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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Irão: Guardas da Revolução ameaçam abrir &#8220;novas frentes&#8221; perante ofensiva israelita no Líbano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 17:13:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Médio Oriente]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Guardas da Revolução iranianos ameaçaram abrir "novas frentes" em resposta à ofensiva de Israel no Líbano, garantiu hoje o exército ideológico do Irão à televisão estatal iraniana.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os Guardas da Revolução iranianos ameaçaram abrir &#8220;novas frentes&#8221; em resposta à ofensiva de Israel no Líbano, garantiu hoje o exército ideológico do Irão à televisão estatal iraniana.</P><br />
<P>&#8220;O Irão considera que ultrapassar as linhas vermelhas no Líbano e em Gaza equivale a uma guerra direta&#8221; e, &#8220;em resposta, está determinado a conduzir operações defensivas&#8221; e a &#8220;abrir novas frentes&#8221;, declararam os Guardas da Revolução, numa referência às operações militares israelitas nos territórios palestinianos e à ofensiva no país vizinho.</P><br />
<P>Mohsen Rezaee, um conselheiro do líder supremo do Irão, aiatola Mojtaba Khamenei, advertiu na rede social X que Teerão está a perder a &#8220;paciência&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A paciência das Forças Armadas iranianas tem limites&#8221;, avisou Rezaee.</P><br />
<P>Entretanto, a partir de Beirute, fonte próxima do Hezbollah, citada pela agência noticiosa France-Presse (AFP), garantiu que o movimento pró-iraniano não deixará de bombardear o norte de Israel, respondendo às ameaças israelitas de atacar os subúrbios do sul de Beirute caso o grupo não suspenda os seus ataques.</P><br />
<P>O ministro da Defesa israelita, Israel Katz, declarou hoje que não haverá &#8220;calma&#8221; em Beirute e nos seus arredores enquanto o Hezbollah não cessar os ataques.</P><br />
<P>Um responsável norte-americano indicou também no domingo que os Estados Unidos apresentaram uma proposta segundo a qual o Hezbollah deveria pôr termo a todos os ataques contra Israel. Em contrapartida, Israel abster-se-ia de qualquer escalada em Beirute&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O Hezbollah não assumirá o compromisso de deixar de bombardear o norte&#8221; de Israel, afirmou a fonte próxima do grupo apoiado pelo Irão, que pediu para não ser identificada.</P><br />
<P>&#8220;Porque haveríamos de interromper estes ataques, que causam prejuízos a Israel, quando Israel continua a bombardear o Líbano?&#8221;, questionou.</P><br />
<P>O Presidente libanês voltou hoje a defender as negociações com Israel como a única &#8220;opção&#8221; para ultrapassar o conflito, apesar de, horas antes, Telavive ter aprovado a retoma dos ataques contra os subúrbios do sul de Beirute.</P><br />
<P>&#8220;As negociações são mais seguras do que a guerra, uma vez que testemunhámos e continuamos a testemunhar os horrores e as consequências do conflito. No entanto, não vão resolver os problemas de forma imediata. Trata-se de um processo que exige tempo e não temos outra opção&#8221;, afirmou Joseph Aoun perante representantes do setor privado libanês.</P><br />
<P>A nova ronda de diálogo direto está prevista para terça-feira, em Washington, no âmbito de conversações às quais o movimento xiita libanês Hezbollah se opõe e que prosseguem enquanto o cessar-fogo em vigor desde meados de abril continua a ser violado de forma cada vez mais violenta.</P><br />
<P>Hoje de manhã, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, ordenou às forças israelitas que atacassem alvos na zona periférica de Dahye, nos arredores de Beirute, que desde a entrada em vigor da trégua tinha permanecido, na sua maioria, à margem dos confrontos, concentrados sobretudo no sul do Líbano e, em menor escala, no leste do país.</P><br />
<P>Apesar do anúncio por parte de Israel, Aoun considerou que as negociações continuam a representar a solução para a guerra com menos potenciais &#8220;danos&#8221; e assegurou que o processo está a &#8220;avançar&#8221;, reafirmando a confiança nas conversações, mesmo que os resultados demorem a surgir.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770762]]></sapo:autor>
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		<title>&#8220;Guardem o telemóvel quando estiverem com os filhos&#8221;: Suécia faz apelo aos pais com novas recomendações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 17:08:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Suécia]]></category>
		<category><![CDATA[telemóveis]]></category>
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					<description><![CDATA[As novas orientações, divulgadas pela Agência de Saúde Pública sueca, representam um endurecimento das recomendações emitidas há cerca de dois anos. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As autoridades de saúde pública na Suécia lançaram um novo apelo aos pais e encarregados de educação para reduzirem a utilização de telemóveis na presença das crianças, depois de uma investigação científica ter demonstrado que os hábitos digitais dos adultos podem influenciar diretamente o desenvolvimento e comportamento dos mais novos.</p>
<p>As novas orientações, divulgadas pela Agência de Saúde Pública sueca, representam um endurecimento das recomendações emitidas há cerca de dois anos. Na altura, os pais eram apenas incentivados a refletir sobre o tempo que passavam ao smartphone junto das crianças. Agora, as autoridades avançam com conselhos concretos e mais específicos sobre a forma como os dispositivos digitais devem ser utilizados no ambiente familiar.</p>
<p>A mensagem central é clara: os pais devem guardar o telemóvel quando passam tempo com os filhos e imitar a sua utilização apenas às situações em que seja realmente necessária.</p>
<p>“Ponha o telemóvel de lado quando estiver com o seu filho. Utilize-o apenas se precisar ou quando o estiver a utilizar em conjunto com ele”, recomendou a autoridade de saúde pública num comunicado.</p>
<p>Segundo a agência, os adultos desempenham um papel determinante na formação dos hábitos digitais das crianças. Por essa razão, os pais que desenvolvem comportamentos saudáveis em relação aos ecrãs tendem também a influenciar positivamente os comportamentos dos filhos.</p>
<p><strong>Estudo liga hábitos digitais dos pais ao comportamento das crianças</strong><br />
As novas recomendações surgem na sequência de uma investigação encomendada pelo Governo sueco no outono passado para analisar a eventual relação entre a saúde das crianças e o tempo que os seus pais ou cuidadores passam diante de ecrãs.</p>
<p>Os resultados apontaram para um impacto significativo da utilização excessiva de dispositivos digitais por parte dos adultos.</p>
<p>De acordo com o estudo, o uso frequente de telemóveis pelos pais pode prejudicar a qualidade das interações com os filhos, reduzindo momentos de atenção, comunicação e envolvimento familiar.</p>
<p>A investigação identificou igualmente uma ligação direta entre os hábitos digitais dos pais e os das crianças. Os filhos de adultos que passam muito tempo em frente aos ecrãs apresentam uma maior tendência para desenvolver padrões semelhantes de utilização.</p>
<p>O ministro sueco dos Assuntos Sociais, Jakob Forssmed, considera que muitas pessoas continuam a subestimar o alcance deste fenómeno.</p>
<p>“Não creio que as pessoas percebam que a utilização dos ecrãs afeta as crianças na medida em que agora sabemos que afeta”, afirmou à televisão pública sueca SVT.</p>
<p><strong>Quartos e mesas de refeição devem ficar livres de ecrãs</strong><br />
Entre as novas orientações está também a recomendação para que determinadas áreas da habitação sejam transformadas em espaços livres de dispositivos digitais.</p>
<p>A agência sugere que os pais definam zonas sem ecrãs em locais como os quartos ou a mesa de refeições, criando ambientes dedicados à convivência familiar e ao descanso.</p>
<p>As autoridades consideram que estas medidas simples podem contribuir para melhorar a comunicação dentro da família e reduzir a dependência tecnológica.</p>
<p>Outro dos conselhos divulgados prende-se com a exposição das crianças nas redes sociais. Os pais são incentivados a refletir cuidadosamente antes de publicarem fotografias ou vídeos dos filhos na Internet.</p>
<p>“Proteja e respeite o seu filho online. Pense antes de publicar fotografias ou vídeos”, refere a recomendação oficial.</p>
<p><strong>Especialistas defendem que o exemplo dos adultos é decisivo</strong><br />
Para Helena Frielingsdorf, psiquiatra e investigadora da Agência de Saúde Pública da Suécia, o comportamento dos adultos exerce uma influência profunda sobre os mais novos.</p>
<p>Segundo a especialista, as crianças aprendem não apenas através das palavras, mas sobretudo através da observação das atitudes dos pais.</p>
<p>“As crianças são influenciadas não apenas pelo que os adultos dizem, mas também pelo que os adultos fazem. É por isso que pequenas mudanças no quotidiano podem fazer a diferença, tanto nas interações do presente como nos hábitos que a criança desenvolverá ao longo do tempo”, explicou.</p>
<p><strong>Limites rigorosos para o tempo de ecrã das crianças</strong><br />
A Suécia já tinha divulgado anteriormente orientações específicas destinadas às crianças e adolescentes, estabelecendo limites de utilização de ecrãs para atividades não relacionadas com a escola.</p>
<p>As recomendações aconselham que crianças com menos de dois anos não tenham qualquer exposição a ecrãs para fins recreativos.</p>
<p>Para crianças entre os dois e os cinco anos, o limite recomendado é de uma hora diária. Entre os seis e os 12 anos, a utilização não deverá ultrapassar duas horas por dia. Já os adolescentes entre os 13 e os 18 anos devem restringir esse tempo a um máximo de três horas diárias.</p>
<p>As orientações incluem ainda recomendações relacionadas com o sono. As crianças devem evitar totalmente a utilização de dispositivos digitais nas horas que antecedem o momento de deitar.</p>
<p>Além disso, telemóveis, tablets e computadores não devem permanecer nos quartos durante a noite.</p>
<p><strong>Proibição de telemóveis nas escolas avança em todo o país</strong><br />
A estratégia sueca para reduzir a dependência dos ecrãs não se limita ao ambiente familiar.</p>
<p>O país escandinavo está também a implementar uma proibição nacional da utilização de telemóveis nas escolas, medida que será integrada na legislação educativa.</p>
<p>A partir do início do ano letivo de 2026-2027, os alunos até ao nono ano de escolaridade — normalmente entre os 15 e os 16 anos — deixarão de poder utilizar telemóveis no espaço escolar.</p>
<p>A iniciativa faz parte de um conjunto mais vasto de medidas destinadas a limitar a exposição excessiva às tecnologias digitais durante a infância e adolescência, numa altura em que as autoridades suecas procuram responder às crescentes preocupações sobre os efeitos dos ecrãs na saúde, no desenvolvimento social e no bem-estar das crianças.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770753]]></sapo:autor>
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		<title>Trabalhadores da EMEL &#8211; Estacionamento de Lisboa avançam com greve parcial de 22 a 25 de junho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 16:55:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os trabalhadores da EMEL - Empresa de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa decidiram hoje, em plenário nos Paços do Concelho da Câmara Municipal, avançar com uma greve parcial de 22 a 25 de junho, exigindo "uma revisão salarial digna".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os trabalhadores da EMEL &#8211; Empresa de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa decidiram hoje, em plenário nos Paços do Concelho da Câmara Municipal, avançar com uma greve parcial de 22 a 25 de junho, exigindo &#8220;uma revisão salarial digna&#8221;.</P><br />
