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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Bolsa de Tóquio abre com Nikkei a subir 0,23%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 00:07:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio abriu hoje em alta, com o principal índice, o Nikkei, a subir 0,23% para 72.522,07 pontos, pouco depois da abertura da sessão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio abriu hoje em alta, com o principal índice, o Nikkei, a subir 0,23% para 72.522,07 pontos, pouco depois da abertura da sessão.</P><br />
<P>Em sentido contrário, o segundo indicador, o Topix, estava a perder 0,19% para 4.087,16 pontos, às 09:05 locais (01:05 em Lisboa).</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779987]]></sapo:autor>
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		<title>Milhares acompanham chegada de corpo de &#8220;Lu Olo&#8221; a Timor-Leste</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 00:07:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Díli, 23 jun 2026 -- Milhares de pessoas acompanharam hoje nas ruas de Díli a chegada do corpo do ex-Presidente Francisco Guterres "Lu Olo", que morreu domingo num hospital na Malásia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Díli, 23 jun 2026 &#8212; Milhares de pessoas acompanharam hoje nas ruas de Díli a chegada do corpo do ex-Presidente Francisco Guterres &#8220;Lu Olo&#8221;, que morreu domingo num hospital na Malásia.</P><br />
<P>O avião da AeroDili, que transportou o corpo do presidente da Frente Revolucionária do Timor-Leste Independente (Fretilin), aterrou no aeroporto internacional de Díli às 06:43 horas, onde foi recebido com honras militares e na presença do vice-primeiro-ministro e ministro coordenador dos Assuntos Sociais, Mariano Assanami Sabino, vários membros do Governo e do parlamento.</P><br />
<P>Mariano Assanami Sabino ocupa interinamente as funções de primeiro-ministro, porque o líder do executivo timorense, Xanana Gusmão, se encontra em Portugal em visita de trabalho.</P><br />
<P>Presentes no aeroporto estavam também antigos companheiros de luta de &#8220;Lu Olo&#8221;, incluindo o antigo chefe de Estado Taur Matan Ruak, Lere Anan Timur, e o chefe das forças de defesa de Timor-Leste, tenente-general Falur Rate Laek, além de outros veteranos.</P><br />
<P>O corpo de Francisco Guterres chegou acompanhado pela família e pelo secretário-geral da Fretilin, Mari Alkatiri, tendo sido transportado e escoltado por elementos das forças de defesa e da polícia de trânsito para a sua residência no bairro do Farol, em Díli.</P><br />
<P>Francisco Guterres &#8220;Lu Olo&#8221;, de 71 anos, foi Presidente de Timor-Leste entre 2017 e 2022 e antigo presidente da Assembleia Constituinte e do Parlamento Nacional.</P><br />
<P>Enquanto presidente da Assembleia Constituinte, &#8220;Lu Olo&#8221; proclamou oficialmente a restauração da independência de Timor-Leste, em 20 de maio de 2002, tendo, depois, dado posse a Xanana Gusmão como Presidente da República.</P><br />
<P>O velório de &#8220;Lu Olo&#8221; tem início hoje às 13:00 (05:00 em Lisboa) na sua residência. O funeral realiza-se na sexta-feira.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779986]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: Retomado França-Iraque após &#8216;intervalo&#8217; de duas horas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 00:04:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O jogo entre França e Iraque, da segunda jornada do Grupo I do Mundial2026 de futebol, foi hoje reatado, em Filadélfia, nos Estados Unidos, pelas 01:00 (em Lisboa), após ter sido suspenso ao intervalo e durante duas horas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O jogo entre França e Iraque, da segunda jornada do Grupo I do Mundial2026 de futebol, foi hoje reatado, em Filadélfia, nos Estados Unidos, pelas 01:00 (em Lisboa), após ter sido suspenso ao intervalo e durante duas horas.</P><br />
<P>O alerta de tempestade severa nas proximidades do Estádio Lincoln Financial Field deixou os jogadores nos balneários e levou ao abandono dos espetadores das bancadas do recinto na Pensilvânia.</P><br />
<P>Os últimos minutos da primeira parte foram disputados sob chuva intensa, já com a França em vantagem, graças a um golo do avançado Kylian Mbappé, aos 14 minutos, com o reatamento, inicialmente previsto para aproximadamente às 23:00 de segunda-feira, a ocorrer apenas às 01:00 de hoje, depois de novo período de aquecimento das equipas.</P><br />
<P>Em caso de triunfo, os gauleses, campeões do mundo em 1998 e 2018, asseguram um lugar nos 16 avos de final, num agrupamento que conta ainda com a Noruega, que goleou os iraquianos por 4-1 na primeira jornada e hoje defronta o Senegal, em East Rutherford.</P><br />
<P>Seguindo o protocolo de segurança dos Estados Unidos, uma vez feito o aviso, o jogo deve ser interrompido durante pelo menos 30 minutos sempre que forem detetados raios num raio de 13 quilómetros.</P><br />
<P>O jogo entre França e Iraque é o 42.º dos 104 jogos dos Mundial2026 e o primeiro a ser suspenso devido ao clima, apesar da propensão a tempestades elétricas em grande parte do território dos Estados Unidos durante esta época do ano.</P><br />
<P>O serviço meteorológico norte-americano (NWS, na sua sigla em inglês) tinha ativado um aviso de tornado na zona de Filadélfia antes da suspensão do jogo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779985]]></sapo:autor>
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		<title>Vaticano digitaliza séculos de património documental num projeto que evoluirá com IA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 23:33:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Vaticano está envolvido num projeto para preservar a sua história documental através da digitalização, que visa também facilitar o acesso público e a disseminação, e que, numa fase posterior, incluirá a utilização de inteligência artificial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Vaticano está envolvido num projeto para preservar a sua história documental através da digitalização, que visa também facilitar o acesso público e a disseminação, e que, numa fase posterior, incluirá a utilização de inteligência artificial.</P><br />
<P>O Dicastério de Estado para a Comunicação da Cidade do Vaticano, responsável pela transmissão das mensagens e posições oficiais do Papa a nível global, guarda um arquivo que reúne séculos de documentos históricos, manuscritos, volumes encadernados e material fotográfico.</P><br />
<P>Com o objetivo de gerir, proteger e preservar este património documental, a instituição iniciou, há alguns anos, um processo de digitalização que procurou também facilitar o seu acesso e divulgação internacional.</P><br />
<P>Para tal, foi criada uma nova infraestrutura para satisfazer requisitos críticos, como a digitalização sem contacto, a reprodução em alta resolução e a ingestão automática de grandes volumes de informação para garantir a integridade e a segurança dos dados.</P><br />
