Produtos como a farinha e o pão ralado já começam a ser racionados em alguns mercados grossistas, que impuseram limites ao número de unidades que os clientes podem comprar por dia e por pessoa.
Segundo o ‘Jornal de Notícias’ (JN), a compra excessiva desses produtos, o chamado “açambarcamento”, foi o principal motivo para que alguns mercados decidissem começar a estabelecer limites à sua aquisição.
Um desses espaços é a Makro que limitou a compra de farinha a cinco unidades diárias por cliente em todas as lojas. O objetivo é “garantir a continuidade do fornecimento ao setor profissional”, revela fonte do grupo, citada pelo jornal.
Da mesma forma, os supermercados Recheio, do grupo Jerónimo Martins, limitaram a compra de farinha a 25 quilos por cliente, para além do óleo que já estava limitado a 75 litros por marca, para evitar açambarcamentos.
Daniel Serra, da Associação Nacional de Restaurantes Pro.var, confirma ao ‘JN’ a limitação “do número de unidades de óleo e de farinha que se podem comprar” nestes dois espaços.
O responsável explica que os empresários da restauração que precisam de maiores quantidades, “acabam por ter que comprar no mercado normal, a preços do consumidor final, o que é uma situação lamentável”, considera.





