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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Já não querem ser astronautas ou médicos: 60% das crianças sonham ser estrelas do TikTok e do YouTube, revela estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 17:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
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		<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
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					<description><![CDATA[Investigação recente indica que crianças tão novas como sete anos já apontam as redes sociais como inspiração direta para o futuro profissional]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante décadas, a resposta vinha quase automática: quando crescessem, muitas crianças queriam ser astronautas, médicos, professores, futebolistas ou cientistas. Hoje, há uma nova profissão a entrar cedo no imaginário infantil: influencer.</p>
<p>Segundo o &#8216;Daily Mail&#8217;, uma investigação recente indica que crianças tão novas como sete anos já apontam as redes sociais como inspiração direta para o futuro profissional. Em alguns casos, quando os investigadores perguntaram o que queriam ser quando crescessem, os alunos limitaram-se a desenhar o logótipo do TikTok ou do YouTube.</p>
<p>O estudo, conduzido por investigadores que entrevistaram alunos nos Estados Unidos e na Noruega, mostra que 60% dos estudantes do ensino básico e secundário dizem querer ser influencers ou admitem ter escolhido a futura carreira com base no que veem nas redes sociais.</p>
<p><strong>“São famosos” e “ganham muito dinheiro”</strong></p>
<p>As razões dadas pelas crianças são reveladoras. Muitas associam os criadores de conteúdo à fama, ao dinheiro e à visibilidade. Para uma geração que cresceu rodeada de vídeos curtos, rotinas filmadas, desafios virais e vidas aparentemente perfeitas no ecrã, ser influencer surge como uma carreira tão concreta como ser jogador de futebol ou cantor.</p>
<p>O fenómeno não se limita a crianças muito pequenas. Entre os alunos mais velhos continuam a surgir profissões tradicionais, como eletricista, engenheiro, professor ou soldador, mas a influência das redes sociais aparece de forma transversal. Mesmo quando não querem ser famosos, muitos estudantes dizem ter descoberto uma profissão através de conteúdos online.</p>
<p><strong>Quando o YouTube substitui a orientação vocacional</strong></p>
<p>Desde 2021, os investigadores têm entrevistado alunos do ensino básico, médio e secundário nos Estados Unidos, e desde 2024 alargaram o trabalho à Noruega. No estudo mais recente, ouviram 80 crianças entre os sete e os 11 anos, 140 alunos do ensino médio e secundário no Wisconsin e mais de 60 crianças de idades semelhantes na Noruega.</p>
<p>As respostas mostraram semelhanças entre os dois países. Matthew Simoneau, professor da Universidade do Wisconsin e autor principal do artigo, contou no &#8216;The Conversation&#8217; que uma criança do segundo ano na Noruega desenhou um logótipo do YouTube quando lhe perguntaram o que queria ser. Quando a mesma pergunta foi feita a crianças no Wisconsin, as respostas foram muitas vezes parecidas.</p>
<p><strong>Influencer, mesmo sem saber influenciar o quê</strong></p>
<p>O detalhe mais curioso é que algumas crianças escreviam simplesmente “influencer”, sem explicar quem queriam influenciar ou sobre que tema. Para os investigadores, isso mostra que o apelo da profissão está muitas vezes menos ligado ao conteúdo e mais à imagem pública: ser visto, ser seguido, ser reconhecido.</p>
<p>Ainda assim, o contacto com redes sociais nem sempre teve efeitos negativos. Um aluno de uma zona rural, por exemplo, disse que queria ser biólogo marinho depois de ver conteúdos online, apesar de viver a mais de 2.000 quilómetros do oceano. Neste caso, a internet abriu uma janela para uma profissão que dificilmente faria parte do seu quotidiano.</p>
<p><strong>O risco de vender fama como carreira</strong></p>
<p>O problema, alertam os investigadores, é que a maioria das crianças não vê o lado menos glamoroso da profissão. A vida de influencer é apresentada como uma mistura de fama, dinheiro fácil, viagens e produtos gratuitos, mas a realidade é muito mais instável.</p>
<p>Mesmo entre os criadores de conteúdo que conseguem construir uma audiência, mais de metade dos produtores nos Estados Unidos ganha menos de 15 mil dólares por ano, cerca de 13.900 euros. Ou seja, a profissão existe, mas está longe de ser uma promessa segura de rendimento, estabilidade ou sucesso.</p>
<p><strong>As escolas estão a ficar para trás</strong></p>
<p>Para Simoneau, o estudo revela também um problema nas escolas: muitos programas de orientação vocacional continuam presos a modelos antigos. No Wisconsin, por exemplo, os estabelecimentos de ensino são obrigados a fornecer planeamento de carreira a alunos entre o sexto e o nono ano, com questionários online anuais.</p>
<p>Mas os estudantes dizem que esses programas são repetitivos, pouco úteis e desligados da realidade. Uma aluna que já tinha sido aceite num curso de enfermagem contou que o teste lhe sugeriu ser camionista. Para os investigadores, este desfasamento abre espaço para que as redes sociais preencham o vazio deixado pela escola.</p>
<p><strong>Redes sociais competem com a educação formal</strong></p>
<p>A conclusão é clara: se a escola não consegue falar de futuro numa linguagem próxima dos alunos, as redes sociais acabam por fazê-lo. TikTok, YouTube e Instagram não são apenas entretenimento; estão a moldar expectativas, referências e ambições profissionais.</p>
<p>Isso não significa que todas as crianças que querem ser influencers devam ser desencorajadas. A criação de conteúdo envolve comunicação, criatividade, edição, marketing, escrita, imagem e capacidade empresarial. Mas, para os investigadores, é essencial que os jovens compreendam também os riscos: precariedade, exposição pública, pressão psicológica, instabilidade financeira e dependência de algoritmos.</p>
<p><strong>O que os pais podem fazer</strong></p>
<p>O &#8216;Daily Mail&#8217; recorda ainda que crianças muito pequenas já usam redes sociais, o que reforça a importância do acompanhamento parental. Especialistas recomendam o uso de controlos parentais, limites de tempo de ecrã e, sobretudo, conversas abertas sobre o que os filhos veem online.</p>
<p>A recomendação mais importante talvez seja não tratar a internet apenas como ameaça ou distração. Para muitas crianças, é já o lugar onde descobrem profissões, pessoas, estilos de vida e possibilidades. O desafio é ajudá-las a separar inspiração de ilusão.</p>
<p>No fundo, a pergunta “o que queres ser quando cresceres?” continua a ser a mesma. O que mudou foi o espelho. Antes, muitas crianças olhavam para livros, televisão, família ou professores. Agora, olham para ecrãs onde pessoas aparentemente comuns parecem transformar a própria vida em profissão. E é aí que a escola e os pais terão de voltar a entrar na conversa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784936]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Incêndios: Fogo em área florestal de Santo Tirso mobiliza mais de 100 operacionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 16:58:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de 100 operacionais e dois meios aéreos combatem um incêndio florestal no concelho de Santo Tirso, distrito do Porto, revela a página da Proteção Civil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Mais de 100 operacionais e dois meios aéreos combatem um incêndio florestal no concelho de Santo Tirso, distrito do Porto, revela a página da Proteção Civil.</P><br />
<P>O alerta para o incêndio, que lavra na União das Freguesias de Carreira e Refojos de Riba de Ave, foi dado às 15:22, assinala a página da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil. </P><br />
<P>Pelas 17:45, a página da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) indicava que estavam 116 operacionais no terreno, apoiados por 33 veículos e dois meios aéreos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785569]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: Treino de Portugal arranca com oito jogadores no ginásio, incluindo Ronaldo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 16:25:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A seleção portuguesa continuou hoje a preparar o duelo com a Espanha, dos oitavos de final do Mundial2026 de futebol, com um treino em que oito jogadores, incluindo Cristiano Ronaldo, fizeram apenas recuperação na parte inicial da sessão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Luís Garoupa e António João Oliveira, enviados da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Toronto, Canadá, 04 jul 2026 (Lusa) &#8212; A seleção portuguesa continuou hoje a preparar o duelo com a Espanha, dos oitavos de final do Mundial2026 de futebol, com um treino em que oito jogadores, incluindo Cristiano Ronaldo, fizeram apenas recuperação na parte inicial da sessão.</P><br />
<P>No Centennial Park, nos arredores de Toronto, no Canadá, Portugal regressou aos treinos abertos à comunicação social, pelo menos os primeiros 15 minutos, com apenas três dos 11 jogadores que foram titulares perante a Croácia (2-1), no embate dos 16 avos de final, a subirem ao relvado.</P><br />