<P>Para alcançar esse objetivo foram integradas soluções como o ScanSnap SV600 da PFU, a divisão de scanners da Ricoh, que permite a digitalização de materiais encadernados sem manuseamento agressivo, juntamente com a série fi, concebida para o processamento intensivo de documentos.</P><br />
<P>Após esta iniciativa, o Dicastério lançou outro projeto de digitalização que abrange toda a sua biblioteca, incluindo milhares de fotografias que serão digitalizadas e, em parte, disponibilizadas ao público no futuro, divulgou na segunda-feira em comunicado.</P><br />
<P>O projeto inclui a adoção de soluções e tecnologias avançadas de gestão documental, como o RAG (Retrieval-Augmented Generation), que irá melhorar a recuperação de informação e avançar para um arquivo ainda mais sofisticado, com digitalização de imagens com maior definição (600 dpi).</P><br />
<P>Está também prevista uma segunda fase de trabalho, com foco na inteligência artificial.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779984]]></sapo:autor>
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		<title>Polícia do Brasil e do Suriname prendem fornecedor de armas do Comando Vermelho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 23:30:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma operação policial do Brasil e do Suriname resultou na prisão de um homem suspeito de ser o fornecedor de armas de fogo para o Comando Vermelho (CV), informaram segunda-feira autoridades policiais à Lusa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Uma operação policial do Brasil e do Suriname resultou na prisão de um homem suspeito de ser o fornecedor de armas de fogo para o Comando Vermelho (CV), informaram segunda-feira autoridades policiais à Lusa.</P><br />
<P>Identificado como Arnaldo Ribeiro, o suspeito movimentou 150 milhões de reais (cerca de 25,5 milhões de euros) em transações suspeitas para a fação criminosa entre 2020 e 2025, além de negociar a compra de 10 fuzis AK-47 para o CV.</P><br />
<P>A Polícia Federal brasileira informou hoje que deflagrou a Operação Red Fox no fim de semana destinada a desarticular uma estrutura financeira e logística transnacional vinculada ao Comando Vermelho.</P><br />
<P>Ao todo, os agentes da PF cumpriram o total de 13 mandados de prisão entre sábado e domingo, que resultou na detenção de Arnaldo Ribeiro, apontado pelos investigadores como principal operador financeiro internacional e garantidor económico do CV.</P><br />
<P>Além disso, a Justiça brasileira atendeu a um pedido dos investigadores e autorizou o bloqueio de 500 milhões de reais, o equivalente a 85 milhões de euros, em bens dos investigados.</P><br />
<P>&#8220;A investigação identificou que a organização criminosa se valia de empresas de fachada, interpostas pessoas, depósitos fracionados, transferências via PIX, contas de passagem e movimentações incompatíveis com a capacidade económica dos envolvidos&#8221;, informou a corporação em comunicado à imprensa.</P><br />
<P>A Lusa apurou que Arnaldo e a sua mulher, Denise Mendonça Moura, que também atua com operadora financeira e de logística transnacional, foram detidos pela polícia do Suriname em uma mansão em Paramaribo e, em seguida extraditados ao Brasil.</P><br />
<P>O casal recebeu voz de prisão da PF do Brasil ao desembarcar na capital do Estado do Pará.</P><br />
<P>Segundo a investigação, Arnaldo possui dupla nacionalidade &#8211; brasileira e surinamesa &#8211; e ostenta um extenso histórico de viagens ininterruptas saindo de Belém, no Pará, para a capital do Suriname.</P><br />
<P>Esse padrão dos registos dos voos, segundo a corporação, coincide com a rota utilizada pelo CV para a importação de armamento pesado, inclusive com as datas das transações dos pagamentos.</P><br />
<P>Para viabilizar a compra de fuzis de assalto, como AK-47 e drogas vindas da região Norte do Brasil e do Suriname, segundo apurou a Lusa, o Comando Vermelho usava diversas empresas de fachada de Arnaldo.</P><br />
<P>O brasileiro é apontado como &#8220;conta de passagem&#8221; de destino final no Brasil, operando como o recebedor direto dos valores ilícitos pulverizados pelo núcleo financeiro do CV no Rio de Janeiro, segundo relato colhido pela Lusa com agentes da PF.</P><br />
<P>A quebra do sigilo telefônico e bancário dos investigados, revelou que Arnaldo negociou a compra de 10 fuzis AK-47 para Edgard Alves Andrade, o Doca, um dos líderes do CV, que está foragido.</P><br />
<P>Além do casal Arnaldo e Denise, a Polícia Federal também prendeu outros dois brasileiros em território nacional, sendo um no Rio de Janeiro e outro no Amazonas, por lavagem de dinheiro.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779983]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>CPLP recorda &#8220;Lu Olo&#8221; como estadista de reconhecido mérito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 23:21:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) recordou hoje o ex-Presidente de Timor-Leste Francisco Guterres "Lu Olo", que morreu no domingo, como um estadista de reconhecido mérito, comprometido com o serviço público.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) recordou hoje o ex-Presidente de Timor-Leste Francisco Guterres &#8220;Lu Olo&#8221;, que morreu no domingo, como um estadista de reconhecido mérito, comprometido com o serviço público.</P><br />
<P>&#8220;Empenhado com a luta pela libertação nacional, a consolidação da paz e a democracia, Francisco Guterres &#8220;Lu Olo&#8221; foi uma estadista de reconhecido mérito, distinguindo-se pelo compromisso com o serviço público e o reforço da cooperação regional e internacional&#8221;, pode ler-se num comunicado divulgado pela organização lusófona.</P><br />
<P>No comunicado, o secretariado executivo salienta também que recebeu com &#8220;profundo pesar&#8221; a notícia da morte do antigo chefe de Estado timorense e presidente da Frente Revolucionária do Timor-Leste Independente (Fretilin).</P><br />
<P>&#8220;Neste momento de luto, o secretariado executivo da CPLP expressa a sua solidariedade à família, ao Governo e ao povo da República Democrática de Timor-Leste, apresentando as mais sentidas condolências&#8221;, acrescenta.</P><br />
<P>O ex-Presidente timorense e presidente da Fretilin morreu domingo num hospital em Kuala Lumpur, na Malásia.</P><br />
<P>Francisco Guterres &#8220;Lu Olo&#8221; foi Presidente de Timor-Leste entre 2017 e 2022 e antigo presidente da Assembleia Constituinte e do Parlamento Nacional.</P><br />
<P>Enquanto presidente da Assembleia Constituinte, &#8220;Lu Olo&#8221; proclamou oficialmente a restauração da independência de Timor-Leste, em 20 de maio de 2002, tendo, depois, dado posse a Xanana Gusmão como Presidente da República.</P><br />
