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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Wed, 22 Jul 2026 10:00:43 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
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		<title>Época especial de exames: quem pode inscrever-se, datas, regras e impacto no acesso ao ensino superior</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 10:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Os alunos do ensino secundário elegíveis para realizar exames nacionais na 2.ª fase vão ter uma nova oportunidade para repetir as provas numa época especial criada pelo Governo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os alunos do ensino secundário elegíveis para realizar exames nacionais na 2.ª fase vão ter uma nova oportunidade para repetir as provas numa época especial criada pelo Governo. A medida surge na sequência dos problemas técnicos registados na classificação eletrónica dos exames nacionais e pretende garantir que nenhum estudante é prejudicado pelas falhas verificadas durante o processo.</p>
<p>Segundo comunicado do Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI), todos os alunos que reuniam condições para realizar exames na 2.ª fase do ano letivo 2025/2026 podem inscrever-se nesta época extraordinária, independentemente de terem realizado ou não as provas que decorreram durante o mês de julho.</p>
<p><strong>Quem pode realizar a época especial?</strong><br />
Podem inscrever-se todos os alunos que eram elegíveis para realizar exames nacionais na 2.ª fase. A decisão aplica-se quer aos estudantes que optaram por fazer essas provas, quer àqueles que decidiram não comparecer.</p>
<p>Na prática, isto significa que mesmo os alunos que atualmente estão a realizar exames na 2.ª fase poderão voltar a fazer as mesmas disciplinas na época extraordinária.</p>
<p><strong>Porque foi criada esta nova época de exames?</strong><br />
O MECI justifica a medida com os problemas técnicos ocorridos durante o processo de classificação eletrónica dos exames nacionais.</p>
<p>Segundo o ministério, muitos estudantes não conseguiram conhecer atempadamente as classificações definitivas da 1.ª fase, situação que poderá ter condicionado a decisão de se inscreverem na 2.ª fase, bem como a preparação para essas provas.</p>
<p>Em comunicado, o ministério explica que &#8220;as dificuldades técnicas verificadas na classificação eletrónica impediram alguns alunos de conhecer as suas classificações definitivas atempadamente, circunstância que poderá ter condicionado, designadamente, a decisão de inscrição e de realização dos exames na 2.ª fase, bem como a adequada preparação dos alunos.&#8221;</p>
<p>Acrescenta ainda que esta &#8220;decisão de criar uma época extraordinária visa assegurar que nenhum aluno é prejudicado por circunstâncias que não lhe são imputáveis.&#8221;</p>
<p>O Governo garante igualmente que pretende assegurar &#8220;toda a transparência e rigor do processo de avaliação das aprendizagens dos alunos e as condições de equidade na conclusão do ensino secundário e no acesso ao ensino superior&#8221;.</p>
<p><strong>Quando decorrem as inscrições?</strong><br />
As inscrições serão gratuitas e decorrem entre 27 e 31 de julho.</p>
<p><strong>Quando se realizam os exames?</strong><br />
A época extraordinária decorrerá entre 3 e 8 de setembro.</p>
<p>O calendário definido pelo MECI é o seguinte:</p>
<p>3 de setembro</p>
<p>Português;<br />
Português Língua Segunda;<br />
Português Língua Não Materna;<br />
Literatura Portuguesa;<br />
Economia A;<br />
História da Cultura e das Artes;<br />
Latim.</p>
<p>4 de setembro</p>
<p>História A;<br />
Biologia e Geologia;<br />
História B;<br />
Geometria Descritiva A;<br />
Alemão;<br />
Espanhol;<br />
Francês;<br />
Italiano;<br />
Mandarim.</p>
<p>7 de setembro</p>
<p>Matemática A;<br />
Matemática B;<br />
Matemática Aplicada às Ciências Sociais;<br />
Filosofia.</p>
<p>8 de setembro</p>
<p>Desenho A;<br />
Física e Química A;<br />
Geografia A;<br />
Inglês.</p>
<p><strong>A nota da época especial substitui a da 2.ª fase?</strong><br />
Sim, sempre que for mais favorável ao aluno.</p>
<p>O MECI esclarece que o exame realizado na época extraordinária será considerado, para todos os efeitos, como correspondente à 2.ª fase.</p>
<p>Assim, caso um estudante realize exames tanto na 2.ª fase de julho como na época especial de setembro, será considerada a melhor classificação obtida entre as duas provas, incluindo para efeitos de candidatura ao ensino superior.</p>
<p><strong>O que muda nas candidaturas ao ensino superior?</strong><br />
A criação desta nova oportunidade obrigou o Governo a alterar o calendário da 2.ª fase do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior.</p>
<p>Assim:</p>
<ul>
<li>As candidaturas decorrem entre 24 de agosto e 22 de setembro;</li>
<li>Os resultados serão divulgados a 30 de setembro.</li>
</ul>
<p>Desta forma, os estudantes poderão utilizar, caso lhes seja mais favorável, a classificação obtida na época extraordinária.</p>
<p><strong>O que esteve na origem desta decisão?</strong><br />
Este ano, pela primeira vez, cerca de 300 mil exames nacionais do ensino secundário foram classificados integralmente em formato digital.</p>
<p>O processo ficou marcado por vários problemas técnicos, que provocaram atrasos na divulgação das classificações.</p>
<p>As pautas começaram a ser afixadas apenas na noite de sexta-feira, mas muitas surgiram incompletas ou com classificações incorretas, na sequência de falhas identificadas pelo Júri Nacional de Exames.</p>
<p>Apesar destes constrangimentos, o Ministério da Educação decidiu manter inalterado o calendário da primeira fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior, que termina a 6 de agosto, bem como a realização da 2.ª fase dos exames nacionais durante esta semana.</p>
<p><strong>O que pretende garantir o Governo?</strong><br />
Com a criação desta época extraordinária, o Executivo procura assegurar que os atrasos e os problemas técnicos ocorridos na classificação eletrónica não penalizam os estudantes, permitindo-lhes repetir os exames em setembro e beneficiar sempre da classificação mais elevada obtida, preservando assim condições de igualdade no acesso ao ensino superior e na conclusão do ensino secundário.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792334]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Os 6 maiores erros ao contratar crédito pessoal</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/os-6-maiores-erros-ao-contratar-credito-pessoal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Dr. Finanças]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 10:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[Doutor Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Contratar crédito pessoal sem comparar propostas ou fazer contas pode sair caro. Veja os erros mais comuns e como evitá-los antes de avançar]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um <a href="https://www.doutorfinancas.pt/creditos/credito-pessoal/credito-pessoal-o-que-ter-em-conta-e-os-cuidados-a-ter/?src=partner.executive.art" target="_blank" rel="noopener">crédito pessoal</a> pode parecer uma solução simples para resolver uma despesa urgente ou avançar com um projeto adiado. Mas a rapidez na aprovação não deve ser confundida com uma decisão fácil. Cada euro pedido tem um custo, e esse custo pode acompanhar o orçamento durante vários anos.</p>
<p>Entre taxas, comissões, prazos e condições contratuais, há escolhas que parecem vantajosas no momento, mas que podem tornar o financiamento mais caro. Antes de assinar, vale a pena perceber onde muitos consumidores falham e o que deve fazer para não transformar uma ajuda financeira num problema difícil de gerir.</p>
<p><strong>1. Pedir crédito sem avaliar a taxa de esforço</strong></p>
<p>Um dos erros mais comuns é olhar apenas para a prestação e concluir que “cabe” no orçamento. Mas essa análise é curta. Antes de aprovar um crédito pessoal, a instituição avalia rendimentos, créditos já contratados, estabilidade profissional e risco de incumprimento. </p>
<p>A <a href="https://www.doutorfinancas.pt/creditos/como-calcular-a-minha-taxa-de-esforco/?src=partner.executive.art" target="_blank" rel="noopener">taxa de esforço</a> mostra a percentagem do rendimento destinada ao pagamento de prestações. Por isso, antes de avançar, some todos os créditos: habitação, automóvel, cartões de crédito ou outros financiamentos. Depois, acrescente a nova mensalidade.</p>
<p>Se a prestação eliminar a margem para despesas correntes ou imprevistos, deve rever o valor pedido, ajustar o prazo ou adiar a decisão.</p>
<p><strong>2. Escolher o prazo mais longo só para baixar a prestação</strong></p>
<p>Uma prestação mais baixa pode aliviar o orçamento no imediato. Mas pode também encarecer bastante o crédito. Quanto maior for o prazo, mais tempo paga juros.</p>
