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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Fri, 08 May 2026 00:28:36 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Bolsa de Tóquio abre com Nikkei a perder 0,58%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 00:28:36 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio abriu hoje em queda, com o principal índice, o Nikkei, a descer 0,58% para 62.469,11 pontos, pouco após na abertura da sessão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio abriu hoje em queda, com o principal índice, o Nikkei, a descer 0,58% para 62.469,11 pontos, pouco após na abertura da sessão.</P><br />
<P>Também o segundo indicador, o Topix, descia 0,51% para 3.820,86 pontos, às 09:25 locais (01:25 em Lisboa).</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760177]]></sapo:autor>
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		<title>Lula diz que entregou a Trump acordo nuclear de 2010 com o Irão: &#8216;Tá aí o documento, leia&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 23:30:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente brasileiro, Lula da Silva, afirmou na quinta-feira ter entregado ao homólogo norte-americano Donald Trump uma cópia do acordo negociado entre o Brasil, Turquia e Irão em 2010 sobre o programa nuclear iraniano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente brasileiro, Lula da Silva, afirmou na quinta-feira ter entregado ao homólogo norte-americano Donald Trump uma cópia do acordo negociado entre o Brasil, Turquia e Irão em 2010 sobre o programa nuclear iraniano.</P><br />
<P>&#8220;Tá aí o documento, leia&#8221;, declarou o político brasileiro em conferência de imprensa em Washington ao descrever a reunião de três horas na Casa Branca com Donald Trump.</P><br />
<P>O Chefe do Executivo brasileiro afirmou ainda que era a segunda vez que entregava o documento para Trump, e que ouviu do presidente dos EUA que leria a cópia do acordo ainda na noite de quinta-feira. </P><br />
<P>O brasileiro relatou que não espera mudanças na postura de Trump relativamente a conflitos internacionais após a reunião de três horas que os dois tiveram na Casa Branca. </P><br />
<P>Lula disse também que o Brasil não pretende entrar em embate com o político Republicano devido a divergências sobre conflitos globais.</P><br />
<P>&#8220;Trump não vai mudar o jeito dele de ser por causa de uma reunião de três horas comigo&#8221;, disse Lula da Silva. </P><br />
<P>&#8220;Conversar é muito mais barato, mais eficaz. Não tem vítima, não tem destruição de casa, não tem morte de criança&#8221;, enfatizou. </P><br />
<P>Lula narrou ainda que disse a Trump que o Brasil está à disposição para atuar como mediador em conflitos internacionais e que está, inclusive, à disposição para mostrar a visão que tem sobre Cuba, por exemplo.</P><br />
<P>Ainda na conferência de imprensa, o político brasileiro declarou acreditar &#8220;muito mais no diálogo do que na guerra&#8221; e afirmou que não possui &#8220;vocação belicista&#8221;.</P><br />
<P>Ao fazer um balanço da agenda de um dia nos EUA, Lula da Silva declarou que saiu muito satisfeito da reunião e disse que aconselhou o presidente Trump a sorrir para as fotos oficiais, e que o encontro demorou porque os dois estavam gostando.</P><br />
<P>&#8220;Eu saio daqui com a ideia de que nós demos um passo importante na consolidação da relação democrática e histórica que o Brasil têm com os Estados Unidos&#8221;, declarou.</P><br />
<P>O encontro entre os dois líderes das duas maiores democracias do ocidente aconteceu após um ano tenso da política de tarifas dos EUA sobre o Brasil e atritos diplomáticos entre os dois países.</P><br />
<P>Quem também se mostrou satisfeito com o encontro foi Donald Trump, que usou as suas redes sociais para elogiar Lula da Silva ao chamá-lo de &#8220;muito dinâmico&#8221; e dizer que a reunião entre os dois correu bem. </P><br />
<P>&#8220;A reunião foi muito boa. Nossos representantes devem se reunir para tratar de alguns pontos-chave. Novos encontros serão marcados nos próximos meses, conforme necessário&#8221;, diz mensagem publicada por Trump.</P><br />
<P>As autoridades brasileiras e norte-americana discutiram comércio bilaterial, tarifas impostas pelo governo norte-americano aos produtos brasileiros, cooperação transnacional no combate ao crime organizado e lavagem de dinheiro, e sobre os minerais críticos e terras raras. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760176]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Tarifas: Von der Leyen aponta &#8220;progressos&#8221; na aplicação de acordo comercial com EUA até julho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 23:01:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, apontou hoje "progressos significativos" na aplicação do acordo comercial com os Estados Unidos até início de julho, após conversa com o Presidente Donald Trump.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, apontou hoje &#8220;progressos significativos&#8221; na aplicação do acordo comercial com os Estados Unidos até início de julho, após conversa com o Presidente Donald Trump. </P><br />
<P>&#8220;Mantemos o nosso pleno compromisso, de ambas as partes, com a sua implementação. Estamos a progredir significativamente no sentido da redução das tarifas até ao início de julho&#8221;, afirmou Von der Leyen nas redes sociais, relatando a conversa com Trump sobre o Acordo de Turnberry, de julho de 2025, que redefiniu o quadro tarifário após Washington impor tarifas unilaterais. </P><br />
<P>Ao abrigo do acordo de 2025, as tarifas no mercado norte-americano passam a ser de até 15% para a grande maioria dos produtos europeus &#8211; incluindo automóveis, semicondutores, produtos farmacêuticos e madeiras &#8211; e a UE, em contrapartida, elimina a maior parte das tarifas que ainda aplicava aos produtos industriais dos Estados Unidos. </P><br />
<P>A Casa Branca tem vindo a pressionar para aplicação do acordo, mais recentemente a 01 de maio, quando Trump anunciou que iria aumentar as tarifas sobre os automóveis e camiões da UE para 25%, argumentando que Bruxelas &#8220;não está a cumprir o acordo comercial&#8221;.</P><br />
<P>Após a conversa de hoje, Trump, ameaçou Ursula von der Leyen com a aplicação de tarifas &#8220;muito mais elevadas&#8221; sobre produtos europeus, se Bruxelas não aplicar até 04 de julho o acordo comercial bilateral assinado. </P><br />
<P>&#8220;Foi feita a promessa de que a UE cumpriria a sua parte do acordo e, conforme estipulado, reduziria as suas tarifas a zero! Concordei em dar-lhes até ao 250º aniversário do nosso país (04 de julho); caso contrário, infelizmente, as suas tarifas disparariam imediatamente para níveis muito mais elevados&#8221;, disse o Trump numa mensagem na plataforma Truth Social, após a conversa telefónica. </P><br />
<P>Na mensagem, Trump afirma estar &#8220;pacientemente à espera que a UE cumpra a sua parte do histórico acordo comercial&#8221; que ambos os lados firmaram durante a visita do republicano à Escócia no verão passado. </P><br />
<P>Embora a Comissão Europeia e a maioria dos países da UE pretendam a aprovação rápida do acordo, ao nível do Parlamento Europeu alguns eurodeputados têm exigido mecanismos de salvaguarda, caso Washington aplique novas tarifas sob ameaça da integridade territorial da UE, além de proteção contra aumentos súbitos das importações que distorçam a concorrência no mercado único. </P><br />
<P>No seu primeiro dia de mandato, a 20 de janeiro de 2025, Trump assinou um memorando intitulado &#8220;Política Comercial &#8216;América Primeiro'&#8221;, delineando as prioridades imediatas e orientando as agências governamentais para rever os desequilíbrios comerciais.   </P><br />
<P>A 01 de fevereiro de 2025 anunciou a primeira grande vaga de novas tarifas, de 25% sobre todos os produtos do México e do Canadá, e mais 10% sobre os produtos da China.   </P><br />
<P>As tarifas universais sobre o aço e o alumínio entraram em vigor a 12 de março de 2025. </P><br />
<P>Trump invocou a Lei dos Poderes Económicos de Emergência Internacional (IEEPA) para declarar o estado de emergência nacional relativamente aos défices comerciais, em abril de 2025.   </P><br />
