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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Vasco Vilaça vence no Uzbequistão etapa inaugural do Mundial de triatlo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 12:35:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O português Vasco Vilaça conquistou hoje a sua primeira vitória em etapas do Mundial de triatlo, em Samarcanda, no Uzbequistão, após uma dezena de pódios.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O português Vasco Vilaça conquistou hoje a sua primeira vitória em etapas do Mundial de triatlo, em Samarcanda, no Uzbequistão, após uma dezena de pódios.</P><br />
<P>Vasco Vilaça concluiu a primeira das nove provas da edição de 2026 do Campeonato do Mundo em 01:43.33 horas, impondo-se ao alemão Henry Graf, segundo classificado a quatro segundos, e ao canadiano Charles Paquet, terceiro a oito.</P><br />
<P>Ricardo Batista, sexto em Paris2024, terminou a prova no oitavo posto, a 35 segundos do seu compatriota, que tinha sido quinto nos últimos Jogos Olímpicos, Miguel Tiago Silva terminou na 12.ª posição, a 01.15 minutos, enquanto João Nuno Batista fechou o top 20, a 2.18 minutos de Vilaça.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_754286]]></sapo:autor>
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		<title>25 Abril: Parlamento da Madeira destaca progresso da região mas oposição aponta falhas nos governos PSD</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 12:14:15 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Os seis partidos com representação no parlamento da Madeira sublinharam hoje a importância do 25 de Abril na afirmação do regime autonómico, que assinala 50 anos, e no progresso da região, mas a oposição apontou falhas na governação PSD.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os seis partidos com representação no parlamento da Madeira sublinharam hoje a importância do 25 de Abril na afirmação do regime autonómico, que assinala 50 anos, e no progresso da região, mas a oposição apontou falhas na governação PSD.</P><br />
<P>&#8220;Quando olhamos para a realidade de milhares de famílias madeirenses, percebemos que ainda existe um caminho exigente pela frente&#8221;, disse a deputada Jéssica Teles, do JPP, o maior partido da oposição regional, com 11 deputados no total de 47 que compõem o hemiciclo. </P><br />
<P>A parlamentar alertou para o elevado custo de vida no arquipélago e referiu dados oficiais que apontam para cerca de 53 mil madeirenses em risco de pobreza ou exclusão social, considerando que estas dificuldades &#8220;precisam de ser removidas urgentemente&#8221;. </P><br />
<P>Jéssica Teles falava na sessão comemorativa do 52.º aniversário do 25 de Abril, que decorreu no hemiciclo do parlamento regional, onde estão representados seis partidos &#8212; PSD, JPP, PS, Chega, CDS-PP e IL &#8211;, com maioria absoluta constituída por uma coligação entre o PSD (23 deputados) e o CDS-PP (um representante), que suporta o Governo Regional.</P><br />
<P>O líder da bancada parlamentar do PS, Paulo Cafôfo, também alertou para os 53 mil madeirenses em risco de pobreza e disse que o partido está no parlamento para &#8220;construir soluções&#8221;, lamentando que a maioria das propostas apresentadas seja depois chumbada pelas forças que suportam o executivo. </P><br />
<P>&#8220;A maioria existe para governar, não para bloquear&#8221;, sustentou, defendendo que a autonomia só faz sentido se contribuir para melhorar as condições de vida das pessoas. </P><br />
<P>O presidente do grupo parlamentar Chega, Miguel Castro, também líder da estrutura regional do partido, assumiu uma posição semelhante, afirmando que a autonomia tem de ser um instrumento de desenvolvimento, proximidade e responsabilidade, pelo que destacou a importância do escrutínio e da fiscalização dos órgãos de governo regionais. </P><br />
<P>Miguel Castro sublinhou que autonomia não existe para substituir o centralismo de Lisboa por centralismos regionais. </P><br />
<P>Já o deputado único da Iniciativa Liberal, Gonçalo Maia Camelo, disse que os 50 anos de autonomia valeram a pena e defendeu a revisão da Constituição no sentido assegurar o seu reforço, sustentando, no entanto, que &#8220;não podemos ser autonomistas para umas coisas e centralistas para outras&#8221;. </P><br />
<P>Pelo CDS-PP, a deputada única Sara Madalena, colocou enfoque nas liberdades alcançadas com o 25 de Abril e com a instituição da autonomia, sobretudo para as mulheres, e criticou os populismos e as &#8220;personagens nojentas&#8221; que evocam os tempos da ditadura. </P><br />
<P>O PSD, partido que governa a região desde 1976, agora em coligação com o CDS-PP, escolheu o deputado Ricardo Nascimento para intervir na sessão comemorativa do 25 de Abril na Assembleia Legislativa, onde estiveram três secretários regionais em representação do executivo, liderado pelo social-democrata Miguel Albuquerque. </P><br />
<P>Ricardo Nascimento, ex-presidente da Câmara Municipal da Ribeira Brava, na zona oeste da ilha, disse que a autonomia não é um privilégio, mas uma conquista do povo madeirense, que se concretizou com a Revolução dos Cravos. </P><br />
<P>&#8220;A Região Autónoma da Madeira tornou-se mais rica, moderna e plural&#8221;, afirmou, sublinhando que não se trata de um &#8220;slogan turístico&#8221;, mas de uma realidade, e referiu indicadores que apontam o crescimento da região em vários setores.</P><br />
<P>&#8220;Esta transformação foi possível graças ao papel desempenhado pela social-democracia, que consolidou e impulsionou a autonomia&#8221;, argumentou, vincando que &#8220;o PSD contribuiu para transformar a Madeira numa região moderna, competitiva e reconhecida internacionalmente&#8221;. </P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_754285]]></sapo:autor>
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		<title>I Liga: Farioli quer FC Porto dentro da &#8220;bolha azul&#8221; para os jogos finais (C/ÁUDIO E C/VÍDEO)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 12:14:13 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O treinador do FC Porto, Francesco Farioli, afirmou hoje que pretende a sua equipa imune a "vozes de fora" nas últimas quatro jornadas para manter a liderança e sagrar-se campeã da I Liga de futebol.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Serviços áudio e serviço vídeo disponíveis em www.lusa.pt ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Vila Nova de Gaia, Porto, 25 abr 2026 (Lusa) &#8211; O treinador do FC Porto, Francesco Farioli, afirmou hoje que pretende a sua equipa imune a &#8220;vozes de fora&#8221; nas últimas quatro jornadas para manter a liderança e sagrar-se campeã da I Liga de futebol.</P><br />
<P>Numa altura em que lidera o campeonato com uma distância de sete pontos para o Benfica e oito para o Sporting, embora os &#8216;leões&#8217; tenham menos um jogo realizado, o técnico italiano quer apenas olhar para o embate frente ao Estrela da Amadora, agendado para domingo.</P><br />
<P>&#8220;Como disse após o Tondela, vamos passo a passo. Estamos conectados na nossa &#8216;bolha azul&#8217;, onde a única voz de fora que ouvimos é a da família portista. Não fazemos cálculos, amanhã [no domingo] é diante do Estrela da Amadora e depois veremos&#8221;, expressou, no Olival, em conferência de antevisão à deslocação à Reboleira, da 31.ª jornada.</P><br />
<P>Farioli realçou o ambiente difícil que espera enfrentar no Estádio José Gomes, na Amadora, e lembrou a necessidade de pontos do conjunto &#8216;tricolor&#8217;, que luta pela manutenção no principal escalão, atualmente ocupando a 15.ª posição.</P><br />
<P>&#8220;É um jogo importante, complicado historicamente, mas também pelo presente. É uma equipa a lutar por pontos importantes nesta altura da época. Têm padrões de que gosto, muito trabalho feito e jogadores com qualidade individual. Temos de preparar bem o jogo, num estádio com ambiente que conhecemos bem. Temos de encarar o jogo com a atitude certa&#8221;, alertou.</P><br />
<P>Apesar da recente eliminação nas meias-finais da Taça de Portugal, na quarta-feira, perante o rival Sporting, o treinador portista garante que os jogadores estão com um &#8220;espírito certo&#8221; para encarar os próximos desafios.</P><br />
<P>&#8220;A voz do Estádio do Dragão falou bastante alto e não foi a primeira vez, tem sido algo comum sentir este apoio. Estamos focados no nosso trabalho, no que temos de fazer, no compromisso com o clube e os adeptos para dar-lhes o que merecem, só isso importa. Estamos com a energia e o espírito certo para esta corrida final&#8221;, frisou.</P><br />
<P>Sobre a falta de golos dos avançados Deniz Gül e Terem Moffi desde a lesão de Samu, em fevereiro, o técnico assume que é um dado inegável, mas voltou a mostrar confiança nos dois jogadores.</P><br />
<P>&#8220;Claro que parte da avaliação do avançado tem a ver com os golos e tem existido claramente falta de números, mas têm tido uma contribuição importante. O Deniz assistiu o Gabri Veiga frente ao Tondela. O Terem quase marcou ao Sporting. Temos de continuar a fazer as coisas e os golos vão chegar&#8221;, disse.</P><br />
<P>Martim Fernandes estará de regresso às opções, confirmou Farioli, enquanto Zaidu está indisponível por lesão, tal como Samu, Luuk de Jong e Nehuén Pérez.</P><br />
<P>O líder da I Liga, FC Porto, com 79 pontos, desloca-se ao terreno do Estrela da Amadora, 15.º, com 28, em encontro da 31.ª jornada, no domingo, a partir das 18:00, sob arbitragem de Hélder Carvalho, da associação de Santarém.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_754284]]></sapo:autor>
