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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Mon, 29 Jun 2026 14:42:44 +0000</lastBuildDate>
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		<title>“A IA tem potencial para se afirmar como uma alavanca decisiva em toda a cadeia de desenvolvimento imobiliário”: Carlos Elavai, BCG Lisboa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 14:38:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A inteligência artificial (IA) pode vir a ter um impacto significativo na forma como se desenvolvem projetos imobiliários em Portugal, com potencial para reduzir em cerca de 30% os prazos de execução.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A inteligência artificial (IA) pode vir a ter um impacto significativo na forma como se desenvolvem projetos imobiliários em Portugal, com potencial para reduzir em cerca de 30% os prazos de execução e aumentar as margens dos promotores entre 4 e 7 pontos percentuais.</p>
<p>A conclusão é de uma análise da Boston Consulting Group, que sublinha a tecnologia como uma alavanca para ganhar eficiência num setor marcado por atrasos e derrapagens de custos.</p>
<p>Num contexto em que a pressão sobre a oferta de habitação continua elevada, o estudo aponta que 66% dos projetos imobiliários registam atrasos e 39% ultrapassam os orçamentos previstos. Entre as principais causas estão a fragmentação dos processos, falhas de coordenação entre intervenientes e falta de padronização ao longo do ciclo de desenvolvimento.</p>
<p>Apesar do potencial, o setor imobiliário está ainda atrás de outras indústrias na adoção de IA, acumulando um atraso estimado de cerca de 15 pontos percentuais face à média global de maturidade tecnológica.</p>
<p>“A inteligência artificial tem potencial para se afirmar como uma alavanca decisiva em toda a cadeia de desenvolvimento imobiliário, com impacto real no encurtamento de prazos, na melhoria da tomada de decisão e na redução de desperdício”, refere Carlos Elavai, Managing Director &amp; Partner da BCG Lisboa. O responsável sublinha ainda que, em Portugal, a questão ganha particular relevância devido à escassez de habitação acessível e à morosidade dos processos de licenciamento.</p>
<p>Segundo a análise, a adoção de soluções de IA pode traduzir-se em ganhos relevantes ao longo de toda a cadeia de valor. No caso dos promotores imobiliários, a consultora estima um aumento de margem entre 4 e 7 pontos percentuais, resultado de melhorias em áreas como procurement, planeamento, design generativo, previsão de atrasos e gestão de obra.</p>
<p>O impacto estende-se também a outras fases do negócio. Na gestão de investimentos, a IA poderá contribuir para um aumento de 3 a 4 pontos percentuais no retorno interno (IRR), enquanto na gestão de ativos os ganhos poderão chegar a 2 a 3 pontos percentuais de EBIT.</p>
<p>Um dos pontos mais relevantes prende-se com a compressão dos ciclos de desenvolvimento. Desde a seleção de terrenos até à entrega final, a IA poderá encurtar prazos em cerca de 30%, reduzindo a exposição à inflação de custos e permitindo maior rotação de capital.</p>
<p>Na prática, o estudo destaca aplicações já em uso em algumas empresas, como sistemas de visão computacional para monitorização de obra em tempo real. Em determinados casos, estas soluções chegaram a gerar um retorno de seis vezes o investimento, com ganhos de produtividade na ordem dos 12% e uma redução de 48% em incidentes.</p>
<p>Também o planeamento e o design podem ser transformados através de ferramentas de simulação e design generativo, que permitem testar cenários mais rapidamente e reduzir erros em fases avançadas do projeto. Já na área de procurement, a IA surge como uma forma de melhorar a comparação de propostas e apoiar decisões mais informadas sobre custo, risco e prazo.</p>
<p>O estudo da BCG sublinha ainda que o sucesso da adoção tecnológica depende da liderança das empresas. Segundo a consultora, são os projetos em que o CEO assume a condução direta da estratégia de IA que mais rapidamente conseguem extrair valor, com foco em iniciativas prioritárias e na qualificação das equipas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783151]]></sapo:autor>
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		<title>Correção dos exames nacionais continua &#8220;dentro dos prazos previstos&#8221;, diz ministro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 14:25:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Educação, Fernando Alexandre, disse hoje que a correção dos exames nacionais continua a decorrer "dentro dos prazos previstos", garantindo que "nenhum aluno será prejudicado" com as falhas reportadas até agora no processo de correção.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Educação, Fernando Alexandre, disse hoje que a correção dos exames nacionais continua a decorrer &#8220;dentro dos prazos previstos&#8221;, garantindo que &#8220;nenhum aluno será prejudicado&#8221; com as falhas reportadas até agora no processo de correção.</p>
<p>&#8220;[As dificuldades] estão a ser resolvidas, nós continuamos dentro dos prazos previstos, ou seja, os professores todos os anos têm 10 dias úteis para corrigir os exames e aquilo que o EduQA [Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação] nos diz é que vai garantir esses 10 dias úteis para os professores corrigirem os exames&#8221;, disse aos jornalistas o ministro da Educação, Ciência e Inovação na Universidade Portucalense, no Porto.</p>
<p>O governante, à margem da cerimónia de atribuição do Doutoramento &#8216;Honoris Causa&#8217; à constitucionalista e ex-ministra da Administração Interna Maria Lúcia Amaral e ao empresário Luís Portela, presidente da Fundação Bial, assegurou também que os alunos não vão ser prejudicados.</p>
<p>&#8220;Obviamente, lamentamos que estejam a surgir erros que não foram antecipados, mas isso também faz parte do processo, ou seja, aquilo que é importante é que os erros não prejudiquem nenhum aluno seja prejudicado. Isso nós garantimos, que nenhum aluno será prejudicado&#8221;, afirmou.</p>
<p>Este ano, os exames nacionais mantiveram o formato em papel, mas, pela primeira vez, as provas serão corrigidas em formato digital, trabalho que deverá estar concluído até 10 de julho, devendo as notas da primeira fase ser divulgadas dia 14.</p>
<p>Segundo o ministro, &#8220;a digitalização está a decorrer sem grandes problemas&#8221;, mas deu o exemplo de problemas na leitura dos códigos digitais QR impressos nos exames.</p>
<p>&#8220;As escolas receberam indicações para não agrafarem os exames, mas algumas agrafaram os exames e agrafaram às vezes em cima do &#8216;QR code&#8217;, que é o que identifica o exame ou o aluno. O desagrafar, a perturbação que isso trouxe na digitalização, foi um dos erros&#8221;, explicou.</p>
<p>Fernando Alexandre destacou que este ano, depois de um projeto-piloto no ano passado com a prova de Filosofia, há &#8220;160 mil alunos a fazer a avaliação&#8221; num processo que envolve &#8220;milhares de avaliadores&#8221;.</p>
<p>&#8220;É possível sempre que surjam erros, mas qualquer erro que surja que seja grosseiro, é corrigido. Os erros são corrigidos. Pode haver erros, como é óbvio, mas os erros são corrigidos porque o sistema também tem esses mecanismos de correção dos erros, porque é isso que garante depois o rigor na avaliação&#8221;, assegurou.</p>
<p>Questionado sobre problemas relacionados com a credenciação de professores para a correção, nomeadamente para a disciplina errada ou mesmo professores falecidos, o governante disse que &#8220;essas situações que têm sido veiculadas nas redes sociais também estão a ser verificadas pelo Júri Nacional de Exames&#8221;.</p>
<p>&#8220;Mas aí eu gostava de enfatizar que quem convoca os professores são os diretores das escolas. Se um diretor de uma escola convocou uma professora que infelizmente já faleceu, isso pode acontecer Mas é um erro que vem da escola nesse caso&#8221;, afirmou.</p>
<p>Hoje, a Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (Andaep) rejeitou quaisquer responsabilidades nas falhas registadas no processo de correção dos exames nacionais e lamentou a aparente transferência de responsabilidades por parte do Ministério da Educação.</p>
<p>Já num &#8216;site&#8217; intitulado &#8220;Exames 2026: O caos documentado&#8221;, o movimento cívico MetaPROF registava, pelas 13:00, 59 casos reportados por professores, desde convocatórias dirigidas a professores de outras disciplinas, docentes que já estavam reformados ou, em alguns casos, já tinham falecido, aos na disponibilização das credenciais necessárias para aceder às provas.</p>
<p>Na sequência dos problemas identificados, o movimento Missão Escola Pública disponibilizou hoje aos professores classificadores de exames nacionais uma proposta de minuta de escusa de responsabilidade, alegando que não estão reunidas as condições para uma classificação rigorosa das provas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783167]]></sapo:autor>
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		<title>Casas à venda em Lisboa já passam os 605 mil euros, mas Viseu dispara 31,6%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 14:24:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Lisboa mantém preços mais altos na habitação, mas maiores subidas estão fora dos grandes centros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O mercado habitacional português continua a evoluir a diferentes velocidades, com Lisboa a manter a liderança nos preços de venda e de arrendamento, enquanto vários mercados fora dos principais centros urbanos registam as maiores valorizações anuais. Os dados constam do mais recente barómetro do Imovirtual, divulgado esta segunda-feira.</p>
<p class="isSelectedEnd">No mercado de venda, Lisboa continua a ser o território mais caro do país, com um preço médio de 605.524 euros. Seguem-se a Madeira, com 580.000 euros, e Faro, com 577.500 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar de manter a liderança em valor absoluto, Lisboa registou uma descida anual de 6,8% no preço médio de venda. Também o Porto apresenta uma correção, com uma queda de 2,7%, fixando-se nos 399.126 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Viseu lidera valorização na venda</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Enquanto Lisboa e Porto recuam em termos anuais, outros mercados apresentam crescimentos expressivos. O maior aumento é registado em Viseu, onde o preço médio de venda subiu de 190.000 euros para 250.000 euros, uma valorização de 31,6%.</p>
<p class="isSelectedEnd">Portalegre surge logo depois, com uma subida de 21,8%, passando de 119.000 euros para 145.000 euros. Bragança regista uma valorização de 20,6%, de 99.500 euros para 120.000 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Também Santarém apresenta uma subida de dois dígitos, com o preço médio a avançar de 240.000 euros para 282.250 euros, mais 17,6%. Em Leiria, o preço médio de venda aumentou de 305.000 euros para 350.000 euros, o equivalente a uma valorização anual de 14,8%.</p>
<p class="isSelectedEnd">Faro mantém igualmente uma trajetória de subida, com uma valorização anual de 9,0%. Setúbal cresce 5,8%, enquanto a Madeira regista uma subida de 1,8%.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Arrendamento: Lisboa lidera, Faro chega aos 1.500 euros</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">No mercado de arrendamento, Lisboa mantém a renda média mais elevada do país, atingindo os 1.750 euros. Este valor representa uma subida anual de 4,6%.</p>
