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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Thu, 25 Jun 2026 13:48:43 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Digitalização dos exames nacionais provoca atrasos na correção: júri ajusta calendário, mas mantém prazo final</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 13:48:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (Eduqa) reconheceu oficialmente os atrasos registados no processo de classificação digital dos exames nacionais e decidiu prolongar até 10 de julho o prazo para os professores concluírem a correção das provas. A medida surge após vários constrangimentos técnicos terem dificultado o acesso dos docentes à nova plataforma utilizada pela primeira vez neste ano letivo para a classificação digital dos exames do ensino secundário.

A informação foi comunicada às escolas através do Júri Nacional de Exames (JNE), depois de vários professores classificadores terem relatado dificuldades em iniciar os trabalhos de correção. Conforme avançado pelo PÚBLICO, os docentes responsáveis pela classificação do exame nacional de Português, realizado por mais de 76 mil alunos e o primeiro da presente época de exames, deveriam ter começado a corrigir as provas a 23 de junho, com prazo inicial até 6 de julho. No entanto, muitos classificadores continuavam sem conseguir aceder aos exames através da plataforma digital.

Segundo os relatos recebidos, apesar de o JNE ter informado que bastaria utilizar a Chave Móvel Digital ou as credenciais da Autoridade Tributária para entrar no sistema, os professores deparavam-se apenas com uma mensagem de erro indicando que não tinham sido encontrados registos associados ao acesso efetuado. Numa primeira comunicação enviada às escolas, o JNE indicava ainda que as provas seriam disponibilizadas de forma progressiva ao longo dos três primeiros dias úteis do processo.

Perante os problemas, o Eduqa reconheceu que o novo modelo de classificação digital envolve desafios significativos. Numa nota enviada aos estabelecimentos de ensino, o organismo admite que o processo, por ser “novo e de grande dimensão a nível nacional”, comporta “um conjunto de desafios na área da logística, bem como na vertente tecnológica”. Apesar disso, o instituto sustenta que o calendário inicialmente definido possui flexibilidade suficiente para acomodar dificuldades e contingências sem comprometer a divulgação dos resultados dos exames, prevista para 14 de julho.

Com a alteração agora anunciada, todos os exames passam a ter a mesma data-limite de classificação: 10 de julho. O novo prazo aplica-se às provas realizadas entre 16 e 23 de junho, cujos classificadores tinham inicialmente menos tempo disponível. Já os exames realizados a 25 e 26 de junho, como Física e Química A, Desenho A e Filosofia, já tinham como data final precisamente o dia 10 de julho. O JNE esclareceu ainda que as respostas serão distribuídas gradualmente aos classificadores à medida que forem sendo processadas no sistema digital.

Os constrangimentos não se limitam ao acesso à plataforma. Até ao momento, continuam também indisponíveis os manuais destinados aos professores classificadores e supervisores, documentos essenciais para orientar o processo de avaliação das provas. A situação motivou críticas do movimento Missão Escola Pública (MEP), que considera “lamentável” que o esclarecimento oficial tenha surgido apenas dois dias após o início previsto das correções. O movimento alerta que a distribuição faseada dos itens de correção dificulta a organização dos docentes, por estes não conhecerem antecipadamente o volume total de trabalho que lhes será atribuído.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Júri Nacional de Exames decidiu ajustar o calendário para a correção dos exames nacionais do ensino secundário devido a atrasos na distribuição das credenciais de acesso. No entanto, apesar de admitir &#8220;dificuldades técnicas&#8221; na digitalização das provas, mantém 10 de julho como prazo final das classificações.</p>
<p>O atraso foi denunciado na quarta-feira e o Júri Nacional de Exames (JNE) confirmou esta quinta-feira &#8220;a existência de algumas dificuldades técnicas, que se encontram a ser solucionadas&#8221;.</p>
<p>Os exames nacionais continuam a realizar-se em papel, mas, pela primeira vez, as provas serão corrigidas em formato digital, trabalho que, no caso da prova de Português, deveria estar concluído até 06 de julho, para que as classificações fossem enviadas ao JNE até 10 de julho.</p>
<p>Num esclarecimento publicado na página do Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (EduQA), o JNE reconhece tratar-se de um &#8220;processo novo e de grande dimensão a nível nacional&#8221;, com desafios logísticos e tecnológicos.</p>
<p>Por isso, o calendário inicialmente fixado era &#8220;suficientemente flexível para acomodar eventuais dificuldades e contingências do processo (&#8230;) sem comprometer os prazos definidos para a divulgação dos resultados&#8221;.</p>
<p>Ainda assim, a estrutura responsável por todo o processo de provas e exames dos ensinos básico e secundário decidiu ajustar o cronograma do processo de classificação, para assegurar um período igual de classificação para todos os exames.</p>
<p>Apesar das alterações, mantém-se o prazo final para o envio das classificações, que devem chegar ao JNE até 10 de julho, data aplicável a todas as disciplinas sujeitas a exame no ensino secundário.</p>
<p>&#8220;Entretanto, o JNE irá gradualmente fazer a entrega aos professores classificadores de respostas para classificar, à medida que estas forem sendo processadas&#8221;, acrescenta a nota publicada pelo EduQA.</p>
<p>As pautas serão, depois, afixadas a 14 de julho.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781729]]></sapo:autor>
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		<title>MP reabre inquérito a divulgação de documentos classificados após escutas a grupo neonazi</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/mp-reabre-inquerito-a-divulgacao-de-documentos-classificados-apos-escutas-a-grupo-neonazi/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 13:44:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público (MP) reabriu um inquérito-crime à divulgação no Facebook, em 2018, de documentos classificados da Marinha, na sequência de interceções telefónicas na investigação ao grupo neonazi Movimento Armilar Lusitano (MAL).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Ministério Público (MP) reabriu um inquérito-crime à divulgação no Facebook, em 2018, de documentos classificados da Marinha, na sequência de interceções telefónicas na investigação ao grupo neonazi Movimento Armilar Lusitano (MAL).</P><br />
<P>A informação consta deste último processo, consultado hoje pela Lusa, no âmbito do qual foram acusadas de crimes de terrorismo, no passado dia 17 de junho, nove pessoas alegadamente ligadas ao MAL, que terão planeado ações futuras contra alvos políticos, partidos, jornalistas e académicos.</P><br />
<P>Cerca de um mês antes da dedução desta acusação pelo Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP), a Polícia Judiciária (PJ) informou a Polícia Judiciária Militar (PJM) de que as interceções telefónicas na investigação ao MAL poderiam ter relevância para um caso da divulgação de documentos classificados, em 2018.</P><br />
<P>No dia seguinte, a PJM solicitou ao MP que avaliasse a reabertura de um inquérito por violação de segredo e espionagem que decorrera entre 2020 e 2022, relacionados com factos de 2018.</P><br />
<P>No início deste mês, o Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa determinou a reabertura da investigação, citando um artigo do Código de Processo Penal que estabelece que um &#8220;inquérito só pode ser reaberto se surgirem novos elementos de prova que invalidem os fundamentos invocados pelo MP no despacho de arquivamento&#8221;.</P><br />
<P>Segundo o despacho, o procedimento criminal em causa nunca prescreverá antes de 05 de dezembro de 2028.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781722]]></sapo:autor>
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		<title>Ryanair deixa de cobrar a pais para se sentarem junto de crianças</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ryanair-deixa-de-cobrar-a-pais-para-se-sentarem-junto-de-criancas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 13:26:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A companhia aérea 'low cost' Ryanair vai deixar de cobrar aos pais para se sentarem junto às crianças, caso não queiram pagar pela escolha de lugar, após uma investigação da entidade reguladora da concorrência no Reino Unido.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A companhia aérea &#8216;low cost&#8217; Ryanair vai deixar de cobrar aos pais para se sentarem junto às crianças, caso não queiram pagar pela escolha de lugar, após uma investigação da entidade reguladora da concorrência no Reino Unido.</P><br />
<P>A companhia anunciou que, para as reservas efetuadas a partir de hoje, os adultos que viajem com crianças e não pretendam pagar pela escolha de lugar receberão a atribuição dos seus lugares gratuitamente após efetuarem o &#8216;check-in&#8217; do voo, tal como acontece na maioria das companhias aéreas europeias.</P><br />
<P>A Ryanair advertiu que, nestes casos, as famílias terão maior probabilidade de ser colocadas na parte traseira do avião, uma vez que &#8220;as filas da frente costumam esgotar primeiro&#8221;.</P><br />
<P>Até agora, a companhia exigia que os adultos que viajassem com menores entre os 2 e os 11 anos pagassem a reserva de pelo menos um lugar, designado pela empresa como &#8220;lugar familiar obrigatório&#8221;, para garantir que as crianças ficassem sentadas junto deles, sem oferecer a possibilidade de atribuição gratuita de lugares contíguos.</P><br />
<P>A Autoridade da Concorrência e dos Mercados do Reino Unido (CMA) abriu, no início deste mês, uma investigação para determinar se esta cobrança, de cerca de 8 libras (9,3 euros) por trajeto, poderia constituir uma cláusula abusiva ao abrigo da legislação britânica de proteção do consumidor e se, na prática, representava cobrar aos pais pelo cumprimento das suas obrigações de segurança em relação aos menores, lembrou a EFE. </P><br />
<P>Com a nova política, as famílias continuarão a ter a opção de pagar pela escolha dos lugares para selecionar a localização que preferirem no avião, enquanto aquelas que prescindirem dessa opção receberão uma atribuição automática de lugares após o &#8216;check-in&#8217;.</P><br />
