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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Fri, 17 Jul 2026 04:30:18 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Guterres alerta contra controlo da IA por &#8220;um punhado de países ou empresas&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 04:30:18 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral da ONU, António Guterres, apelou hoje para que não se permita a "um punhado de países ou empresas" controlar o futuro da inteligência artificial (IA), sublinhando que deve ser a humanidade a "moldar" essa tecnologia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário-geral da ONU, António Guterres, apelou hoje para que não se permita a &#8220;um punhado de países ou empresas&#8221; controlar o futuro da inteligência artificial (IA), sublinhando que deve ser a humanidade a &#8220;moldar&#8221; essa tecnologia.</P><br />
<P>O dirigente português fez este apelo durante um discurso na inauguração da Conferência Mundial de Inteligência Artificial (WAIC, na sigla em inglês), o principal evento deste setor emergente na China, que decorre até segunda-feira em Xangai.</P><br />
<P>&#8220;A IA pode ser uma das maiores oportunidades para a humanidade no século XXI, mas também poderá ser um dos seus maiores riscos. (&#8230;) A tecnologia deve estar ao serviço das pessoas e não o contrário&#8221;, advertiu Guterres.</P><br />
<P>Na sua perspetiva, os riscos concentram-se na ameaça de &#8220;desigualdades ainda maiores&#8221; em matéria de rendimento, oportunidades ou segurança: &#8220;Não podemos permitir que isso aconteça. O desafio que enfrentamos é garantir que a IA se torne uma força para maior inclusão e para o progresso comum&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Um terço da humanidade continua desconectada. Muitos países ainda enfrentam lacunas de conectividade, infraestrutura e acesso à energia. A capacidade de computação, os recursos de dados e os conhecimentos técnicos permanecem concentrados&#8221;, detalhou o representante da ONU.</P><br />
<P>Neste sentido, Guterres pediu &#8220;apoio total&#8221; aos líderes presentes para iniciativas da ONU, como uma rede global de intercâmbio e cooperação na construção de capacidades em IA ou um fundo global para essa tecnologia.</P><br />
<P>O objetivo do português é que a tecnologia &#8220;seja construída com países em desenvolvimento para países em desenvolvimento&#8221;. &#8220;Isso significa modelos abertos que os países possam adotar, capacidade de computação que possam suportar e formação para as pessoas que a irão utilizar&#8221;, explicou.</P><br />
<P>O secretário-geral da ONU manifestou esperança de que a IA seja uma ferramenta essencial para os objetivos de desenvolvimento sustentável, ao &#8220;acelerar os avanços médicos, transformar a educação, reforçar os sistemas alimentares e a produtividade agrícola ou impulsionar novas indústrias e criar empregos dignos&#8221;.</P><br />
<P>Ainda assim, defendeu a necessidade de regular a segurança desta tecnologia: &#8220;Os sistemas que atravessam fronteiras precisam de normas que atravessem fronteiras&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Precisamos de uma governação inclusiva, interligada e enraizada no direito internacional. Os direitos humanos devem ser protegidos. Os humanos devem manter o controlo sobre qualquer decisão de vida ou morte. E nenhum sistema de IA deve ser colocado nas mãos de uma criança antes de se demonstrar que é seguro&#8221;, enumerou.</P><br />
<P>Por fim, Guterres abordou a crescente procura energética derivada do avanço da IA, exigindo que &#8220;todas as grandes empresas de IA revelem a pegada ambiental completa dos seus sistemas e que os alimentem com energias renováveis antes de 2030&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790470]]></sapo:autor>
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		<title>Xi Jinping pede governação global da IA e rejeita domínio de um só país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 04:14:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente chinês, Xi Jinping, defendeu hoje que a inteligência artificial não deve ser dominada por um único país e apelou ao reforço da cooperação internacional na governação desta tecnologia, na abertura da Conferência Mundial de Inteligência Artificial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente chinês, Xi Jinping, defendeu hoje que a inteligência artificial não deve ser dominada por um único país e apelou ao reforço da cooperação internacional na governação desta tecnologia, na abertura da Conferência Mundial de Inteligência Artificial.</P><br />
<P>Na sessão de abertura da Conferência Mundial de Inteligência Artificial (WAIC, na sigla em inglês), em Xangai, Xi afirmou que &#8220;o desenvolvimento da IA não deve ser um espetáculo a solo de um único país, mas uma sinfonia de cooperação internacional&#8221;.</P><br />
<P>O chefe de Estado chinês acrescentou que os países devem &#8220;opor-se conjuntamente ao alargamento excessivo do conceito de segurança nacional no domínio da IA ou à colocação da segurança de um país acima da dos restantes&#8221;.</P><br />
<P>As declarações surgem num contexto de crescente competição entre Pequim e Washington pela liderança em inteligência artificial. </P><br />
<P>Os Estados Unidos e a União Europeia impuseram restrições à exportação de tecnologias avançadas para a China por motivos de segurança nacional, enquanto empresas chinesas têm reduzido a distância relativamente às congéneres norte-americanas no desenvolvimento de modelos de IA, apostando em soluções de menor custo.</P><br />
<P>Xi defendeu igualmente a criação de leis e regulamentos, mecanismos de supervisão tecnológica, sistemas de alerta precoce e resposta de emergência para garantir que &#8220;a IA permaneça sempre sob controlo humano&#8221;, reiterando a necessidade de uma abordagem &#8220;centrada nas pessoas&#8221;.</P><br />
<P>Na véspera, representantes de 29 países, incluindo a Rússia, o Paquistão e a Indonésia, assinaram, também em Xangai, o acordo que cria a Organização Mundial de Cooperação em Inteligência Artificial (Waico, na sigla em inglês), um organismo intergovernamental promovido por Pequim para reforçar a cooperação internacional e a governação global da IA.</P><br />
<P>Com sede em Xangai, a nova organização pretende promover a consulta e a colaboração entre os Estados-membros para assegurar um desenvolvimento &#8220;saudável e ordenado&#8221; da inteligência artificial.</P><br />
<P>A conferência, que decorre durante quatro dias, reúne mais de mil empresas chinesas de tecnologia, além de responsáveis políticos, investigadores e representantes da indústria.</P><br />
<P>Entre os participantes encontram-se o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, o primeiro-ministro do Camboja, Hun Manet, e o vice-primeiro-ministro da Tailândia, Anutin Charnvirakul.</P><br />
<P>Durante o evento serão apresentados cerca de 3.000 produtos ligados à inteligência artificial, incluindo novos sistemas de computação, semicondutores especializados, agentes autónomos de IA e dispositivos móveis equipados com aplicações capazes de executar tarefas sem intervenção humana.</P><br />
<P>A IA tornou-se um dos pilares da estratégia industrial chinesa, apoiada por fortes investimentos estatais para desenvolver um ecossistema nacional, desde a produção de semicondutores até às aplicações comerciais.</P><br />
<P>Segundo dados oficiais chineses, o mercado nacional de inteligência artificial atingiu 1,2 biliões de yuan (154 mil milhões de euros) em 2025 e deverá crescer mais de 30% este ano.</P><br />
<P>A Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI) indicou que a China liderou o número de pedidos de patentes relacionadas com IA generativa entre 2024 e 2025, com mais de 43.000 registos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790469]]></sapo:autor>
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		<title>Exames: Milhares de alunos esperam receber hoje as notas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 04:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Milhares de alunos do ensino secundário aguardam hoje pela divulgação das notas dos exames nacionais, mas a afixação das pautas depende da classificação de todas as provas, um processo marcado por atrasos, problemas técnicos e falta de classificadores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Milhares de alunos do ensino secundário aguardam hoje pela divulgação das notas dos exames nacionais, mas a afixação das pautas depende da classificação de todas as provas, um processo marcado por atrasos, problemas técnicos e falta de classificadores.</P><br />
