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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Mon, 25 May 2026 06:01:30 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Lenços de papel a postos (se tem alergias): Concentração de pólen aumenta esta semana em todo o País</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 06:15:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A concentração de pólen na atmosfera deverá manter-se elevada em praticamente todo o território continental ao longo desta semana.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A concentração de pólen na atmosfera deverá manter-se elevada em praticamente todo o território continental ao longo desta semana, aumentando o risco de sintomas alérgicos para milhares de portugueses, segundo as previsões divulgadas pela Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica (SPAIC).</p>
<p>O boletim polínico da entidade, atualizado para o período até 28 de maio, indica que os níveis mais elevados serão registados sobretudo devido à presença de pólenes provenientes de árvores como oliveira, pinheiro e sobreiro, bem como de várias espécies herbáceas e gramíneas.</p>
<p>Entre os principais agentes alergénicos identificados destacam-se ainda as gramíneas, a tanchagem, o quenopódio, a azeda, a urtiga e outras urticáceas, incluindo a parietária, cuja dispersão atmosférica deverá aumentar em várias regiões do país.</p>
<p><strong>Norte e Centro entre as zonas mais afetadas</strong><br />
As previsões apontam para uma maior concentração de pólen em várias regiões do Norte e Centro de Portugal continental.</p>
<p>Segundo a SPAIC, as áreas de Trás-os-Montes e Alto Douro, Entre Douro e Minho, Beira Litoral e Beira Interior deverão registar valores particularmente elevados, afetando cidades como Vila Real, Porto, Coimbra e Castelo Branco.</p>
<p>Nestas regiões, além das espécies mais comuns nesta altura do ano, prevê-se também uma presença significativa de pólenes provenientes de árvores como a bétula e os carvalhos.</p>
<p><strong>Lisboa, Setúbal e Algarve também sob aviso</strong><br />
A região de Lisboa e Setúbal deverá igualmente enfrentar níveis elevados de pólen durante os próximos dias, com destaque para a concentração de partículas libertadas pelos carvalhos.</p>
<p>O mesmo cenário é esperado no distrito de Faro, no Algarve, onde os carvalhos surgem igualmente entre as espécies com maior impacto na qualidade do ar para pessoas com alergias respiratórias.</p>
<p>Os especialistas alertam que as concentrações elevadas de pólen podem agravar sintomas como espirros, congestão nasal, olhos irritados, tosse e dificuldades respiratórias, sobretudo em pessoas com rinite alérgica ou asma.</p>
<p><strong>Madeira e Açores com níveis baixos</strong><br />
Ao contrário do continente, as regiões autónomas deverão manter concentrações baixas de pólen ao longo desta semana.</p>
<p>No Funchal, na Madeira, predominam os pólenes provenientes de árvores como cipreste, pinheiro, eucalipto e plátano, além de gramíneas, tanchagem, quenopódio, urtiga e urticáceas, incluindo a parietária.</p>
<p>Já em Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, nos Açores, os níveis deverão continuar reduzidos, com predominância de pólenes de cipreste e criptoméria, pinheiro, gramíneas, tanchagem, urtiga e outras urticáceas.</p>
<p><strong>Calor e tempo seco favorecem dispersão de pólen</strong><br />
O aumento das temperaturas e o predomínio de tempo seco previstos para esta semana em Portugal continental poderão contribuir para uma maior dispersão de partículas de pólen na atmosfera.</p>
<p>As condições meteorológicas associadas ao calor e à ausência de precipitação tendem a facilitar a circulação destas partículas no ar, aumentando a exposição da população, especialmente durante as horas de maior vento e em zonas urbanas ou rurais com elevada vegetação.</p>
<p>Especialistas recomendam que pessoas mais sensíveis evitem atividades ao ar livre nas horas de maior concentração de pólen, mantenham janelas fechadas durante períodos de vento intenso e utilizem medicação prescrita em caso de sintomas alérgicos persistentes.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766437]]></sapo:autor>
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		<title>Cerca de 600 mil portugueses podem ter doenças da tiroide e não saber &#8211; especialistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 06:01:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de metade dos cerca de um milhão de portugueses que se estima que tenham doenças da tiroide não estão diagnosticados, segundo os especialistas, que alertam para a importância de valorizar sintomas como cansaço e alterações de peso.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Mais de metade dos cerca de um milhão de portugueses que se estima que tenham doenças da tiroide não estão diagnosticados, segundo os especialistas, que alertam para a importância de valorizar sintomas como cansaço e alterações de peso.</P><br />
<P>Em declarações à Lusa a propósito da Semana da Tiroide, que hoje começa, a presidente da Sociedade Portuguesa de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo (SPEDM), Paula Freitas, explica que, muitas vezes, os sintomas são desvalorizados e, sobretudo numa fase inicial, são confundidos com situações do dia a dia.</P><br />
<P>&#8220;Às vezes, por exemplo, o doente tem uma bradicardia, ou seja, tem o coração a bater mais devagarinho, e acaba por ser o cardiologista que vai fazer o diagnóstico, ou até aparece com um colesterol muito elevado e quando se tenta perceber porquê é hipotiroidismo&#8221;, explicou a especialista, sublinhando a importância de não desvalorizar sintomas.</P><br />
<P>Disse ainda que os problemas da tiroide podem agravar outras doenças: &#8220;Por exemplo, quando há diabetes ou hipertensão ou, em casos muito extremos, pode agravar a insuficiência cardíaca&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Nas mulheres jovens impacta também na fertilidade e na própria gravidez&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Além do hipotiroidismo (tiroide a trabalhar de forma lenta), há o reverso da medalha, com a tiroide a funcionar de forma acelerada (hipertiroidismo). Nestes casos &#8212; explica -, como a velocidade a que se instalam sintomas pode ser maior e o quadro é diferente, as pessoas estão mais atentas e o diagnóstico acaba por se fazer.</P><br />
<P>&#8220;No hipertiroidismo é como se tudo estivesse acelerado. Portanto, há muitas vezes uma perda de peso, apesar de um apetite preservado ou até muito aumentado, (&#8230;) e as pessoas estão atentas a variações de peso&#8221;, explicou a especialista.</P><br />
<P>As doenças da tiroide são uma das disfunções endócrinas mais frequentes a nível mundial, estimando-se que afetem cerca de 200 milhões de pessoas. Em Portugal, podem afetar até um milhão de portugueses, o equivalente a cerca de 10% da população. </P><br />
<P>Apesar desta elevada incidência, as estimativas indicam que cerca de 60% das pessoas com doença da tiroide não estão diagnosticadas, o que pode corresponder a 600 mil pessoas.</P><br />
<P>Paula Freitas disse que, quando os sintomas persistem, &#8220;podem ter significado clínico e devem ser avaliados&#8221;.</P><br />
<P>Para sensibilizar a população para a importância de valorizar sintomas como o cansaço, variações de peso, alterações de humor ou alteração ao frio, a SPEMD e a Associação de Doentes da Tiroide (ADTI) vão promover durante a semana ações de sensibilização com triagem no UBBO Amadora, com a participação de médicos endocrinologistas.</P><br />
<P>A iniciativa inclui a realização de avaliações clínicas breves e testes sanguíneos para identificar situações suspeitas de disfunção da tiroide. Os participantes com resultados indicativos de alteração serão encaminhados para o seu médico de família para avaliação clínica completa e eventual confirmação diagnóstica.</P><br />
<P>Questionada pela Lusa, a presidente da SPEDM reconheceu que um melhor acesso aos cuidados de saúde primários ajudaria a que estas pessoas pudessem ter um diagnóstico mais precoce, pois estariam mais acompanhadas.</P><br />
<P>&#8220;À medida que a idade vai avançando as pessoas têm maior probabilidade de ter hipotiroidismo e a porta de entrada seriam os cuidados primários, para estarem atentos e para fazer a análise [aos níveis da tiroide], quando fazem as análises anuais ao doente&#8221;, afirmou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766998]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Medicamentos injetáveis para emagrecer passam a ter comparticipação? Governo decide esta semana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 06:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo deverá decidir já esta semana qual será o modelo de comparticipação dos medicamentos injetáveis usados no tratamento da obesidade, numa altura em que a procura por estas terapêuticas continua a crescer em Portugal.