<P>A resolução aprovada em plenário de trabalhadores foi entregue à Câmara Municipal de Lisboa (CML), acionista única da EMEL, para exigir o retomar das negociações do Caderno Reivindicativo da empresa, com &#8220;uma proposta séria&#8221; de aumento salarial, afirmou Orlando Gonçalves, dirigente sindical do CESP &#8211; Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal.</P><br />
<P>Em declarações à agência Lusa, o sindicalista disse que &#8220;é inaceitável&#8221; a proposta do Conselho de Administração da EMEL de um aumento salarial de 25 euros, referindo que tal representa &#8220;0,5% do orçamento da EMEL&#8221; e, por isso, &#8220;é uma falácia&#8221; dizer que o problema é o aumento dos salários.</P><br />
<P>Os trabalhadores sugeriram &#8220;150 euros de aumento&#8221;, adiantou o responsável do CESP, acrescentando que o Caderno Reivindicativo da EMEL inclui &#8220;mais uma série de matérias&#8221;, como o trabalho noturno e a penosidade, bem como a implementação das diuturnidades, ou seja, a valorização da antiguidade, compromisso que já foi assumido anteriormente pelo Conselho de Administração, mas que &#8220;ainda não foi cumprido&#8221;. </P><br />
<P>Antes do plenário de hoje, os trabalhadores tiveram um outro há pouco mais de uma semana, concretamente no dia 21 de maio, em que entregaram um abaixo-assinado com mais de 350 assinaturas e uma resolução dirigida ao presidente da CML, Carlos Moedas (PSD), a exigir medidas imediatas quanto à negociação do Caderno Reivindicativo da EMEL.</P><br />
<P>Os trabalhadores exigiram ser recebidos hoje por Carlos Moedas, mas tal não aconteceu, expôs Orlando Gonçalves, indicando que nos Paços do Concelho estava o Conselho de Administração da EMEL, presidido por Carlos Silva, que transmitiu que &#8220;não tem capacidade de aumentar mais do que 25 euros&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;De uma forma um pouco encapotada, dando a entender que, se aumentasse mais, podia haver despedimentos de trabalhadores, o que não nos parece sequer aceitável: milhões e milhões de lucros que tem dado a EMEL, milhões e milhões de investimento em Lisboa com o dinheiro da EMEL, só não há dinheiro para aumentar os trabalhadores&#8221;, declarou o dirigente sindical.</P><br />
<P>Contestando a &#8220;intransigência e desrespeito&#8221; por parte do Conselho de Administração da EMEL, com a apoio da CML, os trabalhadores aprovaram uma resolução para avançar com uma greve parcial de 22 a 25 de junho, de duas horas diárias, e um novo plenário no dia 26 de junho, nos Paços do Concelho, informou Orlando Gonçalves.</P><br />
<P>&#8220;Neste momento, o que pedimos é que apresentem uma proposta séria, digna de valorização dos trabalhadores, e os trabalhadores estão cá para negociar&#8221;, frisou o sindicalista do CESP.</P><br />
<P>O plenário de hoje contou com a participação de cerca de 100 trabalhadores da EMEL, de um total de 800, referiu o dirigente sindical, acrescentando que, atualmente, o salário mínimo praticado nesta empresa municipal ronda os 1.000 euros, valor que está &#8220;muito abaixo&#8221; do custo de vida na cidade de Lisboa.</P><br />
<P>&#8220;Cada vez mais, infelizmente, temos trabalhadores que estão a trabalhar e, mesmo assim, estão no limiar da pobreza, porque [o salário] não chega para pagar as contas&#8221;, expôs.</P><br />
<P>Na resolução aprovada hoje, os trabalhadores da EMEL afirmam ainda que &#8220;apoiam e votam a sua participação na greve geral, pela derrota do pacote laboral&#8221;, convocada para quarta-feira, dia 03 de junho.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770756]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Vendas de carros crescem 9,4% até maio com 127.626 veículos matriculados, indica ACAP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 16:29:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As vendas de automóveis cresceram 9,4% de janeiro a maio em relação ao mesmo período de 2025, com a entrada em circulação de 127.626 novos veículos, segundo dados divulgados hoje pela Associação Automóvel de Portugal (ACAP).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As vendas de automóveis cresceram 9,4% de janeiro a maio em relação ao mesmo período de 2025, com a entrada em circulação de 127.626 novos veículos, segundo dados divulgados hoje pela Associação Automóvel de Portugal (ACAP).</P><br />
<P>De todas as unidades matriculadas nos primeiros cinco meses do ano, 110.731 unidades (87%) são automóveis ligeiros de passageiros, 13.328 (10%) são ligeiros de mercadorias e 3.567 (3%) são veículos pesados, segundo os dados divulgados pela ACAP.</P><br />
<P>As vendas de ligeiros de passageiros cresceram 9,8% nos primeiros cinco meses do ano, enquanto as de ligeiros de mercadorias subiram 2,3%.</P><br />
<P>Nos veículos pesados, o crescimento das vendas foi de 28,3% em tenros homólogos.</P><br />
<P>No segmento dos ligeiros de passageiros, o mais relevante do mercado em número de vendas, os carros movidos a energias alternativas representam 73,7% das vendas, o mesmo peso que se registava até abril, enquanto os veículos movidos a gasolina valem 22,4% e as unidades a gasóleo correspondem a 3,8%.</P><br />
<P>Os elétricos têm um peso de 24,5% nas vendas, enquanto os veículos híbridos representam 29,3% e os híbridos &#8216;plug-in&#8217; (PHEV) valem 14,2%.</P><br />
<P>Os dados da ACAP relativos aos ligeiros de passageiros mostram que, de janeiro a maio, foram vendidas 11.014 unidades da Peugeot, 8.245 da Mercedes-Benz, 6.915 da BMW, 6.451 da Dacia, 6.194 da Renault, 6.058 da Volkswagen, 5.875 da Citroën, 5.756 da Toyota e 4.392 da Tesla.</P><br />
<P>No mês de maio foram matriculados 28.904 automóveis (ligeiros e pesados), mais 6,9% do que no mesmo mês do ano passado.</P><br />
<P>Deste universo, 25.080 são automóveis ligeiros de passageiros novos, segmento onde o crescimento nas vendas foi de 6,5% em relação a maio de 2025.</P><br />
<P>Ao mesmo tempo, foram vendidas 3.235 unidades de ligeiros de mercadorias, o que representa uma subida homóloga de 13%.</P><br />
<P>As vendas de veículos pesados em maio totalizaram as 589 unidades. Neste caso, registou-se uma quebra, com a comercialização de menos 7,2% do que em maio de 2025.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770745]]></sapo:autor>
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		<title>Tesouro escondido durante séculos: Geórgia leiloa coleção de vinhos de Napoleão e Estaline</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 16:24:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma das mais extraordinárias coleções de vinho da Europa, composta por milhares de garrafas históricas associadas a figuras como Napoleão Bonaparte, os últimos czares russos e o líder soviético Josef Estaline, prepara-se para chegar ao mercado internacional através de uma série de leilões promovidos pelo Governo da Geórgia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das mais extraordinárias coleções de vinho da Europa, composta por milhares de garrafas históricas associadas a figuras como Napoleão Bonaparte, os últimos czares russos e o líder soviético Josef Estaline, prepara-se para chegar ao mercado internacional através de uma série de leilões promovidos pelo Governo da Geórgia.</p>
<p>Guardada durante décadas nas profundezas da histórica Fábrica N.º 1 de Tbilisi, a coleção permaneceu praticamente inacessível ao público, preservada em caves onde algumas garrafas não viam a luz do dia há mais de dois séculos. Agora, as autoridades georgianas decidiram abrir este património ao mundo e utilizar parte das receitas obtidas para financiar um novo projeto de formação na área da vitivinicultura.</p>
<p><strong>Um acervo histórico com milhares de garrafas raras</strong><br />
A Fábrica N.º 1 de Tbilisi, considerada uma das mais emblemáticas instalações vinícolas da Geórgia, alberga uma coleção impressionante de vinhos georgianos e estrangeiros de elevada qualidade.</p>
<p>Segundo as autoridades georgianas, a enoteca contém até 20 mil garrafas de coleção envelhecidas ao longo de mais de 200 anos. Outras informações divulgadas durante a apresentação pública do projeto referem um espólio que poderá atingir cerca de 40 mil exemplares entre vinhos georgianos e franceses, incluindo algumas das raridades mais procuradas por colecionadores internacionais.</p>
<p>O Governo georgiano transferiu a propriedade da histórica adega, de forma permanente, para a Agência Nacional do Vinho. A entidade terá como missão catalogar as garrafas existentes, determinar a sua origem e avaliar o valor histórico e comercial de cada peça.</p>
<p>Parte deste património será posteriormente colocada em leilão, numa iniciativa destinada a financiar a criação de uma escola especializada em educação e formação vinícola.</p>
<p><strong>Dos czares russos a Estaline</strong><br />
A história da coleção atravessa alguns dos momentos mais marcantes da Europa dos séculos XIX e XX.</p>
<p>Entre as garrafas conservadas encontram-se vinhos provenientes de prestigiados châteaux franceses que pertenceram ao czar Alexandre III da Rússia e ao seu filho, Nicolau II, o último imperador russo. Durante o século XIX, a Geórgia integrava o Império Russo, permitindo que estas coleções fossem incorporadas no património imperial.</p>
<p>Após a Revolução Russa de 1917, o novo regime soviético confiscou os bens da família Romanov. Parte da coleção de vinhos imperiais acabou por passar para a esfera do Estado soviético e ficou posteriormente sob a tutela de Josef Estaline, natural da Geórgia e líder da União Soviética entre 1924 e 1953.</p>
<p>Conhecido pelo interesse que demonstrava pelos vinhos georgianos, Estaline foi acrescentando à coleção algumas das suas variedades preferidas produzidas no Cáucaso, contribuindo para ampliar o espólio ao longo das décadas.</p>
<p>As autoridades georgianas afirmam ainda que a adega conserva coleções historicamente associadas ao imperador francês Napoleão Bonaparte, reforçando o valor simbólico e patrimonial do conjunto agora apresentado ao público.</p>
<p><strong>Governo destaca papel da Geórgia como berço do vinho</strong><br />
Durante a reabertura oficial da Fábrica N.º 1, o ministro da Agricultura da Geórgia, David Songulashvili, destacou a importância histórica do espaço e do património ali preservado.</p>
<p>“Este espaço único conserva vinhos e bebidas envelhecidas durante mais de dois séculos e sublinha mais uma vez a importância da Geórgia como berço do vinho”, afirmou o governante.</p>
<p>Songulashvili salientou igualmente o papel da tradição vitivinícola georgiana na projeção internacional do país.</p>
<p>“A nossa antiga tradição vitivinícola deu ao nosso país um lugar de destaque no mapa mundial e foi durante séculos uma parte integrante das nossas relações comerciais e culturais”, declarou.</p>
<p>O ministro acrescentou ainda que a coleção atualmente preservada na adega “conserva a memória” de figuras históricas como Estaline e Napoleão.</p>
<p>A apresentação pública do projeto contou também com a presença do primeiro-ministro georgiano, Irakli Kobakhidze.</p>
<p><strong>Colecionadores internacionais já mostram interesse</strong><br />
A abertura das caves despertou a atenção de especialistas e colecionadores de vários países.</p>
<p>Entre os visitantes esteve Victor Chen, colecionador oriundo de Dallas, no Texas, que descreveu a experiência de observar as antigas garrafas cobertas de pó como um momento raro na história do colecionismo.</p>
<p>Ao analisar o conteúdo das garrafas centenárias, Chen comparou a descoberta ao trabalho de um explorador perante um tesouro desconhecido.</p>
<p>“Sente-se como o Indiana Jones a abrir uma caverna: pode não haver nada, pode haver algo extraordinário”, afirmou.</p>
