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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Thu, 11 Jun 2026 07:42:04 +0000</lastBuildDate>
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		<title>PSU pode obrigar jovens com deficiência ou cancro a fazer trabalho social</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 07:42:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[segurança social]]></category>
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					<description><![CDATA[Obrigação aplica-se quando a pessoa é beneficiária direta da PSU, mas também quando pertence ao agregado familiar de alguém que recebe o apoio]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A nova prestação social única proposta pelo Governo pode obrigar jovens com deficiência ou cancro, entre os 18 e os 25 anos, a cumprir até 15 horas de trabalho social, revela o &#8216;Jornal de Notícias&#8217;. A obrigação aplica-se quando a pessoa é beneficiária direta da PSU, mas também quando pertence ao agregado familiar de alguém que recebe o apoio.</p>
<p>A exclusão automática está prevista apenas para pessoas com grau de incapacidade igual ou superior a 80%. Em Portugal, porém, uma pessoa é considerada com deficiência, para efeitos fiscais e de apoios sociais, a partir de 60% de incapacidade. Isso significa que jovens com incapacidade entre 60% e 79%, incluindo alguns doentes oncológicos, podem ficar abrangidos pela obrigação.</p>
<p>A proposta do Governo estabelece, no artigo 18º, que o direito à PSU fica condicionado ao cumprimento de “atividades de solidariedade social”. A regra aplica-se aos beneficiários e aos membros do agregado familiar que estejam desempregados e tenham entre 18 e 25 anos. Já o artigo 20º prevê várias exclusões, mas, no caso da deficiência, só afasta da obrigação quem tenha incapacidade igual ou superior a 80%.</p>
<p><strong>Deficiência abaixo de 80% fica numa zona sensível</strong></p>
<p>As pessoas pobres com deficiência igual ou superior a 60% podem ter acesso à prestação social para a inclusão, que em alguns casos será mais favorável do que a nova PSU. Ainda assim, mesmo que não peçam este novo apoio, podem ser chamadas a cumprir trabalho social se forem membros do agregado familiar de um beneficiário.</p>
<p>A proposta prevê até 15 horas de trabalho social, mas esse limite pode subir para 20 horas a partir da terceira renovação da prestação. Alguns doentes com Alzheimer ou Parkinson também poderão ser abrangidos, uma vez que, segundo a tabela de incapacidades, os 80% que permitem a exclusão só são atribuídos em fases mais avançadas destas doenças.</p>
<p>O texto do Governo inclui uma salvaguarda no artigo 19º: o trabalho social deve ser compatível com as aptidões e qualificações do requerente ou titular da PSU e dos membros do agregado familiar, além de respeitar as normas de segurança, higiene e saúde no trabalho.</p>
<p><strong>Governo diz que haverá avaliação caso a caso</strong></p>
<p>Em resposta enviada ao &#8216;JN&#8217;, o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social defende que, com esta formulação, “ficam salvaguardadas” as pessoas com deficiência abaixo de 80% que não possam trabalhar. O Governo sustenta que estas situações devem ser avaliadas caso a caso pelo gestor responsável por acompanhar a pessoa e o respetivo agregado familiar.</p>
<p>A proposta de autorização legislativa para criar a PSU junta 13 prestações que serão extintas, entre elas o rendimento social de inserção. Mas o novo modelo também aperta algumas regras. Quem vive em habitação social poderá ver o valor da PSU reduzido, algo que não acontecia no RSI. A redução será maior nos casos de rendas de habitação social mais baixas.</p>
<p>O Governo quer ainda baixar de 32 mil para 16 mil euros o limite máximo de património que o agregado familiar pode ter para aceder ao apoio. Além disso, os rendimentos obtidos através de programas do Centro de Emprego, que atualmente contam apenas 80% para efeitos de RSI, passarão a contar a 100% na nova prestação.</p>
<p><strong>Falhar trabalho social pode tirar apoio por dois anos</strong></p>
<p>As sanções também mudam. Se forem beneficiários diretos da PSU e falharem o trabalho social, os jovens abrangidos, incluindo os que têm deficiência abaixo de 80%, perdem o direito ao apoio durante dois anos. Se forem chamados apenas enquanto membros do agregado familiar de um beneficiário e não comparecerem, não perdem um direito próprio, mas o valor da PSU do beneficiário será reduzido.</p>
<p>A Associação Portuguesa de Deficientes critica duramente a proposta. Helena Rato, vice-presidente da APD, considera que a intenção do Governo é “um disparate enorme” por dar “um caráter universalista” a situações que, no seu entender, têm de ser avaliadas caso a caso.</p>
<p>A dirigente alerta para casos de pessoas “muito debilitadas e sem mobilidade” que podem ficar abrangidas. “Uma pessoa com défice cognitivo elevado está nesse grupo, como é que vai ajudar com trabalho social? Ela é que precisa de ajuda”, afirmou ao jornal. Helena Rato deixa ainda um apelo aos deputados para rejeitarem a proposta.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774474]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Produção de eletricidade em Moçambique aumentou 9% em três meses</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/producao-de-eletricidade-em-mocambique-aumentou-9-em-tres-meses/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 07:41:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A produção de eletricidade em Moçambique aumentou 9% no primeiro trimestre, recuperando dos condicionalismos pela seca prolongada e garantindo a geração de 4.098 GigaWatt-hora (MWh) até final de março.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A produção de eletricidade em Moçambique aumentou 9% no primeiro trimestre, recuperando dos condicionalismos pela seca prolongada e garantindo a geração de 4.098 GigaWatt-hora (MWh) até final de março.</P><br />
<P>De acordo com dados da execução trimestral do setor, compilados hoje pela agência Lusa, esta produção, sobretudo assente na hidroeletricidade, de que o país é o maior produtor da África austral, essencialmente pela barragem de Cahora Bassa, correspondeu a 25,3% da estimativa para todo o ano de 2026.</P><br />
<P>&#8220;Este crescimento na produção deve-se em grande medida ao bom desempenho das centrais hídricas que, para o período em análise, registaram um grau de execução de 26,2% e um crescimento de 10,1% face ao mesmo período de 2024&#8221;, refere o mesmo documento.</P><br />
<P>Assim, só as centrais hídricas produziram 3.292 GWh no primeiro trimestre, &#8220;desempenho está em grande medida associado ao maior encaixe das barragens obtidas na época chuvosa, o que permitiu principalmente que a central de Corumana [província de Maputo, no sul] tivesse um bom desempenho&#8221;.</P><br />
<P>Quase toda a produção hidroelétrica de Moçambique provém de Cahora Bassa, na província de Tete, centro do país, com uma potência instalada de 2075 MegaWatts, &#8220;complementada por outras pequenas barragens&#8221; sob gestão da Eletricidade de Moçambique (EDM).</P><br />
<P>Além disso, a Hidroelétrica de Cahora Bassa (HCB) é a maior exportadora de eletricidade de Moçambique, que no total, associada à produção pela EDM, &#8220;registou um máximo&#8221; de 1.768 GWh nos primeiros três meses do ano.</P><br />
<P>Globalmente, as exportações de energia elétrica por Moçambique crescerem 5,1% no primeiro trimestre, face ao mesmo período de 2025, contudo, o desempenho foi influenciado &#8220;pelo abrandamento das exportações efetuadas pela EDM&#8221;.</P><br />
<P>Essa redução na exportação de energia elétrica pela energética estatal &#8220;deveu-se em parte à redução das exportações para os mercados SAPP [mercado regional de eletricidade integrado da África austral] e para o Botswana, que no período em análise não efetuou nenhuma aquisição&#8221; na rede elétrica moçambicana.</P><br />
<P>A albufeira da barragem de Cahora Bassa recuperou para 56% a capacidade de armazenamento de água, após mínimos históricos, com a administração a admitir, em 05 de maio, uma produção superior ao previsto em 2026.</P><br />
<P>Numa informação sobre o desempenho de 2025 e previsões para os próximos meses, a HCB referiu, anteriormente, que as perspetivas &#8220;são encorajadoras, refletindo a recuperação dos níveis de armazenamento de água na albufeira, atualmente situados em 56%&#8221;.</P><br />
<P>Este nível de armazenamento &#8220;poderá viabilizar um aumento da produção para níveis superiores ao planificado&#8221;, que foi de 11.716,76 GWh, correspondendo a um crescimento superior a 7,29% em relação ao ano de 2025.</P><br />
<P>&#8220;A empresa continuará focada na gestão prudente dos recursos, na eficiência operacional e na adoção de soluções tecnológicas que reforcem a fiabilidade do sistema energético&#8221;, aponta, acrescentando que 2025 &#8220;ficou marcado por desafios operacionais decorrentes da redução contínua do armazenamento de água&#8221; na albufeira de Cahora Bassa, que, no final da época chuvosa 2024/2025, era de 26,01%.</P><br />
<P>&#8220;Em resposta, a empresa implementou um programa de restrição e recuperação que permitiu melhorar os níveis de armazenamento para 27,23% a 31 de dezembro de 2025, acima dos 21,19% registados no período homólogo de 2024, sinalizando uma trajetória de recuperação&#8221;, afirma a HCB, recordando a produção de 10.921 GWh no ano passado, menos 30% em termos homólogos.</P><br />
<P>A albufeira de Cahora Bassa é a quarta maior de África, com uma extensão máxima de 270 quilómetros em comprimento e 30 quilómetros entre margens, ocupando 2.700 quilómetros quadrados e uma profundidade média de 26 metros, contando com quase 800 trabalhadores.</P><br />
<P>A produção de eletricidade em Moçambique já tinha recuado 25% em 2025, para 14.408,3 GWh, influenciada pela falta de água na albufeira da HCB, após o &#8220;pior registo pluviométrico&#8221; em 43 anos, segundo dados do Governo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774483]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Universidade Portucalense: O que distingue hoje um MBA executivo relevante</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/universidade-portucalense-o-que-distingue-hoje-um-mba-executivo-relevante/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 07:38:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadernos Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade Portucalense]]></category>
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					<description><![CDATA[Liderar em contextos de incerteza, integrar tecnologia nas decisões e antecipar tendências são hoje algumas das principais exigências colocadas aos quadros séniores]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Liderar em contextos de incerteza, integrar tecnologia nas decisões e antecipar tendências são hoje algumas das principais exigências colocadas aos quadros séniores.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A crescente complexidade do contexto empresarial e a multiplicação da oferta formativa têm vindo a alterar aquilo que as organizações e os executivos procuram num MBA. Para a Universidade Portucalense, a relevância de um programa deste tipo mede-se hoje menos pela quantidade de conteúdos transmitidos e mais pela capacidade de preparar líderes para agir em cenários de elevada exigência, transformando conhecimento em decisões concretas e impacto real nas organizações.</p>
