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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>TAP avança com emissão de dívida de 300ME com vencimento em 2031</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 14:15:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A TAP anunciou hoje a intenção de emitir obrigações seniores  no montante total de 300 milhões de euros, com vencimento em 2031.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A TAP anunciou hoje a intenção de emitir obrigações seniores no montante total de 300 milhões de euros, com vencimento em 2031.</p>
<p>Em comunicado, a companhia aérea portuguesa informou que a operação será realizada ao abrigo de uma isenção dos requisitos de registo previstos no Securities Act norte-americano de 1933.</p>
<p>Segundo a TAP, as receitas ilíquidas da emissão deverão ser utilizadas para &#8220;finalidades societárias gerais&#8221;, bem como para suportar as comissões e despesas associadas à operação.</p>
<p>A transportadora sublinhou que não existe garantia de que a oferta venha a ser concluída nem, caso avance, sobre os termos finais da mesma.</p>
<p>A operação destina-se exclusivamente a investidores profissionais e contrapartes elegíveis, estando vedada a investidores de retalho.</p>
<p>No comunicado, a TAP recorda ainda que as obrigações não foram registadas junto da Securities and Exchange Commission (SEC), o regulador dos mercados financeiros dos Estados Unidos, pelo que não poderão ser vendidas naquele país sem autorização ou sem o recurso a uma das exceções previstas na lei.</p>
<p>A companhia acrescenta que o anúncio não constitui uma oferta de venda nem uma solicitação de compra de valores mobiliários, salientando que qualquer oferta estará sujeita às restrições legais aplicáveis em cada jurisdição.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777539]]></sapo:autor>
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		<title>Lipor com resultado positivo de 8,5 milhões de euros após dois anos de prejuízo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 14:14:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Lipor, associação intermunicipal que gere os resíduos de oito municípios do Grande Porto, apresentou em 2025 resultado líquido positivo de 8,5 milhões de euros, após dois anos no negativo, segundo o relatório integrado consultado pela Lusa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Lipor, associação intermunicipal que gere os resíduos de oito municípios do Grande Porto, apresentou em 2025 resultado líquido positivo de 8,5 milhões de euros, após dois anos no negativo, segundo o relatório integrado consultado pela Lusa.</p>
<p>Segundo o relatório integrado relativo a 2025, divulgado na terça-feira, a Lipor encerrou 2025 com &#8220;um regresso à normalidade da situação económico-financeira&#8221; da associação intermunicipal, depois de resultados negativos em dois anos sucessivos, de 2,9 milhões de euros em 2023 e 4,7 milhões em 2024.</p>
<p>Estes prejuízos são cobertos pelos municípios que integram a associação, pelo que este ano o desempenho próprio permitiu alcançar &#8220;uma capacidade consistente de geração de valor e financiamento do seu crescimento&#8221;.</p>
<p>A alavancar estes resultados está um volume de negócios que, no ano passado, ascendeu a 58,4 milhões de euros, contra 48,2 milhões em 2024, o maior valor em anos, num crescimento de 21,2% face ao período homólogo.</p>
<p>O resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações (EBITDA) também evoluiu, de 12,6 milhões em 2024 para 14,8 milhões em 2025, ainda que siga aquém dos 16,2 milhões de 2023 e dos 21 milhões de 2022.</p>
<p>A evolução no volume de negócios, pode ler-se no documento, foi sustentada parcialmente pela &#8220;atualização em alta dos valores de contrapartida de retoma dos materiais de embalagem&#8221;, mas também pelo aumento de 1,3%, face a 2024, &#8220;dos quantitativos expedidos para a indústria recicladora&#8221;</p>
<p>De resto, a Lipor apresenta um património líquido de 101,2 milhões de euros e, no relatório, a associação destaca o financiamento externo que foi recebendo, com um investimento total no período compreendido entre 2017 e 2025 que ascende a 37,2 milhões de euros, dos quais cerca de 80% provêm de fundos nacionais e europeus, contra 20% de fundos próprios.</p>
<p>Olhando para a atividade, a Lipor atingiu os 36% de resíduos preparados para reutilização e reciclagem, subindo 5% face a 2024, a caminho da meta definida no Plano Estratégico para os Resíduos Urbanos 2030, que é de 61% no final da década.</p>
<p>Os resíduos encaminhados para confinamento técnico baixaram 0,9% em 2025 em relação ao período homólogo anterior, subindo ligeiramente as valorizações orgânicas e multimateriais, enquanto a energética baixou 0,8%.</p>
<p>Ao todo, em 2025, foram produzidas cerca de 11.350 toneladas do produto orgânico Nutrimais, mais de 17 milhões de litros de substratos Nutrimais, 92.405 toneladas de resíduos recicláveis e 191.521,99 Mwh (megawatt-hora) de energia produzida.</p>
<p>Fora do tratamento de resíduos, há 296 hectares em processo de renaturalização e o envolvimento estimado de perto de 89 mil cidadãos dos municípios, nas várias atividades que levam a cabo para lá da gestão de resíduos.</p>
<p>Atualmente, são 250 os trabalhadores da associação, destacando-se a percentagem de 48% de mulheres em cargos de gestão e uma taxa de retenção acima de 97%.</p>
<p>Em 2025, nota ainda para a inauguração da Unidade Piloto de Triagem de Têxteis, a primeira do género em Portugal, e a criaçãoi da ENNO-Energias do Norte, uma comunidade energética.</p>
<p>A Lipor, criada em 1982, é composta pelos municípios do Porto, Maia, Matosinhos, Gondomar, Póvoa de Varzim, Vila do Conde, Espinho e Valongo, abrangendo cerca de 10% da população portuguesa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777519]]></sapo:autor>
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		<title>Português &#8220;nunca vai ser uma língua oficial&#8221; ONU devido aos custos, revela Rangel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 14:13:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Paulo Rangel]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, declarou hoje, no parlamento, que o português "nunca vai ser uma língua oficial" das Nações Unidas, "como são outras", devido aos custos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, declarou hoje, no parlamento, que o português &#8220;nunca vai ser uma língua oficial&#8221; das Nações Unidas, &#8220;como são outras&#8221;, devido aos custos.</p>
<p>Durante a audição regimental do ministro dos Negócios Estrangeiros (MNE) na Comissão Parlamentar dos Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas, o deputado do Livre Rui Tavares questionou o governante sobre o objetivo de o português se tornar uma língua oficial das Nações Unidas até 2030.</p>
<p>Para o deputado &#8211; que parabenizou a eleição de Portugal como membro não-permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas &#8211; o facto de o mandato do secretário-geral da organização, António Guterres, estar a terminar faz com que haja uma &#8220;janela de oportunidade que se está a fechar&#8221;.</p>
<p>Como resposta, Rangel declarou que &#8220;o português nunca vai ser língua oficial como são outras, devido aos custos&#8221;.</p>
<p>Concretamente, segundo o chefe da diplomacia, Portugal e o Brasil estão disponíveis para arcar com os custos, mas essa dimensão é enorme e, apesar de já terem avaliado várias opções, não tem sido possível avançar com a ideia.</p>
<p>&#8220;Estamos sempre a analisar como fazer, mas isso nada tem a ver com o facto de o secretário-geral ser português. Do ponto de vista financeiro, é um esforço muito grande e estamos avaliar como poderia ser compensatório&#8221;, esclareceu.</p>
<p>Na cimeira de 2016 de chefes de Estado e de Governo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) em Brasília, no Brasil, foi aprovada uma proposta para que o português se tornasse, até 2030, uma língua oficial das Nações Unidas (ONU).</p>
<p>Essa proposta tem constado também nos programas de Governo do executivo do PSD-CDS-PP desde 2024.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777526]]></sapo:autor>
