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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Preços dos combustíveis não baixam e diferença de mais de 40 cêntimos para Espanha é “chocante”: especialista explica porquê</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 16:33:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Expectativa de uma nova descida mais expressiva foi travada, apesar de o Brent ter recuado e chegado a negociar abaixo dos 75 dólares por barril, regressando a valores anteriores ao agravamento da tensão no Médio Oriente]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de três semanas consecutivas de descidas, os preços dos combustíveis deverão chegar à próxima semana <a href="https://executivedigest.sapo.pt/queda-do-petroleo-nao-chega-as-bombas-gasoleo-e-gasolina-mantem-precos-na-proxima-semana/">praticamente sem mexidas</a>. A expectativa de uma nova descida mais expressiva foi travada, apesar de o Brent ter recuado e chegado a negociar abaixo dos 75 dólares por barril, regressando a valores anteriores ao agravamento da tensão no Médio Oriente.</p>
<p>A Executive Digest apurou que a orientação para a próxima semana aponta para uma descida no preço do gasóleo inferior a meio cêntimo por litro e para uma subida da gasolina 95 na mesma ordem de grandeza, também abaixo de meio cêntimo. Nos postos de marca própria, normalmente associados a hipermercados, a tendência é semelhante: desvalorização de 0,0014 euros no gasóleo e subida de 0,0021 euros na gasolina 95.</p>
<p>Assim, o preço médio por litro deverá fixar-se em 1,768 euros no gasóleo e 1,879 euros na gasolina 95, valores que ainda poderão ser alterados caso o Governo decida mexer no ISP. Na prática, o gasóleo deverá manter o preço, depois de três semanas de descidas, enquanto a gasolina 95 deverá registar uma subida praticamente residual, também depois de três semanas de ligeiras reduções.</p>
<p>A ausência de uma descida mais visível surge como surpresa, uma vez que o preço do petróleo Brent, referência para a Europa, chegou na quarta-feira, a cair abaixo dos 75 dólares por barril. Pelas 13h10, hora de Lisboa, o Brent do Mar do Norte para entrega em agosto descia 3,05%, para 74,73 dólares. Já o West Texas Intermediate, referência nos Estados Unidos, recuava 2,94%, para 71,06 dólares.</p>
<p>Mas, segundo Mafalda Trigo, vice-presidente da ANAREC — Associação Nacional de Revendedores de Combustíveis —, a descida do Brent não foi suficiente para gerar uma alteração relevante nos preços finais. “Embora tenha descido um bocadinho o Brent relativamente à semana passada, a diferença não foi muito e, portanto, optaram por fazer uma estabilização dos preços”, explica à &#8216;Executive Digest&#8217;.</p>
<p>A responsável lembra que o preço dos combustíveis não depende apenas da cotação internacional do petróleo. “É preciso terem atenção que o preço do combustível não é só as cotações internacionais. Tem também os aditivos. Há muitos aditivos que são colocados no combustível, aditivos esses que aumentaram de uma forma muito diferencial e que ainda não se faz refletir abaixo”, sublinha.</p>
<p>Mafalda Trigo insiste que o combustível “não é só feito de petróleo puro” e que há uma série de componentes adicionais que continuam a pesar no preço final. “Para além das cotações internacionais, o combustível não é só feito de petróleo puro, tem uma série de aditivos de vários níveis e o preço desses aditivos, infelizmente, ainda não baixou. E não será para baixar tão cedo”, acrescenta.</p>
<p>O problema não se limita aos combustíveis. A vice-presidente da ANAREC aponta também dificuldades no mercado dos lubrificantes, onde há não só preços elevados, mas também falhas de disponibilidade. “Temos um problema bastante complicado em termos dos preços de lubrificantes, em que, para além do preço estar elevadíssimo, neste momento há falhas aditivas e, portanto, estamos com muitas contingências em termos de disponibilidade de produto”, afirma.</p>
<p>A responsável dá mesmo um exemplo concreto de racionamento no fornecimento. “Não é só o preço. Estamos a falar de algumas situações em que não há aditivos suficientes para fazer face à procura e estamos a ser rateados. Imaginemos que mandamos vir 100 tambores e entregam-nos 10”, explica. Embora os aditivos dos combustíveis e dos lubrificantes não sejam exatamente os mesmos, Mafalda Trigo sublinha que existem situações paralelas e pressões semelhantes na cadeia de abastecimento.</p>
<p><strong>Diferença dos combustíveis no outro lado da fronteira &#8220;é chocante&#8221;</strong></p>
<p>A estabilização dos preços em Portugal contrasta com a diferença que continua a verificar-se face a Espanha. No mais recente boletim da Comissão Europeia, Portugal surge em sexto lugar entre os países da União Europeia com a gasolina 95 mais cara, 12,1 cêntimos acima da média europeia e 42,2 cêntimos acima do preço praticado em Espanha. No gasóleo simples, Portugal ocupa a nona posição entre os mais caros, 24,2 cêntimos acima do preço espanhol e 4,9 cêntimos acima da média europeia.</p>
<p>Questionada sobre esta diferença, Mafalda Trigo não hesita em classificá-la como “chocante”. Para a vice-presidente da ANAREC, o principal problema está na fiscalidade. “É uma situação antiga para nós solicitarmos ao Governo uma mexida nos impostos que são pagos pelo combustível. Sessenta por cento do preço do combustível são impostos. Para lhe dar uma ideia, se o combustível tiver dois euros, 1,20 euros são impostos”, afirma.</p>
<p>A responsável lembra ainda que Espanha mantém uma carga fiscal mais baixa sobre os combustíveis, agravando a perda de competitividade dos postos portugueses nas zonas de fronteira. Segundo Mafalda Trigo, os postos junto à fronteira estão, nas palavras dos próprios proprietários, “às moscas”, porque muitos consumidores preferem andar mais um ou dois quilómetros e abastecer do outro lado.</p>
<p>“Abastecem com entre 40 e 50 cêntimos mais barato. Quem é que vai abastecer deste lado?”, questiona. Para a ANAREC, a solução passa por uma redução da carga fiscal em Portugal. A associação defende que o Estado poderia receber menos por litro, mas compensar essa perda com um aumento significativo do volume abastecido em território nacional.</p>
<p>“O que não é abastecido cá rende zero”, resume Mafalda Trigo. A associação insiste que uma descida dos impostos poderia recuperar consumidores que hoje atravessam a fronteira para abastecer em Espanha e, no final, aumentar a receita global obtida com os combustíveis. Até agora, conclui, o Governo não deu resposta a essa reivindicação.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782513]]></sapo:autor>
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		<title>Sem ar condicionado e com edifícios pouco preparados: onda de calor avança para leste e ameaça hospitais, escolas e transportes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 16:17:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As previsões apontam para uma subida acentuada das temperaturas na Europa Central nos próximos dias.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Depois de dias de calor recorde em vários países da Europa Ocidental, a onda de calor que tem atingido o continente deverá deslocar-se para leste, levando temperaturas próximas dos 40 °C a países habitualmente mais frios e menos preparados para fenómenos extremos deste tipo.</p>
<p class="isSelectedEnd">As previsões apontam para uma subida acentuada das temperaturas na Europa Central nos próximos dias, com especialistas a alertarem para a pressão sobre hospitais, escolas, serviços de emergência, trabalhadores ao ar livre e redes ferroviárias.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na Europa Ocidental, a atual vaga de calor já provocou perturbações significativas. Em França, as mortes por afogamento aumentaram, numa altura em que muitos cidadãos procuram refrescar-se em rios e canais. Milhares de casas ficaram também sem eletricidade depois de o calor intenso ter provocado um incidente no departamento de Finistère, no noroeste do país.</p>
<p class="isSelectedEnd">França registou esta terça-feira o dia mais quente desde o início das medições. O serviço meteorológico Météo-France registou 44,3 °C em Possos, enquanto várias regiões em alerta vermelho enfrentaram máximas inéditas.</p>
<p class="isSelectedEnd">No Reino Unido, as autoridades preparam-se para temperaturas que podem chegar aos 38 °C. O país já tinha registado o dia de junho mais quente de sempre, com os termómetros a atingirem 36,1 °C. Centenas de escolas encerraram devido a receios sobre a segurança dos alunos em edifícios sobreaquecidos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em Espanha, as temperaturas deverão descer ligeiramente, depois de dias em que o sul da Andaluzia enfrentou máximas de 44 °C. Ainda assim, o calor deverá continuar a fazer-se sentir.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Onda de calor desloca-se para leste</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Os meteorologistas alertam agora que a cúpula atmosférica que tem aquecido a Europa Ocidental deverá deslocar-se para leste, atingindo países menos habituados a calor extremo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo as previsões mais recentes da WFY24, as temperaturas deverão chegar aos 40 °C em Budapeste e aos 39 °C em Praga durante o fim de semana, valores cerca de 15 °C acima da média para um dia de junho.</p>