<p style="text-align: justify;">Em entrevista à Executive Digest, Margarita Carvalho, co-coordenadora do MBA Executivo da Portucalense Business School, explica como o programa tem evoluído para responder às novas exigências da liderança sénior, quais as competências mais difíceis de desenvolver em quadros executivos e de que forma áreas como Inteligência Artificial, sustentabilidade ou transformação digital estão integradas na formação. A responsável defende ainda que «um MBA com retorno não acrescenta apenas uma credencial, altera a forma de pensar e agir».</p>
<p style="text-align: justify;">A responsável considera que a principal diferença entre um programa verdadeiramente relevante e uma oferta indiferenciada está na sua capacidade de transformar conhecimento em acção. Num mercado em que os programas executivos se multiplicaram, entende que a diferenciação deixou de estar apenas no conteúdo e passou a depender da forma como os participantes são preparados para pensar, decidir e actuar em contexto real.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Margarita Carvalho, no caso da Portucalense Business School essa abordagem assenta numa aprendizagem aplicada, próxima da realidade empresarial e orientada para o desenvolvimento de uma visão integrada e crítica da gestão. O objectivo, explica, não passa apenas por formar gestores, mas por desenvolver «decisores capazes de gerar impacto».</p>
<p style="text-align: justify;">Também o perfil dos participantes tem vindo a mudar nos últimos anos. A responsável refere que os executivos que procuram actualmente o MBA são profissionais mais experientes, mais exigentes e mais conscientes da necessidade de aprendizagem contínua. Muitos já ocupam posições de liderança, coordenam equipas ou gerem áreas de negócio e procuram reforçar competências relacionadas com adaptação, antecipação e tomada de decisão.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Margarita Carvalho, esta transformação reflecte uma alteração mais profunda naquilo que hoje é exigido à liderança sénior. A experiência acumulada continua a ser importante, mas já não é suficiente. Os líderes têm agora de demonstrar capacidade para aprender continuamente, integrar diferentes perspectivas e actuar em contextos marcados pela incerteza e pela complexidade.</p>
<p style="text-align: justify;">A ambição de antecipar tendências e preparar os participantes para desafios futuros está, segundo a co-coordenadora, incorporada na própria estrutura do programa.</p>
<p style="text-align: justify;">O MBA Executivo está organizado em três momentos – Get Set, Get Ready e Get Going – acompanhando a evolução do participante desde a aquisição de conhecimento até à aplicação prática desse conhecimento em contexto empresarial.</p>
<p style="text-align: justify;">Paralelamente, o programa integra de forma transversal temas como Inteligência Artificial, data analytics, sustentabilidade e inovação, procurando garantir uma actualização permanente dos conteúdos. A componente internacional é igualmente apontada como um dos elementos distintivos do MBA. A International Week, realizada em Paris, pretende expor os participantes a ambientes multiculturais e a diferentes realidades empresariais, permitindo ampliar a leitura dos mercados e reforçar a capacidade de antecipação estratégica.</p>
<p style="text-align: justify;">Questionada sobre a forma como é medido o impacto do MBA Executivo, Margarita Carvalho explica que a análise é feita tanto ao nível individual como organizacional. Entre os principais indicadores estão a progressão de carreira dos participantes, o aumento de responsabilidade profissional e a capacidade de liderar projectos estratégicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Do lado das organizações, a escola valoriza sobretudo a aplicação prática dos trabalhos e projectos desenvolvidos ao longo do programa, bem como o seu contributo para a tomada de decisão e para a criação de valor. Ainda assim, sublinha que o impacto não pode ser reduzido a métricas isoladas. O mais relevante, afirma, é perceber «a transformação efectiva na forma como os participantes actuam e influenciam as suas organizações».</p>
<p style="text-align: justify;">Na perspectiva da responsável, é essa transformação que distingue um MBA com verdadeiro retorno do investimento de um programa que se limita a acrescentar uma credencial ao currículo.</p>
<p style="text-align: justify;">O verdadeiro retorno, acrescenta, mede-se na capacidade de tomar melhores decisões, liderar com maior impacto e criar valor nas organizações. Para isso, defende ser necessária uma aprendizagem exigente, aplicada e permanentemente desafiante, capaz de obrigar os participantes a questionar práticas instaladas e a evoluir na sua forma de actuar.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre as competências mais difíceis de desenvolver em quadros séniores, Margarita Carvalho destaca sobretudo aquelas que não são estritamente técnicas. Pensamento crítico, tomada de decisão em contextos de incerteza e liderança de equipas continuam a representar desafios significativos mesmo para profissionais experientes.</p>
<p style="text-align: justify;">Para trabalhar estas dimensões, o programa recorre a metodologias activas, incluindo estudos de caso, simulações e projectos aplicados. O objectivo passa por colocar os participantes perante desafios reais, exigindo respostas estruturadas e conscientes, aproximando o processo de aprendizagem das exigências concretas do ambiente empresarial.</p>
<p style="text-align: justify;">A tensão entre rapidez de decisão e profundidade de análise é outro dos temas abordados na entrevista. Para a responsável, um líder eficaz é aquele que consegue equilibrar ambas as dimensões. Num contexto empresarial marcado pela velocidade da mudança, a rapidez tornou-se indispensável, mas não pode comprometer a qualidade das decisões.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse sentido, o MBA procura desenvolver a capacidade de decidir com agilidade, mas com base em análise estruturada e pensamento crítico, ajustando o nível de profundidade às características de cada contexto.</p>
<p style="text-align: justify;">A inteligência emocional surge igualmente como uma competência decisiva para a liderança contemporânea. Margarita Carvalho explica que esta dimensão é trabalhada ao longo de todo o curso através da dinâmica de grupo, do trabalho colaborativo e da diversidade de perfis presentes em sala de aula.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a responsável, este ambiente permite desenvolver competências como comunicação, empatia e gestão de conflitos, consideradas fundamentais para liderar equipas em contextos exigentes e em permanente transformação.</p>
<p style="text-align: justify;">A Inteligência Artificial é outra das áreas que ganhou espaço no MBA Executivo da Universidade Portucalense. A co-coordenadora explica que a IA é integrada como uma dimensão transversal do programa, sobretudo nas áreas relacionadas com análise de dados e apoio à decisão.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda assim, sublinha que o objectivo não passa por formar especialistas técnicos. A intenção é preparar líderes capazes de compreender o impacto da Inteligência Artificial e de a utilizar estrategicamente nos processos de gestão e tomada de decisão.</p>
<p style="text-align: justify;">Num cenário em que os dados e a tecnologia assumem um peso crescente nas organizações, o programa procura também preparar os executivos para tomarem decisões mais informadas, estratégicas e eticamente sustentadas. Para isso, promove uma abordagem integrada à tomada de decisão, combinando análise de dados, pensamento estratégico e reflexão ética.</p>
<p style="text-align: justify;">Os participantes são incentivados a considerar o impacto das suas decisões em múltiplas dimensões, reconhecendo que a utilização de tecnologia e de dados levanta hoje desafios que vão além da eficiência operacional ou da performance financeira.</p>
<p style="text-align: justify;">Também a sustentabilidade, os critérios ESG e a transformação digital são trabalhados de forma transversal ao longo do MBA Executivo. De acordo com Margarita Carvalho, estas dimensões influenciam directamente a análise estratégica e a tomada de decisão nas organizações, pelo que não podem ser abordadas apenas num plano teórico.</p>
<p style="text-align: justify;">Através de projectos e casos práticos, os participantes são incentivados a integrar estes factores nas decisões estratégicas, financeiras e operacionais, aproximando a formação das exigências concretas do mercado e da transformação em curso nas empresas.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a responsável, a proposta de valor central do MBA Executivo da Universidade Portucalense assenta precisamente na capacidade de formar líderes preparados para transformar conhecimento em acção e gerar impacto efectivo nas organizações.</p>
<p style="text-align: justify;">O programa procura desenvolver profissionais com visão estratégica, pensamento crítico e capacidade de adaptação, aptos a liderar em contextos complexos e em constante mudança. Mais do que acompanhar o mercado, o objectivo passa por «formar líderes capazes de o antecipar, influenciar e criar novas oportunidades», afirma.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>E</em><em>ste artigo faz parte do Caderno Especial “</em>MBA, Pós-graduações &amp; formação de executivos<em>”, publicado na edição de Maio (n.º 242</em><em>) da Executive Digest.</em></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765872]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Zona económica especial chinesa subsidia tradução de micro-dramas para português</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/zona-economica-especial-chinesa-subsidia-traducao-de-micro-dramas-para-portugues/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 07:33:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A zona económica especial de Hengqin (ilha da Montanha), no sul da China, anunciou subsídios de até 36 mil yuan (4.604 euros) para a tradução de microdramas para português e espanhol.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A zona económica especial de Hengqin (ilha da Montanha), no sul da China, anunciou subsídios de até 36 mil yuan (4.604 euros) para a tradução de microdramas para português e espanhol.</P><br />
<P>A Zona de Cooperação Aprofundada entre Guangdong e Macau em Hengqin anunciou hoje um pacote de apoio financeiro para empresas de produção de microdramas que operam na região.</P><br />
<P>Os microdramas são produzidos especificamente para serem vistos em telemóveis e em redes sociais, geralmente com episódios com duração entre 60 e 90 segundos, e têm vindo a ganhar popularidade nos últimos anos, tanto na China como no estrangeiro.</P><br />
<P>&#8220;Foram introduzidos subsídios de tradução para ajudar as séries locais a chegar a públicos internacionais, aproveitando a posição única de Macau como ponte para os países de língua portuguesa&#8221;, disse a zona económica especial.</P><br />
<P>De acordo com o plano, as traduções de chinês para português e espanhol são elegíveis para um subsídio máximo de 36 mil yuan por versão. Para traduções para outras línguas, incluindo inglês, japonês e coreano, o subsídio vai até 30 mil yuan (3.836 euros).</P><br />
<P>Uma produção que envolva atores estrangeiros pode receber um subsídio máximo de 100 mil yuan (12.789 euros).</P><br />
<P>As empresas sediadas em Hengqin podem obter vistos de 90 dias para estrangeiros envolvidos em filmagens.</P><br />
