Aeroporto: Comissão independente anuncia hoje lista final de soluções possíveis

Apresentação da lista final vai ser feita na primeira conferência da Comissão Técnica Independente (CTI), sobre os resultados das atividades desenvolvidas na primeira fase da Avaliação Ambiental Estratégica sobre o aumento da capacidade aeroportuária para a região de Lisboa

Executive Digest com Lusa

A comissão técnica independente que está a estudar a expansão da capacidade aeroportuária de Lisboa anuncia hoje a lista final de localizações possíveis, com o objetivo de apresentar uma solução até ao final do ano.

A apresentação da lista final vai ser feita na primeira conferência da Comissão Técnica Independente (CTI), sobre os resultados das atividades desenvolvidas na primeira fase da Avaliação Ambiental Estratégica sobre o aumento da capacidade aeroportuária para a região de Lisboa.

Criada no final do ano passado, a CTI, instalada no Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), em Lisboa, tem como coordenadora-geral a professora Rosário Partidário e conta com uma equipa de seis coordenadores técnicos.

Em entrevista à Lusa, no final de janeiro, a professora universitária Rosário Macário, coordenadora técnica da CTI e especialista em Planeamento e Operação de Sistemas de Transportes, que ficou responsável pela coordenação da área de planificação aeroportuária, adiantou que Beja e Alverca tinham entrado para a lista de possíveis localizações e que a comissão estava ainda aberta à receção de mais propostas.

Estas duas localizações somam-se às cinco propostas contempladas na resolução do Conselho de Ministros aprovada no ano passado, que definiu a constituição de uma CTI para analisar cinco hipóteses para a solução aeroportuária de Lisboa (Portela + Montijo; Montijo + Portela; Alcochete; Portela + Santarém; Santarém), mas previa que pudessem ser acrescentadas outras opções. Nos últimos dias, têm sido noticiadas também as hipóteses de Monte Real (Leiria) e Alcochete + Portela.

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Os relatórios com as conclusões da CTI têm de estar fechados até novembro, passando-se depois para a fase de discussões públicas.

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