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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>LE: Benfica arranca época com derrota na Suíça</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 19:59:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Benfica arrancou hoje oficialmente a época 2026/27 com uma derrota, ao perder 2-1 em casa dos suíços do St. Gallen, em jogo da primeira mão da segunda pré-eliminatória da Liga Europa de futebol.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Benfica arrancou hoje oficialmente a época 2026/27 com uma derrota, ao perder 2-1 em casa dos suíços do St. Gallen, em jogo da primeira mão da segunda pré-eliminatória da Liga Europa de futebol.</P><br />
<P>A formação helvética adiantou-se no marcador aos 37 minutos, por Aliou Baldé, o Benfica, ainda com muitas indefinições no seu plantel, reagiu a este primeiro golo com o empate sete minutos, através de Rafa, mas o St. Gaal voltou para a frente do marcador e sentenciou o encontro aos 80, com um golo de Tom Gaal.</P><br />
<P>O encontro da segunda mão está agendado para dentro de uma semana, no dia 30 de julho, no Estádio da Luz, com o vencedor da eliminatória a defrontar na ronda seguinte o conjunto que sair do confronto entre o Sturm Graz e os escoceses do Hearts, tendo os austríacos vencido na primeira mão por 4-0.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793246]]></sapo:autor>
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		<title>Incêndios: Portugal envia dois aviões e uma equipa para combater fogos em França</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 19:55:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal vai enviar na sexta-feira para França duas aeronaves e uma equipa de sete elementos para auxiliar no combate aos incêndios rurais na região de Saumos, informou hoje a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Portugal vai enviar na sexta-feira para França duas aeronaves e uma equipa de sete elementos para auxiliar no combate aos incêndios rurais na região de Saumos, informou hoje a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).</P><br />
<P>Segundo a ANEPC, Portugal vai mobilizar a capacidade nacional rescEU sendo a missão constituída por duas aeronaves do tipo Fire Boss (aviões bombardeiros médios anfíbios) e por uma equipa de sete elementos, integrando dois representantes da ANEPC, três pilotos e dois mecânicos do operador aéreo.</P><br />
<P>&#8220;Na sequência dos incêndios rurais que afetam o município de Saumos, em França, e em resposta à ativação do Mecanismo de Proteção Civil da União Europeia (UCPM) pelas autoridades francesas, Portugal, através da Autoridade ANEPC, mobiliza na sexta-feira a capacidade rescEU posicionada em território nacional, para apoiar as operações de combate aos incêndios&#8221;, afirma a autoridade em comunicado.</P><br />
<P>A partida está prevista para as 08:30, com as aeronaves a descolarem do Aeródromo de Vila Real, estando a chegada ao Aeroporto de Bordeaux-Mérignac prevista para as 13:00 (hora local).</P><br />
<P>O apoio logístico à missão será assegurado pela Força Aérea Portuguesa, através de uma aeronave C-130, responsável pelo transporte do pessoal e do equipamento de manutenção das aeronaves e que partirá da Base Aérea n.º 6, no Montijo.</P><br />
<P>A capacidade destacada integra a reserva europeia rescEU, criada no âmbito do Mecanismo de Proteção Civil da União Europeia para reforçar a resposta dos Estados-Membros perante emergências de grande dimensão, nomeadamente incêndios rurais, sempre que as capacidades nacionais se revelem insuficientes.</P><br />
<P>A ANEPC adianta que mantém o acompanhamento permanente da evolução da situação e do perigo de incêndio rural, assegurando que este destacamento é efetuado sem comprometer a capacidade de resposta operacional em território nacional.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793245]]></sapo:autor>
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		<title>Plano nacional de combate ao racismo prorrogado perante taxa de execução de 16%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 19:46:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O plano nacional de combate ao racismo 2021-2023 foi prorrogado e a medida aprovada hoje em Conselho de Ministros, anunciou a ministra Margarida Balseiro Lopes, tendo em conta a "miserável taxa de execução".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O plano nacional de combate ao racismo 2021-2023 foi prorrogado e a medida aprovada hoje em Conselho de Ministros, anunciou a ministra Margarida Balseiro Lopes, tendo em conta a &#8220;miserável taxa de execução&#8221;.</P><br />
<P>A ministra da Cultura, Juventude e Desporto, que tem também as pastas das minorias e do combate ao racismo, esteve hoje a ser ouvida na comissão parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, durante a qual culpou o Partido Socialista (PS) pelo facto de não haver um novo plano nacional de combate ao racismo.</P><br />
<P>Em resposta a perguntas da deputada socialista Elza Pais, Margarida Balseiro Lopes afirmou que &#8220;é profundamente injusto&#8221; que o PS diga que &#8220;o anterior plano caiu e não há nenhum novo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Efetivamente não há nenhum novo. E porquê que não há nenhum novo? Porque quando nós entrámos em funções e pegámos no plano que existia, tínhamos entre 2021 e 2023 uma taxa de execução que a todos nos deve envergonhar, permita-me que lhe diga. Porque a taxa de execução em 2024 deste plano era de 16%. 16% de medidas concluídas&#8221;, criticou a ministra.</P><br />
<P>Segundo Balseiro Lopes, &#8220;face a esta profunda insuficiência de execução do anterior plano, o Governo optou por prorrogar o plano que existia&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Isso já foi aprovado, foi hoje aprovado em reunião de Conselho de Ministros, a prorrogação do anterior plano, não só para melhorarmos estas miseráveis taxas de execução, mas sobretudo também para garantir a necessidade de cumprimento da condição habilitadora do Pessoas 2030 que este plano complementa&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>&#8220;Depois prepararemos então um novo plano&#8221;, acrescentou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793244]]></sapo:autor>
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		<title>Sobe para 194 cidades no estado brasileiro Rio Grande do Sul afetadas por fortes chuvas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 19:43:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Brasília 23 jul 2026 (Brasília) -- Subiu para 194 o número de cidades afetadas e mais de mil pessoas tiveram de deixar as suas casas devido às fortes chuvas e vendavais que assolam o estado brasileiro do Rio Grande do Sul, disseram hoje autoridades locais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Brasília 23 jul 2026 (Brasília) &#8212; Subiu para 194 o número de cidades afetadas e mais de mil pessoas tiveram de deixar as suas casas devido às fortes chuvas e vendavais que assolam o estado brasileiro do Rio Grande do Sul, disseram hoje autoridades locais.</P><br />
<P>Desde o fim de semana até à última atualização da Defesa Civil do Rio Grande do Sul divulgada hoje, já são 1.147 pessoas fora de suas casas, 728 das quais realojadas em abrigos e 419 acolhidas por familiares e amigos.</P><br />
<P>Na quarta-feira, eram 143 cidades atingidas e mais de 200 pessoas fora das suas casas e, segundo explicou a Defesa Civil, o aumento de desalojados registados em menos de 24 horas deve-se ao facto de, em diferentes regiões do estado, os rios terem subido e causado inundações.</P><br />