<P>Além disso, as autoridades estão a oferecer um subsídio de até 200 mil yuan (25.579 euros) por cada produção concluída, exigível apenas após a exibição da série, &#8220;com o objetivo de incentivar a produção em larga escala de conteúdo de alta qualidade&#8221;.</P><br />
<P>Entre outros subsídios, um argumento pode receber até 10 mil yuan (1.279 euros).</P><br />
<P>Este financiamento faz parte de um orçamento anual de 10 milhões de yuan (1,28 milhões de euros), que abrange também eventos com marca, alojamento, instalação em locais emblemáticos em Hengqin e em Macau.</P><br />
<P>As candidaturas estarão abertas a partir de 21 de junho e até ao final de 2027.</P><br />
<P>No ano passado, a empresa chinesa de microdramas COL estabeleceu um estúdio de produção especializado em Hengqin, para acelerar a sua expansão global.</P><br />
<P>Com 10 mil metros quadrados, este é o primeiro estúdio dedicado a microdramas do setor, contando com 30 estúdios de gravação projetados especificamente para a produção de microdramas em várias línguas, incluindo em português, tendo o Brasil como alvo.</P><br />
<P>De acordo com o mais recente Relatório de Investigação sobre o Desenvolvimento do Setor Audiovisual na Internet na China, o número de empresas que se dedicam a vídeos curtos e transmissões ao vivo já ultrapassava as 800 mil em 2025.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774479]]></sapo:autor>
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		<title>O mítico Ford Escort está de volta&#8230; mas agora custa mais de 400 mil euros e acelera como um supercarro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 07:30:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[motores]]></category>
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					<description><![CDATA[Não é um restomod clássico, nem uma continuação exata do modelo original. A Boreham define-o como uma interpretação retrofuturista do Escort Mk1 inspirado na competição, com aprovação oficial da Ford]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ford Escort está de volta, mas dificilmente será reconhecido como o antigo herói popular de estrada e ralis. O &#8216;Top Gear&#8217; revelou a versão final do Ford Escort Mk1 RS da Boreham Motorworks, uma recriação oficial autorizada pela Ford, construída de raiz, com tração traseira, caixa manual, menos de 900 quilos e uma versão de motor capaz de chegar às 10.000 rotações por minuto.</p>
<p>Não é um restomod clássico, nem uma continuação exata do modelo original. A Boreham define-o como uma interpretação retrofuturista do Escort Mk1 inspirado na competição, com aprovação oficial da Ford e uma engenharia que o coloca muito longe do carro simples e acessível que marcou várias gerações.</p>
<p>O preço ajuda a perceber a distância. O novo Escort começa nas 354 mil libras, cerca de 414 mil euros, antes de opções. E há opções relevantes, incluindo o motor TEN-K, precisamente o mais extremo e aquele que, segundo a publicação britânica, todos os clientes terão escolhido até agora.</p>

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<p><strong>Um Escort com alma de supercarro</strong></p>
<p>A inspiração vem do Escort de competição da Alan Mann Racing que venceu o campeonato britânico de turismos em 1968. A Boreham já tinha recriado esse carro com especificações fiéis à época, mas este Mk1 RS vai muito mais longe: usa a estética e a filosofia do original como ponto de partida, acrescentando tecnologia moderna, materiais nobres e prestações dignas de máquinas muito mais exóticas.</p>
<p>A estrutura foi profundamente revista. O subchassis dianteiro é novo, as rodas da frente foram avançadas para aumentar a distância entre eixos em 30 milímetros e a rigidez do chassis cresceu 50%. O eixo traseiro passou a pesar metade do componente original, graças ao uso de alumínio e titânio. A carroçaria continua maioritariamente em aço, mas o capô e a tampa da bagageira são em carbono.</p>
<p>De série, o carro recebe um motor Twin Cam de 1.845 centímetros cúbicos, com 182 cavalos e 180 Nm de binário, capaz de chegar às 8.500 rotações por minuto. Mas é o motor opcional TEN-K que transforma este Escort numa peça verdadeiramente fora do comum.</p>
<p><strong>10.000 rotações e mais potência por litro do que um Valkyrie</strong></p>
<p>O TEN-K é um motor novo de quatro cilindros em linha, com 2.152 centímetros cúbicos, 16 válvulas, componentes maquinados e soluções inspiradas na Fórmula 1. A Boreham tinha apontado inicialmente para 300 cavalos, mas acabou por chegar aos 325.</p>
<p>O resultado é um motor atmosférico com 155 cavalos por litro, um valor superior ao de um Ferrari 458 Speciale e até ligeiramente acima do Aston Martin Valkyrie, dois nomes que ajudam a perceber o nível de ambição colocado num carro que continua a chamar-se Escort.</p>
<p>Com apenas 895 quilos, a relação peso-potência chega aos 363 cavalos por tonelada. O Top Gear sublinha que este valor supera o de um Porsche 911 GT3, que fica nos 355 cavalos por tonelada. A promessa é simples: prestações modernas num formato analógico, compacto e muito leve.</p>
<p>A caixa é manual de cinco velocidades, fornecida pela Holinger, com primeira em posição dogleg e relações curtas. Os amortecedores ajustáveis R53 vêm da mesma empresa que fornece componentes para o Gordon Murray Automotive T.50, outro detalhe que mostra como a Boreham quis elevar o Escort a um patamar quase artesanal.</p>
<p><strong>Pequeno por fora, luxuoso por dentro</strong></p>
<p>À distância, o novo Escort mantém as proporções clássicas e as cavas de roda musculadas que sempre definiram o Mk1 de competição. Mas há sinais de modernidade, a começar pelos faróis LED, muito longe das óticas halogéneas do modelo original.</p>
<p>De perto, a diferença torna-se mais evidente. As pegas das portas, os espelhos e vários detalhes exteriores usam alumínio maquinado, com uma qualidade de acabamento muito acima do que alguma vez existiu num Escort de produção.</p>
<p>O interior também foi completamente redesenhado. Há pele, painéis em carbono, comandos próprios, conectividade para telemóvel, estrutura de proteção em fibra de carbono e até relógios Breitling opcionais no painel. Um deles é um cronómetro removível, outro um relógio de bolso, e os clientes podem ainda comprar um relógio de pulso a condizer.</p>
<p>A contradição está precisamente aí. O Escort nasceu como carro simples, acessível e popular. Esta versão transforma-o num objeto de luxo para colecionadores, com um preço que pode facilmente ultrapassar as 400 mil libras, cerca de 468 mil euros, depois de escolhidas as opções.</p>
<p><strong>Só serão feitos 150 exemplares</strong></p>
<p>A Boreham Motorworks vai produzir apenas 150 unidades deste Escort Mk1 RS. A exclusividade ajuda a explicar o preço, mas também levanta a questão central: até que ponto um Escort pode ser levado para um território tão caro sem se afastar demasiado da sua origem?</p>
<p>A própria comparação com outras preparações é inevitável. A Top Gear lembra que existem empresas, como a MST, a construir Escort inspirados nos ralis por menos de metade do preço deste modelo. A diferença é que a Boreham não está apenas a restaurar ou modificar um carro antigo: está a construir um novo Escort com autorização da Ford e um nível de engenharia raramente associado ao nome.</p>
<p>A empresa promete dois anos de garantia ou 20.000 milhas, cerca de 32.000 quilómetros. E este poderá ser apenas o início de uma nova série de projetos históricos da Ford. A Boreham tem acordo com a marca para desenvolver outros modelos e o próximo deverá ser um RS200 inspirado no Grupo B, com motor central e tração integral.</p>
<p>O Escort popular ficou para trás</p>
<p>A grande prova virá na condução. No papel, o novo Escort tem todos os ingredientes para ser uma das máquinas mais entusiasmantes para estradas secundárias: peso baixo, motor atmosférico, tração traseira, caixa manual, direção pensada para ganhar precisão com a velocidade e dimensões compactas.</p>
<p>Mas também há uma tensão difícil de ignorar. Ao transformar um dos Ford mais populares da história num carro de centenas de milhares de euros, a Boreham criou o Escort mais exótico de sempre, mas também o mais distante das suas raízes.</p>
<p>Talvez a forma mais justa de o olhar não seja como um Escort demasiado caro. Talvez seja como uma tentativa de construir o derradeiro carro analógico para estradas sinuosas, usando uma silhueta que toda a gente conhece. A pergunta é se, ao preço de um supercarro, este pequeno Ford conseguirá entregar uma experiência à altura do mito.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774095]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Kuwait reabre espaço aéreo encerrado após ataques de Teerão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 07:20:15 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A autoridade de aviação civil do Kuwait anunciou hoje a reabertura do seu espaço aéreo, encerrado esta madrugada após ataques iranianos em retaliação pela ofensiva das forças norte-americanas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A autoridade de aviação civil do Kuwait anunciou hoje a reabertura do seu espaço aéreo, encerrado esta madrugada após ataques iranianos em retaliação pela ofensiva das forças norte-americanas. </P><br />
<P>&#8220;O tráfego no espaço aéreo do Kuwait voltou ao normal&#8221;, afirmou a autoridade em comunicado, citada pela Agência France Presse (AFP).</P><br />
<P>A Guarda Revolucionária do Irão anunciou, durante a madrugada de hoje, ter atacado bases norte-americanas no Bahrein e no Kuwait, em resposta à ofensiva lançada pelo exército dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Em comunicados publicados pela agência de notícias iraniana Fars, a guarda disse ter atacado 18 alvos em duas vagas de ataques contra as bases aéreas Ali Salem e Ahmad al-Jaber, no Kuwait, e Sheikh Issa, no Bahrein.</P><br />
<P>As forças iranianas indicaram ainda ter atacado com drones a Quinta Frota dos Estados Unidos, estacionada no Bahrein.</P><br />
<P>&#8220;Nesta onda de ataques com drones militares, as antenas de comunicações e as instalações de radar do sistema [de mísseis] Patriot da Quinta Frota foram o alvo&#8221;, refere a Fars.</P><br />
<P>A ofensiva de Teerão surge depois de o exército norte-americano ter lançado, na quarta-feira, novos ataques contra &#8220;múltiplos alvos&#8221; no Irão como &#8220;resposta às agressões&#8221; do país persa, de acordo com o Comando Central dos Estados Unidos (Centcom, na sigla em inglês).</P><br />
<P>&#8220;As forças do Comando Central dos EUA começaram a lançar bombardeamentos adicionais de autodefesa hoje às 17:15 [22:15 em Lisboa] contra múltiplos alvos no Irão, sob a ordem do comandante-chefe&#8221;, o Presidente norte-americano, Donald Trump, escreveu o organismo, com sede na Florida, numa mensagem no X.</P><br />
<P>O Centcom, que não esclareceu a duração dos ataques nem os alvos, afirmou que os &#8220;bombardeamentos são uma resposta às agressões injustificadas e contínuas do Irão&#8221;.</P><br />
<P>Por seu lado, a agência iraniana Mehr informou que as defesas antiaéreas foram ativadas em Teerão, enquanto a Fars relatou explosões em cidades do sul, como Sirik e a ilha de Qeshm, entre outras.</P><br />
<P>Apesar de Washington e Teerão estarem a debater um acordo de paz através de países mediadores como o Paquistão, na quarta-feira à noite já trocaram ataques na sequência da agressão contra o helicóptero. </P><br />
<P></P><br />
