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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Irão: Teerão ataca bases dos EUA no Kuwait e Barém e diz ter matado vários soldados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 07:45:41 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Irão anunciou hoje que vários soldados norte-americanos morreram em novos ataques contra alvos militares dos Estados Unidos no Kuwait, numa nova vaga de operações de retaliação que incluiu também ataques no Barém.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Irão anunciou hoje que vários soldados norte-americanos morreram em novos ataques contra alvos militares dos Estados Unidos no Kuwait, numa nova vaga de operações de retaliação que incluiu também ataques no Barém.</P><br />
<P>Os ataques atingiram bases militares, radares, centros de comunicações, depósitos de combustível, aeronaves e várias pontes.</P><br />
<P>&#8220;Os poderosos combatentes das Forças Terrestres da Guarda Revolucionária atacaram o local de concentração das forças agressoras em Arifjan (Kuwait) e provocaram a morte de vários militares&#8221;, afirmou a força militar de elite iraniana num comunicado divulgado pela agência Fars e citado pela EFE.</P><br />
<P>A declaração surge um dia depois de os Estados Unidos terem desmentido as alegações iranianas de que as suas forças tinham matado militares norte-americanos num ataque à zona militar de Al Tanf, na Síria.</P><br />
<P>A Guarda Revolucionária indicou ainda que, noutro ataque com drones, destruiu o radar da base norte-americana de Ali al Salem, no Kuwait, bem como um hangar de reparação e manutenção de armamento e um abrigo para &#8216;drones&#8217;.</P><br />
<P>Num outro comunicado, a Guarda Revolucionária informou igualmente ter realizado &#8220;operações contundentes&#8221; com drones e mísseis contra o cais de apoio e abastecimento de combustível da frota norte-americana no porto de Al Ahmadi, no Kuwait, e contra a área de concentração de aeronaves de combate inimigas na base de Sheikh Isa, no Bahrein.</P><br />
<P>O Kuwait disse hoje que uma segunda central de energia e dessalinização de água foi atacada pelo Irão, o que provocou um incêndio e forçou a paralisação de várias unidades de produção.</P><br />
<P>Além disso, o Irão afirmou ter destruído o centro de dados de inteligência do inimigo conhecido como &#8220;Batelco&#8221;, no Barém, bem como um centro norte-americano de sinais e comunicações no Kuwait.</P><br />
<P>Um jornalista da agência AFP, na capital do país, Manama ouviu várias explosões durante a manhã, após terem sido acionadas as sirenes de alerta.</P><br />
<P>&#8220;Os sistemas de defesa antiaérea da Força de Defesa do Barém intercetaram e destruíram vários ataques aéreos iranianos traiçoeiros este sábado&#8221;, declarou o exército em comunicado, depois de o Ministério do Interior ter anunciado que as sirenes de alerta foram acionadas por quatro vezes desde o amanhecer.</P><br />
<P>Por sua vez, o Exército iraniano anunciou que atacou os hangares de aeronaves e os depósitos de combustível das forças norte-americanas na base de Sheikh Isa, no Barém, bem como várias pontes.</P><br />
<P>Segundo as Forças Armadas do Irão, estes ataques foram realizados em resposta aos bombardeamentos norte-americanos contra território iraniano, que prosseguiram durante a madrugada deste sábado pelo sétimo dia consecutivo.</P><br />
<P>&#8220;Os países que acolhem militares norte-americanos e que colocaram os seus territórios à disposição destes agressores criminosos para atacar o Irão devem preparar-se para receber uma resposta equivalente&#8221;, advertiu a Guarda Revolucionária no seu comunicado.</P><br />
<P>A força militar iraniana afirmou que, para já, optou por atacar objetivos militares nos países que acolhem forças dos Estados Unidos, mas alertou que a resposta poderá ser alargada caso os ataques contra o Irão continuem.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791086]]></sapo:autor>
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		<title>Um ano e mio depois: Museu Gulbenkian reabre hoje com entrada gratuita para celebrar os 70 anos da Fundação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 07:45:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Museu Calouste Gulbenkian reabre este sábado ao público, depois de cerca de um ano e meio encerrado para obras de renovação e requalificação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Museu Calouste Gulbenkian reabre este sábado ao público, depois de cerca de um ano e meio encerrado para obras de renovação e requalificação. A reabertura coincide com a celebração do 70.º aniversário da Fundação Calouste Gulbenkian e será assinalada com entrada gratuita durante nove dias, até 26 de julho, permitindo aos visitantes conhecerem o espaço renovado e a nova exposição permanente &#8220;Gulbenkian: 70 anos em cartaz&#8221;. A iniciativa marca o arranque de um vasto programa comemorativo que se prolongará até ao final do ano.</p>
<p>A intervenção realizada no museu teve como principal objetivo modernizar as condições de exposição da coleção, preservando simultaneamente o conceito arquitetónico original do edifício. Entre as principais melhorias encontram-se a instalação de novas vitrinas, um sistema de iluminação renovado, climatização otimizada e um profundo trabalho de conservação e restauro das peças do acervo. Segundo a Fundação Calouste Gulbenkian, esta renovação procurou devolver maior harmonia ao espaço e dotar as galerias das melhores condições técnicas para a preservação e valorização da coleção.</p>
<p>As comemorações arrancam logo durante a manhã deste sábado. A partir das 10h00, o presidente do Conselho de Administração da Fundação, António Feijó, e o diretor do Museu, Xavier F. Salomon, dão as boas-vindas aos visitantes. Ao longo do dia realizam-se visitas acompanhadas por mediadores culturais e oficinas de gravura, ambas de participação gratuita mediante inscrição prévia.</p>
<p>Ainda este sábado, a celebração dos 70 anos da Fundação prossegue com um concerto especial do Coro e da Orquestra Gulbenkian, dirigidos pelo maestro Carlo Rizzi, com a participação da soprano Sonya Yoncheva. O programa foi concebido especificamente para assinalar a efeméride e reúne algumas das mais emblemáticas páginas do repertório operático europeu, incluindo obras de Georges Bizet, Giacomo Puccini, Pietro Mascagni, Antonín Dvořák, Jules Massenet, Charles Gounod e Giuseppe Verdi.</p>
<p>Um dos destaques da reabertura é precisamente a exposição &#8220;Gulbenkian: 70 anos em cartaz&#8221;, que ficará patente até 19 de outubro. A mostra reúne 70 cartazes históricos e diversos materiais gráficos relacionados com atividades promovidas ou apoiadas pela Fundação nas áreas da arte, educação e ciência ao longo das últimas sete décadas. Entre os autores representados encontram-se nomes como Marcelino Vespeira, Sebastião Rodrigues, Alda Rosa, José Brandão, Jorge Silva, Vivó Eusébio, o coletivo Change is Good, Ian Anderson (The Designers Republic) e Kiko Farkas.</p>
<p>As comemorações prolongam-se até dezembro com um vasto conjunto de iniciativas culturais. Estão previstos concertos, ciclos de cinema, conferências, encontros, conversas públicas, o lançamento de um estudo e de uma plataforma digital de acesso livre dedicada aos 70 anos de apoios da Fundação, bem como a estreia de novas obras musicais encomendadas para a próxima temporada. Em setembro arranca o ciclo de cinema &#8220;Don&#8217;t Look Back&#8221;, dedicado à relação entre música, cultura e sociedade, com exibições de filmes como A Hard Day&#8217;s Night, Don&#8217;t Look Back, The Last Waltz, Stop Making Sense, Summer of Soul e Purple Rain. Cada sessão contará com comentários de convidados como Pedro Mexia, Isilda Sanches, Rui Miguel Abreu e Nuno Galopim.</p>
<p>A programação inclui ainda, em outubro, a estreia de novas composições de Carlos Caires e Andreia Pinto Correia, integradas na Temporada de Música da Gulbenkian, bem como obras de Luís Tinoco e Joly Braga Santos. Em novembro realiza-se a conferência inaugural do recém-criado Instituto Gulbenkian de Estudos Avançados, proferida pelo historiador David Nirenberg, diretor do Instituto de Estudos Avançados de Princeton, seguindo-se uma conversa pública sobre o papel das Humanidades na sociedade contemporânea. Nesse mesmo mês terá igualmente lugar o encontro &#8220;A Arte da Crítica&#8221;, promovido pela revista Colóquio.</p>
<p>As celebrações do 70.º aniversário da Fundação Calouste Gulbenkian terminam nos dias 10 e 11 de dezembro, com dois concertos da Orquestra Gulbenkian que incluirão a estreia absoluta da obra &#8220;O Que Fica&#8221;, do compositor neerlandês Hawar Tawfiq, encerrando um programa comemorativo que pretende revisitar sete décadas de atividade cultural, científica, educativa e artística, ao mesmo tempo que projeta a visão da instituição para o futuro.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790749]]></sapo:autor>
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		<title>ENTREVISTA: Diego Miranda atua hoje pela 10.ª vez no Tomorrowland e é o português com mais presenças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 07:43:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Ana Matos Neves, da agência Lusa ***</P><br />
<P> </P><br />
<P>Boom, Bélgica, 18 jul 2026 (Lusa) &#8212; O DJ Diego Miranda atua hoje pela 10.ª vez no Tomorrowland, na Bélgica, sendo o artista português com mais participações neste que é dos maiores festivais de música eletrónica do mundo, e pretende aproximar Portugal do público internacional.</P><br />
<P>&#8220;Cada atuação no Tomorrowland é uma experiência intensa e inspiradora. Independentemente do número de vezes que lá atuemos, a sensação nunca se torna rotina&#8221;, afirmou Diogo Miranda (de nome artístico Diego Miranda), em entrevista à agência Lusa.</P><br />
<P>A relação entre Diego Miranda e o festival começou em 2015 e manteve-se ao longo de várias edições (como em 2016, 2017, 2018, 2019, 2022, 2023, 2024, 2025 e agora em 2026), num percurso que o DJ português descreve como uma &#8220;relação construída ao longo dos anos&#8221;.</P><br />