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo deverá decidir já esta semana qual será o modelo de comparticipação dos medicamentos injetáveis usados no tratamento da obesidade, numa altura em que a procura por estas terapêuticas continua a crescer em Portugal. A informação foi avançada pela ‘RTP’, com base em declarações da secretária de Estado da Saúde, Ana Povo.</p>
<p>Em causa estão medicamentos como o Wegovy e o Mounjaro, conhecidos popularmente como ‘canetas’ para emagrecer, que têm vindo a ganhar forte procura em vários países. Em Portugal, estes fármacos ainda não têm comparticipação do Serviço Nacional de Saúde, apesar de o tema estar em avaliação pelo Governo e pelo Infarmed.</p>
<p>A decisão, contudo, não deverá abrir a porta a uma prescrição livre. Em entrevista ao canal público, Ana Povo deixou claro que o acesso comparticipado será limitado a critérios clínicos definidos e a doentes acompanhados por equipas multidisciplinares.</p>
<p>“Tenho praticamente a certeza que muitas dessas pessoas que aparecem nesse bolo se calhar nem todas estarão dentro dos critérios da DGS”, afirmou a secretária de Estado da Saúde, numa referência ao número crescente de portugueses que compram medicamentos para emagrecer.</p>
<p>Segundo Ana Povo, a comparticipação terá regras apertadas. “Não vai ser uma prescrição livre, independentemente das especialidades que vão poder prescrever. Também vamos fazer o limite às equipas multidisciplinares”, explicou. A governante acrescentou que haverá restrições “de certeza” nas equipas e que apenas os doentes enquadrados na norma, com obesidade mórbida, poderão aceder a estes medicamentos com apoio público.</p>
<p>Os números ajudam a explicar a dimensão do fenómeno. Entre janeiro e março, os portugueses gastaram 55,2 milhões de euros em apenas duas substâncias usadas no tratamento da obesidade, semaglutido e tirzepatida, de acordo com dados do Infarmed. Feitas as contas, são cerca de 613 mil euros por dia.</p>
<p>A procura acelerou também em volume. No ano passado, foram vendidas mais de meio milhão de embalagens destes medicamentos nas farmácias portuguesas, num total de 512.803 unidades, o equivalente a cerca de 2355 unidades por dia, segundo dados da Associação Nacional de Farmácias.</p>
<p>O preço continua a ser um dos principais obstáculos para muitos doentes. Cada caneta corresponde, em regra, a quatro administrações, uma injeção por semana durante um mês. Os valores variam consoante a substância e a dosagem prescrita, podendo ir de 182,92 euros nas doses mais baixas até 337,63 euros nas dosagens superiores.</p>
<p>A possível comparticipação coloca, porém, uma questão sensível para o SNS: como garantir acesso aos doentes que mais precisam sem abrir uma despesa difícil de controlar. A obesidade é reconhecida como doença crónica e fator de risco para várias outras patologias, mas a comparticipação alargada destes medicamentos pode ter um impacto financeiro elevado.</p>
<p>Por isso, a decisão esperada deverá passar não apenas por saber se haverá comparticipação, mas também por definir quem terá acesso, em que condições clínicas, que equipas poderão acompanhar estes doentes e com que grau de apoio do Estado.</p>
<p>A decisão do Governo chega num momento em que estas terapêuticas ganharam visibilidade muito além da consulta médica. A exposição nas redes sociais, os testemunhos de perdas rápidas de peso e o interesse global em medicamentos agonistas dos recetores GLP-1 ajudaram a transformar as ‘canetas’ de emagrecimento num fenómeno de consumo, mesmo sem apoio público no preço.</p>
<p>O desafio político será, agora, encontrar um equilíbrio entre evidência clínica, sustentabilidade financeira e equidade no acesso. Para os doentes com obesidade mórbida que cumpram os critérios da DGS, a comparticipação poderá reduzir uma barreira económica relevante. Para o SNS, será uma escolha com impacto direto na despesa pública e na forma como Portugal trata a obesidade nos próximos anos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766439]]></sapo:autor>
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		<title>Semana arranca com subida dos combustíveis em dose dupla. Veja quais os postos mais baratos, para poupar alguns euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 05:45:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A partir desta segunda-feira há más notícias (mas com 'n' pequeno) para os condutores portugueses: Vão verificar-se subidas nos preços dos combustíveis, mas ligeiras.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A partir desta segunda-feira há más notícias (mas com &#8216;n&#8217; pequeno) para os condutores portugueses: Vão verificar-se subidas nos preços dos combustíveis, mas ligeiras. Isto porque, de acordo com fontes do setor contactadas pela ‘Executive Digest’, “a orientação será para uma subida de até 2 cêntimos por litro no preço do gasóleo”, e de uma subida “até 2 cêntimos por litro no preço da gasolina 95”.</p>
<p>Os postos de marca própria – que normalmente funcionam junto aos hipermercados – seguem a tendência dos postos de abastecimento ‘normais’ e reportam “uma subida de 0,0158 euros no gasóleo e uma subida de 0,0173 euros na gasolina 95”, adiantou outra fonte.</p>
<p>Feitas as contas, no início desta teremos a uma subida que põe fim a três semanas de descidas consecutivas no preço do litro de gasóleo, que irá passar de 1,952 para 1,972. Já a gasolina 95 reporta a quarta subida em seis semanas, sendo que deverá subir dos 2,011 para 2,031. Veja como evoluiu o preço dos combustíveis desde o início do ano:</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Capturar-12.png" alt="" width="1213" height="543" class="alignnone size-full wp-image-766263" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Capturar-12.png 1213w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Capturar-12-300x134.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Capturar-12-900x403.png 900w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Capturar-12-768x344.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Capturar-12-1200x537.png 1200w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Capturar-12-600x269.png 600w" sizes="(max-width: 1213px) 100vw, 1213px" /></p>
<p><strong>Portugal está em 7º lugar dos países da UE com preço da gasolina 95 mais cara</strong><br />
No mais recente boletim da Comissão Europeia, Portugal está no sétimo lugar entre os países com a gasolina simples 95 mais cara, 12,7 cêntimos acima da média europeia e 46,1 cêntimos acima do preço verificado em Espanha. Quanto ao gasóleo simples, o nosso país está na 8ª posição do preço mais caro, a 26,9 cêntimos do preço no país vizinho e mais 5,3 cêntimos da média europeia.</p>
<p>Os Países Baixos têm, de longe, o preço mais elevado do Velho Continente no que diz respeito à gasolina 95: 2,388 euros/litro. è também o caso do gasóleo: 2,284 euros/litro.</p>
<p>Mesmo com a subida de preços do gasóleo e gasolina previstos, é possível poupar mais alguns euros se souber onde estão os postos mais baratos do país. Consulte a lista:</p>
<p><img decoding="async" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Capturar-13.png" alt="" width="1206" height="489" class="alignnone size-full wp-image-766271" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Capturar-13.png 1206w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Capturar-13-300x122.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Capturar-13-900x365.png 900w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Capturar-13-768x311.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Capturar-13-1200x487.png 1200w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Capturar-13-600x243.png 600w" sizes="(max-width: 1206px) 100vw, 1206px" /></p>
<p><img decoding="async" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Capturar-14.png" alt="" width="1207" height="503" class="alignnone size-full wp-image-766275" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Capturar-14.png 1207w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Capturar-14-300x125.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Capturar-14-900x375.png 900w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Capturar-14-768x320.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Capturar-14-1200x500.png 1200w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Capturar-14-600x250.png 600w" sizes="(max-width: 1207px) 100vw, 1207px" /></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766422]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Greve às Provas ModA arranca hoje e ameaça perturbar avaliações do 4.º e 6.º anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 05:30:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A greve a todo o trabalho associado às Provas ModA de 2026 começa esta segunda-feira e poderá provocar perturbações significativas nas escolas portuguesas durante as próximas semanas, numa altura em que decorrem avaliações do 4.º e 6.º anos e se aproxima também o período de provas do 9.º ano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A greve a todo o trabalho associado às Provas ModA de 2026 começa esta segunda-feira e poderá provocar perturbações significativas nas escolas portuguesas durante as próximas semanas, numa altura em que decorrem avaliações do 4.º e 6.º anos e se aproxima também o período de provas do 9.º ano.</p>