<P>Na cidade com o maior número de desalojados, 100 pessoas, em Arroio do Rato, as chuvas e rajadas de vento provocaram danos em telhados de 16 casas e no edifício do poder executivo local.</P><br />
<P>Pelo estado, várias estradas e pontes estão interditadas, seja pelas inundações dos rios, seja por deslizamentos de terra, além de quedas de árvores e postes de eletricidade.</P><br />
<P>Em muitas cidades afetadas, famílias inteiras estão a dormir em abrigos improvisados em escolas públicas.</P><br />
<P>O número de cidades atingidas pelo forte temporal e cheias dos rios já representa quase 40% do total de 497 municípios do Rio Grande do Sul.</P><br />
<P>Uma casa inteira a se arrastada pela correnteza é mais uma imagem registada pela imprensa local, que tem reportado o drama das famílias gaúchas ao deixarem as suas casas por receio das inundações.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793243]]></sapo:autor>
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		<title>Luís Montenegro diz que Portugal é hoje mais amigo do investimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 19:42:09 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro, Luís Montenegro, defendeu que Portugal "é hoje mais amigo do investimento", destacou as parcerias "de topo" com os EUA e Alemanha e considerou que o combate à pobreza se faz com a criação de riqueza.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro, Luís Montenegro, defendeu que Portugal &#8220;é hoje mais amigo do investimento&#8221;, destacou as parcerias &#8220;de topo&#8221; com os EUA e Alemanha e considerou que o combate à pobreza se faz com a criação de riqueza.</P><br />
<P>No discurso de cerca de 20 minutos que proferiu, na Figueira da Foz, na cerimónia de marcou o início da obra de construção de uma fábrica de componentes para centros de dados, Luís Montenegro assinalou que Portugal é um país com estabilidade política, económica e financeira.</P><br />
<P>&#8220;Como disse há pouco um representante da empresa [a multinacional norte-americana e alemã Hennig] que investe aqui na Figueira da Foz,  é um país com bom ambiente de negócios, é um país com um bom povo, é um país com jovens qualificados, com boa localização do ponto de vista geográfico, é um país que hoje é mais amigo do investimento do que era ontem&#8221;, argumentou o chefe do Governo.</P><br />
<P>&#8220;E isto é simplesmente registar a evolução, não tem mais nenhum juízo que não seja esse, é olhar para a frente, não olhar para trás (&#8230;) dizemo-lo de peito aberto e convictamente&#8221;, vincou Luís Montenegro.</P><br />
<P>Acrescentou que o país quer cobrar menos impostos sobre quem trabalha e, deste modo, &#8220;premiar o esforço, o mérito, o resultado dos trabalhadores, e é um país que também quer premiar o resultado das empresas, para que as empresas tenham mais instrumentos para investirem mais&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É um país que, para pagar melhores salários, também tem de ter empresas mais lucrativas, porque as empresas não podem pagar aquilo que não produzem. [Portugal] é um país que sabe que para combater a pobreza, para combater a desigualdade, para combater a dificuldade, tem de criar riqueza&#8221;, frisou Luís Montenegro.         </P><br />
<P>&#8220;A pobreza combate-se com a criação de riqueza&#8221;, reforçou.</P><br />
<P>Agradecendo aos empresários norte-americanos e alemães pelo investimento de 51 milhões de euros na Figueira da Foz &#8212; que visa a criação de cerca de 450 postos de trabalho &#8211; e pela confiança colocada no nosso país, o primeiro-ministro notou, no entanto, que se trata de &#8220;um obrigado que é moderado&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Porque confiam em Portugal, também, para ganharem dinheiro e para poderem ter os lucros legítimos e expectáveis nos vossos negócios. Isto é uma situação &#8216;win-win&#8217;, queremos ganhar todos&#8221;, destacou.</P><br />
<P>Sobre a relação económica de Portugal com os EUA e Alemanha, Luís Montenegro classificou-a como parcerias de topo, com dois parceiros com os quais o país tem feito um caminho de reforço da cooperação.</P><br />
<P>O primeiro-ministro voltou a dizer que, em 2025, Portugal bateu o recorde de investimento direto estrangeiro contratualizado na AICEP &#8212; Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal.</P><br />
<P>Este dado, cujos valores não divulgou, foi um resultado só comparável ao verificado &#8220;quando se contratualizou o estabelecimento da Auto Europa [fábrica do grupo Volkswagen] em Portugal&#8221;, no início da década de 1990.</P><br />
<P>&#8220;No outro dia, disse isto na Assembleia da República, eventualmente não disse as palavras todas que disse agora, o que suscitou logo uma grande querela e uma imputação de que não era rigoroso, porque 2025 não foi o ano de maior investimento direto estrangeiro em Portugal. Foi o ano em que a AICEP, o Estado português subscreveu, contratualizou, o maior volume estrangeiro de investimento em Portugal&#8221;, insistiu Montenegro.</P><br />
<P>&#8220;Foi o que acabamos de fazer aqui, agora, foi o ano em que fizemos mais coisas destas, se quiserem, para ser assim uma proclamação mais direta&#8221;, justificou, aludindo o contrato hoje assinado entre os investidores e a AICEP, no valor de 7,7 milhões de euros.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793242]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Financiamento da rede nacional para vítimas de violência doméstica incluido no OE 2027 &#8211; Ministra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 19:26:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A ministra da Cultura garantiu hoje que nenhuma resposta de apoio a vítimas vai encerrar por causa do fim dos financiamentos europeus e que o financiamento da rede nacional para vítimas de violência doméstica será assegurado pelo Orçamento do Estado para 2027.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ministra da Cultura garantiu hoje que nenhuma resposta de apoio a vítimas vai encerrar por causa do fim dos financiamentos europeus e que o financiamento da rede nacional para vítimas de violência doméstica será assegurado pelo Orçamento do Estado para 2027.</P><br />
<P>Margarida Balseiro Lopes esteve hoje a ser ouvida na Comissão parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, onde assumiu o &#8220;compromisso de assegurar, também através do Orçamento do Estado e já em 2027, o financiamento da Rede Nacional de Apoio às Vítimas de Violência Doméstica&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Deste modo, nenhuma resposta de apoio às vítimas, quer no domínio da violência doméstica, quer já agora no domínio do tráfico de seres humanos, vai encerrar em consequência do termo dos financiamentos europeus&#8221;, afirmou a ministra da Cultura, Juventude e Desporto, que tem também as pastas da igualdade de género e da prevenção e combate à violência doméstica.</P><br />
<P>Segundo a ministra, tratou-se de concretizar um objetivo assumido desde o início, ou seja, o &#8220;compromisso de gradualmente transitar o financiamento das respostas da Rede Nacional de Apoio às Vítimas de Violência Doméstica para o Orçamento do Estado&#8221;.</P><br />
<P> &#8220;Terminando assim com o ciclo de instabilidade e fragilidade decorrente do facto de esta rede ser essencialmente sustentada por fundos europeus&#8221;, defendeu.</P><br />
<P>Margarida Balseiro Lopes explicou que as respostas que terminavam entre junho e dezembro de 2026 tiveram o financiamento assegurado até ao final do ano, adiantando que estão em causa 80 respostas, distribuídas entre os anos de 2026 e 2027.</P><br />
