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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Guerra dos EUA no Irão já custou 29 mil milhões de dólares, alerta o Pentágono</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 15:14:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[A 29 de abril, o Departamento de Defesa norte-americano tinha indicado que o conflito representava, até então, uma despesa de 25 mil milhões de dólares.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A guerra dos Estados Unidos no Irão já custou 29 mil milhões de dólares (cerca de 27 mil milhões de euros), anunciou esta terça-feira um alto responsável do Pentágono, numa atualização que representa um aumento de 4 mil milhões face à estimativa divulgada no final do mês passado.</p>
<p>A 29 de abril, o Departamento de Defesa norte-americano tinha indicado que o conflito representava, até então, uma despesa de 25 mil milhões de dólares. O novo valor foi apresentado no Congresso por Jules Hurst III, responsável financeiro que desempenha atualmente as funções de controlador do Pentágono.</p>
<p>Perante os legisladores, Jules Hurst explicou que a revisão da estimativa inclui despesas com “reparação e substituição de equipamento” e “custos operacionais gerais”. Segundo afirmou, “a equipa do Estado-Maior Conjunto e a equipa do controlador estão constantemente a analisar essa estimativa”.</p>
<p>O responsável falava ao lado do secretário da Defesa, Pete Hegseth, e do presidente do Estado-Maior Conjunto, general Dan Caine, durante uma audição no Congresso.</p>
<p>Não é claro, contudo, de que forma o Pentágono chegou ao valor total de 29 mil milhões de dólares. Em março, uma fonte indicou que a administração do presidente Donald Trump estimava que apenas os primeiros seis dias da guerra teriam custado, pelo menos, 11,3 mil milhões de dólares.</p>
<p><strong>Pressão política antes das eleições intercalares</strong><br />
A atualização surge num momento politicamente sensível, a seis meses das eleições intercalares nos Estados Unidos. Os republicanos de Trump enfrentam dificuldades para manter a maioria na Câmara dos Representantes, enquanto os democratas reforçam a sua posição nas sondagens de opinião pública.</p>
<p>A oposição tem procurado associar o custo da guerra às dificuldades relacionadas com o custo de vida, tentando transformar a despesa militar num tema central do debate político interno.</p>
<p>Na mesma audição perante o comité de dotações da Câmara dos Representantes para a Defesa, Pete Hegseth foi questionado sobre eventuais planos para retirar tropas norte-americanas do Médio Oriente ou reforçar a proteção de ativos militares na região.</p>
<p>O secretário da Defesa respondeu que o Departamento de Defesa dispõe de diferentes cenários preparados. “Eu diria que temos um plano para tudo isso. Temos um plano para escalar, se necessário. Temos um plano para recuar, se necessário. Temos um plano para deslocar ativos”, afirmou, recusando-se, contudo, a avançar detalhes concretos sobre os próximos passos relativamente ao Irão.</p>
<p>Apesar da retórica prudente, Hegseth sustentou que o cessar-fogo com Teerão continua em vigor. “É evidente” que a trégua se mantém, declarou, acrescentando que “cessar-fogo significa que o fogo está a cessar e sabemos que isso ocorreu enquanto decorrem negociações”.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761789]]></sapo:autor>
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		<title>Estes museus vão ter entrada gratuita durante o fim de semana e segunda-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 14:56:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Vários espaços culturais de Lisboa vão apresentar propostas gratuitas no próximo fim de semana e na segunda-feira, a pretexto do Dia Internacional dos Museus, que se celebra no dia 18 de maio.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Vários espaços culturais de Lisboa vão apresentar propostas gratuitas no próximo fim de semana e na segunda-feira, a pretexto do Dia Internacional dos Museus, que se celebra no dia 18 de maio.</p>
<p>A EGEAC &#8211; Lisboa Cultura divulgou um comunicado dando conta de algumas das iniciativas nos espaços culturais sob a sua gestão, mas assinalando que a iniciativa extravasa os equipamentos municipais.</p>
<p>Criado em 1977 pelo Conselho Internacional de Museus (ICOM, na sigla em inglês), o Dia Internacional dos Museus tem este ano como mote &#8220;Museus a unir um mundo dividido&#8221;.</p>
<p>Esse será o tema da visita orientada, no sábado, à exposição de longa duração do Museu da Marioneta, “para descobrir histórias que aproximam pessoas e revelam o poder da arte na criação de diálogo”, e, no domingo, de uma oficina em que cada participante poderá dar forma à sua própria marioneta, a partir de materiais simples.</p>
<p>O Museu de Lisboa &#8211; Palácio Pimenta vai voltar a acolher, no sábado, o “Baile Barroco”, cuja dança será orientada por um mestre do ensemble Secrets des Roys, a que se juntarão jogos, música, acrobacias, comidas e bebidas.</p>
<p>Também no sábado, com entrada livre mas sujeita a inscrição, o Museu do Fado organizará uma visita guiada à exposição “Variações para Carlos Paredes”, conduzida pelo comissário António Manuel Nunes, seguida de um momento musical protagonizado por Ricardo Parreira (na guitarra portuguesa) e João Filipe (na viola).</p>
<p>Voz do fado, Aldina Duarte vai subir ao palco da Casa Fernando Pessoa para uma atuação especial, no domingo, a partir das 18:00, espetáculo que conta com a participação de Pedro Amendoeira (na guitarra portuguesa) e João Filipe (na viola).</p>
<p>O Museu Bordalo Pinheiro vai realizar duas visitas especiais no próprio dia 18, segunda-feira: uma pelos comissários da exposição permanente, Mariana Roquette Teixeira e Pedro Bebiano Braga, a partir das 14:30, e outra, pelas 16:00, por João Alpuim Botelho e Jorge Silva, sobre a exposição “Toma! 150 anos de Zés Povinhos”, mostra que celebra os 150 anos da icónica personagem criada por Bordalo Pinheiro.</p>
<p>Também aberto excecionalmente numa segunda-feira (dia 18), o Atelier-Museu Júlio Pomar vai promover uma visita ao edifício desenhado por Álvaro Siza Vieira e à obra de Júlio Pomar. No sábado, haverá uma oficina no pátio do museu para estampar sacos de pano com as cores e formas da obra de Pomar.</p>
<p>No Museu do Aljube poderão ser visitadas gratuitamente as duas exposições temporárias, “Elas tiveram medo e foram”, que aborda diferentes expressões e momentos de resistência à ditadura a partir da vivência das mulheres, e “Antes de ser independência foi luta de libertação”, que celebra os 50 anos das independências das ex-colónias portuguesas.</p>
<p>Também a entrada no MUDE – Museu do Design (municipal, mas com gestão privada) será gratuita para todos os visitantes durante o fim de semana, com visitas guiadas, conversas e ateliês para famílias dedicados ao croché, à fotografia, à serigrafia e ao conto.</p>
<p>Uns dias depois, a 23, a Noite Europeia dos Museu será assinalada no Museu de Lisboa-Teatro Romano, entre as 18:00 e as 00:00, com três visitas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761761]]></sapo:autor>
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		<title>Reencontro em Moscovo: Putin homenageia a sua antiga professora de Alemão com beijos, flores e jantar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 14:46:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente russo, Vladimir Putin, protagonizou um raro momento público de cariz pessoal ao reencontrar-se, em Moscovo, com a sua antiga professora de alemão, Vera Dmitriyevna Gurevich.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente russo, Vladimir Putin, protagonizou um raro momento público de cariz pessoal ao reencontrar-se, em Moscovo, com a sua antiga professora de alemão, Vera Dmitriyevna Gurevich, numa iniciativa associada às comemorações do Dia da Vitória.</p>
<p>Um vídeo divulgado pelo Kremlin mostra o chefe de Estado russo a conduzir o próprio automóvel pelas ruas da capital até um hotel situado na zona de Arbat, onde foi buscar a docente, que tinha sido convidada para assistir às celebrações dos 81 anos da vitória soviética na Segunda Guerra Mundial, assinaladas na Praça Vermelha.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="en" dir="ltr">Vladimir Putin drives to Moscow hotel to personally receive his childhood school teacher, Vera Gurevich. </p>
<p>The Russian president later escorted her to his residence for dinner. <a href="https://t.co/SKRWYTdzcE">pic.twitter.com/SKRWYTdzcE</a></p>
<p>&mdash; WION (@WIONews) <a href="https://twitter.com/WIONews/status/2054056782071509217?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">May 12, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>Nas imagens partilhadas, Putin surge ao volante de um Aurus Komendant, vestido de forma informal e segurando um ramo de flores. À entrada do hotel, cumprimenta Vera Gurevich com um abraço caloroso e entrega-lhe o bouquet, num momento que rapidamente ganhou projeção nas redes sociais.</p>
<p>Segundo o site oficial da presidência russa, o convite para participar nas comemorações do Dia da Vitória foi feito pessoalmente por Putin. O vídeo mostra ainda um ambiente descontraído, com o presidente russo a conversar brevemente com a antiga professora antes de saírem de braço dado. Em seguida, ajuda-a a entrar no carro, que ele próprio conduz.</p>
<p>De acordo com as imagens divulgadas, o encontro incluiu também um jantar em Moscovo, durante o qual ambos recordaram episódios dos tempos de escola, num reencontro descrito como nostálgico. Posteriormente, Putin acompanhou Vera Gurevich até ao Kremlin, conduzindo-a pessoalmente.</p>
<p>O episódio foi amplamente partilhado nas redes sociais, onde vários utilizadores elogiaram o gesto, sublinhando o lado emocional e humano demonstrado pelo presidente russo num contexto internacional marcado por tensões políticas.</p>
<p><strong>A professora que marcou a juventude de Putin</strong><br />
Vera Gurevich foi professora de Putin na Escola n.º 193, em Leningrado — atual São Petersburgo — e é frequentemente apontada como uma das figuras mais influentes na formação pessoal do líder russo. Terá sido responsável por lhe ensinar alemão durante a juventude.</p>
<p>Nascido em 1952, Putin cresceu no Leningrado do pós-guerra, num ambiente frequentemente descrito como difícil. A aprendizagem do alemão revelou-se determinante no seu percurso profissional: entre 1985 e 1990, serviu como oficial de informações da KGB em Dresden, na então Alemanha de Leste.</p>
<p>A fluência na língua alemã foi demonstrada publicamente em várias ocasiões, incluindo um discurso proferido em 2001 perante o Bundestag alemão, bem como em reuniões internacionais em que recorre ao idioma para abordar matérias específicas.</p>
<p>Não é a primeira vez que um reencontro deste género se torna mediático. Em 2005, durante uma visita de Estado a Israel, um vídeo que mostrava Putin a reencontrar-se com a sua antiga professora de alemão do ensino secundário, Mina Yuditskaya-Berliner, também se tornou viral.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761753]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>COP apresentou proposta ao Governo para melhorar verbas por medalha</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/cop-apresentou-proposta-ao-governo-para-melhorar-verbas-por-medalha/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 14:38:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Comité Olímpico de Portugal (COP) apresentou ao Governo uma proposta para melhorar os valores atribuídos aos atletas aquando da obtenção de medalhas em Jogos Olímpicos, disse hoje o presidente do organismo, Fernando Gomes.</P><br />
<P>&#8220;Fizemos chegar às entidades governativas uma proposta, no sentido de melhorar os valores que estão atribuídos. Acho que a valorização do que o atleta representa e transmite, para a imagem do próprio país e no esforço que envolve nas diversas competições, merecerá um reforço muito mais significativo. Estamos à espera que haja essa análise e que haja o reconhecimento acrescido ao esforço&#8221;, vincou.</P><br />