<P>O Governo timorense decretou luto nacional durante sete dias, que começou segunda-feira e termina às 00:00 de dia 28 de junho.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779980]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Euro digital vai conhecer hoje dia importante no Parlamento Europeu para avançar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 23:20:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O euro digital, apresentado com uma alternativa europeia aos norte-americanos Visa e Mastercard para os pagamentos eletrónicos, vai conhecer hoje um dia importante no Parlamento Europeu (PE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O euro digital, apresentado com uma alternativa europeia aos norte-americanos Visa e Mastercard para os pagamentos eletrónicos, vai conhecer hoje um dia importante no Parlamento Europeu (PE).</p>
<p>Este euro é uma versão desmaterializada do euro metálico e papel, concebida pelo Banco Central Europeu (BCE) para oferecer uma alternativa no setor dos pagamentos à oferta daqueles e de outros nomes bem conhecidos.</p>
<p>&#8220;As moedas continuam a existir e as pessoas vão poder continuar a usar os métodos de pagamento existentes. O euro digital vai oferecer uma escolha suplementar aos consumidores&#8221;, disse Alessandro Giovannini, conselheiro do BCE para est projeto, à AFP.</p>
<p>A Zona Euro está muito dependente dos sistemas geridos por operadores privados, na sua maioria dos EUA, como Visa, Mastercard e American Express, mas também PayPal ou Apple Pay.</p>
<p>&#8220;Hoje, dois terços dos pagamentos por cartão na Zona Euro são tratados por empresas não europeias e 13 dos 21 Estados da Zona Euro não têm um sistema nacional de cartões para as compras correntes no supermercado ou em linha&#8221;, realçou Giovannini.</p>
<p>A utilização do euro digital vai requerer a criação de uma conta dedicada no seio de um banco ou um estabelecimento público, género estação de correios, para a qual se transfere dinheiro de outra conta ou na qual se deposita.</p>
<p>O sistema vai respeitar a vida privada, sem possibilidade de identificar os áureos das transações, e com um modo &#8216;fora de linha&#8217; que oferece uma confidencialidade idêntica à das moedas.</p>
<p>Entre os principais críticos da novidade estão os bancos, desde logo, por causa do custo. Com efeito, receiam ter de pagar uma fatura astronómica: 18 mil milhões de euros para o conjunto do setor bancário, segundo um estudo da Federação Bancária Europeia, divulgado em abril.</p>
<p>O BCE, por seu lado, avança um valor mais baixo. Em outubro, quantificou entre quatro mil milhões e 5,8 mil milhões.</p>
<p>Os bancos receiam também ficarem fragilizados: se os clientes converterem as suas contas em euros digitais, os seus depósitos vão diminuir.</p>
<p>Mas Giovannini tranquiliza: &#8220;Graças à sua conceção que impede retiradas massivas de depósitos, o euro digital não tem esses riscos, mesmo m situações de crises extremas e improváveis&#8221;.</p>
<p>O BCE espera poder começar a emitir euros digitais em 2029, se a legislação necessária for aprovada até ao final deste ano.</p>
<p>A Comissão Europeia apresentou um projeto de lei há três anos, que se arrasta pelo PE.</p>
<p>Isto deve desbloquear-se hoje, com a comissão parlamentar dos Assuntos Económicos a preparar-se para aprovar a abertura de negociações com os Estados membros.</p>
<p>Se o processo negocial decorrer dentro dos tempos previstos, o BCE já se declarou pronto para lançar uma fase piloto em meados de 2027m antes do lançamento efetivo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779979]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>SpaceX anuncia terceiro acordo de fornecimento de capacidade de computação</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 23:20:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A empresa aeroespacial e de inteligência artificial (IA) SpaceX fez um acordo de fornecimento de capacidade de computação com a Reflection AI, que lhe pode permitir uma faturação de até 6,3 mil milhões de dólares.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A empresa aeroespacial e de inteligência artificial (IA) SpaceX fez um acordo de fornecimento de capacidade de computação com a Reflection AI, que lhe pode permitir uma faturação de até 6,3 mil milhões de dólares.</P><br />
<P>A Reflection AI vai pagar 150 milhões por mês a partir de 01 de julho, até 2029, para aceder aos semicondutores Nvidia GB300 que a SpaceX tem em um centro de dados, em Memphis, no Estado do Tennessee, e que servem para treinar e usar modelos avançados de IA, informaram hoje a CNBC e a TechCrunch.</P><br />
<P>Estes meios avançaram que qualquer das empresas pode rescindir o contrato, com um pré-aviso de 90 dias, passado os primeiros três meses.</P><br />
<P>A SpaceX tinha assinado acordos similares, mas de maior dimensão, com a Anthropic, que lhe vai pagar 1,25 mil milhões por mês, e a Google, que vai pagar 920 milhões mensalmente, ambas até 2029. </P><br />
<P>A Reflection AI é uma &#8216;startup&#8217;, criada em 2024 por dois antigos investigadores de IA da Google Deepmind, que se centra na tecnologia de código aberto, e bem que ainda não lançou qualquer modelo, que está avaliada em 25 mil milhões de dólares.</P><br />
<P>A SpaceX, de Elon Musk, está a arrendar capacidade de computação no centro de dados Colossus 1, em Memphis.</P><br />
<P>Recém-entrada na praça bolsista nova-iorquina, acaba de sofrer três dias de desvalorização consecutivos, com hoje a recuar 16,4%. </P><br />
<P> </P><br />
<P>RN // RBF</P><br />
<P>Lua/fim</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779978]]></sapo:autor>
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		<title>ONU denuncia aumento de vítimas civis na Ucrânia e Federação Russa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 22:44:48 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O sub-secretário-geral da Organização das Nações Unidas para a Europa, a Ásia Central e as Américas, Khaled Khiari, denunciou hoje o recorde de vítimas civis registado na Ucrânia e o seu aumento recente na Federação Russa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O sub-secretário-geral da Organização das Nações Unidas para a Europa, a Ásia Central e as Américas, Khaled Khiari, denunciou hoje o recorde de vítimas civis registado na Ucrânia e o seu aumento recente na Federação Russa. </P><br />
<P>&#8220;No mês passado, pelo menos 274 civis morreram e 1.763 ficaram feridos na Ucrênia. É o número mensal mais alto de mortos e feridos desde abril de 2022&#8221;, disse Khiari, durante uma sessão do Conselho de Segurança sobre a guerra.</P><br />
<P>&#8220;Também nos preocupa o crescente impacto da guerra sobre a população civil na Federação Russa&#8221;, acrescentou. </P><br />
<P>Depois de recordar os ataques russo mais recentes contra várias regiões ucranianas que causaram morto e feridos e atingiram património da UNESCO, o subsecretário alertou que se continua &#8220;o perigoso ciclo atual de escalada&#8221; vai provocar &#8220;uma maior devastação na Ucrânia, bem como cada vez miss na Federação Russa&#8221;.</P><br />
<P>Khiari renovou o pedido para se retomarem os esforços para &#8220;um cessar-fogo total, imediato e incondicional&#8221; e uma desescalada que permita &#8220;umas negociações significativas e inclusivas para lograr a paz&#8221;.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779971]]></sapo:autor>