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		<title>Empresário saudita volta a Portugal para identificar ativos e oportunidades de investimento de norte a sul do país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 14:12:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O empresário saudita Alwalid Albaltan, presidente do Conselho Empresarial Arábia Saudita–Portugal (SPBC), regressa a Portugal entre os dias 18 e 25 de junho para uma agenda intensa de encontros institucionais e empresariais, com o objetivo de reforçar a cooperação económica entre os dois países e identificar novas oportunidades de investimento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O empresário saudita Alwalid Albaltan, presidente do Conselho Empresarial Arábia Saudita–Portugal (SPBC), regressa a Portugal entre os dias 18 e 25 de junho para uma agenda intensa de encontros institucionais e empresariais, com o objetivo de reforçar a cooperação económica entre os dois países e identificar novas oportunidades de investimento.</p>
<p>A visita insere-se na estratégia do SPBC de posicionar Portugal como destino atrativo para o investimento privado saudita, ao mesmo tempo que apoia a internacionalização de empresas portuguesas para o mercado da Arábia Saudita. Paralelamente, Alwalid Albaltan pretende aprofundar o conhecimento sobre setores estratégicos da economia nacional e avaliar potenciais projetos de negócio.</p>
<p>Em Lisboa, a agenda inclui reuniões com a Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa e com o Grupo Parlamentar de Amizade Portugal–Arábia Saudita, reforçando o diálogo institucional entre os dois países.</p>
<p>No Norte do país, estão previstos encontros com a Produtech, plataforma dedicada às tecnologias de produção, e com a AIMMAP, além de uma visita ao CATIM, no Porto.</p>
<p>O responsável do SPBC reunirá ainda com a direção da Associação Empresarial de Portugal e com a ANJE, num conjunto de contactos que visam aproximar ecossistemas empresariais e tecnológicos dos dois países.</p>
<p>Está igualmente previsto um encontro dedicado ao setor da moda, no contexto da próxima edição do Portugal Fashion, com o objetivo de preparar a participação de designers sauditas no evento.</p>
<p>Durante a estadia no Porto, será ainda realizado um jantar com empresários de referência da região, promovendo um espaço de networking e identificação de novas oportunidades de cooperação económica.</p>
<p>Ao longo da visita, Alwalid Albaltan terá também reuniões com várias empresas portuguesas, incluindo Revigrés, Grupo ACA, Cuco, Grupo SANA, Tecnimede, LSI Stones, AM Furniture e Adyta, com vista à exploração de parcerias e potenciais investimentos.</p>
<p>“Queremos incentivar o investimento saudita em Portugal e, por outro lado, continuar a atrair empresas para a Arábia Saudita, sejam startups inovadoras ou empresas consolidadas. Portugal apresenta um enorme potencial de negócio, que pretendemos explorar de forma cada vez mais próxima”, sublinha Alwalid Albaltan.</p>
<p>Recorde-se que, em janeiro deste ano, uma delegação saudita visitou Lisboa e o Porto, promovendo contactos institucionais e empresariais que abriram caminho a novas sinergias entre os dois países.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777578]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Montenegro desafia deputados a decidir entre &#8220;ambição&#8221; e &#8220;imobilismo e mediania&#8221; na lei laboral</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/montenegro-desafia-deputados-a-decidir-entre-ambicao-e-imobilismo-e-mediania-na-lei-laboral/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 14:12:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[reforma laboral]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro desafiou hoje os deputados a escolherem como querem posicionar-se na votação da proposta de lei do Governo para alterar a lei laboral, defendendo que a opção é entre "a ambição" ou "o imobilismo e mediania".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro desafiou hoje os deputados a escolherem como querem posicionar-se na votação da proposta de lei do Governo para alterar a lei laboral, defendendo que a opção é entre &#8220;a ambição&#8221; ou &#8220;o imobilismo e mediania&#8221;.</p>
<p>Luís Montenegro falava na abertura do debate quinzenal no Parlamento, que acontece na véspera da discussão do diploma de alteração do Código do Trabalho, que será votado na sexta-feira e ainda não tem aprovação garantida.</p>
<p>&#8220;Os senhores deputados decidirão de que lado querem estar: se do lado da ambição e valorização do trabalho ou do lado do imobilismo e da mediania&#8221;, desafiou.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777536]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Igreja portuguesa reafirma &#8220;tolerância zero&#8221; a abusos e avalia nova organização interna</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/igreja-portuguesa-reafirma-tolerancia-zero-a-abusos-e-avalia-nova-organizacao-interna/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 14:12:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[abusos sexuais]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Igreja Católica portuguesa reafirmou hoje "tolerância zero" aos abusos sexuais e admitiu que está a estudar o modo de enquadramento das estruturas diocesanas e nacionais que lidam com o fenómeno.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Igreja Católica portuguesa reafirmou hoje &#8220;tolerância zero&#8221; aos abusos sexuais e admitiu que está a estudar o modo de enquadramento das estruturas diocesanas e nacionais que lidam com o fenómeno.</p>
<p>&#8220;A tolerância zero, a escuta das vítimas, a prevenção dos abusos, a formação e a promoção de ambientes seguros continuam a fazer parte das prioridades e do compromisso assumido pela Igreja em Portugal&#8221;, refere a direção da Conferência Episcopal Portuguesa, que esteve reunida hoje em Fátima em Assembleia Plenária extraordinária.</p>
<p>&#8220;No seguimento do trabalho desenvolvido nos últimos anos pela Igreja Católica em Portugal na área da Proteção de Menores e Adultos Vulneráveis&#8221;, a assembleia &#8220;analisou uma proposta relativa ao futuro enquadramento das estruturas diocesanas e nacionais que atuam no acolhimento, acompanhamento, formação e prevenção&#8221; destes casos, refere o comunicado, sem adiantar pormenores.</p>
<p>&#8220;Tendo em conta que vamos entrar numa nova fase, o diálogo e o processo de aprofundamento desta matéria prosseguirão com as estruturas atualmente em funcionamento, tendo em vista a definição da forma mais adequada de continuar esta missão&#8221;, referem os bispos, que também homologaram a composição das Comissões Episcopais e da Comissão Mista para o triénio 2026-2029.</p>
<p>Na nota hoje divulgada, os bispos católicos portugueses manifestaram o seu &#8220;profundo pesar&#8221; com a notícia do homicídio de Osório Citora Afonso, bispo de Quelimane (Moçambique).</p>
<p>&#8220;Neste momento de dor e luto, os bispos portugueses confiam o seu eterno descanso à misericórdia de Deus e expressam a sua proximidade fraterna à Igreja em Moçambique, à Diocese de Quelimane, aos seus familiares, amigos e a todos os fiéis que com ele partilharam o caminho da fé e do serviço à Igreja&#8221;, pode ler-se no comunicado.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777535]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Incêndios: PM antecipa verão exigente e diz que Governo mobilizou todos os meios para prevenção e combate</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 14:11:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Luís Montenegro]]></category>
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		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[No debate quinzenal na Assembleia da República, Luís Montenegro assinalou os nove anos que hoje passam sobre os incêndios de Pedrógão, em 2017, quando morreram 64 pessoas, aproveitando para apelar "à sensibilização e mobilização de todos"]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro antecipou hoje que este verão será &#8220;ainda mais exigente&#8221; no combate aos incêndios e assegurou que o Governo está a &#8220;mobilizar todos&#8221; no esforço de prevenção e debate.</p>
<p>No debate quinzenal na Assembleia da República, Luís Montenegro assinalou os nove anos que hoje passam sobre os incêndios de Pedrógão, em 2017, quando morreram 64 pessoas, aproveitando para apelar &#8220;à sensibilização e mobilização de todos&#8221;.</p>
<p>&#8220;Todos sabemos que o comportamento de cada um faz a diferença, pode mesmo fazer a diferença na vida de todos&#8221;, disse.</p>
<p>Sobre o próximo verão, Montenegro salientou que &#8220;será ainda mais exigente no combate aos incêndios florestais&#8221;.</p>
