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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Wed, 06 May 2026 15:50:01 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Fórum para a Competitividade prevê crescimento próximo de 2% se tensões abrandarem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 15:44:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A associação Fórum para a Competitividade prevê que a economia portuguesa cresça cerca de 2% este ano se as tensões no Médio Oriente abrandarem em breve e alerta para a volatilidade dos preços da energia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A associação Fórum para a Competitividade prevê que a economia portuguesa cresça cerca de 2% este ano se as tensões no Médio Oriente abrandarem em breve e alerta para a volatilidade dos preços da energia.</P><br />
<P>&#8220;Assumindo, como a generalidade das instituições e dos mercados financeiros, que as tensões no golfo Pérsico abrandarão dentro de não muito tempo, o crescimento do PIB português em 2026 poderá não ser afetado de forma significativa e poderá ser próximo dos 2%&#8221;, antecipa a associação, numa nota de conjuntura hoje publicada.</P><br />
<P>Assumindo como pressuposto que o conflito no Médio Oriente &#8220;se mantém limitado, na duração e no âmbito, o FMI projeta um abrandamento do crescimento global de 3,4% em 2025 para 3,1% em 2026, recuperando ligeiramente para 3,2% em 2027&#8221;, enquadra o fórum, sublinhando que &#8220;a guerra no Médio Oriente deverá dominar o cenário económico internacional&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Quer os EUA quer o Irão têm interesse na conclusão rápida do atual impasse, o que é reforçado pelas expectativas implícitas nos vários mercados financeiros (futuros de petróleo, Euribor, ações, etc), mas, ainda assim, ambas as partes têm uma margem reduzida para recuar sem perder a face&#8221;, refere.</P><br />
<P>Para a associação, &#8220;a questão essencial continua a ser a da duração do conflito no Médio Oriente, sobretudo quando se dará a normalização da circulação pelo estreito de Ormuz&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Do lado dos EUA, somam-se os sinais a pedir uma resolução rápida: as eleições intercalares já estão a menos de seis meses de distância, as sondagens indicam os republicanos em clara perda, alguns senadores republicanos querem que o Congresso trave o conflito, a confiança dos consumidores (Michigan) atingiu um novo mínimo histórico, os preços ao consumidor dos combustíveis já subiram mais de 40% desde o início da guerra&#8221;, elenca.</P><br />
<P>Do lado do Irão, diz, &#8220;a pressão para um acordo rápido também é significativa, já que o bloqueio dos EUA está a afetar fortemente as receitas de venda de petróleo bem como o abastecimento de alimentos&#8221;.</P><br />
<P>Em Portugal, o Governo reviu em baixa na semana passada a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2026 de 2,3% para 2,0%, reviu em alta a estimativa da inflação de 2,1% para 2,5%, e alterou a projeção para as contas públicas, esperando um saldo orçamental nulo em vez de um excedente de 0,1% do PIB, segundo o Relatório Anual de Progresso (RAP) de 2026 entregue à Comissão Europeia em 30 de abril.</P><br />
<P>O Fórum para a Competitividade lembra que, no primeiro trimestre, &#8220;o PIB estagnou em cadeia, quando tinha aumentado 0,9% no trimestre anterior&#8221;, referindo que esta evolução foi &#8220;menos negativa do que o antecipado&#8221; e que, em termos homólogos, se registou &#8220;uma aceleração, de 1,9% para 2,3%&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O clima económico recuperou metade da queda sofrida no mês anterior, apesar da incerteza externa, enquanto a confiança dos consumidores voltou a registar uma forte queda, caindo para o valor mais baixo desde abril de 2023&#8221;, sublinha ainda.</P><br />
<P>Relativamente à evolução da inflação, entende que a probabilidade de o Banco Central Europeu (BCE) subir as taxas de juro na reunião de junho aumentou.</P><br />
<P>&#8220;Na atual conjuntura do conflito do Médio Oriente, mais do que os preços da energia estarem elevados, o que se salienta é a sua muito elevada volatilidade, a responder a cada declaração dos principais protagonistas&#8221;, refere o Fórum para a Competitividade.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759099]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ucrânia: PSD e CDS-PP acusam PCP de &#8220;envergonhar Portugal e os portugueses&#8221;</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-psd-e-cds-pp-acusam-pcp-de-envergonhar-portugal-e-os-portugueses/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 15:42:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[PSD, Chega, IL, CDS-PP e PAN criticaram hoje a ausência do PCP da sessão solene com o presidente do Parlamento da Ucrânia, com sociais-democratas e democratas-cristãos a acusarem este partido de "envergonhar Portugal e os portugueses".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>PSD, Chega, IL, CDS-PP e PAN criticaram hoje a ausência do PCP da sessão solene com o presidente do Parlamento da Ucrânia, com sociais-democratas e democratas-cristãos a acusarem este partido de &#8220;envergonhar Portugal e os portugueses&#8221;.</P><br />
<P>Depois de a bancada comunista ter estado ausente na cerimónia de boas-vindas ao presidente do Parlamento da Ucrânia, Ruslan Stefanchuk, na Assembleia da República, a líder parlamentar do PCP, Paula Santos, foi recebida com protestos quando entrou no hemiciclo para proferir a sua declaração política, centrada na situação social e económica do país.</P><br />
<P>Nos seis pedidos de esclarecimento que se seguiram, apenas o PS falou nesse tema, com as restantes bancadas a preferirem criticar o posicionamento do PCP na guerra da Rússia contra a Ucrânia.</P><br />
<P>Pelo PSD, o deputado João Antunes dos Santos considerou que &#8220;um partido que nega que foi a Rússia que invadiu a Ucrânia e se nega a receber o presidente do parlamento ucraniano&#8221; está &#8220;desfasado do que pensam os portugueses&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Os portugueses hoje, mais uma vez, estarão envergonhados com a vossa atitude. O PCP envergonha os portugueses e envergonha Portugal&#8221;, acusou.</P><br />