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		<title>Governo alerta para tentativa de fraude com o nome de Luís Montenegro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 22:15:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O gabinete do primeiro-ministro alertou hoje para uma tentativa de fraude, através de email e de mensagem por WhatsApp, que envolve o nome de Luís Montenegro e do seu chefe de gabinete.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O gabinete do primeiro-ministro alertou hoje para uma tentativa de fraude, através de email e de mensagem por WhatsApp, que envolve o nome de Luís Montenegro e do seu chefe de gabinete.</p>
<p>Num comunicado divulgado hoje à noite, o gabinete de Luís Montenegro referiu que diversas pessoas foram alvo de tentativa de fraude, acrescentando que foi &#8220;apresentada queixa às autoridades competentes&#8221;.</p>
<p>A tentativa de fraude ocorre &#8220;através de contacto por email e mensagem (WhatsApp), invocando o nome do primeiro-ministro e do chefe de gabinete, e solicitando o preenchimento de um acordo de confidencialidade&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779970]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: Jogo entre França e Iraque suspenso por alerta de tempestade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 22:10:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O jogo entre França e Iraque, da segunda jornada do Grupo I do Mundial2026 de futebol, foi suspenso ao intervalo, devido a um alerta de tempestade, com a saída dos espetadores do recinto de Filadélfia, nos Estados Unidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O jogo entre França e Iraque, da segunda jornada do Grupo I do Mundial2026 de futebol, foi suspenso ao intervalo, devido a um alerta de tempestade, com a saída dos espetadores do recinto de Filadélfia, nos Estados Unidos.</P><br />
<P>Após o atraso na abertura das portas do recinto na Pensilvânia, devido ao risco de trovoadas, o jogo teve início à hora prevista, às 22:00 em Lisboa, com a França a chegar à vantagem ao intervalo, por 1-0, com um golo de Kylian Mbappé, aos 14 minutos, sem que o encontro fosse reatado após a interrupção.</P><br />
<P>&#8220;Uma tempestade severa está a aproximar-se&#8221;, lia-se numa mensagem emitida nos ecrãs do Estádio Lincoln Financial Field, enquanto a maioria do público abandonava as bancadas.</P><br />
<P>Em caso de triunfo, os gauleses, campeões do mundo em 1998 e 2018, asseguram um lugar nos 16 avos de final, num agrupamento que conta ainda com a Noruega, que goleou os iraquianos por 4-1 na primeira jornada e, nesta ronda, defronta o Senegal.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779969]]></sapo:autor>
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		<title>Wall Street fecha sem rumo e com SpaceX a desvalorizar mais de 16%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 22:00:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa nova-iorquina encerrou hoje sem direção, com o índice tecnológico a cair 1,33%, arrastado pela SpaceX, que desvalorizou mais de 16%.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa nova-iorquina encerrou hoje sem direção, com o índice tecnológico a cair 1,33%, arrastado pela SpaceX, que desvalorizou mais de 16%.</P><br />
<P>Os resultados da sessão indicam que o índice seletivo Dow Jones Industrial Average subiu 0,29% e o alargado S&amp;P500 retrocedeu 0,37%.</P><br />
<P>As ações da empresa aeroespacial e de inteligência artificial (IA) de Elon Musk, a SpaceX, continuaram em perda, depois da baixa superior a três por cento na semana passada, encerrando hoje em recuo de 16,4%. </P><br />
<P>Mas o dia foi generalizadamente mau para os conglomerados tecnológicos, com uma queda generalizada, ilustradas por Alphabet (-5%), Amazon (-4,75%), Microsoft (-3%) e Meta (-2%).</P><br />
<P>Os investidores estão agora na expectativa de conhecerem o índice de preços no consumidor relativo a maio, que é esperado na quarta-feira.</P><br />
<P>Por outro lado, a atenção também está permanente em relação às conversações entre o Irão e EUA. </P><br />
<P>As delegações dos dois Estados acordaram na criação de um grupo de trabalho para definir um roteiro que permita chegar a um acordo que acabe com o conflito dentro de 60 dias. </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779967]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Pleno de títulos no futebol é &#8220;marca de qualidade&#8221; do FC Porto &#8211; André Villas-Boas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 22:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do FC Porto, André Villas-Boas, destacou hoje o 'pleno' de títulos nacionais conquistado pelos 'dragões' nos escalões de formação de futebol, considerando-o uma demonstração da qualidade do processo formativo do clube.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente do FC Porto, André Villas-Boas, destacou hoje o &#8216;pleno&#8217; de títulos nacionais conquistado pelos &#8216;dragões&#8217; nos escalões de formação de futebol, considerando-o uma demonstração da qualidade do processo formativo do clube.</P><br />
<P>Durante a cerimónia de entrega do troféu de campeão nacional de sub-15 ao museu do FC Porto, o dirigente salientou a importância da conquista dos iniciados, que se junta aos títulos em sub-17 e sub-19, sendo a terceira vez na sua história que o clube conquista os três em simultâneo, após as épocas 1985/86 e 1997/98, além do de seniores.</P><br />
<P>&#8220;Este pleno espoleta sentimentos, emoções e alegrias enormes. Significa muito para a massa associativa do FC Porto sermos os únicos a consegui-lo, e logo pela terceira vez. É o complemento de um grande processo formativo e uma marca de qualidade que distingue o FC Porto&#8221;, afirmou, em declarações reproduzidas no sítio oficial do clube na Internet.</P><br />
<P>Villas-Boas felicitou a equipa de sub-15 pela conquista de um título que escapava ao clube desde 2011 e defendeu que o principal objetivo passa agora por assegurar a progressão dos jovens jogadores até à equipa principal.</P><br />
<P>&#8220;Este escalão é o início do processo formativo de um jogador jovem e esperemos que o prossigam noutros patamares, nos sub-17, sub-19, equipa B e plantel principal. Falta a cereja no topo do bolo, que é a estreia de todos estes miúdos pela equipa principal&#8221;, referiu.</P><br />
<P>O presidente portista considera que a conquista de títulos nos escalões de formação ajuda a consolidar a identidade competitiva do clube, embora sublinhe que o sucesso na formação não deve ser medido apenas pelos resultados.</P><br />
<P>&#8220;Somos o clube mais vitorioso no futebol nacional e isso é uma marca que nos distingue. Mas o talento é o mais importante para que estes jovens se possam afirmar na equipa principal&#8221;, frisou.</P><br />
