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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Médio Oriente: Israel anuncia que tomou fortaleza no sul do Líbano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 May 2026 08:17:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, afirmou hoje que o Exército tomou a fortaleza medieval de Beaufort, no sul do Líbano, onde intensificou as operações contra o Hezbollah pro-iraniano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, afirmou hoje que o Exército tomou a fortaleza medieval de Beaufort, no sul do Líbano, onde intensificou as operações contra o Hezbollah pro-iraniano.</P><br />
<P>&#8220;Sob a direção do primeiro-ministro (Benjamin) Netanyahu e sob a minha direção&#8221;, o Exército alargou as operações no Líbano, atravessando o rio Litani e conquistando a cordilheira do Beaufort &#8212; um dos pontos estratégicos mais importantes para defender as localidades de Galileia (no norte de Israel) e preservar a segurança dos soldados, disse o ministro no Telegram.</P><br />
<P>As forças israelitas usaram Beaufort como base durante a anterior ocupação do sul do Líbano, que durou duas décadas e terminou em 2000.  </P><br />
<P>O local oferece vistas panorâmicas de vastas áreas do Líbano.</P><br />
<P>&#8220;Quarenta e quatro anos após a batalha heroica de Beaufort e neste dia de evocação dos soldados tombados durante a primeira guerra do Líbano (1982)&#8221;, os militares regressaram ao topo do monte Beaufort e &#8220;hastearam novamente a bandeira de Israel&#8221;, acrescentou Katz.</P><br />
<P>Imagens da AFP mostraram hoje de manhã a bandeira israelita içada na fortaleza, enquanto se ouviam tiros de artilharia, por entre fumo na área circundante.   </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770182]]></sapo:autor>
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		<title>Metro Mondego quer avançar com canal dedicado até ao Pediátrico de Coimbra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 May 2026 08:17:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Metro Mondego quer avançar com canal dedicado do 'metrobus' entre os Hospitais da Universidade de Coimbra e o Pediátrico, que a atual rede não prevê, e a Infraestruturas de Portugal já tem indicação para estudar projeto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Metro Mondego quer avançar com canal dedicado do &#8216;metrobus&#8217; entre os Hospitais da Universidade de Coimbra e o Pediátrico, que a atual rede não prevê, e a Infraestruturas de Portugal já tem indicação para estudar projeto.</P><br />
<P>&#8220;Há um ajuste que ainda tem que ser feito no Pediátrico, que não estava em canal dedicado&#8221;, disse à agência Lusa Leonel Serra, que assumiu o cargo há cerca de dois meses, referindo que para cumprir o rácio de regularidade previsto no contrato de serviço público é importante assegurar canal dedicado entre a entrada norte dos Hospitais da Universidade de Coimbra e o Pediátrico.</P><br />
<P>De acordo com o novo presidente da Metro Mondego (empresa que gere a operação do &#8216;metrobus&#8217;), já foi feito um pedido ao ministro das Infraestruturas, que &#8220;já deu indicações à IP [Infraestruturas de Portugal] para que avance com os estudos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Temos de fazer tudo em canal dedicado&#8221;, vincou, recordando que o contrato de serviço público estipula que 95% das circulações têm de ter um atraso inferior a três minutos e um índice de regularidade de 98%.</P><br />
<P>Face ao tráfego naquela zona da cidade, Leonel Serra entende que a ausência de canal dedicado na ligação entre as duas unidades hospitalares aumenta a probabilidade de atrasos e &#8220;um projeto com 42 quilómetros pode ficar comprometido por cerca de um quilómetro e meio&#8221;.</P><br />
<P>Segundo o responsável, a questão também foi comunicada à presidente da Câmara de Coimbra, Ana Abrunhosa, que concordou.</P><br />
<P>Para Leonel Serra, é possível assegurar esse canal dedicado a tempo da conclusão da linha do hospital, que se prevê que possa estar a funcionar no primeiro trimestre de 2027.</P><br />
<P>&#8220;Mesmo que porventura isto não seja feito a tempo, nós avançamos com a operação até ao Hospital, eventualmente, se conseguirmos, até ao Pediátrico, e isto será feito &#8216;a posteriori'&#8221;, disse.</P><br />
<P>O responsável vincou que esse investimento &#8220;é fundamental para um bom desempenho do projeto&#8221;, que tem motivado o interesse de várias cidades portuguesas, que procuram visitar o sistema, que funciona na Lousã, Miranda do Corvo e Coimbra, com a operação urbana ainda a funcionar de forma parcial.</P><br />
<P>A ligação a Coimbra-B e a abertura parcial da linha do hospital (até à Praça da República) deverão iniciar testes em meados de agosto e arrancar a operação comercial até ao final desse mesmo mês, disse.</P><br />
<P>Na mesma altura, deverá também ser retomada a circulação em Serpins, no concelho da Lousã, que foi interrompida devido ao deslizamento de um talude.</P><br />
<P>No caso da operação até à Praça da República, Leonel Serra referiu que a solução ainda está a ser estudada, devido à ausência de parqueamento naquela zona, o que torna a gestão mais complexa.</P><br />
<P>&#8220;Ali, tem de ser sempre chegar, fazer o serviço comercial e seguir&#8221;, constatou, admitindo que o planeamento da operação na Praça da República ainda &#8220;está a ser estudado&#8221;.</P><br />
<P>Questionado sobre a possibilidade de alterações no troço suburbano para se assegurarem viagens mais rápidas entre Miranda do Corvo e Lousã e Coimbra, Leonel Serra considerou que, por ser um sistema, nesse traçado, de via única, com pontos específicos de cruzamento, seria difícil fazer alterações.</P><br />
<P>Além disso, as alterações não poupariam muito tempo na viagem, constatou.</P><br />
<P>&#8220;Enquanto os comboios levam muito tempo a parar e a retomar velocidade, estes veículos têm um arranque muito rápido. O que se ganharia seria muito pouco tempo ou nada. Depois, também há outro problema. Ao entrar em Coimbra, tudo está pensado numa lógica de cinco em cinco minutos [em hora de ponta]. O autocarro [que viesse de Miranda] teria de estar à espera e já não encaixava&#8221;, explicou.</P><br />
<P>O SMM, que funciona com autocarros elétricos articulados em via dedicada, serve atualmente Coimbra, Lousã e Miranda do Corvo, apesar de o sistema ainda não estar concluído e completamente operacional.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770181]]></sapo:autor>
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		<title>Estudos sobre expansões do Sistema de Mobilidade do Mondego avançam este ano</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/estudos-sobre-expansoes-do-sistema-de-mobilidade-do-mondego-avancam-este-ano/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 May 2026 08:17:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os estudos de expansão do Sistema de Mobilidade do Mondego (SMM) até Condeixa-a-Nova, Cantanhede e Mealhada vão avançar ainda este ano, revelou hoje o presidente da Metro Mondego.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os estudos de expansão do Sistema de Mobilidade do Mondego (SMM) até Condeixa-a-Nova, Cantanhede e Mealhada vão avançar ainda este ano, revelou hoje o presidente da Metro Mondego.</P><br />
<P>&#8220;Os estudos [sobre extensões do SMM] irão começar a ser tratados agora, ainda este ano&#8221;, disse à agência Lusa Leonel Serra, que assumiu há cerca de dois meses a presidência da empresa responsável pela operação do &#8216;metrobus&#8217; (autocarros articulados em via dedicada).</P><br />
<P>Recentemente, autarcas dos concelhos que poderão vir a beneficiar dessas extensões congratularam-se com o despacho do Governo que mandata a Metro Mondego a avançar com estudos e projetos para uma expansão do sistema, uma medida também ela reclamada pela Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra (CIMRC).</P><br />
<P>Segundo Leonel Serra, o despacho da Secretária de Estado da Mobilidade, Cristina Pinto Dias, determina que sejam feitos os estudos necessários, entre &#8220;estudos prévios, projetos de execução e demais elementos técnicos associados&#8221; a essa expansão.</P><br />
<P>O novo presidente da Metro Mondego afirmou que irá reunir com a sua equipa e perceber se será feito um convite a alguma empresa específica, nomeadamente aquela que já fez um estudo de extensões do SMM para a CIMRC, ou se será feita uma consulta ao mercado.</P><br />