<p>&#8220;Aos fatores habituais, acresce o impacto da tempestade que derrubou centenas de milhares de árvores. Por isso, antecipámos o trabalho e estamos a mobilizar todos neste esforço de prevenção e combate&#8221;, disse.</p>
<p>Montenegro salientou que os elementos da Proteção Civil, bombeiros, sapadores florestais, ICNF, GNR, Forças Armadas estão &#8220;a dar o seu melhor no terreno lado a lado com o Governo e com as autarquias locais&#8221;.</p>
<p>&#8220;Criámos o Comando Integrado de Prevenção e Operações, que visa uma coordenação permanente e que é uma mudança de paradigma na conjugação da ação de combate com o trabalho preventivo e a redução do risco&#8221;, disse.</p>
<p>Montenegro detalhou que, até agora, foram desobstruídos 18.000 quilómetros de rede de área florestal, com uma mobilização diária de cerca de 830 operacionais, 245 viaturas e 60 máquinas.</p>
<p>&#8220;E temos o nosso Serviço Nacional de Saúde preparado também para o verão, ativando este plano desde o dia 1 de maio. Não obstante todo este trabalho de prevenção, o desafio é grande&#8221;, admitiu.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777545]]></sapo:autor>
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		<title>Depois da maior descida em nove semanas, cabaz alimentar volta a encarecer: flocos de cereais, carapau e alface disparam</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com DECO PROTeste]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 14:08:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[cabaz alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[Deco Proteste]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[De acordo com a mais recente análise da DECO PROteste, o conjunto de 63 bens alimentares monitorizados pela associação de defesa do consumidor passou a custar 257,68 euros, mais 2,11 euros face à semana anterior]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O preço do cabaz alimentar de produtos essenciais voltou a subir esta semana, invertendo a tendência de descida registada na semana anterior. De acordo com a mais recente análise da DECO PROteste, o conjunto de 63 bens alimentares monitorizados pela associação de defesa do consumidor passou a custar 257,68 euros, mais 2,11 euros face à semana anterior.</p>
<p>A subida surge depois de o cabaz ter registado a <a href="https://executivedigest.sapo.pt/maior-descida-desde-abril-preco-do-cabaz-de-alimentos-cai-quase-4-euros-numa-semana-mas-continua-68-euros-mais-caro-do-que-em-2022/">maior descida</a>, em valor, das últimas nove semanas. O novo aumento confirma, no entanto, que a pressão sobre os preços dos alimentos essenciais continua a pesar no orçamento das famílias, sobretudo quando a comparação é feita com o início do ano ou com períodos mais longos.</p>
<p>Segundo os dados divulgados pela DECO PROteste, desde o início de 2026 o preço do mesmo cabaz aumentou 15,86 euros, o equivalente a uma subida de 6,56%. Em comparação com igual período do ano passado, os consumidores pagam atualmente mais 14,90 euros pelo mesmo conjunto de produtos, o que representa um aumento de 6,14%.</p>
<p>A diferença torna-se ainda mais expressiva quando a comparação é feita com o início de 2022, altura em que a organização começou a monitorizar regularmente estes preços. Nessa altura, o mesmo cabaz custava menos 69,98 euros, o que corresponde a uma subida acumulada de 37,28% em pouco mais de quatro anos.</p>
<p><strong>Flocos de cereais lideram aumentos da semana</strong></p>
<p>Entre 10 e 17 de junho, os flocos de cereais foram o produto com a maior subida percentual face à semana anterior. O preço aumentou 18%, passando para 2,83 euros.</p>
<p>O carapau registou a segunda maior subida semanal, com um aumento de 16%, atingindo os 6,25 euros por quilograma. Já a alface frisada completou o grupo dos três produtos que mais encareceram, com uma subida de 12%, para 2,63 euros por quilograma.</p>
<p><strong>Produtos frescos continuam entre os que mais sobem num ano</strong></p>
<p>A comparação com os preços praticados há um ano mostra que os maiores aumentos continuam concentrados sobretudo em produtos frescos.</p>
<p>O carapau lidera a subida anual, com um aumento de 64%, sendo atualmente vendido por 6,25 euros por quilograma. A couve-coração surge logo a seguir, com uma valorização de 40%, atingindo 1,78 euros por quilograma.</p>
<p>O robalo também registou uma subida significativa, custando atualmente 10,38 euros por quilograma, mais 31% do que há um ano. Já a alface frisada apresenta um aumento anual de 25%, refletido num preço de 2,63 euros por quilograma.</p>
<p><strong>Carne de novilho, ovos e couve-coração lideram aumentos desde 2022</strong></p>
<p>A análise de longo prazo da DECO PROteste revela que alguns produtos acumulam aumentos particularmente expressivos desde janeiro de 2022.</p>
<p>A carne de novilho para cozer é o produto que mais encareceu no período analisado, registando uma subida acumulada de 126% e atingindo atualmente um preço médio de 13,14 euros por quilograma.</p>
<p>Os ovos mantêm-se entre os produtos com maiores aumentos desde o início da monitorização, com uma valorização acumulada de 84%, custando agora cerca de 2,10 euros.</p>
<p>A couve-coração completa o grupo dos três produtos que mais subiram desde janeiro de 2022, com um aumento acumulado de 79%, sendo atualmente vendida por 1,78 euros por quilograma.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777565]]></sapo:autor>
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		<title>Bélgica receia tornar-se nova &#8216;porta de entrada&#8217; para migrantes que se atiram ao mar para chegar ao Reino Unido</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 14:07:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma década depois de o desmantelamento do campo informal conhecido como “Selva de Calais” ter simbolizado o fracasso das políticas migratórias europeias, as travessias ilegais do Canal da Mancha continuam longe de estar resolvidas. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma década depois de o desmantelamento do campo informal conhecido como “Selva de Calais” ter simbolizado o fracasso das políticas migratórias europeias, as travessias ilegais do Canal da Mancha continuam longe de estar resolvidas. Agora, as autoridades belgas receiam que o reforço da vigilância na costa francesa esteja a provocar um desvio das rotas migratórias para a Bélgica, transformando o país no mais recente ponto de partida para migrantes que procuram alcançar o Reino Unido por mar.</p>
<p>O aumento significativo das apreensões de embarcações e das detenções de migrantes na costa belga durante os primeiros meses de 2026 levou as autoridades nacionais a soar o alarme. A preocupação chegou também a Bruxelas, que apresentou um novo plano de ação destinado a reforçar o controlo da rota do Canal da Mancha e do Mar do Norte.</p>
<p>Na estância balnear de De Panne, junto à fronteira franco-belga, o fenómeno tornou-se cada vez mais visível. A partir deste ponto da costa, os migrantes tentam alcançar o Reino Unido através de uma das rotas marítimas mais movimentadas do mundo. Apesar de a travessia já ser considerada extremamente perigosa a partir de Calais, o risco aumenta ainda mais quando as embarcações partem das praias belgas, devido à maior distância até à costa britânica.</p>
<p>Nos últimos anos, dezenas de milhares de pessoas tentaram chegar ao Reino Unido através do Canal da Mancha. Segundo os dados citados no artigo, em 2025 foram registadas 49.966 tentativas de travessia em 795 embarcações, maioritariamente barcos insufláveis. As autoridades francesas resgataram 6.177 migrantes no mar, enquanto a União Europeia contabilizou quase 64 mil tentativas de atravessar o canal ao longo do ano.</p>
<p>Apesar dos perigos, uma parte significativa dessas viagens foi bem-sucedida. O Reino Unido reconheceu que mais de 41 mil pessoas conseguiram chegar ao país em 2025, o segundo valor mais elevado desde que Londres começou a contabilizar oficialmente estas chegadas, em 2018. Pelo menos 25 pessoas morreram durante as travessias.</p>
<p>O que mais preocupa atualmente as autoridades belgas é a rápida evolução do fenómeno. Enquanto em 2024 e 2025 praticamente não foram registadas partidas a partir das praias do país, em 2026 as autoridades já intercetaram cerca de três dezenas de embarcações. Entre finais de abril e início de maio, quase 200 migrantes foram detidos ao longo dos cerca de 30 quilómetros de costa entre De Panne e Middelkerke, quer no interior de carrinhas que os transportavam para as praias, quer enquanto aguardavam escondidos nas dunas pela chegada das redes de tráfico.</p>