<p>Para o colecionador norte-americano, a abertura desta coleção representa potencialmente um momento histórico para o mercado internacional de vinhos raros.</p>
<p>“Já não existem muitos momentos que possam ser considerados verdadeiramente históricos. E este pode ser um deles”, acrescentou.</p>
<p>Irakli Gilauri, proprietário da empresa Gilauri Wines e colaborador do Ministério da Agricultura no projeto, acredita que o leilão poderá aumentar significativamente a visibilidade da Geórgia junto dos grandes colecionadores internacionais.</p>
<p>Segundo explicou, a iniciativa ajudará a colocar o país “no mapa dos colecionadores”.</p>
<p><strong>Uma adega histórica e um símbolo da arquitetura do século XIX</strong><br />
Para além do valor das garrafas armazenadas no seu interior, a própria Fábrica N.º 1 constitui um importante património arquitetónico.</p>
<p>O edifício é considerado um dos melhores exemplos da arquitetura industrial do século XIX na Geórgia e foi financiado pelo empresário e filantropo David Sarajishvili.</p>
<p>Sarajishvili destacou-se como fundador de algumas das mais importantes marcas de conhaque do antigo Império Russo, incluindo a célebre fábrica caucasiana de Kizlyar.</p>
<p>Hoje, mais de um século depois da sua construção, o complexo volta a assumir protagonismo internacional graças a uma coleção que atravessou impérios, revoluções, guerras e regimes políticos distintos.</p>
<p>Da corte dos Romanov às mãos de Estaline, passando por referências históricas associadas a Napoleão Bonaparte, as garrafas agora preparadas para leilão representam não apenas um património enológico de valor incalculável, mas também um raro testemunho material de dois séculos de história europeia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770680]]></sapo:autor>
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		<title>Multas mais caras, auto digital e mais radares: o que muda no Código da Estrada ainda este ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 16:17:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O grupo de trabalho criado para preparar o novo Código da Estrada reuniu-se pela primeira vez a 26 de maio e terá de entregar uma proposta ao ministro da Administração Interna até 30 de setembro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="107" data-end="436">O Governo está a preparar um novo Código da Estrada e quer que as alterações entrem em vigor ainda este ano, adianta a RTP. O objetivo passa por tornar as multas mais pesadas, acelerar a chegada das notificações aos infratores, alargar os critérios para a cassação da carta de condução e penalizar de forma mais dura os condutores reincidentes.</p>
<p data-start="438" data-end="772">A mudança surge num contexto de agravamento da sinistralidade rodoviária. Desde o início do ano, 201 pessoas morreram nas estradas portuguesas e 979 ficaram gravemente feridas. O ministro da Administração Interna já tinha prometido ser &#8220;implacável&#8221; perante o aumento de mortes na estrada e o processo legislativo está agora em marcha.</p>
<p data-start="774" data-end="1160">O grupo de trabalho criado para preparar o novo Código da Estrada reuniu-se pela primeira vez a 26 de maio e terá de entregar uma proposta ao ministro da Administração Interna até 30 de setembro. A equipa integra representantes da Secretaria de Estado, do gabinete do ministro, da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, da GNR, da PSP e da Inspeção-Geral da Administração Interna.</p>
<p data-start="1162" data-end="1220"><strong>Multas vão subir e carta poderá ser retirada em mais casos</strong></p>
<p data-start="1222" data-end="1566">O secretário de Estado da Proteção Civil, Rui Rocha, defende em entrevista ao canal público, que o atual Código da Estrada deixou de responder às exigências da mobilidade atual. O governante lembra que o documento tem 32 anos e já sofreu 28 alterações, razão pela qual o Executivo entende que é necessário criar um novo código, em vez de continuar a fazer alterações pontuais.</p>
<p data-start="1568" data-end="1943">Entre as mudanças previstas estão o aumento do valor das coimas e a revisão das sanções acessórias, para que fiquem mais ajustadas à gravidade das infrações. As coimas por excesso de álcool deverão subir, numa tentativa de aumentar a eficácia do procedimento contraordenacional e reduzir aquilo que o Governo descreve como um sentimento de impunidade entre alguns condutores.</p>
<p data-start="1945" data-end="2217">Também os critérios para a cassação da carta de condução deverão ser alargados. Rui Rocha defende que é necessário distinguir entre uma infração pontual e o comportamento de um condutor reincidente, admitindo que estes casos devem ter um nível de penalização mais elevado.</p>
<p data-start="2219" data-end="2263"><strong>Auto digital começa a ser testado este verão</strong></p>
<p data-start="2265" data-end="2516">Uma das principais alterações práticas será a introdução do auto digital. O novo sistema permitirá que as autoridades emitam o auto de contraordenação no momento em que a infração é detetada, fazendo com que a notificação entre diretamente no sistema.</p>
<p data-start="2518" data-end="2796">O objetivo é reduzir os atrasos que hoje fazem com que muitas multas só cheguem a casa dos infratores meses depois da infração. O Governo quer que, com a digitalização, os prazos sejam cumpridos e diminuam as possibilidades de prolongar os processos através de ações dilatórias.</p>
<p data-start="2798" data-end="3120">O projeto está ligado a um investimento de três milhões de euros no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência, destinado a melhorar a interoperabilidade entre os sistemas informáticos da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária e das forças de segurança. O novo sistema deverá ser apresentado até ao final de agosto.</p>
<p data-start="3122" data-end="3152"><strong>Governo rejeita &#8220;caça à multa&#8221;</strong></p>
<p data-start="3154" data-end="3473">Na mesma entrevista, Rui Rocha insiste que o objetivo das novas medidas não é promover uma &#8220;caça à multa&#8221;, mas salvar vidas. O secretário de Estado considera que as campanhas de sensibilização continuam a ser importantes, mas admite que é necessário reforçar a penalização para que os condutores percebam que têm mesmo de cumprir as regras.</p>
<p data-start="3475" data-end="3772">O Governo quer combater a ideia de que pode compensar exceder os limites de velocidade ou conduzir depois de beber, por se acreditar que &#8220;nada vai acontecer&#8221;. Para o Executivo, essa perceção contribui para comportamentos de risco que aumentam a probabilidade de acidentes graves e vítimas mortais.</p>
<p data-start="3774" data-end="4114">A meta assumida é reduzir em 50% o número de mortos na estrada até 2030, em comparação com 2019. Rui Rocha reconhece que o objetivo é ambicioso, até porque nem todas as circunstâncias dependem diretamente das medidas do Estado, mas defende que é necessário criar um ambiente de maior responsabilização para todos os que circulam na estrada.</p>
<p data-start="4116" data-end="4160"><strong>Brigada de Trânsito da GNR será reorganizada</strong></p>
<p data-start="4162" data-end="4425">O Governo prepara também a reativação da Brigada de Trânsito da GNR. A recuperação desta estrutura deverá permitir um comando único dentro da Guarda Nacional Republicana, com maior capacidade de controlo nacional, prevenção e dissuasão de comportamentos de risco.</p>
<p data-start="4427" data-end="4645">Segundo Rui Rocha, a reorganização deverá envolver cerca de 1.300 a 1.400 militares, considerando os comandos territoriais e a atual Unidade Nacional de Trânsito. O processo está a ser desenvolvido pelo comando da GNR.</p>
<p data-start="4647" data-end="4699"><strong>Mais radares de velocidade média até ao final do ano</strong></p>
<p data-start="4701" data-end="4959">A instalação de novos radares é outra das prioridades do Executivo. Está em curso um concurso para a aquisição de 12 radares, com preferência pelos equipamentos de velocidade média. A intenção do Governo é que estejam em funcionamento até ao final deste ano.</p>
<p data-start="4961" data-end="5160">A estes equipamentos deverão juntar-se mais três radares da Brisa e da Ascendi. A Infraestruturas de Portugal também manifestou disponibilidade para integrar mais radares de velocidade média na rede.</p>
<p data-start="5162" data-end="5452">O Executivo acredita que a combinação entre novo Código da Estrada, multas mais rápidas, sanções mais duras, reforço da fiscalização e mais radares poderá ajudar a travar os números da sinistralidade. Para Rui Rocha, o essencial é não normalizar o número de mortes nas estradas portuguesas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770715]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsa de Lisboa lidera perdas na Europa com Teixeira Duarte a cair mais de 4%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 16:16:26 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa liderou hoje as quedas na Europa, cujos principais índices fecharam no 'vermelho', perdendo 1,27%, para 8.960,94 pontos, com a Teixeira Duarte a recuar mais de 4%.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bolsa de Lisboa liderou hoje as quedas na Europa, cujos principais índices fecharam no &#8216;vermelho&#8217;, perdendo 1,27%, para 8.960,94 pontos, com a Teixeira Duarte a recuar mais de 4%.</p>
<p>Das 16 cotadas que integram o índice PSI, 14 caíram e apenas duas subiram.</p>
<p>As principais praças europeias fecharam hoje em queda, com Londres a recuar 0,68%, Paris 0,45%, Frankfurt 0,40%, Madrid 0,97% e Milão 0,52%.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770726]]></sapo:autor>
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		<title>Lítio: Empresa garante atuar em Boticas sem qualquer incumprimento da lei</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 16:05:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A empresa Savannah garantiu hoje atuar sem "qualquer incumprimento da lei ou operação de trabalhos indevidos", assegurando não ter sido notificada de "qualquer providência cautelar" pelo tribunal de Mirandela devido à mina do Barroso.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A empresa Savannah garantiu hoje atuar sem &#8220;qualquer incumprimento da lei ou operação de trabalhos indevidos&#8221;, assegurando não ter sido notificada de &#8220;qualquer providência cautelar&#8221; pelo tribunal de Mirandela devido à mina do Barroso.</P><br />
<P>Em nota de imprensa, a empresa que quer explorar lítio na zona de Covas do Barroso, em Boticas, distrito de Vila Real, recusa &#8220;qualquer incumprimento da lei ou operação de trabalhos indevidos&#8221;, ao contrário &#8220;do que o grupo opositor pretende fazer crer com vários comunicados desde a semana passada&#8221;.</P><br />
<P>Em comunicado divulgado hoje, o Conselho Diretivo dos Baldios da Freguesia de Covas do Barroso indica que o Tribunal Administrativo e Fiscal de Mirandela admitiu a providência cautelar apresentada na quarta-feira para suspender os efeitos da servidão administrativa e dos trabalhos dela decorrentes até que seja apreciada a sua legalidade&#8221;, acrescentando que a Savannah está &#8220;obrigada a parar os trabalhos&#8221;.</P><br />
<P>A Savannah informou pelas 16:00 que, &#8220;até ao momento, não foi ainda notificada de qualquer providência cautelar pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Mirandela&#8221;.</P><br />
<P>Assim, &#8220;os trabalhos de Geotecnia necessários para o desenvolvimento do Projeto Lítio do Barroso continuam a decorrer com naturalidade, à luz da servidão administrativa concedida pelo secretário de Estado da Energia&#8221;, acrescentou, justificando o esclarecimento com uma &#8220;antecipação à divulgação dos já habituais movimentos diversos de intimidação (no terreno e fora dele) do grupo opositor em Covas do Barroso&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Trata-se de mais uma manobra destinada apenas a criar ruído negativo e desinformação sobre o projeto. Em cumprimento estrito da lei, mal a notificação chegue, pararemos os trabalhos, como fizemos da última vez, tal como bem confirmou a GNR e depois o tribunal, e aguardaremos de novo por apreciação do tribunal&#8221;, diz a empresa.</P><br />