<p>O pré-aviso de greve abrange todas as tarefas relacionadas com apoio, preparação, vigilância, aplicação, classificação e restantes serviços associados às Provas ModA, anteriormente designadas provas-ensaio. A paralisação aplica-se a docentes e restantes trabalhadores envolvidos no processo, independentemente do tipo de contrato ou da carga horária.</p>
<p>Os promotores da greve justificam a decisão com aquilo que classificam como uma “sobrecarga” imposta às escolas, alunos e profissionais da educação, agravada este ano pelo adiamento das provas devido às consequências das tempestades que afetaram o país.</p>
<p><strong>Sindicatos denunciam aumento da pressão sobre escolas e alunos</strong><br />
Segundo os esclarecimentos divulgados no âmbito do pré-aviso de greve, as organizações promotoras consideram que as provas-ensaio criam tarefas que se sobrepõem “de forma inútil” às atividades consideradas essenciais para o processo de ensino-aprendizagem.</p>
<p>Os responsáveis criticam ainda o impacto da realização destas provas em escolas que já enfrentam escassez de professores, falta de pessoal não docente e limitações ao nível das infraestruturas.</p>
<p>De acordo com o comunicado divulgado, o adiamento das provas para o atual período lectivo agravou ainda mais a situação, uma vez que obrigará à concentração das Provas ModA e das provas do 9.º ano entre o final de maio e o mês de junho.</p>
<p>Os promotores da paralisação consideram igualmente incompreensível a manutenção destas avaliações num contexto marcado pelos efeitos das intempéries recentes, defendendo que tal situação aumenta a ansiedade de alunos e profissionais da educação já fragilizados.</p>
<p><strong>Greve abrange vigilantes, classificadores e apoio técnico</strong><br />
O pré-aviso esclarece que podem aderir à greve todos os trabalhadores com funções associadas às provas, incluindo vigilantes, aplicadores, interlocutores, classificadores, elementos do secretariado de exames, técnicos de apoio e docentes convocados para reuniões relacionadas com o processo.</p>
<p>As estruturas sindicais sublinham que a greve suspende os deveres de assiduidade e subordinação relativamente às tarefas abrangidas pelo pré-aviso, rejeitando interpretações de algumas direções escolares segundo as quais os professores não poderiam fazer greve por se tratar de serviço “de aceitação obrigatória”.</p>
<p>Segundo os esclarecimentos divulgados, precisamente por estas funções serem obrigatórias é que a greve é considerada legalmente aplicável.</p>
<p><strong>Escolas não podem substituir trabalhadores em greve</strong><br />
Os documentos de esclarecimento insistem que trabalhadores em greve não podem ser substituídos, incluindo por docentes convocados como suplentes.</p>
<p>As estruturas sindicais afirmam ainda que alterações de horários, mudanças de serviço ou convocatórias consideradas indiscriminadas constituem práticas “anti-greve”, classificadas como legal e constitucionalmente proibidas.</p>
<p>Os sindicatos recomendam também que qualquer tentativa de substituição seja comunicada às autoridades e às organizações sindicais, podendo inclusivamente ser solicitado um auto de ocorrência junto da PSP ou GNR.</p>
<p><strong>Realização das provas poderá ficar comprometida</strong><br />
Segundo os promotores da greve, as Provas ModA não poderão decorrer caso faltem elementos essenciais ao funcionamento das avaliações.</p>
<p>Entre as condições apontadas estão a ausência de vigilantes, aplicadores, elementos do secretariado de exames ou apoio técnico, bem como a inexistência de equipamentos capazes de garantir igualdade de condições entre os alunos.</p>
<p>Os sindicatos defendem que qualquer falha nestas áreas compromete a realização das provas.</p>
<p><strong>Docentes devem cumprir restante horário de trabalho</strong><br />
Os esclarecimentos divulgados sublinham que a greve se aplica apenas às tarefas diretamente relacionadas com as provas.</p>
<p>Assim, os docentes e restantes trabalhadores deverão continuar a cumprir as restantes componentes do horário de trabalho, incluindo aulas e atividades não letivas previstas no horário normal.</p>
<p>Caso os alunos tenham sido dispensados por decisão da direção da escola, os professores deverão permanecer disponíveis para cumprir o seu horário habitual.</p>
<p>Os sindicatos recomendam ainda que os docentes solicitem instruções por escrito sempre que lhes sejam dadas ordens consideradas irregulares.</p>
<p><strong>Questão dos descontos gera dúvidas entre professores</strong><br />
Uma das principais preocupações prende-se com os eventuais descontos salariais associados à adesão à greve.</p>
<p>Segundo os esclarecimentos divulgados, haverá desconto remuneratório apenas em determinadas situações, nomeadamente quando um docente esteja simultaneamente escalado para provas e para lecionar à mesma turma no mesmo horário e a prova se realize efetivamente.</p>
<p>Nos restantes casos, incluindo quando os docentes mantêm o cumprimento normal do horário ou quando as provas não se realizam, os sindicatos sustentam que não deverá existir qualquer desconto.</p>
<p>O mesmo entendimento é aplicado aos serviços considerados suplementares, como classificação de provas ou tarefas realizadas fora do horário normal de trabalho.</p>
<p>As organizações sindicais defendem que essas funções constituem trabalho extraordinário e não podem originar cortes salariais.</p>
<p><strong>Classificação das provas também abrangida</strong><br />
A greve inclui igualmente os docentes responsáveis pela classificação das provas.</p>
<p>Os sindicatos recomendam que os classificadores informem o Instituto de Avaliação Educativa e o Júri Nacional de Exames da adesão à paralisação depois de receberem as credenciais de acesso às plataformas de classificação.</p>
<p>Os responsáveis sindicais defendem que o trabalho de correção vai além das tarefas atribuídas no horário normal dos docentes e deve ser remunerado como trabalho suplementar.</p>
<p><strong>Simultaneidade com provas do 9.º ano aumenta tensão nas escolas</strong><br />
A greve surge numa fase particularmente sensível do calendário escolar, numa altura em que as escolas se preparam também para a realização das provas finais do 9.º ano.</p>
<p>A acumulação de avaliações, somada às dificuldades logísticas e à escassez de recursos humanos denunciadas por direções escolares e sindicatos, poderá aumentar a pressão sobre o funcionamento dos estabelecimentos de ensino durante as próximas semanas.</p>
<p>Até ao momento, o Ministério da Educação não divulgou informação detalhada sobre eventuais medidas de contingência para minimizar os impactos da paralisação.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766426]]></sapo:autor>
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		<title>&#8220;Cúpula de calor&#8221; vai elevar temperaturas em Portugal até perto dos 40º esta semana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 05:15:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal continental entra esta segunda-feira numa semana marcada por temperaturas excecionalmente elevadas para a época, num episódio de calor que deverá atingir o ponto máximo entre hoje e quarta-feira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal continental entra esta segunda-feira numa semana marcada por temperaturas excecionalmente elevadas para a época, num episódio de calor que deverá atingir o ponto máximo entre hoje e quarta-feira, podendo levar os termómetros a aproximarem-se dos 40 graus em algumas regiões do país.</p>
<p>As previsões do portal especializado <a href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/a-cupula-de-calor-que-afeta-portugal-atingira-o-seu-pico-entre-os-dias-25-e.html" target="_blank" rel="noopener">Tempo.pt</a> apontam para a intensificação de uma chamada “cúpula de calor”, fenómeno associado à presença de uma vasta crista anticiclónica que está a transportar uma massa de ar tropical continental, muito quente e seca, desde o Norte de África até à Península Ibérica.</p>
<p>O episódio de tempo quente começou ainda na semana passada, mas deverá agravar-se nos próximos dias, com temperaturas muito acima da média climatológica habitual para o final de maio. Além do calor, a situação meteorológica continua também a favorecer o transporte de poeiras do Saara para a atmosfera portuguesa.</p>
<p><strong>Pico do calor esperado até quarta-feira</strong><br />
De acordo com as previsões meteorológicas, os dias mais quentes deverão ser esta segunda, terça e quarta-feira, 25, 26 e 27 de maio, respetivamente.</p>
<p>Na generalidade do território continental, as temperaturas máximas deverão oscilar entre os 30 e os 35 ºC, mas várias regiões poderão registar valores significativamente superiores. Os distritos do interior Norte e Centro, sobretudo o vale do Douro e a Beira Baixa, estão entre as zonas mais expostas ao calor intenso.</p>