<P>&#8220;As que terminam em [20]27, à medida que terminarem, transitam para o Orçamento do Estado&#8221;, adiantou.</P><br />
<P>Revelou que o Governo não se limitou a incluir no OE o valor que era financiado por fundos europeus.</P><br />
<P>&#8220;Se nós considerássemos apenas aquilo que era financiado pelos fundos europeus, nós estaríamos a falar de 8.487.000 euros, mas nós quisemos, além de garantir essa base de financiamento, de fazer incrementos salariais e o pagamento do subsídio de turno, para garantir que os profissionais que trabalham nestas respostas têm melhores condições&#8221;, adiantou.</P><br />
<P>De acordo com a ministra, o valor inscrito no OE será de cerca de 11,9 milhões de euros.</P><br />
<P>Acrescentou que com esta transição para o Orçamento do Estado vai ser possível &#8220;assegurar maior estabilidade, previsibilidade e sustentabilidade às respostas existentes, bem como criar condições para continuar a valorizar o trabalho das equipas que diariamente acompanham e apoiam as vítimas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Além disso, e contrariamente ao que sucedia com os fundos europeus, este novo modelo de financiamento vai ser acompanhado por uma atualização dos montantes atribuídos às estruturas, reforçando assim a capacidade de resposta destas entidades&#8221;, disse Margarida Balseiro Lopes.</P><br />
<P>Na mesma altura, a ministra adiantou que está previsto abrir até ao final do ano várias linhas de financiamento para criar novas respostas multidisciplinares no domínio da violência doméstica e violência sexual.</P><br />
<P>Disse também que solicitou ao Centro de Planeamento e de Avaliação de Políticas Públicas a realização da primeira avaliação da nova Ficha de Avaliação de Risco, &#8220;um ano após a sua entrada em vigor, de forma a identificar oportunidades de aperfeiçoamento e assegurar que este instrumento continua a responder adequadamente às necessidades identificadas pelas entidades que o aplicam&#8221;.</P><br />
<P>Relativamente ao tráfico de seres humanos, a ministra adiantou que &#8220;um dos principais desenvolvimentos dos últimos dois meses&#8221; foi a criação do grupo de trabalho que irá elaborar um regime jurídico integrado para esta área.</P><br />
<P>Acrescentou que no dia 30 de julho, Dia Mundial contra o Tráfico de Pessoas, vai entrar em funcionamento uma nova linha de apoio técnico e financeiro, com uma verba de 100 mil euros, para &#8220;apoiar iniciativas dirigidas ao reforço da prevenção, da capacitação dos profissionais e da proteção das vítimas&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793241]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Vulcan investe 140,6 ME para primeira mina elétrica em Moçambique e África</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/vulcan-investe-1406-me-para-primeira-mina-eletrica-em-mocambique-e-africa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 19:22:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A mineradora Vulcan investiu cerca de 140,6 milhões de euros na eletrificação da mina de Moatize, no centro de Moçambique, projeto que permitirá produzir até 300 megawatts de energia, reduzir o consumo de diesel e os impactos ambientais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A mineradora Vulcan investiu cerca de 140,6 milhões de euros na eletrificação da mina de Moatize, no centro de Moçambique, projeto que permitirá produzir até 300 megawatts de energia, reduzir o consumo de diesel e os impactos ambientais.</P><br />
<P>&#8220;Estamos a instalar uma `powerplant´ de 300 megawatts e cerca de 90 megawatts serão usados nas nossas operações de mineração, 30 serão usados para essa sessão e cerca de 100 serão usados para eletrificação da nossa linha&#8221;, explicou Mukesh Kumar, diretor-executivo da mineradora, que explora as minas de carvão na província de Tete, centro de Moçambique.</P><br />
<P>Falando durante a inauguração dos equipamentos na mina de Moatize, o responsável afirmou que o projeto, orçado em cerca de 160 milhões de dólares (140,6 milhões de euros), permitirá à empresa alcançar a autossuficiência energética e fornecer à rede nacional a energia excedente produzida.</P><br />
<P>A mineradora explora em Moatize uma área de 250 quilómetros quadrados e a comunidade mais próxima das minas está localizada a cerca de 350 metros.</P><br />
<P>&#8220;O nosso último objetivo é melhorar, aumentar a capacidade ou a economia do país. Hoje em dia gastamos cerca de 150 milhões de dólares [131,8 milhões de euros] só na importação de diesel&#8221;, avançou Kumar.</P><br />
<P>O responsável destacou que o projeto trará múltiplos benefícios, com a eliminação dos impactos ambientais associados à operação, a eletrificação total dos equipamentos e o aproveitamento dos resíduos da central termoelétrica para a produção de cimento verde, permitindo à Vulcan tornar-se na primeira mina totalmente elétrica de África.</P><br />
<P>Etevão Pale, ministro dos Recursos Minerais e Energia de Moçambique disse, na ocasião, que o projeto representa um passo decisivo para uma mineração mais sustentável e eficiente, destacando a redução do consumo de gasóleo, das emissões de poeiras e a melhoria das condições ambientais das comunidades que vivem nas zonas próximas da mina.</P><br />
<P>&#8220;Primeiro é a redução do consumo de combustível, sabemos que basicamente o país ainda não produz combustível, gasóleo e pretendemos que esta operação seja mais eficiente, tenham menos custos ambientais e possam trazer mais valor para o próprio país e para a própria empresa em si e para os próprios moçambicanos, na perspetiva de que vai aumentar a produtividade da mina&#8221;, defendeu.</P><br />
<P>Pale salientou que a eletrificação das operações contribuirá para a redução significativa da emissão de poeiras, melhorando a qualidade ambiental e as condições de vida das comunidades vizinhas.</P><br />
<P>&#8220;Espera-se uma melhoria significativa da qualidade ambiental e das condições de vida das comunidades residentes nas zonas circunvizinhas à mina&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>A empresa privada indiana faz parte do Jindal Group, com um valor de mercado de 18 mil milhões de dólares (15,5 mil milhões de euros), e antes já estava presente em Moçambique, operando a mina Chirodzi, localizada também na região de Tete.</P><br />
<P>Só nos últimos três anos, a Vulcan produziu anualmente mais de 35 milhões toneladas de carvão nas suas minas em Moatize, uma operação comprada, em abril de 2022, à brasileira Vale por mais de 270 milhões de dólares (233 milhões de euros).</P><br />
<P>A Vale esteve presente em Moçambique por 15 anos, tendo explorado a mina de Moatize e 912 quilómetros de ferrovia no Corredor Logístico de Nacala para o transporte de carvão, infraestrutura também vendida à Vulcan.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793240]]></sapo:autor>
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		<title>Guiné-Bissau: Portugal confirma que vai acolher Domingos Simões Pereira para tratamento médico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 19:05:11 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério dos Negócios Estrangeiros confirmou hoje que Portugal vai acolher "por razões médicas e humanitárias" o opositor guineense Domingos Simões Pereira, que saiu hoje da cadeia, onde se encontrava em prisão preventiva.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Ministério dos Negócios Estrangeiros confirmou hoje que Portugal vai acolher &#8220;por razões médicas e humanitárias&#8221; o opositor guineense Domingos Simões Pereira, que saiu hoje da cadeia, onde se encontrava em prisão preventiva.</P><br />