<P>O presidente executivo da Ryanair, Michael O&#8217;Leary, acusou a CMA de estar &#8220;empenhada&#8221; em obrigar a companhia aérea a adotar uma política de lugares &#8220;menos transparente e menos favorável aos consumidores&#8221;, simplesmente por ser a que é aplicada pela maioria das companhias.</P><br />
<P>&#8220;Adaptar-nos-emos, embora com relutância, ao padrão do setor&#8221;, afirmou O&#8217;Leary no comunicado, acrescentando que não pretende &#8220;perder tempo&#8221; a tentar explicar a reguladores &#8220;completamente enganados&#8221; aquilo que &#8220;mais convém aos consumidores&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781703]]></sapo:autor>
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		<title>Governo confirma pelo menos cinco portugueses desaparecidos nos sismos na Venezuela e antecipa &#8220;más noticias&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 13:20:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugueses]]></category>
		<category><![CDATA[sismos]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[A situação dos portugueses afetados pelos violentos sismos que atingiram a Venezuela agravou-se nas últimas horas, com o Governo português a confirmar o desaparecimento de cinco cidadãos nacionais e a admitir que poderão surgir notícias mais preocupantes à medida que prosseguem as operações de busca.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A situação dos portugueses afetados pelos violentos sismos que atingiram a Venezuela agravou-se nas últimas horas, com o Governo português a confirmar o desaparecimento de cinco cidadãos nacionais e a admitir que poderão surgir notícias mais preocupantes à medida que prosseguem as operações de busca. Em resposta à tragédia, Portugal está a preparar o envio de uma missão de emergência composta por 53 operacionais especializados em salvamento, proteção civil e assistência médica para apoiar as autoridades venezuelanas.</p>
<p>Em entrevista à CNN Portugal, o ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, revelou que uma família portuguesa de quatro pessoas está desaparecida na região de La Guaira e que existe também uma cidadã portuguesa desaparecida na zona de Caracas. &#8220;Nós sabemos já, à medida que vão avançando as horas, que haverá uma família de quatro pessoas em La Guaira que estará mesmo desaparecida e, portanto, poderá estar debaixo de escombros e que haverá uma portuguesa também na zona de Caracas&#8221;, afirmou. Questionado sobre a situação da mulher desaparecida, o governante respondeu que &#8220;claramente já não é um problema apenas de comunicação&#8221;, embora tenha salientado que ainda não é possível confirmar se ficou soterrada ou se conseguiu escapar à destruição provocada pelos abalos.</p>
<p>Apesar destes casos considerados prioritários, Paulo Rangel sublinhou que muitas das situações reportadas às autoridades portuguesas resultam das falhas generalizadas nas telecomunicações. &#8220;Há muitas pessoas que estão incontactáveis e isso não significa que estejam numa situação de risco de vida ou que sejam já vítimas deste terrível sismo&#8221;, explicou, referindo que &#8220;os telefones e a internet estão em baixo em muitas zonas&#8221;. Ainda assim, o ministro admitiu que o cenário continua a ser motivo de grande preocupação. &#8220;Infelizmente, eu julgo que nós teremos algumas más notícias ao longo do tempo&#8221;, declarou, recordando que a existência de uma comunidade com mais de 500 mil portugueses e lusodescendentes na Venezuela aumenta a probabilidade de haver vítimas com ligação a Portugal.</p>
<p>Para apoiar as operações de socorro, o Governo português está a organizar uma força de intervenção composta por 53 elementos. A missão integra operacionais da Unidade de Emergência de Proteção e Socorro da GNR, elementos da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, equipas policiais com cães de busca e salvamento, dois médicos, dois enfermeiros, tripulantes de ambulância e material destinado à ajuda humanitária. &#8220;Isto é ajuda de emergência para salvamento&#8221;, frisou Paulo Rangel. O ministro revelou ainda que o Mecanismo Europeu de Proteção Civil já foi ativado, considerando essa decisão &#8220;um avanço muito importante&#8221; para permitir a coordenação da ajuda portuguesa e europeia. A partida da equipa dependerá agora da articulação logística com as autoridades venezuelanas, não tendo sido avançada uma data para o início da missão.</p>
<p>O chefe da diplomacia portuguesa admitiu igualmente que esta poderá ser apenas a primeira fase da resposta nacional à catástrofe. &#8220;Provavelmente nós teremos que ter depois segundas vagas de ajuda&#8221;, afirmou, admitindo o envio posterior de equipamentos médicos, colchões, bens essenciais e outros recursos destinados a apoiar os milhares de desalojados. Paulo Rangel esclareceu ainda que, nesta fase, não está previsto qualquer plano de repatriamento de portugueses residentes na Venezuela. &#8220;Neste momento não está previsto isso&#8221;, disse, sublinhando que a prioridade absoluta continua a ser a procura de sobreviventes durante as primeiras horas após o desastre, consideradas decisivas para o sucesso das operações de salvamento.</p>
<p>O ministro confirmou também que os tripulantes da TAP que tiveram de abandonar o hotel onde se encontravam alojados estão todos em segurança. Relativamente a eventuais perdas de documentação, garantiu que os serviços consulares poderão emitir documentos provisórios de viagem e elogiou a atuação da companhia aérea portuguesa. &#8220;É preciso louvar a TAP, porque tomou conta de toda a operação&#8221;, afirmou. Entretanto, o espaço aéreo venezuelano continua condicionado, dificultando deslocações e operações logísticas. A Venezuela foi atingida por dois sismos de magnitude 7,2 e 7,5 na escala de Richter, seguidos por cerca de duas dezenas de réplicas. O mais recente balanço das autoridades aponta para pelo menos 164 mortos e 971 feridos, segundo a presidente interina venezuelana, Delcy Rodríguez, enquanto prosseguem as buscas entre os escombros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781692]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: Conferência para Recuperação avança com fundo de 500 ME, revela secretária de Estado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 13:13:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A secretária de Estado dos Assuntos Europeus disse hoje que os membros da Conferência para a Recuperação da Ucrânia, a decorrer na Polónia, avançaram com um fundo de 500 milhões de euros para investir em setores estratégicos e estruturais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A secretária de Estado dos Assuntos Europeus disse hoje que os membros da Conferência para a Recuperação da Ucrânia, a decorrer na Polónia, avançaram com um fundo de 500 milhões de euros para investir em setores estratégicos e estruturais.</P><br />
<P>O fundo de capital de risco, cuja criação tinha sido anunciada na conferência realizada em Roma, no ano passado, &#8220;foi finalmente implementado nesta conferência&#8221;, afirmou à agência Lusa Inês Domingos, que está a representar Portugal na reunião que decorre hoje e sexta-feira na cidade polaca de Gdansk.</P><br />
<P>A novidade, destacou a secretária de Estado, aconteceu ao mesmo tempo em que &#8220;foi desembolsada a primeira &#8216;tranche&#8217; dos 90 mil milhões de euros que a União Europeia (UE) concordou em atribuir à Ucrânia&#8221;.</P><br />
<P>Bruxelas aprovou, em abril, a atribuição de um pacote global de 90 mil milhões de euros no âmbito do Empréstimo de Apoio à Ucrânia, destinado a cobrir as necessidades orçamentais e militares do país em 2026 e 2027, tendo hoje libertado os primeiros 3,2 mil milhões de euros.</P><br />
<P>&#8220;Acho que são dois sinais importantes do empenho&#8221; em ajudar a Ucrânia, afirmou Inês Domingos.</P><br />
<P>De acordo com a secretária de Estado, Portugal é um participante ativo da tentativa de reconstruir e ajudar a Ucrânia, avançando de &#8220;forma concreta em todos os financiamentos que são feitos a nível europeu&#8221; e também nas áreas militar e humanitária.</P><br />
<P>&#8220;Por exemplo, em abril, assinámos mais um memorando de entendimento com a Ucrânia, a fim de financiar mais três escolas &#8216;Super Heroes Schools&#8217;, da Fundação Olena Zelenska [primeira-dama ucraniana], uma das quais vai ser perto da linha da frente e outra em Kiev&#8221;, avançou.</P><br />
<P>A secretária de Estado dos Assuntos Europeus apelou ainda à participação das empresas portuguesas na reconstrução da Ucrânia, lembrando que se trata de uma oportunidade importante de investimento.</P><br />
<P>&#8220;O Governo está muito empenhado em criar as condições para conseguir atrair as empresas que estejam interessadas em apoiar a reconstrução&#8221;, disse, acrescentando que já há algumas que estão na Ucrânia e outras interessadas.</P><br />
<P>&#8220;Nesta fase, seria relevante para as empresas portuguesas poderem começar a posicionar-se, não só porque do ponto de vista moral, [queremos] apoiar a Ucrânia nesta fase crucial, mas porque queremos, obviamente, que seja um Estado-membro [da União Europeia] no futuro&#8221;, explicou.</P><br />
<P>Inês Domingos sublinhou ainda que a Ucrânia está a fazer &#8220;reformas muito significativas, em condições muito difíceis&#8221;.</P><br />
<P>Mudanças &#8220;que têm a ver com o ambiente de negócios e o &#8216;governance&#8217; [regras e práticas das empresas] do ponto de vista jurídico para criar melhores condições, obviamente, para os seus cidadãos e para as suas empresas, mas que também criam oportunidades para as empresas se estabelecerem num mercado no qual a confiança vai ser crescente&#8221;, defendeu.</P><br />
<P>A Conferência para a Recuperação da Ucrânia é um evento que pretende reforçar o apoio internacional à reconstrução do país invadido pela Rússia em fevereiro de 2022.</P><br />
<P>O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, não está presente na reunião devido a um episódio de tensão entre Varsóvia e Kiev, após o chefe de Estado da Polónia, Karol Nawrocki, ter retirado a mais alta condecoração polaca ao homólogo ucraniano por este ter dado a uma unidade militar o nome de um grupo nacionalista que matou polacos na II Guerra Mundial.</P><br />
<P>A ausência de Zelensky não significou, no entanto, falta de sintonia entre os presentes e, nomeadamente, entre Kiev e Varsóvia, garantiu Inês Domingos.</P><br />