<p>Regra geral, o crédito pessoal pode ter um prazo máximo de sete anos. Em finalidades como educação, saúde, energias renováveis ou automóvel, pode chegar aos dez anos.</p>
<p>Antes de escolher, simule vários prazos. A melhor opção não é necessariamente a que tem a mensalidade mais baixa, mas a que equilibra uma prestação suportável com o menor custo total possível.</p>
<p><strong>3. Comparar propostas apenas pela TAN ou pela prestação</strong></p>
<p>A Taxa Anual Nominal (TAN) indica os juros do empréstimo, mas não mostra todos os encargos. Já a prestação mensal pode enganar, sobretudo quando compara propostas com prazos diferentes. </p>
<p>Para avaliar um crédito pessoal, olhe para a <a href="https://www.doutorfinancas.pt/creditos/mtic-e-taeg-os-melhores-amigos-na-comparacao-de-propostas-de-credito/?src=partner.executive.art" target="_blank" rel="noopener">TAEG e para o MTIC</a>. A TAEG inclui juros, comissões, impostos, seguros obrigatórios e outros custos associados ao contrato. O MTIC mostra o montante total que vai pagar até ao fim do empréstimo.</p>
<p>Estes dados constam da Ficha de Informação Normalizada (FIN). Antes de assinar, peça várias propostas e compare estes indicadores. Só assim percebe qual é, de facto, a solução mais barata.</p>
<p><strong>4. Pedir mais dinheiro do que realmente precisa</strong></p>
<p>Quando o crédito é aprovado, pode surgir a tentação de pedir um valor superior “para ficar com margem”. Mas esse dinheiro extra também se paga.</p>
<p>Quanto maior for o montante financiado, maior será o valor sobre o qual incidem juros, imposto do selo e eventuais comissões. Ou seja, pedir mais do que precisa aumenta a dívida e o custo final.</p>
<p>Antes de submeter o pedido, defina o valor exato de que necessita. Se o crédito tiver uma finalidade concreta, como saúde, educação ou energias renováveis, confirme ainda se pode beneficiar de condições diferentes das de um crédito sem finalidade definida.</p>
<p><strong>5. Ignorar comissões, impostos e condições do contrato</strong></p>
<p>O custo de um crédito pessoal não está apenas nos juros. Pode haver comissão de abertura ou de tratamento da documentação, imposto do selo, seguros associados e outras condições contratuais.</p>
<p>Também deve verificar as regras de reembolso antecipado. Se o contrato tiver taxa fixa, pode ser cobrada uma comissão quando amortiza antes do prazo: até 0,5% do valor reembolsado, se faltar mais de um ano para o fim do contrato, ou até 0,25%, se faltar um ano ou menos. Nos créditos com taxa variável, não pode ser cobrada esta comissão.</p>
<p>Antes de assinar, leia a FIN e confirme montante, prazo, TAEG, MTIC, encargos, garantias e condições de reembolso.</p>
<p><strong>6. Avançar com entidades não autorizadas</strong></p>
<p>A urgência em obter dinheiro pode tornar os consumidores mais vulneráveis a burlas. Promessas de crédito fácil, rápido, sem análise ou com aprovação garantida devem levantar suspeitas.</p>
<p>Antes de contratar crédito pessoal online, confirme se a entidade está autorizada pelo Banco de Portugal. Verifique o domínio do site, os contactos e a identificação da empresa.</p>
<p>Nunca pague comissões, seguros, impostos ou taxas de transferência antes da assinatura do contrato para “libertar” o financiamento. Uma entidade credível analisa sempre a capacidade financeira do cliente antes de conceder crédito.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791823]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Mais do que diagnosticar, é preciso agir</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/mais-do-que-diagnosticar-e-preciso-agir/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 10:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos CE]]></category>
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					<description><![CDATA[Conselho editorial debateu debateu os principais desafios económicos do País ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Com a presença de: Ana Trigo Morais · Fernando Esmeraldo · Fernando Neves de Almeida · Luís Paulo Salvado · Manuel Lopes da Costa · Rui Minhós · Vitor Ribeirinho</em></strong></p>
<p>O encontro mensal do Conselho Editorial da Executive Digest de Julho realizou-se no Hotel Vila Galé Ópera e contou com as presenças de Ana Trigo Morais, Fernando Esmeraldo, Fernando Neves de Almeida, Luís Paulo Salvado, Manuel Lopes da Costa, Rui Minhós e Vitor Ribeirinho.</p>
<p>Os temas em maior destaque foram os últimos números divulgados pelo INE, que não constituíram propriamente uma surpresa, mas antes uma confirmação, bem como todas as implicações que deles decorrem para as empresas e para o País, em múltiplas vertentes, quer no imediato, quer a médio e longo prazo.</p>
<p>Outro dos temas em destaque foi a situação dos jovens, em particular as dificuldades que os jovens licenciados estão a sentir para entrar no mercado de trabalho e as suas implicações imediatas e futuras.</p>
<p>Foi também debatido o tema da 31.ª Conferência da Executive Digest, que se realizará no próximo dia 24 de Novembro, na Culturgest, e que será dedicada à «Execução». A necessidade de executar, de fazer, de construir, de ter ambição, coragem e vontade, bem como de ultrapassar as barreiras e os «pequenos poderes» que continuam a constituir verdadeiros obstáculos ao nosso desenvolvimento.</p>
<p><em>Artigo publicado na Revista Executive Digest n.º 244 de Julho de 2026</em></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790920]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Falta de água provoca onda de cancelamentos no turismo e milhares de euros de prejuízo na Costa de Caparica</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/falta-de-agua-provoca-onda-de-cancelamentos-no-turismo-e-milhares-de-euros-de-prejuizo-na-costa-de-caparica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 09:33:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os empresários do alojamento turístico da Costa de Caparica enfrentam uma nova vaga de prejuízos em plena época alta, depois de as falhas no abastecimento de água registadas no início de julho terem desencadeado um aumento dos cancelamentos de reservas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os empresários do alojamento turístico da Costa de Caparica enfrentam uma nova vaga de prejuízos em plena época alta, depois de as falhas no abastecimento de água registadas no início de julho terem desencadeado um aumento dos cancelamentos de reservas. Apesar de o serviço já ter sido normalizado, muitos turistas continuam a alterar os planos de férias por recearem novos cortes, enquanto os operadores alertam para os danos provocados na imagem do destino e para o impacto económico que a publicidade negativa poderá continuar a gerar durante os próximos meses.</p>
<p>Segundo noticia o <a href="https://www.dn.pt/economia/alojamento-turstico-enfrenta-catadupa-de-cancelamentos-na-costa-de-caparica#goog_rewarded" target="_blank" rel="noopener">Diário de Notícias (DN)</a>, proprietários de alojamentos locais e unidades hoteleiras relatam que as anulações de reservas continuam a suceder-se devido à falta de confiança dos visitantes. Francisco Ribeiro, que gere 15 unidades de alojamento local entre a Charneca da Caparica e a Costa de Caparica, com capacidade para cerca de 80 hóspedes, estima já prejuízos superiores a 10 mil euros entre reembolsos, cancelamentos e noites oferecidas. O empresário descreve ainda situações concretas de clientes que optaram por cancelar as férias por não existirem garantias de que o abastecimento de água não voltará a falhar, incluindo uma família que viajaria com crianças e outra acompanhada por uma pessoa com doença oncológica. O gestor admite também preocupação com as avaliações negativas deixadas nas plataformas de reservas, onde alguns hóspedes classificaram a experiência como &#8220;horrível devido à falta de água&#8221;, comentários que poderão continuar a afastar turistas, sobretudo estrangeiros.</p>
<p>As preocupações são partilhadas por outros operadores da região. Cláudia Fernandes, responsável por seis alojamentos locais na Costa de Caparica, afirma que os comentários públicos sobre a crise da água estão a criar um &#8220;efeito multiplicador&#8221;, desencorajando potenciais visitantes e colocando em risco a fidelização de clientes habituais que regressavam todos os anos. A mesma preocupação é expressa pela Associação do Alojamento Local em Portugal (ALEP). O presidente da associação, Eduardo Miranda, considera que a situação representa &#8220;um problema gravíssimo num destino&#8221;, sublinhando que a publicidade negativa compromete a imagem de uma estância balnear que vinha a ganhar notoriedade. Também o hotel de quatro estrelas Tryp Lisboa Caparica Mar confirma que os cancelamentos aumentaram após os incidentes, com o diretor Gonçalo Proença a reconhecer que um problema relacionado com um serviço básico como o abastecimento de água provoca inevitavelmente uma retração da procura e afeta a atratividade turística da região. O responsável acrescenta ainda que já é visível uma diminuição do número de turistas nas praias da frente marítima da Caparica.</p>