<P>Nesta edição, atua hoje no palco Celestia juntamente com o DJ e produtor português Pette, e depois a solo no próximo domingo (26 de julho) num outro palco, denominado The great library.</P><br />
<P>&#8220;Existe confiança entre mim, a organização e toda a equipa, mas essa confiança nasce do trabalho consistente, da preparação e do profissionalismo demonstrados em cada edição. Nada é garantido, por isso cada convite representa um reconhecimento muito especial&#8221;, confessou.</P><br />
<P>Para o artista, a presença no festival belga representa também uma oportunidade de aproximar Portugal de uma audiência internacional.</P><br />
<P>&#8220;É sempre muito emocionante olhar para o público e encontrar bandeiras portuguesas. Sinto que há cada vez mais portugueses no Tomorrowland e isso deixa-me muito feliz&#8221;, defendeu nas declarações à Lusa.</P><br />
<P>Para esta edição do Tomorrowland, Diego Miranda quer apresentar uma fase renovada da sua identidade artística, com novas produções e colaborações, incluindo trabalhos com o produtor brasileiro DJ Glen e colaborações com o sacerdote católico e DJ Padre Guilherme que contam com a voz da fadista Marta Alves e a participação do guitarrista Rui Poço.</P><br />
<P>&#8220;É uma forma de dar palco ao talento português e de criar momentos de ligação à nossa identidade, sem nunca perder a linguagem universal da música nem o contexto internacional de festivais como o Tomorrowland&#8221;, realçou.</P><br />
<P>Além disso, &#8220;quero mostrar claramente a fase artística que estou a viver&#8221;, razão pela qual &#8220;o &#8216;set&#8217; foi pensado como uma viagem, com momentos de muita energia, mas também de emoção e surpresa&#8221;, explicou Diego Miranda à Lusa.</P><br />
<P>De acordo com o produtor português, &#8220;o Tomorrowland tem uma energia muito própria&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É um festival que reúne pessoas de todo o mundo e isso cria uma atmosfera única. Quando estou naquele palco sei que estou a comunicar com diferentes culturas através da música. É uma experiência muito intensa e que nunca se torna rotina, por mais vezes que eu lá toque&#8221;, admitiu.</P><br />
<P>Com mais de 20 anos de carreira, Diego Miranda é um dos nomes portugueses com maior projeção internacional na música eletrónica.</P><br />
<P>Natural da Ericeira, iniciou-se como DJ ainda adolescente e construiu um percurso marcado por atuações nos principais festivais e clubes internacionais.</P><br />
<P>Aos 47 anos, Diego Miranda continua a encarar a carreira internacional como uma prioridade, procurando levar a música portuguesa aos principais palcos mundiais.</P><br />
<P>&#8220;Tenho muito orgulho em ser português e em mostrar que Portugal tem artistas capazes de competir ao mais alto nível da música eletrónica mundial&#8221;, afirmou ainda à Lusa, considerando ser &#8220;muito importante haver cada vez mais portugueses nos grandes palcos&#8221;, numa alusão a MXGPU e BIIA, que se estreiam este fim de semana no Tomorrowland.</P><br />
<P>Nesta que é a 21.ª edição do festival Tomorrowland na Bélgica, Diego Miranda vai reforçar a crescente presença portuguesa.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791085]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Anitta atua hoje em Algés: PSP reforça segurança e deixa avisos a quem vai ao concerto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 07:30:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[algés]]></category>
		<category><![CDATA[Anitta]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[PSP]]></category>
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					<description><![CDATA[Portas do recinto abrem às 16h00 e o espetáculo tem início às 18h00]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A PSP reforçou o dispositivo de segurança para o concerto &#8220;Ensaios da Anitta – Cosmos&#8221;, que decorre hoje no Passeio Marítimo de Algés e deverá reunir cerca de 35 mil pessoas.</p>
<p>Segundo a polícia, a operação envolve equipas de trânsito, brigadas de prevenção criminal e equipas de intervenção rápida, com o objetivo de garantir a segurança dos participantes, gerir a circulação rodoviária e pedonal e assegurar uma resposta rápida a qualquer incidente.</p>
<p>As portas do recinto abrem às 16h00 e o espetáculo tem início às 18h00.</p>
<p><strong>Trânsito condicionado durante o dia</strong></p>
<p>A PSP alerta para vários condicionamentos de trânsito na zona de Algés.</p>
<p>Desde as 16h00, registam-se constrangimentos na Avenida Brasília, na Avenida Marginal (entre Algés e o Alto da Boa Viagem), no viaduto da CRIL/IC17 (Algés) e na Praça D. Manuel I.</p>
<p>Há também limitações nos acessos à CRIL por Miraflores, na Avenida Humberto Melo Pereira e na Avenida Ivens.</p>
<p>A partir das 21h30, a circulação será interrompida na via descendente da CRIL/IC17, entre o nó de Miraflores e a rotunda junto à Avenida Brasília.</p>
<p>A PSP aconselha a utilização de percursos alternativos pela A5, N117/Belém e N6-3 (Alto da Boa Viagem), recomendando igualmente o recurso aos transportes públicos.</p>
<p><strong>Chegue cedo e evite levar objetos proibidos</strong></p>
<p>Face à elevada afluência prevista, a PSP recomenda que os espectadores cheguem ao recinto com antecedência para facilitar os procedimentos de segurança.</p>
<p>À entrada serão realizadas revistas e os objetos não autorizados serão retirados.</p>
<p>Entre os artigos proibidos estão bebidas alcoólicas, armas, objetos cortantes, artigos de pirotecnia, garrafas de vidro ou metal, garrafas reutilizáveis de metal, guarda-chuvas, &#8220;selfie sticks&#8221;, apontadores laser, equipamento fotográfico profissional, mochilas de grandes dimensões, computadores portáteis, bicicletas, trotinetes e animais, exceto cães-guia.</p>
<p>São permitidas garrafas de água de plástico até 50 centilitros com tampa, protetor solar até 100 mililitros, &#8220;powerbanks&#8221; com dimensões não superiores às de um telemóvel, snacks individuais e álcool-gel até 50 mililitros.</p>
<p>A PSP alerta ainda que os objetos apreendidos durante as revistas não serão devolvidos. Quem transportar artigos não permitidos pode deixá-los no bengaleiro instalado junto às bilheteiras, mediante o pagamento de um euro.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790905]]></sapo:autor>
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		<title>Fim de semana traz nortada, nevoeiro, possibilidade de chuviscos e máximas até 34ºC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 07:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As temperaturas mantêm-se relativamente estáveis, embora o domingo possa registar uma ligeira subida das máximas, que deverão atingir os 34 ºC nas zonas mais quentes do país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal continental entra neste fim de semana sob a influência de um padrão atmosférico marcado por tempo estável e seco, mas também pela presença da habitual nortada, nevoeiro matinal em várias regiões e possibilidade de precipitação fraca e dispersa em alguns pontos do território. As temperaturas mantêm-se relativamente estáveis, embora o domingo possa registar uma ligeira subida das máximas, que deverão atingir os 34 ºC nas zonas mais quentes do país.</p>
<p>Segundo as previsões do portal especializado <a href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/nortada-nevoeiro-chuviscos-e-maximas-ate-34-c-eis-a-previsao-para-o-fim-de-semana-em-portugal.html" target="_blank" rel="noopener">Tempo.pt</a>, o estado do tempo será condicionado pelo estabelecimento de uma crista anticiclónica sobre o Atlântico Norte, associada ao reforço do anticiclone na região euro-atlântica. Este cenário favorece tempo seco e estável em Portugal continental, ao mesmo tempo que intensifica o fluxo de vento do quadrante norte junto à costa, fenómeno típico dos meses de verão. Os modelos meteorológicos apontam para um anticiclone robusto localizado a oeste da Irlanda, com as isóbaras orientadas de norte para sul ao largo da costa portuguesa, sustentando a persistência da nortada.</p>
<p>Durante este sábado, o vento soprará fraco a moderado do quadrante norte, intensificando-se durante a tarde, sobretudo na faixa costeira ocidental a sul de Cascais. No Barlavento Algarvio, são esperadas rajadas que poderão atingir os 50 km/h. O início do dia será marcado pela formação de nevoeiro ou nebulosidade baixa em várias zonas do Norte, Centro e litoral Oeste, existindo ainda possibilidade de chuviscos fracos no litoral Centro durante a manhã. Durante a tarde, poderão ocorrer aguaceiros fracos e dispersos nas serras do Minho e noutras áreas montanhosas do Norte e Centro-norte, embora a probabilidade de precipitação permaneça reduzida.</p>
<p>Para domingo, o panorama meteorológico deverá sofrer poucas alterações. O nevoeiro matinal voltará a formar-se em grande parte das regiões Norte e Centro, podendo persistir durante boa parte do dia na metade norte do distrito de Viana do Castelo. Mantém-se igualmente a possibilidade de chuviscos matinais no litoral Centro e de aguaceiros fracos e isolados nas serras do Alto Minho e noutras zonas montanhosas do Norte e Centro-norte durante a tarde, ainda que estes fenómenos sejam considerados pouco prováveis.</p>
<p>No que diz respeito às temperaturas, não são esperadas oscilações significativas entre os dois dias, embora o domingo possa registar uma ligeira subida das máximas em algumas capitais de distrito. Para este sábado, os valores máximos deverão variar entre os 24 ºC no Porto e em Aveiro e os 33 ºC em Bragança, Castelo Branco, Évora e Faro. Já no domingo, as temperaturas máximas deverão oscilar entre os 23 ºC em Viana do Castelo e os 34 ºC em Faro, mantendo-se o litoral mais fresco devido à influência marítima e o interior e o Sul com ambiente mais quente.</p>