<p>Segundo dados policiais citados pela imprensa belga, mais de 400 migrantes foram intercetados desde o início do ano e 55 suspeitos de integrarem organizações criminosas dedicadas ao transporte ilegal de pessoas foram detidos.</p>
<p>Além dos barcos que partem diretamente da costa belga, organizações que trabalham com migrantes identificaram uma nova modalidade. De acordo com Joost Depotter, coordenador de políticas da organização Vluchtelingenwerk Vlaanderen, começaram a surgir os chamados “barcos-táxi”, embarcações insufláveis frequentemente em más condições e equipadas com motores improvisados, que saem da Bélgica para recolher migrantes em vários pontos da costa francesa, especialmente nas zonas de Calais e Dunquerque.</p>
<p>Os residentes locais têm testemunhado esta nova realidade. Catherine, uma professora reformada que vive em De Panne, relata ter encontrado várias vezes pequenos grupos de migrantes escondidos entre as dunas durante os seus passeios matinais. Numa dessas ocasiões, viu três homens “enrolados numa manta, à espera junto às dunas”. Segundo descreveu, aparentavam estar exaustos.</p>
<p>Apesar da crescente presença de migrantes, os habitantes e comerciantes da região afirmam que a situação não tem provocado perturbações significativas no quotidiano local. Emmanuel, responsável por uma cervejaria em Nieuwpoort, garante que os migrantes “não são um problema” para a comunidade e rejeita a ideia de que representem uma ameaça à segurança.</p>
<p>Ainda assim, alguns moradores têm encontrado coletes salva-vidas abandonados e até embarcações deixadas na areia, sinais que recordam cada vez mais o cenário já habitual em várias praias do norte de França.</p>
<p>O receio das autoridades belgas intensificou-se após o recente acordo entre Paris e Londres para reforçar o controlo da costa francesa. O entendimento prevê o aumento do efetivo das forças de segurança francesas para cerca de 1.400 agentes até 2029, bem como o reforço das operações de vigilância e recolha de informações para travar as travessias ilegais.</p>
<p>O governador da Flandres Ocidental, Carl Decaluwé, teme que esta estratégia acabe por deslocar ainda mais a pressão migratória para a Bélgica. Citado pelo jornal espanhol, afirmou que os traficantes procuram sempre “o caminho de menor resistência”, comparando o fenómeno a um colchão de água: quando se pressiona de um lado, a pressão surge noutro ponto.</p>
<p>Em resposta, o Governo federal belga anunciou no início de junho o envio de 25 agentes adicionais para reforçar os 45 polícias já destacados para a vigilância da costa. As autoridades contarão ainda com apoio das forças de segurança francesas e neerlandesas durante o verão. Paralelamente, será criado um grupo de cooperação que envolverá Bélgica, França, Reino Unido, Países Baixos e Dinamarca.</p>
<p>Também a Comissão Europeia decidiu intervir. Bruxelas apresentou um plano de ação destinado a reforçar a capacidade operacional nas fronteiras mais expostas ao fenómeno migratório associado ao Canal da Mancha. Entre as medidas previstas estão o destacamento de meios da Frontex, incluindo equipamentos de vigilância, e a criação de um mapa conjunto das redes de tráfico humano que operam na região, com o objetivo de facilitar a sua identificação e desmantelamento.</p>
<p>A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, já tinha alertado em março que o aumento da pressão migratória na rota do Canal da Mancha exigia “uma resposta estruturada”.</p>
<p>O novo plano europeu surge poucos dias depois da entrada em vigor plena do Pacto Europeu para o Asilo e a Migração e numa altura em que o Parlamento Europeu se prepara para dar luz verde definitiva a medidas que permitirão a criação de centros de deportação em países terceiros.</p>
<p>As organizações humanitárias, porém, receiam que a aposta quase exclusiva na dissuasão e na vigilância produza o efeito contrário ao pretendido. Joost Depotter alerta que uma política centrada sobretudo na interceção dos migrantes “empurra as pessoas ainda mais para os braços dos traficantes”, aumentando a dependência das redes criminosas e elevando os riscos de travessias fatais.</p>
<p>Segundo o responsável, quanto mais difícil se torna o acesso a rotas regulares e seguras, maior é a probabilidade de os migrantes recorrerem a organizações ilegais para alcançar o Reino Unido, perpetuando um ciclo que as autoridades europeias continuam sem conseguir travar de forma definitiva.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777562]]></sapo:autor>
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		<title>&#8216;Coolcations&#8217;: Novo índice revela os 10 melhores países da Europa para escapar às ondas de calor do verão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 13:56:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[À medida que as temperaturas elevadas se tornam cada vez mais frequentes em grande parte da Europa, cresce também a procura pelas chamadas 'coolcations', férias em destinos mais frescos, capazes de oferecer uma alternativa às ondas de calor que têm marcado os últimos verões.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>À medida que as temperaturas elevadas se tornam cada vez mais frequentes em grande parte da Europa, cresce também a procura pelas chamadas &#8216;coolcations&#8217;, férias em destinos mais frescos, capazes de oferecer uma alternativa às ondas de calor que têm marcado os últimos verões. Neste contexto, uma nova classificação elaborada pela aplicação de viagens Polarsteps identificou os melhores países europeus para quem pretende fugir às temperaturas extremas durante o verão de 2026.</p>
<p>O primeiro Summer Heat Escape Index, lançado pela plataforma, analisou 25 países europeus e avaliou não apenas as temperaturas médias, mas também outros fatores que influenciam o conforto dos viajantes durante os meses mais quentes. O estudo surge numa altura em que o interesse por destinos mais frescos continua a aumentar. Um inquérito realizado pela Polarsteps em abril deste ano concluiu que 35% dos viajantes britânicos escolheram um destino mais frio para as férias de verão de 2026, sendo que mais de um em cada cinco tomou essa decisão pela primeira vez.</p>
<p>Ao contrário de rankings tradicionais baseados apenas na temperatura do ar, o índice combinou seis critérios distintos: temperaturas médias diurnas em agosto, temperaturas médias noturnas no mesmo mês, temperatura média da água do mar, cobertura florestal, densidade populacional e possibilidade de campismo selvagem. Cada variável foi normalizada para gerar uma pontuação final numa escala de 0 a 100.</p>
<p>Para construir o índice, a Polarsteps recorreu a dados climáticos históricos entre 1991 e 2021 provenientes das plataformas Meteostat e EN Climate Data. Já os dados relativos à temperatura da água do mar tiveram como base observações recolhidas ao longo da última década.</p>
<p><strong>Islândia ocupa o primeiro lugar</strong><br />
A liderança da classificação pertence à Islândia, que alcançou uma pontuação de 83,81 em 100. O país destaca-se pelas temperaturas particularmente baixas mesmo durante o pico do verão europeu. Em agosto, as temperaturas máximas médias rondam apenas os 10,7 graus Celsius, enquanto as mínimas noturnas se situam perto dos 8,1 graus.</p>
<p>Além disso, a Islândia apresenta uma das menores densidades populacionais da Europa, permite o campismo selvagem em várias áreas e oferece algumas das águas mais frias para banhos marítimos. Em Akureyri, no norte do país, a temperatura média da água ronda os 9,5 graus Celsius durante agosto.</p>
<p><strong>Finlândia e Noruega completam o pódio</strong><br />
A Finlândia surge na segunda posição, beneficiando sobretudo da sua enorme riqueza natural. Cerca de três quartos do território finlandês são cobertos por floresta, enquanto as temperaturas médias de agosto rondam os confortáveis 17 graus Celsius, condições consideradas ideais para caminhadas e atividades ao ar livre.</p>
<p>A Noruega ocupa o terceiro lugar da classificação. Além das temperaturas moderadas durante o verão, o país escandinavo destaca-se pelas águas extremamente frias. Em Ny-Ålesund, no arquipélago de Svalbard, a temperatura média da água em agosto é de apenas 5,3 graus Celsius. A vasta natureza selvagem e a possibilidade de campismo em muitas zonas reforçam igualmente a atratividade do destino.</p>
<p><strong>Países bálticos ganham destaque</strong><br />