<P>Na mesma linha, o líder parlamentar do CDS-PP, Paulo Núncio, pediu desculpa à Ucrânia pela posição do PCP.</P><br />
<P>&#8220;A vossa declaração política foi a vossa vergonhosa ausência. O PCP é uma vergonha e envergonhou uma vez mais Portugal&#8221;, criticou.</P><br />
<P>Também o líder parlamentar da IL, Mário Amorim Lopes, acusou o PCP de ter estar &#8220;de costas voltas para a Ucrânia por estar ajoelhado perante a Rússia&#8221;, enquanto o deputado do Chega Ricardo Reis acusou o PCP de estar do lado errado da história e de já não representar a maioria dos trabalhadores.</P><br />
<P>A deputada única do PAN, Inês Sousa Real, quis começar o pedido de esclarecimento saudando o presidente do parlamento da Ucrânia e deixou uma pergunta a Paula Santos.</P><br />
<P>&#8220;De hoje para amanha, se a Rússia invadisse Portugal de que lado é que o PCP estaria?&#8221;, questionou, recebendo aplausos de deputados do PSD.</P><br />
<P>Na resposta, a líder parlamentar do PCP acusou os partidos à direita de quererem desviar o debate sobre as condições de vida dos portugueses, &#8220;que se agravaram nos últimos meses&#8221;, e de representarem os interesses dos grandes grupos económicos, considerando que estão mais próximos do que o PCP da atual Rússia capitalista.</P><br />
<P>&#8220;Empurrar as pessoas para a pobreza, isso é que é uma vergonha&#8221;, considerou.</P><br />
<P>Depois de Paula Santos ter destacado a importância da luta dos trabalhadores contra o pacote laboral, quer no 1.ª de Maio quer na greve geral já convocada pela CGTP para 03 de junho, apenas o deputado do Luís Testa se cingiu ao tema trazido pelo PCP ao plenário.</P><br />
<P>&#8220;O país vive momentos de dificuldade, o país e empresas vivem momentos de dificuldades, já nos habituámos ao Governo não ter respostas&#8221;, disse, criticando o deputado do PSD João Antunes dos Santos, eleito por Leiria, por nem sequer ter perguntas sobre os problemas que afetam a sua região.</P><br />
<P>O PCP manifestou-se hoje contra a visita do presidente do Parlamento ucraniano à Assembleia da República, acusando-o de liderar uma assembleia &#8220;antidemocrática que é expressão de um poder suportado por forças xenófobas, belicistas, fascizantes e nazis&#8221;.</P><br />
<P>Num comunicado enviado à hora do início da sessão plenária desta tarde, na Assembleia da República, em que o presidente do Parlamento da Ucrânia, Ruslan Stefanchuk, discursou, o Grupo Parlamentar do PCP acusou o dirigente político ucraniano de representar &#8220;um regime suportado por forças de extrema-direita, que ilegalizou 12 partidos políticos e que aprovou a cessação dos mandatos de deputados opositores, eleitos pelo povo ucraniano&#8221;.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759095]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>IGAI admite abrir mais processos disciplianares a polícias no caso da esquadra do Rato</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 15:42:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Inspeção-Geral da Administração Interna (IGAI) admitiu hoje a abertura de mais processos disciplinares após a detenção de 15 polícias no âmbito do caso de violência policial na esquadra do Rato, em Lisboa, revelou hoje aquele organismo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Inspeção-Geral da Administração Interna (IGAI) admitiu hoje a abertura de mais processos disciplinares após a detenção de 15 polícias no âmbito do caso de violência policial na esquadra do Rato, em Lisboa, revelou hoje aquele organismo.</P><br />
<P>&#8220;Em função das notícias avançadas ontem [terça-feira] e dos novos elementos que forem enviados, será ponderada a abertura de mais processos disciplinares&#8221;, refere a IGAI numa resposta enviada à Lusa após terem sido detidos na quarta-feira 15 polícias, dois chefes da PSP e 13 agentes, por suspeitas de tortura e violações na esquadra do Rato.</P><br />
<P>No âmbito do caso de violência policial da esquadra da PSP do Rato, em que as primeiras duas detenções foram feitas em julho de 2025, a IGAI abriu nove processos disciplinares e um processo de inquérito, que estão todos &#8212; segundo aquela inspeção &#8212; &#8220;em fase de instrução e sujeitos a segredo&#8221;.</P><br />
<P>O inspetor-geral da IGAI avançou na altura que o processo de inquérito está relacionado com os polícias que assistiram aos vídeos das agressões partilhados num grupo de WhatsApp.</P><br />
<P>Com a detenção dos 15 polícias na terça-feira aumenta para 24 o número de elementos da Polícia de Segurança Pública envolvidos no processo de alegadas torturas e violações a pessoas vulneráveis como toxicodependentes, estrangeiros e sem-abrigo na esquadra do Rato, numa investigação denunciada pela PSP.</P><br />
<P>Muitos desses abusos foram filmados e partilhados em grupos de WhatsApp com dezenas de outros agentes.</P><br />
<P>Na terça-feira, o Ministério Público e a PSP realizaram 30 buscas, domiciliárias e em esquadras, tendo sido detidos 15 polícias e um civil, num inquérito que investiga a eventual prática de crimes como &#8220;tortura grave, violação, abuso de poder, ofensas à integridade física qualificadas&#8221;, segundo um comunicado sobre um inquérito tutelado pelo Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa, relativo a factos ocorridos nas esquadras do Rato e do Bairro Alto.</P><br />
<P>Na terça-feira, decorreu a terceira operação policial desde julho de 2025 relacionada com alegações de tortura e violação por polícias de pessoas detidas na esquadra do Rato.</P><br />
<P>Na primeira, foram detidos dois agentes da PSP, de 22 e 26 anos, e que vão ser julgados por crimes de tortura, violação e abuso de poder, entre outros, determinou em 27 de abril de 2026 o Tribunal Central de Instrução Criminal, em Lisboa.</P><br />
<P>Outros sete polícias foram detidos em março de 2026 e estão a aguardar em prisão preventiva o desfecho da investigação, que poderá ou não culminar numa acusação do Ministério Público pelos mesmos crimes.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759094]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Risco representado pelo hantavírus é fraco e não é comparável com covid-19, garante OMS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 15:36:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O risco representado pelo hantavírus identificado num navio de cruzeiro ao largo de Cabo Verde é fraco e não é comparável com a covid-19, declarou hoje à AFP o diretor da Organização Mundial da Saúde (OMS).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O risco representado pelo hantavírus identificado num navio de cruzeiro ao largo de Cabo Verde é fraco e não é comparável com a covid-19, declarou hoje à AFP o diretor da Organização Mundial da Saúde (OMS).</P><br />