<p class="isSelectedEnd">Bratislava, na Eslováquia, poderá atingir os 39 °C, cerca de 17 °C acima da média diária, enquanto a planície do Danúbio, na Bulgária, poderá chegar aos 41 °C este domingo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Estas regiões deverão também enfrentar noites tropicais, uma designação usada quando a temperatura não desce abaixo dos 20 °C num período de 24 horas. Este fator agrava os riscos para a saúde, porque impede o corpo de recuperar durante a noite.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Porque é que a Europa Central está menos preparada?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A onda de calor já causou perturbações e mortes na Europa Ocidental, apesar dos esforços feitos nos últimos anos por países mediterrânicos para se adaptarem melhor a temperaturas extremas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Espanha, por exemplo, dispõe atualmente de uma das maiores redes de abrigos climáticos do mundo, espaços criados para permitir que comunidades vulneráveis se refresquem e se hidratem. O país também introduziu mudanças nas condições de trabalho ao ar livre, com o objetivo de reforçar a proteção dos trabalhadores, enquanto a tradição da sesta ajuda a evitar a exposição durante as horas mais quentes do dia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em França, Paris tem tentado combater o efeito de ilha de calor urbana, fenómeno que faz com que as cidades permaneçam mais quentes do que as zonas rurais. A capital francesa tem removido betão e asfalto que retêm calor e, segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza, plantou mais de 100 mil árvores desde 2020, incluindo 40 mil no inverno de 2023, criando mais sombra em espaço urbano.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na Europa Central e de Leste, porém, a adaptação é menor, em parte porque estes países têm historicamente climas mais frios. A combinação de edifícios antigos, blocos de habitação em betão e pouca climatização torna várias cidades particularmente vulneráveis.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Os núcleos de alvenaria anteriores à guerra e os blocos de painéis de betão da era comunista na Europa Central têm uma massa térmica muito elevada, mas nunca foram concebidos para dissipar o calor do verão”, explicou à Euronews Earth Ioanna Vergini, fundadora da WFY24.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a especialista, estes edifícios, muitas vezes com pouca sombra, ventilação limitada e sem sistemas de arrefecimento, absorvem calor durante o dia e libertam-no para o interior durante a noite. Os apartamentos nos pisos superiores são os mais afetados, e os blocos pré-fabricados são repetidamente identificados como alguns dos tipos de habitação mais vulneráveis ao calor na região.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Pouco ar condicionado e noites demasiado quentes</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O ar condicionado, que pode ser essencial durante episódios de calor extremo, é muito menos comum na Europa Central do que nos destinos mais soalheiros do Mediterrâneo. A diferença é visível mesmo quando comparada com países onde a instalação de ar condicionado continua relativamente baixa, como França.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Para a maioria das famílias da Europa Central, o único alívio é abrir uma janela à noite, precisamente o alívio que este episódio retira”, afirmou Ioanna Vergini.</p>
<p class="isSelectedEnd">As noites tropicais impedem que as casas arrefeçam depois do pôr do sol e reduzem a capacidade de recuperação do organismo. A especialista sublinha que as noites quentes são, por si só, um fator de mortalidade associado às ondas de calor na Europa, a par dos picos de temperatura durante o dia.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Investigação recente aponta precisamente para estes episódios combinados de calor diurno e noturno como os mais perigosos”, acrescentou.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Hospitais, escolas e transportes sob pressão</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A Bulgária, a Hungria e a Chéquia enfrentam agora o risco de forte pressão sobre hospitais e serviços de emergência, que normalmente registam aumento da procura durante períodos de calor intenso.</p>
<p class="isSelectedEnd">Tal como aconteceu no Reino Unido, escolas e instituições públicas sem infraestruturas de arrefecimento poderão ser obrigadas a encerrar ou a alterar horários de funcionamento.</p>
<p class="isSelectedEnd">A agricultura, a construção e a rede ferroviária estão entre os setores mais expostos. “O trabalho na construção e na agricultura nas planícies do Danúbio, juntamente com a rede ferroviária, são os pontos habituais de pressão operacional”, alertou Vergini.</p>
<p>O calor pode obrigar à imposição de limites de velocidade nos comboios e aumentar o risco de deformação dos carris à medida que a temperatura das linhas sobe. Segundo a especialista, vários operadores ferroviários da Europa Central já sinalizaram medidas relacionadas com o calor durante este episódio.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782522]]></sapo:autor>
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		<title>Mais um bebé morre dentro de carro em França durante onda de calor: é o quarto caso fatal esta semana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 16:03:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um bebé de 18 meses morreu em França depois de ter sido encontrado inconsciente dentro de um carro sobreaquecido, em Marselha, durante a onda de calor que atinge o país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Um bebé de 18 meses morreu em França depois de ter sido encontrado inconsciente dentro de um carro sobreaquecido, em Marselha, durante a onda de calor que atinge o país. Segundo o hospital, citado pela Euronews, a criança foi localizada na terça-feira, no parque de estacionamento do campus médico de La Timone, onde terá sido deixada por um dos progenitores enquanto este ia trabalhar.</p>
<p class="isSelectedEnd">O bebé foi encontrado com sinais de hipertermia e transportado em estado crítico para o serviço de pediatria do hospital La Timone, em Marselha. A morte foi anunciada esta sexta-feira, embora ainda não seja conhecido o momento exato em que a criança morreu.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na terça-feira, dia em que o bebé foi encontrado, as temperaturas em Marselha chegaram aos 33 °C. O departamento de Bouches-du-Rhône encontrava-se sob alerta laranja devido à onda de calor.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Quarta morte de uma criança em França esta semana</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Este é já o quarto caso de morte de uma criança em França, esta semana, associado ao calor e a veículos. Antes do caso de Marselha, tinha sido registada uma morte em Val-d’Oise, na quinta-feira, e duas mortes em Carpentras, na segunda-feira.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em Saint-Gratien, no departamento de Val-d’Oise, perto de Paris, uma criança de três anos morreu depois de ficar presa dentro de um carro durante o calor extremo. Segundo o procurador de Pontoise, o menino terá entrado no veículo da família enquanto o pai pensava que estava a dormir a sesta. A criança acabou por não conseguir sair devido ao bloqueio de segurança infantil.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na segunda-feira, foram encontrados os corpos de duas crianças, de dois e quatro anos, dentro do carro da família num parque de estacionamento residencial em Carpentras, no sul de França. As autoridades admitem que as crianças tenham entrado no veículo depois de se afastarem da vigilância da mãe e tenham ficado presas no interior.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Universidade manifesta pesar e apoio a testemunhas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A Universidade de Aix-Marseille, à qual pertence o campus de La Timone, lamentou a morte do bebé e anunciou apoio psicológico para funcionários e testemunhas afetados pelo caso.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Foi com profunda tristeza que tomámos conhecimento do trágico acontecimento ocorrido no campus de Timone. Apresentamos as nossas mais sinceras condolências à família e aos entes queridos da vítima. Manifestamos também o nosso apoio a todos os que testemunharam ou foram afetados por este trágico acontecimento”, afirmou Éric Berton, presidente da Universidade de Aix-Marseille, numa declaração enviada à AFP.</p>
<p class="isSelectedEnd">A instituição criou uma unidade de aconselhamento e apoio psicológico para funcionários e testemunhas.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Investigação aberta para apurar circunstâncias</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O Ministério Público abriu uma investigação para determinar as circunstâncias da morte da criança em Marselha. O caso foi entregue à divisão territorial de criminalidade.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com relatos citados pela comunicação social, um dos progenitores da criança poderá ter-se esquecido do bebé dentro do carro depois de se dirigir para o trabalho no campus.</p>
<p>A morte ocorre num momento em que França enfrenta uma forte onda de calor, com várias regiões sob alerta e temperaturas elevadas a aumentar os riscos para os grupos mais vulneráveis, incluindo crianças pequenas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782514]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Sismo na Venezuela: MEO oferece chamadas e apoia missão portuguesa de salvamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 15:45:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[Até 5 de julho, os clientes MEO em Portugal poderão fazer chamadas gratuitas para a Venezuela]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A MEO vai disponibilizar comunicações gratuitas entre Portugal e a Venezuela na sequência do sismo que atingiu o país, avançando com medidas excecionais para facilitar o contacto entre familiares e amigos num momento de emergência.</p>
<p>Até 5 de julho, os clientes MEO em Portugal poderão fazer chamadas gratuitas para a Venezuela. A medida pretende ajudar a comunidade venezuelana residente em Portugal e os cidadãos que precisam de contactar familiares, amigos ou redes de proximidade nas regiões afetadas.</p>
<p>A operadora vai também garantir comunicações em roaming sem custos adicionais aos clientes MEO que se encontrem na Venezuela. A medida abrange chamadas para Portugal e para a Venezuela, bem como dados móveis, permitindo manter as ligações num contexto em que o contacto com familiares e serviços essenciais pode ser determinante.</p>
<p>A empresa alerta, contudo, para a necessidade de utilização responsável das comunicações. A MEO lembra que situações de crise colocam pressão acrescida sobre as infraestruturas de telecomunicações e apela aos clientes para que privilegiem contactos essenciais e evitem consumos desnecessários, de forma a preservar a disponibilidade das redes para serviços críticos e de emergência.</p>
<p>Além das medidas dirigidas aos clientes, a MEO vai apoiar diretamente as operações de resposta da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil no terreno, através da disponibilização de equipamentos de comunicação destinados às equipas de salvamento que vão integrar a missão portuguesa na Venezuela.</p>
<p>Com esta iniciativa, a operadora afirma o objetivo de colocar a tecnologia e a conectividade ao serviço das pessoas, garantindo que, em situações de emergência, as comunicações continuam a desempenhar um papel essencial na aproximação entre comunidades e no apoio às populações afetadas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782499]]></sapo:autor>
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		<title>Matou seis pessoas e feriu mais de 300: autor do atropelamento em Magdeburgo condenado a prisão perpétua</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 15:42:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Magdeburgo]]></category>
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					<description><![CDATA[Arguido, um psiquiatra saudita de 51 anos, ouviu a sentença algemado, numa cela instalada num tribunal construído especialmente para o julgamento]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um tribunal alemão condenou esta sexta-feira um cidadão saudita a prisão perpétua pelo homicídio de seis pessoas e por ferir mais de 300 num atropelamento em massa ocorrido no mercado de Natal de Magdeburgo, no leste da Alemanha, no final de 2024.</p>
