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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Fri, 01 May 2026 10:36:10 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Gasóleo sobe 10 cêntimos e gasolina 6,5 cêntimos na próxima semana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 10:32:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os preços dos combustíveis em Portugal vão voltar a subir na próxima semana com o gasóleo simples a aumentar em média 10 cêntimos por litro e a gasolina 95 a encarecer 6,5 cêntimos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os preços dos combustíveis em Portugal vão voltar a subir na próxima semana com o gasóleo simples a aumentar em média 10 cêntimos por litro e a gasolina 95 a encarecer 6,5 cêntimos.</p>
<p>As previsões do aumento dos preços foram cedidas à Lusa pela Associação Nacional de Revendedores de Combustíveis (ANAREC).</p>
<p>Com base nos valores atuais da Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), e tendo em conta as previsões das subidas com os valores do fecho do mercado na quinta-feira, o preço médio da gasolina simples 95 deverá situar-se nos 1,993 euros por litro a partir de segunda-feira, enquanto o gasóleo simples poderá atingir os 2,055 euros por litro.</p>
<p>A média final só ficará fechada ao final do dia, podendo ainda registar alterações em função da evolução das cotações internacionais do petróleo, e o custo final na bomba poderá variar conforme o posto de abastecimento, a marca e a localização.</p>
<p>Além disso, as descidas extraordinárias das taxas do ISP que o Governo tem vindo a aprovar poderão também baixar os valores previstos.</p>
<p>O aumento dos preços dos combustíveis acontece num contexto de forte tensão geopolítica no Médio Oriente, com os preços do petróleo pressionados pelo encerramento do estreito de Ormuz e pela volatilidade dos mercados internacionais.</p>
<p>A cotação do barril de petróleo Brent para entrega em junho terminou na quinta-feira no mercado de futuros de Londres em baixa de 3,41% para os 114,01 dólares.</p>
<p>O crude do Mar do Norte, de referência na Europa, fechou a sessão no Intercontinental Exchange a cotar 4,02 dólares abaixo dos 118,03 com que encerrou as transações na quarta-feira. Mas, depois do encerramento, no mercado em contínuo, o Brent chegou a atingir os 126,41 dólares, alcançando níveis inéditos desde a invasão da Ucrânia pela Federação Russa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757137]]></sapo:autor>
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		<title>Telecomunicações: preços descem, mas os consumidores continuam a reclamar</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/telecomunicacoes-precos-descem-mas-os-consumidores-continuam-a-reclamar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com ComparaJá.pt]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 10:30:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[consumidores]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[preços]]></category>
		<category><![CDATA[reclamações]]></category>
		<category><![CDATA[telecomunicações]]></category>
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					<description><![CDATA[Apesar da descida dos preços nas telecomunicações em Portugal, o número de reclamações continua a aumentar, revelando um paradoxo num dos mercados mais competitivos dos últimos anos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Apesar de o sector das telecomunicações atravessar a maior pressão competitiva dos últimos anos, com a entrada da DIGI no final de 2024 a forçar MEO, NOS, Vodafone e respetivas marcas low-cost a baixar mensalidades, o número de queixas dirigidas aos operadores não para de crescer. Segundo o último relatório anual da ANACOM, em 2025 foram registadas cerca de 106,4 mil reclamações dirigidas aos prestadores de serviços de comunicações, um aumento ligeiro de 1% face a 2024. As comunicações eletrónicas concentraram 60% do total, com 64,3 mil queixas e um crescimento de 3%.</span><a href="https://www.anacom-consumidor.pt/-/reclamacoes-sobem-nas-comunicacoes-eletronicas-e-descem-nos-postais-106-4-mil-queixas-em-2025" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;"> </span></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A contradição é evidente: os portugueses pagam menos, mas reclamam mais. Em fevereiro de 2026, os preços das telecomunicações em Portugal desceram 2,2% face ao mesmo mês de 2025, e a entrada de novos players empurrou as mensalidades dos pacotes mais procurados para mínimos históricos em algumas modalidades. Ainda assim, a faturação de serviços mantém-se como o assunto mais reclamado, com 16,4 mil registos, liderada pela Vodafone (39%). Seguem-se as falhas nos serviços (12,7 mil queixas, com a MEO em destaque, com 30%) e a contratação de serviços (12,6 mil queixas). Em particular, registou-se um acréscimo de cinco pontos percentuais nas situações relacionadas com a demora na reparação ou reparações deficientes.</span><a href="https://4gnews.pt/ha-boas-e-mas-noticias-sobre-o-preco-das-operadoras-em-portugal-atualmente/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;"> </span></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por trás destes números está, na maioria dos casos, uma escolha mal feita à partida. Comparar um pacote 3P (TV+Net+Voz), 4P (que adiciona um cartão de telemóvel) ou 5P (com dois cartões móveis) deixou de ser uma questão de olhar apenas para a mensalidade publicitada. O preço promocional dos primeiros meses esconde frequentemente um valor final substancialmente mais alto, e os custos de instalação podem ascender a centenas de euros nos contratos sem fidelização. Plataformas independentes como o</span><a href="https://www.comparaja.pt/tv-net-voz" target="_blank" rel="noopener"> <span style="font-weight: 400;">ComparaJá.pt</span></a><span style="font-weight: 400;"> permitem cruzar mais de 400 pacotes do mercado em simultâneo, considerando velocidade efetiva disponível na morada, número de canais, plafond móvel e período de fidelização — fatores decisivos para evitar surpresas na fatura.</span><a href="https://www.comparaja.pt/tv-net-voz" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;"> </span></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A cobertura real é outro tema crítico. As operadoras low-cost (Uzo, Woo, Amigo) recorrem às redes das suas marcas-mãe (MEO, NOS e Vodafone, respetivamente) e nem sempre apresentam disponibilidade total fora dos grandes centros urbanos. Antes de assinar contrato, é fundamental verificar se a fibra ótica chega ao endereço e qual a velocidade efetivamente garantida, os valores publicitados de 1 Gbps ou 10 Gbps representam o máximo teórico, não o desempenho médio. As consequências do &#8220;comboio&#8221; de tempestades do início de 2026 vieram, aliás, expor a fragilidade de algumas redes: meses depois, milhares de clientes continuavam sem serviço fixo reposto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A fidelização é, talvez, a principal armadilha para o consumidor. Os contratos de 24 meses oferecem mensalidades mais baixas, mas implicam penalizações elevadas em caso de rescisão antecipada, sobretudo se a instalação foi abatida ao longo do período. Os contratos sem fidelização (ou com apenas três meses, como praticam DIGI e várias low-cost) ganham terreno pela flexibilidade que garantem, ainda que com mensalidades ligeiramente superiores. Recorde-se que, desde 10 de novembro de 2025, as operadoras de telecomunicações em Portugal estão proibidas de cobrar qualquer valor aos clientes que queiram mudar de operador mantendo o mesmo número de telemóvel, o que reduz uma das barreiras tradicionais à mudança.</span><a href="https://contaspoupanca.pt/casa/2026-04-20-telecomunicacoes--qual-e-a-operadora-mais-barata-este-mes--9aef2d8c" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;"> </span></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As cláusulas de rescisão merecem leitura atenta antes da assinatura: o utilizador tem o direito legal de denunciar o contrato em situações específicas, como falhas reiteradas na prestação do serviço ou alteração unilateral das condições. Em caso de litígio, o livro de reclamações eletrónico continua a ser o canal mais utilizado pelos consumidores, representando 63% das reclamações apresentadas em 2025, com um crescimento de 11% face a 2024.</span><a href="https://www.anacom-consumidor.pt/-/reclamacoes-sobem-nas-comunicacoes-eletronicas-e-descem-nos-postais-106-4-mil-queixas-em-2025" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;"> </span></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A qualidade da assistência é, segundo os números, o calcanhar de Aquiles do sector. A MEO lidera as reclamações sobre falhas nos serviços (30%) e sobre assistência técnica (33% das 11,9 mil queixas registadas neste assunto), ao passo que a NOS concentra 37% das reclamações sobre cancelamento de serviços. Mais do que escolher pelo preço de campanha, o consumidor deve ponderar a experiência pós-venda. É aí, e não na ficha técnica, que o pacote acaba por se revelar bom ou mau negócio.</span></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756500]]></sapo:autor>
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		<title>Governo trava avanço da eutanásia por falta de “segurança jurídica”</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/governo-trava-avanco-da-eutanasia-por-falta-de-seguranca-juridica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 10:16:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Enquanto a lei continua sem aplicação, cresce o número de portugueses que recorrem à associação suíça Dignitas para obter assistência no suicídio.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="118" data-end="424">Quase três anos após a publicação da lei que regula a morte medicamente assistida em Portugal, a sua aplicação continua por concretizar. O Governo considera que ainda não existem condições para avançar, apontando falta de “segurança jurídica” e decisões do Tribunal Constitucional como principais entraves.</p>
<p data-start="426" data-end="742">De acordo com o Público, o Ministério da Saúde garante que não está a bloquear a lei, mas sim a assegurar que qualquer implementação cumpre plenamente a Constituição. Ainda assim, a ausência de regulamentação mantém o processo parado, enquanto cresce o número de portugueses que procuram alternativas no estrangeiro.</p>
<p data-start="814" data-end="1104">A legislação, publicada a 25 de maio de 2023, permite a morte medicamente assistida em casos de doença grave e incurável ou lesão definitiva de extrema gravidade. No entanto, várias normas foram consideradas inconstitucionais, o que, segundo o Governo, afetou elementos centrais do diploma.</p>
<p data-start="1106" data-end="1451">Segundo o Público, o executivo entende que esta é uma matéria de elevada sensibilidade ética, jurídica e clínica, exigindo prudência antes de qualquer avanço. A decisão final sobre a regulamentação está agora nas mãos do atual primeiro-ministro, Luís Montenegro, depois de o processo ter passado por vários vetos presidenciais e revisões legais.</p>
<p data-section-id="1i9opws" data-start="1453" data-end="1508"><strong>Aumenta o número de portugueses que recorrem à Suíça</strong></p>
<p data-start="1510" data-end="1767">Enquanto a lei continua sem aplicação, cresce o número de portugueses que recorrem à associação suíça Dignitas para obter assistência no suicídio. Em 2025, mais 23 pessoas juntaram-se à organização, elevando para 80 o total de membros portugueses inscritos.</p>
<p data-start="1769" data-end="2032">De acordo com o Público, estes cidadãos representam potenciais candidatos ao suicídio assistido, embora apenas uma pequena percentagem avance efetivamente com o procedimento. No total, a Dignitas conta com quase 16 mil membros, sendo os portugueses cerca de 0,5%.</p>
<p data-start="2034" data-end="2266">Nos últimos 17 anos, pelo menos 12 portugueses deslocaram-se à Suíça para recorrer a este serviço. O processo pode custar mais de 11 mil euros, embora existam situações de redução ou isenção para pessoas com dificuldades económicas.</p>
<p data-section-id="1xmnmah" data-start="2268" data-end="2317"><strong>Como funciona o suicídio assistido na Dignitas</strong></p>
<p data-start="2319" data-end="2487">Na Suíça, a eutanásia é proibida, mas o suicídio assistido é legal há várias décadas. Neste modelo, é o próprio paciente que administra o fármaco letal, sob supervisão.</p>
<p data-start="2489" data-end="2793">A associação estabelece critérios rigorosos para aceitar candidatos, incluindo a existência de doença terminal, deficiência incapacitante ou sofrimento considerado insuportável. Todo o processo, desde o pedido até ao envio dos restos mortais para o país de origem, pode demorar entre três a quatro meses.</p>