<p>Apesar da presença de nevoeiro, nortada e da possibilidade de alguns aguaceiros muito localizados, o fim de semana deverá ser dominado por tempo estável na maior parte do território continental, sem alterações significativas no padrão meteorológico e sem previsão de chuva generalizada, mantendo-se o cenário típico de verão, com céu pouco nublado ou limpo durante grande parte do dia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790701]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ativista indiano levado hoje para hospital após 20 dias de greve de fome</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 06:06:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ativista indiano Sonam Wangchuk foi levado à força hoje para um hospital após 20 dias de greve de fome em protesto contra o sistema de exames de acesso a Medicina.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ativista indiano Sonam Wangchuk foi levado à força hoje para um hospital após 20 dias de greve de fome em protesto contra o sistema de exames de acesso a Medicina.</P><br />
<P>Wangchuk, de 59 anos, está em sem comer desde 28 de junho para exigir a demissão do ministro da Educação, Dharmendra Pradhan, acusado de uma fraude que levou, em maio, à anulação de um exame realizado por dois milhões de candidatos a estudantes de medicina.</P><br />
<P>De acordo com a imprensa local, essa anulação provocou o suicídio de vários candidatos.</P><br />
<P>Nas últimas semanas, várias centenas de estudantes juntaram-se a Wangchuk em torno do palco que montou no Jantar Mantar, um monumento da capital, Nova Deli.</P><br />
<P>&#8220;De acordo com as ordens do (&#8230;) Supremo Tribunal e por recomendação médica, devido à deterioração do estado de saúde de Sonam Wangchuk, este foi transferido para o hospital para receber os cuidados médicos indispensáveis&#8221;, declarou o comissário-adjunto da polícia de Deli num comunicado.</P><br />
<P>Um vídeo gravado em Jantar Mantar mostrou a confusão que reinava entre alguns apoiantes de Wangchuk presentes no local durante a manhã, enquanto agentes da polícia, munidos de lençóis brancos, o retiravam apressadamente do palco.</P><br />
<P>&#8220;Embora cumprissem as ordens (&#8230;), os manifestantes tentaram criar obstáculos, o que provocou uma ligeira agitação&#8221;, acrescenta-se no comunicado.</P><br />
<P>&#8220;Apelamos aos manifestantes presentes em Jantar Mantar para que abandonem o local pacificamente o mais rapidamente possível&#8221;, lê-se.</P><br />
<P>Outras manifestações foram organizadas pelo movimento satírico &#8216;online&#8217; Partido do Povo das Baratas (CJP, na sigla em inglês), que acabara de surgir nas redes sociais.</P><br />
<P>Este partido foi fundado por um estudante indiano recém-licenciado pela Universidade de Boston (Estados Unidos), Abhijeet Dipke, em reação às declarações do presidente do Supremo Tribunal contra os jovens &#8220;baratas&#8221; e &#8220;parasitas&#8221; que criticam o Governo.</P><br />
<P>Ecologista de renome, Sonam Wangchuk é o mais destacado dos grevistas de fome. Libertado em março, após seis meses de detenção por se ter manifestado a favor da autonomia da região himalaia de Ladakh, juntou-se ao protesto daquele movimento de jovens.</P><br />
<P>Vários membros dos partidos da oposição manifestaram apoio a Wangchuk e aos ativistas estudantis.</P><br />
<P>O estado de saúde de Sonam Wangchuk deteriorou-se nos últimos dias. Na quinta-feira, um tribunal de Nova Deli ordenou que médicos do Governo vigiassem diariamente o estado de saúde do ativista.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791084]]></sapo:autor>
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		<title>Prosseguem buscas para encontrar sobreviventes de deslizamento de terra na China</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 05:55:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Equipas de socorro continuavam hoje em busca de sobreviventes de um deslizamento de terras na cidade de Chongqing, no sudoeste da China, que provocou pelo menos oito mortos e deixou 34 pessoas desaparecidas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Equipas de socorro continuavam hoje em busca de sobreviventes de um deslizamento de terras na cidade de Chongqing, no sudoeste da China, que provocou pelo menos oito mortos e deixou 34 pessoas desaparecidas.</P><br />
<P>O deslizamento ocorreu na sexta-feira de manhã, no condado de Pengshui, na periferia do município de Chongqing, quando grandes quantidades de rochas e terra deslizaram pela encosta, soterrando mais de dez edifícios residenciais, segundo a televisão estatal CCTV. </P><br />
<P>Na sequência do deslizamento de terras, mais de 800 socorristas foram mobilizados para o local, tendo sido encontradas 18 pessoas presas sob os escombros, oito das quais declaradas mortas, anunciou o chefe do condado, Ren Xujiang.</P><br />
<P>Imagens mostraram blocos de rocha maiores do que edifícios de vários andares, espalhados pelo terreno íngreme. Um dos prédios ficou parcialmente destruído e um automóvel foi encontrado meio soterrado junto a outro edifício.</P><br />
<P>De acordo com Wang Chuanjun, responsável pelo departamento de Planeamento e Recursos Naturais de Pengshui, o deslizamento envolveu cerca de 18.000 metros cúbicos de rochas e detritos, incluindo um bloco com cerca de 3.000 metros cúbicos.</P><br />
<P>A CCTV acrescentou que chuvas persistentes atingiram o condado entre sexta-feira à noite e sábado de manhã, com 19,2 centímetros de precipitação registados numa estação meteorológica, dificultando as operações de resgate. </P><br />
<P>Com a ligeira melhoria do tempo, as equipas conseguiram entrar na área para inspecionar os edifícios colapsados e zonas ribeirinhas.</P><br />
<P>As autoridades alertaram que, após a inspeção inicial, será necessário perfurar os blocos de rocha e utilizar explosivos para os fragmentar, operação que comporta riscos devido à instabilidade das pedras.</P><br />
<P>A Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma anunciou a atribuição de um fundo de emergência de 30 milhões de yuan (4,4 milhões de euros) para apoiar a reconstrução de infraestruturas e serviços públicos afetados.</P><br />
<P>O deslizamento, provocado pelas chuvas, ocorreu junto a um troço do rio Wujiang, que atravessa montanhas com pequenas localidades e terraços agrícolas. O condado de Pengshui situa-se na parte sudeste de Chongqing, junto às províncias de Hubei e Guizhou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791083]]></sapo:autor>
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		<title>China saúda EUA por restaurarem privilégios comerciais para Hong Kong</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 05:39:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A China saudou a decisão dos Estados Unidos de não renovar uma ordem executiva que revogava o estatuto comercial especial de Hong Kong, considerando um passo importante na implementação do consenso alcançado durante encontros entre Pequim e Washington.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A China saudou a decisão dos Estados Unidos de não renovar uma ordem executiva que revogava o estatuto comercial especial de Hong Kong, considerando um passo importante na implementação do consenso alcançado durante encontros entre Pequim e Washington.</P><br />
<P>O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos confirmou na sexta-feira que não vai renovar a ordem executiva, assinada em julho de 2020 durante o primeiro mandato do Presidente norte-americano, Donald Trump, em resposta à imposição pela China de uma lei de segurança nacional para limitar a dissidência política em Hong Kong.</P><br />
<P>Decisão aplaudida na sexta-feira por um porta-voz do Ministério do Comércio da China que, citado pela agência de notícias Xinhua, confirmou a revogação, este ano, da ordem executiva.</P><br />
<P>Ainda de acordo com este ministério, durante as consultas económicas e comerciais entre a China e os EUA, realizadas em Madrid no ano passado, os Estados Unidos assumiram compromissos sobre questões que incluíram Hong Kong e o investimento. </P><br />
<P>O porta-voz indicou ainda que a manutenção da prosperidade e da estabilidade de Hong Kong serve os interesses comuns da China e dos Estados Unidos, e que o ajustamento da política dos EUA em relação a Hong Kong numa direção positiva também vai ao encontro das expectativas da comunidade internacional.</P><br />
<P>A China, afirmou ainda o responsável chinês do Ministério do Comércio, espera que os Estados Unidos honrem as convenções internacionais e o consenso alcançado pelas duas partes, respeitem a soberania da China e o Estado de direito na Região Administrativa Especial de Hong Kong, e restabeleçam e reforcem as relações económicas e comerciais com esta cidade vizinha de Macau.</P><br />
<P>Esses esforços contribuiriam para a construção de uma relação construtiva de estabilidade estratégica entre a China e os Estados Unidos, acrescentou o porta-voz.</P><br />
<P>Na sexta-feira, o porta-voz do Departamento do Tesouro afirmou que continuarão em vigor as sanções previstas na Lei de Autonomia de Hong Kong de 2020, que penaliza autoridades que promovem a política chinesa de limitar a autonomia do território, acrescentando que a decisão de não renovar evita a duplicação de sanções. </P><br />
<P>A ordem executiva de 2020, justificada com a convicção de que Hong Kong deixou de ser suficientemente autónomo para merecer um tratamento diferenciado em relação à China continental sob certas leis, fora renovada pela última vez em julho de 2025, por um ano.</P><br />
<P>A China aprovou a lei de segurança nacional para Hong Kong após os protestos do movimento pró-democracia em 2019, a manifestação política mais significativa naquele território desde que a antiga colónia britânica voltou ao domínio chinês, em 1997.</P><br />
<P>O Governo de Hong Kong afirmou, em comunicado, ter notado uma &#8220;mudança positiva na política dos EUA&#8221; em relação à cidade.</P><br />