<P>&#8220;Na perspetiva de quem estava a assistir, há uma grande sintonia e uma grande vontade de continuar a trabalhar&#8221;, assegurou, referindo que o discurso do primeiro-ministro da Polónia, Donald Tusk, mostrou &#8220;um empenho total em continuar a apoiar a Ucrânia&#8221; e que a primeira-ministra ucraniana, Yulia Svyrydenko, que lidera a delegação de Kiev, manifestou &#8220;um grande reconhecimento desse esforço&#8221;.</P><br />
<P>Depois de uma manhã marcada por reuniões de alto nível, a agenda da conferência para hoje à tarde vai ser dedicada a reuniões de trabalho com empresas e focadas em setores concretos, concluiu a secretária de Estado.</P><br />
<P>Em termos globais, o evento vai centrar-se nos setores mais afetados pelo conflito: energia, infraestruturas críticas e logística. O reforço das capacidades de segurança da Ucrânia também estará em foco na reunião.</P><br />
<P>Edições anteriores desta conferência, que reúne representantes governamentais, de instituições financeiras e do setor privado, decorreram em Berlim e Roma.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781691]]></sapo:autor>
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		<title>Ryanair cede nas regras para famílias, mas avisa: quem não escolher lugar pode ir para o fundo do avião</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 13:09:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Ryanair]]></category>
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					<description><![CDATA[Ryanair notificará os passageiros sobre a atribuição gratuita dos lugares depois do check-in]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Ryanair alterou a sua política de lugares para famílias esta quarta-feira, numa mudança que surge em plena investigação da Autoridade da Concorrência e Mercados do Reino Unido à chamada ‘tarifa familiar obrigatória’, avança o &#8216;El Economista&#8217;.</p>
<p>Até agora, os adultos que viajavam com crianças entre os dois e os 11 anos tinham de reservar pelo menos um lugar pago para garantir que os menores ficavam sentados ao seu lado. A companhia aérea atribuía depois lugares adjacentes gratuitos a até quatro crianças incluídas na mesma reserva.</p>
<p>A seleção do lugar do adulto custava entre 4,5 euros e 13,50euros por voo, segundo a própria empresa. Com a nova política, válida para reservas feitas a partir de 25 de junho, as famílias passam a poder optar por não selecionar previamente os lugares.</p>
<p>Nesse caso, a Ryanair notificará os passageiros sobre a atribuição gratuita dos lugares depois do check-in. A transportadora alerta, no entanto, que os passageiros que não escolham assento têm maior probabilidade de ficar nas filas traseiras do avião, uma vez que os lugares da frente tendem a ser reservados primeiro.</p>
<p>A companhia continuará a permitir a seleção paga de lugares durante o processo de reserva. Esta opção permite às famílias garantir desde logo os lugares e escolher zonas mais à frente da cabine, que a Ryanair identifica como lugares premium.</p>
<p>A alteração surge duas semanas depois de a Autoridade da Concorrência e Mercados do Reino Unido ter aberto uma investigação à política da Ryanair. O regulador britânico quer perceber se a cobrança imposta a adultos para viajarem sentados com crianças pode constituir uma cláusula abusiva ao abrigo da legislação de defesa do consumidor.</p>
<p>Segundo a autoridade, a Ryanair era a única grande companhia aérea a operar no Reino Unido que aplicava explicitamente esta taxa. Outras transportadoras atribuem lugares junto dos pais ou responsáveis sem custo adicional para crianças, ou organizam os lugares familiares no momento da reserva.</p>
<p>A investigação também vai analisar a forma como o custo era apresentado durante o processo de compra. O regulador pretende avaliar se a taxa era acrescentada de forma gradual, em vez de estar incluída desde o início no preço total pago pelo consumidor. A autoridade ainda não chegou a qualquer conclusão sobre uma eventual violação das regras.</p>
<p>A Ryanair defende que a política anterior cumpria a regulamentação aplicável e sublinha que não cobrava lugares a menores acompanhados por adultos. A empresa afirma que o novo sistema a aproxima das práticas de outras companhias europeias, mas criticou a atuação do regulador britânico.</p>
<p>“Vamos adaptar-nos, ainda que a contragosto, ao padrão da indústria”, afirmou Michael O’Leary, presidente executivo da Ryanair.</p>
<p>O responsável reconheceu que, com a nova política, “as famílias podem ter de esperar até depois do check-in para saber os seus lugares” e que “é mais provável que sejam colocadas na parte de trás da cabine”.</p>
<p>Michael O’Leary contestou ainda o foco da investigação, acusando a autoridade britânica de forçar a Ryanair a adotar “a política de lugares familiares menos transparente e menos favorável ao consumidor que a maioria das outras companhias aéreas utiliza”.</p>
<p>A mudança representa, assim, uma cedência prática da companhia num ponto sensível para famílias que viajam com crianças. Mas também mantém a tensão entre a transportadora e o regulador: a Ryanair deixa cair a obrigação de um adulto pagar lugar para garantir assentos juntos, mas avisa que quem não escolher poderá ficar para trás — literalmente, nas últimas filas do avião.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781683]]></sapo:autor>
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		<title>Farmacêutica alemã Merck compra norte-americana Bio-Techne por 9.900 ME</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 13:07:31 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Merck vai adquirir a empresa de biotecnologia norte-americana Bio-Techne por 9.900 milhões de euros (11.300 milhões de dólares, ao câmbio atual), anunciou hoje a farmacêutica alemã.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Merck vai adquirir a empresa de biotecnologia norte-americana Bio-Techne por 9.900 milhões de euros (11.300 milhões de dólares, ao câmbio atual), anunciou hoje a farmacêutica alemã.</P><br />
<P>A Merck informou hoje que chegou a um acordo para adquirir a Bio-Techne a um preço de 73 dólares por ação, em dinheiro.</P><br />
<P>A transação foi autorizada pelos conselhos de administração de ambas as empresas e deverá ser concluída no final de 2026 ou início de 2027, assim que forem recebidas todas as autorizações necessárias e a aprovação dos acionistas da Bio-Techne.</P><br />
<P>A Merck prevê obter sinergias de custos de 140 milhões de euros por ano, que serão plenamente concretizadas no terceiro ano após a conclusão da aquisição.</P><br />
<P>Com esta aquisição, a Merck reforça a sua presença em áreas de rápido crescimento das ciências da vida, como a multi-ómica, a biologia espacial, o diagnóstico de precisão e a terapia celular e genética, afirmou o diretor da divisão de ciências da vida da Merck, Jean-Charles Wirth.</P><br />
<P></P><br />
<P>AJR // EA</P><br />
<P>Lsua/fim</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781684]]></sapo:autor>
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		<title>Inflação nos Estados Unidos atinge em maio máximos dos últimos três anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 13:04:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A taxa de inflação nos EUA atingiu, em maio, 4,1%, o valor mais alto dos últimos três anos, segundo o Índice de Preços do Consumidor (IPC) hoje divulgado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A taxa de inflação nos EUA atingiu, em maio, 4,1%, o valor mais alto dos últimos três anos, segundo o Índice de Preços do Consumidor (IPC) hoje divulgado. </P><br />
<P>O IPC é o índice de referência da Reserva Federal (Fed) norte-americana para avaliar a pressão dos preços sobre os consumidores. </P><br />
<P>Desde o início da guerra no Médio Oriente, os preços têm vindo a escalar, nomeadamente o da gasolina. </P><br />
<P>De acordo com o Departamento do Comércio dos EUA, a economia norte-americana cresceu 2,1% entre janeiro e março. </P><br />
<P>Nos últimos três meses de 2025, o Produto Interno Bruto (PIB) norte-americano teve um crescimento de 0,5%, quando uma paralisação do Governo federal, que durou 43 dias, afetou a economia.  </P><br />
<P>No trimestre em análise, excluindo o setor imobiliário, o investimento privado aumentou 10,6% face aos 2,4% do quatro trimestre de 2025. </P><br />
<P>Já o investimento residencial, pressionado pelas taxas de juro, caiu 7,8% de janeiro a março, a maior queda desde o final de 2022. </P><br />
<P>Já os gastos e investimentos do governo federal progrediram 9,4% no primeiro trimestre. </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781679]]></sapo:autor>
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		<title>EDP mantém aposta nos EUA e vê potencial para eólica após 2028, revela CEO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 13:00:40 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Miguel Stilwell d'Andrade]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente executivo da EDP assegurou hoje que a empresa mantém a aposta nos Estados Unidos, centrada em solar e baterias, admitindo potencial para mais eólica a partir de 2028, com uma nova administração.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente executivo da EDP assegurou hoje que a empresa mantém a aposta nos Estados Unidos, centrada em solar e baterias, admitindo potencial para mais eólica a partir de 2028, com uma nova administração. </P><br />
<P>Questionado sobre a estratégia da EDP Renováveis nos Estados Unidos, num contexto de oposição da atual administração de Donald Trump ao eólico &#8216;offshore&#8217; &#8212; parques eólicos no mar &#8212;, Miguel Stilwell d&#8217;Andrade disse que a decisão de investimento foi tomada &#8220;já com conhecimento dos factos&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Nós, quando tomámos essa decisão de investir, já tínhamos conhecimento dos factos&#8221;, afirmou Miguel Stilwell d&#8217;Andrade, num encontro com jornalistas a propósito dos 50 anos da EDP.</P><br />
<P>&#8220;Isso não inclui, por exemplo, investimento no eólico offshore. Principalmente solar e baterias nos Estados Unidos&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Segundo o gestor, &#8220;por agora, solar e baterias, isso continua&#8221;, por serem áreas que já eram &#8220;um grande motor de crescimento&#8221; para o grupo nos últimos anos.</P><br />
<P>Stilwell d&#8217;Andrade admitiu que, a partir de 2028, com uma nova administração, poderá haver &#8220;potencial&#8221; para mais investimento em eólica, dependendo das condições regulatórias e políticas.</P><br />