<p>Também Lisboa e Vale do Tejo deverão enfrentar temperaturas muito elevadas, especialmente no vale do Tejo, Oeste e Península de Setúbal. No Alentejo, os vales do Sado e do Guadiana surgem igualmente entre as regiões mais afetadas.</p>
<p>As previsões indicam que algumas localidades poderão atingir máximas entre 36 e 40 ºC, com destaque para o vale do Guadiana. Mértola surge entre os locais onde os termómetros poderão aproximar-se dos 40 ºC durante quarta-feira, que é apontada como o dia mais quente deste episódio.</p>
<p>Os modelos meteorológicos indicam ainda anomalias térmicas muito expressivas, com temperaturas até 13 ºC acima do normal para esta altura do ano.</p>
<p><strong>O que é uma “cúpula de calor”</strong><br />
O fenómeno descrito como “cúpula” ou “domo” de calor corresponde a uma configuração atmosférica em que uma crista anticiclónica muito persistente atua como uma espécie de tampa sobre uma vasta região.</p>
<p>Neste cenário, o ar desce nas camadas atmosféricas, sendo comprimido e aquecido progressivamente. Este mecanismo dificulta a renovação da massa de ar e favorece a acumulação de calor junto à superfície, permitindo que as temperaturas se mantenham muito elevadas durante vários dias consecutivos.</p>
<p>Quando o anticiclone permanece estável durante longos períodos, estes episódios podem tornar-se particularmente severos e prolongados.</p>
<p><strong>Litoral deverá escapar ao calor mais extremo</strong><br />
Apesar do aumento generalizado das temperaturas, o litoral Norte e Centro deverá continuar relativamente mais fresco devido à influência marítima.</p>
<p>Nestas regiões costeiras, as máximas deverão variar entre os 20 e os 25 ºC, criando um contraste significativo face ao interior do país, onde o calor será muito mais intenso.</p>
<p><strong>Instabilidade no Norte e Centro antes do agravamento do calor</strong><br />
Antes do reforço da massa de ar quente africana, o fim de semana ficou marcado pela passagem de uma depressão isolada em altitude, conhecida como “gota fria”, sobre o noroeste da Península Ibérica.</p>
<p>Essa situação originou condições de instabilidade atmosférica, com aguaceiros localizados, trovoadas e possibilidade de granizo em várias zonas das regiões Norte e Centro, bem como no Alto Alentejo.</p>
<p>As previsões meteorológicas indicaram ainda a possibilidade de descargas elétricas localmente severas, sobretudo entre Braga e Porto.</p>
<p>Ainda assim, essa ligeira instabilidade apenas provocou uma pequena descida temporária das temperaturas máximas no litoral, sem alterar o cenário dominante de calor persistente previsto para esta semana.</p>
<p><strong>Calor poderá prolongar-se até ao final do mês</strong><br />
Os modelos atmosféricos mais recentes sugerem que a influência da crista anticiclónica poderá manter-se para além de quarta-feira, prolongando o episódio de tempo quente durante a última semana de maio.</p>
<p>A mesma estrutura atmosférica deverá também expandir-se para outras regiões da Europa Ocidental e Central, reforçando o domínio desta “cúpula de calor” em várias zonas do continente.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766424]]></sapo:autor>
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		<title>Huawei apresenta nova teoria para guiar o desenvolvimento de semicondutores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 04:34:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A gigante tecnológica chinesa Huawei apresentou hoje uma nova teoria para guiar o desenvolvimento de semicondutores, denominada "lei de escala tau", numa altura em que a China procura reduzir a dependência de 'chips' estrangeiros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A gigante tecnológica chinesa Huawei apresentou hoje uma nova teoria para guiar o desenvolvimento de semicondutores, denominada &#8220;lei de escala tau&#8221;, numa altura em que a China procura reduzir a dependência de &#8216;chips&#8217; estrangeiros.</P><br />
<P>O anúncio foi feito durante um simpósio realizado em Xangai, no leste da China, onde a responsável da divisão de semicondutores da empresa, He Tingbo, propôs substituir o critério clássico de redução geométrica dos transístores por um modelo baseado no tempo, identificado pela letra grega tau, como referência para otimizar dispositivos, circuitos, &#8216;chips&#8217; e sistemas, segundo um comunicado da empresa.</P><br />
<P>De acordo com a Huawei, a abordagem assenta em tecnologias como a &#8220;LogicFolding&#8221;, uma arquitetura que reorganiza circuitos em camadas ativas empilhadas verticalmente para encurtar percursos, aumentar a densidade de transístores e melhorar o desempenho sem depender exclusivamente de novos processos de fabrico.</P><br />
<P>Na apresentação, a empresa contrapôs esta proposta à chamada Lei de Moore, conceito que durante décadas serviu de referência à indústria ao assumir que o número de transístores num &#8216;chip&#8217; podia duplicar aproximadamente a cada dois anos através da miniaturização contínua dos componentes.</P><br />
<P>Segundo a Huawei, esse modelo enfrenta atualmente &#8220;limites físicos&#8221; e uma deterioração dos retornos económicos.</P><br />
<P>A empresa assegura que a aplicação desta metodologia num sistema móvel integrado permitiu aumentar em 55% a densidade de transístores e melhorar em 41% a eficiência energética no mesmo processo de fabrico.</P><br />
<P>A Huawei acrescentou ainda que desenhou e produziu em massa 381 &#8216;chips&#8217; baseados neste princípio nos últimos seis anos, adiantando que os processadores Kirin previstos para o outono de 2026 serão os primeiros a incorporar a arquitetura &#8220;LogicFolding&#8221;.</P><br />
<P>Segundo a tecnológica chinesa, os &#8216;chips&#8217; de gama alta baseados nesta teoria poderão atingir até 2031 uma densidade equivalente à dos processos de 1,4 nanómetros, objetivo que, a concretizar-se atualmente, colocaria esses projetos à frente dos processos de 2 nanómetros, entre os mais avançados em produção.</P><br />
<P>O anúncio surge no contexto dos esforços da China para reforçar a autossuficiência tecnológica. Em setembro passado, a Huawei já tinha anunciado para 2026 o &#8216;chip&#8217; de inteligência artificial Ascend 950PR, inserido numa estratégia destinada a reforçar a capacidade chinesa de computação avançada.</P><br />
<P>Washington mantém há vários anos restrições que limitam o acesso da empresa a semicondutores avançados e apontou explicitamente os &#8216;chips&#8217; Ascend como um potencial risco para a indústria norte-americana, enquanto Pequim procura reforçar a capacidade nacional num setor considerado estratégico.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766997]]></sapo:autor>
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		<title>Morre &#8220;pai&#8221; dos &#8220;konbini&#8221; japoneses aos 93 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 03:53:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O japonês Toshifumi Suzuki, ex-presidente da Seven-Eleven Japan, considerado o "pai" das populares lojas de conveniência, ou "konbini", no arquipélago, faleceu na semana passada aos 93 anos devido a uma insuficiência cardíaca, anunciou hoje a empresa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O japonês Toshifumi Suzuki, ex-presidente da Seven-Eleven Japan, considerado o &#8220;pai&#8221; das populares lojas de conveniência, ou &#8220;konbini&#8221;, no arquipélago, faleceu na semana passada aos 93 anos devido a uma insuficiência cardíaca, anunciou hoje a empresa.</P><br />
<P>&#8220;Expressamos o nosso mais profundo agradecimento pela sua gentileza e apoio ao longo da vida&#8221;, afirmou num comunicado o grupo empresarial Seven &amp; i Holdings Co., que opera as lojas Seven-Eleven no Japão e, desde 2005, também as dos Estados Unidos, onde a marca nasceu.</P><br />
<P>Suzuki abriu a primeira Seven-Eleven no Japão, em 1974, em Tóquio, e em 1978 tornou-se presidente da Seven-Eleven Japan, a empresa responsável pela gestão da expansão e das operações das populares lojas de conveniência no arquipélago, detalhou a emissora pública de televisão japonesa NHK.</P><br />
<P>O empresário introduziu o conceito de loja 24 horas, que não era comum no Japão naquela época, e expandiu as operações das lojas para incluir opções como o pagamento de serviços públicos ou caixas automáticas.</P><br />
<P>Hoje, as Seven-Eleven, juntamente com as rivais Lawson e Family Mart, estão omnipresentes nas principais cidades japonesas, onde ajudam estudantes e trabalhadores de escritório com comida preparada, camisas limpas ou até mesmo a possibilidade de se pagar a conta do gás.</P><br />
<P>Além disso, produtos típicos das &#8220;konbini&#8221; japonesas, como as sanduíches de ovo ou os &#8220;onigiri&#8221; (bolinhos de arroz), têm vindo a ser protagonistas, há já alguns anos, de conteúdos virais nas redes sociais, especialmente por parte de turistas estrangeiros que visitam o país.</P><br />