<P>O Tribunal Administrativo e Fiscal de Mirandela aceitou a providência cautelar interposta para suspender a segunda servidão administrativa associada à mina do Barroso em Boticas e os trabalhos em curso, segundo um documento a que a Lusa teve acesso.</P><br />
<P>No despacho de 29 de maio, o tribunal admite a providência cautelar apresentada pela Assembleia de Compartes dos Baldios da Freguesia de Covas do Barroso, contra o Ministério do Ambiente e da Energia, dando 10 dias para os interessados se pronunciarem.</P><br />
<P>A Comunidade Local dos Baldios de Covas do Barroso, em Boticas, avançou na quarta-feira com uma providência cautelar para suspender a segunda servidão administrativa associada à mina do Barroso, publicada em Diário da República, a 06 de maio.</P><br />
<P> Esta entidade afirma que a &#8220;servidão administrativa permite à empresa ocupar terrenos comunitários e privados à revelia da vontade dos proprietários e compartes, repetindo um padrão de imposição coerciva já denunciado durante a primeira servidão administrativa associada ao projeto mineiro&#8221;.</P><br />
<P>   &#8220;A primeira servidão incluiu trabalhos executados fora da área concessionada, restrições à circulação dos residentes nos baldios e a presença de segurança privada na aldeia, criando um clima de vigilância e intimidação sobre a população&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>   O Ministério do Ambiente já tinha autorizado uma primeira servidão em dezembro de 2024, que originou a apresentação de uma providência cautelar, por parte de proprietários de terreno, levando à suspensão dos trabalhos de prospeção durante 15 dias em fevereiro de 2025.</P><br />
<P> O projeto mineiro foi viabilizado pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA), com a emissão de uma Declaração de Impacte Ambiental (DIA) favorável condicionada em 2023.</P><br />
<P> A empresa pretende iniciar a construção em 2027 e alcançar a primeira produção em 2028.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770722]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Existe ideia de que não há capacidade de resposta, mas ninguém nos perguntou, afirma Mota-Engil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 15:34:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente executivo da Mota-Engil Engenharia, Horácio Sá, lamentou hoje que exista uma ideia "pública e publicada" de que o setor da construção não tem capacidade de resposta, assinalando que ninguém questionou a empresa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente executivo da Mota-Engil Engenharia, Horácio Sá, lamentou hoje que exista uma ideia &#8220;pública e publicada&#8221; de que o setor da construção não tem capacidade de resposta, assinalando que ninguém questionou a empresa.</P><br />
<P>&#8220;Existe a ideia de que não há capacidade do mercado e esta é uma opinião que é pública e publicada e que é a tecla onde se costuma bater&#8221;, afirmou Horácio Sá, na apresentação da Fundação da Construção, em Lisboa. </P><br />
<P>O administrador referiu que o setor da construção está quase ao nível do futebol, uma vez que &#8220;quase toda a gente tem opinião&#8221; sobre o novo aeroporto, sobre a sua localização ou sobre uma nova travessia no Tejo.</P><br />
<P>&#8220;Temos especialistas para todas as cores e feitios e isto é ingrato e injusto. A construção emprega quase 7% da população ativa&#8221;, assinalou. </P><br />
<P>O gestor da empresa do grupo Mota-Engil disse ainda que é muito fácil falar com o setor da construção, uma vez que existem poucos interlocutores, insistindo não haver dificuldade em questionar se existe falta de mão-de-obra. Contudo, vincou que à construtora ninguém fez esta questão. </P><br />
<P>Por outro lado, indicou que a Mota- Engil Engenharia tem contratos, assinados com clientes públicos nacionais, no valor de &#8220;algumas centenas de milhões de euros&#8221;, que não avançam por falta de financiamento. </P><br />
<P>A isto soma-se, conforme apontou, a atração por tudo o que é estrangeiro. </P><br />
<P>&#8220;Quando um espanhol está de férias e vê outro, diz: até que enfim que encontrei um tío [pessoa] do meu nível. Quando um português está de férias e vê outro, diz: isto está cheio de portugueses&#8221;, rematou.</P><br />
<P>Segundo dados avançados pela Fundação da Construção, o setor gera cerca de 5% do Produto Interno Bruto (PIB) e emprega cerca de 460.000 pessoas. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770687]]></sapo:autor>
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		<title>Anthropic autoriza Agência de Cibersegurança da UE a aceder ao Mythos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 15:19:53 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Bruxelas 01 jun 2026 (Lusa) - A tecnológica norte-americana Anthropic autorizou a Agência da União Europeia para a Cibersegurança (ENISA) a aceder ao seu modelo de inteligência artificial (IA) Mythos para avaliar os seus riscos antes do lançamento em larga escala no mercado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Bruxelas 01 jun 2026 (Lusa) &#8211; A tecnológica norte-americana Anthropic autorizou a Agência da União Europeia para a Cibersegurança (ENISA) a aceder ao seu modelo de inteligência artificial (IA) Mythos para avaliar os seus riscos antes do lançamento em larga escala no mercado.</p>
<p>A confirmação da autorização foi dada hoje pela Comissão Europeia.</p>
<p>Desde que a Anthropic alertou para os riscos de cibersegurança representados pela sua nova ferramenta, a Comissão Europeia tem vindo a negociar com a tecnológica para testar o modelo.</p>
<p>A Anthropic concedeu a permissão no domingo, após uma reunião na semana passada em São Francisco com membros da Comissão.</p>
<p>No entanto, a tecnológica e a Comissão Europeia ainda estão a negociar as condições em que os testes serão conduzidos antes de a ENISA ter acesso ao modelo.</p>
<p>Estas condições incluem salvaguardas para evitar a divulgação de quaisquer vulnerabilidades de cibersegurança detetadas nas empresas e bancos europeus.</p>
<p>&#8220;Acolhemos com satisfação os últimos desenvolvimentos relativos ao possível acesso futuro&#8221;, afirmou Thomas Regnier, porta-voz da Comissão Europeia para a área da tecnologia, em comunicado.</p>
<p>O responsável salientou que a autorização concedida pela empresa &#8220;é de primordial importância&#8221; para se ter &#8220;uma visão clara dos potenciais riscos&#8221;.</p>
<p>&#8220;Não podemos esquecer que o Mythos não é um caso isolado, uma nova vaga de modelos poderosos está a chegar ao mercado&#8221;, advertiu Regnier.</p>
<p>A Anthropic afirma que as capacidades avançadas do Mythos permitiram detetar ciberameaças que permaneceram ocultas durante 27 anos, com capacidades autónomas tão poderosas que levaram à suspensão do seu lançamento em larga escala.</p>
<p>Desde então, a empresa assinou acordos com cerca de 40 empresas norte-americanas &#8212; incluindo as tecnológicas Apple, Google, Microsoft e Nvidia, bem como bancos como o Bank of America, Citigroup, Goldman Sachs e Morgan Stanley &#8212; para testar o modelo de inteligência artificial antes de o disponibilizar amplamente.</p>
<p>Na Europa, os ministros das Finanças da UE e o Banco Central Europeu (BCE) começaram a discutir os riscos que o Mythos pode representar para a banca europeia.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770669]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Crianças abandonadas em Alcácer: familiar diz que padrasto terá ido a Paris &#8220;para matar Macron&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 15:17:26 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O caso dos dois irmãos abandonados junto a uma estrada nacional em Portugal continua a revelar novos detalhes sobre o perfil dos suspeitos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="88" data-end="504">O caso dos dois irmãos abandonados junto a uma estrada nacional em Portugal continua a revelar novos detalhes sobre o perfil dos suspeitos. O jornal francês L’Indépendant traça o retrato de Marc B., de 55 anos, natural da região dos Pirenéus Orientais, que foi colocado em prisão preventiva em Portugal juntamente com a companheira, Marine R., de 41 anos, mãe das duas crianças.</p>
<p data-start="506" data-end="844">O casal é suspeito de ter deixado os dois menores, de três e cinco anos, sozinhos junto a uma estrada nacional. As crianças terão sido abandonadas numa zona florestal, com os olhos vendados, sob o pretexto de estarem a brincar à cabra-cega, enquanto o casal se terá afastado de carro.</p>
<p data-start="846" data-end="1032">Os dois suspeitos foram colocados em prisão preventiva por suspeitas de &#8220;perigo ou abandono&#8221;. Marc B. é ainda acusado de &#8220;ofensas à integridade física agravadas&#8221; contra uma das crianças.</p>
<p data-start="1080" data-end="1404">As imagens da chegada dos suspeitos ao tribunal de Setúbal chamaram a atenção. Marine R. terá saído da carrinha celular a cantarolar um cântico antes de ser presente ao juiz. Já Marc B. surgiu antes da companheira e gritou &#8220;amo-vos&#8221; aos jornalistas, num comportamento descrito como distante da gravidade dos factos em causa.</p>
<p data-start="1406" data-end="1571">A imprensa francesa sublinha que este comportamento contrastou com o relato atribuído às duas crianças e com as suspeitas que levaram à detenção preventiva do casal.</p>
<p data-start="1573" data-end="1890">À medida que o caso avança, começa também a ser conhecido o passado de Marc B., descrito por familiares como uma pessoa com um comportamento perturbador desde jovem. Um tio do suspeito, identificado como Gilles, relatou ao L’Indépendant vários episódios que, segundo afirma, marcaram a relação da família com o homem.</p>
<p data-start="1892" data-end="1928"><strong>&#8220;Na família, todos tinham medo dele&#8221;</strong></p>
<p data-start="1930" data-end="2261">Marc B. nasceu em Argelès-sur-Mer. O pai era professor de educação física e a mãe tinha apenas 18 anos quando ele nasceu. A família viveu inicialmente na região catalã francesa e mudou-se depois para Châteauroux. Após a separação dos pais, a mãe regressou com Marc B. para junto da família, na região de Aude, perto de Carcassonne.</p>
<p data-start="2263" data-end="2499">Foi nessa altura, recorda o tio, que começaram os problemas. &#8220;Na escola, era impossível. E na adolescência, por volta dos 15 anos, criou-nos grandes problemas. Tornou-se insuportável. Na família, todos tinham medo dele&#8221;, afirmou Gilles.</p>
<p data-start="2501" data-end="2721">Mais tarde, Marc B. ingressou na gendarmaria francesa, o que levou a família a acreditar que poderia encontrar ali alguma estabilidade. &#8220;Pensámos: é o exército, vai ser enquadrado, podemos respirar&#8221;, recordou o familiar.</p>
<p data-start="2723" data-end="2774"><strong>Passado militar e condenação por violência conjugal</strong></p>
<p data-start="2776" data-end="3027">A partir dessa fase, os laços familiares tornaram-se mais distantes. Segundo o relato do tio, a família soube que Marc B. se instalou em Perpignan, trabalhou como militar numa unidade de intervenção, teve uma companheira e uma filha, hoje com 18 anos.</p>
<p data-start="3029" data-end="3207">A relação conjugal, contudo, terminou mal. Marc B. foi condenado por violência contra a companheira, violação de domicílio, atentado à vida privada e ameaças de morte reiteradas.</p>