<P>À margem da assinatura de um contrato de parceria entre o COP e uma empresa de energia, Fernando Gomes abordou a possível melhoria do prémio de medalha, assente nos 50 mil euros no ouro, 30 mil euros na prata e 20 mil euros no bronze.</P><br />
<P>Além disso, o líder do organismo olímpico assegurou que já foram atribuídas as verbas prometidas pelo Estado, que aumentou em 30%, para Los Angeles2028, o financiamento para a preparação olímpica, em relação ao ciclo para Paris2024.</P><br />
<P>&#8220;A decisão do Conselho de Ministros foi concretizada. O dinheiro chegou ao COP e foi distribuído pelos atletas, treinadores e federações na sua preparação olímpica. Podemos até dizer que é sempre insuficiente, mas, face à realidade do nosso país e do ciclo anterior, o nível tem sido significativamente maior e não é por essa razão que deixará de haver uma melhor preparação para atingir mais resultados&#8221;, frisou.</P><br />
<P>Relativamente a essa &#8216;bazuca&#8217; de 65 milhões de euros do Governo, Fernando Gomes apontou, sobretudo, à renovação dos centros de alto rendimento, ao apoio a clubes na melhoria das instalações desportivas e ainda à investigação científica.</P><br />
<P>&#8220;Todos esses programas estão em curso, em processo de candidatura e fase final de avaliação. O dinheiro tem chegado aos destinatários e continuará a chegar, dentro da promessa e cumprimentos do contrato-programa assinado&#8221;, salientou.</P><br />
<P>O COP renovou hoje a parceria com uma empresa multienergética, para reforçar o compromisso conjunto com o desenvolvimento do desporto nacional e do apoio a atletas no percurso rumo aos próximos Jogos Olímpicos, em Los Angeles, em 2028.</P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761750]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Construção de central solar na mina alentejana de Neves-Corvo vai ser retomada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 14:34:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As obras de construção de uma central solar na mina de Neves-Corvo, no distrito de Beja, vão ser retomadas "nas próximas semanas", depois de uma ação contra o projeto interposta pelo Ministério Público ter sido rejeitada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As obras de construção de uma central solar na mina de Neves-Corvo, no distrito de Beja, vão ser retomadas &#8220;nas próximas semanas&#8221;, depois de uma ação contra o projeto interposta pelo Ministério Público ter sido rejeitada.</P><br />
<P>A decisão do Tribunal Administrativo e Fiscal de Beja (TAFB) foi avançada, na segunda-feira, pela edição &#8216;online&#8217; do jornal Expresso e confirmada hoje à agência Lusa pela empresa Boliden Somincor, concessionária da mina localizada no concelho alentejano de Castro Verde.</P><br />
<P>&#8220;A Boliden Somincor foi devidamente notificada da decisão do TAFB&#8221;, adiantou fonte oficial da empresa, reiterando que esta &#8220;sempre atuou no estrito cumprimento da legislação aplicável, colaborando de forma transparente com todas as entidades ao longo de todo o processo&#8221;.</P><br />
<P>A mesma fonte acrescentou que o processo &#8220;implicou a suspensão dos trabalhos associados ao parque solar, condicionando o normal desenvolvimento do projeto&#8221;.</P><br />
<P>Mas &#8220;os trabalhos serão retomados nas próximas semanas, logo que estejam reunidas todas as condições necessárias&#8221;, indicou.</P><br />
<P>A construção de uma central solar na mina de Neves-Corvo, a maior para autoconsumo em Portugal, foi contestada pelo Ministério Público (MP), que alegava que o projeto não cumpria com o Plano Diretor Municipal de Castro Verde.</P><br />
<P>O processo, interposto a 09 de março deste ano, tinha como réus a câmara de Castro Verde, o Ministério do Ambiente e da Energia, a Presidência do Conselho de Ministros e o Centro Jurídico do Estado, enquanto a concessionária da mina, a empresa Boliden Somincor, foi citada como parte contrainteressada.</P><br />
<P>Contactada pela Lusa, fonte oficial da autarquia também confirmou que o município &#8220;recebeu do TAFB o despacho do juiz a autorizar a continuação dos trabalhos pela [Boliden] Somincor&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Respeitamos inteiramente a decisão que, aliás, cumpre totalmente a expectativa que tínhamos relativamente a este processo&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Segundo avançou o Expresso, o MP confirmou que &#8220;não retirou a ação, que corre termos no TAFB&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Na sequência de requerimento da contrainteressada [Somincor], o tribunal decidiu levantar a suspensão das obras, estando o Ministério Público a estudar formas legais de reação a esta decisão&#8221;, acrescentou a mesma fonte.</P><br />
<P>O projeto de construção de um parque solar na mina de Neves-Corvo foi anunciado publicamente a 23 de fevereiro, numa parceria da Boliden Somincor com as empresas EDP e Greenvolt.</P><br />
<P>A nova Unidade de Produção para Autoconsumo (UPAC), com uma capacidade de 49 megawatts-pico (MWp), vai permitir &#8220;acelerar de forma significativa a autonomia e o controlo energético da Boliden Somincor&#8221;.</P><br />
<P>A nova unidade, cujo valor do investimento não foi revelado, será construída na Herdade de Neves da Graça e irá ocupar uma área &#8220;de cerca de 55 hectares&#8221;. Quando estiver operacional, poderá produzir &#8220;quase 100 gigawatts/hora (GWh) de energia por ano.</P><br />
<P>Segundo a Boliden Somincor, o projeto do parque solar &#8220;começou a ser desenvolvido há mais de um ano&#8221;, tendo envolvido &#8220;a contratação de cerca de 200 pessoas durante todo o processo, contribuindo para a criação de emprego local e no setor&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O parque solar é um projeto estratégico para a Somincor, inserindo-se no seu plano de descarbonização e de reforço da sustentabilidade da atividade mineira&#8221;, disse hoje fonte oficial da empresa à Lusa.</P><br />
<P>A mesma fonte acrescentou que este investimento &#8220;visa aumentar a autonomia energética da operação, reduzir a pegada carbónica e contribuir para a transição energética da região, alinhando Neves-Corvo com as melhores práticas internacionais do setor mineiro e com os compromissos ambientais do grupo Boliden&#8221;.</P><br />
<P>Quando estiver operacional, a nova central solar junto à mina de Neves-Corvo será gerida pela EDP durante 12 anos.</P><br />
<P>A mina de Neves-Corvo produz, sobretudo, concentrados de cobre e de zinco, assim como prata e chumbo.</P><br />
<P>Trata-se da maior mina de zinco na Europa e a sexta maior de cobre também no continente europeu, tendo cerca de 2.000 trabalhadores.</P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761747]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Seis voos e 70 pessoas transferidas: como a UE coordenou a evacuação do &#8216;MV Hondius&#8217; devido ao hantavírus</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/seis-voos-e-70-pessoas-transferidas-como-a-ue-coordenou-a-evacuacao-do-mv-hondius-devido-ao-hantavirus/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 14:21:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[hantavírus]]></category>
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		<category><![CDATA[MV Hondius]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Operação foi desencadeada depois de Espanha ter ativado, a 6 de maio, o Mecanismo de Facilitação da Evacuação, dias antes de o navio chegar às Ilhas Canárias]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O surto de hantavírus detetado no navio de cruzeiro &#8216;MV Hondius&#8217; levou a União Europeia a coordenar uma operação complexa de evacuação e repatriamento a partir de Tenerife, entre os dias 10 e 11 de maio. Apesar de as autoridades insistirem que o risco para a saúde pública era “muito baixo”, o caso colocou vários Estados-membros em alerta e exigiu uma resposta internacional através do Mecanismo Europeu de Proteção Civil.</p>
<p>Segundo o &#8217;20 Minutos&#8217;, a operação foi desencadeada depois de Espanha ter ativado, a 6 de maio, o Mecanismo de Facilitação da Evacuação, dias antes de o navio chegar às Ilhas Canárias.</p>
<p>O &#8216;MV Hondius&#8217; acabou por atracar no porto de Granadilla de Abona, em Tenerife, devido ao mau tempo, embora o acordo inicial com o governo regional previsse apenas que ficasse fundeado ao largo da ilha.</p>
<p>A partir desse momento, Bruxelas passou a monitorizar a operação em coordenação com os governos nacionais dos países afetados.</p>
<p><strong>Setenta pessoas evacuadas em seis aviões médicos</strong></p>
<p>No total, 70 passageiros e tripulantes foram transferidos de Tenerife em seis aeronaves médicas diferentes.</p>
<p>Houve ainda uma ambulância aérea, neste caso um helicóptero, utilizada para uma transferência das ilhas para a Noruega.</p>
<p>Foram realizados voos de Tenerife para Madrid, Irlanda, Grécia, Países Baixos, França e Noruega. Além disso, ocorreram transferências adicionais dos Países Baixos para a Turquia e para o Reino Unido.</p>
<p>Em Espanha, 14 cidadãos espanhóis foram internados no Hospital Gómez Ulla, em Madrid, unidade que recebeu os passageiros nacionais afetados pelo surto.</p>
<p>Além dos voos enquadrados no Mecanismo Europeu de Proteção Civil, houve ainda dois voos fora desse âmbito, com ligações entre Tenerife e o Reino Unido e entre Tenerife e a Turquia.</p>
<p><strong>Posto de comando europeu criado a 9 de maio</strong></p>
<p>A Comissão Europeia confirmou que foi instalado um posto de comando comunitário a partir de 9 de maio para coordenar a operação.</p>
<p>O objetivo era garantir uma resposta rápida, segura e articulada entre Espanha, Bruxelas e os países de origem dos passageiros e tripulantes.</p>
<p>O caso envolveu não apenas Estados-membros da União Europeia, mas também países associados ao Mecanismo Europeu de Proteção Civil, como a Noruega e a Turquia.</p>
<p>Este mecanismo permite coordenar respostas a catástrofes naturais, emergências sanitárias e situações provocadas pelo homem, sempre que a dimensão da crise ultrapassa a capacidade de resposta isolada de um país.</p>
<p><strong>Como funciona o Mecanismo Europeu de Proteção Civil?</strong></p>
<p>O Mecanismo Europeu de Proteção Civil coordena a assistência entre os países participantes em situações de emergência.</p>
<p>Os seus objetivos passam por reforçar a cooperação entre autoridades nacionais, aumentar a preparação para catástrofes e garantir uma ajuda rápida e eficaz às populações afetadas.</p>
<p>Além dos 27 países da União Europeia, participam também vários países terceiros, incluindo Albânia, Bósnia e Herzegovina, Islândia, Macedónia do Norte, Moldávia, Montenegro, Noruega, Sérvia, Turquia e Ucrânia.</p>
<p>Qualquer país do mundo, assim como as Nações Unidas, as suas agências ou outras organizações internacionais, pode pedir assistência quando uma emergência supera a sua capacidade de resposta.</p>
<p>Quando isso acontece, o Centro de Coordenação de Resposta de Emergência, conhecido como ERCC, mobiliza a ajuda ou os conhecimentos disponibilizados pelos países participantes.</p>
<p>Desde 2001, este mecanismo foi ativado mais de 770 vezes dentro e fora da União Europeia.</p>
<p><strong>Espanha agradecida pela OMS</strong></p>
<p>O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde, Tedros Adhanom Ghebreyesus, agradeceu a resposta de Espanha durante uma conferência de imprensa em Moncloa, ao lado do primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez.</p>
<p>“Os países devem ajudar os seus cidadãos a evitar ficarem à deriva no mar quando têm capacidade para gerir os riscos com segurança”, afirmou.</p>
<p>Tedros Adhanom sublinhou que todos os casos suspeitos e confirmados foram isolados e estavam a ser tratados sob rigorosa supervisão médica.</p>
<p>“Não há indicação de um surto maior, mas a situação pode mudar”, alertou.</p>