<P>Suzuki tornou-se diretor executivo e presidente da Seven &amp; i Holdings após a sua constituição em 2005 e supervisionou a aquisição, nesse mesmo ano, de todas as ações da norte-americana Seven-Eleven. Desde 2016, era consultor honorário da empresa.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766996]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Nikkei quebra recorde e ultrapassa os 65.000 pontos na bolsa de Tóquio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 01:14:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O principal índice da bolsa de Tóquio, o Nikkei, quebrou hoje um recorde histórico ultrapassando os 65.000 pontos, pouco menos de uma hora após a abertura da sessão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O principal índice da bolsa de Tóquio, o Nikkei, quebrou hoje um recorde histórico ultrapassando os 65.000 pontos, pouco menos de uma hora após a abertura da sessão.</P><br />
<P>O principal índice da Bolsa de Tóquio, o Nikkei, abriu em alta nesta segunda-feira, ultrapassando pela primeira vez a barreira dos 64.000 pontos e logo a seguir a dos 65.000 pontos durante o dia, impulsionado pela subida das empresas de semicondutores no mercado norte-americano na sessão anterior.</P><br />
<P>Após os primeiros 15 minutos de negociação, o indicador, que agrupa os 225 títulos mais representativos do mercado, já registava uma subida de 1,79%, ou 1.135,55 pontos, para 64.474,62 pontos. Uma hora depois, ganhava 2,86%, ou 1.812, 72 pontos, para os 65.151,79. </P><br />
<P>O índice mais abrangente, o Topix, que inclui as empresas do setor principal, as de maior capitalização, subiu 1,50%, ou 58,87 pontos, para 3.951,03 unidades às 10:05 locais, 02:05 em Lisboa.</P><br />
<P>Este desempenho da bolsa nipónica está associado à subida dos títulos tecnológicos, e em especial do setor dos semicondutores, durante a sessão de sexta-feira no mercado norte-americano, mas também às expectativas de avanços nas negociações de paz entre o Irão e os Estados Unidos.</P><br />
<P>Na abertura de hoje, a empresa japonesa de semicondutores Advantest subia cerca de 3,4% e a Tokyo Electron registava um aumento de 2,7%.</P><br />
<P>A gigante das telecomunicações e do investimento SoftBank, que apostou fortemente na inteligência artificial (IA) com investimentos multimilionários na OpenAI, criadora do ChatGPT, registava um aumento de quase 2%.</P><br />
<P>As subidas foram também generalizadas entre as principais empresas japonesas.</P><br />
<P>O fabricante de veículos Toyota, a empresa com maior capitalização local, estava a subir mais de 3,5%, e a rival Honda registava um crescimento de quase 1,4%.</P><br />
<P>A Sony, referência no setor da eletrónica e do entretenimento, registava uma subida superior a 0,4%.</P><br />
<P>Em contrapartida, o principal banco japonês, o MUFG, registava uma descida de pouco mais de 1%, e a Fast Retailing, empresa-mãe da popular cadeia de lojas de vestuário Uniqlo, registava uma ligeira descida de 0,05%.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766995]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bolsa de Tóquio abre com Nikkei a ganhar 0,69%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 00:10:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio abriu hoje em terreno positivo, com o principal índice, o Nikkei, a subir 0,69% para 63.778,87 pontos, cinco minutos após a abertura da sessão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio abriu hoje em terreno positivo, com o principal índice, o Nikkei, a subir 0,69% para 63.778,87 pontos, cinco minutos após a abertura da sessão.</P><br />
<P>O segundo indicador, o Topix, ganhava 0,41% para 3.908,59 pontos, às 09:05 locais (01:05 em Lisboa)</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766994]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Kimi Antonelli vence GP do Canadá e reforça comando do Mundial de Fórmula 1</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 May 2026 22:04:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O piloto italiano Kimi Antonelli (Mercedes) venceu hoje o Grande Prémio do Canadá, quinta ronda da temporada, e cimentou o comando do Mundial de Fórmula 1.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O piloto italiano Kimi Antonelli (Mercedes) venceu hoje o Grande Prémio do Canadá, quinta ronda da temporada, e cimentou o comando do Mundial de Fórmula 1.</P><br />
<P>Antonelli, que largou da segunda posição da grelha, aproveitou a desistência do companheiro de equipa, o britânico George Russell (Mercedes), para assumir a liderança da corrida em definitivo, batendo o britânico Lewis Hamilton (Ferrari) por 10,768 segundos, com o neerlandês Max Verstappen (Red Bull) em terceiro, a 11,276.</P><br />
<P>Com estes resultados, Kimi Antonelli, que se tornou no primeiro piloto a vencer as primeiras quatro provas da carreira de forma consecutiva, lidera o campeonato, com 131 pontos, mais 43 do que Russell, que é segundo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766993]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Miguel Cardoso vence Liga dos Campeões Africanos com Mamelodi Sundowns</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 May 2026 21:20:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Rabat, Marrocos, 24 mai (Lusa) -- Miguel Cardoso, técnico português dos sul-africanos Mamelodi Sundowns venceu hoje a Liga dos Campeões Africanos ao empatar a um golo frente aos marroquinos do FAR Rabat, orientado pelo também português Alexandre Santos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Rabat, Marrocos, 24 mai (Lusa) &#8212; Miguel Cardoso, técnico português dos sul-africanos Mamelodi Sundowns venceu hoje a Liga dos Campeões Africanos ao empatar a um golo frente aos marroquinos do FAR Rabat, orientado pelo também português Alexandre Santos.</P><br />
<P>A jogar em casa, a equipa marroquina começou por se adiantar no marcador após grande penalidade convertida por Mohamed Hrimat aos 40 minutos, mas apenas para ver o Mamelomi, através de Teboho Mokoena, empatar ainda antes do intervalo. Com a vantagem de um golo, conseguida na primeira mão disputada em Pretória, o título acabou assim entregue aos homens de Miguel Cardoso.</P><br />
<P>Esta foi a segunda final consecutiva do clube sul-africano e a terceira do técnico português que, na época de 2023/24, a perdeu para Al-Ahly quando comandava o Espérance de Tunis.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766992]]></sapo:autor>
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		<title>Dono quase não guiou este Mercedes-AMG One de 3 milhões. Agora vende-o depois de uma revisão milionária</title>
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		<pubDate>Sun, 24 May 2026 20:30:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Mercedes-AMG One está listado pela RM Sotheby’s e deverá ultrapassar os 3 milhões de dólares, cerca de 2,58 milhões de euros, quando o leilão terminar]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há carros que passam a vida na estrada. E há carros que passam a vida a lembrar aos donos que, mesmo parados, continuam a custar como máquinas de competição. É o caso deste Mercedes-AMG One de 2024, agora colocado à venda depois de dois anos nas mãos do mesmo proprietário, com apenas 115 milhas percorridas, o equivalente a cerca de 185 quilómetros.</p>
<p>O caso foi destacado pela &#8216;Supercar Blondie&#8217; e junta vários ingredientes difíceis de ignorar: um supercarro de produção limitada, uma pintura rara, quilometragem quase simbólica e uma fatura de manutenção suficientemente alta para comprar um automóvel novo.</p>
<p>O Mercedes-AMG One está listado pela <a href="https://rmsothebys.com/auctions/s0526/lots/r0004-2024-mercedesamg-one/" target="_blank" rel="noopener">RM Sotheby’s</a> e deverá ultrapassar os 3 milhões de dólares, cerca de 2,58 milhões de euros, quando o leilão terminar.</p>
<p>O modelo em causa é um dos apenas 275 exemplares produzidos e distingue-se pela cor verde Reingrün. Apesar de ter dois anos, o carro percorreu tão pouco que apresenta uma média de apenas 57,5 milhas por ano, cerca de 92,5 quilómetros anuais. Na prática, está praticamente novo.</p>
<p>Mas o número que mais chama a atenção não está no conta-quilómetros. Está na última fatura de serviço, emitida em fevereiro: 43.955 dólares, cerca de 37.800 euros. Um valor que ajuda a explicar uma das verdades menos românticas sobre este tipo de automóveis: comprar um hipercarro é apenas o início da despesa.</p>
<p>O Mercedes-AMG One foi apresentado originalmente em 2017 e demorou vários anos até chegar aos clientes. A promessa era ambiciosa: levar tecnologia de Fórmula 1 para a estrada, com um conjunto motopropulsor diretamente inspirado nos monolugares da Mercedes.</p>
<p>O resultado é uma máquina extrema, equipada com um motor V6 turbo de 1,6 litros, derivado da Fórmula 1, combinado com quatro motores elétricos. A potência total anunciada é de 1.063 cv, suficiente para acelerar dos 0 aos 100 km/h em 2,9 segundos e atingir uma velocidade máxima de 219 mph, cerca de 352 km/h.</p>
<p>O modelo inclui ainda vários modos de condução, entre eles EV, Race Safe, Race, Race Plus, Strat 2 e Individual, reforçando o lado quase experimental de um automóvel pensado para aproximar a estrada de um ambiente de competição.</p>