<P>A possibilidade de as pautas não serem afixadas durante o dia de hoje chegou a ser admitida pelo ministro da Educação na véspera, quando faltavam avaliar 0,5% das respostas, mas Fernando Alexandre acabou por se mostrar confiante de que seriam afixadas durante a tarde de hoje.</P><br />
<P>&#8220;Tivemos uma excelente recetividade [dos professores], as avaliações estão a decorrer e estamos muito confiantes que amanhã [sexta-feira] à tarde publicaremos as notas de todas as disciplinas&#8221;, declarou aos jornalistas no final do debate sobre o estado da nação.</P><br />
<P>No dia em que centenas de milhares de alunos esperam ver afixados os seus resultados, o ministro da Educação estará no parlamento, para um debate de urgência, requerido pelo PCP, sobre os exames nacionais. </P><br />
<P>Com mais de 300 mil provas realizadas em papel, a implementação do processo de classificação digital, que acontece pela primeira vez, implicou a digitalização de milhões de folhas de resposta, posteriormente distribuídas pelos professores para classificação.</P><br />
<P>Os problemas começaram a surgir, desde logo, com o exame de Português &#8212; o primeiro realizado pelos alunos &#8212; que tardou a chegar aos classificadores por &#8220;dificuldades técnicas&#8221;, segundo o Júri Nacional de Exames (JNE).</P><br />
<P>Aos primeiros atrasos na disponibilização das provas, seguiram-se relatos de folhas mal digitalizadas, respostas incompletas por falta de folhas de continuação e dificuldades na plataforma de classificação.</P><br />
<P>&#8220;[As dificuldades] estão a ser resolvidas, nós continuamos dentro dos prazos previstos&#8221;, afirmou o ministro da Educação, Ciência e Inovação no dia 29 de junho, seis dias após o arranque do processo de classificação.</P><br />
<P>Na mesma semana, o Governo acabou por anunciar o adiamento da divulgação dos resultados, de 14 para 17 de julho.</P><br />
<P>De acordo com o novo calendário, os professores teriam até às 23:59 do dia 14 de julho para classificar os exames nacionais &#8212; mais quatro dias do que inicialmente previsto &#8211;, mas, a poucas horas do fim do prazo, o Ministério prolongou-o por mais 24 horas.</P><br />
<P>Na altura, o Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) garantiu que o prolongamento do prazo não punha em causa a afixação das pautas, mas na quinta-feira ainda havia provas por classificar.</P><br />
<P>&#8220;Estamos com dificuldades em conseguir que haja professores classificadores para algumas provas&#8221;, disse Fernando Alexandre na quinta-feira, justificando o atraso na conclusão do processo.</P><br />
<P>Por outro lado, na reta final do processo, os docentes continuavam a receber novos itens para classificar, devido a falhas identificadas durante a verificação e validação do sistema.</P><br />
<P>Entre folhas de continuação com repostas e novas digitalizações, alguns professores tiveram mesmo de classificar itens que já tinham avaliado, merecendo, por isso, um pedido de desculpas por parte do ministro da Educação.</P><br />
<P>Depois da publicação das pautas, os alunos que queiram repetir a avaliação deverão inscrever-se na 2.ª fase, inicialmente prevista para começar a 16 de julho, mas que arranca apenas na tarde de 20 de julho e termina a 24 de julho, em vez de 22 de julho.</P><br />
<P>Poderão também pedir a reapreciação da prova, dispondo de dois dias úteis para formalizar o pedido, após receberem a cópia do exame.</P><br />
<P>Professores e diretores escolares admitem que este ano o número de pedidos possa aumentar, devido aos constrangimentos registados durante o processo de classificação.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790468]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Trump acusa Chavez e Maduro de terem tentado manipular eleições dos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 03:48:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente dos Estados Unidos alegou que documentos da Agência Central de Inteligência (CIA) indicam que os governos venezuelanos de Hugo Chávez e Nicolás Maduro tentaram manipular os resultados eleitorais do país entre 2004 e 2020.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente dos Estados Unidos alegou que documentos da Agência Central de Inteligência (CIA) indicam que os governos venezuelanos de Hugo Chávez e Nicolás Maduro tentaram manipular os resultados eleitorais do país entre 2004 e 2020.</P><br />
<P>&#8220;Existia um complô específico para favorecer enormemente o corrupto regime da Venezuela&#8221;, declarou na quinta-feira Donald Trump num discurso à nação em horário nobre, transmitido a partir da Casa Branca, centrado em alegadas vulnerabilidades do sistema eleitoral norte-americano.</P><br />
<P>De acordo com o chefe de Estado, a acusação assenta em documentos divulgados, na quinta-feira, pela Casa Branca, incluindo uma análise da CIA datada de 29 de junho, baseada em informação recolhida ao longo de quase duas décadas sobre a capacidade de Caracas para manipular eleições através de máquinas de voto eletrónico.</P><br />
<P>O relatório indica que a Venezuela tinha &#8220;provavelmente alguma capacidade&#8221; para manipular sistemas de votação eletrónica dentro do país, incluindo os da empresa britânica Smartmatic, da qual os Estados Unidos se desvincularam em 2007. </P><br />
<P>Contudo, o mesmo relatório sublinha não haver provas definitivas de fraude em larga escala e conclui que nem o Governo venezuelano nem o sistema de automatização de resultados da Smartmatic poderiam alterar eleições fora da Venezuela ou nos Estados Unidos.</P><br />
<P>O documento refere ainda que, antes das presidenciais de 2012, os serviços de inteligência de Chávez trabalharam com o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) e a Smartmatic para &#8220;manipular resultados usando máquinas de votação pré-programadas&#8221;.</P><br />
<P>A Smartmatic cessou operações na Venezuela em 2018, após acusar publicamente o executivo de Maduro de &#8220;inflacionar a participação em mais de um milhão de votos&#8221; nas legislativas de 2017, segundo o relatório da CIA.</P><br />
<P>O mesmo documento cita fontes não identificadas que apontam para um plano, em setembro de 2020, destinado a manipular as eleições para o Congresso dos Estados Unidos, através da substituição de votos legítimos por outros adulterados em máquinas virtuais, mantendo a aparência de autenticidade.</P><br />
<P>Apesar dessas alegações, o relatório sublinha que a &#8220;avaliação base da CIA sobre as eleições de 2012 continua a ser que não ocorreu fraude em larga escala&#8221; e que &#8220;o regime não teve de recorrer a fraude grave para vencer as eleições de dezembro de 2020 para o Congresso&#8221;.</P><br />
<P>Durante o mesmo discurso, Trump voltou a questionar a integridade eleitoral dos Estados Unidos a poucos meses das intercalares, acusando a China de interferir nas presidenciais de 2020 com o roubo de milhões de dados de eleitores, numa eleição que perdeu para Joe Biden e cuja derrota nunca reconheceu.</P><br />
<P>&#8220;Não há nenhum país do terceiro mundo que tenha umas eleições como as que temos nós&#8221;, afirmou o Presidente.</P><br />
<P>Como era esperado, Trump aproveitou a intervenção para pressionar membros do Senado a aprovarem uma lei eleitoral que exige identificação dos votantes e restringe significativamente o voto por correspondência. </P><br />
<P>O projeto encontra-se bloqueado no Senado, sem apoio consensual entre os próprios republicanos para enfrentar a oposição democrata.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790467]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>China lança organização internacional para governação da IA com 29 países</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 03:36:24 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A China lançou hoje uma organização internacional de cooperação em inteligência artificial (IA), com a participação inicial de 29 países, numa iniciativa que visa reforçar o papel de Pequim na governação global desta tecnologia emergente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A China lançou hoje uma organização internacional de cooperação em inteligência artificial (IA), com a participação inicial de 29 países, numa iniciativa que visa reforçar o papel de Pequim na governação global desta tecnologia emergente.</P><br />