A Suécia aparece na quarta posição, com temperaturas médias de cerca de 17 graus Celsius em agosto. O país beneficia também da chamada Allemansrätten, a tradicional lei sueca que garante aos cidadãos e visitantes um amplo direito de acesso à natureza.</p>
<p>Uma das conclusões mais interessantes do estudo é a forte presença dos países bálticos na classificação. Estónia, Letónia e Lituânia figuram entre os dez melhores destinos europeus para escapar ao calor, demonstrando que a região está a emergir como alternativa para viajantes que procuram temperaturas mais agradáveis sem necessidade de viajar tão para norte quanto a Escandinávia.</p>
<p><strong>Portugal destaca-se pelas águas frias do Atlântico</strong><br />
Embora Portugal não figure entre os dez primeiros classificados do índice, a Polarsteps destaca a costa atlântica portuguesa como uma opção interessante para quem procura combinar temperaturas quentes com oportunidades de arrefecimento.</p>
<p>Graças à influência das correntes atlânticas, algumas zonas costeiras apresentam temperaturas da água significativamente mais baixas do que outros destinos do sul da Europa. Entre os exemplos referidos encontra-se Viana do Castelo, onde a temperatura média do mar ronda os 16,6 graus Celsius, valor semelhante ao registado em algumas áreas da costa atlântica de Espanha.</p>
<p>Segundo a aplicação de viagens, estas características tornam a fachada atlântica europeia particularmente apelativa para turistas que desejam desfrutar do verão sem enfrentar temperaturas excessivamente elevadas.</p>
<p><strong>Os 10 melhores destinos europeus para fugir ao calor em 2026</strong><br />
De acordo com o Summer Heat Escape Index, os dez países europeus mais indicados para escapar ao calor este verão são:</p>
<ol>
<li>Islândia — 83,81 pontos</li>
<li>Finlândia — 77,02 pontos</li>
<li>Noruega — 76,06 pontos</li>
<li>Suécia — 75,14 pontos</li>
<li>Estónia — 72,18 pontos</li>
<li>Letónia — 68,37 pontos</li>
<li>Lituânia — 65,27 pontos</li>
<li>Suíça — 60,10 pontos</li>
<li>Irlanda — 54,44 pontos</li>
<li>Reino Unido — 50,74 pontos</li>
</ol>
<p>Com as previsões meteorológicas a apontarem para mais um verão quente em grande parte da Europa, os destinos do norte do continente continuam a afirmar-se como uma alternativa cada vez mais procurada por quem prefere temperaturas amenas, contacto com a natureza e uma pausa das ondas de calor que se tornaram frequentes nos últimos anos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777555]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Exames Nacionais: Veja aqui a prova de Geometria Descritiva A e os critérios de correção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 13:41:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O exame nacional de Geometria Descritiva A, correspondente ao código 708 e destinado aos alunos do 11.º ano de escolaridade, realizou-se na manhã desta quarta-feira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O exame nacional de Geometria Descritiva A, correspondente ao código 708 e destinado aos alunos do 11.º ano de escolaridade, realizou-se na manhã desta quarta-feira. Segundo os dados divulgados, estavam inscritos para a prova 8.244 estudantes.</p>
<p>Entretanto, o Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (IAVE) já disponibilizou o enunciado oficial do exame, bem como os critérios de classificação que serão utilizados na correção das respostas apresentadas pelos alunos.</p>
<p>Veja aqui o <a href="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/exame-geometria-descritiva-2026-20260617-142356.pdf" target="_blank" rel="noopener">enunciado do exame</a> e os <a href="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/exame-geometria-descritiva-2026-20260617-142356.pdf" target="_blank" rel="noopener">critérios de correção</a></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777548]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Acordo com o Irão ainda não é definitivo e Trump deixa aviso: &#8220;Se não gostar, voltaremos a bombardear&#8221;</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/acordo-com-o-irao-ainda-nao-e-definitivo-e-trump-deixa-aviso-se-nao-gostar-voltaremos-a-bombardear/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 13:15:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Irão]]></category>
		<category><![CDATA[Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou esta quarta-feira que o memorando de entendimento alcançado entre Washington e Teerão está longe de representar um acordo final.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou esta quarta-feira que o memorando de entendimento alcançado entre Washington e Teerão está longe de representar um acordo final e advertiu que poderá ordenar uma nova campanha de bombardeamentos contra o Irão caso considere que o entendimento não está a ser cumprido ou se as autoridades iranianas “não se portarem bem”.</p>
<p>As declarações foram feitas à margem da cimeira do G7, que decorre em Evian-les-Bains, em França. Referindo-se ao documento negociado entre os dois países, Trump sublinhou que se trata apenas de um entendimento preliminar e não de um acordo definitivo. “É um memorando de entendimento. E se eu não gostar dele, voltaremos a disparar contra eles, a lançar bombas sobre as suas cabeças. Se eu não gostar, se eles não se portarem bem, voltaremos imediatamente a lançar bombas mesmo no meio das suas cabeças”, declarou o chefe de Estado norte-americano.</p>
<p>Apesar do tom ameaçador, Trump elogiou o enquadramento negociado pela sua administração, considerando que o acordo representa um avanço significativo nas relações entre os dois países. “É um acordo muito forte. Ninguém sabe exatamente o que ele contém, mas é muito forte, e a maioria das pessoas parece estar muito satisfeita”, afirmou.</p>
<p>O Presidente norte-americano esclareceu ainda que o memorando não prevê um alívio imediato das sanções impostas ao Irão, uma das questões que tem estado no centro das negociações entre Washington e Teerão. A ausência de medidas imediatas nesse domínio sugere que os principais pontos económicos continuarão a ser objeto de negociação nas próximas fases do processo diplomático.</p>
<p>Trump aproveitou também para destacar aquilo que considera serem os efeitos positivos do entendimento nos mercados financeiros internacionais. Segundo o líder norte-americano, a reação dos investidores demonstra confiança na iniciativa diplomática. “Não há nada tão inteligente como o mercado, e o mercado adora isto mais do que qualquer outra coisa que eu tenha visto”, afirmou.</p>
<p>Na mesma intervenção, Trump foi mais longe e defendeu que a alternativa ao entendimento atualmente em negociação poderia ter consequências económicas globais extremamente graves. “A alternativa seria uma depressão mundial”, sustentou.</p>
<p>As declarações surgem numa altura em que os mercados energéticos continuam atentos à evolução das relações entre os Estados Unidos e o Irão. Os preços do petróleo encontravam-se esta quarta-feira próximos dos mínimos dos últimos três meses, cenário que Trump acredita poder prolongar-se caso o processo avance positivamente. “Penso que os preços do petróleo podem ficar ainda mais baixos do que estavam antes da guerra”, afirmou.</p>
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		<title>Trump disse para “deixar o petróleo fluir”. Então porque continuam centenas de navios presos em Ormuz?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 12:48:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[rump proclamou a abertura irrestrita do Estreito de Ormuz na sua rede social, 'Truth Social', e apelou aos navios para ligarem os motores e deixarem “o petróleo fluir”. Mas os dados de rastreamento marítimo mostram outro cenário]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O anúncio de Donald Trump sobre a reabertura do Estreito de Ormuz ainda não chegou ao mar. O petroleiro espanhol &#8216;Monte Urbasa&#8217;, que partiu do porto saudita de Ras Tanura em 1 de março com destino à Índia, continua parado dois meses e meio depois, tal como centenas de outros navios retidos numa das rotas energéticas mais importantes do mundo, relata o &#8216;El Confidencial&#8217;.</p>
<p>O navio, com 274 metros de comprimento e 21 tripulantes a bordo, tornou-se um dos exemplos mais visíveis da distância entre a diplomacia anunciada e a realidade operacional no Golfo. Apesar do memorando de entendimento entre Estados Unidos e Irão, o tráfego marítimo mantém-se praticamente bloqueado, à espera de garantias concretas de segurança.</p>