<P>João Cancelo, Vitinha e Bruno Fernandes fizeram os habituais exercícios de aquecimento no relvado, juntamente com os restantes convocados do selecionador Roberto Martínez, enquanto o guarda-redes Diogo Costa, Nuno Mendes, Rúben Dias, Renato Veiga, João Neves, Pedro Neto, Rafael Leão e Cristiano Ronaldo começaram a sessão no ginásio.</P><br />
<P>De acordo com a Federação Portuguesa de Futebol, era esperado que durante o treino, já sem a comunicação social no local, Roberto Martínez tivesse à sua disposição no relvado os 27 jogadores que trouxe para o Campeonato do Mundo.</P><br />
<P>Durante o período que o apronto foi aberto, com mais de mil pessoas espalhadas pelo recinto, na esperança de ver ao vivo os jogadores da seleção nacional, Ronaldo ainda saiu durante alguns segundos do ginásio para a acenar a um grupo de adeptos que estava no local com a bandeira de Portugal, mas também da Madeira.</P><br />
<P>Entre miúdos e graúdos e entre emigrantes, lusodescendentes ou habitantes locais, alguns adeptos foram percorrendo a área à volta do campo de treino, que estava vedada com uma longa tarja negra, na tentativa de arranjar um local em que fosse possível ser um pedaço do relvado.</P><br />
<P>A estratégia de uns passava por deitarem-se o máximo possível no chão para tentar arranjar uma forma de ver o treino debaixo da tarja, enquanto outros foram tentado &#8216;inventar&#8217; pirâmides humanas para observar por cima.</P><br />
<P>Por essa razão, a polícia local teve de alargar o perímetro de segurança e acabou por afastar esses adeptos das grades.</P><br />
<P>Outros adeptos preferiram manter-se numa zona com acesso visual ao autocarro que transposta a comitiva lusa, com a esperança de ver os jogadores e quem sabe ter um aceno ou até mesmo um autógrafo.</P><br />
<P>Durante a tarde, a seleção portuguesa abandona solo canadiano e viaja até a Dallas, cidade situada a cerca de 30 quilómetros de Arlington, local que vai receber o duelo ibérico dos &#8216;oitavos&#8217;.</P><br />
<P>O jogo entre Portugal e Espanha está agendado para segunda-feira no Estádio AT&amp;T, em Arlington, com início agendado para as 14:00 locais (20:00 em Lisboa).</P><br />
<P>O Mundial2026, o primeiro com 48 seleções, decorre até 19 de julho, nos Estados Unidos, no México e no Canadá.</P><br />
<P></P><br />
<P>LG/AJO // MO</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785568]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>REPORTAGEM: Calor limita festejos da Independência em Washington, mas não trava onda patriótica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 16:01:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O calor extremo que atinge Washington interrompeu várias celebrações do Dia da Independência, mas não travou o patriotismo pelas ruas da capital, onde milhares de pessoas comemoram vestidas dos pés à cabeça com as cores da bandeira norte-americana.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Marta Moreira, da agência Lusa, em Washington ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Washington, 04 jul 2026 (Lusa) &#8211; O calor extremo que atinge Washington interrompeu várias celebrações do Dia da Independência, mas não travou o patriotismo pelas ruas da capital, onde milhares de pessoas comemoram vestidas dos pés à cabeça com as cores da bandeira norte-americana. </P><br />
<P>De crianças a idosos, passando por animais de estimação, a indumentária de praticamente todos os que circulavam durante a manhã de hoje junto ao extenso parque do &#8216;National Mall&#8217; incluía as cores vermelho, azul e branco.</P><br />
<P>Além da paleta de cores, também não faltaram as mensagens de patriotismo: &#8220;Este é o melhor país do mundo&#8221;, &#8220;Viva a América&#8221; e &#8220;250 anos de Independência&#8221; eram algumas das palavras gravadas em camisolas e bandeiras exibidas por cidadãos orgulhosos.</P><br />
<P>A Lusa falou com norte-americanos que se deslocaram de estados como o Utah, Florida ou Michigan que disseram querer acompanhar de perto aqueles que seriam os maiores festejos do país. </P><br />
<P> No entanto, no rosto estava-lhes estampado o desespero devido ao calor impiedoso que atinge a Costa Leste e Centro-Oeste dos EUA e qualquer sombra passou a ser paragem obrigatória.</P><br />
<P>Em Washington DC, as máximas vão rondar aos 40 graus, o que levou as autoridades a tomar decisões difíceis em prol da segurança do público, como cancelar o grande desfile agendado para hoje, uma das principais atrações do dia. </P><br />
<P>Eram esperados mais de 4.000 artistas, membros de bandas, dançarinos, organizações culturais, carros alegóricos, balões gigantes e militares em representação de todos os 50 estados do país. </P><br />
<P>Seria um grande desfile patriótico, com a organização a estimar a presença de cerca de 250 mil pessoas, um número muito difícil de atingir ao longo do dia de hoje, especialmente devido à grave onda de calor.</P><br />
<P>Na sexta-feira, temperaturas semelhantes às de hoje levaram a que mais de 40 pessoas precisassem de atendimento médico na Grande Feira Estadual Americana, outro dos principais eventos das celebrações da independência na capital. </P><br />
<P>Essa mostra chegou a estar suspensa na sexta-feira, durante várias horas, devido ao calor excessivo. </P><br />
<P>Apesar da programação ter sido severamente afetada face às condições meteorológicas, parte da programação ainda se mantém, como a &#8220;Saudação à América&#8221;, um evento que contará com um longo discurso do próprio Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. </P><br />
<P>Também o tradicional espetáculo de fogo de artifício continua agendado para o final da noite, naquele que promete ser o maior espetáculo pirotécnico da história norte-americana. </P><br />
<P>O feriado de 04 de julho nos EUA é tradicionalmente caracterizado por muitas atividades ao ar livre &#8211; com churrascos em jardins e parques, desfiles comunitários e fogos de artifício à noite. E, por isso, milhões de norte-americanos não terão o fim de semana que esperavam devido às elevadas temperaturas. </P><br />
<P>Mais de 165 milhões de pessoas estão a ser afetadas por temperaturas recorde no país, segundo o Serviço Nacional de Meteorologia. </P><br />
<P>Também em Filadélfia, onde a Declaração de Independência foi assinada, o calor extremo levou os organizadores a cancelar o grande  desfile que estava programado.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785567]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Apocalipse com interiores de luxo: os bunkers subterrâneos onde os ricos querem sobreviver ao fim do mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 16:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Há quem prepare o fim do mundo com enlatados, garrafões de água e uma lanterna. E há quem o faça com bunkers subterrâneos do tamanho de hangares, quartos privados, zonas comuns, árvores artificiais, entre outros luxos...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há quem prepare o fim do mundo com enlatados, garrafões de água e uma lanterna. E há quem o faça com bunkers subterrâneos do tamanho de hangares, quartos privados, zonas comuns, árvores artificiais, iluminação que imita o ciclo do dia e da noite e acabamentos comparáveis aos de um jato privado.</p>
<p>Segundo o &#8216;Daily Mail&#8217;, o arquiteto britânico Philip Pauley tem trabalhado no desenho de estruturas subterrâneas pensadas para resistir a cenários extremos, de guerra nuclear a pandemias, impactos de asteroides, colapso climático ou falência do sistema alimentar global. Os clientes, diz, incluem governos, estruturas militares e indivíduos de elevado património.</p>
<p>Pauley apresenta-se como “arquiteto de resiliência operacional” e fundou a Pauley Interactive, uma consultora ligada a tecnologias imersivas. O seu percurso passou por aconselhamento a estruturas estratégicas da Marinha dos Estados Unidos e por parcerias com a BAE Systems, uma das maiores empresas de defesa do mundo.</p>
<p><strong>Não basta sobreviver três meses</strong></p>
<p>O problema, na sua perspetiva, é que muitos bunkers atualmente projetados pensam a sobrevivência em termos demasiado curtos. Alguns sistemas, diz, estão desenhados para aguentar apenas três meses; outros, no limite, talvez um ano. Para Pauley, isso pode não chegar.</p>
<p>O arquiteto defende que certos cenários obrigam a pensar em anos de permanência debaixo da terra. Se um asteroide de grandes dimensões atingisse o planeta, argumenta, a superfície poderia ficar imprópria para a vida durante uma década ou mais. A lista de ameaças que apresenta inclui ainda guerra termonuclear, uma nova pandemia mutante, alterações climáticas fora de controlo e o colapso das cadeias alimentares.</p>
<p><strong>Mundos fechados debaixo da terra</strong></p>
<p>A ambição é construir sistemas de “ciclo fechado”, capazes de manter pessoas vivas durante longos períodos sem depender continuamente do exterior. Na prática, isso significa replicar alguns processos essenciais da Terra dentro de uma estrutura subterrânea: produção de alimentos, reciclagem de água, filtragem de ar, controlo de dióxido de carbono, gestão de resíduos e estabilidade psicológica.</p>
<p>A comparação mais próxima seria a Estação Espacial Internacional, mas mesmo esse exemplo não é totalmente fechado: continua a precisar de abastecimento vindo do exterior e de remoção de resíduos. O objetivo de Pauley é mais radical: habitats subterrâneos que consigam funcionar durante anos, quase como pequenos ecossistemas artificiais.</p>