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		<title>25 Abril: Seguro pede aos jovens que sejam protagonistas e estejam atentos em defesa da democracia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 11:54:46 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República, António José Seguro, dirigiu-se hoje aos jovens, no seu discurso do 25 de Abril, e pediu-lhes que sejam protagonistas, não espectadores, e estejam atentos em defesa da democracia, para que não se perca.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente da República, António José Seguro, dirigiu-se hoje aos jovens, no seu discurso do 25 de Abril, e pediu-lhes que sejam protagonistas, não espectadores, e estejam atentos em defesa da democracia, para que não se perca.</P><br />
<P>&#8220;Hoje, quando vemos a democracia ser testada dentro e fora das nossas fronteiras, não podemos hesitar: ou a defendemos com coragem, ou arriscamo-nos a perdê-la em silêncio&#8221;, declarou o chefe de Estado, António José Seguro, na sessão solene comemorativa do 52.º aniversário do 25 de Abril, na Assembleia da República.</P><br />
<P>Na parte final da sua primeira intervenção, o chefe de Estado falou diretamente para os jovens, a quem pediu que &#8220;não sejam espectadores da democracia, sejam protagonistas&#8221; e &#8220;não se resignem, não se calem, não desistam&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Está nas vossas mãos defendê-la nos gestos concretos do dia a dia: quando recusam a desinformação e procuram a verdade; quando enfrentam o discurso de ódio com coragem; quando participam na vida democrática, votando, debatendo, exigindo; quando não aceitam a corrupção como inevitável; quando lutam por igualdade de oportunidades &#8212; para vós e para os outros&#8221;, disse-lhes.</P><br />
<P>O Presidente da República referiu que &#8220;a liberdade que hoje vivem foi conquistada com coragem, sacrifício e, em muitos casos, com vidas interrompidas&#8221; e aconselhou os jovens a que &#8220;não a tratem como garantida&#8221;, porque a História ensina o contrário &#8220;e o presente, em tantas partes do mundo, confirma-o todos os dias&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Cada geração tem o seu teste. Este é o vosso: garantir que a liberdade não enfraquece, não recua, não se perde. Cuidar da liberdade é exercê-la com coragem, é defendê-la com determinação, é transmiti-la inteira, e mais forte, à geração seguinte&#8221;, acrescentou.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_754272]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>25 Abril: PS elogia discurso de Seguro e critica &#8220;caricatura&#8221; feita por Aguiar-Branco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 11:54:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ *** Serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P> *** Serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***</P><br />
<P> </P><br />
<P>Lisboa, 25 abr 2026 (Lusa) &#8212; O PS elogiou hoje o discurso do chefe de Estado, destacando o combate à corrupção e a exigência de transparência na política, e criticou a &#8220;caricatura&#8221; feita pelo presidente do parlamento sobre incompatibilidades e conflito de interesses.</P><br />
<P>&#8220;Na sessão solene evocativa do 25 de Abril, o Presidente da República fez uma grande intervenção, uma extraordinária intervenção na qual o PS se revê&#8221;, declarou aos jornalistas o líder parlamentar socialista, Eurico Brilhante Dias.</P><br />
<P>Eurico Brilhante Dias considerou que António José Seguro defendeu &#8220;os valores certos da liberdade e de não permitir uma reconstrução histórica de ataque aos valores do 25 de Abril.</P><br />
<P>&#8220;A transparência na vida pública, a transparência no exercício das funções políticas e o combate à corrupção foram outros temas evocados pelo Presidente da República de forma muito acertada&#8221;, acentuou.</P><br />
<P>A este propósito, referiu depois que o PS entregou esta semana um projeto-lei para clarificar que os donativos aos partidos políticos devem ser públicos.</P><br />
<P>Já em relação ao discurso do presidente da Assembleia da República, Eurico Brilhante Dias disse que &#8220;teve partes melhores e piores&#8221;, mas fez questão de frisar que o aplaudiu no final.</P><br />
<P>Para o líder da bancada socialista, José Pedro Aguiar-Branco fez &#8220;uma certa caricatura&#8221; quanto ao trabalho que feito em torno do combate ao conflito de interesses e à transparência.</P><br />
<P>&#8220;Não é a melhor forma de enquadrar este tema. O PS está sempre disponível para revisitar este tema, mas é central para a qualidade da democracia combater o conflito de interesses e promover a transparência no exercício de cargos públicos. Por isso, estamos mais dentro da linha preconizada pelo Presidente da República e menos por um excesso de caricatura que foi apresentada pelo presidente da Assembleia da República&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>Interrogado sobre a atitude do vice-presidente da bancada socialista Pedro Delgado Alves, que virou as costas em sinal de protesto no final do discurso do presidente da Assembleia da República, Eurico Brilhante Dias respondeu: &#8220;A bancada [do PS] tem 58 deputados, acho que aquilo que acabei de dizer corresponde à esmagadora maioria daquilo que pensam os parlamentares do PS&#8221;, declarou.</P><br />
<P> </P><br />
<P>PMF // SF</P><br />
<P> </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_754271]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Irão: Chefe da diplomacia iraniana entrega a Islamabad respostas aos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 11:31:56 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O responsável pela diplomacia do Irão, Abbas Araqchi, entregou hoje em Islamabad ao chefe do exército paquistanês as respostas de Teerão às propostas dos Estados Unidos para acabar a guerra, noticiou a televisão estatal iraniana.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O responsável pela diplomacia do Irão, Abbas Araqchi, entregou hoje em Islamabad ao chefe do exército paquistanês as respostas de Teerão às propostas dos Estados Unidos para acabar a guerra, noticiou a televisão estatal iraniana.</P><br />
<P>O documento visa consolidar o cessar-fogo em vigor, embora sem haver ainda perspetivas de um encontro direto com a delegação norte-americana, que também se encontra na capital paquistanesa, Islamabad, para reuniões com as autoridades locais.</P><br />
<P>As autoridades iranianas já tinham afirmado que não têm intenção de se reunir hoje com os representantes norte-americanos, o conselheiro para o Médio Oriente, Steve Witkoff, e Jared Kushner, genro do Presidente Donald Trump.</P><br />
<P>A visita de Araqchi ao Paquistão é a primeira etapa de uma digressão regional que levará o diplomata nos próximos dias a Omã, mediador nas conversações sobre o programa nuclear iraniano, e à Rússia, o principal aliado de Teerão.</P><br />
<P>A televisão iraniana limitou-se a referir que a nota entregue por Araqchi ao general Asim Munir &#8220;é exaustiva e aborda todas as preocupações de Teerão&#8221;, sem facultar mais detalhes, segundo a agência espanhola Europa Press (EP).</P><br />
<P>Apesar da incerteza, o encontro de hoje sublinha a importância da mediação paquistanesa, com Araqchi a reunir-se com a cúpula do aparelho de segurança do Paquistão. </P><br />
<P>O chefe do exército esteve acompanhado pelo conselheiro de segurança nacional, Asim Malik, e pelo ministro do Interior, Mohsin Naqvi.</P><br />
<P>A delegação iraniana incluiu ainda o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros, Kazem Gharibabadi, o embaixador em Islamabd, Reza Amiri-Moghaddam, e o porta-voz do ministério, Esmail Baghaei.</P><br />
<P>A entrega do documento deixa antever que o Irão decidiu apostar num modelo de conversações indiretas após o fracasso da reunião de 11 e 12 de abril, que terminou sem acordo após mais de 20 horas de negociações. </P><br />
<P>Desde então, os intercâmbios têm continuado através do Paquistão, com ambas as partes a ajustarem posições para evitar uma rutura formal.</P><br />
<P>O cessar-fogo, negociado originalmente para durar duas semanas a partir de 08 de abril, foi prorrogado sem um prazo definido, criando espaço para a diplomacia, mas prolongando simultaneamente o clima de incerteza.</P><br />
<P>A guerra no Médio Oriente foi desencadeada pela ofensiva lançada pelos Estados Unidos e por Israel contra o Irão em 28 de fevereiro, quando decorriam negociações entre Washington e Teerão sobre o programa nuclear iraniano.</P><br />
<P>O Irão respondeu com ataques a interesses norte-americanos nos países da região e com o bloqueio do estreito de Ormuz, causando uma crise mundial devido à subida dos preços do petróleo.</P><br />
<P>A guerra causou já mais de cinco mil mortos, maioritariamente no Irão e no Líbano, país que foi arrastado para o conflito pelo grupo pró-iraniano Hezbollah, que atacou Israel em 02 de março.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_754270]]></sapo:autor>
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		<title>Nem Ferrari, nem supercarro: apanharam esta superestrela ao volante de um modelo que ninguém esperava</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 11:30:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Quando se pensa na garagem de Lewis Hamilton, a imagem surge quase automática: máquinas extremas, motores furiosos, linhas agressivas e modelos feitos para acelerar corações antes mesmo de acelerarem na estrada...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando se pensa na garagem de Lewis Hamilton, a imagem surge quase automática: máquinas extremas, motores furiosos, linhas agressivas e modelos feitos para acelerar corações antes mesmo de acelerarem na estrada. Ferrari, Pagani, McLaren, clássicos raros, peças de coleção. Tudo isso encaixa no retrato habitual do heptacampeão do mundo de Fórmula 1.</p>