<P>Apesar de já haver um estudo até aprofundado encomendado pela CIMRC (que aponta como extensões mais viáveis aquelas que são agora abrangidas pelo despacho do Governo), Leonel Serra entende que será necessário estudo que confirme esse trabalho prévio, até porque &#8220;a mobilidade e fixação de pessoas vai sendo alterada ao longo do tempo, assim como há pressupostos que são alterados&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Nós vamos dar início e acompanhar estes estudos&#8221;, referiu, afirmando que tudo será feito em colaboração com a CIMRC, que se disponibilizou para ajudar nesse processo e promover o diálogo com os municípios envolvidos, para se assegurar um trabalho em conjunto.</P><br />
<P>&#8220;Esse será o primeiro passo. De seguida, serão elaborados estudos e projetos de execução e depois há de ser encontrado, em princípio, pela tutela, o financiamento para os projetos e avançar&#8221;, afirmou Leonel Serra, que é quadro da CP e já foi vogal numa outra administração da Metro Mondego.</P><br />
<P>Para o responsável, este período levará o seu tempo, escusando-se a avançar com o calendário, por enquanto.</P><br />
<P>&#8220;Uma coisa posso prometer: Vou já começar a tratar do assunto e ter reuniões técnicas sobre isto. Agora, neste momento, não posso avançar com calendários&#8221;, disse, acreditando que este não será &#8220;certamente um projeto tão demorado&#8221; como ao atual, que teve início há mais de 30 anos e que sofreu vários avanços e recuos.</P><br />
<P>Questionado sobre se também estarão em cima da mesa extensões da rede urbana de Coimbra, referiu que o despacho aponta apenas para os eixos Coimbra-Condeixa-a-Nova e Coimbra-Cantanhede-Mealhada, mas garantiu que será interessante uma densificação da rede na cidade.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770180]]></sapo:autor>
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		<title>Há uma cirurgia que é cinco vezes mais eficaz do que Ozempic na perda de peso, revela estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 May 2026 08:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os medicamentos à base de semaglutido, como o Ozempic, têm revolucionado os tratamentos para perda de peso e diabetes tipo 2 nos últimos anos, mas uma investigação apresentada nos Estados Unidos concluiu que a cirurgia bariátrica continua a ser significativamente mais eficaz na redução do peso corporal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os medicamentos à base de semaglutido, como o Ozempic, têm revolucionado os tratamentos para perda de peso e diabetes tipo 2 nos últimos anos, mas uma investigação apresentada nos Estados Unidos concluiu que a cirurgia bariátrica continua a ser significativamente mais eficaz na redução do peso corporal.</p>
<p>O estudo, desenvolvido por investigadores da Universidade de Nova Iorque (NYU) e apresentado em 2025 no encontro anual da Sociedade Americana de Cirurgia Metabólica e Bariátrica (ASMBS), comparou os resultados obtidos através de medicamentos GLP-1 com os de duas cirurgias metabólicas amplamente utilizadas: a gastrectomia vertical (“sleeve gástrico”) e o bypass gástrico.</p>
<p>Os dados analisados mostram uma diferença expressiva entre os dois métodos. Ao fim de dois anos, os doentes submetidos a cirurgia perderam, em média, 25,7% do peso corporal total, enquanto os pacientes tratados com medicamentos como semaglutido ou tirzepatido registaram uma perda média de 5,3%.</p>
<p><strong>Estudo comparou cirurgia bariátrica com medicamentos GLP-1</strong><br />
Os investigadores recorreram a registos clínicos para comparar pessoas que utilizaram medicamentos de perda de peso com pacientes submetidos a cirurgia bariátrica. Os grupos foram emparelhados de acordo com vários critérios, incluindo idade, índice de massa corporal e níveis de açúcar no sangue.</p>
<p>Os medicamentos analisados pertencem à classe dos agonistas dos recetores GLP-1, substâncias que imitam a hormona natural responsável pelo controlo do apetite e da saciedade. O Ozempic tornou-se um dos exemplos mais conhecidos desta categoria, inicialmente desenvolvido para o tratamento da diabetes tipo 2.</p>
<p>Apesar da popularidade crescente destes fármacos, os resultados do estudo sugerem que os efeitos observados na prática clínica diária podem ser inferiores aos registados nos ensaios clínicos.</p>
<p><strong>Investigadores apontam abandono do tratamento como fator decisivo</strong><br />
Um dos fatores identificados pelos autores para explicar a diferença nos resultados prende-se com a dificuldade de muitos doentes em manter o tratamento farmacológico durante longos períodos.</p>
<p>“Os ensaios clínicos mostram perdas de peso entre 15% e 21% com os medicamentos GLP-1, mas este estudo sugere que, no mundo real, a perda de peso é consideravelmente inferior, mesmo em pacientes com prescrições ativas durante um ano inteiro”, explicou Avery Brown, médico interno de cirurgia da NYU, durante a apresentação dos resultados.</p>
<p>O investigador acrescentou ainda que “até 70% dos pacientes podem interromper o tratamento no espaço de um ano”.</p>
<p>“Os pacientes tratados com GLP-1 podem precisar de ajustar expectativas, aderir mais rigorosamente ao tratamento ou optar pela cirurgia metabólica e bariátrica para alcançar os resultados desejados”, afirmou.</p>
<p><strong>Cirurgia continua a apresentar resultados mais duradouros</strong><br />
Além da maior eficácia na perda de peso, os investigadores consideram que a cirurgia oferece benefícios mais consistentes a longo prazo, precisamente por se tratar de uma intervenção permanente.</p>
<p>“Embora ambos os grupos percam peso, a cirurgia metabólica e bariátrica é muito mais eficaz e duradoura”, afirmou Ann M. Rogers, presidente da ASMBS, que não participou diretamente na investigação.</p>
<p>Os autores do estudo sublinham, contudo, que os medicamentos GLP-1 continuam a demonstrar benefícios relevantes e não devem ser descartados como opção terapêutica.</p>
<p><strong>Ozempic continua associado a vários benefícios de saúde</strong><br />
Apesar dos resultados mais modestos na perda de peso, os medicamentos como o Ozempic continuam a ganhar popularidade em todo o mundo devido aos seus efeitos positivos noutras áreas da saúde.</p>
<p>O semaglutido foi originalmente aprovado para tratar diabetes tipo 2, graças à sua capacidade de reduzir os níveis de açúcar no sangue. Estudos recentes têm ainda associado estes medicamentos a uma redução do risco cardiovascular e até a uma possível diminuição do risco de alguns tipos de cancro.</p>
<p>Ainda assim, nesta investigação, a cirurgia bariátrica revelou também melhor controlo glicémico quando comparada com os tratamentos farmacológicos.</p>
<p><strong>Cirurgia não é solução milagrosa</strong><br />
Os especialistas alertam igualmente que a cirurgia bariátrica não representa uma solução automática ou isenta de riscos.</p>
<p>Embora os procedimentos sejam considerados seguros, tratam-se de intervenções invasivas e permanentes, que exigem mudanças rigorosas no estilo de vida, alimentação controlada e prática regular de exercício físico.</p>
<p>Os investigadores defendem que futuras análises deverão ajudar a perceber quais os pacientes que beneficiam mais de medicamentos GLP-1 e quais os que poderão ter melhores resultados com cirurgia metabólica.</p>
<p>“Em estudos futuros, pretendemos identificar o que os profissionais de saúde podem fazer para otimizar os resultados dos GLP-1, perceber quais os pacientes que devem ser tratados com cirurgia bariátrica em vez de GLP-1 e determinar qual o impacto dos custos suportados pelos próprios doentes no sucesso do tratamento”, explicou Karan Chhabra, cirurgião bariátrico da NYU Grossman School of Medicine.</p>
<p><strong>Popularidade dos medicamentos continua a crescer</strong><br />
Apesar da superioridade demonstrada pela cirurgia nos resultados de perda de peso, os medicamentos GLP-1 continuam a ser muito mais utilizados do que as intervenções bariátricas.</p>
<p>Segundo os investigadores, apenas uma pequena percentagem das pessoas elegíveis para cirurgia opta efetivamente por esse caminho, enquanto os tratamentos farmacológicos registam uma procura crescente em vários países.</p>
<p>O estudo reforça, ainda assim, a ideia de que a escolha do tratamento mais adequado deve ser individualizada e acompanhada por profissionais de saúde especializados, tendo em conta o estado clínico, os objetivos e a capacidade de adesão de cada paciente.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770012]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mulheres africanas continuam a lutar por direitos conquistados pelo feminismo há décadas &#8211; ativista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 May 2026 07:34:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A ativista guineense Arthimiza Mendonça lamentou que as mulheres africanas continuem a lutar por direitos básicos conquistados há décadas no Ocidente, defendendo um feminismo ligado à realidade do continente africano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ativista guineense Arthimiza Mendonça lamentou que as mulheres africanas continuem a lutar por direitos básicos conquistados há décadas no Ocidente, defendendo um feminismo ligado à realidade do continente africano.</P><br />