<P>&#8220;Salvaguardar a prosperidade e a estabilidade de Hong Kong atende aos interesses comuns da China e dos Estados Unidos e também se alinha com as expectativas gerais da comunidade internacional&#8221;, referiu.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791082]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Marco Martins estreia &#8220;A Ilha&#8221; na aldeia mineira do Lousal em Grândola</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 04:55:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As antigas Minas do Lousal, no concelho de Grândola, recebem hoje a estreia do espetáculo "A Ilha", criado pelo encenador Marco Martins, a partir das memórias dos habitantes daquela antiga aldeia mineira, divulgou a organização.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As antigas Minas do Lousal, no concelho de Grândola, recebem hoje a estreia do espetáculo &#8220;A Ilha&#8221;, criado pelo encenador Marco Martins, a partir das memórias dos habitantes daquela antiga aldeia mineira, divulgou a organização.</P><br />
<P>A estreia está marcada para as 19:00, sendo proposta uma performance multidisciplinar que cruza teatro, fotografia, música, artes visuais e testemunhos reais da comunidade local.</P><br />
<P>&#8220;Criado em estreita ligação com os habitantes da aldeia, &#8216;A Ilha&#8217; transforma o espaço das minas num lugar de evocação e partilha&#8221;, assinalou a associação cultural Ainda Não Tem Nome, com sede em Grândola, no distrito de Setúbal. </P><br />
<P>Em comunicado enviado à agência Lusa, a associação revelou que a performance conta com os artistas André Cepeda, Gabriel Ferrandini, Henrique Pavão e João Pimenta Gomes. </P><br />
<P>Já a dramaturgia resulta de uma investigação desenvolvida por Afonso Cruz, Joana Pereira Bastos e Raquel Moleiro, a partir de testemunhos recolhidos junto da população.</P><br />
<P>Segundo a associação cultural, o espetáculo baseia-se nos testemunhos de Alberto Rosa Pereira, Avelino Espada, Eduardo Silva, Etelvina Guerreiro (Vina), Fatinha Vaz, Gracinda Dias, José Guerreiro, José Pacheco, Manuel João Vaz e Maria Andrade Soromenho. </P><br />
<P>A criação artística debruça-se sobre a &#8220;memória coletiva, trabalho, resistência e sobre a humanidade inscrita nas ruínas de um mundo isolado como uma ilha&#8221;, acrescentou a organização. </P><br />
<P>Entre essas memórias, precisou, está a de Etelvina Martins Vaz Guerreiro, conhecida por Vina, que recorda o impacto da atividade mineira na vida das famílias.</P><br />
<P>&#8220;O meu pai foi mineiro a vida toda e morreu de silicose. Eu nunca trabalhei na mina. Tinha medo. Nos últimos anos, mesmo à superfície, sentiam-se os rebentamentos do avanço da exploração. Até os vidros das casas se partiam&#8221;, recorda a habitante, citada no comunicado. </P><br />
<P>Reconhecido internacionalmente pelo trabalho em cinema e teatro comunitário, Marco Martins regressa com &#8220;A Ilha&#8221; a uma prática artística onde se cruzam a realidade, ficção e a memória coletiva.</P><br />
<P>Neste espetáculo, o encenador procura refletir &#8220;sobre os sistemas económicos e sociais que moldaram gerações inteiras e sobre aquilo que permanece quando a atividade que lhes deu origem desaparece&#8221;, resumiu a associação. </P><br />
<P>&#8220;Entre ruína e memória, &#8216;A Ilha&#8217; revisita a história singular do Lousal para questionar temas universais como o trabalho, a pertença, a exploração dos recursos naturais e a resistência das comunidades perante a transformação dos territórios&#8221;, disse.  </P><br />
<P>O espetáculo resulta de uma coprodução entre a associação Ainda Não Tem Nome e o Arena Ensemble. </P><br />
<P>A criação conta com financiamento da Direção-Geral das Artes e integra o eixo LA-TITUDES, programa dedicado a criações participativas que colocam as comunidades no centro do processo artístico.</P><br />
<P>Com entrada é livre, mas lotação limitada e sujeita a reserva, a performance tem uma duração aproximada de 130 minutos e inclui um percurso de cerca de 1,5 quilómetros, dos quais 270 metros decorrem numa galeria subterrânea. </P><br />
<P>Entre outros projetos de teatro comunitário de Marco Martins contam-se &#8220;Baralha&#8221;, peça baseada em textos de Shakespeare e desenvolvida com uma comunidade cigana; &#8220;Estaleiros&#8221;, a partir de Samuel Beckett, com trabalhadores dos estaleiros de Viana do Castelo; &#8220;Todo o Mundo É um Palco&#8221;, com um elenco de 20 intérpretes, profissionais e não-profissionais, de onze nacionalidades; &#8220;Provisional Figures Great Yarmouth&#8221;, com a comunidade migrante portuguesa fixada no leste de Inglaterra; &#8220;Selvagem&#8221;, com caretos transmontanos e sardos; &#8220;Pêndulo&#8221;, com um grupo de mulheres imigrantes, cuidadoras e empregadas domésticas; &#8220;Blooming&#8221;, com um grupo de adolescentes acolhidos em instituições; e &#8220;A Colónia&#8221;, que resgata testemunhos da ditadura a partir da memória da colónia de férias para filhos de presos políticos, em 1972, nas Caldas da Rainha.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791081]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ucrânia: Ataque de drones ucranianos em centro logístico russo causa sete mortos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 04:50:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um ataque de drones ucranianos contra um centro logístico na cidade russa de Kotovsk provocou hoje pelo menos sete mortos e 24 feridos, anunciou o governador regional Evguéni Pervyshov.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um ataque de drones ucranianos contra um centro logístico na cidade russa de Kotovsk provocou hoje pelo menos sete mortos e 24 feridos, anunciou o governador regional Evguéni Pervyshov.</P><br />
<P>Segundo o responsável, os aparelhos atingiram esta madrugada um armazém da empresa Wildberries, causando a morte de sete trabalhadores e ferindo outras 24 pessoas. Um incêndio deflagrou no local, mas foi entretanto controlado, embora os bombeiros se mantenham em operação.</P><br />
<P>A Ucrânia tem intensificado nos últimos meses os ataques em território russo, visando sobretudo infraestruturas logísticas e ligadas aos hidrocarbonetos, numa tentativa de reduzir a capacidade de Moscovo para financiar a guerra.</P><br />
<P>Entretanto, o presidente da Câmara de Moscovo, Serguei Sobianine, informou que a região da capital foi alvo de mais de 370 drones durante a noite. </P><br />
<P>&#8220;A maioria foi abatida pelas defesas antiaéreas ainda longe da cidade. Sessenta e quatro drones inimigos foram destruídos já na aproximação a Moscovo&#8221;, escreveu o autarca na rede Telegram.</P><br />
<P>Pelo menos 10 pessoas morreram e cerca de 20 ficaram feridas em ataques lançados na sexta-feira na Ucrânia, na Federação Russa e em territórios ocupados pelas forças armadas russas, segundo as respetivas autoridades.</P><br />
<P>A Ucrânia tem intensificado as ações contra infraestruturas russas ligadas à logística e à energia, procurando reduzir a capacidade de Moscovo para sustentar o esforço de guerra.</P><br />
<P> As forças ucranianas atingiram 12 navios da chamada &#8220;frota sombra&#8221; russa no mar Negro, anunciou o comandante das Forças de Sistemas Não Tripulados da Ucrânia, Robert Brovdi, na plataforma de mensagens Telegram.</P><br />
<P>De acordo com o responsável, foram atingidos nove cargueiros, um petroleiro, um navio de transporte de gás e um rebocador, durante uma ofensiva lançada na sexta-feira.</P><br />
<P>Os ataques coincidiram com uma operação de grande escala contra a península da Crimeia, ocupada pela Rússia, onde se registaram explosões em várias cidades, seguidas de incêndios em múltiplos locais.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791080]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Taiwan suspende programa de facilitação de visto para cambojanos por apoio a Pequim</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 04:01:39 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Taiwan decidiu retirar o Camboja de dois programas de facilitação de vistos citando questões de segurança e por Phnom Penh ter ecoado declarações do Governo Chinês que "desvalorizam a soberania de Taiwan".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Taiwan decidiu retirar o Camboja de dois programas de facilitação de vistos citando questões de segurança e por Phnom Penh ter ecoado declarações do Governo Chinês que &#8220;desvalorizam a soberania de Taiwan&#8221;.</P><br />
<P>Em comunicado, o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) taiwanês explicou que a decisão, que entra em vigor a partir de 01 de agosto, foi tomada &#8220;com base na defesa da dignidade nacional e da segurança das entradas e saídas do território&#8221;, sublinhando que desde agosto de 2018 o Camboja beneficiava destes programas, criados para promover contactos bilaterais e aumentar o conhecimento sobre Taiwan.</P><br />
<P>No entanto, segundo o ministério taiwanês, o Governo cambojano &#8220;nunca respondeu de forma igual e recíproca à boa vontade de Taiwan&#8221; e, pelo contrário, &#8220;tem repetidamente colaborado com Pequim em declarações que desvalorizam a soberania de Taiwan e até insinuam apoio ao recurso à força por parte da China para alcançar a unificação&#8221;.</P><br />
<P>No início do ano, o Governo cambojano declarou que segue a política de &#8216;Uma Só China&#8217;, reconhecendo Pequim como o único governo legítimo que representa toda a China, com Taiwan como parte do seu território.</P><br />
<P>Pequim considera Taiwan uma &#8220;parte inalienável&#8221; do território chinês e não exclui o recurso à força para assumir o controlo da ilha.</P><br />
<P>O Governo taiwanês rejeita essa posição e defende que apenas os cerca de 23 milhões de habitantes de Taiwan têm o direito de decidir o futuro político do território.</P><br />
<P>O MNE de Taiwan acrescentou que os recentes casos de fraude transfronteiriça a envolver cidadãos cambojanos agravaram a preocupação pública e justificam o fim das facilidades de entrada.</P><br />
<P>O cibercrime tem prosperado no Sudeste Asiático, especialmente no Camboja e em Myanmar (antiga Birmânia), com vítimas em todo o mundo a perderem dezenas de milhares de milhões de euros por ano, segundo especialistas das Nações Unidas e outros analistas.</P><br />
<P>A indústria está frequentemente ligada ao tráfico de pessoas, e muitos estrangeiros, incluindo cidadãos taiwaneses, são recrutados com falsas ofertas de emprego e acabam forçados a trabalhar em esquemas de fraude, como burlas românticas ou investimentos falsos em criptomoedas, em condições próximas da escravidão.</P><br />