<p>Por isso, a surpresa chegou por outro caminho.</p>
<p>Longe do ruído e sem grande encenação pública, surgiu um detalhe inesperado da vida privada de Hamilton, relatou o jornal espanhol &#8216;El País&#8217;: um carro que foge por completo ao estereótipo do supercarro exuberante. Nada de asas gigantes, postura de pista ou estética de competição. Desta vez, o nome em destaque é outro: Mercedes-Maybach Classe S.</p>
<p><strong>Uma escolha que diz muito sem fazer barulho</strong></p>
<p>Há carros feitos para chamar atenção a quilómetros de distância. E há carros que fazem o contrário: impõem-se pelo silêncio. É precisamente aí que entra o Maybach Classe S, o modelo mais exclusivo da marca alemã e uma referência absoluta no universo das grandes berlinas de luxo.</p>
<p>Com mais de 5,5 metros de comprimento, este modelo não foi pensado para bater tempos por volta nem para protagonizar arranques violentos nos semáforos. A prioridade é outra: conforto total, isolamento do mundo exterior e uma sensação de viagem que se aproxima mais de uma primeira classe sobre rodas.</p>
<p>Num universo em que muitos famosos escolhem automóveis para serem vistos, este é um carro pensado para ser vivido por dentro.</p>
<p><strong>O banco mais importante não é o do condutor</strong></p>
<p>No Maybach Classe S, o lugar nobre não está necessariamente ao volante. A zona traseira foi desenhada como um espaço independente, quase como uma sala privada em movimento.</p>
<p>Os bancos reclinam, a climatização é individual, os materiais são de topo e o silêncio dentro da cabine torna-se parte da experiência. O objetivo não é impressionar pela brutalidade mecânica, mas pelo refinamento contínuo.</p>
<p>Há sistemas de massagem, iluminação ambiente configurável, tecnologia de infoentretenimento avançada e uma atenção obsessiva ao detalhe. Tudo foi pensado para transformar deslocações longas em viagens suaves e sem esforço.</p>
<p><strong>Debaixo do capô, o luxo continua</strong></p>
<p>Mesmo sendo um carro centrado no conforto, não lhe falta músculo. Esta versão utiliza um motor V12 de 6,0 litros com mais de 600 cavalos. Só que, ao contrário do que acontece num superdesportivo, aqui a potência não entra em cena para intimidar.</p>
<p>Serve antes para garantir aceleração progressiva, suavidade absoluta e ausência quase total de vibrações. Em vez de explosão, há deslize. Em vez de dramatismo, há serenidade mecânica.</p>
<p>É um carro rápido, mas sem necessidade de o provar.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="en" dir="ltr">Lewis Hamilton taking his limited-edition Mercedes Maybach designed by Virgil Abloh out for a spin in LA. <a href="https://t.co/KLJAR9sQLm">pic.twitter.com/KLJAR9sQLm</a></p>
<p>&mdash; deni (@fiagirly) <a href="https://twitter.com/fiagirly/status/2044727808975356017?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">April 16, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p><strong>A edição que poucos podem ter</strong></p>
<p>O exemplar associado a Hamilton torna tudo ainda mais raro. Trata-se da edição criada em colaboração com Virgil Abloh, designer influente da moda e cultura contemporânea, desaparecido em 2021.</p>
<p>Foram produzidas apenas 150 unidades em todo o mundo, cada uma numerada e com elementos exclusivos que cruzam a identidade visual da Maybach com a assinatura criativa de Abloh.</p>
<p>O acabamento bicolor é uma das marcas mais reconhecíveis desta versão: preto na parte superior, tom areia na inferior, numa combinação elegante que foge ao excesso sem perder presença. O interior segue a mesma lógica, com contrastes claros e escuros cuidadosamente equilibrados.</p>
<p>Cada unidade foi ainda entregue com objetos personalizados, incluindo caixa de apresentação, réplica em escala e detalhes próprios desta série limitada.</p>
<p><strong>Porque surpreende tanto?</strong></p>
<p>Porque Hamilton construiu também uma imagem pública ligada à velocidade pura, à paixão por carros extremos e à cultura automóvel mais emocional. Ao lado de Ferrari históricas ou hipercarros radicais, este Maybach parece quase uma pausa.</p>
<p>Mas talvez revele precisamente outra fase. Menos espetáculo, mais substância. Menos necessidade de provar, mais vontade de escolher.</p>
<p>E não está sozinho. Nomes como Erling Haaland e Vinícius Júnior também surgem ligados a esta edição, sinal de que entre algumas superestrelas começa a crescer outro tipo de luxo: o de se destacar sem gritar.</p>
<p>No fundo, o carro inesperado na garagem de Lewis Hamilton talvez seja isso mesmo — uma lembrança de que o verdadeiro estatuto nem sempre faz barulho.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_753363]]></sapo:autor>
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		<title>25 Abril: Seguro alerta que a liberdade &#8220;desaparece aos poucos&#8221; e defende transparência nos donativos políticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 11:30:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República, António José Seguro, alertou hoje que a liberdade "desaparece aos poucos", e não de uma só vez, e defendeu transparência quanto aos donativos políticos e o escrutínio das novas tecnologias.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente da República, António José Seguro, alertou hoje que a liberdade &#8220;desaparece aos poucos&#8221;, e não de uma só vez, e defendeu transparência quanto aos donativos políticos e o escrutínio das novas tecnologias.</P><br />
<P>Na sua primeira intervenção como Presidente da República no 25 de Abril, António José Seguro defendeu também justiça célere, prioridade ao combate à corrupção e criticou as desigualdades salariais entre homens e mulheres.</P><br />
<P>Centrando o seu discurso na importância da liberdade nos vários domínios da sociedade, o chefe de Estado defendeu que &#8220;a liberdade também exige responsabilidade e instituições íntegras&#8221; e &#8220;transparência no exercício dos cargos públicos&#8221;, e tomou posição no atual debate sobre o acesso à identidade de quem faz donativos políticos.</P><br />
<P>&#8220;A transparência nos donativos políticos é essencial para garantir uma democracia saudável e justa. Quando o financiamento é claro e acessível, os cidadãos conseguem compreender quem apoia quem e com que interesses. Tornar públicos os donativos não é uma questão administrativa, é um compromisso com a ética e respeito pelos portugueses, porque onde há opacidade cresce a suspeita, onde há clareza fortalece-se a legitimidade&#8221;, argumentou.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_754269]]></sapo:autor>
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		<title>25 Abril: Aguiar-Branco aponta exemplo da jovem Lua Afonso, da Serra da Estrela até à NASA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 11:05:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[ Lisboa, 25 abr 2026 (Lusa) -- O presidente da Assembleia da República divulgou hoje o "brilhante" percurso académico de Lua Afonso, estudante da Covilhã com 20 valores em todas as disciplinas e exames, que vai representar a Europa numa final promovida pela NASA.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P> O presidente da Assembleia da República divulgou hoje o &#8220;brilhante&#8221; percurso académico de Lua Afonso, estudante da Covilhã com 20 valores em todas as disciplinas e exames, que vai representar a Europa numa final promovida pela NASA.</P><br />
<P>Esta nota sobre a aluna de 18 anos da Escola Secundária das Palmeiras, na Covilhã, foi realçada por José Pedro Aguiar-Branco no final do seu discurso na sessão comemorativa do 25 de Abril no parlamento.</P><br />
<P>Segundo o presidente do parlamento, Lua Afonso é uma aluna &#8220;brilhante, com 20 valores a todas as disciplinas e exames nacionais&#8221;, sendo também pianista e atleta de competição.</P><br />
<P>&#8220;Integra a Seleção Nacional de Skyrunning e venceu o Concurso Nacional de Leitura. Além de tudo isto, estará, no próximo verão, nos Estados Unidos, a representar a Europa na final mundial da International Space Design Competition, uma iniciativa da NASA&#8221;, referiu.</P><br />
<P>José Pedro Aguiar-Branco disse depois que a jovem não pôde estar hoje presente na sessão solene do 25 de Abril no parlamento por se encontrar em Ponte de Sor, num projeto da Agência Espacial Portuguesa.</P><br />
<P> &#8220;Mas escreveu-me, a falar de tudo isto. Do seu percurso, desde a serra da Estrela à descoberta do espaço. Do valor que dá à liberdade, ao trabalho e à responsabilidade. E do desejo que tem de contribuir para a participação pública dos jovens&#8221;, revelou.</P><br />
<P>Para o presidente da Assembleia da República, o 25 de Abril, &#8220;data maior da democracia, não deve perder-se, apenas, em debates sobre o passado, em balanços e comparações, juízos e opiniões&#8221;.</P><br />
<P> &#8220;O 25 de abril é presente e futuro. Cumpre-se, quando jovens como a Lua Afonso, que terá um futuro e uma carreira brilhante pela frente, encontram espaço para participar na política. Porque o serviço público não pode dispensar os melhores&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_754268]]></sapo:autor>
