Quem pretender deslocar-se em viatura própria no sentido Praça do Comércio/Algés tem, a partir de dia 9 de setembro, uma nova alternativa de desvio através da Praça Duque de Terceira em direção à Rua da Cintura do Porto de Lisboa, com acesso direto à Avenida Brasília, sem necessidade de circular pela Av. 24 de julho.
O acesso ao desvio alternativo, que passa a ser outra opção em relação à solução que já existe na Avenida 24 de Julho encontra-se devidamente sinalizado no local. Assim, quem quiser deslocar-se no sentido Alcântara, deverá utilizar a Av. 24 de julho. Quem quiser seguir em direção a Santos, poderá utilizar a Av. Ribeira das Naus, passar pela Praça Duque de Terceira, pela Rua de Cintura do Porto de Lisboa em direção à Av. Brasília.
Este novo desvio alternativo de circulação surge no âmbito dos constrangimentos à circulação nas imediações da Avenida 24 de Julho provocados pelas obras temporárias para construção da futura estação Santos do Metropolitano de Lisboa, já iniciadas e que desde o passado dia 13 de julho, por um período de 23 meses, condicionarão a circulação na Avenida 24 de Julho, no troço compreendido entre a Av. D. Carlos I e Boqueirão do Duro.
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Nessa mesma data, foram implementadas pelo Metropolitano de Lisboa alternativas de circulação oportunamente divulgadas, bem como recomendados percursos alternativos.
Prevista inaugurar em 2024, a linha Circular que ligará a estação Rato ao Cais do Sodré numa extensão de mais 2 quilómetros de rede, criará um novo anel circular no centro de Lisboa, e interfaces que conjugam e integram vários modos de transporte.
A implementação da linha Circular contribuirá, igualmente, para uma reestruturação de todo o sistema de transporte, reorganizando a mobilidade metropolitana com um efetivo aumento do número de utilizadores do transporte público e uma diminuição de utilização de transporte individual. Possibilita o desenvolvimento de uma nova circularidade interna, materializando uma plataforma de distribuição de elevada frequência e conectando de forma mais eficiente os serviços metropolitanos, com ganhos ambientais significativos.
Com um impacto estimado da procura no primeiro ano, de 9 milhões de novos passageiros na linha Circular e de 5,3% em toda a rede, este novo anel no centro da cidade vai retirar da superfície 2,6 milhões de veículos de transporte individual por ano. Fomentará a acessibilidade e a conectividade em transporte público, promovendo a redução dos tempos de deslocação, a descarbonização e a mobilidade sustentável.
Conta com um investimento total previsto de 240,2 M€, cofinanciado em 137,2 M€ pelo Fundo Ambiental e em 103,0 M€ pelo Fundo de Coesão, através do POSEUR – Programa Operacional de Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos.
Conscientes que as intervenções ocorrerão numa zona de grande densidade de tráfego lamentamos, desde já, os transtornos que estes condicionamentos e desvios de trânsito possam vir a causar nas rotinas diárias da população em geral.