<p>Segundo o &#8216;El Mundo&#8217;, o tribunal considerou o crime de Taleb Jawad al-Abdulmohsen de gravidade excecional, uma decisão que torna altamente improvável uma eventual libertação antecipada. O arguido, um psiquiatra saudita de 51 anos, ouviu a sentença algemado, numa cela instalada num tribunal construído especialmente para o julgamento.</p>
<p>O ataque aconteceu a 20 de dezembro de 2024, numa sexta-feira em que o mercado de Natal da Praça do Mercado Velho, em Magdeburgo, estava cheio de visitantes. Taleb Jawad al-Abdulmohsen conduziu um BMW X3, um SUV com mais de 340 cavalos, contra a multidão. As autoridades estimam que o veículo tenha atingido uma velocidade próxima dos 50 km/h.</p>
<p>O atropelamento provocou a morte de seis pessoas: um rapaz de nove anos e cinco mulheres com idades entre os 45 e os 75 anos. Mais de 300 pessoas ficaram feridas, num dos ataques mais graves ocorridos na Alemanha nos últimos anos.</p>
<p>O caso alimentou o debate sobre imigração no país, mas as autoridades alemãs sublinharam o perfil islamofóbico do condenado. Nas redes sociais, Taleb Jawad al-Abdulmohsen tinha manifestado hostilidade em relação ao Islão e demonstrado simpatia pelo partido de extrema-direita Alternativa para a Alemanha.</p>
<p>O condenado tinha chegado à Alemanha como refugiado em 2006 e já tinha sido multado anteriormente por ameaças. Defendia que as autoridades alemãs não protegiam suficientemente os sauditas que fugiam do país por razões religiosas ou políticas e acusava o Estado alemão de ser demasiado generoso com refugiados muçulmanos do Médio Oriente.</p>
<p>Durante os oito meses de julgamento, o arguido fez comentários confusos, por vezes marcados por teorias da conspiração, e chegou a fazer greve de fome. Admitiu ter planeado o ataque e conduzido o veículo, que tinha alugado, mas negou ter atropelado intencionalmente as pessoas que se encontravam no mercado.</p>
<p>O Ministério Público contestou essa versão e sublinhou a ausência de arrependimento. O procurador Matthias Böttcher afirmou que o arguido não demonstrou “nenhum remorso” ao longo do processo.</p>
<p>Um psiquiatra diagnosticou-lhe uma perturbação narcisista da personalidade, mas a perícia concluiu que Taleb Jawad al-Abdulmohsen era penalmente responsável. O tribunal acompanhou essa avaliação e aplicou-lhe a pena máxima prevista, agravada pela especial gravidade dos crimes.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782493]]></sapo:autor>
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		<title>Calor extremo já afeta um em cada cinco trabalhadores na UE: quais são os setores mais expostos?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 15:29:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[Os setores mais vulneráveis são aqueles em que o trabalho é feito ao ar livre ou em ambientes interiores já naturalmente quentes]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O calor extremo está a tornar-se um dos riscos profissionais ligados às alterações climáticas que mais cresce na União Europeia. Um em cada cinco trabalhadores europeus está exposto a temperaturas elevadas no local de trabalho, segundo dados da Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho citados pela &#8216;Euronews&#8217;.</p>
<p>Os setores mais vulneráveis são aqueles em que o trabalho é feito ao ar livre ou em ambientes interiores já naturalmente quentes. Agricultura, construção, transportes, indústria transformadora, serviços de emergência e turismo estão entre as áreas onde as vagas de calor têm maior impacto na saúde dos trabalhadores e na produtividade das empresas.</p>
<p>A agricultura surge recorrentemente como o setor mais exposto. Os trabalhadores agrícolas passam longos períodos sob luz solar direta, muitas vezes a realizar tarefas fisicamente exigentes, o que aumenta ainda mais a temperatura corporal. Na construção, o risco é semelhante: muitas horas ao ar livre, trabalho manual pesado e, frequentemente, equipamento ou vestuário de proteção que dificulta o arrefecimento do corpo.</p>
<p>Os números mostram a dimensão do problema. De acordo com o Inquérito Europeu às Condições de Trabalho de 2024, da Eurofound, 68% dos trabalhadores agrícolas e 52% dos trabalhadores da construção dizem estar expostos a temperaturas elevadas durante, pelo menos, um quarto do tempo de trabalho. A exposição também é significativa na indústria e nos transportes, ambos com 33%.</p>
<p>A tendência tem vindo a agravar-se. A proporção de trabalhadores europeus expostos a temperaturas elevadas entre um quarto e três quartos do tempo de trabalho subiu de 13% em 1995 para 21% em 2024. O que antes era um risco mais limitado a algumas profissões tornou-se, com o aumento das temperaturas, uma ameaça cada vez mais comum no mercado de trabalho europeu.</p>
<p>A exposição varia mais por profissão do que por setor. Os trabalhadores agrícolas qualificados são os mais afetados: 72% dizem trabalhar em temperaturas elevadas durante, pelo menos, um quarto do tempo. Seguem-se os trabalhadores qualificados de ofícios, com 53%, os operadores de instalações e máquinas, com 42%, e os trabalhadores não qualificados, com 40%.</p>
<p>Há também uma diferença clara entre homens e mulheres. Segundo a Eurofound, 34% dos homens estão expostos a temperaturas elevadas durante pelo menos um quarto do tempo de trabalho, contra 18% das mulheres. A diferença explica-se, em parte, pelo facto de muitas das profissões de maior risco continuarem a ser dominadas por homens.</p>
<p>O problema é agravado pela presença de muitos trabalhadores sazonais, migrantes e independentes nos setores mais expostos. Estes grupos tendem a ter menor proteção laboral, menor representação sindical e menos capacidade para exigir alterações aos horários, pausas adicionais ou melhores condições de segurança.</p>
<p>Os riscos para a saúde vão muito além do desconforto. A exposição prolongada ao calor pode provocar desidratação, exaustão, golpe de calor e agravamento de doenças cardiovasculares e respiratórias. As temperaturas elevadas reduzem ainda a concentração e os tempos de reação, aumentando o risco de acidentes de trabalho.</p>
<p>Os impactos variam consoante a atividade. Agricultores e trabalhadores florestais enfrentam também maior exposição a doenças transmitidas por carraças, alergénios e poluição do ar. Na construção, as ilhas de calor urbanas podem elevar as temperaturas muito acima das registadas nas zonas envolventes. Já os bombeiros, polícias e profissionais de emergência são chamados a atuar precisamente nos cenários mais perigosos durante episódios de calor extremo.</p>
<p>O calor tem ainda custos económicos. Um relatório recente da Allianz Trade defende que, quando as temperaturas ultrapassam cerca de 30 ºC, as perdas de produtividade aceleram de forma acentuada e deixam de ser apenas uma perturbação temporária para passarem a representar um travão estrutural ao crescimento económico.</p>
<p>Construção e agricultura estão entre os setores mais afetados porque, em muitos casos, o trabalho tem de abrandar ou parar nas horas de maior calor. Mas os efeitos alargam-se a toda a economia. A indústria transformadora enfrenta custos mais elevados de arrefecimento e menor produtividade, enquanto os transportes sofrem atrasos devido ao impacto do calor nas estradas e nas linhas ferroviárias.</p>
<p>Os sistemas elétricos também ficam sob pressão. A procura de arrefecimento aumenta ao mesmo tempo que centrais a gás, carvão e nucleares se tornam menos eficientes, porque rios mais quentes reduzem a sua capacidade de arrefecimento. Na agricultura, culturas e gado ficam diretamente expostos a períodos prolongados de calor e seca, aumentando o risco de quebras de produção e de subida dos preços dos alimentos.</p>
<p>A agricultura representou 1,2% do produto interno bruto da União Europeia em 2024, segundo o Eurostat, mas o seu peso varia bastante entre países, ultrapassando 3% do PIB na Grécia e 2,5% na Roménia. Já a construção representa cerca de 9% do PIB da UE e emprega aproximadamente 18 milhões de pessoas, segundo a Comissão Europeia, o que a torna uma das maiores indústrias europeias e, ao mesmo tempo, uma das mais vulneráveis ao aumento das temperaturas.</p>
<p>A vaga de calor mais recente aumentou a pressão para reforçar a proteção dos trabalhadores. Vários países já ativaram ou reforçaram medidas como restrições ao trabalho ao ar livre nas horas de maior calor, redução de turnos e obrigação de as empresas fornecerem água, sombra e pausas adicionais.</p>
<p>A Confederação Europeia de Sindicatos defende agora regras vinculativas a nível europeu para limitar a exposição ao calor no trabalho. Entre as medidas propostas estão uma temperatura máxima de trabalho, pausas de arrefecimento pagas e acesso garantido a água potável. Para os sindicatos, o atual mosaico de regras nacionais deixa demasiados trabalhadores sem proteção suficiente perante um risco que deixou de ser excecional.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782484]]></sapo:autor>
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		<title>Associação alerta para escassez crítica de médicos do trabalho e pede medidas ao Governo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 15:02:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[A Associação de Empresas de Medicina do Trabalho alertou hoje que a falta de médicos está a impedir o cumprimento da lei e apelou ao Governo para adotar medidas urgentes que evitem sanções às empresas por atrasos nas consultas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Associação de Empresas de Medicina do Trabalho alertou hoje que a falta de médicos está a impedir o cumprimento da lei e apelou ao Governo para adotar medidas urgentes que evitem sanções às empresas por atrasos nas consultas.</P><br />
<P>&#8220;Em Portugal, todas as entidades empregadoras são legalmente obrigadas a assegurar a realização de consultas e exames de Medicina do Trabalho aos seus trabalhadores&#8221;, mas, avisou a associação, a &#8220;escassez crítica&#8221; de médicos do trabalho está &#8220;a colocar milhares de empresas e centenas de milhares de trabalhadores numa posição de total insegurança jurídica e laboral&#8221;.</P><br />
<P>Para a Associação Portuguesa de Empresas de Medicina do Trabalho (APEMT), é uma situação de &#8220;extrema gravidade&#8221; e apelou ao Governo para que adote urgentemente &#8220;medidas extraordinárias&#8221; que permitam &#8220;desbloquear a prestação da Medicina do Trabalho em Portugal&#8221;.</P><br />
<P>Defendeu que essas medidas devem garantir simultaneamente que &#8220;nenhuma empresa seja sancionada por atrasos ou impossibilidade de realização de consultas decorrentes da comprovada falta de médicos do trabalho&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;As empresas pretendem cumprir a lei, os trabalhadores têm direito à vigilância da sua saúde, os prestadores de serviços não conseguem responder por manifesta falta de médicos e, ainda assim, continuam a ser as entidades empregadoras as únicas responsabilizadas, sendo alvo de fiscalizações, processos contraordenacionais e coimas avultadas por incumprimentos que, em muitos casos, lhes são totalmente alheios&#8221;, criticou.</P><br />
