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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Mon, 20 Jul 2026 08:09:59 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Sondagem: Maioria dos portugueses apoia reforma aos 65 anos, mas rejeita cortes nas pensões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 08:09:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A maioria dos portugueses é favorável à redução da idade legal da reforma, mas esse apoio diminui de forma expressiva quando a medida implica uma redução do valor das pensões.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A maioria dos portugueses é favorável à redução da idade legal da reforma, mas esse apoio diminui de forma expressiva quando a medida implica uma redução do valor das pensões. É esta a principal conclusão de um barómetro que mostra que 60,4% dos inquiridos apoiam a proposta de baixar a idade da reforma, enquanto menos de um terço se manifesta contra. No entanto, perante a possibilidade de essa alteração conduzir a cortes nas pensões, 76% rejeitam essa hipótese, revelando que a manutenção do rendimento na reforma continua a ser uma prioridade para a larga maioria da população.</p>
<p>De acordo com um barómetro da Intercampus para o <a href="https://www.cmjornal.pt/economia/detalhe/portugueses-apoiam-descida-da-idade-da-reforma" target="_blank" rel="noopener">Negócios, Correio da Manhã, CMTV e NOW</a>, quando não são colocadas condições relativas ao financiamento da medida, quase metade dos inquiridos defende que a idade legal da reforma deve regressar aos 65 anos, tal como propôs o Chega durante as negociações do pacote laboral. Outros 23,2% consideram mesmo que a idade deveria ser inferior aos 65 anos, enquanto 22,4% entendem que o regime atual deve manter-se. Ainda assim, 46,9% dos participantes acreditam que a Segurança Social não dispõe de capacidade financeira para suportar uma redução da idade da reforma.</p>
<p>O debate ganhou força depois de a ministra do Trabalho e da Segurança Social, Rosário Palma Ramalho, ter alertado que uma descida da idade da reforma para os 65 anos teria um impacto estimado de 2,5 mil milhões de euros. A governante afirmou igualmente que essa alteração faria com que &#8220;a taxa de substituição das pensões iria também decrescer mais rapidamente&#8221;, ou seja, reduziria o peso da pensão face ao último salário recebido. Atualmente, a idade legal de acesso à reforma está indexada à esperança média de vida aos 65 anos e encontra-se fixada em 66 anos e nove meses, modelo em vigor desde 2014 para reforçar a sustentabilidade da Segurança Social. Segundo estimativas da Comissão Europeia referidas no estudo, mesmo sem alterações ao regime, a taxa de substituição deverá situar-se em cerca de 38,5% em 2050.</p>
<p>A proposta de regressar à reforma aos 65 anos foi apresentada pelo Chega como uma das condições para viabilizar o pacote laboral, embora tenha sido rejeitada pelo Governo da AD, que recusou adotar medidas que pudessem &#8220;pôr em causa a sustentabilidade da Segurança Social&#8221;. Posteriormente, o partido liderado por André Ventura assumiu uma posição que classificou como &#8220;de esquerda&#8221; nesta matéria. O PCP também tem defendido a redução da idade legal da reforma para os 65 anos.</p>
<p>Os resultados do barómetro mostram ainda que o apoio à descida da idade da reforma atravessa todas as faixas etárias analisadas, sugerindo que esta é uma posição transversal entre os portugueses. Ainda assim, a sondagem evidencia igualmente que a disponibilidade para apoiar essa mudança depende, em grande medida, da garantia de que não haverá cortes no valor das pensões nem impactos significativos no rendimento dos futuros reformados.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791215]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: pelo menos três mortos em novo ataque russo durante a noite</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-pelo-menos-tres-mortos-em-novo-ataque-russo-durante-a-noite/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 07:28:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Pelo menos três pessoas, incluindo uma criança, morreram num novo ataque do exército russo contra a província ucraniana de Zaporijia, parcialmente ocupada após a invasão iniciada em fevereiro de 2022, informaram as autoridades locais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo menos três pessoas, incluindo uma criança, morreram num novo ataque do exército russo contra a província ucraniana de Zaporijia, parcialmente ocupada após a invasão iniciada em fevereiro de 2022, informaram as autoridades locais.</p>
<p>O governador de Zaporijia, Ivan Fedorov, revelou numa mensagem nas redes sociais que dois idosos morreram e que o corpo de uma criança foi encontrado durante as operações de busca e resgate após o ataque, que também deixou 41 pessoas feridas.</p>
<p>O responsável afirmou que as forças russas lançaram seis ataques com bombas guiadas contra a capital da província (Zaporijia), atingindo quatro locais, incluindo dois prédios residenciais e alguns armazéns.</p>
<p>&#8220;Um total de 79 apartamentos foram danificados como resultado do ataque&#8221;, indicou, antes de acrescentar que algumas pessoas foram retiradas das suas casas devido aos danos.</p>
<p>Por sua vez, a Força Aérea Ucraniana confirmou que tropas russas lançaram dois mísseis e 94 drones contra o país durante a noite e que 81 drones foram intercetados, com impacto em nove locais.</p>
<p>Estes ataques sucedem-se aos que ocorrem na capital ucraniana, Kiev, na noite de sábado para domingo, considerados como um dos &#8220;maiores ataques com mísseis balísticos&#8221;, segundo o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791202]]></sapo:autor>
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		<title>Liga Portuguesa Contra o Cancro leva hoje prevenção às praias e mostra em imagens os efeitos do sol na pele</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 07:15:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Liga Portuguesa Contra o Cancro]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[praias]]></category>
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					<description><![CDATA[Iniciativa passará por praias marítimas e fluviais, piscinas municipais, jardins e centros de atividades de tempos livres, com o objetivo de sensibilizar crianças, jovens e adultos para a importância da proteção solar e da prevenção do cancro da pele]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Liga Portuguesa Contra o Cancro – Núcleo Regional do Sul inicia esta segunda-feira, 20 de julho, uma nova edição da campanha “Com o Sol Não se Brinca – Rota da Prevenção”, que vai percorrer 40 locais até 20 de agosto.</p>
<p>A iniciativa passará por praias marítimas e fluviais, piscinas municipais, jardins e centros de atividades de tempos livres, com o objetivo de sensibilizar crianças, jovens e adultos para a importância da proteção solar e da prevenção do cancro da pele.</p>
<p>Durante as ações, os participantes poderão recorrer a um equipamento semelhante a uma cabine fotográfica, que utiliza tecnologia de imagem ultravioleta para mostrar, em tempo real, a diferença entre pele protegida e pele sem proteção solar.</p>
<p>A experiência permitirá visualizar os efeitos da exposição e a eficácia do protetor solar, sendo entregue aos participantes uma fotografia destinada a reforçar a mensagem de prevenção.</p>
<p>A campanha surge numa altura em que o aumento do tempo passado ao ar livre durante o verão conduz a uma maior exposição à radiação ultravioleta. Embora a luz solar desempenhe um papel importante na saúde, a exposição excessiva constitui um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento de cancro da pele.</p>
<p>Segundo os dados divulgados pela Liga Portuguesa Contra o Cancro, são diagnosticados todos os anos cerca de 1,5 milhões de novos casos de cancro da pele em todo o mundo. Em Portugal, estima-se que surjam aproximadamente 13 mil casos por ano.</p>
<p>A Rota da Prevenção vai abranger os distritos de Lisboa, Setúbal, Santarém, Portalegre, Évora, Beja, Faro e Leiria, assim como a região Oeste.</p>
<p>Durante agosto, a Liga promoverá também rastreios de cancro da pele em várias praias. Estas ações pretendem complementar a prevenção com a deteção precoce, procurando identificar eventuais alterações suspeitas numa fase inicial.</p>
<p>A campanha integra a estratégia da organização para reduzir o impacto do cancro da pele através da informação, da adoção de comportamentos seguros e do diagnóstico atempado.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788517]]></sapo:autor>
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		<title>João Barroso toma hoje posse como reitor da UTAD e encerra mais de um ano de impasse na liderança da universidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 07:15:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) inicia esta segunda-feira um novo ciclo na sua liderança com a tomada de posse de João Barroso como reitor da instituição.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) inicia esta segunda-feira um novo ciclo na sua liderança com a tomada de posse de João Barroso como reitor da instituição. A cerimónia, marcada para as 15h30, coloca um ponto final num prolongado bloqueio da governação da academia transmontana, que se arrastava desde março de 2025 devido a uma disputa judicial relacionada com a composição do Conselho Geral.</p>
<p>A entrada em funções do novo reitor acontece depois de a eleição ter sido homologada pela secretária de Estado do Ensino Superior, Cláudia Sarrico, através de despacho publicado em Diário da República, permitindo concluir um processo que permaneceu bloqueado durante mais de um ano e que atrasou várias decisões consideradas estratégicas para o futuro da universidade.</p>
<p><strong>Cerimónia marca o fim de um longo período de instabilidade</strong><br />