<P>&#8220;Enquanto elas [mulheres ocidentais] lutavam por salários e oportunidades, nós cuidávamos dos filhos delas&#8221;, disse, acrescentando que muitas mulheres africanas &#8220;nem tinham direito à escola, nem a uma boa alimentação, nem a uma moradia digna&#8221;.</P><br />
<P>Fundadora da revista &#8220;Pérola Afrikana&#8221;, Arthimiza Mendonça disse, numa entrevista telefónica à Lusa, que o projeto nasceu da necessidade de criar &#8220;um espaço&#8221; onde mulheres africanas e afrodescendentes possam &#8220;falar de si na primeira pessoa&#8221; e não através do olhar de terceiros.</P><br />
<P>Segundo a jornalista, a revista procura destacar a diversidade cultural, social e económica destas mulheres, dando visibilidade aos seus percursos e contributos para as comunidades.</P><br />
<P>Arthimiza Mendonça considera que a realidade enfrentada por muitas mulheres africanas continua distante da experiência das mulheres ocidentais, lembrando que ambas &#8220;não partiram do mesmo princípio&#8221; ao longo da história.</P><br />
<P>A primeira edição da revista foi lançada em março de 2025, na véspera do Dia Internacional da Mulher, e mais tarde apresentada também em Portugal, decisão que Arthimiza justifica com a importância da diáspora africana, visto que estão longe dos países de origem e precisam de alguma forma de estar ligados às suas raízes.</P><br />
<P>&#8220;Fomos para Portugal porque sabemos que temos uma diáspora enorme&#8221;, explicou, acrescentando que muitas mulheres precisavam &#8220;ver a revista física, tocar, folhear&#8221; e sentir que &#8220;o mundo está a escutar&#8221; as suas histórias.</P><br />
<P>A ativista sublinhou que defende os direitos de todas as mulheres, mas considera que o feminismo deve respeitar a história, a cultura e as especificidades sociais africanas.</P><br />
<P>&#8220;Respeito a luta de todas as mulheres, mas permitam-nos primeiro chegar onde vocês estão&#8221;, declarou.</P><br />
<P>A revista procura também preservar a memória cultural africana através da escrita, numa sociedade onde muitas histórias &#8220;continuam a ser transmitidas pela oralidade&#8221;. Histórias de guerra, tradições e costumes são contadas pelos &#8220;mais velhos&#8221;, antigos combatentes.</P><br />
<P>A ativista alertou ainda para o crescimento de práticas de clareamento da pele em vários países africanos e na diáspora, incluindo crianças, motivado pela não-aceitação da sua cor e cultura.</P><br />
<P>&#8220;No Congo Brazzaville e na Nigéria há mulheres que aplicam cimento na pele para clarear mais rapidamente&#8221; e fazem o mesmo aos seus filhos, para que não se notem as diferenças de tom de pele, afirmou, descrevendo o processo como &#8220;cruel e doloroso&#8221;.</P><br />
<P>Para combater situações semelhantes, Arthimiza Mendonça anunciou o lançamento, em junho, da revista infantil Winne, apresentada como a primeira publicação do género na Guiné-Bissau.</P><br />
<P>&#8220;Winne significa: precisam me ver&#8221;, explicou, para defender uma maior proteção e valorização das crianças africanas.</P><br />
<P>Arthimiza Mendonça estará em Portugal na primeira semana de junho para participar nas comemorações dos 13 anos da Rede Sem Fronteiras, organização cultural internacional, sem fins lucrativos, da qual é representante na Guiné-Bissau.</P><br />
<P></P><br />
<P>CLZJ/MLL // MLL</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770179]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>ENTREVISTA: Portugal está a ser &#8220;extremamente ultrapassado&#8221; no relacionamento externo de Angola &#8212; investigador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 May 2026 07:14:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[*** Maria de Lurdes Lopes, da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Maria de Lurdes Lopes, da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Lisboa, 31 mai 2026 (Lusa) &#8212; O investigador Rui Verde considera que Portugal &#8220;está a ser extremamente ultrapassado&#8221; no relacionamento externo de Angola e salienta as &#8220;grandes modificações&#8221; operadas sob a presidência de João Lourenço, a começar pelo &#8220;grande esfriamento da relação com a Rússia&#8221;.</P><br />
<P>Falando à Lusa a propósito do lançamento, no próximo dia 05 de junho, na Voz do Operário, em Lisboa, do seu livro &#8220;Breve História de Angola desde a Independência (1975-2025)&#8221;, Rui Verde dá como exemplo da mudança o julgamento de &#8220;supostos agentes do pós Wagner [organização paramilitar russa] (&#8230;) acusados de quererem subverter o regime, o que é uma novidade enorme&#8221;.</P><br />
<P>Já em relação à China, está a assistir-se a uma &#8220;recalibragem da relação para não terem empréstimos com chineses, porque consideram, com alguma razão, que foram um bocado extrativistas&#8221;, pois funcionaram em &#8220;círculo fechado&#8221;, emprestando dinheiro a empresas chinesas para estas fazerem as obras, cujo pagamento futuro era assegurado pelas receitas do petróleo.</P><br />
<P>&#8220;[Isto] criou condições financeiras graves a Angola, por isso estão a tentar modificar essa relação&#8221;, enfatiza.</P><br />
<P>Já a relação com Portugal tem vindo a ser reduzida à sua dimensão &#8220;histórica&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Dois terços dos ministros angolanos têm nacionalidade portuguesa, veem o Benfica e o Porto, vêm comprar o vinho e os fatos à Avenida da Liberdade. Isso tudo existe. Agora grande investimento, grande interesse estratégico, não existe&#8221;, salienta.</P><br />
<P>A &#8220;grande mudança estratégica&#8221; está na relação com grandes países europeus, como a França &#8212; ilustrada na adesão como observadora à francofonia -, Espanha e mesmo Alemanha e Reino Unido, refere, sublinhando que João Lourenço &#8220;não liga muito à CPLP [Comunidade dos Países de Língua Portuguesa]&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Já não é o embaixador português o ponto de contacto da Europa em Angola, como era no passado&#8221;, frisa.</P><br />
<P>A nível do continente africano, o investigador associado no Centro de Estudos Africanos da Universidade de Oxford e no Centro de População e Desenvolvimento da Universidade Paris-Cité e fundador da Angola Research Network (Rede de Investigação sobre Angola) aponta o esforço de mediação protagonizado por João Lourenço no conflito na República Democrática do Congo (RDCongo).</P><br />
<P>O papel de Angola &#8220;acabou por ser ingrato&#8221;, fruto da viragem do Presidente da RDCongo, Felix Tshisekedi, para o Qatar e os Estados Unidos da América, &#8220;deixando a mediação angolana pendurada&#8221; mas sem &#8220;resolver nada&#8221;, apenas criando &#8220;mais caos&#8221;.</P><br />
<P>Para Rui Verde, faltaram a Angola mecanismos de imposição: &#8220;Não passou de conversa. Não colocou tropas, não ameaçou com sanções económicas&#8221;.</P><br />
<P>Contudo, este esforço, aliado à presidência da União Africana, organismo continental que o distinguiu como Campeão da Paz, podem fazer ambicionar um cargo internacional. </P><br />
<P>&#8220;Não indo para um terceiro mandato [nas eleições de 2027, às quais está constitucionalmente impedido de se recandidatar], sempre pareceu que iria e tinha algum perfil para um cargo internacional. Foi presidente da UA e esforçou-se bastante. Creio que essa perspetiva existe&#8221;, considera.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770178]]></sapo:autor>
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		<title>ENTREVISTA: Sucessão de João Lourenço em Angola envolta em incerteza e especulação &#8211; investigador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 May 2026 07:14:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[*** Maria de Lurdes Lopes, da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Maria de Lurdes Lopes, da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Lisboa, 31 mai 2026 (Lusa) &#8212; O investigador Rui Verde considera que o processo de sucessão de João Lourenço na Presidência de Angola foi &#8220;mal conduzido&#8221; e está a gerar &#8220;muita incerteza&#8221; e &#8220;especulação&#8221;, antevendo que, mesmo em caso de vitória, esta se possa revelar &#8220;vazia&#8221;.</P><br />