<P>MAG/CAD // MDR</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774476]]></sapo:autor>
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		<title>UE denuncia contradição entre necessidade de mão de obra estrangeira e a sua exploração</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 07:20:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A necessidade de mão de obra estrangeira nos países da União Europeia (UE) não corresponde ao tratamento dispensado a esses trabalhadores, que enfrentam elevados níveis de discriminação e exploração, segundo um relatório sobre direitos fundamentais publicado hoje.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A necessidade de mão de obra estrangeira nos países da União Europeia (UE) não corresponde ao tratamento dispensado a esses trabalhadores, que enfrentam elevados níveis de discriminação e exploração, segundo um relatório sobre direitos fundamentais publicado hoje.</P><br />
<P>A Agência dos Direitos Fundamentais (FRA) da UE, no seu relatório anual divulgado hoje, foca com especial atenção a exploração laboral no espaço comunitário, classificando-o como um dos grandes problemas que enfrentam os 27 Estados-membros.</P><br />
<P>A FRA destaca que os trabalhadores de fora da UE estão a ser cada vez mais utilizados para colmatar a escassez de mão de obra, muitas vezes em contradição com as rigorosas políticas comunitárias de migração e com as posições anti-imigração de alguns dos seus países membros.</P><br />
<P>Uma vez na Europa, esses trabalhadores estão expostos ao risco de discriminação, racismo e exploração.</P><br />
<P>A agência da UE assinala, por exemplo, que as autorizações de residência concedidas em ligação a um determinado posto de trabalho expõem esses trabalhadores ao perigo de exploração laboral.</P><br />
<P>Em 2025, a UE registava uma taxa de vagas de emprego de 2,1%, o que representa milhões de postos de trabalho por preencher, especialmente na construção, saúde, cuidados e na hotelaria.</P><br />
<P>O relatório refere-se às tentativas de atrair trabalhadores, por exemplo, através de uma plataforma digital de ofertas de emprego acordada em novembro passado, e recorda que a regulamentação proposta oferece garantias e salvaguardas para os imigrantes.</P><br />
<P>No entanto, as organizações sindicais europeias têm assinalado que existe o risco de práticas de contratação fraudulentas e de problemas no cumprimento dos direitos laborais.</P><br />
<P>A FRA recorda que, em relatórios anteriores, já tinha salientado que os trabalhadores estrangeiros são mais vulneráveis à exploração, devido à sua dependência em relação aos empregadores para renovar as respetivas autorizações de residência, assim como ao desconhecimento da língua e respetivos direitos.</P><br />
<P>O relatório sublinha evidências de um aumento do tráfico de pessoas para a UE com o objetivo de exploração laboral, assim como de condições de trabalho precárias dos trabalhadores de países terceiros em comparação com os nascidos nos países da União Europeia.</P><br />
<P>A FRA presta especial atenção à situação dos trabalhadores deslocados da Ucrânia devido à invasão da Rússia, salientando que, enquanto os cidadãos ucrianianos podem aceder ao mercado de trabalho logo à chegada à UE, os requerentes de asilo de outros países podem ser obrigados a esperar até seis meses.</P><br />
<P>De acordo com os dados da agência, a taxa de emprego dos imigrantes de países terceiros é 13 pontos inferior à dos nacionais, uma diferença que sobe para 20 quando se trata de mulheres.</P><br />
<P>Além das taxas de emprego, a FRA alerta que a qualidade do trabalho dos nacionais de países terceiros pode afetar significativamente o seu bem-estar e o risco de viverem na pobreza.</P><br />
<P>&#8220;Os resultados dos inquéritos da FRA apontam para uma elevada insegurança laboral e um emprego precário, particularmente entre os nacionais de países terceiros recém-chegados&#8221;, alerta o relatório.</P><br />
<P>O texto indica que 35% dos estrangeiros de países terceiros têm empregos pouco qualificados, em comparação com 8% da população geral nos 27 países da União Europeia, sendo que quase metade dos trabalhadores de fora da UE desempenha funções para as quais estão sobrequalificados.</P><br />
<P>Em geral, os imigrantes denunciam que enfrentam muitos obstáculos para aceder ao mercado de trabalho, discriminação e racismo nos respetivos empregos, e um terço deles revela dificuldades em chegar ao fim do mês com os salários que lhes são pagos, o dobro do que se verifica na população em geral. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774475]]></sapo:autor>
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		<title>Portugueses procuram alternativas para reduzir encargos com o crédito habitação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com ComparaJá.pt]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 07:15:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[ComparaJá]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Dados internos da ComparaJá indicam que a procura por soluções ligadas ao crédito habitação aumentou 32% nos últimos meses, com os consumidores a demonstrarem maior atenção à prestação mensal, ao spread e aos seguros associados ao empréstimo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A subida dos encargos com a casa continua a levar muitas famílias portuguesas a reavaliar as condições do crédito habitação. Os pedidos de comparação relacionados com crédito habitação registaram um aumento, com especial incidência em temas como transferência de crédito, renegociação e revisão dos produtos associados.</p>
<p>Entre os principais fatores analisados pelos consumidores estão o valor da prestação mensal, o spread aplicado, o regime de taxa, os seguros obrigatórios e os custos totais do financiamento. A tendência mostra que os portugueses estão mais atentos ao peso do crédito no orçamento familiar e procuram perceber se existem alternativas mais competitivas no mercado.</p>
<p>Uma parte significativa dos utilizadores que compara soluções de crédito habitação procura sobretudo reduzir a mensalidade, mas nem sempre a decisão deve ser tomada apenas com base na prestação. É essencial avaliar o custo total do crédito, as comissões, os seguros associados e eventuais alterações contratuais.</p>
<p>“Os consumidores estão hoje mais disponíveis para rever contratos que antes tendiam a manter durante anos sem comparação. No crédito habitação, pequenas diferenças no spread, nos seguros ou nas condições associadas podem representar poupanças relevantes ao longo do contrato”, refere Rita Sogalho, Team Leader de Crédito Habitação no ComparaJá. </p>
<p>A ComparaJá recomenda que os consumidores analisem periodicamente as condições do seu crédito habitação, sobretudo quando existem alterações nas taxas de juro, no rendimento familiar ou no valor em dívida. Comparar propostas pode permitir identificar oportunidades de poupança, mas a decisão deve considerar sempre o impacto global no orçamento.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774071]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Bolsa de Lisboa abre a subir 0,60%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 07:08:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa abriu hoje em terreno positivo, com o índice PSI (Portuguese Stock Index) a subir 0,60%, para 8.950,24 pontos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Lisboa abriu hoje em terreno positivo, com o índice PSI (Portuguese Stock Index) a subir 0,60%, para 8.950,24 pontos.</P><br />
<P>Na quarta-feira, a bolsa de Lisboa fechou em baixa ligeira, acompanhando a tendência negativa das principais praças europeias, com o índice PSI a recuar 0,06% para 8.897,10 pontos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774472]]></sapo:autor>
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		<title>BYD quer tornar-se a maior fabricante automóvel do mundo até 2030</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 07:03:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[A fabricante automóvel chinesa BYD pretende tornar-se o maior produtor mundial de veículos até 2030, em termos de produção e de vendas, afirmou o fundador e presidente da empresa, Wang Chuanfu, durante a assembleia anual de acionistas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A fabricante automóvel chinesa BYD pretende tornar-se o maior produtor mundial de veículos até 2030, em termos de produção e de vendas, afirmou o fundador e presidente da empresa, Wang Chuanfu, durante a assembleia anual de acionistas.</P><br />
<P>Citado hoje pelo portal económico chinês Yicai, Wang considerou que um &#8220;sistema tecnológico maduro&#8221; permitirá à BYD expandir simultaneamente os mercados doméstico e internacional.</P><br />
<P>O responsável destacou que o mercado chinês continua pressionado por uma intensa guerra de preços e pela redução dos incentivos fiscais à compra de veículos elétricos.</P><br />
<P>Após o lançamento de uma nova geração de baterias e de tecnologias de carregamento rápido, concebidas para responder aos principais desafios enfrentados pelos utilizadores de veículos elétricos, Wang prometeu a introdução de &#8220;muitas mais&#8221; tecnologias &#8220;novas e exclusivas&#8221; nos próximos dois anos.</P><br />
<P>Com sede na cidade de Shenzhen, no sul da China, a BYD deixou de fabricar veículos com motores de combustão em 2022 e ultrapassou a norte-americana Tesla como maior vendedora mundial de automóveis elétricos.</P><br />
<P>Em 2025, as vendas globais da empresa aumentaram 8%, para cerca de 4,6 milhões de veículos, o que a colocou na quinta posição mundial do setor, ainda longe da japonesa Toyota, que vendeu mais de 10 milhões de unidades pelo quinto ano consecutivo, segundo o Yicai.</P><br />
<P>Wang considerou que a atual conjuntura, marcada pela subida dos preços dos combustíveis devido à guerra no Irão e ao bloqueio do estreito de Ormuz, é favorável à BYD.</P><br />
<P>A empresa foi afetada no primeiro trimestre pela redução das isenções fiscais concedidas por Pequim à compra de veículos elétricos, que passaram de 10% para 5%, com um limite máximo equivalente a 2.200 dólares (cerca de 1.900 euros).</P><br />
<P>Como consequência, as vendas da BYD caíram 30% face ao mesmo período do ano anterior, para pouco mais de 700 mil unidades. No entanto, a recuperação registada nos dois meses seguintes fez com que o balanço dos primeiros cinco meses do ano fosse praticamente idêntico ao de 2025.</P><br />
<P>A desaceleração do mercado interno levou a BYD, à semelhança de outras fabricantes chinesas, a apostar na internacionalização para sustentar o crescimento.</P><br />
<P>Em maio, as vendas da empresa no exterior aumentaram 81%, ultrapassando os 160 mil veículos, impulsionadas em parte pela produção local em países como Brasil, Tailândia e, futuramente, Hungria.</P><br />
<P>Paralelamente, a empresa está a estudar um investimento de cerca de dois mil milhões de euros para instalar uma rede de 3.000 postos de carregamento ultrarrápido de 1.500 quilowatts na Europa até ao final do próximo ano, depois de já ter iniciado a instalação de estações na Alemanha e no Reino Unido.</P><br />
<P>Segundo Wang, a BYD conseguiu construir uma imagem de marca &#8220;premium&#8221; nos mercados internacionais, prevendo que a empresa ultrapasse este ano a meta de 1,5 milhões de veículos vendidos no exterior.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774471]]></sapo:autor>
