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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Fri, 01 May 2026 17:35:25 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Adultos que recordam sonhos de infância têm estas características, segundo a psicologia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Patrícia Moura Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 17:30:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[sonhos]]></category>
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					<description><![CDATA[Ainda se lembra dos sonhos que tinha em criança? Segundo a psicologia, essa memória pode revelar muito mais do que imagina - desde a sua capacidade criativa até à forma como lida com emoções e desafios na vida adulta.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A capacidade de recordar sonhos da infância pode parecer apenas um detalhe curioso, mas a verdade é que revela muito mais sobre a mente humana do que se imagina. De acordo com o Basket Almada Clube, esta característica está associada a traços psicológicos e emocionais que influenciam a forma como pensamos, sentimos e interagimos com o mundo ao longo da vida.</p>
<p>Embora muitas pessoas não consigam recuperar memórias dos seus sonhos mais antigos, há quem mantenha esse acesso com surpreendente clareza. E isso pode dizer muito sobre quem são.</p>
<p>Recordar sonhos da infância está frequentemente ligado a uma mente mais criativa e sensível. Durante os primeiros anos de vida, o cérebro é altamente imaginativo e aberto a novas experiências. Quando essa ligação se mantém na idade adulta, pode refletir uma continuidade dessas capacidades.</p>
<p>Além disso, esta memória pode estar associada a uma maior abertura à experiência &#8211; um traço psicológico que facilita a adaptação a mudanças e a exploração de novas ideias. Pessoas com esta característica tendem a ter uma relação mais fluída com o desconhecido e com o crescimento pessoal.</p>
<p><strong>Um sinal de introspeção e autoconsciência</strong></p>
<p>A psicologia sugere também que quem se lembra dos sonhos de infância tende a ser mais introspectivo. Esta capacidade de olhar para dentro permite uma maior compreensão das próprias emoções e comportamentos.</p>
<p>Esse nível de autoconsciência é considerado essencial para o desenvolvimento pessoal. Indivíduos mais sintonizados consigo próprios conseguem, regra geral, gerir melhor as suas emoções e construir relações mais equilibradas. Segundo o Basket Almada Clube, esta ligação entre memória dos sonhos e reflexão interna pode contribuir para uma vida emocional mais saudável.</p>
<p>Os sonhos desempenham um papel importante no processamento de experiências e emoções, sobretudo durante a infância. Funcionam como uma espécie de “laboratório mental”, onde é possível simular situações, explorar medos e testar respostas sem consequências reais.</p>
<p>Manter essas memórias na vida adulta pode indicar que a pessoa possui um repertório emocional mais rico. Isso traduz-se, muitas vezes, numa maior capacidade de lidar com desafios e situações complexas.</p>
<p><strong>O impacto da imaginação ao longo da vida</strong></p>
<p>A imaginação desenvolvida na infância não desaparece, transforma-se. Pessoas que se lembram dos seus sonhos tendem a preservar essa capacidade criativa, o que pode ser uma vantagem significativa em várias áreas da vida.</p>
<p>Este traço está associado à chamada flexibilidade cognitiva: a capacidade de encontrar diferentes soluções para o mesmo problema. É uma competência valorizada tanto no contexto pessoal como profissional, especialmente em ambientes que exigem inovação e adaptação constante.</p>
<p>Revisitar sonhos de infância pode ser mais do que um exercício nostálgico. Pode tornar-se uma ferramenta poderosa de autodescoberta. Refletir sobre essas memórias permite estabelecer ligações entre o passado e o presente, ajudando a compreender melhor a própria identidade.</p>
<p>Os especialistas sugerem práticas como a escrita ou a reflexão consciente para explorar estas recordações. Ao fazê-lo, muitas pessoas descobrem que os sonhos continuam a oferecer pistas valiosas sobre emoções, desejos e padrões de pensamento.</p>
<p><strong>Muito mais do que uma simples recordação</strong></p>
<p>Lembrar-se dos sonhos de infância não é apenas uma curiosidade, é um reflexo de características profundas da personalidade. Criatividade, sensibilidade, introspeção e abertura à experiência são apenas alguns dos traços associados a esta capacidade.</p>
<p>Manter viva essa ligação ao mundo dos sonhos pode contribuir para uma vida mais rica, consciente e emocionalmente equilibrada. No fundo, pode ser uma porta aberta para compreender melhor quem somos e quem podemos vir a ser.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_755487]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Trump admite avanços nas negociações mas mantém ceticismo sobre acordo final</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 17:27:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou hoje que o Irão tem feito "avanços" nas negociações com Washington, mas manifestou ceticismo quanto à capacidade de Teerão em cumprir as exigências norte-americanas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou hoje que o Irão tem feito &#8220;avanços&#8221; nas negociações com Washington, mas manifestou ceticismo quanto à capacidade de Teerão em cumprir as exigências norte-americanas.</p>
<p>&#8220;Fizeram avanços, mas não tenho a certeza de que alguma vez alcancem a meta&#8221;, declarou aos jornalistas o chefe de Estado norte-americano, nos jardins da Casa Branca, antes de partir para a Flórida.</p>
<p>Donald Trump admitiu ter recebido uma nova proposta iraniana por via telefónica, mas escusou-se a revelar detalhes, sublinhando apenas que o Irão continua a pedir condições &#8220;inaceitáveis&#8221; para os Estados Unidos.</p>
<p>&#8220;Existem opções. Queremos ir lá e simplesmente arrasá-los por completo para acabar com eles para sempre ou queremos tentar chegar a um acordo? Essas são as opções&#8221;, concluiu.</p>
<p>O Irão apresentou, na quinta-feira, uma nova proposta para retomar as negociações com os Estados Unidos, atualmente num impasse, com o objetivo de pôr fim à guerra.</p>
<p>Israel e Estados Unidos lançaram, em 28 de fevereiro, um ataque conjunto ao Irão, que destruiu grande parte da capacidade militar e da indústria de fabrico de mísseis e &#8216;drones&#8217; de Teerão.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757191]]></sapo:autor>
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		<title>Trump acusa UE de violar acordo e sobe para 25% taxas sobre automóveis e camiões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 17:12:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano, Donald Trump, acusou hoje a União Europeia (UE) de violar o acordo comercial negociado com Washington e anunciou que, como consequência, vai aumentar para 25% as tarifas sobre os automóveis e camiões fabricados pelo bloco.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente norte-americano, Donald Trump, acusou hoje a União Europeia (UE) de violar o acordo comercial negociado com Washington e anunciou que, como consequência, vai aumentar para 25% as tarifas sobre os automóveis e camiões fabricados pelo bloco.</p>
<p>&#8220;Tenho o prazer de anunciar que, uma vez que a União Europeia não está a cumprir o nosso acordo comercial integralmente acordado, na próxima semana aumentarei as tarifas sobre os automóveis e camiões da União Europeia que entrem nos Estados Unidos. A tarifa será elevada para 25%&#8221;, escreveu Trump na sua plataforma de redes sociais, Truth Social.</p>
<p>Trump insistiu que &#8220;está plenamente entendido e acordado que, se os automóveis e camiões forem fabricados em fábricas localizadas nos Estados Unidos, não será imposta qualquer tarifa&#8221;.</p>
<p>&#8220;Atualmente, existem muitas fábricas de automóveis e camiões em construção, com um investimento superior a 100 mil milhões de dólares, um valor recorde na história do fabrico de veículos. Estas fábricas, com mão-de-obra americana, abrirão as suas portas muito em breve&#8221;, acrescentou.</p>
<p>O Presidente norte-americano disse que &#8220;nunca se viu nada parecido com o que está a acontecer hoje nos Estados Unidos&#8221;, referindo-se aos compromissos de investimento dos países com quem Washington assinou acordos comerciais em troca de uma redução das chamadas tarifas &#8220;recíprocas&#8221; que impôs.</p>