<p><strong>O luxo como ferramenta de sobrevivência</strong></p>
<p>A palavra “bunker” ainda evoca corredores de betão, beliches metálicos e comida enlatada. Mas os projetos dirigidos aos super-ricos seguem outra lógica. Pauley descreve espaços “opulentos e acolhedores”, com ambientes brancos e luminosos, vegetação, zonas de convívio, quartos privados e janelas artificiais capazes de simular paisagens exteriores.</p>
<p>A preocupação não é apenas estética. Viver anos sem acesso à superfície pode ter efeitos psicológicos profundos. Por isso, estes espaços tentam reduzir a sensação de confinamento, criando ambientes que imitam luz natural, ciclos de dia e noite e alguma ligação visual ao mundo exterior, mesmo que essa ligação seja fabricada por ecrãs.</p>
<p><strong>Peixe, plantas e uma dieta pouco glamorosa</strong></p>
<p>Apesar do luxo, o menu do apocalipse dificilmente será de estrela Michelin. Para prolongar a autonomia, os bunkers podem incluir hortas hidropónicas e sistemas de aquaponia, onde plantas e peixes fazem parte do mesmo circuito produtivo. Pauley fala ainda em grandes tanques de peixe com espécies comestíveis, combinados com sistemas de reciclagem e purificação.</p>
<p>Mesmo assim, o arquiteto admite que quem quiser sobreviver durante anos terá de abdicar de muita coisa. Sem criação animal convencional, a dieta tenderá a ser maioritariamente vegetariana, complementada por peixe, proteína de inseto e micoproteína, o tipo de proteína produzida a partir de fungos e usada em produtos como o Quorn.</p>
<p><strong>Centenas de milhões sob segredo</strong></p>
<p>Este tipo de construção não está ao alcance da maioria. Segundo o &#8216;Daily Mail&#8217;, os projetos podem custar centenas de milhões antes sequer de serem equipados, e são desenvolvidos sob forte sigilo. Os clientes não querem publicidade, mapas ou fotografias dos locais onde planeiam esconder-se quando tudo correr mal.</p>
<p>Pauley garante que há muita atividade neste setor, mas para um grupo muito restrito. Na sua descrição, há vários projetos em curso, embora os detalhes permaneçam protegidos por confidencialidade. A sobrevivência de luxo, por enquanto, continua reservada a militares, governos e uma elite económica capaz de tratar o fim do mundo como mais um investimento imobiliário.</p>
<p><strong>Uma “arca de Noé” para poucos</strong></p>
<p>O próprio arquiteto admite que não é realista construir bunkers capazes de abrigar toda a humanidade, ou sequer um país inteiro. A sua ideia é mais limitada e mais inquietante: criar uma espécie de “banco de sementes humano”, um grupo capaz de permanecer protegido até que as condições à superfície voltem a ser habitáveis.</p>
<p>A metáfora que usa é a da semente: pode ficar inativa durante anos e voltar a germinar quando o ambiente permite. Aplicada à humanidade, a imagem é poderosa, mas também incómoda. Quem entraria nesse “banco de sementes”? Quem ficaria de fora? E quem decidiria?</p>
<p><strong>Preparação ou paranoia?</strong></p>
<p>Pauley insiste que isto não é alarmismo, mas preparação. Aponta para asteroides monitorizados, tensões geopolíticas, risco nuclear, pandemias e instabilidade climática como sinais de que o planeta não está a tornar-se mais previsível. Para ele, pensar em soluções de longo prazo é uma forma de responsabilidade.</p>
<p>Mas a história também expõe uma desigualdade difícil de ignorar. Enquanto a maioria das pessoas lida com inflação, habitação, energia e saúde, uma minoria ultrarrica prepara refúgios subterrâneos com orçamentos de centenas de milhões. No fim do mundo, até a sobrevivência pode ter classe executiva.</p>
<p>E talvez seja essa a imagem mais perturbadora: se a superfície se tornar inabitável, alguns imaginam um futuro debaixo da terra com árvores artificiais, luz simulada e tanques de peixe. Não é exatamente esperança. É o apocalipse com interiores de luxo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784939]]></sapo:autor>
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		<title>Líderes da UE destacam &#8220;amizade duradoura&#8221; com EUA no seu 250.º aniversário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 15:55:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os líderes da União Europeia (UE) destacaram hoje a "amizade duradoura" entre o bloco comunitário e os Estados Unidos da América (EUA), ao celebrarem o 250.º aniversário da independência da nação norte-americana.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os líderes da União Europeia (UE) destacaram hoje a &#8220;amizade duradoura&#8221; entre o bloco comunitário e os Estados Unidos da América (EUA), ao celebrarem o 250.º aniversário da independência da nação norte-americana.</P><br />
<P>&#8220;Hoje, juntamo-nos aos nossos amigos estado-unidenses para celebração os 250 anos de independência (&#8230;). A Estátua da Liberdade continua a ser o símbolo perdurável dessa amizade duradoura. Por isso que, esta noite, os fogos de artifício iluminarão os céus de ambos os lados do Atlântico&#8221;, disse a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, através de uma mensagem nas redes sociais.</P><br />
<P>A líder europeia insistiu que, durante 250 anos, a parceria transatlântica foi forjada em torno dos valores partilhados e laços familiares, &#8220;e, por vezes, foi fortalecida por uma imensa coragem e vidas perdidas em defesa da liberdade&#8221;.</P><br />
<P>O presidente do Conselho Europeu, António Costa, celebrou também &#8220;não só o percurso extraordinário dos Estados Unidos, mas também a amizade duradoura, o património partilhado e os valores comuns que uniram os povos e fortaleceram a parceria transatlântica ao longo de décadas&#8221;.</P><br />
<P>O líder português manifestou o seu desejo de &#8220;continuar a aprofundar o vínculo duradouro e a trabalhar em conjunto pela paz, prosperidade e bem-estar de todos os americanos e europeus de ambos os lados do Atlântico&#8221;.</P><br />
<P>Por fim, a presidente do Parlamento Europeu, Roberta Metsola, publicou um vídeo da sua participação na celebração do aniversário da independência dos EUA em Bruxelas, no passado domingo, acrescentando uma mensagem que incentivava todos a brindar &#8220;aos próximos 250 anos&#8221;.</P><br />
<P>O embaixador dos EUA na Bélgica, Bill White, organizou no passado domingo uma festa no Parque do Cinquentenário, em Bruxelas, para celebrar antecipadamente o Dia da Independência, que se comemora anualmente no dia 04 de julho.</P><br />
<P>O evento, que gerou controvérsia devido, entre outras razões, à privatização de um espaço verde público durante uma onda de calor, contou com a presença de cerca de 5.000 convidados, entre os quais se destacou a ausência de Ursula von der Leyen e de António Costa.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785566]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: &#8220;Mundo precisa de liderança que garanta a liberdade e a vida&#8221; &#8211; Zelensky</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 15:53:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, agradeceu hoje aos EUA pelo apoio militar na guerra contra a Rússia e afirmou que o mundo precisa de uma liderança que garanta a proteção da liberdade e da vida.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, agradeceu hoje aos EUA pelo apoio militar na guerra contra a Rússia e afirmou que o mundo precisa de uma liderança que garanta a proteção da liberdade e da vida.</P><br />
<P>Numa mensagem publicada nas suas redes sociais, Zelensky recordou que hoje se comemora o 250.º aniversário da independência dos Estados Unidos, &#8220;um dos sonhos mais brilhantes, fortes e influentes da humanidade: o de uma nação independente, livre e próspera que defende a liberdade das pessoas, a fé e a busca da felicidade&#8221;.</P><br />
<P>Esse sonho, disse, ajudou outras nações a &#8220;manterem-se firmes e a serem livres&#8221;.</P><br />
<P>Especialmente no século XX, afirmou, quando os EUA ajudaram, durante a Segunda Guerra Mundial, a salvar o mundo &#8220;do domínio dos tiranos e construíram as alianças e parcerias que, pela primeira vez, proporcionaram a grande parte da humanidade uma paz duradoura e a oportunidade de se desenvolver em liberdade&#8221;.</P><br />
<P>Agora, no século XXI, afirmou Zelensky, &#8220;a influência e a importância dos Estados Unidos certamente não são menores&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;E vemos isso com especial clareza na Ucrânia, que luta pela sua independência, pela sua liberdade e pelo direito do nosso povo à felicidade com praticamente a mesma esperança, o mesmo propósito e a mesma determinação com que os norte-americanos conquistaram e defenderam a sua própria independência&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>E prosseguiu: &#8220;Valorizamos profundamente o apoio dos Estados Unidos, especialmente agora, durante a guerra em grande escala da Rússia contra a Ucrânia&#8221;.</P><br />
<P>O presidente ucraniano acrescentou que as armas norte-americanas &#8212; desde os mísseis antitanque Javelin, no início da guerra, até aos sistemas de defesa antiaérea Patriot, posteriormente &#8212; ajudaram a Ucrânia a defender-se contra o país invasor.</P><br />
<P>&#8220;Quando pedimos aos Estados Unidos os sistemas Patriot, acreditamos que os valores de respeito pela vida e pelas pessoas que prevaleceram há 250 anos voltarão a prevalecer hoje. O mundo precisa de uma liderança que garanta a proteção da liberdade e da vida&#8221;, enfatizou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785565]]></sapo:autor>