<P>Interrogado em Genebra pelos jornalistas da agência francesa sobre o nível de urgência deste foco de vírus a bordo do HV Hondius no Atlântico, o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, estimou que a aparição do hantavírus não é semelhante ao da covid-19 na sua fase inicial.</P><br />
<P>&#8220;Neste momento, o risco para o resto do mundo é fraco&#8221;, estimou o diretor da organização.</P><br />
<P>&#8220;Atualmente, temos oito casos suspeitos. Três pacientes foram retirados há apenas umas horas&#8221;, disse ainda Tedros Adhanom Ghebreyesus, referindo-se a dois membros da tripulação que adoeceram e a uma pessoa assintomática identificada como caso de contacto do vírus.</P><br />
<P>O navio de cruzeiro HV Hondius, que navegava com cerca de 150 pessoas a bordo entre Ushuaia, na Argentina, e as Canárias, parou em Cabo Verde e desembarcou hoje os três passageiros, que foram transportados em aviões medicalizados.</P><br />
<P>O navio esperava, após esta evacuação, rumar a Tenerife, no arquipélago das Canárias, onde deverá atracar &#8220;dentro de três dias&#8221;, segundo as autoridades espanholas.</P><br />
<P>&#8220;A partir daí, é claro, os restantes passageiros regressarão aos seus respetivos países&#8221;, acrescentou Tedros, confirmando as declarações feitas pouco antes pela ministra da Saúde espanhola, Mónica García Gómez.</P><br />
<P>&#8220;Já temos a bordo profissionais de saúde, incluindo pessoal da OMS. E continuaremos a monitorizar e a apoiar as pessoas a bordo. Acompanharemos também a situação no exterior&#8221;, acrescentou o diretor-geral da OMS.</P><br />
<P>Dois passageiros recentes do MV Hondius deram positivo em Joanesburgo e Zurique, onde se encontram hospitalizados.</P><br />
<P></P><br />
<P>ADZT/FPA // FPA</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759090]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Mercado de trabalho vira: Indústria e profissionais seniores salvam trimestre negro do emprego em 2026, revela Randstad</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 15:35:45 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Randstad]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado de trabalho português arrancou 2026 com uma das maiores correções dos últimos anos, registando uma descida de 38.700 postos de trabalho no primeiro trimestre (-0,7%), a maior queda trimestral dos últimos cinco anos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado de trabalho português arrancou 2026 com uma das maiores correções dos últimos anos, registando uma descida de 38.700 postos de trabalho no primeiro trimestre (-0,7%), a maior queda trimestral dos últimos cinco anos.</p>
<p>Este abrandamento traduziu-se também num aumento da taxa de desemprego, que subiu 0,3 pontos percentuais face ao trimestre anterior, fixando-se nos 6,1%, segundo a análise da Randstad Research com base nos dados do Inquérito ao Emprego do INE.</p>
<p>Apesar da quebra, o número total de pessoas empregadas mantém-se acima dos 5,3 milhões (5.300.800). O recuo foi praticamente transversal às várias faixas etárias e tipos de vínculo laboral, com exceção de alguns segmentos específicos que demonstraram maior resiliência.</p>
<p>O emprego assalariado foi o mais penalizado, com uma descida de 1%, enquanto o trabalho independente contrariou a tendência, crescendo 0,6% para um total de 820.400 profissionais. Em destaque esteve também o setor industrial, o único ramo de atividade a registar um saldo positivo no trimestre, com um aumento de 4.200 trabalhadores (+0,3%).</p>
<p>Do ponto de vista demográfico, o abrandamento foi mais expressivo entre os 45 e os 54 anos (-18.800 pessoas; -1,3%) e entre os 25 e os 34 anos (-18.300; -1,7%). Em contraciclo, a população entre os 65 e os 89 anos foi o único grupo etário a crescer, apresentando não só uma evolução trimestral positiva como também o maior crescimento homólogo entre todos os segmentos (+17,7%).</p>
<p>Outro dado relevante prende-se com o multiemprego. Após uma década de crescimento acelerado (+46,5%), o número de trabalhadores com duas ou mais atividades recuou para cerca de 279 mil pessoas (5,3% da população empregada). Segundo a Randstad Research, esta inversão sugere que o atual abrandamento do mercado está a reduzir a necessidade — ou a possibilidade — de acumulação de rendimentos através de atividades secundárias.</p>
<p>No que diz respeito ao trabalho remoto, 1.118.900 pessoas trabalham atualmente em regime híbrido ou totalmente à distância, o equivalente a 21,1% do total de trabalhadores. Contudo, persistem fortes disparidades regionais: na Grande Lisboa, 33,6% dos trabalhadores estão em teletrabalho, enquanto nos Açores a percentagem desce para apenas 9,1%.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para Isabel Roseiro, diretora de Marketing e Comunicação da Randstad Portugal, este trimestre reflete um momento de ajuste natural após vários ciclos de crescimento.</p>