A cerimónia de tomada de posse realiza-se durante a tarde desta segunda-feira, conforme divulgado pelo Conselho Geral da UTAD.</p>
<p>João Barroso, de 62 anos, professor catedrático da Escola de Ciências e Tecnologia da universidade, foi eleito reitor no passado dia 29 de junho, obtendo 14 votos favoráveis. O escrutínio registou ainda oito votos em branco e três ausências entre os membros do Conselho Geral.</p>
<p>A homologação da eleição pelo Governo permitiu ultrapassar a última etapa formal necessária para que o novo reitor pudesse assumir oficialmente funções.</p>
<p><strong>Um reitor com vasta experiência na universidade</strong><br />
A ligação de João Barroso à UTAD estende-se por várias décadas.</p>
<p>Ao longo da sua carreira integrou por três vezes equipas reitorais e desempenhou, mais recentemente, funções de vice-reitor durante o mandato anterior, experiência que agora procura colocar ao serviço da liderança da academia durante o próximo quadriénio.</p>
<p>Em declarações à agência Lusa na semana passada, o novo responsável revelou estar a concluir a composição da equipa reitoral, admitindo, contudo, que existem vários processos prioritários que exigem resposta imediata.</p>
<p><strong>Medicina, residências e avaliação da universidade entre as prioridades</strong><br />
Entre os principais desafios que aguardam o novo reitor encontra-se o arranque do Mestrado Integrado em Medicina, cuja primeira edição deverá começar em setembro, disponibilizando 40 vagas.</p>
<p>Outro dos dossiês considerados prioritários prende-se com a conclusão das obras nas residências universitárias, prevista para 31 de agosto, bem como com a elaboração do relatório de avaliação institucional da universidade, documento que terá de ser entregue até dezembro.</p>
<p>Segundo foi também revelado, o ministro da Educação condicionou a assinatura do contrato-programa associado ao novo curso de Medicina à tomada de posse do novo reitor, tornando a cerimónia desta segunda-feira determinante para desbloquear igualmente esse processo.</p>
<p><strong>&#8220;Unir a academia&#8221; é um dos principais objetivos do mandato</strong><br />
Depois de um dos períodos mais conturbados da história recente da instituição, João Barroso assumiu como uma das prioridades do seu mandato a necessidade de reforçar a coesão interna da universidade.</p>
<p>Em declarações à Lusa, o académico sintetizou esse objetivo numa expressão: pretende &#8220;unir a academia&#8221;, procurando ultrapassar as divisões que marcaram os últimos meses e devolver estabilidade ao funcionamento da instituição.</p>
<p><strong>Impasse começou em março de 2025</strong><br />
A crise institucional da UTAD teve origem em março de 2025, quando surgiu um conflito em torno da designação dos membros cooptados do Conselho Geral, órgão responsável pela eleição do reitor.</p>
<p>A divergência acabou por dar origem a vários recursos judiciais e obrigou à intervenção do Ministério da Educação, prolongando durante mais de um ano o impasse na governação da universidade.</p>
<p>A situação apenas começou a ser ultrapassada em abril deste ano, com a tomada de posse dos membros eleitos para o Conselho Geral e a eleição do advogado Ricardo Sá Fernandes para presidente daquele órgão, criando finalmente as condições institucionais para avançar com a eleição do novo reitor.</p>
<p><strong>Nova liderança pretende relançar a atividade da universidade</strong><br />
Apesar de o ambiente na universidade ser atualmente descrito como sereno, o longo período de indefinição deixou marcas na instituição e atrasou diversas decisões estratégicas.</p>
<p>A tomada de posse de João Barroso é, por isso, encarada como um momento decisivo para relançar a atividade da UTAD, permitindo avançar com projetos considerados fundamentais para o futuro da academia transmontana.</p>
<p>Com a entrada oficial em funções do novo reitor, a universidade espera agora virar definitivamente a página de mais de um ano de bloqueio institucional e concentrar-se nos desafios académicos, científicos e de investimento que marcarão o próximo mandato.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790767]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Reino Unido tem novo primeiro-ministro. Andy Burnham assume hoje cargo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/reino-unido-tem-novo-primeiro-ministro-andy-burnham-assume-hoje-cargo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 07:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Reino Unido inicia esta segunda-feira uma nova etapa política, com Andy Burnham prestes a assumir oficialmente o cargo de primeiro-ministro, depois de ter sido eleito, na passada sexta-feira, líder do Partido Trabalhista.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Reino Unido inicia esta segunda-feira uma nova etapa política, com Andy Burnham prestes a assumir oficialmente o cargo de primeiro-ministro, depois de ter sido eleito, na passada sexta-feira, líder do Partido Trabalhista. A sucessão de Keir Starmer acontece sem oposição interna e surge na sequência da maioria parlamentar detida pelo Labour, permitindo uma transição direta na chefia do Governo britânico.</p>
<p>A eleição foi formalizada durante um congresso extraordinário do Partido Trabalhista, realizado em Londres exclusivamente para oficializar a sucessão. Shabana Mahmood, responsável pelo processo eleitoral interno, confirmou que Burnham foi o único candidato a reunir os requisitos exigidos pelo partido, ao obter 379 nomeações de deputados trabalhistas, muito acima do mínimo de 20% da bancada parlamentar necessário para concorrer. Recebeu ainda 23 nomeações de sindicatos e organizações afiliadas, incluindo o apoio dos 11 sindicatos filiados no Labour. &#8220;Havia apenas um candidato elegível&#8221;, afirmou Mahmood, antes de anunciar oficialmente que &#8220;o líder devidamente eleito do Partido Trabalhista é Andy Burnham&#8221;. Com a liderança confirmada, espera-se que Keir Starmer apresente hoje formalmente a demissão ao rei Carlos III, que deverá convidar Burnham a formar Governo.</p>
<p>No discurso de aceitação, Andy Burnham começou por prestar uma extensa homenagem ao antecessor, destacando o papel desempenhado por Keir Starmer na recuperação eleitoral do partido. &#8220;Estou preparado para liderar e para construir sobre as bases lançadas por uma pessoa mais do que qualquer outra&#8221;, afirmou. O novo líder recordou que, sob a liderança de Starmer, o Labour passou &#8220;da pior derrota para uma das maiores vitórias da nossa história&#8221;, atribuindo-lhe o mérito de ter recolocado o partido &#8220;em posição de mudar a vida das pessoas&#8221;. Burnham elogiou igualmente várias medidas implementadas durante o anterior Governo, incluindo os novos direitos para trabalhadores e inquilinos, a redução das listas de espera no Serviço Nacional de Saúde (NHS), o regresso dos caminhos de ferro ao controlo público, a recuperação da credibilidade internacional do Reino Unido e aquilo que classificou como &#8220;o maior reequilíbrio da balança da justiça que este país alguma vez viu&#8221;, concluindo: &#8220;Hoje agradecemos-lhe o serviço prestado ao nosso partido e ao nosso país.&#8221;</p>
<p>Depois da homenagem, Burnham procurou definir o rumo da sua liderança, defendendo que &#8220;a mudança começa com honestidade&#8221;. O novo líder reconheceu que a atual geração de políticos, &#8220;incluindo eu próprio&#8221;, falhou em desafiar &#8220;uma cultura política e um modelo económico que simplesmente não funcionam suficientemente bem para as pessoas comuns&#8221;. Criticou décadas de políticas neoliberais iniciadas nos anos 80 e sustentou que essas opções prejudicaram muitas comunidades operárias que estiveram na origem do movimento trabalhista. Evocou as raízes históricas do Labour nas siderurgias de Sheffield, Scunthorpe, Port Talbot e Teesside, nas minas de carvão do País de Gales, Escócia e norte de Inglaterra, nas fábricas têxteis dos Peninos, nos estaleiros do Clyde e do Tyne e nas docas de Liverpool e Londres, afirmando que foram precisamente essas comunidades que sentiram durante décadas que a política lhes virou as costas.</p>
<p>Um dos momentos mais marcantes da intervenção surgiu quando recordou o vigésimo aniversário das homenagens às vítimas da tragédia de Hillsborough. Burnham afirmou que essa experiência lhe mostrou que &#8220;este país não funciona para comunidades trabalhadoras como a cidade onde nasci&#8221;, acusando o poder político de ter sido utilizado &#8220;de forma cruel&#8221; para proteger interesses instalados. Recordou igualmente a colaboração que manteve com Keir Starmer na elaboração da versão inicial da chamada Lei Hillsborough e considerou que a recente aprovação da legislação representa um passo decisivo para combater a ocultação de responsabilidades pelas autoridades, reforçando os direitos dos cidadãos e evitando que outras famílias enfrentem processos semelhantes.</p>
<p>Apesar do amplo consenso interno, a ausência de uma disputa eleitoral significa que Burnham ainda apresentou poucos detalhes sobre o programa governativo que pretende executar. Ainda assim, nas últimas semanas defendeu como prioridades a criação de um gabinete do primeiro-ministro em Manchester para acelerar a descentralização de competências, sobretudo nas áreas da habitação e dos transportes, o reforço do controlo público dos setores da água e da energia em todo o Reino Unido e uma posição mais crítica relativamente à resposta britânica ao conflito na Faixa de Gaza, admitindo que o apelo a um cessar-fogo deveria ter sido feito mais cedo. Com a formalização da mudança de liderança prevista para hoje, Andy Burnham prepara-se para iniciar um novo ciclo político à frente do Governo britânico.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790744]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Mau tempo: Provedoria de Justiça desencadeou 15 processos de queixa</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/mau-tempo-provedoria-de-justica-desencadeou-15-processos-de-queixa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Provedoria de Justiça recebeu cerca de meia centena de exposições relacionadas com as consequências da depressão Kristin, que há quase seis meses atingiu gravemente a região de Leiria, tendo desencadeado 15 processos de queixa, revelou esta entidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Provedoria de Justiça recebeu cerca de meia centena de exposições relacionadas com as consequências da depressão Kristin, que há quase seis meses atingiu gravemente a região de Leiria, tendo desencadeado 15 processos de queixa, revelou esta entidade.</p>