<P>Para a associação, trata-se &#8220;uma situação inaceitável&#8221;, considerando não ser &#8220;admissível exigir o impossível e, depois, punir quem não consegue cumprir&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O Estado reconhece publicamente que existe um grave problema estrutural, mas não apresenta qualquer solução eficaz que permita garantir o funcionamento do sistema. Simultaneamente, mantém intacto o regime sancionatório, penalizando empresas que não conseguem cumprir uma obrigação cuja execução depende de recursos humanos que simplesmente não existem&#8221;, realçou.</P><br />
<P>Segundo a associação, em muitas zonas do país &#8220;tornou-se simplesmente impossível&#8221; conseguir consultas dentro dos prazos legais, apesar do esforço das empresas prestadoras destes serviços.</P><br />
<P>Para a APEMT, este modelo representa &#8220;uma grave falha do sistema, colocando em causa a proteção da saúde dos trabalhadores, a atividade económica e a segurança jurídica das empresas Portuguesas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O resultado é paradoxal e profundamente injusto&#8221;, sublinhou, reforçando que a &#8220;escassez crítica&#8221; destes profissionais é &#8220;reconhecida pelo próprio Governo, pelas entidades competentes e por todo o setor&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782436]]></sapo:autor>
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		<title>Confederação de PME alerta para impacto da inflação e instabilidade nas empresas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 15:01:25 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[pequenas e médias empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[A Confederação Portuguesa das Micro, Pequenas e Médias Empresas (CPPME) alertou para o impacto da inflação e da instabilidade internacional nas micro, pequenas e médias empresas, lembrando que são 99% do tecido empresarial nacional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Confederação Portuguesa das Micro, Pequenas e Médias Empresas (CPPME) alertou para o impacto da inflação e da instabilidade internacional nas micro, pequenas e médias empresas, lembrando que são 99% do tecido empresarial nacional.</P><br />
<P>Num comunicado, a propósito do Dia Internacional das MPME (micro, pequenas e médias empresas), que se comemora no sábado, a CPPME deu conta da sua &#8220;preocupação perante o agravamento das dificuldades que continuam a afetar milhares de empresas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Entre os principais fatores de preocupação destaca-se o impacto persistente da inflação e das consequências da atual instabilidade internacional&#8221;, salientou, apontando a crise resultante &#8220;do conflito envolvendo os Estados Unidos e o Irão, situação que tem contribuído para o aumento dos custos da energia, dos transportes, das matérias-primas e de diversos fatores de produção&#8221;.</P><br />
<P>A CPPME referiu ainda a sua &#8220;preocupação com o anúncio de novas sanções da União Europeia à Rússia&#8221;, realçando os seus potenciais efeitos em setores como a importação de bacalhau e a agricultura.</P><br />
<P>A Confederação chamou ainda a atenção para &#8220;atrasos verificados no pagamento dos apoios destinados aos empresários e às famílias afetados por calamidades&#8221; apelando para respostas mais rápidas e eficazes das entidades públicas.</P><br />
<P>&#8220;A CPPME associa-se igualmente às legítimas reivindicações de diversos setores que continuam a viver dificuldades acrescidas, entre os quais a restauração, as creches, as agências de viagens e o setor do táxi&#8221;, destacou, defendendo a adoção de &#8220;políticas públicas que promovam melhores condições para o exercício da atividade económica&#8221;, reduzam custos e reforcem a competitividade.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782455]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Estado exerce preferência sobre obra histórica de Amadeo que irá para Museu Soares dos Reis</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/estado-exerce-preferencia-sobre-obra-historica-de-amadeo-que-ira-para-museu-soares-dos-reis/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 14:58:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[Amadeo de Souza-Cardoso]]></category>
		<category><![CDATA[Museu Nacional Soares dos Reis]]></category>
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		<category><![CDATA[Porto]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[O Estado exerceu o direito de preferência sobre a pintura "Copo branco belleza dos objectos", de Amadeo de Souza-Cardoso (1887-1918), vendida em leilão, que irá para o Museu Nacional Soares dos Reis, no Porto, foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Estado exerceu o direito de preferência sobre a pintura &#8220;Copo branco belleza dos objectos&#8221;, de Amadeo de Souza-Cardoso (1887-1918), vendida em leilão, que irá para o Museu Nacional Soares dos Reis, no Porto, foi hoje anunciado.   </P><br />
<P>De acordo com um comunicado da empresa pública Museus e Monumentos de Portugal (MMP), o Estado exerceu na quinta-feira o direito de preferência sobre a obra, adquirindo-a &#8220;pelo valor de adjudicação apurado em leilão realizado pela Veritas Art Auctioneers&#8221;, na quarta-feira ao final do dia, que foi de 476.340 euros. </P><br />
<P>&#8220;No âmbito das competências da Comissão para a Aquisição de Bens Culturais para os Museus e Palácios Nacionais, esta aquisição permitirá enriquecer a coleção do Museu Nacional Soares dos Reis, no Porto, reforçando o património público nacional e contribuindo para a preservação e valorização de uma das mais relevantes produções da arte moderna portuguesa&#8221;, acrescenta a MMP na nota de imprensa.</P><br />
<P>A pintura a óleo sobre tela &#8220;Copo branco belleza dos objectos&#8221;, datada de 1915-1916, tinha sido adquirida no leilão de arte moderna e contemporânea por um colecionador privado português, indicou a Veritas, mas o Estado dispõe de um período legal de 15 dias para exercer o direito de preferência, o que fez de imediato, no primeiro dia desse prazo.</P><br />
<P>Exibida pelo próprio artista nas históricas exposições realizadas no Porto e em Lisboa em 1916, a pintura manteve-se durante anos na propriedade da família do artista, tendo subido à praça por 375 mil euros como valor inicial de licitação no leilão, atingindo o valor de martelo de 390 mil euros, ao qual acresce a comissão da leiloeira, perfazendo um valor total de venda de 476.340 euros, segundo a Veritas.</P><br />
<P>&#8220;Copo branco belleza dos objectos&#8221; já tinha ido à praça em outubro de 2021, em Lisboa, pela Cabral Moncada Leilões, pelo mesmo valor-base de 375 mil euros e uma estimativa de 562.500 euros, mas acabou por não ser vendida.</P><br />
<P>Com dimensões de 50 por 40 centímetros, o quadro pertence ao período final da produção artística de Amadeo de Souza-Cardoso, &#8220;fase marcada pela experimentação formal e pela assimilação de linguagens ligadas ao cubismo e às vanguardas europeias&#8221;, assinala a Veritas no comunicado.</P><br />
<P>As exposições de Porto e Lisboa em que o artista expôs a obra, em 1916, são consideradas momentos decisivos para a afirmação da modernidade artística em Portugal. </P><br />
<P>Segundo a Veritas, o percurso expositivo da pintura que se encontra registada no Catálogo Raisonné do artista, publicado pela Fundação Calouste Gulbenkian, prolonga-se por mais de um século e &#8220;acompanha alguns dos momentos mais relevantes da receção crítica da obra de Amadeo&#8221;.</P><br />
<P>Além das exposições de 1916, &#8220;Copo branco belleza dos objectos&#8221; fez parte das grandes retrospetivas dedicadas ao artista no Palácio Foz, em Lisboa, e no Museu Nacional Soares dos Reis, no Porto, em 1959.</P><br />
<P>A pintura participou ainda numa exposição realizada em 1985 na Galeria Jornal de Notícias, no Porto, e na mostra &#8220;Amadeo de Souza-Cardoso: Diálogo de Vanguardas&#8221;, organizada pela Fundação Calouste Gulbenkian, em 2006.</P><br />
<P>Foi também incluída na grande retrospetiva dedicada ao artista apresentada em 2016 no Grand Palais, em Paris, França.</P><br />
<P>Nascido em Manhufe, Amarante, em 1887, Amadeo de Souza-Cardoso é uma das figuras centrais da arte moderna portuguesa e um dos mais destacados representantes das vanguardas europeias do início do século XX.</P><br />
<P>Depois de se fixar em Paris, em 1906, estabeleceu contacto com alguns dos principais movimentos artísticos da época, relacionando-se com criadores como Amedeo Modigliani, Constantin Brâncu?i e Robert Delaunay.</P><br />
<P>A carreira do artista foi interrompida pela pandemia de gripe pneumónica que assolou a Europa em 1918, causando-lhe a morte aos 30 anos. Apesar da curta vida, deixou uma obra que continua a ser amplamente estudada e apresentada em museus e exposições nacionais e internacionais.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782456]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>José de Mello e Unicorn Factory juntam empresas portuguesas para criar “menu” de inovação</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/jose-de-mello-e-unicorn-factory-juntam-empresas-portuguesas-para-criar-menu-de-inovacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 14:48:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[José de Mello]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Unicorn Factory Lisboa]]></category>
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					<description><![CDATA[Iniciativa decorreu no Unicorn Stage, no Beato, em Lisboa, e foi pensada como uma alternativa aos modelos tradicionais de conferência]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A José de Mello e a Unicorn Factory Lisboa promoveram o Corporate Innovators Get Together, um encontro que reuniu responsáveis de inovação de algumas das principais empresas nacionais e internacionais presentes em Portugal, num formato orientado para a partilha de desafios reais e para a construção de respostas práticas.</p>
<p>A iniciativa decorreu no Unicorn Stage, no Beato, em Lisboa, e foi pensada como uma alternativa aos modelos tradicionais de conferência. Em vez de painéis, apresentações formais ou intervenções académicas, o evento assentou num modelo de unconference, com grupos de trabalho restritos, moderação dedicada e discussão entre pares.</p>
<p>O objetivo passou por criar um espaço de trabalho centrado na realidade das empresas, com foco em desafios concretos da inovação corporativa, partilha de práticas e produção de conclusões aplicáveis às organizações participantes.</p>