<P>O Camboja participava nos dois programas desde 2018, com o MNE taiwanês a sublinhar que qualquer reativação da facilitação de vistos dependerá de mudanças futuras na política cambojana em relação a Taiwan.</P><br />
<P>O ministério frisou que, doravante, todos os cidadãos cambojanos que pretendam viajar para Taiwan terão de solicitar vistos junto das representações diplomáticas e consulares de Taipé. </P><br />
<P>Ao mesmo tempo, as autoridades de Taipé anunciaram que vão prolongar regimes de entrada simplificada para a Tailândia, Índia e vários outros países do Sudeste e Sul da Ásia.</P><br />
<P>Paralelamente, Taiwan decidiu prolongar por mais um ano, até 31 de julho de 2027, a entrada sem visto para cidadãos da Tailândia, Brunei e Filipinas. Já os nacionais da Índia, Indonésia, Vietname, Myanmar e Laos continuarão elegíveis para o Projeto Guanhong e para o Certificado de Autorização de Viagem até 31 de dezembro de 2027.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791078]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Roças são-tomenses, do inferno de onde não se saía até ao (quase) reconhecimento mundial</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/rocas-sao-tomenses-do-inferno-de-onde-nao-se-saia-ate-ao-quase-reconhecimento-mundial/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 04:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[*** João Carreira (texto) e Nuno Veiga (vídeo e fotos), da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** João Carreira (texto) e Nuno Veiga (vídeo e fotos), da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>São Tomé, 18 jul 2026 (Lusa) &#8212; O professor universitário e líder da comunidade de Monte Café, em São Tomé e Príncipe, recua aos tempos de escravidão para lembrar o que se dizia sobre as roças: &#8220;um inferno onde se entra e não se sai&#8221;. </P><br />
<P>Filipe Samba, docente de Bio-Ética, nascido e a residir em Monte Café, não resiste a citar os antepassados, como que espreitando alguma garantia de futuro e de reparação: &#8220;a ferida da dor não se cura, o sofrimento não se cura com palavras, mas com ações concretas&#8221;.</P><br />
<P>A cultura esclavagista, pela mão de portugueses, que construiu a memória e o património arquitetónico ligado a seis roças (quatro em São Tomé e duas no Príncipe) alimentou negócios de café e de cacau e tradições de angolanos e moçambicanos, entre outros africanos, arrastados para São Tomé e Príncipe, com os cabo-verdianos a chegarem já numa condição de contratados, explica Samba. </P><br />
<P>A partir deste domingo e até 29 de julho reúne-se na Coreia do Sul o Comité do Património Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO). Em Busan decidir-se-á se as roças são-tomenses são inscritas na lista de Património Mundial da UNESCO. E São Tomé e Príncipe concorre na categoria Sítios Culturais, com &#8220;As roças de São Tomé e Príncipe: Sistema colonial agrícola e migração forçada&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Para nós é importante esta inscrição com o património da UNESCO porque isso vem reforçar a nossa dedicação, o nosso empenho para a preservação deste memorial histórico. E assim já ficamos nós a acreditar que as gerações futuras poderão ter a perspetiva de rever essa história&#8221;, começa por argumentar, em declarações à Lusa, o líder da comunidade de Monte Café.</P><br />
<P>&#8220;Vai criar mais emprego, vai mobilizar, vai haver mais sinergias no âmbito da empregabilidade para a nossa população. Nós estamos quase meio abandonados, mas essa infraestrutura é que fala por nós, essa infraestrutura (&#8230;) dignifica a nossa imagem e a nossa identidade&#8221;, sublinha.</P><br />
<P>Depois de passagens pela então União Soviética, onde se formou, o regresso a Monte Café, onde cerca de cinco mil pessoas residem, tem sido marcado pelo trabalho comunitário, agora com um horizonte de esperança que vai até ao final deste mês: &#8220;É um momento de grande relevância para a nossa comunidade, porque, com esse estímulo, a UNESCO reconhece esta memória, não só do ponto de vista memorial, também do ponto de vista económico&#8221;.</P><br />
<P>Até à data, o Comité do Património Mundial inscreveu 1.248 sítios em 170 países na lista do Património Mundial.</P><br />
<P>Segundo a UNESCO, a classificação como Património Mundial permite reconhecer e proteger sítios de valor universal excecional, sejam eles naturais, culturais ou mistos, e &#8220;compromete os Estados membros a preservar estes locais emblemáticos&#8221;.</P><br />
<P></P><br />
<P>JMC // MLL</P><br />
<P>Lusa /Fim</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791077]]></sapo:autor>
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		<title>Distinção das roças são-tomenses pela UNESCO vai ajudar comunidades e atrair turistas &#8212; ministra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 04:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[*** João Carreira (texto) e Nuno Veiga (vídeo e fotos), da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** João Carreira (texto) e Nuno Veiga (vídeo e fotos), da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>São Tomé, 18 jul 2026 (Lusa) &#8212; O Governo de São Tomé e Príncipe antevê mais ajuda às comunidades locais e maior capacidade para atrair turistas se as roças são-tomenses forem inscritas na lista de património mundial da UNESCO no final deste mês.</P><br />
<P>Em declarações à Lusa, a ministra da Cultura, Isabel Maria Correia Viegas de Abreu, admite ainda que a distinção, a acontecer, durante a reunião do comité que começa este domingo e se prolonga até 29 de julho na Coreia do Sul, acarreta acrescidas responsabilidades para o Governo são-tomense.</P><br />
<P>São Tomé e Príncipe concorre à lista do Património Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), na categoria Sítios Culturais, com &#8220;As roças de São Tomé e Príncipe: Sistema colonial agrícola e migração forçada&#8221;.</P><br />
<P>Segundo a UNESCO, na 48.ª sessão do Comité do Património Mundial será examinada, entre outras questões, a inscrição de 30 novos sítios na lista do Património Mundial, assim como propostas relativas a três sítios já inscritos. Além disso, refere a UNESCO, &#8220;será avaliado o estado de conservação de 147 sítios já incluídos nesta lista&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É uma responsabilidade do Governo&#8221;, que terá também &#8220;responsabilidades com a comunidade das roças, porque nós temos que trabalhar na salvaguarda como forma de compensação às comunidades, para trabalhar na atração turística. E (&#8230;) nós contamos com o apoio de todos, com o apoio dos privados, do Estado, dos &#8216;mini&#8217;-empresários e empreendedores, (&#8230;) depois desse sucesso&#8221;, sublinhou Isabel Abreu.</P><br />
<P>A governante garante que já se está a avançar na preservação e salvaguarda, que é preciso reforçar esse trabalho, mas são óbvias as vantagens com a distinção: &#8220;Depois das roças se tornarem património da UNESCO, nós temos que trabalhar no sentido de que as comunidades próprias comecem a ter apoios para uma indústria criativa e as roças a conquistar os turistas, porque cada roça tem sua especificidade. (&#8230;) E a atração turística é o ponto forte que nós cremos que irão servir as roças&#8221;.</P><br />
<P>O ano passado foi um ano de distinções para São Tomé e Príncipe. Primeiro, tornou-se no primeiro país a ter todo o seu território classificado como Reserva Mundial da Biosfera pela UNESCO. Depois, o Tchiloli foi oficialmente integrado na Lista do Património Cultural Imaterial da Humanidade, uma expressão artística secular que funde teatro popular, música tradicional e dança.</P><br />
<P>Agora, São Tomé e Príncipe invoca &#8211; na candidatura, que engloba seis roças &#8211; o período de implantação nacional, com a introdução da monocultura do cacau e do café no século XIX, tornando-se num centro de produção agrícola histórico colonial, &#8220;semelhante ao sistema feudal, cujo processo de produção se realizava através do trabalho forçado, onde a mão-de-obra provinha de vários países da costa africana, nomeadamente Angola, Guiné-Bissau, Moçambique, Cabo Verde, Benim, Congo e Serra Leoa&#8221;, pela mão dos portugueses.</P><br />
<P>A &#8220;roça&#8221; atingiu o seu auge no final do século XIX e início do século XX. Em termos de autenticidade, &#8220;em Sundy, Monte Café, Água-Izé, as infraestruturas urbanas, arquitetónicas e sociais têm atributos como hospitais, creches, escolas, igrejas e infraestruturas recreativas que não foram recriadas ou recentemente construídas&#8221;.</P><br />
<P>Até à data, o Comité do Património Mundial inscreveu 1.248 sítios em 170 países na lista do Património Mundial.</P><br />
<P>Segundo a UNESCO, a classificação como Património Mundial permite reconhecer e proteger sítios de valor universal excecional, sejam eles naturais, culturais ou mistos, e &#8220;compromete os Estados membros a preservar estes locais emblemáticos&#8221;.</P><br />
<P></P><br />
<P>JMC (MAV) // MLL </P><br />
<P>Lusa /Fim</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791076]]></sapo:autor>
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		<title>REPORTAGEM: Gulbenkian/70 anos: Um &#8220;laboratório de diversidade&#8221; a céu aberto num jardim privado aberto a todos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 04:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[*** Joana Ramos Simões (texto), Miguel A. Lopes (fotos) e Hugo Fragata (vídeo), da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Joana Ramos Simões (texto), Miguel A. Lopes (fotos) e Hugo Fragata (vídeo), da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Lisboa, 18 jul 2026 (Lusa) &#8212; O Jardim da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, um &#8220;laboratório de diversidade&#8221; criado nos anos 1960 para evocar a paisagem portuguesa, algo &#8220;completamente revolucionário&#8221;, foi ao longo dos anos ganhando mais espaço e sendo apropriado pela população.</P><br />
<P>Inaugurado em 1969, o Jardim da Fundação Calouste Gulbenkian, projetado pelos arquitetos paisagistas Gonçalo Ribeiro Telles (1922-2020) e António Viana Barreto (1924-2012), &#8220;foi completamente revolucionário&#8221; naquela época.</P><br />