<p>&#8220;Na sequência da depressão Kristin, a Provedoria de Justiça recebeu cerca de meia centena de exposições relacionadas, direta ou indiretamente, com as consequências da intempérie, tendo sido desencadeados 15 processos de queixa&#8221;, refere a Provedoria numa resposta a um pedido de informação enviado pela agência Lusa.</p>
<p>Entre os motivos de queixa destacam-se a &#8220;morosidade, dificuldades de acesso e questões relacionadas com os apoios públicos e medidas excecionais de natureza fiscal adotados na sequência da tempestade, incluindo atrasos na apreciação das candidaturas, indeferimentos e falhas de articulação entre as entidades responsáveis&#8221;.</p>
<p>Acresce a &#8220;demora na reposição de serviços essenciais, designadamente energia elétrica, comunicações eletrónicas e telefone, incluindo casos em que a interrupção do serviço teve impacto em pessoas em situação de especial vulnerabilidade&#8221;.</p>
<p>&#8220;Problemas relacionados com pedidos de indemnização por danos provocados pelas intempéries, envolvendo entidades públicas e seguradoras&#8221;, e &#8220;danos em infraestruturas públicas e riscos para pessoas e bens, designadamente em estradas, taludes e outras infraestruturas cuja reparação ou intervenção foi considerada morosa&#8221; são outros dos motivos indicados pela Provedoria de Justiça.</p>
<p>Já &#8220;as entidades mais frequentemente visadas nas queixas recebidas&#8221; são as autarquias, Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, Infraestruturas de Portugal, E-Redes e &#8220;outras entidades da Administração Pública com responsabilidades na gestão dos apoios e na reposição de serviços&#8221;, adianta a Provedoria de Justiça, liderada por Luísa Neto, que tomou possa na semana passada.</p>
<p>Em maio, a Provedoria de Justiça disse à Lusa que estava a avaliar as medidas de apoio à população e os procedimentos que determinaram a retirada de pessoas de suas casas na sequência do mau tempo.</p>
<p>Esta entidade adianta agora que esta iniciativa própria &#8220;de acompanhamento da resposta das autoridades, centrada na implementação das medidas de apoio às populações afetadas e na atuação das entidades públicas em contexto de emergência, assim como nos procedimentos de evacuação da população&#8221; decorre paralelamente à apreciação das queixas individuais.</p>
<p>&#8220;No âmbito dessa iniciativa, ainda em curso, têm sido realizadas visitas às zonas afetadas e recolhida informação junto de autoridades locais, serviços da Administração Pública e organizações da sociedade civil, com o objetivo de avaliar a resposta das entidades competentes, identificar boas práticas e sinalizar eventuais aspetos suscetíveis de melhoria na proteção dos direitos fundamentais em contexto de catástrofe&#8221;, acrescenta a Provedoria.</p>
<p>De acordo com o seu sítio na Internet, o Provedor de Justiça é um órgão do Estado independente, imparcial e de acesso gratuito, que defende as pessoas que vejam os seus direitos fundamentais violados ou se sintam prejudicadas por atos injustos ou ilegais da administração ou de outros poderes públicos.</p>
<p>Pelo menos 19 pessoas morreram em Portugal entre o final de janeiro e o início de março na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que fizeram também várias centenas de feridos, desalojados e deslocados. Mais de metades das mortes foram registadas em trabalhos de recuperação.</p>
<p>Os temporais, que atingiram o território continental durante cerca de três semanas, sobretudo nas regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo, provocaram a destruição total ou parcial de milhares de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias, com prejuízos superiores a cinco mil milhões de euros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791200]]></sapo:autor>
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		<title>Barragem moçambicana de Cahora Bassa recupera após anos de seca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 06:56:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Hidroelétrica de Cahora Bassa (HCB), em Moçambique, recuperou a capacidade útil da albufeira para 56%, após mínimos históricos, permitindo levantar restrições.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Hidroelétrica de Cahora Bassa (HCB), em Moçambique, recuperou a capacidade útil da albufeira para 56%, após mínimos históricos, permitindo levantar restrições.</P><br />
<P>A produção de energia aumentou em 13%, atingindo receitas de 226 milhões de euros até junho, refere hoje a empresa estatal moçambicana em comunicado. </P><br />
<P>A empresa refere que produziu 6.399,03 Gigawatt-hora (GWh) entre janeiro e junho, resultado que representa um crescimento de 13% face ao primeiro semestre de 2025 e supera em cerca de 10% a meta de produção definida para o período.</P><br />
<P>A HCB indica que o resultado foi alcançado através de uma &#8220;estratégia de exploração e operação baseada numa gestão criteriosa dos recursos hídricos&#8221;, que permitiu &#8220;conciliar o aumento da produção de energia com a recuperação das reservas da Albufeira de Cahora Bassa, reforçando a sustentabilidade da operação e a segurança energética&#8221;.</P><br />
<P>A albufeira de Cahora Bassa é a quarta maior de África, com uma extensão máxima de 270 quilómetros em comprimento e 30 quilómetros entre margens, ocupando 2.700 quilómetros quadrados e uma profundidade média de 26 metros, contando com quase 800 trabalhadores, sendo uma das maiores produtores de eletricidade na região austral africana, abastecendo os países vizinhos.</P><br />
<P>A empresa atribui a recuperação da albufeira às &#8220;condições hidrológicas mais favoráveis verificadas na Bacia do Zambeze, particularmente na bacia própria de Cahora Bassa&#8221;, bem como às &#8220;medidas de gestão operacional, de engenharia e de manutenção implementadas pela empresa&#8221;.</P><br />
<P>Nos primeiros seis meses do ano, o armazenamento útil da albufeira aumentou cerca de 35 pontos percentuais, passando de aproximadamente 20%, considerado um mínimo histórico, para um máximo de 56%, correspondente à cota de 316,22 metros.</P><br />
<P>Segundo a HCB, essa recuperação &#8220;assinala uma mudança significativa após dois anos hidrológicos consecutivos marcados por seca severa&#8221; e &#8220;cria condições para um levantamento gradual das restrições operacionais em vigor desde julho de 2024&#8221;.</P><br />
<P>Os resultados financeiros acompanharam o desempenho operacional, atingindo 263 milhões de dólares (226 milhões de euros), com o resultado líquido acima de 115 milhões de dólares (99 milhões de euros).</P><br />
<P>A HCB sublinha ainda que os resultados foram alcançados num contexto de &#8220;zero acidentes de trabalho&#8221; durante o semestre.</P><br />
<P>Citado no comunicado, o presidente do conselho de administração da HCB, Tomás Matola, afirmou que &#8220;estes resultados demonstram a capacidade da empresa de responder aos desafios operacionais, preservando simultaneamente a sustentabilidade dos recursos hídricos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Produzir mais energia, enquanto recuperamos as reservas estratégicas da albufeira, revela a capacidade da HCB de garantir um fornecimento de energia fiável&#8221;, disse ainda Matola.</P><br />
<P>A produção de eletricidade em Moçambique caiu 25% em 2025, influenciada pela falta de água na albufeira da HCB, após o &#8220;pior registo pluviométrico&#8221; em 43 anos, segundo informação oficial noticiada antes pela Lusa.</P><br />
<P>Num relatório de execução orçamental de 2025, o Governo aponta que a produção global de energia elétrica no país foi de 14.408.381 MegaWatt-hora (MWh) &#8211; 14.408,3 GWh -, uma execução de 76,7% em relação ao plano anual e menos 25,4% face a 2024.</P><br />
<P>O país &#8220;é o maior produtor de hidroeletricidade na África austral&#8221; e &#8220;quase toda a sua produção provém da HCB&#8221;, sendo &#8220;complementada por outras pequenas barragens sob gestão&#8221; da Eletricidade de Moçambique, acrescenta o relatório.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791199]]></sapo:autor>
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		<title>Luís Montenegro reúne-se hoje com Giorgia Meloni em Roma numa visita de trabalho a Itália</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 06:45:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Itália]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro, Luís Montenegro, desloca-se esta segunda-feira, 20 de julho, a Roma, para uma visita oficial de trabalho que inclui uma reunião com a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro, Luís Montenegro, desloca-se esta segunda-feira, 20 de julho, a Roma, para uma visita oficial de trabalho que inclui uma reunião com a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni. O encontro assinala mais um momento de contacto político entre Portugal e Itália, dois Estados-membros da União Europeia e aliados na NATO, num contexto marcado por vários dossiês europeus e internacionais.</p>
<p>A deslocação do chefe do Governo português tem como principal objetivo a reunião bilateral com Giorgia Meloni, líder do executivo italiano, numa visita de trabalho que decorre na capital italiana. Até ao momento, a informação oficialmente divulgada indica apenas a realização deste encontro, sem terem sido tornados públicos detalhes sobre a agenda ou os temas específicos que estarão em discussão.</p>