<p data-start="2795" data-end="2936">Desde a sua fundação, em 1998, a Dignitas assistiu mais de quatro mil pessoas na morte, sendo uma pequena fração de nacionalidade portuguesa.</p>
<p data-start="2971" data-end="3187">O tema voltou a ganhar destaque com o caso de um empresário português de 44 anos, que se deslocou recentemente à Suíça para recorrer ao suicídio assistido após viver 17 anos tetraplégico, na sequência de um acidente.</p>
<p data-start="3189" data-end="3352">A situação reacende o debate em torno da aplicação da lei em Portugal, num contexto em que outros países já legalizaram o suicídio assistido, a eutanásia ou ambos.</p>
<p data-section-id="1czwz96" data-start="3354" data-end="3390"><strong>Pressão política para rever a lei</strong></p>
<p data-start="3392" data-end="3667">No plano político, partidos como a Iniciativa Liberal e o Bloco de Esquerda mantêm o compromisso com a despenalização da morte medicamente assistida. Ambos admitem rever a legislação à luz das decisões do Tribunal Constitucional, com o objetivo de viabilizar a sua aplicação.</p>
<p data-start="3669" data-end="3856" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Apesar disso, o processo continua sem avanços concretos, prolongando um impasse que leva cada vez mais portugueses a procurar no estrangeiro uma resposta que ainda não existe em Portugal.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757125]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ministério Público comunica às Finanças suspeitas sobre faturação de empresa ligada a Montenegro</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ministerio-publico-comunica-as-financas-suspeitas-sobre-faturacao-de-empresa-ligada-a-montenegro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 09:57:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público (MP) comunicou à Autoridade Tributária suspeitas relacionadas com a faturação da empresa familiar Spinumviva, ligada ao primeiro-ministro Luís Montenegro, abrindo um novo capítulo após o arquivamento da vertente criminal do caso.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="107" data-end="357">O Ministério Público (MP) comunicou à Autoridade Tributária suspeitas relacionadas com a faturação da empresa familiar Spinumviva, ligada ao primeiro-ministro Luís Montenegro, abrindo um novo capítulo após o arquivamento da vertente criminal do caso.</p>
<p data-start="359" data-end="656">De acordo com o <a href="https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/ministerio-publico-denunciou-faturacao-de-montenegro-as-financas" target="_blank" rel="noopener">Correio da Manhã</a>, os procuradores do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP) decidiram avançar com esta comunicação depois de encerrarem a averiguação preventiva, entendendo que poderiam existir eventuais irregularidades fiscais associadas à atividade da empresa.</p>
<p data-start="711" data-end="996">Segundo o CM, estão em cusa situações em que clientes que inicialmente recorreram à sociedade de advogados Sousa Pinheiro e Montenegro terão acabado por ver os serviços faturados pela Spinumviva. Esta alteração poderá ter tido impacto direto na carga fiscal associada aos rendimentos.</p>
<p data-start="998" data-end="1361">A diferença reside no enquadramento tributário: caso os serviços fossem faturados pela sociedade de advogados, os rendimentos estariam sujeitos a IRS, podendo atingir uma taxa máxima de 48% para rendimentos anuais mais elevados. Já através da Spinumviva, a tributação ocorre em sede de IRC, com uma taxa de 21%, permitindo ainda deduzir despesas previstas na lei.</p>
<p data-start="1363" data-end="1632">O Ministério Público considerou que não existem indícios suficientes para configurar crime de fraude fiscal. Ainda assim, entendeu que a situação deve ser analisada pela Autoridade Tributária, que poderá decidir avançar com uma eventual liquidação adicional de imposto.</p>
<p data-section-id="1qzl7ee" data-start="1634" data-end="1669"><strong>Clientes e transição de serviços</strong></p>
<p data-start="1671" data-end="1983">Entre os clientes envolvidos nesta transição de faturação encontram-se empresas como a Sofarma, Solverde, Rádio Popular e Ferpinta. De acordo com o Correio da Manhã, esta mudança foi anteriormente confirmada por uma fonte oficial da Solverde, que justificou a decisão com base em “relações de confiança pessoal”.</p>
<p data-start="1985" data-end="2081">O gabinete do primeiro-ministro foi questionado sobre estes desenvolvimentos, mas não respondeu.</p>
<p data-start="2138" data-end="2431">Entretanto, Luís Montenegro tornou pública uma lista de clientes da Spinumviva, numa iniciativa interpretada como antecipação a um pedido da Entidade para a Transparência. No entanto, a mesma entidade indicou que os nomes foram colocados no anexo errado, o que impede a sua divulgação oficial.</p>
<p data-start="2433" data-end="2590">O primeiro-ministro doou ainda as quotas da empresa aos filhos, Hugo e Diogo Montenegro, tendo a sede da Spinumviva sido transferida de Espinho para o Porto.</p>
<p data-section-id="1xkvf4k" data-start="2592" data-end="2639"><strong>Investigação paralela à construção de imóvel</strong></p>
<p data-start="2641" data-end="2868">Paralelamente, o Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) do Porto mantém uma investigação relacionada com a construção da casa de Luís Montenegro, em Espinho. Em causa poderão estar eventuais crimes de natureza fiscal.</p>
<p data-start="2870" data-end="3060">Este processo surge após um anterior inquérito, arquivado em dezembro de 2024, que analisava possíveis benefícios fiscais obtidos no âmbito da classificação da obra como reabilitação urbana.</p>
<p data-start="3062" data-end="3362">A investigação atual incide sobre a construção do imóvel, incluindo materiais utilizados e entidades envolvidas. O dono da empresa responsável pela obra, entretanto declarada insolvente, já foi ouvido, tal como o arquiteto responsável pelo projeto, que terá cobrado 17,7 mil euros, acrescidos de IVA.</p>
<p data-start="3409" data-end="3607">Apesar de o Ministério Público ter arquivado a vertente criminal do caso Spinumviva, a comunicação às Finanças demonstra que persistem dúvidas quanto ao enquadramento fiscal da atividade da empresa.</p>
<p data-start="3609" data-end="3778" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Segundo o CM, este novo desenvolvimento poderá levar a uma reavaliação por parte da Autoridade Tributária, num processo que permanece em aberto do ponto de vista fiscal.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757121]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Cientistas criam material inspirado no Wolverine que se regenera sozinho e pode durar séculos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Patrícia Moura Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 09:30:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[fibra]]></category>
		<category><![CDATA[indústria]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[material]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Nova tecnologia desenvolvida por engenheiros permite reparar danos internos de forma repetida, aumentando significativamente a durabilidade de componentes usados em aviões, carros e turbinas eólicas.
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma equipa de engenheiros desenvolveu um material inovador capaz de se autorreparar mais de mil vezes, abrindo caminho para uma nova geração de componentes mais duráveis e sustentáveis. A descoberta poderá ter impacto direto em setores como a aviação, a indústria automóvel e as energias renováveis.</p>
<p>De acordo com o El Economista, investigadores da Universidade Estatal da Carolina do Norte e da Universidade de Houston criaram um compósito de fibra com uma capacidade inédita de regeneração. Este material foi concebido para responder a um dos maiores desafios da engenharia moderna: o desgaste e a &#8220;fadiga&#8221; estrutural ao longo do tempo.</p>
<p>Atualmente, muitos componentes industriais são fabricados com polímeros reforçados com fibras, conhecidos pela sua leveza e resistência. No entanto, apresentam uma limitação significativa: a fragilidade interna. Sob pressão constante ou impactos, as fibras podem separar-se da matriz, comprometendo a integridade da estrutura.</p>
<p><strong>Como funciona o material autorreparador</strong></p>
<p>A inovação baseia-se numa abordagem dupla. Por um lado, os engenheiros introduziram uma camada flexível, produzida através de impressão 3D, no interior da estrutura rígida. Esta camada melhora a resistência inicial do material.</p>
<p>Por outro lado, o compósito incorpora finas camadas de aquecedores de carbono. Quando o sistema deteta fissuras internas, ou quando é ativado para manutenção,  é aplicada uma corrente elétrica que gera calor. Esse calor derrete a camada flexível, permitindo selar as fissuras. Após o arrefecimento, o material solidifica novamente, recuperando a sua integridade estrutural.</p>
<p>Embora já existam materiais com capacidade de autorreparação, a grande diferença desta tecnologia está na sua durabilidade. Até agora, estes sistemas perdiam eficácia após poucos ciclos de utilização. Neste caso, os testes demonstraram que o material consegue suportar mais de 1.000 ciclos consecutivos de dano e reparação.</p>
<p><strong>Aplicações e impacto futuro</strong></p>
<p>Os investigadores estimam que este material poderá manter-se funcional entre 125 e 500 anos, o que representa um salto significativo face às soluções atuais. Esta longevidade poderá reduzir custos de manutenção e substituição, além de diminuir o impacto ambiental associado à produção de novos componentes.</p>
<p>A aplicação desta tecnologia em hélices de turbinas eólicas, peças de aeronaves ou componentes automóveis poderá transformar a forma como se projetam e mantêm infraestruturas críticas, tornando-as mais eficientes e sustentáveis a longo prazo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756453]]></sapo:autor>
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		<title>Presidente da República critica precariedade e defende trabalho com vida digna</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 09:20:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República alertou hoje para os atuais desafios enfrentados pelos trabalhadores, criticando a precariedade e defendendo um trabalho que assegure condições de vida dignas, numa mensagem do Dia do Trabalhador que evoca a luta por direitos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente da República alertou hoje para os atuais desafios enfrentados pelos trabalhadores, criticando a precariedade e defendendo um trabalho que assegure condições de vida dignas, numa mensagem do Dia do Trabalhador que evoca a luta por direitos.</p>
<p>Numa nota divulgada pela Presidência da República por ocasião do 1.º de Maio, António José Seguro sublinhou que &#8220;é através do trabalho&#8221; que cada um &#8220;constrói a sua vida, afirma a sua dignidade e contribui para a comunidade&#8221;, considerando que este dia não representa apenas uma data no calendário, mas a &#8220;afirmação de que a dignidade do trabalho é inseparável da dignidade humana&#8221;.</p>
<p>&#8220;Este ano, o Dia do Trabalhador encontra-nos num tempo de muitas inquietações&#8221;, numa conjuntura marcada por guerras, desaceleração económica e aumento do custo de vida, uma inflação que &#8220;corrói o salário antes de ele chegar ao fim do mês&#8221; e um contexto em que &#8220;a inteligência artificial e a robótica estão a transformar o mundo do trabalho a uma velocidade que nenhuma geração anterior conheceu&#8221;.</p>
<p>Acresce a isto a precariedade, que se instalou &#8220;em demasiados contratos, em demasiadas vidas, como se fosse uma inevitabilidade&#8221;, criticou o chefe de Estado.</p>
<p>No entanto, o Presidente da República lembra que a História ensina &#8220;que os trabalhadores já enfrentaram antes momentos assim&#8221; e que &#8220;a resposta nunca foi a resignação &#8212; foi a organização, a exigência e a luta por direitos&#8221;.</p>
<p>&#8220;Foi exatamente isso que construiu as sociedades mais justas que conhecemos. Foi exatamente isso que está na origem desta data&#8221;, enalteceu.</p>
<p>Embora os desafios de hoje sejam &#8220;novos na forma&#8221;, são &#8220;familiares na essência&#8221; e a experiência mostra que &#8220;as decisões políticas podem moldar os resultados&#8221; e que &#8220;a tecnologia depende da regulação&#8221; e de como são distribuídos os seus benefícios.</p>
<p>&#8220;A precariedade não é uma lei da natureza. E o trabalho tem de compensar &#8212; tem de pagar a renda, a alimentação e o futuro dos filhos&#8221;, salientou.</p>