<p>“Este trimestre marca um ajuste necessário após ciclos de forte expansão, refletindo-se numa taxa de desemprego de 6,1%. No entanto, a força do mercado reside na sua diversidade: o trabalho independente cresceu e o regime remoto já abrange 21,1% dos portugueses. O setor industrial, ao ser o único ramo com crescimento trimestral, reforça que a economia está a encontrar novos eixos de estabilidade face aos desafios atuais. As empresas devem agora centrar-se na consolidação da cultura organizacional, transformando a estabilidade dos perfis experientes no principal motor de resiliência e crescimento sustentado para o futuro”.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759085]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>PSP não consegue provar infração e Montenegro escapa a multa por falta de cinto de segurança</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/psp-nao-consegue-provar-infracao-e-montenegro-escapa-a-multa-por-falta-de-cinto-de-seguranca/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 15:24:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[cinto de segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Montenegro]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A PSP confirmou que não vai levantar auto de contraordenação ao primeiro-ministro, Luís Montenegro, nem ao seu motorista, na sequência da divulgação de um vídeo promocional em que ambos surgem numa viatura em andamento sem cinto de segurança. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A PSP confirmou que não vai levantar auto de contraordenação ao primeiro-ministro, Luís Montenegro, nem ao seu motorista, na sequência da divulgação de um vídeo promocional em que ambos surgem numa viatura em andamento sem cinto de segurança. A decisão assenta na ausência de elementos considerados essenciais para a instauração do processo, designadamente o dia, a hora, o local e as circunstâncias da alegada infração.</p>
<p>Ao <a href="https://www.publico.pt/2026/05/06/politica/noticia/psp-nao-sabe-dia-hora-montenegro-nao-vai-multado-falta-cinto-seguranca-2173757" target="_blank" rel="noopener">Público</a>, a PSP explicou que, para poder agir, “necessita dos elementos essenciais de informação” previstos no Código da Estrada, nomeadamente “o dia, a hora, o local e as circunstâncias em que foi cometida” a infração, razão pela qual não é possível “lavrar auto de notícia de contra-ordenação” apenas com base nas imagens divulgadas nas redes sociais.</p>
<p>Recorde-se que o episódio em causa remonta ao Domingo de Páscoa, quando o gabinete do primeiro-ministro publicou um vídeo promocional nas plataformas digitais no qual é visível Luís Montenegro e um dos seus motoristas, num carro em andamento, ambos sem o respetico cinto de segurança.</p>
<p>A divulgação gerou polémica, não só pelo exemplo dado pelo primeiro-ministro, mas também por ocorrer numa altura em que o executivo lançara um “apelo muito forte” à segurança rodoviária. A Operação Páscoa terminou este ano com 20 mortos, número que levou o ministro da Administração Interna a manifestar “profunda preocupação e consternação”.</p>
<p>Ao mesmo jornal, a PSP esclarece ainda que “a autoridade ou agente de autoridade que tiver notícia, por denúncia ou conhecimento próprio”, tem de dispor dos elementos exigidos por lei para aplicar a contraordenação. Segundo a polícia, apenas com as imagens publicadas não é possível determinar a data concreta nem as circunstâncias em que os factos ocorreram. Acrescenta ainda que “outro aspecto a considerar é a condição de saúde do cidadão, nomeadamente se está isento (…) do uso do cinto de segurança”, frisando que, como “não foi fiscalizado, logo, desconhece-se”.</p>
<p>Desde a divulgação do vídeo não houve qualquer justificação ou pedido de desculpas por parte de Luís Montenegro, mas o tema acabou mesmo por chegar à Assembleia da República. Em plenário, o deputado do PSD Miguel Guimarães desvalorizou a situação, afirmando que “o senhor primeiro-ministro estava a fazer um vídeo com o carro meio parado ou estava no estacionamento” e que “não estava seguramente a fazer uma viagem normal”, apesar de nas imagens ser visível o veículo em circulação na cidade de Lisboa, com o motorista a prestar declarações à câmara enquanto conduz.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759066]]></sapo:autor>
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		<title>PS pede demissão da ministra da Saúde que acusa de ter desistido do SNS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 14:35:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O Partido Socialista pediu esta quarta-feira a demissão da ministra da Saúde, Ana Paula Martins, acusando o Governo de Luís Montenegro de manter em funções uma governante que “já desistiu do SNS”, num contexto de “dados gravíssimos” de deterioração da resposta.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O PS pediu hoje a demissão da ministra da Saúde e criticou o primeiro-ministro por a manter em funções, acusando-a de já ter desistido do SNS que apresenta &#8220;dados gravíssimos de deterioração na resposta&#8221;.</p>
<p>Em declarações aos jornalistas no parlamento, a vice-presidente do PS Mariana Vieira da Silva considerou que nos primeiros dois meses de 2026 houve &#8220;uma deterioração muito significativa&#8221; em &#8220;praticamente todos os indicadores de produção de capacidade de resposta do SNS ao país&#8221;.</p>
<p>&#8220;A ministra da Saúde já desistiu do SNS, é isso que podemos concluir com estes dados. E aquilo que os portugueses não compreendem, e não podem compreender, é como é que o primeiro-ministro, [Luís Montenegro], ainda não desistiu da ministra da Saúde, Ana Paula Martins&#8221;, criticou.</p>
<p>Questionada sobre se estava a pedir a demissão da ministra, Mariana Vieira da Silva respondeu: &#8220;quando eu digo que a única coisa que o país não compreende é como é que Luís Montenegro continua a confiar numa ministra que, não só não cumpriu aquilo com que se tinha comprometido, como os resultados se deterioram de mês para mês, sim, é isso que estou a dizer&#8221;.</p>
<p>&#8220;Nós, desde a nomeação da ministra Ana Paula Martins no segundo governo de Luís Montenegro, que dissemos que a partir dali tudo o que acontecesse neste setor era da responsabilidade do primeiro-ministro&#8221;, recordou.</p>
<p>Segundo a deputada do PS, &#8220;há agravamento brutal das condições financeiras do SNS&#8221; e, em vez dos cidadãos estarem a ter uma melhor resposta, há &#8220;dados gravíssimos de deterioração da resposta&#8221;.</p>
<p>&#8220;Os dados conhecidos no dia de ontem [terça-feira] sobre o Serviço Nacional de Saúde são muito preocupantes. Em praticamente todos os indicadores de produção de capacidade de resposta do SNS ao país, nós temos nos primeiros dois meses deste ano de 2026 uma deterioração muito significativa. Falamos de quebras de 6% das consultas nos cuidados de saúde primários. São menos de 400 mil consultas&#8221;, condenou.</p>
<p>Mariana Vieira da Silva apontou ainda &#8220;uma quebra de mais de 3,8% nas consultas hospitalares, um valor que se torna muito significativo nas primeiras consultas hospitalares&#8221;.</p>