<p>A reunião acontece numa altura em que Portugal e Itália enfrentam desafios comuns no plano europeu, desde a competitividade económica às políticas migratórias, passando pelas questões da defesa, energia, segurança e pelo acompanhamento dos principais conflitos internacionais. Enquanto membros da União Europeia, ambos os países participam igualmente nas discussões sobre as prioridades estratégicas da União e sobre a resposta aos atuais desafios geopolíticos.</p>
<p><strong>Encontro reforça diálogo político entre Portugal e Itália</strong><br />
A visita de Luís Montenegro a Roma insere-se no quadro das relações bilaterais entre os dois países e representa uma oportunidade para reforçar o diálogo político ao mais alto nível entre os governos português e italiano.</p>
<p>À frente do executivo italiano desde 2022, Giorgia Meloni lidera um dos principais governos da União Europeia e tem assumido um papel de relevo em diversos debates europeus, nomeadamente nas áreas da política externa, segurança, imigração e competitividade económica.</p>
<p>Do lado português, Luís Montenegro realiza esta deslocação oficial na qualidade de primeiro-ministro, numa agenda dedicada exclusivamente à reunião de trabalho com a chefe do Governo italiano.</p>
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		<title>Semana arranca com &#8216;dose dupla&#8217; de subida de preços dos combustíveis. Veja quais os postos mais baratos do País</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 06:30:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Se precisa de atestar o depósito de combustível do seu veículo saiba que, esta semana, os combustíveis seguem uma tendência que já se tem tornado 'regra' nos últimos tempos: novo agravamento dos preços dos combustíveis em Portugal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Se precisa de atestar o depósito de combustível do seu veículo saiba que, esta semana, os combustíveis seguem uma tendência que já se tem tornado &#8216;regra&#8217; nos últimos tempos: novo agravamento dos preços dos combustíveis em Portugal. A partir desta segunda-feira, o gasóleo deverá ficar 12 cêntimos mais caro por litro, enquanto a gasolina deverá aumentar cinco cêntimos, segundo indicou fonte da Associação Nacional de Revendedores de Combustíveis &#8211; ANAREC à Executive Digest.</p>
<p>Nos postos junto aos hipermercados, a tendência é semelhante: outra fonte do setor antecipa um aumento de 0,0521 euros na gasolina e de 0,1103 euros no gasóleo.</p>
<p>Assim, esta será a terceira semana consecutiva de subidas de preços da gasolina e do gasóleo. Desde o início do ano, o gasóleo acumulou uma subida de 32 cêntimos por litro, enquanto a gasolina ficou 25,4 cêntimos mais cara. Num depósito de 60 litros, estas diferenças representam um encargo adicional de 19,2 euros no gasóleo e de 15,24 euros na gasolina comparativamente com a primeira semana de janeiro.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-790535" src="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-3.png" alt="" width="1212" height="549" srcset="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-3.png 1212w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-3-300x136.png 300w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-3-900x408.png 900w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-3-768x348.png 768w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-3-1200x544.png 1200w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-3-600x272.png 600w" sizes="(max-width: 1212px) 100vw, 1212px" /></p>
<p>Os dados da Direção-Geral de Energia e Geologia colocam o preço médio da gasolina em 1,915 euros por litro e o do gasóleo em 1,853 euros. Com as mudanças previstas esta semana, a partir de hoje o preço do gasóleo deverá fixar-se nos 1,973 euros e o da gasolina nos 2,415. Os valores praticados podem, contudo, variar entre postos, devido à concorrência local, à procura, à oferta disponível e aos custos de funcionamento de cada operador.</p>
<p>Segundo o mais recente boletim da Comissão Europeia, Portugal apresenta a sétima gasolina mais cara da União Europeia. O preço nacional encontra-se 6,2 cêntimos acima da média comunitária e 37,1 cêntimos acima do valor cobrado em Espanha. A fiscalidade explica grande parte da diferença, uma vez que, antes de impostos, a gasolina 95 é mais barata em Portugal do que no mercado espanhol.</p>
<p><strong>Veja quais os postos mais baratos do País</strong><br />
<img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-790529" src="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-1.png" alt="" width="1205" height="488" srcset="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-1.png 1205w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-1-300x121.png 300w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-1-900x364.png 900w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-1-768x311.png 768w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-1-1200x486.png 1200w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-1-600x243.png 600w" sizes="(max-width: 1205px) 100vw, 1205px" /></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-790532" src="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-2.png" alt="" width="1205" height="513" srcset="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-2.png 1205w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-2-300x128.png 300w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-2-900x383.png 900w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-2-768x327.png 768w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-2-1200x511.png 1200w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-2-600x255.png 600w" sizes="(max-width: 1205px) 100vw, 1205px" /></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790747]]></sapo:autor>
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		<title>Leitura do acórdão do processo BES/Brasil realiza-se hoje. Ricardo Salgado entre os oito arguidos que aguardam decisão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 06:15:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ decisão judicial incide sobre um processo que envolve alegados esquemas de corrupção e branqueamento de capitais associados a operações no Brasil e que tem como principal arguido o ex-banqueiro Ricardo Salgado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A leitura do acórdão do processo conhecido como Universo Espírito Santo, relacionado com o chamado caso BES/Brasil, realiza-se esta segunda-feira, no Juízo Central Criminal de Lisboa, num dos julgamentos mais relevantes ligados ao colapso do Grupo Espírito Santo (GES). A decisão judicial incide sobre um processo que envolve alegados esquemas de corrupção e branqueamento de capitais associados a operações no Brasil e que tem como principal arguido o ex-banqueiro Ricardo Salgado.</p>
<p>O acórdão será lido a partir das 11h00, no Juiz 7 do Juízo Central Criminal de Lisboa, no Campus de Justiça, no Parque das Nações. Em julgamento estiveram oito arguidos, entre pessoas singulares e uma sociedade de advogados, acusados de vários crimes, incluindo corrupção com prejuízo do comércio internacional, branqueamento de capitais e outros ilícitos. Segundo a acusação, os arguidos terão obtido vantagens patrimoniais estimadas em cerca de 12 milhões de euros.</p>
<p>Entre os arguidos encontra-se Ricardo Salgado, antigo presidente do Banco Espírito Santo (BES), atualmente com 81 anos. O ex-banqueiro foi dispensado pelo tribunal de comparecer durante o julgamento por sofrer de doença de Alzheimer. Além de Salgado, respondem no processo João Alexandre Silva, antigo diretor do BES Madeira e atualmente consultor no Dubai; Humberto Coelho, ex-funcionário de uma filial do Grupo Espírito Santo no Dubai; os advogados Miguel Freitas e Sofia Freitas; a sociedade de advogados destes últimos; e ainda os antigos funcionários do BES/GES Paulo Nacif Jorge e Paulo Murta.</p>
<p>O processo centra-se em alegados atos de corrupção relacionados com antigos responsáveis do Banco do Brasil, num esquema que, segundo a acusação, terá permitido a obtenção de benefícios financeiros milionários através de operações internacionais. Entre os crimes imputados figuram corrupção com prejuízo do comércio internacional e branqueamento de capitais, estando em causa um conjunto de factos associados à atividade do Universo Espírito Santo no mercado brasileiro.</p>
<p>A leitura da decisão judicial representa um momento determinante neste processo, permitindo conhecer o entendimento do coletivo de juízes relativamente à responsabilidade criminal dos oito arguidos e às acusações apresentadas pelo Ministério Público. O acórdão é aguardado com particular expectativa devido ao relevo do caso no conjunto dos processos judiciais relacionados com o antigo Grupo Espírito Santo e o BES.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787078]]></sapo:autor>
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		<title>Estado moçambicano injetou 23,5 ME para LAM cumprir obrigações em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 06:08:50 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Estado moçambicano injetou 1.703 milhões de meticais (23,5 milhões de euros) na Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) em 2025 para permitir à transportadora cumprir obrigações e compromissos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Estado moçambicano injetou 1.703 milhões de meticais (23,5 milhões de euros) na Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) em 2025 para permitir à transportadora cumprir obrigações e compromissos.</P><br />
<P>A companhia refere nas demonstrações financeiras de 2025 que o Estado, enquanto acionista maioritário, representado pelo Instituto de Gestão de Participações do Estado (Igepe), &#8220;injetou os recursos necessários de forma a permitir à LAM cumprir com as suas obrigações e compromissos com terceiros&#8221; em 2025, que ascenderam a 1.703.080.906 meticais (23,5 milhões de euros).</P><br />