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		<title>Ébola: Médico francês dado como curado teve alta hospitalar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 15:45:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O paciente que registou o primeiro caso de Ébola identificado em França está curado e já saiu do hospital, anunciou hoje a ministra da Saúde francesa Stéphanie Rist em comunicado, adiantou a AFP.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O paciente que registou o primeiro caso de Ébola identificado em França está curado e já saiu do hospital, anunciou hoje a ministra da Saúde francesa Stéphanie Rist em comunicado, adiantou a AFP.</P><br />
<P>O médico humanitário, que chegou a França a 23 de junho proveniente da República Democrática do Congo (RDCongo), atualmente a enfrentar uma grave epidemia do vírus, &#8220;saiu hoje do estabelecimento de saúde onde estava a receber tratamento&#8221;, segundo o comunicado.</P><br />
<P>&#8220;Apresentando apenas sintomas leves&#8221;, o paciente foi alvo de tratamento médico e de um &#8220;acompanhamento rigoroso&#8221; e pôde &#8220;regressar a casa em toda a segurança&#8221;, precisou a informação do Governo.</P><br />
<P>O doente foi atendido imediatamente após a sua chegada ao território francês e transferido para um centro hospitalar especializado em doenças infecciosas de elevada transmissibilidade, segundo as autoridades sanitárias, num comunicado divulgado em junho, à chegada do doente.</P><br />
<P>O Ministério da Saúde sublinhou na altura que os protocolos de segurança sanitária foram ativados de imediato, incluindo o isolamento do doente e o seu transporte em condições controladas, com o objetivo de evitar qualquer risco de contágio.</P><br />
<P>O número de mortos por Ébola no leste da República Democrática do Congo subiu para 438 e o de casos confirmados para 1.406, segundo dados do Governo divulgados na quinta-feira, com dados compilados até 30 de junho, que indicavam ainda que a taxa de letalidade está atualmente nos 31,2%, com 609 doentes em isolamento ou hospitalizados.</P><br />
<P>O surto do vírus Ébola foi oficialmente declarado a 15 de maio em Ituri &#8212; província que faz fronteira com o Uganda e o Sudão do Sul, mas alastrou-se às províncias congolesas do leste do Kivu do Norte e do Kivu do Sul.</P><br />
<P>A epidemia chegou ao Uganda, onde foram detetadas 20 infeções, entre as quais, 15 casos considerados como tendo origem na RDCongo, resultando em duas mortes.</P><br />
<P>A epidemia envolve a estirpe Bundibugyo, que apresenta uma taxa de mortalidade entre os 30% e os 50% e para a qual não existe vacina autorizada nem tratamento específico, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).</P><br />
<P>A OMS avaliou o risco de propagação na África Subsariana como elevado, ao mesmo tempo que considera baixo o risco global.</P><br />
<P>Esta agência da ONU admitiu que o vírus tenha começado a circular em Ituri cerca de dois meses antes da declaração do surto e, a 17 de maio, classificou a epidemia como uma &#8220;emergência de saúde pública de importância internacional&#8221;.</P><br />
<P>Trata-se da terceira pior epidemia de Ébola registada até à data.</P><br />
<P>Os surtos mais graves ocorreram na região da África Ocidental entre 2014 e 2016 &#8212; causando aproximadamente 11 mil mortes e 28 mil infeções.</P><br />
<P>No leste do Congo, entre 2018 e 2020, o surto de Ébola resultou em 2.299 mortes e 3.481 casos.</P><br />
<P>O vírus Ébola transmite-se através do contacto direto com fluidos corporais de pessoas ou de animais infetados e provoca febre hemorrágica grave, vómitos, diarreia e hemorragia interna. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785564]]></sapo:autor>
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		<title>Atualização do Registo Nacional de Utentes abrangerá cerca de 20 milhões de registos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 15:45:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) vai atualizar o Registo Nacional de Utentes (RNU), um processo faseado com novas regras que começam a ser aplicadas hoje e deverão abranger cerca de 20 milhões de registos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) vai atualizar o Registo Nacional de Utentes (RNU), um processo faseado com novas regras que começam a ser aplicadas hoje e deverão abranger cerca de 20 milhões de registos.</P><br />
<P>Num comunicado enviado à agência Lusa, a tutela descreve que este processo, da responsabilidade da ACSS, será feito em articulação com os Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS), consistindo na aplicação das regras de organização e gestão do RNU do Serviço Nacional de Saúde (SNS) definidas desde 2017, o que na prática significa uma rearrumação e atualização do registo.</P><br />
<P>A operação decorrerá ao longo de todo o mês de julho de forma faseada.</P><br />
<P>Vai abranger a totalidade dos registos administrativos existentes no RNU, ou seja cerca de 20 milhões de registos administrativos, incluindo os óbitos registados em plataformas nacionais.</P><br />
<P>Estes não serão eliminados deste sistema &#8220;por questões de consistência das diferentes bases de dados do SNS&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Este processo garante a melhoria da organização e da qualidade dos registos administrativos, a nível nacional, reforçando a informação do sistema. Desta forma, vai ser possível otimizar a capacidade assistencial existente para satisfazer as necessidades dos utentes do SNS, nomeadamente, tornando o processo de atribuição de médico de família mais rápido e eficaz&#8221;, lê-se no comunicado.</P><br />
<P>Já na secção &#8216;Perguntas e Respostas&#8217; sobre este processo, entre outras vantagens, é referido que esta atualização permitirá &#8220;a melhoria do processo de atribuição e manutenção de médico de família&#8221;, o que na prática pode significar conseguir vagas para utentes atualmente a descoberto.</P><br />
<P>A tutela garante que &#8220;não há perda de acesso a cuidados&#8221; e esta &#8220;medida apenas permite atualizar listas que não refletem a realidade, garantindo que médicos de família acompanham efetivamente quem necessita de cuidados regulares&#8221;.</P><br />
<P>Com este processo, o RNU passa a utilizar cinco classificações: o &#8220;registo atualizado&#8221; que contém todos os dados obrigatórios e é elegível para inscrição e médico de família, o &#8220;registo atualizado não residente&#8221; que contém todos dados obrigatórios, mas o utente, cidadão de nacionalidade portuguesa sem residência em Portugal será elegível apenas para inscrição.</P><br />
<P>Já as categorias &#8220;registo em curso&#8221; e &#8220;registo incompleto&#8221; não são elegíveis para inscrição e o &#8220;registo em histórico&#8221; será para cidadãos falecidos previamente registados no RNU.</P><br />
<P>A este propósito, o Jornal de Notícias escreve hoje que ter um médico de família passará a depender de três condições: existir vaga na unidade de saúde, o utente ter um registo atualizado no RNU e ter recorrido ao SNS nos últimos cinco anos.</P><br />
<P>Logo os utentes que não contactarem o SNS durante esse prazo podem perder o médico de família, mas a ACSS garante que estes não perdem o acesso ao SNS.</P><br />
<P>&#8220;Os cidadãos nacionais que têm morada de residência no estrangeiro deixam de ter acesso ao SNS? Não. A nova tipologia &#8216;registo atualizado não residente&#8217; permite melhorar a classificação administrativa e gestão no RNU (&#8230;), identificando os cidadãos nacionais que não têm morada de residência em Portugal, sem retirar os direitos de acesso aos cuidados de saúde previstos na lei e sem retirar a cobertura financeira&#8221;, lê-se no ponto 12 da secção &#8216;Perguntas e Respostas&#8217; sobre este tema.</P><br />
<P>Sendo reforçado: &#8220;Mesmo sem residência em Portugal, continuam a beneficiar da cobertura financeira assegurada pelo SNS, apesar de deixarem de estar elegíveis para manutenção ou atribuição de médico de família&#8221;.</P><br />
<P>É também vincado que o facto de perder inscrição nos Cuidados de Saúde Primários &#8220;em nenhum momento condiciona o acesso aos cuidados de saúde prestados pelo SNS&#8221;, contudo, caso não tenha &#8220;registo atualizado&#8221;, os encargos financeiros decorrentes da prestação de cuidados serão assumidos pelo próprio utente ou por uma terceira entidade responsável pelos encargos, ou seja seguros ou outros acordos.</P><br />
<P>&#8220;O objetivo não é retirar médico de família, antes garantir que as listas de utentes com médico de família ou a aguardar a atribuição de médico de família refletem efetivamente a população elegível, ou seja, os utentes que têm a tipologia de &#8216;registo atualizado&#8217; no RNU. Esta atualização dos registos administrativos permitirá uma gestão mais eficiente das vagas existentes e uma otimização da capacidade assistencial existente para satisfazer as necessidades dos utentes do SNS&#8221;, sublinha.</P><br />
<P>Os resultados globais deverão ser divulgados após a conclusão deste processo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785563]]></sapo:autor>