<P>&#8220;Portugal acolhe Domingos Simões Pereira, conforme solicitado pelos seus familiares, depois da libertação hoje ocorrida por razões médicas e humanitárias&#8221;, lê-se no comunicado divulgado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros.</P><br />
<P>O opositor guineense Domingos Simões Pereira saiu hoje da cadeia, onde se encontrava em prisão preventiva, por ordens do juiz de Instrução Criminal, Mamadú Embaló, que autorizou que viajasse para Portugal, onde se vai submeter a tratamento médico.</P><br />
<P>&#8220;Reconhecendo o gesto humanitário, continuaremos a trabalhar com empenho e recato, pelas vias diplomáticas, no quadro da CPLP [Comunidade dos Países de Língua Portuguesa] e em cooperação com a CEDEAO [Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental] e União Africana, em prol do regresso das instituições da Guiné-Bissau à normalidade constitucional e democrática&#8221;, frisou a diplomacia portuguesa.</P><br />
<P>&#8220;Sempre no respeito pelo povo guineense e pela soberania da Guiné-Bissau, país e povo amigo e irmão, fundador da CPLP&#8221;, completou.</P><br />
<P>Simões Pereira cumpria prisão preventiva desde o passado dia 10 de julho, no âmbito de um processo em que é acusado pela justiça militar de participação numa alegada tentativa de golpe de Estado ocorrida em outubro de 2025.</P><br />
<P>Citando o despacho do juiz, uma fonte da defesa do político disse à Lusa, num contacto telefónico feito a partir de Lisboa, que Simões Pereira foi autorizado a ausentar-se da Guiné-Bissau durante noventa dias e nesse período não poderá desenvolver atividade política.</P><br />
<P>A mesma fonte adiantou que a decisão do juiz se baseou num relatório médico do Hospital Militar de Bissau, segundo o qual seria necessário que o líder do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) fosse observado num centro médico especializado em Portugal.</P><br />
<P>Durante a conversa telefónica, a fonte explicou à Lusa que Domingos Simões Pereira abandonou as celas da Segunda Esquadra de Bissau, às 18:20 minutos (hora de Bissau), seguindo para o Aeroporto Internacional Osvaldo Vieira, onde irá embarcar num voo da TAP para Lisboa.</P><br />
<P>&#8220;Já saiu e segue para o aeroporto na companhia de alguns familiares diretos&#8221;, disse à Lusa a mesma fonte, adiantando, entretanto, que Domingos Simões Pereira já se encontra no avião.</P><br />
<P> </P><br />
<P>MIM (MLL)//</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793239]]></sapo:autor>
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		<title>Estoril Open: Darderi afasta finalista de 2024 e encontra Faria nos &#8216;quartos&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 19:00:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O tenista italiano Luciano Darderi, segundo cabeça de série, vai defrontar o português Jaime Faria nos quartos de final do Estoril Open, após ter derrotado o espanhol Pedro Martínez, finalista em 2024.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O tenista italiano Luciano Darderi, segundo cabeça de série, vai defrontar o português Jaime Faria nos quartos de final do Estoril Open, após ter derrotado o espanhol Pedro Martínez, finalista em 2024.</P><br />
<P>Depois de ter ficado isento da primeira ronda, o transalpino, 21.º do ranking ATP, estreou-se da melhor forma no Clube de Ténis do Estoril, com uma vitória por 6-0 e 6-1, em apenas uma hora e três minutos, sobre o &#8216;qualifier&#8217; espanhol, que é 159.º do mundo.</P><br />
<P>Nos quartos de final, marcados para sexta-feira, Darderi, que vem de uma derrota na final de Bastad, na Suécia, vai encontrar Jaime Faria (88.º), que está pela primeira vez nesta fase do torneio, face ao triunfo sobre o peruano Gonzalo Bueno (180.º), que vinha da qualificação, por 6-2 e 6-4.</P><br />
<P>Este será o segundo encontro entre os dois tenistas, com o português a ter vencido o italiano na primeira ronda em Santiago do Chile em 2025.</P><br />
<P></P><br />
<P>NFO/SRYS // MO</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793238]]></sapo:autor>
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		<title>URGENTE: Guiné-Bissau: Portugal confirma que vai acolher Domingos Simões Pereira para tratamento médico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 18:56:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Governo português confirmou hoje que Portugal vai acolher "por razões médicas e humanitárias" o opositor guineense Domingos Simões Pereira, que saiu hoje da cadeia, onde se encontrava em prisão preventiva.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo português confirmou hoje que Portugal vai acolher &#8220;por razões médicas e humanitárias&#8221; o opositor guineense Domingos Simões Pereira, que saiu hoje da cadeia, onde se encontrava em prisão preventiva.</P><br />
<P>&#8220;Portugal acolhe Domingos Simões Pereira, conforme solicitado pelos seus familiares, depois da libertação hoje ocorrida por razões médicas e humanitárias&#8221;, lê-se no comunicado divulgado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros.</P><br />
<P>O opositor guineense Domingos Simões Pereira saiu hoje da cadeia, onde se encontrava em prisão preventiva, por ordens do juiz de Instrução Criminal, Mamadú Embaló, que autorizou que viajasse para Portugal, onde se vai submeter a tratamento médico.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793237]]></sapo:autor>
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		<title>Lucros do grupo Ramada sobem 31,6% para 2,9 ME até junho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 18:39:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O grupo Ramada encerrou o primeiro semestre com um resultado líquido consolidado atribuível aos acionistas de 2,9 milhões de euros, um aumento de 31,6% face ao período homólogo, segundo comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O grupo Ramada encerrou o primeiro semestre com um resultado líquido consolidado atribuível aos acionistas de 2,9 milhões de euros, um aumento de 31,6% face ao período homólogo, segundo comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM). </P><br />
<P>As receitas totais do grupo Ramada Investimentos e Indústria ascenderam a 5,7 milhões de euros até junho, o que representa um recuo de 12,2% face a igual período do ano passado.</P><br />
<P>Este desempenho deve-se &#8220;essencialmente&#8221; ao efeito da venda, em 2025, &#8220;dos imóveis arrendados à Socitrel e a consequente perda da sua contribuição para as receitas do grupo&#8221;, bem como à &#8220;mais-valia registada, em 2025, com a alienação do armazém de Palmela&#8221;, justifica. </P><br />
<P>Em termos de custos totais, estes ascenderam a 1,29 milhões de euros, um aumento de 75,7% face ao primeiro semestre de 2025. </P><br />
<P>&#8220;Esta evolução ficou a dever-se, por um lado, ao incremento dos encargos com conservação e reparação e, por outro, aos custos associados ao processo, atualmente em curso, de cancelamento das inscrições hipotecárias e das consignações de rendimentos que oneravam os prédios rústicos do grupo, na sequência da amortização dos financiamentos bancários ocorrida em 2024 e da subsequente emissão dos respetivos distrates, no final de 2025&#8221;, acrescenta. </P><br />