<p>Não é claro sob que autoridade Trump aumentará as tarifas sobre a UE, após o Supremo Tribunal ter invalidado, em fevereiro, grande parte das que já tinha estabelecido, desmantelando assim o esquema tarifário utilizado na sua guerra comercial contra os parceiros dos Estados Unidos.</p>
<p>Após este revés, o Presidente dos Estados Unidos impôs uma nova tarifa global temporária de 10% sob uma nova estrutura legal, que teoricamente deverá ser prorrogada pelo Congresso em julho.</p>
<p>Em meados de 2025, ambos os lados chegaram a um acordo pelo qual a UE aceitaria uma tarifa de 15% sobre a maioria dos produtos enviados para os Estados Unidos em troca da importação da maior parte dos produtos norte-americanos com tarifas de 0%.</p>
<p>O acordo comercial aguarda ainda ratificação por Bruxelas, depois de o Parlamento Europeu ter solicitado uma série de salvaguardas que permitiriam a suspensão da sua implementação caso Trump ameace impor novas tarifas ao bloco ou ponha em risco a sua integridade territorial, como ocorreu em janeiro durante a crise diplomática sobre o controlo da ilha dinamarquesa da Gronelândia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757190]]></sapo:autor>
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		<title>Quanto custa viver nas cidades preferidas dos super-ricos? Os preços vão surpreender</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Patrícia Moura Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 16:30:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O mercado imobiliário de luxo continua a bater recordes em várias cidades do mundo, com compradores super-ricos dispostos a pagar milhões por casas em localizações exclusivas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado imobiliário de luxo continua a atrair compradores com grande capacidade financeira, dispostos a investir milhões em propriedades localizadas em alguns dos destinos mais exclusivos do mundo. De acordo com a Forbes, o mais recente relatório da consultora Knight Frank revela quais são as cidades mais desejadas pelos super-ricos e quanto custa viver nesses locais.</p>
<p>A Europa mantém-se como um dos principais polos de atração para investidores de elevado património. Em Roma, por exemplo, um apartamento com cerca de 93 metros quadrados na emblemática Via Veneto pode ultrapassar 1 milhão de dólares. Já no Lago de Como, também em Itália, apartamentos com três quartos podem atingir valores na ordem dos 5 milhões de dólares.</p>
<p>A Itália tem vindo a consolidar-se como um destino privilegiado devido a políticas fiscais favoráveis, como o imposto fixo sobre rendimentos obtidos no estrangeiro, pensado para atrair indivíduos de elevado rendimento.</p>
<p>Em Londres, o bairro de Chelsea continua altamente valorizado, com apartamentos de dois quartos a ultrapassar facilmente os 2 milhões de dólares. Habitações familiares maiores podem variar entre 7 e 13 milhões de dólares, refletindo a forte procura tanto de compradores locais como internacionais.</p>
<p>Nos Estados Unidos, bairros icónicos como o Upper East Side, em Nova Iorque, e Pacific Palisades, na Califórnia, continuam a atrair investidores. No Upper East Side, o preço por metro quadrado pode ultrapassar os 7 mil dólares, com o início de 2026 a registar uma das fases mais dinâmicas de sempre no mercado imobiliário local.</p>
<p>Pacific Palisades, por sua vez, está a recuperar após os incêndios florestais recentes, mantendo-se atrativo para compradores de luxo. A zona é conhecida por propriedades de elevado valor, incluindo casas avaliadas em dezenas de milhões de dólares.</p>
<p><strong>Destinos de estilo de vida ganham protagonismo</strong></p>
<p>Além das grandes cidades, destinos associados a qualidade de vida e lazer também estão em alta. Mallorca, em Espanha, é um exemplo claro, com casas de dois quartos a ultrapassar os 2 milhões de dólares. Nos Alpes franceses, em St-Martin-de-Belleville, chalés de esqui com quatro quartos rondam os 1,8 milhões de dólares.</p>
<p>Na Suíça, a região de Silberküste, junto ao Lago de Zurique, destaca-se entre executivos e empresários internacionais. Apartamentos com dois quartos custam cerca de 1,9 milhões de dólares, enquanto moradias à beira do lago podem começar nos 25 milhões.</p>
<p>Já no hemisfério sul, locais como Dalefield, próximo de Queenstown, na Nova Zelândia, oferecem casas modernas por cerca de 3 milhões de dólares. Em Geelong, na Austrália, propriedades perto da baía situam-se na ordem dos 2 milhões.</p>
<p>Para além dos destinos tradicionais, há mercados emergentes a ganhar relevância. Segundo a Forbes, cidades como Miami, Abu Dhabi, Mumbai e Brisbane estão a registar mudanças significativas na procura de imóveis de luxo.</p>
<p>Abu Dhabi surge como alternativa mais tranquila ao Dubai, mantendo oportunidades económicas atrativas. Em Mumbai, o crescimento económico impulsionou a procura por imóveis superiores a 5 milhões de dólares. Brisbane, por sua vez, tem beneficiado de investimentos associados aos Jogos Olímpicos de 2032, com forte valorização imobiliária recente.</p>
<p><strong>Mudanças fiscais impulsionam migração de riqueza</strong></p>
<p>As alterações nas políticas fiscais têm tido impacto direto na mobilidade dos super-ricos. Nos Estados Unidos, propostas de novos impostos levaram vários bilionários a abandonar a Califórnia e a investir em Miami.</p>
<p>No Reino Unido, o fim de benefícios fiscais para residentes estrangeiros também provocou a saída de grandes fortunas. De acordo com a Forbes, países como Reino Unido, China, Índia, Coreia do Sul, Rússia e Brasil estão entre os que mais têm perdido residentes ricos, devido a fatores como tributação, instabilidade política e procura por melhor qualidade de vida.</p>
<p>Para além do mercado imobiliário, os ultra-ricos continuam a diversificar os seus investimentos. O foco atual recai sobretudo sobre relógios de luxo e obras de arte de grande valor histórico, nomeadamente de artistas impressionistas, modernos e do pós-guerra.</p>
<p>O mercado de colecionáveis mostrou sinais de estabilização em 2025, após um período de queda. Um dos destaques foi a venda de uma obra de Gustav Klimt, que ultrapassou largamente as expectativas em leilão.</p>
<p>Por outro lado, houve uma redução no investimento em ativos como uísques raros, vinhos finos e automóveis clássicos, refletindo uma mudança nas preferências dos investidores.</p>
<p>O mercado imobiliário de luxo continua em evolução, impulsionado por fatores económicos, fiscais e de estilo de vida. Segundo a Forbes, os super-ricos estão cada vez mais atentos não só ao valor dos imóveis, mas também à qualidade de vida, estabilidade e oportunidades oferecidas por cada destino.</p>
<p>Este cenário confirma que investir em imobiliário de luxo vai muito além da localização &#8211; trata-se de uma decisão estratégica que combina retorno financeiro com estilo de vida.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756081]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>1.º Maio: CGTP apela para adesão à greve geral de 03 de junho contra pacote laboral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 16:30:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral da CGTP, Tiago Oliveira, apelou hoje a todos os trabalhadores para aderirem à greve geral de 03 de junho para mostrarem "a indignação" e "a exigência" da derrota do pacote laboral.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O secretário-geral da CGTP, Tiago Oliveira, apelou hoje a todos os trabalhadores para aderirem à greve geral de 03 de junho para mostrarem &#8220;a indignação&#8221; e &#8220;a exigência&#8221; da derrota do pacote laboral.</p>
<p>&#8220;Vamos afirmar a nossa indignação e protesto, a exigência de uma vida melhor, da derrota do pacote laboral, vamos afirmar a poderosa força dos trabalhadores. Todos juntos vamos realizar uma grande greve geral no próximo dia 03 de junho&#8221;, disse Tiago Oliveira no comício final da manifestação que assinalou as comemorações do Dia do Trabalhador da CGTP, em Lisboa.</p>
<p>O secretário-geral da CGTP apelou a todos os trabalhadores &#8220;para a luta&#8221; e para a &#8220;convergência de todas as estruturas&#8221; sindicais, sublinhando a rejeição ao pacote laboral e acrescentando que aquilo que o Governo &#8220;está a fazer é um dos maiores ataques de sempre&#8221;. Representa &#8220;um autêntico retrocesso para quem trabalha&#8221;, insistiu.</p>