<P>O relatório regista ainda financiamentos associados ao processo de reestruturação provenientes da Hidroelétrica de Cahora Bassa (HCB), dos Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM) e da Empresa Moçambicana de Seguros (Emose), que passaram a ser acionistas da companhia, no valor total de 3.604 milhões de meticais (49,8 milhões de euros).</P><br />
<P>A LAM terminou o exercício com passivos totais de 21.892 milhões de meticais (302,2 milhões de euros) e empréstimos bancários de 5.365 milhões de meticais (74,1 milhões de euros). O relatório refere ainda que, devido a dificuldades de tesouraria, a empresa não está a cumprir os planos de amortização dos financiamentos contraídos junto dos bancos BCI e Moza.</P><br />
<P>Apesar de ter registado lucros de 5.263 milhões de meticais (72,6 milhões de euros) em 2025, a companhia encerrou o exercício com capitais próprios negativos de 16.076 milhões de meticais (221,9 milhões de euros), contra 21.348 milhões de meticais (294,8 milhões de euros) negativos em 2024. </P><br />
<P>A administração admite que, na situação atual, os ativos correntes são inferiores aos passivos correntes, mas sustenta que as demonstrações financeiras &#8220;foram preparadas de acordo com o princípio da continuidade das operações&#8221;, que pressupõe a continuidade do apoio dos acionistas e a realização de &#8220;operações lucrativas no futuro&#8221;.</P><br />
<P>A LAM enfrenta há vários anos problemas operacionais relacionados com uma frota reduzida e falta de investimentos, encontrando-se atualmente num processo de reestruturação.</P><br />
<P>A Hidroelétrica de Cahora Bassa aprovou em 2025 a aquisição de 25,2% do capital social da LAM, no âmbito da reestruturação da companhia aérea, seguida pela Emose e pelos Caminhos de Ferro de Moçambique, cada uma com 15,4%.</P><br />
<P>De acordo com a Conta Geral do Estado de 2025, a HCB aprovou um investimento de 36 milhões de dólares (30,8 milhões de euros) nesse processo e a criação da Fly Moz, entidade que tem o &#8220;objetivo de garantir financiamentos à LAM&#8221;.</P><br />
<P>A seguradora Emose aprovou um investimento de 22 milhões de dólares (18,8 milhões de euros), &#8220;passando a ser detentora de 15,40% na estrutura acionista da LAM&#8221;, tal como os Caminhos de Ferro de Moçambique, segundo a Conta Geral do Estado.</P><br />
<P>Há um ano foi anunciada a intenção de alienar 91% do capital social da LAM, mas as operações entretanto concretizadas representam ainda 56% da estrutura acionista da companhia.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791198]]></sapo:autor>
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		<title>Segunda fase das provas finais do 9.º ano arranca hoje: preparação das escolas dá início ao novo calendário após adiamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 06:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As primeiras provas realizam-se já na terça-feira, 21 de julho, prolongando-se o calendário até quinta-feira, dia 23.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A segunda fase das provas finais do 9.º ano arranca esta segunda-feira com um dia dedicado à preparação e organização das escolas, depois de o Ministério da Educação, Ciência e Inovação ter alterado o calendário da avaliação externa na sequência dos problemas informáticos registados durante a classificação da primeira fase. As primeiras provas realizam-se já na terça-feira, 21 de julho, prolongando-se o calendário até quinta-feira, dia 23.</p>
<p>O arranque desta segunda fase acontece quatro dias mais tarde do que inicialmente previsto. O início estava marcado para 16 de julho, mas o Ministério decidiu adiar o calendário depois de as dificuldades verificadas no processo de classificação eletrónica terem condicionado o cumprimento dos prazos inicialmente estabelecidos.</p>
<p>Segundo explicou o Ministério da Educação, Ciência e Inovação, a alteração pretendeu garantir &#8220;a qualidade e o rigor do processo&#8221; de avaliação externa, assegurando igualmente aos professores &#8220;o tempo necessário e adequado para a classificação dos itens das provas&#8221;. Desta forma, o dia de hoje fica reservado exclusivamente para a preparação logística e organizativa dos estabelecimentos de ensino, não estando prevista a realização de qualquer prova.</p>
<p>As avaliações arrancam efetivamente na terça-feira, 21 de julho, às 9h30, com a prova de Português (91), bem como as provas de Português Língua Segunda (95) e de Português Língua Não Materna (93 e 94). A segunda e última prova final desta fase realiza-se na quinta-feira, 23 de julho, também às 9h30, com o exame de Matemática (92).</p>
<p>O novo calendário resulta das alterações introduzidas pelo EduQa – Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação, que redefiniu as datas da segunda fase da avaliação externa após os constrangimentos registados durante a primeira fase dos exames.</p>
<p>Além do adiamento do início das provas, também a divulgação das classificações sofreu alterações. As pautas relativas às provas finais do ensino básico realizadas nesta segunda fase serão afixadas no dia 7 de agosto, data igualmente prevista para a divulgação dos resultados dos processos de reapreciação dos exames da primeira fase. Inicialmente, a publicação das classificações estava prevista para 5 de agosto.</p>
<p>Apesar das mudanças agora introduzidas, o calendário das reapreciações das provas da segunda fase mantém-se inalterado. Assim, os resultados desses processos continuam previstos para 28 de agosto.</p>
<p>O Ministério da Educação justificou a revisão do calendário com as dificuldades informáticas verificadas durante a classificação eletrónica das provas da primeira fase, considerando que esses problemas pressionaram o cumprimento dos prazos inicialmente definidos. A tutela defendeu, por isso, a necessidade de ajustar o calendário para preservar a fiabilidade da avaliação e garantir que todo o processo decorresse com o rigor exigido.</p>
<p>Com o dia de hoje reservado à preparação das escolas, a segunda fase das provas finais do 9.º ano entra agora na sua fase decisiva, com milhares de alunos chamados a realizar as provas de Português e Matemática ao longo desta semana, antes de conhecerem os respetivos resultados no início de agosto.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787124]]></sapo:autor>
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		<title>Candidaturas ao ensino superior arrancam hoje: Um guia completo com prazos, vagas, regras e tudo o que precisa de saber</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 05:45:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Arranca esta segunda-feira a primeira fase do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior 2026/27, um processo que vai determinar a colocação de dezenas de milhares de estudantes nas universidades e institutos politécnicos públicos portugueses. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Arranca esta segunda-feira a primeira fase do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior 2026/27, um processo que vai determinar a colocação de dezenas de milhares de estudantes nas universidades e institutos politécnicos públicos portugueses. Este ano, o regime geral disponibiliza 56.790 vagas, distribuídas por instituições de ensino superior de todo o país, num concurso que chega com novidades importantes, como o fim da obrigatoriedade de realização de duas provas de ingresso para determinados cursos e um reforço da oferta em áreas estratégicas como Medicina e Educação Básica. Ao longo das próximas semanas, os candidatos terão de cumprir um calendário rigoroso, reunir a documentação necessária e submeter a candidatura através da plataforma da Direção-Geral do Ensino Superior (DGES). Eis um guia completo, em formato de perguntas e respostas, com tudo o que precisa de saber.</p>
<p><strong>Quando começam as candidaturas?</strong><br />
A primeira fase do concurso nacional começa esta segunda-feira, 20 de julho.</p>
<p>Os candidatos abrangidos pelo contingente prioritário destinado a emigrantes portugueses, familiares residentes com estes, luso-descendentes e estudantes que pretendam substituir provas de ingresso por exames estrangeiros podem apresentar candidatura até 27 de julho.</p>
<p>Os restantes candidatos dispõem de um prazo mais alargado, que termina a 6 de agosto.</p>
<p>As restantes fases decorrem nas seguintes datas:</p>
<ul>
<li>2.ª fase: candidaturas entre 24 de agosto e 2 de setembro;</li>
<li>3.ª fase: candidaturas entre 22 e 24 de setembro.</li>
</ul>
<p><strong>Quantas vagas estão disponíveis este ano?</strong><br />
O concurso nacional disponibiliza 56.790 vagas através do regime geral de acesso.</p>
<p>Destas:</p>
<ul>
<li>34.841 vagas pertencem às universidades públicas;</li>
<li>21.949 vagas destinam-se aos institutos politécnicos públicos.</li>
</ul>
<p>Além destas, existem 21.493 vagas adicionais distribuídas por concursos especiais e regimes próprios de acesso, destinados, entre outros, a estudantes internacionais, maiores de 23 anos, titulares de diplomas de Técnico Superior Profissional (CTeSP) e licenciados que pretendam ingressar num novo ciclo de estudos. Nestes casos, os calendários e regras são definidos autonomamente por cada instituição.</p>
<p><strong>Quem pode candidatar-se?</strong><br />
Podem candidatar-se ao concurso nacional:</p>
<ul>
<li>cidadãos portugueses;</li>
<li>cidadãos de outro Estado-membro da União Europeia;</li>
<li>familiares de cidadãos portugueses ou da União Europeia, independentemente da nacionalidade;</li>
<li>residentes num Estado-membro da União Europeia há mais de dois anos (contados a 1 de janeiro do ano de ingresso), bem como os respetivos filhos;</li>
<li>beneficiários do estatuto de igualdade de direitos e deveres previsto em tratados internacionais.</li>
</ul>
<p>Os estudantes internacionais seguem, regra geral, concursos próprios promovidos pelas instituições de ensino superior.</p>