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		<title>PSP preocupada com eventual migração de jovens das redes sociais para a &#8216;dark web&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 14:35:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[migração]]></category>
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		<category><![CDATA[PSP]]></category>
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					<description><![CDATA[A PSP admitiu hoje estar preocupada com uma eventual migração de jovens para a 'dark web', uma parte oculta da Internet, na sequência de uma maior limitação do acesso de menores às redes sociais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A PSP admitiu hoje estar preocupada com uma eventual migração de jovens para a &#8216;dark web&#8217;, uma parte oculta da Internet, na sequência de uma maior limitação do acesso de menores às redes sociais.</p>
<p>&#8220;Essa é uma preocupação&#8221;, afirmou António Santos, do Centro Internet Segura da PSP, ouvido hoje na Assembleia da República no âmbito na apreciação na especialidade do projeto de lei do PSD que limita o acesso de crianças e jovens a plataformas &#8216;online&#8217; e redes sociais.</p>
<p>Reconhecendo que essa migração aconteceu noutros países europeus que restringiram o acesso de menores às redes sociais, o superintendente alertou que, enquanto antes os fenómenos criminais demoraram dois ou três anos a chegar a Portugal, hoje tal é muito mais rápido.</p>
<p>&#8220;Já temos situações de redes do Norte da Europa que recrutam através destes meios miúdos de 13 ou 14 anos para a prática de homicídios noutros países&#8221;, alertou António Santos, antevendo que o recrutamento e a radicalização &#8216;online&#8217; serão algo que &#8220;daqui a alguns tempos&#8221; estará a ser abordado em Portugal.</p>
<p>O projeto de lei dos sociais-democratas foi aprovado na generalidade em 12 de fevereiro de 2026 com os votos favoráveis de PSD, PS, PAN e JPP, a oposição de Chega e IL e a abstenção de CDS-PP, PCP, Livre, BE e do socialista Miguel Costa Matos.</p>
<p>O diploma estabelece que é preciso ter pelo menos 16 anos para aceder a redes sociais como o Instagram, o Tik Tok ou o Facebook e que, entre os 13 e os 16 anos, o acesso só é permitido após o &#8220;consentimento parental expresso e verificado&#8221;.</p>
<p>O debate na especialidade visa aprimorar o projeto de lei inicial antes da aprovação final e decorre nas comissões parlamentares.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759044]]></sapo:autor>
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		<title>Petroprix inaugura maior posto no distrito de Lisboa e promete combustíveis até 15 cêntimos mais baratos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 14:31:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Esta é a 13ª unidade da marca no país e a terceira no distrito de Lisboa, sendo também a maior que a empresa inaugura até agora nesta região]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Petroprix abriu um novo posto de abastecimento em Frielas, no concelho de Loures, reforçando a expansão da sua rede de combustíveis low-cost em Portugal. Esta é a 13ª unidade da marca no país e a terceira no distrito de Lisboa, sendo também a maior que a empresa inaugura até agora nesta região.</p>
<p>O novo posto está localizado na Rua 28 de Setembro, nº 103, em Frielas, e permite o abastecimento simultâneo de até seis veículos com Gasóleo Simples ou Gasolina Simples 95. Tal como as restantes estações da Petroprix, funciona 24 horas por dia e opera num modelo 100% automatizado.</p>
<p>Na fase inicial, a marca terá colaboradores no local para apoiar os clientes na utilização do sistema e da aplicação. Para novos utilizadores, mantém-se a oferta de três litros gratuitos no primeiro abastecimento.</p>
<p>“A entrada em Frielas reforça a nossa aposta na zona de Lisboa, uma região prioritária no plano de crescimento que traçámos”, afirma Jaime Vega de Seoane, diretor de Desenvolvimento Europeu da Petroprix.</p>
<p><strong>Terceira unidade no distrito de Lisboa</strong></p>
<p>A abertura em Frielas surge depois das recentes inaugurações em Massamá e Castanheira do Ribatejo, consolidando a presença da Petroprix no distrito de Lisboa e em zonas de elevada densidade populacional.</p>
<p>Segundo Jaime Vega de Seoane, a empresa está a crescer “de forma muito consistente” para garantir que mais portugueses conseguem aceder a combustível de qualidade ao melhor preço, através de um serviço rápido, simples e eficiente.</p>
<p>A Petroprix mantém um plano ativo de expansão em Portugal, com novas aberturas previstas nas próximas semanas. A nível global, a marca conta atualmente com 204 estações de serviço, distribuídas por Espanha, Panamá e Chile, além de Portugal.</p>
<p><strong>Modelo automatizado e preços mais competitivos</strong></p>
<p>A Petroprix posiciona-se como uma empresa de tecnologia a operar no setor dos combustíveis. A marca projeta e constrói as suas próprias estações e desenvolve internamente os sistemas de pagamento e controlo.</p>
<p>Esta integração permite, segundo a empresa, reduzir custos estruturais e praticar preços mais competitivos. A Petroprix afirma que os seus combustíveis ficam, em média, entre 10 e 15 cêntimos por litro abaixo dos preços praticados por operadores tradicionais, mantendo a qualidade e o cumprimento das normas legais em vigor.</p>
<p>O modelo automatizado permite também reduzir tempos de espera e simplificar o processo de abastecimento. Através da aplicação, disponível na Google Play e na App Store, os utilizadores podem localizar postos, consultar preços em tempo real e realizar pagamentos de forma autónoma.</p>
<p><strong>Poupança e conveniência para o consumidor</strong></p>
<p>Com a nova unidade em Frielas, a Petroprix reforça o seu posicionamento no mercado português, assente na eficiência, inovação tecnológica e poupança para o consumidor.</p>
<p>A proposta da marca combina funcionamento 24 horas, abastecimento digital, preços baixos e uma experiência pensada para reduzir custos e tempo no momento de abastecer. Para os novos utilizadores, a oferta de três litros no primeiro abastecimento serve como incentivo adicional à experimentação do serviço.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759030]]></sapo:autor>