<p>Milhares de pessoas assinalam hoje o Dia do Trabalhador em Lisboa num desfile entre o Martim Moniz e a Alameda D. Afonso Henriques, em Lisboa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757188]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>1.º Maio: UGT garante que não cederá perante &#8220;traves mestras&#8221; do Governo na reforma laboral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 15:55:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral da UGT garantiu hoje que não vai ceder perante as "traves mestras" do Governo na reforma laboral, afirmou que as tentativas de dividir a UGT falharam e colocou a responsabilidade pelo resultado das negociações no executivo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O secretário-geral da UGT garantiu hoje que não vai ceder perante as &#8220;traves mestras&#8221; do Governo na reforma laboral, afirmou que as tentativas de dividir a UGT falharam e colocou a responsabilidade pelo resultado das negociações no executivo.</p>
<p>Durante o discurso do 1.º de maio na festa dos trabalhadores organizada pela central no Centro Desportivo do Jamor, em Oeiras, Mário Mourão disse, sem nomear, que procuraram dividir a UGT, mas que a organização está hoje mais unida do que nunca e, de seguida, lembrou o que se passou desde que em julho de 2025 o Governo de Luís Montenegro apresentou o anteprojeto de reforma laboral.</p>
<p>&#8220;Foi unidos que dissemos um &#8216;rotundo não&#8217; ao anteprojeto em julho do ano passado. Foi unidos que dissemos que íamos para a greve geral. E foi unidos que recusámos agora um anteprojeto que não evoluiu nas matérias fundamentais&#8221;, disse.</p>
<p>&#8220;A UGT não cedeu. A UGT não vai ceder perante aquilo que são as traves mestras do governo&#8221;, disse, arrancando uma salva de palmas dos trabalhadores que assistiam.</p>
<p>De seguida, disse que a UGT recusou &#8220;sempre esta conceção de diálogo e esta estratégia de governo&#8221;, defendendo que &#8220;a negociação verdadeira, ao contrário do que alguns pensam, não é a cedência ou a capitulação de um lado&#8221;.</p>
<p>Sem dizer se a UGT irá aderir à greve geral convocada pela CGTP para para o próximo dia 03 de junho, Mário Mourão lembrou o passado recente, referindo duas vezes a greve de 11 dezembro de 2025 e afirmando que foi unida que a União Geral de Trabalhadores participou nessa ação de luta.</p>
<p>&#8220;Quero deixar aqui uma mensagem muito clara a quem tentou enfraquecer a nossa central. Falhou! Falhou!&#8221;, criticou, motivando nos trabalhadores que assistiam um grito em uníssono de &#8220;UGT! UGT! UGT!&#8221;.</p>
<p>Mourão continuou dizendo que &#8220;falharam as tentativas de dividir a UGT &#8211; e falharam porque, disse, &#8220;não entenderam a essência da central, que &#8220;continuará a ser uma instituição de sindicalistas e não de militantes partidários como querem fazer crer&#8221;.</p>
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		<item>
		<title>UE/Mercosul: Costa destaca impacto de acordo comercial desde hoje em vigor</title>
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		<pubDate>Fri, 01 May 2026 15:55:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente do Conselho Europeu destacou hoje que a voz da União Europeia (UE) e do Mercosul tem mais impacto com a entrada hoje em vigor do acordo comercial entre os blocos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Conselho Europeu destacou hoje que a voz da União Europeia (UE) e do Mercosul tem mais impacto com a entrada hoje em vigor do acordo comercial entre os blocos.</p>
<p>&#8220;Juntos, a nossa voz terá um impacto mais forte&#8221;, divulgou António Costa nas redes sociais, após uma videoconferência com os líderes da Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, a quem referiu que esta é uma parceria que reflete a &#8220;visão comum do mundo&#8221; que têm.</p>
<p>&#8220;A partir de agora, as nossas empresas e cidadãos poderão desfrutar dos seus benefícios. Neste dia 01 de maio, Dia Internacinonal do Trabalhador, a Europa e a América Latina celebram investindo na nossa prosperidade comum&#8221;, disse ainda Costa, após a reunião com os presidentes argentino, Javier Milei, brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, paraguaio, Santiago Pena, e uruguaio, Yamandú Orsi.</p>
<p>Na reunião participou também a presidente da Comissão Europeia, Ursula Von der Leyen, que &#8212; também nas redes sociais, agradeceu o empenho de cada um para se fechar um acordo de parceria entre a União Europeia e os países do Mercosul.</p>
<p>&#8220;Gostaria de agradecer a cada um de vós pelo vosso empenho no acordo UE-Mercosul. Juntos, enviamos uma mensagem poderosa ao mundo: a de que a abertura e a parceria criam prosperidade para todos&#8221;, escreveu a líder do executivo comunitário.</p>
<p>O acordo comercial entre a UE e os países latino-americanos do Mercosul entrou hoje em vigor, de forma provisória, após mais de 25 anos de negociações, criando uma das maiores zonas de comércio livre do mundo, abrangendo mais de 700 milhões de consumidores.</p>
<p>As tarifas alfandegárias de várias exportações da UE para o bloco latino-americano &#8211; como automóveis, produtos farmacêuticos, azeite ou vinho &#8212; serão fortemente reduzidas ou mesmo eliminadas.</p>
<p>O tratado, que facilita a entrada de carne de vaca, açúcar, arroz, mel e soja sul-americanos, acabou por ser assinado em meados de janeiro.</p>
<p>Este acordo comercial começou a ser negociado em 1999 e tem sido contestado principalmente pelo setor agrícola na UE, para o qual foram criadas cláusula de salvaguarda.</p>
<p>Em 17 de janeiro foram assinados os dois textos, um dos quais o Acordo de Parceria UE-Mercosul, que combina o diálogo político, a cooperação e o comércio, que faz parte de uma parceria mais abrangente que só se torna efetivo quando for ratificada pelos Estados-membros da UE.</p>
<p>O que entra hoje em vigor é Acordo Provisório sobre comércio, que engloba os compromissos em matéria de comércio e investimento.</p>
<p>O Parlamento Europeu recorreu entretanto à justiça da UE para verificar a conformidade do acordo com a legislação da UE. Enquanto se aguarda a decisão do Tribunal de Justiça da UE a Comissão &#8212; que tutela a política comercial do bloco &#8211; decidiu aplicar o acordo de forma provisória, um direito que lhe assiste.</p>
<p>Para além do Mercosul, a UE selou recentemente acordos com a Índia e a Austrália, numa procura de diversificação de parceiros comerciais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757186]]></sapo:autor>
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		<title>Avanço histórico: cientistas conseguem produzir esperma humano funcional em laboratório</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Patrícia Moura Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 15:30:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[empresa]]></category>
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		<category><![CDATA[Fertilidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Paterna]]></category>
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					<description><![CDATA[A produção de espermatozóides em laboratório pode estar mais próxima da realidade. Uma startup dos Estados Unidos afirma ter replicado todo o processo de desenvolvimento do esperma humano fora do corpo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma startup de biotecnologia dos Estados Unidos afirma ter alcançado um marco histórico na ciência reprodutiva: a criação de esperma humano funcional em laboratório, capaz de fertilizar óvulos e originar embriões em fase inicial. A inovação, ainda em fase preliminar, poderá abrir novas possibilidades para homens com infertilidade severa.</p>
<p>De acordo com o Newsweek, a empresa Paterna Biosciences, sediada no estado de Utah, revelou ter conseguido replicar todo o processo de desenvolvimento do esperma fora do corpo humano &#8211; um objetivo que a ciência tenta atingir há décadas.</p>
<p>Apesar do entusiasmo, este avanço ainda não foi validado pela comunidade científica. Os resultados não foram publicados em revistas científicas, nem passaram por revisão por pares ou replicação independente. Além disso, não existe qualquer aprovação para uso clínico.</p>
<p>Especialistas alertam que será necessário realizar testes rigorosos ao nível genético, do desenvolvimento embrionário e da segurança antes de qualquer aplicação em tratamentos de fertilidade.</p>
<p>Ainda assim, a empresa aponta para um calendário ambicioso, sugerindo que ensaios para iniciar gravidezes poderão começar já no próximo ano &#8211; um prazo considerado muito acelerado face às expectativas da comunidade científica.</p>
<p><strong>Como foi possível criar esperma em laboratório</strong></p>