<P>Segundo a agência noticiosa oficial chinesa Xinhua, os representantes dos 29 países assinaram, em Xangai (leste), o acordo que cria a Organização Mundial de Cooperação em Inteligência Artificial (Waico, na sigla em inglês), cuja sede ficará igualmente instalada naquela metrópole chinesa.</P><br />
<P>Entre os países fundadores figuram a Rússia, o Cazaquistão, o Laos, o Paquistão e a Indonésia. A Xinhua e o ministério dos Negócios Estrangeiros da China não divulgaram a lista completa dos participantes, mas a agência russa Sputnik indicou que o Brasil, Cuba e a Venezuela também estiveram representados.</P><br />
<P>O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, participou igualmente na cerimónia de assinatura e deverá discursar hoje na abertura da Conferência Mundial de Inteligência Artificial (WAIC, na sigla em inglês), o principal evento do setor na China.</P><br />
<P>Está também prevista uma intervenção do Presidente chinês, Xi Jinping, que discursará pela primeira vez neste fórum e poderá divulgar mais pormenores sobre o novo organismo.</P><br />
<P>Segundo o acordo fundador, a Waico defenderá os princípios da Carta das Nações Unidas, promoverá consultas alargadas, contribuições conjuntas e benefícios partilhados, adotando uma abordagem centrada nas pessoas.</P><br />
<P>A organização terá como objetivo promover a cooperação internacional e a governação global da IA, procurando assegurar que esta tecnologia seja &#8220;benéfica, segura e justa&#8221;, favorecendo um desenvolvimento &#8220;saudável e ordenado&#8221; em benefício de toda a humanidade, segundo a Xinhua.</P><br />
<P>No ano passado, o primeiro-ministro chinês, Li Qiang, propôs um plano de ação para a governação global da IA e avançou com a criação de um organismo internacional para coordenar os esforços multilaterais nesta área, embora até agora não tivessem sido divulgados detalhes concretos sobre a iniciativa.</P><br />
<P>Pequim considera a IA uma tecnologia estratégica e, além de preparar avultados investimentos para acelerar o seu desenvolvimento perante a rivalidade tecnológica com os Estados Unidos, tem aprovado regulamentos e iniciativas destinadas a enquadrar o impacto económico e social desta tecnologia.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790466]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Líder norte-coreano destaca &#8220;firme vontade&#8221; da China em desenvolver relações bilaterais</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 03:31:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O líder norte-coreano, Kim Jong-un, afirmou hoje que a visita do dirigente chinês Wang Huning demonstra a "firme vontade" de Pequim em desenvolver as relações de amizade e cooperação entre os dois países, informou a agência oficial KCNA.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O líder norte-coreano, Kim Jong-un, afirmou hoje que a visita do dirigente chinês Wang Huning demonstra a &#8220;firme vontade&#8221; de Pequim em desenvolver as relações de amizade e cooperação entre os dois países, informou a agência oficial KCNA.</P><br />
<P>O líder norte-coreano, Kim Jong-un, reuniu-se hoje com Wang Huning, principal ideólogo do Presidente chinês, Xi Jinping, numa visita que evidencia o reforço dos contactos entre Pyongyang e Pequim, num contexto de crescente aproximação estratégica entre os dois países.</P><br />
<P>Wang deslocou-se à Coreia do Norte para participar nas comemorações do Tratado de Amizade, Cooperação e Assistência Mútua, assinado em 1961 e considerado um dos pilares formais das relações bilaterais.</P><br />
<P>Segundo a KCNA, Kim afirmou que a visita de Wang, quarto na hierarquia do Comité Permanente do Politburo do Partido Comunista Chinês (PCC), demonstra &#8220;a firme vontade&#8221; de Pequim em desenvolver as &#8220;tradicionais relações de amizade e cooperação&#8221; entre os dois países.</P><br />
<P>A visita ocorre poucos dias depois da deslocação a Pequim do primeiro-ministro norte-coreano, Pak Thae-song, refletindo o reforço dos contactos entre os dois países na sequência da visita de Estado realizada por Xi à Coreia do Norte em junho, a primeira em sete anos.</P><br />
<P>Durante essa deslocação, a China manifestou disponibilidade para reforçar também os intercâmbios militares com Pyongyang, uma formulação que Seul classificou como inédita em declarações públicas. Os comunicados divulgados por Pequim e Pyongyang não fizeram qualquer referência à desnuclearização norte-coreana.</P><br />
<P>A aproximação sino-norte-coreana coincide ainda com o aprofundamento da cooperação entre Pyongyang e Moscovo, levando Pequim a reforçar os esforços para preservar a sua influência sobre o país vizinho.</P><br />
<P>A China continua a ser o principal parceiro político e económico da Coreia do Norte, partilhando uma fronteira com mais de 1.400 quilómetros e desempenhando um papel central no comércio bilateral e no fornecimento de alimentos e energia.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790465]]></sapo:autor>
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		<title>Maradona &#8220;estava em queda livre&#8221; antes da morte &#8211; secretário pessoal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 03:22:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O secretário pessoal de Diego Maradona declarou esta quinta-feira, no julgamento pela morte do ídolo argentino que, um mês antes do morrer, este estava "em queda livre" por problemas de saúde e consumo de álcool em excesso.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário pessoal de Diego Maradona declarou esta quinta-feira, no julgamento pela morte do ídolo argentino que, um mês antes do morrer, este estava &#8220;em queda livre&#8221; por problemas de saúde e consumo de álcool em excesso.</P><br />
<P>Maximiliano Pomargo integrava a equipa liderada pelo advogado e representante de Maradona, Matías Morla, responsável pelas questões pessoais, comerciais e legais da estrela do futebol (1960-2020), tendo começado a trabalhar como secretário pessoal em 2016.</P><br />
<P>Segundo explicou, tratava de tudo, &#8220;desde comprar um par de ténis, até falar com o presidente da FIFA&#8221;.</P><br />
<P>Questionado sobre o estado de saúde do ex-futebolista em outubro de 2020, um mês antes da morte, Pomargo respondeu que &#8220;Diego estava em queda livre&#8221;, dizendo que alertou o médico de família, Leopoldo Luque, para o consumo excessivo de álcool da antiga glória do Boca Juniors e do Napóles.</P><br />
<P>&#8220;Estava a beber muito. Não havia solução. Nesse mês chegou a discutir-se a hipótese de interná-lo à força, falava-se disso&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>O testemunho revelou contradições sobre o tratamento domiciliário a que Maradona foi submetido entre 11 e 25 de novembro de 2020, dia em que morreu. </P><br />
<P>Pomergo negou, inicialmente, ter influência nessa decisão, considerada crucial no desfecho fatal pela acusação, mas, confrontado com mensagens em sentido contrário, disse, posteriormente, que Maradona não queria ser internado e que ele &#8220;nunca teria feito nada contra a vontade de Diego&#8221;.</P><br />
<P>Pomargo disse desconhecer antecedentes cardíacos, mas admitiu saber dos problemas de saúde tornados públicos antes de integrar a equipa, embora não acreditasse nas notícias da imprensa.</P><br />
<P>O então secretário pessoal relatou ainda que, em agosto desse ano, exames médicos revelaram problemas no fígado, acrescentando que disse a &#8220;Luque para o assustar [a Maradona] com isso, para que deixasse de beber&#8221;.</P><br />
<P>Questionado pelo presidente do tribunal, Alberto Gaig, se apenas o vício do álcool tornava a saúde de Maradona frágil, este respondeu que as conversas sobre o estado do antigo jogador giravam sempre em torno desse aspeto.</P><br />
<P>Pomargo contou que, nos últimos dias de vida de Maradona, disse a Luque e à psiquiatra Agustina Cosachov, também acusada, que via o ex-jogador muito inchado e deprimido. </P><br />