<p>O responsável da OMS deixou ainda uma mensagem de reconhecimento a Espanha pela “solidariedade” demonstrada.</p>
<p>“Os vírus não conhecem fronteiras. A nossa maior imunidade vem da solidariedade, como a demonstrada pela Espanha”, afirmou.</p>
<p><strong>Risco para a população continua a ser considerado baixo</strong></p>
<p>Apesar da operação internacional e da atenção mediática em torno do &#8216;MV Hondius&#8217;, as autoridades europeias e internacionais têm insistido que o risco para a população em geral é baixo.</p>
<p>O hantavírus transmite-se habitualmente através do contacto com roedores infetados ou com excreções contaminadas. No caso do vírus Andes, associado ao surto no navio, existe possibilidade de transmissão entre pessoas, mas apenas em contextos de contacto muito próximo.</p>
<p>Foi essa característica que levou as autoridades a optar por uma evacuação controlada, isolamento dos casos suspeitos e confirmados e transporte médico especializado.</p>
<p>O objetivo foi evitar exposição desnecessária, garantir acompanhamento clínico e permitir o regresso dos passageiros e tripulantes aos seus países de origem em condições de segurança.</p>
<p><strong>Um alerta sanitário com resposta europeia</strong></p>
<p>O caso do &#8216;MV Hondius&#8217; mostrou como uma emergência sanitária a bordo de um navio pode rapidamente tornar-se uma operação internacional.</p>
<p>O surto mobilizou Espanha, Bruxelas, vários Estados europeus e países associados ao sistema de proteção civil da União Europeia.</p>
<p>Entre aviões médicos, transferências hospitalares, isolamento de casos e coordenação internacional, a resposta ao surto foi tratada como uma operação de proteção civil e saúde pública, mesmo num cenário em que o risco geral foi considerado muito baixo.</p>
<p>A grande preocupação das autoridades foi impedir que passageiros e tripulantes ficassem retidos no mar e garantir que cada país pudesse receber os seus cidadãos com acompanhamento médico adequado.</p>
<p>O &#8216;MV Hondius&#8217; tornou-se, assim, mais do que o centro de um surto raro: tornou-se um teste à capacidade europeia de coordenar evacuações sanitárias em plena crise.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761741]]></sapo:autor>
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		<title>Praias do Inatel e dos Pescadores em Albufeira interditadas devido a descarga de águas residuais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 14:20:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As praias do Inatel e dos Pescadores, em Albufeira, no distrito de Faro, foram hoje interditadas a banhos devido a uma descarga de águas residuais para o mar provocada por uma rotura numa conduta, informou o município.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As praias do Inatel e dos Pescadores, em Albufeira, no distrito de Faro, foram hoje interditadas a banhos devido a uma descarga de águas residuais para o mar provocada por uma rotura numa conduta, informou o município.</P><br />
<P>Em comunicado, a Câmara de Albufeira indicou que a interdição foi determinada pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA), após informação remetida pela Administração Regional de Saúde sobre &#8220;mais uma rotura detetada&#8221; no domingo na conduta da Estação Elevatória de Águas Residuais (ETAR).</P><br />
<P>O município afirma que empresa Águas do Algarve, entidade responsável pela gestão e exploração do sistema multimunicipal de saneamento, &#8220;já concluiu os trabalhos de reparação da conduta afetada e informou que o caudal ficou estabilizado na noite de domingo, altura em que cessou o encaminhamento temporário de águas residuais para o meio recetor&#8221;.</P><br />
<P>A autarquia acrescenta que foram também implementadas &#8220;várias medidas complementares de mitigação e desinfeção do efluente encaminhado para o mar&#8221;, estando o incidente ambiental a ser acompanhado pelas entidades competentes.</P><br />
<P>A Câmara de Albufeira salienta &#8220;as boas diligências de todas as entidades envolvidas&#8221;, mas alerta novamente para &#8220;a urgência imperiosa&#8221; de avançar com as empreitadas necessárias à manutenção e reabilitação das infraestruturas de saneamento do Algarve.</P><br />
<P>Segundo o município, estas intervenções são essenciais para pôr &#8220;termo definitivo&#8221; a ocorrências deste tipo, que considera serem &#8220;cada vez mais frequentes&#8221; na região.</P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761742]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Itália tem direito a exigir que editores de imprensa recebam uma compensação das plataformas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/italia-tem-direito-a-exigir-que-editores-de-imprensa-recebam-uma-compensacao-das-plataformas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 14:13:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal de Justiça da União Europeia decidiu que a Itália tem o direito de exigir que os editores de imprensa recebam uma compensação justa das plataformas 'online' que utilizam o seu conteúdo, segundo uma sentença hoje emitida.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Tribunal de Justiça da União Europeia decidiu que a Itália tem o direito de exigir que os editores de imprensa recebam uma compensação justa das plataformas &#8216;online&#8217; que utilizam o seu conteúdo, segundo uma sentença hoje emitida.</P><br />
<P>Itália levou o caso ao Tribunal de Justiça da UE após uma contestação da gigante norte-americana Meta, empresa-mãe do Facebook e do Instagram, contra uma lei italiana que estipula que os editores de imprensa têm o direito de ser compensados de forma justa pelo uso &#8216;online&#8217; das suas publicações.</P><br />
<P>Esta lei transpõe para a legislação nacional a diretiva europeia de 2019 sobre os direitos de autor e os direitos conexos no Mercado Único Digital.</P><br />
<P>&#8220;A legislação italiana exige que os prestadores de serviços negoceiem esta remuneração com as editoras (&#8230;) e forneçam os dados necessários para o seu cálculo&#8221;, refere a decisão. </P><br />
<P>A Autoridade Reguladora das Comunicações de Itália (AGCOM) foi incumbida de definir os critérios para esta remuneração, o que fez em 2023. </P><br />
<P>A Meta Platforms Ireland interpôs, então, recurso para o Tribunal Administrativo Regional do Latium para anular esta decisão da AGCOM, argumentando que a mesma, juntamente com a legislação italiana, violava a liberdade empresarial garantida pelo direito europeu.</P><br />
<P>&#8220;O Tribunal considera que o direito a uma remuneração justa para as editoras é compatível com o direito da UE, desde que essa remuneração constitua a contrapartida económica pela autorização de utilização das suas publicações &#8216;online'&#8221; e &#8220;que essas editoras possam recusar conceder essa autorização ou concedê-la gratuitamente&#8221;, afirmou a decisão.</P><br />
<P>Além disso, &#8220;as obrigações impostas aos fornecedores de negociar com as editoras, sem restringir a visibilidade dos conteúdos durante esse período, e de fornecer os dados necessários para o cálculo da remuneração são também admissíveis&#8221;, porque &#8220;provavelmente garantirão a equidade dessas negociações&#8221;, acrescentou o tribunal.</P><br />
<P>O tribunal sublinhou, nomeadamente, que &#8220;as editoras se encontram numa posição negocial frágil em comparação com estes fornecedores no que diz respeito à determinação de uma remuneração justa&#8221;.</P><br />
<P>Esta decisão, na qual o Tribunal de Justiça da UE, a pedido de um Estado-membro, interpreta o direito da UE ou a validade de um ato da UE, não resolve o litígio nacional.</P><br />
<P>&#8220;Cabe ao tribunal nacional resolver o caso de acordo com a decisão do tribunal&#8221;, afirmou o tribunal.</P><br />
<P>O Conselho Europeu de Editores (EPC) descreveu a decisão como &#8220;crucial&#8221;, sublinhando que ocorre numa altura em que &#8220;a utilização de conteúdos jornalísticos impulsionada pela inteligência artificial e amplificada por plataformas está a expandir-se rapidamente&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Esta importante decisão abrirá caminho a negociações mais justas com as plataformas &#8216;online&#8217; que abusaram da sua posição dominante ao recusarem-se a negociar de boa-fé&#8221;, afirmou Angela Mills Wade, diretora executiva do EPC, em comunicado. </P><br />
<P>A Meta ainda não comentou a decisão.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761740]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Comissário europeu do Clima alerta para &#8220;tempos muito difíceis&#8221;</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/comissario-europeu-do-clima-alerta-para-tempos-muito-dificeis/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 14:10:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O comissário europeu do Clima, Neutralidade Carbónica e Crescimento Limpo, Wopke Hoekstra, alertou hoje para os "tempos muito difíceis" que o mundo vive e avisou que a União Europeia (UE) tem de avançar para a produção energética própria.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O comissário europeu do Clima, Neutralidade Carbónica e Crescimento Limpo, Wopke Hoekstra, alertou hoje para os &#8220;tempos muito difíceis&#8221; que o mundo vive e avisou que a União Europeia (UE) tem de avançar para a produção energética própria.</P><br />
<P>O comissário falava numa audição parlamentar conjunta com as comissões de Assuntos Europeus e de Ambiente e Energia, na qual começou por dizer que o mundo está cada vez mais complicado e sem perspetivas de melhoria, apontando a situação geopolítica e guerras como a da Ucrânia ou do Irão.</P><br />
<P>A tudo isso juntam-se as alterações climáticas, lembrou. </P><br />
<P>&#8220;Não podemos ter ilusões quanto ao clima. Vai piorar antes de eventualmente melhorar&#8221;, referiu, apontando os impactos das alterações climáticas recentes em Portugal e afiançando que os eventos extremos se vão repetir e com mais intensidade.</P><br />
<P>Um aumento de 1,5ºC em relação à época pré-industrial &#8220;vai ter custos muito grandes&#8221;, pelo que é preciso garantir medidas para minimizar os problemas e para a adaptação, disse.</P><br />
<P>Wopke Hoekstra disse que é preciso avançar cada vez mais na produção de energia na UE, através de recursos naturais (eólica, solar e &#8220;eventualmente mais energia nuclear para os países que a têm&#8221;) acabando com a dependência de recursos fósseis. </P><br />
<P>Respondendo a perguntas dos deputados, o comissário enfatizou depois a necessidade de a UE ser menos dependente da China, na produção de baterias, mas também noutros domínios, e referiu-se a subsídios estatais (dados pela China por exemplo) para dizer que a competitividade é importante &#8220;desde que as condições sejam as mesmas&#8221;.</P><br />
<P>Sobre a produção de energias verdes, Wopke Hoekstra referiu a liderança da Península Ibérica e dos países escandinavos e apontou a necessidade de se imprimir na produção de baterias a mesma velocidade que aconteceu na produção de energia solar. </P><br />
<P>E sobre as interdependências energéticas, defendeu também mais colaboração, recordando que a UE nasceu exatamente da colaboração na área do carvão e do aço.</P><br />
<P>O comissário europeu termina hoje dois dias de visita a Portugal. </P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761739]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Navio russo com alegadas peças de reatores nucleares afunda-se perto de Espanha após explosões misteriosas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/navio-russo-com-alegadas-pecas-de-reatores-nucleares-afunda-se-perto-de-espanha-apos-explosoes-misteriosas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 14:09:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[Ursa Major]]></category>