<P>Relativamente aos encargos com conservação e reparação, a empresa refere, por isso, o impacto dos custos decorrentes das tempestades Kristin e Marta, que assolaram a região Centro no início de fevereiro, sublinhando que &#8220;provocaram danos com alguma materialidade, em particular, nos imóveis industriais do Grupo Ramada localizados em Vieira de Leiria e na Marinha Grande, tendo-se registado ainda danos, de menor expressão, no imóvel sito em Ovar&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Na sequência destes eventos, o grupo promoveu, de imediato, todas as intervenções necessárias à reparação dos imóveis afetados, assegurando a rápida reposição das respetivas condições de operacionalidade, a continuidade da atividade desenvolvida pelos arrendatários e a preservação do valor dos ativos&#8221;, adianta o grupo. </P><br />
<P>No primeiro semestre do ano, o EBITDA (resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações) caiu 25%, em comparação com o período homólogo, para 3,789 milhões de euros.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793236]]></sapo:autor>
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		<title>Guiné-Bissau: Opositor Domingos Simões Pereira viaja para Portugal para tratamento médico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 18:28:50 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O opositor guineense Domingos Simões Pereira saiu hoje da cadeia, onde se encontrava em prisão preventiva, por ordens do juiz de Instrução Criminal, Mamadú Embaló, que autorizou que viajasse para Portugal, onde se vai submeter a tratamento médico. </P><br />
<P>A informação foi avançada à Lusa por fonte da defesa do político, num contacto telefónico feito a partir de Lisboa.</P><br />
<P>Simões Pereira estava a cumprir prisão preventiva desde o passado dia 10 de julho, no âmbito de um processo em que é acusado pela justiça militar de participação numa alegada tentativa de golpe de Estado ocorrida em outubro de 2025.</P><br />
<P>Citando o despacho do juiz, a fonte referiu que Simões Pereira foi autorizado a ausentar-se da Guiné-Bissau durante noventa dias e nesse período não poderá desenvolver atividade política.</P><br />
<P>A mesma fonte adiantou que a decisão do juiz se baseou num relatório médico do Hospital Militar de Bissau, segundo o qual seria necessário que o líder do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) fosse observado num centro médico especializado em Portugal.</P><br />
<P>Durante a conversa telefónica, a fonte explicou à Lusa que Domingos Simões Pereira abandonou as celas da Segunda Esquadra de Bissau, às 18:20 minutos (hora de Bissau), seguindo para o Aeroporto Internacional Osvaldo Vieira, onde irá embarcar num voo da TAP para Lisboa.</P><br />
<P>&#8220;Já saiu e segue para o aeroporto na companhia de alguns familiares diretos&#8221;, disse à Lusa a mesma fonte, adiantando, entretanto, que Domingos Simões Pereira já se encontra no avião.</P><br />
<P></P><br />
<P>* A delegação da agência Lusa na Guiné-Bissau está suspensa desde agosto de 2025 após a expulsão pelo Governo dos representantes dos órgãos de comunicação social portugueses. A cobertura está a ser assegurada à distância *</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793235]]></sapo:autor>
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		<title>URGENTE: Guiné-Bissau: Opositor Domingos Simões Pereira viaja para Portugal para tratamento médico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 18:19:48 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O opositor guineense Domingos Simões Pereira saiu hoje da cadeia, onde se encontrava em prisão preventiva, por ordens do juiz de Instrução Criminal, Mamadú Embaló, que autorizou que viajasse para Portugal, onde se vai submeter a tratamento médico. </P><br />
<P>A informação foi avançada à Lusa por fonte da defesa do político, num contacto telefónico feito a partir de Lisboa.</P><br />
<P>Simões Pereira estava a cumprir prisão preventiva desde o passado dia 10 de julho, no âmbito de um processo em que é acusado pela justiça militar de participação numa alegada tentativa de golpe de Estado ocorrida em outubro de 2025.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793233]]></sapo:autor>
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		<title>Exames: Sociedade Portuguesa de Matemática aponta erro na 2.ª fase de Matemática A</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 18:19:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Sociedade Portuguesa de Matemática (SPM) identificou um erro na formulação de uma das perguntas do exame de Matemática A da segunda fase, realizado na quarta-feira, que diz comprometer o rigor matemático do item em causa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Sociedade Portuguesa de Matemática (SPM) identificou um erro na formulação de uma das perguntas do exame de Matemática A da segunda fase, realizado na quarta-feira, que diz comprometer o rigor matemático do item em causa.</P><br />
<P>Numa carta dirigida ao presidente do Conselho Diretivo do Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (EduQA), a SPM explica tratar-se do enunciado da questão 5 da prova de Matemática A.</P><br />
<P>O item em causa pede ao aluno que &#8220;considere todos os números naturais com cinco algarismos diferentes&#8221; e &#8220;determine quantos destes números são múltiplos de cinco e maiores do que 50.000&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Esta formulação, que não exprime certamente a intenção dos autores do enunciado, não é (&#8230;) compatível com os passos apresentados nos critérios específicos de classificação&#8221;, refere a carta, publicada hoje no &#8216;site&#8217; da SPM.   </P><br />
<P>A SPM acrescenta que, conforme os critérios gerais de classificação, as etapas indicadas só seriam adequadas se a primeira frase do enunciado definisse um conjunto finito de números, mas, conforme está formulada, abrange &#8220;infinitos números que satisfazem os requisitos definidos&#8221;.</P><br />
<P>Em alternativa, refere que uma formulação adequada seria, por exemplo: &#8220;Considere todos os números naturais de cinco algarismos, todos diferentes&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A SPM lamenta esta imprecisão no enunciado que, na realidade, é um erro formal&#8221;, escreve a SPM, acrescentando que &#8220;as incorreções de português são reprováveis em qualquer prova e refletem-se (&#8230;) no rigor matemático dos itens&#8221;.</P><br />
<P>A Lusa questionou o EduQA, sem resposta até ao momento.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793234]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Cerca de 72% dos jovens com 18 anos admite uso de álcool nos últimos 12 meses &#8211; Estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 18:09:47 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Cerca de 72% dos mais de 88,5 mil jovens de 18 anos inquiridos no Dia da Defesa Nacional admitiram ter consumido álcool nos últimos 12 meses, revelou hoje o Instituto para os Comportamentos Aditivos e as Dependências.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Cerca de 72% dos mais de 88,5 mil jovens de 18 anos inquiridos no Dia da Defesa Nacional admitiram ter consumido álcool nos últimos 12 meses, revelou hoje o Instituto para os Comportamentos Aditivos e as Dependências.</P><br />
<P>De acordo com um estudo do Instituto para os Comportamentos Aditivos e as Dependências (ICAD) hoje divulgado, dos 91.754 presentes no Dia da Defesa Nacional em 2025, 88.682 participaram num inquérito.</P><br />
<P>72% dos inqueridos assumiram ter consumido álcool nos 12 meses anteriores e 75% uma qualquer bebida ao longo das suas vidas.</P><br />