<P>A medida, que o Supremo Tribunal declarou ilegal já em fevereiro deste ano, permitiu estabelecer uma tarifa básica universal de 10% sobre quase todas as importações de todos os países.   </P><br />
<P>A 09 de abril de 2025 foram implementadas tarifas &#8220;recíprocas&#8221; específicas, nas quais as taxas para determinados países (como uma taxa de 104% sobre a China) foram aumentadas para corresponder aos impostos que esses países cobram sobre os produtos norte-americanos.   </P><br />
<P>Desde então, o seu governo tem negociado acordos com os principais parceiros comerciais, muitas vezes reduzindo as tarifas em contrapartida de aumento das compras de produtos norte-americanos e investimentos industriais no país.  </P><br />
<P>Trump tem usado as tarifas alfandegárias como um instrumento de política económica, para diminuir o défice comercial norte-americano, mas também para coação política, mais recentemente ameaçando com sobretaxas os países europeus que apoiaram a Dinamarca na crise em torno da Gronelândia.    </P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760175]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Forças dos EUA retaliaram ataque iraniano a 3 navios &#8211; Comando</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 22:23:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ Washington, 07 mai 2026 (Lusa) - O Comando Central norte-americano (Centcom) afirmou hoje que as suas forças alvejaram instalações militares iranianas, após três dos seus navios terem intercetado ataques quando transitavam pelo Estreito de Ormuz em direção ao Golfo Pérsico.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P> O Comando Central norte-americano (Centcom) afirmou hoje que as suas forças alvejaram instalações militares iranianas, após três dos seus navios terem intercetado ataques quando transitavam pelo Estreito de Ormuz em direção ao Golfo Pérsico. </P><br />
<P>&#8220;As forças norte-americanas intercetaram ataques iranianos não provocados e responderam com ataques defensivos enquanto os contratorpedeiros de mísseis guiados da Marinha transitavam pelo Estreito de Ormuz em direção ao Golfo Pérsico&#8221;, escreveu o Centcom, responsável pela região do Médio Oriente, nas redes sociais. </P><br />
<P>Os ataques contra os contratorpedeiros USS Truxtun, USS Rafael Peralta e USS Mason envolveram &#8220;mísseis, drones e pequenas embarcações&#8221;, adiantou o Centcom, enquanto em Teerão o comando militar acusava Washington de violar o cessar-fogo. </P><br />
<P>As Forças Armadas norte-americanas, adiantou o Centcom, &#8220;neutralizaram as ameaças e visaram instalações militares iranianas responsáveis pelos ataques contra as forças norte-americanas, incluindo locais de lançamento de mísseis e drones, centros de comando e controlo e bases de inteligência, vigilância e reconhecimento&#8221;. </P><br />
<P> </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760173]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Óbito/Carlos Brito: PCP lembra diferenças mas recorda contribuição na Revolução de Abril</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 22:12:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O PCP recordou o percurso antifascista e a "contribuição na Revolução de Abril" de Carlos Brito, histórico dirigente do partido que morreu hoje aos 93 anos, apesar das "conhecidas diferenças e distanciamento político".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O PCP recordou o percurso antifascista e a &#8220;contribuição na Revolução de Abril&#8221; de Carlos Brito, histórico dirigente do partido que morreu hoje aos 93 anos, apesar das &#8220;conhecidas diferenças e distanciamento político&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Sem prejuízo das conhecidas diferenças e distanciamento político, registamos em Carlos Brito o seu percurso antifascista e a sua contribuição na Revolução de Abril, nomeadamente no plano parlamentar&#8221;, pode ler-se, numa breve nota de imprensa enviada pelo PCP.</P><br />
<P>Já o secretário-geral do Partido Socialista, José Luís Carneiro, frisou que a morte de Carlos Brito &#8220;é motivo de grande tristeza&#8221;, lembrando o seu percurso como &#8220;resistente antifascista&#8221; e &#8220;uma figura incontornável da vida política portuguesa das primeiras cinco décadas da democracia&#8221;.</P><br />
<P>José Luís Carneiro apontou também que Carlos Brito foi &#8220;uma referência de seriedade, cidadania e de combate pelos valores que eram os seus, mesmo com custos pessoais e com a incompreensão de alguns dos que tinham sido seus camaradas&#8221;.</P><br />
<P>O histórico dirigente do Partido Comunista Português Carlos Brito morreu hoje aos 93 anos em casa, confirmou à Lusa o médico e seu amigo Paulo Fidalgo.  </P><br />
<P>Paulo Fidalgo, que foi um dos fundadores do Movimento Renovação Comunista, adiantou que Carlos Brito esteve internado no hospital de Faro recentemente devido a uma infeção respiratória e teve alta hospitalar na passada segunda-feira, já recuperado.</P><br />
<P>&#8220;Inesperadamente&#8221; morreu esta tarde na sua casa de Alcoutim, disse Paulo Fidalgo.</P><br />
<P>Carlos Brito nasceu em Moçambique em 1933 e foi militante do PCP durante 48 anos, como funcionário, membro do Comité Central, líder parlamentar, diretor do jornal &#8220;Avante!&#8221; e candidato à Presidência da República.</P><br />
<P>Durante a ditadura, Carlos Brito passou dez anos na clandestinidade e oito anos na prisão. A seguir ao 25 de Abril esteve 16 anos na Assembleia da República, 15 dos quais como líder do grupo parlamentar.</P><br />
<P>Saiu &#8220;desolado&#8221; do parlamento em 1991 por não ter sido eleito pelo círculo de Faro. À altura da sua saída, tinha o recorde de &#8220;longevidade&#8221; no parlamento, desde a Assembleia Constituinte.</P><br />
<P>Em 1980 concorreu às presidenciais contra Ramalho Eanes e Soares Carneiro, desistindo à boca das urnas. Uma permanência de 33 anos no Comité Central terminaram em novembro de 2000, quando Carlos Brito renunciou ao lugar em desacordo com as orientações do XVI Congresso. Em março de 2000, já tinha escrito uma carta à direção onde expressava preocupação com o rumo do partido.</P><br />
<P>Carlos Brito esteve entre os dirigentes que reclamaram um congresso extraordinário após a derrota eleitoral do PCP nas autárquicas de 2001. No seguimento da luta interna que opôs os chamados &#8220;renovadores&#8221; aos defensores da ortodoxia do partido, Carlos Brito foi suspenso do PCP  em 2002 por 10 meses. A sanção disciplinar foi decidida pelo Secretariado do partido, entre várias expulsões de críticos da direção, entre os quais Edgar Correia, já falecido, e Carlos Luís Figueira, que viriam a formalizar alguns anos depois a associação política Renovação Comunista.</P><br />
<P>Desde 1996 que Carlos Brito evidenciou vontade de se afastar de cargos dirigentes, primeiro ao recusar integrar a Comissão Política em 1996 e depois saindo da direção do &#8220;Avante!&#8221;, em 1998.</P><br />
<P>Era casado, teve duas filhas, e estava retirado em Alcoutim, no Algarve, local de origem da sua família. Dedicou-se durante muitos anos escrever poesia, ficção e a participar no movimento associativo para o desenvolvimento regional.</P><br />
<P> </P><br />
<P>DMC (ATR/PMF/SF) // RBF</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760172]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ucrânia: Trégua unilateral russa entra em vigor para comemorações do Dia da Vitória </title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-tregua-unilateral-russa-entra-em-vigor-para-comemoracoes-do-dia-da-vitoria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 22:10:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A trégua unilateral de 48 horas declarada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, para as comemorações do Dia da Vitória entrou em vigor, sendo incerto se a Ucrânia irá aderir. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A trégua unilateral de 48 horas declarada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, para as comemorações do Dia da Vitória entrou em vigor, sendo incerto se a Ucrânia irá aderir. </P><br />