<P>&#8220;Porque, ao contrário daquilo que toda a gente conhecia em Portugal, não foi construído como um jardim clássico, geométrico, decorativo, mas com uma ideia completamente inovadora, de evocar a paisagem portuguesa, a paisagem mediterrânica, construindo através dos contrastes da luz e da sombra, e procurando recriar os ecossistemas que encontramos naturalmente na paisagem&#8221;, recordou a arquiteta paisagista Paula Corte-Real, responsável pelo Jardim Gulbenkian, numa visita da Lusa ao espaço.</P><br />
<P>Os terrenos na zona das Avenidas Novas onde a Fundação Calouste Gulbenkian, criada faz hoje 70 anos, instalou a sua sede eram um parque, onde até então, e desde 1943, esteve instalada a Feira Popular de Lisboa.</P><br />
<P>A Fundação estudou outras possibilidades na cidade, mas a escolha recaiu sobre o antigo Parque de Santa Gertrudes, devido à grande dimensão do terreno.</P><br />
<P>Embora grande parte do jardim esteja sobre zonas construídas, &#8220;foram criadas as condições mecânicas e biológicas para que se desenvolvessem naturalmente vários ecossistemas distintos &#8211; aquáticos, de rochas, de zonas secas&#8221;.</P><br />
<P>Nas zonas mais baixas do Jardim, junto à água, foram colocados freixos, salgueiros, juncos, íris, &#8220;séries de vegetação características das linhas de água&#8221;.</P><br />
<P>Já nas zonas mais secas, a azinheira é &#8220;a árvore rainha&#8221;, mas há também sobreiros e muitos carvalhos: alvarinho, roble, negral.</P><br />
<P>Apesar de a larga maioria da vegetação ter sido ali colocada, os animais que habitam o Jardim, nomeadamente mais de 40 espécies de aves, sendo o pato-real a mais popular, &#8220;foram chegando à medida que os ecossistemas iam evoluindo e oferecendo condições tanto de alimento como de habitat&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Ao contrário do que a maioria das pessoas pensa, os animais não foram cá colocados pela Fundação e são animais que, de um modo geral, tanto estão aqui como vão para outras zonas da cidade&#8221;, contou Paula Corte-Real.</P><br />
<P>Os patos-reais, por exemplo, que originalmente são uma espécie migratória, são vistos frequentemente noutras zonas da cidade, como o Jardim Zoológico, o Parque Eduardo VII e Monsanto, mas é na Gulbenkian que passam mais tempo e onde nidificam.</P><br />
<P>Na primavera e no início do verão, é habitual ver-se ninhadas de patos bebé a passearem pelo jardim, &#8220;algo que encanta toda a gente&#8221;.</P><br />
<P>Embora os patos se mantenham na zona de Lisboa, há aves que anualmente chegam e partem para outras paragens.</P><br />
<P>&#8220;Algumas vêm passar o inverno, outras vivem cá o ano todo. Algumas estão cá só no fim de setembro e início de outubro, quando vêm em migrações. Vêm da Ásia, param aqui, depois seguem para África&#8221;, partilhou a responsável, lembrando que no outono é habitual realizar-se uma oficina de anilhagem, uma técnica que permite estudar aspetos da biologia, da ecologia, do comportamento e dos movimentos das aves selvagens.</P><br />
<P>Como qualquer outro ecossistema, &#8220;é um equilíbrio delicado&#8221;, havendo, por exemplo. animais que chegam ao Jardim e ali permanecem durante algum tempo, acabando depois por desaparecer. Paula Corte-Real contou que tal aconteceu com os pintassilgos que faziam ninhos nas floreiras do edifício sede, mas acabaram por ser expulsos pelos gaios.</P><br />
<P>Quase 70 anos depois de ter sido criado, &#8220;o jardim continua a ser um laboratório de biodiversidade na cidade de Lisboa, e assiste-se a esse aumento progressivo da diversidade, não só de animais, mas também de plantas&#8221;.</P><br />
<P>Num livro da Fundação Calouste Gulbenkian estão identificadas mais de 270 espécies de plantas, e, dentro de cada, táxons diferentes.</P><br />
<P>Mas segundo Paula Corte-Real, há no Jardim plantas que não constam da publicação, &#8220;que são espontâneas, vão surgindo e vão sendo incorporadas no elenco vegetal do jardim&#8221;, visto que os jardineiros, durante a manutenção, &#8220;têm o cuidado para não retirar tudo aquilo que não foi plantado&#8221;.</P><br />
<P>As plantas vão sendo mantidas, até porque &#8220;são muito importantes também para a biodiversidade&#8221;, visto haver &#8220;espécies, por exemplo, de borboletas, cujas lagartas só se alimentam de uma ou duas espécies de plantas, algo que acontece com muitos insetos&#8221;.</P><br />
<P>Recentemente, a Gulbenkian fez, com o Tagis &#8211; Centro de Conservação das Borboletas de Portugal, associação sem fins lucrativos dedicada à investigação, divulgação e preservação dos habitats naturais das borboletas e outros insetos, um levantamento dos insetos, muitos dos quais polinizadores, que habitam o Jardim.</P><br />
<P>&#8220;Mas isso é um mundo. Durante o ano em que vieram aqui fazer o levantamento dos insetos, conseguiram descobrir espécies de que ainda só tinham pouquíssimos registos em Portugal&#8221;, contou a responsável. </P><br />
<P>Paula Corte-Real lembra que, por o Jardim da Gulbenkian ser um espaço com &#8220;muitos ambientes familiares a todos&#8221;, visto evocar a paisagem portuguesa, &#8220;com zonas mais recolhidas e mais privadas, e outras zonas mais abertas de encontro&#8221;, as pessoas procuram-no muito &#8220;para passear, para estudar, para se encontrarem com amigos ou namorados, ou para participar em eventos culturais&#8221;, como se comprova facilmente num passeio pelo jardim.</P><br />
<P>Paula Corte-Real acredita mesmo que &#8220;quase todos os lisboetas têm memórias ligadas ao Jardim da Fundação Gulbenkian&#8221;.</P><br />
<P>Entre esses, há vários que o visitam repetidamente e &#8220;não entram nos edifícios da Fundação&#8221;, algo que a Gulbenkian tenta contrariar. &#8220;Há sempre muita oferta cultural &#8211; exposições, concertos, conversas, conferências -, muitos destes eventos abertos ao público. E quase utilizamos o jardim também para convidar as pessoas para virem conhecer o resto da atividade da Fundação&#8221;, disse.</P><br />
<P>Paula Corte-Real recorda que, além de ter sido criado com a ideia de evocar a paisagem portuguesa, desde o início &#8220;ficou claro que se pretendia que o Jardim fosse um espaço aberto a toda a gente, onde as pessoas pudessem usufruir da cultura, da natureza e do bem-estar&#8221;.</P><br />
<P>Por ano, passam po ali cerca de um milhão de pessoas, sendo os meses de verão e os fins de semana as alturas mais concorridas.</P><br />
<P>As pessoas que vivem, trabalham ou estudam nas imediações, por exemplo, &#8220;utilizam muito o jardim, e utilizam-no no seu quotidiano o mais possível&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Os vizinhos fazem questão de, nos seus percursos para o trabalho, atravessá-lo diariamente, porque é um momento de pausa. E utilizam-no quase como um jardim da sua casa, vão buscar as crianças à escola e estão aqui um bocado antes de ir para casa&#8221;, contou.</P><br />
<P>Há dois anos, com a extensão do Jardim para Sul, foi criada uma nova entrada, na Rua Marquês da Fronteira, a juntar às da Avenida de Berna, da Rua Marquês Sá da Bandeira, da Rua Nicolau Bettencourt e da Avenida António Augusto de Aguiar.</P><br />
<P>Ainda sem pensar em possíveis alterações na dimensão do espaço, o jardim foi construído para, &#8220;à imagem da paisagem portuguesa, não ser uma coisa estática&#8221;.</P><br />
<P>Ali consegue &#8220;ler-se a passagem das estações, ver árvores e plantas a morrer e outras a nascer, algumas semeadas por aves ou pelo vento&#8221;.</P><br />
<P>Em alturas em que o jardim entrou em processos de degradação, &#8220;os arquitetos paisagistas Viana Barreto e Gonçalo Ribeiro Telles foram sendo chamados e executaram ações de regeneração&#8221;.</P><br />
<P>Em 2000, foi pedido a Gonçalo Ribeiro Telles, na altura com quase 80 anos, que criasse novas zonas de estadia e novos caminhos acessíveis, visto que quase todos os do projeto original têm pequenos degraus. </P><br />
<P>O resultado foi uma zona de orla, do lado da Av. António Augusto de Aguiar, com espelhos de água que refletem as copas das árvores. &#8220;É também uma atitude poética em que ele nos chama a atenção para aquilo que está em cima e que nós temos tendência para não ver&#8221;, disse Paula Corte-Real.</P><br />
<P>Na década de 1980, quando foi construído o Centro de Arte Moderna (CAM), entrou na história do Jardim o arquiteto paisagista Edgar Fontes, responsável por enquadrar o novo edifício no jardim.</P><br />
<P>Já mais recentemente, quando a fundação comprou os terrenos a sul do CAM, foi criado um novo jardim, cujo projeto é da responsabilidade do arquiteto paisagista libanês Vladimir Djurovic, &#8220;muito inspirado nas ambiências do jardim original&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Trabalhou-se com o mesmo tipo de vegetação, com os mesmos conceitos de trabalhar a luz e sombra, a construção de ambiências, de recantos mais fechados e de espaços mais abertos, tendo sido preservada toda a vegetação existente, e foram plantadas só espécies autóctones da região de Lisboa&#8221;, contou Paula Corte-Real.</P><br />
<P>O Jardim da Gulbenkian tem uma programação e um serviço educativo próprios, com atividades para todos os níveis de ensino, incluindo universidades sénior.</P><br />
<P>Ao longo do ano, com maior incidência na primavera e no outono, são programadas visitas guiadas, oficinas de fotografia, de desenho, de construção com matérias vegetais. Em 2025, realizaram-se cerca de 450 atividades.</P><br />
<P>Na programação é trabalhado &#8220;tudo aquilo que este jardim tem a oportunidade de contar: podemos aprender imensa coisa, não só o funcionamento dos ecossistemas, as regras da vida natural, processos, fenómenos químicos, biodiversidade&#8230;&#8221;. </P><br />