<p>Enquanto os empresários defendem que os problemas de abastecimento não são inéditos nem exclusivos da época balnear, contrariando a explicação da Câmara Municipal de Almada de que as dificuldades resultaram do aumento do consumo, alertam para consequências económicas que poderão prolongar-se muito para além deste verão. Francisco Ribeiro recorda que as falhas acontecem regularmente e revela que, apenas entre maio e junho, faturou menos 45 mil euros do que no mesmo período de 2025, receando agora que os danos reputacionais causados pela crise da água continuem a afastar visitantes e a penalizar um dos principais destinos turísticos da margem sul do Tejo.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792304]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>“Executar”</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/executar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 09:30:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Ricardo Florêncio, CEO do Multipublicações Media Group]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Portugal sabe discutir tudo, menos o que interessa. Discutimos declarações avulsas, episódios menores, polémicas que nascem e morrem na mesma semana. Gastamos energia colectiva em ruído. E, enquanto isso, os problemas sérios, os que exigem decisão, investimento ou coragem, continuam à espera. São adiados, mais uma vez. É verdade que a economia continua a funcionar. A até crescemos no segundo trimestre de 2026. Podíamos comemorar. Mas, a pergunta que devia incomo- dar-nos não é: Crescemos? É: Quanto mais poderíamos ter crescido, se não estivéssemos constantemente a adiar decisões? Porque é isso que fazemos. Adiamos. E adiar tornou-se, sem que ninguém o tenha decidido formalmente, a nossa estratégia nacional.</p>
<p style="text-align: justify;">Há um clima de suspeição que paralisa. Decidir passou a ser um risco maior do que não decidir. E há uma frase que já ouvimos tantas vezes que quase deixou de nos chocar: nunca ninguém foi verdadeiramente colocado em causa por não decidir nada. O imobilismo protege. A ousadia expõe. Mas basta alguém tomar uma decisão que mexa com os pequenos poderes instalados, locais, sectoriais, corporativos, para que o caos se instale. Surgem os interesses feridos, as vozes indignadas, os processos que se arrastam. E o decisor aprende, da pior forma, que em Portugal é mais seguro não fazer nada. Não podemos continuar assim. Não, quando o Mundo à nossa volta decide, executa, corrige, e volta a decidir, a uma velocidade que não espera pelos nossos consensos.</p>
<p style="text-align: justify;">Portugal não precisa de mais diagnósticos, nem mesmo de planos. Já sabemos quais são os problemas que vale a pena resolver. O que falta é a coragem colectiva para os enfrentar sem medo do pequeno poder que se sente ameaçado. Chega de discutir o que não importa. Chega de recompensar quem não decide. É tempo de decidir. É tempo de executar.</p>
<p><em>Editorial publicado na revista Executive Digest n.º 244 de Julho de 2026</em></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790917]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Vodafone quer acabar com as zonas sem rede em Portugal até 2027 e aposta nos satélites</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/vodafone-quer-acabar-com-as-zonas-sem-rede-em-portugal-ate-2027-e-aposta-nos-satelites/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 09:22:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Executive IT]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[rede móvel]]></category>
		<category><![CDATA[satélite]]></category>
		<category><![CDATA[Vodafone]]></category>
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					<description><![CDATA[A Vodafone Portugal estabeleceu um acordo com a Satellite Connect Europe, joint venture entre a Vodafone e a AST SpaceMobile, para lançar em Portugal um serviço de conectividade móvel por satélite através de smartphones convencionais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Vodafone Portugal estabeleceu um acordo com a Satellite Connect Europe, joint venture entre a Vodafone e a AST SpaceMobile, para lançar em Portugal um serviço de conectividade móvel por satélite através de smartphones convencionais.</p>
<p>A operadora pretende disponibilizar o serviço comercial até ao final de 2027.</p>
<p>A tecnologia permitirá que smartphones 4G e 5G estabeleçam ligações através de satélites em zonas onde não existe cobertura de redes móveis terrestres. O objetivo é complementar a atual rede móvel da Vodafone e garantir comunicações em áreas de difícil acesso, sem necessidade de antenas dedicadas, equipamentos especializados ou telefones satélite.</p>
<p>O serviço poderá permitir a realização de chamadas, envio de SMS e acesso a dados em banda larga, com o utilizador a poder alternar entre a rede terrestre e a rede espacial. A solução poderá também reforçar a resiliência das comunicações em situações de emergência, como tempestades ou falhas de energia.</p>
<p>A tecnologia, conhecida como D2D (Direct-to-Device), utiliza os satélites BlueBird da AST SpaceMobile, em órbita terrestre baixa. O sinal do smartphone é transmitido para os satélites e posteriormente encaminhado para um gateway espaço-terra da Satellite Connect Europe, que conduz as comunicações para a rede terrestre.</p>
<p>O lançamento comercial está dependente da obtenção das autorizações regulamentares necessárias para a utilização do espectro. Após essa fase, a Vodafone prevê avançar com um <em>soft launch</em> da solução, que funcionará como extensão da sua rede móvel terrestre.</p>
<p>“Este passo em frente na exploração de novas formas de comunicação reforça o compromisso da Vodafone Portugal com a digitalização e modernização da sociedade e com o reforço da competitividade da economia”, afirma Luís Lopes, CEO da Vodafone Portugal, acrescentando que a iniciativa “contribui para solidificar a segurança nacional, abrindo caminho à conectividade universal”.</p>
<p>Para Meredith Sharples, diretora-geral da Satellite Connect Europe, o acordo reforça “o impulso das operadoras de redes móveis em torno da conectividade por satélite” e permite à Vodafone Portugal “melhorar a cobertura móvel e a resiliência em todo o país”.</p>
<p>A parceria surge depois de a Vodafone e a AST SpaceMobile terem realizado, em janeiro de 2025, a primeira videochamada via satélite entre smartphones convencionais. A chamada foi efetuada a partir de uma localização montanhosa remota no País de Gales e ligou Rowan Chesmer, engenheiro da Vodafone, a Margherita Della Valle, CEO do Grupo Vodafone.</p>
<p>A AST SpaceMobile está a desenvolver uma rede de banda larga móvel baseada no espaço, concebida para permitir ligações diretamente a smartphones convencionais, com aplicações comerciais e governamentais.</p>
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		<title>Centros de emprego receberam mais ofertas, mas 31% das vagas continuaram sem candidatos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 09:09:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Apesar de um forte crescimento das ofertas de emprego registadas pelos centros do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) ao longo de 2025, quase um terço das vagas disponibilizadas pelas empresas acabou por não ser preenchido.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar de um forte crescimento das ofertas de emprego registadas pelos centros do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) ao longo de 2025, quase um terço das vagas disponibilizadas pelas empresas acabou por não ser preenchido, evidenciando um desfasamento persistente entre as necessidades do mercado de trabalho e o perfil ou as expectativas dos candidatos inscritos. O cenário é traçado pelo Relatório sobre Emprego e Formação em 2025, que mostra uma inversão da tendência de quebra das ofertas verificada nos anos anteriores, acompanhada também por um aumento do número de colocações.</p>
<p>Segundo avança o <a href="https://www.publico.pt/2026/07/22/economia/noticia/terco-vagas-chegaram-centros-emprego-ficou-preencher-2182529" target="_blank" rel="noopener">Público</a>, com base no relatório apresentado pelo Centro de Relações Laborais, as ofertas de emprego recebidas pelos centros de emprego aumentaram 22,8% face a 2024, atingindo as 134.100 propostas de trabalho. Apesar da melhoria nas colocações, apenas 69,2% das vagas foram satisfeitas, o que significa que cerca de 31% permaneceram por ocupar, uma deterioração face aos 26,5% de ofertas não preenchidas registados no ano anterior.</p>