<P>Rui Verde falava à Lusa a propósito do lançamento, no próximo dia 05 de junho, na Voz do Operário, em Lisboa, do seu livro &#8220;Breve História de Angola desde a Independência (1975-2025)&#8221;, obra que define como &#8220;prática e acessível&#8221;, que procura ser &#8220;uma ponte entre um balanço e a &#8216;curva apertada'&#8221; à chegada a 2027, ano de eleições, a que João Lourenço não se pode recandidatar.</P><br />
<P>&#8220;Procurei ir aos factos, o que em Angola é difícil, pois os factos podem ter várias interpretações e é preciso fazer opções&#8221;, avisa.</P><br />
<P>Investigador associado no Centro de Estudos Africanos da Universidade de Oxford e no Centro de População e Desenvolvimento da Universidade Paris-Cité, o fundador da Angola Research Network (Rede de Investigação sobre Angola) salienta que o Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA, no poder desde 1975) &#8220;enfrenta uma crise interna de sucessão presidencial&#8221;, pois a disputa pela liderança &#8220;expôs fissuras profundas no partido&#8221;, agravadas pela &#8220;ausência de mecanismos transparentes para a escolha do sucessor&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A incerteza está a dividir as elites do MPLA e, por ligação direta, vai dividir as bases&#8221;, adverte, avisando que João Lourenço até pode ganhar o congresso de dezembro, ficando a presidir ao partido, e o seu candidato conseguir ser eleito Presidente da República, mas esta &#8220;pode ser uma vitória de Pirro, vazia, sem apoio&#8221;.</P><br />
<P>Para se perceber a situação atual, recua até 1992, ano das primeiras eleições multipartidárias em Angola, cujas legislativas o MPLA venceu, mas desconhece-se o resultado das presidenciais, disputadas pelo então Presidente e líder do MPLA, José Eduardo dos Santos, e o fundador e presidente da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA), Jonas Savimbi, tendo-se entretanto reacendido a guerra.</P><br />
<P>&#8220;Dizem os rumores [que Eduardo dos Santos não terá ganhado, o que o deixou] muito incomodado&#8221;, levando à alteração da Constituição, aprovada em 2010, a qual acabou com a eleição presidencial e passou a determinar que o Presidente da República é o cabeça de lista do partido vencedor das legislativas.</P><br />
<P>&#8220;A partir daí dá-se uma fusão completa dos poderes do Estado (&#8230;) Entregou-se com um vestido democrático o poder quase total ao Presidente&#8221;, analisa, explicando no livro que Angola passou a ter um &#8220;presidencialismo altamente concentrado, sem mecanismos de fiscalização política&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;As eleições passaram a ser um plebiscito presidencial em 2010 e ainda o são hoje&#8221;, afirma.</P><br />
<P>No livro, refere como, sobretudo nos últimos anos de Eduardo dos Santos se deu uma &#8220;captura do Estado por interesses privados&#8221; e conta como João Lourenço, depois de uma travessia no deserto, acaba por ser o escolhido para disputar as eleições de 2017 (após a guerra entre Isabel dos Santos e Manuel Vicente ter eliminado os mais fortes potenciais sucessores), sem que lhe tenha sido entregue a liderança do partido.</P><br />
<P>A ideia, afirma, era, ao manter-se à frente do partido, Eduardo dos Santos (então já doente) ser &#8220;o motorista no banco de trás&#8221;, impedindo Lourenço de exercer a presidência em pleno.</P><br />
<P>Contudo, desde logo, este &#8220;enviou uma mensagem clara de querer mudar&#8221;, ao iniciar um combate à corrupção e tentar uma reforma económica, relata, reconhecendo que, hoje, &#8220;apesar das críticas, há muito mais liberdade de imprensa&#8221;, mais ativistas.</P><br />
<P>&#8220;O que parece é que ficou a meio da ponte. Por razões que só daqui a uns anos se perceberá melhor [com acesso a documentos ou entrevistas a atuais atores] parou tudo um bocado&#8221;, considera.</P><br />
<P>Para Rui Verde, as eleições de 2027 em Angola são &#8220;uma incógnita&#8221;, porque &#8220;há muita sensação &#8212; e na política vive-se muito de perceções &#8212; que a UNITA pode ganhar&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;E, se não ganhar, não basta ao MPLA vencer, tem que convencer que a vitória é limpa, porque, senão, há o perigo do mesmo que aconteceu em Moçambique com [o candidato da oposição nas eleições de outubro de 2024, Venâncio] Mondlane ou na Tanzânia [onde centenas de pessoas foram mortas nas tensões pós eleitorais em outubro de 2025]&#8221;, salienta.</P><br />
<P>&#8220;A sociedade civil e as pessoas estão muito à flor da pele&#8221;, alerta.</P><br />
<P>Salientando que o MPLA está &#8220;muito desgastado, quer pela crise económica que persiste desde 2014 &#8212; embora os indicadores macroeconómicos estejam melhores -, quer pela ideia que está há muito tempo no poder&#8221;, Rui Verde acrescenta que a UNITA se &#8220;transformou muito&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Esta UNITA não é a velha UNITA&#8221;, pois nas duas últimas décadas transformou-se num &#8220;partido urbano, onde todas as etnias cabem&#8221;, tendo deixado de existir a visão &#8220;étnica e tribalista&#8221;.</P><br />
<P>Sendo hoje um partido &#8220;mais pacífico, mais estruturado&#8221;, com quadros e a &#8220;aparecer como alternativa&#8221;, tem em Adalberto Costa Júnior um líder que &#8220;tem sabido aproveitar o momento&#8221;, considera.</P><br />
<P>&#8220;É hoje um partido popular. Se mais que o MPLA, veremos&#8221; em 2027, acrescenta.</P><br />
<P>Questionado sobre quem Lourenço poderá escolher para seu sucessor, Rui Verde aponta que há quem pense que escolherá uma mulher &#8211; &#8220;na cultura angolana serão mais maleáveis&#8221; &#8211; e há quem diga que vai escolher um general &#8211; &#8220;para controlar a instabilidade&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É puro vudu. Não faço a mínima ideia. Não há uma pessoa que se destaque&#8221;, concluiu.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770177]]></sapo:autor>
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		<title>Colombianos vão hoje às urnas para eleições presidenciais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 May 2026 07:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os 41,4 milhões de eleitores colombianos aptos vão hoje às urnas para as eleições presidenciais do país, que decidirão se o atual Governo de esquerda continuará com as suas políticas sociais ou se a direita regressará ao poder.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os 41,4 milhões de eleitores colombianos aptos vão hoje às urnas para as eleições presidenciais do país, que decidirão se o atual Governo de esquerda continuará com as suas políticas sociais ou se a direita regressará ao poder.</p>
<p>Desde o início da campanha que as sondagens mostram o senador Iván Cepeda, candidato do Pacto Histórico e de uma coligação de esquerda, como o favorito. A esquerda foi fortalecida pela popularidade do Presidente colombiano, Gustavo Petro, mas provavelmente não terá o apoio necessário para vencer na primeira volta.</p>
<p>O candidato de extrema-direita Abelardo de la Espriella, que se auto-intitula &#8220;El Tigre&#8221; [O Tigre] e lidera o recém-criado movimento Defensores da Pátria, promete revolucionar o panorama político para &#8220;salvar o país e transformá-lo numa nação milagrosa&#8221;. Apresenta-se como o maior rival de Cepeda, tanto na retórica como nas sondagens.</p>
<p>Nas últimas três eleições, o &#8220;Uribismo&#8221; &#8211; movimento baseado nas políticas do ex-Presidente Álvaro Uribe Vélez (2002&#8211;2010) &#8211; foi a principal força da direita, mas desta vez esta hegemonia está a ser desafiada por De la Espriella, que tem um discurso de linha dura contra o crime e a guerrilha que agrada a grande parte dos eleitores do Centro Democrático, que estão descontentes com a candidata do partido, Paloma Valência, a terceira colocada nas sondagens, por a considerarem demasiado branda.</p>
<p>Outros nove candidatos de vários espetros políticos, com apoio marginal nas sondagens, também constam no boletim de voto, incluindo os ex-autarcas Sergio Fajardo, Claudia López e Carlos Caicedo [que desistiu da sua candidatura para apoiar Cepeda], e os ex-senadores Roy Barreras e Mauricio Lizcano.</p>
<p>Completam a lista Miguel Uribe Londoño, pai do senador assassinado Miguel Uribe Turbay; o general na reserva do Exército Gustavo Matamoros; e os empresários Sondra Macollins Garvin e Santiago Botero.</p>