<P>Villas-Boas apontou ainda o médio Rodrigo Mora como exemplo recente da capacidade do clube para acelerar a integração de jovens talentos no futebol profissional e manifestou o desejo de ver os jovens campeões nacionais percorrerem o mesmo caminho.</P><br />
<P>&#8220;Há um &#8216;timing&#8217; para o fazerem, mas todos esperamos que quanto mais cedo, melhor. Espero que eles consigam vencer em todas as etapas&#8221;, concluiu.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779966]]></sapo:autor>
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		<title>Ventura diz que ministra do Trabalho admitia rever idade da reforma para trabalhadores por turnos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 21:35:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O líder do Chega disse hoje que a ministra do Trabalho admitiu uma eventual descida da idade da reforma para trabalhadores por turnos, e alegou que o primeiro-ministro "desautorizou" Maria do Rosário Palma Ramalho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O líder do Chega disse hoje que a ministra do Trabalho admitiu uma eventual descida da idade da reforma para trabalhadores por turnos, e alegou que o primeiro-ministro &#8220;desautorizou&#8221; Maria do Rosário Palma Ramalho.</P><br />
<P>Em entrevista à CMTV, André Ventura disse que, antes do &#8216;chumbo&#8217; da proposta do Governo para rever a lei laboral (com voto contra do Chega), além das reuniões entre as lideranças dos partidos, houve também negociações &#8220;ao nível técnico normativo, entre delegações&#8221; das duas partes. </P><br />
<P>&#8220;A senhora ministra do Trabalho &#8211; acho que não cometo nenhuma inconfidência, aliás foi uma das razões pela qual a negociação avançou &#8211; assumiu que, entre as várias coisas que estava a negociar com o Chega, havia a descida da idade da reforma para os 65 anos ou 40 de descontos para os trabalhadores por turnos, que tivessem uma longa carreira contributiva por turnos. Isto foi dito pela ministra do Trabalho&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Segundo o presidente do Chega, &#8220;depois o primeiro-ministro desautorizou a ministra do Trabalho e disse que, afinal, aquilo que se tinha dito ao Chega já não podia ser feito&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Quando um partido diz que são temas fundamentais acabar com subvenções vitalícias, regular a questão da amamentação, voltar atrás naquilo que o Governo queria fazer, a questão da idade da reforma, e o Governo te diz &#8216;sim senhor, então vamos avançar e vamos trabalhar por aí&#8217;, mas depois, 24 horas antes, te dizem que, afinal, já não podem ir por aí, e o primeiro-ministro contradiz a ministra do Trabalho, então isto também não é muito sério numa negociação&#8221;, alegou.</P><br />
<P>André Ventura indicou que &#8220;só&#8221; na quinta-feira à noite, na véspera da votação, é que o primeiro-ministro &#8220;assumiu que afinal não quer mexer na idade da reforma&#8221;, que era uma das principias exigências do Chega para viabilizar a proposta de lei.</P><br />
<P>Ventura afirmou que &#8220;o Governo não se quis comprometer&#8221; e concluiu que isso significa que &#8220;estava a contar na especialidade dar o bailinho da Madeira&#8221; ao Chega.</P><br />
<P>Sobre o facto de a sua bancada ter votado ao lado da esquerda, o líder justificou que &#8220;o Chega não se norteia pela esquerda ou pela direita, o Chega norteia-se pelo que é melhor para a população, pelo que é melhor para quem trabalha, pelo que é melhor para quem investe, pelo que é melhor para a economia&#8221;.</P><br />
<P>O presidente do Chega lembrou igualmente que o partido agendou para 03 de julho a discussão do seu projeto sobre as condições de acesso à reforma &#8211; que o partido propõe que seja aos 65 anos ou com 40 de descontos &#8211; e que visa estabelecer um texto máximo de 4.500 euros para as pensões mais altas.</P><br />
<P>André Ventura indicou que o partido vai voltar a insistir no assunto porque que esta &#8220;é uma questão fundamental para o futuro do país&#8221;.</P><br />
<P>Questionado sobre o Orçamento do Estado para o próximo ano, o presidente do Chega não se quis comprometer e disse ainda não conhecer o documento.</P><br />
<P>Questionado diretamente se a descida da idade da reforma será uma linha vermelha para o Chega eventualmente viabilizar o documento, respondeu: &#8220;Estamos muito longe do Orçamento do Estado&#8221; e remeteu a questão para mais tarde.</P><br />
<P>&#8220;O Chega não quer eleições. O Chega quer transformar o país, mas não aceita ser muleta de ninguém&#8221;, salientou.</P><br />
<P>Ventura disse ainda acreditar que o documento terá apoio do PS: &#8220;Não tenham medo que o PS, num último momento, vai fazer um cálculo qualquer&#8221;.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779965]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: EUA estabelecem mecanismo de monitorização do cessar-fogo no Líbano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 21:12:15 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Estados Unidos estabeleceram um mecanismo de monitorização do cessar-fogo no Líbano, para evitar que as violações por parte de Israel e do movimento xiita pró-iraniano Hezbollah prejudiquem as negociações entre os envolvidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os Estados Unidos estabeleceram um mecanismo de monitorização do cessar-fogo no Líbano, para evitar que as violações por parte de Israel e do movimento xiita pró-iraniano Hezbollah prejudiquem as negociações entre os envolvidos.</P><br />
<P>Um alto responsável norte-americano referiu hoje aos jornalistas que este mecanismo foi estabelecido depois de o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, ter conversado por telefone na sexta-feira com o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, e o Presidente libanês, Joseph Aoun.</P><br />
<P>A monitorização está a ser realizada pelo Comando Central dos EUA (Centcom) para obter &#8220;informações precisas e em tempo real sobre os combates no Líbano&#8221;, disse o responsável.</P><br />
<P>As delegações de Israel e do Líbano, países que não mantêm relações diplomáticas, deverão iniciar a quinta ronda de conversações de paz em Washington na terça-feira.</P><br />
<P>O memorando de entendimento assinado na semana passada entre os Estados Unidos e o Irão para pôr fim à guerra inclui a cessação de todas as hostilidades, incluindo no Líbano, mas nem Israel nem o Hezbollah são signatários do acordo.</P><br />
<P>O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, mantém a posição de que as tropas israelitas não se vão retirar do Líbano, uma condição exigida pelo Irão, aliado do grupo xiita, para que as conversações de paz com os Estados Unidos sejam bem-sucedidas. </P><br />
<P>A ONU assinalou hoje a suspensão dos disparos de mísseis entre Israel e o Hezbollah no sul do Líbano no domingo, pela primeira desde 02 de março.</P><br />
<P>Stéphane Dujarric, porta-voz do secretário-geral da ONU, António Guterres, referiu que a ausência de atividade militar também continuou durante a manhã de hoje.</P><br />