<p>Ao longo do dia, os participantes foram organizados em mesas de discussão dedicadas a temas como inteligência artificial enquanto sistema operativo da inovação, definição de mandatos credíveis de inovação, medição do retorno, modelos de governance, passagem da experimentação à escala, inovação aberta, novos negócios, sustentabilidade como fronteira de crescimento e cultura de inovação.</p>
<p>Entre as empresas representadas estiveram IKEA, Grupo Visabeira, Sogrape, CUF, Winestone, Bondalti, Semapa, Teixeira Duarte, Jerónimo Martins, Super Bock Group, BPI, Delta Cafés, Fidelidade, Galp, AstraZeneca, MEO, CTT, Vodafone, Pestana Hotel Group, Critical Software, Linde, Grupo Brisa e SIXT.</p>
<p>O encontro contou ainda com contributos internacionais de Ingmar Zanger, Head of Service Hubs Europe &#038; Managing Director da SIXT Hub Lisbon, e de Kasper Risbjerg, Innovation Portfolio Director da IKEA, que partilharam perspetivas sobre modelos de inovação, escala e transformação empresarial.</p>
<p>“Queremos criar um espaço de trabalho entre responsáveis de inovação que enfrentam desafios semelhantes e que podem aprender uns com os outros num ambiente de confiança. A inovação corporativa precisa de menos palco e mais execução: mais partilha concreta, mais aprendizagem entre pares e mais capacidade de transformar ideias em ação”, afirma João Mil-Homens, diretor de Inovação e Sustentabilidade da José de Mello.</p>
<p>Para Gil Azevedo, diretor executivo da Unicorn Factory Lisboa, a inovação tornou-se “uma condição essencial de competitividade para os países e para as empresas”. “Num contexto de transformação tecnológica acelerada, a capacidade de colaborar, aprender com outras organizações e transformar conhecimento em execução será determinante para ganhar escala e criar valor. É precisamente esse espírito de partilha e ação que queremos promover com este encontro”, sublinha.</p>
<p>A iniciativa reforça o posicionamento da José de Mello no ecossistema de inovação corporativa, envolvendo as suas participadas CUF, Bondalti, Brisa e Winestone, e promovendo a ligação entre empresas de diferentes setores com desafios comuns de transformação, competitividade e crescimento sustentável.</p>
<p>O modelo de trabalho prevê que cada grupo produza conclusões e ações concretas, contribuindo para a criação de um Innovation Menu, uma referência prática organizada por temas, com ideias e aprendizagens aplicáveis às organizações participantes.</p>
<p>Está também prevista a preparação de um relatório pós-evento e a avaliação de um white paper sobre os principais desafios, oportunidades e prioridades da inovação empresarial em Portugal.</p>
<p>“A José de Mello tem vindo a trabalhar a inovação como uma capacidade transversal ao Grupo, ligada à competitividade, à sustentabilidade e à criação de valor de longo prazo. Este encontro permite-nos contribuir para uma agenda mais prática e colaborativa da inovação empresarial, aproximando empresas, partilhando experiências e identificando caminhos de execução”, acrescenta João Mil-Homens.</p>
<p>O Corporate Innovators Get Together integra a parceria entre a José de Mello e a Unicorn Factory Lisboa, no âmbito da aposta do Grupo na promoção da inovação, do empreendedorismo e da ligação ao ecossistema empresarial.</p>

<a href='https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Joao-Mil-Homens_Jose-de-Mello-scaled.jpg'><img fetchpriority="high" decoding="async" width="600" height="600" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns=&#039;http://www.w3.org/2000/svg&#039;%20viewBox=&#039;0%200%20600%20600&#039;%3E%3C/svg%3E" class="attachment-bricks_medium_square size-bricks_medium_square bricks-lazy-hidden" alt="" data-src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Joao-Mil-Homens_Jose-de-Mello-600x600.jpg" data-type="string" data-sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" data-srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Joao-Mil-Homens_Jose-de-Mello-600x600.jpg 600w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Joao-Mil-Homens_Jose-de-Mello-75x75.jpg 75w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Joao-Mil-Homens_Jose-de-Mello-1200x1200.jpg 1200w" /></a>
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<a href='https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Gil-Azevedo_Unicorn-Factory-scaled.jpg'><img decoding="async" width="600" height="600" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns=&#039;http://www.w3.org/2000/svg&#039;%20viewBox=&#039;0%200%20600%20600&#039;%3E%3C/svg%3E" class="attachment-bricks_medium_square size-bricks_medium_square bricks-lazy-hidden" alt="" data-src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Gil-Azevedo_Unicorn-Factory-600x600.jpg" data-type="string" data-sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" data-srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Gil-Azevedo_Unicorn-Factory-600x600.jpg 600w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Gil-Azevedo_Unicorn-Factory-75x75.jpg 75w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Gil-Azevedo_Unicorn-Factory-1200x1200.jpg 1200w" /></a>

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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782445]]></sapo:autor>
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		<title>Portugal mobiliza-se para ajudar a Venezuela após sismos: saiba onde doar dinheiro e bens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 14:35:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[Pelo menos nove portugueses morreram na sequência dos abalos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A tragédia provocada pelos sismos na Venezuela continua a mobilizar uma onda de solidariedade em Portugal. Enquanto o Governo prepara o envio de uma força operacional de 60 elementos para apoiar as operações de busca e salvamento, multiplicam-se no país as campanhas de angariação de fundos e de recolha de bens para as populações afetadas. Pelo menos nove portugueses morreram na sequência dos abalos.</p>
<p>Segundo a &#8216;Renascença&#8217;, uma das iniciativas em curso é a campanha “Ajude a Venezuela”, lançada pela Portugal com ACNUR, fundação parceira da Agência da ONU para os Refugiados em Portugal. A organização está a recolher donativos para reforçar a resposta humanitária às comunidades atingidas pelos sismos, através da plataforma online Terramoto Venezuela.</p>
<p>Também a Cruz Vermelha Portuguesa lançou uma campanha de donativos para financiar as operações de emergência. A instituição alerta para a dimensão dos danos provocados pelos sismos, que causaram colapsos de edifícios, destruição de infraestruturas essenciais, cortes de energia e comunicações e deixaram milhares de pessoas afetadas.</p>
<p>A comunidade luso-venezuelana também está no terreno da mobilização. A associação HUELLATINA, em parceria com a Câmara Venezuelana-Portuguesa de Comércio, Indústria, Turismo e Afins, abriu um centro de recolha de ajuda humanitária no Porto, na Rua Augusto Rosa, n.º 198. O espaço recebe bens de segunda a sexta-feira, entre as 11h00 e as 17h00.</p>
<p>Em Mira de Aire, no concelho de Porto de Mós, está igualmente prevista uma campanha de recolha de bens essenciais para as famílias afetadas. A iniciativa decorre este domingo, a partir das 8 horas, na praça em frente à Igreja Velha, e apela à entrega de alimentos não perecíveis, roupa, mantas, material médico básico, fraldas, toalhitas húmidas e produtos de higiene pessoal.</p>
<p>Entre os bens pedidos estão arroz, massa, feijão, enlatados, leite em pó, cereais e bolachas, bem como soro fisiológico, ligaduras, gazes, álcool, pensos, analgésicos, sabonete, champô, escovas e pasta de dentes, desodorizante e absorventes. A campanha sublinha que o objetivo não é recolher dinheiro, mas sim apoio material capaz de responder às necessidades imediatas das famílias atingidas.</p>
<p>A ALUSVEN, associação luso-venezuelana, lançou outra campanha de recolha de bens, com vários pontos de entrega no país. A organização pede tendas de campismo, sacos-cama, colchões insufláveis, mantas térmicas, alimentos enlatados, recipientes herméticos, cantis, garrafas reutilizáveis, lanternas, pilhas, kits de primeiros socorros, fraldas para crianças e adultos, toalhetes húmidos, filtros e pastilhas para purificação de água.</p>
<p>As doações para esta campanha podem ser entregues em lojas Liberty Express, em Lisboa, Porto, Aveiro e Algarve, bem como no Pasaporte Latino, em Braga. Estes espaços funcionam como pontos de recolha para o envio de ajuda humanitária para a Venezuela.</p>
<p>À mobilização junta-se ainda a Diocese do Funchal. O bispo diocesano, D. Nuno Brás, convocou uma coleta solidária em todas as missas dos dias 4 e 5 de julho, cuja receita será integralmente enviada para a Cáritas da Venezuela.</p>
<p>“As imagens e as notícias que nos chegam da Venezuela destroçam-nos o coração. Não bastava já um país prostrado económica e politicamente, como, agora, um país destruído por tremores de terra devastadores”, escreveu o bispo, apelando a uma “ajuda concreta” perante a dimensão da tragédia.</p>
<p>D. Nuno Brás explicou ainda que a recolha de fundos é, neste caso, a forma mais eficaz de apoiar a população, uma vez que não é possível enviar apoio médico ou contentores com produtos. A prioridade, sublinha a Diocese do Funchal, é canalizar a ajuda através de estruturas capazes de chegar rapidamente às comunidades afetadas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782439]]></sapo:autor>
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		<title>Pergunta polémica do exame de Português: auditoria confirma &#8220;falha objetiva&#8221;, mas afasta fraude</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/pergunta-polemica-do-exame-de-portugues-auditoria-confirma-falha-objetiva-mas-afasta-fraude/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 14:28:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Exame nacional de Português]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Alexandre]]></category>
		<category><![CDATA[IEGC]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Auditoria pedida pelo ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, não encontrou indícios de intenção deliberada nem de violação das regras de segurança e sigilo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Inspeção-Geral da Educação e Ciência (IEGC) reconhece que houve uma “falha objetiva” no processo de elaboração do exame nacional de Português do 12º ano, depois da polémica em torno de uma pergunta semelhante a uma questão incluída num manual de preparação da Leya Educação. Ainda assim, a auditoria pedida pelo ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, não encontrou indícios de intenção deliberada nem de violação das regras de segurança e sigilo.</p>
<p>Em causa está a pergunta do Grupo III do exame nacional de Português, que pedia aos alunos um comentário crítico, entre 200 e 350 palavras, ao cartoon “Child Labor”, do artista iraniano J.J. Takjoo. A questão levantou dúvidas porque uma proposta muito semelhante surgia num manual de preparação para exames publicado pela Leya Educação.</p>