<p>O processo desenvolvido pela Paterna começa com uma pequena biópsia de tecido testicular. A partir dessa amostra, os investigadores isolam células estaminais espermatogoniais, responsáveis pela produção de esperma.</p>
<p>Com recurso a modelos computacionais, a equipa conseguiu identificar os sinais moleculares necessários em cada fase do desenvolvimento. Através de diferentes combinações de fatores de crescimento, os cientistas guiaram as células até completarem a meiose e adquirirem a estrutura típica do esperma, com cabeça e cauda.</p>
<p>O CEO da empresa, o médico e professor universitário Dr. Alexander Pastuszak, afirmou que os resultados representam uma potencial mudança de paradigma para pacientes sem opções.</p>
<p>Segundo o Newsweek, o responsável explicou que o esperma produzido em laboratório aparenta ser estruturalmente normal e funcional, tendo sido utilizado para fertilizar óvulos humanos e gerar embriões &#8211; algo que, afirma, nunca terá sido alcançado anteriormente em humanos.</p>
<p><strong>Um objetivo antigo da ciência reprodutiva</strong></p>
<p>A produção de esperma humano fora do corpo, conhecida como espermatogénese in vitro, tem sido um dos maiores desafios da biologia reprodutiva. Embora tenha sido possível alcançar este feito em ratos, nomeadamente num estudo japonês em 2011, a sua replicação em humanos revelou-se muito mais complexa.</p>
<p>Outras tentativas, como a de uma empresa francesa em 2015, geraram dúvidas quanto à maturidade e funcionalidade do esperma obtido.</p>
<p>O avanço agora anunciado vai mais longe ao demonstrar não só a formação de esperma, mas também a sua capacidade de fertilização &#8211; um teste essencial para comprovar a sua funcionalidade.</p>
<p><strong>Nova esperança para homens inférteis</strong></p>
<p>Entre 10% e 15% dos homens com infertilidade não produzem qualquer esperma, o que limita drasticamente as opções de parentalidade biológica. No entanto, muitos ainda possuem células estaminais capazes de originar esperma, embora o ambiente nos testículos impeça o seu desenvolvimento.</p>
<p>A tecnologia da Paterna poderá contornar esse problema ao recriar, em laboratório, as condições ideais para a maturação dessas células.</p>
<p>A empresa afirma já ter produzido esperma a partir de dezenas de amostras de tecido e prevê conseguir gerar milhares de células a partir de uma única biópsia.</p>
<p>Atualmente, a única alternativa para estes casos é um procedimento cirúrgico invasivo para tentar recuperar esperma, que muitas vezes não apresenta resultados.</p>
<p><strong>Custos podem limitar o acesso</strong></p>
<p>Mesmo que a tecnologia seja validada, o acesso poderá não ser imediato para todos. Nos Estados Unidos, tratamentos de fertilidade raramente são comparticipados por seguros de saúde.</p>
<p>A Paterna estima que o custo do procedimento possa variar entre 5.000 e 12.000 dólares, valor que não inclui tratamentos adicionais como a fertilização in vitro.</p>
<p>Especialistas sublinham que o custo continua a ser uma das principais barreiras no acesso à medicina reprodutiva, apesar dos avanços científicos.</p>
<p>Apesar das reservas da comunidade científica, o desenvolvimento anunciado representa um passo significativo na busca por soluções para a infertilidade masculina.</p>
<p>Se confirmado, poderá marcar o início de uma nova era na medicina reprodutiva, oferecendo esperança a milhões de casais em todo o mundo que, até agora, não tinham alternativas viáveis.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_754062]]></sapo:autor>
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		<title>Saída dos Emirados da OPEP sem impacto imediato no preço do petróleo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 15:27:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado não prevê efeitos imediatos no preço do petróleo após a saída dos Emirados Árabes Unidos da OPEP, devido ao bloqueio do estreito de Ormuz, embora antecipe mais oferta e preços mais baixos a longo prazo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado não prevê efeitos imediatos no preço do petróleo após a saída dos Emirados Árabes Unidos da OPEP, devido ao bloqueio do estreito de Ormuz, embora antecipe mais oferta e preços mais baixos a longo prazo.</p>
<p>Com o estreito de Ormuz bloqueado e num contexto de tensões entre os Estados Unidos e o Irão, a saída dos Emirados Árabes Unidos da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) fica em segundo plano, segundo especialistas consultados pela EFE.</p>
<p>Enquanto esta rota, por onde passa cerca de 20% do petróleo e do gás natural liquefeito transportados a nível mundial, continuar limitada, a oferta global permanecerá condicionada e os preços tenderão a subir.</p>
<p>O barril de Brent, referência na Europa, superou os 120 dólares na quinta-feira, embora em abril tenha caído 3,67% para 114,01 dólares. Desde o início do conflito que acumula uma subida de 57%.</p>
<p>Os Emirados Árabes Unidos, um dos dez maiores produtores de crude do mundo, com uma produção diária de 3,4 milhões de barris, deixaram a OPEP para preservar os seus interesses nacionais e adaptar-se à atual volatilidade geopolítica que afeta a oferta.</p>
<p>Depois de mais de 60 anos como membro do cartel, os Emirados deixam, a partir de hoje, de estar sujeitos às quotas de produção da organização, que limitam o número de barris produzidos diariamente e procuram regular os preços.</p>
<p>No entanto, ainda que os Emirados queiram aumentar a produção, &#8220;não terão forma de a escoar&#8221; se o estreito de Ormuz continuar bloqueado, advertiu o analista do Banco BiG Joaquín Robles, citado pela Efe.</p>
<p>A decisão surge após anos de tensões com o cartel e, em particular, com a Arábia Saudita, fundadora da organização e segundo maior produtor mundial.</p>
<p>&#8220;Enquanto a Arábia Saudita apostava em cortar a produção e controlar os preços, os Emirados queriam aumentar a produção para obter maiores receitas&#8221;, explicou Robles.</p>
<p>Na mesma linha, o analista da XTB Manuel Pinto considerou que, mais do que um desentendimento pontual, está em causa um choque de modelos.</p>
<p>&#8220;A Arábia Saudita procura controlar os preços, enquanto os Emirados querem ganhar quota de mercado&#8221;, afirmou.</p>
<p>Joaquim Robles acrescentou que os Emirados estão a pensar no futuro e não querem ficar limitados pelas restrições de produção do cartel quando terminar a crise provocada pelo conflito no Médio Oriente.</p>
<p>Num cenário de longo prazo, os analistas apontam para uma descida do preço do petróleo para níveis anteriores ao início da guerra, ou seja, cerca de 70 dólares por barril de Brent.</p>
<p>A reabertura do estreito de Ormuz fará com que o crude volte a circular de forma repentina, a que se somará um aumento adicional da oferta devido a novos produtores independentes, como os Emirados Árabes Unidos.</p>
<p>&#8220;O equilíbrio do mercado pode passar da escassez ao excesso em pouco tempo. Teríamos muita oferta e pouca procura, o que seria perfeito para uma queda significativa dos preços do petróleo&#8221;, afirmou Manuel Pinto, segundo a Efe.</p>
<p>O analista do Banco Big sublinhou também que a OPEP representa apenas cerca de um terço da produção mundial, pelo que, se os restantes produtores aumentarem a oferta, como é o caso dos Estados Unidos, que ultrapassam os 13 milhões de barris diários, &#8220;não se pode impedir que os preços caiam&#8221;.</p>
<p>Segundo o responsável ds XTB, neste contexto de maior oferta, poderá desencadear-se uma &#8220;autêntica guerra de preços&#8221;, que seria intensificada caso outros países da organização ou da OPEP+, que inclui outros produtores aliados, como o Cazaquistão, Iraque ou a Venezuela, sigam o mesmo caminho dos Emirados.</p>
<p>No dia 28 de abril os Emirados Árabes Unidos anunciaram que iam retirar-se da OPEP, liderada por Riade, e da aliança OPEP+, que também inclui a Rússia, a partir de 01 de maio.</p>
<p>A decisão &#8220;reflete uma evolução política alinhada com os fundamentos do mercado a longo prazo&#8221;, afirmou na altura o ministro de Energia e Infraestrutura do país, Suhail bin Mohamed Al Mazrouei.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757182]]></sapo:autor>
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		<title>1.º Maio: Carneiro desafia Montenegro a deixar cair reforma laboral que diz ofender trabalhadores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 15:15:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral do PS desafiou hoje o primeiro-ministro a deixar cair a reforma laboral, que diz ser ofensiva para os trabalhadores, ao prejudicar jovens e mulheres, e defendeu que cabe às centrais sindicais decidirem a greve geral.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O secretário-geral do PS desafiou hoje o primeiro-ministro a deixar cair a reforma laboral, que diz ser ofensiva para os trabalhadores, ao prejudicar jovens e mulheres, e defendeu que cabe às centrais sindicais decidirem a greve geral.</p>