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		<title>Se a IA nos tirar o emprego, o que sobra? Musk tem uma teoria — e ela não tranquiliza toda a gente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 11:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante muito tempo, o futuro foi imaginado como um lugar com carros voadores, cidades suspensas e máquinas extraordinárias. Agora começa a ganhar outra forma, mais silenciosa e talvez mais desconcertante: um mundo em que o trabalho humano deixa de ser necessário...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante muito tempo, o futuro foi imaginado como um lugar com carros voadores, cidades suspensas e máquinas extraordinárias. Agora começa a ganhar outra forma, mais silenciosa e talvez mais desconcertante: um mundo em que o trabalho humano deixa de ser necessário. </p>
<p>Foi essa imagem que Elon Musk voltou a pôr em circulação ao defender, numa publicação no X, que a melhor resposta ao desemprego provocado pela inteligência artificial será um &#8216;rendimento universal elevado&#8217;, pago pelo governo federal. Na mensagem, escreveu que a IA e a robótica vão produzir tantos bens e serviços que esse aumento de dinheiro em circulação não provocará inflação.</p>
<p>A ideia, dita assim, parece simples. As máquinas trabalham. As pessoas recebem. A economia continua a girar. Mas o que fica por resolver é tudo o resto.</p>
<p><strong>Um futuro com mais dinheiro e menos função</strong></p>
<p>Musk imagina um futuro em que a IA faz o trabalho e o Estado passa cheques para compensar os empregos perdidos. A ideia parece simples no papel, mas tocou num nervo imediato: se as máquinas ficarem com a função, o que sobra para as pessoas? Nas respostas à publicação, houve quem visse liberdade. Houve também quem visse outra coisa — dias sem estrutura, uma vida sem utilidade clara e a sensação de que o salário pode continuar a entrar mesmo quando o lugar de cada um no mundo começa a ficar mais difícil de explicar.</p>
<p><strong>A promessa de abundância</strong></p>
<p>Musk não falou em sobrevivência mínima. Falou em rendimento elevado. A nuance muda tudo. Não é a imagem de uma sociedade a garantir o básico a quem ficou para trás. É a imagem de uma sociedade em que a produção automatizada se torna tão intensa que o trabalho humano deixa de ser a peça central do sistema. A &#8216;Business Insider&#8217; sublinhou esse ponto ao notar que Musk foi além da ideia clássica de rendimento básico universal e apontou para um cenário de abundância sustentada por IA e robótica.</p>
<p>É uma visão que, vista ao longe, parece quase confortável. Menos ansiedade salarial, menos dependência do emprego, mais tempo livre, mais automação, mais eficiência. Só que o brilho dessa promessa esbarra depressa numa pergunta antiga: o que acontece a uma sociedade quando deixa de precisar do esforço humano para funcionar como sempre funcionou?</p>
<p><strong>As respostas que vieram do desconforto</strong></p>
<p>Foi isso que se sentiu nas reações reunidas pela &#8216;UNILAD Tech&#8217;. Houve quem visse na proposta um caminho para o tédio, quem receasse uma vida sem estrutura, quem perguntasse quem controlaria esse dinheiro e quem suspeitasse que uma abundância produzida por máquinas não resolveria automaticamente os problemas mais humanos. O ruído à volta da ideia mostrou uma coisa simples: a ansiedade sobre a IA já não é apenas laboral. É existencial, doméstica, quotidiana.</p>
<p>No fundo, o desconforto nasce de uma imagem muito concreta. Manhãs sem destino obrigatório. Dias inteiros sem função definida. Tempo livre em excesso, mas sem o contorno que antes lhe era dado pelo trabalho. Aquilo que durante décadas foi vendido como sonho pode começar a soar, de repente, a desorientação.</p>
<p><strong>O mundo que Musk já está a imaginar</strong></p>
<p>Não é a primeira vez que Musk descreve horizontes deste género. Numa conversa publicada em fevereiro no podcast de Dwarkesh Patel, afirmou que, dentro de 36 meses, ou talvez até 30, o lugar economicamente mais atraente para instalar IA será o espaço. A frase parecia saída de uma fantasia tecnológica, mas ajuda a perceber a escala do mundo que ele diz ver aproximar-se: uma infraestrutura de inteligência artificial tão grande, tão exigente e tão central que até a Terra começaria a parecer apertada.</p>
<p>Essa ambição dá outra luz à proposta do &#8216;rendimento universal elevado&#8217;. Não aparece como uma frase isolada, mas como parte de uma visão muito maior, em que a automação se expande de forma tão profunda que o emprego, tal como o conhecemos, deixa de organizar a sociedade. Primeiro mudam as ferramentas. Depois mudam as empresas. Depois mudam os empregos. E, a certa altura, muda a própria ideia de vida adulta.</p>
<p><strong>O que sobra quando o trabalho sai do centro</strong></p>
<p>Talvez seja isso que torna este debate tão agarrado ao presente. A inteligência artificial ainda não acabou com o trabalho humano em massa, mas a simples hipótese já chega para pôr em causa uma das ideias mais antigas das sociedades modernas: a de que trabalhar é o eixo à volta do qual se constrói quase tudo. Se esse eixo vacilar, não muda apenas a folha salarial. Muda a arquitetura da vida.</p>
<p>Musk olha para esse futuro e vê abundância. Muita gente olha para o mesmo horizonte e vê outra coisa: uma espécie de conforto sem centro, um mundo mais fácil de sustentar materialmente, mas talvez mais difícil de habitar por dentro. E é por isso que a pergunta fica no ar, mesmo depois de terminarem as contas, as previsões e as promessas de eficiência: se a IA fizer o trabalho todo, o que acontece ao resto de nós?</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_753354]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Quase 240 detidos por tentarem preparar ação militar dos EUA e Israel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 10:53:31 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[As autoridades iranianas detiveram 239 pessoas acusadas de preparar o terreno para uma ação militar dos Estados Unidos e de Israel no âmbito da guerra contra o país, anunciou hoje a Guarda Revolucionária.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As autoridades iranianas detiveram 239 pessoas acusadas de preparar o terreno para uma ação militar dos Estados Unidos e de Israel no âmbito da guerra contra o país, anunciou hoje a Guarda Revolucionária.</P><br />
<P>As detenções ocorrerem nas províncias de Kermanshah (oeste) e Curdistão (noroeste), precisou a guarda ideológica do regime iraniano num comunicado divulgado pela agência Mehr.</P><br />
<P>Os detidos integravam &#8220;várias equipas afiliadas a grupos antirrevolucionários apoiados pelos Estados Unidos e pelo regime sionista&#8221;, afirmou a Guarda Revolucionária.</P><br />
<P>As equipas em causa &#8220;procuravam preparar o terreno para um ataque militar a partir do oeste do país&#8221;, referiu, segundo a agência de notícias espanhola EFE</P><br />
<P>&#8220;Foram identificadas e desarticuladas&#8221;, assegurou a mesma força.</P><br />
<P>Na província do Curdistão, foram detidas 84 pessoas, entre as quais membros de grupos separatistas curdos e opositores ao regime, em operações distintas que resultaram numa morte.</P><br />
<P>Nestas rusgas, foram apreendidas armas pesadas, incluindo lança-foguetes RPG, munições e explosivos.</P><br />
<P>Na província de Kermanshah, a Guarda Revolucionária deteve 155 pessoas que, segundo indicou, pertenciam a grupos opositores, incluindo quatro supostos espiões alegadamente ligados ao serviço de inteligência israelita Mossad.</P><br />
<P>De acordo com as autoridades, sete dos detidos estariam implicados no fabrico de bombas artesanais e na aquisição de armas ilegais para atacar instalações governamentais e militares.</P><br />
<P>Desde o início da guerra com Israel e os Estados Unidos, em 28 de fevereiro, o Irão lançou uma campanha de detenções em massa de alegados opositores ou espiões dos dois países inimigos.</P><br />
<P>A República Islâmica executou cinco pessoas esta semana por supostas ligações a Israel, incluindo um homem que participou nos protestos de janeiro.</P><br />
<P>Os Estados Unidos e Israel lançaram uma ofensiva militar de grande envergadura contra o Irão numa altura em que decorriam negociações entre Washington e Teerão sobre o programa nuclear iraniano.</P><br />
<P>O Irão respondeu com ataques a interesses norte-americanos nos países da região e com o bloqueio do estreito de Ormuz, causando uma crise mundial devido à subida dos preços do petróleo.</P><br />
<P>Washington e Teerão concordaram com uma trégua para tentar acabar com a guerra, sendo esperadas novas rondas de contactos durante o fim de semana no Paquistão, país que tem mediado as conversações.</P><br />
<P>A guerra desencadeada pela ofensiva israelo-americana causou mais de cinco mil mortos, maioritariamente no Irão e no Líbano, país que foi arrastado para o conflito pelo grupo pró-iraniano Hezbollah, que atacou Israel em 02 de março. </P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_754267]]></sapo:autor>
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		<title>25 Abril: Aguiar-Branco avisa que remédios populistas fecham a política e tornam-na elitista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 10:48:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[ Lisboa, 25 abr 2026 (Lusa) -- O presidente da Assembleia da República criticou hoje a proliferação de legislação para limitar o exercício de cargos políticos, advertiu que os remédios populistas fecham a política e defendeu que o serviço público precisa dos melhores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P> O presidente da Assembleia da República criticou hoje a proliferação de legislação para limitar o exercício de cargos políticos, advertiu que os remédios populistas fecham a política e defendeu que o serviço público precisa dos melhores.</P><br />