<P>Os confrontos entre as forças israelitas e as milícias do Hezbollah prosseguiram na sexta-feira e no sábado, pondo em risco o memorando de entendimento entre Teerão e Washington e a continuação das negociações de paz.</P><br />
<P>As partes tinham estado em confronto no seguimento da guerra de Faixa de Gaza, entre outubro de 2023 e novembro de 2024, data de um cessar-fogo nunca verdadeiramente respeitado e que foi interrompido com o início do conflito entre Estados Unidos, Israel e Irão, em 28 de fevereiro.    </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779960]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ucrânia: Maio foi mês com mais civis mortos e feridos por drones de curto alcance desde 2022 &#8211; ONU</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 20:51:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Maio passado foi o mês com mais civis mortos e feridos por drones de curto alcance desde que a guerra na Ucrânia começou, em fevereiro de 2022, segundo dados divulgados hoje pela ONU. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Maio passado foi o mês com mais civis mortos e feridos por drones de curto alcance desde que a guerra na Ucrânia começou, em fevereiro de 2022, segundo dados divulgados hoje pela ONU. </P><br />
<P>Os dados são da Missão de Monitorização dos Direitos Humanos da ONU na Ucrânia e foram hoje divulgados numa reunião do Conselho de Segurança das Nações Unidas pela diretora da divisão de Resposta a Crises do Escritório para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA), Edem Wosornu.</P><br />
<P>A representante da ONU indicou que, nas últimas duas semanas, os danos e o sofrimento dos civis aumentaram devido à guerra em curso, crescendo o número de famílias &#8220;obrigadas a suportar o padrão já conhecido desta guerra: ataques, destruição, perdas, mais uma noite sem segurança&#8221;.</P><br />
<P>Na mesma reunião, o Subsecretário-Geral da ONU para a Europa, Ásia Central e Américas, Khaled Khiari, indicou que, no mês passado, pelo menos 274 civis foram mortos e 1.763 ficaram feridos na Ucrânia, sendo o maior número mensal combinado de mortos e feridos desde abril de 2022.</P><br />
<P>Há semanas que a ONU vem alertando para o agravamento da situação na Ucrânia e advertindo que o conflito está a entrar na sua fase mais letal.</P><br />
<P>A 15 de Junho, recordou hoje Edem Wosornu, os ataques em Kiev e Kharkiv danificaram habitações e infraestruturas críticas, deixando mais de 100.000 casas sem energia.</P><br />
<P>Em Kiev, o Mosteiro de Kiev-Petchersk, Património Mundial da UNESCO e &#8220;coração da vida religiosa e cultural da Ucrânia&#8221;, foi atingido e danificado, lamentou a representante do OCHA, frisando que o local transportava séculos de património cultural que deveria ser protegido.</P><br />
<P>Em Kharkiv, as equipas de resgate que respondiam a um ataque anterior foram atingidas quando ocorreu um segundo ataque.</P><br />
<P>&#8220;Isto encaixa-se num padrão documentado. A Missão de Monitorização dos Direitos Humanos da ONU na Ucrânia constatou ataques repetidos contra ambulâncias, equipas de resgate e trabalhadores humanitários &#8212; em alguns casos, atingidos duas vezes, enquanto regressavam para ajudar&#8221;, criticou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779959]]></sapo:autor>
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		<title>Seguro volta a defender &#8220;palavras do meio&#8221; pela tolerância e convivência entre religiões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 20:11:29 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República, António José Seguro, voltou hoje a defender a importância das "palavras do meio", pela tolerância, no contexto da celebração do Dia Nacional da Liberdade Religiosa e do Diálogo Inter-Religioso.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente da República, António José Seguro, voltou hoje a defender a importância das &#8220;palavras do meio&#8221;, pela tolerância, no contexto da celebração do Dia Nacional da Liberdade Religiosa e do Diálogo Inter-Religioso.</P><br />
<P>O chefe de Estado assinalou esta data com representantes de confissões religiosas na Sala das Bicas do Palácio de Belém, numa cerimónia em que ouviu o presidente da Comissão para a Liberdade Religiosa, José Vera Jardim, alterar para &#8220;tentativas, pontuais, é certo, mas tentativas de limitação de um exercício pleno de liberdade religiosa&#8221; em Portugal.</P><br />
<P>Na sua intervenção, António José Seguro retomou a ideia de que fazem falta &#8220;as palavras do meio&#8221;, expressão que usou no seu discurso do 10 de Junho, pela tolerância, contra a polarização.</P><br />
<P>&#8220;Hoje estamos perante um excelente exemplo de quão importantes são essas palavras do meio, que ligam diferentes comunidades de fé numa cultura de tolerância, respeito mútuo e convivência democrática&#8221;, considerou.</P><br />
<P>O Presidente da República apontou a Lei da Liberdade Religiosa em Portugal, em vigor há 25 anos, como &#8220;uma lei estruturante do Estado direito democrático&#8221; que &#8220;consolida princípios fundamentais&#8221; consagrados na Constituição: &#8220;o princípio da universalidade, da igualdade, da liberdade de consciência, religião e culto e da não confessionalidade do Estado&#8221;. </P><br />
<P>Segundo o chefe de Estado, &#8220;Portugal deve orgulhar-se da construção, ao longo das últimas décadas, de um modelo sólido de excelente convivência entre mais de 30 convicções religiosas e 600 confissões radicadas em Portugal&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Este é um espelho da nossa identidade e da nossa cultura. É um reflexo numa sociedade livre, plural e respeitadora da consciência de cada pessoa, mas também da autonomia das comunidades religiosas na sua forma de organização e culto&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>A seguir, António José Seguro descreveu Portugal como &#8220;uma sociedade cada vez mais diversa e percorrida por cidadãos do mundo, mas também permeável a muros de pedra ou de silêncio&#8221; que a podem desumanizar.</P><br />
<P>O chefe de Estado enquadrou como responsabilidade do Estado não só &#8220;garantir o quadro jurídico adequado ao exercício pleno da liberdade religiosa, individual e coletiva, mas também as condições necessárias à promoção e dinamização do diálogo inter-religioso&#8221;.</P><br />
<P>No fim da sua intervenção, elogiou Vera Jardim &#8220;pelo papel central que desempenhou, primeiro como impulsionador político da Lei da Liberdade Religiosa&#8221;, de 2001, &#8220;e a partir de 2016 como presidente da Comissão da Liberdade Religiosa&#8221;, e pelo seu empenho na &#8220;defesa dos direitos humanos, da dignidade humana&#8221;.</P><br />
<P>Esta cerimónia juntou membros da Comissão para a Liberdade Religiosa, do Grupo de Trabalho para o Diálogo Inter-Religioso, sob dependência da Agência para a Integração Migrações e Asilo (AIMA), e representantes de confissões religiosas radicadas em Portugal. </P><br />