<P>E isso é tanto, num jardim que é privado, mas aberto a todos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791079]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Mais de 50 pessoas detidas pelas autoridades timorenses por atividades ilegais &#8216;online&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 03:51:16 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A polícia de Timor-Leste anunciou hoje a detenção de 52 pessoas na sexta-feira em duas operações distintas, em Díli, por atividades ilegais 'online' que visavam vítimas fora do país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A polícia de Timor-Leste anunciou hoje a detenção de 52 pessoas na sexta-feira em duas operações distintas, em Díli, por atividades ilegais &#8216;online&#8217; que visavam vítimas fora do país.</P><br />
<P>&#8220;A primeira operação teve lugar no Hotel City 8, onde foram detidas 33 pessoas, e a segunda em Kuluhun, onde foram detidas mais 19 pessoas&#8221;, pode ler-se num comunicado da Polícia Científica de Investigação Criminal (PCIC) na sua página oficial na Internet.</P><br />
<P>Segundo a PCIC, os 52 pessoas são suspeitas de utilizar &#8220;inteligência artificial para cometer burlas e fraude &#8216;online&#8217; relacionada com a promoção de investimentos fictícios e que visavam vítimas fora de Timor-Leste&#8221;.</P><br />
<P>Durante as operações, a PCIC apreendeu telefones, equipamento informático, e dinheiro.</P><br />
<P>O comunicado da PCIC foi acompanhado por outro do primeiro-ministro timorense, Xanana Gusmão, que reafirmou a política de &#8220;tolerância zero&#8221; contra a prática de atividades ilícitas em Timor-Leste, incluindo cibercrime, lavagem de dinheiro e atividades de crime organizado.</P><br />
<P>As autoridades policiais de Timor-Leste detiveram nas últimas semanas mais de 300 pessoas, na sua maioria cidadãos da China, do Camboja e da Indonésia, por suspeitas de envolvimento em atividades ilegais &#8216;online&#8217;, sobretudo relacionadas com jogo ilegal e fraude.</P><br />
<P>Em setembro do ano passado, o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) alertou para o aumento da presença de redes criminosas em Oecusse, o enclave timorense situado em território indonésio, na ilha de Timor. Segundo o UNODC, investigações recentes demonstram que a região começou a ser influenciada por atividades criminosas organizadas.</P><br />
<P>Na sequência desse alerta público, o Governo de Timor-Leste decidiu cancelar todas as licenças anteriormente concedidas para operações de jogos e apostas &#8216;online&#8217;, bem como suspender a atribuição de novas licenças, devido aos riscos para a segurança e a estabilidade social.</P><br />
<P>Segundo o UNODC, quando redes criminosas digitais se instalam numa determinada região, &#8220;essa região torna-se frequentemente um centro de fraude cibernética, bem como de tráfico de droga e de seres humanos&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791075]]></sapo:autor>
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		<title>Supremo brasileiro mantém prisão domiciliária de Bolsonaro mas endurece restrições</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 03:47:28 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal do Brasil manteve esta sexta-feira a prisão domiciliária concedida ao ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado, mas endureceu as restrições impostas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Supremo Tribunal do Brasil manteve esta sexta-feira a prisão domiciliária concedida ao ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado, mas endureceu as restrições impostas.</P><br />
<P>Segundo a decisão do juiz Alexandre de Moraes, Bolsonaro não poderá receber visitas sociais durante 30 dias &#8212; exceto médicos, fisioterapeutas e advogados &#8212; nem visitas com fins políticos ou eleitorais até ao fim das eleições legislativas, regionais e presidenciais de outubro.</P><br />
<P>O magistrado concluiu que o ex-chefe de Estado violou medidas cautelares ao redigir uma carta de apoio à pré-candidatura presidencial do filho, o senador Flávio Bolsonaro, posteriormente divulgada nas redes sociais. Na missiva, o ex-presidente reiterava o apoio ao filho e apelava à unidade, após críticas públicas por parte de apoiantes bolsonaristas a Michelle Bolsonaro, mulher do ex-líder.</P><br />
<P>Moraes acolheu a posição da Procuradoria-Geral, que considerou que o episódio não justificava a revogação da prisão domiciliária, mas sim novas restrições para impedir qualquer interferência nas eleições. </P><br />
<P>A decisão proíbe ainda a difusão de manifestos políticos ou eleitorais elaborados por Bolsonaro, lembrando que os seus direitos políticos estão suspensos após a condenação por golpismo.</P><br />
<P>O juiz manteve também a sanção aplicada a Flávio Bolsonaro, que desde 13 de julho está impedido de visitar o pai durante 90 dias por ter divulgado a carta. Rejeitou ainda a defesa, que alegava desconhecimento da publicação.</P><br />
<P>Desde julho de 2025, Bolsonaro está proibido de usar redes sociais, direta ou indiretamente, ou recorrer a terceiros para divulgar conteúdos. </P><br />
<P>Moraes advertiu que todas as medidas cautelares permanecem em vigor e que qualquer novo incumprimento pode levar à revisão imediata do benefício, incluindo a revogação da prisão domiciliária e o regresso ao regime fechado.</P><br />
<P>A primeira volta das presidenciais, marcada para 04 de outubro, terá como principais candidatos Flávio Bolsonaro e o atual Presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, que procura um quarto mandato não consecutivo.</P><br />
<P>Bolsonaro cumpre prisão domiciliária desde março, quando recebeu alta médica após uma broncopneumonia e Moraes lhe concedeu o direito a prisão domiciliária por razões humanitárias. </P><br />
<P>A condenação de 27 anos e três meses começou a ser cumprida em regime fechado, antes de o Supremo autorizar a transferência temporária para casa por motivos de saúde.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791074]]></sapo:autor>
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		<title>Estátuas do herói da independência Aung San retiradas discretamente em Myanmar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 03:44:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As estátuas do herói da independência Aung San estão a desaparecer em Myanmar (antiga Birmânia), no âmbito de uma disputa em torno do legado do pai da nação e de Aung San Suu Kyi, figura destronada da democracia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As estátuas do herói da independência Aung San estão a desaparecer em Myanmar (antiga Birmânia), no âmbito de uma disputa em torno do legado do pai da nação e de Aung San Suu Kyi, figura destronada da democracia.</P><br />
<P>O general Aung San, que combateu os colonizadores britânicos e os ocupantes japoneses na luta pela independência, foi assassinado a 19 de julho de 1947, alguns meses antes de ver concretizado o sonho da independência.</P><br />
<P>As estátuas de Aung estão espalhadas pelo país do Sudeste Asiático há décadas. Muitas foram erguidas quando o partido da filha, Aung San Suu Kyi, estava no poder. E muitas estão hoje a ser retiradas pelo Governo de Min Aung Hlaing, que derrubou Aung San Suu Kyi em 2021, na sequência de um golpe de Estado militar.</P><br />
<P>No parque Thu Mingalar, em Rangum, um jornalista da agência de notícias France-Presse (AFP) constatou a ausência de uma imponente estátua instalada há cerca de 10 anos, substituída por um quadrado de relva recém-plantada.</P><br />
<P>Aung San está &#8220;gravado na memória das pessoas&#8221; e muitos veem o legado deste a continuar através da filha, afirma a especialista em Myanmar Moe Thuzar.</P><br />
<P>Desde o golpe de Estado de 2021, que desencadeou uma guerra civil, o exército procura, segundo a especialista, &#8220;desacreditar politicamente&#8221; Aung San Suu Kyi e o partido Liga Nacional para a Democracia (LND).</P><br />
<P>&#8220;Podem retirar as estátuas, mas nunca conseguirão apagar a imagem de Bogyoke&#8221;, disse um habitante de Rangum, utilizando a palavra birmanesa para general.</P><br />
<P>&#8220;Já detêm o poder, as armas e o exército. Não sei do que ainda têm medo&#8221;, acrescenta o homem de 34 anos, que prefere não ser identificado por razões de segurança.</P><br />
<P>Quando os meios de comunicação locais noticiaram a remoção de várias estátuas, a porta-voz do Governo, Khaing Khaing Soe, evocou &#8220;formas e proporções incorretas&#8221;.</P><br />
<P>As estátuas de Aung San têm vindo a ser analisadas desde 2016 em cerca de uma centena de distritos e algumas não seriam &#8220;dignas de uma figura histórica tão importante&#8221;.</P><br />
<P>Estão a ser realizados &#8220;esforços de manutenção&#8221; para evitar &#8220;qualquer falta de respeito para com as estátuas comemorativas&#8221; e garantir que &#8220;as gerações futuras possam continuar a estudar o património histórico de Myanmar de forma adequada&#8221;, explicou.</P><br />
<P>Uma estátua instalada durante o Governo da LND foi recentemente removida do parque Mya Kan Thar, em Rangum. No entanto, era &#8220;perfeitamente correta, com boas proporções&#8221;, considera um morador.</P><br />
<P>Apesar do estatuto de herói nacional, Aung San é sobretudo celebrado pelas elites bamar, que constituem a maioria no país, em vez dos grupos étnicos minoritários que lutam contra o poder central há décadas, salienta o investigador Morgan Michaels.</P><br />
<P>Os kachin e os karenni, nomeadamente, &#8220;têm os seus próprios heróis&#8221;, explica este especialista em Myanmar do Instituto Internacional de Estudos Estratégicos.</P><br />
<P>&#8220;Não gostam que lhes seja imposta a sua imagem e o simbolismo que a acompanha, o da dominação bamar sobre o Estado&#8221;, completou.</P><br />
<P>Desde o golpe de Estado, algumas das numerosas fações étnicas de Myanmar aliaram-se a guerrilhas pró-democracia para combater as forças armadas. </P><br />
<P>Um responsável político proveniente de um grupo étnico minoritário reconhece a luta heroica de Aung San pela independência, mas acusa a LND de ter erguido as estátuas &#8220;no interesse do partido&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não há necessidade de manter tantas estátuas dele&#8221;, prossegue, considerando que a era da LND, dissolvida pela junta, &#8220;já pertence ao passado&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791073]]></sapo:autor>