<P>&#8220;Os remédios populistas não abrem a política, fecham-na. Os remédios populistas não popularizam a política, fazem-na mais elitista&#8221;, avisou José Pedro Aguiar-Branco no discurso que proferiu na sessão solene do 25 de Abril no parlamento e que antecedeu o do chefe de Estado, António José Seguro.</P><br />
<P>Na sua intervenção, o presidente do parlamento assinalou que &#8220;há um discurso fácil, contra a política e contra o sistema, que pode pendurar-se na desconfiança e fazê-la crescer&#8221;.</P><br />
<P>E sugeriu mesmo que é altura de admitir a possibilidade de &#8220;o problema português não ser a Constituição, o capitalismo, o regime, as instituições ou funcionamento da democracia&#8221;, mas que pode estar nos próprios políticos.</P><br />
<P>&#8220;Na ideia tão propagada e generalizada em discursos mais populistas (ou populares) de que há uma casta, às vezes chamada de elite&#8221;, referiu. </P><br />
<P> Ora, para José Pedro Aguiar-Branco, o regime de incompatibilidades para titulares de cargos políticos em vigor, efetivamente, &#8220;obriga à profissionalização dos políticos&#8221;. </P><br />
<P> &#8220;De facto, temos cada vez mais políticos que começaram nas juventudes partidárias e continuaram a carreira sem nunca, diz-se, conhecer o dito país real. Sim, de facto, temos cada vez mais dificuldades em atrair talento para a política&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Ainda neste contexto, o presidente da Assembleia da República criticou que, para combater problemas reputacionais da política, se repitam &#8220;chavões: É preciso combater os conflitos de interesses; é preciso acabar com as portas giratórias, é preciso exigir transparência, é preciso acabar com a pouca-vergonha das mordomias dos políticos&#8221;.</P><br />
<P> &#8220;De repente, discutir o aumento da remuneração dos políticos passou a ser um assunto proibido. Um tema de que não falamos, porque não é popular. Esquecemos um velho princípio democrático, que vem desde os tempos de Péricles, que o serviço público, para atrair os melhores e para ser acessível a todos, ricos e pobres, deve remunerar bem&#8221;, avisou.</P><br />
<P>Apontou, depois, um exemplo em concreto relativamente ao caráter nefasto de algumas mudanças introduzidas nos últimos anos em termos legislativos.</P><br />
<P>&#8220;Quisemos acabar com as portas giratórias, porque, imagine-se, era inadmissível que alguém fosse trabalhar para o setor privado depois de ter estado no serviço público. E, de repente, temos outras portas giratórias entre gabinetes e parlamento, parlamento e governos, governos e administração pública, assessorias e órgãos do estado&#8221;, disse.</P><br />
<P> Ou seja, &#8220;em Portugal, temos uma alternância quase plena. Nós alternamo-nos a nós próprios&#8221;. O presidente do parlamentou foi ainda mais longe: &#8220;Quisemos acabar com os conflitos de interesse e criámos um regime de incompatibilidades que, na prática, impossibilita alguém de tutelar a área que conhece e em que trabalhou toda a vida&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Não bastava declararmos rendimentos. Era preciso declarar publicamente se a mulher ou marido é rico, se o primo é pobre, se o enteado é empresário. Se a casa tem elevador, quantas casas de banho, se tem empréstimo, se o empréstimo é com taxa fixa, se é bonificado&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>José Pedro Aguiar-Branco lamentou por isso que, tantas vezes, a vida política se tenha tornado &#8220;num reality show&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;E fomos aceitando a ideia de que os políticos estão sempre a esconder qualquer coisa&#8221;, declarou antes de apontar uma contradição:  &#8220;Os políticos que defenderam e advogaram a presunção de inocência para os cidadãos do dito país real, são os mesmos que defendem e advogam a presunção de culpabilidade para todos os políticos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O resultado de tudo isto não é uma política mais aberta à sociedade, é o entrincheiramento da política, a política fechada sobre si mesma, a política, a conversar consigo mesma&#8221;, advogou.</P><br />
<P>Em contraponto, segundo o presidente da Assembleia da República, &#8220;a política precisa de &#8220;pessoas de áreas diferentes, com experiências, percursos e origens diferentes&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Porque a nossa democracia é, felizmente, interclassista&#8221;, concluiu.</P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_754266]]></sapo:autor>
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		<title>25 Abril: PSD defende que cumprir Abril &#8220;é dizer não&#8221; aos populismos de &#8220;direita e de esquerda&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 10:45:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O líder parlamentar do PSD defendeu hoje que cumprir Abril "é dizer não aos populismos de direita e de esquerda" e assumir o espaço político da moderação, em que situou a maioria que suporta o atual Governo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O líder parlamentar do PSD defendeu hoje que cumprir Abril &#8220;é dizer não aos populismos de direita e de esquerda&#8221; e assumir o espaço político da moderação, em que situou a maioria que suporta o atual Governo.</P><br />
<P>Na sessão solene comemorativa do 52.º aniversário do 25 de Abril de 1974 no parlamento, Hugo Soares saudou a coragem dos que fizeram a Revolução e citou o histórico socialista Manuel Alegre &#8212; &#8220;há sempre alguém que resiste, há sempre alguém que diz não&#8221; &#8212; para reclamar atualmente essa coragem.</P><br />
<P>&#8220;Hoje somos nós a dizer não. Dizer não aos populismos. De direita e de esquerda. Dizer não ao radicalismo. Venha de onde vier&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>O líder parlamentar do PSD apontou que, no atual parlamento escolhido pelo povo &#8212; &#8220;que é sempre quem mais ordena&#8221; &#8212; em que existe &#8220;uma esquerda cada vez mais preconceituosa e uma direita cada vez mais radicalizada, o humanismo transformador, o humanismo transformador está mesmo na moderação&#8221;</P><br />
<P>&#8220;Na nossa moderação. Porque moderação também é cumprir Abril, a nossa moderação é para cumprir abril&#8221;, defendeu.</P><br />
<P>Hugo Soares, que falou imediatamente a seguir a André Ventura, fez uma referência implícita aos cravos verdes com que os deputados do Chega se apresentaram na sessão.</P><br />
<P>&#8220;Abril não é dos cravos verdes nem dos cravos vermelhos, Abril é da bandeira de Portugal, é de Portugal&#8221;, disse.</P><br />
<P>Hugo Soares defendeu que hoje são necessárias &#8220;novas formas de coragem&#8221;: &#8220;Hoje como antes, a coragem não está em aderir ao pensamento dominante. Hoje como antes, não está em acompanhar modas ou tendências. Hoje, a coragem está em enfrentar os extremismos, a demagogia e os divisionismos&#8221;, considerou.</P><br />
<P>Para o dirigente do PSD, &#8220;o democrata pleno é o que festeja o 25  Abril, e celebra, sem dúvidas, o 25 de Novembro&#8221;, é o que &#8220;saúda e agradece aos capitães de Abril, mas não esquece a memória de Pires Veloso e Jaime Neves&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O democrata pleno combate o radicalismo, mas aceita o veredicto do povo. O povo não é o que nos convém. O povo é sempre soberano&#8221;, vincou, acrescentando que &#8220;o democrata inteiro é o moderado, que não polariza, não divide, antes junta, soma, agrega&#8221;, &#8220;aceita a diferença e não se arroga dono da liberdade&#8221;.</P><br />
<P>O líder parlamentar do PSD apelou ainda a que os políticos se possam &#8220;despir de preconceitos ideológicos que só tribalizam&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A ala esquerda tem medo da palavra pátria. A ala direita baniu a palavra humanismo. A ala esquerda receia a palavra autoridade. A ala direita parece esquecer a doutrina social da Igreja e o respeito ao próximo&#8221;, lamentou.</P><br />
<P>Hugo Soares recordou o falecido dirigente do PSD Nuno Morais Sarmento, que dizia que &#8220;Abril não é Revolução, mas evolução&#8221;, para defender que além de dizer não aos populismos, também são precisas respostas afirmativas para &#8220;vencer o imobilismo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Para vencer o marasmo, romper a mansidão, também é preciso dizer sim. Sim, a baixar os impostos sobre os trabalhadores (em especial os jovens) e sobre as empresas. Sim, a aumentar salários e pensões e a aumentar o Complemento Social para Idosos e acabar com injustiças na sua atribuição&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>O líder parlamentar defendeu também que a atual maioria reforçou &#8220;a autoridade dos professores na escola pública e a sua qualidade&#8221;, garantiu &#8220;o acesso a todos ao SNS&#8221;, sem &#8220;desperdiçar a capacidade instalada do setor social e do setor privado&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Dizer sim a receber com humanismo quem nos procura, regulando a emigração. Sim ao diálogo. São já mais de acordos 40 com representantes dos trabalhadores da administração pública, um acordo tripartido na concertação social e muito diálogo no parlamento&#8221;, sublinhou, considerando que &#8220;também é preciso coragem para dizer sim&#8221;.</P><br />
<P>Hugo Soares terminou a sua intervenção a citar letras de Jorge Palma, Paulo de Carvalho ou Zeca Afonso, mas também a &#8220;Pedra Filosofal&#8221;, de Manuel Freire, bem como o ator Ruy de Carvalho.</P><br />
<P>&#8220;Acima de tudo, a democracia e a liberdade são as coisas mais belas que um homem pode ter. Por isso é que não entendo ser possível&#8230;não ser democrata&#8221;, citou.</P><br />
<P></P></p>