<p>A campanha para as eleições presidenciais na Colômbia &#8211; país com 53,9 milhões de habitantes &#8211; foi a mais violenta dos últimos oito anos, não só devido às ameaças contra os candidatos, mas também devido ao aumento da insegurança e violência em vários pontos do país.</p>
<p>Entre os muitos problemas que a Colômbia enfrenta, o ressurgimento do conflito armado, nomeadamente de guerrilhas de esquerda e paramilitares, narcotráfico e a corrupção estão entre os mais urgentes que o Presidente eleito vai ter de enfrentar no país.</p>
<p>A Colômbia também precisa melhorar o seu desempenho económico, marcado pelo aumento da dívida pública, deterioração fiscal e desaceleração do investimento estrangeiro, de forma a manter o progresso social implementado pelo Governo do Presidente Petro.</p>
<p>De acordo com o Registo Nacional da Colômbia, dos 41,4 milhões de colombianos aptos a votar, 1,4 milhões estão registados no estrangeiro, onde foram instaladas 253 mesas de voto em 67 países. Mais de metade dos colombianos inscritos para votar no estrangeiro está nos Estados Unidos e em Espanha, com 454.262 e 307.996 eleitores inscritos, respetivamente. O período de votação para os colombianos no estrangeiro vai de 25 a 31 de maio, nas embaixadas e consulados.</p>
<p>A Missão de Observação Eleitoral da Organização dos Estados Americanos (OEA) vai enviar 96 observadores e especialistas políticos, liderados pelo ex-Presidente da República Dominicana, Leonel Fernández (1996-2000 e 2004-2012), para acompanhar as eleições presidenciais de domingo na Colômbia.</p>
<p>A União Europeia (UE) vai ter no terreno uma missão de observação eleitoral para as presidenciais colombianas, chefiada pelo vice-presidente do Parlamento Europeu, Esteban González Pons. Esta missão já enviou mais de 100 observadores para as eleições legislativas realizadas em março, nas quais o partido Pacto Histórico obteve a vitória.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769873]]></sapo:autor>
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		<title>Circulação na Ponte 25 de Abril vai estar cortada esta manhã: o que está em causa?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 May 2026 06:30:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Almada]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[ponte 25 de abril]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Lusoponte referiu ainda que o passeio insere-se nas comemorações do 60.º aniversário da Ponte 25 de Abril, que se assinala este ano]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Ponte 25 de Abril, que liga Lisboa à Margem Sul do Tejo, vai estar cortada ao trânsito este domingo entre as 08h30 e as 10h30, no sentido Sul/Norte, devido ao passeio Pedala Portugal, anunciou a Lusoponte.</p>
<p>&#8220;Com o objetivo de apoiar a realização do passeio Pedala Portugal, a ter lugar na Ponte 25 de Abril no próximo domingo, dia 31 de maio, o trânsito nesta ponte estará encerrado ao tráfego entre as 08:30 e as 10:30 no sentido Sul/Norte (Almada/Lisboa), e terá uma via encerrada no sentido Norte/Sul (Lisboa/Almada), entre as 08:00 e as 10:30&#8221;, indicou a concessionária da infraestrutura.</p>
<p>A Lusoponte referiu ainda que o passeio insere-se nas comemorações do 60.º aniversário da Ponte 25 de Abril, que se assinala este ano.</p>
<p>Segundo a organização do Pedala Portugal, o passeio não tem caráter competitivo e vai ligar as cidades de Lisboa, Almada e Oeiras.</p>
<p>Está ainda prevista uma outra edição, no Porto, no dia 21 de junho, com partida no Cais de Gaia, passagem pela Ponte D. Luís I e chegada junto ao Jardim do Passeio Alegre.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769284]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Depois dos 40 graus, junho começa amanhã com temperaturas mais frescas (e instabilidade)</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/depois-dos-40-graus-junho-comeca-amanha-com-temperaturas-mais-frescas-e-instabilidade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 May 2026 06:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Depois de vários dias marcados por temperaturas extremas e por uma das ondas de calor mais intensas de que há registo no mês de maio, Portugal continental prepara-se agora para uma mudança significativa do estado do tempo com a chegada de junho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de vários dias marcados por temperaturas extremas e por uma das ondas de calor mais intensas de que há registo no mês de maio, Portugal continental prepara-se agora para uma mudança significativa do estado do tempo com a chegada de junho. O calor excecional que marcou a reta final de maio deverá dar lugar a um ambiente mais fresco, húmido e mais próximo dos valores normais para a época.</p>
<p>Segundo as previsões divulgadas pelo portal especializado <a href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/grande-mudanca-nos-mapas-do-tempo-alfredo-graca-avisa-a-circulacao-atmosferica-vai-mudar-a-partir-de-1-de-junho.html" target="_blank" rel="noopener">Tempo.pt</a>, a circulação atmosférica deverá alterar-se de forma gradual a partir de 1 de junho, permitindo a entrada de massas de ar marítimo mais fresco provenientes do Atlântico. Esta mudança deverá traduzir-se numa descida generalizada das temperaturas e no possível regresso da chuva a várias regiões do país ao longo da primeira semana do novo mês.</p>
<p>A onda de calor iniciada a 20 de maio foi já classificada pelo IPMA como a mais severa e quente em Portugal continental desde, pelo menos, 1953, tendo sido ultrapassada a barreira histórica dos 40 graus em maio. No entanto, os modelos meteorológicos apontam agora para o enfraquecimento da massa de ar tropical continental que esteve na origem deste episódio extremo, sendo progressivamente substituída por ar polar marítimo, mais fresco e húmido.</p>
<p>A mudança já começou a fazer-se sentir no litoral Norte e Centro nos últimos dias de maio, mas deverá estender-se gradualmente ao interior do território nacional. Ainda assim, algumas zonas do Baixo Alentejo e do sotavento algarvio poderão continuar a registar temperaturas elevadas nos primeiros dias de junho, funcionando como os últimos redutos do calor intenso.</p>
<p>As previsões meteorológicas indicam também um reforço dos ventos de oeste e noroeste, associados à entrada de ar atlântico. Estes ventos deverão contribuir para regular as temperaturas, sobretudo nas regiões costeiras e no Norte e Centro do país. Ao mesmo tempo, a atmosfera poderá tornar-se mais variável, alternando entre períodos de estabilidade e momentos de maior nebulosidade e precipitação.</p>
<p>Os modelos europeus de previsão apontam para a possibilidade de chuva fraca e dispersa nos dias 2 e 4 de junho, especialmente no litoral Norte e Centro e em zonas montanhosas. Existe ainda a hipótese de nova precipitação nos dias 5 e 6 de junho, associada à aproximação de sistemas frontais atlânticos e de uma depressão situada a oeste-noroeste das Ilhas Britânicas.</p>
<p>A primeira semana de junho deverá ainda ser influenciada por um padrão atmosférico conhecido como NAO positiva, relacionado com a Oscilação do Atlântico Norte. Este regime atmosférico favorece um anticiclone dos Açores robusto e uma circulação de depressões mais a norte da Europa. Apesar disso, pequenas oscilações na posição do anticiclone poderão permitir a passagem de frentes enfraquecidas sobre Portugal continental, aumentando a variabilidade do estado do tempo.</p>
<p>Os principais modelos meteorológicos internacionais, incluindo o ECMWF e o GFS, coincidem na previsão de temperaturas bastante mais baixas face às registadas nos últimos dias de maio. Em muitas regiões, os valores poderão situar-se dentro da média climatológica ou até ligeiramente abaixo do normal para o início de junho.</p>
<p>Depois de um maio excecionalmente quente, a chegada de junho deverá assim marcar um regresso a condições meteorológicas mais equilibradas em Portugal continental, com temperaturas mais suportáveis, maior presença de nebulosidade e possibilidade de precipitação em várias zonas do país.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769874]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Roland Garros: Português Jaime Faria eliminado na terceira ronda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 22:26:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O tenista português Jaime Faria foi hoje eliminado na terceira ronda de Roland Garros, depois de perder com o norte-americano Frances Tiafoe, na terceira ronda do segundo Grand Slam da temporada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O tenista português Jaime Faria foi hoje eliminado na terceira ronda de Roland Garros, depois de perder com o norte-americano Frances Tiafoe, na terceira ronda do segundo Grand Slam da temporada.</P><br />