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		<title>Norte-americanos processam hospital após testes mostrarem troca à nascença</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 02:12:06 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Dois norte-americanos, que descobriram através de testes de ADN terem sido trocados à nascença, há 38 anos, decidiram processar um hospital no estado do Dakota do Norte por lhes ter "roubado as vidas que deveriam ter tido".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Dois norte-americanos, que descobriram através de testes de ADN terem sido trocados à nascença, há 38 anos, decidiram processar um hospital no estado do Dakota do Norte por lhes ter &#8220;roubado as vidas que deveriam ter tido&#8221;.</P><br />
<P>Kyle Bylin descobriu a família biológica após realizar um teste caseiro que recebeu durante uma troca de presentes de Natal, e que o levou até à tia biológica numa plataforma de genealogia. O sobrinho desta, Jeremy Morrison, fez depois o teste de ADN, e os resultados foram irrefutáveis.</P><br />
<P>&#8220;Foi quando a minha mente ficou completamente em choque&#8221;, disse Bylin. &#8220;Nunca poderíamos imaginar que tinha ocorrido uma troca de bebés à nascença&#8221;, acrescentou. </P><br />
<P>Morrison contou que ficou convencido assim que viu uma fotografia do irmão de Bylin e percebeu que eram muito parecidos.</P><br />
<P>De acordo com o processo judicial, apresentado na semana passada, Bylin e Morrison foram os únicos bebés nascidos a 26 de janeiro de 1988 no Unity Medical Center, em Grafton, Dakota do Norte. E foram para casa com os pais errados.</P><br />
<P>O hospital afirma que não há provas de que o pessoal tenha sido responsável pela troca. Mas Bylin, nascido Jeremy Morrison, diz que ainda guarda a pulseira hospitalar que o identificava erroneamente como Kyle Bylin. Os registos hospitalares já não existem.</P><br />
<P>Dois anos passaram desde que os testes de ADN abalaram tudo o que pensavam saber sobre as suas famílias.</P><br />
<P>&#8220;O Kyle continua a ser meu filho, isso nunca vai mudar&#8221;, disse Evelyn Newton, à Associated Press. &#8220;Mas sinto-me roubada da vida que deveria ter tido com o meu filho biológico. Não se podem recuperar 35 anos. Primeiros passos, aprender a conduzir, casar. Como se compensa isso&#8221;, questionou.</P><br />
<P>O hospital não contesta que os bebés foram trocados em algum momento e diz estar a tentar compreender o que aconteceu, mas não encontrou provas de que a administração ou o pessoal tenham sido responsáveis pelo erro. </P><br />
<P>&#8220;Reconhecemos o impacto profundo que esta descoberta teve neles e nas suas famílias&#8221;, afirmou o hospital em comunicado. &#8220;Infelizmente, devido à passagem de quase quatro décadas, os registos médicos e de pessoal que poderiam trazer mais clareza já não existem&#8221;, apontou.</P><br />
<P>Para Morrison, o conhecimento não mudou a forma como vê a família que sempre conheceu. Continua a considerar Elizabeth O&#8217;Toole e Terry Morrison os pais. &#8220;Fui amado. Joguei desporto. Fui bom aluno. Um teste de ADN não vai apagar 38 anos de memórias.&#8221;</P><br />
<P>Morrison vive agora em Colorado City, no estado do Colorado, e trabalha como inspetor de soldadura numa empresa de energia eólica. Acredita que, se não tivesse sido trocado, estaria a trabalhar com o irmão biológico e o pai na quinta de cereais da família Bylin, no Dakota do Norte.</P><br />
<P>Para Bylin, as questões sobre natureza versus educação tornaram-se pessoais. &#8220;Estava sempre a pensar: como é que esta pode ser a minha família? Como sou tão diferente deles? Afinal, somos apenas pessoas totalmente diferentes&#8221;, considerou.</P><br />
<P>Casos de bebés trocados à nascença são raros, mas os testes de ADN caseiros tornam-nos mais fáceis de descobrir, pois hoje a tecnologia moderna ajuda os hospitais a evitar trocas. O médico Jonathan Marron, da Harvard Medical School, notou que atualmente praticamente impossível acontecerem estes erros.</P><br />
<P>O advogado Tim O&#8217;Keefe disse que tentou durante um ano chegar a um acordo financeiro com o hospital antes de avançar com uma ação judicial por negligência e danos emocionais. As famílias têm passado este tempo a ajustar-se às novas realidades.</P><br />
<P>&#8220;Agora sei a verdade, mas ainda estamos a trabalhar para construir relações&#8221;, disse Morrison. &#8220;Não posso voltar atrás no tempo e reconstruir o que já se perdeu. É um trabalho em progresso, tal como eu&#8221;.</P></p>
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		<title>Irão: EUA negam explosão de petroleios no estreito de Ormuz devido a minas</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 02:11:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Governo dos Estados Unidos rejeitou a afirmação do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica do Irão (IRGC, na sigla em inglês) de que dois petroleiros explodiram no estreito de Ormuz, após colidirem com minas em águas internacionais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo dos Estados Unidos rejeitou a afirmação do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica do Irão (IRGC, na sigla em inglês) de que dois petroleiros explodiram no estreito de Ormuz, após colidirem com minas em águas internacionais.</P><br />
<P> O Comando Central dos Estados Unidos, através da rede social X, assinalou na sexta-feira que as alegações da IRGC fazem parte de uma série de declarações falsas divulgadas pela organização iraniana no sétimo dia de ataques entre Washington e Teerão, desde que o Presidente dos EUA, Donald Trump, declarou encerrada a trégua acordada entre os dois países.</P><br />
<P>A IRGC afirmou, num comunicado divulgado pela agência estatal Tasnim, que os dois petroleiros explodiram após entrarem num campo de minas marítimas a sul do estreito de Ormuz e que os navios, supostamente induzidos em erro por agências de inteligência norte-americanas, provocaram um grande incêndio após a detonação.</P><br />
<P>A organização iraniana não identificou os navios nem informou sobre possíveis vítimas ou danos.</P><br />
<P>O Comando Central restabeleceu, na terça-feira, o cerco naval sobre portos e navios iranianos no estreito de Ormuz, dois dias após o aviso da República Islâmica sobre o encerramento desta via marítima devido aos bombardeamentos norte-americanos.</P><br />
<P>O Irão respondeu aos ataques de Washington com lançamentos de mísseis e drones contra alvos norte-americanos em vários países da região, como Bahrein, Qatar, Kuwait e Emirados Árabes Unidos (EAU), entre outros.</P></p>
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		<title>Venezuela/Sismos: Caracas obtém 346 milhões de dólares do FMI para recuperação</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 01:50:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Venezuela obteve 346 milhões de dólares (302 milhões de euros) "dos próprios recursos" do Fundo Monetário Internacional (FMI), para o processo de recuperação e reconstrução após os sismos de 24 de junho, anunciou a presidente interina.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Venezuela obteve 346 milhões de dólares (302 milhões de euros) &#8220;dos próprios recursos&#8221; do Fundo Monetário Internacional (FMI), para o processo de recuperação e reconstrução após os sismos de 24 de junho, anunciou a presidente interina.</P><br />
<P>Num comunicado divulgado na sexta-feira, Delcy Rodríguez explicou que os fundos vão permitir &#8220;apoiar as famílias afetadas em matéria de habitação, infraestruturas e serviços públicos essenciais, entre outras necessidades&#8221;.</P><br />
<P>Rodríguez agradeceu à diretora do FMI, Kristalina Georgieva, pelo &#8220;apoio e compromisso, bem como a todas as instituições que tornaram possível este importante passo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Continuaremos a trabalhar incansavelmente para proteger o nosso povo e avançar na recuperação do país&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>A chefe de Estado deu conta a 08 de julho de uma conversa telefónica com Georgieva sobre a libertação de &#8220;recursos bloqueados da Venezuela&#8221; no FMI.</P><br />
<P>A líder chavista exigiu então, mais uma vez, o fim das sanções contra Caracas e do bloqueio dos recursos que, segundo disse, o país necessita para o processo de reconstrução.</P><br />
<P>Em 09 de julho, a porta-voz do FMI, Julie Kozack, explicou numa conferência de imprensa que Georgieva e Rodríguez discutiram &#8220;a utilização da parcela de reserva da Venezuela no FMI, que constitui uma fonte de liquidez importante e de fácil acesso que pode ser mobilizada rapidamente&#8221;.</P><br />
<P>A chamada parcela de reserva é diferente dos Direitos Especiais de Saque (SDR, na sigla em inglês) retidos pela instituição que ascendem a cerca de 4.500 milhões de dólares (3.934 milhões de euros), o que perfaz um valor total próximo dos 5.000 milhões de dólares (4.371 milhões de euros) em ativos.</P><br />
<P>Os ativos da parcela de reserva estão imediatamente disponíveis para &#8220;ajudar a dar resposta às necessidades humanitárias urgentes decorrentes da catástrofe&#8221; e &#8220;são o recurso&#8221; que a Venezuela &#8220;indicou querer utilizar&#8221;, acrescentou Kozack.</P><br />
<P>O FMI e a Venezuela retomaram, em abril passado, as relações, que se encontravam suspensas desde 2019.</P><br />
<P>Desde então, os contactos entre a instituição e o Governo interino de Rodríguez têm sido regulares, com vista a concluir os procedimentos técnicos para permitir que, no futuro, o país possa voltar a aceder aos instrumentos financeiros do FMI.</P><br />
<P>O número de mortos pelo duplo sismo que atingiu a Venezuela em 24 de junho subiu na sexta-feira para 5.069, após o registo de 139 novas mortes, de acordo com os dados mais recentes divulgados pelas autoridades venezuelanas.</P><br />
<P>Os dados foram divulgados pelo presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez, que indicou também que o número de feridos se mantém nos 16.740.</P></p>
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