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					<description><![CDATA[O navio 'Ursa Major', também conhecido como 'Sparta 3', afundou-se a 23 de dezembro de 2024, a cerca de 60 milhas da costa espanhola, aproximadamente 96 quilómetros]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um navio de carga russo suspeito de transportar componentes para dois reatores nucleares afundou-se no Mediterrâneo, ao largo de Espanha, depois de uma série de explosões ainda por explicar. O caso remonta a dezembro de 2024, mas ganhou nova dimensão após uma investigação da &#8216;CNN&#8217;, citada pelo &#8216;Kyiv Post&#8217;, que levanta a hipótese de a embarcação transportar carga sensível ligada ao setor militar russo e eventualmente destinada à Coreia do Norte.</p>
<p>O navio &#8216;Ursa Major&#8217;, também conhecido como &#8216;Sparta 3&#8217;, afundou-se a 23 de dezembro de 2024, a cerca de 60 milhas da costa espanhola, aproximadamente 96 quilómetros.</p>
<p>Segundo a investigação, o capitão russo terá dito às autoridades espanholas que a embarcação transportava “componentes para dois reatores nucleares semelhantes aos usados em submarinos”. O mesmo responsável terá afirmado não poder confirmar se a carga incluía combustível nuclear.</p>
<p>As autoridades espanholas indicaram que não há provas de contaminação radioativa na costa sul de Espanha.</p>
<p><strong>Carga oficial levantava dúvidas</strong></p>
<p>Nos registos públicos de transporte marítimo, o destino declarado do navio era Vladivostok, no extremo oriente da Rússia.</p>
<p>A carga surgia descrita como duas grandes “tampas de acesso”, 129 contentores vazios e duas gruas Liebherr de grandes dimensões.</p>
<p>Mas, segundo a &#8216;CNN&#8217;, há elementos que levantaram suspeitas aos investigadores. O navio tinha saído da Rússia pouco depois de Kim Jong-un ter enviado tropas norte-coreanas para apoiar Moscovo na guerra contra a Ucrânia.</p>
<p>Além disso, o &#8216;Ursa Major&#8217; já tinha sido associado a operações militares russas na Síria e terá sido usado para retirar equipamento militar russo daquele país.</p>
<p>A investigação refere ainda que a empresa proprietária do navio, a Oboronlogistics, ligada ao Estado russo, anunciou em outubro de 2024 que as suas embarcações tinham sido autorizadas a transportar materiais nucleares.</p>
<p><strong>Viagem acompanhada pela Marinha portuguesa</strong></p>
<p>Durante a viagem pela costa atlântica europeia, o navio russo foi monitorizado por forças navais portuguesas.</p>
<p>De acordo com a informação citada pelo &#8216;Kyiv Post&#8217;, a Marinha portuguesa acompanhou a passagem da embarcação ao largo da zona económica exclusiva continental.</p>
<p>A operação ganhou ainda mais atenção porque o navio terá sido escoltado, em parte do percurso, por dois navios militares russos: o &#8216;Ivan Gren&#8217; e o &#8216;Aleksandr Otrakovsky&#8217;.</p>
<p>O envolvimento de meios militares russos à volta de um navio oficialmente carregado com gruas, contentores vazios e estruturas não identificadas aumentou as suspeitas sobre a verdadeira natureza da carga.</p>
<p><strong>Três explosões e dois mortos</strong></p>
<p>A 22 de dezembro, depois de deixar de ser seguido por forças portuguesas, o &#8216;Ursa Major&#8217; terá reduzido drasticamente a velocidade em águas espanholas.</p>
<p>As autoridades de salvamento espanholas contactaram a tripulação, que inicialmente respondeu não existir qualquer emergência.</p>
<p>Cerca de 24 horas depois, o navio mudou abruptamente de rumo e emitiu um pedido de socorro, depois de sofrer três explosões no lado de estibordo, junto à casa das máquinas, segundo a investigação espanhola citada pela &#8216;CNN&#8217;.</p>
<p>Dois tripulantes morreram nas explosões.</p>
<p>Os 14 sobreviventes abandonaram a embarcação num bote salva-vidas e foram resgatados por um navio de salvamento espanhol.</p>
<p>Imagens analisadas pela &#8216;CNN&#8217; mostravam o navio bastante inclinado, mas ainda à superfície depois das primeiras explosões.</p>
<p><strong>Novas explosões antes do afundamento</strong></p>
<p>Equipas espanholas chegaram a entrar no navio para procurar sobreviventes.</p>
<p>Segundo a investigação, encontraram a casa das máquinas selada e inspecionaram contentores que alegadamente continham lixo, redes de pesca e equipamento diverso.</p>
<p>Uma fonte familiarizada com o caso disse à &#8216;CNN&#8217; que, nessa fase, o navio parecia relativamente estável e não dava sinais de que fosse afundar de imediato.</p>
<p>Mais tarde, porém, terão ocorrido novas explosões junto à embarcação.</p>
<p>De acordo com o &#8216;Kyiv Post&#8217;, a &#8216;CNN&#8217; refere que o navio militar russo &#8216;Ivan Gren&#8217; ordenou então a outras embarcações que se mantivessem afastadas da zona.</p>
<p>A Rede Sísmica Nacional espanhola detetou quatro sinais sísmicos aproximadamente à mesma hora, com padrões que as autoridades consideraram compatíveis com explosões submarinas ou detonações.</p>
<p>Ao final da noite, o &#8216;Ursa Major&#8217; tinha-se afundado.</p>
<p><strong>Possível rota para a Coreia do Norte</strong></p>
<p>A investigação da &#8216;CNN&#8217; acrescenta outro dado sensível: o capitão russo, identificado como Igor Anisimov, terá dito mais tarde aos investigadores que acreditava que o navio poderia acabar por ser redirecionado para o porto norte-coreano de Rason.</p>
<p>Essa possibilidade aumentou as interrogações sobre a carga.</p>
<p>Investigadores espanhóis questionaram por que razão um navio faria uma rota marítima tão longa transportando apenas gruas, contentores vazios e carga não identificada, quando a Rússia dispõe de uma vasta rede ferroviária que liga o ocidente ao extremo oriente do país.</p>
<p>A &#8216;CNN&#8217; sugere que as gruas poderiam ter como finalidade ajudar a descarregar carga sensível à chegada.</p>
<p><strong>Aviões americanos sobrevoaram a zona</strong></p>
<p>Depois do afundamento, a zona do naufrágio registou atividade militar invulgar.</p>
<p>Dados públicos de voo citados pela &#8216;CNN&#8217; indicam que aviões americanos WC-135R sobrevoaram a área duas vezes após o afundamento.</p>
<p>Estes aparelhos são normalmente usados para detetar contaminação radioativa e recolher dados atmosféricos relacionados com material nuclear.</p>
<p>Um porta-voz da 55ª Ala da Força Aérea dos Estados Unidos confirmou que a missão típica destes aviões apoia a recolha e análise de detritos nucleares, mas recusou comentar operações ou conclusões específicas.</p>
<p>As autoridades espanholas, por sua vez, afirmaram que não foram detetados sinais de contaminação radioativa na costa sul do país.</p>
<p><strong>Destroços estão a 2.500 metros de profundidade</strong></p>
<p>O navio encontra-se agora a cerca de 2.500 metros de profundidade no Mediterrâneo.</p>
<p>Segundo o Governo espanhol, recuperar o gravador de dados da embarcação implicaria riscos técnicos significativos.</p>
<p>Esse detalhe dificulta a investigação e pode atrasar ou limitar a possibilidade de confirmar o que aconteceu nas horas que antecederam o afundamento.</p>
<p>Também continua por esclarecer se as explosões resultaram de acidente, sabotagem, falha técnica ou de outro tipo de ocorrência.</p>
<p><strong>Um caso entre guerra, nuclear e Coreia do Norte</strong></p>
<p>O caso do &#8216;Ursa Major&#8217; surge num contexto de crescente aproximação entre Moscovo e Pyongyang, com a Coreia do Norte a fornecer apoio militar à Rússia e a receber, segundo várias acusações ocidentais, contrapartidas tecnológicas e estratégicas.</p>
<p>A possibilidade de um navio russo transportar componentes ligados a reatores nucleares e de poder ter como destino final a Coreia do Norte torna o episódio particularmente sensível.</p>
<p>Para já, há mais suspeitas do que certezas.</p>
<p>Sabe-se que o navio russo se afundou perto de Espanha após várias explosões. Sabe-se que a tripulação declarou carga ligada a componentes de reatores nucleares. Sabe-se que a embarcação foi acompanhada por navios militares russos e monitorizada por forças portuguesas. E sabe-se que aviões americanos especializados em deteção nuclear sobrevoaram depois a zona.</p>
<p>O que falta saber é o essencial: que carga transportava realmente o Ursa Major, porque explodiu e qual era o seu destino final.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761722]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>CEO da Microsoft afirma-se &#8220;muito orgulhoso&#8221; por ter investido em 2019 na OpenAI</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 14:05:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente executivo (CEO) da Microsoft, Satya Nadella, afirmou estar "muito orgulhoso" de ter sido o primeiro a investir milhares de milhões, logo em 2019, na OpenAI com uma missão filantrópica.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente executivo (CEO) da Microsoft, Satya Nadella, afirmou estar &#8220;muito orgulhoso&#8221; de ter sido o primeiro a investir milhares de milhões, logo em 2019, na OpenAI com uma missão filantrópica.</P><br />
<P>As declarações do executivo aconteceram na segunda-feira  no julgamento da OpenAI na Califórnia, que enfrenta acusações do milionário Elon Musk, que alega que a Microsoft ajudou conscientemente os criadores do modelo de inteligência artificial (IA) ChatGPT a trair a sua missão filantrópica (sem fins lucrativos).</P><br />
<P>Satya Nadella respondeu que, pelo contrário, a parceria entre ambos ajudou a construir &#8220;uma das maiores organizações sem fins lucrativos do mundo&#8221;, aquela na qual a empresa comercial OpenAI continua a basear-se.</P><br />
<P>O CEO da Microsoft falava num tribunal em Oakland, perto de São Francisco, antes da aguardada audiência de Sam Altman, o poderoso e controverso responsável da OpenAI, que decorre hoje.</P><br />
<P>&#8220;Se o bolo cresce, a fundação também beneficia, e foi exatamente isso que aconteceu&#8221;, argumentou o CEO da Microsoft.</P><br />
<P>Elon Musk e ele, &#8220;cada um de nós tem o número do outro&#8221;, comentou. </P><br />
<P>O CEO da SpaceX e dono da Tesla, que o processou em 2024 por causa deste caso, nunca o contactou para o informar de que os investimentos da Microsoft na OpenAI violavam compromissos específicos assumidos com ele.</P><br />
<P>Neste processo que cativou Silicon Valley, Elon Musk acusa os fundadores da OpenAI, que apoiou desde a sua criação em 2015, de se apropriarem indevidamente dos seus donativos (38 milhões de dólares ou 32 milhões de euros, à taxa de câmbio atual) para construir um império agora avaliado em mais de 850 mil milhões de dólares (cerca de 722 mil milhões de euros).</P><br />
<P>Exige que a OpenAI seja reintegrada como uma fundação sem fins lucrativos, uma questão que ameaça a sua entrada em bolsa e a sua posição na competição global de IA contra a Anthropic, a Google e a chinesa DeepSeek. </P><br />
<P>Por outro lado, a OpenAI denuncia uma manobra para a abrandar, liderada, diz, por um concorrente vingativo que conduz os próprios projetos lucrativos de IA dentro da sua gigante SpaceX.</P><br />
<P>Com base em documentos internos, o advogado de Elon Musk confirmou que a Microsoft projetou um retorno de 92 mil milhões de dólares (78 mil milhões de euros) em quatro anos sobre o seu investimento de 13 mil milhões de dólares (11 mil milhões de euros). </P><br />
<P>&#8220;Funcionou porque assumimos um risco&#8221;, admitiu Nadella. A participação da empresa na OpenAI está agora avaliada em 135 mil milhões de dólares (cerca de 115 mil milhões de euros). </P><br />
<P>A equipa de Musk também usou esta questão para tentar convencer o júri de que a Microsoft estava por trás da controversa mudança no negócio da OpenAI.</P><br />
<P>&#8220;Temos as pessoas, temos o poder computacional, temos os dados, temos tudo&#8221;, gabou-se Nadella em novembro de 2023. Na altura, desempenhou um papel central na crise que levou o conselho da OpenAI a demitir inesperadamente Sam Altman por falta de transparência.</P><br />
<P>Na noite da demissão, Nadella procurou imediatamente trazer de volta os fundadores afastados: &#8220;Queria ter a certeza de que o Sam e o Greg (Brockman, o seu cofundador) não criavam uma empresa concorrente e que se juntavam à Microsoft&#8221;, testemunhou.</P><br />