<P>Nesta ocasião, o Presidente da República quis reiterar &#8220;o compromisso público da sociedade portuguesa para com os valores da tolerância e do respeito pela diversidade e para com a promoção de um diálogo aberto e construtivo entre diferentes tradições religiosas, convicções e visões do mundo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A liberdade religiosa é um dos pilares do nosso chão comum. Temos a responsabilidade, cada um de nós, todos nós, de a preservar&#8221;, afirmou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779958]]></sapo:autor>
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		<title>Tribunal manda para julgar ex-secretário de Estado por suspeitas nas PPP rodoviárias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 19:57:33 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal Central de Instrução Criminal mandou hoje para julgamento o ex-secretário de Estado Paulo Campos, por suspeita de participação económica em negócio no caso das PPP no setor rodoviário, confirmou fonte da defesa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Tribunal Central de Instrução Criminal mandou hoje para julgamento o ex-secretário de Estado Paulo Campos, por suspeita de participação económica em negócio no caso das PPP no setor rodoviário, confirmou fonte da defesa.</P><br />
<P>Paulo Campos foi secretário de Estado Adjunto das Obras Públicas e Comunicações entre 2005 e 2011, nos governos de José Sócrates (PS), e foi pronunciado (mandado para julgamento) por cinco dos 10 crimes de participação económica em negócio de que tinha sido acusado, em 2021, pelo Ministério Público, tendo sido ilibado dos restantes.</P><br />
<P>O secretário de Estado do Tesouro e das Finanças no mesmo período, Carlos Costa Pina, foi, por sua vez, ilibado dos cinco crimes de participação económica em negócio de que tinha sido acusado e, por isso, não será julgado, acrescentou a fonte.</P><br />
<P>O processo conta ainda com um terceiro arguido, o antigo dirigente das Estradas de Portugal Rui Manteigas, que será julgado, também por participação económica em negócio.</P><br />
<P>A acusação do Ministério Público foi deduzida em dezembro de 2021, ao fim de quase década de uma investigação, e, segundo a mesma fonte, os cinco crimes que restam estão relacionados com cinco subconcessões contratualizadas no âmbito das Parcerias Público-Privadas (PPP) no setor rodoviário.</P><br />
<P>Em causa estão os &#8220;contratos de subconcessão celebrados, entre 2009 e 2010, pela EP &#8211; Estradas de Portugal, S.A., com as subconcessionárias do Algarve Litoral, Transmontana, do Douro Interior, do Baixo Alentejo e do Litoral Oeste&#8221;, precisou, em 2021, o Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP), na nota em que anunciou a dedução da acusação.</P><br />
<P>Pelo caminho, ficaram os crimes relacionados com a renegociação, em 2010, das concessões portajadas do Norte e da Grande Lisboa, entre outras.</P><br />
<P>O Ministério Público e o Automóvel Clube de Portugal (ACP), que é assistente no processo e pretendia ver os arguidos julgados por corrupção, podem ainda recorrer da decisão instrutória na parte de não-pronúncia, salientou a fonte da defesa.</P><br />
<P>Em dezembro de 2021, Paulo Campos considerou que a acusação &#8220;tem um contexto claramente político&#8221; e é &#8220;um disparate&#8221;, sustentando que o próprio despacho do Ministério Público &#8220;demonstra que não há intenção e que os acusados não retiram nenhum benefício próprio&#8221; dos atos sob suspeita.</P><br />
<P>A ida a julgamento do ex-secretário de Estado foi noticiada inicialmente pela TVI/CNN Portugal.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779957]]></sapo:autor>
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		<title>Raimundo afirma que luta dos trabalhadores obrigou Chega a fazer o que nunca desejou</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 19:42:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral do PCP afirmou hoje que a luta dos trabalhadores obrigou o Chega a fazer o que nunca desejou e a "contradizer tudo o que tinha dito" sobre a revisão da lei laboral proposta pelo Governo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário-geral do PCP afirmou hoje que a luta dos trabalhadores obrigou o Chega a fazer o que nunca desejou e a &#8220;contradizer tudo o que tinha dito&#8221; sobre a revisão da lei laboral proposta pelo Governo.</P><br />
<P>Paulo Raimundo discursava no final de uma marcha, realizada no centro de Lisboa e convocada pelo PCP, que juntou largas centenas de pessoas para assinalar o chumbo no Parlamento, na passada sexta-feira, da revisão da lei laboral proposta pelo Governo.</P><br />
<P>O líder comunista considerou que a oposição à proposta do executivo &#8220;foi um dos processos mais intenso da luta dos trabalhadores&#8221; e levou ao isolamento dos partidos do Governo (PSD e CDS-PP), bem como da restante direita, nomeadamente a IL e o Chega.</P><br />
<P>Numa referência ao partido liderado por André Ventura, Raimundo defendeu que a mobilização dos trabalhadores foi de tal forma intensa que &#8220;obrigou alguns a decidir fazer o que nunca desejaram alguma vez vir a fazer&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Uma luta com tal impacto que obrigou a que, contradizendo tudo o que tinham dito na véspera, não tivessem outra solução que não votar contra, mesmo quando nas suas propostas convergiam claramente com os ataques do Governo aos trabalhadores&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>O secretário-geral do PCP avisou ainda que, perante &#8220;novas vagas&#8221; e &#8220;golpadas&#8221; contra os trabalhadores e os seus direitos, quem trabalha responderá sempre com &#8220;força, organização e unidade&#8221;.</P><br />
<P>Raimundo argumentou também que &#8220;o PCP foi o partido essencial na luta para a derrota do pacote laboral&#8221;, em particular&#8221;na denúncia dos objetivos do grande patronato e dos seus instrumentos, no esclarecimento e mobilização dos trabalhadores, na ampliação na população em geral da consciência da relação dessa luta com a ofensiva mais geral contra as suas próprias vidas e condições de vida&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Apontamos o caminho da luta, apontamos o caminho da intervenção e da exigência, apontamos a solução e a confiança na vitória. Somos um partido imprescindível, com os seus princípios, a sua ação, intervenção e ligação às massas&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Em declarações aos jornalistas, durante a marcha, o líder comunista afirmou que se o Governo insistir na revisão da lei laboral está a &#8220;cavar o seu próprio buraco&#8221; depois de ter começado já a &#8220;cavar a sua derrota social e política&#8221; com a proposta chumbada na sexta-feira.</P><br />
<P>Ao longo da marcha, realizada sob o mote &#8220;Luta, caminho da vitória &#8211; salários, pensões, serviços públicos &#8211; novo rumo para Portugal&#8221;, entoaram-se vários cânticos a celebrar o &#8220;não ao pacote do patrão&#8221;, bem como palavras de ordem contra a subida do custo de vida e pela valorização dos salários.</P><br />