<p>Quando foi lançado, o preço base rondava os 2,7 milhões de dólares, cerca de 2,32 milhões de euros. Mas a raridade, a ligação à Fórmula 1, a produção limitada e o estatuto de objeto de coleção continuam a alimentar valores muito superiores no mercado.</p>
<p>Segundo a &#8216;Supercar Blondie&#8217;, este exemplar continua coberto por garantia até fevereiro de 2028, um detalhe relevante para qualquer comprador interessado em levar para casa um dos carros mais complexos e exclusivos da Mercedes-AMG.</p>
<p>Ainda assim, a fatura de manutenção deixa uma pergunta no ar: quantos quilómetros é preciso fazer para justificar um carro destes? Neste caso, foram apenas 185 quilómetros em dois anos. Poucos, mas suficientes para lembrar que, no universo dos hipercarros, até a imobilidade tem preço.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765879]]></sapo:autor>
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		<title>A China já não quer só vender carros na Europa. Quer fabricá-los dentro das antigas fortalezas europeias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 May 2026 19:45:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Durante anos, a ofensiva chinesa no automóvel europeu foi vista sobretudo como uma questão comercial]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante anos, a ofensiva chinesa no automóvel europeu foi vista sobretudo como uma questão comercial: marcas novas, preços agressivos, elétricos bem equipados e uma entrada cada vez mais visível em mercados tradicionalmente dominados por fabricantes europeus. Mas a disputa está a mudar de escala. A China já não quer apenas vender carros na Europa. Quer produzi-los dentro da Europa.</p>
<p>A mudança percebe-se em vários movimentos recentes. A <a href="https://executivedigest.sapo.pt/dona-da-peugeot-fiat-e-jeep-aposta-em-eletricos-chineses-para-reforcar-oferta-na-europa/">Stellantis e a Dongfeng</a> anunciaram a intenção de criar uma nova ‘joint venture’ europeia para vendas, distribuição, fabrico, compras e engenharia, com foco nos modelos da marca Voyah, divisão premium de veículos eletrificados do grupo chinês. A produção poderá acontecer na fábrica da Stellantis em Rennes, França, numa unidade histórica da indústria automóvel europeia.</p>
<p>O caso é simbólico. A Voyah ainda é uma marca praticamente desconhecida para a maioria dos condutores europeus, mas a parceria com a Stellantis pode dar-lhe aquilo que muitas marcas chinesas procuram: acesso industrial local, distribuição mais organizada e a possibilidade de contornar parte do impacto das tarifas aplicadas pela União Europeia aos veículos elétricos produzidos na China. Segundo a &#8216;Reuters&#8217;, produzir em França ajudaria a Dongfeng a evitar tarifas sobre carros fabricados na China e a aumentar presença num mercado onde a concorrência doméstica chinesa se tornou feroz.</p>
<p>A mesma lógica surge em Espanha. A Geely, dona da Volvo, da Polestar e da Lotus, estará a negociar a aquisição de parte da fábrica da Ford em Almussafes, Valência, para produzir veículos eletrificados destinados ao mercado europeu. A &#8216;Reuters&#8217; noticiou, com base na imprensa especializada espanhola, que a empresa chinesa terá chegado a acordo para comprar instalações de montagem na unidade valenciana, enquanto outras notícias apontam para a possibilidade de a Geely vir também a produzir um modelo para a própria Ford.</p>
<p>Para a Ford, o interesse é evidente. A fábrica de Valência enfrenta subutilização e a indústria europeia vive um problema crescente de capacidade instalada. Para a Geely, fabricar em Espanha seria uma forma de ganhar escala local, reduzir exposição a tarifas e apresentar-se aos consumidores europeus não apenas como importadora chinesa, mas como fabricante com presença industrial no continente.</p>
<p>A XPeng segue uma rota semelhante. A fabricante chinesa, frequentemente descrita como uma das tecnológicas mais ambiciosas do setor dos elétricos, está em conversações para adquirir uma fábrica da Volkswagen na Europa ou encontrar outra base industrial no continente. A marca já produz modelos para o mercado europeu na Magna Steyr, na Áustria, incluindo os G6 e G9, numa estratégia pensada para evitar as tarifas mais pesadas sobre elétricos importados da China.</p>
<p>A Volkswagen, por seu lado, procurou travar a especulação. O presidente executivo Oliver Blume afirmou esta semana que o grupo não está atualmente em conversações com fabricantes chineses sobre o uso da sua capacidade excedentária na Europa. Mas a própria necessidade de fazer esse esclarecimento mostra como a questão se tornou sensível: fábricas europeias subutilizadas, marcas chinesas à procura de capacidade local e governos preocupados com emprego, competitividade e dependência industrial.</p>
<p>O pano de fundo é simples: a Europa tem marcas históricas, fábricas, trabalhadores especializados e uma base industrial construída ao longo de décadas. A China tem escala, velocidade de desenvolvimento, domínio crescente em baterias, software e veículos elétricos acessíveis. A nova fase da competição pode não passar apenas por importações, mas por alianças, compras de capacidade, produção local e modelos chineses fabricados em antigas casas europeias.</p>
<p>Essa inversão é desconfortável para a indústria europeia. Durante muito tempo, foram os fabricantes europeus que procuraram a China para crescer, produzir e vender. Agora, são grupos chineses que olham para França, Espanha, Alemanha ou Áustria como portas de entrada industriais para o mercado europeu.</p>
<p>Há uma razão económica imediata: produzir localmente pode reduzir o impacto das tarifas e melhorar a aceitação política. Mas há também uma razão estratégica. Fabricar na Europa ajuda as marcas chinesas a encurtar cadeias logísticas, adaptar modelos a preferências locais, responder mais rapidamente à procura e ganhar credibilidade junto de consumidores que ainda olham com desconfiança para alguns nomes novos.</p>
<p>Para os fabricantes europeus, a equação é delicada. Partilhar fábricas ou criar parcerias com marcas chinesas pode ajudar a manter unidades abertas, proteger empregos e aproveitar capacidade que hoje está parada. Mas também pode significar abrir espaço dentro das suas próprias fortalezas industriais a rivais que já pressionam preços, margens e tecnologia.</p>
<p>O &#8216;The Guardian&#8217; descreveu esta tendência como uma mudança no equilíbrio do mercado: fabricantes europeus, pressionados por custos elevados e capacidade excedentária, estão a abrir caminho a rivais chineses que querem produzir dentro da Europa. O resultado pode ser uma indústria mais integrada, mas também mais desconfortável, onde a fronteira entre concorrente, parceiro e futuro inquilino de fábrica fica cada vez menos nítida.</p>
<p>Para os consumidores, a consequência poderá ser uma maior oferta de elétricos e híbridos, possivelmente a preços mais competitivos. Para as marcas europeias, o risco é maior: perder não apenas vendas, mas também o controlo simbólico de fábricas que durante décadas representaram a força industrial do continente.</p>
<p>A nova ofensiva chinesa já não se mede apenas pelos carros que chegam nos navios. Mede-se pelas linhas de montagem que pode ocupar, pelas parcerias que pode fechar e pelas antigas fábricas europeias onde os próximos modelos elétricos chineses poderão nascer. A batalha do automóvel na Europa entrou numa nova fase: já não é só sobre quem vende mais. É sobre quem passa a fabricar dentro das muralhas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766158]]></sapo:autor>
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		<title>Taça de Portugal: Torreense bate Sporting e é o primeiro &#8216;secundário&#8217; a conquistar troféu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 May 2026 19:11:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Torreense tornou-se hoje a primeira equipa abaixo do escalão principal a conquistar a Taça de Portugal de futebol, ao vencer o Sporting, detentor do troféu, por 2-1, após prolongamento, na final disputada no Estádio Nacional, em Oeiras.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Torreense tornou-se hoje a primeira equipa abaixo do escalão principal a conquistar a Taça de Portugal de futebol, ao vencer o Sporting, detentor do troféu, por 2-1, após prolongamento, na final disputada no Estádio Nacional, em Oeiras.</P><br />
<P>Uma grande penalidade convertida por Stopira, aos 113 minutos, numa falta que originou a expulsão de Maxi Araújo, garantiu o triunfo histórico da formação orientada por Luís Tralhão, depois do empate 1-1 no tempo regulamentar, ditada pelos tentos de Kevin Zohi, aos quatro minutos, para os &#8216;azuis grená&#8217; e Luis Suárez, aos 54 para os &#8216;leões&#8217;. </P><br />
<P>A formação de Torres Vedras, que está envolvida na luta pela subida à I Liga, marcou presença pela segunda vez na final da Taça de Portugal, depois de ter sido derrotada pelo FC Porto, por 2-0, na época de 1955/56.</P><br />
<P>A conquista da 86.ª edição da Taça de Portugal, cujo palmarés é liderado pelo Benfica, com 26 troféus, garante ao Torreense uma vaga na fase de liga da próxima edição da Liga Europa.</P><br />