<p class="isSelectedEnd">Faro atinge os 1.500 euros de renda média e regista uma valorização anual de 20,0%. A Madeira mantém-se igualmente nos 1.500 euros, apesar de uma correção anual de 21,1%.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre os mercados com maior crescimento no arrendamento, o destaque vai para São Miguel, onde a renda média subiu de 1.050 euros para 1.300 euros, uma subida anual de 23,8%.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>São Miguel lidera subidas nas rendas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Além de São Miguel, Viseu também apresenta uma valorização relevante no arrendamento. A renda média subiu de 600 euros para 700 euros, o equivalente a um aumento de 16,7%.</p>
<p class="isSelectedEnd">Leiria passou de 800 euros para 900 euros, uma subida de 12,5%. Viana do Castelo registou a mesma variação, também de 800 euros para 900 euros. Em Braga, a renda média aumentou de 850 euros para 950 euros, mais 11,8%.</p>
<p class="isSelectedEnd">No Porto, a renda média passou de 1.100 euros para 1.200 euros, uma subida anual de 9,1%. Setúbal atingiu igualmente os 1.300 euros, depois de uma valorização de 8,3%.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Guarda surge como o único distrito a registar uma descida anual no arrendamento, com uma quebra de 4,8%, fixando-se nos 500 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Mercado imobiliário “a várias velocidades”</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Para Sylvia Bozzo, Marketing Manager do Imovirtual, os dados mostram um mercado habitacional “a várias velocidades”. Lisboa continua a concentrar os valores mais elevados, mas os maiores ritmos de crescimento estão a surgir noutras regiões.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Viseu, Santarém, Bragança ou Faro mostram que a pressão e a valorização já não estão limitadas aos grandes centros urbanos. Esta evolução reflete uma procura mais distribuída e uma maior atenção a mercados que, até há poucos anos, tinham menor protagonismo no debate imobiliário”, afirma Sylvia Bozzo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o Imovirtual, os dados confirmam um mercado habitacional cada vez mais diversificado. Os valores mais elevados continuam concentrados nos grandes centros urbanos, mas o crescimento dos preços já se distribui por diferentes regiões do país.</p>
<p>A evolução observada tanto na venda como no arrendamento mostra que a valorização da habitação está menos dependente dos mercados tradicionais e cada vez mais ligada à capacidade de diferentes territórios atraírem procura, investimento e novos residentes.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783162]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Wall Street arranca semana no &#8216;verde&#8217; com recuperação nas tecnológicas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/wall-street-arranca-semana-no-verde-com-recuperacao-nas-tecnologicas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 14:19:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Wall Street abriu hoje em alta, com o Dow Jones a subir 0,46%, enquanto o setor tecnológico recuperava de vários dias de perdas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Wall Street abriu hoje em alta, com o Dow Jones a subir 0,46%, enquanto o setor tecnológico recuperava de vários dias de perdas.</p>
<p>Pelas 14:40 em Lisboa, o Dow Jones ganhava 0,46% para 52.116,91 pontos e o S&amp;P 500 subia 0,80% para 7.413,16 pontos.</p>
<p>Ao mesmo tempo, o tecnológico Nasdaq crescia 1,22% para 25.606,36 unidades.</p>
<p>Ao contrário da semana passada, com um desempenho tendencialmente negativo, a bolsa nova-iorquina arranca hoje em alta, com bons resultados no setor tecnológico.</p>
<p>A Comcast via as suas ações subir 8,33%, depois de ter anunciado que planeia dividir os seus negócios de comunicação social e de telecomunicações em duas empresas cotadas diferentes.</p>
<p>Já a SpaceX, depois de ter recuado ao valor da sua entrada em bolsa, subia 3,93%, enquanto outras tecnológicas como Palantir (3,38%), Amazon (3,17%) e Alphabet (2,87%) também seguiam com ganhos destacados.</p>
<p>O petróleo do Texas, referência para os EUA, subia 1,5%, para 70 dólares, enquanto os investidores aguardam conversações técnicas entre Washington e Teerão em Doha, no Catar, depois de dias de tensões e ataques.</p>
<p>Noutros mercados, o ouro perdia 1,02% para 4.054 dólares por onça e a prata recuava 0,61% para 58,86 dólares.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783161]]></sapo:autor>
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		<title>Pode ficar na areia, mas sem fazer sombra: banhistas obrigados a fechar chapéus de sol no Algarve</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/pode-ficar-na-areia-mas-sem-fazer-sombra-banhistas-obrigados-a-fechar-chapeus-de-sol-no-algarve/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 14:16:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A situação voltou a levantar dúvidas sobre as regras aplicáveis nas praias concessionadas, depois de a Agência Portuguesa do Ambiente ter defendido que apenas a área delimitada da concessão está reservada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A Polícia Marítima foi chamada este domingo à praia Verde, no Algarve, por causa da colocação de guarda-sóis em frente a um espaço concessionado. A situação voltou a levantar dúvidas sobre as regras aplicáveis nas praias concessionadas, depois de a Agência Portuguesa do Ambiente ter defendido que apenas a área delimitada da concessão está reservada.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na praia Verde, no concelho de Castro Marim, dois agentes da Polícia Marítima explicaram a algumas famílias que não podiam manter os guarda-sóis abertos naquele local. Segundo o relato dos banhistas ao CM, os chapéus de sol podiam permanecer na areia, mas tinham de estar inclinados e a tocar no solo, na prática deixando passar o sol. As famílias acabaram por acatar a ordem para evitar problemas.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Caso semelhante na praia de Altura</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Uma situação semelhante ocorreu na praia de Altura, também no município de Castro Marim. Neste caso, terão sido os nadadores-salvadores a impedir a colocação dos guarda-sóis em frente à zona concessionada. Posteriormente, a Polícia Marítima terá confirmado que a situação era ilegal.</p>
<p class="isSelectedEnd">Outras autarquias algarvias, como Vila Real de Santo António, adotaram a mesma interpretação, impedindo a colocação de guarda-sóis em frente aos concessionários. Quando há resistência por parte dos banhistas, é chamada a Polícia Marítima.</p>
<p class="isSelectedEnd">A controvérsia surge depois de o presidente da Agência Portuguesa do Ambiente ter defendido uma leitura diferente das regras. Em maio, José Pimenta Machado classificou como “abuso” a imposição de não permitir guarda-sóis em frente às concessões.</p>
<p class="isSelectedEnd">“A única área que está onerada e que está concessionada é aquela que está delimitada por aquele retângulo e nada mais, isto que fique claro, tudo o resto é de uso livre”, afirmou então o presidente da APA.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Dúvidas sobre a área concessionada</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">José Pimenta Machado explicou ainda que a área concessionada corresponde apenas à zona delimitada e que esta “nunca deve ultrapassar 30% da área útil da praia” nem “50% da frente” de mar.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar destas declarações, os episódios registados nas praias do Algarve mostram que continuam a existir interpretações diferentes sobre o que os banhistas podem ou não fazer junto aos espaços concessionados.</p>
<p class="isSelectedEnd">A presidente da Federação Portuguesa de Concessionários de Praia já tinha alertado para a falta de clareza da legislação. Paula Vilafanha defendeu que, se os concessionários são obrigados a comprar placas para delimitar as zonas dos chapéus de sol, então há dúvidas que precisam de ser esclarecidas.</p>
<p class="isSelectedEnd">“O banhista pode estar à frente, mas sem o chapéu de sol”, afirmou a responsável, em declarações à SIC, defendendo que a Autoridade Marítima Nacional deveria pronunciar-se sobre o tema.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Concessionários pedem regras claras</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Para Paula Vilafanha, o problema não deve transformar-se num “bicho de sete cabeças”, mas exige uma clarificação. A presidente da Federação Portuguesa de Concessionários de Praia alertou que os banhistas não podem sair de casa sem saber que regras têm de cumprir.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Agência Portuguesa do Ambiente, entretanto, não apresentou novos esclarecimentos. Já este mês, o presidente da APA recusou voltar a comentar o assunto, dando a questão por encerrada.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Sobre isso não falo. Já dissemos o que tínhamos a dizer. Desejo é boa época balnear, e vai ser, com certeza”, afirmou José Pimenta Machado.</p>
<p>Apesar disso, os casos registados nas praias algarvias mostram que as dúvidas persistem. Entre a interpretação da APA, as exigências dos concessionários e a intervenção da Polícia Marítima, os banhistas continuam sem uma regra clara e uniforme sobre a possibilidade de colocar guarda-sóis em frente às zonas concessionadas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783154]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Irão: EUA reafirmam que enviados estão a caminho de Doha para mais negociações</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/irao-eua-reafirmam-que-enviados-estao-a-caminho-de-doha-para-mais-negociacoes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 14:00:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Casa Branca reiterou hoje que os enviados especiais de Washington às negociações de paz com o Irão estão a caminho de Doha para conversações, apesar de Teerão ter garantido que não há encontro previsto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Casa Branca reiterou hoje que os enviados especiais de Washington às negociações de paz com o Irão estão a caminho de Doha para conversações, apesar de Teerão ter garantido que não há encontro previsto.</p>
<p>&#8220;Os enviados especiais [Steve] Witkoff e Jared Kushner vão viajar para Doha para realizar reuniões de alto nível, enquanto continuamos a discutir o memorando de entendimento&#8221;, avançou a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, à televisão Fox News.</p>
<p>Pouco antes, o Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou uma reunião agendada para terça-feira, em Doha, a pedido do Irão.</p>
<p>O Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano assegurou, no entanto, que não há reuniões previstas entre Irão e Estados Unidos esta semana no Qatar.</p>
<p>A porta-voz da Casa Branca acrescentou que estas conversações de alto nível vão decorrer &#8220;em paralelo&#8221; com reuniões técnicas.</p>
<p>No domingo à noite, o portal de notícias norte-americano Axios avançou que Estados Unidos e Irão tinham concordado suspender a recente campanha de bombardeamentos e reunir-se esta semana no Qatar.</p>