<P>Entre os manifestantes estava João Trigo, reformado de 71 anos, que, à Lusa, defendeu que a atual ministra do Trabalho, Rosário Palma Ramalho, &#8220;está completamente descredibilizada e derrotada&#8221; depois do resultado da votação da proposta do executivo na Assembleia da República.      </P><br />
<P>Já Sara Romão, investigadora universitária de 29 anos, que se fez acompanhar do filho, disse à Lusa que tem acompanhado as ações do PCP em matéria laboral devido, em particular, às propostas do partido no campo dos direitos parentais.</P><br />
<P>Sobre a insistência já prometida por Palma Ramalho sobre a mudança das leis laborais, Sara Romão deixou um desafio: &#8220;Se a proposta da ministra for mais direitos para os trabalhadores, redução do horário de trabalho, aumento dos dias de férias, se for realmente ao encontro do que os trabalhadores precisam, estamos aqui para levar isso adiante&#8221;.</P><br />
<P> </P><br />
<P>TS // RBF</P><br />
<P>Lusa / Fim</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779956]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Especialista alerta para risco de mimetismo após homicídios de crianças em contexto de violência doméstica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 19:11:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A responsável pelo projeto APAV Hope alertou para o risco de "efeito mimético" dos homicídios de crianças em contexto de violência doméstica, defendendo que a sociedade não pode normalizar um fenómeno que já matou quatro menores este ano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A responsável pelo projeto APAV Hope alertou para o risco de &#8220;efeito mimético&#8221; dos homicídios de crianças em contexto de violência doméstica, defendendo que a sociedade não pode normalizar um fenómeno que já matou quatro menores este ano.</P><br />
<P>O alerta surge depois de o Jornal de Notícias ter noticiado que, nos primeiros meses de 2026, morreram quatro crianças em contexto de violência doméstica, igualando o número registado em todo o ano de 2022, considerado o mais mortal para menores desde 2019.</P><br />
<P>O caso mais recente ocorreu na madrugada de domingo, em Santarém, quando um homem de 33 anos, com antecedentes por violência doméstica, saltou de um oitavo andar com a filha de 4 anos ao colo, provocando a morte de ambos, dias depois do homicídio de uma menina de 8 anos pela madrasta em Valpaços.</P><br />
<P>Em declarações à Lusa, Carla Ferreira, responsável pelo projeto APAV Hope &#8212; Apoio a Vítimas de Homicídio, Terrorismo e Vitimação em Massa, considerou que cada uma destas mortes deve levar a uma reflexão coletiva sobre as falhas na prevenção da violência: &#8220;Todos nós podemos ter falhado enquanto sociedade&#8221;.</P><br />
<P>Sobre os casos registados nas últimas semanas, Carla Ferreira alertou para o risco de mimetismo associado à ampla divulgação destes crimes.</P><br />
<P>&#8220;Não é incomum que haja este efeito mimético&#8221;, afirmou, explicando que a exposição mediática dos casos pode funcionar como fator adicional de motivação para pessoas que já tenham intenções violentas.</P><br />
<P>A especialista ressalvou que os crimes devem continuar a ser noticiados, mas defendeu uma abordagem responsável que evite transformar os casos em elementos de identificação para potenciais agressores.</P><br />
<P>Para Carla Ferreira, o principal risco é a sociedade começar a encarar estes homicídios como acontecimentos normais.</P><br />
<P>&#8220;Não podemos achar que é normal que numa semana tenham morrido duas crianças em contexto de violência doméstica&#8221;, afirmou. &#8220;Não podemos dessensibilizar-nos relativamente a isto&#8221;.</P><br />
<P>A especialista sublinhou que muitos homicídios de crianças em contexto familiar não resultam de atos impulsivos ou exclusivamente associados a problemas de saúde mental, mas antes de comportamentos deliberados e enquadrados nas dinâmicas da violência doméstica.</P><br />
<P>&#8220;Há muita deliberação, muitas vezes há ameaças prévias, muitas vezes há pistas que vão sendo deixadas por quem acaba por praticar estes crimes&#8221;, explicou.</P><br />
<P>Segundo Carla Ferreira, estes homicídios estão frequentemente associados a relações marcadas pelo poder, controlo e violência, sendo as crianças utilizadas para atingir ou punir o outro progenitor.</P><br />
<P>Apesar de admitir que é difícil apontar responsabilidades concretas sem conhecer os detalhes de cada caso, a responsável da APAV recordou que Portugal regista anualmente cerca de 30 mil denúncias de violência doméstica, uma realidade que exerce forte pressão sobre as autoridades e o sistema judicial.</P><br />
<P>&#8220;Temos uma carga muito significativa de denúncias todos os anos&#8221;, afirmou, apontando para a escassez de recursos humanos nas forças policiais, Ministério Público, tribunais e serviços de justiça.</P><br />
<P>Na sua perspetiva, essa sobrecarga pode contribuir para atrasos na avaliação de risco e no acompanhamento de situações sinalizadas, embora ressalve que cada caso tem especificidades próprias.</P><br />
<P>Carla Ferreira defendeu que existe margem para melhorar a resposta do sistema, nomeadamente através da recolha mais rápida de prova junto das vítimas.</P><br />
<P>Considerou essencial que as declarações para memória futura sejam realizadas nas primeiras horas após a denúncia, permitindo preservar testemunhos que muitas vezes se revelam decisivos para o processo criminal.</P><br />
<P>A especialista alertou igualmente para a crescente severidade dos episódios de violência doméstica, considerando que, apesar de os números globais se manterem relativamente estáveis, os casos têm revelado níveis mais elevados de gravidade.</P><br />
<P>Na origem desta realidade, apontou fatores como a disseminação de discursos de misoginia e de tolerância à violência, sobretudo através das redes sociais.</P><br />
<P>&#8220;Estamos também com um problema de raiz, que é termos cada vez mais um discurso de tolerância relativamente à violência como forma aceitável de resolver problemas&#8221;, disse.</P><br />
<P>Carla Ferreira destacou que as crianças deixaram há vários anos de ser vistas apenas como testemunhas da violência doméstica, passando a ser reconhecidas legalmente como vítimas, mesmo quando não são alvo direto de agressões.</P><br />
<P>Segundo explicou, crescer num ambiente violento pode provocar consequências profundas ao nível psicológico, emocional, social e até económico, aumentando o risco de problemas de ansiedade, dificuldades relacionais e reprodução futura de comportamentos violentos.</P><br />
<P>&#8220;As crianças vão absorver certos comportamentos como sendo normativos&#8221;, alertou.</P><br />
<P>A responsável da APAV referiu ainda que os casos conhecidos nos últimos anos envolvem frequentemente crianças mais novas e, em vários casos mediáticos, raparigas.</P></p>
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