<p>Lembrando que a data de hoje é &#8220;comemorada por mulheres e homens que acordam todos os dias para ir trabalhar&#8221;, que o fazem &#8220;com orgulho, muitas vezes com sacrifício, quase sempre com a esperança de que o esforço de hoje&#8221; se traduza &#8220;numa vida melhor amanhã&#8221;, António José Seguro reforçou que &#8220;é por eles que esta data existe&#8221; e &#8220;continua a ser necessária&#8221;.</p>
<p>&#8220;A todos os trabalhadores portugueses, em Portugal ou na diáspora, o meu reconhecimento e o meu respeito. E a minha determinação de que esta Presidência nunca estará indiferente às vossas causas. Nunca aceitarei em silêncio que quem trabalha não consiga viver com dignidade&#8221;, assegurou.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757119]]></sapo:autor>
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		<title>Presidente da República visita Itália entre quarta e quinta-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 09:02:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República vai visitar Itália entre quarta e quinta-feira, para intervir nas celebrações do 50.º aniversário do Instituto Universitário Europeu, em Florença, e se encontrar com o seu homólogo italiano, Sergio Mattarella, em Roma.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente da República vai visitar Itália entre quarta e quinta-feira, para intervir nas celebrações do 50.º aniversário do Instituto Universitário Europeu, em Florença, e se encontrar com o seu homólogo italiano, Sergio Mattarella, em Roma.</p>
<p>Esta informação foi hoje divulgada pela Presidência da República. Será a segunda deslocação de António José Seguro ao estrangeiro enquanto chefe de Estado.</p>
<p>Fonte oficial da Presidência informou ainda que a deslocação a França, já aprovada pela Assembleia da República, foi adiada por impossibilidade de conciliar a agenda dos dois presidentes, António José Seguro e Emmanuel Macron.</p>
<p>Segundo a nota hoje divulgada, &#8220;a convite do Instituto Universitário Europeu, o Presidente da República intervirá, enquanto orador principal, na cerimónia que no dia 07 assinalará, em Florença, os 50 anos desta emblemática instituição universitária&#8221;.</p>
<p>&#8220;Na tarde desse dia encontra-se, em Roma, com o seu homólogo italiano, Sergio Mattarella&#8221;, lê-se na mesma nota da Presidência da República.</p>
<p>Esta visita do chefe de Estado foi aprovada pelo parlamento há uma semana, através de uma resolução em que também se previa a sua deslocação a França, no período entre 05 e 08 de maio.</p>
<p>António José Seguro esteve pela primeira vez no estrangeiro enquanto Presidente da República entre 19 e 20 de abril, para uma visita oficial a Espanha, cerca de mês e meio depois de ter tomado posse, em 09 de março.</p>
<p>Durante essa visita, teve encontros com o Rei de Espanha, Felipe VI, e com o chefe do Governo espanhol, Pedro Sánchez, em Madrid.</p>
<p>O Instituto Universitário Europeu, localizado em Florença, Itália, é uma organização intergovernamental de investigação e de pós-graduação e pós-doutoramento em ciências sociais e humanas, fundada em 1972 pelos Estados-membros fundadores da União Europeia, e que abriu portas aos primeiros investigadores em 1976.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757118]]></sapo:autor>
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		<title>Mega Casting &#8211; A nova metodologia de segurança Volvo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/mega-casting-a-nova-metodologia-de-seguranca-volvo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Farromba]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 09:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Volvo]]></category>
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					<description><![CDATA[A Volvo levou-nos à fábrica a Gotemburgo na Suécia para o lancamento do EX60 com a presença do board e do governo e aproveitou para nos mostrar  o "Mega Casting" que representa a transição do método tradicional de construção de automóveis para o processo das grandes fundições de alumínio (Gigacasting/Megacasting)]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Não! Não vamos falar de casting de pessoas mas de uma estratégia/inovação da Volvo.</p>
<p>A Volvo levou-nos à fábrica a Gotemburgo na Suécia para o lancamento do EX60 com a presença do board e do governo e aproveitou para nos mostrar  o &#8220;Mega Casting&#8221;, que representa a transição do método tradicional de construção de automóveis para o processo das grandes fundições de alumínio (Gigacasting/Megacasting)</p>
<p>Inicialmente os engenheiros mostraram-nos o chassis de um XC60 &#8211; o modo tradicional de construir um automóvel &#8211; onde selecionam bobinas de aço, cortam em chapas (blanks) e prensam em ferramentas para dar forma. Aqui a marca tem de ter cerca de cem peças prensadas que contam no orçamento final do produto. São várias submontagens que depois juntam todas as peças com solda, ponto por ponto, solda a laser e colagem. No final, surge uma estrutura complexa.</p>
<p>Para este novo modelo, a marca quis aplicar a estratégia do oceano azul, um modelo que projetado para ser elétrico e e daí que surge o mega casting ou mega fundição.</p>
<p>Havia primeiro que tudo o &#8220;desafio dos materiais&#8221; para compreender os limite dos mesmos! O &#8220;truque&#8221; foi mover os materiais do ponto A para o ponto B, sempre com o foco de não perder o equilíbrio do material. Nesta fase inicial, era necessário entender as restrições e os limites. Com isso, desenharam uma nova peça há dois anos e com um peso de 93 kg.</p>
<p>Num processo de estampagem tradicional, o aproveitamento de materiais é de cerca de 50%. Ou seja, compram-se bobinas novas, cortam e 50% vai para a sucata; volta para o fornecedor para ser reciclada. Trata-se de uma cadeia de valor complexa e estagnada, onde se cria stock mas não consegue criar um fluxo.</p>
<p>Com a nova peça e após dois anos o peso final desceu para os&#8230;43 kg. Ao fazer isto, economizaram 50% do peso. Neste novo processo de produção compram alumínio em barras com 50% de material reciclado. O material sobe por um elevador e começa a derreter a 750°C. Por força da gravidade, o metal derretido desce para um forno de espera, que garante que vai fundir no mesmo ritmo que precisam de injetar.</p>
<p>Nessa transferência injectam 193 kg para uma câmara e em milissegundos injectam o material no molde e começam o o processo de arrefecimento. A seguir fazem a extração, onde abrem o molde e retiram a peça. Através de sensores têm a garantia que todos os canais de entrada e saída foram preenchidos corretamente.</p>
<p>Com a peça a sair a cerca de 250°C vai para um banho de água normal garantindo o controlo da geometria para que a peça não empene. Segue-se o processo de cortar algumas arestas e os canais de entrada. Esse excesso de material volta para os cestos de reciclagem e é fundido novamente num processo que usam 100% do que sobra.</p>
<p>Após o corte, a peça é marcada a laser para garantir a rastreabilidade, onde usei e que metal foi usado, qual o molde e, mesmo mais tarde, qual o veículo onde será montado. No final, ainda é feita uma inspeção final sobre defeitos superficiais e a peça vai para a linha de montagem.</p>
<p>O tempo de cada ciclo é de 120 segundos. A cada dois minutos, sai uma peça nova conseguindo “reduzir o tempo de fabrico de meses e dias para apenas algumas horas”. Se virmos toda a cadeia completa, desde o material em bruto até à oficina de montagem, a redução da complexidade foi enorme.<br />
Este sistema da Volvo tem a enorme vantagem da flexibilidade, pois se pretender alterar o design ou construir um modelo menor, só é preciso um novo molde, pois a máquina é a mesma, os parâmetros de interface são os mesmos e a bateria vai acoplar a este novo painel. Se fosse no sistema tradicional, teriam de se adquirir centenas de máquinas e ferramentas. Com este método , trocam o molde e lançam um produto totalmente novo.</p>
<p>Esta verticalização mostra que a Volvo aprendeu rápido investindo nas peças de teste durante dois anos. Num processo de melhoria continua, a própria empresa refere que nunca assistiu na sua história a uma carteira de pedidos como esta do EX60, o que mostra que o seu caminho é o correto. Com esta tecnologia o segredo passa por acelerar a produção para ter vários turnos e incrementar imenso a produtividade para responder à procura.</p>
<p>Esta técnica avançada de fabrico automóvel de produzir grandes secções estruturais do veículo numa única peça de alumínio fundido, em vez de as construir a partir de dezenas (ou centenas) de componentes mais pequenos soldados entre si, faz com que existam menos peças, menos soldaduras, mais precisão estrutural e maior eficiência industrial.</p>
<p>Ao permitir criar subestruturas inteiras de um automóvel – por exemplo &#8211; secção traseira, secção dianteira, ou partes significativas do chassis para depois encaixar a bateria, a Volvo passa de 70–100 peças metálicas, centenas de pontos de soldadura para uma peça única e quase zero soldaduras internas.</p>
<p>Ao fazer isto garante maior segurança estrutural e porque as peças únicas têm um comportamento mais previsível em caso de colisão, uma melhor gestão de energia nos impactos &#8211; que se alinha com o posicionamento histórico da Volvo na segurança automóvel. Além disso, existe uma redução de peso substancial, uma menor sobreposição de materiais e uma otimização topológica da peça.</p>
<p>Tudo isto contribui para uma maior autonomia, melhor eficiência energética, menor complexidade industrial, menos fornecedores, cadeia logística mais simples, menos operações de montagem e custos mais baixos a longo prazo (embora o investimento inicial tenha sido elevado). Também apresenta menor mão-de‑obra, menos defeitos e menos desperdício.</p>
<p>Foi interessante ver a &#8220;descontrução&#8221; de uma peça anteriormente complexa e pesada, em algo simples e leve, utilizando as premissas do que também ensino nas aulas: a estratégia do Oceano Azul, usada por empresas como a Tesla, Apple, Cirque du Soleil, etc. Por outro lado, é também fantástico ver a inovação e criatividade humana, onde cada marca &#8220;descobre&#8221; novos modos de chegar aos mesmos resultados. E, nunca como hoje assistimos a tanta inovação e criatividade para garantir a eletrificação.</p>

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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_754703]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Termina recomendação para companhias aéreas europeias evitarem espaço aéreo de 11 países do Médio Oriente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Goncalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 08:45:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
		<category><![CDATA[Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A medida, que tinha sido prolongada através do mais recente Boletim de Informação para Zonas de Conflito (CZIB), abrangia o espaço aéreo de 11 países: Bahrein, Irão, Iraque, Israel, Jordânia, Kuwait, Líbano, Omã, Qatar, Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A recomendação da Agência Europeia para a Segurança da Aviação (AESA) que desaconselhava às companhias aéreas europeias a utilização do espaço aéreo de vários países do Médio Oriente termina esta sexta-feira, 1 de maio, marcando o fim de um alerta que estava em vigor devido ao contexto de instabilidade e risco na região.</p>
<p>A medida, que tinha sido prolongada através do mais recente Boletim de Informação para Zonas de Conflito (CZIB), abrangia o espaço aéreo de 11 países: Bahrein, Irão, Iraque, Israel, Jordânia, Kuwait, Líbano, Omã, Qatar, Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita.</p>
<p>Com o fim da recomendação hoje, as companhias aéreas deixam de estar formalmente aconselhadas a evitar estas áreas por decisão da AESA, ainda que a agência mantenha orientações gerais de vigilância operacional face à evolução da situação no terreno.</p>
<p><strong>Um alerta que condicionou rotas aéreas durante semanas</strong><br />
Durante o período em que esteve em vigor, a AESA determinou que as companhias aéreas não deveriam operar no espaço aéreo afetado “em nenhum nível de voo nem altitude”, devido aos riscos associados ao contexto geopolítico da região.</p>
<p>Apesar disso, a recomendação incluía algumas exceções técnicas limitadas, nomeadamente a possibilidade de voos acima dos 32.000 pés em zonas específicas da Arábia Saudita e de Omã, desde que fora dos segmentos considerados críticos pela agência.</p>
<p>Estas exceções estavam dependentes da adoção de mecanismos rigorosos de avaliação de risco e monitorização contínua por parte das companhias aéreas.</p>
<p><strong>Exigência de monitorização contínua manteve-se até ao último dia</strong><br />
Até ao fim da recomendação, a AESA insistiu que as companhias deveriam manter um acompanhamento permanente da situação no Médio Oriente, sublinhando a necessidade de “supervisionar de perto a evolução do espaço aéreo na região e acompanhar todas as publicações aeronáuticas disponíveis”.</p>