<p>Trump proclamou a abertura irrestrita do Estreito de Ormuz na sua rede social, &#8216;Truth Social&#8217;, e apelou aos navios para ligarem os motores e deixarem “o petróleo fluir”. Mas os dados de rastreamento marítimo mostram outro cenário: esta segunda-feira, apenas um navio de gás natural liquefeito atravessou o estreito, enquanto centenas de petroleiros permaneciam agrupados dos dois lados da passagem.</p>
<p>A empresa proprietária do &#8216;Monte Urbasa&#8217;, a Ibaizabal Tankers, não pretende autorizar qualquer movimentação até confirmar que o acordo se traduz em segurança real para a navegação. “O que todos estamos à espera é que permitam a passagem dos navios iranianos. Se os Estados Unidos permitirem a passagem dos iranianos, então haverá segurança para todos os outros”, afirmou um porta-voz da empresa ao &#8216;El Confidencial&#8217;.</p>
<p>A cautela é partilhada por grande parte do setor. As transportadoras marítimas receberam o anúncio com alívio, mas ainda não com confiança suficiente para atravessar Ormuz. Jotaro Tamura, presidente executivo da Mitsui OSK Lines, a maior operadora mundial de navios-tanque em número de embarcações, disse ao &#8216;Financial Times&#8217; que a empresa só avançará quando vir condições verificáveis na água.</p>
<p>Essa espera pode prolongar-se. Tamura admitiu que, tendo em conta a experiência dos últimos dois meses, é razoável esperar algumas semanas ou até um mês antes de uma normalização mais consistente. A prudência tem várias explicações: o acordo ainda não foi publicado, o bloqueio naval americano aos portos iranianos continua a ser referido como ativo e a ameaça à segurança no estreito permanece elevada.</p>
<p>Apesar disso, Trump insistiu que os navios já começaram a mover-se, muitos carregados com petróleo, através do corredor marítimo junto a Omã, que descreveu como “totalmente seguro”. Essa rota foi usada nas últimas semanas por algumas embarcações, mas em condições excecionais: muitas navegaram “no escuro”, com luzes apagadas e transponders desligados, para evitar revelar publicamente a sua posição, e com apoio ou supervisão da Marinha dos Estados Unidos.</p>
<p>Um dos maiores obstáculos é a ausência de detalhes públicos sobre o memorando. O documento terá sido assinado eletronicamente por Trump, pelo vice-presidente americano, JD Vance, e pelo presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, mas o conteúdo continua desconhecido. Sem esse texto, o setor marítimo não sabe quais são os mecanismos previstos para suspender bloqueios, verificar a segurança da rota ou definir a margem de controlo iraniano sobre o trânsito no estreito.</p>
<p>A ameaça de minas navais agrava a incerteza. Especialistas citados pela &#8216;Reuters&#8217; estimam que a identificação e neutralização desses dispositivos possa demorar entre 40 e 50 dias. Caça-minas, drones subaquáticos e sistemas de sonar podem reduzir parte do risco, mas não eliminá-lo por completo, sobretudo se algumas minas se tiverem deslocado ou estiverem em zonas difíceis de detetar.</p>
<p>O custo dos seguros é outro travão. Antes do conflito, os prémios de seguro de guerra para atravessar Ormuz ficavam abaixo de 0,1% do valor da embarcação. Agora, podem chegar a 4% por travessia. Para um petroleiro avaliado em 200 milhões de dólares, cerca de 172 milhões de euros, isso pode significar pagar até oito milhões de dólares, cerca de 6,9 milhões de euros, por passagem, contra menos de 200 mil dólares, cerca de 172 mil euros, antes da guerra.</p>
<p>Mesmo que a tensão baixe, o mercado segurador não costuma acompanhar a diplomacia ao mesmo ritmo. Os prémios sobem depressa e descem lentamente, o que pode atrasar a normalização do tráfego mesmo sem novos ataques. Para cada armador, a decisão dependerá do valor da carga, dos contratos em vigor e da tolerância ao risco.</p>
<p>Há ainda um problema logístico: o congestionamento acumulado. Dados da Kpler citados pela Bloomberg indicam que cerca de 300 navios carregados estão atualmente no Golfo. Outros 250 estão vazios, à espera de carregar quando o estreito reabrir, e cerca de 300 petroleiros aguardam no Golfo de Omã para entrar. A partida e chegada quase simultânea de centenas de embarcações pode criar novos riscos de acidente.</p>
<p>A Organização Marítima Internacional está a avaliar a viabilidade dos trânsitos e a trabalhar num corredor seguro para navios e tripulações. A entidade alertou também para a situação dos marinheiros retidos na região: cerca de 20 mil tripulantes permanecem a bordo de navios presos no Golfo.</p>
<p>No caso do &#8216;Monte Urbasa&#8217;, a empresa conseguiu realizar uma troca parcial de tripulação com voluntários. Os novos marinheiros viajaram para Dubai e as transferências foram feitas através de embarcações ancoradas ao largo. A Ibaizabal Tankers garante que a tripulação está tranquila e que o navio recebeu mantimentos, contando ainda com geradores elétricos e sistema de tratamento de água.</p>
<p>A espera, porém, pode ser mais longa do que o tom triunfante de Trump sugeria. Em Ormuz, a abertura não depende apenas de uma declaração política. Depende de minas, seguros, escoltas, garantias iranianas, decisões americanas e da confiança das empresas que têm de colocar navios, cargas e tripulações numa rota que ainda não parece segura.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777514]]></sapo:autor>
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		<title>Infraestruturas de Portugal deve ter mais liberdade para acelerar investimentos, indica ministro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 12:31:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O ministro das Infraestruturas e Habitação defendeu hoje que a Infraestruturas de Portugal (IP) deve ter maior liberdade para executar os investimentos que lhe são atribuídos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro das Infraestruturas e Habitação defendeu hoje que a Infraestruturas de Portugal (IP) deve ter maior liberdade para executar os investimentos que lhe são atribuídos.</p>
<p>Miguel Pinto Luz marcou presença na celebração no 11.º aniversário da empresa, em Almada, e defendeu que a IP deve ter mais autonomia para concretizar os projetos que lhe são atribuídos, considerando que é frequentemente mandatada para executar investimentos, mas sem dispor da liberdade necessária para avançar com rapidez.</p>
<p>&#8220;Temos que, de uma vez por todas, dar liberdade com responsabilidade a esta grande casa para executar depressa e bem&#8221;, afirmou.</p>
<p>Na intervenção, o governante garantiu que a continuidade e o fortalecimento da IP constituem uma prioridade do Governo, rejeitando que a empresa seja utilizada como instrumento de disputa política.</p>
<p>Pinto Luz assegurou que o Governo continuará a defender a empresa no espaço público e político, sublinhando a confiança na capacidade técnica dos trabalhadores para concretizar os investimentos previstos.</p>
<p>Na mesma ocasião, o presidente da IP, Paulo Carmona, afirmou que a empresa entrou num novo ciclo focado em aumentar a execução dos investimentos, anunciando uma ferramenta pública para acompanhar projetos.</p>
<p>Na primeira intervenção enquanto presidente da IP, Paulo Carmona defendeu que a organização deve tornar-se &#8220;mais simples na ambição, decidir melhor, executar melhor e responder melhor&#8221;, assinalando que o país atravessa uma &#8220;década decisiva&#8221; para o desenvolvimento das infraestruturas.</p>
<p>&#8220;Não estamos aqui apenas para continuar uma obra. Estamos aqui para exigir mais resultado, mais execução e melhor forma de lidar com o futuro&#8221;, declarou.</p>
<p>Paulo Carmona defendeu ainda que a transparência é essencial para reforçar a confiança pública, sublinhando que o objetivo é disponibilizar informação sobre o que já foi estudado, o que está em desenvolvimento e os prazos previstos para a conclusão dos projetos.</p>
<p>A IP, que resulta da fusão entre a REFER &#8211; Rede Ferroviária Nacional e a EP &#8211; Estradas de Portugal, é responsável pela gestão de infraestruturas rodoviárias e exerce a prestação de serviço público de gestão da infraestrutura integrante da Rede Ferroviária Nacional (RFN).</p>
<p>A IP, cujo único acionista é o Estado Português, está sujeita à tutela do Ministério das Infraestruturas e Habitação e do Ministério das Finanças.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777475]]></sapo:autor>