<P>O mesmo inquérito revelou que 41% destes jovens assumiram consumo de tabaco durante a vida (36% nos últimos 12 meses), 23% de substâncias ilícitas (19&amp; nos últimos 12 meses), designadamente canábis, num total de 21% durante a vida e 17% nos últimos 12 meses.</P><br />
<P>Por sua vez, uma menor percentagem de jovens &#8212; relativamente aos inquéritos de 2022/2023 &#8212; apontou a ingestão de tranquilizantes ou sedativos sem receita médica em 6% dos casos, sendo 4% nos últimos 12 meses. </P><br />
<P>Permanece reduzida a percentagem de jovens que adquire estas substâncias pela internet, sendo a canábis aquela que é mais mencionada nesta forma de aquisição. </P><br />
<P>No total de inquiridos, 5% declararam esta via (19% dos consumidores recentes de canábis). </P><br />
<P>De acordo com o estudo, a maioria dos consumidores de cada uma das substâncias declarou que, nos 12 meses anteriores ao inquérito, consumiu num número inferior a 10 ocasiões. </P><br />
<P>Constituem exceção o consumo de bebidas alcoólicas, o consumo de tabaco e o consumo de heroína ou outros opiáceos. </P><br />
<P>Indicaram ainda ter consumido álcool de forma &#8220;binge&#8221; (repetida) nos 12 meses anteriores (45%), sendo que 56% se embriagaram ligeiramente e 32% severamente. </P><br />
<P>A definição &#8220;binge&#8221; utilizada pelos técnicos é o consumo de cinco bebidas alcoólicas seguidas.</P><br />
<P>Ainda no que diz respeito a consumos de maior risco, verifica-se que 20% dos jovens associam o consumo de mais do que uma substância psicoativa (incluindo as lícitas) na mesma ocasião. </P><br />
<P>O principal problema mencionado quanto ao álcool são as situações de mal-estar emocional, sendo que o mesmo se verifica no caso das drogas ilícitas, embora com valores muito semelhantes ao envolvimento em relações sexuais desprotegidas. </P><br />
<P>No conjunto dos indicadores analisados, os diferentes consumos tendem a ser mais mencionados por rapazes do que por raparigas, com algumas exceções. </P><br />
<P>No campo das substâncias legais, são as raparigas que mais declaram o consumo de tranquilizantes/sedativos sem receita médica, e, desde 2022, o consumo de bebidas alcoólicas, estando, por sua vez, a par dos rapazes quanto ao consumo de tabaco (diferença de apenas de 1%). </P><br />
<P>O consumo de cada uma das substâncias ilegais é mais declarado por rapazes do que por raparigas, o mesmo acontecendo com as frequências de consumo mais intensas e policonsumos.</P><br />
<P>Apesar desta conjuntura, as raparigas apresentam a mesma prevalência de problemas relacionados com o consumo de bebidas alcoólicas e, embora declarem menos os problemas relacionados com substâncias ilícitas, a diferença percentual (6 pontos percetuais) é inferior às discrepâncias identificadas quanto aos padrões de consumo. </P><br />
<P>Segundo o estudo, &#8220;isto significa que as raparigas, por uma série de condições pessoais e sociais, poderão ser mais suscetíveis ao desenvolvimento de problemas, mas também que poderão ser mais propensas a problemas devido ao consumo de terceiros&#8221;. </P><br />
<P>O ICAD destaca como evoluções preocupantes o aumento do consumo mais frequente de outras substâncias ilícitas sem ser a canábis, bem como de embriaguez severa e consumo &#8220;binge&#8221; de bebidas alcoólicas, embora na população de 18 anos estas prevalências se mantenham estáveis. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793232]]></sapo:autor>
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		<title>FMI avalia que impacto das tarifas dos EUA de 25% ao Brasil deve ser modesto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 18:06:16 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Fundo Monetário Internacional (FMI) avaliou hoje que o impacto das tarifas de 25% impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros deverá ser "modesto", devido às isenções previstas e à limitada dependência do mercado norte-americano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Fundo Monetário Internacional (FMI) avaliou hoje que o impacto das tarifas de 25% impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros deverá ser &#8220;modesto&#8221;, devido às isenções previstas e à limitada dependência do mercado norte-americano.</P><br />
<P>O FMI assinalou que o efeito sobre a economia brasileira tende a ser limitado, porque os Estados Unidos respondem por 11% das exportações brasileiras e vários produtos ficaram isentos da sobretaxa, a exemplo do café, carne bovina, energia e peças aeronáuticas.</P><br />
<P> No relatório, recorda que as tarifas norte-americanas sobre a maioria das importações brasileiras chegaram a 50% em agosto de 2025, o que elevou a taxa efetiva para 29,1%, acima da média aplicada a outros países.</P><br />
<P>Posteriormente, destaca o FMI, houve reduções em novembro de 2025 e em fevereiro de 2026, levando a taxa efetiva para 12,2%.</P><br />
<P>As exportações brasileiras para os EUA diminuíram após o aumento das tarifas em 2025, mas recuperaram gradualmente desde novembro desse ano, observou o organismo internacional</P><br />
<P>O FMI atribui parte dessa resiliência ao crescimento das exportações para outras regiões e ao aumento das vendas de soja para a China.</P><br />
<P>Apesar do contexto de tensões comerciais, o FMI destacou que o setor externo brasileiro continua a apresentar fatores de robustez, incluindo reservas internacionais de 358 mil milhões de dólares no final de 2025 e um regime cambial flexível.</P><br />
<P>Ainda no relatório divulgado após a conclusão da consulta anual do Artigo IV, o FMI sublinha que o gigante da América-Latina tem procurado diversificar os seus parceiros comerciais.</P><br />
<P>Nesse sentido, cita o acordo Mercosul-União Europeia, já ratificado e em fase de implementação, como um elemento que pode reforçar a resiliência da economia perante choques externos.</P><br />
<P>O FMI advertiu, contudo, que uma escalada das tensões comerciais globais poderá pesar sobre o investimento estrangeiro e o comércio internacional, sendo o setor agrícola um dos mais expostos a eventuais perturbações nas cadeias de abastecimento, nomeadamente de fertilizantes.</P><br />
<P>&#8220;O principal risco é a escalada das tensões geopolíticas, especialmente no Médio Oriente, que poderia aumentar a inflação e, por condições financeiras mais restritivas e menor demanda global, reduzir a atividade económica&#8221; destaca o FMI.</P><br />
<P>Na avaliação geral, a instituição manteve a projeção de crescimento de 2,4% para a economia brasileira em 2026 e de 2,5% no médio prazo, considerando que o país continua &#8220;notavelmente resiliente&#8221; perante choques externos, embora enfrente desafios fiscais e de produtividade.</P><br />
<P>O FMI afirma que será necessário &#8220;um esforço fiscal mais ambicioso&#8221; para colocar a dívida pública numa trajetória firme de queda e criar espaço para investimentos prioritários, sendo uma das sugestões a de reduzir benefícios tributários considerados pouco eficazes.</P><br />
<P>O Fundo avalia ainda que o ajuste fiscal atualmente previsto não é suficiente para reduzir a dívida pública e defende medidas adicionais, como guardar parte da receita extra gerada pelo petróleo e tornar o orçamento menos engessado.</P><br />
<P>Segundo o Fundo, a dívida bruta do Governo brasileiro deverá atingir 97,8% do PIB em 2026 e estabilizar em torno de 106% do PIB até 2035, na metodologia utilizada pela instituição.</P><br />
<P>No relatório também projeta que a inflação atingirá 5,6% no fim de 2026, convergindo gradualmente para a meta de 3% apenas em meados de 2028.</P><br />