<p>A 21 de junho, Irão e Estados Unidos acordaram em manter um período de 60 dias para alcançar um acordo definitivo e uma paz duradoura, na sequência de um memorando de entendimento que estabeleceu um cessar-fogo aos mais de 100 dias de guerra e permitiu a reabertura do estreito de Ormuz.</p>
<p>No entanto, as tensões regressaram nos últimos dias, com ataques iranianos a vários navios e ataques aéreos norte-americanos contra alvos militares na costa sul do Irão aos quais Teerão respondeu com ataques a bases norte-americanas no Kuwait e no Bahrein.</p>
<p>O Irão insiste em exercer um controlo exclusivo sobre o tráfego marítimo no estreito de Ormuz, por onde passavam, antes da guerra, cerca de 20% dos petroleiros para todo o mundo, enquanto Washington ameaça continuar a campanha de bombardeamentos.</p>
<p>PMC // EJ</p>
<p>Lus/Fim</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783153]]></sapo:autor>
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		<title>DGS lança guia com medidas para proteger trabalhadores do calor extremo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 13:37:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A DGS lançou hoje um guia com recomendações para proteger trabalhadores expostos a temperaturas elevadas, incluindo planos de prevenção nas empresas, organização do trabalho e reforço da hidratação para reduzir riscos como acidentes, desidratação e doenças associadas ao calor.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A DGS lançou hoje um guia com recomendações para proteger trabalhadores expostos a temperaturas elevadas, incluindo planos de prevenção nas empresas, organização do trabalho e reforço da hidratação para reduzir riscos como acidentes, desidratação e doenças associadas ao calor.</p>
<p>&#8220;As alterações climáticas têm originado ondas de calor mais frequentes, intensas e prolongadas em Portugal, que têm profundos impactos na Segurança e Saúde do Trabalho/Saúde Ocupacional (SST/SO)&#8221;, alerta a Direção-Geral da Saúde.</p>
<p>Segundo a autoridade de saúde, a exposição a temperaturas elevadas no local de trabalho &#8220;reduz a concentração, aumenta a probabilidade de acidentes e contribui para o aparecimento de lesões e doenças relacionadas com o calor&#8221;.</p>
<p>Os trabalhadores mais expostos são os que trabalham ao ar livre, sobretudo ao sol, como na construção, agricultura, silvicultura, pesca, recolha de lixo e serviços de emergência, mas também os que trabalham em espaços interiores quentes, como estufas, fornos ou fundições, ou em locais sem boa ventilação ou ar condicionado.</p>
<p>Entre as principais medidas de prevenção, a DGS recomenda a criação, por parte das empresas, de um &#8220;plano de prevenção específico para temperaturas elevadas&#8221;, sobretudo em eventos de temperaturas extremas e ondas de calor.</p>
<p>Na organização do trabalho, deve ser reduzido o tempo de exposição ao calor e aumentado o período de recuperação em zonas frescas, com rotação de tarefas e alternância com ambientes climatizados.</p>
<p>Devem ainda ser planeadas as tarefas mais exigentes para as horas mais frescas do dia, ajustados ritmos e metas de produção e garantido que os trabalhadores não realizem tarefas de maior risco sozinhos.</p>
<p>A autoridade de saúde sublinha também a importância de garantir água potável fresca permanentemente disponível, incentivando a ingestão regular de 15 em 15 ou 20 em 20 minutos, mesmo sem sede.</p>
<p>Ao nível técnico, recomenda a criação de áreas de descanso com sombra ou climatização, reforço da ventilação e arrefecimento, instalação de barreiras contra o calor e isolamento de fontes térmicas.</p>
<p>O vestuário e os equipamentos de proteção individual devem ser adequados ao calor, sem comprometer a segurança, sendo recomendado no exterior o uso de chapéu, óculos de sol e protetor solar.</p>
<p>A DGS destaca ainda a necessidade de dar formação a trabalhadores e supervisores para reconhecer precocemente os sinais de desidratação, exaustão pelo calor e outras complicações de saúde, bem como a designação de responsáveis com formação em primeiros socorros em cada turno de trabalho.</p>
<p>Defende ainda que os serviços de SST/SO das empresas devem ter um papel central na aplicação de planos de prevenção para temperaturas elevadas, realizando a avaliação de riscos por posto de trabalho &#8212; incluindo ambiente térmico, ritmo, vestuário, EPI e condições individuais &#8212; e integrando a análise do &#8216;stress&#8217; térmico.</p>
<p>Devem ainda identificar trabalhadores vulneráveis, como grávidas, pessoas com doenças crónicas ou sob medicação de risco, que necessitam de proteção reforçada.</p>
<p>A DGS explica que o &#8216;stress&#8217; térmico ocorre quando o corpo não consegue manter a temperatura entre 36°C e 37°C, podendo ultrapassar 38°C em trabalho prolongado, aumentando o risco de doença.</p>
<p>Os principais efeitos incluem insolação, exaustão pelo calor, síncope térmica, cãibras e erupções cutâneas. A insolação é a forma mais grave e pode exigir contacto imediato com o 112.</p>
<p>A Organização Mundial da Saúde estima que 2,4 mil milhões de trabalhadores em todo o mundo estão expostos a calor excessivo, resultando em mais de 22,85 milhões de danos para a saúde por ano.</p>
<p>A Organização Internacional do Trabalho estima que, até 2030, o aumento da temperatura global tornará 2% das horas de trabalho excessivamente quentes para o desempenho seguro das atividades laborais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783117]]></sapo:autor>
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		<title>Diretores rejeitam responsabilidades nas falhas relacionadas com a correção dos exames</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 13:36:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (Andaep) rejeitou quaisquer responsabilidades nas falhas registadas no processo de correção dos exames nacionais e lamentou a aparente transferência de responsabilidades por parte do Ministério da Educação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (Andaep) rejeitou quaisquer responsabilidades nas falhas registadas no processo de correção dos exames nacionais e lamentou a aparente transferência de responsabilidades por parte do Ministério da Educação.</p>
<p>Em comunicado, a Andaep começa por escrever que &#8220;o momento exige comunicação pública rigorosa, capaz de preservar a confiança dos professores classificadores, dos alunos e das suas famílias&#8221;, deixando críticas à nota publicada pelo Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (EduQA) no sábado.</p>
<p>No esclarecimento em causa, o EduQA e o Júri Nacional de Exames (JNE) apontam a responsabilidade das escolas na indicação dos docentes de cada disciplina e sublinham que &#8220;a qualidade da informação prestada pelas escolas é determinante para a correta elaboração das convocatórias&#8221;.</p>
<p>Da parte das direções escolares, a Andaep assegura que &#8220;as escolas cumpriram, dentro dos prazos estabelecidos, todos os procedimentos que lhes foram solicitados pelo JNE&#8221; e afirma que as situações registadas são de origem &#8220;tecnológica e organizacional da entidade responsável pela operacionalização do modelo&#8221;.</p>
<p>Perante o esclarecimento do EduQA e do JNE, os diretores consideram inaceitável que a tutela &#8220;procure transferir para as escolas responsabilidades que manifestamente não lhes pertencem&#8221;.</p>
<p>&#8220;Mais do que procurar responsabilidades nas escolas, importa reforçar os mecanismos de apoio, comunicação e acompanhamento deste processo, evitando declarações suscetíveis de gerar desnecessária intranquilidade junto das comunidades educativas&#8221;, defendem.</p>
<p>Sindicatos e movimentos cívicos de professores relataram hoje dezenas de falhas relacionadas com o processo de correção dos exames nacionais, num cenário que descrevem de &#8220;caos&#8221;, e exigem esclarecimentos por parte da tutela e o apuramento de responsabilidades.</p>
<p>Num &#8216;site&#8217; intitulado &#8220;Exames 2026: O caos documentado&#8221;, o movimento cívico MetaPROF registava, pelas 13:00, 59 casos reportados por professores, desde convocatórias dirigidas a professores de outras disciplinas, docentes que já estavam reformados ou, em alguns casos, já tinham falecido, aos na disponibilização das credenciais necessárias para aceder às provas.</p>
<p>Na sequência dos problemas identificados, o movimento Missão Escola Pública disponibilizou hoje aos professores classificadores de exames nacionais uma proposta de minuta de escusa de responsabilidade, alegando que não estão reunidas as condições para uma classificação rigorosa das provas.</p>
<p>Na nota publicada no sábado, o JNE explicou que o processo de preparação dos exames nacionais para a classificação digital está &#8220;em fase de recuperação, após algumas dificuldades técnicas&#8221;.</p>
<p>Este ano, os exames nacionais mantiveram o formato em papel, mas, pela primeira vez, as provas serão corrigidas em formato digital, trabalho que deverá estar concluído até 10 de julho.</p>
<p>A 1.ª fase dos exames nacionais decorreu entre 16 e 26 de junho, começando depois a 2.ª fase, entre 16 e 22 de julho.</p>
<p>As notas da 1.ª fase devem ser conhecidas a 14 de julho e, uma semana depois, a 20 de julho, começam as candidaturas para os alunos que pretendam prosseguir os estudos no ensino superior.</p>
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		<title>Santos Populares no Porto e Lisboa com mais transações, mas de menor valor, revela UNICRE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 13:34:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os Santos Populares em Lisboa e no Porto registaram mais pagamentos por cartão, com destaque para as transações realizadas durante o São João, embora com um menor valor médio gasto por compra, segundo dados hoje divulgados pela rede UNICRE.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os Santos Populares em Lisboa e no Porto registaram mais pagamentos por cartão, com destaque para as transações realizadas durante o São João, embora com um menor valor médio gasto por compra, segundo dados hoje divulgados pela rede UNICRE.</p>
<p>Segundo as conclusões de um relatório da UNICRE, que analisou os pagamentos realizados na sua rede nacional durante as festas populares, em 2026 os Santos voltaram a impulsionar a atividade económica em Lisboa e no Porto, com a empresa a registar um aumento do número de pagamentos por cartão na sua rede nacional em ambos os concelhos, em relação ao período homólogo, com o Porto a obter o maior crescimento (+14,85%), face ao aumento de +7,41% em Lisboa.</p>
<p>No entanto, segundo a empresa, os pagamentos por cartão na rede nacional da UNICRE revelam que o valor médio gasto por compra foi inferior em ambas as cidades ao registado em 2025, &#8220;refletindo um consumidor mais contido&#8221;.</p>
<p>Em termos de faturação, o Porto teve um desempenho mais favorável. Nos dias 23 e 24 de junho, associados aos festejos de São João, a faturação aumentou 6,19%, face ao mesmo período de 2025, acompanhada por uma subida de 14,85% nas transações, com um valor médio por compra a recuar 7,54%, para 21,01 euros.</p>
<p>Em Lisboa, nos dias 12 e 13 de junho, período de celebração do Santo António, o número de transações cresceu 7,41%, mas a faturação diminuiu 4,95%, com um valor médio por compra a cair 11,51%, passando de 33,33 euros para 29,49 euros, &#8220;o que evidencia uma maior contenção no valor gasto por compra&#8221;.</p>