<P>Na manhã seguinte, a Microsoft já tinha estabelecido uma subsidiária para os acomodar e comprar as ações dos funcionários que lhes sucederiam, um processo que, segundo um dos cofundadores, exigiu aproximadamente 25 mil milhões de dólares (21 mil milhões de euros).</P><br />
<P>Sam Altman recuperou finalmente o controlo após cinco dias de crise, com o apoio da maioria dos colaboradores.</P><br />
<P>O seu depoimento, agendado para hoje e quarta-feira, será seguido das alegações finais na quinta-feira. </P><br />
<P>O júri poderá chegar a um veredicto na próxima semana. No entanto, será um veredicto consultivo, uma vez que a juíza Yvonne Gonzalez Rogers decidiu julgar o caso sozinha.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761736]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Muita acção, mas pouco progresso: o paradoxo da execução nas equipas</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/muita-accao-mas-pouco-progresso-o-paradoxo-da-execucao-nas-equipas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 14:02:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Universidades]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Alexandra Barosa, directora Executiva do curso de Coaching Executivo da Nova SBE e managing partner da ABP Corporate Coaching]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="brxe-ymubjt" class="brxe-block">
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</div>
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<p><em>Por Alexandra Barosa, directora Executiva do curso de Coaching Executivo da Nova SBE e managing partner da ABP Corporate Coaching</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Muitas organizações vivem um paradoxo desconcertante. Existem planos e prioridades pré-definidas e reuniões regulares de acompanhamento, mas os problemas mantêm-se e regressam ciclicamente. Os projectos atrasam-se, as decisões têm de ser revistas consecutivamente e a duplicação de trabalho torna-se praticamente invisível por já estar normalizada. A sensação, de uma forma geral, é de que existe um movimento constante, mas a realidade revela o oposto: é um  progresso limitado.</p>
<p>Perante este cenário, a dificuldade de execução é frequentemente atribuída à falta de foco, ou de disciplina. Não obstante, quando observado atentamente, percebe‑se que o bloqueio desta mesma execução raramente está na acção em concreto, mas na qualidade da comunicação que antecede a acção. As tarefas são cumpridas com sucesso, no entanto a criação de pensamento e a aprendizagem em conjunto estão longe de ser alcançadas.</p>
<p>Uma liderança orientada para uma mentalidade de <em>coaching</em> introduz pequenas mudanças que têm impacto directo e real na execução e <em>performance</em> das equipas. O principal desafio centra-se, assim, na seguinte permissa: como é possível garantir que este formato de liderança é utilizado no momento da execução e não apenas em momentos de reflexão?</p>
<p>São quatro as acções que podem, efectivamente, mudar o paradigma, nomeadamente regular antes de decidir; traduzir tarefas em acções concretas; criar <em>accountability</em> por compromisso, e não por controlo; e normalizar reflexões breves durante a execução.</p>
<p>Em primeiro lugar: a execução começa no líder. Sem auto-regulação emocional, o líder confunde urgência com importância e transmite pressão em vez de direcção. Antes de lançar uma tarefa ou decisão, o líder deve perguntar a si próprio: “estou a reagir à pressão ou a responder a uma prioridade real?”. Seguindo esta linha de discernimento, as decisões passam a ser tomadas num estado regulado e a ser comunicadas com mais clareza e menos ruído.</p>
<p>Dentro de uma equipa, muitos erros repetem-se por ausência de clareza operacional. Para facilitar a execução, é essencial clarificar, de forma explícita, o que está em causa. Antes de qualquer avanço operacional, a equipa deve receber um <em>briefing </em>claro: o que é esperado, para que fim, com que critérios de sucesso e em que prazo. Quando isto não acontece, abre-se espaço a interpretações divergentes que, inevitavelmente, conduzem aos mesmos erros, ainda que em versões distintas.</p>
<p>Outro bloqueio frequente reside na forma como se interpreta a <em>accountability</em>. Em muitos contextos organizacionais, a responsabilidade continua a ser confundida com controlo. A liderança com <em>coaching</em> actua, neste sentido, ao propor uma mudança de foco, da imposição para o compromisso. Em vez de “fica responsável por isto”, a conversa transforma-se em “com o que se compromete e quando podemos voltar ao tema?” – uma nuance, não meramente semântica, mas que distingue equipas que executam de equipas que assumem, de facto, responsabilidade.</p>
<p>Por fim, a execução melhora quando a aprendizagem ocorre durante a acção, e não apenas no fim. Equipas eficazes criam momentos breves para reflectir e responder a três perguntas simples: o que está a funcionar, o que não está e o que é preciso ajustar. Estas pausas não atrasam o trabalho; pelo contrário, são comportamentos que impedem a repetição de erros.</p>
<p>Pode concluir-se que a qualidade da execução é o reflexo directo da maturidade da liderança que a  sustenta. Quando há regulação, clareza e compromissos explícitos, a acção torna‑se mais consistente e previsível. No fundo, executar bem não é uma questão de velocidade, mas de qualidade das conversas que antecedem e acompanham a acção.</p>
</div>
</div>
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		<sapo:autor><![CDATA[Opinião de Alexandra Barosa, directora Executiva do curso de Coaching Executivo da Nova SBE e managing partner da ABP Corporate Coaching]]></sapo:autor>
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		<title>ISEG renova direcção do MBA com foco em decisão estratégica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 14:00:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Universidades]]></category>
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					<description><![CDATA[O ISEG – Lisbon School of Economics &#038; Management anunciou uma nova estrutura de direção para o seu programa de MBA, reforçando o posicionamento enquanto programa orientado para a tomada de decisão em contextos complexos e em constante mudança.]]></description>
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<p>O ISEG – Lisbon School of Economics &amp; Management anunciou uma nova estrutura de direção para o seu programa de MBA, reforçando o posicionamento enquanto programa orientado para a tomada de decisão em contextos complexos e em constante mudança.</p>
<p>Professor Associado com Agregação na área de Gestão, e actualmente vice-presidente do ISEG, José Veríssimo tem desenvolvido a sua actividade nas áreas de marketing, comportamento do consumidor e estratégia, aliando investigação académica a uma forte ligação a contextos empresariais. A sua colaboração nas últimas 24 edições MBA, enquanto docente e participante activo na dinâmica do programa, confere-lhe um conhecimento profundo dos seus desafios e uma visão orientada para a sua evolução contínua.</p>
<p>Já Sofia Lourenço, Professora Associada com Agregação no ISEG, apresenta um percurso académico e científico consolidado, com enfoque nas áreas da decisão e da gestão. A sua experiência enquanto docente e investigadora assegura o rigor científico do programa, bem como a sua permanente actualização face às exigências de um contexto global em transformação.</p>
<p>Esta evolução surge após um ciclo de quatro edições liderado por Joana Santos Silva, cujo contributo foi determinante para o desenvolvimento do programa, nomeadamente ao nível da sua organização e do redesenho da oferta formativa. Nos últimos 18 meses, acumulou ainda a função de CEO do ISEG Executive Education, ampliando o seu âmbito de actuação.</p>
</div>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761726]]></sapo:autor>
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		<title>Há dois MBA Executivos portugueses entre os melhores da Europa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 13:59:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Universidades]]></category>
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					<description><![CDATA[O Executive MBA do Iscte Executive Education é considerado o programa português mais bem classificado. Outro MBA Executivo distinguido, este pelo quarto ano consecutivo, é o da Católica Porto Business School.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="brxe-ymubjt" class="brxe-block">
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<p>O QS Executive MBA Ranking de 2026 tem dois MBA Executivos portugueses na lista dos melhores da Europa.</p>
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<p>O Executive MBA do <strong>Iscte Executive Education</strong> é considerado o programa português mais bem classificado. A nível internacional, mantém-se nos 50 melhores da Europa há seis anos consecutivos.</p>
<p>O melhor desempenho do EMBA do Iscte Executive Education regista-se no indicador <em>Career Outcomes </em>– que avalia “graduados promovidos” e o “aumento do salário médio” -, com 87,8 pontos em 100, um resultado bastante acima da média global de 59,5. Neste critério, o Executive MBA do Iscte Executive Education atinge a 26.ª posição mundial e a 17.ª europeia. O programa obtém ainda 75,4 pontos em <em>Executive Profile</em>, acima da média global de 60,7, indicador em que ocupa a 51.ª posição mundial e a 27.ª na Europa.</p>
<p>José Crespo de Carvalho, presidente do Iscte Executive Education, sublinha que este é um reconhecimento particularmente significativo para a instituição, para os seus alumni e para o país: «Temos vindo a alcançar patamares notáveis com o nosso Executive MBA. Mas este ano é um ano especial. Ascendemos ao número 1 em Portugal no ranking QS. Ter o melhor Executive MBA pela QS em Portugal é qualquer coisa que nos deve orgulhar a todos. Ao país, porque se trata de uma conquista para Portugal. Aos alumni, porque é um selo de garantia e de qualidade indelével. Ao Iscte Executive Education, porque é para isso que trabalhamos todos os dias, staff, professores e coordenadores. Em Portugal não é possível melhor», realça.</p>
<p>Outro MBA Executivo distinguido, este pelo quarto ano consecutivo, é o da <strong>Católica Porto Business School</strong>. O principal destaque vai para a qualidade do perfil executivo dos participantes, com o programa a posicionar-se acima da média global entre os 215 programas avaliados, reflectindo a elevada experiência profissional dos participantes e o reforço da componente de C-Suite Experience.</p>
<p>João Pinto, director da Católica Porto Business School, considera que «continuar a integrar este ranking reforça o posicionamento da Faculdade como uma instituição alinhada com os valores da ética e da sustentabilidade, bem como com as exigências de um mercado global cada vez mais competitivo».</p>
<p>A dimensão da Diversity continua igualmente a afirmar-se como um elemento diferenciador do programa, com resultados acima da média internacional, em particular no equilíbrio de género e na heterogeneidade dos perfis. Em paralelo, os indicadores de Employability e Thought Leadership mantêm uma trajectória de crescimento sustentado, reforçando a reputação da instituição junto de empregadores e da comunidade académica consolidando o reconhecimento internacional do programa.</p>
<p>«Os participantes que escolhem o nosso programa procuram uma experiência com reconhecimento internacional, mas também com impacto real no seu percurso profissional. A presença no ranking QS vem reforçar a consistência desse posicionamento, reflectindo a qualidade do perfil dos nossos alunos, a relevância do modelo pedagógico e a capacidade do programa em responder às exigências de um contexto global cada vez mais complexo e competitivo», conclui Luís Marques, director do MBA Executivo.</p>
</div>