<P>O Ministério da Defesa russo confirmou que as suas tropas suspenderão &#8220;todas as ações militares&#8221; desde as 00:00 de sexta-feira em Moscovo (menos duas horas em Lisboa) até ao final, no sábado, das comemorações do 81.º aniversário da vitória do Exército Vermelho sobre a Alemanha nazi. </P><br />
<P>Esta cessação de hostilidades, segundo o Ministério da Defesa, inclui a suspensão temporária de ataques com mísseis, ataques com armas de alta precisão e longo alcance, peças de artilharia, bem como ataques com &#8216;drones&#8217; contra infraestruturas ucranianas. </P><br />
<P>O Kremlin anunciou hoje que vai adotar medidas de segurança adicionais para proteger o Presidente Vladimir Putin durante estes dias, nos quais receberá o primeiro-ministro eslovaco, Robert Fico, que, no entanto, não participará no desfile militar na Praça Vermelha. </P><br />
<P>Apenas três líderes estrangeiros participarão no desfile de sábado: os presidentes da Bielorrússia, Malásia e Laos, anunciou o Kremlin. </P><br />
<P>A Rússia renovou hoje a ameaça de atacar o centro de Kiev se a Ucrânia desrespeitar o cessar-fogo declarado por Moscovo a partir de sexta-feira. </P><br />
<P>&#8220;Se o regime de Kiev tentar interromper as comemorações do 81.º aniversário da vitória na Grande Guerra Patriótica em Moscovo, as Forças Armadas Russas lançarão um ataque maciço com mísseis contra o centro de Kiev&#8221;, afirmou o Ministério da Defesa da Rússia, citado pela agência de notícias Tass. </P><br />
<P>Nesse sentido, o ministério russo apelou ao pessoal diplomático e à população civil para abandonarem a cidade &#8220;imediatamente&#8221;. </P><br />
<P>As delegações europeias em Kiev recusaram-se, porém, a deixar a capital ucraniana e a ceder às ameaças russas, segundo as agências internacionais.  </P><br />
<P>A trégua declarada pela Rússia acontece após outro cessar-fogo ter sido proposto pelo Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, com início na passada quarta-feira e por tempo indeterminado. </P><br />
<P>Os ataques entre as partes têm, porém, prosseguido nos últimos dias. </P><br />
<P>Mas o Presidente ucraniano esclareceu hoje que a Ucrânia vai abster-se de lançar ataques de longo alcance contra a Rússia durante a trégua de dois dias anunciada pelo Kremlin, caso Moscovo também respeite o cessar-fogo. </P><br />
<P>&#8220;A posição ucraniana não podia ser mais transparente e clara. A Ucrânia retribuirá. Se houver uma trégua, não haverá sanções ucranianas de longo alcance&#8221;, disse Zelensky no seu pronunciamento diário, aludindo aos ataques em profundidade contra infraestruturas energéticas e alvos estratégicos russos. </P><br />
<P>O líder ucraniano usa a expressão &#8220;sanções de longo alcance&#8221; explicando que têm efeitos semelhantes às sanções internacionais contra a indústria petrolífera russa, que o Kremlin utiliza para financiar o seu esforço de guerra. </P><br />
<P>Horas antes, tinha ameaçado continuar a responder a ataques russos, mas também disse que seguirá o caminho do diálogo se Moscovo &#8220;avançar na direção da diplomacia&#8221;. </P><br />
<P>Zelensky confirmou que o negociador ucraniano Rustem Umerov chegou hoje ao estado norte-americano da Florida para retomar os contactos com representantes de Washington, numa fase em que as negociações de paz sobre a invasão russa têm estado paralisadas. </P><br />
<P>O líder ucraniano esclareceu que estes contactos vão focar-se na possibilidade de novas rondas trilaterais com os enviados russos e norte-americanos, questões de segurança relativas à Ucrânia e em novas trocas de prisioneiros com a Rússia, apesar do &#8220;regime de silêncio&#8221; de Moscovo. </P><br />
<P>Os anúncios unilaterais de tréguas de Kiev e Moscovo ocorrem depois de um cessar-fogo durante as celebrações da Páscoa Ortodoxa, que foi acompanhado de violações nas linhas da frente, embora tenha ocorrido uma suspensão dos ataques aéreos de longo alcance. </P><br />
<P>Com a guerra na Ucrânia em segundo plano devido ao conflito iniciado em 28 de fevereiro pelos Estados Unidos e Israel contra o Irão, as negociações entre Kiev e Moscovo promovidas pelos Estados Unidos não têm conhecido avanços nas últimas semanas. </P><br />
<P>A última ronda trilateral foi realizada em Genebra, Suíça, em 17 e 18 de , e terminou com as partes afastadas sobre os temas essenciais das conversações, que dizem respeito ao futuro das regiões reivindicadas pela Rússia no leste da Ucrânia e garantias de segurança a Kiev para prevenir uma nova agressão de Moscovo. </P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760171]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Forças de Teerão acusam EUA de violarem cessar-fogo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 22:04:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Comando das Forças Armadas iranianas acusou hoje os Estados Unidos de violarem o cessar-fogo em vigor ao atacarem navios perto do Estreito de Ormuz.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Comando das Forças Armadas iranianas acusou hoje os Estados Unidos de violarem o cessar-fogo em vigor ao atacarem navios perto do Estreito de Ormuz. </P><br />
<P>As forças armadas dos Estados Unidos, &#8220;violando o cessar-fogo, alvejaram um petroleiro iraniano que deixava a costa iraniana (&#8230;), para o Estreito de Ormuz, bem como outra embarcação que entrava no estreito, perto do porto de Fujairah, nos Emirados Árabes Unidos&#8221;, afirmou o Comando das Forças Armadas Khatam Al-Anbiya, citado pelo canal de televisão IRIB.  </P><br />
<P>Segundo a agência de notícias iraniana Tasnim, o porta-voz acusou Washington de atacar também &#8220;zonas civis na costa do porto de Khaur Mir, Sirik e da Ilha de Qeshm&#8221;, sublinhando que estes ataques foram realizados &#8220;em colaboração com alguns países da região&#8221;.  </P><br />
<P>As Forças Armadas iranianas, por sua vez, responderam &#8220;imediatamente, atacando navios militares norte-americanos no Estreito de Ormuz, a leste, e a sul do porto de Chabahar, infligindo danos significativos&#8221;, acrescentou a mesma fonte, em comunicado divulgado pela televisão estatal. </P><br />
<P>&#8220;A nação criminosa e agressiva dos Estados Unidos e os países que a apoiam devem saber que a República Islâmica do Irão, tal como no passado, responderá com força e sem a menor hesitação a qualquer agressão&#8221;, declarou. </P><br />
<P>Antes, os media estatais iranianos, com base em fontes anónimas, haviam noticiado confrontos entre as duas partes.</P><br />
<P>Teerão mantém bloqueado o estreito de Ormuz, uma via navegável estratégica para o comércio global de combustíveis fósseis, desde 28 de fevereiro, data em que os Estados Unidos e Israel iniciaram uma guerra contra a República Islâmica que já fez milhares de mortos, sobretudo no seu território e no do Líbano, e abalou a economia mundial.</P><br />
<P>Washington, por sua vez, mantém o bloqueio aos portos iranianos, imposto a 13 de abril, cinco dias após a entrada em vigor de um cessar-fogo.</P><br />
<P>Teerão afirmou nos últimos dias estar a analisar as mais recentes propostas de Washington para o fim da guerra.</P><br />
<P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, garantiu na quarta-feira que Washington tem tido negociações &#8220;muito boas&#8221; com Teerão e considerou &#8220;muito possível&#8221; um acordo para pôr fim à guerra .</P><br />
<P>As suas declarações surgiram horas depois de ter decidido suspender a operação de escolta de navios presos desde fevereiro no Golfo Pérsico devido ao bloqueio iraniano em Ormuz, de forma a permitir que ambos os lados chegassem a um entendimento que pusesse fim ao conflito.</P><br />
<P>Os Estados Unidos e vários países do golfo Pérsico instaram hoje o Conselho de Segurança da ONU a exigir ao Irão que &#8220;deixe de impedir&#8221; a navegação no Estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Esta pressão surge numa altura em que um projeto de resolução nesse sentido corre o risco de ser vetado.</P><br />