<P>No eólico &#8216;onshore&#8217;, em terra, o presidente executivo da EDP disse que o grupo está a ser &#8220;bastante prudente&#8221;, devido ao tema dos licenciamentos.</P><br />
<P>&#8220;Queremos ter a certeza absoluta que nós temos todos os licenciamentos necessários antes de tomar a decisão de investimento&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>&#8220;Não queremos estar numa situação onde decidimos investir e, de repente, travam-nos o investimento por uma razão qualquer&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Sobre o eólico &#8216;offshore&#8217;, lembrou que a EDP tinha três projetos nos Estados Unidos, tendo já recuperado capital em dois, enquanto o terceiro continua em negociação.</P><br />
<P>&#8220;Não podem ficar com o nosso dinheiro que nós pagámos no leilão e não nos deixam construir. Isso é que não parece razoável&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>O gestor sublinhou ainda que o facto de a EDP conseguir crescer nos Estados Unidos, apesar de ter um acionista chinês, mostra que a empresa tem conseguido encontrar &#8220;os equilíbrios necessários&#8221; num contexto geopolítico mais exigente.</P><br />
<P>A EDP tem como principal acionista a China Three Gorges, com 22,20% do capital, seguindo-se a BlackRock, com 8,35%, e a Oppidum Capital, com 6,82%, segundo a estrutura acionista disponível no &#8216;site&#8217; da elétrica.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781673]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Venezuela/Sismo: Costa disponiibiliza ajuda da UE em momento difícil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 12:59:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Conselho Europeu]]></category>
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		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do Conselho Europeu, António Costa, manifestou hoje disponibilidade da União Europeia (UE) para mobilizar ajuda de emergência para a Venezuela "nestes momentos difíceis", na sequência dos dois sismos registados da noite passada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P> O presidente do Conselho Europeu, António Costa, manifestou hoje disponibilidade da União Europeia (UE) para mobilizar ajuda de emergência para a Venezuela &#8220;nestes momentos difíceis&#8221;, na sequência dos dois sismos registados da noite passada.</P><br />
<P>&#8220;As notícias que recebemos da Venezuela são profundamente devastadoras. Toda a nossa solidariedade e apoio ao povo venezuelano neste momento de enorme dor, após os terramotos que devastaram o país nas últimas horas&#8221;, afirmou António Costa, numa publicação na rede social X.</P><br />
<P>&#8220;O nosso pensamento está com todos os afetados, com aqueles que perderam entes queridos e com todos os que participam nas operações de emergência e de resgate. A União Europeia está pronta para apoiar os esforços de resposta de emergência em cooperação com os nossos parceiros humanitários e acompanhar a Venezuela nestes momentos difíceis&#8221;, adiantou o antigo primeiro-ministro português.</P><br />
<P>Entretanto, a UE também emitiu uma declaração conjunta da Alta Representante para os Negócios Estrangeiros e Política de Segurança, Kaja Kallas, do comissário para as Parcerias Internacionais, Jozef Síkela, e da comissária para a Preparação, Gestão de Crises e Igualdade, Hadja Lahbib, expressando a sua &#8220;solidariedade com o povo da Venezuela e com todos aqueles envolvidos nas operações de busca, salvamento e assistência humanitária&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Estes terramotos ocorrem numa altura em que milhões de venezuelanos continuam a enfrentar necessidades humanitárias significativas. A União Europeia está em contacto com as autoridades e pronta para apoiar os esforços de resposta de emergência, ao mesmo tempo que já trabalha com parceiros para avaliar as necessidades humanitárias urgentes, à medida que mais informações ficam disponíveis&#8221;, vincam os responsáveis.</P><br />
<P>De acordo com Kallas, Síkela e Lahbib, &#8220;a UE está preparada para mobilizar assistência através do Mecanismo de Proteção Civil da União Europeia, caso receba um pedido&#8221;.</P><br />
<P>Entretanto, para apoiar a resposta, o sistema europeu de satélites Copernicus foi ativado em modo de mapeamento de emergência.</P><br />
<P>&#8220;Mantemo-nos em estreita comunicação com os nossos parceiros humanitários e estamos prontos para fornecer todo o apoio operacional necessário&#8221;, adiantam os responsáveis europeus.</P><br />
<P>Dois grandes sismos foram registados na Venezuela, na quarta-feira, causando pelo menos 164 mortos e mais de 900 feridos, segundo balanço oficial provisório.</P><br />
<P>O primeiro sismo de magnitude 7,2 ocorreu a cerca de 200 quilómetros de Caracas, seguido por um segundo de magnitude 7,5 e por cerca de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).</P><br />
<P>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na região de La Guaira, a norte de Caracas, uma das mais afetadas.</P><br />
<P>As autoridades venezuelanas decretaram o estado de emergência.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781657]]></sapo:autor>
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		<title>CEO da EDP defende que &#8216;data centers&#8217; paguem custos para evitar fatura maior aos consumidores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 12:57:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[data centers]]></category>
		<category><![CDATA[EDP]]></category>
		<category><![CDATA[eletricidade]]></category>
		<category><![CDATA[Miguel Stilwell d'Andrade]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente executivo da EDP defendeu hoje que os 'data centers' devem suportar a sua parte dos custos associados, para evitar "uma socialização do custo de energia" pelos consumidores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente executivo da EDP defendeu hoje que os &#8216;data centers&#8217; devem suportar a sua parte dos custos associados, para evitar &#8220;uma socialização do custo de energia&#8221; pelos consumidores.</P><br />
<P>Miguel Stilwell d&#8217;Andrade afirmou, num encontro com jornalistas a propósito dos 50 anos da EDP, que Portugal tem espaço para receber centros de dados, mas apenas se esse crescimento for planeado, acompanhado por mais geração de energia e sem transferir custos para outros consumidores.</P><br />
<P>&#8220;Eu diria que é preciso assegurar que há sempre este equilíbrio entre a procura e a oferta. Portanto, se há mais &#8216;data centers&#8217;, que haja mais geração e que não haja aqui uma socialização do custo de energia&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>&#8220;O que vemos em muitos países, por exemplo, nos EUA e não só, é que os &#8216;data centers&#8217; têm que pagar a maior parte dos custos&#8221; associados, acrescentou Miguel Stilwell d&#8217;Andrade.</P><br />
<P>Segundo o gestor, os centros de dados podem até ter um efeito positivo, se a procura adicional contribuir para diluir custos da rede, mas essa análise deve ser feita à partida.</P><br />
<P>Miguel Stilwell d&#8217;Andrade defendeu ainda que os &#8216;data centers&#8217; devem criar valor local, &#8220;acrescentar algum valor à comunidade do local onde estão inseridos&#8221;, e não limitar-se a consumir eletricidade.</P><br />
<P>O presidente executivo da EDP considerou que essa é &#8220;uma preocupação legítima&#8221; e que deve ser trabalhada com quem pretende instalar centros de dados no país.</P><br />
<P>&#8220;Se isso for pensado à cabeça, acho que pode ser bem feito. Mas não pode ser feito de uma forma descontrolada&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Questionado sobre os consumidores e a redução da fatura da eletricidade, Miguel Stilwell d&#8217;Andrade disse que, em Portugal, o preço pago pelos clientes resulta de uma componente regulada, ligada às tarifas de acesso às redes e aos custos de interesse geral, e de uma componente de mercado, associada ao preço grossista da energia.</P><br />
<P>&#8220;Em Portugal, em particular, é ditado muito pelo mercado&#8221;, afirmou, referindo que existe &#8220;uma concorrência grande&#8221; entre comercializadores.</P><br />
<P>O gestor disse que a EDP procura manter a estabilidade tarifária, sem alterações frequentes dos preços aos clientes.</P><br />
<P>&#8220;Nós, normalmente, tentamos ser estáveis. Portanto, não andamos a mudar os preços nem todos os dias, nem todos os trimestres&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>&#8220;Se o preço estiver a baixar, os clientes pagam menos. Se estiver a aumentar, aumentará. Mas isso reflete o custo intrínseco da energia&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Sobre os períodos em que o preço grossista da eletricidade atinge zero, Stilwell d&#8217;Andrade sublinhou que esses momentos não representam a média anual do mercado.</P><br />
<P>&#8220;Às vezes faz-se notícia quando são zero, mas isso não é a média do ano e, portanto, não é com base nisso que se consegue fazer um preço ao cliente que consome todo o ano&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Sobre o reforço da resiliência das redes, admitiu que mais investimento pode pesar nos custos, defendendo a necessidade de equilíbrio entre eficiência, preço e segurança do sistema.</P><br />
<P>&#8220;Se eu quiser ter uma rede muito, muito resiliente, vou ter que pagar por ela&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Sobre a mobilidade elétrica, considerou que a rede de carregamento tem evoluído e que a situação está &#8220;bastante bem resolvida&#8221;, embora admita que continuará a ser necessário investir.</P><br />
<P>&#8220;A parte da mobilidade, eu acho que até está bastante bem resolvida&#8221;, afirmou, referindo a existência de postos de carregamento em estações de serviço, hipermercados e habitações.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781658]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>UE acorda voo gratuito para acompanhantes de pessoas com deficiência em determinadas situações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 12:55:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[setor da aviação]]></category>