<p data-start="3209" data-end="3562">Nas redes sociais, o próprio Marc B. escreveu que esteve de baixa durante seis meses em 2008 e que acabou por se demitir da guarda nacional em 2010, dizendo estar &#8220;enojado da instituição&#8221;. Também afirmava ter sido &#8220;perseguido e assediado&#8221; pela justiça, ter estado preso em 2017 e 2020 e ter sido internado em instituições psiquiátricas em 2020, 2021 e 2022.</p>
<p data-start="3564" data-end="3609"><strong>&#8220;Proferia discursos completamente delirantes&#8221;</strong></p>
<p data-start="3611" data-end="3789">O tio de Marc B. contou ainda que, em 2021, o sobrinho reapareceu na região de Aude, dizendo que queria reaproximar-se da família. A tentativa, porém, terá terminado rapidamente.</p>
<p data-start="3791" data-end="3951">&#8220;Ele queria reatar laços com a família e pensámos que podíamos tentar. Mas proferia discursos completamente delirantes. Falava do fim do mundo&#8221;, relatou Gilles.</p>
<p data-start="3953" data-end="4232">O familiar descreveu ainda um episódio em que Marc B. terá colocado as mãos sobre a cabeça do avô e dito que lhe estava a dar uma &#8220;aura espiritual&#8221; para que vivesse até aos 200 anos. Também dizia, segundo o tio, que conseguia olhar para o sol sem que este lhe queimasse os olhos.</p>
<p data-start="4234" data-end="4468">A família acabou por tentar fazê-lo sair de casa, primeiro com recurso a subterfúgios e depois pela força. &#8220;Tínhamos dificuldade em fechar a porta. Era forte, violento, completamente louco. Foi a última vez que o vimos&#8221;, contou o tio.</p>
<p data-start="4470" data-end="4506"><strong>Família diz ter alertado autoridades</strong></p>
<p data-start="4508" data-end="4735">Gilles afirma ainda que, nesse mesmo dia, Marc B. terá tentado agredir fisicamente a própria irmã. O tio e a irmã apresentaram queixa na gendarmaria e avisaram que o homem seria perigoso. A queixa, no entanto, acabou arquivada.</p>
<p data-start="4737" data-end="4934">O familiar diz que Marc B. se sentia afastado da família e acumulava uma forte raiva. &#8220;Às vezes pensamos que ele estava perdido, que se sentia posto de lado. Havia uma grande cólera nele&#8221;, afirmou.</p>
<p data-start="4936" data-end="5350">Segundo o mesmo testemunho, Marc B. também fazia comentários racistas e dirigia ressentimento não apenas contra familiares, mas contra várias pessoas e instituições. O tio relatou ainda que, numa ocasião, acompanhou a atividade do sobrinho na internet e percebeu que este teria ido a Paris com intenção de matar o presidente francês, Emmanuel Macron, por acreditar que este era, nas suas palavras, um &#8220;reptiliano&#8221;.</p>
<p data-start="5352" data-end="5404"><strong>Teorias da conspiração e acusações nas redes sociais</strong></p>
<p data-start="5406" data-end="5634">Nos seus diferentes perfis, Marc B. difundia há vários anos teorias da conspiração e mensagens antissemitas, apresentando-se como vítima de ameaças e ataques. Escrevia sentir-se rejeitado, desacreditado e banido como ser humano.</p>
<p data-start="5636" data-end="6034">No livro &#8220;Renaissance&#8221;, autoeditado em 2018, Marc B. expunha ressentimentos contra a família e fazia acusações sobre alegados episódios do passado. Entre esses relatos, referia um alegado abandono de crianças por um familiar, atacava a irmã, a quem dizia ter &#8220;salvado&#8221;, e acusava o pai de o ter empurrado para a água durante um passeio de barco na praia de Argelès-sur-Mer quando tinha quatro anos.</p>
<p data-start="6036" data-end="6206">Marc B. escreveu que não sabia nadar e que o pai teria demorado a socorrê-lo. A partir desse episódio, afirmava compreender por que razão ainda sentia os pulmões a arder.</p>
<p data-start="6208" data-end="6466" data-is-last-node="" data-is-only-node="">O caso permanece sob investigação em Portugal. Para já, os dois suspeitos continuam em prisão preventiva, enquanto as autoridades prosseguem a avaliação dos factos relacionados com o abandono das duas crianças e com as suspeitas de violência sobre uma delas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770651]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Filas no aeroporto afetam turismo mas impacto na economia será temporário, garantem economistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 15:17:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os constrangimentos que se têm sentido no aeroporto de Lisboa, devido ao sistema de controlo de fronteiras, poderão afetar o turismo, mas os efeitos devem ser temporários, não pesando no crescimento da economia, consideram economistas ouvidos pela Lusa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os constrangimentos que se têm sentido no aeroporto de Lisboa, devido ao sistema de controlo de fronteiras, poderão afetar o turismo, mas os efeitos devem ser temporários, não pesando no crescimento da economia, consideram economistas ouvidos pela Lusa.</p>
<p>Ricardo Ferraz, professor no ISEG e na Lusófona, sinalizou à Lusa que estes problemas poderão &#8220;ter um efeito dissuasor, sobretudo junto de quem privilegia destinos com maior facilidade de circulação e menos tempo de espera à chegada&#8221;, mas disse acreditar ser um &#8220;problema temporário, dado que se trata de um período de adaptação a um novo sistema&#8221;.</p>
<p>O economista da Oxford Economics Ricardo Amaro também defende, em declarações à Lusa, que &#8220;a maioria dos turistas&#8221; que visita o país &#8220;usa a via aérea, nomeadamente através do aeroporto de Lisboa, portanto estes constrangimentos não devem ser ignorados&#8221;.</p>
<p>No entanto, como já existem há vários anos com a boa performance que se conhece do turismo durante esse período, &#8220;não tem sido suficiente para convencer muitos dos que nos querem visitar a optar por outras paragens&#8221;, sinaliza, ainda que alertando que o ideal era mesmo tentar corrigir-se o problema.</p>
<p>Ricardo Ferraz assume que existe um contributo direto e indireto do turismo que equivale a cerca de 12% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional, pelo que se o número de turistas caísse de forma significativa, os impactos seriam sentidos em vários setores como a hotelaria, a restauração, o comércio e até os transportes, o que, naturalmente, acabaria por ter reflexos também no emprego.</p>
<p>Ainda assim, apesar de admitir que o contexto internacional não é o melhor, não favorecendo a mobilidade de pessoas devido ao aumento do preço dos combustíveis, desdramatiza a situação apontando que &#8220;não é expectável uma queda abrupta e significativa do turismo&#8221;.</p>
<p>Já Ricardo Amaro sinaliza, por sua vez, que o conflito no Médio Oriente até pode ajudar ao crescimento do turismo português dado que levará a uma redução nos voos de longa duração que tenham como destino ou transitem no Médio Oriente, sendo Portugal um dos beneficiários.</p>
<p>&#8220;Isto mais do que compensará o efeito negativo por via da redução da procura gerada pela subida dos preços, mas o efeito será modesto e não altera a performance geral da economia, onde continuamos a esperar crescimento em torno dos 2% este ano&#8221;, conclui.</p>
<p>O novo sistema europeu de controlo de fronteiras, chamado Sistema de Entradas/Saídas (EES, sigla em inglês), entrou em funcionamento em outubro de 2025 de forma faseada em Portugal e nos restantes países do espaço Schengen e, desde então, os tempos de espera nas fronteiras aéreas agravaram-se, principalmente no aeroporto de Lisboa, com os passageiros a terem de esperar, por vezes, várias horas.</p>
<p>O EES está a funcionar a 100% desde o passado dia 10 de abril e, desde então, a PSP tem recorrido à suspensão parcial da recolha dos dados biométricos em &#8220;circunstâncias excecionais&#8221;, nomeadamente quando &#8220;o tempo de espera num posto de fronteira aérea se torne excessivo&#8221;, segundo disse à Lusa o porta-voz da PSP, Sérgio Soares.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770659]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Candidaturas ao ensino superior arrancam a 20 de julho com quase 57 mil vagas disponíveis. Veja todas as datas do concurso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 14:50:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O calendário oficial foi publicado esta segunda-feira em Diário da República e estabelece que a primeira fase de candidaturas terá início a 20 de julho.
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os estudantes que terminam este ano o ensino secundário já conhecem as principais datas do concurso nacional de acesso ao ensino superior público para o ano letivo 2026/27. O calendário oficial foi publicado esta segunda-feira em Diário da República e estabelece que a primeira fase de candidaturas terá início a 20 de julho.</p>
<p>É através deste concurso que ingressa a maioria dos alunos que prosseguem estudos no ensino superior, sendo disponibilizadas este ano 56.790 vagas através do regime geral de acesso, distribuídas entre universidades e institutos politécnicos públicos.</p>
<p>Do total de lugares colocados a concurso, 34.841 correspondem a universidades públicas e 21.949 a institutos politécnicos, mantendo-se o concurso nacional como a principal porta de entrada para o ensino superior em Portugal.</p>
<p><strong>Mais de 21 mil vagas adicionais através de concursos e regimes especiais</strong><br />
Além das vagas disponíveis no concurso nacional, existem ainda 21.493 lugares destinados a concursos e regimes especiais de acesso.</p>
<p>Estes mecanismos abrangem diferentes perfis de candidatos, incluindo estudantes internacionais, maiores de 23 anos, titulares de diplomas de técnico superior profissional e licenciados que pretendam ingressar num novo ciclo de estudos.</p>
<p>Ao contrário do concurso nacional, as datas de candidatura e as regras de acesso destes regimes são definidas autonomamente pelas instituições de ensino superior.</p>
<p><strong>Medicina e Educação Básica reforçam número de vagas</strong><br />
O concurso de 2026/27 traz um reforço da oferta em duas áreas consideradas prioritárias: Educação Básica e Medicina.</p>
<p>Nos cursos de licenciatura em Educação Básica, ministrados por universidades e politécnicos públicos, estarão disponíveis 1.344 vagas, mais 147 do que no concurso anterior.</p>
<p>Também Medicina regista um aumento da capacidade de acolhimento. As instituições de ensino superior vão disponibilizar 1.656 vagas, o que representa um acréscimo de 62 lugares face ao ano letivo de 2025/26.</p>
<p>Parte deste aumento resulta do reforço da oferta na Universidade de Coimbra, que disponibilizará mais 22 vagas, bem como da entrada em funcionamento de um novo curso de Medicina na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, com capacidade para receber 40 estudantes.</p>
<p><strong>Concurso decorre após quebra significativa de colocados</strong><br />
O novo concurso realiza-se após um ano marcado por uma redução significativa do número de estudantes colocados no ensino superior.</p>
<p>Na primeira fase do concurso nacional de acesso de 2025/26 verificou-se uma quebra de cerca de 12% face ao ano anterior, correspondendo a aproximadamente menos seis mil colocações.</p>
<p>O total de novos inscritos em todo o sistema de ensino superior registou igualmente uma diminuição próxima dos 10%.</p>
<p>Entre os fatores apontados para esta descida encontram-se as alterações introduzidas no modelo de conclusão do ensino secundário e a obrigatoriedade de realização de, pelo menos, duas provas de ingresso para acesso ao ensino superior.</p>
<p>Segundo estimativas do Ministério da Educação, baseadas nos resultados dos concursos realizados entre 2015 e 2025, esta exigência terá sido responsável por cerca de 46% da redução do número de colocados na primeira fase do concurso de 2025/26.</p>
<p><strong>Fim da obrigatoriedade de duas provas de ingresso</strong><br />
Face aos impactos registados, o Governo decidiu, no início deste ano, revogar a exigência mínima de duas provas de ingresso.</p>