<P>&#8220;Acreditamos em princípios fundamentais, como a liberdade de navegação para todos os países do mundo. É isso que está em causa aqui&#8221;, declarou à imprensa o embaixador norte-americano na ONU, Mike Waltz, rodeado dos homólogos do Bahrein, da Arábia Saudita, dos Emirados Árabes Unidos, do Qatar e do Kuwait.</P><br />
<P>Em meados de março, o Conselho aprovou uma resolução muito firme contra Teerão, exigindo o &#8220;fim imediato&#8221; dos ataques aos vizinhos do golfo Pérsico e condenando o bloqueio do estreito de Ormuz.</P><br />
<P>A Rússia e a China abstiveram-se nessa ocasião, mas ambas vetaram depois, no início de abril, um texto que incentivava os Estados envolvidos a coordenarem esforços, &#8220;de natureza defensiva&#8221;, para garantir a liberdade de navegação.</P><br />
<P>E, segundo fontes diplomáticas, a Rússia, aliada da República Islâmica, indicou na quarta-feira estar preparada para bloquear o novo texto. </P><br />
<P></P><br />
<P>PDF (ANC/DMC) // RBF</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760170]]></sapo:autor>
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		<title>Wall Street fecha em baixa sessão instável e com recordes intra-dia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 21:57:07 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em baixa, em sessão marcada pela volatilidade do petróleo e na qual o índice alargado S&#38;P500 e o tecnológico Nasdaq chegaram a estabelecer máximos intra-dia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em baixa, em sessão marcada pela volatilidade do petróleo e na qual o índice alargado S&amp;P500 e o tecnológico Nasdaq chegaram a estabelecer máximos intra-dia. </P><br />
<P>Os resultados da sessão indicam que o seletivo Dow Jones Industrial baixou 0,63%, o S&amp;P500 perdeu 0,38% e o Nasdaq recuou 0,13%.</P><br />
<P>O mercado bolsista inverteu a tendência de subida que vinha seguindo nos últimos dias, apesar de o barril West Texas Intermediate, de referência nos EUA, ter chegado a cotar abaixo dos 90 dólares, mas fechando em queda, de 0,28%, para os 94,81 dólares.</P><br />
<P>Os máximos intra-dia que Nasdaq e S&amp;P500 registaram ocorreram de manhã e foram atribuídos ao otimismo dos investidores com um acordo de paz entre EUA e Irão, depois de Donald Trump ter dito que há um &#8220;considerável progresso para um acordo&#8221; com Teerão. </P><br />
<P>Vários meios avançaram que os dois Estados estão a aproximar posições, depois de os EUA terem apresentado uma página com a sua proposta. A CNN adiantou que falta a decisão iraniana. </P><br />
<P>O govrno paquistanês, que tem mediado as partes, afirmou sentir-se esperançado quanto à possibilidade de um acordo iminente e ofereceu-se para acolher a sua assinatura.  </P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760169]]></sapo:autor>
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		<title>Governo quer negociar lei laboral com PS e Chega mas afasta descida da idade da reforma</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 21:53:31 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A ministra do Trabalho manifestou hoje vontade de negociar com o PS e o Chega a reforma laboral no Parlamento, mas considerou insustentável a condição imposta por André Ventura de descida da idade da reforma.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ministra do Trabalho manifestou hoje vontade de negociar com o PS e o Chega a reforma laboral no Parlamento, mas considerou insustentável a condição imposta por André Ventura de descida da idade da reforma.</P><br />
<P>Questionada sobre a proposta apresentada pelo presidente do Chega, André Ventura, para a descida da idade da reforma como condição para negociar com o Governo, a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Rosário Palma Ramalho, frisou que essa hipótese &#8220;não está em cima da mesa&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Portugal efetivamente não a pode sustentar. Fizemos as contas, numa hipótese meramente académica, sem saber em que altura, e estimamos que, entre Segurança Social e Caixa Geral de Aposentações, o custo total para as contas publicas através de um aumento líquido com a idade da reforma situada nos 65 anos ficaria 2,5 mil milhões de euros. Só este custo&#8221;, apontou Rosário Palma Ramalho em entrevista na Sic Notícias.</P><br />
<P>Além de manifestar vontade de negociar com partidos como o Chega ou a Iniciativa Liberal, Rosário Palma Ramalho sublinhou que também espera negociar com o PS, lembrando que os socialistas ainda não conhecem o documento final para dizerem já que não vão aprovar a proposta.</P><br />
<P>&#8220;Não reconheço legitimidade ao PS para dizer isso, que não negoceia porque não houve acordo [na concertação social], porque o PS num passado recente levou ao Parlamento toda uma reforma, a Agenda do Trabalho Digno, sem a levar à concertação. Não me parece razão legitima para não termos acordo&#8221;, analisou.</P><br />
<P>Sobre a proposta final que o Governo irá aprovar em Conselho de Ministros para levar ao Parlamento, a ministra do Trabalho adiantou que esta será a versão inicial, mas &#8220;com bastantes inputs&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Este tempo de nove meses [de negociação] não damos como perdido. Nós recebemos mais de 100 contributos de variadíssimas origens, da academia, associações diversas e dos próprios parceiros sociais&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>Rosário Palma Ramalho indicou que o projeto também não será a versão final apresentada em concertação social, por &#8220;essa pressupunha um acordo que não aconteceu&#8221;. </P><br />
<P>A governante destacou ainda que apesar do Governo da AD (PSD/CDS) não ter maioria parlamentar, não fica impedido de &#8220;cumprir o seu dever de aprovar uma proposta de lei&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não deixamos de ser reformistas por estarmos numa situação sem maioria. Compete à Assembleia da República fazer o seu papel e temos de respeitar o que resulte. É o legislador máximo&#8221;, apontou.</P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760168]]></sapo:autor>
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		<title>&#8220;Trump rindo é melhor do que ele de cara feia&#8221; diz Lula após reunião de três horas na Casa Branca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 21:37:40 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Brasília 7 mai 2026 (Lusa) - O Presidente brasileiro, Lula da Silva, brincou hoje ao dizer que aconselhou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a sorrir nas fotos oficiais, e que o norte-americano aprendeu que "rir é muito bom". ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Brasília 7 mai 2026 (Lusa) &#8211; O Presidente brasileiro, Lula da Silva, brincou hoje ao dizer que aconselhou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a sorrir nas fotos oficiais, e que o norte-americano aprendeu que &#8220;rir é muito bom&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Eu sempre acho que a fotografia vale muito. E vocês perceberam que o presidente Trump rindo é melhor do que ele de cara feia&#8221;, declarou o brasileiro em conferência de imprensa em Washington. </P><br />
<P>&#8220;E eu fiz questão de dizer para ele: &#8216;ria um pouco, é importante, alivia! Alivia a nossa alma se a gente rir um pouco'&#8221;, declarou.</P><br />
<P>O Chefe do Executivo brasileiro também afirmou saiu &#8220;satisfeito da reunião&#8221; e que o Brasil está disposto a discutir qualquer tema com outros países e ressaltou, no entanto, que não abre mão da democracia e da soberania nacional.</P><br />
<P>&#8220;Não temos veto, não temos assunto proibido. A única coisa que não abrimos mão é da nossa democracia e da nossa soberania. O resto é tudo discutível&#8221;, completou.</P><br />
<P>Em tom humorado, Lula disse que brincou com o presidente dos EUA, quando este lhe perguntou sobre a Copa do Mundo, que acontece no próximo mês, e se a Seleção brasileiras de futebol estava boa. </P><br />