<p>&#8220;Faço-lhe um apelo: deve deixar cair esta teimosia e deixar cair este pacote laboral, porque ele ofende &#8211; é ofensivo dos mais jovens, das mulheres trabalhadoras, dos mais vulneráveis e ofende particularmente as famílias portuguesas&#8221;, afirmou José Luís Carneiro, que falava aos jornalistas à chegada à festa dos trabalhadores, que a UGT está a realizar hoje no Centro Desportivo do Jamor, em Oeiras.</p>
<p>Carneiro garantiu que &#8220;o PS tudo fará para impedir que o Governo ofenda aos trabalhadores, as mulheres, as famílias deste país&#8221;, acusando o executivo de &#8220;quer andar para trás nos direitos dos trabalhadores e das trabalhadoras, particularmente dos mais jovens, das mulheres e das famílias&#8221;.</p>
<p>Questionado sobre o sentido da greve geral que a CGTP convocará hoje para 03 de junho, e à qual a UGT ainda não disse se aderirá, José Luís Carneiro disse que essa ação de luta é uma decisão que compete às centrais sindicais.</p>
<p>&#8220;Essa é uma decisão que compete às centrais sindicais&#8221; e não ao PS, respondeu.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757181]]></sapo:autor>
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		<title>Temporais de inverno reduzem para 671 número de praias em 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 15:05:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal vai ter menos duas praias operacionais durante esta época balnear do que em 2025, devido à falta de condições de segurança e aos danos provocados pelos temporais de inverno, anunciou hoje o Governo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal vai ter menos duas praias operacionais durante esta época balnear do que em 2025, devido à falta de condições de segurança e aos danos provocados pelos temporais de inverno, anunciou hoje o Governo.</p>
<p>De acordo com uma nota do Ministério do Ambiente e da Energia, enviada à agência Lusa, foram identificadas este ano um total de 671 águas balneares, sendo que 512 são costeiras ou de transição e 159 interiores.</p>
<p>Relativamente às alterações face a 2025, em que tinham sido identificadas 673 águas balneares, o ministério tutelado por Maria da Graça Carvalho dá conta da entrada de duas novas praias, uma reentrada e a saída de cinco.</p>
<p>Entraram este ano pela primeira para a lista a praia de Santo André (Póvoa do Varzim) e a praia fluvial do Cerejal (Góis) e reentrou a zona balnear do Ilhéu de Vila Franca do Campo (Açores), após melhoria da qualidade da água.</p>
<p>Em sentido oposto, saíram da lista as zonas balneares de Ponte da Ranca (Vinhais), Pedras Negras (Marinha Grande), Lagoa da Ervideira (Leiria), Valongo/Breda (Mortágua) e Porto da Calada (Mafra).</p>
<p>Estas alterações são justificadas pela destruição de acessos, instabilidade de arribas e riscos para a saúde pública.</p>
<p>No entanto, o Ministério do Ambiente e da Energia ressalva que, &#8220;de um modo geral, as praias mais afetadas pelos temporais de inverno vão poder abrir nesta época balnear porque foram alvo de intervenções de emergência e de requalificação, que permitiram repor condições de segurança, estabilizar arribas, recuperar acessos e reforçar os areais&#8221;.</p>
<p>A abertura da época balnear de 2026, que decorre oficialmente entre 15 de abril e 31 de outubro, prosseguiu hoje em treze praias do concelho de Cascais e em quatro da Madeira.</p>
<p>A praia de Porto Moniz, no Arquipélago da Madeira foi a primeira do país a iniciar a época balnear, em 15 de abril.</p>
<p>A abertura da época balnear prossegue no Algarve a 15 de maio, seguindo-se várias praias do litoral centro e sul a 01 de junho e a maioria das praias do Norte e Centro em 13 de junho.</p>
<p>&#8220;A época balnear de 2026 inicia-se num contexto particularmente exigente. O inverno de 2025/2026 foi marcado por temporais severos, que provocaram erosão costeira significativa, perda de sedimentos, redução do areal e danos em infraestruturas e acessos, com especial incidência nas regiões Centro e Norte. Estes impactos condicionaram diretamente a utilização e segurança de várias praias, exigindo intervenções urgentes de reposição e estabilização&#8221;, lê-se na nota da tutela.</p>
<p>O Governo apela aos banhistas para privilegiarem praias vigiadas e consultarem a plataforma InfoÁgua para informação atualizada sobre qualidade da água, assistência a banhistas e eventuais condicionamentos.</p>
<p>A época balnear de cada ano é definida em portaria, publicada em Diário da República, que identifica as águas balneares e a definição da respetiva época.</p>
<p>Em 2025, a época balnear decorreu entre 01 de maio e 31 de outubro.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757179]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Formalmente adotada em Londres nova área de emissões controladas no Atlântico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 15:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A criação de uma área de emissões controladas no Atlântico Nordeste foi hoje formalmente adotada numa reunião da Organização Marítima Internacional, em Londres, e deverá entrar em vigor em setembro de 2027.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A criação de uma área de emissões controladas no Atlântico Nordeste foi hoje formalmente adotada numa reunião da Organização Marítima Internacional, em Londres, e deverá entrar em vigor em setembro de 2027.</p>
<p>Em comunicado, a associação ambientalista Zero, que participou no encontro, sublinha que a adoção formal da nova área de emissões controladas (ECA, na sigla em inglês), cuja criação havia sido aprovada há um ano, representa &#8220;um marco histórico&#8221;.</p>
<p>A decisão resultou da 84.ª sessão do Comité de Proteção do Meio Marinho (MEPC) da Organização Marítima Internacional (IMO) que decorreu ao longo da semana em Londres, Reino Unido.</p>
<p>A adoção formal da ECA do Atlântico, aplicável às emissões de enxofre, de óxidos de azoto e de partículas, deveria ter sido formalizada em outubro, mas as negociações prolongaram-se, segundo a Zero, devido à pressão dos Estados Unidos sobre as negociações relativas ao quadro de neutralidade carbónica para o transporte marítimo.</p>
<p>A posição da Rússia dificultou igualmente o processo, e Moscovo acabou mesmo por declarar reserva, o que significa que não cumprirá o acordo.</p>
<p>Após a adoção formal, a nova ECA, que resultou de uma proposta liderada por Portugal e abrange as águas de portuguesas, de Espanha, França, Reino Unido, Irlanda, Islândia, Ilhas Faroé e Gronelândia (Dinamarca), deverá entrar em vigor em setembro de 2027.</p>
<p>&#8220;A partir dessa data, os navios deverão utilizar combustíveis com menor teor de enxofre e adotar tecnologias mais limpas para reduzir as emissões de óxidos de azoto e de partículas, contribuindo significativamente para a melhoria da qualidade do ar, a proteção da saúde pública e a preservação dos ecossistemas marinhos&#8221;, explica a Zero.</p>
<p>A ECA do Atlântico Norte funcionará também como elo de ligação entre as zonas de controlo já existentes no Mar do Norte, no Báltico, nas águas do Ártico canadiano, na zona económica exclusiva da Noruega e no Mar Mediterrâneo.</p>
<p>Na sequência da decisão de hoje, a Zero defende que, no futuro, deverão ser também incluídos os arquipélagos da Madeira e dos Açores de Portugal, bem como as Ilhas Canárias espanholas.</p>
<p>&#8220;Isto é fundamental não só para promover a uniformidade regulatória e evitar distorções de mercado, mas mais importante para proteger as comunidades costeiras dos efeitos nocivos da poluição atmosférica proveniente dos navios&#8221;, justificam.</p>