<p><strong>Quais são os requisitos para concorrer?</strong><br />
Para apresentar candidatura é necessário:</p>
<ul>
<li>ter concluído o ensino secundário ou possuir habilitação equivalente;</li>
<li>ter realizado, em 2023, 2024, 2025 ou 2026, os exames nacionais exigidos pelo curso pretendido;</li>
<li>cumprir os pré-requisitos eventualmente exigidos por cada curso;<br />
possuir a Ficha ENES 2026, emitida pela escola onde realizou os exames nacionais.</li>
</ul>
<p>Caso exista alteração de classificações após reapreciação ou reclamação, deverá ser solicitada uma nova Ficha ENES.</p>
<p><strong>Como é calculada a nota de candidatura?</strong><br />
A classificação de candidatura resulta da ponderação definida por cada instituição e curso, respeitando os seguintes limites:</p>
<ul>
<li>classificação final do ensino secundário: peso mínimo de 40%;</li>
<li>provas de ingresso: peso mínimo de 45%;</li>
<li>pré-requisitos, quando existam: peso máximo de 15%.</li>
</ul>
<p>As classificações do ensino secundário e dos exames nacionais são utilizadas sem arredondamentos, sendo convertidas para uma escala de 0 a 200 pontos.</p>
<p><strong>O que mudou este ano nas provas de ingresso?</strong><br />
Uma das principais novidades do concurso de 2026/27 é o fim da obrigatoriedade de realização de duas provas de ingresso.</p>
<p>Após a revogação dessa exigência pelo Governo, as instituições podem agora exigir apenas uma prova de ingresso, dependendo do curso.</p>
<p>A medida surge depois de, no ano letivo anterior, se ter registado uma quebra significativa de candidatos colocados. Segundo estimativas do Ministério da Educação, a obrigatoriedade das duas provas terá sido responsável por cerca de 46% da redução verificada na primeira fase do concurso de 2025/26.</p>
<p><strong>Que cursos reforçaram o número de vagas?</strong><br />
O reforço da oferta incidiu sobretudo em duas áreas consideradas prioritárias.</p>
<p>Na Educação Básica, passam a existir 1.344 vagas, mais 147 do que no concurso anterior.</p>
<p>Já Medicina disponibiliza 1.656 vagas, um aumento de 62 lugares face ao ano letivo anterior. O reforço resulta, entre outros fatores, do aumento de vagas na Universidade de Coimbra e da abertura de um novo curso de Medicina na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, com capacidade para receber 40 estudantes.</p>
<p><strong>Como pedir a senha de acesso?</strong><br />
A candidatura é feita exclusivamente através da plataforma da DGES e exige uma senha de acesso.</p>
<p>Grande parte dos estudantes já possui essa senha por a ter solicitado durante a inscrição para os exames nacionais. Quem ainda não a tenha pode pedi-la na plataforma da DGES até ao final do prazo de candidatura da fase em que pretende concorrer.</p>
<p>Depois do pedido, é enviada uma mensagem para o endereço de correio eletrónico indicado. O candidato deve confirmar o pedido, imprimir o recibo e entregá-lo na escola secundária ou num Gabinete de Acesso ao Ensino Superior para certificação. Só depois recebe a senha definitiva.</p>
<p>Caso o candidato seja menor de idade, o recibo deve ser assinado pelo encarregado de educação.</p>
<p><strong>Como se faz a candidatura?</strong><br />
Depois de obter a senha, o candidato pode entrar na plataforma da DGES utilizando a Chave Móvel Digital ou as credenciais exigidas.</p>
<p>Cada estudante pode indicar até seis opções de curso, ordenadas por preferência, podendo alterá-las livremente enquanto decorrer o prazo da candidatura.</p>
<p>A colocação é determinada pela combinação entre a ordem de preferência indicada e a posição do candidato nas listas de seriação. Em cada fase apenas pode existir uma colocação por candidato.</p>
<p><strong>O que acontece se discordar da nota de um exame?</strong><br />
Os alunos podem pedir a consulta da prova no próprio dia da divulgação das classificações ou no dia útil seguinte.</p>
<p>Depois de consultarem o exame, podem requerer a reapreciação, mediante fundamentação e pagamento de 25 euros, exceto quando a contestação incide apenas sobre a soma das cotações.</p>
<p>Se continuarem a discordar da decisão, podem apresentar reclamação junto do Presidente do Júri Nacional de Exames.</p>
<p>Caso uma reapreciação ou reclamação altere a classificação depois de terminado o prazo de candidatura ao ensino superior, o estudante dispõe de três dias para apresentar candidatura ou alterar as opções de curso.</p>
<p><strong>Quais são os contingentes especiais?</strong><br />
Na primeira fase existem, além do contingente geral, vários contingentes especiais destinados a:</p>
<ul>
<li>candidatos oriundos dos Açores e da Madeira;</li>
<li>emigrantes portugueses e respetivos familiares;</li>
<li>militares em regime de contrato;</li>
<li>candidatos com deficiência igual ou superior a 60%;</li>
<li>beneficiários da ação social escolar, nas instituições que preveem esse contingente.</li>
</ul>
<p>Na segunda fase mantêm-se apenas os contingentes para emigrantes, luso-descendentes e candidatos com deficiência. A terceira fase não contempla contingentes especiais.</p>
<p><strong>Quando são conhecidos os resultados?</strong><br />
O calendário oficial estabelece as seguintes datas:</p>
<p>Primeira fase</p>
<p>Resultados: 23 de agosto;<br />
Matrículas: 24 a 27 de agosto;<br />
Reclamações: 24 a 28 de agosto.</p>
<p>Segunda fase</p>
<p>Resultados: 13 de setembro;<br />
Matrículas: 14 a 16 de setembro;<br />
Reclamações: até 18 de setembro.</p>
<p>Terceira fase</p>
<p>Resultados: 30 de setembro;<br />
Matrículas e inscrições: até 2 de outubro.</p>
<p><strong>O que devo fazer se for colocado?</strong><br />
Após a divulgação dos resultados, os candidatos colocados devem efetuar a matrícula dentro dos prazos definidos pela instituição onde obtiveram colocação.</p>
<p>Cada universidade ou instituto politécnico fixa os procedimentos específicos, os documentos exigidos e a forma de matrícula, que pode ser presencial, eletrónica ou através de ambos os meios.</p>
<p>Com quase 57 mil vagas disponíveis, alterações relevantes nas regras de acesso e reforço da oferta em cursos estratégicos, o concurso nacional de acesso ao ensino superior de 2026/27 arranca hoje e será acompanhado de perto por milhares de estudantes que procuram garantir um lugar no ensino superior público português.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787718]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ensino Secundário: Arranca hoje a segunda fase dos Exames Nacionais, após polémica com correções</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 05:30:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A segunda fase dos exames nacionais entra esta semana numa nova etapa, com as escolas a iniciarem esta segunda-feira os trabalhos de preparação e organização antes do arranque das provas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A segunda fase dos exames nacionais entra esta semana numa nova etapa, com as escolas a iniciarem esta segunda-feira os trabalhos de preparação e organização antes do arranque das provas. Os exames finais nacionais do ensino secundário realizam-se entre 21 e 24 de julho, destinando-se, entre outros casos, aos alunos que não obtiveram aprovação na primeira fase, que pretendem melhorar a classificação ou repetir exames como prova de ingresso no ensino superior, nos termos previstos no Guia Geral de Exames.</p>
<p>Em paralelo com o início desta nova fase, o ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, garantiu, durante um debate de urgência na Assembleia da República sobre os exames nacionais, que o processo decorrerá sem os problemas registados na primeira fase. O governante afirmou que o sistema foi corrigido e assegurou que existem condições para que &#8220;a segunda fase vai correr sem os problemas da primeira fase&#8221;, acrescentando, contudo, que isso &#8220;não quer dizer que não existam coisas a corrigir no próximo ano&#8221;. O ministro reconheceu que existiram erros na primeira fase, admitindo que estes causaram perturbações com impacto nos alunos e respetivas famílias, mas sublinhou que as falhas entretanto identificadas já foram retificadas.</p>
<p>O calendário da segunda fase prevê o arranque das provas na terça-feira, 21 de julho, às 9h30, com os exames de Português (639), Português Língua Segunda (138) e Português Língua Não Materna (839) para o 12.º ano, bem como Literatura Portuguesa (734) para o 11.º ano. Durante a tarde realizam-se ainda os exames de Economia A (712), História da Cultura e das Artes (724) e Latim A (732). Na quarta-feira, 22 de julho, decorrem os exames de Matemática A (635) para o 12.º ano, Matemática B (735) e Matemática Aplicada às Ciências Sociais (835) para o 11.º ano, seguindo-se à tarde a prova de Filosofia (714).</p>
<p>Na quinta-feira, 23 de julho, realizam-se os exames de História A (623) para o 12.º ano, Biologia e Geologia (702) e História B (723) para o 11.º ano. Durante a tarde estão marcadas as provas de Geometria Descritiva A (708), bem como várias línguas estrangeiras: Alemão (501), Espanhol (547 e 847), Francês (517), Italiano (849) e Mandarim (848). O calendário termina na sexta-feira, 24 de julho, com os exames de Desenho A (706) para o 12.º ano, Física e Química A (715) e Geografia (719) para o 11.º ano, encerrando a componente escrita desta fase.</p>
<p>Entre 21 e 28 de julho decorre ainda a aplicação das componentes de produção e interação orais das provas de Línguas Estrangeiras e de Português Língua Não Materna (PLNM). As pautas com as classificações serão afixadas no dia 7 de agosto, enquanto os resultados dos processos de reapreciação serão divulgados a 28 de agosto.</p>