<P>O secretário é uma das várias pessoas próximas de Maradona, incluindo filhas, que dias antes da morte notaram uma estranha inflamação.</P><br />
<P>&#8220;Quando avisei da inflamação, Luque disse-me que era porque Diego passava muito tempo deitado&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Maradona morreu de edema pulmonar agudo, tendo ainda uma insuficiência cardíaca crónica aguda, segundo a autópsia.</P><br />
<P>Além de Luque e Cosachov, também estão a ser julgados por homicídio simples com dolo eventual a coordenadora de cuidados domiciliários da Swiss Medical, Nancy Forlini, o clínico Pedro Di Spagna, o coordenador de enfermeiros Mariano Perroni, o enfermeiro Ricardo Almirón e o psicólogo Carlos Díaz.</P><br />
<P>Carlos Díaz apresentou na quinta-feira um novo depoimento, afirmando que os profissionais responsáveis pela saúde do ex-futebolista não aceitavam as sugestões que este propunha.</P><br />
<P>&#8220;As minhas intenções, as minhas sugestões, pelos vistos não eram bem recebidas&#8221;, disse Díaz, após exibir várias mensagens em que médicos e pessoas próximas de Maradona falavam em afastá-lo do tratamento.</P><br />
<P>Nas trocas de mensagens reveladas, Luque e Pomargo referiam a ideia de &#8220;dar a volta&#8221; ao psicólogo, acusando-o de expô-los perante a família do argentino.</P><br />
<P>Especialista em adições, Díaz relatou que a psiquiatra Agustina Cosachov rejeitou as suas &#8220;sugestões farmacológicas&#8221;, que incluíam um medicamento capaz de provocar uma reação desagradável quando misturado com álcool, para impedir que Maradona bebesse.</P><br />
<P>Questionado sobre a acusação de integrar um suposto plano para acabar com a vida do ex-jogador, respondeu que o seu único plano era oferecer um &#8220;tratamento abstencionista para Maradona&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não poderia ter feito nada diferente para evitar um quadro cardíaco, não tenho esse tipo de conhecimento&#8221;, acrescentou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790464]]></sapo:autor>
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		<title>Jogo VIP em Macau com queda trimestral de 18,8%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 03:05:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As receitas vindas dos grandes apostadores, um segmento conhecido em Macau como jogo VIP, desceram 2,6% no segundo trimestre do ano, em termos anuais, e 18,8%, face aos três meses anteriores, de acordo com dados oficiais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As receitas vindas dos grandes apostadores, um segmento conhecido em Macau como jogo VIP, desceram 2,6% no segundo trimestre do ano, em termos anuais, e 18,8%, face aos três meses anteriores, de acordo com dados oficiais.</P><br />
<P>O bacará VIP, o jogo que representa a totalidade do setor VIP no território, atingiu receitas de 15,9 mil milhões de patacas (1,72 mil milhões de euros) entre abril e junho, anunciou na quinta-feira a Direção de Inspeção e Coordenação de Jogos (DICJ) de Macau.</P><br />
<P>No mesmo período de 2025, as receitas das grandes apostas alcançaram 16,3 mil milhões de patacas (1,76 mil milhões de euros).</P><br />
<P>O valor agora registado representa também uma queda de 18,8% face ao primeiro trimestre de 2026, período em que as receitas deste segmento alcançaram 19,6 mil milhões de patacas (2,05 mil milhões de euros).</P><br />
<P>No entanto, o jogo VIP em Macau continua longe dos picos históricos atingidos antes da pandemia da covid-19.</P><br />
<P>Em 2019, o bacará VIP representava 46,2% das receitas totais dos casinos de Macau. Mas, no segundo trimestre deste ano, ficou-se por uma fatia de 26,1%.</P><br />
<P>As grandes apostas foram afetadas pela detenção do líder da maior empresa angariadora de apostas VIP do mundo, em novembro de 2021.</P><br />
<P>O antigo diretor executivo da Suncity, Alvin Chau Cheok Wa, foi condenado, em janeiro de 2023, a 18 anos de prisão, num caso que fez cair de 85 para 18 o número de licenças de promotores de jogo emitidas em Macau.</P><br />
<P>O número de licenças tem vindo a recuperar e, de acordo com dados da DICJ, totaliza neste momento 29, embora permaneça aquém do limite máximo fixado pelo Governo, que é de 50.</P><br />
<P>Também as receitas do jogo mais popular em Macau, o bacará no chamado mercado de massas, caíram 1,2%, em termos anuais, no segundo trimestre de 2026, alcançando 35,2 mil milhões de patacas (3,8 mil milhões de euros).</P><br />
<P>Capital mundial do jogo, Macau é o único local na China onde o jogo em casino é legal.</P><br />
<P>Operam no território seis concessionárias &#8211; MGM, Galaxy, Venetian, Melco, Wynn e SJM,  &#8211; que renovaram, em dezembro de 2023, o contrato de concessão para os dez anos seguintes e que entrou em vigor a 01 de janeiro de 2024. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790463]]></sapo:autor>
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		<title>Falha nos motores leva a cancelamento de descolagem de mega-foguetão da SpaceX</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 02:55:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O mega-foguetão Starship da SpaceX, que transportava vários satélites avançados, teve o voo de teste cancelado segundos antes da descolagem esta quinta-feira, depois de falhas de ignição em vários dos motores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O mega-foguetão Starship da SpaceX, que transportava vários satélites avançados, teve o voo de teste cancelado segundos antes da descolagem esta quinta-feira, depois de falhas de ignição em vários dos motores.</P><br />
<P>O fundador e presidente executivo da empresa, Elon Musk, afirmou que dois motores serão substituídos &#8220;para garantir um bom voo&#8221; antes de o Starship descolar do Texas numa viagem suborbital. Será o 13.º voo do Starship, considerado o maior e mais potente foguetão do mundo, com 124 metros de altura e 33 motores principais.</P><br />
<P>A transmissão da SpaceX mostrou o início da ignição três segundos antes da descolagem prevista, filmado por um drone sobre a plataforma. Sem detalhar, os dados que apareciam no ecrã revelaram quatro motores sem funcionar, com os restantes 29 a desligarem-se de imediato, mantendo o foguetão preso à base. Foi a primeira vez que um Starship em escala completa sofreu um cancelamento no último segundo.</P><br />
<P>A equipa de lançamento iniciou de imediato a drenagem do combustível. &#8220;O momento mais provável para o lançamento é no início da próxima semana&#8221;, disse Musk na rede social X.</P><br />
<P>Apesar das condições favoráveis, o sistema automático de lançamento funcionou como previsto ao travar a descolagem, após ter registado que um número insuficiente de motores estavam ativos, o que poderia ter comprometido a missão. O cancelamento ocorreu depois de alguns voos anteriores do Starship terminarem em explosões.</P><br />
<P>O Starship transportava 20 dos mais recentes e avançados satélites Starlink, destinados a serem libertados durante o voo de cerca de uma hora a partir da base da SpaceX junto à fronteira Texas-México. Os satélites iriam tentar comunicar com os Starlink já em órbita e captar imagens do escudo térmico do foguetão.</P><br />
<P>A agência espacial NASA contratou a SpaceX e a Blue Origin, de Jeff Bezos, para desenvolver e operar os módulos lunares que permitirão o regresso humano à superfície lunar após mais de meio século.</P><br />
<P>Ambas as empresas têm de ter os seus módulos &#8212; Starship e Blue Moon &#8212; prontos até ao próximo ano, para que a tripulação da missão Artemis III possa praticar o acoplamento em órbita terrestre. </P><br />
<P>A missão seguinte, Artemis IV, prevista para não antes de 2028, deverá usar um desses módulos para levar dois astronautas à região polar sul da Lua.</P></p>
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		<item>
		<title>Trump acusa China de interferir nas eleições de 2020 em discurso à nação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 02:43:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano, Donald Trump, voltou hoje a pôr em causa a integridade do sistema eleitoral dos Estados Unidos, acusando a China de interferir nas eleições de 2020, sem apresentar provas de manipulação, a poucos meses das intercalares.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, voltou hoje a pôr em causa a integridade do sistema eleitoral dos Estados Unidos, acusando a China de interferir nas eleições de 2020, sem apresentar provas de manipulação, a poucos meses das intercalares.</P><br />