<p>Segundo a &#8216;CNN Portugal&#8217;, a IGEC concluiu que a coincidência comprometeu “de facto, o rigor exigido a um processo desta natureza”, mas não encontrou sinais de que a questão tenha sido copiada de forma intencional. A auditoria considera que a semelhança poderá resultar do facto de muitos manuais de preparação serem construídos a partir dos próprios modelos de exame divulgados ao longo dos anos.</p>
<p>O Ministério da Educação explicou, em comunicado, que a imagem usada na pergunta foi escolhida numa fase já avançada da conceção da prova, depois de uma imagem anterior ter sido substituída por não garantir “acessibilidade plena a alunos com daltonismo”. Como a validação do item já tinha sido feita antes dessa alteração, a equipa de autores não realizou uma nova pesquisa no mercado editorial.</p>
<p>Foi essa a principal fragilidade identificada pela IGEC: a inexistência de um procedimento obrigatório de revalidação sempre que há alterações substanciais ao enunciado de uma prova. Ou seja, a pergunta tinha sido verificada numa versão anterior, mas não voltou a ser sujeita ao mesmo controlo depois de a imagem ter sido trocada.</p>
<p>Apesar da falha, a IGEC concluiu que os procedimentos de segurança, confidencialidade e sigilo foram cumpridos por todos os intervenientes. A auditoria não identificou qualquer violação das normas previstas para a elaboração de exames nacionais.</p>
<p>A inspeção considera que o processo de elaboração do exame de Português revela “robustez global”, mas aponta vulnerabilidades no controlo de itens já publicados. Por isso, recomenda que o EduQA reforce os procedimentos de verificação, tornando obrigatória uma nova validação sempre que ocorram alterações relevantes ao enunciado, independentemente da fase em que a prova se encontre.</p>
<p>A IGEC recomenda ainda a criação de uma base interna de referência com materiais de apoio e publicações comerciais, atualizada regularmente, para que as equipas responsáveis pela elaboração dos exames possam consultar de forma mais sistemática os conteúdos existentes no mercado editorial.</p>
<p>Outra recomendação passa pela revisão do manual usado na elaboração de provas e exames, com o objetivo de reforçar os mecanismos de controlo e prevenir riscos que possam pôr em causa a originalidade das questões.</p>
<p>A polémica começou no próprio dia do exame nacional de Português, que marcou o arranque da primeira fase dos exames nacionais. Nas redes sociais, vários alunos e professores assinalaram as semelhanças entre a pergunta da prova e o exercício publicado no manual da Leya Educação. Seguiram-se pedidos de explicações ao Governo, incluindo de professores, académicos, escritores e figuras públicas.</p>
<p>Na sequência da polémica, o ministro Fernando Alexandre pediu uma auditoria à IGEC e um parecer técnico ao EduQA sobre os eventuais efeitos da situação na equidade entre os alunos. Esse parecer concluiu que a coincidência não comprometia a igualdade entre estudantes, defendendo que a competência de produção escrita resulta de uma aprendizagem prolongada e não da simples resolução prévia de um item semelhante.</p>
<p>As recomendações agora conhecidas destinam-se, por isso, a prevenir situações semelhantes no futuro. A auditoria não se pronuncia sobre a eventual anulação da pergunta, nem altera a posição técnica já transmitida pelo Ministério: a falha existiu, mas não há indícios de fraude, cópia deliberada ou quebra de sigilo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782422]]></sapo:autor>
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		<title>Dedução no IRS vai duplicar a partir do terceiro filho. Passará a ser 600 euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 14:25:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Parlamento aprovou ontem, na generalidade, um projeto de lei do CDS-PP para duplicar a dedução em IRS das famílias com três ou mais filhos e outro do PS para reforçar o Complemento Garantia para a Infância.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Parlamento aprovou hoje, na generalidade, um projeto de lei do CDS-PP para duplicar a dedução em IRS das famílias com três ou mais filhos e outro do PS para reforçar o Complemento Garantia para a Infância.</p>
<p>O projeto do CDS-PP contou com votos favoráveis do proponente, PSD, Chega, PS, IL, PAN e JPP, a abstenção do Livre e o voto contra de PCP e BE. Já o projeto do PS teve oposição do PSD e CDS-PP e votos favoráveis das restantes bancadas.</p>
<p>A Assembleia da República aprovou também projetos de resolução do CDS-PP e do Chega que pedem ao Governo uma &#8220;estratégia nacional para a natalidade&#8221; e um &#8220;plano integrado de promoção da natalidade e apoio às famílias&#8221;.</p>
<p>Já os projetos de lei do Livre e as resoluções do PS e do JPP foram rejeitadas.</p>
<p>No debate destas propostas, que antecedeu a votação, o líder parlamentar do CDS-PP acusou a esquerda de olhar &#8220;para o declínio demográfico com uma enorme passividade&#8221; e de defender que a solução passa &#8220;apenas pelo aumento da imigração e pelas políticas de portas escancaradas que Portugal já disse definitivamente que não&#8221;, perspetiva que rejeitou.</p>
<p>Paulo Núncio defendeu igualmente que o Estado tem a obrigação de &#8220;criar todas as condições para que os portugueses possam ter o número de filhos que efetivamente pretendem ter&#8221;.</p>
<p>Na mesma linha, o Chega defendeu que &#8220;não pode ser a imigração a vir resolver o problema demográfico, tem que ser a natalidade portuguesa, a bem da nação&#8221;.</p>
<p>O deputado Rodrigo Taxa considerou que &#8220;a natalidade e as condições de vida das crianças estão há muito prejudicadas pelas condições fiscais, salariais e pela precariedade das famílias&#8221; e apontou a solução: &#8220;Baixemos os impostos a sério, resolvamos o problema da habitação, legislemos melhores salários e façamos também uma reforma laboral séria que não aumente a precariedade&#8221;.</p>
<p>Pelo PSD, a deputada Ana Isabel Ferreira enalteceu as medidas já adotadas pelo Governo com o objetivo de melhorar as condições de vida dos cidadãos e acusou a oposição de &#8220;puro oportunismo político&#8221;.</p>
<p>&#8220;Rejeitam as soluções votando contra estas medidas no orçamento de Estado e na reforma laboral, mas depois exigem resultados&#8221;, acusou a social-democrata, defendendo que &#8220;governar não é fazer promessas irresponsáveis, é ter a coragem de dizer a verdade aos portugueses e garantir que o país não paga amanhã o preço da irresponsabilidade da demagogia populista de hoje&#8221;.</p>
<p>Pelo PS, Miguel Costa Matos defendeu que é preciso &#8220;mais do que uma política fiscal&#8221;, é preciso &#8220;um choque salarial&#8221; para levar os cidadãos a terem mais filhos, a par de mais habitação, creches e apoios às famílias para fazerem face ao aumento do custo de vida.</p>
<p>O deputado socialista comentou depois a proposta do CDS-PP, argumentando que &#8220;há medidas que contam muito mais no orçamento familiar, na decisão de ter um filho, do que este um euro e 23 cêntimos por dia que o CDS tem a ousadia de propor&#8221;.</p>
<p>O líder parlamentar da IL avisou que &#8220;não há política de natalidade que resista a um país que empobrece quem trabalha&#8221;, e considerou que &#8220;o problema não começa no terceiro filho, começa muitas vezes antes do primeiro, começa no salário, começa na renda, começa na prestação da casa&#8221;.</p>
<p>Patrícia Gonçalves, do Livre, sustentou que &#8220;uma política de natalidade exige muito mais do que benefícios fiscais parcelares, exige habitação acessível para os jovens, exige creches disponíveis, exige horários de trabalhos compatíveis com a vida familiar, exige emprego estável e salários que permitam planear o futuro com confiança, exige serviços públicos fortes e exige também uma política fiscal que reconheça verdadeiramente o custo de criar filhos&#8221;.</p>
<p>Pelo PCP, o deputado Alfredo Maia criticou as políticas do Governo PSD/CDS, considerando que &#8220;empurram as famílias para terem apenas um filho, quando muito&#8221;.</p>
<p>O JPP apelou aos partidos que passem &#8220;das palavras aos atos&#8221;, sustentando que &#8220;o futuro do país começa no apoio às famílias&#8221;.</p>
<p>O deputado único do BE acusou o CDS-PP de recorrer a todos os argumentos para justificar o agravamento da vida dos portugueses &#8220;menos a política do Governo&#8221;, enquanto a deputada do PAN defendeu que a redução da natalidade resulta de &#8220;problema estruturais que se têm agravado&#8221; como a falta de estabilidade laboral dos jovens.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782430]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>BPCE não tem prevista distribuição extraordinária de dividendos do Novo Banco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 14:21:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[BPCE]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[novo banco]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente executivo do BPCE, dono do Novo Banco, disse hoje que não está prevista uma distribuição extraordinária de dividendos este ano, a propósito dos dividendos de 2025 que não foram pagos e ficaram no banco.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente executivo do BPCE, dono do Novo Banco, disse hoje que não está prevista uma distribuição extraordinária de dividendos este ano, a propósito dos dividendos de 2025 que não foram pagos e ficaram no banco.</P><br />
<P>&#8220;Não prevemos&#8221;, disse Nicolas Namias numa conversa com um grupo de jornalistas portugueses em visita à sede do grupo francês BPCE, em Paris.</P><br />
<P>&#8220;Não é uma questão de o BPCE ficar com o capital de 2025, nós pagámos por esse capital&#8221;, acrescentou Namias, explicando que o preço pago pelo Novo Banco foi de 6.700 milhões de euros porque já incluía esse valor ou teria sido menor.</P><br />
<P>No acordo para a venda do Novo Banco ao francês BPCE foi acordado que o fundo de investimento Lone Star e o Estado português (os acionistas do Novo Banco que venderam as suas posições) não receberiam os dividendos referentes a 2025 e ficariam no Novo Banco, ou seja, pertenceriam ao novo acionista (BPCE). </P><br />
<P>Em 2025, o Novo Banco teve lucros históricos de 828 milhões de euros, pelo que pela política de distribuição de dividendos poderia pagar cerca de 500 milhões de euros.</P><br />
<P>Na assembleia-geral de março, na proposta de distribuição de resultados, foi aprovado o ponto da não distribuição de dividendos, passando a maioria do lucro para resultados transitados (uma pequena parte ficou em reserva legal, obrigatória por lei).</P><br />
<P>Como os dividendos ficaram no banco, passaram a pertencer ao grupo francês na concretização da compra (em abril), pelo que poderia fazer um pagamento extraordinário de dividendos, apropriando-se do montante que considerasse adequado.</P><br />