<p>Os ambientalistas defendem também a proibição do uso de sistemas de limpeza de gases de escape de circuito aberto e fechado, que diz serem &#8220;altamente nocivos em termos de poluição atmosférica e marinha&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757174]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Procura-se mulher que pode ser a herdeira de uma fortuna de mais de 3 milhões de euros e não sabe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Goncalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 14:30:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma decisão judicial que reconheceu oficialmente a filiação biológica de uma mulher relativamente a um empresário já falecido abriu agora um novo capítulo numa disputa sucessória que poderá alterar o destino de uma fortuna avaliada em mais de três milhões de euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma decisão judicial que reconheceu oficialmente a filiação biológica de uma mulher relativamente a um empresário já falecido abriu agora um novo capítulo numa disputa sucessória que poderá alterar o destino de uma fortuna avaliada em mais de três milhões de euros. No centro deste caso está a procura por uma mulher, residente ou com ligações à província de Almería, em Espanha, que poderá ter direito a parte substancial de um património composto por imóveis, espaços comerciais e participações empresariais distribuídas pelo sudeste do país.</p>
<p>Tudo começou com a longa batalha travada por Carmen — nome fictício utilizado para preservar a identidade — que conseguiu obter em tribunal o reconhecimento de que é filha biológica de um conhecido empresário granadino. A sentença colocou ponto final em mais de quatro décadas de dúvidas, investigações e diligências pessoais levadas a cabo pela própria, num processo marcado pela persistência e pela procura de respostas sobre a sua verdadeira origem.</p>
<p>Contudo, o reconhecimento judicial da sua condição de herdeira legítima não encerrou o caso. Pelo contrário, abriu caminho a uma nova frente: a localização de uma possível meia-irmã, que, segundo as investigações realizadas, também poderá ser filha do mesmo empresário e, por isso, ter exactamente os mesmos direitos sucessórios sobre a herança milionária.</p>
<p>O advogado Fernando Osuna, responsável pelo processo, esclareceu que não está em causa um litígio entre herdeiras, mas sim uma tentativa de garantir que todas as pessoas com direito legal ao património possam ser incluídas no processo sucessório. Como sublinhou, “o objectivo é localizá-la para que possa juntar-se ao processo”, insistindo ainda em que a intenção de Carmen “não é ficar com toda a herança, mas partilhá-la de forma justa”.</p>
<p>De acordo com os elementos recolhidos pela equipa jurídica, a mulher procurada terá actualmente entre 35 e 50 anos e poderá viver na província de Almería. A convicção de que poderá existir uma segunda filha resulta de suspeitas de uma relação extraconjugal mantida pelo empresário durante os anos 80, altura em que se deslocava frequentemente àquela região por motivos profissionais. Dessa relação poderá ter nascido uma filha cuja identidade permanece desconhecida e que, segundo admitem os investigadores do caso, pode nem sequer saber quem é o seu verdadeiro pai.</p>
<p><strong>Uma revelação familiar mudou tudo</strong><br />
A determinação de Carmen em encontrar essa possível irmã está profundamente ligada ao seu próprio percurso. Durante anos viveu sem certezas sobre a sua identidade biológica, até ao momento em que uma revelação familiar alterou por completo a sua vida. Segundo relatou, foi uma prima quem lhe disse: “Tu não és filha do homem que pensas”.</p>
<p>A partir desse instante, iniciou uma investigação por conta própria. Sem meios financeiros para contratar detectives privados, Carmen decidiu reunir sozinha os elementos que pudessem sustentar a sua convicção. Seguiu os passos do empresário, recolheu provas ao longo do tempo e conseguiu mesmo obter amostras de ADN através de objectos do quotidiano. Paralelamente, reuniu gravações nas quais, segundo o relato do caso, o próprio empresário reconhecia ter mantido uma relação com a mãe de Carmen.</p>
<p>Esse trabalho acabou por revelar-se determinante no processo judicial que culminou com o reconhecimento formal da paternidade biológica. Agora, com esse capítulo encerrado, a prioridade passou a ser outra: localizar a mulher que poderá ter o mesmo vínculo sanguíneo e idêntico direito à herança.</p>
<p><strong>Corrida contra o tempo para garantir partilha do património</strong><br />
A urgência da procura prende-se com o processo de sucessão patrimonial. Segundo o advogado Fernando Osuna, identificar todos os herdeiros é fundamental para evitar manobras que possam comprometer ou dificultar a correcta divisão dos bens.</p>
<p>Com um património estimado em mais de três milhões de euros, qualquer atraso na identificação de potenciais sucessores poderá criar obstáculos legais adicionais ao processo de partilhas. Por isso, a equipa jurídica decidiu avançar com um apelo público, na esperança de recolher pistas que permitam localizar a mulher procurada.</p>
<p>Se for encontrada e se confirmar a ligação biológica ao empresário, poderá passar de uma vida completamente comum para a condição de herdeira de uma fortuna milionária — uma realidade que, até ao momento, poderá desconhecer por completo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756401]]></sapo:autor>
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		<title>1.º Maio: Milhares assinalam Dia do Trabalhador em Lisboa em luta contra pacote laboral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 14:30:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Milhares de pessoas assinalam hoje o Dia de Trabalho nas ruas de Lisboa, onde se manifestam contra o pacote laboral e com a greve geral marcada para 03 de junho no horizonte.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>*** Serviços vídeo e áudio disponíveis em www.lusa. pt***</p>
<p>Lisboa, 01 mai 2026 (Lusa) &#8212; Milhares de pessoas assinalam hoje o Dia de Trabalho nas ruas de Lisboa, onde se manifestam contra o pacote laboral e com a greve geral marcada para 03 de junho no horizonte.</p>
<p>As milhares de pessoas que participam nas comemorações do 1.º Maio da CGTP desfilam durante a tarde entre o Martim Moniz e a Alameda D. Afonso Henriques, onde será promovido um comício sindical, que terá como orador principal o secretário-geral da CGTP, Tiago Oliveira.</p>
<p>Em passo lento, sindicalistas, trabalhadores, jovens e reformados empunhando tarjas, bandeiras e cartazes e gritam a uma só voz palavras de ordem como: &#8220;Não vamos desistir, o pacote é para cair&#8221;, &#8220;Só interessa ao capital, o pacote laboral&#8221;, &#8220;O pacote laboral é retrocesso social&#8221; e &#8220;O povo está na rua, a luta continua&#8221;.</p>
<p>Em declarações à Lusa, Tiago Oliveira afirmou que a principal reivindicação é a rejeição total dos trabalhadores ao pacote laboral&#8221;, sustentando que passados noves meses o conteúdo da legislação de alteração à lei do trabalho continua igual.</p>
<p>&#8220;Sabemos que esta luta é prolongada , porque é um Governo que não vive as dificuldades de quem trabalha, não sabe qual a realidade da maioria dos trabalhadores e está de mãos dadas com a maioria dos patrões e tudo quer fazer para levar a cabo uma reforma laboral que é extremamente penalizadora para os trabalhadores&#8221;, disse, avançando que por isso a CGTP vai hoje anunciar uma greve geral para 03 de junho para &#8220;dar continuidade a esta luta&#8221;.</p>
<p>CMP // MSF/Fim</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757173]]></sapo:autor>
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		<title>Lucro da ExxonMobil cai 46% para 3.557 ME no 1º trimestre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 14:25:31 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A petrolífera norte-americana ExxonMobil fechou o primeiro trimestre com lucros de 4.183 milhões de dólares, cerca de 3.557 milhões de euros à taxa de câmbio atual, o que representa uma queda homóloga de 45,8%.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A petrolífera norte-americana ExxonMobil fechou o primeiro trimestre com lucros de 4.183 milhões de dólares, cerca de 3.557 milhões de euros à taxa de câmbio atual, o que representa uma queda homóloga de 45,8%.</p>
<p>As receitas totalizaram 85.138 milhões de dólares (cerca de 72.390 milhões de euros), um crescimento de 2,41% face ao primeiro trimestre de 2025.</p>
<p>Por sua vez, a produção global situou-se em 4,594 milhões de barris por dia, o que representa um aumento homólogo de 0,94%.</p>
<p>Os preços do petróleo mantiveram-se baixos durante os dois primeiros meses do ano, uma vez que o mercado antecipava um excedente, mas dispararam subitamente depois de os Estados Unidos e Israel terem atacado o Irão em 28 de fevereiro.</p>
<p>No início de abril, a Exxon já tinha advertido que a guerra com o Irão afetaria os seus resultados.</p>
<p>A multinacional registou um impacto negativo de quase 4.000 milhões de dólares devido a um &#8220;efeito de calendário&#8221; associado a operações de cobertura financeira, explicou em comunicado.</p>