<P>Trump fez as declarações num discurso à nação a partir da Casa Branca, transmitido em horário nobre, durante o qual apelou ao Senado para aprovar a reforma eleitoral promovida pela administração, denominada &#8220;Save America&#8221; (Salvar a América), antes das eleições intercalares de 03 de novembro, nas quais estará em causa a maioria republicana no Congresso.</P><br />
<P>O chefe de Estado afirmou que os Estados Unidos têm um sistema eleitoral &#8220;catastrófico&#8221; e disse que nenhum país pode ser &#8220;grande&#8221; sem eleições &#8220;livres, justas e honestas&#8221;.</P><br />
<P>Durante a intervenção, Trump anunciou a divulgação de documentos anteriormente classificados relativos às eleições de 2018 e 2020, alegando que revelam &#8220;a maior violação de dados eleitorais da história&#8221; e que permitiram à China obter ilicitamente os registos de 220 milhões de eleitores norte-americanos.</P><br />
<P>O Presidente acusou ainda Pequim de ter procurado impedir a sua reeleição em 2020 e sustentou que a comunidade de informações norte-americana lhe ocultou esses dados durante o primeiro mandato, entre 2017 e 2021.</P><br />
<P>No entanto, os documentos divulgados pela Casa Branca não apresentam provas de manipulação dos votos nem de alteração do resultado das eleições presidenciais de 2020.</P><br />
<P>Também não existem avaliações credíveis dos serviços de informações norte-americanos que concluam que agentes estrangeiros tenham alterado a contagem de votos naquele escrutínio.</P><br />
<P>Pelo contrário, sucessivas auditorias, recontagens e investigações conduzidas após as eleições &#8212; incluindo por responsáveis republicanos e pelo então procurador-geral da administração Trump &#8212; concluíram que não existiram indícios de fraude eleitoral significativa.</P><br />
<P>Trump afirmou que o objetivo do anúncio &#8220;não é enfraquecer a confiança nas eleições&#8221;, mas corrigir vulnerabilidades do sistema e justificar a aprovação de legislação que endurece os requisitos para votar em eleições federais.</P><br />
<P>A proposta exige provas de cidadania e documentos de identificação com fotografia para o registo eleitoral e para a votação, uma medida que os democratas consideram suscetível de dificultar o acesso às urnas por parte dos eleitores mais desfavorecidos.</P><br />
<P>Apesar de centrar as acusações na China, Trump não dirigiu críticas ao Presidente chinês, Xi Jinping, nem abordou as conclusões dos serviços de informações norte-americanos segundo as quais a Rússia desenvolveu campanhas de influência favoráveis ao republicano nas eleições de 2016 e 2020.</P><br />
<P>Antes do discurso, a antiga vice-presidente Kamala Harris acusou Trump de pretender &#8220;vender mentiras e teorias da conspiração&#8221;, afirmando que &#8220;as eleições de 2020 não foram roubadas. Nós vencemos e ele perdeu&#8221;.</P><br />
<P>Vários democratas advertiram igualmente que o Presidente procura lançar dúvidas sobre a credibilidade das eleições intercalares de novembro de 2026. O senador Mark Warner classificou as alegações como &#8220;totalmente falsas&#8221; e recordou que as agências de informações concluíram que a China não tentou alterar um único voto em 2020.</P><br />
<P>Trump nunca reconheceu a derrota frente ao democrata Joe Biden nas presidenciais de 2020 e continua a defender, sem provas, que houve fraude eleitoral.</P><br />
<P>As alegações foram rejeitadas pelos tribunais e, após a certificação da vitória de Biden, milhares de apoiantes de Trump invadiram o Capitólio, em 06 de janeiro de 2021, numa tentativa falhada de impedir a validação do resultado eleitoral.</P><br />
<P>O republicano chegou a ser acusado de tentar reverter ilegalmente o resultado das eleições e pelo seu alegado papel no ataque ao Capitólio, mas as acusações foram posteriormente retiradas depois de regressar à Presidência na sequência das eleições de 2024.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790461]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Meteorito que caiu nos EUA fornece pistas cruciais sobre origem de vida na Terra &#8211; cientistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 01:40:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Investigadores revelaram que um meteorito que caiu nos Estados Unidos tornou-se num dos objetos "mais valiosos cientificamente" alguma vez recuperados, por conter compostos que ajudam entender como surgiu vida na Terra.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Investigadores revelaram que um meteorito que caiu nos Estados Unidos tornou-se num dos objetos &#8220;mais valiosos cientificamente&#8221; alguma vez recuperados, por conter compostos que ajudam entender como surgiu vida na Terra.</P><br />
<P>Cientistas do Instituto SETI na Califórnia concluíram que o meteorito Hillsborough &#8212; batizado com o nome da cidade no estado da Nova Jérsia onde caiu a 16 de julho de 2024 &#8212; contém uma diversidade de compostos considerados blocos fundamentais da vida, incluindo carbono, aminoácidos e outras moléculas prebióticas.</P><br />
<P>&#8220;Uma análise revelou que [o meteorito] continha vestígios preservados da zona próxima da superfície de um pequeno asteroide primitivo, onde esteve exposto a fluidos salinos concentrados; um processo até agora desconhecido neste tipo de mundo protoplanetário&#8221;, afirmou o Peter Jenniskens, do Instituto SETI e do Centro de Investigação Ames da NASA.</P><br />
<P>O estudo, publicado na revista Science Advances, determinou que o meteorito é composto por um material raro e primitivo chamado condrito carbonáceo do tipo CM1/2.</P><br />
<P>A composição do Hillsborough confirma também que sofreu &#8220;uma maior alteração pela água&#8221; do que a maioria dos meteoritos que caíram na Terra.</P><br />
<P>É apenas a segunda vez que se observa a queda de um meteorito deste tipo, o que o torna &#8220;um dos de maior valor científico jamais recuperados&#8221;, segundo o Instituto SETI, organização de investigação sediada na Califórnia.</P><br />
<P>Os investigadores destacaram que o Hillsborough forneceu informação crucial graças ao proprietário da casa onde caiu, que &#8220;preservou e documentou tudo&#8221;, utilizando luvas descartáveis e papel de alumínio para guardar os fragmentos em frascos de vidro.</P><br />
<P>O meteorito provém de uma rocha do tamanho de uma mala pesada de avião, e que entrou na atmosfera terrestre a 14,4 quilómetros por segundo.</P><br />
<P>Sessenta observadores em Nova Iorque, Nova Jérsia, Connecticut, Rhode Island e Pensilvânia relataram à Sociedade Americana de Meteoros ter visto o meteorito, descrito como frágil por se ter desfeito rapidamente na atmosfera.</P><br />
<P>O proprietário da casa disse ter ouvido um estrondo e encontrado um buraco no teto do quarto principal. Ao recolher os fragmentos negros, percebeu um forte cheiro a enxofre, além de escombros e pó negro que cobriam a cama, o tapete e áreas circundantes.</P><br />
<P>Alguns fragmentos do meteorito serão agora guardados no Museu Americano de História Natural, em Nova Iorque.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790452]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Empresários admitem risco do Brasil deixar de exportar carne para a UE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 00:51:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) afirmou hoje que existem grandes possibilidades de o setor não conseguir cumprir as exigências da União Europeia (UE) sobre o uso de antimicrobianos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) afirmou hoje que existem grandes possibilidades de o setor não conseguir cumprir as exigências da União Europeia (UE) sobre o uso de antimicrobianos.</P><br />
<P>Segundo o presidente da Abiec, Roberto Perosa, o setor teme perder acesso ao mercado europeu porque o período necessário para adaptação às novas regras sanitárias seria de aproximadamente 30 meses.</P><br />
<P>&#8220;Há uma grande possibilidade de a gente não conseguir vender mais para a União Europeia a partir de setembro e ter um período de adaptação&#8221;, declarou Perosa durante uma conferência de imprensa.</P><br />