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		<title>25 Abril: Tavares apela a grito pela República contra &#8220;cravos geneticamente modificados&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 10:35:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O porta-voz do Livre Rui Tavares apelou hoje a um grito pela República e pela democracia conquistada após o 25 de Abril de 1974, contra "cravos geneticamente modificados", numa referência ao Chega.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O porta-voz do Livre Rui Tavares apelou hoje a um grito pela República e pela democracia conquistada após o 25 de Abril de 1974, contra &#8220;cravos geneticamente modificados&#8221;, numa referência ao Chega.</P><br />
<P>&#8220;Lancemos hoje nós também o nosso grito de «Viva a República», mas em saudação da coragem daqueles que resistiram, e do povo que está com a democracia e que vai sempre levar de vencida qualquer tentativa de impor mentiras ou distorções ou cravos geneticamente modificados perante a história do 25 de Abril&#8221;, apelou Rui Tavares, na sessão solene comemorativa dos 52 anos da Revolução dos Cravos.</P><br />
<P>A referência aos cravos &#8220;geneticamente modificados&#8221; dirigiu-se ao Chega, que escolheu levar para plenário flores num tom verde, ao invés dos vermelhos, símbolo da revolução.</P><br />
<P>Durante o seu discurso, Rui Tavares abordou também o impasse sobre a construção do Centro Interpretativo do 25 de Abril, inicialmente pensado para o Terreiro do Paço, em Lisboa, localização que o Governo já afastou.</P><br />
<P>Em cima da mesa, de acordo com o executivo, está a hipótese de localizar este centro na Pontinha, concelho de Odivelas, onde se encontra o edifício do posto de comando do Movimento das Forças Armadas (MFA).</P><br />
<P>&#8220;O 25 de Abril merece estar no centro simbólico do nosso Estado. O 25 de Abril merece estar no sítio certo, no sítio decisivo da nossa história&#8221;, afirmou, apelando à assinatura de uma petição lançada pelo Livre para que este centro seja construído no Terreiro do Paço.</P><br />
<P>Durante cerca de sete minutos, numa espécie aula de história, Rui Tavares recuou ao período pré-ditadura militar, instaurada em 1926, que derrubou a 1.ª República, tendo mais tarde sido instaurado no país o período do Estado Novo.</P><br />
<P>&#8220;Eles e elas, há 100 anos, nesta casa, não sabiam que viria aí a ditadura mais longa da Europa Ocidental&#8221;, alertou.</P><br />
<P>À época, de acordo com Rui Tavares, o parlamento &#8220;estava há um mês para aprovar o novo contrato dos tabacos, que valia 10% do orçamento nacional na altura&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;E isso foi o suficiente para que todos os partidos estivessem desavindos e nenhum quisesse apoiar o Governo. E que a certa altura o Presidente do Congresso da República de então decidisse que o Governo não viria mais ao parlamento, tal era a forma ostensiva e agressiva com que ele era tratado&#8221;, lembrou.</P><br />
<P>Tavares salientou que &#8220;ninguém se entendeu e o parlamento estava num caos quando veio não um, mas dois golpes no dia 28 de maio&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;No dia 31 de Maio de 1926, deixámos de ter parlamento legitimamente eleito durante 49 anos. Era impossível na altura imaginar que isto sucederia assim&#8221;, realçou, naquele que pareceu ser um aviso aos deputados que o ouviam.</P><br />
<P>Lembrando que &#8220;a ditadura e depois o Estado Novo nasceram na corrupção e no clientelismo&#8221; e que este período foi violento e repressivo, Tavares recordou ainda a revolta de 1927 em Lisboa, que se seguiu a outra no Porto e &#8220;ficou conhecida como a revolta do remorso&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;E aí estavam, vejam só, todos os políticos que tinham estado desavindos antes, porque depois tinham o remorso de terem deixado perder a República, de não terem tido o sentido de responsabilidade e de memória suficiente para preservar a República contra a ditadura que aí veio&#8221;, avisou.</P><br />
<P> </P></p>
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		<title>25 Abril: PS diz que liberdade sem vida decente é incompleta e opõe-se à perda de direitos laborais</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 10:32:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral do PS defendeu hoje que "a liberdade sem uma vida decente é incompleta", reiterando a oposição à "revisão dos direitos constitucionais dos trabalhadores", e considerou que o sistema judicial precisa de reforma.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário-geral do PS defendeu hoje que &#8220;a liberdade sem uma vida decente é incompleta&#8221;, reiterando a oposição à &#8220;revisão dos direitos constitucionais dos trabalhadores&#8221;, e considerou que o sistema judicial precisa de reforma.</P><br />
<P>&#8220;O progresso económico só tem sentido quando serve as pessoas. A liberdade sem uma vida decente é incompleta. Abril continua atual nos desafios de hoje: na habitação, na saúde, na educação, no acesso à cultura e ao conhecimento, na economia e nos rendimentos&#8221;, defendeu José Luís Carneiro na sessão solene comemorativa dos 52 anos do 25 de Abril, que decorre no parlamento.</P><br />
<P>Para o líder do PS, é preciso estimular o crescimento económico, &#8220;mas tal não justifica a revisão dos direitos constitucionais dos trabalhadores&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Só podem contar com a nossa oposição as políticas em curso nesse sentido porque nós somos a alternativa credível e de confiança para servir Portugal&#8221;, reiterou, numa altura em que se mantém o impasse sobre o pacote laboral.</P><br />
<P>Considerando que a arquitetura constitucional &#8220;tem proporcionado décadas de estabilidade institucional&#8221;, Carneiro defendeu que o sistema judicial é &#8220;um pilar que carece de obras de conservação e de reforma&#8221; para &#8220;travar a crescente erosão da confiança pública no seu funcionamento&#8221;.</P><br />
<P>Carneiro afirmou que apesar do orgulho do partido em ter &#8220;contribuído para o maior salto de qualificação dos portugueses&#8221; na sequência do 25 de Abril, &#8220;há desigualdades que persistem e outras que se agravam, um crescimento económico débil e dificuldades às quais é necessário responder&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O custo de vida em geral e da habitação em particular. A instabilidade e a insegurança nas respostas da saúde. O que mostra que a justiça social é uma conquista de todos os dias e não um legado cristalizado&#8221;, apontou.</P><br />
<P>Para o líder do PS, &#8220;durante a ditadura, o país teimosamente persistia na guerra colonial&#8221;, com os jovens a receber &#8220;guia de marcha para combater numa guerra perdida e sem sentido&#8221; porque a &#8220;solução tinha de ser política e nunca militar&#8221;.</P><br />
<P>Segundo Carneiro, &#8220;a teimosia colonialista&#8221; levou Portugal &#8220;para 13 anos de guerra&#8221; e foi &#8220;responsável por milhares de mortos e feridos&#8221;, com &#8220;sequelas que ainda hoje perduram na vida de tantas famílias&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Nunca devemos esquecer: sempre que damos uma mão à guerra e nos tornamos cúmplices dela, também seremos parte das suas vítimas&#8221;, considerou.</P><br />
<P>O líder do PS deixou ainda uma palavra para a diáspora, &#8220;um dos ativos mais preciosos de Portugal&#8221; que &#8220;exige certamente outra prioridade política&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A nossa política externa tem de dar outra prioridade a este projeto coletivo, que tem de ser um dos motores na defesa e projeção da língua, da cultura e das relações de cooperação técnica e económica com a África, a América e a Ásia&#8221;, defendeu, referindo-se às relações com os países de língua portuguesa.</P><br />
<P>No seu primeiro 25 de Abril como secretário-geral do PS, Carneiro terminou a sua intervenção avisando que &#8220;a liberdade não se oferece, a liberdade conquista-se&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A democracia não é um prémio. Como disse Mário Soares, &#8216;ela não tem pais porque somos &#8212; todos nós &#8212; que a fazemos todos os dias'&#8221;, avisou, um discurso que tinha começado com uma citação de Manuel Alegre: &#8220;Foram dias, foram anos a esperar por um só dia&#8221;.</P><br />
<P> </P></p>
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		<title>25 Abril: IL diz que Portugal tornou-se um &#8220;lamaçal de ressentimento&#8221; e pede coragem política</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 10:28:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A presidente da IL afirmou hoje que Portugal tornou-se um país esquecido e um "lamaçal de ressentimento" e pediu mudanças "sem medo e sem donos", argumentando que "os portugueses já indicaram o caminho" e falta apenas "coragem política".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A presidente da IL afirmou hoje que Portugal tornou-se um país esquecido e um &#8220;lamaçal de ressentimento&#8221; e pediu mudanças &#8220;sem medo e sem donos&#8221;, argumentando que &#8220;os portugueses já indicaram o caminho&#8221; e falta apenas &#8220;coragem política&#8221;.</P><br />
<P>Num discurso na sessão solene comemorativa do 52.º aniversário do 25 de Abril de 1974, Mariana Leitão afirmou que a Revolução dos Cravos &#8220;não foi uma imposição política&#8221; e que os portugueses anteciparam a data da &#8220;maneira que lhes era possível, indo embora&#8221; do país para &#8220;viver nas democracias europeias e liberais&#8221;.</P><br />