<p>Tanto no Porto como em Lisboa, a evolução foi impulsionada pelos cartões nacionais quando comparada com as transações feitas por cartões estrangeiros.</p>
<p>Numa nota, Tiago Oom, da UNICRE, justificou que &#8220;os Santos Populares são um verdadeiro barómetro da vitalidade do comércio local&#8221;.</p>
<p>&#8220;Em 2026, Lisboa e Porto registaram mais pagamentos por cartão, confirmando a capacidade destes eventos para gerar movimento e dinamizar os negócios. No entanto, os dados mostram também um consumidor mais racional no momento da compra: há mais transações, mas um menor gasto médio por compra&#8221;, resumiu, salientando que, neste cenário, o desafio para os negócios passa por ajustar &#8220;a oferta aos diferentes perfis de consumidor e aos diferentes momentos do mercado&#8221;.</p>
<p>Por setores, os maiores crescimentos de faturação no Porto ocorreram nos cabeleireiros (+65,75%), acessórios automóveis e oficinas (+29,48%), papelarias, livrarias, revistas e tabaco (+23,56%), gasolineiras (+22,23%) e retalho alimentar tradicional (+15,38%).</p>
<p>Em Lisboa, destacaram-se o retalho alimentar tradicional (+29,02%), papelarias, livrarias, revistas e tabaco (+26,03%), perfumarias (+22,35%), hipermercados e supermercados (+16,42%) e saúde (+11,67%).</p>
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		<title>O pequeno elétrico português que convenceu a Lufthansa: “É o carro ideal para o aeroporto”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 13:32:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Paulo Geisler, CEO da Lufthansa Ground Services Portugal (LGSP), falou à 'Executive Digest' sobre a nova solução para apoiar serviços de rampa e assistência em escala nos aeroportos do Porto e de Lisboa, num projeto que será testado em setembro e que deverá entrar em operação em 2027]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro carro elétrico desenvolvido de raiz em Portugal vai entrar na operação de um dos maiores grupos de aviação da Europa. A Lufthansa Ground Services Portugal (LGSP) escolheu o BEN, criado pelo CEiiA, para apoiar serviços de rampa e assistência em escala nos aeroportos do Porto e de Lisboa, num projeto que será testado em setembro e que deverá entrar em operação em 2027.</p>
<p>A escolha coloca o pequeno elétrico português no centro de uma operação exigente, marcada por deslocações constantes entre aeronaves, terminais e áreas operacionais. Para Paulo Geisler, CEO da Lufthansa Ground Services Portugal, a decisão resulta de uma convicção clara: “Acreditamos muito neste carro português para os aeroportos. Parece-nos o carro ideal para o aeroporto.”</p>
<p>O acordo será assinado esta segunda-feira, na Casa da Música, no Porto, numa cerimónia que junta a apresentação do BEN, a assinatura do protocolo entre a Lufthansa Ground Services Portugal e o CEiiA e a inauguração da Help Alliance Portugal, a primeira associação da organização sem fins lucrativos do Lufthansa Group criada fora da Alemanha.</p>
<p><strong>“O carro ideal para o aeroporto”</strong></p>
<p>O BEN foi desenhado como um veículo elétrico compacto, com cerca de 2,5 metros, até três lugares e capacidade de carga entre 100 e 400 litros. Estas características pesaram na decisão da Lufthansa Ground Services Portugal, que vê no modelo uma solução ajustada às necessidades de mobilidade dentro dos aeroportos.</p>
<p>Segundo Paulo Geisler, o veículo tem “um espaço bastante razoável para este tipo de carros, inclusive para algum equipamento”, além de “uma autonomia interessante para as operações entre aeronaves”.</p>
<p>A dimensão reduzida do BEN é outro ponto relevante. Em ambiente aeroportuário, onde a circulação é feita em espaços apertados, com regras próprias de segurança e grande pressão operacional, a agilidade pode ser tão importante como a autonomia.</p>
<p>Mas a escolha não se ficou pela configuração física do veículo. Para o responsável da Lufthansa Ground Services Portugal, o BEN destaca-se também pela tecnologia associada. “Para além da parte da redução das emissões e toda a parte tecnológica que está por trás do carro, permite um acompanhamento ao minuto das emissões”, afirmou.</p>
<p><strong>Sem chave, com telemóvel e pensado para uso partilhado</strong></p>
<p>A componente digital foi outro dos fatores valorizados pela operação da Lufthansa. O BEN permite uma utilização partilhada e tecnológica, incluindo acesso sem chave, através do telemóvel.</p>
<p>“Permite facilmente a utilização por várias pessoas, também através da tecnologia, sem chave, com o telemóvel”, explicou Paulo Geisler.</p>
<p>Esta funcionalidade é particularmente relevante numa operação de assistência em escala, onde diferentes equipas podem precisar de usar o mesmo veículo em momentos distintos. A possibilidade de gerir acessos e utilização em tempo real pode tornar o BEN mais adequado a operações rotativas e intensivas, como as que decorrem dentro de um aeroporto.</p>
<p>A Lufthansa Ground Services Portugal vai agora testar o veículo nos aeroportos do Porto e de Lisboa. O objetivo é perceber de que forma o BEN pode responder às necessidades reais da operação e que ajustes podem melhorar ainda mais a sua utilização.</p>
<p>“Entramos com o CEiiA para testarmos este carro no Porto e em Lisboa”, disse Paulo Geisler. “A ideia é poder demonstrar, não só aqui, mas também em outros players do mercado, em outros agentes dos aeroportos, que acreditamos que este carro é o ideal para o aeroporto.”</p>
<p><strong>Sem obras nos aeroportos, mas com margem para evoluir</strong></p>
<p>A adoção do BEN não obrigou, para já, a adaptações físicas nas infraestruturas onde vai operar. Segundo Paulo Geisler, esse foi também um ponto favorável à escolha do veículo.</p>
<p>“Não foi necessário qualquer adaptação no modelo do BEN existente”, afirmou.</p>
<p>Ainda assim, o trabalho entre a Lufthansa Ground Services Portugal e o CEiiA não termina com a escolha do carro. A fase de testes servirá também para perceber como o modelo pode ser afinado para responder ainda melhor às operações em terra.</p>
<p>“Agora podemos, e é isso que vamos fazer, trabalhar em conjunto com o CEiiA para perceber como é que ainda podemos otimizar mais este veículo para apoiar as operações em terra nos aeroportos”, explicou o responsável.</p>
<p>O objetivo é que o BEN não seja apenas colocado ao serviço da operação, mas também adaptado e desenvolvido com base nas exigências concretas do setor aeroportuário.</p>
<p><strong>Uma validação para a engenharia portuguesa</strong></p>
<p>A chegada do BEN à operação da Lufthansa Ground Services Portugal representa uma validação importante para o veículo desenvolvido pelo CEiiA. Pela primeira vez, um grupo aéreo da dimensão da Lufthansa adota o pequeno elétrico português para testar a sua utilização em contexto aeroportuário.</p>
<p>Paulo Geisler sublinha que a escolha tem duas leituras: por um lado, a sustentabilidade; por outro, a confiança na engenharia nacional.</p>
<p>“Obviamente que a sustentabilidade é um dos principais pontos para o Grupo Lufthansa e para todas as empresas do grupo. E, portanto, aqui é óbvio que este carro é o ideal”, afirmou.</p>
<p>Mas o facto de o BEN ser português também contou. “Acreditamos em Portugal. Isto não é novidade nenhuma”, disse o diretor-geral da Lufthansa Ground Services Portugal.</p>
<p>O responsável recorda que a Lufthansa voa para Lisboa há mais de 70 anos e para o Porto há mais de 45, além de ter em Portugal a Lufthansa Ground Services Portugal, com atividade há 15 anos no Porto, Lisboa e Faro. A isto junta-se o investimento da Lufthansa Technik em Portugal.</p>
<p>“O grupo acredita que Portugal é um bom parceiro, é um parceiro de talento e de engenharia”, afirmou Paulo Geisler. “Acho que o BEN é exatamente o resultado disto: sustentável, talento português, engenharia portuguesa. Portanto, tem tudo para resultar.”</p>
<p><strong>Portugal como plataforma de teste</strong></p>
<p>A Lufthansa Ground Services Portugal é a primeira empresa portuguesa 100% detida pelo Lufthansa Group. Com sede no Porto, conta com mais de 360 profissionais e presta apoio operacional a mais de 350 aeroportos e agentes de handling em todo o mundo, através de um modelo de gestão remota de estações desenvolvido a partir de Portugal.</p>
<p>É neste contexto que o BEN entra na operação. A escolha não se limita a introduzir um novo veículo elétrico nos aeroportos do Porto e de Lisboa. Pode funcionar também como montra para outros operadores e outros mercados.</p>
<p>Segundo Paulo Geisler, a ambição passa por demonstrar que o BEN pode ser uma solução para mais agentes aeroportuários. “Queremos demonstrar a outros agentes dos aeroportos que acreditamos que este carro é o ideal para o aeroporto”, afirmou.</p>
<p>O veículo está homologado pela União Europeia, o que significa que pode circular nos Estados-membros. Essa condição dá ao projeto uma dimensão europeia e abre a porta a uma eventual replicação noutras infraestruturas.</p>
<p><strong>Menos emissões, mais controlo da operação</strong></p>
<p>A sustentabilidade é uma das bases da parceria. O BEN integra um contador de emissões de dióxido de carbono evitadas, permitindo medir em tempo real o impacto ambiental da sua utilização.</p>
<p>Para a Lufthansa Ground Services Portugal, esta capacidade de medição é relevante porque permite associar a mobilidade elétrica a dados concretos. O veículo não é apenas elétrico: permite também acompanhar e quantificar a redução de emissões.</p>
<p>Paulo Geisler destaca precisamente essa componente. O BEN, diz, permite “um acompanhamento ao minuto das emissões” e enquadra-se na estratégia do Lufthansa Group para reduzir a pegada ambiental das suas operações.</p>
<p>Nas operações de assistência em escala, as deslocações entre aeronaves, terminais e zonas técnicas são constantes. Um veículo compacto, elétrico e partilhável pode reduzir consumos, baixar emissões e tornar mais eficiente a circulação em ambiente aeroportuário.</p>
<p><strong>Do aeroporto à comunidade</strong></p>
<p>Embora o foco principal esteja na operação aeroportuária, o acordo com o CEiiA tem também uma vertente social. Em paralelo com a escolha do BEN para os aeroportos, será assinado um protocolo ligado ao conceito de “BEN social”, associado à Help Alliance Portugal.</p>
<p>A Help Alliance é a organização de responsabilidade social do Lufthansa Group. A associação portuguesa será a primeira criada fora da Alemanha e nasce com a missão de apoiar projetos nas áreas da educação, inclusão social e oportunidades para crianças, jovens e comunidades vulneráveis.</p>
<p>“Hoje à noite vamos assinar com o CEiiA um protocolo de colaboração para desenvolver o conceito de BEN social”, explicou Paulo Geisler.</p>
<p>A ideia passa por estudar formas de usar o BEN em projetos-piloto com instituições sociais, promovendo mobilidade sustentável e novos modelos de utilização partilhada.</p>
<p>“Achamos que este BEN social também tem uma força muito grande e adapta-se muito bem a estas instituições sociais”, afirmou.</p>
<p><strong>Um carro para associações e projetos locais</strong></p>
<p>Segundo Paulo Geisler, o BEN pode ser particularmente útil para associações que precisam de soluções de mobilidade acessíveis, sustentáveis e partilháveis.</p>
<p>“O BEN é o carro ideal, uma vez que pode ser partilhado. É um carro citadino, com autonomia, é sustentável e tem um valor bastante acessível”, defendeu.</p>