<p>Este modelo de gestão de risco implicou ao longo das últimas semanas ajustes operacionais frequentes, com impacto na planificação de rotas comerciais e de longo curso.</p>
<p>Apesar do levantamento do alerta para os 11 países agora abrangidos pelo fim da recomendação, a AESA mantém inalterada a posição sobre outros dois territórios.</p>
<p>A agência recorda que continua em vigor a proibição total de operações no espaço aéreo da Síria e do Iémen, em todos os níveis de voo e altitudes, devido à persistência de conflitos armados e ausência de condições mínimas de segurança para a aviação civil.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756235]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Recebe apoios da Segurança Social? Veja o calendário de pagamentos de maio</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/recebe-apoios-da-seguranca-social-veja-o-calendario-de-pagamentos-de-maio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Goncalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 08:30:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Já são conhecidas as datas de pagamento dos subsídios sociais e das pensões para o mês de maio de 2026.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Já são conhecidas as datas de pagamento dos subsídios sociais e das pensões para o mês de maio de 2026.</p>
<p>Com o objetivo de prestar um melhor serviço ao cidadão, a Segurança Social tem uma data fixa mensal para o pagamento dos subsídios sociais e familiares.</p>
<p>Assim, é possível um melhor planeamento e uma salvaguarda para os beneficiários, na medida em que sabem exatamente o dia em que recebem o subsídio. Veja o calendário:</p>
<p>04 MAI<br />
Doença Profissional: pensões e subsídios</p>
<p>07 MAI<br />
Rendas</p>
<p>08 MAI<br />
Pensões<br />
Complemento Solidário para Idosos<br />
Reembolso de Despesas de Funeralo<br />
Prestação Social para a Inclusão</p>
<p>15 MAI<br />
Prestações familiares<br />
1º pagamento desemprego / doença / parentalidade / ação social</p>
<p>21 MAI<br />
Fundo de Garantia de Alimentos Devidos a Menores</p>
<p>22 MAI<br />
Rendimento Social de Inserção<br />
Fundo de Garantia Salarial<br />
Subsídio por Suspensão da Atividade Cultural</p>
<p>28 MAI<br />
2º pagamento desemprego / doença / parentalidade / ação social<br />
Subsídio de Apoio ao Cuidador Informal</p>
<p>As prestações familiares são benefícios financeiros concedidos pelo Governo para apoiar as famílias com crianças e jovens a cargo. O objetivo é ajudar a cobrir os custos associados à criação e educação dos filhos, bem como proporcionar um nível mínimo de segurança financeira para as famílias em determinadas situações.</p>
<p>As prestações familiares englobam diferentes tipos de subsídios, tais como o abono de família, o abono de família pré-natal, o abono de família para crianças e jovens com deficiência ou o subsídio por assistência de terceira pessoa.</p>
<p><strong>Quem tem direito a estes apoios?</strong></p>
<p>&#8211; Abono de família para crianças e jovens: atribuído às crianças e jovens para compensar os encargos familiares como o seu sustento e educação.</p>
<p>&#8211; Bonificação por deficiência: é um acréscimo ao abono de família atribuído às crianças até 10 anos com deficiência, que precisem de apoio individualizado pedagógico e ou terapêutico específico ou que frequentem ou estejam internadas em estabelecimento especializado de reabilitação.</p>
<p>&#8211; Subsídio por assistência de terceira pessoa: atribuído a crianças ou adultos portadores de deficiência que necessitem de acompanhamento permanente de uma terceira pessoa.</p>
<p><strong>O que são as prestações familiares?</strong></p>
<p>Estas prestações têm por objetivo apoiar as famílias em três domínios, os encargos familiares, a deficiência e a dependência.</p>
<p>Das prestações familiares fazem parte o abono de família, a bonificação do abono de família para crianças com deficiência e o subsídio de assistência a terceira pessoa.</p>
<p>Quem tem direito a estes apoios?</p>
<p>&#8211; Abono de família para crianças e jovens: atribuído às crianças e jovens para compensar os encargos familiares como o seu sustento e educação.<br />
&#8211; Bonificação por deficiência: é um acréscimo ao abono de família atribuído às crianças até 10 anos com deficiência, que precisem de apoio individualizado pedagógico e ou terapêutico específico ou que frequentem ou estejam internadas em estabelecimento especializado de reabilitação.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756321]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Dia do Trabalhador: sabe quais são os seus direitos? Advogada especialista esclarece</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/dia-do-trabalhador-sabe-quais-sao-os-seus-direitos-advogada-especialista-esclarece/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 08:15:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[dia do trabalhador]]></category>
		<category><![CDATA[Mafalda Coimbra]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo a advogada Mafalda Coimbra, em Portugal, estes direitos encontram-se consagrados, em grande medida, no Código do Trabalho, bem como na Constituição da República Portuguesa]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Dia do Trabalhador, assinalado a 1 de maio, continua a ser uma data simbólica que convida, não apenas à celebração das conquistas laborais, mas também à reflexão sobre o estado atual dos direitos dos trabalhadores.</p>
<p>Num contexto em que as relações de trabalho se tornam cada vez mais complexas, marcadas por novas formas de prestação de atividade, regimes híbridos e uma crescente flexibilização, importa revisitar aquilo que permanece essencial: o conjunto de direitos fundamentais que assiste a qualquer trabalhador.</p>
<p>Segundo a advogada Mafalda Coimbra, em Portugal, estes direitos encontram-se consagrados, em grande medida, no Código do Trabalho, bem como na Constituição da República Portuguesa, que estabelece princípios estruturantes como o direito ao trabalho, à retribuição justa, à organização do trabalho em condições socialmente dignificantes e à conciliação da vida profissional com a vida pessoal e familiar. No entanto, entre o que está consagrado na lei e o que é efetivamente conhecido e exercido no dia a dia, continua a existir uma distância significativa.</p>
<p>Então, que direitos temos enquanto trabalhadores?</p>
<p><strong>Direito à retribuição</strong></p>
<p>Um dos direitos mais elementares e, paradoxalmente, ainda objeto de incumprimentos frequentes, é o direito à retribuição. Nos termos da lei, o trabalhador tem direito a receber a sua remuneração de forma pontual, integral e nos termos acordados, não podendo o empregador proceder a descontos ou retenções que não estejam legalmente previstos. Para além disso, a retribuição mínima mensal garantida estabelece um patamar abaixo do qual nenhuma prestação de trabalho pode ser remunerada, constituindo um mecanismo de proteção essencial contra práticas abusivas.</p>
<p><strong>Direito ao descanso</strong></p>
<p>Outro pilar fundamental é o direito ao descanso. A organização do tempo de trabalho não pode ser feita de forma arbitrária, estando sujeita a limites legais claros, designadamente no que respeita à duração máxima do período normal de trabalho, aos intervalos de descanso diário e semanal, bem como ao direito a férias. O trabalhador tem direito, em regra, a um período mínimo de 22 dias úteis de férias por ano, irrenunciável e destinado a assegurar a recuperação física e psíquica, bem como a sua vida pessoal e familiar. Ainda assim, são frequentes as situações em que este direito é desvalorizado ou, em alguns casos, indevidamente condicionado.</p>
<p><strong>Direitos parentais</strong></p>
<p>A proteção na parentalidade constitui igualmente um dos domínios mais relevantes do direito do trabalho contemporâneo. A legislação portuguesa prevê um conjunto alargado de direitos destinados a proteger trabalhadores com filhos, incluindo licenças parentais, dispensas para assistência a filhos e garantias de não discriminação. Estes mecanismos não são meras concessões, mas sim instrumentos essenciais para promover a igualdade e a dignidade no trabalho, sendo ilegal qualquer prática que prejudique o trabalhador em virtude do exercício destes direitos.</p>
<p><strong>Direito à segurança e saúde</strong></p>
<p>Importa ainda destacar o direito à segurança e saúde no trabalho, que impõe ao empregador a obrigação de garantir condições adequadas para a prestação da atividade, prevenindo riscos profissionais e assegurando um ambiente de trabalho seguro. Este direito assume particular relevância num contexto em que novas formas de trabalho, como o teletrabalho, levantam desafios adicionais em matéria de organização e responsabilidade. A estabilidade no emprego, embora não absoluta, continua a ser um princípio estruturante. O despedimento de um trabalhador não pode ocorrer de forma arbitrária, estando sujeito a fundamentos legais específicos e a procedimentos rigorosos. O despedimento ilícito, isto é, aquele que não respeita os requisitos legais, confere ao trabalhador o direito a indemnização e, em certos casos, à reintegração no posto de trabalho.</p>
<p><strong>Direito à informação e conhecimento</strong></p>
<p>Por fim, importa sublinhar um direito frequentemente esquecido, o direito à informação e ao conhecimento. Muitos trabalhadores desconhecem os seus direitos, o que fragiliza a sua posição na relação laboral e facilita práticas menos transparentes. A lei existe, mas a sua eficácia depende, em grande medida, da capacidade de quem trabalha para a conhecer e fazer valer.</p>
<p>“O Dia do Trabalhador não deve ser apenas uma data comemorativa. Deve ser também um momento de consciencialização. Porque, num mercado de trabalho em constante transformação, a proteção dos direitos laborais continua a ser uma condição essencial para garantir não apenas a justiça, mas também a dignidade de quem trabalha” alerta Mafalda Coimbra.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_753012]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Desconto municipal no IRS: saiba como calcular e onde consultar a taxa do seu concelho</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/desconto-municipal-no-irs-saiba-como-calcular-e-onde-consultar-a-taxa-do-seu-concelho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Goncalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 08:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[IRS 2026]]></category>
		<category><![CDATA[consultorio de IRS]]></category>
		<category><![CDATA[irs]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O desconto municipal no IRS continua a gerar dúvidas entre os contribuintes, especialmente na altura de entregar a declaração anual.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="804" data-end="1130">O desconto municipal no IRS continua a gerar dúvidas entre os contribuintes, especialmente na altura de entregar a declaração anual. Este mecanismo, que varia de concelho para concelho, permite aos residentes fiscais beneficiar de uma redução no imposto, sem necessidade de qualquer pedido direto à Autoridade Tributária (AT).</p>
<p data-start="1132" data-end="1511">Segundo especialistas, trata-se da parte do IRS que cada município decide abdicar, total ou parcialmente, a favor dos seus residentes fiscais, mediante a <strong data-start="1286" data-end="1311">participação variável</strong> definida anualmente por cada autarquia e aplicada com base no domicílio fiscal do sujeito passivo. Por isso, viver num concelho ou noutro pode fazer diferença significativa no valor final do imposto.</p>
<h2 data-section-id="ldifjn" data-start="1518" data-end="1564">Em que consiste o desconto municipal no IRS</h2>
<p data-start="1566" data-end="1900">O desconto municipal corresponde à parcela do imposto que o município opta por não reter, devolvendo-a ao contribuinte. A lei estabelece que cada autarquia pode ficar com até <strong data-start="1741" data-end="1772">5% da coleta líquida de IRS</strong> dos seus residentes. Quando a taxa fixada é inferior, a diferença até aos 5% representa o desconto efetivo para o contribuinte.</p>
<p data-start="1902" data-end="1914">Por exemplo:</p>
<ul data-start="1916" data-end="2057">
<li data-section-id="395hcb" data-start="1916" data-end="1967"><strong data-start="1918" data-end="1965">Taxa do município: 0% → desconto máximo: 5%</strong></li>
<li data-section-id="1fykrk0" data-start="1968" data-end="2012"><strong data-start="1970" data-end="2010">Taxa do município: 5% → sem desconto</strong></li>
<li data-section-id="1s1h63" data-start="2013" data-end="2057"><strong data-start="2015" data-end="2057">Taxa do município: 3% → desconto de 2%</strong></li>
</ul>