<P>O número dois português e 115.º do ranking mundial perdeu com Frances Tiafoe, 22.º, por 4-6, 6-7 (2-7), 7-6 (7-4), 6-1 e 6-2, em quatro horas, caindo ao sexto encontro em Paris, depois de ter ultrapassado três rondas de qualificação.</P><br />
<P>Jaime Faria podia ser o primeiro português a atingir os oitavos de final em Roland Garros e o terceiro em &#8216;majors&#8217;, depois de João Sousa e Nuno Borges.</P><br />
<P>Pela segunda vez nos oitavos de final em Paris, Tiafoe vai defrontar o italiano Matteo Arnaldi (104.º), que afastou o belga Raphael Collignon (102.º).</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Montenegro afirma que Governo está focado em corresponder às expectativas das pessoas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 22:15:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente do PSD afirmou hoje que o Governo está focado em não defraudar as expectativas das pessoas, prometeu trabalho e defendeu que Portugal é uma referência no mundo ao nível da estabilidade económica e social.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente do PSD afirmou hoje que o Governo está focado em não defraudar as expectativas das pessoas, prometeu trabalho e defendeu que Portugal é uma referência no mundo ao nível da estabilidade económica e social.</P><br />
<P>Estas posições foram transmitidas por Luís Montenegro numa mensagem vídeo divulgada logo após ter sido reeleito com 94,8% dos votos para mais um mandato de dois anos como presidente do PSD.</P><br />
<P>Na mensagem, o líder social-democrata e primeiro-ministro agradeceu a &#8220;expressiva demonstração de adesão e de confiança&#8221; demonstrada pelos militantes sociais-democratas em relação à sua candidatura a presidente do PSD, cargo ao qual concorreu sem oposição interna.</P><br />
<P>&#8220;O PSD é hoje o maior partido português, o partido que tem a responsabilidade de governar o país, de governar as duas regiões autónomas, de governar a maior parte das câmaras municipais e das juntas de freguesia. Temos, portanto, uma enorme responsabilidade&#8221;, salientou o primeiro-ministro.</P><br />
<P>Neste contexto, Luís Montenegro assegurou então que o executivo está focado &#8220;em não defraudar as expectativas que foram criadas&#8221; pelos portugueses nas últimas eleições legislativas.</P><br />
<P>&#8220;Sabemos que as pessoas, os portugueses, nos confiaram a responsabilidade de olhar pelo seu presente e pelo seu futuro &#8212; e é isso que estamos a fazer. Portugal é hoje um país que é um exemplo na Europa e é uma referência no mundo, ao nível da estabilidade económica, da estabilidade financeira e da estabilidade social&#8221;, advogou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770175]]></sapo:autor>
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		<title>Luís Montenegro reeleito presidente do PSD com 94,8% dos votos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 21:55:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Luís Montenegro foi hoje reeleito presidente do PSD com 94,8% dos votos em eleições diretas no partido, às quais concorreu sem oposição interna, para um mandato de dois anos na liderança dos sociais-democratas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Luís Montenegro foi hoje reeleito presidente do PSD com 94,8% dos votos em eleições diretas no partido, às quais concorreu sem oposição interna, para um mandato de dois anos na liderança dos sociais-democratas.</P><br />
<P>De acordo com os dados divulgados pelo Conselho Nacional de Jurisdição do PSD, num total de 56.868 militantes inscritos, votaram 15.261. Luís Montenegro obteve 14.467 votos e registaram-se ainda 525 votos em branco e 269 nulos.</P><br />
<P>As &#8220;diretas&#8221; para o cargo de presidente da Comissão Política Nacional do PSD decorreram em simultâneo com a eleição dos delegados ao 43.º Congresso Nacional, marcado para 20 e 21 de junho em Anadia, no distrito de Aveiro.</P><br />
<P>Primeiro-ministro desde 02 de abril de 2024, Luís Montenegro foi eleito pela primeira vez presidente do PSD em 28 de maio de 2022, numa eleição em que derrotou com mais de 72% dos votos o antigo dirigente social-democrata Jorge Moreira da Silva. Foi depois reeleito em 2024, tal como desta vez sem adversários.</P><br />
<P>Há dois anos, votaram nas eleições diretas para presidente da Comissão Política Nacional (CPN) 16.602 militantes, de um universo de 41.863 militantes com capacidade eleitoral. Ou seja, nas eleições diretas de 2024 votaram mais militantes, num universo eleitoral mais pequeno do que o atual.</P><br />
<P>Nestes dois mandatos de liderança de Luís Montenegro, o PSD disputou e venceu duas legislativas antecipadas em coligação com o CDS-PP, regressando ao Governo em abril de 2024. Perdeu as eleições europeias nesse mesmo ano, mas venceu as autárquicas em 2025 &#8212; recuperando a presidência da Associação Nacional de Municípios e de Freguesias -, bem como as regionais na Madeira e nos Açores.</P><br />
<P>Na moção com que se recandidata à liderança do partido, intitulada &#8220;Trabalhar &#8211; Fazer Portugal Maior&#8221;, Luís Montenegro afirma que manterá o compromisso de &#8220;não ter uma solução de governo nem com o Chega, nem com o PS&#8221;, mas considera ser absurdo falar de &#8220;cercas sanitárias&#8221; no parlamento.</P><br />
<P>&#8220;O sentido do &#8216;não é não&#8217; com o Chega é o mesmo do &#8216;não ao bloco central&#8217; com o PS&#8221;, salienta, acrescentando que &#8220;não estabelecer um acordo de governação não pode, nem deve significar rejeição de diálogo e negociação política&#8221;.</P><br />
<P>Em especial no parlamento, propõe-se &#8220;continuar o diálogo político com as oposições e de forma particular com os dois partidos que na oposição têm representação suficiente para viabilizar iniciativas&#8221;, ou seja Chega e PS.</P><br />
<P>Na primeira apresentação pública da moção, em Sintra (Lisboa), o presidente do PSD admitiu que ainda tem a maioria absoluta &#8220;na mira&#8221;, apesar de defender o cumprimento da legislatura até 2029.</P><br />
<P>Num Conselho Nacional no início de março, o líder do PSD e também primeiro-ministro surpreendeu o partido ao anunciar que iria propor a realização de diretas em maio (em vez de em setembro, como em 2024), de forma a coincidirem com os quatro anos da sua primeira eleição, em 28 de maio de 2022.</P><br />
<P>Luís Montenegro desafiou então quem tivesse um &#8220;caminho diferente e alternativo&#8221; a apresentar-se, no que foi interpretado como uma resposta a Pedro Passos Coelho, numa altura em que o antigo chefe do Governo e ex-presidente social-democrata iniciou uma série de intervenções críticas em relação à atuação do atual Governo PSD/CDS-PP.</P><br />
<P>Pedro Passos Coelho esclareceu pouco dias depois que não seria &#8220;candidato a coisíssima nenhuma&#8221;, dizendo que, se um dia o vier a ser, será apenas por um &#8220;imperativo de consciência&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770174]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>URGENTE Luís Montenegro reeleito presidente do PSD com 94,8% dos votos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 21:42:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Luís Montenegro foi hoje reeleito presidente do PSD com 94,8% dos votos em eleições diretas no partido, às quais concorreu sem oposição interna, para um mandato de dois anos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Luís Montenegro foi hoje reeleito presidente do PSD com 94,8% dos votos em eleições diretas no partido, às quais concorreu sem oposição interna, para um mandato de dois anos.</P><br />
<P>De acordo com os dados divulgados pelo Conselho Nacional de Jurisdição do PSD, num total de 56.868 militantes inscritos, votaram 15.261. Luís Montenegro obteve 14.467 votos e registaram-se ainda 525 votos em branco e 269 nulos.</P><br />
<P>As &#8220;diretas&#8221; para o cargo de presidente da Comissão Política Nacional do PSD decorreram em simultâneo com a eleição dos delegados ao 43.º Congresso Nacional, marcado para 20 e 21 de junho em Anadia, no distrito de Aveiro.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770173]]></sapo:autor>
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		<title>II Liga: Farense segura manutenção com empate no terreno do Belenenses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 21:39:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Farense assegurou hoje a permanência na II Liga portuguesa de futebol, ao empatar 0-0 no terreno do Belenenses, depois da vitória por 1-0 no Algarve, mantendo os lisboetas fora dos escalões profissionais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Farense assegurou hoje a permanência na II Liga portuguesa de futebol, ao empatar 0-0 no terreno do Belenenses, depois da vitória por 1-0 no Algarve, mantendo os lisboetas fora dos escalões profissionais.</P><br />