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		<title>Ordem dos Médicos defende reforma educativa que reforce literacia digital</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 14:31:35 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[reforma]]></category>
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					<description><![CDATA[A Ordem dos Médicos defendeu hoje, no parlamento, uma reforma educativa que coloque a literacia digital em paralelo com a tradicional, como aprender português ou matemática, para que os jovens usem de forma segura as ferramentas digitais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Ordem dos Médicos defendeu hoje, no parlamento, uma reforma educativa que coloque a literacia digital em paralelo com a tradicional, como aprender português ou matemática, para que os jovens usem de forma segura as ferramentas digitais.</p>
<p>&#8220;Hoje, o mundo é digital e isso não é questionável. Não podemos proibir, temos de ensinar e preparar o futuro destes jovens&#8221;, afirmou Almerinda Pereira, do Colégio de Pediatria da Ordem dos Médicos, durante uma audição na Comissão de Direitos, Liberdades e Garantias, no âmbito da apreciação, em especialidade, de um projeto de lei do PSD destinado a estabelecer medidas de proteção de crianças e jovens em ambientes digitais.</p>
<p>Para a médica, a verdadeira proteção dos jovens para o mundo digital reside na proteção através do ensino.</p>
<p>&#8220;Tem de haver um alinhamento estratégico entre o Estado, a família e a escola e tudo isto deve ser preparado com uma legislação mais fundamentada&#8221;, advogou.</p>
<p>Neste sentido, propôs &#8220;uma reforma educativa&#8221; que coloque a literacia digital em paralelo com a tradicional, tornando-a &#8220;tão importante como o português ou a matemática&#8221;, porque, &#8220;o futuro está aí&#8221;, disse.</p>
<p>&#8220;Portugal deve preparar os nossos jovens para o futuro e não isolá-los da realidade que hoje temos&#8221;, sustentou, ao pronunciar-se sobre medidas proibição de acesso a redes sociais ou restrições, em função de uma determinada idade, à qual se sucede um vazio.</p>
<p>Para a médica, é importante acrescentar à formação de alunos e professores medidas de apoio psicológico que permitam ajudar a lidar com situações de frustração e de gestão do ódio ou do tédio.</p>
<p>&#8220;O objetivo final, para nós, é que haja equidade, igualdade e autonomia no uso das redes sociais&#8221;, sublinhou, defendo o papel da escola na eliminação de barreiras relacionadas com a formação dos pais ou a condição sócio económica.</p>
<p>&#8220;A escola terá de democratizar esse saber. Tem de haver formação contínua também para os pais, para os ensinar a lidar com esta tecnologia e no apoio aos jovens&#8221;, declarou.</p>
<p>Para os professores, sugeriu um plano de ensino que os atualize e ajude a identificar sinais de &#8216;cyberbullying&#8217; e de dependência das redes sociais, que podem estar fora do contexto escolar, mas ter reflexos no rendimento escolar das crianças.</p>
<p>A comissão ouviu hoje várias entidades com vista à aprovação de uma lei, tendo estado presente um grupo de jovens que se manifestou genericamente a favor de restrições até aos 16 anos, mas que alertou para a situação de vulnerabilidade que se sucede ultrapassada essa faixa etária.</p>
<p>David, um dos jovens que integrou a comitiva da Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens, reforçou esta ideia: &#8220;Estamos muito vulneráveis e muito inseguros aqui, estamos a proteger o jovem até aos 13 ou aos 16 anos e o que vem depois&#8230; temos de preparar os jovens&#8221;.</p>
<p>Sobre os algoritmos de recomendação nas redes sociais, fora do âmbito do projeto de lei em causa, reconheceu serem &#8220;um dos maiores problemas&#8221; e deu o seu próprio exemplo.</p>
<p>&#8220;Quando criei o Instagram disse que era um jovem adolescente, masculino. O que é que me apareceu? Só apareceu conteúdo sexual e de violência, mais de incitação à violência&#8221;, contou.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759035]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>PCP contra visita do presidente do parlamento ucraniano à AR associa-o a forças nazis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 14:27:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[visita]]></category>
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					<description><![CDATA[O PCP manifestou-se hoje contra a visita do presidente do Parlamento ucraniano à Assembleia da República, acusando-o de liderar uma assembleia "antidemocrática que é expressão de um poder suportado por forças xenófobas, belicistas, fascizantes e nazis".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O PCP manifestou-se hoje contra a visita do presidente do Parlamento ucraniano à Assembleia da República, acusando-o de liderar uma assembleia &#8220;antidemocrática que é expressão de um poder suportado por forças xenófobas, belicistas, fascizantes e nazis&#8221;.</p>
<p>Num comunicado enviado à hora do início da sessão plenária desta tarde, na Assembleia da República, em que o presidente do Parlamento da Ucrânia, Ruslan Stefanchuk, discursará, o Grupo Parlamentar do PCP acusa o dirigente político ucraniano de representar &#8220;um regime suportado por forças de extrema-direita, que ilegalizou 12 partidos políticos e que aprovou a cessação dos mandatos de deputados opositores, eleitos pelo povo ucraniano&#8221;.</p>
<p>O partido, que vai estar ausente no início da sessão plenária desta tarde, diz que Stefanchuk, como presidente do Parlamento, &#8220;acompanhou a glorificação e reconhecimento de nacionalistas ucranianos e colaboracionistas da ocupação nazi&#8221;.</p>
<p>&#8220;Tendo inclusivamente pedido ao Presidente da Ucrânia a restauração da atribuição de título de herói a Stepan Bandera, colaboracionista nazi que foi responsável pelo assassinato de milhares de ucranianos na Segunda Guerra Mundial&#8221;, apontam os comunistas no texto.</p>
<p>E acrescentam: &#8220;Recorde-se que, em dezembro de 2021, os EUA e a Ucrânia foram os únicos países que votaram contra, na Assembleia Geral da ONU, uma resolução sobre &#8216;O combate à glorificação do nazismo, do neonazismo e de outras práticas&#8221;, aprovada por uma ampla maioria de países'&#8221;.</p>