<p data-start="2059" data-end="2267">Como esclarece a Autoridade Tributária, “a percentagem publicada não é o desconto, mas sim a parte que o município retém”. Este detalhe é essencial para compreender corretamente o impacto do benefício fiscal.</p>
<h2 data-section-id="lguz8g" data-start="2274" data-end="2318">Onde e como consultar a taxa do município</h2>
<p data-start="2320" data-end="2590">A taxa de participação municipal no IRS é divulgada <strong data-start="2372" data-end="2386">anualmente</strong> e pode ser consultada no <strong data-start="2412" data-end="2435">Portal das Finanças</strong>, na área dedicada à participação variável dos municípios. É possível escolher o ano de referência e verificar a percentagem aplicada por cada autarquia.</p>
<p data-start="2592" data-end="2811">Importa ter atenção ao ano certo: a tabela de 2026 refere-se aos rendimentos de 2025, enquanto a tabela de 2025 corresponde aos rendimentos de 2024. Esta distinção evita interpretações erradas sobre o valor do desconto.</p>
<h2 data-section-id="1rdsb2j" data-start="2818" data-end="2847">Exemplo prático de cálculo</h2>
<p data-start="2849" data-end="2966">O valor do desconto depende da coleta líquida, ou seja, do montante de imposto apurado depois de todas as deduções.</p>
<p data-start="2968" data-end="3004">Para uma coleta líquida de 10.000 €:</p>
<div class="TyagGW_tableContainer">
<div class="group TyagGW_tableWrapper flex flex-col-reverse w-fit" tabindex="-1">
<table class="w-fit min-w-(--thread-content-width)" data-start="3006" data-end="3364">
<thead data-start="3006" data-end="3058">
<tr data-start="3006" data-end="3058">
<th class="" data-start="3006" data-end="3026" data-col-size="sm">Taxa do município</th>
<th class="" data-start="3026" data-end="3037" data-col-size="sm">Desconto</th>
<th class="" data-start="3037" data-end="3058" data-col-size="sm">Valor do desconto</th>
</tr>
</thead>
<tbody data-start="3110" data-end="3364">
<tr data-start="3110" data-end="3160">
<td data-start="3110" data-end="3129" data-col-size="sm">5,00%</td>
<td data-start="3129" data-end="3141" data-col-size="sm">0%</td>
<td data-start="3141" data-end="3160" data-col-size="sm">0 €</td>
</tr>
<tr data-start="3161" data-end="3211">
<td data-start="3161" data-end="3180" data-col-size="sm">4,00%</td>
<td data-start="3180" data-end="3192" data-col-size="sm">1%</td>
<td data-start="3192" data-end="3211" data-col-size="sm">100 €</td>
</tr>
<tr data-start="3212" data-end="3262">
<td data-start="3212" data-end="3231" data-col-size="sm">3,00%</td>
<td data-start="3231" data-end="3243" data-col-size="sm">2%</td>
<td data-start="3243" data-end="3262" data-col-size="sm">200 €</td>
</tr>
<tr data-start="3263" data-end="3313">
<td data-start="3263" data-end="3282" data-col-size="sm">2,50%</td>
<td data-start="3282" data-end="3294" data-col-size="sm">2,5%</td>
<td data-start="3294" data-end="3313" data-col-size="sm">250 €</td>
</tr>
<tr data-start="3314" data-end="3364">
<td data-start="3314" data-end="3333" data-col-size="sm">0,00%</td>
<td data-start="3333" data-end="3345" data-col-size="sm">5%</td>
<td data-start="3345" data-end="3364" data-col-size="sm">500 €</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p data-start="3366" data-end="3457">Ou seja, quanto menor a taxa de retenção municipal, maior é o desconto para o contribuinte.</p>
<h2 data-section-id="1rn2h11" data-start="3464" data-end="3509">Onde o desconto faz mais diferença em 2026</h2>
<p data-start="3511" data-end="3590">Os municípios variam significativamente na aplicação da taxa de participação:</p>
<ul data-start="3592" data-end="3829">
<li data-section-id="lved73" data-start="3592" data-end="3676"><strong data-start="3594" data-end="3619">Desconto máximo de 5%</strong>: Lisboa, Águeda, Albufeira, Funchal e Lagos (taxa 0%).</li>
<li data-section-id="1ifej5o" data-start="3677" data-end="3750"><strong data-start="3679" data-end="3702">Desconto intermédio</strong>: Porto (2,5%), Loures (4,65%), Sintra (3,5%).</li>
<li data-section-id="17z3tem" data-start="3751" data-end="3829"><strong data-start="3753" data-end="3769">Sem desconto</strong>: Coimbra, Leiria, Gondomar, Odivelas, Sesimbra (taxa 5%).</li>
</ul>
<p data-start="3831" data-end="3980">A atualização das taxas pode variar ligeiramente de ano para ano, mas os ajustes tendem a ser pequenos, mantendo a política fiscal de cada município.</p>
<h2 data-section-id="1nfbjme" data-start="3987" data-end="4042">O desconto é automático, mas há detalhes importantes</h2>
<p data-start="4044" data-end="4362">O benefício não requer qualquer ação específica do contribuinte. A aplicação é automática pela AT, desde que o <strong data-start="4155" data-end="4193">domicílio fiscal esteja atualizado</strong>. Morar efetivamente no concelho não basta: é preciso que o endereço conste corretamente na AT, sob pena de o desconto ser calculado com base na taxa de outro município.</p>
<p data-start="4364" data-end="4534">Além disso, entregar a declaração dentro do prazo é fundamental. A apresentação fora do prazo pode comprometer a aplicação correta do desconto e gerar implicações legais.</p>
<h2 data-section-id="1xru4xe" data-start="4541" data-end="4568">Impacto real do desconto</h2>
<p data-start="4570" data-end="4874">O efeito do desconto varia conforme a coleta líquida de cada contribuinte. Quem tem rendimentos mais baixos terá um benefício menor em euros, mesmo vivendo num concelho com desconto máximo. Por outro lado, contribuintes com coletas elevadas podem sentir um impacto mais significativo na liquidação final.</p>
<h2 data-section-id="12hys1x" data-start="4881" data-end="4917">Checklist antes de submeter o IRS</h2>
<p data-start="4919" data-end="5009">Antes de entregar a declaração, os contribuintes devem confirmar quatro pontos essenciais:</p>
<ol data-start="5011" data-end="5229">
<li data-section-id="1fdo92z" data-start="5011" data-end="5068">Qual é a taxa do meu município no ano da liquidação?</li>
<li data-section-id="12dkgai" data-start="5069" data-end="5113">O meu domicílio fiscal está atualizado?</li>
<li data-section-id="1b84rpj" data-start="5114" data-end="5179">Tenho coleta líquida suficiente para beneficiar do desconto?</li>
<li data-section-id="xcooa0" data-start="5180" data-end="5229">Estou a entregar a declaração dentro do prazo?</li>
</ol>
<p data-start="5231" data-end="5358">Cumprir estes passos garante que o desconto municipal no IRS produza o efeito esperado, evitando erros ou perdas de benefícios.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756313]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>CGTP convoca greve geral para 03 de junho</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/urgente-cgtp-convoca-greve-geral-para-03-de-junho/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/urgente-cgtp-convoca-greve-geral-para-03-de-junho/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 07:51:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A CGTP, através do seu secretário-geral, Tiago Oliveira, convocou hoje, quando se assinala o Dia do Trabalhador, uma greve geral para 03 de junho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A CGTP, através do seu secretário-geral, Tiago Oliveira, convocou hoje, quando se assinala o Dia do Trabalhador, uma greve geral para 03 de junho.</p>
<p>&#8220;A CGTP vai convocar hoje, no 1.º de Maio, todos os trabalhadores para aderirem a uma grande greve geral no próximo dia 03 de junho&#8221;, declarou Tiago Oliveira em entrevista à RTP Notícias.</p>
<p>&#8220;Vamos realizar uma grande greve geral. Vamos continuar a trilhar este caminho de denúncia, mas também de luta por uma vida melhor. Vamos continuar a trilhar este caminho de exigência da retirada do pacote laboral&#8221;, declarou ainda o secretário-geral da Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses.</p>
<p>O líder da CGTP estava a referir-se ao pacote laboral que o Governo pretende apresentar ao parlamento para introduzir mudanças na Lei do Trabalho.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757115]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Atenção ao IMI: arranca hoje prazo para pagar primeira prestação</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/atencao-ao-imi-arranca-hoje-prazo-para-pagar-primeira-prestacao/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/atencao-ao-imi-arranca-hoje-prazo-para-pagar-primeira-prestacao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com ComparaJá.pt]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 07:45:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O IMI é pago anualmente e varia consoante a área de localização da casa, sendo que o montante do mesmo incide sobre o valor patrimonial do imóvel]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-v-1d41837b="">A data do pagamento do <strong data-v-1d41837b="">IMI 2026 (Imposto Municipal sobre Imóveis)</strong> está a chegar e traz novidades para todos os portugueses que possuem habitação própria. Já sabes como pagar este imposto? Esclarecemos tudo e ainda te contamos o que há de novo em relação ao IMI deste ano.</p>
<div id="f2796e12-1183-48d0-b59d-e25e4f4bea06" class="content-button desktop-justify-self-center tablet-justify-self-center mobile-justify-self-center" data-v-1d41837b="" data-v-a54122f6="">
<div class="text-wrapper" data-v-58e7ca14=""><span class="text" data-v-58e7ca14="">Simular Imposto Municipal sobre Imóveis</span></div>
</div>
<p id="heading-1"><strong>O que é o IMI?</strong></p>
<p data-v-1d41837b="">O IMI é pago anualmente e <strong data-v-1d41837b="">varia consoante a área de localização da casa</strong>, sendo que o montante do mesmo incide sobre o <strong data-v-1d41837b="">valor patrimonial do imóvel</strong>. Conforme mencionado no <a href="http://info.portaldasfinancas.gov.pt/pt/informacao_fiscal/codigos_tributarios/cimi/Pages/cimi112.aspx" target="_blank" rel="noopener" data-v-1d41837b="">nº 1 do artigo 112.º do Código do Imposto Municipal sobre Imóveis (CIMI)</a>, a taxa aplicada é de <strong data-v-1d41837b="">0,8%</strong> para <strong data-v-1d41837b="">prédios rústicos</strong> e para <strong data-v-1d41837b="">prédios urbanos</strong> pode situar-se entre os <strong data-v-1d41837b="">0,3%</strong> e os <strong data-v-1d41837b="">0,45%</strong>. Podes saber qual é a taxa aplicada ao município onde se localiza a tua habitação através do site do <a href="https://www.portaldasfinancas.gov.pt/pt/main.jsp?body=/imi/consultarTaxasIMIForm.jsp" target="_blank" rel="noopener" data-v-1d41837b="">Portal das Finanças</a>.</p>
<p data-v-1d41837b="">Este encargo, apesar de muitas vezes esquecido por quem compra (ou quer comprar) casa, acaba por ter um peso considerável nas finanças pessoais, sobretudo quando somado a outros custos: prestação do crédito à habitação (bem como seguro de vida e comissões associadas), seguro multirriscos e despesas de condomínio.</p>
<div id="2685c29a-5e65-480a-8e84-77419e9a7487" class="tip-box color-dark-blue full-width" data-v-1d41837b="" data-v-2dc5c81c="">
<div class="title-container" data-v-2dc5c81c=""><span data-v-2dc5c81c="">Descobre:</span></div>
<div class="text-container" data-v-2dc5c81c="">
<div class="rich-text-container" data-v-2dc5c81c="" data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><a href="https://www.comparaja.pt/blog/isencao-de-imi" target="_blank" rel="noopener" data-v-1d41837b="">Isenção de IMI: quem pode solicitar e como?</a></p>
</div>
</div>
</div>
<p id="heading-2"><strong>Que alterações foram aplicadas ao IMI nos últimos anos?</strong></p>
<p data-v-1d41837b="">Em <strong data-v-1d41837b="">2020 </strong>o IMI foi agravado com o <strong data-v-1d41837b="">objetivo de contrariar a escassez de oferta para habitação</strong>. Esta penalização, que já abrangia os prédios devolutos há mais de dois anos, passou a aplicar-se também a prédios em ruínas e a terrenos em construção com aptidão para uso habitacional, quando localizados em zonas de pressão urbanística.</p>
<p data-v-1d41837b="">O agravamento mantém-se e corresponde a seis vezes a taxa aplicada em prédios urbanos, que atualmente se situa entre <strong data-v-1d41837b="">0,3%</strong> e <strong data-v-1d41837b="">0,45%</strong>. <strong data-v-1d41837b="">O imposto é ainda agravado em mais 20% por cada ano subsequente até um máximo de 20 vezes a taxa atual</strong>, estipulado por lei, conforme consta nas <a href="http://info.portaldasfinancas.gov.pt/pt/informacao_fiscal/codigos_tributarios/cimi/Pages/cimi112b.aspx" target="_blank" rel="noopener" data-v-1d41837b="">alíneas a) e b) do nº 1 do artigo 112º-B do CIMI.</a></p>
<p data-v-1d41837b="">Em 2025, registou-se uma subida do valor médio de construção por metro quadrado para valores entre 950 e 1.500 euros. Este aumento resultou num acréscimo no IMI a pagar para imóveis reavaliados, reabilitados ou recém-construídos.</p>
