Alibaba abana mas não cai. Lucros do último trimestre sofrem queda de 88%

A gigante chinesa de comércio eletrónico Alibaba anunciou uma faturação na ordem dos 149,263 biliões de yuans (19,182 mil milhões de euros) no final do seu ano fiscal encerrado em março último, num aumento de 70%, apesar do lucro ter sofrido um duro golpe de 88% no último trimestre.

Na apresentação dos resultados, esta sexta-feira, na Bolsa de Valores de Hong Kong, a Alibaba explicou que a queda no lucro no quarto e no último trimestre de seu ano fiscal ficou a dever-se ao impacto da covid-19 e à queda no valor dos seus investimentos noutras empresas.

O volume de negócios aumentou 35,3%, para 509,711 bilhões de yuans ( 65.510 milhões de euros), o que significa que o grupo, com sede em Hangzhou (leste da China), alcançou a meta marcada neste campo para o exercício encerrado em 31 de março.

Outro dos grandes objetivos estabelecidos para 2020 era ultrapassar um trilião de dólares (917.150 milhões de euros) em vendas e, de acordo com a empresa, foi alcançado por pouco, adicionando não apenas as vendas dos seus principais negócios na China, mas também tudo o que foi realizado no que chama de ‘Alibaba Digital Economy’.

Esse conceito inclui seus mercados virtuais na China e no exterior, bem como serviços locais para consumidores – por exemplo, entrega em domicílio de alimentos.

A empresa informou ainda o mercado que as vendas nos portais de retalho chineses Taobao e Tmall avançaram 15%, para 6,59 trilhões de yuans (846,969 mil milhões de euros) e totalizaram 72 milhões de utilizadores ativos ao longo do ano, num total de 726 milhões.

As receitas nesta área, que representam 65% da faturação total da empresa, cresceram 34,4%, atingindo 332.750 milhões de yuans (42.774 milhões de euros).

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