<p>Durante o debate parlamentar, Fernando Alexandre reiterou que os erros ocorridos na primeira fase não terão impacto no acesso dos estudantes ao ensino superior e rejeitou qualquer necessidade de alterar o calendário do concurso nacional de acesso. O ministro afirmou que &#8220;não há razão&#8221; para modificar o calendário, explicando que o Júri Nacional de Exames dispõe das condições necessárias para enviar as classificações às escolas dentro dos prazos previstos. Recordou ainda que os exames permanecem totalmente anónimos durante todo o processo de classificação, cabendo exclusivamente às escolas identificar os alunos, divulgar os resultados e gerir eventuais reclamações ou pedidos de reapreciação, garantindo que qualquer erro detetado poderá ser corrigido através dos mecanismos legalmente previstos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787122]]></sapo:autor>
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		<title>Calor regressa em força esta semana a Portugal: Temperaturas podem voltar aos 40ºC em várias regiões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 05:15:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[calor]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[tempo]]></category>
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					<description><![CDATA[A semana que hoje começa deverá marcar o regresso gradual do calor intenso a Portugal continental. Depois de vários dias com temperaturas relativamente contidas para a época, a previsão aponta para uma subida progressiva dos valores térmicos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A semana que hoje começa deverá marcar o regresso gradual do calor intenso a Portugal continental. Depois de vários dias com temperaturas relativamente contidas para a época, a previsão aponta para uma subida progressiva dos valores térmicos, impulsionada pela expansão de uma massa de ar muito quente do Mediterrâneo para o Atlântico. O aquecimento deverá fazer-se sentir de forma mais expressiva a partir de terça-feira, sobretudo no interior do país, embora também alcance várias zonas do litoral.</p>
<p>Segundo as previsões do portal especializado <a href="https://www.tempo.pt/" target="_blank" rel="noopener">Tempo.pt</a>, a alteração do estado do tempo resulta do reforço de uma crista subtropical sobre a Península Ibérica e da deslocação da corrente de jato para latitudes mais elevadas, permitindo que o ar muito quente, até agora concentrado sobre o Mediterrâneo, se expanda para oeste. Esta configuração atmosférica reduzirá temporariamente a influência das massas de ar mais frescas vindas do Atlântico, diminuindo o habitual efeito moderador do oceano e favorecendo uma atmosfera mais estável, seca e propícia ao aumento das temperaturas.</p>
<p>Após uma segunda-feira marcada por maior nebulosidade em algumas zonas do litoral, mas sem previsão de chuva, a subida dos termómetros deverá tornar-se evidente já na terça-feira. As temperaturas mais elevadas são esperadas no interior do Alentejo, na Beira Baixa, no vale do Guadiana e em setores do Nordeste Transmontano, onde as máximas poderão atingir entre 34 e 36 ºC. Bragança, Castelo Branco e Beja deverão rondar os 34 ºC, Portalegre e Vila Real poderão alcançar os 33 ºC, Santarém deverá atingir cerca de 32 ºC e Lisboa aproximar-se dos 29 ºC. No litoral Centro e Sul, o aquecimento também será sentido, embora a nortada durante a tarde continue a limitar a subida das temperaturas junto à costa.</p>
<p>A partir de quarta-feira, o episódio de calor deverá ganhar intensidade. As previsões indicam máximas entre 37 e 39 ºC em vários pontos do interior Centro e Sul, com Beja e Castelo Branco perto dos 37 ºC e Portalegre e Bragança a rondarem os 35 ºC. O contraste entre o litoral e o interior deverá tornar-se mais evidente, uma vez que a influência marítima continuará a manter as temperaturas costeiras significativamente mais baixas, enquanto o fluxo de leste ou sudeste favorecerá um aquecimento mais acentuado nas regiões interiores.</p>
<p>Os modelos meteorológicos apontam ainda para uma nova intensificação do calor entre quinta-feira e o final da semana, período em que algumas áreas do interior alentejano, do vale do Guadiana, da Beira Baixa e também do Vale do Douro poderão aproximar-se ou mesmo ultrapassar os 40 ºC. Em contraste, ao longo da faixa litoral as temperaturas deverão manter-se, na maioria dos casos, abaixo dos 28 ºC, refletindo a persistente influência do oceano Atlântico.</p>
<p>Apesar de o cenário apontar para vários dias consecutivos de calor, a evolução da circulação atmosférica poderá ainda introduzir pequenos ajustamentos na intensidade e distribuição das temperaturas mais elevadas. Ainda assim, as projeções mais recentes do modelo europeu ECMWF indicam que este novo episódio de tempo quente deverá prolongar-se durante vários dias, consolidando o regresso de condições tipicamente estivais em grande parte de Portugal continental ao longo desta semana.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790755]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Empresa chinesa exige indemnização ao Reino Unido pela nacionalização da British Steel</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/empresa-chinesa-exige-indemnizacao-ao-reino-unido-pela-nacionalizacao-da-british-steel/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 04:51:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A empresa chinesa que era proprietária da British Steel exigiu no domingo uma indemnização ao Governo britânico pelas perdas sofridas com a nacionalização da siderúrgica, concluída na semana passada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A empresa chinesa que era proprietária da British Steel exigiu no domingo uma indemnização ao Governo britânico pelas perdas sofridas com a nacionalização da siderúrgica, concluída na semana passada.</P><br />
<P>O Governo do Reino Unido assumiu o controlo operacional da empresa no ano passado, depois de o grupo chinês Jingye ter admitido encerrar os altos-fornos da fábrica de Scunthorpe, no norte de Inglaterra, a última unidade do país a produzir aço primário a partir de matérias-primas.</P><br />
<P>Num comunicado divulgado na rede social chinesa WeChat, o Grupo Jingye afirmou que a nacionalização prejudicou a credibilidade do Governo britânico, afastou investidores internacionais e provocou &#8220;grandes prejuízos&#8221; à empresa e aos contribuintes britânicos.</P><br />
<P>A empresa acusou ainda Londres de &#8220;pisotear as regras internacionais do investimento&#8221; e exigiu que o Governo britânico respeite os compromissos assumidos.</P><br />
<P>O grupo anunciou ter iniciado os procedimentos de negociação previstos nos acordos bilaterais de proteção do investimento, reservando todos os direitos, incluindo o recurso à arbitragem internacional.</P><br />
<P>O Jingye indicou também que irá representar os contribuintes britânicos na tentativa de responsabilizar judicialmente o Governo do Reino Unido e a administração da British Steel, embora não tenha explicado de que forma pretende fazê-lo.</P><br />
<P>&#8220;O Reino Unido ignorou o investimento contínuo e o contributo significativo do Jingye e apenas estava disposto a oferecer uma compensação praticamente nula&#8221;, afirmou a empresa.</P><br />
<P>O Governo britânico anunciou na semana passada que será realizada uma avaliação independente para determinar se será paga alguma compensação ao Grupo Jingye.</P><br />
<P>O ministério dos Negócios e Comércio britânico justificou a nacionalização, anunciada em 17 de julho, com a necessidade de preservar milhares de postos de trabalho e proteger o interesse nacional, assegurando o fornecimento de aço produzido no país para grandes projetos de construção e para a indústria da defesa.</P><br />
<P>A British Steel produz aço em Scunthorpe há mais de 130 anos e emprega atualmente cerca de 2.700 trabalhadores.</P><br />
<P>O Grupo Jingye adquiriu a British Steel em 2020, afirmando então ter salvo a empresa da falência.</P><br />
<P>No sábado, o ministério dos Negócios Estrangeiros chinês afirmou que a forma como o Reino Unido gerir este processo influenciará diretamente a perceção dos investidores chineses sobre o ambiente de investimento britânico e a credibilidade do Governo de Londres.</P><br />
<P>A diplomacia chinesa apelou ao Reino Unido para que respeite &#8220;os princípios do mercado e o espírito contratual&#8221; e encontre uma solução para a compensação e outras questões &#8220;aceitável para ambas as partes&#8221;.</P><br />
<P>Pequim acrescentou ainda que apoia as empresas na defesa dos seus direitos e interesses legítimos através dos meios legais.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791197]]></sapo:autor>
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		<title>Mercados chineses recuperam com intervenção de fundos públicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 04:40:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As bolsas chinesas recuperaram hoje parte das fortes perdas da semana passada, após dois grandes fundos estatais anunciarem novas compras e o regulador dos mercados convocar uma reunião com os principais participantes do setor para reforçar a estabilidade financeira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As bolsas chinesas recuperaram hoje parte das fortes perdas da semana passada, após dois grandes fundos estatais anunciarem novas compras e o regulador dos mercados convocar uma reunião com os principais participantes do setor para reforçar a estabilidade financeira.</p>
<p>O índice de referência CSI 300 chegou a subir 2% nas primeiras horas da sessão, depois de ter recuado 3,6% na sexta-feira e acumulado uma perda semanal de 5,3%, a maior desde outubro de 2022, num contexto de forte correção das ações tecnológicas a nível mundial.</p>
<p>A recuperação ocorreu após a China Reform Holdings Corporation e a China Chengtong Holdings Group, duas gestoras estatais associadas à chamada &#8220;equipa nacional&#8221; (&#8220;national team&#8221;), anunciarem no domingo o reforço das suas posições em ações chinesas.</p>
<p>As duas entidades comprometeram-se igualmente a continuar a aumentar os investimentos, em particular em empresas estatais sob controlo do Governo central.</p>