<p data-v-1d41837b="">No mesmo ano, <strong data-v-1d41837b="">59 municípios prolongaram a isenção do IMI por mais dois anos</strong>, aplicando-a a <strong data-v-1d41837b="">habitações próprias e permanentes </strong><strong data-v-1d41837b="">com valor patrimonial até 125 mil euros</strong> e <strong data-v-1d41837b="">agregados com rendimento anual até 153.300 euros</strong>. O número de municípios aderentes quase <strong data-v-1d41837b="">triplicou </strong>em relação ao ano anterior, beneficiando muitas famílias face ao aumento dos custos com a habitação. Esta isenção é uma medida do programa <strong data-v-1d41837b="">Mais Habitação</strong>, e pode ser consultada no <strong data-v-1d41837b="">Portal das Finanças</strong> ou <strong data-v-1d41837b="">junto das câmaras municipais</strong>.</p>
<p id="heading-3"><strong>Como calcular o valor do IMI 2026?</strong></p>
<p data-v-1d41837b="">O cálculo do IMI é bastante simples. Basta que multiplique o <a href="https://www.comparaja.pt/blog/valor-patrimonial-tributario" target="_blank" rel="noopener" data-v-1d41837b="">Valor Patrimonial Tributário</a> (VPT) do imóvel pela taxa aplicável ao concelho onde este se situa:</p>
<div id="2685c29a-5e65-480a-8e84-77419e9a7487" class="tip-box color-grey full-width" data-v-1d41837b="" data-v-2dc5c81c="">
<div class="title-container" data-v-2dc5c81c=""><span data-v-2dc5c81c="">Fórmula:</span></div>
<div class="text-container" data-v-2dc5c81c="">
<div class="rich-text-container" data-v-2dc5c81c="" data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Taxa de IMI x VPT = Imposto a pagar</strong></p>
</div>
</div>
</div>
<p data-v-1d41837b="">Se, por exemplo, a taxa de IMI 2026 aplicável ao seu município for de 0,3% e o imóvel estiver avaliado em 200 mil euros, os cálculos a fazer são os seguintes:</p>
<div id="2685c29a-5e65-480a-8e84-77419e9a7487" class="tip-box color-grey full-width" data-v-1d41837b="" data-v-2dc5c81c="">
<div class="title-container" data-v-2dc5c81c=""><span data-v-2dc5c81c="">Cálculo:</span></div>
<div class="text-container" data-v-2dc5c81c="">
<div class="rich-text-container" data-v-2dc5c81c="" data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">0,3% x 200.000€ = 600€</strong></p>
</div>
</div>
</div>
<p data-v-1d41837b="">Ou seja, neste exemplo em concreto, o valor a pagar de IMI é de 600 euros.</p>
<div id="2685c29a-5e65-480a-8e84-77419e9a7487" class="tip-box color-dark-blue full-width" data-v-1d41837b="" data-v-2dc5c81c="">
<div class="title-container" data-v-2dc5c81c=""><span data-v-2dc5c81c="">Lê também:</span></div>
<div class="text-container" data-v-2dc5c81c="">
<div class="rich-text-container" data-v-2dc5c81c="" data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><a href="https://www.comparaja.pt/credito-habitacao/artigos/avaliacao-de-imoveis" target="_blank" rel="noopener" data-v-1d41837b="">Tudo o que deves saber sobre a avaliação de imóveis</a></p>
</div>
</div>
</div>
<p id="heading-4"><strong>Qual o prazo de pagamento?</strong></p>
<p data-v-1d41837b="">Este ano também vais poder fazer o pagamento do IMI em prestações, caso o valor do mesmo seja superior a 100 euros.</p>
<p data-v-1d41837b="">Conforme consta no <a href="http://info.portaldasfinancas.gov.pt/pt/informacao_fiscal/codigos_tributarios/cimi/Pages/cimi120.aspx" target="_blank" rel="noopener" data-v-1d41837b="">nº 1 do artigo 120º do Código do IMI,</a> os prazos para efetuar o pagamento do IMI 2025 são os seguintes:</p>
<ul data-v-1d41837b="">
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Até 100 euros</strong>: prestação única, paga em maio;</p>
</li>
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Mais de 100 euros</strong> e <strong data-v-1d41837b="">menos de 500 euros</strong>: duas prestações, pagas em maio e novembro;</p>
</li>
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">A partir de 500 euros</strong>: três prestações, pagas em maio, agosto e novembro.</p>
</li>
</ul>
<p data-v-1d41837b="">No entanto, <strong data-v-1d41837b="">não é obrigatório pagar o IMI em prestações se este for superior a 100 euros</strong>. Se preferires, podes pagar o valor total de uma só vez.</p>
<p data-v-1d41837b="">Para pagar o IMI com uma só prestação terás de estar atento à nota de cobrança da primeira prestação, relativa ao mês de maio. Nesse documento deves procurar a indicação da referência e o valor total de IMI a pagar no respetivo ano.</p>
<p data-v-1d41837b="">A nota de cobrança recebe-se, geralmente, em abril e terás até ao dia 31 do seguinte mês para pagar a primeira (que poderá ser a única) prestação de IMI. Podes configurar o pagamento automático por débito direto e, desta forma, evitar esquecimentos (o que, no limite, pode implicar o pagamento de coimas e juros sobre os valores em atraso).</p>
<p id="heading-5"><strong>O que acontece caso falhe a data de pagamento?</strong></p>
<p data-v-1d41837b="">Segundo consta no <a href="http://info.portaldasfinancas.gov.pt/pt/informacao_fiscal/codigos_tributarios/cimi/Pages/cimi121.aspx" target="_blank" rel="noopener" data-v-1d41837b="">artigo 121º do CIMI</a>, o atraso no pagamento do IMI implica o pagamento de <strong data-v-1d41837b="">juros de mora</strong>, pelo que é de extrema importância lembrares-te de o pagar dentro do prazo definido por lei.</p>
<p data-v-1d41837b="">Estás ainda sujeito ao pagamento de uma multa, uma vez que a falta ou atraso de declarações fiscais é considerada uma infração fiscal, segundo consta no <a href="http://info.portaldasfinancas.gov.pt/pt/informacao_fiscal/codigos_tributarios/rgit/Pages/rgit116.aspx" target="_blank" rel="noopener" data-v-1d41837b="">artigo 116º do Regime Geral das Infrações Tributárias</a>.</p>
<div id="2685c29a-5e65-480a-8e84-77419e9a7487" class="tip-box color-dark-blue full-width" data-v-1d41837b="" data-v-2dc5c81c="">
<div class="title-container" data-v-2dc5c81c=""><span data-v-2dc5c81c="">Sabe mais:</span></div>
<div class="text-container" data-v-2dc5c81c="">
<div class="rich-text-container" data-v-2dc5c81c="" data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><a href="https://www.comparaja.pt/blog/comprovativo-de-morada" target="_blank" rel="noopener" data-v-1d41837b="">Como obter um comprovativo de morada?</a></p>
</div>
</div>
</div>
<p id="heading-6"><strong>Pede a reavaliação do IMI para pagar menos</strong></p>
<p data-v-1d41837b="">Sabias que tens a possibilidade de diminuir o montante a pagar de imposto? Só tens que fazer o pedido de <strong data-v-1d41837b="">reavaliação do IMI</strong> para verificar se, de facto, estás a pagar mais do que devia.</p>
<p data-v-1d41837b="">O Valor Patrimonial (VPT) da tua casa é calculado a partir de seis indicadores:</p>
<ul data-v-1d41837b="">
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Valor do m²</strong>;</p>
</li>
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Área da habitação</strong>;</p>
</li>
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Tipo de utilização</strong>;</p>
</li>
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Localização</strong>;</p>
</li>
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Qualidade</strong> (se tem jardim, piscina ou garagem);</p>
</li>
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Idade do prédio</strong>.</p>
</li>
</ul>
<p data-v-1d41837b="">O peso de cada um destes indicadores altera-se ao longo dos anos. Isto significa que, se por acaso o seu imóvel tiver desvalorizado, é possível que estejas a pagar mais IMI do que deverias.</p>
<p data-v-1d41837b="">Por isso, <strong data-v-1d41837b="">é importante fazer uma </strong><strong data-v-1d41837b=""><a href="https://www.comparaja.pt/simuladores/simulador-imi" target="_blank" rel="noopener" data-v-1d41837b="">simulação do IMI </a></strong>para perceber se vale ou não a pena pedir uma reavaliação do VPT do imóvel às Finanças.</p>
<p data-v-1d41837b="">Se valer a pena, acabarás por pagar menos IMI pelos próximos três anos, pelo menos. Uma vez feito o pedido de reavaliação do imóvel, terás de aguardar três anos até poder efetuar um novo.</p>
<p data-v-1d41837b="">Se pedires a reavaliação este ano, não irás usufruir da potencial diminuição da taxa no IMI 2026, pois o prazo para este pedido era até dezembro de 2025. No entanto, nunca é tarde para efetuar a reavaliação, uma vez que se puderes beneficiar de uma taxa mais baixa, para o ano já pagarás menos imposto.</p>
<div id="2685c29a-5e65-480a-8e84-77419e9a7487" class="tip-box color-dark-blue full-width" data-v-1d41837b="" data-v-2dc5c81c="">
<div class="title-container" data-v-2dc5c81c=""><span data-v-2dc5c81c="">Não percas:</span></div>
<div class="text-container" data-v-2dc5c81c="">
<div class="rich-text-container" data-v-2dc5c81c="" data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><a href="https://www.comparaja.pt/credito-habitacao/artigos/certidao-de-teor" target="_blank" rel="noopener" data-v-1d41837b="">Certidão de Teor – quanto custa e porque precisas deste documento?</a></p>
</div>
</div>
</div>
<p id="heading-7"><strong>Pagar o IMI é simples</strong></p>
<p data-v-1d41837b="">Para fazer o pagamento do IMI 2026, basta que te dirijas a uma repartição das Finanças, ao balcão dos CTT mais próximo ou a uma instituição financeira que tenha protocolo com a Autoridade Tributária.</p>
<p data-v-1d41837b="">Poderás também realizar o pagamento através de um Multibanco ou mesmo a partir de casa, acedendo ao teu banco através da Internet via <em data-v-1d41837b="">homebanking.</em></p>
<p data-v-1d41837b="">Caso desejes pagar através da internet, irás precisar da referência de pagamento que podes consultar no Portal das Finanças. Se optares pelo multibanco, terás de realizar os seguintes passos:</p>
<ol data-v-1d41837b="">
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b="">Seleciona “<strong data-v-1d41837b="">Pagamentos e Outros Serviços</strong>”;</p>
</li>
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b="">Carrega em “<strong data-v-1d41837b="">Estado e Sector Público</strong>”;</p>
</li>
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b="">Escolhe a opção “<strong data-v-1d41837b="">Pagamentos ao Estado</strong>”.</p>
</li>
</ol>
<p data-v-1d41837b="">Podes pagar o IMI através de dinheiro, transferência bancária, débito direto na conta ou por cheque. Se escolheres a última opção, o cheque deve ser cruzado e datado com o respetivo dia de pagamento ou dois dias antes.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_755888]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Homem acusado de tentativa de homicídio após esfaquear dois judeus em Londres</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/homem-acusado-de-tentativa-de-homicidio-apos-esfaquear-dois-judeus-em-londres/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 07:35:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um homem de 45 anos foi hoje acusado de tentativa de homicídio, após esfaquear dois homens judeus em Londres, no mais recente de uma série de ataques que têm gerado medo e indignação na comunidade judaica britânica.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um homem de 45 anos foi hoje acusado de tentativa de homicídio, após esfaquear dois homens judeus em Londres, no mais recente de uma série de ataques que têm gerado medo e indignação na comunidade judaica britânica.</p>
<p>A polícia informou que Essa Suleiman enfrenta duas acusações de tentativa de homicídio relacionadas com o ataque, ocorrido em Golders Green, na quarta-feira.</p>
<p>O suspeito enfrenta ainda uma terceira acusação pelo mesmo crime, devido a um incidente ocorrido noutra zona da cidade, no mesmo dia, que deixou um homem com ferimentos ligeiros.</p>
<p>Essa Suleiman, cidadão britânico nascido na Somália e residente em Londres, deverá comparecer pela primeira vez em tribunal ainda hoje.</p>
<p>O governo britânico comprometeu-se a combater o antissemitismo após os esfaqueamentos numa área do norte de Londres considerada um dos principais centros da comunidade judaica no país.</p>
<p>As vítimas, de 34 e 76 anos, ficaram gravemente feridas. Uma delas já teve alta hospitalar, enquanto a outra se encontra em condição estável.</p>
<p>Os esfaqueamentos ocorreram após uma série de ataques contra sinagogas e outros locais judaicos em Londres nas últimas semanas.</p>
<p>O primeiro-ministro, Keir Starmer, afirmou que o governo irá reforçar a segurança da comunidade judaica e &#8220;fazer tudo&#8221; o que estiver ao seu alcance &#8220;para erradicar este ódio&#8221;.</p>
<p>O nível oficial de ameaça terrorista no Reino Unido foi elevado de &#8220;substancial&#8221; para &#8220;grave&#8221; após o ataque com esfaqueamento na quarta-feira.</p>
<p>&#8220;Grave&#8221; é o segundo nível mais alto numa escala de cinco e significa que as agências de inteligência consideram altamente provável a ocorrência de um ataque nos próximos seis meses.</p>
<p>A polícia afirmou que Suleiman foi encaminhado em 2020 para o programa governamental Prevent, que procura afastar indivíduos do extremismo.</p>