<P>&#8220;E eu falei: &#8216;Olha, eu espero que você não venha a anular o visto dos jogadores brasileiros da Seleção. Por favor, não faça isso porque nós vamos vir aqui para ganhar a Copa do Mundo&#8221;, disse rindo o presidente brasileiro.</P><br />
<P>Lula disse que Trump achou graça do comentário &#8220;e riu, porque agora ele vai rir sempre. Ele aprendeu que rir é muito bom&#8221;. </P><br />
<P>Quem também se mostrou satisfeito com o encontro foi Donald Trump, que usou as suas redes sociais para elogiar Lula da Silva ao chamá-lo de &#8220;muito dinâmico&#8221; e dizer que a reunião entre os dois correu bem. </P><br />
<P>&#8220;Acabo de concluir minha reunião com Luiz Inácio Lula da Silva, o muito dinâmico presidente do Brasil. Discutimos muitos temas, incluindo comércio e, especificamente, tarifas&#8221;, escreveu Trump.</P><br />
<P>&#8220;A reunião foi muito boa. Os nossos representantes devem se reunir para tratar de alguns pontos-chave. Novos encontros serão marcados nos próximos meses, conforme necessário&#8221;, diz o texto.</P><br />
<P>O político brasileiro desembarcou em Washington na noite de quarta-feira acompanhado dos ministros de Relações Exteriores, Mauro Vieira, da Fazenda, Dario Durigan, de Minas e Energia, Alexandre Silveira, além do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Márcio Elias. </P><br />
<P>Completam a comitiva ainda o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, além do chefe da Polícia Federal brasileira, Andrei Rodrigues. </P><br />
<P>O encontro entre os dois líderes das duas maiores democracias do ocidente acontece após um ano tenso da política de tarisfas dos EUA sobre o Brasil e atritos diplomáticos entre os dois países.</P><br />
<P>As autoridades brasileiras e norte-americana discutiram comércio bilateral, tarifas impostas pelo governo norte-americano aos produtos brasileiros, cooperação transnacional no combate ao crime organizado e lavagem de dinheiro, e sobre os minerais críticos e terras raras. </P><br />
<P>Lula disse ainda que apresentou o marco legal dos minerais críticos aprovado pela Câmara dos Deputados do Brasil, mostrando, assim, uma sinalização de que o país oferece uma base regulatória para destravar e atrair investimentos no setor de mineração.</P><br />
<P>&#8220;Nós não temos preferência, o que nós queremos é fazer parceria&#8221;, declarou ao dizer que o país não quer ser apenas um exportador da &#8216;commodities&#8217;, mas gerar emprego com indústrias que façam beneficiamento e transformação dos minerais no Brasil.</P><br />
<P>O Presidente brasileiro disse ainda que discutiu com Donald Trump temas que pareciam tabus e mencionou o crime organizado.</P><br />
<P>O líder de esquerda disse que o Brasil está disposto a construir um &#8220;grupo forte&#8221; de combate ao crime organizado com todos os países da América Latina, e criticou o que chamou de &#8220;hegemonia&#8221; de um país sobre o outro.</P><br />
<P>&#8220;Eu falei ao Presidente Trump: &#8216;muitas vezes, os Estados Unidos falavam em combater o crime organizado, a questão das drogas, tentando ter base militar dentro dos outros países'&#8221;, criticou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760167]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Trump ameaça UE com tarifas &#8220;muito mais elevadas&#8221; se não for aplicado acordo comercial em 2 meses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 21:34:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ Washington, 07 mai 2026 (Lusa) - O Presidente norte-americano, Donald Trump, ameaçou hoje a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, com a aplicação de tarifas "muito mais elevadas" sobre produtos europeus, se Bruxelas não aplicar até 04 de julho o acordo comercial bilateral assinado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P> O Presidente norte-americano, Donald Trump, ameaçou hoje a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, com a aplicação de tarifas &#8220;muito mais elevadas&#8221; sobre produtos europeus, se Bruxelas não aplicar até 04 de julho o acordo comercial bilateral assinado. </P><br />
<P>&#8220;Foi feita a promessa de que a UE cumpriria a sua parte do acordo e, conforme estipulado, reduziria as suas tarifas a zero! Concordei em dar-lhes até ao 250º aniversário do nosso país (04 de julho); caso contrário, infelizmente, as suas tarifas disparariam imediatamente para níveis muito mais elevados&#8221;, disse o Trump numa mensagem na plataforma Truth Social, após conversa telefónica com Von der Leyen. </P><br />
<P>Na mensagem, Trump afirma estar &#8220;pacientemente à espera que a UE cumpra a sua parte do histórico acordo comercial&#8221; que ambos os lados firmaram durante a visita do republicano à Escócia no verão passado. </P><br />
<P>Trump e Von der Leyen finalizaram em julho de 2025 o chamado Acordo de Turnberry, que redefine o quadro tarifário. </P><br />
<P>As tarifas no mercado norte-americano passam a ser de até 15% para a grande maioria dos produtos europeus &#8211; incluindo automóveis, semicondutores, produtos farmacêuticos e madeiras &#8211; e a UE, em contrapartida, elimina a maior parte das tarifas que ainda aplicava aos produtos industriais dos Estados Unidos. </P><br />
<P>A Casa Branca tem vindo a pressionar para aplicação do acordo, mais recentemente a 01 de maio, quando Trump anunciou que iria aumentar as tarifas sobre os automóveis e camiões da UE para 25, argumentando que Bruxelas &#8220;não está a cumprir o acordo comercial&#8221;, pelo que a conversa de hoje entre Trump e Von der Leyen deverá prevenir sobressaltos. </P><br />
<P>No seu primeiro dia de mandato, a 20 de janeiro de 2025, Trump assinou um memorando intitulado &#8220;Política Comercial &#8216;América Primeiro'&#8221;, delineando as prioridades imediatas e orientando as agências governamentais para rever os desequilíbrios comerciais.  </P><br />
<P>A 01 de fevereiro de 2025 anunciou a primeira grande vaga de novas tarifas, de 25% sobre todos os produtos do México e do Canadá, e mais 10% sobre os produtos da China.  </P><br />
<P>As tarifas universais sobre o aço e o alumínio entraram em vigor a 12 de março de 2025. </P><br />
<P>Trump invocou a Lei dos Poderes Económicos de Emergência Internacional (IEEPA) para declarar o estado de emergência nacional relativamente aos défices comerciais, em abril de 2025.  </P><br />
<P>A medida, que o Supremo Tribunal declarou ilegal já em fevereiro deste ano, permitiu estabelecer uma tarifa básica universal de 10% sobre quase todas as importações de todos os países.  </P><br />
<P>A 09 de abril de 2025 foram implementadas tarifas &#8220;recíprocas&#8221; específicas, nas quais as taxas para determinados países (como uma taxa de 104% sobre a China) foram aumentadas para corresponder aos impostos que esses países cobram sobre os produtos norte-americanos.  </P><br />
<P>Desde então, o seu governo tem negociado acordos com os principais parceiros comerciais, muitas vezes reduzindo as tarifas em contrapartida de aumento das compras de produtos norte-americanos e investimentos industriais no país.  </P><br />
<P>Trump tem usado as tarifas alfandegárias como um instrumento de política económica, para diminuir o défice comercial norte-americano, mas também para coação política, mais recentemente ameaçando com sobretaxas os países europeus que apoiaram a Dinamarca na crise em torno da Gronelândia.    </P><br />
<P>Embora a Comissão Europeia e a maioria dos países da UE pretendam a aprovação rápida do acordo, ao nível do Parlamento Europeu alguns eurodeputados têm exigido mecanismos de salvaguarda, caso Washington aplique novas tarifas sbo ameaça da integridade territorial da UE, além de protecção contra aumentos súbitos das importações que distorçam a concorrência no mercado único.</P><br />
<P>Na conversa telefónica de hoje com a presidente da Comissão, que descreveu como &#8220;excelente&#8221;, o Presidente norte-americano disse ter sido abordado ainda o Médio Oriente, estando ambas as partes &#8220;totalmente unidas na convicção de que o Irão nunca será capaz de possuir uma arma nuclear&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Concordamos que um regime que assassina o seu próprio povo não pode controlar uma bomba capaz de matar milhões de pessoas&#8221;, concluiu Trump.</P><br />