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		<title>Wimbledon: Serena Williams desiste de pares devido a uma lesão no joelho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 15:40:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Serena Williams, a lendária norte-americana que regressou ao ténis profissional aos 44 anos, anunciou hoje que não vai competir em pares em Wimbledon ao lado da irmã Venus, devido a uma lesão no joelho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Serena Williams, a lendária norte-americana que regressou ao ténis profissional aos 44 anos, anunciou hoje que não vai competir em pares em Wimbledon ao lado da irmã Venus, devido a uma lesão no joelho. </P><br />
<P>&#8220;Estou de coração partido por ter de desistir dos pares. Regressar à competição foi uma dádiva e a oportunidade de jogar, uma vez mais, com a Venus Williams significava tudo para mim. Fiz tudo ao meu alcance para estar pronta, mas infelizmente o meu joelho não está preparado para competir&#8221;, escreveu nas suas contas nas redes sociais.</P><br />
<P>Quase quatro anos depois de ter terminado a sua carreira, a jogadora mais titulada em torneios do Grand Slam na Era Open, com 23 cetros, regressou ao ténis profissional aos 44 anos, para disputar pares no torneio de Queen&#8217;s, tendo recebido um convite para os singulares em Wimbledon.</P><br />
<P>Em singulares, a melhor tenista deste século caiu logo à primeira do All England Club, ao perder em três sets com a australiana Maya Joint.</P><br />
<P>&#8220;Estou muito grata ao diretor, Jamie Baker, e a toda a equipa do torneio por me terem dado todas as oportunidades para jogar aqui. Obrigada a todos os fãs pelo apoio incrível e por terem tornado este regresso tão significativo&#8221;, acrescentou a norte-americana. </P><br />
<P>Serena Williams encerrou a sua carreira profissional com 73 títulos de singulares, 23 de pares e dois de pares mistos.</P><br />
<P>Ao lado da irmã Venus conquistou 14 títulos de pares em &#8216;majors&#8217;, sendo a única tenista a ter completado o &#8216;Golden Grand Slam&#8217; em singulares &#8211; foi campeã olímpica em Londres2012 &#8211; e pares, ao somar três títulos olímpicos em parceria com a outra Williams.</P><br />
<P>Na publicação em que anuncia a desistência dos pares, Serena revelou várias fotos de seringas, especificando que se trata de líquido retirado do joelho após o seu encontro de singulares.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785562]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mundial2026: Nélson Semedo fala em final antecipada e rejeita favoritismos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 15:15:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[*** António João Oliveira e Luís Garoupa, enviados da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** António João Oliveira e Luís Garoupa, enviados da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Toronto, Canadá, 04 jul 2026 (Lusa) &#8212; O defesa Nélson Semedo afirmou hoje que o jogo entre Portugal e Espanha, dos oitavos de final do Mundial2026 de futebol, é uma final antecipada entre duas seleções que podem estar no jogo decisivo e rejeitou favoritismos.</P><br />
<P>&#8220;As críticas vão sempre existir, o mais importante é sermos autocríticos e sabermos o que temos de melhorar. Só assim vamos ser melhores como equipa. Tirámos muitas coisas boas do jogo, mas o próximo é muito complicado, diria uma final antecipada porque são duas equipas que podiam estar na final. Vai ser um jogo bonito&#8221;, disse, numa zona mista realizada no Centennial Park, um recinto localizado a 20 quilómetros do centro de Toronto, no Canadá.</P><br />
<P>O lateral direito garante que a equipa das &#8216;quinas&#8217; está confiante para o duelo com a Espanha, adversário que Portugal bateu na final da Liga das Nações de 2025, no desempate por penáltis, mas frisa que não existe favorito.</P><br />
<P>&#8220;Acho que não haverá favoritismo, são duas equipas muito boas, com muita qualidade. No último ganhámos nos penáltis e esperamos que se possa repetir o mesmo resultado, mesmo que tenhamos de sofrer&#8221;, apontou.</P><br />
<P>Semedo, de 32 anos, que alinha dos turcos do Fenerbahçe, garante que está pronto a ajudar a seleção portuguesa, seja de que maneira for, salientando que o objetivo é vencer para continuar em prova.</P><br />
<P>&#8220;Temos muita confiança, temos um plantel bom e vamos enfrentar um rival forte. Sabemos o que temos de melhorar, os erros que temos de corrigir e estamos muito confiantes&#8221;, disse.</P><br />
<P>Nélson Semedo quer a equipa a &#8220;pensar jogo a jogo&#8221;, lembrando que no Mundial é preciso manter &#8220;os pés bem assentes no chão&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Muitas equipas eram mais pequenas e conseguiram dar passos grandes, por isso é levar jogo a jogo&#8221;, defendeu.</P><br />
<P>O defesa deixou ainda elogios a Lamine Yamal, mas realçou que Portugal não se pode focar apenas no extremo do FC Barcelona, pois existem outros perigos do outro lado, apesar de destacar também a qualidade lusa.</P><br />
<P>&#8220;Lamine é grande jogador, mas se nos focamos só nele vamos ter problemas. Temos de estar em alerta com todos os jogadores, mas temos de focar em nós. Saber o que temos de fazer, com ideias claras e dar tudo de nós. Só assim é possível passar a Espanha&#8221;, explicou.</P><br />
<P>A terminar, Nélson Semedo falou também sobre as suas raízes cabo-verdianas e o desempenho da seleção africana, que foi eliminada do Mundial pela campeão mundial Argentina, na sexta-feira, ao ser derrotada por 3-2, após prolongamento, nos 16 avos de final.</P><br />
<P>&#8220;Acompanhei o torneio de Cabo Verde e, independentemente do resultado da véspera, acho que venceu. Fez uma grande campanha. É um país pequeno, mas com uma qualidade enorme. Fico feliz e dou os parabéns&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>O jogo entre Portugal e Espanha está agendado para segunda-feira no Estádio AT&amp;T, em Arlington, com início agendado para as 14:00 locais (20:00 em Lisboa).</P><br />
<P>O Mundial2026, o primeiro com 48 seleções, decorre até 19 de julho, nos Estados Unidos, no México e no Canadá.</P><br />
<P></P><br />
<P>AJO/LG // MO</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785561]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: Nuno Mendes diz que Portugal tem condições e capacidade para melhorar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 15:01:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[*** Luís Garoupa e António João Oliveira, enviados da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Luís Garoupa e António João Oliveira, enviados da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Toronto, Canadá, 04 jul 2026 (Lusa) &#8212; O lateral Nuno Mendes afirmou hoje que Portugal tem condições e capacidade para melhorar no Mundial2026 de futebol e mostrou-se confiante em novo triunfo sobre a Espanha, depois da final da Liga das Nações.</P><br />
<P>&#8220;Se pudéssemos repetir o resultado dessa final era bom. Mas, agora é um jogo diferente, uma competição diferente. Temos de encarar a Espanha da mesma forma que temos encarado todos os jogos no torneio. Sabemos que podemos fazer um bocado melhor do que temos feito. Temos capacidade para isso&#8221;, afirmou Nuno Mendes.</P><br />
<P>O jogador de 24 anos, que na última temporada foi bicampeão europeu de clubes com o Paris Saint-Germain, falava aos jornalistas no Centennial Park, nos arredores de Toronto, minutos antes de novo treino da seleção nacional.</P><br />
<P>Portugal e Espanha encontraram-se pela última vez em junho de 2025, com a equipa das &#8216;quinas&#8217; a conquistar a Liga das Nações em Munique, na Alemanha, com um triunfo por 5-3 no desempate por grandes penalidades, após um 2-2 no tempo regulamentar.</P><br />
<P>&#8220;Sabemos que quem perder vai para casa. Em termos de nome, a Espanha é o adversário mais difícil que até agora encontrámos no torneio. Depois, no campo, o jogo pode ser difícil, mas também pode ser mais fácil&#8221;, explicou o lateral.</P><br />
<P>Mendes mostrou-se &#8220;contente com os elogios&#8221; de alguns jogadores espanhóis, que o apontam como o melhor lateral esquerdo da atualidade, e abordou novo duelo com Lamine Yamal, a &#8216;estrela&#8217; da &#8216;roja&#8217;.</P><br />
<P>Durante a tarde, a comitiva lusa abandona solo canadiano e viaja até a Dallas, cidade situada a cerca de 30 quilómetros de Arlington, local que vai receber o duelo ibérico dos &#8216;oitavos&#8217;.</P><br />
<P>O jogo entre Portugal e Espanha está agendado para segunda-feira, no Estádio AT&amp;T, em Arlington, com início agendado para as 14:00 locais (20:00 em Lisboa).</P><br />
<P>O Mundial2026, o primeiro com 48 seleções, decorre até 19 de julho, nos Estados Unidos, no México e no Canadá.</P><br />
<P></P><br />
<P>LG/AJO // MO</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785560]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Médio Oriente: Ataque israelita com drone causa um morto e vários feridos em Gaza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 15:01:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um ataque israelita com um drone de reconhecimento contra um grupo de civis a leste de Gaza matou hoje uma pessoa e feriu várias outras, informaram fontes do hospital Al Shifa, para onde foram transportados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um ataque israelita com um drone de reconhecimento contra um grupo de civis a leste de Gaza matou hoje uma pessoa e feriu várias outras, informaram fontes do hospital Al Shifa, para onde foram transportados.</P><br />