<p>A Help Alliance Portugal já está ligada a projetos como a Associação Bagos d’Ouro, no Douro, e a Associação MEERU, no Porto, que trabalha com mulheres migrantes. O objetivo, explicou o responsável, é criar uma plataforma que aproxime empresas e associações.</p>
<p>“Muitas vezes, uma empresa sozinha não consegue fazer nada e uma associação sozinha não consegue fazer nada. Queremos ter aqui um agregador em Portugal para ajudar este tipo de associações”, afirmou.</p>
<p>Neste modelo, o BEN pode servir não apenas a operação aeroportuária, mas também a mobilidade de organizações sociais. “Vemos este projeto do BEN social como uma forma muito interessante de melhorar a vida destas associações e, ao mesmo tempo, contribuir para a redução do CO2 e para a sustentabilidade”, disse Paulo Geisler.</p>
<p><strong>Primeiro os testes, depois a operação</strong></p>
<p>O calendário já está definido. O BEN será testado nos aeroportos do Porto e de Lisboa a partir de setembro, com o objetivo de entrar em operação em 2027.</p>
<p>A fase-piloto servirá para avaliar a autonomia, a utilização partilhada, a integração tecnológica e a adaptação às rotinas das equipas em terra. Servirá também para perceber de que forma o veículo pode ser otimizado para o ambiente aeroportuário.</p>
<p>Se os testes confirmarem as expectativas, o pequeno elétrico português poderá ganhar uma projeção que vai além da Lufthansa Ground Services Portugal. Para já, a escolha representa um passo importante para o BEN e para a engenharia nacional.</p>
<p>Da rampa dos aeroportos à possibilidade de utilização por associações, o BEN surge como o elo entre três dimensões: mobilidade elétrica, operação aeroportuária e impacto social. Mas o ponto de partida é claro: a Lufthansa escolheu um carro português para testar no coração da sua operação em terra.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783068]]></sapo:autor>
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		<title>“Não é bluff”: antigo soldado russo publica vídeo em que ameaça revolta militar se Putin não o receber</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 13:24:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
		<category><![CDATA[Vladimir Putin]]></category>
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					<description><![CDATA[Kremlin confirmou estar ciente do caso. Dmitry Peskov, porta-voz de Putin, disse ter sido informado sobre a declaração, embora tenha afirmado que ainda não tinha analisado o assunto em detalhe]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um antigo combatente russo que serviu na frente de Zaporizhzhia, na Ucrânia, publicou um vídeo no Telegram em que exige ser recebido pessoalmente por Vladimir Putin e ameaça uma revolta militar contra o Kremlin caso o presidente russo não aceite ouvi-lo.</p>
<p>Segundo o ‘El Español’, Alexander Lunin afirma querer denunciar diretamente a Putin as condições em que se encontram muitos soldados russos, incluindo alegadas situações de tortura, chantagem e castigos impostos pelos próprios comandantes. O antigo militar garante que “altos funcionários do Ministério da Defesa e das agências de segurança” tiveram conhecimento de uma declaração anterior e lhe pediram que transmitisse a mensagem.</p>
<p>O Kremlin confirmou estar ciente do caso. Dmitry Peskov, porta-voz de Putin, disse ter sido informado sobre a declaração, embora tenha afirmado que ainda não tinha analisado o assunto em detalhe. Segundo Peskov, as formulações usadas pelo ex-combatente pareciam “um tanto estranhas” e seria necessário “entendê-lo primeiro”.</p>
<p>No vídeo, Lunin afirma que “dezenas, centenas, milhares” de soldados russos estão “a apodrecer em bunkers” porque os comandantes os colocaram ali. Denuncia ainda a existência de uma espécie de “Gestapo” militar russa, que puniria soldados que se recusam a cumprir ordens consideradas suicidas.</p>
<p>O antigo combatente acusa também comandantes corruptos de exigirem grandes somas de dinheiro para anular punições. Segundo Lunin, muitos soldados morrem em condições desumanas e acabam declarados pelos superiores como desaparecidos em combate.</p>
<p>De acordo com o site russo dissidente &#8216;Meduza&#8217;, Lunin avisou noutro vídeo que a ameaça “não é bluff”. O ex-combatente afirmou que, se algo acontecer a ele ou à família, esse será o sinal para iniciar um motim. Diz ainda não saber a identidade dos oficiais que o terão contactado, mas garante que a instrução era clara: enviar uma mensagem direta a Putin.</p>
<p>“Eu não sou o líder de uma rebelião”, afirmou. “Vieram ter comigo para entregar esta mensagem porque sabem que não me vendo.” O vídeo, segundo o ‘El Español’, ultrapassou os oito milhões de visualizações.</p>
<p>A agência independente ucraniana &#8216;UNN&#8217; divulgou também imagens em que se vê a visita de um vice-ministro da região de Voronezh, onde Lunin reside. No vídeo, o antigo militar discute de forma acalorada com o representante oficial e ameaça recorrer a um machado caso a sua mensagem não seja transmitida em todos os canais de televisão russos.</p>
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<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p>O meio de investigação russo &#8216;Agentstvo&#8217; avançou que o verdadeiro apelido de Lunin será Pustovalov e que este serviu como voluntário no batalhão Sudoplatov, que combateu na região de Zaporizhzhia em 2023. O próprio Lunin reconheceu ter lutado contra as forças ucranianas naquela frente, primeiro como fuzileiro e depois como comandante de uma unidade. Mais tarde, terá comandado um pelotão de reconhecimento na frente de Kursk.</p>
<p>O caso é, no entanto, complexo. A agência &#8216;Astra&#8217; relata que perfis associados ao ex-combatente nas redes sociais surgem ligados a grupos que usam simbologia neonazi. Em algumas plataformas, Lunin aparece com símbolos do Terceiro Reich e a partilhar mensagens associadas ao movimento Sol Negro, ligado à supremacia branca.</p>
<p>Ainda assim, as denúncias feitas por Lunin surgem num contexto em que outros soldados russos já relataram abusos semelhantes. Em fevereiro, quatro militares russos, sob anonimato, disseram à &#8216;BBC&#8217; que tinham testemunhado execuções sumárias por desobediência a ordens consideradas absurdas.</p>
<p>Outro soldado afirmou ter visto os corpos de 20 militares executados pelos próprios camaradas. Segundo a &#8216;BBC&#8217;, foi a primeira vez que soldados russos na linha da frente testemunharam publicamente que tinham visto comandantes ordenar a execução dos seus próprios homens.</p>
<p>O termo usado para este tipo de eliminação é “obnulit”, que significa “reduzir a zero”. A expressão é usada para designar a eliminação de desertores, amotinados ou soldados que recusam cumprir ordens. Oficialmente, estes militares acabam frequentemente registados como desaparecidos em ação.</p>
<p>No documentário ‘Linha Zero: Por Dentro da Guerra Russa’, vários homens relatam em detalhe alegadas torturas sofridas depois de se recusarem a participar em ataques que descreveram como missões suicidas. As tropas russas chamam a essas operações “tempestades de carne”, ataques em que vagas de homens são enviadas para a frente de combate para desgastar as forças ucranianas.</p>
<p>Após a divulgação do documentário, o Governo russo afirmou que as suas forças armadas operam “com a máxima discrição” em condições de conflito de alta intensidade e que tratam o pessoal “com o máximo cuidado”. Moscovo acrescentou que informações sobre alegadas violações e crimes são devidamente investigadas.</p>
<p>O número de baixas na guerra da Ucrânia continua a ser um dos dados mais protegidos por Moscovo e Kyiv. Nenhum dos lados divulga números oficiais. Em fevereiro, a revista ‘The Economist’ publicou estimativas segundo as quais terão morrido entre 230 mil e 430 mil combatentes russos e entre 100 mil e 140 mil ucranianos.</p>
<p>A plataforma &#8216;Mediazona&#8217;, que mantém uma base de dados de militares russos mortos confirmados individualmente através de publicações de familiares, comunicados de autoridades regionais e obituários locais, tinha verificado mais de 200 mil óbitos em junho de 2026. O número é considerado um mínimo.</p>
<p>O desafio lançado por Lunin surge num momento sensível para o Kremlin. O controlo da informação sobre a guerra continua apertado e é incerto que Putin responda ao antigo combatente. Mas o episódio ocorre numa altura em que a Rússia enfrenta dificuldades na frente de batalha e em que Kyiv intensifica ataques que já têm impacto em território russo e na Crimeia.</p>
<p>A ameaça de motim surge também perto do terceiro aniversário da revolta do grupo Wagner, liderado por Yevgeny Prigozhin, que criticou duramente o Ministério da Defesa russo pela condução da guerra. As suas forças chegaram a avançar em direção a Moscovo antes de travarem a coluna blindada a pouco mais de 100 quilómetros da capital. Dois meses depois, Prigozhin morreu na queda de um avião entre Moscovo e São Petersburgo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783111]]></sapo:autor>
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		<title>Acordo entre UE e EUA deixa setores automóvel e agrícola sob pressão, alerta Coface</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 13:18:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Coface]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[O acordo entre União Europeia (UE) e Estados Unidos da América protege as exportações europeias, mas pressiona setores como o automóvel e o agrícola, segundo uma análise da seguradora de crédito Coface hoje divulgada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O acordo entre União Europeia (UE) e Estados Unidos da América protege as exportações europeias, mas pressiona setores como o automóvel e o agrícola, segundo uma análise da seguradora de crédito Coface hoje divulgada.</p>
<p>&#8220;Por detrás da aparência de um desanuviamento transatlântico, o acordo reflete sobretudo uma abordagem de gestão de riscos: o objetivo é evitar um novo agravamento do protecionismo norte-americano, preservando simultaneamente os meios para retaliar caso os Estados Unidos não cumpram os seus compromissos, já de si limitados&#8221;, refere a análise da consultora.</p>
<p>Em causa está o chamado Acordo de Turnberry, resultado das negociações comerciais entre a União Europeia e os Estados Unidos no verão de 2025, que definiu um novo enquadramento para as relações comerciais entre os dois blocos.</p>
<p>Após vários meses de negociações e de sucessivos adiamentos motivados por preocupações comunitárias quanto à imprevisibilidade da política comercial norte-americana, o Parlamento Europeu e o Conselho da União Europeia alcançaram, em maio de 2026, um acordo provisório sobre a legislação que implementa os compromissos tarifários assumidos pela União Europeia no Acordo de Turnberry com os Estados Unidos.</p>
<p>O objetivo principal deste acordo é estabilizar as relações comerciais transatlânticas, evitando uma escalada de tarifas aduaneiras e assegurando condições mais previsíveis para empresas e exportadores de ambos os lados do Atlântico.</p>
<p>Do lado dos EUA, o Supremo Tribunal do país limita a capacidade de impor novas medidas de forma imediata, mas Bruxelas &#8220;considera que o risco de novas medidas protecionistas permanece elevado&#8221;.</p>