<p>O processo foi encerrado ainda nesse ano, não tendo sido divulgado o motivo.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757114]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Quer influenciar o futuro do SNS? Candidaturas ao parlamento português dedicado à saúde abrem hoje</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/quer-influenciar-o-futuro-do-sns-candidaturas-ao-parlamento-portugues-dedicado-a-saude-abrem-hoje/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 07:30:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Arrancam esta sexta-feira, 1 de maio, as candidaturas para a terceira edição do Health Parliament Portugal (HPP), uma iniciativa única no panorama nacional que desafia dezenas de participantes a assumir o papel de “deputados” e a construir propostas concretas para melhorar o sistema de saúde em Portugal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Arrancam esta sexta-feira, 1 de maio, as candidaturas para a terceira edição do Health Parliament Portugal (HPP), uma iniciativa única no panorama nacional que desafia dezenas de participantes a assumir o papel de “deputados” e a construir propostas concretas para melhorar o sistema de saúde em Portugal. Ao longo de vários meses, até 60 participantes terão a oportunidade de integrar um modelo de trabalho inspirado na lógica parlamentar, debater temas estruturais para o sector e apresentar recomendações que poderão influenciar a reflexão sobre políticas de saúde no país.</p>
<p>As candidaturas ficam abertas até 15 de junho, iniciando-se hoje um novo processo de recrutamento para aquela que já se afirmou como uma das principais plataformas de pensamento colaborativo em saúde em Portugal. A iniciativa regressa para a sua terceira edição com a ambição de voltar a reunir perfis multidisciplinares, reforçando a ideia de que os grandes desafios da saúde exigem respostas construídas a partir de diferentes experiências, conhecimentos e visões.</p>
<p>O Health Parliament Portugal distingue-se por ser o único “parlamento” nacional inteiramente dedicado às questões da saúde. Mais do que um fórum de discussão, funciona como um espaço estruturado de trabalho, onde os participantes são organizados em comissões temáticas e chamados a desenvolver propostas concretas para áreas consideradas estratégicas no presente e no futuro do sector.</p>
<p>Ao longo de cerca de seis meses de trabalho intensivo, os participantes selecionados assumem o papel de deputados do HPP, colaborando na formulação de recomendações orientadas para a melhoria do sistema de saúde nacional. O modelo replica a dinâmica parlamentar, promovendo debate, análise crítica, construção de consensos e apresentação formal de propostas, num formato pensado para estimular liderança, inovação e pensamento estratégico.</p>
<p>No final do processo, é publicado um conjunto de recomendações finais, resultado do trabalho desenvolvido nas várias comissões, com foco na modernização, sustentabilidade e reforço do sistema de saúde português.</p>
<p>A nova edição do HPP volta a centrar-se em áreas-chave para o futuro da saúde. Depois de anunciados os participantes selecionados — o que deverá acontecer até ao final de julho — os novos deputados serão distribuídos por seis comissões temáticas, cada uma dedicada a um eixo estratégico.</p>
<p>Entre os temas em análise estarão os dados e inteligência artificial em saúde, uma área cada vez mais relevante na transformação digital dos cuidados e na personalização da medicina. O diagnóstico e a integração de cuidados será outro dos pilares em debate, procurando respostas para a articulação entre diferentes níveis de prestação de cuidados.</p>
<p>A comissão de inovação e valor em saúde terá como missão refletir sobre novas abordagens terapêuticas, sustentabilidade financeira e eficiência do sistema. Já a oncologia continuará a merecer atenção específica, dada a sua relevância clínica, social e económica. A saúde mental, um dos temas mais urgentes da agenda pública, integra igualmente os trabalhos, tal como a área dedicada ao valor da saúde, que pretende aprofundar a reflexão sobre o impacto real dos investimentos e decisões em saúde na vida dos cidadãos.</p>
<p>Cada comissão contará com acompanhamento de um conselho consultivo ligado à respetiva área temática, reforçando a componente técnica e estratégica dos trabalhos.</p>
<p><strong>Trabalho entre setembro e início de 2027</strong><br />
O calendário desta terceira edição estende-se entre setembro deste ano e o início de 2027. Durante esse período, estão previstos quatro plenários presenciais, momentos centrais em que cada comissão apresentará o desenvolvimento das suas propostas, discutirá ideias com os restantes participantes e consolidará recomendações.</p>
<p>Além do trabalho interno em grupo, os parlamentares poderão realizar visitas de estudo a entidades do sector da saúde, permitindo um contacto direto com a realidade no terreno, desde instituições hospitalares a estruturas de inovação, investigação ou gestão em saúde.</p>
<p>Ao longo do processo, os participantes elegerão também entre si um presidente do Health Parliament Portugal, figura que assumirá o papel de porta-voz institucional, interlocutor entre os deputados e a organização, e representante simbólico da legislatura do HPP.</p>
<p><strong>Quem pode candidatar-se</strong><br />
O processo de candidatura abre oficialmente hoje e é realizado exclusivamente online, <a href="https://forms.zohopublic.eu/phipolito1/form/JobApplication/formperma/xg_BtwSilETLk7Sttt_N7nvV6JYjd88hkqskCDgLDqg" target="_blank" rel="noopener">através do preenchimento de um formulário próprio</a>, acompanhado da submissão de currículo e carta de motivação.</p>
<p>Podem candidatar-se pessoas com idades entre os 21 e os 40 anos, completados até 31 de dezembro de 2026, residentes em Portugal continental, com habilitação mínima de bacharelato e disponibilidade para participar em reuniões presenciais e trabalho colaborativo ao longo de cerca de seis meses.</p>
<p>Um dos aspetos distintivos do HPP é que a experiência profissional em saúde não é obrigatória. A organização procura perfis diversos, valorizando experiência profissional em qualquer área, interesse por políticas de saúde, capacidade analítica, gosto pelo debate, espírito inovador, envolvimento associativo, competências de liderança e capacidade de comunicação.</p>
<p>Na prática, o projecto pretende captar talento multidisciplinar — desde profissionais de saúde a gestores, juristas, engenheiros, investigadores, economistas, comunicadores ou empreendedores — numa lógica de construção plural de soluções.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756306]]></sapo:autor>
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		<title>1º de Maio: conheça o programa completo das comemorações da CGTP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 07:15:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[1º Maio]]></category>
		<category><![CDATA[CGTP]]></category>
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		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Todos os anos, a CGTP assinala o 1º de Maio com concentrações, desfiles, comícios e iniciativas em vários pontos do país, juntando dirigentes sindicais, trabalhadores, reformados, jovens e famílias]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O 1º de Maio, Dia do Trabalhador, é uma data simbólica para o movimento sindical em Portugal e no mundo, associada à luta por melhores salários, direitos laborais, horários dignos e condições de trabalho mais justas. Em Portugal, a efeméride ganhou um significado ainda mais forte após o 25 de Abril, passando a ser celebrada de forma livre e pública como um momento de mobilização, reivindicação e afirmação coletiva dos trabalhadores.</p>
<p>Todos os anos, a CGTP assinala o 1º de Maio com concentrações, desfiles, comícios e iniciativas em vários pontos do país, juntando dirigentes sindicais, trabalhadores, reformados, jovens e famílias. Para a central sindical, este é um dia que combina celebração e protesto: celebra-se a força histórica de quem trabalhou para conquistar direitos, mas também se sublinha que há ainda reivindicações por cumprir, num contexto marcado por debates sobre salários, habitação, precariedade, horários, contratação coletiva e custo de vida.</p>
<p>Mais do que um feriado no calendário, o 1º de Maio mantém-se assim como uma data de forte carga política e social. Nas comemorações promovidas pela CGTP, o dia serve para dar visibilidade às lutas do presente, recordar conquistas do passado e reforçar a ideia de que os direitos laborais não são definitivos, exigindo organização, participação e pressão sindical contínua.</p>
<p>Conheça o programa completo: </p>
<p><a href="https://executivedigest.sapo.pt/?attachment_id=752812" rel="attachment wp-att-752812"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/04/CGTP3.png" alt="" width="557" height="788" class="alignnone size-full wp-image-752812" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/04/CGTP3.png 557w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/04/CGTP3-212x300.png 212w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/04/CGTP3-318x450.png 318w" sizes="auto, (max-width: 557px) 100vw, 557px" /></a></p>
<p><a href="https://executivedigest.sapo.pt/?attachment_id=752813" rel="attachment wp-att-752813"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/04/CGTP2.png" alt="" width="554" height="788" class="alignnone size-full wp-image-752813" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/04/CGTP2.png 554w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/04/CGTP2-211x300.png 211w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/04/CGTP2-316x450.png 316w" sizes="auto, (max-width: 554px) 100vw, 554px" /></a></p>
<p><a href="https://executivedigest.sapo.pt/?attachment_id=752814" rel="attachment wp-att-752814"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/04/CGTP1.png" alt="" width="546" height="783" class="alignnone size-full wp-image-752814" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/04/CGTP1.png 546w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/04/CGTP1-209x300.png 209w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/04/CGTP1-314x450.png 314w" sizes="auto, (max-width: 546px) 100vw, 546px" /></a></p>
<p><a href="https://executivedigest.sapo.pt/?attachment_id=752815" rel="attachment wp-att-752815"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/04/CGTP.png" alt="" width="547" height="786" class="alignnone size-full wp-image-752815" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/04/CGTP.png 547w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/04/CGTP-209x300.png 209w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/04/CGTP-313x450.png 313w" sizes="auto, (max-width: 547px) 100vw, 547px" /></a></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_752802]]></sapo:autor>
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		<title>Trabalhar em Lisboa pode valer quase mais três salários por ano face ao interior</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Goncalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 07:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Trabalhar em Portugal continua longe de ser uma realidade uniforme, e a localização geográfica mantém-se como um fator decisivo no salário, nas oportunidades de progressão profissional, na carga horária e até no risco de desemprego prolongado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Trabalhar em Portugal continua longe de ser uma realidade uniforme, e a localização geográfica mantém-se como um fator decisivo no salário, nas oportunidades de progressão profissional, na carga horária e até no risco de desemprego prolongado. Essa é a principal conclusão de uma análise divulgada pela Randstad Research no âmbito do Dia do Trabalhador, que traça o retrato de um mercado laboral profundamente marcado por assimetrias regionais e por um país que continua dividido entre diferentes velocidades económicas.</p>
<p>De acordo com comunicado enviado às redações, apesar de Portugal ter registado crescimento do emprego em 2025 — com 5,28 milhões de pessoas empregadas, um aumento de 3,2% face ao ano anterior — persistem desequilíbrios estruturais significativos entre regiões, refletindo diferenças acentuadas na distribuição de talento, especialização económica, rendimentos e acesso a cargos qualificados.</p>
<p><strong>Lisboa lidera em salários, qualificação e cargos de chefia</strong><br />
A principal clivagem identificada no estudo surge entre Lisboa e várias regiões do país. Segundo os dados divulgados, Lisboa é a única região portuguesa onde o salário médio líquido mensal ultrapassa os 1.400 euros, fixando-se nos 1.469 euros. No Algarve, por exemplo, esse valor desce para 1.177 euros líquidos mensais, uma diferença de 292 euros por mês.</p>
