O governo britânico permitiu que Roman Abramovich injetasse 30 milhões de libras (33 milhões de euros) no Chelsea Football Club, de forma a cobrir as despesas diárias do clube e evitar que possa vir a falir.
Com 33 milhões de euros o clube vai conseguir pagar os salários que tem de pagar por mês, que correspondem no total a cerca de 30 milhões de euros.
Na quarta-feira, o governo britânico anunciou esta e outras medidas para aliviar a situação do clube da Premier League, que está a ser penalizado pelas sanções colocadas em vigor ao oligarca russo pelo Reino Unido e pela União Europeia.
“O Governo fez hoje alterações à licença que foi concedida ao Chelsea para que os adeptos tenham acesso aos jogos fora de casa, aos jogos da Taça e aos da equipa feminina. Gostaria de agradecer aos adeptos pela sua paciência”, explicou Nigel Huddleston, ministro britânico do desporto.
Para além da injeção, o Chelsea vai ter permissão para vender bilhetes para os próximos jogos da Champions League, da FA Cup e para os jogos de futebol feminino fora, assim como os restantes jogos do clube fora.
Os lucros destas vendas vão para entidades como a UEFA e para a Football Association, a entidade que controla o futebol na Inglaterra, até que a situação do Chelsea esteja desbloqueada com uma futura venda.