</div>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761724]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Strategic Brand Leadership: formação executiva para liderar marcas de forma estratégica, sustentável e orientada para resultados</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/strategic-brand-leadership-formacao-executiva-para-liderar-marcas-de-forma-estrategica-sustentavel-e-orientada-para-resultados/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 13:54:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Universidades]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Formação Executiva]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade Portucalense]]></category>
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					<description><![CDATA[A Business School da Universidade Portucalense reforça a sua aposta na formação executiva com o lançamento do programa Strategic Brand Leadership: Da Criação à Comunicação de Valor, uma formação desenhada para capacitar profissionais a liderar marcas de forma estratégica, sustentável e orientada para resultados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Business School da Universidade Portucalense reforça a sua aposta na formação executiva com o lançamento do programa <em>Strategic Brand Leadership: Da Criação à Comunicação de Valor</em>, uma formação desenhada para capacitar profissionais a liderar marcas de forma estratégica, sustentável e orientada para resultados.</p>
<p>Integrado na estratégia de desenvolvimento da Business School da Portucalense, o programa procura responder às novas exigências do mercado, num contexto em que as marcas assumem um papel cada vez mais determinante na diferenciação, crescimento e reputação das organizações.</p>
<p>Com coordenação de Carla Moutinho Ferreira e Pedro Miguel Gaspar, o curso executivo tem uma duração de 18 semanas e apresenta uma abordagem prática e aplicada, combinando estratégia, comunicação, inovação, liderança e inteligência artificial numa visão integrada da gestão de marca.</p>
<p>Dirigido a gestores de marca, diretores de marketing e comunicação, gestores de produto, empreendedores e profissionais da área da gestão, o programa distingue-se pela forte ligação entre pensamento estratégico e aplicabilidade empresarial, aproximando os participantes de casos reais, tendências emergentes e desafios concretos do mercado.</p>
<p>Entre os principais fatores diferenciadores da formação está precisamente a integração entre criatividade, dados e liderança estratégica, bem como a participação de um corpo docente com experiência profissional de referência em diferentes áreas do marketing, branding, comunicação e gestão. Esta ligação direta ao mercado permite aos participantes contactar com uma visão prática e atual dos desafios enfrentados pelas organizações e pelas marcas.</p>
<p>Ao longo dos vários módulos, os participantes desenvolvem competências para criar e posicionar marcas, interpretar métricas e insights, liderar equipas multidisciplinares e tomar decisões mais informadas num contexto em que a inteligência artificial e o <em>big data</em> estão a transformar a forma como as organizações comunicam e criam valor.</p>
<p>A componente dedicada a IA, inovação e tendências em branding aborda temas como personalização em massa, neuromarketing, experiências imersivas, realidade virtual e gestão de marca baseada em dados, preparando os executivos para uma nova era em que a relevância das marcas depende da capacidade de antecipar comportamentos, gerar experiências diferenciadoras e construir relações de confiança sustentadas.</p>
<p>A formação dá igualmente especial atenção à ética e à sustentabilidade na gestão das marcas, explorando temas como ESG, diversidade, inclusão e <em>brand governance</em>. O objetivo passa por formar líderes capazes de equilibrar crescimento, reputação e responsabilidade corporativa, numa lógica de longo prazo.</p>
<p>Outro dos elementos centrais do programa é a sua forte proximidade ao mercado. A estrutura curricular inclui seminários com profissionais convidados e um projeto aplicado desenvolvido em parceria com organizações e empresas, permitindo aos participantes trabalhar desafios reais de branding e comunicação. Entre os parceiros associados ao programa destacam-se a Santa Casa da Misericórdia do Porto, a Lanidor e a APPM, reforçando a ligação da formação ao tecido empresarial e institucional.</p>
<p>Ao longo do curso, os executivos serão desafiados a construir um plano estratégico de marca completo, desde o diagnóstico e posicionamento até à criação de valor, comunicação integrada, inovação e liderança, garantindo uma experiência de aprendizagem aplicada e orientada para a realidade das organizações.</p>
<p>Segundo Carla Moutinho Ferreira, cocoordenadora do Programa, esta componente prática pretende assegurar que os participantes saem da formação não apenas com conhecimento conceptual, mas também com ferramentas concretas para implementar estratégias de marca com impacto direto nos negócios e nas organizações.</p>
<p>Num mercado cada vez mais competitivo, onde a diferenciação já não depende apenas do produto ou serviço, mas da capacidade de construir significado, reputação e ligação emocional com consumidores e stakeholders, o <em>Strategic Brand Leadership</em> posiciona-se como uma resposta executiva às novas exigências da gestão contemporânea e como mais um passo na consolidação da Business School da Portucalense enquanto polo de formação avançada para líderes e executivos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Carla Moutinho Ferreira</strong></p>
<p><strong>Coordenadora Programa Executivo em Strategic Brand Leadership</strong></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761716]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Alto responsável ucraniano diz que Forças Armadas avistaram OVNI e publica vídeo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/alto-responsavel-ucraniano-diz-que-forcas-armadas-avistaram-ovni-e-publica-video/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 13:52:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[OVNI]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[Vídeo, com cerca de um minuto, foi gravado em infravermelhos e mostra um objeto arredondado, com uma fonte de calor visível no centro e seis cones pontiagudos projetados a partir de um corpo principal achatado]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um especialista ucraniano em drones e guerra eletrónica divulgou imagens de objetos voadores não identificados observados por forças militares da Ucrânia, incluindo um vídeo captado durante operações de combate. O caso está a ser analisado em contexto militar, não por suspeitas de origem extraterrestre, mas porque estes avistamentos podem corresponder a novas armas ou sistemas russos ainda desconhecidos.</p>
<p>Segundo o &#8216;Kyiv Post&#8217;, Serhiy “Flash” Beskrestnov, conselheiro ligado à tecnologia e à guerra de drones e uma das principais vozes ucranianas nesta área, publicou fotografias e vídeo de objetos voadores não identificados detetados por militares ucranianos. O especialista afirmou que o avistamento ocorreu em maio de 2025 e que o Governo ucraniano teve conhecimento do incidente.</p>
<p><script async src="https://telegram.org/js/telegram-widget.js?23" data-telegram-post="serhii_flash/7398" data-width="100%"></script></p>
<p>O vídeo, com cerca de um minuto, foi gravado em infravermelhos e mostra um objeto arredondado, com uma fonte de calor visível no centro e seis cones pontiagudos projetados a partir de um corpo principal achatado. Atrás do objeto surge uma espécie de pluma ou nuvem mais quente do que o ar noturno.</p>
<p>De acordo com Beskrestnov, as imagens foram captadas por um piloto das Forças de Sistemas Não Tripulados durante operações de combate, a uma altitude de cerca de 800 metros.</p>
<p>O objeto parece pairar ou deslocar-se lentamente, sem reagir de forma visível ao drone que o observa. O operador roda a câmara lateral e verticalmente depois de detetar o objeto.</p>
<p><strong>OVNI, mas não necessariamente extraterrestre</strong></p>
<p>A expressão OVNI, ou objeto voador não identificado, não significa que esteja em causa vida extraterrestre.</p>
<p>No contexto militar ucraniano, a preocupação é outra: perceber se estes objetos podem ser drones, munições, plataformas de vigilância, sistemas de guerra eletrónica ou novas armas russas ainda não catalogadas.</p>
<p>O próprio Beskrestnov afastou leituras fantasiosas e defendeu que os avistamentos devem ser comunicados às autoridades.</p>
<p>“Com o início da guerra, o estudo de OVNI no nosso espaço tornou-se mais uma tarefa militar do que civil”, escreveu no Telegram.</p>
<p>Segundo o especialista, as Forças Armadas da Ucrânia terão mesmo um documento detalhado sobre o tema, aprovado ao mais alto nível, para orientar a forma como estas ocorrências devem ser registadas e tratadas.</p>
<p><strong>Ucrânia teme sistemas russos ainda desconhecidos</strong></p>
<p>A Ucrânia vive há mais de três anos sob ataques constantes de mísseis, bombas planadoras, drones Shahed, mísseis balísticos, mísseis hipersónicos e outros sistemas de longo alcance usados pela Rússia.</p>
<p>Neste contexto, qualquer objeto desconhecido no espaço aéreo pode representar uma ameaça.</p>
<p>Beskrestnov apelou a civis e militares para que comuniquem imediatamente avistamentos de objetos voadores não identificados, precisamente porque podem corresponder a tecnologia inimiga ainda não reconhecida pelas forças ucranianas.</p>
<p>“Não são apenas os Estados Unidos que lidam com estas questões, porque aquilo que pode parecer um OVNI pode muito bem ser uma nova arma escondida do nosso inimigo”, afirmou, referindo-se às forças russas.</p>
<p>A agência ucraniana &#8216;UNIAN&#8217; também sublinhou que a Ucrânia estuda estes casos porque a designação OVNI pode funcionar como uma cobertura para novos sistemas militares russos.</p>
<p><strong>Imagens reais, origem ainda por explicar</strong></p>
<p>Segundo o &#8216;Kyiv Post&#8217;, meios de comunicação ucranianos e algumas plataformas oficiais confirmaram que o vídeo e as fotografias correspondem a imagens reais captadas por drones em contexto de combate.</p>
<p>Isso, porém, não significa que tenha sido identificada a natureza do objeto.</p>
<p>Nenhuma das fontes citadas sugeriu a deteção de vida extraterrestre ou de objetos de origem não humana.</p>
<p>O ponto central é precisamente o contrário: a Ucrânia tenta perceber se estes objetos pertencem ao arsenal russo, se são plataformas experimentais, se resultam de fenómenos técnicos nas imagens ou se correspondem a outro tipo de equipamento ainda por identificar.</p>
<p><strong>Semelhanças com vídeos divulgados pelo Pentágono</strong></p>
<p>A divulgação ucraniana surge poucos dias depois de o Pentágono ter tornado públicos novos vídeos e fotografias desclassificados relacionados com objetos voadores não identificados observados por agências militares e governamentais dos Estados Unidos.</p>
<p>Entre esses materiais há imagens captadas por plataformas de infravermelhos, algumas com objetos de formas pouco comuns.</p>
<p>Um dos vídeos citados pelo &#8216;Kyiv Post&#8217;, associado ao Comando Central dos Estados Unidos e gravado no Médio Oriente em 2013, mostra um objeto em forma de estrela de oito pontas. Em alguns aspetos, esse objeto lembra o corpo esférico com cones observado pelas forças ucranianas, embora não seja idêntico.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">Mysterious footage from the Pentagon’s UFO files shows a bizarre object streaking across the sky in 2013.</p>
<p>The nearly two-minute infrared clip, submitted by U.S. Central Command personnel, shows a strangely shaped object floating over the Middle East. <a href="https://t.co/BKFB1W8xSF">pic.twitter.com/BKFB1W8xSF</a></p>
<p>&mdash; Fox News (@FoxNews) <a href="https://twitter.com/FoxNews/status/2053107089300406709?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">May 9, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>No caso americano, o objeto aparenta ter quatro pontas grandes e quatro pequenas, enquanto o objeto observado na Ucrânia apresenta seis projeções. Também há diferenças na assinatura térmica e na forma da pluma visível nas imagens.</p>