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		<title>Governo está a preparar Código Autárquico para concentrar legislação do poder local</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 12:29:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ministro da Coesão Territorial disse esperar que o documento possa ser apreciado pelo parlamento "antes do final da legislatura".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Coesão Territorial, responsável pelas autarquias, afirmou hoje que o Governo está a preparar um Código Autárquico para &#8220;concentrar&#8221;, &#8220;atualizar&#8221; e &#8220;harmonizar&#8221; a legislação relativa ao poder local.</p>
<p>Em resposta a uma pergunta do deputado Bruno Nunes, do Chega, que tem insistido na necessidade de um código específico para a legislação das autarquias, o ministro da tutela, Manuel Castro Almeida, anunciou que o Governo está &#8220;a trabalhar na preparação de um código autárquico&#8221;, porque &#8220;hoje há uma diversificação, uma pulverização legislativa que dificulta a vida dos autarcas [e] dos trabalhadores das autarquias locais&#8221;.</p>
<p>&#8220;Estamos a trabalhar na preparação de um código autárquico para, justamente, concentrar a legislação autárquica, aproveitar para atualizar e para harmonizar, porque muitas vezes ela fica de interpretação difícil por divergências que se foram acumulando ao longo dos anos&#8221;, afirmou.</p>
<p>O ministro disse esperar que o documento possa ser apreciado pelo parlamento &#8220;antes do final da legislatura&#8221;.</p>
<p>Segundo Castro Almeida, a missão está a cargo do secretário de Estado da Administração Local e do Ordenamento do Território, Silvério Regalado.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777502]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mau tempo: &#8220;Esmagadora maioria&#8221; dos municípios concluirá apoios por danos em casas este mês, revela ministro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 12:26:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O prazo de 30 de junho para conclusão dos pedidos de indemnização pelos estragos em habitações devido às tempestades será largamente cumprido, embora não pela totalidade dos municípios, afirmou hoje o ministro da Coesão Territorial, Castro Almeida.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O prazo de 30 de junho para conclusão dos pedidos de indemnização pelos estragos em habitações devido às tempestades será largamente cumprido, embora não pela totalidade dos municípios, afirmou hoje o ministro da Coesão Territorial, Castro Almeida.</P><br />
<P>Numa audição na comissão parlamentar que acompanha o Poder Local, em Lisboa, Manuel Castro Almeida afirmou que &#8220;haverá alguns &#8211; poucos &#8211; municípios que não vão conseguir executar até 30 de junho a totalidade dos pedidos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Creio que serão poucos municípios. A esmagadora maioria vai conseguir executar a totalidade, ou muito acima de 90% dos valores dos pedidos que estão em causa&#8221;, afirmou, salientando que está a ser &#8220;um trabalho adicional relevante para os municípios&#8221;, com muito impacto na vida das pessoas, que apresentaram mais de 35 mil pedidos de indemnização.</P><br />
<P>Segundo o ministro, após 30 de junho, e com &#8220;a esmagadora maioria dos municípios já com os problemas resolvidos&#8221;, haverá uma tentativa de reforçar os meios de apoio concentrados nas autarquias que ainda não conseguiram analisar todos os processos.</P><br />
<P>Castro Almeida sublinhou que mais de metade dos municípios do país foram objeto de pedidos de indemnização e &#8220;a esmagadora maioria vai conseguir executar a totalidade, ou muito acima de 90%, dos valores dos pedidos&#8221; até ao final deste mês.</P><br />
<P></P><br />
<P>RCS/IM // ROC</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777479]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ministério Público vai recorrer da pena suspensa do polícia que matou Odair Moniz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 12:25:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público vai recorrer da condenação de três anos e seis meses de pena suspensa do polícia que matou Odair Moniz na Cova da Moura, Amadora, disse hoje a Procuradoria-geral da República (PGR).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Ministério Público vai recorrer da condenação de três anos e seis meses de pena suspensa do polícia que matou Odair Moniz na Cova da Moura, Amadora, disse hoje a Procuradoria-geral da República (PGR). </P><br />
<P>Em resposta enviada à Lusa, a PGR adiantou que &#8220;o Ministério Público vai interpor recurso&#8221; da decisão lida na segunda-feira, no Tribunal de Sintra, que aplicou uma pena suspensa de três anos e seis meses pelo crime de homicídio que aconteceu em outubro de 2024. </P><br />
<P>De acordo com o acórdão a que a Lusa teve acesso, o coletivo liderado pela juíza Ana Sequeira entendeu que o agente Bruno Pinto não agiu por preconceito, afastando a hipótese de crime de ódio e que o polícia quis apenas &#8220;concretizar uma detenção legítima&#8221; e que, no momento em que Odair Moniz foi alvejado por dois tiros disparados pelo agente, este apenas quis garantir a &#8220;proteção de uma agressão atual e ilícita&#8221; por parte da vítima.</P><br />
<P>&#8220;Não estamos, é importante realçar e deixar claro, perante um crime de ódio&#8221;, acrescentou o coletivo de juízes. </P><br />
<P>Se por um lado, o agente Bruno Pinto matou Odair Moniz, disse ainda o tribunal, por outro lado &#8220;o circunstancialismo da sua ação atenua o seu desvalor, a sua ilicitude, já que o arguido agiu para se defender numa situação de grande tensão e dificuldade, mesmo para um polícia&#8221;.</P><br />
<P>Em relação à existência de uma faca, além de a juíza presidente Ana Sequeira ter dito durante a leitura da decisão que não ficou provado que Odair tinha consigo tal objeto, o acórdão foi claro: &#8220;No momento imediatamente anterior aos disparos que o atingiu, Odair não levou a sua mão à cintura, nem empunhou contra o arguido qualquer lâmina ou faca&#8221;.</P><br />
<P>Apesar de não ter sido condenado a prisão efetiva, o agente Bruno Pinto foi condenado a pagar um total de 90 mil euros em indemnizações: 30 mil euros aos três herdeiros de Odair Moniz pela perda do direito à vida, 20 mil euros à viúva de Odair Moniz e 40 mil euros aos dois filhos de Odair Moniz por danos não patrimoniais. </P><br />
<P>O polícia terá ainda de pagar uma pensão de 220 euros a um dos filhos de Odair Moniz até este completar 18 anos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777462]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Leitão Amaro defende necessidade de restruturação mais ampla na RTP</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/leitao-amaro-defende-necessidade-de-restruturacao-mais-ampla-na-rtp/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 12:24:52 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[António Leitão Amaro]]></category>
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		<category><![CDATA[RTP]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Presidência defendeu hoje a necessidade de uma restruturação mais ampla na RTP, nomeadamente discutindo a amplitude das obrigações de serviço público e contemplando uma "grande aposta no digital".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro da Presidência defendeu hoje a necessidade de uma restruturação mais ampla na RTP, nomeadamente discutindo a amplitude das obrigações de serviço público e contemplando uma &#8220;grande aposta no digital&#8221;. </P><br />
<P>António Leitão Amaro disse, numa audição no parlamento, que foi feita uma injeção de 20 milhões de euros na RTP, de acordo com o plano apresentado, enquanto está um processo de restruturação em curso, tendo também em vista o &#8220;reforço da sustentabilidade com o plano de saídas voluntárias&#8221;. </P><br />
<P>Questionado sobre se é necessário mais na restruturação da RTP e se está disponível para tal, considerou que sim, salientando que essa é também a opinião dos órgãos societários e &#8220;muitos outros&#8221;, tendo em conta a estrutura de custos e receitas e a necessidade de ajustar.</P><br />
<P>O Governo &#8220;iniciou um diálogo com órgãos de administração&#8221; e convida também a um diálogo alargado na ótica da sua reestruturação, apontando que tem havido um esforço do Conselho de Administração (CA) para a sustentabilidade, sendo que o &#8220;plano de atividades atualizado já incorpora ajustamentos a vários itens e um apertar do cinto em várias dimensões&#8221;. </P><br />