<P>Em reação ao relatório, o Banco Central brasileiro avaliou que a equipa do &#8220;FMI reconhece o papel desempenhado pelo regime de metas para a inflação e pelo arcabouço de políticas económicas do país&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793231]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo:Sobe para 133 número de portugueses e lusodescendentes mortos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 17:57:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[sismos]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[O balanço anterior, divulgado na segunda-feira, indicava 130 portugueses e lusodescendentes mortos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O duplo sismo que abalou a Venezuela em 24 de junho causou a morte a 133 portugueses e lusodescendentes, de acordo com o balanço avançado hoje pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) português.</p>
<p>O balanço anterior, divulgado na segunda-feira, indicava 130 portugueses e lusodescendentes mortos.</p>
<p>Entre os 133 cidadãos portugueses e lusodescendentes mortos, dos quais 105 eram adultos e 28 menores, 113 tinham também a nacionalidade venezuelana.</p>
<p>O MNE português referiu ainda que continuam desaparecidos 21 cidadãos portugueses.</p>
<p>Os sismos registados na Venezuela em 24 de junho causaram pelo menos 5.398 mortos e 16.740 feridos, segundo o mais recente balanço oficial oficial divulgado esta quarta-feira.</p>
<p>Entretanto, o número de feridos manteve-se em 16.740, segundo o presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez, que publicou o balanço na sua conta na rede de mensagens Telegram.</p>
<p>Dois abalos de magnitude 7,2 e 7,5 sacudiram a 24 de junho o norte do país, em particular o estado costeiro de La Guaira, próximo da capital Caracas.</p>
<p>Vários países, incluindo Portugal e outros Estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</p>
<p>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793227]]></sapo:autor>
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		<title>O ChatGPT decidiu agir sozinho. Porque é que este episódio está a causar tanto alarme pelo mundo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 17:55:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[ChatGPT]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[OpenAI]]></category>
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					<description><![CDATA[Um sistema de inteligência artificial contorna as barreiras impostas pelos criadores, liga-se sozinho à Internet e lança um ataque informático para completar uma tarefa]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Parece um cenário retirado de um filme de ficção científica: um sistema de inteligência artificial contorna as barreiras impostas pelos criadores, liga-se sozinho à Internet e lança um ataque informático para completar uma tarefa. Mas foi precisamente isso que uma versão experimental do ChatGPT terá feito, segundo revelou esta semana a OpenAI.</p>
<p>O modelo estava a ser testado num ambiente que os investigadores julgavam controlado quando conseguiu ultrapassar as limitações de acesso à Internet e entrar nos sistemas da Hugging Face, uma plataforma utilizada para alojar modelos e bases de dados de inteligência artificial, relata o &#8216;The Independent&#8217;.</p>
<p>A OpenAI descreveu o episódio como um “incidente informático sem precedentes” que envolveu capacidades avançadas de ataque e admitiu estar ainda a tentar compreender como o sistema conseguiu contornar as salvaguardas criadas para o manter isolado.</p>
<p>O caso provocou preocupação não apenas porque a IA decidiu lançar o ataque sem ter recebido instruções para o fazer, mas também porque foi capaz de o executar com sucesso. O sistema ultrapassou as restrições de conectividade e conseguiu explorar vulnerabilidades nos sistemas da Hugging Face.</p>
<p>A plataforma já tinha revelado na semana anterior ter sido alvo de um ataque que parecia ter sido conduzido, do princípio ao fim, por um agente de inteligência artificial. Na altura, a origem era desconhecida, embora o fundador da Hugging Face, Clément Delangue, tenha admitido suspeitar do envolvimento de um dos principais laboratórios do setor.</p>
<p>A explicação surgiu dias depois, quando a OpenAI reconheceu que o agente responsável tinha sido desenvolvido pela empresa. O comportamento do modelo, contudo, tinha uma lógica própria: estava a realizar o ExploitGym, um teste destinado a avaliar a capacidade de encontrar vulnerabilidades informáticas, alojado precisamente na Hugging Face.</p>
<p>Segundo a OpenAI, o sistema ficou “hiperconcentrado” em encontrar uma solução para o teste e foi levado a extremos para cumprir um objetivo muito restrito. Na prática, terá tentado entrar na plataforma para obter uma vantagem e fazer batota na avaliação.</p>
<p>É precisamente essa explicação que mais inquieta os especialistas. O caso mostra como uma inteligência artificial pode interpretar um objetivo de forma literal e recorrer a métodos imprevistos — e potencialmente perigosos — para o alcançar.</p>
<p>Durante anos, investigadores têm alertado para o problema do “alinhamento”: a dificuldade de garantir que sistemas cada vez mais poderosos atuam de acordo com as intenções humanas e não apenas da maneira mais eficiente para cumprir uma ordem.</p>
<p>Um modelo menos sofisticado poderia ter tentado lançar o mesmo ataque, mas provavelmente não teria capacidade para romper as barreiras de segurança. Neste caso, a combinação entre autonomia e competências informáticas avançadas permitiu-lhe transformar uma decisão inesperada numa ação real.</p>
<p>O incidente fez regressar o exemplo do “maximizador de clipes”, uma experiência teórica proposta pelo filósofo Nick Bostrom. Nesse cenário, uma inteligência artificial criada apenas para produzir o maior número possível de clipes poderia eliminar tudo o que ameaçasse impedir o cumprimento desse objetivo — incluindo os próprios seres humanos.</p>
<p>O sistema da OpenAI esteve muito longe de um cenário semelhante. Ainda assim, demonstrou o mesmo problema em escala reduzida: quando recebe uma missão, uma IA pode encontrar soluções que nunca foram previstas pelos criadores.</p>
<p>Há, porém, quem veja também uma operação de marketing na forma como o episódio foi divulgado. Matthew Green, especialista em segurança da Universidade Johns Hopkins, alerta que começa a ser difícil distinguir incidentes reais de segurança de campanhas destinadas a demonstrar o poder dos modelos.</p>
<p>Ao revelar que a sua tecnologia foi capaz de contornar restrições e vencer um teste através de um ataque informático, a OpenAI provoca alarme, mas também reforça a ideia de que possui sistemas extremamente poderosos — precisamente o tipo de capacidade que poderá querer vender a empresas interessadas em cibersegurança.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793152]]></sapo:autor>
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		<title>Na corrida aos exércitos do futuro, os EUA procuram o soldado do passado: branco, musculado e movido a testosterona</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 17:45:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[exército]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Pete Hegseth]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma das medidas mais polémicas passa pela realização de testes aos níveis de testosterona dos militares com mais de 30 anos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Poucos meses depois de Donald Trump regressar à Casa Branca, o secretário da Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, iniciou uma profunda transformação das Forças Armadas, assente na ideia de que o Exército se tornou demasiado &#8220;woke&#8221; e deve regressar a um modelo mais tradicional, relata o &#8216;El Confidencial&#8217;.</p>
