Adesão ao pagamento de impostos por débito direto aumentou 212%

O número de adesões ao pagamento de impostos por débito direto aumentou 212%, para 138.094, face ao valor registado no final de 2018, e o IMI é o imposto em que mais pessoas pagam por este meio.

Executive Digest

O número de adesões ao pagamento de impostos por débito direto aumentou 212%, para 138.094, face ao valor registado no final de 2018, e o IMI é o imposto em que mais pessoas pagam por este meio.

A Autoridade Tributária e Aduaneira tem neste momento o registo de 138.094 adesões ao débito direto, segundo adiantou à Lusa fonte oficial do Ministério das Finanças, precisando que, deste total, 46,3% visam o pagamento do Imposto Municipal sobre os Imóveis (IMI) e 40,7% do Imposto Único Automóvel (IUC). Destas adesões, apenas 8,9% visam o pagamento do IRS.

Por comparação com a situação registada no final de 2018 – ano em que a AT passou a disponibilizar esta solução de pagamento de impostos por débito direto – há agora quase mais 94 mil adesões.

Além dos impostos referidos é possível usar o débito direto no IRC e nos planos de pagamento em prestações de IVA, IRS, IRC, Imposto de Selo – tabela geral, coimas e processos de execução fiscal.

No caso do IUC, esta modalidade apenas está disponível quando a adesão é de um contribuinte singular e se trate de veículo das categorias A, B ou E.

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No ano passado, o prazo para o pagamento do IVA foi alargado em cinco dias, sendo um dos objetivos desta medida permitir o pagamento deste imposto por débito direto.

À Lusa, fonte oficial do Ministério das Finanças referiu, contudo, que “nesta altura ainda não se encontra disponível o débito direto para pagamento de IVA, apurado na declaração periódica”.

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