<p>A alteração permite agora que as instituições de ensino superior possam exigir apenas uma prova de ingresso para determinados cursos, constituindo uma das principais novidades do concurso de acesso ao ensino superior para 2026/27.</p>
<p>A medida pretende facilitar o acesso dos candidatos e contribuir para contrariar a quebra observada nos últimos concursos.</p>
<p><strong>Julho marca o arranque das candidaturas</strong><br />
A primeira fase do concurso nacional terá início a 20 de julho.</p>
<p>Os candidatos abrangidos pelo contingente prioritário destinado a emigrantes portugueses, familiares que com eles residam, luso-descendentes e estudantes que solicitem a substituição das provas de ingresso por exames estrangeiros poderão apresentar candidatura até 27 de julho.</p>
<p>Os restantes candidatos beneficiarão de um prazo mais alargado, podendo submeter as suas candidaturas até 6 de agosto.</p>
<p><strong>Resultados da primeira fase conhecidos em agosto</strong><br />
O mês de agosto será decisivo para milhares de candidatos.</p>
<p>Segundo o calendário oficial, as instituições de ensino superior receberão as listas de colocação da primeira fase a 22 de agosto.</p>
<p>Os resultados serão divulgados publicamente no dia seguinte, 23 de agosto.</p>
<p>Após a publicação das colocações, os estudantes admitidos deverão proceder à matrícula e inscrição entre os dias 24 e 27 de agosto.</p>
<p>O período para apresentação de reclamações relativamente aos resultados da primeira fase decorrerá entre 24 e 28 de agosto.</p>
<p><strong>Segunda fase começa ainda em agosto</strong><br />
O processo prosseguirá imediatamente com a abertura da segunda fase do concurso nacional.</p>
<p>As candidaturas arrancam a 24 de agosto e prolongam-se até 2 de setembro.</p>
<p>Entretanto, a 28 de agosto, as instituições de ensino superior comunicarão ao novo Instituto para o Ensino Superior as vagas eventualmente não preenchidas nos cursos disponibilizados.</p>
<p>Este novo organismo assumiu as competências anteriormente exercidas pela Direção-Geral do Ensino Superior.</p>
<p><strong>Setembro será marcado pela segunda e terceira fases</strong><br />
No início de setembro, mais concretamente no dia 1, serão divulgadas as vagas que ficaram disponíveis devido à não realização de matrículas por parte de candidatos colocados na primeira fase.</p>
<p>Os resultados da segunda fase serão conhecidos a 13 de setembro.</p>
<p>As matrículas dos candidatos colocados decorrerão entre 14 e 16 de setembro, enquanto o período de reclamações se estenderá até 18 de setembro.</p>
<p>A 17 de setembro será feita a comunicação das vagas libertadas por candidatos que, tendo sido colocados na primeira fase, obtiveram nova colocação na segunda fase, bem como dos lugares não ocupados pelos estudantes admitidos nesta segunda ronda.</p>
<p>O número total de vagas disponíveis para a terceira fase será divulgado a 21 de setembro.</p>
<p>As candidaturas decorrerão entre 22 e 24 de setembro.</p>
<p>Os resultados finais da terceira fase do concurso nacional serão publicados a 30 de setembro.</p>
<p><strong>Matrículas prolongam-se até outubro</strong><br />
O calendário do concurso nacional termina já em outubro.</p>
<p>Os candidatos colocados na terceira fase deverão realizar a respetiva matrícula e inscrição até 2 de outubro, concluindo assim o processo de acesso ao ensino superior público para o ano letivo de 2026/27.</p>
<p>Com quase 57 mil vagas disponíveis através do regime geral de acesso, reforços em áreas estratégicas como Medicina e Educação Básica e novas regras relativas às provas de ingresso, o concurso deste ano será acompanhado com particular atenção por milhares de estudantes que procuram garantir um lugar nas universidades e institutos politécnicos portugueses.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770617]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Greve Geral: Fertagus assegura serviço a 100%, sindicatos dizem que nenhuma empresa pode garantir isso</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/greve-geral-fertagus-assegura-servico-a-100-sindicatos-dizem-que-nenhuma-empresa-pode-garantir-isso/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 14:30:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Fertagus garantiu hoje que está em condições de assegurar o serviço a 100% no dia da greve geral, mas os sindicatos defendem que "não há nenhuma empresa no país que possa dar previamente esta garantia".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Fertagus garantiu hoje que está em condições de assegurar o serviço a 100% no dia da greve geral, mas os sindicatos defendem que &#8220;não há nenhuma empresa no país que possa dar previamente esta garantia&#8221;.</p>
<p>Questionada pela Lusa sobre o impacto que a greve geral possa ter neste transporte que faz a ligação entre a margem sul e Lisboa, fonte oficial da empresa respondeu que a empresa está em condições de assegurar o serviço, mas admitiu que poderá ser afetada pela greve na gestora da rede ferroviária nacional, a Infraestruturas de Portugal (IP), para a qual foram decretados serviços mínimos de 25%.</p>
<p>&#8220;Estamos em condições de assegurar o serviço a 100%, mas só no dia sabemos quem faz greve&#8221;, disse a mesma fonte oficial.</p>
<p>Entretanto, a empresa colocou no seu site informação ao público indicando que, &#8220;na sequência da greve geral anunciada para o dia 03 de junho, informa-se que a Fertagus tem reunidas as condições para a realização do seu serviço, no entanto está dependente do impacto da greve no gestor da infraestrutura, tendo o Conselho Económico e Social (CES) deliberado a implementação de serviços mínimos na ordem dos 25%&#8221;.</p>
<p>Os horários para esse dia vão ser disponibilizados nos meios oficiais, designadamente no site da Fertagus.</p>
<p>Face a esta garantia, o Sindicato Nacional dos Maquinistas defendeu que a empresa não tem nenhuma forma de saber antecipadamente os níveis de adesão dos seus trabalhadores.</p>
<p>&#8220;Isto é uma greve geral. Qualquer trabalhador deste país pode aderir. Por lei, nenhuma entidade patronal tem informação previa da sua adesão ou não. Não há nenhuma empresa do país que esteja em condições de garantir previamente que o serviço não é afetado e a Fertagus não é exceção&#8221;, disse António Domingues, dirigente do Sindicato Nacional dos Maquinistas.</p>
<p>O sindicalista adiantou que &#8220;se a empresa alega que está em condições de garantir 100% da operação então é porque intimida porque nenhuma empresa pode garantir se um trabalhador faz ou não greve&#8221;.</p>
<p>O mesmo entendimento tem o coordenador da Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações (Fectrans), José Manuel Oliveira.</p>
<p>&#8220;A empresa não tem condições de poder afirmar isso&#8221;, disse.</p>
<p>Segundo a Fectrans, os pré-avisos de greve entregues abrangem os trabalhadores do Metropolitano de Lisboa, Carris, Carristur, Transtejo/Soflusa, Fertagus, Metro Mondego, Metro do Porto, STCP e CP &#8211; Comboios de Portugal, entre outros.</p>
<p>A Fertagus é a empresa que detém a concessão do transporte ferroviário de passageiros no denominado eixo norte-sul, que inclui a travessia da Ponte 25 de Abril, ligando os distritos de Lisboa e Setúbal, com 14 estações.</p>
<p>Dez estações situam-se na margem sul do Tejo (Setúbal, Palmela, Venda do Alcaide, Pinhal Novo, Penalva, Coina, Fogueteiro, Foros de Amora, Corroios e Pragal) e quatro na margem norte (Campolide, Sete Rios, Entrecampos e Roma-Areeiro).</p>
<p>A CGTP entregou um pré-aviso de greve geral para 03 de junho contra as alterações à lei laboral, após as negociações com o Governo terem terminado sem acordo.</p>
<p>O Governo aprovou em Conselho de Ministros a proposta de lei de revisão da lei laboral, que será discutida no parlamento, uma semana depois de o executivo de Luís Montenegro ter dado por terminadas as negociações sobre as alterações à legislação laboral sem acordo na Concertação Social.</p>
<p>Vários sindicatos de diversos setores anunciaram a sua adesão à greve, nomeadamente os ligados à função pública, com destaque para a saúde e a educação, bem como transportes, aviação, comércio, entre outros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770624]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Noruega e Islândia olham de novo para a UE: pesca, Trump e segurança reabrem debate antigo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/noruega-e-islandia-olham-de-novo-para-a-ue-pesca-trump-e-seguranca-reabrem-debate-antigo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 14:25:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Noruega e Islândia já vivem parcialmente integradas no espaço económico europeu através da Associação Europeia de Livre Comércio, a EFTA, mas nunca aderiram plenamente à União Europeia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Noruega e a Islândia estão a reavaliar a sua relação com a União Europeia, num momento em que a instabilidade geopolítica, as ambições de Donald Trump no Ártico e a crescente pressão sobre a segurança europeia estão a mudar contas que durante décadas pareciam fechadas, escreve o &#8216;El Economista&#8217;.</p>
<p>O debate não é novo. Noruega e Islândia já vivem parcialmente integradas no espaço económico europeu através da Associação Europeia de Livre Comércio, a EFTA, mas nunca aderiram plenamente à União Europeia. Na prática, beneficiam do acesso ao mercado europeu, com menos barreiras comerciais, mas continuam fora das decisões políticas e comerciais tomadas em Bruxelas.</p>
<p>Durante anos, esse equilíbrio foi suficiente. Permitia vender para um dos mercados mais ricos do mundo, manter autonomia nacional e proteger setores considerados estratégicos. Mas o contexto mudou. O ministro dos Negócios Estrangeiros norueguês, Espen Barth Eide, afirmou, em entrevista ao &#8216;Financial Times&#8217;, que o “mundo idílico” vivido pelo país nos últimos 30 anos deu lugar a um “mundo de loucura”, marcado por uma competição mais agressiva entre grandes potências.</p>
<p>Na Islândia, o tema vai regressar às urnas. O país deverá realizar um referendo em agosto para decidir se reabre as negociações de adesão à União Europeia, suspensas depois da crise financeira de 2008-2014.</p>
<p><strong>A pesca continua a ser o grande obstáculo</strong></p>
<p>Apesar do novo ambiente internacional, há um elemento que continua a pesar como há décadas: a pesca.</p>
<p>Na Noruega, o setor foi determinante nos dois referendos sobre a adesão à União Europeia. O país votou contra a entrada em 1972 e voltou a rejeitá-la em 1994. Espen Barth Eide recorda que, em ambos os momentos, “a pesca foi um fator determinante”, juntamente com a agricultura.</p>
<p>A razão é simples. A pesca é o segundo maior setor de exportação da Noruega, apenas atrás dos hidrocarbonetos. Na Islândia, é o principal setor exportador. O mesmo acontece na Gronelândia e nas Ilhas Faroé, territórios árticos onde a relação com Bruxelas é frequentemente vista através da proteção dos recursos marítimos.</p>
<p>A adesão plena à União Europeia implicaria negociar ou aceitar regras comuns sobre quotas, acesso a águas territoriais e política de pescas. Para países cuja economia e identidade política estão fortemente ligadas ao controlo dos mares, esse continua a ser um ponto sensível.</p>
<p><strong>O novo peso da segurança</strong></p>
<p>O que está a mudar é o peso da segurança no debate europeu. Até agora, a questão da adesão era sobretudo económica: acesso ao mercado, comércio, tarifas e capacidade de exportação. Agora, a discussão passou também a incluir defesa, proteção política e capacidade de resposta a pressões externas.</p>
<p>O chefe da diplomacia norueguesa reconhece que a União Europeia está a usar instrumentos que antes pareciam secundários, como política comercial, mecanismos anticoerção, plano de rearme e união aduaneira. “Precisamente as ferramentas a que decidimos não aderir”, afirmou.</p>