<p>A comparação é, por isso, apenas visual e não permite concluir que os casos tenham a mesma origem.</p>
<p><strong>Guerra de drones tornou os céus ucranianos altamente vigiados</strong></p>
<p>A guerra transformou o espaço aéreo ucraniano num dos mais monitorizados do mundo.</p>
<p>Desde o outono de 2022, a Rússia tem lançado ataques em larga escala contra cidades, infraestruturas e alvos militares ucranianos, recorrendo a combinações de mísseis e drones. Em algumas noites, os ataques envolveram centenas de armas.</p>
<p>Perante a falta de meios de defesa aérea em número suficiente, a Ucrânia desenvolveu uma rede própria de deteção e interceção, combinando sensores acústicos, drones intercetores, aviação, sistemas fornecidos por aliados europeus e meios improvisados.</p>
<p>O resultado é uma vigilância constante dos céus.</p>
<p>Por isso, os relatos de objetos voadores não identificados são comuns. Na maioria dos casos, acabam por ser identificados como drones, mísseis ou outros sistemas russos em direção a alvos ucranianos.</p>
<p>O que torna este caso diferente é a forma do objeto, a assinatura térmica registada e o facto de não ter sido imediatamente reconhecido.</p>
<p><strong>Um mistério militar, não ficção científica</strong></p>
<p>O caso tem todos os ingredientes para alimentar especulação: um vídeo em infravermelhos, um objeto de forma invulgar, uma pluma de calor, semelhanças parciais com materiais divulgados pelo Pentágono e a palavra UFO.</p>
<p>Mas, no contexto ucraniano, a leitura mais relevante é militar.</p>
<p>A Ucrânia não está a procurar extraterrestres. Está a tentar identificar tudo o que cruza o seu espaço aéreo num cenário de guerra tecnológica acelerada, onde a Rússia testa e adapta constantemente drones, munições e sistemas de ataque.</p>
<p>A pergunta central não é se o objeto veio de fora da Terra. É se veio de dentro do arsenal russo.</p>
<p>E, para Kiev, essa diferença pode ser decisiva. Num campo de batalha dominado por drones, sensores, guerra eletrónica e ataques de precisão, reconhecer uma ameaça antes de ela ser usada em larga escala pode salvar vidas.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761710]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Presumível doente zero do surto de hantavírus no &#8216;MV Hondius&#8217;: o que se sabe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 13:37:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[hantavírus]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[MV Hondius]]></category>
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					<description><![CDATA[Ornitólogo neerlandês visitou um aterro em Ushuaia, no sul da Argentina, antes de embarcar no navio]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro passageiro que morreu depois de uma infeção por hantavírus a bordo do cruzeiro &#8216;MV Hondius&#8217; poderá ter sido um ornitólogo neerlandês que visitou um aterro em Ushuaia, no sul da Argentina, antes de embarcar no navio. A hipótese é avançada no contexto da investigação à origem do surto, mas continua por confirmar.</p>
<p>A &#8216;Euronews&#8217; escreve que o homem surge identificado como “caso 1” no boletim da Organização Mundial da Saúde sobre o surto. Oficialmente, é considerado um “caso provável”, uma vez que não foram realizados testes microbiológicos que confirmassem a causa da doença.</p>
<p>O passageiro embarcou no &#8216;MV Hondius&#8217; a 1 de abril, em Ushuaia, depois de uma viagem de mais de três meses pela Argentina, Chile e Uruguai. Segundo a OMS, começou a apresentar sintomas a 6 de abril e morreu a bordo a 11 de abril.</p>
<p>Quase um mês depois, a 4 de maio, a Organização Mundial da Saúde informou que estava a acompanhar um suspeito surto de hantavírus no navio, que nessa altura se encontrava ao largo de Cabo Verde.</p>
<p><strong>Casal neerlandês morreu em poucos dias</strong></p>
<p>A imprensa americana identificou o “caso 1” e o “caso 2” como um casal neerlandês: Leo Schilperoord, de 70 anos, e a mulher, Mirijam, de 69, ambos ornitólogos reformados.</p>
<p>De acordo com a &#8216;Euronews&#8217;, o casal vivia em Haulerwijk, no norte dos Países Baixos. O jornal local publicou necrologias com as datas de morte de ambos.</p>
<p>A mulher, identificada pela OMS como “caso 2”, tinha mantido contacto próximo com o primeiro passageiro. Desembarcou em Santa Helena a 24 de abril, com sintomas gastrointestinais.</p>
<p>O seu estado agravou-se durante um voo para Joanesburgo, na África do Sul, no dia seguinte. Morreu a 26 de abril numa clínica local.</p>
<p>Ao contrário do primeiro caso, a infeção da mulher foi confirmada por testes microbiológicos. As análises detetaram hantavírus Andes, a única estirpe conhecida deste vírus com capacidade comprovada de transmissão entre pessoas.</p>
<p><strong>A hipótese do aterro em Ushuaia</strong></p>
<p>Uma das hipóteses sobre a origem do surto aponta para um aterro em Ushuaia, cidade argentina de onde o cruzeiro partiu.</p>
<p>Nos dias anteriores ao embarque, o casal terá visitado aquele local, conhecido por atrair observadores de aves. A suspeita é que a exposição ao vírus possa ter ocorrido aí, antes da entrada no navio.</p>
<p>As autoridades locais rejeitam essa possibilidade.</p>
<p>Segundo a &#8216;Associated Press&#8217;, responsáveis da província argentina da Terra do Fogo afirmam que nunca foi registado um caso de hantavírus naquela zona, muito menos da estirpe Andes nas imediações do aterro.</p>
<p>Juan Facundo Petrina, diretor-geral de Epidemiologia e Saúde Ambiental da província, disse ainda que a espécie de roedor associada à transmissão do vírus não existe na região.</p>
<p>Ou seja, a hipótese do aterro existe, mas está longe de estar provada.</p>
<p><strong>ECDC aponta exposição na Argentina ou no Chile</strong></p>
<p>O Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças admite outra formulação mais ampla.</p>
<p>A hipótese atual é que pelo menos um passageiro tenha sido exposto ao vírus Andes durante a passagem pela Argentina ou pelo Chile, antes de embarcar no MV Hondius.</p>
<p>Esse passageiro poderá depois ter transmitido o vírus a outras pessoas a bordo, num contexto de contacto próximo.</p>
<p>Esta possibilidade ganha relevância porque o hantavírus Andes é raro entre os hantavírus: ao contrário da maioria das estirpes, pode transmitir-se entre seres humanos em determinadas circunstâncias.</p>
<p>Ainda assim, as autoridades de saúde sublinham que esse tipo de transmissão não é comum e exige proximidade significativa.</p>
<p><strong>Como se transmite o hantavírus?</strong></p>
<p>O hantavírus é normalmente transmitido através do contacto com roedores infetados ou com urina, fezes e saliva contaminadas.</p>
<p>A transmissão pode ocorrer quando partículas contaminadas são inaladas, por exemplo em espaços fechados ou locais onde haja presença de excrementos de roedores.</p>
<p>Na maioria dos casos, o hantavírus não se transmite facilmente entre pessoas.</p>
<p>A exceção mais relevante é o vírus Andes, detetado sobretudo na América do Sul, que pode, em casos raros, passar de pessoa para pessoa.</p>
<p>Segundo a OMS, os sintomas podem surgir entre uma e oito semanas após a exposição. Incluem febre, calafrios, dores musculares e mal-estar. Em situações mais graves, a infeção pode evoluir para síndrome pulmonar por hantavírus, uma doença respiratória severa que pode agravar-se rapidamente e ser fatal.</p>
<p><strong>Porque é que o surto no navio preocupa?</strong></p>
<p>O caso preocupa porque envolve um ambiente fechado, passageiros em viagem prolongada e um vírus raro com potencial de transmissão entre pessoas em contextos de contacto próximo.</p>
<p>A bordo do &#8216;MV Hondius&#8217;, foram registadas mortes e casos confirmados ou prováveis de infeção. O navio esteve no centro de uma operação internacional de evacuação e vigilância sanitária, depois de ter passado por Tenerife e seguido para os Países Baixos.</p>
<p>Além dos passageiros, o caso também levantou preocupações em meio hospitalar. Nos Países Baixos, 12 profissionais de saúde foram colocados em quarentena preventiva depois de uma falha de protocolo durante o tratamento de um doente evacuado do &#8216;MV Hondius&#8217;.</p>
<p>As autoridades insistem, porém, que o risco para a população em geral continua baixo.</p>
<p><strong>Risco para a população é considerado baixo</strong></p>
<p>A OMS e o ECDC consideram baixo o risco para a população em geral.</p>
<p>A razão é simples: mesmo no caso do vírus Andes, a transmissão entre pessoas ocorre apenas em situações de contacto pessoal muito próximo.</p>
<p>Além disso, as evidências sobre surtos sustentados de transmissão humana continuam limitadas, precisamente porque estes episódios são raros.</p>
<p>Ainda assim, o caso do &#8216;MV Hondius&#8217; continua sob investigação, sobretudo para esclarecer onde ocorreu a infeção inicial e de que forma o vírus se propagou a bordo.</p>
<p>Para já, há mais perguntas do que respostas.</p>
<p>O primeiro passageiro infetado poderá ter sido um ornitólogo neerlandês exposto ao vírus antes de embarcar. A visita a um aterro em Ushuaia é uma das hipóteses. As autoridades locais rejeitam-na. E os organismos internacionais mantêm a investigação aberta.</p>
<p>O que se sabe é que o surto começou antes de ser detetado, atravessou vários países e transformou um cruzeiro de expedição num alerta sanitário internacional.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761707]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>UE veta importações de carne e animais do Brasil por causa de antimicrobianos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 13:29:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[A União Europeia (UE) retirou hoje o Brasil da lista de países terceiros autorizados a exportar animais destinados à alimentação humana e produtos de origem animais, por incumprimento das regras no uso de antimicrobianos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A União Europeia (UE) retirou hoje o Brasil da lista de países terceiros autorizados a exportar animais destinados à alimentação humana e produtos de origem animais, por incumprimento das regras no uso de antimicrobianos.</P><br />
<P>A lista atualizada exclui o Brasil que, em 2024, podia exportar animais e carne para a UE, entre outros produtos.</P><br />
<P>&#8220;A Comissão confirma que o Brasil não está incluído na lista, o que significa que deixará de poder exportar para a UE mercadorias (tanto animais vivos destinados à produção de alimentos como produtos derivados), tais como bovinos, equinos, aves de capoeira, ovos, aquicultura, mel e invólucros, com efeitos a partir de 03 de setembro&#8221;, disse à Lusa a porta-voz da Comissão Europeia com a pasta da Saúde, Eva Hrncirova. </P><br />
<P>Para ser incluído na lista de países terceiros autorizados a exportar para a UE, &#8220;o Brasil deve garantir o cumprimento dos requisitos da União relativos à utilização de antimicrobianos durante todo o ciclo de vida dos animais dos quais provêm os produtos exportados&#8221;, referiu a porta-voz.</P><br />
<P>&#8220;Assim que a conformidade for demonstrada, a UE poderá autorizar ou retomar as exportações&#8221;, esclareceu, acrescentando que o executivo comunitário tem colaborado estreitamente com as autoridades brasileiras sobre esta questão.</P><br />
<P>Eva Hrncirova disse ainda que o bloco proíbe o uso de antimicrobianos para promover o crescimento ou aumentar o rendimento na pecuária, bem como a utilização em animais de antibióticos e outros medicamentos reservados para infeções humanas.</P><br />
<P>A lista revista e hoje adotada inclui agora 21 novos países, tendo outros cinco sido autorizados a exportar mercadorias adicionais para a UE, acrescentou a porta-voz, para além de excluir o Brasil.</P><br />