<P>A líder da IL frisou que &#8220;é hoje reconhecido que a revolução portuguesa do 25 de Abril foi o início da terceira vaga de democratização que varreu o mundo até ao final do século XX&#8221;, mas que o país não valoriza esse feito por serem &#8220;tantas as vezes&#8221; em que se lamenta por &#8220;já não estar na vanguarda do mundo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Mas reconhecer este feito é também reconhecer que, a partir de determinada altura, estagnámos, deixámos a dianteira, de ser um exemplo a seguir, de indicar um caminho. Voltámos a ser ignorados. Um país esquecido, estagnado, inerte, um pântano que cedo se tornou num lamaçal de ressentimento&#8221;, lamentou.</P><br />
<P>Mariana Leitão criticou também os &#8220;desentendimentos frívolos, levianos e inconstantes que apenas alimentaram oportunistas à esquerda e à direita que dão voz à zanga, mas não às soluções&#8221;.</P><br />
<P>A presidente dos liberais argumentou que, perante a &#8220;estagnação do seu nível de vida&#8221; e &#8220;inação da classe política&#8221;, os portugueses, como fizeram durante a ditadura, voltaram a emigrar &#8220;para as economias liberais da Europa&#8221;.</P><br />
<P>Para Leitão, os deputados têm agora o desafio de continuar a cumprir os objetivos da Revolução e reformar o país: &#8220;Abril não se fez para que nada mudasse, fez-se precisamente para que tudo pudesse mudar, sem medo e sem donos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Cabe ao poder político fazer o que lhe compete, o que só ele pode fazer, o que até hoje não fez. Os portugueses já indicaram o caminho, falta agora a coragem política para os acompanhar&#8221;, considerou.</P><br />
<P></P><br />
<P>TS // SF</P><br />
<P>Lusa / Fim</P></p>
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		<title>25 Abril: Líder do PS/Açores defende uma autonomia com &#8220;visão&#8221; para construir futuro da região</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 10:20:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O líder do PS/Açores considera que a autonomia deve ser usada com "visão" para construir o futuro e celebrar Abril não pode ser apenas recordar o passado, mas a responsabilidade de fazer "melhores escolhas" para a região.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O líder do PS/Açores considera que a autonomia deve ser usada com &#8220;visão&#8221; para construir o futuro e celebrar Abril não pode ser apenas recordar o passado, mas a responsabilidade de fazer &#8220;melhores escolhas&#8221; para a região.</P><br />
<P>&#8220;A autonomia dá-nos instrumentos, dá-nos capacidade de decidir prioridades e de responder à nossa realidade&#8221;, afirmou Francisco César citado hoje numa nota de imprensa do partido, acrescentando, no entanto, que essa capacidade &#8220;só tem valor quando é usada com visão&#8221;.</P><br />
<P>Segundo a nota, o líder socialista açoriano falava na sexta-feira à noite na iniciativa &#8220;Café Europa&#8221;, subordinada ao tema &#8220;Liberdade, Autonomia e Europa: 50 anos de Liberdade, Democracia e 40 anos de integração europeia&#8221;, que foi promovida pelo eurodeputado André Franqueira Rodrigues no Convento de Santo António, na Lagoa, na ilha de São Miguel.</P><br />
<P>Na opinião do líder socialista, os Açores &#8220;devem usar a liberdade e a autonomia para construir uma região mais justa, mais coesa e mais ambiciosa&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Celebrar Abril não é apenas recordar o passado. É decidir o futuro, é usar a liberdade que conquistámos para fazer melhores escolhas, para exigir mais e para não aceitar como inevitável aquilo que pode ser mudado&#8221;, disse.</P><br />
<P>Francisco César afirmou que a autonomia &#8220;não é um ponto de chegada, mas um processo construído ao longo do tempo, com a participação, a afirmação e a vontade dos açorianos&#8221;.</P><br />
<P>Lembrou que instituições como a Assembleia Legislativa e o Governo Regional são hoje parte natural da vida democrática açoriana, mas resultam de &#8220;um percurso feito de escolhas&#8221; e da capacidade dos açorianos decidirem por si.</P><br />
<P>O líder do PS/Açores recordou que o percurso da região desde o 25 de Abril foi feito a partir de uma realidade marcada por profundas fragilidades, nomeadamente a pobreza, os baixos níveis de qualificação, o isolamento entre ilhas, a falta de infraestruturas, as dificuldades de mobilidade e as carências habitacionais.</P><br />
<P>Na intervenção, após reconhecer os avanços alcançados ao longo das primeiras décadas de autonomia, destacou a importância de uma visão estratégica centrada nas pessoas, defendendo que o desenvolvimento dos Açores passa, antes de mais, pela educação, pela qualificação, pelo conhecimento e pela coesão social.</P><br />
<P>&#8220;Investir nas pessoas não é uma opção. É a única forma de garantir futuro&#8221;, afirmou, considerando que a região precisa de &#8220;recuperar ambição e esperança&#8221;, apontando como prioridades a educação, a habitação, os transportes públicos, os serviços públicos e a criação de oportunidades para os jovens.</P><br />
<P>A educação deve ser assumida como um Projeto de Interesse Comum, envolvendo a República, o Governo Regional, as autarquias, as instituições e a sociedade, com o objetivo de garantir que &#8220;nenhuma criança ou jovem fica para trás e que ninguém abandona a escola por razões sociais&#8221;, defendeu.</P><br />
<P>Na habitação, apontou mais respostas para os jovens que querem iniciar a sua vida e para as famílias da classe média que continuam sem conseguir encontrar uma solução no mercado.</P><br />
<P>Já no setor dos transportes, apelou à criação de um sistema moderno, regular, eficiente, acessível e &#8220;tendencialmente gratuito&#8221;, considerando que a mobilidade deve ser encarada como um verdadeiro serviço público ao serviço dos açorianos.</P><br />
<P>Francisco César também fez críticas à atual governação regional do PSD/CDS-PP/PPM, considerando que &#8220;há problemas que não podem ser tratados como normais&#8221;, nomeadamente na saúde, nos transportes, na habitação, na educação, no turismo, na economia, na cultura, nos apoios sociais e no combate à pobreza.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_754259]]></sapo:autor>
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		<title>25 Abril: Seguro de cravo vermelho na lapela na estreia em sessão solene que assinala revolução</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 10:05:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República chegou hoje ao parlamento de cravo vermelho na lapela, para a sessão solene do 25 de Abril, com representantes da CGTP e UGT nas galerias numa altura em que se debate o futuro do trabalho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente da República chegou hoje ao parlamento de cravo vermelho na lapela, para a sessão solene do 25 de Abril, com representantes da CGTP e UGT nas galerias numa altura em que se debate o futuro do trabalho.</P><br />
<P>Na sua estreia enquanto chefe de Estado numa sessão solene da revolução dos cravos, que decorreu há 52 anos, António José Seguro chegou ao parlamento à hora prevista no cerimonial, pelas 09:45, e saiu do carro já de cravo ao peito, acompanhado pela mulher, Margarida Maldonado Freitas, que surgiu de vestido vermelho.</P><br />
<P>Acompanhado pelo presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco, o comandante supremo das Forças Armadas fez a revista aos militares presentes em parada, e entoou o Hino Nacional.</P><br />
<P>Em contraste, o primeiro-ministro, Luís Montenegro, que chegou momentos antes, escolheu não trazer consigo a flor que ficou ligada à revolução de 1974.</P><br />
<P>Em sentido contrário, alguns membros do executivo liderado por Montenegro foram entrando na Sala das Sessões com cravos na mão ou na lapela, como foi o caso dos ministros das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, e da Administração Interna, Luís Neves, bem como o secretário de Estado das Pescas e do Mar, Salvador Malheiro.</P><br />
<P>Nas galerias, onde já se sentavam alguns capitães da revolução, como o coronel Vasco Lourenço, presidente da Associação 25 de Abril, assistiram também à sessão os secretários-gerais das centrais sindicais: Tiago Oliveira, da CGTP-IN e Mário Mourão, da UGT.</P><br />
<P>Esta presença ganha maior relevância numa altura em que as duas centrais rejeitaram as alterações à lei laboral propostas pelo Governo. A CGTP chegou mesmo a defender que esta data e o 1.º de Maio devem servir como protesto contra a intenção do executivo.</P><br />
<P>No hemiciclo, além dos cravos vermelhos distribuídos pelos lugares e os que os deputados escolheram trazer consigo, a bancada do Chega optou por cravos verdes. Já o líder do partido, André Ventura, sentado no centro do hemiciclo em de no seu lugar de deputado, não trazia qualquer flor.</P><br />
<P>O antigo Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa também esteve presente e foi cumprimentando quem chegava antes de ocupar o seu lugar no plenário.</P><br />
<P>Como foi sendo habitual enquanto era chefe de Estado, chegou ao parlamento sem cravo mas quando se sentou na galeria reservada levava um na mão.</P><br />
<P>Também o presidente da Assembleia da República colocou um cravo na lapela mais perto do início da cerimónia.</P><br />
<P>Na sala de visitas do presidente da Assembleia da República, Marcelo foi muitas vezes o primeiro a cumprimentar quem chegava, antes dos líderes parlamentares, algo que aconteceu quando o primeiro-ministro e a mulher, Carla Montenegro, entraram na sala.</P><br />