<p>Esta constatação tornou-se mais urgente depois das ameaças de Donald Trump sobre a Gronelândia. Em janeiro, o Presidente americano alarmou a Europa ao admitir a possibilidade de recorrer à força caso a Dinamarca não cedesse a soberania sobre a ilha ártica.</p>
<p>A reação europeia foi imediata. Uma coligação de países, incluindo Reino Unido, França e Alemanha, enviou tropas para a Gronelândia para demonstrar apoio à Dinamarca e ao território autónomo. A televisão pública dinamarquesa revelou ainda que Copenhaga se preparou para um eventual confronto com tropas americanas em solo gronelandês e chegou a desenhar uma estratégia de terra queimada.</p>
<p><strong>O Ártico aproxima-se da UE</strong></p>
<p>A retórica de Trump acabou por diminuir depois de o secretário-geral da NATO, Mark Rutte, lhe prometer uma nova estrutura de segurança. Ainda assim, a inquietação ficou instalada.</p>
<p>De acordo com o &#8216;El Economista&#8217;, a consequência política tem sido visível em vários territórios do Norte da Europa: a Gronelândia estreitou relações com a Dinamarca, as Ilhas Faroé congelaram o processo de independência e a Islândia e a Noruega voltaram a discutir a relação com a União Europeia.</p>
<p>O pano de fundo é a crescente importância estratégica do Ártico. A região concentra recursos naturais, rotas marítimas emergentes e uma localização militar cada vez mais relevante num mundo marcado pela rivalidade entre Estados Unidos, China, Rússia e Europa.</p>
<p>Para países pequenos, ricos e tradicionalmente protegidos pela distância geográfica, a questão deixou de ser apenas comercial. A pergunta passou a ser se faz sentido continuar fora das decisões europeias num momento em que Bruxelas está a reforçar instrumentos de defesa económica, segurança e resposta a ameaças externas.</p>
<p><strong>Entre soberania e proteção</strong></p>
<p>A Noruega e a Islândia continuam longe de uma adesão garantida. Em ambos os países, a resistência interna é forte e a pesca mantém-se como linha vermelha. A entrada plena na UE poderia obrigar a concessões num setor vital para a economia e para a identidade nacional.</p>
<p>Mas a guerra na Ucrânia, a instabilidade transatlântica e as ameaças sobre a Gronelândia alteraram os termos do debate. A integração europeia já não é vista apenas como uma questão de comércio, mas também como uma forma de proteção política num mundo mais hostil.</p>
<p>A dúvida, agora, é se esse novo ambiente será suficiente para ultrapassar o velho obstáculo: o receio de perder controlo sobre o mar, os recursos e a pesca.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770613]]></sapo:autor>
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		<title>Combustíveis abaixo do Preço Eficiente: gasolina 1,7 cêntimos e gasóleo 4,9 cêntimos mais baratos, mas ISP sobe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 14:11:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Antes de impostos, o preço eficiente é de 0,961 euros por litro para a gasolina 95 simples e de 1,063 euros por litro para o gasóleo simples. Depois da carga fiscal, os valores finais ficam nos 1,938 euros por litro na gasolina e nos 1,911 euros por litro no gasóleo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) fixou em 1,938 euros por litro o Preço Eficiente da gasolina 95 simples para a semana de 1 a 7 de junho. No caso do gasóleo simples, o valor eficiente definido pela ERSE é de 1,911 euros por litro.</p>
<p>Antes de impostos, o preço eficiente é de 0,961 euros por litro para a gasolina 95 simples e de 1,063 euros por litro para o gasóleo simples. Depois da carga fiscal, os valores finais ficam nos 1,938 euros por litro na gasolina e nos 1,911 euros por litro no gasóleo.</p>
<p>Face à semana anterior, o preço eficiente registou uma descida de 6,6% na gasolina e de 7,6% no gasóleo. A evolução reflete não apenas a redução semanal das cotações internacionais, que caíram 13,2% no caso da gasolina 95 simples e 11,7% no caso do gasóleo simples, mas também a diminuição do sobrecusto de incorporação de biocombustíveis.</p>
<p>De acordo com a ERSE, a média dos Preços de Venda ao Público anunciados nos pórticos, conforme reportado no Balcão Único da Energia, ficou abaixo do preço eficiente em ambos os combustíveis. No caso da gasolina 95 simples, situou-se 1,7 cêntimos por litro abaixo do valor eficiente. No gasóleo simples, a diferença foi de 4,9 cêntimos por litro.</p>
<p>Em termos relativos, estes desvios correspondem a -0,8% na gasolina e -2,4% no gasóleo. Ou seja, os preços anunciados nos postos ficaram, em média, abaixo do valor eficiente calculado pelo regulador.</p>
<p>Quando são considerados os preços com descontos publicados pela Direção-Geral de Energia e Geologia, a diferença é ainda mais expressiva. A gasolina 95 simples apresentou um desvio de -2,5% face ao preço eficiente, equivalente a menos 5,2 cêntimos por litro. No gasóleo simples, o desvio foi de -5,5%, ou menos 11,2 cêntimos por litro.</p>
<p>A evolução dos preços continua a ser influenciada pela fiscalidade sobre os combustíveis. A Portaria n.º 427-A/2025/1, de 28 de novembro, fixou, com efeitos a 1 de dezembro de 2025, as taxas unitárias do ISP em 0,49752 euros por litro para a gasolina e 0,36160 euros por litro para o gasóleo. Desde então, no âmbito do mecanismo temporário e extraordinário de redução do ISP, estas taxas têm sido revistas semanalmente para acomodar a evolução dos preços e mitigar o impacto da volatilidade dos mercados internacionais no preço final pago pelos consumidores.</p>
<p>A Portaria n.º 242-B/2026/1, de 29 de maio, aplicável a partir de 1 de junho de 2026, procedeu a nova revisão das taxas unitárias do ISP, fixando-as em 0,45534 euros por litro na gasolina sem chumbo e 0,31718 euros por litro no gasóleo rodoviário. Estes valores integram a consignação de serviço rodoviário, correspondente a 0,087 euros por litro na gasolina e 0,111 euros por litro no gasóleo.</p>
<p>Face à semana anterior, esta revisão representa um aumento de cerca de 1,82 cêntimos por litro na gasolina e de 1,91 cêntimos por litro no gasóleo, antes de IVA. Ainda assim, a ERSE assinala que se mantém um alívio fiscal relevante face às taxas de dezembro de 2025: 4,22 cêntimos por litro na gasolina e 4,44 cêntimos por litro no gasóleo.</p>
<p>A estas taxas acresce a taxa de adicionamento sobre as emissões de CO₂, atualizada para 2026 pela Autoridade Tributária, correspondente a 0,15911 euros por litro na gasolina e 0,17334 euros por litro no gasóleo.</p>
<p>O preço eficiente é um valor médio semanal calculado pela ERSE. Resulta da soma de várias componentes, incluindo os preços dos combustíveis nos mercados internacionais de referência, os fretes marítimos, a logística primária, as reservas estratégicas e de segurança do Sistema Petrolífero Nacional, os sobrecustos com a incorporação de biocombustíveis, a componente de retalho e os respetivos impostos.</p>
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		<title>Monção e Melgaço abrem adegas ao público para celebrar o Alvarinho com dois dias de experiências entre vinhas (e é já este fim de semana)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 14:11:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A sub-região de Monção e Melgaço vai abrir as portas ao público nos dias 6 e 7 de junho para a primeira edição do Monção &#038; Melgaço Open Cellars Edition, uma iniciativa que reúne produtores de vinho, restaurantes, unidades hoteleiras, espaços culturais e empresas de animação turística num programa dedicado ao enoturismo e à valorização do território.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A sub-região de Monção e Melgaço vai abrir as portas ao público nos dias 6 e 7 de junho para a primeira edição do Monção &amp; Melgaço Open Cellars Edition, uma iniciativa que reúne produtores de vinho, restaurantes, unidades hoteleiras, espaços culturais e empresas de animação turística num programa dedicado ao enoturismo e à valorização do território.</p>
<p>Promovido pela Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes (CVRVV), em parceria com os municípios de Monção e Melgaço e o Turismo do Porto e Norte de Portugal, o evento contará com a participação de 16 produtores de Vinhos Verdes da sub-região, que durante dois dias vão abrir as suas quintas e adegas para receber visitantes.</p>
<p>O programa inclui provas comentadas, visitas vínicas, harmonizações gastronómicas, workshops sensoriais, sunsets entre vinhas, experiências de natureza e aventura, provas especiais de Alvarinho, atividades culturais e iniciativas ligadas ao artesanato local. Estão ainda previstas propostas de alojamento temáticas para quem pretenda prolongar a experiência.</p>
<p>A maioria das atividades decorre entre as 10h00 e as 19h00. Enquanto algumas iniciativas são de acesso livre e gratuito, outras assumem um formato premium, com lotação limitada e necessidade de inscrição prévia.</p>
<p>A organização destaca que o evento pretende proporcionar uma experiência imersiva no território de Monção e Melgaço, combinando vinho, gastronomia, património e paisagem. Entre o rio Minho, as vinhas em encosta e as aldeias históricas, os visitantes terão oportunidade de conhecer mais de perto a região considerada o berço do Alvarinho.</p>
<p>“Monção e Melgaço é uma sub-Região com história mas que, actualmente, se caracteriza por uma harmoniosa convivência entre tradição e inovação, com quintas familiares históricas, produtores de referência internacional, novas gerações de enólogos e experiências de enoturismo cada vez mais diferenciadoras. Aqui, os Vinhos Verdes da sub-região de Monção &amp; Melgaço vivem-se para além da prova — nas adegas, na paisagem, na mesa e no contacto directo com quem o produz”, afirma Dora Simões, presidente da CVRVV.</p>
<p>O programa completo e as informações sobre reservas podem ser consultados na página oficial do evento.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770608]]></sapo:autor>
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		<title>Centros de retorno fora da UE e detenções até dois anos: Bruxelas prepara viragem dura na migração</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 14:01:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O acordo entre os Governos da União Europeia e o Parlamento Europeu deverá ficar fechado esta segunda-feira, em Bruxelas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A União Europeia prepara-se para aprovar uma nova lei da migração que deverá alargar de forma significativa os poderes dos Estados-membros para expulsar migrantes sem direito a permanecer no bloco. A &#8216;Euronews&#8217; escreve que o Regulamento dos Retornos permitirá criar centros de retorno fora da UE, prolongar detenções e acelerar deportações, numa das viragens mais restritivas da política migratória europeia em décadas.</p>
<p>O acordo entre os Governos da União Europeia e o Parlamento Europeu deverá ficar fechado esta segunda-feira, em Bruxelas. A proposta surge num contexto de pressão política crescente sobre a migração e de avanço de partidos anti-imigração em vários países europeus, apesar de os dados apontarem para uma queda acentuada das chegadas irregulares em 2025 e 2026.</p>
<p>O objetivo declarado é aumentar a taxa de retorno. Atualmente, apenas cerca de 28% dos migrantes com ordem de saída são efetivamente enviados para fora da Europa. A Comissão Europeia defende que é preciso tornar o sistema mais eficaz e garantir que as decisões de expulsão são executadas.</p>
<p>“Vamos garantir que quem não tem direito a permanecer na UE é de facto devolvido”, afirmou Magnus Brunner, comissário europeu dos Assuntos Internos, ao apresentar a proposta.</p>
<p>A mudança reflete uma nova fase da política migratória europeia no segundo mandato de Ursula von der Leyen. Depois de anos centrada na gestão da migração dentro do bloco, Bruxelas passa agora a dar prioridade à remoção de pessoas sem autorização para permanecer em território europeu.</p>