<P>O emblema de Faro evitou a descida de dois escalões seguidos, depois da despromoção da I Liga na época passada, ao vencer o play-off de acesso à II Liga, novamente disputado sem sucesso pelos &#8216;azuis&#8217; do Restelo.</P><br />
<P>O golo de André Candeias no primeiro jogo, na capital algarvia, foi decisivo para o 16.º e antepenúltimo do segundo escalão permanecer nas competições profissionais, que disputa ininterruptamente desde 2018/19.</P><br />
<P>O Belenenses, campeão nacional em 1945/46, procurava regressar à II Liga, da qual foi despromovido em 2023/24, tendo nas duas últimas temporadas esbarrado sempre no play-off, como terceiro classificado da Liga 3, hoje frente ao Farense, um ano depois de ter sido batido pelo Paços de Ferreira.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770172]]></sapo:autor>
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		<title>Desacatos interrompem por meia hora jogo feminino de futsal Nun&#8217;Álvares &#8212; Benfica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 20:25:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os desacatos entre jogadoras e adeptos desencadearam hoje a interrupção do segundo jogo da final do campeonato nacional feminino de futsal, entre Nun'Álvares e Benfica, por cerca de meia hora, quando restava jogar 04:19 minutos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os desacatos entre jogadoras e adeptos desencadearam hoje a interrupção do segundo jogo da final do campeonato nacional feminino de futsal, entre Nun&#8217;Álvares e Benfica, por cerca de meia hora, quando restava jogar 04:19 minutos.</P><br />
<P>O episódio deu-se após Angélica Alves, jogadora do Benfica, cometer grande penalidade ao tocar com a mão na bola no interior da sua área e ser expulsa pela equipa de arbitragem, decisão que a deixou revoltada e que motivou vários protestos enquanto saía da quadra, comportamento que gerou insultos por parte de um espetador no setor da equipa fafense.</P><br />
<P>Na sequência dessa troca de impropérios, outro espetador deixou o setor reservado aos adeptos &#8216;encarnados&#8217; e confrontou o adepto do Nun&#8217;Álvares, gerando-se uma confusão à qual afluíram praticamente todas as jogadoras, o que motivou as árbitras Andreia Santo e Raquel Santos a ordenarem a recolha das equipas aos balneários até se repor a ordem para o jogo prosseguir.</P><br />
<P>Responsável pela transmissão televisiva do jogo, o Canal 11 adiantou que cinco pessoas foram detidas pela Guarda Nacional Republicana (GNR) de Fafe, circunstância que a Lusa tentou confirmar junto do Comando Distrital de Braga da GNR e do Posto Territorial de Fafe da GNR, que adiantaram não dispor ainda de informação sobre o sucedido.</P><br />
<P>No final do encontro, que o Benfica venceu por 4-1, igualando a final, após o desaire do jogo inaugural (4-2), os treinadores mostraram-se desagradados com a situação, com Paulo Tavares, &#8216;timoneiro&#8217; da equipa minhota, a vincar que o facto de Angélica Alves sair de &#8220;cabeça quente&#8221; gerou &#8220;uma confusão enorme&#8221;, que não deveria acontecer.</P><br />
<P>&#8220;As pessoas têm de se capacitar que isto é desporto. Desporto é bonito quando sabemos perder e sabemos ganhar. São situações tristes que espero que não voltem a acontecer&#8221;, disse à Lusa.</P><br />
<P>O técnico das &#8216;águias&#8217;, Paulinho Roxo, disse &#8220;não concordar&#8221; com o sucedido, apesar de reconhecer que &#8220;as emoções estão à flor da pele&#8221; quando se trata de uma final de um campeonato nacional de futsal.</P><br />
<P>&#8220;Não gosto disto, sinceramente. Mas a bancada estava &#8216;viva&#8217;. É isso que faz o futsal: ter a bancada perto. O jogo estava 3-1. O 3-2 poderia mudar a história. Gosto do futsal por este tipo de emoção. Não concordo com o que aconteceu, mas por vezes acontece, mais no feminino do que no masculino. Neste jogo, não havia policiamento, só segurança. Talvez no quarto jogo, haja mais segurança&#8221;, disse o técnico do Benfica.</P><br />
<P>O campeão em título, Nun&#8217;Álvares, e o Benfica voltam a encontrar-se no próximo sábado, 06 de junho, às 21:30, para o terceiro jogo, em Lisboa, e regressam a Fafe para o quarto jogo, em 13 de junho, enfrentando-se ainda, se for necessário, em 20 de junho, no quinto jogo, no recinto &#8216;encarnado&#8217;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770171]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Grupo japonês SoftBank prevê investir 75.000 ME em dois centros de IA em França</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 19:47:43 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Paris, 30 de mai (Lusa) -- O presidente do grupo japonês de telecomunicações Softbank anunciou hoje que a empresa vai investir 75.000 milhões de euros em dois centros de dados no norte de França dedicados ao desenvolvimento de Inteligência Artificial (IA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Paris, 30 de mai (Lusa) &#8212; O presidente do grupo japonês de telecomunicações Softbank anunciou hoje que a empresa vai investir 75.000 milhões de euros em dois centros de dados no norte de França dedicados ao desenvolvimento de Inteligência Artificial (IA).</P><br />
<P>Em entrevista ao semanário La Tribune de Dimanche, o responsável do grupo japonês, Masayoshi Son, disse que os centros serão instalados em Bosquel e Dunkerque, no norte de França, prevendo que estejam operacionais em 2028 e 2031.</P><br />
<P>&#8220;Será o maior investimento na Europa em infraestruturas relacionadas com IA: 75.000 milhões de euros no total, dos quais 45.000 milhões até 2031, na região de Hauts-de-France&#8221; no norte, para a construção de centros de dados, afirmou Masayoshi Son.</P><br />
<P>Pensados para a produção e o aumento da potência de cálculo da Inteligência Artificial (IA), os centros serão desenvolvidos em colaboração com o grupo francês Schneider Electric.</P><br />
<P>O objetivo é atinjam uma capacidade superior a 5 gigawatts (GW), o triplo do valor que França tem neste momento.</P><br />
<P>Ao La Tribune de Dimanche, o presidente do grupo japonês o Son disse que a decisão de investir em França foi tomada depois de um encontro com o Presidente francês, durante a visita oficial de Emmanuel Macron a Tóquio, em abril.</P><br />
<P>&#8220;Fiquei muito impressionado com o facto de Emmanuel Macron se empenhar tanto a título pessoal para garantir o sucesso económico de França, mesmo que os nossos investimentos se tenham concentrado até agora principalmente nos Estados Unidos, bem como no Japão e na Ásia&#8221;, disse.</P><br />
<P>Na entrevista, Masayoshi Son disse ainda que o principal argumento a favor deste investimento em França é a energia.</P><br />
<P>&#8220;O facto de o país ser produtor e exportador de energia é absolutamente decisivo para os investimentos em infraestruturas no domínio da Inteligência Artificial, sobretudo no que diz respeito aos centros de dados&#8221;, explicou.</P><br />
<P>A japonesa Softbank é considerada líder em investimento em IA, tendo anunciado em maio que quadruplicou o lucro líquido do exercício fiscal de 2025, encerrado em março passado, para 5 biliões de ienes (cerca de 27.045 milhões de euros ao câmbio atual).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770170]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>LC: Paris Saint-Germain prolonga &#8216;reinado&#8217; ao vencer Arsenal na final da &#8216;Champions&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 19:09:27 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Paris Saint-Germain conquistou hoje a Liga dos Campeões de futebol pela segunda vez consecutiva, ao vencer na final o Arsenal, por 4-3 nos penáltis, após o empate 1-1 no tempo regulamentar e no prolongamento, em Budapeste.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Paris Saint-Germain conquistou hoje a Liga dos Campeões de futebol pela segunda vez consecutiva, ao vencer na final o Arsenal, por 4-3 nos penáltis, após o empate 1-1 no tempo regulamentar e no prolongamento, em Budapeste.</P><br />
<P>O alemão Kai Havertz, aos seis minutos, deu vantagem aos londrinos, Ousmane Dembélé empatou para os parisienses, aos 65, na conversão de uma grande penalidade, com a igualdade a perdurar nos 90 minutos e no prolongamento.</P><br />