<P>Em maio, a UE retirou o Brasil da lista de países autorizados a exportar produtos de origem animal destinados ao consumo humano e a decisão entra em vigor em 03 de setembro de 2026.</P><br />
<P>A Comissão Europeia justificou a exclusão por considerar que o Brasil não cumpre as exigências relacionadas com o uso de antimicrobianos durante todo o ciclo de vida dos animais destinados à exportação.</P><br />
<P>Segundo a Abiec, o mercado europeu representa entre 5% e 6% da faturação das exportações brasileiras de carne bovina embora tenha importância muito superior ao seu volume de compras.</P><br />
<P>Perosa classificou a UE como &#8220;um mercado pequeno em volume, mas com muito valor agregado, e compra cortes únicos&#8221;.</P><br />
<P>O dirigente acrescentou que os países europeus também influenciam a formação dos preços internos e a reputação internacional da proteína brasileira.</P><br />
<P>&#8220;Além disso, eles são importantes na formulação de preços no mercado interno e na reputação internacional da proteína brasileira&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Perosa disse ainda que existe preocupação com a possibilidade de outros mercados seguirem a posição europeia e criarem restrições semelhantes para a carne bovina brasileira.</P><br />
<P>Segundo o dirigente, esse movimento poderá ampliar os impactos negativos para as exportações nacionais caso novas barreiras sanitárias sejam adotadas por outros parceiros comerciais.</P><br />
<P>Na semana passada, documentos oficiais revelados em exclusivo pela Lusa mostraram que o Governo brasileiro atribuiu parte da responsabilidade pela exclusão do Brasil da lista europeia ao setor privado.</P><br />
<P>Em resposta ao Congresso Nacional, o Ministério da Agricultura e Pecuária afirmou que a adaptação às novas exigências sanitárias dependia &#8220;em grande medida&#8221; das empresas brasileiras.</P><br />
<P>A resposta encaminhada ao Congresso relata que, ao longo de três anos, o Governo brasileiro enviou diversos ofícios, promoveu reuniões técnicas e pediu repetidamente que as entidades do setor apresentassem propostas capazes de atender às exigências estabelecidas pela Comissão Europeia.</P><br />
<P>Os documentos consultados pela Lusa revelam ainda que a autoridade europeia criticou a &#8220;recorrente falta de informações completas&#8221; enviadas pelo Governo brasileiro entre 2023 e 2026.</P><br />
<P>Questionado pela Lusa sobre a posição do Governo, Roberto Perosa evitou comentar as responsabilidades apontadas pelo ministério.</P><br />
<P>&#8220;O momento é de olhar para a frente&#8221;, respondeu.</P><br />
<P>Além dos desafios no mercado europeu, Perosa abordou as dificuldades enfrentadas pelo setor no mercado chinês que atualmente também afetam as perspetivas das exportações brasileiras.</P><br />
<P>Segundo o dirigente, o setor enfrenta um cenário difícil e muitas empresas operam atualmente com resultados negativos, com a diminuição dos embarques para a China a explicar a revisão das projeções para o desempenho das exportações brasileiras de carne bovina.</P><br />
<P>Maior produtor mundial de proteína animal, o Brasil tem na China o principal destino das exportações de carne bovina.</P><br />
<P>Em 2025, o Brasil exportou cerca de 1,7 milhão de toneladas para a China, mas uma nova quota de exportação criada por Pequim reduziu o limite para 1,106 milhão de toneladas, que se esgotou este mês.</P><br />
<P>Depois de esgotada a quota, a tarifa de importação aplicada à carne bovina brasileira aumenta de cerca de 12% para 67% devido à aplicação de uma sobretaxa de 55%.</P><br />
<P>Perosa afirmou ainda que o impacto das restrições externas deverá refletir-se também no mercado interno nos próximos meses.</P><br />
<P>Segundo explicou, inicialmente poderá ocorrer redução dos preços mas a tendência é de subida a partir de setembro devido à diminuição do abate de bovinos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790449]]></sapo:autor>
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		<title>Tempestade no Chile deixa mais de 500 mil pessoas sem eletricidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 00:48:17 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de 500.000 pessoas ficaram sem eletricidade na quinta-feira no Chile, devido a fortes chuvas e ventos violentos que afetaram dois terços das regiões do país, segundo o Governo chileno.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Mais de 500.000 pessoas ficaram sem eletricidade na quinta-feira no Chile, devido a fortes chuvas e ventos violentos que afetaram dois terços das regiões do país, segundo o Governo chileno.</P><br />
<P>A tempestade, que deverá prolongar-se até domingo, provocou um ferido e deixou 48 desalojados até ao momento.</P><br />
<P>&#8220;A nível nacional, 590.824 clientes estão privados de eletricidade, o que representa 7,3%&#8221; da população, informou o Ministério da Energia na rede social X.</P><br />
<P>Devido às fortes rajadas de vento superiores a 100 quilómetros por hora, dezenas de portos em todo o país restringiram parcialmente as suas atividades.</P><br />
<P>Equipas de emergência foram mobilizadas em várias regiões para evitar danos mais graves, com as aulas suspensas hoje em nove regiões do país.</P><br />
<P>Imagens divulgadas pelos meios de comunicação locais mostram um bairro costeiro inundado pelo mar na região de Biobío, a cerca de 500 quilómetros da capital Buenos Aires.</P><br />
<P>O país não registava uma tempestade tão prolongada e chuvas tão intensas há cerca de vinte anos, segundo Arnaldo Zúñiga, meteorologista da Direção Meteorológica do Chile.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790448]]></sapo:autor>
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		<title>EUA designam dois novos cartéis mexicanos como organizações terroristas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 23:58:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Estados Unidos classificaram o cartel de Juárez e o cartel de Los Viagras, ambos no México, como organizações terroristas estrangeiras, segundo publicação do diário oficial do governo federal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os Estados Unidos classificaram o cartel de Juárez e o cartel de Los Viagras, ambos no México, como organizações terroristas estrangeiras, segundo publicação do diário oficial do governo federal.</P><br />
<P>O secretário de Estado, Marco Rubio, afirmou que os dois grupos criminosos cometeram atos terroristas ou representam um risco grave de atos que ameacem a segurança de cidadãos, do país, da política externa ou da economia norte-americanas.</P><br />
<P>Os dois novos cartéis juntam-se a outras seis organizações criminosas mexicanas que os norte-americanos consideram </P><br />
<P>terroristas, incluindo o cartel de Sinaloa e o cartel Jalisco Nova Geração, reconhecidos pelas operações no narcotráfico.</P><br />
<P>A administração Trump também classificou como terroristas organizações ligadas ao crime noutros países latino-americanos, nomeadamente Venezuela, Brasil, Equador e El Salvador.</P><br />
<P>O presidente norte-americano começou em fevereiro de 2025 a alargar a classificação de organizações terroristas estrangeiras aos cartéis latino-americanos, permitindo que as autoridades adotem medidas mais agressivas contra esses grupos ou qualquer pessoa que lhes preste auxílio. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790443]]></sapo:autor>
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		<title>Suspenso operador de teleponto de Trump suspeito de apostar nos seus discursos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 23:44:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A presidência dos Estados Unidos (Casa Branca) anunciou a suspensão de um funcionário que operava o teleponto do Presidente Donald Trump, suspeito de ter apostado dezenas de milhares de dólares no conteúdo dos seus discursos, que conhecia antecipadamente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A presidência dos Estados Unidos (Casa Branca) anunciou a suspensão de um funcionário que operava o teleponto do Presidente Donald Trump, suspeito de ter apostado dezenas de milhares de dólares no conteúdo dos seus discursos, que conhecia antecipadamente.</P><br />