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		<title>TAP celebra 60 anos de ligação ao Brasil e conta transportar mais de 2 milhões de passageiros em 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 07:00:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[60 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[TAP]]></category>
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					<description><![CDATA[Companhia aérea reforça aposta no mercado brasileiro com novas rotas para Curitiba e São Luís do Maranhão, passando a servir 15 destinos no país]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="246" data-end="608">A TAP Air Portugal está a assinalar 60 anos de operação entre Portugal e o Brasil, um mercado que se consolidou como um dos mais estratégicos para a companhia ao longo das últimas seis décadas. Em 2026, a transportadora prevê transportar mais de 2 milhões de passageiros entre os dois lados do Atlântico.</p>
<p data-start="610" data-end="1014">A ligação aérea entre os dois países tem vindo a crescer, acompanhando a expansão da aviação comercial e o aumento das relações turísticas, económicas e culturais. Atualmente, a TAP dispõe de uma das maiores redes de ligações entre a Europa e o Brasil, contribuindo para posicionar Lisboa e Porto como importantes portas de entrada para passageiros brasileiros no continente europeu.</p>
<p data-start="1016" data-end="1366">No âmbito desta estratégia de crescimento, a companhia anunciou novas rotas para Curitiba e São Luís do Maranhão, passando a ligar Portugal a 15 destinos brasileiros. A expansão permite reforçar as opções de viagem para turismo e negócios, bem como facilitar o acesso a dezenas de destinos na Europa, África e América do Norte através da rede da TAP.</p>
<p data-start="1368" data-end="1744" data-is-last-node="" data-is-only-node="">“O Brasil serviu muito bem a Companhia nos últimos 60 anos e vai continuar ainda melhor nos próximos 60”, afirmou Luís Rodrigues, CEO da empresa aérea nacional. O responsável sublinha que o país continua a ser um mercado-chave para a TAP, destacando o seu potencial de crescimento e as oportunidades para aprofundar as ligações entre o Brasil e a Europa nos próximos anos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774418]]></sapo:autor>
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		<title>UE critica resistência das plataformas na luta contra discurso de ódio nas redes sociais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 06:58:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um em cada três habitantes da União Europeia (UE) com mais de 15 anos já se deparou nas redes sociais com conteúdos que considerou prejudiciais, sendo o racismo, sexismo e homofobia os principais temas das mensagens de ódio.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um em cada três habitantes da União Europeia (UE) com mais de 15 anos já se deparou nas redes sociais com conteúdos que considerou prejudiciais, sendo o racismo, sexismo e homofobia os principais temas das mensagens de ódio.</P><br />
<P>O problema do ódio e das ameaças nas redes sociais é um dos principais desafios mencionados pela Agência dos Direitos Fundamentais (FRA) da União Europeia no seu relatório anual publicado hoje.</P><br />
<P>As leis para regulamentar e proteger o espaço digital, assinala a agência, depararam-se em 2025 com a resistência das empresas e também da Administração dos Estados Unidos.</P><br />
<P>O relatório inclui dados de um inquérito realizado em novembro nos 27 países da União Europeia, do qual se conclui que, nos 12 meses anteriores, 35% da população se deparou com esses conteúdos nocivos.</P><br />
<P>Numa discriminação por domínios, 18% dos inquiridos referiram material racista, 16% sexista e 14% homofóbico, seguido de teorias da conspiração (11%), transfóbico (10%), antissemita (9%), terrorista (6%) e de abuso sexual de crianças (3%). Outros 11% referiram &#8220;outro conteúdo&#8221; diferente das categorias mencionadas.</P><br />
<P>Por país, a percentagem de cidadãos que referiu ter visto algum tipo de conteúdo prejudicial varia entre os 72% na Suécia e os 13% em Portugal.</P><br />
<P>O Facebook é a plataforma em que a maioria dos inquiridos (42%) afirma ter visto conteúdos prejudiciais, seguida do Instagram (28%), TikTok (24%), YouTube (22%) e X (12%).</P><br />
<P>A FRA reconhece que o que os inquiridos consideram &#8220;prejudicial&#8221; ou potencialmente ilegal é subjetivo e varia de pessoa para pessoa.</P><br />
<P>Com efeito, a outra vertente do inquérito diz respeito aos 9% dos inquiridos que declararam que conteúdos por si publicados tinham sido bloqueados ou removidos, apesar de os considerarem legais.</P><br />
<P>A FRA refere as dificuldades na aplicação da Lei dos Serviços Digitais (DSA), aprovada pela UE em 2022, mas em vigor na totalidade dos Estados-membros apenas desde fevereiro de 2024, e concebida para fazer face aos riscos para a democracia que surgem nas redes sociais, garantindo a supervisão e a transparência do espaço online.</P><br />
<P>A lei não determina o que é ilegal nem exige que as plataformas ajam como polícias, mas sim que avaliem os riscos e tomem medidas, e exige-lhes transparência e responsabilização.</P><br />
<P>A FRA denuncia que os esforços da UE para proteger a democracia e os direitos no mundo digital se depararam com &#8220;a interferência política externa e a falta de cooperação por parte das grandes corporações&#8221;.</P><br />
<P>Neste particular, o relatório refere-se às proibições de entrada no país impostas pelos Estados Unidos a vários políticos e ativistas europeus devido à sua defesa da DSA, entre os quais o ex-comissário comunitário Thierry Breton.</P><br />
<P>Além disso, a FRA recorda que vários ativistas ou jornalistas foram espionados na aplicação de mensagens WhatsApp (Meta) através de um programa de uma empresa israelita.</P><br />
<P>A agência da UE lamenta que os potenciais benefícios para o debate público e a liberdade de expressão sejam ofuscados pela propagação do ódio online e pela falta de informação disponível sobre as práticas das plataformas digitais, às quais acusa de terem criado um &#8220;sistema opaco&#8221;.</P><br />
<P>A FRA recorda que, em outubro passado, a Comissão Europeia considerou que a Meta (proprietária do Facebook e do Instagram) e o TikTok não cumpriam as obrigações de transparência ao abrigo da DSA, e que, em dezembro, multou a rede social X em 120 milhões de euros pelo mesmo motivo.</P><br />
<P>&#8220;Devido à falta de abertura das plataformas digitais, não é possível compreender adequadamente como estas interferem nos direitos fundamentais e na democracia&#8221;, assinala a FRA.</P><br />
<P>A agência denuncia, finalmente, a existência de lacunas no conhecimento sobre a forma como as plataformas online manipulam e interferem com os seus utilizadores. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774469]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Teerão diz que vai converter Médio Oriente &#8220;num inferno&#8221; para os EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 06:49:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Comandante da força aeroespacial da Guarda da Revolução Islâmica afirmou hoje que o Irão vai transformar o Médio Oriente "num inferno" para os Estados Unidos, depois de uma nova troca de ataques entre os dois países na região.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Comandante da força aeroespacial da Guarda da Revolução Islâmica afirmou hoje que o Irão vai transformar o Médio Oriente &#8220;num inferno&#8221; para os Estados Unidos, depois de uma nova troca de ataques entre os dois países na região.</P><br />
<P>&#8220;Acham que podem tornar o sagrado estreito de Ormuz num lugar inseguro? Vamos converter toda a região num inferno para vocês&#8221;, declarou Majid Mousavi, em resposta à &#8220;agressão norte-americana&#8221;, informou a televisão estatal Press TV.</P><br />
<P>O Exército dos Estados Unidos lançou novos ataques contra &#8220;múltiplos alvos&#8221; em território iraniano em &#8220;resposta a agressões&#8221; da República Islâmica, às 00:30 de hoje em Teerão (21:00 de quarta-feira em Lisboa), anunciou o Comando Central norte-americano (Centcom).</P><br />
<P>A Guarda da Revolução Islâmica iraniana retaliou com o lançamento de drones e mísseis contra bases norte-americanas no Bahrein, Kuwait e Jordânia durante a madrugada de quinta-feira, noticiou a agência Fars.</P><br />
<P>No contexto dos ataques, o Exército iraniano anunciou o encerramento &#8220;total&#8221; do estreito de Ormuz a todo o tipo de embarcações, advertindo que disparará contra qualquer navio que tente atravessar a via estratégica para o comércio mundial de petróleo.</P><br />
<P>&#8220;O estreito de Ormuz foi encerrado por completo a todo o tipo de embarcações, incluindo navios comerciais&#8221;, declarou o Quartel-General Central Jatam al Anbiya em comunicado citado pela agência Tasnim.</P><br />
<P>Os Estados Unidos, porém, negaram que este bloqueio esteja em vigor, garantindo que os navios comerciais continuam a transitar.</P><br />
<P>&#8220;Esta noite, os navios comerciais prosseguem a passagem para dentro e fora do estreito de Ormuz&#8221;, afirmou o Centcom numa breve nota.</P><br />
<P>Apesar de Washington e Teerão estarem a discutir um acordo de paz com a mediação de países como o Paquistão, os ataques intensificaram-se esta semana, com os Estados Unidos a justificarem inicialmente a ofensiva com o derrube de um helicóptero no estreito de Ormuz na terça-feira.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774468]]></sapo:autor>
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		<title>Primavera Sound regressa hoje ao Porto praticamente esgotado e com impacto até 50 milhões de euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 06:45:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[festivais de verão]]></category>
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		<category><![CDATA[Primavera Sound]]></category>
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					<description><![CDATA[Organização aponta para uma forte afluência de público e para uma edição marcada por maior ligação ao Porto]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Primavera Sound Porto regressa esta quinta-feira ao Parque da Cidade com a edição praticamente esgotada, uma estimativa de pelo menos 120 mil pessoas ao longo de quatro dias e um impacto económico previsto entre 40 e 50 milhões de euros para a cidade. A organização aponta para uma forte afluência de público e para uma edição marcada por maior ligação ao Porto.</p>
<p>A 13ª edição do festival decorre entre esta quinta-feira e domingo, mas começa a sair do recinto ainda antes da abertura oficial. O Primavera na Cidade regressa esta quarta-feira aos Jardins do Palácio de Cristal, com concertos gratuitos na Concha Acústica, numa iniciativa promovida em parceria com a Câmara Municipal do Porto.</p>
<p>Durante a apresentação do recinto à comunicação social, ainda com estruturas em montagem e equipas a circular pelo Parque da Cidade, José Barreiro, diretor do evento, destacou a vontade de levar parte da curadoria do festival para fora do recinto. “Para além daquilo que traz para dentro do festival, o Primavera gosta de ir à cidade”, afirmou.</p>
<p>O presidente da Câmara do Porto, Pedro Duarte, também sublinhou o peso do evento na projeção da cidade, defendendo que o Primavera Sound “vai bem mais longe do que um festival de verão de música”. Para o autarca, o festival ajuda a colocar o Porto no mapa e reforça uma relação que a autarquia quer aprofundar.</p>