<p>Francisco Madelino, antigo presidente do IEFP e membro da comissão científica responsável pelo relatório, considera que este desajustamento está longe de ser um fenómeno recente. Em declarações ao jornal, explica que uma das principais razões prende-se com a existência de cerca de 112 mil desempregados de longa duração, muitos deles com idade mais avançada e qualificações que já não correspondem às necessidades atuais das empresas. Acrescenta ainda que grande parte das vagas disponíveis concentra-se em setores como a restauração, hotelaria e construção, áreas que nem sempre correspondem às expectativas dos candidatos inscritos nos centros de emprego. Entre os fatores apontados estão igualmente a proximidade da idade da reforma para alguns desempregados ou a opção de permanecerem inscritos enquanto beneficiam das prestações de desemprego.</p>
<p>Os serviços concentraram a esmagadora maioria das ofertas, representando 73,3% do total, o equivalente a cerca de 99.600 vagas, com especial destaque para as atividades imobiliárias, alojamento e restauração, comércio, saúde e educação, setores que também registaram os maiores aumentos face ao ano anterior. Na indústria, praticamente todos os ramos reforçaram o número de ofertas, com exceção das áreas da eletricidade, água e resíduos. A construção destacou-se como o segmento industrial com maior peso, representando 6,7% das vagas, seguida pelas indústrias alimentares, bebidas e tabaco (2,8%), indústria do vestuário (2,3%), metalurgia e fabrico de produtos metálicos (1,9%) e fabrico de mobiliário, reparação e instalação de máquinas e equipamentos (1,8%).</p>
<p>O relatório evidencia igualmente uma evolução positiva no número de colocações efetuadas pelos centros de emprego. Em 2025 foram colocadas 92.876 pessoas, um aumento de 15,7% relativamente a 2024 e o valor mais elevado dos últimos cinco anos. Paralelamente, os contratos registados na Segurança Social cresceram 3,3%, embora as novas contratações tenham registado apenas uma subida residual de 0,1%. O documento destaca ainda o peso crescente dos trabalhadores estrangeiros no mercado laboral português, salientando que os imigrantes representam atualmente mais de um quinto dos contribuintes para a Segurança Social.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792330]]></sapo:autor>
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		<title>Espanhóis da Catalyxx investem 120 milhões de euros a contruir fábrica de química renovável em Sines</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 09:01:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A empresa espanhola Catalyxx vai investir 120 milhões de euros na construção da sua primeira fábrica de química renovável, que ficará instalada em Sines, que continua assim a atrair projetos de dimensão internacional para a região.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A empresa espanhola Catalyxx vai investir 120 milhões de euros na construção da sua primeira fábrica de química renovável, que ficará instalada em Sines, que continua assim a atrair projetos de dimensão internacional para a região.</p>
<p>O projeto, desenvolvido pela Catalyxx Ibérica, combina investimento privado com financiamento público e deverá avançar para a fase de construção no quarto trimestre de 2026.</p>
<p>A unidade industrial irá produzir butanol, hexanol e octanol a partir de bioetanol, criando uma alternativa de baixas emissões de carbono aos processos petroquímicos tradicionais. Segundo a empresa, os produtos manterão compatibilidade com as aplicações industriais e cadeias de valor já existentes.</p>
<p>A escolha de Sines está relacionada com a infraestrutura industrial disponível, o porto de águas profundas, as ligações logísticas e o acesso a energia de origem renovável. O projeto foi classificado pelo Governo português como Projeto de Interesse Nacional (PIN), tendo em conta o seu contributo para a indústria, inovação, sustentabilidade e crescimento económico.</p>
<p>A iniciativa conta ainda com financiamento público europeu. Entre os apoios já assegurados está uma verba de 20 milhões de euros concedida pela Circular Bio-based Europe Joint Undertaking (CBE JU), no âmbito do financiamento do projeto.</p>
<p>A empresa estima que a nova fábrica possa evitar cerca de 105 mil toneladas de emissões de CO2 por ano. Além do impacto ambiental, o projeto pretende funcionar como um polo de atração de novos investimentos privados e institucionais e gerar um efeito multiplicador no ecossistema industrial português.</p>
<p>“Este projeto não só vai acelerar a descarbonização da indústria química, como também posicionar Portugal como líder europeu na inovação industrial sustentável”, afirma Joaquín Alarcón, CEO da Catalyxx.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792324]]></sapo:autor>
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		<title>Julho 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 09:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sumário]]></category>
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					<description><![CDATA[Conheça todos os temas da edição n.º 244 da Executive Digest]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b><strong>Tema de capa</strong></b></p>
<p>«A ambição de levar a Delta ao Top 10 mundial»</p>
<p><b><strong>Editorial</strong></b></p>
<p>Executar</p>
<p><strong>Conselho Editorial </strong></p>
<p>Mais do que diagnosticar, é preciso agir</p>
<p><strong>Entrevista</strong></p>
<p>Gigante do leite português investe milhões<br />
«Portugal é um País do não rigor»</p>
<p><b><strong>Gestão</strong></b></p>
<p>«Portugal tem uma base industrial competente no sector do calçado»<br />
Quem disse que o escritório morreu?<br />
Daily Coffee<br />
Do outro lado do espelho<br />
Como a Visa prepara os cartões de crédito para a era das compras com IA<br />
Xiaomi – Este braço robótico carrega o seu carro eléctrico<br />
O conjunto Lego com mais peças de sempre homenageia um ícone da arquitectura</p>
<p><strong>Branded</strong></p>
<p>Delta Cafés<br />
EDP<br />
Sociedade Ponto Verde</p>
<p><strong>Diáspora</strong></p>
<p>Pedro Miranda, «Captar capital estrangeiro para Portugal teria um efeito multiplicador enorme»</p>
<p><strong>Especial ESG</strong></p>
<p>iServices</p>
<p><b><strong>Randstad Insight</strong></b></p>
<p>Compreender a escassez de talento: IA e equidade</p>
<p><strong>Especial Golf</strong></p>
<p>Sesimbra</p>
<p><b><strong>Pé de Orelha</strong></b></p>
<p>Thomas Sørensen: Eficiência energética: o fator decisivo da próxima década</p>
<p><b><strong>MIT Sloan</strong></b></p>
<p>Como crescer sem apostar em grande<br />
Coloque o planeamento da sucessão do CEO no topo da agenda</p>
<p><b><strong>Cadernos</strong></b></p>
<p>Mobilidade Urbana, Smart Cities</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790876]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Vítimas de abusos sexuais exigem mais um milhão de euros à Igreja Católica em indemnizações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 08:51:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Associação Coração Silenciado, que representa dezenas de vítimas de abusos sexuais na Igreja Católica em Portugal, exige que a Conferência Episcopal Portuguesa pague a totalidade dos montantes inicialmente definidos pela comissão responsável por fixar as indemnizações.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Associação Coração Silenciado, que representa dezenas de vítimas de abusos sexuais na Igreja Católica em Portugal, exige que a Conferência Episcopal Portuguesa pague a totalidade dos montantes inicialmente definidos pela comissão responsável por fixar as indemnizações. Segundo a associação, a diferença entre os valores recomendados e aqueles que acabaram por ser aprovados pelos bispos ronda um milhão de euros, motivo pelo qual as vítimas defendem que a Igreja deve cumprir integralmente o que foi estabelecido por um organismo que a própria criou.</p>
<p>De acordo com o <a href="https://www.cmjornal.pt/sociedade/detalhe/vitimas-de-abusos-sexuais-exigem-um-milhao-a-igreja" target="_blank" rel="noopener">Correio da Manhã (CM)</a>, a associação reclama o pagamento dos 2,5 milhões de euros inicialmente previstos para compensar 57 vítimas cujos pedidos de indemnização foram aprovados. No entanto, o valor final atribuído ficou nos 1,6 milhões de euros, com compensações individuais entre 9 mil e 45 mil euros. António Grosso, representante das vítimas, considera que a redução dos montantes é injustificada e afirma: &#8220;Queremos que o Estado realize uma auditoria e obrigue a Igreja a cumprir um pressuposto moral. Eles criaram uma comissão para fixar os valores e depois, desrespeitando a comissão, reduziram as verbas para pouco mais de metade, ora, isso é, no mínimo, imoral&#8221;. A associação pretendia ainda ser recebida pelo Presidente da República, António José Seguro, mas acabou por ser informada de que seria recebida por duas assessoras.</p>