<P> </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>LCE: Crystal Palace e Rayo Vallecano marcam encontro na final da prova</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 21:10:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Crystal Palace, estreante em competições europeias, e o Rayo Vallecano apuraram-se hoje para a final da Liga Conferência de futebol, constituindo esta uma primeira final europeia para ambos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Crystal Palace, estreante em competições europeias, e o Rayo Vallecano apuraram-se hoje para a final da Liga Conferência de futebol, constituindo esta uma primeira final europeia para ambos.</P><br />
<P>Para marcar presença no jogo decisivo, o clube inglês afastou os ucranianos do Shakhtar Donetsk, vencendo na primeira mão por 3-1 e hoje, em Inglaterra, por 2-1, enquanto os espanhóis garantiram a final com triunfos por 1-0 em casa do Estrasburgo e na receção de hoje aos franceses.</P><br />
<P>A final está agendada para as 20:00 de 27 de maio, na Red Bull Arena Leipzig, na Alemanha.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760160]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Troca de tiros entre forças iranianas e &#8220;inimigo&#8221; no estreito de Ormuz &#8211; media</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 21:09:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As forças armadas iranianas trocaram tiros com "o inimigo" norte-americano na ilha de Qeshm, no Estreito de Ormuz, noticiaram hoje os media estatais em Teerão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As forças armadas iranianas trocaram tiros com &#8220;o inimigo&#8221; norte-americano na ilha de Qeshm, no Estreito de Ormuz, noticiaram hoje os media estatais em Teerão. </P><br />
<P>Segundo a televisão estatal, as forças da República Islâmica abriram fogo em retaliação pelo &#8220;ataque militar dos Estados Unidos a um petroleiro iraniano&#8221; </P><br />
<P>A mesma fonte relatou anteriormente explosões na ilha iraniana de Qeshm, no Estreito de Ormuz.  </P><br />
<P>Após o ataque ao petroleiro, &#8220;as unidades inimigas no estreito foram alvejadas por mísseis iranianos e forçadas a fugir após sofrerem danos&#8221;, informou o canal de notícias IRIB, citando um oficial militar não identificado.  </P><br />
<P>As forças norte-americanas não se pronunciaram sobre as alegações dos media estatais com base em fontes anónimas. </P><br />
<P>A ilha de Qeshm é a maior ilha iraniana do Golfo Pérsico, com cerca de 150 mil habitantes, e alberga uma central de dessalinização de água. </P><br />
<P>Teerão mantém bloqueado o estreito de Ormuz, uma via navegável estratégica para o comércio global de combustíveis fósseis, desde 28 de fevereiro, data em que os Estados Unidos e Israel iniciaram uma guerra contra a República Islâmica que já fez milhares de mortos, sobretudo no seu território e no do Líbano, e abalou a economia mundial. </P><br />
<P>Washington, por sua vez, mantém o bloqueio aos portos iranianos, imposto a 13 de abril, cinco dias após a entrada em vigor de um cessar-fogo. </P><br />
<P>Teerão afirmou nos últimos dias estar a analisar as mais recentes propostas de Washington para o fim da guerra. </P><br />
<P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, garantiu na quarta-feira que Washington tem tido negociações &#8220;muito boas&#8221; com Teerão e considerou &#8220;muito possível&#8221; um acordo para pôr fim à guerra .</P><br />
<P>As suas declarações surgiram horas depois de ter decidido suspender a operação de escolta de navios presos desde fevereiro no Golfo Pérsico devido ao bloqueio iraniano em Ormuz, de forma a permitir que ambos os lados chegassem a um entendimento que pusesse fim ao conflito. </P><br />
<P>Os Estados Unidos e vários países do golfo Pérsico instaram hoje o Conselho de Segurança da ONU a exigir ao Irão que &#8220;deixe de impedir&#8221; a navegação no Estreito de Ormuz. </P><br />
<P>Esta pressão surge numa altura em que um projeto de resolução nesse sentido corre o risco de ser vetado. </P><br />
<P>&#8220;Acreditamos em princípios fundamentais, como a liberdade de navegação para todos os países do mundo. É isso que está em causa aqui&#8221;, declarou à imprensa o embaixador norte-americano na ONU, Mike Waltz, rodeado dos homólogos do Bahrein, da Arábia Saudita, dos Emirados Árabes Unidos, do Qatar e do Kuwait. </P><br />
<P>Há alguns dias, EUA e Bahrein apresentaram aos membros do Conselho de Segurança uma proposta de resolução estipulando que o Irão deve &#8220;cessar imediatamente todos os ataques e ameaças&#8221; a navios e &#8220;qualquer tentativa de impedir&#8221; a liberdade de navegação naquele estreito estratégico, incluindo &#8220;a colocação de minas&#8221; e a criação de &#8220;portagens ilegais&#8221;. </P><br />
<P>O texto exige igualmente que Teerão divulgue o número e a localização das minas e as remova e permita, além disso, a definição pela ONU de um &#8220;corredor humanitário&#8221;, em especial para a passagem de fertilizantes, para impedir uma fome global. </P><br />
<P>Em meados de março, o Conselho aprovou uma resolução muito firme contra Teerão, exigindo o &#8220;fim imediato&#8221; dos ataques aos vizinhos do golfo Pérsico e condenando o bloqueio do estreito de Ormuz. </P><br />
<P>A Rússia e a China abstiveram-se nessa ocasião, mas ambas vetaram depois, no início de abril, um texto que incentivava os Estados envolvidos a coordenarem esforços, &#8220;de natureza defensiva&#8221;, para garantir a liberdade de navegação. </P><br />
<P>E, segundo fontes diplomáticas, a Rússia, aliada da República Islâmica, indicou na quarta-feira estar preparada para bloquear o novo texto. </P><br />
<P>O Irão criou hoje uma agência governamental para fiscalizar e tributar as embarcações que procuram passagem pelo Estreito de Ormuz, informou uma empresa de dados marítimos. </P><br />
<P> </P><br />
<P>PDF (ANC/DMC) // RBF</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760159]]></sapo:autor>
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		<title>Morreu Carlos Brito antigo dirigente do Partido Comunista Português</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 21:04:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Lisboa 07 mai 2026 (Lusa) - O histórico dirigente do Partido Comunista Português Carlos Brito faleceu hoje aos 93 anos no hospital de Faro, confirmou à Lusa o médico e seu amigo pessoal Paulo Fidalgo.  ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Lisboa 07 mai 2026 (Lusa) &#8211; O histórico dirigente do Partido Comunista Português Carlos Brito faleceu hoje aos 93 anos no hospital de Faro, confirmou à Lusa o médico e seu amigo pessoal Paulo Fidalgo.  </P><br />
<P>Paulo Fidalgo, que foi um dos fundadores do Movimento Renovação Comunista, adiantou que Carlos Brito esteve internado no hospital de Faro recentemente devido a uma infeção respiratória e teve alta hospitalar na passada segunda-feira, já recuperado.</P><br />
<P>&#8220;Inesperadamente&#8221; morreu esta tarde na sua casa de Alcoutim, disse Paulo Fidalgo. </P><br />
<P>Carlos Brito foi um dos homens próximos de Álvaro Cunhal, que mais tarde fez parte do Movimento Renovação Comunista e acabou por ser expulso do PCP em 2022. </P><br />
<P>Líder da bancada parlamentar do PCP durante cerca de 15 anos, o histórico dirigente comunista foi também o  responsável pelo PCP em Lisboa no 25 de Abril e candidato presidencial do PCP.  </P><br />
<P>ATR/PMF // RBF</P><br />
<P>Lusa/Fim </P><br />
<P> </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760158]]></sapo:autor>
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		<title>LE: Aston Villa na final ao golear Nottingham de Vítor Pereira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 21:00:15 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os ingleses do Aston Villa qualificaram-se hoje para a final da Liga Europa em futebol, marcando encontro com os alemães do Friburgo, ao golearem em casa os compatriotas do Nottingham Forest, de Vítor Pereira, por 4-0.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os ingleses do Aston Villa qualificaram-se hoje para a final da Liga Europa em futebol, marcando encontro com os alemães do Friburgo, ao golearem em casa os compatriotas do Nottingham Forest, de Vítor Pereira, por 4-0.</P><br />