<P>Nas grandes penalidades, Eze e Gabriel não conseguiram marcar, tal como Nuno Mendes, do lado dos parisienses, que converteram os restantes castigos máximos e venceram por 4-3.</P><br />
<P>Depois da goleada imposta ao Inter Milão (5-0), na época passada, e do desaire frente ao Bayern Munique (1-0), em Lisboa, em 2019/20, os parisienses, pentacampeões franceses, revalidaram o cetro europeu, ao derrotarem os &#8216;gunners&#8217;, que eliminaram o Sporting, nos quartos de final, na segunda presença dos londrinos no jogo decisivo da &#8216;Champions&#8217;, depois do desaire frente ao FC Barcelona, em 2005/06.</P><br />
<P>O Paris Saint-Germain impediu o pleno de vitórias de clubes ingleses nas competições europeias, depois dos triunfos do Aston Villa, na Liga Europa, e do Crystal Palace, na Liga Conferência, e tornou-se no nono clube a revalidar o título, o segundo na era &#8216;Champions&#8217;, depois do &#8216;tri&#8217; do Real Madrid (2015/16, 2016/17 e 2017/18).</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770169]]></sapo:autor>
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		<title>LC: Vitinha sai a coxear e com queixas na perna direita já no prolongamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 18:55:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O médio internacional português Vitinha, convocado para o Mundial2026 de futebol, saiu hoje lesionado na final da Liga dos Campeões entre Paris Saint-Germain e Arsenal, com queixas musculares.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O médio internacional português Vitinha, convocado para o Mundial2026 de futebol, saiu hoje lesionado na final da Liga dos Campeões entre Paris Saint-Germain e Arsenal, com queixas musculares.</P><br />
<P>O futebolista do Paris Saint-Germain saiu a coxear aos 106 minutos de jogo, já no decorrer do prolongamento, com queixas num gémeo da perna direita, quando o resultado estava empatado a 1-1 na Arena Puskás, em Budapeste.</P><br />
<P>Vitinha é um dos habituais titulares na equipa parisiense, treinada pelo espanhol Luis Enrique, e esta época participou em 50 jogos do Paris Saint-Germain, 44 dos quais como titular, tendo ainda sete golos marcados.</P><br />
<P>Portugal integra com República Democrática do Congo, Uzbequistão e Colômbia o Grupo K do Mundial2026, que vai ser disputado nos Estados Unidos, no Canadá e no México, entre 11 de junho e 19 de julho.</P></p>
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		<title>Até já há trânsito: o estranho boom automóvel da Coreia do Norte</title>
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		<pubDate>Sat, 30 May 2026 18:30:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Durante décadas, as imagens de Pyongyang mostraram avenidas largas, edifícios monumentais e uma ausência quase inquietante de trânsito... a realidade atual é outra]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante décadas, as imagens de Pyongyang mostraram avenidas largas, edifícios monumentais e uma ausência quase inquietante de trânsito. Agora, essa imagem começa a mudar. A Coreia do Norte, um dos países mais fechados do mundo, está a assistir a um aumento visível de carros privados nas ruas da capital, ao ponto de visitantes recentes relatarem engarrafamentos e falta de estacionamento. A notícia foi destacada pela &#8216;Supercar Blondie&#8217;, a partir de uma investigação da &#8216;Reuters&#8217; sobre a transformação automóvel em Pyongyang.</p>
<p>O fenómeno é estranho precisamente porque contraria uma das imagens mais conhecidas do país: estradas quase vazias, trânsito limitado e automóveis associados sobretudo ao Estado, ao Exército ou às elites. Segundo a &#8216;Supercar Blondie&#8217;, a Coreia do Norte chegou a ser descrita como o país com a mais baixa taxa de propriedade automóvel do mundo, com estimativas antigas a apontarem para apenas cerca de 30 mil carros, o equivalente a um por cada 800 habitantes.</p>
<p>A mudança tem uma explicação legal e económica. Nos últimos dois anos, alterações à legislação norte-coreana formalizaram a propriedade privada de automóveis, permitindo que condutores licenciados comprem um veículo por agregado familiar através de concessionários certificados pelo Estado. A &#8216;Reuters&#8217; sublinha, no entanto, que ter carro continua a ser sobretudo um privilégio das elites e da classe empresarial conhecida como donju.</p>
<p>O sinal mais visível desta nova realidade está nas matrículas. Em Pyongyang, as chapas azuis ou pretas estavam tradicionalmente associadas a veículos do Estado ou das forças militares. Agora, as matrículas amarelas, usadas em carros privados, tornaram-se cada vez mais comuns, segundo visitantes citados pela &#8216;Reuters&#8217;. O fotógrafo singapurense Aram Pan, que visitou Pyongyang em outubro pela 20ª vez, disse ter ficado surpreendido ao encontrar-se preso no trânsito e afirmou ter visto mais de uma centena de carros com matrícula amarela.</p>
<p>Para quem olha de fora, a imagem é quase banal: carros parados, ruas cheias, dificuldade em encontrar lugar. Mas na Coreia do Norte tem outro peso. Um empresário estrangeiro que visita regularmente o país disse à &#8216;Reuters&#8217; que estacionar no centro de Pyongyang se tornou difícil e que alguns lugares já são geridos informalmente por pessoas que cobram pelo estacionamento. Num país habituado a controlar quase todos os aspetos da vida pública, até a falta de lugares para estacionar ganha leitura política e económica.</p>
<p>A origem dos carros também conta parte da história. Muitas das viaturas vistas nas ruas de Pyongyang são de marcas chinesas, como Changan, Chery e Geely, mas há também registos de modelos BMW e Audi. As duas marcas alemãs disseram à &#8216;Reuters&#8217; que não têm atividade comercial na Coreia do Norte e que desconheciam a presença dos seus veículos no país, recordando ainda que os seus importadores e concessionários têm obrigações contratuais de cumprimento das sanções.</p>
<p>O crescimento do parque automóvel norte-coreano acontece apesar das sanções das Nações Unidas, que desde 2017 proíbem o fornecimento de veículos ao país devido aos programas nuclear e de mísseis. Oficialmente, as exportações de carros da China para a Coreia do Norte são residuais. Mas a &#8216;Reuters&#8217; refere que continuam a entrar veículos por canais informais ao longo da fronteira de cerca de 1.400 quilómetros entre os dois países.</p>
<p>Mesmo quando os carros não aparecem nas estatísticas oficiais, os sinais indiretos multiplicam-se. As exportações chinesas de pneus novos para automóveis de passageiros para a Coreia do Norte atingiram quase 193 mil unidades em 2025, mais 88% do que a média anterior à pandemia. Também aumentaram fortemente os envios de espelhos retrovisores, lubrificantes e massas. A &#8216;Supercar Blondie&#8217; destaca esses dados como parte do retrato de uma procura automóvel que está a crescer para lá do que é oficialmente assumido.</p>
<p>Há ainda outro detalhe simbólico: começam a surgir postos de carregamento para táxis elétricos em Pyongyang, embora a infraestrutura continue limitada. Não se trata de uma revolução automóvel comparável à de outros países, nem de uma abertura generalizada ao consumo privado. Mas é uma mudança suficiente para alterar a paisagem urbana da capital e para mostrar como o regime tenta enquadrar novas formas de consumo dentro de estruturas controladas pelo Estado.</p>
<p>Peter Ward, investigador do Sejong Institute, explicou à &#8216;Reuters&#8217; que a política automóvel norte-coreana pode ser lida como parte de uma tentativa mais ampla de trazer a atividade privada para dentro de canais supervisionados pelo Estado: carros vendidos por concessionários estatais, mantidos por serviços estatais e abastecidos em postos estatais. Ou seja, o regime permite algum consumo, mas tenta manter o controlo sobre a forma como esse consumo acontece.</p>
<p>O resultado é uma mudança discreta, mas visualmente poderosa. Pyongyang não se transformou numa metrópole automóvel aberta ao mundo. Mas a cidade que durante anos parecia quase sem trânsito começa agora a lidar com problemas reconhecíveis em qualquer capital moderna: ruas mais cheias, estacionamento difícil, carros importados, serviços associados e sinais de desigualdade entre quem pode comprar um automóvel e quem continua fora desse novo mercado.</p>
<p>O que mudou, portanto, não foi apenas o número de carros. Mudou a forma como o automóvel aparece no quotidiano norte-coreano: menos como símbolo exclusivo do Estado e mais como sinal de estatuto, consumo e privilégio privado controlado. Num país onde quase tudo é lido como mensagem política, até uma matrícula amarela pode contar uma história.</p>
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