<p>A organização pretende agora entregar, em setembro, um dossiê com cerca de 40 páginas ao Presidente da República, ao presidente da Assembleia da República e a todos os partidos com representação parlamentar. Segundo António Grosso, &#8220;o nosso objetivo é entregar um dossiê de 40 páginas, em que constam dezenas de injustiças em todo este processo, ao senhor Presidente da República, assim como ao presidente do Parlamento e a todos os partidos com assento parlamentar. Esperamos fazê-lo em setembro&#8221;. Entre as reivindicações consta também o acesso, por parte das vítimas, ao conteúdo dos respetivos processos de indemnização, além da contestação aos critérios utilizados para reduzir os montantes inicialmente propostos.</p>
<p>Dos mais de 500 testemunhos recolhidos pela Comissão Independente que investigou os abusos sexuais na Igreja Católica em Portugal, 95 vítimas solicitaram indemnização à Conferência Episcopal. Destas, 78 foram consideradas elegíveis, mas apenas 57 acabaram por receber uma compensação financeira. Paralelamente, a associação critica ainda a decisão do Dicastério para a Doutrina da Fé, no Vaticano, de arquivar 17 processos relativos a padres portugueses ainda vivos acusados de abusos sexuais, considerando esses arquivamentos injustificados.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792317]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>MEO suporta mais de 29 TB de tráfego de dados no MEO Marés 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 08:43:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mais de 100 mil pessoas passaram pelo MEO Marés 2026, num evento que também ficou marcado por um elevado consumo de dados. Ao longo dos três dias do festival, os visitantes geraram mais de 29 terabytes (TB) de tráfego, somando a utilização da rede móvel e do Wi-Fi disponibilizado pela MEO.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de 100 mil pessoas passaram pelo MEO Marés 2026, num evento que também ficou marcado por um elevado consumo de dados. Ao longo dos três dias do festival, os visitantes geraram mais de 29 terabytes (TB) de tráfego, somando a utilização da rede móvel e do Wi-Fi disponibilizado pela MEO.</p>
<p>A rede móvel da operadora registou 13,5 TB de dados consumidos, dos quais 7,6 TB foram utilizados através de 5G. O volume representa um crescimento de cerca de 75% face à edição de 2025, refletindo a crescente utilização das redes móveis de nova geração para partilha de fotografias, vídeos e conteúdos em tempo real.</p>
<p>A infraestrutura tecnológica da MEO assegurou cobertura móvel em todo o recinto, bem como uma rede Wi-Fi dedicada, preparada para suportar as comunicações dos festivaleiros, transmissões em direto e operações críticas associadas ao evento.</p>
<p>No Wi-Fi da MEO, foram registados 4.500 clientes únicos, responsáveis por um total de 16 TB de tráfego. Já através da rede móvel foram realizadas mais de 77 mil chamadas, correspondentes a cerca de 80 mil minutos de conversação durante os três dias do festival.</p>
<p>Os dados mostram a crescente dimensão digital dos grandes eventos de música, onde a conectividade se tornou parte integrante da experiência dos visitantes, desde a partilha de conteúdos nas redes sociais até às comunicações e transmissões em direto.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792308]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Companhia aérea Finnair regressa aos lucros no 1.º semestre com resultado de 49,2 ME</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 08:33:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Finnair regressou aos lucros no primeiro semestre, com um resultado líquido de 49,2 milhões de euros, face aos prejuízos de 38,4 milhões registados no período homólogo, anunciou hoje a companhia aérea finlandesa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Finnair regressou aos lucros no primeiro semestre, com um resultado líquido de 49,2 milhões de euros, face aos prejuízos de 38,4 milhões registados no período homólogo, anunciou hoje a companhia aérea finlandesa.</p>
<p>O volume de negócios da Finnair entre janeiro e junho cresceu 14% em relação ao ano anterior, atingindo os 1.695 milhões de euros, impulsionado pelo maior volume de passageiros e de carga transportada, bem como pelo aumento das receitas complementares.</p>
<p>A companhia aérea, cujo principal acionista é o Estado finlandês, registou um resultado bruto de exploração (EBITDA) de 248 milhões de euros neste período, o que representa um aumento de 106% relativamente a 2025.</p>
<p>Já o resultado operacional (EBIT) situou-se nos 90,2 milhões de euros, em comparação com o prejuízo operacional de 34,2 milhões registado no primeiro semestre do ano passado, período em que a companhia foi negativamente afetada pelas greves dos pilotos e do pessoal aeroportuário.</p>
<p>A companhia aérea finlandesa transportou 6,1 milhões de passageiros entre janeiro e junho, um aumento de 7,4% em relação ao período homólogo, o que impulsionou as receitas com a venda de bilhetes, que aumentaram 14,3%, para 1.331 milhões de euros.</p>
<p>Segundo a Finnair, esta melhoria deveu-se, em grande parte, à redução da oferta global do mercado causada pelo início da guerra no Médio Oriente, o que provocou um aumento da procura pelos voos da transportadora.</p>
<p>A receita proveniente da venda de bilhetes cresceu sobretudo nas rotas para a Ásia, com um aumento de 22% (503,7 milhões de euros).</p>
<p>A receita também aumentou nos voos internacionais para a Europa (11,7%), para a América do Norte (5,3%) e nas rotas nacionais (4,7%), enquanto diminuiu nos voos para o Médio Oriente (55%) devido à guerra.</p>
<p>No período em análise as receitas complementares aumentaram 22,3%, atingindo os 115 milhões de euros, impulsionadas pelo aumento dos pagamentos relativos a reservas antecipadas de lugares, excesso de bagagem e taxas.</p>
<p>Para o exercício de 2026, a Finnair espera que o tráfego aéreo global continue a crescer, embora seja afetado por conflitos internacionais e pela instabilidade política mundial, com um possível prolongamento do conflito no Médio Oriente.</p>
<p>Apesar disso, a companhia estima que o número de passageiros aumente 7% este ano e que o volume de negócios anual cresça para 3.400-3.500 milhões de euros, desde que não ocorram interrupções significativas no abastecimento global de combustível.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792307]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Óbito/Luís Represas: Portugal perdeu uma das suas vozes mais marcantes, lamenta PS</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/obito-luis-represas-portugal-perdeu-uma-das-suas-vozes-mais-marcantes-ps/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 08:32:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Partido Socialista (PS) lamentou hoje a morte do cantor Luís Represas, considerando que Portugal perdeu uma das suas vozes mais marcantes, um artista que soube transformar a música em memória, emoção e compromisso.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Partido Socialista (PS) lamentou hoje a morte do cantor Luís Represas, considerando que Portugal perdeu uma das suas vozes mais marcantes, um artista que soube transformar a música em memória, emoção e compromisso.</p>
<p>&#8220;O seu legado permanecerá vivo nas canções que atravessaram gerações e, de forma muito especial, em &#8216;Timor&#8217;, um hino de esperança, liberdade e solidariedade que acompanhou a luta de um povo e marcou profundamente a consciência de tantos portugueses&#8221;, destacou o PS em comunicado.</p>
<p>Na nota, o PS evocou a obra de Luís Represas &#8220;com gratidão e respeito&#8221;, esperando que a &#8220;sua voz e a sua música continuem a inspirar as gerações futuras&#8221;.</p>
<p>O cantor Luís Represas, que integrava os Trovante, morreu hoje aos 69 anos vítima de doença prolongada, de acordo com a agência que o representava.</p>
<p>Luís Represas comemorava este ano os 50 anos de carreira, divididos entre os Trovante e a solo, tendo atuado em março com a banda no Meo Arena, em Lisboa, e no Pavilhão Rosa Mota, no Porto.</p>
<p>Em 2005 foi distinguido pelo Estado Português com a Ordem de Mérito &#8211; grau de Comendador.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792306]]></sapo:autor>
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		<title>Óbito/Luis Represas: Seguro lamenta morte de uma das maiores referências musicais do país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 08:32:18 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro, Luís Montenegro, lamentou a morte de Luís Represas, hoje aos 69 anos, considerando o cantor como uma das maiores referências musicais do país, cujo óbito representa "uma grande perda".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro, Luís Montenegro, lamentou a morte de Luís Represas, hoje aos 69 anos, considerando o cantor como uma das maiores referências musicais do país, cujo óbito representa &#8220;uma grande perda&#8221;.</p>