<P>Para chegar à final, a equipa de Torres Vedras, afastou AD Correlhã, Oliveirense, Lusitânia Lourosa, Casa Pia, União de Leiria e Fafe.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766986]]></sapo:autor>
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		<title>Ventura acusa Montenegro de &#8220;estratégia caricata&#8221; sobre lei laboral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 May 2026 18:24:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O líder do Chega criticou hoje a "estratégia caricata" de Luís Montenegro de "recusar em público" as principais exigências do partido para rever a lei laboral, mas sem se excluir das negociações.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O líder do Chega criticou hoje a &#8220;estratégia caricata&#8221; de Luís Montenegro de &#8220;recusar em público&#8221; as principais exigências do partido para rever a lei laboral, mas sem se excluir das negociações.</P><br />
<P>Numa conferência de imprensa na sede nacional do partido, em Lisboa, André Ventura quis também abordar as declarações de hoje do presidente do PSD e primeiro-ministro, que rejeitou que haja condições para &#8220;uma baixa significativa&#8221; da idade da reforma ou uma equiparação das pensões mínimas ao salário mínimo no Congresso da JSD, em Viseu.</P><br />
<P>&#8220;Senhor primeiro-ministro, se não há condições para descer a idade da reforma, se não há nenhumas condições para subir a pensão mínima, e se não há nenhuma vontade sua e do Governo em valorizar quem trabalha por turnos e em horas extraordinárias, então eu diria que já não há nada mais para conversar nem com o Chega, nem com nenhuma força da oposição que entenda que isto são elementos importantes&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>No entanto, questionado se tal sígnica que o Chega não participará em futuras reuniões com o Governo ou no parlamento sobre o tema, Ventura não quis ir tão longe.</P><br />
<P>&#8220;O Chega é o segundo maior partido do parlamento, terá necessariamente que olhar para este diploma e que falar com todos sobre ele. É uma má estratégia, que ainda por cima já mostrou no passado que não tem nenhum resultado, é pelo menos uma estratégia caricata, é tudo o que posso dizer por agora&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Para Ventura, &#8220;baixar ou começar a baixar a idade da reforma não é um requisito esotérico, é uma exigência de um país que trabalha&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Subir pensões de 300, 400, 500, 600 euros neste país não é uma exigência esotérica, é uma necessidade de combate contra a pobreza. E garantir mais direitos a quem trabalha por turnos e em horas extraordinárias não é uma exigência esotérica do Chega, é um olhar sobre a realidade do país em que milhões de pessoas ajustam a sua vida familiar para terem condições de trabalhar&#8221;, defendeu.</P><br />
<P>&#8220;Se não há condições, nem vontade, para fazer nada disto, então também não há grandes condições para que esta reforma laboral passe no parlamento&#8221;, insistiu.</P><br />
<P>No encerramento do Congresso da JSD, Luís Montenegro referiu-se, de forma implícita, às propostas do Chega, criticando os que &#8220;defendem uma baixa significativa da idade da reforma ou a pretensão imediata de ter as pensões todas com o limiar mínimo do salário mínimo nacional&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Hoje, ser amigo dos jovens é dizer a verdade aos jovens e ao resto do país e é dizer que não temos condições para fazer e prosseguir esses desejos (&#8230;) a nossa opção não é vender a ilusão de que podemos ter nos próximos anos as pensões ao nível do salário mínimo: nós não vamos conseguir fazê-lo e é preciso dizê-lo olhos nos olhos, mas vamos conseguir valorizar mais as pensões&#8221;, afirmou Luís Montenegro.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766985]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Exército israelita mantém ofensiva no Líbano apesar de negociações EUA-Irão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 May 2026 18:10:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O chefe do Estado-Maior de Israel aprovou hoje a continuação da ofensiva no Líbano, apesar das fugas de informação sobre as negociações entre os Estados Unidos e o Irão, indicando o seu fim, segundo um comunicado do Exército.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O chefe do Estado-Maior de Israel aprovou hoje a continuação da ofensiva no Líbano, apesar das fugas de informação sobre as negociações entre os Estados Unidos e o Irão, indicando o seu fim, segundo um comunicado do Exército.</P><br />
<P>&#8220;Hoje aprovei os planos para a continuação dos combates no norte [de Israel], estamos determinados a intensificar o golpe contra o Hezbollah em todos os seus sistemas terroristas&#8221;, declarou Eyal Zamir, durante uma avaliação da situação no quartel-general de uma brigada blindada das Forças Armadas.</P><br />
<P>O anúncio de Zamir surge poucas horas depois de o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, ter afirmado que o Presidente norte-americano, Donald Trump, reconhece o direito de Israel à autodefesa em todas as frentes, incluindo no Líbano.</P><br />
<P>O portal de notícias norte-americano Axios noticiou que o acordo negociado entre os EUA e o Irão incluiria também o fim da ofensiva israelita contra o grupo xiita Hezbollah no Líbano. Netanyahu expressou preocupação com isso durante uma chamada telefónica com Trump no dia anterior.</P><br />
<P>Israel mantém uma invasão terrestre no sul do Líbano, tendo conseguido atravessar para algumas zonas a norte do rio Litani (que marca o limite da zona desmilitarizada estabelecida pelas Nações Unidas), e ocasionalmente bombardeia outras partes do país, como Beirute e o Vale do Bekaa.</P><br />
<P>Zamir afirmou ainda que o Exército israelita está &#8220;preparado para retomar imediatamente operações de combate intensas&#8221; contra o Irão, apesar da possibilidade de os Estados Unidos e a República Islâmica chegarem a acordo nos próximos dias sobre um memorando de entendimento que prolongue a trégua por mais 60 dias.</P><br />
<P>&#8220;Vamos manter a prontidão operacional e a flexibilidade durante o tempo que for necessário. No Comando Norte, continuamos a atacar o terrorismo do Hezbollah em todas as suas dimensões&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>O Líbano mergulhou na guerra no Médio Oriente em 02 de março, quando o Hezbollah lançou um ataque a Israel para vingar a morte do guia supremo iraniano Ali Khamenei. </P><br />
<P>Os ataques israelitas já custaram a vida a 3.111 pessoas no Líbano desde o início das hostilidades, segundo os números mais recentes do Ministério da Saúde libanês. Por seu lado, Israel lamenta a morte de 22 dos seus militares.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766984]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Porque existem relevos nas teclas F, J e 5? A explicação do &#8216;segredo&#8217; do teclado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 May 2026 18:00:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Depois do telemóvel, o computador continua a ser um dos equipamentos tecnológicos mais utilizados no dia a dia, seja para trabalhar, estudar ou comunicar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois do telemóvel, o computador continua a ser um dos equipamentos tecnológicos mais utilizados no dia a dia, seja para trabalhar, estudar ou comunicar. Apesar de a maioria das pessoas utilizar teclados há décadas, muitos utilizadores continuam sem saber para que servem as pequenas linhas em relevo presentes nas teclas F, J e, em muitos casos, também na tecla 5 do teclado numérico.</p>
<p>Longe de serem um detalhe decorativo ou um defeito de fabrico, estas marcas têm uma função prática muito específica: ajudar os utilizadores a posicionarem corretamente os dedos enquanto escrevem, sem necessidade de olhar para o teclado. O sistema foi criado para aumentar a velocidade de escrita, reduzir erros e tornar a digitação mais eficiente, especialmente para quem utiliza o método de escrita com os dez dedos.</p>
<p><strong>As teclas F e J funcionam como pontos de referência</strong><br />
As pequenas saliências localizadas nas teclas F e J servem como guias tácteis para os dedos indicadores. Quando uma pessoa coloca os indicadores nessas duas teclas, consegue automaticamente encontrar a posição-base das mãos no teclado.</p>
<p>Essa posição é conhecida como “fila de repouso” ou “linha guia”, correspondendo à fila central do teclado onde os dedos devem permanecer antes de alcançar as restantes teclas. Através do toque, os utilizadores conseguem orientar-se sem desviar os olhos do ecrã, algo essencial para mecanógrafos, programadores, escritores e profissionais que passam horas a escrever.</p>
<p>Este sistema está presente em teclados de computadores e também em antigas máquinas de escrever há várias décadas, precisamente porque permite memorizar a disposição das teclas e acelerar significativamente a escrita.</p>
<p><strong>O relevo na tecla 5 do teclado numérico tem a mesma lógica</strong><br />