<p>Para os analistas da Coface, este acordo terá consequências no setor automóvel, a indústria transformadora e determinadas áreas agroalimentares, &#8220;onde coexistirão uma menor pressão tarifária sobre as exportações e um aumento da concorrência no mercado europeu&#8221;.</p>
<p>&#8220;O setor automóvel ilustra esta ambiguidade: os exportadores europeus enfrentarão uma tarifa de 15% em vez de 25% nos EUA, mas à custa de maior concorrência no mercado europeu. No setor agrícola, as concessões europeias permanecem mais específicas, com reduções significativas em determinados produtos transformados e contingentes pautais em segmentos sensíveis, como o leite&#8221;, regista a análise.</p>
<p>O analista político da Coface Olivier Rozenberg considerou que este acordo &#8220;não representa um regresso à normalidade nas relações comerciais transatlânticas&#8221;, mas sim um reflexo da &#8220;vontade da Europa de conter o risco de uma nova escalada tarifária, ao mesmo tempo que reserva explicitamente o direito de recuar caso os Estados Unidos não cumpram os seus compromissos&#8221;.</p>
<p>O acordo assenta em três pilares: uma cláusula de suspensão caso os EUA não respeitem o limite de 15%, um mecanismo de salvaguarda que pode ser ativado caso o aumento das importações cause um prejuízo grave à indústria europeia e uma cláusula de caducidade que determina a expiração das concessões no final de 2029 caso não haja uma prorrogação legislativa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783114]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Espanha acaba com descontos no IVA dos combustíveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 13:17:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
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		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
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		<category><![CDATA[IVA]]></category>
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					<description><![CDATA[O IVA nos combustíveis em Espanha volta a ser 21% a partir de quarta-feira, depois de ter estado extraordinariamente nos 10% durante mais de três meses por causa da guerra do Irão, anunciou hoje o Governo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O IVA nos combustíveis em Espanha volta a ser 21% a partir de quarta-feira, depois de ter estado extraordinariamente nos 10% durante mais de três meses por causa da guerra do Irão, anunciou hoje o Governo.</P><br />
<P>O Governo espanhol aprovou em março um pacote de medidas para responder ao impacto nos preços da guerra no Médio Oriente que incluiu uma descida do Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) de 21% para 10% nos combustíveis e nos hidrocarbonetos, assim como outros descontos fiscais na energia, entre outras ajudas.</P><br />
<P>Várias medidas foram sendo progressivamente levantadas e hoje o ministro da Economia, Carlos Cuerpo, confirmou o fim do IVA nos 10% para os combustíveis a partir de 01 de julho.</P><br />
<P>Manter-se-á em vigor um desconto fiscal nos hidrocarbonetos (de 15 cêntimos por litro em julho, 10 cêntimos em agosto e cinco em setembro), assim como no gasóleo agrícola e para camiões.</P><br />
<P>O Governo espanhol mantém também em vigor apoios à compra de fertilizantes para a agricultura.</P><br />
<P>O anúncio do executivo ocorreu no mesmo dia em que uma estimativa do Instituto Nacional de Estatística (INE) revelou que os preços em Espanha subiram 3,2% em junho, comparando com o mesmo mês de 2025.</P><br />
<P>A confirmar-se esta estimativa, a inflação homóloga (evolução dos preços comparando com o mesmo período do ano anterior) em junho manteve-se igual à de maio em Espanha.</P><br />
<P>Quanto à inflação subjacente (sem a energia e os produtos alimentares frescos, tradicionalmente os mais voláteis do cabaz de compras) foi 2,9% em junho (menos uma décima do que em abril), segundo a mesma estimativa.</P><br />
<P>Na evolução em cadeia (comparação com o mês anterior), o INE calcula que os preços tenham subido 0,6% em maio.</P><br />
<P>O INE revelou que para a evolução da inflação em junho em Espanha contribuíram o aumento da eletricidade e do gás, que subiram mais do que no mesmo mês de 2025. </P><br />
<P>Por outro, lado, diminuíram os combustíveis, que tinham aumentado em junho de 2025.</P><br />
<P>O Governo espanhol disse hoje que as medidas extraordinárias aprovadas em março contribuíram para uma descida da inflação geral em cerca de um ponto percentual. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783105]]></sapo:autor>
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		<title>Famílias cavam com as mãos em La Guaira e acusam autoridades: “Só procuram os seus”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 13:11:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[La Guaira]]></category>
		<category><![CDATA[sismos]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de 100 horas depois dos sismos que atingiram a região central da Venezuela, famílias continuam a procurar desaparecidos entre prédios colapsados em La Guaira, uma das zonas mais afetadas pela tragédia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de 100 horas depois dos sismos que atingiram a região central da Venezuela, famílias continuam a procurar desaparecidos entre prédios colapsados em La Guaira, uma das zonas mais afetadas pela tragédia. Sem meios suficientes e perante operações de resgate que consideram lentas e desiguais, muitos civis estão a escavar com pás, paus, picaretas e as próprias mãos.</p>
<p>Segundo o ‘El Español’, no topo de uma montanha de escombros em La Guaira, mais de 30 agentes das forças policiais antidrogas procuravam familiares de um dos seus elementos. Mais abaixo, ao nível do solo, um pequeno grupo de civis tentava abrir um túnel para chegar à zona onde acredita que estão soterrados os seus familiares.</p>
<p>As cenas repetem-se em vários edifícios da chamada Missão Habitação, programa criado pelo Governo venezuelano para atribuir casas a pessoas em situação de vulnerabilidade. Exaustas com aquilo que descrevem como falta de resposta das autoridades, várias famílias gritam por ajuda e denunciam que os meios especializados “só aparecem quando convém”.</p>
<p>“Todos os que estão debaixo dos escombros são venezuelanos, não cães”, ouviu-se entre os familiares, segundo o jornal espanhol.</p>
<p>As esperanças de encontrar sobreviventes tornam-se cada vez mais ténues à medida que passam os dias, mas o desespero mantém as buscas vivas. As vítimas queixam-se de que há poucos equipamentos, pouca capacidade técnica e falta de apoio para retirar pessoas que ainda possam estar presas.</p>
<p>Ao longo da Costa Central, a área mais atingida pelos sismos, vários edifícios já aparecem assinalados com uma grande letra “D” fluorescente nas fachadas. De acordo com os socorristas no terreno, essa marca significa que a estrutura está destinada à demolição por já não haver sinais de vida.</p>
<p>Ainda assim, em centenas de prédios destruídos, familiares dizem que nunca receberam ajuda suficiente. Alguns garantem que equipas chegaram a passar pelos locais, mas acabaram por sair sem avançar nas buscas. Perante isso, decidiram escavar por conta própria.</p>
<p>Foi o que aconteceu no edifício Belo Horizonte, no bairro de Playa Grande, onde voluntários conseguiram localizar vários corpos, mas não dispõem de máquinas nem de equipamento especializado para os retirar dos escombros.</p>
<p>Entre os familiares que chegaram a La Guaira está Francis Ocando, que percorreu mais de 700 quilómetros desde Maracaibo para procurar os sobrinhos e a tia que cuidava deles. Isabel e Rafael, de 18 e 14 anos, ficaram soterrados quando os nove andares do edifício OPP-26 colapsaram sobre os apartamentos do primeiro piso.</p>
<p>Francis teve de comunicar à mãe dos jovens, que tinha viajado para Espanha um ano antes para tratar um cancro, que ninguém tinha começado a procurar na zona onde a família acredita que os filhos possam estar.</p>
<p>“A realidade do que está a acontecer em La Guaira era muito mais dura do que parecia”, contou, denunciando que as autoridades estariam a concentrar esforços em algumas vítimas e a deixar outras famílias entregues a si próprias.</p>
<p>Segundo o relato citado pelo ‘El Español’, foram feitas sondagens que indicariam a possibilidade de existirem entre 120 e 150 pessoas vivas debaixo dos escombros naquela zona. Ainda assim, Francis acusa as autoridades de procurarem apenas determinados grupos.</p>
<p>“Compreende-se que os funcionários também são pessoas, choramos com eles quando encontram um dos seus mortos, mas têm de entender que, numa busca onde há milhares de pessoas presas, a implorar por resgate, não pode haver preferências. Somos todos pessoas”, lamentou.</p>
<p>A falta de apoio levou familiares de diferentes regiões da Venezuela, e até de fora do país, a deslocarem-se para La Guaira para tentar ajudar nas buscas. Muitos dizem que não conseguem esperar por equipas oficiais quando acreditam que ainda pode haver pessoas vivas.</p>
<p>De acordo com o Governo liderado por Delcy Rodríguez, há mais de 50 mil pessoas desaparecidas entre 774 edifícios afetados pelos sismos.</p>
<p>A situação é agravada pelos danos no sistema de saúde. Os sismos afetaram cerca de 38 hospitais, vários deles em La Guaira, o que impede a concentração do atendimento médico na região mais atingida. Como resultado, cada sobrevivente resgatado tem de ser transportado durante pelo menos meia hora até conseguir receber assistência.</p>
<p>Nas ruas de La Guaira, onde o cheiro do mar se mistura com o dos corpos, trabalham já mais de 2.000 socorristas internacionais, apoiados por 137 cães, 49 veículos de apoio e 84,8 toneladas de equipamentos, medicamentos e material cirúrgico.</p>
<p>Mas, perante a dimensão da catástrofe, tudo parece insuficiente. A tragédia expôs não só a violência dos sismos, mas também a fragilidade de um país já marcado por uma crise prolongada e por instituições incapazes de responder com rapidez a uma destruição desta escala.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783106]]></sapo:autor>
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		<title>Lua dos Morangos vai parecer hoje maior e mais baixa no céu: fenómeno só se repete em 2043</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 12:58:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[lua]]></category>
		<category><![CDATA[Lua dos Morangos]]></category>
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					<description><![CDATA[Primeira Lua cheia do verão vai nascer num ponto extremo a sudeste e percorrer uma trajetória anormalmente baixa no céu]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Lua cheia de junho atinge o pico esta semana e deverá oferecer um espetáculo invulgar esta noite no céu noturno do hemisfério norte. Conhecida como Lua dos Morangos, será a Lua cheia mais baixa até 2043, surgindo muito próxima do horizonte e parecendo maior do que o habitual.</p>
<p>Segundo o ‘The Independent’, a primeira Lua cheia do verão vai nascer num ponto extremo a sudeste e percorrer uma trajetória anormalmente baixa no céu. Em vez de subir alto, como acontece com as luas cheias de inverno, esta permanecerá relativamente perto do horizonte durante a sua passagem.</p>
<p>Esse posicionamento deverá acentuar a chamada ilusão lunar, um fenómeno visual que faz com que a Lua pareça maior quando está próxima do horizonte. A explicação está na comparação feita pelo cérebro entre a Lua e objetos distantes, como árvores, edifícios ou montanhas, que ajudam a reforçar a perceção de dimensão.</p>