<p>No entanto, quando se analisam as remunerações declaradas, o fosso torna-se ainda mais expressivo. Segundo o comunicado, trabalhar em Lisboa pode representar mais 525 euros mensais face ao Baixo Alentejo, com os salários na capital a aproximarem-se dos 1.800 euros, enquanto no interior permanecem abaixo dos 1.300 euros. Na prática, essa diferença salarial anual equivale a quase três salários adicionais.</p>
<p>A superioridade remuneratória da capital está diretamente ligada ao peso da qualificação. Em Lisboa, 37,5% dos trabalhadores desempenham funções especializadas, enquanto 45,8% ocupam quadros superiores ou funções de chefia, números muito acima da média nacional, situada nos 29,5%.</p>
<p>Noutra leitura dos dados do comunicado, quase 42,3% dos profissionais em Lisboa encontram-se em cargos qualificados ou de liderança, valor que mais do que duplica o registado em algumas regiões periféricas, evidenciando a forte concentração de poder de decisão e progressão de carreira na capital.</p>
<p><strong>Açores e Madeira ficam muito abaixo da média nacional em liderança</strong><br />
No extremo oposto surgem os Açores e a Madeira, que apresentam níveis significativamente mais baixos de acesso a cargos de liderança. Segundo a Randstad Research, apenas 1,6% dos trabalhadores açorianos ocupam funções de chefia, enquanto na Madeira esse valor é de 2,0%, ambos claramente abaixo da média nacional de 4,0%.</p>
<p>Também ao nível da qualificação, os Açores registam apenas 18,9% de especialistas, contrastando fortemente com Lisboa. Paralelamente, estas regiões concentram algumas das percentagens mais elevadas de trabalhadores não qualificados: 14,1% nos Açores e 13,9% na Madeira. O Alentejo surge igualmente com um valor elevado, nos 12,0%.</p>
<p><strong>Norte e Centro consolidam-se como motor industrial do país</strong><br />
A análise da Randstad mostra também um país profundamente regionalizado do ponto de vista económico. A nível nacional, a estrutura do emprego continua dominada pelos serviços, mas com fortes especializações territoriais.</p>
<p>Segundo o comunicado, as indústrias transformadoras representam 15,9% do emprego nacional, seguidas pelo comércio (14,6%), saúde (10,1%), educação (8%) e construção (7,1%).</p>
<p>Regionalmente, o Norte e o Centro afirmam-se como o principal eixo industrial português, concentrando respetivamente 32,6% e 29,9% da atividade transformadora. Lisboa (14,3%) e a Península de Setúbal (15,5%) destacam-se pelo peso do comércio e dos serviços, enquanto o Alentejo revela maior dependência da administração pública, responsável por 12,7% do emprego regional.</p>
<p>Já o Algarve (14,6%) e a Madeira (14,2%) mantêm uma forte dependência estrutural do turismo, nomeadamente através do alojamento e restauração, tornando estas economias particularmente expostas à sazonalidade e aos ciclos do setor turístico.</p>
<p><strong>Mais salário significa também mais horas de trabalho</strong><br />
O estudo revela ainda que os rendimentos mais elevados estão associados a maior intensidade laboral. Lisboa lidera novamente neste indicador: 21,5% dos trabalhadores da região ultrapassam as 40 horas semanais de trabalho, refletindo o peso de funções de elevada responsabilidade e maior exigência profissional.</p>
<p>No Norte, 59,1% dos trabalhadores cumprem horários entre 36 e 40 horas semanais, um padrão alinhado com a estrutura industrial da região e com modelos laborais mais rígidos.</p>
<p>Em contraste, Açores, Madeira e Alentejo apresentam maior incidência de horários entre 31 e 35 horas por semana, frequentemente associados ao peso do setor público e a atividades com menor intensidade horária.</p>
<p><strong>Desemprego prolongado continua a marcar várias regiões</strong><br />
Outro dos alertas lançados pela Randstad prende-se com o desemprego de longa duração. Em Portugal, 36,8% da população desempregada encontra-se nessa situação, mas há regiões onde o problema assume maior gravidade.</p>
<p>No Alentejo, a taxa de desemprego de longa duração sobe para 43,5%, enquanto no Norte atinge 41,7%, revelando maiores dificuldades estruturais na reintegração profissional.</p>
<p>Setúbal regista a taxa de desemprego total mais elevada do país, fixando-se nos 8%. Já o Centro apresenta indicadores mais favoráveis, com taxa de desemprego de 5% e incidência de longa duração de 30,8%, abaixo da média nacional.</p>
<p>No Algarve, apesar da forte sazonalidade, o desemprego de longa duração situa-se nos 24,2%, sinalizando maior capacidade de absorção do mercado laboral regional.</p>
<p>Isabel Roseiro, Diretora de Marketing da Randstad Portugal, sublinha que “os dados mostram que o mercado de trabalho em Portugal continua condicionado pela geografia, não apenas em termos de salário, mas também no acesso a funções de decisão e progressão profissional”.</p>
<p>A responsável acrescenta que “este é um desafio estrutural que exige uma visão integrada entre os diversos agentes do mercado e as estratégias empresariais, no sentido de promover a coesão territorial e oportunidades mais equitativas em todo o país”.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756797]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Acordo Mercosul-União Europeia entra hoje em vigor provisoriamente: Portugal e Brasil antecipam novos investimentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 06:45:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Esta sexta-feira, 1 de maio, marca a entrada em vigor provisória do acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia, um entendimento negociado ao longo de mais de duas décadas e que agora passa a ter aplicação prática, abrindo uma nova etapa nas relações económicas entre os dois blocos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esta sexta-feira, 1 de maio, marca a entrada em vigor provisória do acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia, um entendimento negociado ao longo de mais de duas décadas e que agora passa a ter aplicação prática, abrindo uma nova etapa nas relações económicas entre os dois blocos.</p>
<p>A promulgação do tratado foi feita ontem pelo presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, que sublinhou o carácter histórico do acordo e a sua dimensão estratégica para a economia do Brasil e da região sul-americana. O processo, que esteve em discussão durante mais de 25 anos, chega agora ao terreno num momento em que as relações comerciais globais atravessam uma fase de reconfiguração.</p>
<p><strong>Montenegro destaca o café como símbolo da relação entre Portugal e Brasil</strong><br />
Em reação à entrada em vigor do acordo, o primeiro-ministro português, Luís Montenegro, sublinhou em declarações ao Público que o momento representa uma oportunidade para aprofundar as relações económicas entre Portugal e o Brasil, com o café a assumir um papel central nesta ligação.</p>
<p>Montenegro descreveu o produto como um dos exemplos mais claros de uma relação já consolidada entre os dois países, mas ainda com espaço de crescimento significativo. Segundo o chefe do Governo português, o café brasileiro continua a ser a principal matéria-prima da indústria cafeeira em Portugal, alimentando cadeias de produção que têm impacto direto nas exportações nacionais.</p>
<p>O primeiro-ministro recordou ainda a recente visita do presidente brasileiro a Lisboa, no Palácio de São Bento, e afirmou que o momento atual abre uma fase de maior intensidade nas trocas comerciais. Para Montenegro, apesar da ligação já existente, o potencial de expansão continua longe de estar esgotado, sobretudo no que diz respeito à presença de produtos portugueses no mercado brasileiro.</p>
<p>A ligação económica entre Portugal e Brasil é ilustrada pelo caso da Delta Cafés, empresa portuguesa que utiliza café em grão proveniente do Brasil como base da sua produção. A empresa registou no último ano um volume de negócios de 650 milhões de euros e anunciou recentemente a expansão da sua unidade industrial em Campo Maior, no Alentejo, o que permitirá duplicar a capacidade produtiva.</p>
<p>Atualmente, a Delta está presente em cerca de 50 países e as exportações representam cerca de 35% da sua faturação anual. A presença no mercado brasileiro é também relevante, com distribuição em vários estados e forte presença em pontos estratégicos como aeroportos.</p>
<p>Para Luís Montenegro, este modelo de relação económica ilustra bem a forma como o acordo entre o Mercosul e a União Europeia pode reforçar cadeias de valor já existentes, permitindo não apenas importar matérias-primas, mas também aumentar a exportação de produtos transformados com origem portuguesa.</p>
<p><strong>Portugal aposta na atração de investimento com foco no interior</strong><br />
O primeiro-ministro destacou ainda que o Governo português está a reforçar políticas de atração de investimento, com especial enfoque no interior do país. Essas políticas incluem incentivos fiscais e mecanismos de redução de custos destinados a captar novos projetos empresariais.</p>
<p>No centro desta estratégia está o Programa de Transformação, Recuperação e Resiliência de Portugal, que prevê a criação de novas zonas empresariais equipadas com infraestruturas essenciais como energia, abastecimento de água e logística. O objetivo é criar condições mais competitivas para a instalação de empresas e para o desenvolvimento industrial fora dos grandes centros urbanos.</p>
<p>Montenegro sublinhou que esta aposta não se limita à indústria tradicional, abrangendo também setores ligados à inovação, ciência e tecnologia, considerados fundamentais para a nova fase de cooperação internacional. Neste contexto, o Brasil surge como parceiro prioritário, devido às afinidades económicas e ao potencial de integração entre os dois países.</p>
<p><strong>Cooperação tecnológica e presença empresarial brasileira em Portugal</strong><br />
A relação económica entre Portugal e Brasil já se traduz em projetos concretos no setor tecnológico e industrial. Um dos exemplos mais relevantes é a presença da Embraer em Portugal, através da OGMA, em Alverca, onde são produzidos aviões militares do modelo A-29N Super Tucano, destinados a cumprir requisitos da NATO.</p>
<p>Este tipo de cooperação é visto como um sinal da crescente interligação entre os dois países, não apenas ao nível comercial, mas também industrial e tecnológico, reforçando a ideia de Portugal como plataforma de entrada de empresas brasileiras no mercado europeu.</p>
<p><strong>Lula da Silva e o simbolismo político do acordo</strong><br />
A promulgação do acordo pelo presidente brasileiro, realizada ontem em Brasília, foi acompanhada por declarações de forte carga política. Lula da Silva descreveu o processo como tendo sido feito “a ferro, suor e sangue”, criticando a demora nas negociações e apontando dificuldades históricas associadas à assimetria entre blocos económicos.</p>
<p>O presidente brasileiro sublinhou ainda que o acordo representa uma afirmação do multilateralismo e uma resposta a políticas comerciais unilaterais adotadas por outras potências, defendendo que o Brasil deve reforçar a sua posição como ator económico global.</p>
<p>Lula destacou também a necessidade de o país se afirmar em igualdade de condições no comércio internacional, rejeitando uma visão de dependência económica e defendendo uma estratégia de diversificação de parceiros comerciais.</p>
<p>Com a entrada em vigor do acordo Mercosul-União Europeia esta sexta-feira, abre-se um novo enquadramento para o comércio entre os dois blocos, com impacto direto em setores como agricultura, indústria, energia e tecnologia.</p>
<p>Para Portugal, o momento é visto como particularmente relevante devido à sua posição geográfica e histórica como ponte entre a Europa e o Brasil. O Governo antecipa que o novo quadro poderá reforçar exportações, atrair investimento estrangeiro e consolidar cadeias produtivas já existentes.</p>
<p>Embora o impacto imediato dependa da implementação prática do acordo nos próximos meses, tanto Lisboa como Brasília apontam para uma intensificação gradual das relações económicas, com especial destaque para setores estratégicos como o agroalimentar, a indústria transformadora e a inovação tecnológica.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756238]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsa de Tóquio fecha com Nikkei a ganhar 0,38%</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bolsa-de-toquio-fecha-com-nikkei-a-ganhar-038/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 06:37:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio fechou hoje em alta, com o principal índice, o Nikkei, a subir 0,38% para 59.513,12 pontos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio fechou hoje em alta, com o principal índice, o Nikkei, a subir 0,38% para 59.513,12 pontos.</P><br />
<P>O segundo indicador, o Topix, também encerrou a sessão a ganhar 0,04% para 3.728,73 pontos.</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757111]]></sapo:autor>
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