A pequena linha ou ponto em relevo na tecla 5 do teclado numérico segue exatamente o mesmo princípio. Como o teclado numérico foi concebido para introdução rápida de números, a tecla 5 funciona como ponto central de orientação.</p>
<p>Ao localizar essa tecla através do toque, o utilizador consegue posicionar rapidamente a mão e alcançar os restantes números sem precisar de olhar para o teclado. Este detalhe é particularmente útil em profissões ligadas à contabilidade, gestão, introdução de dados e operações financeiras.</p>
<p><strong>Um detalhe pensado para aumentar a rapidez e a precisão</strong><br />
Especialistas em ergonomia e produtividade digital defendem que estes pequenos relevos ajudam a melhorar a precisão dos movimentos das mãos e reduzem o tempo perdido a procurar teclas visualmente. O objetivo passa por criar memória muscular, permitindo que os dedos se movam automaticamente pelo teclado.</p>
<p>A existência destas marcas também ajuda pessoas com deficiência visual ou utilizadores que dependem fortemente da percepção táctil para utilizar equipamentos informáticos de forma mais autónoma.</p>
<p><strong>Uma invenção patenteada nos anos 80</strong><br />
O conceito moderno destas marcas tácteis foi formalizado pela inventora June E. Botich, que registou uma patente em 1982 com o objetivo de melhorar a velocidade e a precisão da escrita em teclados. A ideia consistia precisamente em reduzir a necessidade de os utilizadores olharem constantemente para as teclas enquanto escreviam.</p>
<p>Desde então, o sistema tornou-se um padrão praticamente universal na indústria informática e continua presente na esmagadora maioria dos teclados vendidos atualmente, mesmo numa era dominada por computadores portáteis e dispositivos digitais cada vez mais avançados.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766306]]></sapo:autor>
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		<title>Chega quer explicações urgentes do Governo sobre escolha para o SIRESP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 May 2026 17:57:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do Chega anunciou hoje o pedido de audição parlamentar urgente do ministro da Administração Interna, do secretário-geral adjunto demissionário António Pombeiro e do general Paulo Viegas Nunes, questionando a "integridade" desta escolha para o SIRESP.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente do Chega anunciou hoje o pedido de audição parlamentar urgente do ministro da Administração Interna, do secretário-geral adjunto demissionário António Pombeiro e do general Paulo Viegas Nunes, questionando a &#8220;integridade&#8221; desta escolha para o SIRESP. </P><br />
<P>Em causa, a notícia da demissão do secretário-geral adjunto do Ministério da Administração Interna (MAI), António Pombeiro, hoje conhecida, avançada pela CNN e confirmada à Lusa pelo MAI.</P><br />
<P>A CNN cita o &#8216;email&#8217; que António Pombeiro enviou a propósito do pedido da sua exoneração na sexta-feira e no qual apontou &#8220;graves irregularidades&#8221; na gestão da rede pública do SIRESP durante a presidência do general do Exército Paulo Viegas Nunes, que na sexta-feira voltou a ser eleito para o cargo, que tinha ocupado entre 2022 e 2024.</P><br />
<P>&#8220;Continuar a nomear os mesmos é um prémio à incompetência ou à corrupção, uma das duas coisas. É isso que é importante saber e perceber. Por que é que o Governo &#8211; que disse que queria reformular o SIRESP &#8211; nomeia exatamente o mesmo homem que, entre 2022 e 2024 esteve à frente da SIRESP S.A., levando à gestão que que o país todo conhece e cujos resultados são também conhecidos de todos?&#8221;, questionou André Ventura, em conferência de imprensa na sede nacional do partido, em Lisboa.</P><br />
<P>Ventura salientou que a demissão de António Pombeiro &#8220;não é uma demissão qualquer&#8221;, dizendo que o secretário-geral adjunto do MAI &#8220;denunciou uma série de irregularidades e de ilegalidades&#8221; e que &#8220;o seu ministro e o Governo olharam para o lado&#8221;.</P><br />
<P>Sem pedir, para já, a demissão de Luís Neves, o líder do Chega defendeu que a escolha do presidente do SIRESP deveria ser revertida e criticou também o que chamou de &#8220;silêncio ensurdecedor do PS&#8221; sobre esta matéria.</P><br />
<P>&#8220;O facto de estar em silêncio por potencialmente estarem envolvidas pessoas que também o PS nomeou ou permitiu que continuassem em funções e a cuja gestão fechou os olhos durante o período de 2022 a 2024 é particularmente grave no cenário em que estamos&#8221;, disse.</P></p>
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		<title>China lança nave Shenzhou 23 com um dos três astronautas que ficará um ano no espaço</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 May 2026 17:47:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A China lançou hoje a nave Shenzhou 23 em direção à estação espacial Tiangong, com três astronautas, incluindo um que permanecerá no espaço durante um ano, passo crucial na ambição de Pequim de enviar seres humanos à Lua até 2030.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A China lançou hoje a nave Shenzhou 23 em direção à estação espacial Tiangong, com três astronautas, incluindo um que permanecerá no espaço durante um ano, passo crucial na ambição de Pequim de enviar seres humanos à Lua até 2030.</P><br />
<P>A nave espacial descolou hoje do Centro de Lançamento de Satélites de Jiuquan, no noroeste da China, às 23:08 locais (16:08 em Lisboa). </P><br />
<P>Este lançamento surge num momento em que a China se prepara para a sua primeira viagem tripulada à Lua até 2030 e acontece num cenário em que a China intensifica o seu programa espacial depois de ter sido excluída da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) em 2011, ano em que os Estados Unidos proibiram a sua agência espacial, a NASA, de colaborar com Pequim devido a preocupações dos EUA em matéria de segurança nacional.</P><br />
<P>A missão marca também o primeiro voo espacial realizado por um astronauta originário de Hong Kong, território semi-autónomo chinês. </P><br />
<P>Os astronautas da missão são o comandante Zhu Yangzhu, de 39 anos, engenheiro espacial, Zhang Zhiyuan, também de 39 anos, antigo piloto da Força Aérea, e Li Jiaying, de 43 anos, que trabalhava anteriormente para a polícia de Hong Kong.</P><br />
<P>A tripulação deverá realizar dezenas de projetos científicos e de aplicação, informou a comunicação social estatal. </P><br />
<P>Espera-se também que completem uma rotação em órbita com a tripulação da Shenzhou 21, que se encontra na estação espacial Tiangong há mais de 200 dias.</P><br />
<P>Mas a principal particularidade da Shenzhou-23 reside na realização de uma estadia orbital de um ano inteiro por um dos três membros da tripulação. </P><br />
<P>Esta experiência permitirá, nomeadamente, estudar os efeitos de uma longa estadia em microgravidade.</P><br />
<P>Trata-se de uma capacidade indispensável para a preparação de futuras missões lunares, ou mesmo marcianas.</P><br />
<P>O astronauta que será selecionado para esta estadia de um ano será designado posteriormente, em função da evolução da missão Shenzhou-23, indicou no sábado um responsável da Agência Espacial de Missões Tripuladas da China (CMSA, na sigla em inglês).</P><br />
<P>Até agora, as tripulações a bordo da Tiangong permaneceram, em geral, seis meses em órbita, antes de serem substituídas.</P><br />
<P>A missão Shenzhou-23 insere-se no objetivo chinês de colocar astronautas na Lua antes de 2030, uma corrida que os Estados Unidos também lideram com o seu programa Artemis.</P><br />
<P>Os equipamentos necessários para esta ambição encontram-se atualmente em fase de testes.</P><br />
<P>A China deverá assim realizar, em 2026, o voo de teste em órbita da sua nova nave Mengzhou (&#8220;Nave dos Sonhos&#8221;), que deverá transportar os astronautas até à Lua. </P><br />
<P>Pequim espera construir, até 2035, a primeira fase de uma base científica habitada, denominada Estação Internacional de Investigação Lunar (ILRS, na sigla em inglês) e prevê, também, até ao final de 2026, receber a bordo da estação Tiangong o seu primeiro astronauta estrangeiro, que será paquistanês.</P><br />
<P>O gigante asiático desenvolveu consideravelmente os seus programas espaciais nos últimos 30 anos, para tentar alcançar o nível dos EUA, da Rússia ou da Europa. </P><br />
<P>Os seus progressos são particularmente visíveis desde há uma década.</P><br />
<P>Em 2019, a China colocou uma sonda espacial (a Chang&#8217;e-4) na face oculta da Lua, uma estreia mundial, e, em 2021, fez aterrar um pequeno robô em Marte.</P><br />
<P>Os EUA são considerados o principal rival espacial da China, com a NASA a ter como objetivo levar astronautas à superfície lunar em 2028.</P><br />
<P> A estação espacial chinesa Tiangong, que se traduz como &#8220;Palácio Celestial&#8221;, acolheu pela primeira vez a tripulação do país em 2021. </P><br />
<P>No ano passado, uma missão de emergência no âmbito do programa Shenzhou, que significa &#8220;Nave Divina&#8221;, resgatou uma equipa de astronautas que ficou retida na estação espacial devido a uma nave danificada.</P></p>
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