<P>Ole Watkins, aos 36 minutos, Emiliano Buendía, aos 58, de grande penalidade, e John McGinn, aos 77 e 80, selaram o triunfo do conjunto de Birmingham, que tinha perdido por 1-0 em Nottingham, na primeira mão das meias-finais.</P><br />
<P>Na final, marcada para 20 de maio, em Istambul, na Turquia, os ingleses vão defrontar o Friburgo, que, na outra meia-final, eliminou o Sporting de Braga, ao vencer em casa os &#8216;arsenalistas&#8217; por 3-1, após o desaire por 2-1 em Portugal.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760155]]></sapo:autor>
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		<title>LE: Sporting de Braga falha final da Liga Europa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 20:57:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Sporting de Braga falhou hoje o apuramento para a final da Liga Europa em futebol, ao perder por 3-1 no reduto dos alemães do Friburgo, em encontro da segunda mão das meias-finais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Sporting de Braga falhou hoje o apuramento para a final da Liga Europa em futebol, ao perder por 3-1 no reduto dos alemães do Friburgo, em encontro da segunda mão das meias-finais.</P><br />
<P>Golos de Lukas Kübler, aos 19 e 72 minutos, e Johan Manzambi, aos 41, deram a volta ao triunfo caseiro por 2-1 dos &#8216;arsenalistas&#8217;, que atuaram com 10 desde os seis, por expulsão de Dorgeles, e reduziram aos 79, por Pau Víctor.</P><br />
<P>Na final, marcada para 20 de maio, em Istambul, na Turquia, o Friburgo vai defrontar os ingleses do Aston Villa ou do Nottingham Forest, de Vítor Pereira.</P><br />
<P></P></p>
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		<title>Lula da Silva afirma que assuntos que pareciam tabus foram discutidos com Trump</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 20:36:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente brasileiro Lula da Silva, afirmou hoje, que discutiu com o presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, temas que pareciam tabus e mencionou o crime organizado. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente brasileiro Lula da Silva, afirmou hoje, que discutiu com o presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, temas que pareciam tabus e mencionou o crime organizado. </P><br />
<P>O líder de esquerda disse que o Brasil está disposto a construir um &#8220;grupo forte&#8221; de combate ao crime organizado com todos os paises da América Latina, e criticou o que chamou de &#8220;hegemonia&#8221; de um país sobre o outro.</P><br />
<P>&#8220;Eu falei ao Presidente Trump: &#8216;muitas vezes, os Estados Unidos falavam em combater o crime organizado, a questão das drogas, tentando ter base militar dento dos outros países'&#8221;, declarou em conferência de imprensa em Washington. </P><br />
<P>&#8220;Quando na verdade, para você fazer com que os outros paises deixem de plantar e fabricar o que a chama de drogas, é preciso criar alternativa econômicas pra estes países (&#8230;) Nós temos que incentivar a plantar a outras coisas e comprar&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>O chefe do Executivo do Brasil afirmou ainda que &#8220;parte das armas que chegam no Brasil saem dos Estados Unidos&#8221; e que existe lavagem de dinheiro feitas nos EUA.</P><br />
<P>&#8220;O Brasil está preparado para discutir com qualquer país do mundo sobre qualquer assunto. Não tem assunto proibido. A única coisa que não vamos abrir mão é da nossa democracia e da nossa soberania&#8221;, declarou. </P><br />
<P>O chefe do Executivo do Brasil e os cinco ministros que o acompanharam em Washington elogiaram a todo o tempo o encontro, avaliando a todo momento como positivo a reunião de três horas na Casa Branca. </P><br />
<P>As autoridades brasileiras e norte-americana discutiram comércio bilateral, tarifas impostas pelo governo norte-americano aos produtos brasileiros, cooperação transnacional no combate ao crime organizado e lavagem de dinheiro, e sobre os minerais críticos e terras raras. </P><br />
<P>Lula da Silva declarou ainda que saiu muito satisfeito da reunião e disse que aconselhou o presidente Trump a sorrir, e que a reunião demorou porque os dois estavam gostando. </P><br />
<P>&#8220;Eu saio daqui com a ideia de que nós demos um passo importante na consolidação da relação democrática e histórica que o Brasil têm com os Estados Unidos&#8221;, declarou Lula em conferência de imprensa.</P><br />
<P>&#8220;É importante que os EUA voltem a ter interesse nas coisas no Brasil. Eu disse para ele [Trump] que as vezes fazemos licitações internacionais sobre construção de rodovias, e os EUA não participa. E quem participa são os Chineses&#8221;, declarou.</P><br />
<P>Questionado, Lula da Silva respondeu ainda que não foi discutido a classificação de organizações criminosas brasileiras como terroristas, a exemplo do Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV).</P><br />
<P>Atualmente, a Casa Branca avalia classificar o PCC e CV como organizações terroristas, o que incomoda o Palácio do Planalto, que teme a interferência da Casa Branca sobre a soberania do Brasil. </P><br />
<P>Lula da Silva disse ainda que o PIX, modelo de transferência bancária muito popular no Brasil, desenvolvida pelo Banco Central do Brasil, não entrou na discussão na Casa Branca. </P><br />
<P>&#8220;Eu até trouxe o Dario Durigan [ministro da Fazenda) para a reunião. Como o Trump não perguntou do Pix, eu também não falei. E eu espero que um dia o Trump faça um PIX&#8221;, brincou.</P><br />
<P>Logo após o término do encontro, Trump usou as suas redes sociais para elogiar o político brasileiro ao chamá-lo de &#8220;muito dinâmico&#8221; e dizer que a reunião entre os dois correu bem. </P><br />
<P>&#8220;Acabo de concluir minha reunião com Luiz Inácio Lula da Silva, o muito dinâmico presidente do Brasil. Discutimos muitos temas, incluindo comércio e, especificamente, tarifas&#8221;, escreveu Trump.</P><br />
<P>&#8220;A reunião foi muito boa. Nossos representantes devem se reunir para tratar de alguns pontos-chave. Novos encontros serão marcados nos próximos meses, conforme necessário&#8221;, diz o texto.</P><br />
<P>Lula da Silva dembarcou em Washington na noite de quarta-feira acompanhado dos ministros de Relações Exteriores, Mauro Vieira, da Fazenda, Dario Durigan, de Minas e Energia, Alexandre Silveira, além do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Márcio Elias. </P><br />
<P>Completam a comitiva ainda o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, além do chefe da Polícia Federal brasileira, Andrei Rodrigues. </P><br />
<P>O encontro entre os dois líderes das duas maiores democracias do ocidente acontece após um ano tenso da política de tarifas dos EUA sobre o Brasil e atritos diplomáticos entre os dois países.</P><br />
<P>Na programação, os presidentes tiveram uma reunião bilateral no Salão Oval na Casa Branca e, na sequência, um almoço de trabalho.</P><br />
<P>Tanto Trump quanto Lula da Silva postaram fotos do encontro nas redes sociais, o que afastou a possibilidade de encontro tenso entre os chefes dos dois países. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760151]]></sapo:autor>
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		<title>I Liga: Otamendi castigado com um jogo, Rui Costa suspenso 25 dias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 20:00:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O futebolista Nicolas Otamendi, capitão do Benfica, foi hoje suspenso por um jogo pelo Conselho de Disciplina (CD) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), que ainda castigou Rui Costa com uma suspensão de 25 dias.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O futebolista Nicolas Otamendi, capitão do Benfica, foi hoje suspenso por um jogo pelo Conselho de Disciplina (CD) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), que ainda castigou Rui Costa com uma suspensão de 25 dias.</P><br />