		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[O Parlamento Europeu e o Conselho da UE chegaram hoje a acordo para permitir que acompanhantes de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida possam viajar gratuitamente de avião se se considerar necessário e a companhia aérea não garantir assistência.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Parlamento Europeu e o Conselho da UE chegaram hoje a acordo para permitir que acompanhantes de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida possam viajar gratuitamente de avião se se considerar necessário e a companhia aérea não garantir assistência.</P><br />
<P>Esta medida foi hoje acordada entre as duas instituições no âmbito da revisão que está a ser feita dos direitos dos passageiros de avião, barco, comboio ou autocarro na União Europeia (UE) e que ainda precisa de ser formalmente aprovada pelo Parlamento Europeu (PE) e Conselho da UE para poder entrar em vigor.</P><br />
<P>Entre as medidas que vão passar a constar na legislação europeia, está a possibilidade de &#8220;um acompanhante de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida poder viajar com eles gratuitamente de avião se a sua presença for necessária, à semelhança do que já acontece nas viagens de autocarro, comboio ou barco&#8221;, refere o PE em comunicado.</P><br />
<P>&#8220;Sempre que uma companhia aérea exija que um passageiro viaje acompanhado por razões de segurança e não consiga prestar a assistência necessária, o passageiro terá direito a viajar com um acompanhante da sua escolha, sem custos adicionais. O acompanhante deverá ficar sentado ao lado do passageiro que precisa da assistência&#8221;, clarifica o Conselho da UE.</P><br />
<P>As novas regras hoje acordadas preveem também que as empresas intermediárias de venda de bilhetes, como as agências de viagens, passem a ter de informar os clientes, no momento da reserva, de &#8220;quaisquer taxas adicionais, administrativas ou de serviço&#8221; que costumam cobrar caso uma viagem seja cancelada, haja um atraso prolongado ou uma recusa de embarque.</P><br />
<P>&#8220;O reembolso do preço total do bilhete e da taxa de intermediação, caso tenha sido cobrada, deverá chegar ao passageiro no prazo de 14 dias. Caso um intermediário não cumpra este prazo, caberá à companhia aérea processar o reembolso no prazo de sete dias após receber os dados de pagamento necessários para efetuar esse reembolso&#8221;, refere o PE.</P><br />
<P>O Conselho da UE acrescenta, contudo, que, para evitar &#8220;um encargo financeiro desproporcionado&#8221; para intermediários &#8220;de menor dimensão&#8221;, o acordo prevê &#8220;uma exceção para as microempresas, desde que os passageiros sejam claramente informados desta disposição no início do processo de reserva&#8221;.</P><br />
<P>As duas instituições acordaram também criar um &#8220;formulário comum&#8221; para todas as viagens &#8212; seja de avião, barco, autocarro ou comboio &#8212; que os passageiros poderão preencher para pedir uma compensação ou reembolso em caso de cancelamentos ou atrasos.</P><br />
<P>&#8220;A Comissão Europeia irá disponibilizar o formulário, em todas as línguas da UE, no seu &#8216;site&#8217;. Esta será uma forma de pedir o reembolso, uma vez que as companhias continuarão a poder encaminhar os passageiros para o seu próprio formulário eletrónico, em papel ou uma aplicação do telemóvel&#8221;, refere-se.</P><br />
<P>Citado neste comunicado, o eurodeputado italiano Matteo Ricci, que redigiu a proposta do PE sobre esta matéria, salienta que, com o acordo de hoje, se &#8220;completa o pacote de direitos dos passageiros ao estabelecer um conjunto claro de regras para proteger e reforçar os europeus em todos os tipos de transportes&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Medidas mais robustas para ajudar as pessoas com mobilidade reduzida e um novo quadro regulatório para a compra de bilhetes através de intermediários melhoram ainda mais a proteção dos passageiros europeus&#8221;, afirma.</P><br />
<P>Por sua vez, Alexis Vafeades, ministro dos Transportes de Chipre, país que detém atualmente a presidência rotativa do Conselho da UE, defende que &#8220;os direitos dos passageiros em todos os modos de transporte só têm verdadeiro significado se puderem ser efetivamente aplicados&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Este acordo facilitará aos viajantes o acesso à informação, à assistência e aos reembolsos a que têm direito, ao mesmo tempo que reforça a proteção das pessoas com deficiência e com mobilidade reduzida&#8221;, refere.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781663]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Rangel manifesta solidariedade com Caracas em conversa com homólogo venezuelano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 12:55:41 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros português, Paulo Rangel, manifestou hoje solidariedade para com a Venezuela na sequência dos dois sismos que atingiram o país, durante uma conversa com o homólogo venezuelano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros português, Paulo Rangel, manifestou hoje solidariedade para com a Venezuela na sequência dos dois sismos que atingiram o país, durante uma conversa com o homólogo venezuelano.</P><br />
<P>Rangel falou hoje com Yván Gil para &#8220;deixar uma mensagem de solidariedade face ao trágico sismo na Venezuela e para disponibilizar os meios de socorro que estão já praticamente em estado de prontidão&#8221;, indicou o Ministério dos Negócios Estrangeiros numa nota publicada na rede social X.</P><br />
<P>Na breve nota não foram especificados quais os meios de socorro disponibilizados.</P><br />
<P>De acordo com o ministério português, o ministro venezuelano agradeceu &#8220;a solidariedade portuguesa&#8221; e da comunidade lusa no país e &#8220;deu nota da situação de grave emergência em que se encontra o país&#8221;.</P><br />
<P>Dois grandes sismos foram registados na Venezuela, na quarta-feira, causando pelo menos 164 mortos e mais de 970 feridos, segundo o balanço oficial provisório.</P><br />
<P>O primeiro sismo de magnitude 7,2 ocorreu a cerca de 200 quilómetros de Caracas, seguido por um segundo de magnitude 7,5 e por cerca de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).</P><br />
<P>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na região de La Guaira, a cerca de 30 quilómetros a norte de Caracas, uma das mais afetadas.</P><br />
<P>As autoridades venezuelanas decretaram o estado de emergência.</P><br />
<P>A Venezuela acolhe uma das maiores comunidades de emigrantes portugueses e lusodescendentes no mundo.</P><br />
<P>Durante hoje de manhã, o secretário de Estado das Comunidades, Emídio Sousa, afirmou que para já não havia indicação de portugueses entre as vítimas dos sismos registados na Venezuela, adiantando que o Governo estava a acompanhar a situação. </P><br />
<P>&#8220;Para já não. Temos feito múltiplos contactos. Temos todos os nossos serviços no terreno, embaixada e consulados e até com pessoas que conheço do movimento associativo e até ao momento não temos conhecimento de vítimas portuguesas&#8221;, disse à agência Lusa Emídio Sousa.</P><br />
<P>O Secretário de Estado das Comunidades indicou que a situação está difícil, com derrocadas de alguns edifícios.   </P><br />
<P>&#8220;É possível que haja [vítimas portuguesas], mas para já não temos nenhuma informação de vítimas portuguesas&#8221;, salientou.   </P><br />
<P>Emídio Sousa adiantou nessa altura que até ao momento o Governo não tinha recebido pedidos de auxílio de portugueses na Venezuela, mas houve contactos em Portugal por parte de familiares que estão preocupados com a situação a solicitar informações.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781661]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Equipas de socorro da ONU a caminho do país, garante Delcy Rodríguez</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 12:39:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Delcy Rodríguez]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[sismo]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[Equipas especializadas de socorro coordenadas pela ONU estão a caminho da Venezuela para participar nas operações de busca de pessoas desaparecidas, possivelmente soterradas nos escombros, após os dois sismos que atingiram o país, anunciou hoje a presidente interina venezuelana.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Equipas especializadas de socorro coordenadas pela ONU estão a caminho da Venezuela para participar nas operações de busca de pessoas desaparecidas, possivelmente soterradas nos escombros, após os dois sismos que atingiram o país, anunciou hoje a presidente interina venezuelana.</P><br />
<P>&#8220;[Os socorristas] já estão a caminho do nosso país para participar nestes esforços&#8221;, declarou Delcy Rodríguez numa intervenção transmitida pela televisão.</P><br />
<P>A presidente interina da Venezuela acrescentou ter falado com vários líderes estrangeiros e com um representante das Nações Unidas (ONU) na Venezuela.</P><br />
<P>Dois grandes sismos foram registados na Venezuela, na quarta-feira, causando pelo menos 164 mortos e mais de 970 feridos, segundo o balanço oficial provisório.</P><br />
<P>O primeiro sismo de magnitude 7,2 ocorreu a cerca de 200 quilómetros de Caracas, seguido por um segundo de magnitude 7,5 e por cerca de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).</P><br />
<P>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na região de La Guaira, a cerca de 30 quilómetros a norte de Caracas, uma das mais afetadas.</P><br />
<P>As autoridades venezuelanas decretaram o estado de emergência.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781638]]></sapo:autor>
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		<title>A regra absurda da FIFA que pode matar a emoção da fase de grupos do Mundial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 12:37:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[fifa]]></category>
		<category><![CDATA[Mundial'2026]]></category>
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					<description><![CDATA[Fase final dos grupos do Mundial podia ter vários jogos carregados de incerteza, contas abertas e equipas obrigadas a atacar até ao fim. Mas uma alteração no critério de desempate está a reduzir a tensão competitiva em várias partidas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A fase final dos grupos do Mundial podia ter vários jogos carregados de incerteza, contas abertas e equipas obrigadas a atacar até ao fim. Mas uma alteração no critério de desempate está a reduzir a tensão competitiva em várias partidas, critica o &#8216;The Independent&#8217;.</p>