<p>Uma das medidas mais polémicas passa pela realização de testes aos níveis de testosterona dos militares com mais de 30 anos. Segundo Hegseth, o objetivo é garantir que os soldados possuem os níveis &#8220;ideais&#8221; da hormona para maximizar o desempenho em combate e preservar aquilo que considera serem as características biológicas necessárias para a guerra.</p>
<p>Os militares que não atingirem esses valores poderão recorrer, de forma voluntária, a terapias de reposição hormonal. No entanto, endocrinologistas ouvidos pelo &#8216;El Confidencial&#8217; sublinham que não existe evidência científica de que níveis mais elevados de testosterona façam de alguém um melhor soldado.</p>
<p>Pelo contrário, vários estudos indicam que fatores como o treino, a alimentação, o descanso e a preparação física têm muito mais impacto no desempenho militar. Além disso, os especialistas alertam que a administração de testosterona a pessoas saudáveis pode provocar infertilidade, diminuição do volume dos testículos, acne, queda de cabelo e até o desenvolvimento de tecido mamário.</p>
<p>A visão de Hegseth estende-se também ao papel das mulheres nas Forças Armadas. O secretário da Defesa defende que a integração feminina nas unidades de combate tornou o Exército menos eficaz e já afirmou que &#8220;precisamos de mães, mas não nas forças armadas, e certamente não em unidades de combate&#8221;.</p>
<p>Muito antes de chegar ao Pentágono, Hegseth já defendia estas posições no livro &#8216;The War on Warriors&#8217;, onde argumentava que determinadas funções militares deveriam continuar reservadas aos homens.</p>
<p>Para Megan MacKenzie, professora de Relações Internacionais da Universidade Simon Fraser e autora de Beyond the Band of Brothers, esta visão assenta numa conceção muito específica da masculinidade, segundo a qual os homens são naturalmente superiores para o combate e a testosterona simboliza essa suposta vantagem.</p>
<p>A investigadora rejeita, contudo, essa interpretação e lembra que não existem provas de que a presença de mulheres reduza a eficácia operacional. Pelo contrário, vários estudos mostram que muitas militares alcançaram desempenhos de excelência, cumprindo ou ultrapassando os exigentes padrões físicos das unidades de combate.</p>
<p>Segundo o &#8216;El Confidencial&#8217;, as decisões tomadas por Hegseth já começam a ter consequências na progressão das carreiras militares. Este ano, pela primeira vez em mais de uma década, a Marinha dos Estados Unidos não promoveu qualquer mulher ao posto de almirante.</p>
<p>O jornal refere ainda que Hegseth terá bloqueado pessoalmente a promoção de vários oficiais selecionados por um comité militar, entre os quais Amy Bauernschmidt, a primeira mulher a comandar um porta-aviões nuclear americano, numa decisão descrita como altamente invulgar.</p>
<p>Apesar do discurso da atual liderança do Pentágono, a realidade das operações militares tem vindo a mudar. As guerras modernas dependem cada vez mais de áreas como a inteligência, os sistemas aéreos não tripulados e as tecnologias de informação, funções em que homens e mulheres desempenham papéis idênticos.</p>
<p>Desde 2015, as mulheres podem servir oficialmente em todas as funções de combate das Forças Armadas dos Estados Unidos. Hoje representam mais de 17% dos efetivos militares e participam em praticamente todas as áreas operacionais, da aviação às operações especiais, depois de décadas em que muitas já combatiam no Iraque e no Afeganistão, apesar das restrições então em vigor.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793196]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>UE prolonga até 2028 regras para deteção de abuso sexual infantil online</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 17:44:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[abuso sexual]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[Os prestadores de serviços online vão voltar a poder rastrear e reportar material de abuso sexual infantil, graças a um novo regulamento aprovado hoje pelo Conselho da União Europeia e que irá permanecer em vigor até abril de 2028.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os prestadores de serviços online vão voltar a poder rastrear e reportar material de abuso sexual infantil, graças a um novo regulamento aprovado hoje pelo Conselho da União Europeia e que irá permanecer em vigor até abril de 2028.</P><br />
<P>De acordo com a informação divulgada hoje, o &#8220;Conselho deu luz verde definitiva a um regulamento que permite aos prestadores de serviços em linha retomar a deteção e remoção voluntárias de material de abuso sexual de crianças nas suas plataformas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A medida é temporária e visa proteger as crianças enquanto se negoceia um quadro legislativo a longo prazo&#8221;, lê-se no comunicado.</P><br />
<P>Desde o dia 03 de abril de 2026, os prestadores de serviços online estavam impedidos de rastrear e reportar material de abuso sexual infantil, tendo em conta que se tratava de um regime temporário que funcionaria enquanto não fosse aprovado um quadro legislativo permanente.</P><br />
<P>Como o Conselho da UE e o Parlamento Europeu não chegaram a acordo sobre este mecanismo legal da União Europeia, as regras provisórias, em vigor desde 2021, que permitiam que, em casos específicos de deteção de conteúdos com abusos sexuais sobre crianças, não se aplicasse temporariamente a chamada diretiva &#8216;ePrivacy&#8217;, que regula a privacidade nas comunicações eletrónicas, expiraram em 03 de abril.</P><br />
<P> No comunicado, o Conselho da UE defende que &#8220;as ações voluntárias dos prestadores de serviços em linha são cruciais, uma vez que ajudam a identificar, investigar e levar a julgamento os autores dos crimes&#8221;, contribuindo para o resgate das vítimas e para reduzir a disseminação de conteúdos com abusos sexuais de crianças.</P><br />
<P>Citado no comunicado, o ministro da Justiça, dos Assuntos Internos e da Migração da Irlanda destaca que &#8220;hoje é um dia importante para a proteção das crianças&#8221;, apontando que os países agiram &#8220;rapidamente para colmatar a lacuna jurídica que existia&#8221;.</P><br />
<P>Segundo Jim O&#8217;Callaghan, &#8220;esta é a atitude correta&#8221; e disse estar confiante que os países terão &#8220;o mesmo sentido de responsabilidade&#8221; na negociação das regras a longo prazo para a deteção do abuso sexual de crianças na internet.</P><br />
<P>Segundo a informação do comunicado, esta medida hoje aprovada será publicada no Jornal Oficial da UE &#8220;nos próximas dias e entrará em vigor três dias depois&#8221;, permanecendo em vigor até 03 de abril de 2028.</P><br />
<P>Na prática, e a partir do momento que entre em vigor a medida provisória, trata-se basicamente de uma derrogação às regras de proteção de dados aplicáveis às comunicações eletrónicas, de modo a que os fornecedores possam detetar material pedófilo ou a aliciamento de menores para fins sexuais nas suas plataformas e denunciar e remover esses conteúdos.</P><br />
<P>O Conselho diz ainda que está atualmente a negociar com o Parlamento Europeu as regras de longo prazo e que o acordo de hoje não prejudica as negociações em curso, &#8220;com vista a proporcionar clareza e segurança jurídicas a longo prazo&#8221;.</P></p>
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