<p>&#8220;Luís Represas é uma das nossas maiores referências musicais. A sua partida é uma perda para o país e para a nossa cultura, mas o seu legado permanecerá tão contagiante como numa vida cheia de &#8220;sede de infinito&#8230; e dizê-lo cantando a toda a gente&#8221;, escreveu o primeiro-ministro nas suas redes sociais.</p>
<p>Luis Montenegro apresenta as suas &#8220;mais sentidas condolências&#8221;, à &#8220;família, aos amigos e a todos os que foram tocados pela sua obra&#8221;.</p>
<p>O cantor Luís Represas, que integrava os Trovante, morreu hoje aos 69 anos vítima de doença prolongada, de acordo com a agência que o representava.</p>
<p>O cantor comemorava este ano os 50 anos de carreira, divididos entre os Trovante e a solo, tendo atuado em março com a banda no Meo Arena, em Lisboa, e no Pavilhão Rosa Mota, no Porto.</p>
<p>Em 2005 foi distinguido pelo Estado Português com a Ordem de Mérito &#8211; grau de Comendador.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792305]]></sapo:autor>
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		<title>Lusíadas Saúde reforça aposta na inovação clínica com novas terapêuticas para a Doença de Alzheimer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 08:29:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Grupo Lusíadas Saúde está a reforçar a sua aposta na inovação clínica e na medicina personalizada, acompanhando a evolução das terapêuticas para doenças neurológicas e neurodegenerativas. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Grupo Lusíadas Saúde está a reforçar a sua aposta na inovação clínica e na medicina personalizada, acompanhando a evolução das terapêuticas para doenças neurológicas e neurodegenerativas. Um dos exemplos desta estratégia é o trabalho desenvolvido pelo Hospital Lusíadas Alfragide na área da Doença de Alzheimer, nomeadamente na avaliação e integração das novas terapêuticas modificadoras da doença na prática clínica.</p>
<p>No âmbito do Dia Mundial do Cérebro, que se assinala esta quarta-feira, 22 de julho, a unidade hospitalar promoveu uma reunião científica dedicada a estas novas opções terapêuticas, que reuniu dezenas de médicos e outros profissionais de saúde. O encontro, realizado a 16 de julho, teve como objetivo analisar a evidência científica mais recente e discutir os desafios associados à aplicação destas terapêuticas.</p>
<p>A iniciativa insere-se numa estratégia mais abrangente do Grupo Lusíadas Saúde, que passa pelo investimento contínuo na atualização das suas equipas, na formação dos profissionais e na adoção de abordagens terapêuticas suportadas pela mais recente evidência científica.</p>
<p>&#8220;As novas terapêuticas reforçam a importância do diagnóstico precoce, da referenciação atempada e de uma avaliação multidisciplinar rigorosa para identificar os doentes que poderão beneficiar destas opções&#8221;, afirma Carolina Pires, Coordenadora de Neurologia do Hospital Lusíadas Alfragide.</p>
<p>As terapêuticas modificadoras da Doença de Alzheimer representam uma evolução face às abordagens tradicionais, ao procurarem atuar sobre mecanismos biológicos associados à progressão da doença. Contudo, destinam-se apenas a um grupo específico de doentes em fases iniciais da doença, sendo necessária uma avaliação clínica e cognitiva rigorosa para determinar a sua elegibilidade.</p>
<p>A resposta do Hospital Lusíadas Alfragide assenta numa lógica multidisciplinar, envolvendo áreas como Neurologia, Medicina Física e de Reabilitação, Neuropsicologia, Neurorradiologia, Psiquiatria e Nutrição. O objetivo é assegurar uma avaliação integrada dos doentes, desenvolver planos terapêuticos personalizados e garantir um acompanhamento continuado.</p>
<p>A aposta na área das Neurociências surge num contexto de crescente pressão sobre os sistemas de saúde. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 57 milhões de pessoas vivem atualmente com demência em todo o mundo, sendo que a Doença de Alzheimer representa entre 60% e 70% dos casos. O envelhecimento da população deverá contribuir para o aumento da prevalência destas doenças nas próximas décadas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792302]]></sapo:autor>
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		<title>Fundo de Emergência Habitacional vai excluir inquilinos despejados por danos nas habitações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 08:24:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O novo Fundo de Emergência Habitacional (FEH) não abrangerá todos os inquilinos alvo de despejo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O novo Fundo de Emergência Habitacional (FEH) não abrangerá todos os inquilinos alvo de despejo. O Governo definiu que os arrendatários cujo despejo resulte de danos provocados na habitação, incluindo situações de utilização danosa do imóvel ou atos de vandalismo, ficarão excluídos deste mecanismo de apoio, mesmo que atravessem dificuldades financeiras. Além disso, também não terão acesso ao fundo as famílias que disponham de outra habitação, própria ou arrendada, no mesmo concelho ou em concelhos limítrofes, reforçando os critérios de elegibilidade para beneficiar da medida.</p>
<p>Segundo avança o <a href="https://www.jornaldenegocios.pt/economia/detalhe/inquilinos-que-provoquem-danos-na-casa-sem-direito-ao-fundo-de-emergencia" target="_blank" rel="noopener">Negócios</a>, o esclarecimento foi prestado pelo Ministério das Infraestruturas e da Habitação (MIH), que explica que a atribuição do subsídio será automática, bem como a verificação da incapacidade financeira dos candidatos. No entanto, os critérios concretos para avaliar essa insuficiência económica ainda não são conhecidos, uma vez que serão definidos posteriormente através de uma portaria. O FEH foi aprovado há duas semanas em Conselho de Ministros, integrado num pacote legislativo que inclui alterações ao Novo Regime do Arrendamento Urbano (NRAU) e às regras dos processos de despejo. O objetivo é apoiar o realojamento de famílias despejadas, quer por decisão judicial quer através do Balcão do Arrendatário e do Senhorio, assegurando um apoio correspondente a um Indexante dos Apoios Sociais (IAS) para despesas de alojamento ou realojamento, até ao limite de 2.300 euros por mês, durante um período máximo de seis meses consecutivos. O mecanismo abrangerá igualmente vítimas de violência doméstica.</p>
<p>O Ministério esclarece que, nos casos de despejo, ficam excluídas todas as situações em que a resolução do contrato resulte de danos causados pelo arrendatário no imóvel. Paralelamente, será aplicada uma regra semelhante à já utilizada na atribuição de habitação com renda apoiada: o beneficiário não poderá possuir ou arrendar outra casa em condições de habitabilidade no mesmo concelho ou nos concelhos vizinhos. Ainda assim, o Governo admite que os detalhes desta norma, incluindo eventuais exceções, continuam por definir. A gestão do Fundo de Emergência Habitacional ficará a cargo do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU), com a colaboração da Segurança Social, da Entidade do Tesouro e Finanças, da Autoridade Tributária e da Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género, sendo os apoios atribuídos com base na documentação apresentada pelos requerentes, sem prejuízo de fiscalização posterior.</p>
<p>O novo fundo surge em paralelo com outras alterações ao regime do arrendamento destinadas a acelerar os processos de despejo. Entre as principais mudanças está a redução do prazo de incumprimento necessário para o senhorio resolver o contrato, passando de três para dois meses de mora no pagamento da renda, encargos ou outras despesas. O Executivo pretende igualmente reduzir de quatro para três atrasos superiores a oito dias no pagamento da renda, num período de 12 meses, para fundamentar a resolução do contrato, bem como de quatro atrasos num período de 18 meses. O pacote prevê ainda o alargamento da garantia de pagamento de rendas pelo Estado durante os processos de despejo, passando esta a abranger também as rendas vencidas quando o prazo de oposição fica suspenso devido a um pedido de apoio judiciário apresentado pelo arrendatário.</p>
<p>A criação do Fundo de Emergência Habitacional estava prevista desde 2024, após a aprovação de uma proposta do Livre no Orçamento do Estado, mas a sua implementação foi sucessivamente adiada. Ao apresentar o novo pacote legislativo, o ministro das Infraestruturas e da Habitação, Miguel Pinto Luz, recordou que &#8220;os que não pagam são apenas 0,8%&#8221; dos arrendatários. O Governo pretende também reforçar a utilização da garantia estatal de pagamento de rendas, um mecanismo criado em 2023 no âmbito do programa Mais Habitação que, segundo dados do ministério, foi acionado apenas 37 vezes em três anos, apesar de permitir ao Estado assumir temporariamente o pagamento das rendas durante determinados processos de despejo, recuperando posteriormente esses valores junto do arrendatário, se necessário.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792292]]></sapo:autor>