<p>Em causa está a opção da FIFA por dar prioridade ao confronto direto em vez da tradicional diferença de golos. A regra, usada há vários anos pela UEFA no Europeu, passou a aplicar-se neste Mundial e já está a produzir efeitos: há seleções com a posição final garantida antes da última jornada, mesmo quando ainda falta jogar.</p>
<p>O resultado é simples: alguns jogos que podiam decidir primeiros lugares, apuramentos ou eliminações chegam agora à última ronda com muito menos em disputa. Alemanha e Estados Unidos, por exemplo, já têm o primeiro lugar assegurado nos respetivos grupos. A Turquia está presa ao quarto lugar. A Tunísia já está eliminada.</p>
<p>Segundo o jornal britânico, esta situação retira parte da emoção que a FIFA prometia com o Mundial alargado. Em vez de uma terceira jornada caótica, com várias equipas dependentes de golos, resultados paralelos e mudanças de posição em tempo real, algumas partidas ficam competitivamente esvaziadas.</p>
<p>O caso desta quinta-feira é apontado como exemplo. A Alemanha podia ainda estar ao alcance da Costa do Marfim, enquanto o Equador poderia tentar aproveitar qualquer deslize da equipa alemã. Os Estados Unidos poderiam precisar de vencer a Turquia para segurar um primeiro lugar mais favorável. A Tunísia ainda poderia ter contas a fazer com a Suécia. Mas, devido ao confronto direto, parte dessas hipóteses desapareceu antes de a bola rolar.</p>
<p>A crítica central é que o confronto direto dá peso excessivo a um único jogo numa fase de grupos curta. Se duas equipas terminam empatadas em pontos, o resultado entre ambas pode valer mais do que o desempenho global ao longo das três partidas. Para o &#8216;The Independent&#8217;, isso levanta dúvidas de justiça desportiva.</p>
<p>A questão torna-se mais sensível num Mundial alargado a 48 seleções, com apuramento dos dois primeiros de cada grupo e dos melhores terceiros. O novo modelo já tornava as contas mais complexas. Com o confronto direto como primeiro critério, algumas posições ficam fechadas mais cedo e outras dependem de cenários difíceis de explicar ao público.</p>
<p>O jornal dá o exemplo do México, que tem seis pontos no Grupo A. Num sistema baseado primeiro na diferença de golos, ainda teria de somar pelo menos um ponto para garantir o primeiro lugar e assegurar o jogo seguinte no Estádio Azteca, em vez de Houston. Com a regra atual, já está confirmado no topo e pode gerir a equipa frente à República Checa.</p>
<p>Há também jogos em que as equipas podem começar a fazer contas ao caminho no mata-mata, em vez de procurarem apenas vencer. Áustria e Argélia, por exemplo, podem enfrentar o dilema de preferir o terceiro lugar, que poderá significar um adversário teoricamente mais acessível, em vez do segundo, que pode levar a um encontro com a favorita Espanha.</p>
<p>O problema não se limita à emoção. A entrada dos melhores terceiros pode criar comparações difíceis entre grupos muito diferentes. A Escócia, por exemplo, poderia ser fortemente derrotada pelo Brasil e ainda assim seguir em frente, enquanto Cabo Verde, mesmo com empates históricos frente a Espanha e Uruguai, poderia ficar pelo caminho.</p>
<p>Para o &#8216;The Independent&#8217;, o modelo atual condiciona mais as últimas jornadas do que o formato antigo. Em vez de incentivar todas as equipas a jogar para ganhar, pode premiar a gestão, o cálculo e a proteção de resultados.</p>
<p>A crítica é ainda mais dura porque a FIFA tinha insistido em manter grupos de quatro equipas depois da terceira jornada caótica e emocionante do Mundial de 2022. A promessa era preservar esse drama competitivo. Mas, ao escolher o confronto direto como primeiro critério de desempate, a organização pode ter criado o efeito contrário.</p>
<p>O jornal defende que havia alternativas. Uma delas seria manter apenas os dois primeiros de cada grupo apurados e dar passagem direta aos oitavos de final aos oito melhores vencedores de grupo, à semelhança do modelo usado na Liga dos Campeões. As restantes equipas fariam uma ronda intermédia, o que incentivaria as seleções a lutar pelo primeiro lugar até ao fim.</p>
<p>A consequência, agora, é uma fase final de grupos menos imprevisível do que podia ser. O Mundial continua a ter jogos decisivos e histórias por escrever, mas a FIFA parece ter fechado cedo demais algumas das portas que costumam transformar a última jornada numa das fases mais intensas do torneio.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781647]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Chat secreto sobre Trump, Zelensky e líderes europeus coloca Comissão Europeia sob investigação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 12:22:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão Europeia]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Ursula von der Leyen]]></category>
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					<description><![CDATA[Srupo terá incluído o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, o presidente francês, Emmanuel Macron, o chanceler alemão, Friedrich Merz, e a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Europeia está a ser investigada pela provedora de Justiça europeia devido à forma como recusou o acesso a mensagens de um grupo secreto que terá juntado Ursula von der Leyen, Volodymyr Zelensky e vários líderes europeus para discutir como lidar com Donald Trump, avança o &#8216;The Independent&#8217;.</p>
<p>O grupo terá incluído o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, o presidente francês, Emmanuel Macron, o chanceler alemão, Friedrich Merz, e a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni. O conteúdo das mensagens, porém, continua privado, depois de a Comissão Europeia ter recusado o pedido de acesso apresentado por uma organização de investigação jornalística.</p>
<p>Teresa Anjinho, provedora de Justiça europeia, informou Ursula von der Leyen, numa carta enviada na última sexta-feira, de que iria abrir uma investigação para avaliar se a Comissão falhou em matéria de transparência na resposta ao pedido.</p>
<p>A organização neerlandesa Follow the Money pediu acesso à correspondência em janeiro, mas a Comissão recusou divulgar as mensagens, alegando que a publicação poderia prejudicar as relações da União Europeia com países terceiros.</p>
<p>A investigação deverá prolongar-se por vários meses. A reunião entre representantes da Comissão Europeia e Teresa Anjinho só está prevista para meados de julho.</p>
<p>Na decisão inicial, tomada no início de março, a Comissão afirmou que existia “contacto permanente informal e pessoal” com chefes de Estado e de Governo de países terceiros e dos Estados-membros, tanto oralmente como por escrito. Bruxelas defendeu que o acesso a essas trocas de mensagens não servia o interesse público.</p>
<p>A entidade que apresentou a queixa contestou a decisão, argumentando que a Comissão não explicou suficientemente a recusa. Em resposta, Bruxelas voltou a negar o acesso, invocando uma exceção ligada à proteção do interesse público em matéria de relações internacionais.</p>
<p>Nessa resposta, datada de 20 de maio, a Comissão Europeia não assumiu uma posição clara sobre se as mensagens do grupo constituem documentos oficialmente detidos pela instituição.</p>
<p>Depois disso, o caso chegou à provedora de Justiça europeia. O queixoso argumentou que a Comissão não avaliou devidamente os documentos pedidos, não ponderou a possibilidade de conceder acesso parcial e não demonstrou que a divulgação das mensagens causaria um dano concreto.</p>
<p>Teresa Anjinho pediu também à Comissão todos os documentos abrangidos pelo pedido de acesso apresentado pela Follow the Money.</p>
<p>O grupo terá ficado conhecido como “Washington Group”. O &#8216;POLITICO&#8217; noticiou a sua existência em janeiro, citando uma fonte segundo a qual os líderes trocavam mensagens sempre que Trump fazia ou dizia algo considerado potencialmente prejudicial.</p>
<p>“Quando as coisas começam a avançar rapidamente, é difícil coordenar, e este grupo é realmente eficaz”, disse uma fonte familiarizada com o funcionamento do grupo. “Diz muito sobre as relações pessoais e sobre a importância que têm.”</p>
<p>O grupo, descrito como “informal mas ativo”, terá sido criado depois de os líderes europeus terem visitado a Casa Branca com Zelensky, em agosto.</p>
<p>A revelação surge num contexto de crescente tensão entre líderes europeus e Donald Trump. De acordo com o &#8216;The Independent&#8217;, os dirigentes europeus foram inicialmente cautelosos para não irritar Trump no início do seu segundo mandato, por receio da sua reação, mas tornaram-se entretanto mais críticos em público. Macron e Merz, em particular, opuseram-se de forma vocal à guerra no Irão.</p>
<p>No início deste ano, rebentou também uma polémica diplomática depois de vários líderes europeus terem feito comentários depreciativos sobre responsáveis da Administração Trump durante uma chamada de grupo.</p>
<p>O jornal alemão &#8216;Der Spiegel&#8217; noticiou que Macron disse a líderes europeus, numa conferência telefónica, que Trump poderia “trair” a Ucrânia ao forçá-la a ceder território “sem clareza sobre garantias de segurança”.</p>
<p>Em comentários que pareciam referir-se aos enviados de Trump Steve Witkoff e Jared Kushner, Merz terá dito: “Eles estão a fazer jogos, tanto convosco como connosco.”</p>
<p>Já o presidente finlandês, Alexander Stubb, que mantém uma relação próxima com Trump, terá defendido: “Não devemos deixar a Ucrânia e Volodymyr sozinhos com estes tipos.” O secretário-geral da NATO, Mark Rutte, concordou: “Concordo com Alexander: temos de proteger Volodymyr.”</p>
<p>A investigação agora aberta não incide sobre o conteúdo político das mensagens, mas sobre a forma como a Comissão Europeia tratou o pedido de acesso. A questão central é saber se Bruxelas podia recusar a divulgação invocando relações internacionais sem esclarecer se as mensagens existem, se estão na posse da instituição e se poderiam ser divulgadas, ainda que parcialmente.</p>
<p>O caso volta a colocar Ursula von der Leyen sob pressão num tema sensível: a fronteira entre diplomacia informal, coordenação política em tempo real e obrigação de transparência das instituições europeias.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781643]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ucrânia recebe primeiros 3,2 mil milhões do megaempréstimo europeu após meses de bloqueio político</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 12:15:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
		<category><![CDATA[UE]]></category>
		<category><![CDATA[Ursula von der Leyen]]></category>