<p><strong>Gorillaz esgotados e passes gerais vendidos</strong></p>
<p>A procura por bilhetes confirma a expectativa da organização. Os passes gerais estão esgotados e o dia 12 de junho, marcado pelo concerto dos Gorillaz, também já não tem bilhetes disponíveis. O festival registou o maior número de passes vendidos de sempre, segundo José Barreiro.</p>
<p>O dia dos The xx, esta quinta-feira, e o dos Massive Attack, no sábado, continuavam a registar vendas rápidas, com a organização a admitir que a edição deste ano está praticamente esgotada.</p>
<p>A organização estima receber uma média próxima das 40 mil pessoas por dia. O público estrangeiro deverá rondar entre 12 mil e 15 mil visitantes, com forte presença de pessoas vindas do Reino Unido, Espanha, Itália, Alemanha, Irlanda, França e Estados Unidos. Ainda assim, o crescimento mais expressivo dos últimos anos tem sido registado entre o público português.</p>
<p><strong>Cartaz junta The xx, Gorillaz, Massive Attack e nomes portugueses</strong></p>
<p>O cartaz principal inclui 55 artistas e volta a dividir-se por quatro palcos: Estrella Damm, Vodafone, ZYN e Primavera. Entre os nomes mais aguardados estão The xx, Gorillaz, Massive Attack, IDLES, Big Thief, Ethel Cain, JADE, KNEECAP, Slowdive, Bad Gyal, Viagra Boys, Peggy Gou, Gisela João e Panda Bear.</p>
<p>Esta quinta-feira, as portas abrem às 15h30. The xx sobem ao palco Estrella Damm às 23h40, depois de atuações de emmy Curl, Nation of Language e Big Thief. No mesmo dia, há ainda concertos de Ethel Cain, KNEECAP, PAUS, Oklou e Agriculture, entre outros.</p>
<p>Na sexta-feira, Gorillaz atuam às 23h10 no palco Estrella Damm, num dos momentos mais aguardados do festival. O dia inclui ainda Slowdive, Viagra Boys, Bad Gyal, Gisela João, Panda Bear, Black Country, New Road e Rita Vian.</p>
<p>No sábado, o grande destaque será Massive Attack, com concerto marcado para as 23h15. JADE, IDLES, Mike D, Amaarae, NAPA, Criolo, Amaro &#038; Dino e Sudan Archives fazem também parte da programação desse dia. O domingo será dedicado ao palco ZYN, com Xinobi, Dixon e Peggy Gou, que encerra a edição entre as 21 e as 23 horas.</p>
<p><strong>Festival quer ser uma cidade dentro do Parque da Cidade</strong></p>
<p>Além dos concertos, o recinto volta a funcionar como uma pequena cidade dentro do Parque da Cidade. Haverá zonas de restauração, wine bar, bengaleiro, merchandising, bilheteira, pontos de troca de pulseiras, bike park, serviços médicos, polícia, bombeiros, pontos de água, casas de banho, plataformas para pessoas com mobilidade reduzida e o Mini Primavera, dedicado às famílias.</p>
<p>A zona infantil regressa em parceria com a Câmara Municipal do Porto e terá fraldário, zona de amamentação, jogos, atividades infantis e um palco onde os mais novos podem vestir-se como o seu artista favorito. As crianças até aos nove anos entram gratuitamente, desde que acompanhadas pelos pais ou tutores. Entre os dez e os 15 anos, é necessário bilhete e acompanhamento de um adulto responsável.</p>
<p>A restauração será uma das grandes apostas desta edição, com mais de 40 opções espalhadas pelo recinto. A oferta inclui comida portuguesa, street food, hambúrgueres, pizzas, propostas vegetarianas, cozinha internacional, doces e bebidas.</p>
<p>O Primavera Market também será reforçado, com mais de 20 marcas ligadas à moda, artesanato urbano, ilustração, design, acessórios, tatuagens e projetos independentes.</p>
<p><strong>Transportes reforçados e apelo para evitar o carro</strong></p>
<p>A organização recomenda o uso de transportes públicos para chegar ao festival. A STCP terá serviço reforçado e shuttles entre o recinto e os Aliados, com frequência de dez minutos nas noites principais do evento. Haverá também ligação ao Terminal Intermodal de Campanhã.</p>
<p>O Metro do Porto terá circulação reforçada nos dias do festival, com prolongamento da operação da Linha Azul. Dentro do recinto haverá uma Loja Andante, entre as 16 horas e a meia-noite, para compra de títulos intermodais de autocarro, metro e comboios urbanos.</p>
<p>Quem optar pela bicicleta poderá usar o bike park à entrada do recinto. Já o carro não é recomendado, devido aos condicionamentos e à elevada afluência esperada nas imediações do Parque da Cidade.</p>
<p><strong>Pulseiras, pagamentos e regras de entrada</strong></p>
<p>A troca de bilhetes por pulseiras é obrigatória e presencial. Ninguém entra no recinto sem pulseira. A troca antecipada do passe geral pode ser feita esta quarta-feira, entre as 12 e as 22 horas, no Parque da Cidade. Nos dias do festival, os horários variam consoante a programação, e os bilhetes diários só podem ser trocados no respetivo dia.</p>
<p>A pulseira permite entrar e sair do recinto, mas a reentrada tem limites horários. Dentro do recinto, todos os pagamentos serão feitos por cartão, MB Way, Apple Pay ou Google Pay. Não haverá caixas multibanco. Quem não tiver forma de pagamento digital poderá trocar dinheiro por um cartão pré-pago.</p>
<p>O festival contará ainda com o apoio da Kosmicare, que terá um espaço seguro junto aos serviços médicos para apoiar pessoas em situação de crise, ansiedade, desconforto, sobre-estimulação, risco ou vulnerabilidade.</p>
<p>Com impacto económico estimado entre 40 e 50 milhões de euros, cartaz internacional forte e uma presença crescente de público português, o Primavera Sound Porto volta a assumir-se como um dos principais acontecimentos culturais e turísticos da cidade.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774079]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bolsa de Tóquio encerra com Nikkei a subir 0,06%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 06:44:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio fechou hoje mista, com o principal índice, o Nikkei, a ganhar 0,06% para 64.217,27 pontos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio fechou hoje mista, com o principal índice, o Nikkei, a ganhar 0,06% para 64.217,27 pontos.</P><br />
<P>Em sentido contrário, o segundo indicador, o Topix, fechou a cair 0,45% para 3.830,35 pontos.</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774467]]></sapo:autor>
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		<title>UE apela ao combate aos despejos e à consideração da habitação como direito fundamental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 06:37:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O aumento dos preços da habitação é um dos principais desafios que enfrenta a União Europeia (UE), que instou os Estados-membros a combaterem os despejos e a encararem nas suas políticas a habitação como um direito fundamental.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O aumento dos preços da habitação é um dos principais desafios que enfrenta a União Europeia (UE), que instou os Estados-membros a combaterem os despejos e a encararem nas suas políticas a habitação como um direito fundamental.</P><br />
<P>&#8220;O aumento dos preços da habitação e a falta de opções de habitação social e acessível desencadearam uma crise habitacional na UE&#8221;, resume a Agência dos Direitos Fundamentais (FRA) da União Europeia, no relatório anual (Fundamental Rights Report &#8211; Challenges and achievements in 2025) divulgado hoje.</P><br />
<P>A FRA indica no documento que o preço da habitação disparou 53,4% e o das rendas quase 17% entre 2015 e 2024, e salienta que, embora não existam dados comparáveis entre os 27 países membros da UE, &#8220;a situação dos sem-abrigo está a aumentar&#8221;.</P><br />
<P>Entre os dados apresentados pela agência, destaca-se o de quase 1,3 milhões de pessoas sem-abrigo na UE em 2025 ou o de cerca de 400.000 crianças que, no ano anterior, viviam na rua, em abrigos noturnos ou em alojamentos temporários.</P><br />
<P>&#8220;Os jovens e os grupos vulneráveis enfrentam dificuldades que comprometem o seu acesso ao direito básico a uma habitação adequada, e muitos continuam desprotegidos face ao despejo e à situação de sem-abrigo&#8221;, afirma na introdução do relatório a diretora da FRA, Sirpa Rautio.</P><br />
<P>A agência da UE apresenta uma definição de exclusão residencial e de sem-abrigo em seis categorias, que vão desde a situação extrema de viver na rua ao relento até às pessoas que residem temporariamente com familiares e amigos por falta de recursos.</P><br />
<P>A FRA salienta que, embora as competências em matéria de habitação dependam principalmente dos Estados-membros, a legislação comunitária também inclui obrigações, algumas delas consagradas na Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia.</P><br />
<P>Além disso, recorda que os 27 Estados-membros da UE ratificaram o Pacto Internacional sobre os Direitos Económicos, Sociais e Culturais, no qual a habitação é um dos componentes do &#8220;direito a uma qualidade de vida adequada&#8221;.</P><br />
<P>Esse pacto, recorda a agência, proíbe despejos forçados, mesmo em casos de atrasos no pagamento da renda ou da hipoteca.</P><br />
<P>Nesta análise, a FRA indica que, embora 66% dos residentes na UE sejam proprietários da habitação em que residem, menos de metade das pessoas que vivem abaixo do limiar da pobreza é proprietária.</P><br />
<P>Especialmente os jovens e os mais vulneráveis enfrentam dificuldades para aceder ao direito a uma habitação adequada e muitos continuam desprotegidos face ao despejo e à situação de sem-abrigo, afirma Rautio.</P><br />
<P>A FRA sublinha ainda que, em vários países, não existem planos para evitar os despejos ou ajudar quem deles é alvo, e que os procedimentos e garantias, muitas vezes dependentes das autoridades municipais, variam muito de um país para outro.</P><br />
<P>Portugal é um dos países onde as salvaguardas contra despejos foram reforçadas em 2025, nomeadamente através de uma alteração ao Código Penal (Lei 67/2025), que agrava as penas em caso de invasão ou ocupação de bens imóveis alheios, com a intenção de exercer um direito de propriedade, posse, uso ou servidão, sublinha o estudo.</P><br />
<P>Na contribuição nacional para o relatório da FRA, Portugal assinala que segundo dados fornecidos ao Jornal de Notícias em agosto de 2025 pelo Ministério da Justiça, entre janeiro e junho do ano passado, &#8220;registou-se uma média mensal de 130 despejos no âmbito do Procedimento Especial de Despejo, um número que ultrapassa o total de 2024 (83 casos) e de 2023 (89 casos)&#8221;.</P><br />
<P>O Governo português não forneceu em tempo útil outros dados solicitados pelos autores deste documento de 35 páginas.</P><br />
<P>&#8220;O não pagamento da renda é a principal causa, mas as associações de inquilinos relatam pressão diária por parte dos senhorios, especialmente sobre os residentes idosos. Lisboa, Porto e Setúbal são os distritos com o maior número de despejos&#8221;, sublinha o texto.</P><br />
<P>Além dos despejos, a FRA incentiva os Estados-membros da UE a aplicarem políticas que tornem a habitação acessível e a preços razoáveis. O relatório menciona medidas como a regulação das rendas; o aumento da oferta, incluindo a habitação social, com promoções financiadas com fundos públicos; a gestão do parque de habitações devolutas e das habitações destinadas ao arrendamento turístico e de curta duração.</P><br />
<P>A FRA destaca a existência de &#8220;tribunais de arrendamento&#8221; que, em países como a Áustria, a Bélgica ou os Países Baixos, permitem aos inquilinos reclamar um reembolso se se verificar que lhes foi cobrado mais do que o preço máximo de um apartamento, em função da sua localização ou dimensão.</P><br />