<P>Segundo a fonte médica, a vítima mortal e os feridos, cujo número não foi especificado, encontravam-se, no momento do ataque, perto da rotunda de Asqola, no bairro de Zaitún, em Gaza, no norte da Faixa de Gaza.</P><br />
<P>Entretanto, os serviços médicos de Gaza recuperaram hoje os corpos de duas pessoas que morreram na quinta-feira em Beit Lahia (norte), onde, segundo as equipas de ambulâncias, as forças israelitas cercaram a zona após as terem morto.</P><br />
<P>Trata-se de Bilal Huséin Jamís Abu Rabia, de 46 anos, e Hamza Emad Yihad Hamduna, de 20, cujos corpos estão a ser transportados para o hospital de Al Shifa.</P><br />
<P>O Ministério da Saúde de Gaza, no seu último balanço diário, estimou em 16 o número de mortos e em 16 o de feridos que chegaram aos hospitais da Faixa nas últimas 48 horas, um número que ainda não inclui a vítima mortal de hoje.</P><br />
<P>Dos 16 mortos contabilizados pelo ministério, seis correspondem a mortes ocorridas neste período, um a um ferido que sucumbiu aos ferimentos, e nove a corpos resgatados dos escombros, dois dos quais nas últimas horas, precisou o organismo, dirigido pelo movimento islamista Hamas.</P><br />
<P>O ministério alertou que várias vítimas continuam sob os escombros e nas ruas, devido à impossibilidade de as equipas de resgate e da Proteção Civil chegarem até elas.</P><br />
<P>Desde a entrada em vigor do cessar-fogo, em 11 de outubro, o número total de mortos em Gaza ascende a 1.066 e o de feridos a 3.445, segundo a mesma fonte.</P><br />
<P>No balanço acumulado desde o início da ofensiva israelita, em 07 de outubro de 2023, o Ministério da Saúde de Gaza eleva o número total de mortos para 73.090 e o de feridos para 173.553.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785559]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Vigilância privada, dados médicos e despedimento: tribunal dá razão a trabalhadora com esclerose múltipla</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/vigilancia-privada-dados-medicos-e-despedimento-tribunal-da-razao-a-trabalhadora-com-esclerose-multipla/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 15:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[direito laboral]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[Mercadona]]></category>
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					<description><![CDATA[Estava de baixa médica depois de uma recaída provocada por esclerose múltipla progressiva. Ainda assim, acabou acompanhada numa consulta de neurologia por um médico ligado à empresa, foi alvo de contactos constantes durante o afastamento e acabou seguida por um detetive particular]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Estava de baixa médica depois de uma recaída provocada por esclerose múltipla progressiva. Ainda assim, acabou acompanhada numa consulta de neurologia por um médico ligado à empresa, foi alvo de contactos constantes durante o afastamento e acabou seguida por um detetive particular. A história terminou nos tribunais espanhóis — e com o despedimento anulado.</p>
<p>O caso, relatado pelo &#8216;HuffPost&#8217; espanhol, envolve uma trabalhadora da Mercadona diagnosticada em 2021 com esclerose múltipla progressiva, depois de vários anos ao serviço da cadeia de supermercados. Em janeiro de 2024, o seu posto de trabalho foi adaptado à condição de saúde. Em maio de 2025, após uma recaída, entrou de baixa médica.</p>
<p>Durante esse período, a trabalhadora manteve contacto com o serviço médico da empresa, por telefone e WhatsApp. Mas, segundo o Tribunal Superior de Justiça das Ilhas Canárias, esse acompanhamento ultrapassou os limites legais e constitucionais do direito à privacidade.</p>
<p><strong>“Sem precedentes” e “estarrecedor”</strong></p>
<p>Os juízes foram particularmente duros ao analisar a atuação do serviço médico da empresa. Consideraram “sem precedentes” o facto de o médico da Mercadona ter acompanhado a trabalhadora a uma consulta de neurologia no hospital. Também classificaram como “estarrecedora” a proposta de uma reunião a três, com a coordenadora da loja, para discutir a sua situação clínica.</p>
<p>Para o tribunal, estes comportamentos não foram meros contactos administrativos durante uma baixa. Foram entendidos como uma forma de pressão e de acompanhamento abusivo sobre uma trabalhadora em situação de vulnerabilidade médica.</p>
<p><strong>O detetive no quintal</strong></p>
<p>A Mercadona contratou depois um detetive particular para vigiar a trabalhadora durante a baixa. O relatório foi usado para justificar um despedimento disciplinar, com alegações de fraude, deslealdade e simulação de doença.</p>
<p>As imagens registadas mostravam a funcionária a realizar tarefas quotidianas, como estender roupa, limpar a zona da piscina, tratar do quintal e movimentar paletes no exterior da sua casa. A empresa entendeu que esses comportamentos contrariavam a incapacidade que sustentava a baixa.</p>
<p><strong>O que parece atividade nem sempre prova capacidade laboral</strong></p>
<p>O tribunal teve outra leitura. Sublinhou que, tratando-se de uma doença progressiva como a esclerose múltipla, a realização de tarefas pontuais em casa não provava que a trabalhadora estivesse apta para regressar ao trabalho nem que estivesse a prejudicar a recuperação.</p>
<p>Ou seja, o facto de uma pessoa doente conseguir executar algumas tarefas domésticas não significa, por si só, que esteja a simular a doença ou que consiga cumprir as exigências do posto de trabalho. Esta distinção foi central para a decisão.</p>
<p><strong>Dados médicos usados para vigiar</strong></p>
<p>A questão mais grave esteve na origem da própria vigilância. O Tribunal Superior de Justiça das Ilhas Canárias considerou que houve transmissão ilícita de dados médicos e confidenciais do serviço de saúde laboral para a empresa e, depois, para os detetives.</p>
<p>Os juízes valorizaram um detalhe: os investigadores apareceram no mesmo supermercado, no mesmo dia e à mesma hora em que a trabalhadora tinha marcado, de forma privada por WhatsApp, uma consulta com o médico da empresa. Essa coincidência levou o tribunal a concluir que informação clínica reservada tinha sido partilhada indevidamente.</p>
<p><strong>Prova ilegal, despedimento nulo</strong></p>
<p>Por esse motivo, o relatório do detetive foi considerado prova inadmissível. Para o tribunal, a vigilância assentou numa violação do direito à privacidade da trabalhadora e não podia ser usada para justificar o despedimento disciplinar.</p>
<p>A primeira decisão já tinha sido favorável à funcionária: o Tribunal Social n.º 2 de Puerto del Rosario declarou o despedimento nulo. A Mercadona recorreu, mas o Tribunal Superior de Justiça das Ilhas Canárias confirmou a decisão.</p>
<p><strong>Reintegração e indemnização</strong></p>
<p>O tribunal concluiu que o despedimento era nulo por discriminação em razão da doença e por violação de direitos fundamentais. A Mercadona foi condenada a reintegrar a trabalhadora nas mesmas condições e a pagar-lhe 15 mil euros por danos morais.</p>
<p>A gravidade dos factos levou ainda os juízes a determinarem a comunicação do caso à Inspeção do Trabalho e da Segurança Social, para eventual abertura de procedimentos sancionatórios contra a empresa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784949]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Wimbledon: Iga Swiatek afastada por Alexandra Eala na terceira ronda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 14:57:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A tenista polaca Iga Swiatek, vencedora da última edição de Wimbledon, foi hoje eliminada do terceiro torneio do Grand Slam da temporada, ao perder com a filipina Alexandra Eala em dois sets, na terceira ronda.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A tenista polaca Iga Swiatek, vencedora da última edição de Wimbledon, foi hoje eliminada do terceiro torneio do Grand Slam da temporada, ao perder com a filipina Alexandra Eala em dois sets, na terceira ronda.</P><br />
<P>Pouco depois de a cazaque Elena Rybakina, número dois do mundo, também ser afastada, foi a vez de Swiatek, terceira colocada do ranking ATP, ser surpreendida na relva londrina diante da 32.ª da hierarquia, pelos parciais de 7-6 (11-9) e 6-2, em duas horas e 15 minutos.</P><br />
<P>Eala, que já era primeira tenista das Filipinas a atingir a terceira ronda de um &#8216;major&#8217;, vai defrontar nos oitavos de final a italiana Jasmine Paolini (17.ª WTA), que eliminou a grega Maria Sakkari (43.ª) em dois sets.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785558]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mais 60 quenianos repatriados da África do Sul por medo de ataques xenófobos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 14:55:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais 60 quenianos foram repatriados da África do Sul por receio de agressões perante a onda de violência xenófoba e protestos anti-imigração no país, que se juntam aos 151 que regressaram na quinta-feira, adiantou o Governo do Quénia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Mais 60 quenianos foram repatriados da África do Sul por receio de agressões perante a onda de violência xenófoba e protestos anti-imigração no país, que se juntam aos 151 que regressaram na quinta-feira, adiantou o Governo do Quénia.</P><br />