<p>Segundo a Exxon, as perdas dessas coberturas foram reconhecidas no trimestre, mas o valor dos produtos físicos correspondentes ainda não entrou nas contas, porque as entregas não tinham sido concluídas.</p>
<p>A empresa sublinhou, contudo, que este impacto é temporário e que as coberturas deverão gerar um ganho líquido nos trimestres seguintes, assim que os produtos forem entregues.</p>
<p>&#8220;Este trimestre demonstrou que a ExxonMobil é uma empresa fundamentalmente mais sólida do que há apenas alguns anos, preparada para operar em contextos de crise e ao longo dos ciclos do mercado&#8221;, afirmou o presidente e diretor executivo da empresa, Darren Woods, citado no mesmo comunicado.</p>
<p>Nesse sentido, acrescentou que os acontecimentos no Médio Oriente &#8220;puseram à prova essa solidez&#8221;, mantendo a segurança dos seus trabalhadores como a sua &#8220;máxima prioridade&#8221;.</p>
<p>&#8220;Esses acontecimentos também sublinharam a importância de contar com produtos energéticos fiáveis e acessíveis, bem como o valor das capacidades que desenvolvemos para os fornecer&#8221;, salientou.</p>
<p>As ações da Exxon subiram cerca de 1% nas negociações antes da abertura do mercado.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757170]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Teerão apresenta nova proposta aos EUA através do Paquistão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 13:30:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Irão apresentou, na quinta-feira, uma nova proposta para retomar as negociações com os Estados Unidos, atualmente num impasse, com o objetivo de pôr fim à guerra, anunciou hoje a agência oficial iraniana Irna.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Irão apresentou, na quinta-feira, uma nova proposta para retomar as negociações com os Estados Unidos, atualmente num impasse, com o objetivo de pôr fim à guerra, anunciou hoje a agência oficial iraniana Irna.</p>
<p>&#8220;A República Islâmica transmitiu na quinta-feira à noite o texto da sua mais recente proposta ao Paquistão, mediador nas conversações com os Estados Unidos&#8221;, refere a agência, que não adiantou mais pormenores.</p>
<p>Israel e Estados Unidos lançaram, em 28 de fevereiro, um ataque conjunto ao Irão, que destruiu grande parte da capacidade militar e da indústria de fabrico de mísseis e &#8216;drones&#8217; de Teerão.</p>
<p>A República Islâmica respondeu ao ataque, justificado com a ameaça nuclear iraniana, disparando mísseis e &#8216;drones&#8217; contra os países vizinhos, sobretudo a indústria de petróleo e gás destes, e bloqueando o Estreito de Ormuz, o que levou a uma escalada dos preços dos combustíveis, fortemente penalizadora de países importadores.</p>
<p>Depois de Washington ter prorrogado o cessar-fogo acordado com o Irão em 08 de abril, o impasse diplomático tem vindo a arrastar-se, com a falta da confirmação de uma segunda reunião presencial para tentar chegar a um acordo de paz, após um primeiro encontro na capital paquistanesa, Islamabad.</p>
<p>O estreito de Ormuz continua bloqueado pelas forças armadas iranianas, enquanto Washington mantém o bloqueio aos portos iranianos.</p>
<p>Teerão tinha apresentado no início da semana uma proposta, rejeitada por Donald Trump e, segundo um artigo do &#8216;site&#8217; norte-americano Axios, citado pela agência oficial iraniana, pretendia adiar para uma data posterior as discussões sobre o nuclear.</p>
<p>Trata-se, porém, de uma questão central para os Estados Unidos e Israel.</p>
<p>No âmbito das negociações em curso, o ministro iraniano dos Negócios Estrangeiros, Abbas Araghchi, falou na sexta-feira por telefone com os seus homólogos da Arábia Saudita, Qatar, Turquia, Iraque e Azerbaijão para abordar as mais recentes &#8220;iniciativas da República Islâmica para pôr fim à guerra&#8221;, segundo um comunicado do ministério.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757154]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Recebeu um e-mail a dizer que os seus dados foram roubados? Pode ser uma fraude</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Patrícia Moura Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 12:30:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Tecnologia]]></category>
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		<category><![CDATA[segurança]]></category>
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					<description><![CDATA[E se recebesse agora um e-mail a dizer que os seus dados foram comprometidos? Antes de clicar em qualquer link, saiba que pode estar perante uma fraude cada vez mais sofisticada, impulsionada pela Inteligência Artificial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Receber um e-mail a informar que os seus dados foram comprometidos num ataque informático pode provocar uma reação imediata: clicar no link e alterar a palavra-passe. No entanto, essa resposta instintiva pode ser precisamente o que os cibercriminosos procuram.</p>
<p>De acordo com a ESET Portugal, tem-se verificado um aumento significativo de notificações falsas de violação de dados, um fenómeno impulsionado pela evolução da Inteligência Artificial generativa. Estas fraudes estão cada vez mais sofisticadas e difíceis de identificar.</p>
<p>Num cenário em que a Europol alerta para o aumento do número e da frequência de ataques informáticos, os cibercriminosos aproveitam-se da familiaridade dos utilizadores com este tipo de notificações. A constante exposição a alertas de segurança pode levar à desvalorização do risco, tornando mais fácil explorar o medo e induzir decisões impulsivas.</p>
<p>Atualmente, os esquemas seguem duas abordagens principais. Por um lado, há a criação de alertas totalmente falsos sobre alegados incidentes em plataformas populares, como bancos, serviços de streaming ou redes sociais, com o objetivo de levar o utilizador a confirmar dados em páginas fraudulentas. Por outro, existe uma estratégia oportunista: os criminosos aguardam que uma empresa reconhecida sofra um ataque real e, nesse contexto, enviam e-mails falsos em massa, tirando partido da expectativa dos utilizadores por comunicações oficiais.</p>
<p>Se, no passado, erros ortográficos e mensagens mal construídas eram sinais claros de fraude, essa realidade mudou. Em 2026, ferramentas de Inteligência Artificial permitem criar e-mails com linguagem correta, tom convincente e um design praticamente indistinguível das comunicações legítimas. Esta evolução tecnológica tornou os esquemas mais credíveis e perigosos.</p>
<p><strong>Como identificar um alerta falso</strong></p>
<p>Apesar da crescente sofisticação, continuam a existir sinais de alerta. Mensagens que apelam à urgência extrema, exigindo ação imediata para evitar o bloqueio de contas, devem levantar suspeitas. Outro indicador relevante é o endereço de e-mail do remetente: embora o nome possa parecer legítimo, o domínio real pode revelar inconsistências.</p>
<p>A falta de detalhes específicos é também um sinal comum. Comunicações legítimas tendem a incluir informação parcial que permite identificar a conta, enquanto mensagens fraudulentas são geralmente vagas. Além disso, empresas confiáveis raramente pedem que os utilizadores acedam diretamente a páginas de login através de links enviados por e-mail.</p>
<p><strong>O que fazer em caso de suspeita</strong></p>
<p>Se existir a possibilidade de ter introduzido dados num site fraudulento, agir rapidamente é essencial. A alteração imediata das palavras-passe, começando pelo e-mail principal e gestor de passwords, deve ser a primeira medida. A ativação da autenticação multifator em todas as contas é igualmente recomendada para reforçar a segurança.</p>
<p>Nos casos em que tenham sido partilhados dados financeiros, é fundamental contactar o banco o mais rapidamente possível. Por fim, deve ser realizada uma verificação ao dispositivo com uma solução anti-malware, de forma a garantir que não foi instalado qualquer software malicioso.</p>
<p>Num contexto digital cada vez mais complexo, a capacidade de distinguir entre alertas reais e fraudes tornou-se uma competência essencial para proteger dados pessoais e evitar prejuízos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_755093]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>1.º de Maio: Perto de 400 manifestantes detidos em Istambul</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 12:23:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Milhares de manifestantes participaram hoje nas celebrações do 1.º de Maio na Turquia, apesar do forte dispositivo policial em Ancara e em Istambul, onde foram detidas perto de 400 pessoas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Milhares de manifestantes participaram hoje nas celebrações do 1.º de Maio na Turquia, apesar do forte dispositivo policial em Ancara e em Istambul, onde foram detidas perto de 400 pessoas.</p>