<P>Este funcionário foi suspenso &#8220;sem remuneração&#8221;, indicou na quinta-feira a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, em conferência de imprensa.</P><br />
<P>Leavitt acrescentou que Donald Trump considerou a situação &#8220;verdadeiramente lamentável e, honestamente, uma vergonha&#8221;.</P><br />
<P>A estação ABC News tinha anteriormente noticiado que o técnico de teleponto, que já tinha trabalhado para Donald Trump durante o seu primeiro mandato, ganhou mais de 100 mil dólares com as suas apostas.</P><br />
<P>Utilizou a plataforma de previsão Kalshi, que permite aos utilizadores apostar na probabilidade de uma frase ou palavra ser dita.</P><br />
<P>&#8220;A nossa equipa de monitorização identificou rapidamente estas transações e reportou-as à CFTC&#8221;, contou à agência France-Presse (AFP) Robert DeNault, funcionário da Kalshi. </P><br />
<P>&#8220;Auxiliamos as autoridades reguladoras neste caso e fornecemos as provas que recolhemos, como fazemos em todos os casos que nos são encaminhados&#8221;, acrescentou. </P><br />
<P>Cada vez mais importantes, movimentando dezenas de milhares de milhões de dólares anualmente, os mercados de previsão são dominados por duas empresas, a Polymarket e a Kalshi.</P><br />
<P>Atualmente, nos Estados Unidos, são regulados pela CFTC, uma agência especializada em produtos financeiros, diferenciando-os do restante setor do jogo, que é rigorosamente controlado pelos estados norte-americanos.</P><br />
<P>As suspeitas de possível uso de informação privilegiada aumentaram nos últimos meses. </P><br />
<P>Várias contas, por exemplo, acumularam lucros de aproximadamente 1,2 milhões de dólares apostando na data de início das operações militares norte-americanas contra o Irão poucas horas antes dos primeiros ataques. </P><br />
<P>As plataformas de previsão estão proibidas em vários países europeus.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790442]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: Dois mortos e oito feridos em ataques aéreos russos em Odessa (sul)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 23:39:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Duas pessoas morreram na madrugada de hoje e outras oito ficaram feridas em ataques aéreos russos contra a cidade de Odessa, no sul da Ucrânia, revelou o vice-presidente da câmara, Oleksandr Filatov.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Duas pessoas morreram na madrugada de hoje e outras oito ficaram feridas em ataques aéreos russos contra a cidade de Odessa, no sul da Ucrânia, revelou o vice-presidente da câmara, Oleksandr Filatov.</P><br />
<P>&#8220;Um míssil atingiu um edifício residencial. Infelizmente, duas pessoas perderam a vida. De acordo com as últimas informações, há oito feridos, incluindo duas crianças&#8221;, apontou Filatov através da rede social Telegram.</P><br />
<P>Segundo o vice-presidente da câmara, edifícios residenciais, um edifício religioso, um jardim de infância, veículos e outras infraestruturas civis &#8220;também foram danificados&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Entre as vítimas está uma mulher que caminhava num parque com crianças no momento do ataque. As crianças sobreviveram e estão a receber os cuidados necessários&#8221;, detalharam posteriormente os serviços de emergência ucranianos no Telegram. </P><br />
<P>A Ucrânia tem sido alvo de ataques diários de drones e mísseis russos desde o início da guerra, iniciada por Moscovo em fevereiro de 2022.</P><br />
<P>Na quarta-feira, a região de Odessa foi alvo de mísseis e drones russos pelo quinto dia consecutivo, dos quais resultaram três mortos e três feridos.</P><br />
<P>Por outro lado, Moscovo indicou que as defesas aéreas russas abateram 375 drones ucranianos durante a última noite em 18 regiões ocidentais do país e na península anexada da Crimeia.</P><br />
<P>As aeronaves não tripuladas ucranianas atingiram alvos nas regiões de Moscovo, Yaroslavl, Kaluga, Tver, Saratov e Tula, entre outras, disse hoje o Ministério da Defesa russo.</P><br />
<P>Segundo a Rússia, as forças ucranianas atacaram também as regiões fronteiriças de Belgorod, Bryansk e Kursk, bem como as regiões do sul de Krasnodar, Volgogrado, Stavropol, Rostov e Smolensk, bem como alvos nos mares Negro e de Azov.</P><br />
<P>Na região russa de Saratov, situada a mais de 800 quilómetros a sudeste de Moscovo, os drones ucranianos danificaram infraestruturas civis na cidade de Engels, onde se situa um aeródromo militar russo já atingido por Kiev em diversas ocasiões.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790441]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Forças norte-americanas apreendem navio no golfo de Omã</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 23:35:56 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Teerão, 17 jul 2026 (Lusa) As forças norte-americanas anunciaram na quinta-feira a apreensão de um navio no golfo de Omã, após Washington ter restabelecido no início da semana o bloqueio aos portos iranianos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Teerão, 17 jul 2026 (Lusa) As forças norte-americanas anunciaram na quinta-feira a apreensão de um navio no golfo de Omã, após Washington ter restabelecido no início da semana o bloqueio aos portos iranianos.</P><br />
<P>O Comando Central militar dos Estados Unidos (Centcom) divulgou na rede social X que as forças norte-americanas realizaram &#8220;verificações a bordo do M/T Wen Yao no golfo de Omã&#8221;, publicando também uma série de fotos que ilustram a operação militar.</P><br />
<P>&#8220;Até ao momento, as forças norte-americanas redirecionaram três embarcações comerciais que tentavam romper o bloqueio, neutralizaram uma que não cumpriu as regras e apreenderam outra para garantir o cumprimento integral&#8221; do bloqueio aos portos iranianos, que foi restabelecido na terça-feira, refere a nota.</P><br />
<P>Na quarta-feira, o Centcom tinha anunciado a neutralização de um petroleiro vazio que tentou romper o bloqueio, disparando contra a sua chaminé. </P><br />
<P>Donald Trump já tinha imposto um bloqueio aos portos iranianos de 13 de abril a 18 de junho, período durante o qual o Exército norte-americano neutralizou nove navios e redirecionou mais de 140, segundo a contagem do Centcom.</P><br />
<P>Também na quinta-feira à noite, os EUA realizaram ataques que atingiram infraestruturas de transporte no Irão, incluindo pontes, segundo os meios de comunicação social estatais iranianos.</P><br />
<P>A ofensiva marca uma nova escalada mais de uma semana após o retomar das hostilidades em torno do estratégico estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Uma série de explosões atingiu várias áreas no sul do Irão, perto do estreito de Ormuz, segundo a imprensa estatal do país.</P><br />
<P>Duas pontes foram atingidas na região de Bandar Khamir, matando duas pessoas e ferindo quatro, segundo a emissora estatal IRIB.</P><br />
<P>Uma estação ferroviária em Bandar Abbas foi também &#8220;alvo do inimigo americano&#8221;, segundo a IRIB, que reportou dois feridos no local.</P><br />
<P>O aeroporto de Iranshahr (sudeste) foi atingido por &#8220;pelo menos um projétil do inimigo norte-americano&#8221;, informou a mesma fonte.</P><br />
<P>O Presidente Donald Trump tinha ameaçado, no início da semana, atacar pontes e centrais elétricas do país caso os iranianos não regressassem à mesa das negociações.</P><br />
<P>Teerão, por sua vez, continuou a atacar com drones países da região aliados a Washington, num cenário que se repete há vários dias.</P><br />
<P>Os confrontos recomeçaram em 07 de julho, após ataques a navios no Golfo, atribuídos ao Irão. </P><br />
<P>Os ataques lançados desde então são sem precedentes desde o cessar-fogo de abril, minando os esforços diplomáticos para um fim duradouro do conflito.</P><br />
<P>Desencadeado em 28 de fevereiro por bombardeamentos israelitas e norte-americanos, o conflito já matou milhares de pessoas, principalmente no Irão e no Líbano, e continua a desestabilizar a economia global.</P><br />
<P>O Paquistão, que é o mediador das negociações, instou ambas as partes na quinta-feira a &#8220;pôr fim à violência e retomar as discussões&#8221; no âmbito do memorando de entendimento assinado em meados de junho, que entretanto colapsou.</P><br />