<P>Segundo Nicolas Namias, essa distribuição não está prevista e o objetivo para o Novo Banco é que cresça em negócio.</P><br />
<P>&#8220;O primeiro objetivo é garantir que o banco tenha capital para crescer nas suas atividades&#8221;, disse.</P><br />
<P>O Novo Banco foi criado em 2014 para ficar com parte da atividade bancária do Banco Espírito Santo (BES) quando, em agosto desse ano, o BES foi alvo de uma medida de resolução face à grave crise em que estava imerso.</P><br />
<P>Em 2017, a maioria do Novo Banco (75%) foi vendida ao fundo norte-americano Lone Star, tendo o Estado português ficado com 25%. </P><br />
<P>Era conhecido que o objetivo do Lone Star seria pôr o banco a dar lucro rapidamente para o vender a médio prazo com mais-valia, o que aconteceu em final de abril por 6.700 milhões de euros. </P><br />
<P>A Lone Star encaixou cerca de 5.000 milhões de euros (que se somou a dividendos passados) e o Estado português 1.673 milhões de euros (o que somado aos dividendos já recebidos permitiu aos cofres públicos recuperar cerca de 2.000 milhões de euros injetados no banco).</P><br />
<P>Segundo cálculos feitos pela Lusa, a resolução do BES custou até agora cerca de 8.000 milhões de euros aos cofres públicos (resultado, sobretudo, da capitalização inicial do Novo Banco e das recapitalizações feitas pelo Fundo de Resolução).</P><br />
<P>O Banque Populaire Caisse d&#8217;Epargne (BPCE) é o segundo grupo bancário em França e o quarto maior na zona euro.</P><br />
<P>Antes de comprar o Novo Banco, já operava em Portugal no crédito ao consumo e na banca de investimento (detém o centro tecnológico da Natixis no Porto, com cerca de 2.500 empregados) mas a compra do Novo Banco marcou a entrada na banca de retalho em Portugal.</P><br />
<P>Segundo o BPCE, a compra do Novo Banco foi a &#8220;maior aquisição bancária transfronteiriça na área do euro em mais de dez anos.</P><br />
<P></P><br />
<P>IM // CSJ</P><br />
<P>Lusa/Fim</P><br />
<P></P><br />
<P>*** A Lusa viajou a convite do Grupo BPCE ***</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782413]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Missão portuguesa é especializada no resgaste em estruturas colapsadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 14:19:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[proteção civil]]></category>
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		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[A equipa portuguesa que vai em missão para a Venezuela é especializada na vertente de busca e resgaste em estruturas colapsadas e os 62 elementos têm "muita experiência" em cenários de sismos, segundo a Proteção Civil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A equipa portuguesa que vai em missão para a Venezuela é especializada na vertente de busca e resgaste em estruturas colapsadas e os 62 elementos têm &#8220;muita experiência&#8221; em cenários de sismos, segundo a Proteção Civil.</P><br />
<P>&#8220;Apesar de ser um cenário de grande complexidade e difícil, estamos em crer que a força que vamos enviar, pela sua experiência em outros teatros de operações e pela sua capacidade técnica, dá muita confiança no trabalho que vai desenvolver na Venezuela&#8221;, disse à Lusa o segundo comandante nacional de emergência e proteção civil, José Ribeiro.</P><br />
<P>A missão portuguesa para ajudar nas buscas e salvamento após os sismos na Venezuela deverá partir ainda hoje, segundo o ministro da Administração Interna.</P><br />
<P>No entanto, José Ribeiro ressalvou que apenas se sabe que os 62 elementos vão num voo militar disponibilizado pela Força Aérea, mas &#8220;ainda sem hora e local de saída&#8221;.</P><br />
<P>Fazem parte da missão 27 elementos da GNR, 15 do regimento sapadores bombeiros de Lisboa, 10 elementos do INEM e 11 da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).</P><br />
<P>O segundo comando sublinhou que estes profissionais têm &#8220;muita experiência em outros teatros de operações desta tipologia de eventos&#8221;, tendo já participada em anteriores missões de apoio a países afetados por sismos.</P><br />
<P>A missão portuguesa está integrada no Mecanismo Europeu de Proteção Civil, apesar de partir de Portugal num voo exclusivo e de alguns países da União Europeia terem já chegado à Venezuela.</P><br />
<P>&#8220;As autoridades da Venezuela solicitaram apoio ao Mecanismo Europeu de Proteção Civil, pedindo equipas na vertente de busca e resgaste em estruturas colapsadas e Portugal de imediato iniciou a preparação de uma força conjunta&#8221;, afirmou. </P><br />
<P>Sobre o cenário que os 62 elementos da equipa portuguesa vão encontrar, José Ribeiro afirmou que será &#8220;de catástrofe&#8221; e de um país que sofreu em simultâneo dois sismos que &#8220;afetaram de uma forma muito severa um conjunto de infraestruturas quer do edificado, mas também tudo o que são as infraestruturas de apoio&#8221;, nomeadamente das redes de energia, dados e abastecimento de água </P><br />
<P>De acordo com o segundo comandante da ANEPC, este cenário &#8220;é um fator adicional de maior complexidade na gestão da operação&#8221;. </P><br />
<P>José Ribeiro manifestou esperança de que a equipa portuguesa possa ainda encontrar sobreviventes, tendo em conta &#8220;a experiência e o histórico&#8221; em outros países com uma devastação idêntica.</P><br />
<P>O responsável explicou aquilo que a equipa portuguesa vai fazer no imediato quando chegar à Venezuela: &#8220;Fazer a instalação de uma base de operações, um planeamento que já está curso. Falar com as autoridades locais que estão responsáveis pela gestão da operação para receber informação relevante e serem atribuídos locais para trabalhar&#8221;.</P><br />
<P>José Ribeiro disse também que os portugueses vão &#8220;privilegiar articulação&#8221; com as autoridades locais, Mecanismos Europeus de Proteção Civil e Nações Unidas, enquanto no terreno &#8220;vão realizar as tarefas habituais de reconhecimento do setor, operações de buscas e localização de sobreviventes&#8221;.</P><br />
<P>Avançou ainda que o planeamento feito para a duração da missão portuguesa foi de 10 dias e mais dois de reserva, tendo sido também o que foi feito pelas forças internacionais que estão no terreno.</P><br />
<P>Pelo menos nove portugueses e lusodescendentes morreram nos sismos de quarta-feira na Venezuela.</P><br />
<P>Portugal e outros sete países da União Europeia vão enviar equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>Segundo o último balanço oficial, os dois sismos, de magnitude 7,2 e 7,5, com 38 segundos de intervalo, provocaram pelo menos 589 mortos e 2.980 feridos.</P><br />
<P>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital, Caracas, e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782401]]></sapo:autor>
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		<title>Wall Street no &#8216;vermelho&#8217; com receio sobre a sustentabilidade do setor tecnológico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 14:19:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[setor tecnológico]]></category>
		<category><![CDATA[Wall Street]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa em Wall Street negociava hoje em baixa no início da sessão com incerteza em torno do setor tecnológico, em particular da inteligência artificial (IA), apesar do preço do petróleo continuar a baixar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa em Wall Street negociava hoje em baixa no início da sessão com incerteza em torno do setor tecnológico, em particular da inteligência artificial (IA), apesar do preço do petróleo continuar a baixar.</P><br />
<P>Pelas 14:51 (hora de Lisboa), o industrial Dow Jones recuava 0,39% para 51.717, 41 pontos, enquanto o agregado S&amp;P 500 baixava 0,57% para 7.315,77 pontos.</P><br />
<P>O tecnológico Nasdaq caía 0,96% para 25.113,99 pontos. </P><br />
<P>Os mercados desviaram a atenção da guerra no Irão para o setor tecnológico, apesar de o Irão e os EUA continuarem a manifestar publicamente as suas divergências relativamente ao acordo anteriormente assinado, nomeadamente no que diz respeito ao programa nuclear iraniano e ao estreito de Ormuz, por onde os navios continuam a navegar após o ataque a um cargueiro na quinta-feira e a suspensão temporária da evacuação dos navios.</P><br />
<P>Depois de atingirem níveis sem precedentes e liderarem o mercado durante anos, as ações do setor da IA têm estado sob pressão recentemente devido a receios de que os seus lucros não consigam acompanhar o ritmo das enormes subidas dos preços das suas ações. </P><br />
<P>As quedas têm um impacto desproporcionado, uma vez que as ações do setor da IA se tornaram as maiores e mais influentes de Wall Street, o que faz com que as oscilações dos seus preços tenham mais influência nos índices do que as de outras empresas.</P><br />
<P>O preço do petróleo mantém-se em baixa, com o petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em agosto, a recuar 2,33% para 73,51 dólares, e o do West Texas Intermediate (WTI), para entrega também em agosto, de referência nos Estados Unidos da América (EUA), a baixar 2,35%, para 70,22 dólares.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782416]]></sapo:autor>
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		<title>Cadeiras de 5 mil e secretária de 17 mil euros: Oeiras gasta 4,5 milhões na compra de mobiliário de luxo para nova sede</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 14:15:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara Municipal de Oeiras]]></category>
		<category><![CDATA[Isaltino Morais]]></category>
		<category><![CDATA[oeiras]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
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					<description><![CDATA[Anúncio do procedimento foi publicado em 'Diário da República' no passado dia 5 e abrange o mobiliário destinado ao edifício que Isaltino Morais pretende inaugurar ainda este ano]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A nova sede da Câmara Municipal de Oeiras continua a somar custos. Depois de a obra principal já ter ultrapassado os 66,8 milhões de euros, a autarquia avançou agora com um procedimento para a compra de mobiliário e serviços associados para o novo Fórum Municipal. A encomenda tem um preço base de 4.505.245,48 euros, segundo revelou a revista &#8216;<a href="https://www.sabado.pt/portugal/detalhe/oeiras-compra-mobiliario-italiano-de-luxo-numa-encomenda-global-de-4-5-milhoes" target="_blank" rel="noopener">Sábado</a>&#8216;.</p>
<p>O anúncio do procedimento foi publicado em &#8216;Diário da República&#8217; no passado dia 5 e abrange o mobiliário destinado ao edifício que Isaltino Morais pretende inaugurar ainda este ano. Com esta nova despesa, o custo global do projeto passa a estar perto dos 77 milhões de euros, sem IVA, quando são somadas a obra principal, outros trabalhos relacionados, estudos, projetos, alterações e a requalificação da zona envolvente.</p>