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		<title>Geógrafo exorta Governo a &#8220;arrumar a casa&#8221; dos planos de ordenamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 08:24:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um especialista em ordenamento do território exortou o Governo a arrumar a casa dos diversos planos existentes, sustentando, por um lado, as faltas e os atrasos e, por outro, a ausência de normas que deviam ser obrigatórias.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um especialista em ordenamento do território exortou o Governo a arrumar a casa dos diversos planos existentes, sustentando, por um lado, as faltas e os atrasos e, por outro, a ausência de normas que deviam ser obrigatórias.</p>
<p>&#8220;É uma confusão, porque há de tudo, há planos a mais, planos a menos, planos ultrapassados, muito antigos, que não servem, outros que não dizem o que deviam dizer e planos que estão em falta. É preciso arrumar a casa e há uma enorme responsabilidade dos governos em exercício, são eles que tomam decisões&#8221;, disse à agência Lusa o geógrafo João Ferrão.</p>
<p>O doutorado em Geografia Humana pela Universidade de Lisboa e antigo investigador coordenador do Instituto de Ciências Sociais da mesma instituição, revelou que a sua causa de vida &#8220;é o cuidado pelo território&#8221;, mas, nos últimos anos, em termos políticos e sociais, o tema do ordenamento territorial &#8220;tem perdido centralidade&#8221;, lamentou.</p>
<p>&#8220;Só é invocado quando há situações muito particulares, como os incêndios, ou inundações. Na semana a seguir já ninguém se lembra do ordenamento do território, porque para a maior parte dos cidadãos, das pessoas e dos agentes económicos, o ordenamento do território é visto como um entrave&#8221;, argumentou João Ferrão.</p>
<p>O também ex-secretário de Estado do Ordenamento do Território e das Cidades (entre 2005 e 2009) notou que há planos que estão em falta, como &#8220;o de ordenamento costeiro do Algarve, que é fundamental e da responsabilidade do Governo. Não existe&#8221;, vincou.</p>
<p>Já na questão climática, João Ferrão notou que a legislação em vigor prevê a elaboração de planos regionais e municipais.</p>
<p>&#8220;Dois terços dos municipais estão feitos, dos regionais não está nenhum feito. Quem é que está a falhar? Claramente o Estado central e as entidades que lhe estão subordinadas. Se estou num município não deveria ter um enquadramento regional, para depois definir as regras para o meu município? Está tudo mal&#8221;, enfatizou.</p>
<p>A propósito dos Planos Regionais de Ação Climática, João Ferrão contou a história de um cidadão de Valença (no distrito de Viana do Castelo) que, no ano passado, apresentou uma queixa em tribunal contra a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDRN) por esta não ter elaborado, dentro do prazo estabelecido de dois anos, aquele plano.</p>
<p>&#8220;E o tribunal deu-lhe razão e intimou a CCDRN a fazer o Plano Regional de Ação Climática&#8221;, frisou.</p>
<p>Com efeito, na sentença de setembro de 2025, consultada pela Lusa, o Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga, deu como provado que a CCDRN, em fevereiro de 2024, &#8220;não tinha procedido à elaboração do plano regional de ação climática&#8221;, em 24 meses, conforme determinava a Lei de Bases do Clima (de fevereiro de 2022).</p>
<p>&#8220;Condena-se o réu a adotar as condutas necessárias tendo em vista a elaboração do plano regional de ação climática&#8221;, sublinhou, na altura, o tribunal.</p>
<p>João Ferrão classificou de &#8220;extraordinário ser um tribunal a dizer ao Estado que tem de elaborar um plano que é da sua responsabilidade&#8221;.</p>
<p>&#8220;Quem está em falta é o Estado, mas é o mundo e o país em que vivemos. O mesmo governo que legislou, que definiu prazos, depois vê a administração que lhe está subordinada, não só não cumprir o prazo, como já deixou passar mais de dois anos para além do prazo&#8221;, vincou.</p>
<p>Dez meses depois desta decisão judicial, a CCDRN lançou finalmente, há duas semanas, o concurso público internacional para elaboração do Plano Regional de Ação Climática do Norte, que inclui o Roteiro Regional para a Neutralidade Carbónica 2050, com um valor base de 373 mil euros e prazo de execução de 15 meses.</p>
<p>Já os Planos Regionais de Ordenamento do Território (PROT) deveriam, na opinião do geógrafo, servir de orientação aos municípios, através de normas que, revelou, acabaram retiradas dos documentos finais.</p>
<p>&#8220;Em março foram aprovados o do Norte e o do Centro, mas o governo fez uma coisa extraordinária, retirar tudo quanto eram normas. Por exemplo, na região Centro, o documento que foi para debate público, tinha lá normas, normas gerais e algumas específicas, que eram muito importantes para, depois, os municípios saberem em que quadro estratégico e normativo devem desenvolver a sua atividade. Mas retiraram isso&#8221;, reforçou.</p>
<p>Por outro lado, citando dados da Direção-Geral do Território, João Ferrão afirmou que há Planos Diretores Municipais (PDM) &#8220;com mais de 20 anos. Existem, mas servem de muito pouco&#8221;, observou.</p>
<p>&#8220;Também sabemos que a elaboração dos planos é muito complexa, muito lenta. A duração média dos procedimentos de revisão dos PDM é de 11 anos&#8221;, adiantou o especialista.</p>
<p>No entanto, João Ferrão destacou &#8220;um exemplo recente, muito positivo&#8221; &#8211; a segunda revisão do PDM da Maia, no distrito do Porto: &#8220;foi muito participado, e sendo muito participado é mais lento, mas é um caso interessante. Demorou seis anos, mesmo assim demorou metade do tempo médio&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792300]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ministério da Educação adjudica contrato de 701 mil euros a consultora em plena crise dos exames nacionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 08:13:37 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Educação, Ciência e Inovação celebrou um contrato no valor de 701.100 euros, IVA incluído, com a Deloitte Technology, numa altura marcada pelos problemas na digitalização, classificação e divulgação das notas dos exames nacionais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Educação, Ciência e Inovação celebrou um contrato no valor de 701.100 euros, IVA incluído, com a Deloitte Technology, numa altura marcada pelos problemas na digitalização, classificação e divulgação das notas dos exames nacionais. O acordo foi assinado a 9 de julho entre a Agência para a Gestão do Sistema Educativo (AGSE) e a consultora, tendo sido publicado no portal da contratação pública a 17 de julho, precisamente o dia em que as classificações dos exames nacionais foram divulgadas com atrasos e erros.</p>
<p>Segundo avança o <a href="https://www.cmjornal.pt/politica/detalhe/ministerio-da-educacao-contrata-consultora-por-701-mil-euros-no-meio-do-caos-dos-exames" target="_blank" rel="noopener">Correio da Manhã (CM)</a>, o Ministério da Educação garante que este contrato não está relacionado com o apoio técnico que a Deloitte presta ao Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (EduQA) para resolver os problemas associados ao processo de digitalização e classificação eletrónica das provas finais e exames nacionais. Em resposta às questões colocadas, o ministério afirma que &#8220;este contrato não diz respeito à ajuda técnica que a Deloitte está a prestar ao Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (EduQA) no âmbito da resolução dos problemas relacionados com o processo de digitalização e classificação eletrónica das provas finais e exames nacionais&#8221;, acrescentando que &#8220;este contrato diz respeito à gestão de projetos no âmbito da AGSE, entidade distinta do EduQA&#8221;. Ainda assim, continua por revelar o valor e os detalhes do contrato de urgência celebrado entre o EduQA e a Deloitte para apoiar a resolução dos problemas que afetaram os exames.</p>
<p>O contrato agora conhecido tem uma duração inicial de um ano, podendo ser renovado por períodos sucessivos até ao limite de três anos. O seu objeto consiste na aquisição de serviços de &#8220;PMO – Project Management Officer&#8221;, ao abrigo do acordo-quadro da Entidade de Serviços Partilhados da Administração Pública (ESPAP) para consultadoria em tecnologias de informação e comunicação. O documento estabelece ainda que os serviços deverão decorrer nas entidades tuteladas pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação e determina caráter de urgência, estipulando que &#8220;a prestação de serviços deve ser iniciada no prazo máximo de 5 dias úteis&#8221; após a assinatura do contrato, ocorrida a 9 de julho. Três dias antes da formalização do acordo, o ministro da Educação, Fernando Alexandre, já tinha anunciado que &#8220;a equipa da Deloitte entrou para apoiar o processo e, neste momento, está a fazer um acompanhamento global do processo&#8221;, sem divulgar, contudo, quaisquer dados sobre a contratação.</p>