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					<description><![CDATA[Anúncio foi feito esta quinta-feira por Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, durante a Conferência para a Recuperação da Ucrânia, em Gdańsk, na Polónia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Ucrânia recebeu a primeira tranche do empréstimo de 90 mil milhões de euros aprovado pela União Europeia, num primeiro desembolso de 3,2 mil milhões de euros destinado a ajudar Kiev a cobrir falhas orçamentais e garantir estabilidade financeira, avança a &#8216;Euronews&#8217;.</p>
<p>O anúncio foi feito esta quinta-feira por Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, durante a Conferência para a Recuperação da Ucrânia, em Gdańsk, na Polónia. “Hoje, estamos a transferir a primeira tranche deste empréstimo, querida Yulia Svyrydenko, exatamente 3,2 mil milhões de euros em assistência macrofinanceira”, afirmou, dirigindo-se à primeira-ministra ucraniana.</p>
<p>“Esta é, de facto, solidariedade em ação. Mostra que o apoio da Europa à Ucrânia veio para ficar”, acrescentou von der Leyen.</p>
<p>A Comissão Europeia deverá anunciar nos próximos dias uma segunda tranche, no valor de cerca de 6 mil milhões de euros, destinada à produção de drones. O novo apoio chega numa altura em que a Ucrânia regista novo impulso no campo de batalha contra as tropas russas, enquanto a máquina de guerra de Moscovo mostra sinais crescentes de desgaste.</p>
<p>O desembolso marca o fim de uma disputa política de seis meses em torno do empréstimo. Os líderes dos 27 Estados-membros aprovaram o pacote extraordinário em dezembro, depois de uma proposta para usar ativos russos imobilizados ter falhado na reta final.</p>
<p>Em alternativa, a União Europeia decidiu criar o empréstimo de 90 mil milhões de euros através de dívida conjunta. Hungria, Eslováquia e República Checa negociaram uma isenção do mecanismo.</p>
<p>Bruxelas acelerou depois os preparativos técnicos e jurídicos para iniciar os pagamentos o mais rapidamente possível e evitar que o Governo ucraniano, pressionado pela falta de liquidez, entrasse em incumprimento.</p>
<p>O processo, porém, voltou a bloquear no final de fevereiro, quando a invasão russa em larga escala estava prestes a completar quatro anos. O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, impôs então um veto súbito à última peça legislativa necessária, no âmbito de uma disputa não relacionada com a Ucrânia sobre o oleoduto Druzhba.</p>
<p>O impasse só foi ultrapassado no final de abril, depois de Orbán ter sofrido uma derrota expressiva nas eleições legislativas húngaras. Seis meses depois da cimeira decisiva de dezembro, a União Europeia começou finalmente a transferir o dinheiro.</p>
<p>Os 3,2 mil milhões de euros agora entregues são o início de uma série de pagamentos graduais até ao final do ano. Para 2026, Bruxelas reservou 45 mil milhões de euros: 16,7 mil milhões para apoio financeiro e 28,3 mil milhões para apoio militar.</p>
<p>Os pagamentos ficarão condicionados à realização de reformas em Kiev. Qualquer recuo no combate à corrupção poderá levar à suspensão temporária da assistência.</p>
<p>A componente militar do empréstimo terá também condições associadas, para garantir que beneficia armamento e munições “Made in Europe”. Ainda assim, a próxima tranche de 5 mil milhões de euros ficará isenta dessa obrigação, porque a Ucrânia precisa de comprar alguns componentes à China para produzir drones de baixo custo.</p>
<p>Kiev procura ainda formas de adquirir sistemas americanos de defesa aérea Patriot. Não é claro, para já, se o empréstimo europeu poderá vir a ser usado para esse fim.</p>
<p>Os restantes 45 mil milhões de euros ficarão reservados para 2027 e deverão cobrir dois terços das necessidades de financiamento da Ucrânia. Os aliados ocidentais deverão assegurar o terço restante.</p>
<p>“Continuamos a apelar a todos os nossos parceiros para que mantenham o apoio, porque uma Ucrânia forte e independente é do interesse de todos nós”, afirmou von der Leyen.</p>
<p>“A nossa ambição não é apenas ajudar a Ucrânia a resistir, é ajudá-la a crescer e prosperar como um país livre e europeu”, acrescentou.</p>
<p>Os 24 Estados-membros que participam no empréstimo comum deverão pagar cerca de 3 mil milhões de euros por ano em juros.</p>
<p>A Ucrânia só terá de devolver os 90 mil milhões de euros se a Rússia aceitar pagar reparações de guerra, cenário que Moscovo tem rejeitado categoricamente. A Comissão Europeia insiste, contudo, que mantém o direito de recorrer aos 210 mil milhões de euros em ativos imobilizados do Banco Central russo caso essas reparações não avancem.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781640]]></sapo:autor>
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		<title>Portugal tem mais 725 ultrarricos do que há cinco anos. Quem são e porque continuam a escolher o país?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 12:06:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[Knight Frank]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[ultrarricos]]></category>
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					<description><![CDATA[Dados constam do Índice Imobiliário Internacional da consultora britânica Knight Frank. Em 2021, Portugal tinha 1.462 pessoas com património líquido superior a cerca de 25 milhões de euros. Em 2026, esse número terá subido para 2.187]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal tem hoje mais 725 ultrarricos do que há cinco anos, num crescimento de quase 50% que confirma o país como destino cada vez mais relevante para grandes patrimónios. Segundo a &#8216;Euronews&#8217;, a evolução resulta de uma combinação entre investimento imobiliário, mobilidade internacional de capitais, venda de empresas, qualidade de vida e estabilidade.</p>
<p>Os dados constam do Índice Imobiliário Internacional da consultora britânica Knight Frank. Em 2021, Portugal tinha 1.462 pessoas com património líquido superior a cerca de 25 milhões de euros. Em 2026, esse número terá subido para 2.187.</p>
<p>Durante anos, parte da atratividade portuguesa esteve ligada a incentivos como os vistos gold e o regime de Residente Não Habitual. O primeiro deixou de permitir a aquisição de imóveis como via para autorização de residência, enquanto o segundo passou a aplicar-se apenas a determinadas atividades científicas e de elevada qualificação. Ainda assim, a Knight Frank considera que estas alterações podem atenuar a procura internacional, mas não comprometem o interesse por Portugal.</p>
<p>Os ultrarricos que vivem ou investem no país não são apenas estrangeiros. Entre os grandes patrimónios estão também muitos empresários portugueses, sobretudo ligados à indústria, às novas tecnologias, aos serviços e a setores tradicionais como calçado, têxtil, vidro, plástico ou madeira.</p>
<p>“Um indivíduo com um património destes tem como principais preocupações a proteção do património, a fiscalidade e a sucessão”, explica à Euronews Helena Seruca, diretora coordenadora de Banca Privada do Banco Carregosa.</p>
<p>A responsável aponta o período pós-pandemia como um momento decisivo para a criação de nova riqueza em Portugal. “Principalmente desde o período pós-Covid, notámos um aumento do património destes clientes devido à venda de empresas”, afirma.</p>
<p>O crescimento dos fundos de capital de risco também ajudou a transformar empresários portugueses em ultrarricos. Segundo Bruno Minoya Perez, diretor de Private Banking do Banco Carregosa, muitos donos de empresas venderam participações para financiar expansão, entrar em novos mercados ou simplesmente sair da gestão diária dos negócios.</p>
<p>“Há pessoas na casa dos 50 ou 60 anos que já não pretendem continuar à frente do negócio ou que recebem propostas muito atrativas e optam por vender. Nos últimos cinco anos, têm sido realizados muitos negócios deste tipo”, afirma.</p>
<p>O responsável dá como exemplo uma empresa de panificação da zona centro comprada por um grande grupo francês. “Esse empresário, de repente, recebeu 100 milhões de euros”, exemplifica Bruno Perez, mostrando como uma única operação pode ser suficiente para colocar alguém no grupo dos ultrarricos.</p>
<p>A chegada de estrangeiros com elevada capacidade financeira também continua a pesar. Helena Seruca destaca os nómadas digitais e profissionais que vieram trabalhar remotamente para Portugal durante a pandemia e acabaram por se fixar no país. A estes juntam-se investidores estrangeiros com presença significativa em áreas como o imobiliário e o turismo.</p>
<p>No imobiliário, Portugal mantém uma posição de destaque no mercado internacional de luxo. João Cília, CEO da Porta da Frente Christie’s, afirma à &#8216;Euronews&#8217; que o país atrai patrimónios elevados que procuram residência principal, segunda casa ou diversificação de ativos.</p>
<p>O mercado divide-se entre gama alta e ultraluxo. Na gama alta, um apartamento de entrada ronda os 6.494 euros por metro quadrado. No segmento de luxo, que representa apenas 2% do mercado, os preços rondam os 11 mil euros por metro quadrado. As localizações mais procuradas incluem Cascais, o centro de Lisboa, a Comporta e o chamado triângulo dourado do Algarve, entre Vilamoura, Vale do Lobo e Quinta do Lago.</p>
<p>A composição dos compradores muda consoante o segmento. Segundo João Cília, nos imóveis de entrada da gama alta, cerca de 95% dos clientes são portugueses. Já no luxo e ultraluxo, a proporção inverte-se: cerca de 65% dos compradores são estrangeiros, sobretudo americanos e brasileiros.</p>
<p>Portugal também se destaca nas chamadas ‘branded residences’, residências associadas a marcas hoteleiras. Segundo o relatório citado pela &#8216;Euronews&#8217;, o país é líder europeu neste segmento, com cerca de 1.200 unidades, que representam entre 30% e 50% do mercado de luxo.</p>
<p>Lisboa e Cascais assumem particular relevância no mercado europeu. Dados da rede Christie’s indicam que estas duas zonas representam mais de 26% da oferta analisada na Europa. Cascais é já o segundo mercado mais representado da rede no continente, à frente de Londres e Madrid.</p>
<p>A instabilidade internacional também pode reforçar o interesse por Portugal. João Cília aponta o Médio Oriente, em particular o Qatar, como um mercado emergente, sobretudo depois do agravamento das tensões envolvendo Estados Unidos, Israel e Irão. “Eles procuram, neste momento, alternativas de investimento mais seguras”, explica, destacando Portugal como mercado em euros, politicamente estável e integrado na União Europeia.</p>