<P>O Conselho Geral Independente (CGI) da RTP perguntou se o Governo está disponível para aumentar o CAV [Contribuição para o Audiovisual], mas o Governo disse que &#8220;a resposta é restruturação e não aumento&#8221; do contributo dos contribuintes.</P><br />
<P>&#8220;O que é possível fazer é mexer noutras coisas&#8221;, disse, apontando que &#8220;o que é importante preservar na RTP ou no serviço público é a função de informação&#8221;, que é &#8220;respeitada e valorizada pelos portugueses, e importante&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Há um consenso sobre a RTP fazer mais de umas coisas, a ideia da presença de proximidade, junto da diáspora e na dimensão internacional, há uma preocupação com isso ser preservado&#8221;, sinalizou. </P><br />
<P>Por outro lado, o que é possível repensar, indicou, é a oferta, olhando para tudo o que faz hoje e &#8220;discutir a amplitude das obrigações de serviço público&#8221;, nomeadamente com uma &#8220;grande aposta no digital&#8221;. </P><br />
<P>Para Leitão Amaro, &#8220;há caminho para fazer e o CA tem mandato até final do ano, mas esta discussão deve ser tida a nível mais elevado&#8221;, nomeadamente da responsabilidade política nacional e uma das sedes para tal é o parlamento. </P><br />
<P>O ministro apontou que o plano atividades e orçamento que foi agora aprovado &#8220;não é o suficiente para as decisões de longo prazo&#8221;, mas a médio prazo, num horizonte até 2028, foi o suficiente para permitir a aprovação.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777488]]></sapo:autor>
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		<title>Meio milhão de quilómetros sem ligar à tomada: o caso que mostra como não usar um híbrido plug-in</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 12:19:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[hibrido plug-in]]></category>
		<category><![CDATA[Mitsubishi Outlander PHEV]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
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					<description><![CDATA[Mitsubishi Outlander PHEV é um dos modelos mais conhecidos desta categoria e construiu reputação de robustez mecânica]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um proprietário de um Mitsubishi Outlander PHEV percorreu mais de 500 mil quilómetros com recargas mínimas ou inexistentes, num caso invulgar divulgado pela &#8216;L’Automobile Magazine&#8217; a partir de um teste da revista holandesa &#8216;Autoweek&#8217;. A história é extrema, mas ajuda a explicar uma das maiores contradições dos híbridos plug-in: a tecnologia pode reduzir consumos e emissões, mas depende quase sempre de um detalhe simples — o condutor tem de carregar o carro.</p>
<p>O Mitsubishi Outlander PHEV é um dos modelos mais conhecidos desta categoria e construiu reputação de robustez mecânica. Mas o caso analisado pela &#8216;Autoweek&#8217; chama a atenção não pela resistência do SUV, mas pelo uso que lhe foi dado. O proprietário admitiu que praticamente nunca carregava o veículo e chegou mesmo a explicar que, no início, nem sabia que tinha comprado um híbrido com bateria recarregável.</p>
<p>“Fui atraído principalmente pela aparência e pelo conforto. Não entendo muito de carros, pois não sou um entusiasta”, disse o condutor, citado pela publicação. O problema é que um híbrido plug-in foi concebido precisamente para ser carregado com frequência, de preferência em casa, de modo a maximizar a utilização elétrica e reduzir o consumo de combustível.</p>
<p>O resultado desta utilização ficou visível no estado da bateria. O teste de saúde indicou apenas 64%, um valor que coloca a bateria numa fase avançada de desgaste, agravada pela quilometragem elevada e pelo carregamento insuficiente. A &#8216;L’Automobile Magazine&#8217; sublinha que o SUV poderá mesmo deixar de funcionar se a bateria descarregar totalmente.</p>
<p>O proprietário admitiu que chegou a tentar carregar em postos públicos, mas desistiu devido aos custos. Ainda assim, os fabricantes têm insistido que a utilização correta de um híbrido plug-in passa pelo carregamento regular, sobretudo em casa, onde o processo tende a ser mais previsível e económico.</p>
<p>O caso ilustra uma discussão mais ampla que tem acompanhado os PHEV na Europa. Estes modelos prometem consumos baixos nos testes de homologação, mas os valores reais podem ser muito superiores quando os condutores não os carregam. Ao contrário de um escândalo como o ‘dieselgate’, em que a responsabilidade recaía sobre os fabricantes, neste caso a discrepância resulta muitas vezes da diferença entre a utilização prevista e a utilização real.</p>
<p>A União Europeia passou a acompanhar mais de perto estes consumos com a obrigatoriedade do OBFCM, o sistema de monitorização do consumo de combustível a bordo, nos veículos novos a partir de 1 de janeiro de 2023. O Outlander em causa, por ser anterior a essa obrigação, não entra nessas estatísticas, mas mostra bem o tipo de comportamento que pode distorcer a imagem dos híbridos plug-in.</p>
<p>Os críticos destes modelos argumentam que, na prática, muitos PHEV emitem mais CO2 do que o anunciado e podem ser piores do que alguns veículos exclusivamente a combustão quando circulam quase sempre sem carga elétrica. O problema é particularmente evidente em frotas empresariais, onde a escolha destes modelos foi muitas vezes motivada por vantagens fiscais, sem garantir que fossem carregados no dia a dia.</p>
<p>Ainda assim, a conclusão não é que todos os híbridos plug-in sejam inúteis. Usados corretamente, com carregamentos frequentes e deslocações curtas feitas em modo elétrico, podem reduzir de forma significativa o consumo de combustível. O ponto fraco, como sugere o caso deste Outlander, nem sempre está na tecnologia: muitas vezes está entre o volante e o banco do condutor.</p>
<p>A discussão ganha nova atualidade com a chegada de veículos elétricos com extensor de autonomia, uma solução que vários fabricantes, sobretudo chineses, têm promovido como alternativa aos PHEV tradicionais. Mas, na prática, a lógica de utilização continua próxima: há um motor a combustão, há uma bateria e há uma tomada. Se o condutor não carregar o carro, o benefício elétrico volta a desaparecer.</p>
<p>O episódio dos 500 mil quilómetros sem carregar mostra, por isso, a diferença entre comprar tecnologia e usá-la corretamente. Um híbrido plug-in pode ser uma ponte útil para a mobilidade elétrica, mas só cumpre essa promessa se o cabo de carregamento não ficar esquecido na bagageira.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777476]]></sapo:autor>
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		<title>“Eu sou o chefe”: Trump faz entrada triunfal no G7 e momento fica registado em vídeo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 12:05:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[G7]]></category>
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					<description><![CDATA[Vídeo foi divulgado pela Casa Branca e rapidamente ganhou destaque durante o último dia da cimeira]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Donald Trump entrou de forma teatral na reunião do G7, em Évian-les-Bains, França, e voltou a marcar o momento com uma frase feita para circular em vídeo. Ao chegar à sala onde estavam outros líderes mundiais, o presidente americano declarou “I am the boss” — “eu sou o chefe” —, numa intervenção em tom aparentemente jocoso, antes do início da sessão de trabalho. O vídeo foi divulgado pela Casa Branca e rapidamente ganhou destaque durante o último dia da cimeira.</p>
<p>O episódio ocorreu num encontro dominado por temas de elevada tensão internacional, incluindo a guerra na Ucrânia, a pressão sobre a Rússia e o acordo entre Estados Unidos e Irão. Apesar do tom descontraído da entrada, a frase reforçou a imagem de protagonismo que Trump procurou projetar no G7, numa altura em que os líderes discutiam novas medidas de apoio a Kyiv e formas de aumentar a pressão sobre Moscovo.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">“I’m the boss.” 🤣</p>
<p>— <a href="https://x.com/POTUS?ref_src=twsrc%5Etfw">@POTUS</a> arrives for a working session at the G7 summit in France <a href="https://t.co/BvAamZo0sD">pic.twitter.com/BvAamZo0sD</a></p>
<p>&mdash; Rapid Response 47 (@RapidResponse47) <a href="https://x.com/RapidResponse47/status/2067180156905549853?ref_src=twsrc%5Etfw">June 17, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
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