<p>A AGSE já tinha recorrido anteriormente à mesma consultora. Em 4 de março, cerca de quatro meses antes deste novo acordo, celebrou outro contrato com a Deloitte Technology no valor aproximado de 1,5 milhões de euros, também ao abrigo do mesmo acordo-quadro da ESPAP. Paralelamente, o EduQA confirmou ao CM que celebrou um contrato de urgência por ajuste direto com a Deloitte, justificando a decisão com a necessidade de &#8220;ter um apoio de maior amplitude&#8221;, mas sem divulgar o montante envolvido nem a data em que esse contrato foi assinado.</p>
<p>A polémica surge num momento em que persistem dúvidas em torno da gestão da época de exames nacionais. O ministro prometeu divulgar detalhes sobre a época especial de exames de setembro, mas, até ao fecho da edição citada, essas informações ainda não tinham sido apresentadas. Entretanto, o atraso no arranque do concurso nacional de acesso ao ensino superior também teve impacto nos primeiros números do processo: segundo o CM, no primeiro dia foram submetidas apenas 304 candidaturas, um contraste significativo com as 10.183 registadas no primeiro dia do concurso do ano anterior.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792291]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bolsas europeias em alta focadas nos resultados empresariais, BCE e Médio Oriente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 08:04:54 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As principais bolsas europeias abriram hoje em alta, focadas nos resultados empresariais, na reunião do BCE, que previsivelmente na quinta-feira decidirá manter as taxas diretoras, e na guerra do Irão com o petróleo em alta.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As principais bolsas europeias abriram hoje em alta, focadas nos resultados empresariais, na reunião do BCE, que previsivelmente na quinta-feira decidirá manter as taxas diretoras, e na guerra do Irão com o petróleo em alta.</p>
<p>Às 08:45 em Lisboa, o EuroStoxx 600 estava a descer 0,14% para 642,28 pontos.</p>
<p>As bolsas de Londres, Paris e Frankfurt avançavam 0,05%, 0,19% e 0,09%, bem como a de Milão, que subia 0,17%.</p>
<p>Madrid era a exceção, já que descia 0,12%.</p>
<p>A bolsa de Lisboa mantinha a tendência de alta da abertura, com o principal índice, o PSI, a subir 0,74% para 9.239,09 pontos.</p>
<p>O euro valoriza-se 0,14% face ao dólar e está a ser trocado a 1,1415 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt.</p>
<p>O mercado presta especial atenção à apresentação de resultados empresariais, entre os quais se destacam hoje em Espanha os do Banco Santander, que obteve um lucro atribuído de 8.973 milhões de euros no melhor primeiro semestre de sua história, mais 31% do que no mesmo período de 2025, que incluem uma mais-valia de 1.895 milhões pela venda da filial na Polónia.</p>
<p>Em Espanha, também foi divulgado que a Enagás obteve um lucro líquido de 118,6 milhões de euros entre janeiro e junho, o que representa uma queda de 8,6% em relação ao mesmo período de 2025, que a empresa atribui ao impacto negativo do atual marco regulatório, que provocou uma redução de 30 milhões de euros nas receitas.</p>
<p>As bolsas também estão atentas ao início da reunião do BCE, que com quase toda a probabilidade na quinta-feira decidirá que as taxas de juro se mantenham em 2,25% depois do aumento de 25 pontos base aprovado na anterior reunião, de junho, enquanto os analistas consideram que seguramente haverá um novo aumento na próxima, em setembro.</p>
<p>Outro ponto de interesse para os mercados nesta sessão continua a ser a situação de incerteza no Médio Oriente, depois da décima primeira noite consecutiva de ataques dos EUA contra o Irão, que leva o preço do barril de Brent a subir mais de 2,6% para mais de 93 dólares.</p>
<p>O preço do petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em setembro, sobe 2,68% para 93,42 dólares, e o do West Texas Intermediate (WTI), para entrega também em setembro, de referência nos Estados Unidos da América (EUA), avança 2,63% para 86,56 dólares.</p>
<p>No mesmo sentido, o gás natural para entrega em agosto no mercado TFF dos Países Baixos, referência na Europa, sobe 1,85% para 60,765 euros por megawatt-hora (MWh).</p>
<p>A Bolsa de Nova York fechou na terça-feira com avanços de 0,74% para o Dow Jones e de 1,29% para o Nasdaq, enquanto os futuros apontam para quedas dos dois índices.</p>
<p>O preço do ouro também regista um avanço de 0,99% e a onça supera os 4.100 dólares, designadamente para 4.117,37 dólares, enquanto a onça de prata sobe 0,85% para 59,2930 dólares.</p>
<p>No mercado da dívida, a rentabilidade do título alemão a 10 anos continuava a subir, designadamente para 3,175%, depois de ter fechado em 3,163% na sessão anterior.</p>
<p>A bitcoin desce 0,83% para 65.832,10 dólares.</p>
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		<title>Sondagem: Quase 90% dos portugueses querem que o Governo obrigue as petrolíferas a baixar os preços dos combustíveis</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 07:55:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A larga maioria dos portugueses considera que o Governo deve intervir diretamente para travar o aumento dos preços dos combustíveis, obrigando as petrolíferas a reduzir os valores praticados nas bombas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A larga maioria dos portugueses considera que o Governo deve intervir diretamente para travar o aumento dos preços dos combustíveis, obrigando as petrolíferas a reduzir os valores praticados nas bombas. A subida registada desde o início da guerra no Irão continua a gerar preocupação entre os consumidores, mas, apesar do impacto no orçamento das famílias, o aumento dos custos com o gasóleo e a gasolina ainda não convenceu a maioria dos automobilistas a trocar os veículos com motor de combustão por automóveis elétricos.</p>
<p>De acordo com um barómetro da Intercampus, divulgado pelo <a href="https://www.jornaldenegocios.pt/economia/conjuntura/detalhe/barometro-esmagadora-maioria-quer-que-governo-obrigue-petroliferas-a-baixar-precos" target="_blank" rel="noopener">Negócios</a>, em parceria com o Correio da Manhã, a CMTV e a Now, quase 90% dos inquiridos defendem que o Executivo deveria obrigar as operadoras petrolíferas a baixar os preços dos combustíveis. Em sentido contrário, apenas 7% consideram que o Governo não deve intervir no mercado, enquanto pouco mais de 6% afirmam não saber ou preferem não responder. Desde o início da guerra no Irão e do bloqueio do estreito de Ormuz, o preço médio do gasóleo simples aumentou cerca de 20%, enquanto a gasolina simples 95 registou uma subida próxima dos 16%, aproximando ambos os combustíveis da fasquia dos dois euros por litro.</p>
<p>Apesar da pressão sobre os preços, o Governo tem mantido apenas o mecanismo de desconto no Imposto sobre os Produtos Petrolíferos (ISP), recusando uma intervenção direta na formação dos preços. Na audição parlamentar realizada na semana anterior, o ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, afirmou que &#8220;relativamente à formação dos preços, há um regulador do setor, há uma Autoridade da Concorrência, e é a essas entidades que compete, naturalmente, avaliar se há ou não qualquer distorção no mercado&#8221;. Paralelamente, a ministra do Ambiente e Energia solicitou à Entidade Nacional para o Setor Energético (ENSE) uma análise à evolução recente dos preços dos combustíveis.</p>
<p>O estudo procurou igualmente perceber se o aumento dos preços estaria a incentivar a mudança para veículos elétricos. Os resultados mostram uma sociedade dividida, embora com ligeira maioria a considerar que essa transição é uma necessidade. 45% dos inquiridos defendem que a mudança para um automóvel elétrico é necessária, enquanto 42% entendem que não. Entre aqueles que admitem essa necessidade, o preço elevado dos veículos surge como o principal obstáculo, apontado por 68% dos participantes, seguindo-se a reduzida autonomia. Em contrapartida, apenas 12% identificam a falta de postos de carregamento como a principal barreira, levando a Intercampus a concluir que &#8220;a questão dos postos de carregamento não é importante, porventura porque, precisamente, os portugueses ainda não começaram a pensar seriamente em adquirir este tipo de carros&#8221;.</p>
<p>O barómetro analisou ainda a perceção dos portugueses sobre quem mais beneficiou com a guerra no Irão. 42% dos inquiridos consideram que os Estados Unidos são o principal beneficiário do conflito, seguidos por Israel, escolhido por 20%, e pelo próprio Irão, apontado por 12%. Mais de um quarto dos participantes respondeu que não sabia ou preferiu não responder, um resultado que, segundo a leitura da Intercampus, revela algum desconhecimento sobre os efeitos geopolíticos da guerra.</p>
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