<p>Apesar da procura, há um problema de oferta. O responsável alerta que estes compradores procuram construção diferenciada em zonas muito privilegiadas, num país com dimensão limitada e mercado restrito.</p>
<p>As estimativas apontam para novo crescimento nos próximos anos. O Prime International Residential Index prevê que Portugal chegue a 2.452 ultrarricos em 2031. A tendência é alimentada pela mobilidade internacional da riqueza, por estilos de vida repartidos entre vários países e pela permanência de Portugal no mapa global do investimento e do imobiliário de luxo.</p>
<p>Mesmo com menor vantagem fiscal do que no passado, o país continua a atrair grandes patrimónios. A combinação de segurança, qualidade de vida, estabilidade, mercado imobiliário premium e oportunidades de investimento ajuda a explicar porque Portugal continua a ser escolhido por quem tem milhões para viver, aplicar ou proteger.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781624]]></sapo:autor>
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		<title>CEO da EDP diz que investidores são bem-vindos e fala em mercado livre sobre fundo soberano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 11:50:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente executivo da EDP preferiu não comentar diretamente uma eventual intervenção de um fundo soberano no setor da energia, uma vez que "ainda não há detalhes", mas sublinhou que "é um mercado livre" e todos os investidores são bem-vindos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente executivo da EDP preferiu não comentar diretamente uma eventual intervenção de um fundo soberano no setor da energia, uma vez que &#8220;ainda não há detalhes&#8221;, mas sublinhou que &#8220;é um mercado livre&#8221; e todos os investidores são bem-vindos.</p>
<p>&#8220;Acionistas são bem-vindos, investidores são bem-vindos&#8221;, afirmou hoje Miguel Stilwell d&#8217;Andrade, num encontro com jornalistas a propósito dos 50 anos da EDP.</p>
<p>O gestor foi questionado sobre a proposta de criação de um Fundo Soberano de Portugal, anunciada no fim de semana pelo primeiro-ministro, em comparação com outros fundos soberanos alimentados por receitas do petróleo, e sobre a possibilidade de este vir a permitir a intervenção do Estado em setores estratégicos, incluindo a energia.</p>
<p>&#8220;Ainda não há detalhes sobre isso, portanto, aguardaremos para tentar perceber melhor o que é que está a ser apresentado aqui&#8221;, afirmou Miguel Stilwell d&#8217;Andrade.</p>
<p>O presidente executivo da EDP sublinhou que &#8220;isto é um mercado livre&#8221;, no qual os investidores podem decidir &#8220;investir ou desinvestir&#8221;, consoante considerem existir &#8220;uma boa oportunidade ou não&#8221;.</p>
<p>A EDP, que celebra este ano 50 anos, passou de empresa totalmente estatal para empresa privada e cotada, com uma base acionista maioritariamente internacional.</p>
<p>Sobre este ponto, o gestor referiu que têm &#8220;uma base acionista muito forte, não é só chineses&#8221;, referindo acionistas de geografias como Singapura, Abu Dhabi, Canadá, Reino Unido e Noruega.</p>
<p>A EDP tem como principal acionista a China Three Gorges, com 22,20% do capital, seguindo-se a BlackRock, com 8,35%, e a Oppidum Capital, com 6,82%, segundo a estrutura acionista disponível no &#8216;site&#8217; da elétrica.</p>
<p>O presidente executivo defendeu que esta base acionista tem sido importante para financiar o crescimento da empresa e reforçar o balanço, recordando que a EDP levantou cerca de 4.500 milhões de euros de capital nos últimos anos.</p>
<p>&#8220;Acho que isso foi fundamental. Não só para aguentar o balanço, mas para poder crescer precisamente com um balanço sólido&#8221;, afirmou.</p>
<p>Questionado sobre os aumentos de capital realizados pela empresa e a criação de valor para os acionistas, Stilwell d&#8217;Andrade defendeu que essas operações foram positivas para a EDP.</p>
<p>&#8220;Claramente foi uma boa decisão da empresa&#8221;, afirmou, sustentando que, sem esse capital, a EDP teria hoje &#8220;um balanço muitíssimo mais complicado&#8221;.</p>
<p>O presidente executivo disse ainda que o capital obtido foi aplicado em áreas como redes, Brasil e renováveis, permitindo à empresa manter o ritmo de investimento.</p>
<p>&#8220;Sem esse capital não podíamos ser capazes de manter este tipo de crescimento&#8221;, afirmou.</p>
<p>Sobre a presença da China Three Gorges no capital da EDP e eventuais impactos na gestão, Stilwell d&#8217;Andrade rejeitou qualquer interferência na gestão executiva da elétrica.</p>
<p>&#8220;Na gestão executiva e diária [&#8230;] não tem qualquer tipo de interferência&#8221;, disse.</p>
<p>O presidente executivo sublinhou que a estrutura de governação da empresa tem permitido à EDP continuar a crescer em mercados como Estados Unidos, Austrália e Reino Unido, mesmo num contexto internacional de maior escrutínio sobre investimentos chineses.</p>
<p>&#8220;Temos de ser capazes de navegar nesta turbulência toda&#8221;, afirmou, considerando que a EDP tem conseguido encontrar &#8220;os equilíbrios necessários&#8221; para manter a atividade e o crescimento internacional.</p>
<p>Miguel Stilwell d&#8217;Andrade descreveu ainda o percurso da EDP como &#8220;uma história de sucesso&#8221;, marcada por &#8220;ambição&#8221;, &#8220;coragem&#8221;, &#8220;resiliência&#8221; e &#8220;excelência&#8221;, desde a eletrificação do país até à internacionalização e à aposta nas renováveis.</p>
<p>SCR // CSJ</p>
<p>Lua/Fim</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781616]]></sapo:autor>
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		<title>Aeroportos de Roma avisam para &#8220;desastre&#8221; no verão devido aos novos controlos fronteiriços da União Europeia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 11:43:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os aeroportos de Roma estão a alertar para o risco de um verdadeiro caos operacional durante os meses de maior procura turística, caso não sejam flexibilizadas as regras do novo Sistema de Entrada e Saída (EES) da União Europeia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os aeroportos de Roma estão a alertar para o risco de um verdadeiro caos operacional durante os meses de maior procura turística, caso não sejam flexibilizadas as regras do novo Sistema de Entrada e Saída (EES) da União Europeia. O aviso foi deixado por Marco Troncone, presidente executivo da Aeroporti di Roma, empresa que gere os aeroportos de Fiumicino e Ciampino, que considera indispensável suspender temporariamente parte dos controlos biométricos para evitar graves constrangimentos durante o pico da época de verão.</p>
<p>O responsável afirmou que a situação é motivo de elevada preocupação e classificou o nível de risco entre “oito ou nove” numa escala de um a dez. Segundo explicou, o novo processo de registo de passageiros provenientes de países fora da União Europeia revelou-se incompatível com os volumes de tráfego esperados nas próximas semanas. “Estamos muito preocupados para o verão”, afirmou Troncone, acrescentando que “a única forma é abrir a válvula” e que não será possível garantir “100% dos registos” previstos pelo sistema.</p>
<p>O EES, implementado em meados de abril após vários adiamentos, exige que cidadãos de países terceiros forneçam impressões digitais e fotografia aquando da sua primeira entrada no espaço Schengen. O objetivo é reforçar o controlo das fronteiras externas da União Europeia. Contudo, desde a sua entrada em funcionamento, o sistema tem enfrentado problemas técnicos e gerado longas filas nos aeroportos, mesmo antes do início da época alta de viagens.</p>
<p>Entre as principais dificuldades identificadas pelos operadores aeroportuários estão falhas nos quiosques automáticos de registo e situações em que passageiros já registados anteriormente são obrigados a repetir todo o processo, aumentando significativamente os tempos de espera. Olivier Jankovec, diretor-geral da associação aeroportuária ACI Europe, defendeu que “os processos precisam de funcionar melhor”, apontando diretamente para os problemas de automatização. “Precisamos que os sistemas de autosserviço funcionem e, neste momento, não funcionam”, afirmou.</p>
<p>Os receios não se limitam a Itália. Vários aeroportos europeus já registaram filas de várias horas para entrada e saída de passageiros, situação que ameaça agravar-se com a chegada de milhões de turistas internacionais durante os meses de verão. A Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) alertou inclusivamente para a possibilidade de tempos de espera que poderão atingir as seis horas nos aeroportos mais afetados. Perante este cenário, alguns operadores já suspenderam parcialmente os controlos biométricos para conseguirem manter o fluxo de passageiros. No início deste mês, alguns aeroportos gregos permitiram inclusivamente que cidadãos britânicos evitassem os procedimentos do EES.</p>
<p>A preocupação estende-se também a aeroportos fora da União Europeia. Responsáveis aeroportuários em cidades como Londres e Istambul receiam que atrasos significativos nos voos provenientes do espaço Schengen provoquem um efeito dominó em toda a rede aérea europeia. Selahattin Bilgen, diretor executivo do Aeroporto de Istambul, sublinhou que muitos passageiros turcos enfrentam dificuldades no primeiro acesso ao sistema europeu, contribuindo para atrasos adicionais.</p>
<p>Apesar das críticas, a Comissão Europeia garante que o sistema está plenamente operacional. Um porta-voz do executivo comunitário afirmou que o EES “está totalmente operacional em todos os países Schengen e funciona bem”. Bruxelas sustenta ainda que muitos dos tempos de espera registados estão relacionados com problemas já existentes, como falta de pessoal, limitações de infraestruturas e concentração excessiva de voos em determinados horários. Ainda assim, a Comissão recorda que as regras atuais já contemplam mecanismos de flexibilidade que permitem suspender temporariamente a recolha de dados biométricos para assegurar a fluidez do tráfego fronteiriço, cabendo aos Estados-membros decidir a sua aplicação no terreno.</p>
<p>Com a aproximação das férias de verão e o esperado aumento do número de viajantes internacionais, os aeroportos europeus enfrentam agora um teste decisivo à capacidade do novo sistema de controlo fronteiriço da União Europeia, enquanto cresce a pressão para evitar perturbações generalizadas numa das épocas mais movimentadas do ano para o setor da aviação.</p>
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