<P>No que diz respeito aos arrendamentos de curta duração, a FRA assinala que as reservas deste tipo em plataformas como a Airbnb ou a Booking no verão de 2025 aumentaram 28% em relação às de 2023, sendo as regiões da Andaluzia (Espanha), a costa adriática croata e a Île-de-France (França) as mais populares.</P><br />
<P>O relatório refere que o Plano Europeu para a Habitação Acessível, apresentado em dezembro passado, incluía um Regulamento sobre Arrendamentos de Curta Duração.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774465]]></sapo:autor>
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		<title>Cheque de 4.000 euros para carro elétrico pode voltar esta semana: Governo tem 10 milhões de euros para distribuir</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 06:30:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
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		<category><![CDATA[Maria da Graça Carvalho]]></category>
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		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Governo tem autorização para mobilizar 20 milhões de euros este ano, mas decidiu dividir a verba em duas fases, justificando a opção com a necessidade de prudência perante a instabilidade internacional e a pressão sobre os preços dos combustíveis]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O cheque de 4.000 euros para a compra de carros elétricos pode voltar já esta semana, mas o Governo ainda não fecha a data. A ministra do Ambiente e da Energia, Maria da Graça Carvalho, disse ao &#8216;Jornal de Notícias&#8217; e à &#8216;TSF&#8217; que o novo concurso do Fundo Ambiental deverá abrir “o mais tardar até dia 11 de junho”. No entanto, contactado pela Executive Digest, o Ministério do Ambiente confirmou que está a trabalhar para esse calendário, mas com uma nota de cautela: “Ainda não conseguimos confirmar, estamos a fazer tudo para que arranque dia 11&#8243;, afirmou fonte do ministério. </p>
<p>Em causa está uma nova fase de apoios à compra de veículos 100% elétricos, com uma dotação inicial de 10 milhões de euros. O Governo tem autorização para mobilizar 20 milhões de euros este ano, mas decidiu dividir a verba em duas fases, justificando a opção com a necessidade de prudência perante a instabilidade internacional e a pressão sobre os preços dos combustíveis.</p>
<p>A promessa do Executivo é que o apoio mantenha retroatividade a 1 de janeiro de 2025. Isto significa que quem comprou um carro elétrico novo desde o início do ano passado e entregou para abate um veículo antigo a combustíveis fósseis poderá candidatar-se agora, mesmo que tenha ficado de fora dos apoios anteriores por esgotamento das verbas.</p>
<p><strong>Apoio mantém retroatividade a 1 de janeiro de 2025</strong></p>
<p>Uma das principais novidades confirmadas pela ministra é a retroatividade do apoio. O novo concurso deverá permitir candidaturas de quem comprou um carro elétrico a partir de 1 de janeiro de 2025 e entregou para abate um veículo antigo a combustíveis fósseis, mesmo que não tenha conseguido beneficiar dos apoios anteriores por esgotamento das verbas.</p>
<p>Na prática, isto significa que particulares que tenham comprado um elétrico novo desde o início de 2025 poderão tentar aceder ao incentivo, desde que cumpram as condições de elegibilidade e apresentem a documentação exigida pelo Fundo Ambiental.</p>
<p>O apoio previsto para pessoas singulares deverá manter-se nos 4.000 euros por viatura. Para aceder ao incentivo, será obrigatório entregar para abate um veículo a combustíveis fósseis com mais de 10 anos, da mesma tipologia.</p>
<p><strong>Que carros podem beneficiar do apoio?</strong></p>
<p>Para particulares, o apoio aplica-se à compra ou locação financeira de veículos 100% elétricos novos de passageiros. O valor final de aquisição não pode ultrapassar 38.500 euros, incluindo IVA, despesas administrativas e equipamentos extra.</p>
<p>Há uma exceção para viaturas com mais de cinco lugares, pensada sobretudo para famílias numerosas. Nestes casos, o limite máximo de elegibilidade sobe para 55.000 euros.</p>
<p>Além dos particulares, também IPSS, autoridades de transportes e autarquias podem beneficiar de apoios à compra de veículos elétricos, com um incentivo previsto de 5.000 euros por veículo, dentro dos limites definidos pelo aviso do Fundo Ambiental.</p>
<p><strong>Empresas e veículos de mercadorias</strong></p>
<p>No caso das empresas, os apoios abrangem sobretudo veículos elétricos de mercadorias. O incentivo previsto é de 6.000 euros por veículo 100% elétrico novo, para compra ou locação financeira com duração mínima de 24 meses, limitado a dois incentivos por beneficiário.</p>
<p>Este apoio aplica-se a veículos cuja primeira aquisição e matrícula tenham ocorrido após 1 de janeiro de 2025, de acordo com as regras previstas no enquadramento da Mobilidade Verde.</p>
<p>O programa inclui ainda apoios para bicicletas de carga, com comparticipações de 50% do preço de venda ao público, até 1.000 euros nas convencionais e até 1.500 euros nas elétricas, com limite máximo de quatro unidades por beneficiário.</p>
<p><strong>Carregadores em condomínios também têm apoio</strong></p>
<p>O Fundo Ambiental mantém também incentivos à instalação de carregadores para veículos elétricos em condomínios multifamiliares, desde que estejam ligados à rede Mobi.E.</p>
<p>O apoio pode cobrir até 80% do valor da instalação, até ao máximo de 800 euros por posto de carregamento, bem como a instalação elétrica, até ao limite de 1.000 euros por lugar de estacionamento.</p>
<p>A comparticipação permite um carregador por condómino, até ao máximo de dez carregadores por condomínio ou CPE, desde que o beneficiário se constitua como Detentor de Ponto de Carregamento. O Fundo Ambiental assume ainda a Tarifa da Entidade Gestora da Mobilidade Elétrica durante 24 meses.</p>
<p><strong>Isenção de ISV e IUC mantém-se</strong></p>
<p>Além dos apoios diretos à compra, os veículos 100% elétricos continuam a beneficiar de vantagens fiscais permanentes. Estes automóveis estão excluídos do pagamento de Imposto Sobre Veículos, ao abrigo do Código do ISV, e estão também isentos de Imposto Único de Circulação.</p>
<p>Para empresas, há ainda benefícios adicionais, incluindo isenção de tributação autónoma para veículos 100% elétricos, dedução do IVA na aquisição, fabrico, importação, locação ou transformação de viaturas elétricas ou híbridas plug-in até ao limite legal aplicável, e dedução do IVA associado à eletricidade usada no carregamento.</p>
<p>As depreciações de viaturas ligeiras de passageiros ou mistas 100% elétricas também podem ser aceites como gasto fiscal até ao valor de 62.500 euros, nos termos previstos no Código do IRC.</p>
<p><strong>Como apresentar candidatura</strong></p>
<p>As candidaturas serão feitas online, através do balcão de candidaturas do Fundo Ambiental, assim que o aviso for publicado. O processo é digital e, por isso, os interessados devem reunir previamente os documentos necessários.</p>
<p>Entre os documentos habitualmente exigidos estão identificação pessoal, NIF, IBAN, certidões de não dívida à Autoridade Tributária e à Segurança Social, fatura e recibo de aquisição do veículo, prova de matrícula e, quando aplicável, documentação relativa ao contrato de locação financeira.</p>
<p>No caso de pessoas coletivas, é também necessária certidão de registo comercial ou código de acesso à certidão permanente, bem como identificação dos representantes da sociedade.</p>
<p>Depois de aprovada a candidatura, o pedido de pagamento deve ser apresentado no prazo de 90 dias após a notificação da aprovação. O incentivo é pago por transferência bancária após submissão e validação do pedido.</p>
<p><strong>Apoio pode regressar num momento de pressão sobre combustíveis</strong></p>
<p>O regresso dos apoios à mobilidade elétrica acontece num contexto em que a União Europeia mantém o objetivo de pôr fim à venda de novos carros com motores a combustão a partir de 2035. Em Portugal, o Governo tem defendido estes incentivos como instrumento para acelerar a transição energética, reduzir emissões e diminuir a dependência de combustíveis fósseis.</p>
<p>Ainda assim, o arranque da nova fase depende agora da publicação oficial do aviso. A data de 11 de junho continua em cima da mesa, mas, para já, o Ministério do Ambiente prefere não dar o arranque como fechado.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773780]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Neurocientista fala da memória e lembra que ciência é antídoto contra desinformação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 06:22:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O neurocientista norte-americano Steve Ramirez, investigador da Universidade de Boston, vai liderar em Lisboa e Porto o primeiro evento europeu National Geographic Live, durante o qual irá explicar como é possível ativar, implantar e apagar memórias. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O neurocientista norte-americano Steve Ramirez, investigador da Universidade de Boston, vai liderar em Lisboa e Porto o primeiro evento europeu National Geographic Live, durante o qual irá explicar como é possível ativar, implantar e apagar memórias. </P><br />
<P>Intitulado &#8220;Untangling the Mind&#8221; (&#8220;Desembaraçando a mente&#8221;), o evento passa por Lisboa a 16 de junho e vai até ao Porto no dia 18, com ambas as sessões esgotadas. O neurocientista vai falar da estrutura do cérebro, como funcionam as suas conexões e químicos, como produz música e algumas das coisas mais extraordinárias que consegue fazer, com foco na memória.  </P><br />
<P>&#8220;Vou falar da investigação contemporânea sobre a memória, que inclui como visualizar memórias, como ativar ou apagar memórias, e até como mudar ou implantar memórias no cérebro&#8221;, disse à Lusa o neurocientista, alertando para a necessidade de definir objetivos do conhecimento, já que a ciência é por si mesma &#8220;o melhor antídoto&#8221; contra a desinformação.</P><br />
<P>Ramirez explicou que há um benefício terapêutico na ativação de boas memórias. &#8220;Sabemos que, quando recordamos uma memória positiva e refletimos sobre ela, isso ativa os sistemas de dopamina do cérebro&#8221;, apontou. Coloca-nos de bom humor, expande a criatividade e a flexibilidade cognitiva durante algumas horas, estabiliza o ritmo cardíaco e pode inundar o corpo com hormonas que dão a sensação de euforia, descreveu.</P><br />
<P>O estudo biológico do funcionamento da memória pode ajudar a aumentar o volume nas memórias boas e reduzi-lo nas memórias más. É uma pesquisa que poderá ter resultados em contextos médicos, como no tratamento de Alzheimers ou de depressão. </P><br />
<P>Mas não só. Ramirez, que inclui uma sessão de perguntas e respostas com a audiência no evento, espera que as pessoas retirem ideias práticas para a sua vida. &#8220;Podemos ver a memória como uma ferramenta que se pode usar para o nosso próprio bem-estar&#8221;, afirmou, chamando-lhe um canivete suíço. </P><br />
<P>&#8220;A mensagem não é apenas de que a memória é poderosa, mas de que pode trabalhar para si&#8221;. </P><br />
<P>No entanto, isso significa também que há um risco de manipulação e implantação de memórias falsas. Steve Ramirez comparou a memória a um Lamborghini que vai parar à era dos Flintstones e por isso precisa de cautela, cintos de segurança e &#8216;airbags&#8217;. </P><br />