<p>De acordo com as contas avançadas pela revista, a construção do edifício, inicialmente adjudicada por 44.988.677 euros, já está nos 66.827.607,83 euros. A esse valor juntam-se 4.505.245,48 euros do mobiliário e 4.265.759,63 euros em outras obras e serviços associados ao projeto, incluindo estudos, alterações e trabalhos complementares. Só em telas para decoração do Salão Nobre estarão previstos mais de 300 mil euros.</p>
<p>O total atinge assim 75.598.612,94 euros. Mas, se forem incluídas as obras na envolvente, nomeadamente a requalificação das acessibilidades e da praça da Rua Dr. José da Cunha, no valor de 1.311.959,40 euros, a fatura sobe para 76.910.572,34 euros. Todos estes valores são apresentados sem IVA.</p>
<p>A parte mais recente da despesa está agora no mobiliário. O caderno de encargos, publicado na plataforma Vortal, identifica várias peças de marcas internacionais de luxo, incluindo Vitra, Minotti, Poltrona Frau e Andreu World. Entre os artigos previstos estão cadeiras em pele, mesas em mármore, sofás de autor e uma secretária presidencial.</p>
<p>Segundo a revista semanal, a lista inclui várias cadeiras Vitra do modelo Eames, entre as quais uma Grand Executive Lowback em pele cor Sand, com preços a partir de 3.241 euros, uma Soft Pad EA219 High Back em pele cor Camel, que custa 5.230 euros, e uma Soft Pad EA217 Medium Back em cor Sand, avaliada em 4.175 euros. Estão ainda previstas 25 unidades da Soft Pad EA219 Medium Back, também em pele cor Camel, a 4.175 euros cada.</p>
<p>A encomenda inclui ainda 15 cadeiras Aluminium 119 High Backrest, em pele preta e base de alumínio cromado, com um preço unitário de 4.411 euros. Só este conjunto representa mais de 66 mil euros.</p>
<p>Nas mesas, a autarquia prevê comprar modelos da marca italiana Minotti, incluindo uma mesa Doyle em mármore Calacatta, com um valor superior a quatro mil euros, uma Brady em mármore Nero Marquina e uma Calder Bronze, também da mesma marca.</p>
<p>Entre os itens mais caros está uma secretária Poltrona Frau H_O Desk, em nogueira Canaletto, com tampo revestido em couro re-saddle cor caffè. Segundo o site da marca, o preço deste modelo começa nos 15.006 euros. A versão “President” pode chegar aos 17 mil euros.</p>
<p>A Câmara de Oeiras encomendou também dois sofás Poltrona Frau Nivola, com preços a partir de 8.127 euros cada, e um sofá Andreu World Forest Club Sofa SF3030. Este último é um modelo desenhado por Philippe Starck para a marca espanhola Andreu World e, segundo catálogo, pode chegar aos 7.849 dólares, cerca de 6.870 euros.</p>
<p>A nova sede da autarquia tem sido apresentada por Isaltino Morais como um projeto estruturante para o município. Mas a subida sucessiva dos custos e a escolha de mobiliário de gama alta deverão voltar a alimentar a polémica em torno de uma obra que já se aproxima dos 77 milhões de euros antes de IVA.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782415]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Onda de calor obriga Comissão Europeia a desligar ar condicionado na sede em Bruxelas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 13:52:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[ar condicionado]]></category>
		<category><![CDATA[Bruxelas]]></category>
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		<category><![CDATA[Comissão Europeia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
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					<description><![CDATA[A intensa onda de calor que está a atingir a Bélgica e grande parte da Europa obrigou esta sexta-feira a Comissão Europeia a desligar o sistema de ar condicionado em grande parte do edifício Berlaymont.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A intensa onda de calor que está a atingir a Bélgica e grande parte da Europa obrigou esta sexta-feira a Comissão Europeia a desligar o sistema de ar condicionado em grande parte do edifício Berlaymont, sede do executivo comunitário, numa decisão que gerou descontentamento entre os funcionários e voltou a colocar em evidência os desafios que as temperaturas extremas representam para as infraestruturas europeias.</p>
<p>Segundo avançou o Politico, os trabalhadores do edifício receberam, por volta do meio-dia, uma mensagem urgente a informar da interrupção do sistema de refrigeração. O aviso enviado por telemóvel indicava: &#8220;BERL — URGENT — Due to extreme weather conditions, forced shut down of air cooling system from floor 1 to 7 for the rest of the day&#8221; (&#8220;BERL — URGENTE — Devido às condições meteorológicas extremas, encerramento forçado do sistema de arrefecimento do piso 1 ao piso 7 durante o resto do dia&#8221;).</p>
<p>O edifício Berlaymont tem 13 andares e acolhe o gabinete da presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, os 26 comissários europeus e cerca de três mil funcionários.</p>
<p>Enquanto o sistema de ar condicionado foi desligado entre o primeiro e o sétimo piso, os andares superiores permaneceram abrangidos pelo sistema de refrigeração. Ursula von der Leyen trabalha no 13.º piso e a maioria dos gabinetes dos comissários situa-se no oitavo andar ou acima.</p>
<p>Esta diferença alimentou críticas entre alguns trabalhadores.</p>
<p><strong>Funcionários acusam tratamento desigual</strong><br />
Um funcionário da Comissão Europeia que trabalha nos pisos inferiores afirmou ao Politico, sob anonimato, que a situação é comparável ao &#8220;feudalismo&#8221;, numa referência ao facto de os pisos ocupados pelos comissários continuarem climatizados enquanto os restantes ficaram sem ar condicionado.</p>
<p>Outro trabalhador classificou a situação como uma &#8220;vergonha&#8221;.</p>
<p>Mesmo entre os funcionários que continuaram a beneficiar do sistema de refrigeração, o calor fez-se sentir. Um colaborador que trabalha no oitavo piso revelou que, apesar do ar condicionado estar operacional, a temperatura no interior do edifício atingia ainda 25,7 graus Celsius.</p>
<p><strong>Comissão já tinha emitido recomendações devido ao calor</strong><br />
A vaga de calor levou a Comissão Europeia a divulgar, no início da semana, orientações dirigidas aos seus trabalhadores para minimizar os riscos associados às temperaturas elevadas.</p>
<p>Entre as recomendações constavam evitar sair para o exterior durante as horas de maior calor, beber água regularmente e iniciar a jornada de trabalho mais cedo.</p>
<p>Contudo, essas orientações já tinham gerado insatisfação entre funcionários que trabalham noutros edifícios da Comissão que nem sequer dispõem de sistemas de ar condicionado, incluindo instalações da Direção-Geral da Agricultura (DG AGRI), segundo comunicações internas consultadas pelo Politico.</p>
<p><strong>Europa debate falta de ar condicionado</strong><br />
O episódio surge numa altura em que a onda de calor voltou a relançar o debate sobre a reduzida presença de sistemas de ar condicionado em habitações e edifícios de escritórios em grande parte da Europa.</p>
<p>Segundo o Politico, apenas cerca de 20% das habitações europeias dispõem de ar condicionado.</p>
<p>Na Bélgica, o impacto das temperaturas extremas também se fez sentir na rede ferroviária. Cerca de um quinto dos comboios não possui sistema de climatização, situação que levou a empresa ferroviária nacional a cancelar vários serviços nas horas de maior procura.</p>
<p><strong>Parlamento Europeu também registou problemas</strong><br />
A pressão exercida pelas elevadas temperaturas não afetou apenas a Comissão Europeia.</p>
<p>Ao longo desta semana, o Parlamento Europeu registou igualmente falhas de energia, atribuídas ao elevado consumo elétrico provocado pelo funcionamento intensivo dos sistemas de refrigeração, numa demonstração das dificuldades que as instituições europeias enfrentam para responder às atuais condições climatéricas extremas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782400]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Exame Nacional de Desenho A: Consulte aqui o enuncaido e os critérios de classificação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 13:26:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O exame nacional de Desenho A (código 706), realizado esta sexta-feira, marcou o último dia da 1.ª fase dos exames nacionais do ensino secundário.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O exame nacional de Desenho A (código 706), realizado esta sexta-feira, marcou o último dia da 1.ª fase dos exames nacionais do ensino secundário. A prova contou com cerca de 6500 alunos inscritos e os documentos oficiais já foram disponibilizados, permitindo aos estudantes consultar tanto o enunciado como os critérios de classificação que serão utilizados na correção.</p>
<p>Veja aqui o <a href="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/exame-desenho-2026-20260626-131054.pdf" target="_blank" rel="noopener">enunciado</a> e os <a href="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/criterios-classificacao-exame-desenho-2026-20260626-131141.pdf" target="_blank" rel="noopener">critérios de correção</a></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782393]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>O gigante silencioso: como a China recuperou a liderança mundial dos supercomputadores</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-gigante-silencioso-como-a-china-recuperou-a-lideranca-mundial-dos-supercomputadores/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 13:22:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Executive IT]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Um novo supercomputador chinês passou a liderar a mais recente edição do ranking TOP500, tornando-se o sistema mais potente do mundo e colocando fim a uma liderança norte-americana que se mantinha desde 2017.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um novo supercomputador chinês passou a liderar a mais recente edição do ranking TOP500, tornando-se o sistema mais potente do mundo e colocando fim a uma liderança norte-americana que se mantinha desde 2017.</p>
<p>O feito marca também a primeira vez que o sistema em causa entra diretamente para o topo da lista, habitualmente usado como referência global no desempenho de computação de alto nível.</p>
<p>O sistema, designado LineShine e instalado em Shenzhen, atingiu 2,198 exaflops, o equivalente a mais de dois quintiliões de operações por segundo, segundo os dados divulgados pelos responsáveis do projeto TOP500. Esta capacidade coloca-o ligeiramente à frente do norte-americano El Capitan, instalado no Lawrence Livermore National Laboratory, na Califórnia, que desceu agora para o segundo lugar.</p>
<p>O LineShine destacou-se ainda por uma abordagem menos comum neste nível de desempenho, ao operar exclusivamente com CPUs tradicionais, em vez das GPUs frequentemente associadas a sistemas otimizados para inteligência artificial. O seu consumo energético ronda os 42,2 megawatts, de acordo com os dados técnicos da classificação.</p>
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