<P>Segundo um comunicado do Ministério dos Assuntos da Diáspora do Quénia, citado pela EFE, a ministra Roseline Njogu recebeu na noite de sexta-feira os 60 repatriados, aos quais foi prestada assistência psicossocial antes de se reunirem com as suas famílias.</P><br />
<P>&#8220;O Governo do Quénia expressa a sua sincera gratidão à comunidade queniana na África do Sul liderada pela Associação da Diáspora do Quénia na África do Sul (KEDASA) e a sua liderança para manter a paz e cooperar com as equipas consulares e as autoridades locais durante a retirada&#8221;, lê-se no comunicado.</P><br />
<P>No documento, o Governo informou que as operações de repatriamento vão ficar concluídas na quinta-feira, 09 de julho, a partir de Joanesburgo, e apelou a todos os cidadãos que queiram regressar ao Quénia para que se registem na embaixada de Pretória até 07 de julho.</P><br />
<P>&#8220;Só aqueles que se tiverem registado serão elegíveis para a retirada no voo final&#8221;, indicou o departamento.</P><br />
<P>Pelo menos 240 quenianos registaram-se na embaixada para receber assistência, a qual proporcionou alojamento temporário seguro, comida, bens de primeira necessidade e apoio especializado a grupos vulneráveis.</P><br />
<P>Milhares de pessoas saíram às ruas na África do Sul na passada terça-feira em marchas convocadas por grupos anti-imigração, que deram esse dia como data limite aos indocumentados de outros países africanos para abandonar o país.</P><br />
<P>A polícia de África do Sul confirmou um morto no decurso de saques que coincidiram com os protestos, mas a ministra da Justiça e Desenvolvimento Constitucional sul-africana, Mmamoloko Kubayi, garantiu que &#8220;não se registaram vítimas mortais durante o dia das manifestações&#8221;, as quais levaram a mais de 900 detenções.</P><br />
<P>Os organizadores culpam os migrantes pelos problemas económicos do país, a deficiente prestação de serviços públicos ou as altas taxas de criminalidade, e chegaram a tentar impedir o acesso a cuidados médicos e a educação em instalações públicas.</P><br />
<P>Face a esta situação, Zimbabué, Gana, Nigéria, Uganda, Quénia, Moçambique e Malawi já repatriaram centenas de cidadãos que solicitaram o regresso aos seus países de origem por medo dos ataques xenófobos.</P><br />
<P>O Governo sul-africano, por seu lado, condenou os ataques, ainda que tenha reivindicado o seu direito a controlar a imigração irregular.</P><br />
<P>Mais de 56 mil zimbabueanos residentes na vizinha África do Sul regressaram ao seu país desde o final de maio, devido à onda de violência xenófoba e aos protestos anti-imigração na África do Sul, informou o Governo do Zimbabué na sexta-feira.</P><br />
<P>Pelo menos 47.252 pessoas regressaram ao país por conta própria, enquanto outras 9.221 receberam assistência direta das autoridades zimbabueanas, afirmou Joshua Chibundu, responsável regional de imigração da Região Sul, números divulgados pelos meios de comunicação locais.</P><br />
<P>As tensões xenófobas contra os migrantes africanos são um problema recorrente na África do Sul e têm levado a ondas de protestos violentos, especialmente nos bairros mais vulneráveis.</P><br />
<P>O pior surto de xenofobia alguma vez registado no país ocorreu em 2008, quando mais de 60 pessoas perderam a vida, enquanto os protestos mais graves deste tipo nos últimos tempos aconteceram no final de 2019, com pelo menos 18 estrangeiros mortos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785557]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Governo moçambicano equaciona integrar vítimas de xenofobia nos megaprojetos &#8211; PR</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 14:48:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente moçambicano disse hoje que o Governo equaciona integrar as vítimas da xenofobia nos megaprojetos em curso no país e noutras vagas de trabalho no exterior, no quadro da cooperação internacional, para resolver o problema do emprego.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente moçambicano disse hoje que o Governo equaciona integrar as vítimas da xenofobia nos megaprojetos em curso no país e noutras vagas de trabalho no exterior, no quadro da cooperação internacional, para resolver o problema do emprego.</P><br />
<P>&#8220;Temos duas saídas, uma é integrá-los em projetos que estão a acontecer em Moçambique. Como sabe, retomámos o projeto com a Total Rovuma, projeto LNG [Gás Natural Liquefeito, na tradução portuguesa], neste momento está com um pouco mais de sete mil trabalhadores, dos quais um pouco mais de cinco mil são moçambicanos. Este projeto está sendo desenvolvido e, na medida em que vai crescendo, vai integrando mais moçambicanos&#8221;, disse Daniel Chapo, em conferência de imprensa de balanço da visita à Tanzânia.</P><br />
<P>O chefe de Estado afirmou ainda estar em curso trabalhos para uma decisão final de investimento com a concessionária Exxonmobil, prevista para até setembro, prevendo que vai permitir também ter mais moçambicanos a trabalharem em mais um projeto e tantos outros em curso no país.</P><br />
<P>&#8220;Mas também temos dois acordos de trabalho para mão-de-obra, são três principais, [contando com a] África do Sul, onde nossos irmãos estão a sair mas também temos um acordo com Portugal e o outro com Emirados Árabes Unidos&#8221;, avançou Chapo.</P><br />
<P>Em relação a Portugal, acrescentou o Presidente de Moçambique, os acordos de cooperação em vigor entre os dois países permitiram o envio de 800 moçambicanos para trabalharem naquele país europeu, assegurando que até este momento, está em preparação o envio de mais 300 jovens.</P><br />
<P>&#8220;Achamos que é uma oportunidade também para esses jovens moçambicanos que já são carpinteiros, eletricistas, pedreiros, canalizadores e várias outras profissões, que estão a vir da África do Sul&#8221;, referiu.</P><br />
<P>Já para os Emirados Árabes Unidos, destacou o envio de 15 jovens para o estudo de emprego, sendo que, em menos de um mês, dois deles foram promovidos a supervisores das obras devido ao nível de conhecimento &#8220;bastante alto&#8221;, enquanto estão outros três do grupo em análise para ocuparem o mesmo cargo.</P><br />
<P>&#8220;Vamos também continuar a fazer essa triagem, porque sabemos muito bem que esses nossos irmãos tinham a sua vida na África do Sul, trabalhavam. Tem a vantagem de que já falam a língua inglesa fluentemente, então, esta base de dados que estamos a fazer na triagem vai também nos servir para podermos não só integrá-los em trabalhos em Moçambique, mas também nestes outros países que nós temos acordos&#8221;, acrescentou Daniel Chapo.</P><br />
<P>Os episódios de violência contra estrangeiros levaram o Governo moçambicano a reforçar a assistência consular e as operações de repatriamento dos cidadãos afetados, mantendo o acompanhamento da situação através das representações diplomáticas e consulares na África do Sul.</P><br />
<P>Manifestantes anti-imigração sul-africanos fizeram um ultimato até 30 de junho, terça-feira, para todos os estrangeiros abandonarem o país e o Governo da África do Sul anunciou nos últimos dias restrições às políticas migratórias e o reforço da segurança, com Moçambique a receber hoje mais 65 cidadãos nacionais repatriados.</P><br />
<P>O Presidente moçambicano reconheceu na quarta-feira o agravamento da xenofobia na África do Sul, na sequência de incidentes violentos envolvendo cidadãos moçambicanos, e garantiu existirem condições logísticas para o repatriamento e acolhimento das vítimas.</P><br />
<P>Pelo menos 283 moçambicanos foram agredidos, viram as suas casas incendiadas e bens vandalizados na última vaga de ataques xenófobos na África do Sul, avançou no mesmo dia o Governo de Moçambique, que tenta assegurar assistência e o repatriamento.</P><br />
<P>No dia seguinte, quinta-feira, o Presidente moçambicano disse que 38 cidadãos moçambicanos residentes legalmente na África do Sul foram agredidos e expulsos das suas casas em ataques xenófobos.</P><br />
<P>Moçambique tem cerca de 300.000 cidadãos residentes na África do Sul. A Presidência indicou, em comunicado, que &#8220;milhares&#8221; já regressaram ao país face à violência.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Wimbledon: Elena Rybakina, número dois mundial, eliminada na terceira ronda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 14:31:59 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A tenista cazaque Elena Rybakina, número dois mundial e campeã em 2022, caiu hoje na terceira ronda de Wimbledon, ao perder com a belga Elise Mertens em dois sets.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A tenista cazaque Elena Rybakina, número dois mundial e campeã em 2022, caiu hoje na terceira ronda de Wimbledon, ao perder com a belga Elise Mertens em dois sets.</P><br />
<P>A campeã em título do Open da Austrália e vencedora no All England Club há quatro anos foi eliminada pela 27.ª jogadora mundial, mais conhecida pelo seu percurso em pares, com os parciais de 7-6 (7-4) e 6-1, em uma hora e 36 minutos. </P><br />
<P>Rybakina procurava destronar a bielorrussa Aryna Sabalenka da liderança do ranking WTA caso tivesse um bom percurso no terceiro Grand Slam da temporada, depois de ter caído na segunda ronda em Roland Garros.</P><br />
<P>Campeã em título de pares femininos em Wimbledon, Mertens vai defrontar nos oitavos de final de singulares a checa Marie Bouzkova (23.ª).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785555]]></sapo:autor>