<p>A China Reform Holdings revelou que uma das suas subsidiárias recorreu a mais de 50 mil milhões de yuan (cerca de 6,4 mil milhões de euros) da facilidade de &#8216;swap&#8217; do Banco Popular da China (banco central) para apoiar a estabilidade dos mercados.</p>
<p>Já a China Chengtong indicou que duas subsidiárias adquiriram recentemente ativos acionistas chineses no valor de quase 10 mil milhões de yuan (cerca de 1,3 mil milhões de euros).</p>
<p>Entretanto, a Comissão Reguladora do Mercado de Valores da China vai reunir-se hoje com empresas cotadas, corretoras e gestoras de fundos para recolher propostas destinadas a promover &#8220;um desenvolvimento estável e saudável&#8221; dos mercados de capitais, segundo a imprensa estatal.</p>
<p>As medidas surgem depois de uma vaga de vendas iniciada pelas ações chinesas ligadas à inteligência artificial (IA), que acabou por alastrar ao conjunto do mercado.</p>
<p>O índice STAR 50, que agrega empresas tecnológicas cotadas em Xangai, caiu 17% na semana passada, refletindo também as preocupações dos investidores com a pressão da oferta antes da esperada entrada em bolsa da fabricante chinesa de memória ChangXin Memory Technologies (CXMT).</p>
<p>Na sexta-feira, os fundos negociados em bolsa (ETF) habitualmente associados à chamada &#8220;equipa nacional&#8221; registaram entradas líquidas de cerca de 28 mil milhões de yuan (3,6 mil milhões de euros), o valor mais elevado desde abril de 2025.</p>
<p>O reforço da intervenção estatal faz recordar as medidas adotadas em abril do ano passado, quando Pequim mobilizou vários fundos públicos para apoiar os mercados acionistas após a forte queda provocada pelo anúncio das tarifas globais impostas pelo Presidente norte-americano, Donald Trump.</p>
<p>Nessa altura, a China Reform Holdings, a China Chengtong Holdings e o fundo soberano Central Huijin Investment comprometeram-se igualmente a adquirir ações para restaurar a confiança dos investidores.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791196]]></sapo:autor>
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		<title>Candidaturas ao ensino superior arrancam hoje com mais de 56 mil vagas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 04:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O concurso nacional de acesso ao ensino superior arranca hoje, com mais de 56 mil vagas, numa altura em que os alunos já deverão conhecer todas as classificações dos exames nacionais, após os atrasos na divulgação das pautas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O concurso nacional de acesso ao ensino superior arranca hoje, com mais de 56 mil vagas, numa altura em que os alunos já deverão conhecer todas as classificações dos exames nacionais, após os atrasos na divulgação das pautas.</P><br />
<P>A primeira fase do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior (CNAES) decorre até 06 de agosto, no &#8216;site&#8217; da Direção-Geral do Ensino Superior (DGES), e os resultados serão divulgados em 23 de agosto.</P><br />
<P>Para o próximo ano letivo, as universidades e institutos politécnicos disponibilizaram 56.790 vagas (mais 834 face ao ano passado) através do regime geral de acesso.</P><br />
<P>No dia em que arranca a primeira fase do concurso, todos os alunos finalistas do ensino secundário já deverão conhecer os resultados obtidos nos exames nacionais, após resolvidos os problemas que inviabilizaram a divulgação de algumas notas.</P><br />
<P>As pautas dos mais de 300 mil exames nacionais começaram a ser afixadas apenas na sexta-feira à noite, mas inicialmente sem todas as classificações, devido a falhas identificadas pelo Júri Nacional de Exames.</P><br />
<P>Entre as cerca de 1.400 provas que, na sexta-feira, surgiram identificadas na pauta com &#8220;suspenso&#8221;, as desconformidades resultaram, por exemplo, de exames enviados tardiamente pelas escolas, folhas de resposta incompletas ou informações em falta.</P><br />
<P>O Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (EduQA) informou, no sábado à noite, que enviaria às escolas as pautas completas para publicação a partir de domingo.</P><br />
<P>&#8220;Nenhum aluno será prejudicado no acesso ao Ensino Superior por motivos não imputáveis ao próprio&#8221;, garantiu, entretanto, o Ministério da Educação, Ciência e Inovação.</P><br />
<P>Depois de terem acesso à cópia dos respetivos exames, que será enviada pelas escolas, os alunos poderão pedir a reapreciação da prova, devendo formalizar o pedido até dois dias úteis após o período de consulta.</P><br />
<P>Os resultados dos processos de reapreciação só serão publicados a 07 de agosto, mas os alunos poderão utilizar essa classificação na primeira fase do CNAES, dispondo de três dias para alterar a candidatura ou apresentar uma nova, caso só então reúnam as condições necessárias.</P><br />
<P>Hoje termina também o prazo de inscrição para a segunda fase dos exames nacionais, que começa na terça-feira com a prova de Português.</P><br />
<P>Os alunos que queiram ir a exame na segunda fase devem inscrever-se na Plataforma de Inscrição Eletrónica em Provas e Exames, disponível em jnepiepe.dge.mec.pt.</P><br />
<P>Este foi o primeiro ano em que os exames nacionais do ensino secundário, realizados por cerca de 166 mil alunos, foram corrigidos em formato digital.</P><br />
<P>O processo, contudo, registou falhas técnicas desde o início, obrigando o Ministério da Educação a rever o calendário inicialmente previsto.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791194]]></sapo:autor>
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		<title>Exames: Equipa do Ministério da Educação convoca para hoje conferência de imprensa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2026 23:22:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Educação vai hoje dar uma conferência de imprensa sobre os exames finais nacionais do Ensino Secundário, anunciada na noite de domingo, quando as notas do 9.º ano ainda não tinham chegado a escolas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Educação vai hoje dar uma conferência de imprensa sobre os exames finais nacionais do Ensino Secundário, anunciada na noite de domingo, quando as notas do 9.º ano ainda não tinham chegado a escolas.</p>
<p>Na noite de domingo, depois de uma semana envolta em polémica por atrasos na divulgação das notas, o Ministério da Educação informou que o ministro da Educação, Fernando Alexandre, e o secretário de Estado Adjunto e da Educação, Alexandre Homem Cristo, dariam às 12:00 de hoje uma conferência de imprensa sobre os exames.</p>
<p>No domingo, uma informação do Júri Nacional de Exames (JNE) dirigida aos estabelecimentos de ensino informou que as notas das provas finais do 9.º ano, realizadas na transição dos alunos para o ensino secundário, seriam enviadas até ao final do dia às escolas para que fossem afixadas ao início da manhã de hoje, se possível até às 09:30.</p>
<p>No entanto esta noite, depois das 23:00, uma professora coordenadora de uma escola, ouvida pela Lusa, garantiu que as notas do 9.º ano ainda não tinham chegado à escola a essa hora.</p>
<p>As classificações das provas finais do ensino básico deveriam ter sido publicadas na sexta-feira, mas, nesse mesmo dia, o Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (EduQA) anunciou que isso não seria possível, por ser necessário dar prioridade aos exames nacionais, devido ao cumprimento do calendário do concurso nacional de acesso ao ensino superior, que arranca na segunda-feira.</p>
<p>No domingo o representante dos diretores escolares afirmou que as escolas estão em condições de afixar as notas das provas finais do 9.º ano esta manhã assim os ficheiros cheguem aos estabelecimentos de ensino durante a noite.</p>
<p>Quanto aos exames nacionais do secundário no domingo foram enviados às escolas os ficheiros sobre os 1.400 alunos que tinham a sua nota suspensa desde sexta-feira, quando foram afixadas as classificações.</p>
<p>O EduQa já tinha informado que tal ia acontecer e que essa suspensão se deveu à necessidade de rigor e era &#8220;a bem da transparência e equidade entre todos os alunos&#8221;.</p>
<p>A correção generalizada dos exames em formato digital, depois de uma experiência piloto no passado ano letivo, teve problemas, obrigando o Ministério a adiar os prazos inicialmente previstos.</p>
<p>As escolas só na sexta-feira à noite começaram a receber os ficheiros com as classificações das provas, e mesmo assim com mais de mil com a indicação de suspensos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791193]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismos: Número de mortos sobe para 5.208 segundo último balanço</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2026 23:02:44 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de mortos no duplo sismo que atingiu a Venezuela há quase um mês subiu para 5.208, depois das autoridades terem contabilizado mais 89 óbitos, divulgou domingo o presidente da Assembleia Nacional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O número de mortos no duplo sismo que atingiu a Venezuela há quase um mês subiu para 5.208, depois das autoridades terem contabilizado mais 89 óbitos, divulgou domingo o presidente da Assembleia Nacional.</p>
<p>De acordo com o último balanço, morreram na sequência do duplo sismo de magnitude 7,2 e 7,5 ocorrido há quase um mês na zona norte da Venezuela 5.208, contra 5.119 anteriormente anunciados.</p>
<p>Esta subida do número de falecidos resultante dos sismos acontece depois de as autoridades terem contabilizado mais 89 óbitos, informou o presidente da Assembleia Nacional (parlamento), Jorge Rodríguez.</p>
<p>Os sismos registados na Venezuela em 24 de junho causaram pelo menos 5.208 mortos e 16.740 feridos, segundo o mais recente balanço oficial. Entre os mortos, há pelo menos 120 portugueses e lusodescendentes, e outros 50 estão desaparecidos.</p>
<p>Vários países, incluindo Portugal e outros Estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</p>
<p>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</p>
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