<p>Para o PCP, a &#8220;visita do presidente do Parlamento da Ucrânia não se enquadra no objetivo de encontrar uma solução diplomática que ponha fim à guerra na Ucrânia&#8221;.</p>
<p>&#8220;A Assembleia da República, enquanto órgão de soberania, democrático, não pode ignorar estes e outros factos, pelo que não deve receber, muito menos convidar para intervir no Plenário, o Presidente de um Parlamento antidemocrático que é expressão de um poder suportado por forças xenófobas, belicistas, fascizantes e nazis&#8221;, considera o partido.</p>
<p>Os comunistas, que dizem defender &#8220;os valores da liberdade e da democracia, da paz e da solidariedade&#8221;, afirmam não poder &#8220;pactuar com toda esta situação, tendo expressado a sua oposição à realização da intervenção do Presidente do parlamento ucraniano no plenário&#8221;.</p>
<p>&#8220;Por todas estas considerações não esteve presente&#8221;, conclui o PCP.</p>
<p>O presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco, está hoje a receber no Parlamento português o seu homólogo ucraniano, Ruslan Stefanchuk, e os dois discursam na abertura da sessão plenária após reunirem-se com delegações dos partidos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759028]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>DGEG tem 90 dias para apresentar proposta de incentivo à produção de biometano</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/dgeg-tem-90-dias-para-apresentar-proposta-de-incentivo-a-producao-de-biometano/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 14:23:15 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo determinou que a Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG) deve apresentar, em 90 dias, uma proposta de modelo de remuneração e incentivo à produção de biometano, que pode prever a fixação de tarifas e leilões.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo determinou que a Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG) deve apresentar, em 90 dias, uma proposta de modelo de remuneração e incentivo à produção de biometano, que pode prever a fixação de tarifas e leilões.</p>
<p>&#8220;A DGEG deve elaborar e apresentar ao membro do Governo responsável pela área da energia, no prazo de 90 dias, a partir da data do presente despacho, uma proposta de modelo de remuneração e incentivo à produção de biometano&#8221;, lê-se num despacho hoje publicado em Diário da República.</p>
<p>Segundo o diploma, o modelo pode prever a realização de leilões e a fixação de tarifas e deve ter por base o estado e a maturidade do investimento, a dimensão da capacidade produtiva e a tipologia da matéria-prima.</p>
<p>À DGEG cabe ainda propor um calendário para o período 2026-2030, definindo a regularidade do concurso e quantidades totais.</p>
<p>O Governo definiu que esta direção deve, no desenho do modelo consultar a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), &#8220;assegurando que o mecanismo de incentivo à produção maximize a eficiência do sistema e minimize o impacto tarifário&#8221;.</p>
<p>Por outro lado, a DGEG deve promover um processo de consulta dos operadores de rede, promotores de projetos de biometano e agentes do território.</p>
<p>O despacho, assinado pelo secretário de Estado Adjunto e da Energia, Jean Barroca, produz efeitos a partir de quinta-feira.</p>
<p>A simplificação do licenciamento de projetos de biometano, um manual sobre o processo e os incentivos para a injeção de biometano na rede de gás foram algumas das novas medidas para o mercado do setor anunciadas, em Lisboa, em 24 de abril.</p>
<p>O Governo já tinha apresentado um Plano de Ação para o Biometano.</p>
<p>A DGEG anunciou, na altura, que foram propostos 42 projetos para a exploração de biometano.</p>
<p>Em declarações aos jornalistas, a ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, disse então que as regras de licenciamento ainda podem ser mais simplificadas.</p>
<p>Por sua vez, Jean Barroca destacou que o biometano é uma tecnologia madura e recordou as metas de incorporação nas redes de gás em 2030, 9%, além do elevado potencial para ser usado nos transportes rodoviários.</p>
<p>O biometano é um gás renovável que é produzido a partir da decomposição de resíduos urbanos, lamas de ETAR (estações de tratamento de águas residuais), efluentes pecuários (o estrume, que contribui para a maior parte da produção do biometano), resíduos/efluentes agroindustriais e resíduos agrícolas e florestais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759021]]></sapo:autor>
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		<title>Lucro da Philips duplica para 146 milhões de euros no 1º trimestre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 14:23:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Philips duplicou o lucro para 146 milhões de euros no primeiro trimestre, face aos 72 milhões no mesmo período de 2025, a beneficiar do melhor desempenho operacional e menores encargos com a reestruturação, anunciou hoje a multinacional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Philips duplicou o lucro para 146 milhões de euros no primeiro trimestre, face aos 72 milhões no mesmo período de 2025, a beneficiar do melhor desempenho operacional e menores encargos com a reestruturação, anunciou hoje a multinacional.</p>
<p>Entre janeiro e março, a faturação do grupo dos Países Baixos foi de 3.905 milhões de euros, menos 5% em termos nominais, enquanto as vendas comparáveis cresceram 4%, segundo o comunicado divulgado.</p>
<p>O resultado de exploração aumentou para 241 milhões de euros nos três primeiros meses, face aos 154 milhões do primeiro trimestre do ano anterior.</p>
<p>&#8220;Tivemos um bom começo de 2026, com um forte crescimento da entrada de pedidos de 6%, comparável com as vendas de 4% e uma expansão da margem de 40 pontos, o que reflete uma execução disciplinada do plano num ambiente macroeconómico incerto&#8221;, afirmou o administrador delegado da Philips, Roy Jakobs.</p>
<p>A Philips manteve as previsões para o conjunto do ano de 2026, com um crescimento comparável das vendas entre 3% e 4,5%.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759020]]></sapo:autor>