<P>&#8220;O marketing e a psicologia já perceberam todas as formas de implantar ideias e decisões na nossa cabeça. Queremos que este trabalho nos explique como isso funciona e porquê&#8221;, adiantou Ramirez. &#8220;E se nos podemos proteger contra isso&#8221;.</P><br />
<P>O neurocientista apontou que todos temos memórias implantadas e nos lembramos de coisas que não aconteceram exatamente dessa maneira. &#8220;Conseguimos fazer coisas incríveis com a neurociência moderna, como ativar ou apagar memórias. Mas qual é a ética? Qual o objetivo?&#8221;</P><br />
<P>Isso, referiu, é importante definir para evitar, por exemplo, a eficácia de sistemas de manipulação em massa. &#8220;A ciência é o melhor antídoto para a desinformação&#8221;, realçou. </P><br />
<P>Para o especialista norte-americano, este campo é tão vasto que um dia poderemos ter uma tecnologia que permita descarregar e ver memórias como se fosse um filme. </P><br />
<P>&#8220;Isso não quebra nenhuma lei da física&#8221;, declarou, frisando que através de elétrodos é possível registar num computador o que um rato está a ver. &#8220;Tendemos a ter cenários visuais nos nossos sonhos e essa atividade aparece no córtex visual. Por isso, é descodificar o campo visual&#8221;. </P><br />
<P>Precisamos de ferramentas que consigam fazer a descodificação, mas Ramirez pensa que é possível, talvez nos próximos vinte anos. &#8220;Não é magia. É só ciência complexa que pode parecer magia&#8221;. </P><br />
<P>Ramirez será acompanhado pelo biólogo e etólogo português Eduardo Sampaio, investigador do Instituto de Comportamento Animal Max Planck, na Alemanha, que falará sobre a diversidade de cérebros e processos cognitivos no meio animal. </P><br />
<P>O National Geographic Live é um formato de conferências em que os oradores são Exploradores National Geographic (National Geographic Exploreres). Esta é a estreia do formato na Europa e a primeira parte de cada sessão ficará a cargo do biólogo e etólogo português Eduardo Sampaio.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774464]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Cashback ou armadilha? Cartões de fidelização podem transformar descontos em dívida</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/cashback-ou-armadilha-cartoes-de-fidelizacao-podem-transformar-descontos-em-divida/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com DECO PROTeste]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 06:15:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Deco Proteste]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[DECO PROteste alerta que estes produtos, comuns em supermercados, lojas de eletrónica, mobiliário, combustíveis, clubes desportivos e grandes superfícies, exigem atenção redobrada antes da adesão]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os cartões de fidelização com crédito prometem descontos imediatos, pontos, cashback e campanhas exclusivas, mas podem transformar pequenas compras em dívida difícil de controlar. A DECO PROteste alerta que estes produtos, comuns em supermercados, lojas de eletrónica, mobiliário, combustíveis, clubes desportivos e grandes superfícies, exigem atenção redobrada antes da adesão.</p>
<p>Na prática, estes cartões juntam duas funções. Por um lado, funcionam como programa de fidelização, permitindo acumular descontos, pontos ou devolução de parte do valor gasto. Por outro, podem funcionar como cartão de crédito, permitindo pagar compras mais tarde ou em prestações.</p>
<p>É precisamente essa segunda vertente que pode tornar o produto arriscado. O desconto imediato ou o cashback podem criar a sensação de poupança, mas, se o consumidor não pagar o extrato na totalidade, entram em ação juros elevados que podem anular rapidamente qualquer vantagem.</p>
<p><strong>Quando o desconto esconde juros elevados</strong></p>
<p>O principal risco está nas taxas aplicadas quando o cartão é usado como crédito. Em alguns casos, o desconto anunciado pode ser de apenas 1%, enquanto a taxa anual de encargos efetiva global pode chegar a cerca de 19%.</p>
<p>Isto significa que o consumidor pode acabar por pagar muito mais em juros do que aquilo que recebeu em desconto, pontos ou cashback. A facilidade de pagamento em prestações torna-se, nesse caso, uma porta de entrada para endividamento.</p>
<p>A DECO PROteste lembra que este tipo de financiamento tem um peso relevante no incumprimento associado ao crédito ao consumo. Num contexto de pressão sobre os orçamentos familiares, o risco aumenta quando os consumidores acumulam cartões e recorrem ao crédito para despesas do dia a dia.</p>
<p><strong>Descontos que só aparecem se usar crédito</strong></p>
<p>Outro ponto sensível está nas condições de alguns cartões. Há produtos que só atribuem determinadas vantagens se o cliente não pagar a totalidade do extrato e optar por pagamento fracionado.</p>
<p>Na prática, o consumidor recebe um desconto ou benefício, mas fica sujeito ao pagamento de juros. Esta combinação pode criar uma falsa sensação de poupança, sobretudo quando as condições não são lidas com atenção.</p>
<p>Por isso, antes de aderir, é essencial perceber se os descontos dependem apenas da utilização do cartão como fidelização ou se obrigam a recorrer à vertente de crédito.</p>
<p><strong>Vários cartões podem prejudicar futuros empréstimos</strong></p>
<p>Acumular cartões de fidelização com crédito também pode ter impacto fora das compras do dia a dia. Mesmo que o consumidor não utilize todos os limites disponíveis, esses montantes podem contar como risco potencial e ficar registados na Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal.</p>
<p>Quando alguém pede um crédito à habitação, automóvel ou pessoal, os bancos analisam todos os créditos disponíveis, incluindo limites de cartões que não estão a ser usados. No limite, ter vários cartões pode reduzir a capacidade de endividamento reconhecida pelo banco e dificultar a aprovação de um novo empréstimo.</p>
<p>A recomendação é simples: não acumular cartões desnecessários e manter apenas aqueles que são realmente úteis e controláveis.</p>
<p><strong>O que verificar antes de aderir</strong></p>
<p>Antes de aceitar um cartão de fidelização com crédito, o consumidor deve confirmar a taxa anual de encargos efetiva global, a taxa anual nominal, comissões, regras de cashback, validade dos pontos, condições para obter descontos e regras de cancelamento.</p>
<p>Também deve perceber se há anuidade. Muitos cartões não cobram anuidade ao primeiro titular, o que torna a adesão mais apelativa, mas há exceções, nomeadamente em cartões associados a companhias aéreas.</p>
<p>O facto de um cartão não ter anuidade não significa, por si só, que seja gratuito. Se for usado como crédito e o pagamento não for feito na totalidade, os juros podem tornar-se o verdadeiro custo do produto.</p>
<p><strong>A regra principal: pagar sempre tudo</strong></p>
<p>A forma mais segura de usar estes cartões é pagar sempre o extrato na totalidade. Assim, o consumidor evita juros, mantém os benefícios reais do cartão e reduz o risco de acumular dívida.</p>
<p>Os cartões podem ser úteis para quem tem disciplina financeira, conhece bem as condições e usa apenas a componente de fidelização ou crédito sem custos. Mas tornam-se perigosos quando são usados para adiar pagamentos sem uma estratégia clara.</p>
<p>A DECO PROteste analisou 20 cartões de fidelização de âmbito nacional, compilando dados sobre anuidade, TAEG e vantagens associadas à utilização como cartão de crédito. A conclusão é que os benefícios existem, mas só compensam se o consumidor evitar cair na armadilha dos juros.</p>
<p>No fim, a pergunta essencial não é apenas quanto se poupa no momento da compra. É quanto se pode vir a pagar depois.</p>
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		<title>BCE decide hoje sobre juros e expectativa é de uma subida de 25 pontos base</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 06:13:17 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Banco Central Europeu (BCE) vai anunciar hoje, no final da reunião de dois dias, a decisão sobre política monetária e a expectativa dos analistas é de uma subida das taxas de juro em 25 pontos base.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Banco Central Europeu (BCE) vai anunciar hoje, no final da reunião de dois dias, a decisão sobre política monetária e a expectativa dos analistas é de uma subida das taxas de juro em 25 pontos base.</P><br />
<P>O diretor de Investimento Global de Mercados Públicos da Allianz GI Michael Krautzberger antecipou, numa nota de análise, que o BCE deve subir a taxa de juro diretora em 25 pontos-base, para os 2,25%, em linha com as orientações que tem dado desde março.</P><br />
<P>&#8220;A restrição monetária continua a justificar-se: uma sucessão de choques na oferta mantém a inflação acima do objetivo, e o BCE está empenhado em evitar a repetição do cenário pós-Covid, em que o atraso na adoção de medidas acabou por exigir aumentos de juros mais agressivos&#8221;, explicou.</P><br />
<P>O analista sinalizou ainda que é provável que a presidente do BCE, Christine Lagarde, mantenha a porta aberta a subidas adicionais, com um aumento final de 25 pontos-base em setembro, enquanto em julho a possibilidade de uma subida dependa de uma deterioração adicional significativa das perspetivas de inflação.</P><br />
<P>O economista sénior da Generali Investments Martin Wolburg também considerou, numa nota de antecipação, que é muito provável que o BCE aumente as taxas em 25 pontos base, &#8220;em linha com a sua recente comunicação de postura mais agressiva&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Para além disso, as perspetivas de política monetária tornam-se mais difíceis, uma vez que o Conselho de Governadores tem de equilibrar a inflação persistentemente elevada com a desaceleração da atividade económica&#8221;, admitiu o analista.</P><br />
<P>Para Martin Wolburg, o aumento da taxa de juro em junho &#8220;serviria principalmente para preservar a credibilidade anti-inflacionista do BCE e ajudar a ancorar as expectativas&#8221;. </P><br />
<P>Ainda assim, com as esperanças de um acordo de paz no conflito com o Irão a dissiparem-se novamente e os riscos de estagflação a manterem-se elevados, &#8220;é provável que a presidente Lagarde queira manter a porta aberta para um maior aperto monetário, se necessário&#8221;, notou.</P><br />
<P>A Oxford Economics é da mesma opinião, prevendo um aumento de 25 pontos base, tendo em conta que &#8220;um choque mais persistente nos preços da energia, com expectativas de inflação mais altas, pressões de custos crescentes e &#8216;bottlenecks&#8217; de oferta cada vez piores, exigirá algum aperto na política monetária para conter os riscos de inflação no médio prazo&#8221;.</P><br />
<P>O economista-chefe para a Alemanha da Oxford Economics, Oliver Rakau, considerou que o BCE deverá sinalizar que &#8220;novos aumentos provavelmente serão necessários, validando amplamente a previsão de mercado de até três aumentos de 25 pontos base até o final do ano&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Mantemos a nossa visão de dois aumentos e acreditamos que o segundo provavelmente ocorrerá em julho&#8221;, acrescentou Rakau. Já se se verificar uma queda dos preços da energia, um fraco crescimento económico e fragilidade do mercado de trabalho, &#8220;aumentos de juros em setembro ou posteriormente parecem improváveis&#8221;. </P><br />
<P>A reunião sobre política monetária do BCE começou na quarta-feira e termina hoje, sendo também acompanhada por uma atualização das previsões económicas.</P></p>
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