<p>A Lua dos Morangos de junho é habitualmente a Lua cheia mais baixa do ano, mas a deste ano coincide com o ponto baixo de um ciclo de 18,6 anos que determina os extremos de nascimento e ocaso da Lua. Por isso, o fenómeno será particularmente marcado e só voltará a repetir-se em condições semelhantes em 2043.</p>
<p>O efeito será visível apenas para quem observar a Lua a partir do hemisfério norte. No hemisfério sul, acontecerá o contrário: a Lua deverá surgir mais alta no céu.</p>
<p>Apesar do nome, a Lua dos Morangos não está diretamente relacionada com a cor do satélite natural. A designação vem da época do ano em que esta Lua cheia ocorre, tradicionalmente associada à colheita dos morangos em junho.</p>
<p>Ainda assim, poderá surgir com tons alaranjados, avermelhados ou dourados, sobretudo quando estiver baixa no horizonte. Alan Jones, especialista em astronomia da 365 Astronomy, explicou ao ‘The Independent’ que a cor não resulta do nome da Lua, mas da forma como a atmosfera terrestre dispersa a luz quando o satélite está perto da linha do horizonte.</p>
<p>“O melhor momento para observar a Lua cheia dos Morangos é ao pôr do sol de terça-feira. É normalmente nessa altura que a Lua parece mais dramática, porque está mais baixa no céu e os efeitos atmosféricos estão mais fortes”, afirmou o especialista.</p>
<p>Segundo Alan Jones, zonas abertas como campos, praias, colinas e parques podem oferecer boas condições de observação, desde que o céu esteja limpo e haja uma visão desimpedida do horizonte.</p>
<p>A Lua cheia atingirá o pico nas primeiras horas de terça-feira, mas deverá parecer cheia durante as noites de segunda e terça-feira. A visibilidade dependerá das condições meteorológicas em cada região.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783092]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>PSD quer ouvir ex-ministros do PS como José Luís Carneiro sobre dados do INE</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/psd-quer-ouvir-ex-ministros-do-ps-como-jose-luis-carneiro-sobre-dados-do-ine/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 12:56:23 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[PSD]]></category>
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					<description><![CDATA[O PSD vai pedir a audição parlamentar de ex-governantes socialistas como José Luís Carneiro para apurar se o anterior executivo sabia ou não do aumento populacional tornado público na semana passada pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O PSD vai pedir a audição parlamentar de ex-governantes socialistas como José Luís Carneiro para apurar se o anterior executivo sabia ou não do aumento populacional tornado público na semana passada pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).</p>
<p>Em conferência de imprensa na sede do partido, o porta-voz e vice-presidente remeteu mais detalhes sobre estas audições para a bancada do PSD, sem esclarecer se o antigo primeiro-ministro António Costa estará ou não entre as personalidades que o partido quer ouvir.</p>
<p>&#8220;O Governo então em funções agiu com conhecimento ou sem conhecimento do aumento populacional agora tornado público? Que políticas públicas desse Governo foram projetadas ou condicionadas por esse aumento populacional, fruto da política migratória desregrada desse Governo? Se sabiam, o que fizeram, e se não o fizeram, porque não o fizeram?&#8221;, perguntou.</p>
<p>Questionado se o PSD vai chamar ao parlamento o atual secretário-geral do PS e antigo ministro da Administração Interna José Luís Carneiro, o eurodeputado e dirigente considerou &#8220;natural que seja chamado a esse esclarecimento&#8221;, apesar de remeter o detalhe e calendarização para o líder parlamentar Hugo Soares.</p>
<p>&#8220;O atual secretário-geral do PS tem evidentemente responsabilidades, não só na extinção do SEF, como pelo facto de ter sido titular da pasta da Administração Interna, diretamente relacionada com a política migratória, como até antes em outras funções, como responsabilidade pela rede consular&#8221;, disse, referindo-se à sua anterior função de secretário de Estado das Comunidades.</p>
<p>Sem clarificar que outros ex-ministros podem ser ouvidos, Bugalho apontou aos &#8220;os governantes que tiveram responsabilidades relacionadas com este processo e a ausência de informação sobre a população do país, estrangeira e nacional&#8221;.</p>
<p>&#8220;Os números não nos dizem o que é que foi feito, ou deveria ter sido feito, para proteger os serviços públicos e o Estado português e a coesão social portuguesa do aumento populacional daquela dimensão&#8221;, disse.</p>
<p>Para o porta-voz do PSD, o facto de a população estrangeira ter passado de 7,1% para 14% entre 2021 e 2025 demonstra uma &#8220;relação inequívoca&#8221; com a política migratória do anterior Governo PS liderado por António Costa.</p>
<p>&#8220;Parece-nos claro que o seu efeito ultrapassa a questão setorial, tendo afetado e camuflado o rendimento &#8216;per capita&#8217; então apurado, o mercado da habitação, assim como a capacidade de resposta de serviços públicos fundamentais, como o Serviço Nacional de Saúde e a escola pública&#8221;, disse, admitindo que esses problemas são &#8220;mais difíceis de resolver&#8221; por ter havido essa falta de dados fiáveis.</p>
<p>Bugalho considerou ainda que, os dados agora conhecidos, demonstraram a importância das alterações nas leis da imigração já concretizadas pelo executivo PSD/CDS-PP.</p>
<p>Ainda assim, o porta-voz do PSD escusou-se a responder se Portugal tem imigrantes a mais ou a menos, como reclamam alguns setores, frisando que o problema foi de &#8220;regras a menos&#8221;.</p>
<p>&#8220;No que depender do PSD, jamais se repetirá um engodo em que o país julga crescer, mas não cresce assim tanto, em que um fenómeno tão impactante quanto um aumento populacional deste tipo ocorre, sem que seja merecedor de atenção política ou sequer de discussão pública. É em nome dessa transparência, de não repetir algo que nunca deveria ter acontecido, que realizaremos as audições parlamentares em breve anunciadas&#8221;, justificou.</p>
<p>Questionado se também admitiam chamar ao parlamento o antigo primeiro-ministro António Costa &#8212; que teria sempre a prerrogativa de responder por escrito -, o dirigente do PSD respondeu apenas que não fechavam qualquer porta.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783056]]></sapo:autor>
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		<title>SNS gastou 468 M€ em quase 20 milhões de horas extra em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 12:55:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[ULS]]></category>
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					<description><![CDATA[As Unidades Locais de Saúde (ULS) gastaram 468 milhões de euros em trabalho suplementar em 2025, um aumento de 11,4% em relação ao ano anterior, correspondendo a um total de quase 20 milhões de horas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As Unidades Locais de Saúde (ULS) gastaram 468 milhões de euros em trabalho suplementar em 2025, um aumento de 11,4% em relação ao ano anterior, correspondendo a um total de quase 20 milhões de horas.</P><br />
<P>Os dados constam do relatório do Conselho das Finanças Pública (CFP) sobre o desempenho do Serviço Nacional de Saúde (SNS) em 2025, que foi apresentado hoje em Lisboa, e que concluiu que o recurso ao trabalho suplementar se manteve elevado, refletindo as &#8220;dificuldades persistentes na resposta às necessidades assistenciais e a pressão sobre os recursos humanos&#8221;.</P><br />
<P>De acordo com o documento, as entidades que integram o SNS registaram 19,8 milhões de horas de trabalho suplementar, um acréscimo de 2,8% face a 2024, com os encargos a aumentarem 11,4% para os 468 milhões de euros em 2025. </P><br />
<P>Os médicos concentraram 36% do total das horas suplementares realizadas, correspondendo a 7,1 milhões de horas, enquanto os enfermeiros representaram 31,5%, com 6,2 milhões de horas.</P><br />
<P>As ULS de Coimbra, Santa Maria e São José destacaram-se como as entidades com maior recurso a trabalho suplementar, registando 1,7 milhões, 1,4 milhões e 1,2 milhões de horas, respetivamente, e encargos conjuntos de aproximadamente 92 milhões de euros, correspondendo a cerca de 20% da despesa total do SNS com este tipo de trabalho.</P><br />
<P>O CFP refere que este volume se deve, em parte, ao elevado grau de diferenciação destas ULS, que asseguram um amplo conjunto de valências clínicas e funcionam como centros de referência nacional, prestando cuidados a doentes provenientes de várias regiões do país. </P><br />
<P>Em relação à contratação de serviços médicos, o documento adianta que continuou a assumir um &#8220;peso relevante em 2025&#8221;, evidenciando a persistência de &#8220;constrangimentos na capacidade de resposta do SNS com recursos próprios&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Em 2025, foram contratadas 6,6 milhões de horas, um aumento de 6% face ao ano anterior, correspondendo a uma despesa de 265 milhões de euros (mais 37 milhões face a 2024)&#8221;, alerta o CFP, adiantando que as ULS do Algarve, do Médio Tejo e do Oeste destacaram-se com maior volume de horas contratadas e concentrando 18,4% do total.</P><br />
<P>O Governo aprovou recentemente um novo regime para regular a contração dos chamados médicos tarefeiros, que prevê várias incompatibilidades e que o Ministério da Saúde considera &#8220;ser um incentivo&#8221; à disponibilidade dos médicos do SNS para manter os serviços de urgência funcionar.</P><br />
<P>O CFP salienta ainda que o absentismo se manteve elevado em 2025 e continua a representar um &#8220;desafio relevante&#8221; para a gestão dos recursos humanos e para a capacidade de resposta do SNS. </P><br />
<P>&#8220;A taxa média de absentismo nas entidades do SNS situou-se em 9,5%, mantendo-se em linha com o valor observado no ano anterior&#8221;, adianta o documento, que refere que as taxas mais elevadas observaram-se entre os médicos internos (13,4%), os técnicos auxiliares de saúde (11,7%) e os assistentes operacionais (11,5%).</P><br />
<P>Quanto à atividade cirúrgica, os dados hoje divulgados indicam ainda que o número de entradas em Lista de Inscritos para Cirurgia (LIC) aumentou para 890 mil utentes, face a 873 mil em 2024, enquanto o número de doentes em espera foi de 274 mil, o valor mais elevado da série analisada pelo CFP.</P><br />
<P>O total de doentes operados no âmbito do Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia (SIGIC) aumentou de 733 mil para 744 mil, refletindo a &#8220;manutenção de elevados níveis de produção cirúrgica&#8221;, indica o documento.</P><br />
<P>&#8220;Estes resultados sugerem que, apesar do reforço da atividade cirúrgica, o crescimento da procura continua a superar a capacidade de resposta do sistema, traduzindo-se num aumento da lista de espera e em dificuldades persistentes no cumprimento dos tempos de resposta estabelecidos&#8221;, avisa entidade independente que presidida por Nazaré da Costa Cabral.</P><br />
<P></P><br />
<P>PC/SO // JMR</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783082]]></sapo:autor>
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		<title>Veja o momento em que um raio atinge a Torre Eiffel no meio de uma tempestade em Paris</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 12:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[Paris]]></category>