<P>Os restantes países do bloco Mercosul (Argentina, Paraguai e Uruguai) que assinaram um acordo comercial com a UE permanecem nas lista de autorizados.</P><br />
<P>As regras da UE integram a agenda &#8220;Uma Só Saúde&#8221; (&#8216;One Health&#8217;) da UE para combater a resistência antimicrobiana e aplicam-se aos produtores da UE desde 2022.</P><br />
<P>O rol é regularmente atualizado para incluir novos países conformes ou para remover qualquer país ou mercadoria não conforme.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761689]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Presidente dos EUA anuncia conversações com Cuba a pedido de Havana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 13:28:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[cuba]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano afirmou hoje que Cuba "está a pedir ajuda" a Washington e que os dois países "vão falar", depois de repetidas ameaças contra a ilha, incluindo a possibilidade de uma ofensiva militar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano afirmou hoje que Cuba &#8220;está a pedir ajuda&#8221; a Washington e que os dois países &#8220;vão falar&#8221;, depois de repetidas ameaças contra a ilha, incluindo a possibilidade de uma ofensiva militar.</P><br />
<P>&#8220;Nenhum republicano alguma vez me falou sobre Cuba, que é um país falido e só vai numa direção: para baixo&#8221;, escreveu Donald Trump numa mensagem publicada nas redes sociais.</P><br />
<P>&#8220;Cuba está a pedir ajuda, e nós vamos falar&#8221;, acrescentou, sem avançar pormenores, antes de iniciar uma visita oficial à China, onde se vai reunir com o homólogo chinês, Xi Jinping.</P><br />
<P>Trump referiu-se à possibilidade de os Estados Unidos &#8220;assumirem o controlo&#8221; de Cuba num futuro próximo, chegando mesmo a sugerir uma hipotética intervenção militar após o fim de uma ofensiva contra o Irão, lançada em 28 de fevereiro em conjunto com Israel e relativamente à qual vigora atualmente um cessar-fogo.</P><br />
<P>Os Estados Unidos reforçaram igualmente as sanções contra a ilha, medida criticada por Havana.</P><br />
<P>Neste contexto, o ministro dos Negócios Estrangeiros cubano, Bruno Rodríguez, afirmou que estas medidas económicas &#8220;coercivas e ilegais&#8221; não &#8220;vão intimidar&#8221; as autoridades cubanas.</P><br />
<P>No início deste mês, Trump anunciou um reforço das sanções contra Cuba, onde foi organizado um desfile por ocasião do 1.º de Maio para &#8220;defender a pátria&#8221; e denunciar as ameaças de agressão militar norte-americana.</P><br />
<P>O Presidente norte-americano considerou que a ilha comunista, situada a 150 quilómetros da costa da Florida (sudeste) continua a representar &#8220;uma ameaça extraordinária&#8221; para a segurança nacional dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Trump reiterou também a ameaça de &#8220;assumir o controlo&#8221; de Cuba, sugerindo que um porta-aviões norte-americano podia ali fazer escala &#8220;no regresso do Irão&#8221;.</P><br />
<P>Além do embargo norte-americano em vigor desde 1962, Washington, que não esconde a vontade de ver uma mudança de regime em Havana, impõe à ilha, desde janeiro, um bloqueio petrolífero, tendo autorizado desde então apenas a chegada de um petroleiro russo.</P><br />
<P>Por seu lado, o Presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, declarou, em meados de abril, que o país estava preparado para enfrentar uma agressão militar dos Estados Unidos e reafirmou o caráter socialista do Estado cubano, por ocasião do 65.º aniversário da tentativa de invasão da Baía dos Porcos.</P><br />
<P>No final da mensagem, o Presidente norte-americano escreveu: &#8220;Entretanto, parto para a China!&#8221;.</P><br />
<P>Trump parte dos Estados Unidos para uma visita de dois dias a Pequim, tendo como pano de fundo a guerra no Médio Oriente e vários temas de tensão, entre os quais o comércio e Taiwan, assuntos que pretende abordar com Xi Jinping.</P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761691]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Rede &#8216;secreta&#8217; de refinarias chinesas de petróleo financia o Irão e desafia sanções dos EUA</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/rede-secreta-de-refinarias-chinesas-de-petroleo-financia-o-irao-e-desafia-sancoes-dos-eua/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 13:14:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
		<category><![CDATA[Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[petróleo]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre chaminés fumegantes e vastos depósitos de armazenamento na província costeira de Shandong, no leste da China, opera há anos um ecossistema energético discreto que se tornou uma importante tábua de salvação financeira para o Irão. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre chaminés fumegantes e vastos depósitos de armazenamento na província costeira de Shandong, no leste da China, opera há anos um ecossistema energético discreto que se tornou uma importante tábua de salvação financeira para o Irão. Através de portos, oleodutos e pequenas refinarias independentes, crude iraniano alvo de sanções norte-americanas é transformado em combustíveis e produtos petroquímicos para abastecer a segunda maior economia do mundo.</p>
<p>Segundo uma reportagem da CNN International, esta rede industrial tem injetado milhares de milhões de dólares na economia iraniana, num momento em que Teerão enfrenta pressão crescente de Washington e um conflito que já se arrasta há meses.</p>
<p><strong>Shandong no centro das tensões entre Pequim e Washington</strong><br />
A algumas centenas de quilómetros do local onde o presidente chinês Xi Jinping deverá receber esta semana o presidente norte-americano Donald Trump, as refinarias independentes — conhecidas como “refinarias-chaleira” — continuam a processar discretamente petróleo iraniano sancionado.</p>
<p>Estas pequenas empresas, autorizadas por Pequim a operar de forma independente, produzem gasolina, gasóleo e petroquímicos a partir de crude adquirido com desconto. A atividade tornou-se agora um ponto sensível nas negociações sino-americanas, numa altura em que Washington procura cortar as linhas de financiamento de Teerão.</p>
<p>Na véspera da deslocação de Trump à China, o Departamento do Tesouro dos EUA colocou na lista negra 12 pessoas e entidades por facilitarem a “venda e envio de petróleo iraniano” para território chinês.</p>
<p><strong>Segurança reforçada numa refinaria sancionada</strong><br />
Numa visita realizada recentemente, a CNN descreveu um ambiente de segurança apertada nas instalações do Hebei Xinhai Chemical Group, refinaria sancionada pelos EUA há um ano. Guardas com máscaras estavam posicionados à entrada do complexo, que se estende por vários quarteirões numa zona portuária industrial na província de Hebei.</p>
<p>Viaturas identificadas com o logótipo da empresa seguiram a equipa de reportagem enquanto circulava numa estrada pública junto ao complexo, numa tentativa de impedir a recolha de imagens. Outras instalações na região não apresentavam o mesmo nível de vigilância.</p>
<p>Em maio do ano passado, Washington acusou a Hebei Xinhai de adquirir petróleo “associado às forças armadas iranianas” e de importar crude no valor de centenas de milhões de dólares transportado por navios de uma “frota paralela”, incluindo embarcações já sancionadas. A empresa recusou um pedido de entrevista.</p>
<p>Desde então, outras quatro refinarias chinesas foram alvo de sanções norte-americanas, a maioria situada a poucas horas de distância neste polo energético costeiro. Uma exceção ao perfil das pequenas refinarias foi a inclusão recente da Hengli Petrochemical, em Dalian, descrita pelo Tesouro dos EUA como “um dos maiores clientes do Irão para petróleo bruto e outros produtos petrolíferos”. A empresa negou as alegações em comunicado público.</p>
<p><strong>Importações obscuras e rejeição das sanções</strong><br />
A China não reconhece oficialmente a importação de crude iraniano nos seus dados aduaneiros, sendo frequentemente ocultada a origem do petróleo ao longo da cadeia de transporte. Pequim rejeita as sanções unilaterais norte-americanas e, no início deste mês, ordenou às empresas que ignorassem as restrições impostas por Washington às refinarias.</p>
<p>O Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês afirmou, através do seu porta-voz, que o governo “se opõe firmemente a sanções unilaterais ilegais”, em resposta a uma pergunta da CNN sobre as compras de petróleo iraniano.</p>
<p>Segundo Erica Downs, investigadora sénior no Centro de Política Energética Global da Universidade de Columbia, estas refinarias são “pequenas instalações que operam com margens reduzidas” e que conseguem sobreviver graças aos descontos obtidos ao longo dos anos sobre petróleo venezuelano, russo e iraniano.</p>
<p>A estrutura do setor energético chinês permite que empresas independentes assumam maior risco operacional, enquanto as grandes empresas estatais, com forte integração nos sistemas financeiros internacionais, mantêm maior conformidade com as regras globais.</p>
<p><strong>Petróleo iraniano ganha peso na segurança energética chinesa</strong><br />
Antes da atual guerra entre EUA e Irão, o petróleo iraniano representava cerca de 13% das importações marítimas da China. No ano passado, esse fluxo terá gerado aproximadamente 32,5 mil milhões de dólares, dos quais Teerão poderá ter recebido dois terços após dedução de taxas, segundo Muyu Xu, analista sénior da Kpler.</p>
<p>No mês passado, com o bloqueio iraniano ao Estreito de Ormuz a afetar exportações de outros países, a quota do crude iraniano nas importações marítimas chinesas subiu para 18%.</p>
<p>“Da perspetiva de Pequim, eles querem realmente manter o abastecimento constante de combustível e garantir a sua segurança energética. Por isso, estão de olho nas refinarias de pequena escala – sabem que estas ainda conseguem obter a matéria-prima”, afirmou Xu.</p>
<p>Dados da Vortexa indicam que quatro portos na costa do Mar Amarelo, em Shandong, bem como Dalian, receberam em março e abril uma média superior a 1,5 milhões de barris por dia de carregamentos de petróleo iraniano.</p>
<p>Analistas sublinham que, embora as importações tenham diminuído ligeiramente após o bloqueio naval norte-americano, a redução parece estar ligada a fatores de preço e não à disponibilidade, uma vez que dezenas de milhões de barris permanecem armazenados em petroleiros ao largo do Estreito de Ormuz.</p>
<p><strong>A rota clandestina e a “frota-sombra”</strong><br />
Grande parte deste petróleo transita por uma área conhecida como Limite Exterior Oriental do Porto (EOPL), perto do Estreito de Singapura. O crude é transportado a partir de portos iranianos por uma “frota-sombra” composta por navios frequentemente antigos que utilizam técnicas evasivas para disfarçar a origem da carga.</p>
<p>No EOPL, ocorrem transferências de navio para navio, com dispositivos de localização desligados, antes de os carregamentos seguirem para portos chineses rotulados como exportações de países terceiros, como Malásia ou Indonésia.</p>
<p>A CNN identificou uma transferência em que o navio de bandeira iraniana Herby atracou ao lado do petroleiro Hauncayo no EOPL, num posicionamento compatível com transferência de combustível. Dados do Marine Traffic associam o Herby à estatal National Iranian Oil Company.</p>
<p>Posteriormente, o Herby foi intercetado pelo USS Rafael Peralta, contratorpedeiro norte-americano, quando regressava em direção ao Irão. O Comando Central dos EUA afirmou ter interceptado o petroleiro quando este “tentava navegar em direção a um porto iraniano”.</p>
<p>As imagens mostram o navio com a proa elevada, sinal de que já teria descarregado a carga. Dias depois, o Hauncayo foi detetado junto a um cais no porto de Yantai, em Shandong, desaparecendo temporariamente do sistema de localização antes de reaparecer na mesma posição — um período compatível com a descarga do petróleo.</p>
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