<p><strong>Centros de retorno fora da UE</strong></p>
<p>O ponto mais controverso da nova lei é a possibilidade de os países da UE criarem centros de expulsão fora do bloco. Estes centros poderão funcionar em países terceiros, mediante acordos bilaterais, e servir como locais de trânsito ou como espaços onde migrantes ficarão enquanto aguardam a concretização do retorno.</p>
<p>A medida representa uma mudança relevante face às regras atuais. Hoje, em regra, uma pessoa só pode ser devolvida ao país de origem ou a um país com o qual tenha uma ligação comprovada. Com o novo sistema, essa exigência poderá deixar de existir.</p>
<p>Na prática, os Estados-membros poderão enviar migrantes irregulares para países terceiros sem ligação direta ao seu percurso ou nacionalidade, desde que exista um acordo com esse Estado. Famílias com crianças poderão ser transferidas para estes centros, embora os menores não acompanhados fiquem excluídos.</p>
<p>A ideia tem sido fortemente contestada por organizações de direitos humanos, que alertam para o risco de pessoas ficarem retidas em países onde não têm qualquer ligação e onde poderão dispor de menos garantias legais.</p>
<p>Mais de 250 organizações da sociedade civil apelaram à rejeição do regulamento. Sarah Chander, diretora da Equinox Initiative for Racial Justice, acusou a UE de legitimar “prisões extraterritoriais, perfis raciais e a detenção de crianças como nunca tínhamos visto”.</p>
<p><strong>A ‘era das deportações’</strong></p>
<p>O regulamento tem sido apresentado por setores mais conservadores como uma mudança estrutural na política migratória europeia. “A era das deportações começou”, afirmou Charlie Weimers, eurodeputado conservador sueco e um dos negociadores da lei, quando o Parlamento Europeu aprovou inicialmente a proposta.</p>
<p>Vários Governos europeus defendem que o endurecimento das regras é necessário para recuperar o controlo do sistema migratório e responder à preocupação dos eleitores. A migração deverá continuar a ser um tema central nas próximas eleições em vários países da UE, alimentando partidos como o National Rally, em França, ou o Vox, em Espanha.</p>
<p>A &#8216;Euronews&#8217; recorda que Itália já aplica um modelo semelhante com centros na Albânia, embora os resultados estejam longe das metas iniciais. O plano previa a receção de até 36 mil pessoas por ano, mas os dois centros acolhem atualmente menos de uma centena de migrantes.</p>
<p>Mesmo assim, a ideia continua a ganhar força. Alemanha, Países Baixos, Áustria, Dinamarca e Grécia juntaram-se para identificar potenciais países parceiros para futuros centros de retorno.</p>
<p><strong>Detenções até dois anos e proibições mais longas</strong></p>
<p>A nova lei também deverá aumentar o período máximo de detenção de migrantes irregulares enquanto aguardam retorno. O limite passa dos atuais seis meses para dois anos. Para pessoas consideradas uma ameaça à segurança, poderá não existir limite máximo de duração.</p>
<p>As proibições de entrada na União Europeia também se tornam mais duras. Na maioria dos casos, passam de cinco para dez anos, podendo chegar a proibições vitalícias quando a pessoa for considerada um risco para a segurança.</p>
<p>Outra alteração relevante diz respeito aos recursos judiciais. Atualmente, as expulsões ficam automaticamente suspensas enquanto decorrem impugnações. Com a nova lei, essa suspensão deixará de ser automática, cabendo aos tribunais decidir caso a caso se a ordem de retorno deve ou não ficar suspensa.</p>
<p>O regulamento dará ainda mais poderes às autoridades nacionais para localizar migrantes em situação irregular. Os Estados poderão revistar o “local de residência ou outras instalações relevantes”, uma disposição criticada por ONG, que a comparam a práticas de rusgas migratórias nos Estados Unidos.</p>
<p><strong>Acordo quase fechado</strong></p>
<p>Os negociadores dos países da União Europeia e do Parlamento Europeu deverão reunir-se às 18 horas, em Bruxelas. Segundo a &#8216;Euronews&#8217;, as duas partes estão alinhadas quanto ao conteúdo da lei e divergiam apenas sobre o calendário de aplicação nas últimas conversações em Estrasburgo.</p>
<p>Depois de alcançado o acordo político, o texto final terá ainda de ser formalmente aprovado pelos eurodeputados e pelos Estados-membros.</p>
<p>Se avançar, o Regulamento dos Retornos marcará uma nova fase na política migratória europeia: menos centrada no acolhimento e mais focada na expulsão, na detenção prolongada e na externalização dos retornos para países fora da União Europeia.</p>
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		<title>Bial assina protocolo com a Greenvolt e abre a porta a poupanças até 30% na conta da luz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 14:00:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A biofarmacêutica portuguesa Bial assinou um protocolo com a Greenvolt Comunidades que permitirá à empresa e aos seus colaboradores aderirem às Comunidades de Energia promovidas pela empresa de soluções energéticas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A biofarmacêutica portuguesa Bial assinou um protocolo com a Greenvolt Comunidades que permitirá à empresa e aos seus colaboradores aderirem às Comunidades de Energia promovidas pela empresa de soluções energéticas.</p>
<p>O acordo visa reforçar o acesso a energia verde e local, tanto nas instalações da farmacêutica como nas habitações dos trabalhadores localizadas em comunidades geridas pela Greenvolt.</p>
<p>A parceria insere-se no âmbito da criação de uma Comunidade de Energia e pretende gerar benefícios ambientais e económicos. Entre as vantagens apontadas está o acesso a eletricidade proveniente de fontes renováveis sem necessidade de investimento em equipamentos próprios, bem como a possibilidade de reduzir a fatura energética em cerca de 30%.</p>
<p>No âmbito deste modelo, o excedente de energia produzido pelos painéis fotovoltaicos da Bial será partilhado com os restantes membros da comunidade energética onde a empresa está inserida. Em sentido inverso, a farmacêutica poderá também beneficiar da energia excedentária gerada por outros produtores integrados nas Comunidades de Energia da Greenvolt.</p>
<p>A iniciativa enquadra-se na estratégia de sustentabilidade da Bial, que tem definido como prioridades a redução das emissões de carbono, o reforço de parcerias para melhorar o acesso aos cuidados de saúde e a promoção da equidade e inclusão. A empresa considera que a integração dos colaboradores neste modelo reforça a sua política de responsabilidade corporativa e contribui para a concretização dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas.</p>
<p>“Esta parceria demonstra o esforço que temos feito para promover um futuro mais saudável, inclusivo e sustentável. Para a Bial, a sustentabilidade não é apenas uma escolha responsável, mas também uma prioridade. Só assim conseguimos garantir um futuro equilibrado para todos. Integrar os nossos colaboradores neste caminho é fundamental para transformar a sustentabilidade em ação, dentro e fora da empresa”, afirma Miguel Portela, Chief Corporate Officer da Bial.</p>
<p>Já José Queirós de Almeida, CEO da Greenvolt Comunidades, destaca a relevância da colaboração com empresas comprometidas com a transição energética. “É particularmente relevante trabalhar com empresas como a Bial e contribuir para a sua estratégia de sustentabilidade, através de soluções de energia limpa mais competitivas, que criam valor operacional e financeiro, mas que estendem também esse benefício à comunidade e aos colaboradores”, refere.</p>
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		<title>Ébola: Ministros da Saúde da UE em reunião extraordinária na sexta-feira para debater medidas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 13:53:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Os ministros da Saúde da União Europeia (UE) vão reunir-se na sexta-feira por videoconferência para debater medidas adicionais de preparação e coordenação relativas ao vírus ébola, foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os ministros da Saúde da União Europeia (UE) vão reunir-se na sexta-feira por videoconferência para debater medidas adicionais de preparação e coordenação relativas ao vírus ébola, foi hoje anunciado.</P><br />
<P>A reunião extraordinária foi convocada pela presidência rotativa do Conselho da UE, atualmente ocupada por Chipre, com fonte oficial a dar hoje conta que a reunião visa &#8220;abordar o recente surto de Ébola na África Central e discutir medidas adicionais de preparação e coordenação entre os Estados-membros&#8221;.</P><br />
<P>O encontro acontece pelas 14:00 de Lisboa, estando ainda prevista uma troca adicional de pontos de vista na próxima reunião regular dos ministros de Saúde da UE, marcada para 16 de junho, na qual será decidida uma ação coordenada.</P><br />
<P>Na semana passada, o Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças reforçou o apoio na República Democrática do Congo (RDcongo) e no Uganda devido ao agravamento do surto de Ébola, mas disse considerar muito baixo o risco para a população europeia.</P><br />
<P>Fonte oficial da presidência cipriota indicou que Chipre tem &#8220;acompanhado de perto a situação do Ébola desde o início e tem vindo a planear as suas ações em conformidade&#8221;.</P><br />
<P>Nicósia decidiu ainda ativar o Dispositivo Integrado de Resposta a Crises Políticas, em modo de monitorização, &#8220;para apoiar a troca de informações sobre o surto de ébola, como medida de precaução&#8221;, segundo a informação divulgada em Bruxelas.</P><br />
<P>Esta decisão não constitui uma ativação formal do mecanismo, mas sim um meio de facilitar a partilha de informações.</P><br />
<P>O Dispositivo Integrado de Resposta a Crises Políticas é um mecanismo da UE que facilita a coordenação política entre os Estados-membros em situações de crise, como surtos de doenças, ataques ou outras emergências graves.</P><br />
<P>Funciona como uma plataforma de partilha rápida de informação, avaliação conjunta da situação e apoio à tomada de decisões coordenadas ao nível europeu e pode ser ativado em diferentes níveis &#8212; como agora o de monitorização &#8211;, consoante a gravidade da crise, permitindo uma resposta mais consistente e eficiente entre os países da UE.</P><br />
<P>O ébola é uma doença viral grave e frequentemente fatal que afeta humanos e alguns animais, sendo transmitida principalmente através do contacto direto com fluidos corporais de pessoas infetadas ou com materiais contaminados.</P><br />
<P>Os surtos têm ocorrido sobretudo em países da África Central e Ocidental, onde os sistemas de saúde podem ser mais frágeis, dificultando o controlo rápido da propagação.</P><br />
<P>A agência de saúde pública da União Africana divulgou na quinta-feira 246 mortes suspeitas e 1.077 casos suspeitos registados na RDCongo devido à 17.ª epidemia de Ébola que o país enfrenta desde que o vírus foi detetado pela primeira vez em 1976.</P><br />
<P>Na mesma ocasião, a União Africana assegurou que terá uma vacina contra estirpe Bundibugyo disponível este ano.</P><br />
<P>O vírus também se espalhou para a vizinha Uganda, onde foram detetados nove contágios confirmados, incluindo uma morte por um caso importado de um congolês.</P><br />
<P>A RDCongo, nação vizinha de Angola, é regularmente afetada por surtos e epidemias do vírus Ébola, que se transmite através do contacto direto com sangue ou outros fluidos corporais de pessoas ou animais infetados e provoca febre hemorrágica grave, dores musculares, fraqueza, dores de cabeça, irritação da garganta, febre, vómitos, diarreia e hemorragias internas.</P><br />
<P>O Ébola, que causou mais de 15 mil mortes em África nos últimos 50 anos, é menos contagioso do que a covid-19 ou o sarampo.</P></p>
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