		<category><![CDATA[Torre Eiffel]]></category>
		<category><![CDATA[trovoada]]></category>
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					<description><![CDATA[Episódio ocorreu num fim de semana marcado por condições meteorológicas extremas em França, depois de vários dias de calor intenso e temperaturas acima dos 40 graus em várias zonas do país]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Torre Eiffel foi atingida por um relâmpago durante uma forte trovoada que caiu sobre Paris no passado sábado, num momento captado em vídeo por testemunhas que se encontravam nas imediações do monumento.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">WATCH: Stunning footage shows moment Eiffel Tower in Paris struck by lightning <a href="https://t.co/qURg9PzrKK">pic.twitter.com/qURg9PzrKK</a></p>
<p>&mdash; Rapid Report (@RapidReport2025) <a href="https://x.com/RapidReport2025/status/2071001266944119232?ref_src=twsrc%5Etfw">June 27, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="fr" dir="ltr">🇫🇷⚡️ EN IMAGES — La Tour Eiffel frappée par la foudre au cœur des violents orages. <a href="https://t.co/QwDFchFAD5">pic.twitter.com/QwDFchFAD5</a></p>
<p>&mdash; Focus (@FocusMedia_Fr) <a href="https://x.com/FocusMedia_Fr/status/2071034126631580061?ref_src=twsrc%5Etfw">June 28, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">Lightning struck the Eiffel Tower as Europe’s massive heat dome continues to scorch Paris with record-breaking temperatures. <a href="https://t.co/gDi5GWewJ1">pic.twitter.com/gDi5GWewJ1</a></p>
<p>&mdash; Christopher Webb (@cwebbonline) <a href="https://x.com/cwebbonline/status/2071443504656757023?ref_src=twsrc%5Etfw">June 29, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>As imagens, divulgadas pelo ‘The Independent’, mostram o instante em que um raio atinge a estrutura metálica mais famosa da capital francesa, enquanto várias pessoas reagem com surpresa ao fenómeno.</p>
<p>O episódio ocorreu num fim de semana marcado por condições meteorológicas extremas em França, depois de vários dias de calor intenso e temperaturas acima dos 40 graus em várias zonas do país.</p>
<p>A violenta tempestade em Paris surgiu no contexto de uma onda de calor recorde e mortal que tem afetado a Europa. Segundo o ‘The Independent’, foram registadas mais de mil mortes em excesso durante este período de calor extremo.</p>
<p>A Organização Mundial da Saúde descreveu a onda de calor como a pior alguma vez registada na Europa. Em França, a agência pública de saúde indicou que espera uma subida da mortalidade à medida que forem sendo conhecidos mais dados sobre mortes em lares e estruturas residenciais.</p>
<p>A Torre Eiffel é frequentemente atingida por descargas elétricas durante tempestades, devido à sua altura e estrutura metálica, mas as imagens do momento captado no sábado tornaram-se particularmente impressionantes pelo contexto de instabilidade meteorológica que se seguiu à vaga de calor.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783088]]></sapo:autor>
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		<title>Tinham acabado de ser deportados dos EUA. Horas depois, o hotel na Venezuela onde estavam ruiu com o sismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 12:43:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[sismos]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[Eram 147 pessoas no chamado voo 164: 120 homens, 19 mulheres e sete crianças. Poucas horas depois de aterrarem no Aeroporto Internacional Simón Bolívar, em Maiquetía, muitas famílias deixaram de ter notícias deles]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Tinham acabado de regressar à Venezuela, deportados dos Estados Unidos, quando foram levados para um hotel que se tornaria um dos símbolos da tragédia provocada pelos sismos. Eram 147 pessoas no chamado voo 164: 120 homens, 19 mulheres e sete crianças. Poucas horas depois de aterrarem no Aeroporto Internacional Simón Bolívar, em Maiquetía, muitas famílias deixaram de ter notícias deles.</p>
<p>Segundo o ‘El País’, o grupo chegou à Venezuela na manhã de quarta-feira, 24 de junho, num voo de deportação procedente dos EUA. À chegada, as autoridades venezuelanas divulgaram imagens dos repatriados no aeroporto, apresentando o regresso como parte do programa nacional de repatriamento. Mas, pouco depois, a publicação começou a encher-se de perguntas de familiares: onde estavam os passageiros, porque não tinham chegado a casa e como poderiam obter notícias deles.</p>
<p>Entre os rostos procurados estava Yamil Caldera, de 32 anos, reconhecido pela cunhada num vídeo divulgado pelas autoridades. Tinha sido detido meses antes num Walmart por agentes do Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA, o ICE, e depois transferido para o Centro de Detenção de Eloy, no Arizona. A mulher continuava nos Estados Unidos, ainda com uma audiência marcada.</p>
<p>Ao aterrar em Maiquetía, Caldera conseguiu telefonar à família para confirmar que tinha chegado ao país. Outros deportados fizeram o mesmo. Anderson Antonio Pérez, de 33 anos, que vivia no Alabama há cerca de ano e meio, ligou à família ao fim da tarde e disse que iria tratar da viagem para Barquisimeto no dia seguinte. Depois disso, nunca mais houve contacto.</p>
<p>Das instalações do aeroporto, os venezuelanos deportados foram escoltados pelo Serviço Bolivariano de Inteligência Nacional, o SEBIN, até ao Hotel Santuario La Llanada, no estado de La Guaira. Segundo o jornal espanhol, ninguém sabia então que estavam a ser levados para uma das zonas mais afetadas pelos sismos que atingiram a Venezuela.</p>
<p>O edifício, uma estrutura modesta situada nas montanhas a pouco mais de meia hora de Caracas, tinha tido várias utilizações ao longo dos anos. Já servira de apoio a pessoas em situação de sem-abrigo e com dependências, funcionara como centro de isolamento durante a pandemia e, mais recentemente, passara a receber migrantes deportados no âmbito de acordos entre Washington e Caracas.</p>
<p>Foi ali que Joan, de 28 anos, também deportado dos EUA, sentiu o chão tremer. Tinha tomado banho e preparava-se para descansar depois da viagem quando percebeu o que estava a acontecer. Conseguiu vestir uma camisa, calçar os sapatos e gritar que era um terramoto. Instantes depois, o hotel desabou.</p>
<p>A mulher, Daniela, contou ao ‘El País’ que Joan ficou preso debaixo dos escombros durante cerca de três horas. Sobreviveu porque um beliche e os colchões ajudaram a suportar o peso da estrutura que caiu sobre ele. Quando conseguiu sair, tentou ajudar outros sobreviventes e pessoas que continuavam soterradas.</p>
<p>Os relatos dos sobreviventes apontam para horas de desespero e falta de meios. Juan Manuel Fernández Quintero, um dos deportados, contou que os próprios sobreviventes tentaram resgatar quem estava preso, mas sem ferramentas. Só mais tarde soube que tinha partido quatro costelas.</p>
<p>As famílias acusam as autoridades venezuelanas de falta de resposta e de terem mantido os deportados sob controlo do SEBIN quando deveriam ter sido encaminhados para casa. A mãe de Anderson Daniel Salcedo Lozano, de 21 anos, que ficou em estado crítico e teve as duas pernas amputadas, afirmou que alguns sobreviventes disseram que os deportados imploraram para que lhes abrissem a porta quando o sismo começou, mas que isso não aconteceu.</p>
<p>Até ao momento referido pelo ‘El País’, o Governo venezuelano ainda não tinha divulgado uma lista oficial das vítimas e sobreviventes do voo 164. Alguns sobreviventes disseram que apenas 12 pessoas conseguiram escapar dos destroços do hotel, mas esse número não foi confirmado oficialmente.</p>
<p>A ausência de informação agravou o desespero das famílias. Vários familiares começaram a divulgar cartazes de desaparecidos, procurando nomes em hospitais, morgues e entre os escombros do Hotel Santuario La Llanada. Alguns relataram dificuldades em aceder ao local e acusaram as autoridades de impedir ou limitar a ajuda.</p>
<p>Entre os casos relatados está o de Arturo Alejandro Morales, de 25 anos, que estava detido em El Paso, no Texas. O pai só soube que o filho tinha sido deportado depois da tragédia, através de outro passageiro do mesmo voo. Desde então, procura informação sobre o seu paradeiro.</p>
<p>Há também nomes que passaram de desaparecidos a vítimas confirmadas. Rosiangel Álvarez procurava Eduardo José Osal Mujica, de 31 anos. Primeiro disseram-lhe que estava morto, depois que estaria vivo. Mais tarde, veio a confirmação que temia: tinha morrido no hotel.</p>
<p>A tragédia junta duas crises: a dos venezuelanos deportados pelos EUA, muitos deles depois de passarem por centros de detenção, e a da catástrofe natural que devastou parte da Venezuela. Para as famílias, o regresso ao país não significou liberdade nem reencontro. Em vários casos, significou apenas uma nova procura, agora entre escombros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783083]]></sapo:autor>
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		<title>Pelo menos cinco mortos em tiroteio no norte da Alemanha: suspeito foi detido</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 12:15:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[Stade]]></category>
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					<description><![CDATA[Motivação do ataque ainda não é conhecida. A polícia não avançou, para já, detalhes sobre o número exato de vítimas mortais, a identidade do suspeito ou as circunstâncias em que ocorreram os disparos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Várias pessoas morreram esta segunda-feira num tiroteio na cidade alemã de Stade, no norte do país, segundo informou a polícia local. Um homem suspeito de envolvimento no ataque foi detido.</p>
<p>De acordo com a informação divulgada pela polícia de Stade, está em curso uma “grande operação” na Dankersstraße, onde ocorreu o tiroteio. As autoridades apelaram à população para evitar a zona e seguir as instruções dos serviços de emergência presentes no local.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="de" dir="ltr">+++ACHTUNG – Polizeieinsatz in der Dankersstraße in Stade+++<br />Derzeit kommt es in Stade zu einer polizeilichen Einsatzlage. Meidet den Bereich weiträumig!<br />Einsatzbegleitende Informationen erhaltet ihr auf dem WhatsApp-Kanal der Polizei Stade unter:<a href="https://t.co/LeoOTiCZOz">https://t.co/LeoOTiCZOz</a> <a href="https://t.co/12fvSVxH8I">pic.twitter.com/12fvSVxH8I</a></p>
<p>&mdash; Polizeidirektion Lüneburg (@Polizei_LG) <a href="https://x.com/Polizei_LG/status/2071557736978940335?ref_src=twsrc%5Etfw">June 29, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>A motivação do ataque ainda não é conhecida. A polícia não avançou, para já, detalhes sobre o número exato de vítimas mortais, a identidade do suspeito ou as circunstâncias em que ocorreram os disparos.</p>
<p>Stade é uma cidade com cerca de 50 mil habitantes, localizada a oeste de Hamburgo, no estado da Baixa Saxónia. A área afetada pela operação policial foi isolada pelas autoridades enquanto decorrem os trabalhos de investigação.</p>
<p>As autoridades alemãs deverão atualizar a informação nas próximas horas, à medida que forem apurados novos dados sobre o tiroteio, as vítimas e o eventual motivo do ataque.</p>
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