<P>No mesmo local, momentos mais tarde, juntou-se António José Seguro, que aproveitou para estar alguns minutos a conversar com o chefe do executivo.</P><br />
<P>Ao contrário da sessão que assinalou os 50 anos da aprovação da Constituição da República, desta vez Marcelo Rebelo de Sousa não esteve sozinho na galeria reservada a antigos chefes de Estado e altas entidades no plenário.</P><br />
<P>Ao seu lado, sentou-se Carla Montenegro, vestida de preto, que ainda trocou algumas palavras com a mulher do chefe de Estado, Margarida Maldonado Freitas, de vermelho.</P><br />
<P>Na mesma galeria esteve também Manuela Eanes, mulher do antigo Presidente da República, general Ramalho Eanes, que não participou nas cerimónias, assim como Assunção Esteves, ex-presidente do parlamento, de cravo vermelho na lapela, e o novo presidente da Conferência Episcopal, Virgílio Antunes.</P><br />
<P>Entre os antigos presidentes da República, também Aníbal Cavaco Silva faltou à sessão solene do 25 de Abril.</P><br />
<P>À medida que a hora do início da sessão se ia aproximando, marcada para as 10:00, vários foram os convidados a chegar ao parlamento, incluindo os chefes militares dos três ramos, os presidentes dos tribunais superiores, o novo governador do Banco de Portugal, Álvaro Santos Pereira, os conselheiros de Estado Alberto Martins, Carlos César e Leonor Beleza, ou o coordenador do BE, Manuel Pureza.</P><br />
<P> </P><br />
<P>ARL/FM // SF</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_754258]]></sapo:autor>
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		<title>Parece ficção científica, mas não é: painéis solares podem puxar chuva num dos lugares mais secos do mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 10:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[chuva]]></category>
		<category><![CDATA[deserto]]></category>
		<category><![CDATA[Emirados Árabes Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[painéis solares]]></category>
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					<description><![CDATA[Fazer chover continua a ser uma das velhas fantasias tecnológicas da humanidade. Inventámos máquinas para quase tudo, mas ainda não existe nenhum botão capaz de chamar nuvens ou abrir o céu à vontade]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Fazer chover continua a ser uma das velhas fantasias tecnológicas da humanidade. Inventámos máquinas para quase tudo, mas ainda não existe nenhum botão capaz de chamar nuvens ou abrir o céu à vontade. Talvez por isso a história contada pela &#8216;UniladTech&#8217; seja tão apelativa: num dos lugares mais secos do mundo, cientistas descobriram que grandes campos de painéis solares podem ajudar a trazer chuva.</p>
<p>A descoberta parte dos Emirados Árabes Unidos, um país onde o sol sobra, mas a água falta. É uma geografia quase perfeita para a energia solar, mas também um território onde a escassez de água se agravou com o consumo elevado, a sobre-exploração dos recursos e as alterações climáticas.</p>
<p>Foi aí que os investigadores encontraram uma possibilidade inesperada. Os painéis solares, negros e expostos durante horas a um calor intenso, aquecem muito mais do que a areia à volta. E essa diferença de temperatura não fica parada no chão: empurra o ar para cima.</p>
<p>Esse movimento ascendente, reforçado pelos ventos em altitude vindos da região do Golfo Pérsico, ajuda à formação de nuvens e pode favorecer a precipitação. Os painéis, claro, não fabricam chuva como quem liga uma máquina. Mas conseguem criar condições atmosféricas mais favoráveis para que ela apareça.</p>
<p>É esse o ponto mais fascinante da descoberta. Uma infraestrutura pensada para captar energia solar pode estar também a mexer, ainda que de forma indireta, com o comportamento da atmosfera. O mesmo calor que faz funcionar os painéis pode, afinal, ajudar a empurrar humidade para cima e a tornar a chuva um pouco menos improvável.</p>
<p>O estudo citado, liderado por Oliver Branch, da Universidade de Hohenheim, parte precisamente dessa hipótese. Em ambientes hiperáridos como os dos Emirados Árabes Unidos, grandes superfícies negras artificiais — como os painéis fotovoltaicos — podem intensificar o aquecimento da superfície e amplificar os movimentos verticais do ar, criando condições mais propícias à precipitação convectiva.</p>
<p>A parte mais impressionante chega quando se passa da teoria para a escala humana. Segundo a estimativa avançada, um campo solar com cerca de 20 quilómetros de extensão poderia aumentar a precipitação ativa em cerca de 600 mil metros cúbicos. Traduzido para a vida real, isso representaria água suficiente para mais de 30 mil pessoas durante um ano.</p>
<p>É uma daquelas descobertas que parecem tropeçar numa utilidade extra. Instalam-se painéis para aproveitar o sol, reduzir a dependência dos combustíveis fósseis e produzir eletricidade. E, pelo caminho, descobre-se que essas estruturas podem fazer mais do que se imaginava.</p>
<p>Claro que isto não significa que tenha sido inventada uma solução milagrosa para a crise da água, nem que bastará cobrir o território de painéis para fazer chover. Mas a hipótese é suficientemente inesperada para prender a atenção: a de que uma tecnologia pensada para recolher energia possa também ajudar a alterar, ainda que ligeiramente, o equilíbrio do céu.</p>
<p>Talvez seja isso que torna esta história tão sedutora. Num tempo em que se fala de clima, energia e escassez quase sempre em tom de ameaça, aparece aqui uma ideia menos óbvia e mais imaginativa. Não a de dominar a natureza, mas a de perceber que, às vezes, ela reage de formas que ninguém estava à espera.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_751829]]></sapo:autor>
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		<title>25 Abril: PCP acusa saudosistas da ditadura de quererem ajustar contas e impor &#8220;narrativa revanchista&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 09:59:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O deputado do PCP Alfredo Maia criticou hoje os saudosistas do Estado Novo, acusando-os de quererem um "ajuste de contas com o 25 de Abril e com as suas conquistas" e "impor a sua narrativa revanchista"]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O deputado do PCP Alfredo Maia criticou hoje os saudosistas do Estado Novo, acusando-os de quererem um &#8220;ajuste de contas com o 25 de Abril e com as suas conquistas&#8221; e &#8220;impor a sua narrativa revanchista&#8221;</P><br />
<P>Na sessão solene comemorativa do 52.º aniversário do 25 de Abril de 1974, Alfredo Maia comunista homenageou, no início do seu discurso, os &#8220;incontáveis milhares e milhares de resistentes antifascistas&#8221; e os &#8220;combatentes dos movimentos de libertação nas colónias, irmanados na luta comum pela liberdade&#8221;, nomeando depois várias das vítimas das torturas e prisões das polícias políticas do Estado Novo.</P><br />
<P>&#8220;Foram milhões os alvos de vigilâncias e das devassas da PIDE/DGS e dos seus bufos&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>Alfredo Maia afirmou que, no dia da Revolução, o &#8220;país não era apenas pobre, atrasado económica, social e culturalmente, tolhido pela censura, pelo analfabetismo, pela malnutrição e mortalidade infantil&#8221;, mas estava também &#8220;submetido à repressão brutal que nenhum democrata esquecerá, sujeito a uma ditadura fascista que alguns evocam saudosamente&#8221;.</P><br />
<P>O deputado considerou que os que recordam com saudades o Estado Novo são os que hoje &#8220;não se conformam com a Revolução, que insistem num ajuste de contas com o 25 de Abril e com as suas conquistas e que procuram impor a sua narrativa revanchista&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Mas não há mistificações, saudosismos ou falsificações que apaguem os momentos exaltantes da Revolução que viraram a página e inscreveram as conquistas políticas, económicas, sociais, culturais e civilizacionais nas quais o povo tem um orgulho imenso e irrenunciável&#8221;, defendeu, dando como exemplo o direito à greve, o fim da guerra e as nacionalizações.</P><br />
<P>O parlamentar criticou o que disse ser a intenção de &#8220;grupos monopolistas e forças reacionárias&#8221; de &#8220;travar pelo boicote económico, pela fuga de capitais, assim como pela força, com os golpes e tentativas de golpe&#8221; os avanços conquistados em Abril, referindo que houve seiscentos ataques violentos reportados por organizações de extrema-direita, entre os quais atentados e assaltos, contra sedes de partidos de esquerda e sindicatos.</P><br />
<P>Para Alfredo Maia, apesar de em 1976 a Constituinte ter aprovado a &#8220;Constituição mais democrática da Europa&#8221;, &#8220;cinco décadas de políticas de direita, de contrarrevolução, atacaram direitos, desmantelaram serviços públicos, alienaram instrumentos essenciais ao desenvolvimento do país, submeteram a soberania nacional a interesses estrangeiros&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É nesse trajeto de retrocesso que se insere o pacote laboral com que o patronato, o governo e a direita que o servem, pretendem esmagar os direitos dos trabalhadores e impor ainda mais exploração e injustiça, objetivo que os trabalhadores com a sua luta têm rejeitado amplamente&#8221;, afirmou ainda.</P><br />
<P>O comunista defendeu que é preciso &#8220;retomar o rumo&#8221; de Abril através da derrota da revisão da lei laboral, &#8220;travando a injusta distribuição da riqueza, enfrentando o galopante aumento do custo de vida e rejeitando o arrastamento do país para a loucura do militarismo e da guerra.</P><br />
<P></P><br />
<P>TS // SF</P><br />
<P>Lusa / Fim</P></p>
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