<P>Islamabade apelou ainda ao &#8220;regresso à normalidade no estreito de Ormuz&#8221;, que foi novamente bloqueado pelo Irão no passado fim de semana. </P><br />
<P>Em resposta, os Estados Unidos restabeleceram o bloqueio aos portos iranianos na noite de terça-feira.</P><br />
<P>No estreito por onde passava um quinto do petróleo e do gás natural liquefeito (GNL) do mundo antes da guerra, o tráfego diminuiu.</P><br />
<P>Os preços do petróleo mantêm-se relativamente estáveis apesar da situação, com o barril de petróleo Brent a rondar os 85 dólares.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790440]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Parlamento de Israel aprova reforma na lei dos media que eleva controlo do Governo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 23:31:43 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O parlamento de Israel aprovou uma reforma na lei dos media que aumenta o controlo do Governo sobre o setor, já criticada pela oposição e pela procuradora-geral, por entenderem que compromete a liberdade de imprensa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O parlamento de Israel aprovou uma reforma na lei dos media que aumenta o controlo do Governo sobre o setor, já criticada pela oposição e pela procuradora-geral, por entenderem que compromete a liberdade de imprensa.</P><br />
<P>Defendida pelo ministro das Comunicações, Shlomo Karhi, a reforma foi aprovada na quinta-feira à terceira votação, após centenas de revisões, com 53 votos a favor e 48 contra, e institui uma nova autoridade reguladora dos media e um conselho de conteúdo audiovisual.</P><br />
<P>Segundo a nova legislação, o ministro das Comunicações vai nomear quatro dos sete membros desse conselho, que vai supervisionar o licenciamento de canais de televisão e de sites de notícias, enquanto o diretor-geral do ministério tem direito a selecionar um outro membro.</P><br />
<P>A legislação introduz restrições aos órgãos de comunicação social, nomeadamente a proibição de transmitir conteúdos que incluam violência, conteúdos sexuais ou conversão religiosa, e estabelece um novo modelo de financiamento para produções israelitas.</P><br />
<P>O conselho vai ter autoridade para revogar a licença de um órgão caso este não cumpra os requisitos da nova lei e para aplicar multas de, pelo menos, 1% da receita da respetiva empresa de média por tais violações, segundo o jornal The Times of Israel.</P><br />
<P>Uma das medidas previstas na reforma é a criação de uma aplicação móvel do Governo que permitiria aos cidadãos acederem gratuitamente a canais de televisão pública e a transmissões desportivas, mas a proposta foi rejeitada pelos partidos ultraortodoxos Judaísmo Unido da Torá e Shas, por envolver transmissões no Shabat, dia de descanso semanal no judaísmo, que se estende do pôr-do-sol de sexta-feira ao pôr-do-sol de sábado. </P><br />
<P>O Fórum dos Canais de Israel, que representa as três principais estações televisivas do país, criticou a legislação e acusou Karhi de tentar controlar os media e de favorecer o Canal 14, um veículo alinhado com a direita radical e com o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, que não será afetado pelas novas diretrizes.</P><br />
<P>Já a procuradora-geral israelita, Gali Baharav-Miara, e a oposição alertaram que a legislação permite a interferência do Governo nos órgãos de comunicação social.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790439]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Lucro da Netflix aumenta 8,8% no segundo trimestre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 23:25:16 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A plataforma audiovisual Netflix anunciou um lucro de 3,4 mil milhões de dólares (cerca de três mil milhões de euros) no segundo trimestre, mais 8,8% face ao período homólogo de 2025.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A plataforma audiovisual Netflix anunciou um lucro de 3,4 mil milhões de dólares (cerca de três mil milhões de euros) no segundo trimestre, mais 8,8% face ao período homólogo de 2025.</P><br />
<P>Num comunicado à imprensa na quinta-feira, a empresa que garante serviço de vídeo &#8216;streaming&#8217; por subscrição adiantou que o aumento do lucro foi impulsionado pelo crescimento da base de assinantes e dos preços, bem como pela subida da receita publicitária.</P><br />
<P>As receitas no segundo trimestre de 2026 ascenderam a 12,56 mil milhões de dólares (11 mil milhões de euros), mais 13,36% face a período homólogo.</P><br />
<P>A Netflix alcançou um crescimento de receita de dois dígitos em todas as regiões, superando &#8220;a marca de quatro mil milhões de dólares em receita trimestral na Europa, no Médio Oriente e em África e de 1.500 milhões na América Latina e na região da Ásia-Pacífico&#8221;, acrescentou a empresa.</P><br />
<P>No primeiro semestre, o lucro acumulado da empresa sediada em Silicon Valley, no estado norte-americano da Califórnia, foi de 8,7 mil milhões de dólares (7,6 mil milhões de euros), uma subida de 44,37% face ao primeiro semestre de 2025, e a receita semestral de 24,81 mil milhões de dólares (21,7 mil milhões de euros), mais 14,75%.</P><br />
<P>Nos primeiros seis meses do ano, os assinantes da plataforma acumularam mais de 97 mil milhões de horas de visualização, mais 2% face ao ano anterior.</P><br />
<P>Os dados da Netflix sugerem que o ritmo de consumo acelerou, apesar da concorrência pela atenção do público com grandes eventos desportivos, nomeadamente os Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina (Itália), e o Mundial2026 de futebol.</P><br />
<P>&#8220;Conteúdos em idiomas diferentes do inglês representaram, mais uma vez, mais de um terço do total de visualizações neste semestre, com destaque para os títulos da Coreia do Sul, do Japão, de Espanha e da Índia&#8221;, acrescentou a empresa.</P><br />
<P>Para o próximo trimestre, a empresa de entretenimento prevê um aumento de receita de 12%, através do crescimento expressivo no número de assinantes, nos preços e na receita publicitária.</P></p>
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		<title>Mundial2026: Human Rights Watch pede minuto de silêncio na final por vítimas do ICE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 23:17:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A organização Human Rights Watch pediu à FIFA para decretar um minuto de silêncio na final do Mundial2026 de futebol, em memória das duas pessoas mortas este mês pelo Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A organização Human Rights Watch pediu à FIFA para decretar um minuto de silêncio na final do Mundial2026 de futebol, em memória das duas pessoas mortas este mês pelo Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE).</P><br />
<P>Um homem colombiano foi morto na segunda-feira no estado do Maine (nordeste) e um mexicano na semana anterior em Houston (sul) durante operações de trânsito integradas na política do Presidente norte-americano, Donald Trump, de combate à imigração ilegal.</P><br />
<P>&#8220;Seria totalmente apropriado que a FIFA observasse um minuto de silêncio antes da final do Campeonato do Mundo no Estádio MetLife&#8221;, em East Rutherford (Nova Jérsia), arredores da cidade de Nova Iorque, disse à Agence France-Presse na quinta-feira a diretora de iniciativas globais da Human Rights Watch (HRW), Minky Worden.</P><br />
<P>A responsável vincou que a FIFA pode cumprir a promessa de fazer o Mundial2026 &#8220;respeitar os direitos humanos&#8221;, num estádio que está a cerca de 15 quilómetros de um dos centros de detenção do ICE.</P><br />
<P>&#8220;Quando as pessoas olharem para trás e se lembrarem deste Mundial2026, o mundo recordará as pessoas mortas pelo ICE e as deportações realizadas pelo ICE enquanto o torneio acontecia&#8221;, acrescentou Worden, vincando que a FIFA não usou a &#8220;sua influência&#8221; na defesa dos direitos humanos.</P><br />
<P>Minky Worden falou à margem de uma conferência de imprensa em Nova Iorque, na qual várias organizações de direitos humanos perspetivaram a final de domingo entre Espanha e Argentina.</P><br />
<P>Os cidadãos mortos a tiro foram identificados como Lorenzo Salgado Araujo (Houston) e Joan Sebastian Guerrero (Maine), este com 26 anos de idade.</P></p>
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