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		<title>Incêndios: Força Aérea pela primeira vez, no combate direto dos fogos florestais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 14:28:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Defesa disse hoje que há dois helicópteros da Força Aérea envolvidos no combate aos incêndios que lavram no país, e que é a primeira vez que aquele ramo das Forças Armadas intervém diretamente no combate às chamas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro da Defesa disse hoje que há dois helicópteros da Força Aérea envolvidos no combate aos incêndios que lavram no país, e que é a primeira vez que aquele ramo das Forças Armadas intervém diretamente no combate às chamas.</P><br />
<P>&#8220;Estão empenhados nessa missão dois helicópteros, cumprindo uma resolução que tem prazos entre a entrega e a operacionalidade. Cada capacidade nova que se adquire implica a aquisição de componentes, peças, adaptação de infraestruturas, treino de pilotos e, por isso, não basta adquirir para colocar ao serviço&#8221;.</P><br />
<P>Segundo Nuno Melo, atualmente, &#8220;em Vila Real, a Força Aérea destacou aeronaves P3 Orion C295, que estão a fazer deteções precoces de incêndios, estando também baseado um helicóptero Black Hawk que, na deteção precoce do fogo, pode já atuar&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A Força Aérea Portuguesa, este ano, pela primeira vez, está envolvida no combate direto aos incêndios&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>Nuno Melo revelou que &#8220;os bombardeiros Canadair que foram adquiridos chegam em 2029 e 2030&#8221;, mas também, &#8220;na consequência de uma avaliação feita pela Força Aérea&#8221;, também será feita &#8220;a aquisição de &#8216;kits&#8217; de incêndios que estão a ser produzidos nos Estados Unidos e que a partir de 2027 serão utilizados em aviões C130 para combate direto aos incêndios&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Esta foi uma capacidade que Portugal também já teve e que perdeu, ou seja, nós estamos a investir para que as Forças Armadas, numa base complementar, ajudem naquilo que são operações de apoio às populações civis e cada vez que passamos por esta época de incêndios percebemos bem a diferença que isso faz e, portanto, este ano serão dois helicópteros no combate direto aos incêndios&#8221;, sustentou.</P><br />
<P>Nuno Melo acrescentou &#8220;que presentemente está a terminar uma fase contratual do chamado SAFE que permitirá investir 5,8 mil milhões de euros em equipamentos que vão de satélites a fragatas, a sistemas antiaéreos, sistemas de artilharia, munições, drones, outros veículos, com uma transversalidade que tem em vista precisamente esta necessidade de assegurar que as Forças Armadas são capazes de cumprir todas as missões, dentro e fora de fronteiras, militares e ao serviço da população civil&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A Força Aérea é talvez um dos maiores vetores deste investimento. Há poucos meses, no Parlamento Europeu, no discurso do Estado da União, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, elogiou como paradigma do bom investimento europeu a chamada constelação de satélites. Estamos a falar da construção de uma constelação pelo domínio do espaço na Europa e o exemplo que é dado é de Portugal&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Para Nuno Melo, &#8220;o principal vetor da construção e impulso da constelação do Atlântico é precisamente a Força Aérea Portuguesa, o que equivale a dizer que, pela Força Aérea Portuguesa, [se define] o domínio do espaço na União Europeia, à frente dos outros, mesmo muitas nações mais poderosas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Passou já por mim a resolução que levou à aquisição das aeronaves Super Tucano. Passaram aqui cinco em exibição. Foi a primeira vez que as vi. Passou já por mim a resolução que levou à aquisição de bombardeiros pesados Canadair, que estarão ao serviço da Força Aérea para combate aos incêndios, com o primeiro a ser entregue em 2029 e [depois] em 2030. Passou já por mim a aquisição de helicópteros Black Hawk, que serão utilizados na emergência médica com recurso ao Plano de Recuperação e Resiliência [PRR]. Passou já por mim a assinatura para a opção por mais uma aeronave KPC 390. Passará também certamente por mim, espero, a assinatura de outras aeronaves e equipamentos, que no seu tempo, quando for considerado oportuno, a Força Aérea terá também ao seu serviço. Isso para dizer que a Força Aérea é uma componente fundamental e estratégica da nação&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785554]]></sapo:autor>
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		<title>OPEP+ admite aumentar oferta de petróleo bruto em agosto pelo quinto mês consecutivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 14:20:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A aliança OPEP+, liderada pela Arábia Saudita e pela Rússia, estuda a possibilidade de aumentar a produção de petróleo em agosto, pelo quinto mês consecutivo, uma decisão que será debatida no domingo, foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A aliança OPEP+, liderada pela Arábia Saudita e pela Rússia, estuda a possibilidade de aumentar a produção de petróleo em agosto, pelo quinto mês consecutivo, uma decisão que será debatida no domingo, foi hoje anunciado. </P><br />
<P>A decisão baseia-se na expectativa de normalização do mercado após a reabertura parcial do Estreito de Ormuz e deverá ser tomada em teleconferência pelos ministros do setor da Arábia Saudita, Rússia, Iraque, Kuwait, Cazaquistão, Argélia e Omã, segundo informou a sede da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), em Viena.</P><br />
<P>Trata-se de sete dos 21 &#8220;países petrolíferos&#8221; da aliança que, há mais de um ano, têm devolvido gradualmente ao mercado parte dos barris que retiraram em 2023.</P><br />
<P>Em cima da mesa de negociações está um aumento moderado da sua produção conjunta, semelhante ao dos meses anteriores, de 188.000 barris por dia (bpd).</P><br />
<P>O grupo retomou em abril os seus aumentos mensais da produção após uma pausa de três meses, mas os acordos celebrados desde então têm, na prática, permanecido no papel, uma vez que foram amplamente anulados pela queda drástica e involuntária da produção de vários membros, principalmente o Iraque, o Irão, a Arábia Saudita e o Kuwait, devido ao conflito no Médio Oriente.</P><br />
<P>De acordo com as estimativas publicadas pela OPEP, a perda acumulada rondava os 10 milhões de barris por dia (mbd) em abril, sem contar com a redução da produção russa causada pelos ataques </P><br />
<P>Após a assinatura de um memorando de entendimento entre Washington e Teerão, que prolonga o cessar-fogo em vigor na guerra do Irão enquanto prosseguem as negociações de um acordo global para pôr fim ao conflito, os preços do &#8220;ouro negro&#8221; voltaram aos níveis anteriores à guerra.</P><br />
<P>O barril de Brent fechou a semana nos 62,74 euros, 42 % abaixo do pico de 109,62 euros atingido em 30 de abril, enquanto o petróleo de referência da OPEP caiu dos 127,02 euros de 19 de março para os 60,31 euros na passada quinta-feira, de acordo com a última notificação oficial.</P><br />
<P>A retoma do tráfego marítimo pelo estreito de Ormuz também contribuiu para a descida dos preços, embora esteja ainda longe de recuperar o nível anterior ao conflito, quando por ele transitava cerca de 20 % do petróleo comercializado no planeta.</P><br />
<P>Nestas circunstâncias, pela primeira vez desde o início da guerra, no final de fevereiro, espera-se que os aumentos acordados este ano comecem a ser efetivamente aplicados.</P><br />
<P>Embora os especialistas alertem que a normalização total dos fluxos de petróleo provenientes do Golfo Pérsico ainda demore meses, a perspetiva de um aumento da produção da OPEP+ soma-se ao crescimento da oferta proveniente dos Estados Unidos, Brasil, Venezuela, Argentina, Guiana e do Canadá, o que está a suscitar receios de um excesso de oferta.</P><br />
<P>A consequente pressão descendente sobre os preços poderá acentuar-se com a decisão dos Emirados Árabes Unidos de produzirem ao máximo da sua capacidade (cerca de 5 mbd), após terem abandonado a OPEP a 01 de maio, ficando assim livres de limitar a sua produção, uma vez que não estão sujeitos às quotas da organização.</P><br />
<P>Também o Iraque, que com uma produção entre 3 e 3,4 mbd é o segundo maior produtor da OPEP, atrás apenas da Arábia Saudita, pretende aumentar a produção e solicitou formalmente que lhe seja permitido alargar a sua quota de produção, conforme o anunciou em comunicado, no dia 25, o Ministério do Petróleo.</P><br />
<P>Neste contexto, o aumento que se prevê ratificar no domingo suscita &#8220;preocupação&#8221; entre os investidores face à possibilidade de o mercado petrolífero &#8220;passar de uma escassez temporária (&#8230;) para um excesso de oferta&#8221;, salientou o analista de mercado da XS.com, Linh Tran, numa análise enviada à EFE.</P><br />
<P>Fundada em 1960, em Bagdade, pela Arábia Saudita, Venezuela, Irão, Iraque e Kuwait, a OPEP é hoje composta por onze países. Em 2016, o grupo acordou cooperar com outras dez nações produtoras &#8212; entre elas a Rússia, o México, o Cazaquistão e o Azerbaijão &#8212;, o que deu origem à aliança OPEP+.</P></p>
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