<p>Segundo a Associação de Advogados CHD, &#8220;o número de pessoas sob custódia policial ascendia a 370&#8221; ao início da tarde em Istambul.</p>
<p>Durante os protestos, a polícia recorreu a gás lacrimogéneo a partir de veículos antimotim, no meio da multidão, para impedir que os manifestantes chegassem à praça Taksim, um dos principais locais de contestação na cidade, encerrada a concentrações desde 2013, após uma vaga de protestos contra o Governo.</p>
<p>&#8220;Não se pode fechar uma praça aos trabalhadores da Turquia. Toda a gente usa Taksim para cerimónias oficiais e celebrações. Apenas os operários, os trabalhadores, os pobres são impedidos de aceder à praça&#8221;, denunciou um dirigente sindical, Basaran Aksu, detido momentos depois.</p>
<p>Imagens transmitidas pelo canal de oposição HALK TV mostraram também o presidente do Partido dos Trabalhadores da Turquia, Erkan Bas, envolto numa nuvem de gás pimenta.</p>
<p>&#8220;O poder fala 365 dias por ano, deixem ao menos os trabalhadores falar das dificuldades que vivem um dia por ano&#8221;, pedir o líder partidário.</p>
<p>Sindicatos e associações tinham convocado manifestações sob o lema &#8220;Pão, Paz, Liberdade&#8221;, numa altura em que a inflação mantém-se acima dos 30% &#8212; 40% em Istambul, segundo a Câmara de Comércio &#8212; e em que as autoridades realizam regularmente detenções entre a oposição parlamentar e a imprensa.</p>
<p>Desde o início da semana, várias dezenas de pessoas tinham já sido detidas antes do 1.º de Maio.</p>
<p>Em Ancara, cerca de uma centena de mineiros de uma mina de carvão, que tinham realizado uma greve de fome durante nove dias para exigir o pagamento dos salários, foram aplaudidos ao juntarem-se ao cortejo, e sob forte vigilância policial.</p>
<p>Istambul está, desde a meia-noite, sob fortes restrições, com os bairros centrais da margem europeia completamente cercados por barreiras metálicas e com as linhas de metro, autocarros e elétricos suspensos.</p>
<p>Em simultâneo, uma manifestação autorizada na margem asiática, convocada por confederações sindicais, reuniu de forma pacífica milhares de pessoas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757151]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Colisão entre dois carros provoca um morto e dois feridos leves na Maia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 11:45:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma colisão frontal entre dois carros na variante à Estrada Nacional 14 (EN14) na Maia causou, esta madrugada, um morto e dois feridos leves, adiantou hoje à Lusa fonte dos Bombeiros de Moreira da Maia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma colisão frontal entre dois carros na variante à Estrada Nacional 14 (EN14) na Maia causou, esta madrugada, um morto e dois feridos leves, adiantou hoje à Lusa fonte dos Bombeiros de Moreira da Maia.</p>
<p>A vítima mortal, cujo óbito foi declarado no local, é um homem de 25 anos, referiu a fonte.</p>
<p>Já os dois feridos, com cerca de 30 anos, foram sido transportados para o hospital para serem observados.</p>
<p>Segundo a mesma fonte, o acidente terá ocorrido pelas 05:06, hora a que foi dado o alerta.</p>
<p>O acidente obrigou ao corte da estrada nos dois sentidos, mas, após os trabalhos de limpeza, já reabriu ao trânsito, acrescentou.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757150]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Montanhas de roupa no deserto: o preço escondido da fast fashion</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Patrícia Moura Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 11:30:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Todos os anos, milhares de toneladas de roupa usada, muitas delas doadas com boas intenções, acabam abandonadas ilegalmente no Deserto do Atacama, no Chile. O fenómeno expõe uma realidade pouco conhecida e levanta dúvidas sobre o verdadeiro impacto ambiental da doação de têxteis.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A prática de doar roupa usada é, para muitos, um gesto consciente e alinhado com os princípios da sustentabilidade. No entanto, uma realidade pouco conhecida está a levantar preocupações ambientais: parte significativa dessas peças acaba descartada ilegalmente no Deserto do Atacama, no Chile, criando um problema de grandes dimensões.</p>
<p>Desde cedo, somos incentivados a seguir os princípios dos 3Rs &#8211; reduzir, reutilizar e reciclar. Doar roupa a instituições ou colocá-la em contentores apropriados tornou-se um hábito comum. No entanto, de acordo com o Huffpost, nem todas as peças seguem o caminho esperado da reutilização.</p>
<p>Todos os anos, cerca de 39 mil toneladas de roupa usada são abandonadas no Deserto do Atacama, uma das regiões mais áridas do planeta. Estas verdadeiras “montanhas” de têxteis acumulam-se sem qualquer controlo, criando um cenário alarmante tanto do ponto de vista ambiental como social.</p>
<p><strong>Chile: um centro global de roupa em segunda mão</strong></p>
<p>O Chile tornou-se um dos maiores importadores mundiais de roupa usada. Segundo o Huffpost, chegam ao país cerca de 123 mil toneladas por ano, provenientes sobretudo dos Estados Unidos, Europa e Ásia. Grande parte entra através da Zona Franca de Iquique, criada em 1975 para dinamizar a economia local.</p>
<p>Neste local, empresas fazem a triagem, armazenamento e comercialização das peças. Algumas são vendidas no mercado interno ou exportadas para outros países da América Latina. Este setor também tem impacto económico relevante, gerando emprego, especialmente para mulheres envolvidas na seleção das roupas.</p>
<p>Nem todas as peças têm valor comercial. As de menor qualidade acabam frequentemente em mercados informais, como o de La Quebradilla, perto de Alto Hospicio. Ainda assim, uma grande parte fica sem destino.</p>
<p>Eliminar esse excedente implica custos. Legalmente, as empresas devem exportar as peças não vendidas, pagar impostos ou recorrer a serviços autorizados de gestão de resíduos. No entanto, muitas optam por soluções ilegais e mais baratas, como abandonar ou queimar as roupas no deserto.</p>
<p>As autoridades enfrentam dificuldades em controlar esta prática. A vastidão do território e o fácil acesso tornam quase impossível monitorizar todos os pontos de descarga.</p>
<p><strong>Impacto ambiental da moda descartável</strong></p>
<p>As consequências são graves. Muitos destes têxteis contêm fibras sintéticas que demoram décadas a decompor-se. Durante esse processo, libertam microplásticos e substâncias tóxicas que contaminam o solo e o ambiente.</p>
<p>Este fenómeno está diretamente ligado ao modelo de consumo da chamada fast fashion, caracterizado pela produção massiva de roupa barata e de curta duração. O resultado é uma cadeia global em que os países consumidores exportam o problema ambiental para outras regiões.</p>
<p>Perante este cenário, começam a surgir iniciativas para transformar o problema em oportunidade. O Centro de Tecnologia da Economia Circular está a desenvolver projetos para reaproveitar os têxteis não vendidos.</p>
<p>Uma das propostas mais ambiciosas passa pela criação de uma fábrica capaz de converter roupa usada em novos materiais, como isolantes térmicos, enchimentos para mobiliário ou componentes industriais. Este projeto poderá processar até 20 toneladas por dia, sem necessidade de água ou produtos químicos.</p>
<p>Além disso, o setor têxtil passou recentemente a estar abrangido por legislação de responsabilidade alargada do produtor, obrigando marcas e empresas a assumirem o impacto dos seus produtos ao longo de todo o ciclo de vida.</p>
<p><strong>Um alerta para consumidores e indústria</strong></p>
<p>O caso do Deserto do Atacama evidencia um problema estrutural da indústria da moda e levanta questões sobre o verdadeiro destino das roupas que doamos. Mais do que um gesto individual, a solução exige mudanças profundas no modelo de produção, consumo e gestão de resíduos têxteis.</p>
<p>A realidade mostra que doar roupa, por si só, não garante um final sustentável  e reforça a necessidade de repensar hábitos de consumo num mundo cada vez mais marcado pelo desperdício.</p>
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