantos, fissuras nas paredes ou zonas exteriores onde costumam formar teias.</p>
<p>Segundo o &#8216;El Economista&#8217;, especialistas recomendam pulverizar pátios, calçadas e caminhos de acesso à casa, sobretudo quando o tempo começa a aquecer e aumenta a presença destes animais. A solução tem ainda a vantagem de ser atóxica, quando usada corretamente, e de recorrer a um produto comum em muitas cozinhas.</p>
<p>Liam Cleverdon, especialista em limpeza e diretor da Flooring King, citado pelo Tom’s Guide, resume a receita: uma mistura de metade vinagre branco e metade água num borrifador é suficiente para aplicar junto a batentes de portas, peitoris de janelas e cantos por onde as aranhas costumam entrar.</p>
<p>Há, no entanto, alguns cuidados a ter. O vinagre não deve ser aplicado diretamente em plantas sensíveis, pedra natural, mármore ou superfícies que possam ficar danificadas pela acidez. Também convém testar primeiro numa pequena zona escondida, sobretudo em materiais delicados, e reaplicar a mistura depois da chuva ou de limpezas exteriores.</p>
<p>O truque não substitui a higiene da casa nem a manutenção dos pontos de entrada. Para melhores resultados, deve ser combinado com medidas simples: remover teias regularmente, vedar pequenas fissuras, evitar acumulação de folhas e detritos junto à casa e manter portas e janelas bem isoladas.</p>
<p>No fundo, a vantagem do vinagre branco está na simplicidade. Não exige produtos caros, não transforma a casa num arsenal químico e pode ser aplicado em poucos minutos. Para quem não suporta ver aranhas a instalar-se junto à porta, no pátio ou nos cantos da casa, pode ser uma primeira linha de defesa caseira antes de recorrer a soluções mais agressivas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767522]]></sapo:autor>
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		<title>Liverpool despede treinador Arne Slot um ano após conquista do título inglês</title>
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		<pubDate>Sat, 30 May 2026 12:33:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O treinador Arne Slot foi despedido do comando técnico do Liverpool, informaram hoje os 'reds', um ano depois de o neerlandês ter levado o clube ao título inglês de futebol.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O treinador Arne Slot foi despedido do comando técnico do Liverpool, informaram hoje os &#8216;reds&#8217;, um ano depois de o neerlandês ter levado o clube ao título inglês de futebol.</P><br />
<P>&#8220;O Liverpool FC pode confirmar que Arne Slot deixará seu cargo de treinador com efeito imediato e que o processo de nomeação de um sucessor está em andamento&#8221;, comunicou o clube na sua página oficial na Internet.</P><br />
<P>O Liverpool, com uma grande aposta no plantel para 2025/26, com as chegadas, a peso de ouro, de Alexander Isak, Frimpong, Kerkez ou Wirtz, foi &#8216;abalado&#8217;, no início de julho de 2025, pela morte, num acidente de viação, do avançado internacional português Diogo Jota.</P><br />
<P>A temporada acabou por se revelar desastrosa para os &#8216;reds&#8217;, com apenas 28 vitórias em 57 jogos e sem troféus, ao terminar no quinto lugar a Liga inglesa, na qual defendia o título, tendo também perdido a Supertaça de Inglaterra e sido eliminado de Taça da Liga, Taça de Inglaterra e Liga dos Campeões.</P><br />
<P>&#8220;Não é preciso dizer que essa foi uma decisão difícil para nós como clube. A contribuição que Arne deu ao Liverpool FC no período em que esteve connosco foi significativa e, o mais importante de tudo, para os adeptos e para nós mesmos&#8221;, referiu hoje o clube.</P><br />
<P>O Liverpool justificou ainda a decisão pela necessidade de mudanças, para que se possa avançar.</P><br />
<P>&#8220;Chegámos, coletivamente, à conclusão de que mudanças são necessárias para que o clube continue a avançar. Novamente, deve-se enfatizar que esta não é uma decisão tomada de ânimo leve&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>O treinador neerlandês, de 47 anos, tinha chegado ao Liverpool em 2024/25, proveniente do Feyenoord, para substituir o alemão Jürgen Kloop, &#8216;herdando&#8217; um pesado legado de nove temporadas, com vitórias na Liga dos Campeões, no Mundial de clubes e na Supertaça Europeia.</P><br />
<P>Na sua época de estreia, Slot conseguiu o título na Liga inglesa, o 20.º da história do emblema, igualando o recorde que pertencia ao Manchester United.</P></p>
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