<P>Na divulgação do mapa de castigos referentes à 32.ª jornada, Otamendi levou o castigo &#8216;mínimo&#8217; pela expulsão em Vila Nova de Famalicão, pelo que o central falhará o jogo de segunda-feira com o Sporting de Braga, mas pode regressar na última ronda.</P><br />
<P>O rescaldo do empate do Benfica em casa do Famalicão (2-2) teve ainda consequências para o presidente das &#8216;águias&#8217;, com Rui Costa multado (4.210 euros) e suspenso por &#8220;lesão da honra e reputação&#8221;.</P><br />
<P>Em causa estão as palavras do dirigente à equipa de arbitragem no túnel de acesso aos balneários, com o árbitro Gustavo Correia a indicar que Rui Costa disse: &#8220;Isto é uma roubalheira! És uma vergonha, tem vergonha na cara! Ladrão! És um ladrão&#8221;.</P><br />
<P>O CD da FPF também comunicou hoje a abertura de processo disciplinar ao diretor para o futebol do Benfica, Mário Branco, com uma suspensão preventiva de 20 dias, e uma multa ao treinador José Mourinho, por atraso na chegada à &#8216;flash interview&#8217;.</P><br />
<P>O jogo em Vila Nova de Famalicão também resultou na suspensão por uma partida do médio internacional colombiano Richard Ríos, que falha, igualmente, a receção aos bracarenses, por ter visto o nono cartão amarelo na I Liga.</P><br />
<P>Em outras decisões hoje comunicadas pelo CD, o já campeão FC Porto foi sancionado em pouco mais de 28.000 euros em multas, no jogo em que recebeu o Alverca e garantiu o 31.º título de campeão nacional, na maioria dos processos por comportamento dos adeptos.</P><br />
<P>O comunicado refere também que decorre um processo sumário, envolvendo Sporting e Benfica e ainda referente ao dérbi da 30.ª jornada, e que já levou à abertura de um processo disciplinar ao emblema &#8216;leonino&#8217;.</P><br />
<P>A I Liga tem entre domingo e segunda-feira agendada a penúltima jornada, num momento em que Benfica e Sporting, igualados com 76 pontos, lutam pela segunda posição, com os &#8216;encarnados&#8217;, com vantagem no confronto direito, a receberem o Sporting de Braga e os &#8216;leões&#8217; a visitarem o Rio Ave.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760134]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Portugal vai exigir visto de residência para estudo aos estrangeiros que entram nas escolas portugueses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 19:58:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[ Lisboa, 07 mai 2026 (Lusa) -- O Governo português vai passar a exigir visto consular de residência para estudo aos estudantes inscritos nas escolas portuguesas, uma situação que tem criado vários problemas na entrada e regularização de alunos lusófonos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P> O Governo português vai passar a exigir visto consular de residência para estudo aos estudantes inscritos nas escolas portuguesas, uma situação que tem criado vários problemas na entrada e regularização de alunos lusófonos.</P><br />
<P>O diploma foi hoje anunciado no comunicado divulgado após o Conselho de Ministros e altera &#8220;o regime de acesso a autorizações de residência para estudo, exigindo-se a emissão de um visto consular prévio para esse efeito&#8221;.</P><br />
<P>Até agora, os alunos concorriam a instituições portuguesas e só depois de a matrícula ser feita em solo nacional é que preenchiam requisitos para pedir autorização de residência em Portugal, apesar de estarem no país sem visto ou com visto de turismo.</P><br />
<P>Esta situação colocou em risco muitos estudantes lusófonos, nomeadamente no caso da Guiné-Bissau, que entravam com visto de turismo e o comprovativo da candidatura bem sucedida à instituição, mas eram depois retidos na fronteira pelas autoridades.</P><br />
<P>No caso dos estudantes brasileiros, como o país está isento de visto, os alunos entravam no país sem problemas mas depois de matriculados tinham dificuldades no acesso à autorização de residência, por estarem já em Portugal.</P><br />
<P>Na segunda-feira, o presidente da Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA) admitiu alargar o processo de migração regulada, destinado a empresas, a outras áreas, como a educação, para evitar detenções no aeroporto de estudantes lusófonos.</P><br />
<P>Num colóquio em Lisboa, Pedro Portugal Gaspar foi confrontado com a detenção regular no aeroporto de guineenses que vêm estudar para Portugal com documentos em falta.</P><br />
<P> &#8220;A Guiné-Bissau tem vários episódios&#8221; e é &#8220;sempre com a Guiné-Bissau&#8221;, mas &#8220;há a necessidade de maior sincronização com a rede consular&#8221;, admitiu então o dirigente da AIMA.</P><br />
<P> </P><br />
<P>PJA // ZO</P><br />
<P>Lusa/Fim</P><br />
<P> </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760131]]></sapo:autor>
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		<title>Governo altera regime de asilo e de gestão de fronteiras para cumprir pacto europeu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 19:44:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo anunciou hoje a aprovação de propostas de lei que alteram os regimes de concessão de asilo e de controlo de fronteiras, alinhando-os com o Pacto Europeu em matérias de Migração e Asilo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo anunciou hoje a aprovação de propostas de lei que alteram os regimes de concessão de asilo e de controlo de fronteiras, alinhando-os com o Pacto Europeu em matérias de Migração e Asilo.</P><br />
<P>As alterações à legislação do asilo e da lei de estrangeiros constam do comunicado divulgado após a reunião do Conselho de Ministros no qual é referido que o Governo &#8220;aprovou uma proposta de Lei que altera o regime de concessão de asilo e proteção internacional&#8221; e um outro diploma que &#8220;reforma o regime de controlo nas fronteiras externas e de gestão da imigração&#8221;.</P><br />
<P>O pacto europeu define o conjunto de políticas migratórias autorizadas para os Estados-membros, endurecendo as regras em relação ao que já existia, mas permitindo liberdade a cada país para definir as suas próprias regras.</P><br />
<P>Sobre o asilo, o Conselho de Ministros refere que o diploma português &#8220;reformula os procedimentos de apreciação dos pedidos, ajusta prazos e conceitos e introduz mecanismos europeus como a recolocação e a reinstalação de requerentes, bem como programas de admissão humanitária&#8221;, mas sem explicar quais os procedimentos em concreto.</P><br />
<P>Este diploma &#8220;procede ainda à transposição das novas regras europeias sobre condições de acolhimento, clarificando direitos dos requerentes, incluindo acesso ao trabalho, educação e alojamento, e reforçando a proteção de menores, sobretudo não acompanhados, assegurando maior coerência, eficiência e segurança jurídica no sistema nacional de proteção internacional&#8221;.</P><br />
<P>Sobre o controlo de fronteiras, o &#8220;diploma introduz um procedimento obrigatório de triagem de cidadãos de países terceiros, reforça os mecanismos de decisão rápida sobre pedidos de proteção internacional apresentados na fronteira e cria um regime específico de regresso para quem veja esses pedidos recusados&#8221;.</P><br />
<P>Sem referir que alterações em concreto estão previstas, o conselho de ministros refere que são &#8220;definidas regras para centros de triagem, prazos mais curtos, garantias reforçadas para pessoas vulneráveis, em especial menores&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A iniciativa inclui também a transposição das novas regras europeias sobre autorização única de residência e trabalho, simplificando procedimentos e reforçando direitos dos trabalhadores estrangeiros, assegurando maior eficácia, articulação e segurança jurídica na gestão dos fluxos migratórios&#8221;.</P><br />
<P>A autorização única de residência e trabalho corresponde a uma diretiva que entra em vigor no final do mês e que estabelece regras sobre mudança de emprego, renovação de documentos e define modelos para combater casos de exploração laboral.</P><br />
<P> </P></p>
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