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		<title>Empréstimos com garantia pública a empresas disparam para 3,4 mil milhões de euros em 2025, BdP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 14:21:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os empréstimos com garantia pública às empresas aumentaram quase seis vezes em 2025 face a 2024, passando de 570 milhões de euros para 3.392 milhões, mas ficaram abaixo de 2020 e 2022, segundo dados divulgados hoje pelo BdP.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os empréstimos com garantia pública às empresas aumentaram quase seis vezes em 2025 face a 2024, passando de 570 milhões de euros para 3.392 milhões, mas ficaram abaixo de 2020 e 2022, segundo dados divulgados hoje pelo BdP.</p>
<p>De acordo com o Banco de Portugal (BdP), no ano passado, os novos empréstimos a empresas aumentaram 3.700 milhões de euros, totalizando 26.600 milhões de euros e atingindo o valor mais elevado da série, iniciada em 2015, tendo sido fortemente impulsionados pelos novos créditos com garantia pública.</p>
<p>&#8220;Os novos contratos com garantia pública contribuíram de forma significativa para esse crescimento: ascenderam a 3.400 milhões de euros, mais 2.800 milhões do que em 2024&#8221;, salienta o banco central.</p>
<p>Este contributo foi &#8220;mais evidente a partir de maio, com o reforço dos programas de garantia pública&#8221;.</p>
<p>Ainda assim, os valores registados ficaram aquém dos atingidos em 2020 e 2022, no contexto das linhas de apoio criadas durante a pandemia de covid-19, refletindo &#8220;os objetivos distintos dos programas&#8221;.</p>
<p>&#8220;Durante a pandemia, o financiamento com garantia pública visava apoiar globalmente a continuidade da atividade empresarial&#8221;, explica o banco central. Já em 2025, os programas &#8220;passaram a privilegiar o investimento em setores e finalidades estratégicas específicas&#8221;.</p>
<p>A análise do BdP aponta ainda que os empréstimos com garantia pública &#8220;tenderam a apresentar condições mais favoráveis do que os contratos sem garantia pública&#8221;, designadamente em termos de taxa de juro e prazo.</p>
<p>Por outro lado, o recurso a este tipo financiamento foi &#8220;mais expressivo&#8221; entre as pequenas empresas, tendo variado entre setores de atividade e regiões.</p>
<p>Assim, entre março de 2025 e março de 2026, a taxa de juro média dos novos empréstimos com garantia pública foi de 2,95%, ou seja, 0,84 pontos percentuais abaixo da observada nos contratos sem garantia pública.</p>
<p>Analisando por setor de atividade económica, verifica-se que esta diferença se verificou em todos os setores, mas foi &#8220;mais acentuada&#8221; no setor do comércio, transportes, alojamento e restauração, em que atingiu 0,92 pontos percentuais.</p>
<p>Neste período, a taxa variável predominou nos contratos celebrados, mas foi mais expressiva nos empréstimos com garantia pública (correspondeu a 99% do total) do que nos contratos sem garantia pública (75%).</p>
<p>Os dados hoje divulgados pelo supervisor bancário indicam que o montante e o prazo dos contratos também diferiram entre os dois tipos de financiamento.</p>
<p>Assim, entre março de 2025 e março de 2026, o montante de empréstimos com garantia pública concentrou-se sobretudo no escalão entre 250.000 e um milhão de euros (43,0% do total).</p>
<p>Os contratos até 250.000 euros representaram 75,5% do número de contratos e 28,6% do montante, enquanto os contratos acima de um milhão de euros corresponderam a 28,4% do montante.</p>
<p>Nos empréstimos sem garantia pública, 94,6% dos contratos tinham montantes até 250.000 euros, mas os contratos acima de um milhão de euros corresponderam a 45,6% do montante total.</p>
<p>No que se refere ao prazo, nos empréstimos com garantia pública predominaram os contratos com prazo entre um e cinco anos (81,0% dos contratos e 68,6% do montante), seguidos pelos contratos com prazo superior a cinco anos &#8212; 17,9% dos contratos e 30,9% do montante.</p>
<p>Já nos empréstimos sem garantia pública, os contratos até um ano assumiram maior relevância (58,7% dos contratos e 30,3% do montante), apesar de os empréstimos com prazo entre um e cinco anos terem concentrado a maior proporção do montante (41,0%).</p>
<p>Entre março de 2025 e março de 2026, 76.800 empresas contrataram novos créditos, das quais 16.200 recorreram a programas de financiamento com garantia pública, o que corresponde a 20,3% do total.</p>
<p>&#8220;Como muitos destes programas se dirigem sobretudo às PME [pequenas e médias empresas] a maior parte do montante dos novos contratos com garantia pública foi atribuída a micro, pequenas e médias empresas&#8221;, nota o BdP.</p>
<p>Dentro destas, as pequenas empresas destacaram-se, com os contratos com garantia pública a representarem 27% do montante total concedido às PME. Seguiram-se as médias empresas, com 19%, e as microempresas, com 9%.</p>
<p>O BdP detalha ainda que, comparando com o período da pandemia, o peso dos programas de financiamento com garantia pública foi, no período mais recente, inferior em todas as classes de dimensão das empresas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759015]]></sapo:autor>
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		<title>O que se sabe sobre o hantavírus na origem do surto em navio de cruzeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 14:21:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O surto de hantavírus identificado no navio de cruzeiro MV Hondius, ancorado ao largo de Cabo Verde, já causou três mortes e três pessoas que suscitam suspeitas foram hoje retiradas da embarcação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O surto de hantavírus identificado no navio de cruzeiro MV Hondius, ancorado ao largo de Cabo Verde, já causou três mortes e três pessoas que suscitam suspeitas foram hoje retiradas da embarcação.</p>
<p>Duas outras pessoas estão hospitalizadas, uma em Zurique, na Suíça, e outra em Joanesburgo, na África do Sul, cujo ministro da Saúde informou hoje que a estirpe de hantavírus detetada no doente é a Andes, a única conhecida como sendo transmissível entre humanos.</p>
<p>Eis as principais perguntas e respostas sobre os hantavírus, de acordo com informação disponibilizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS):</p>
<p>+++ O que são os hantavírus? +++</p>
<p>Os hantavírus são vírus zoonóticos &#8211; que podem ser transmitidos entre animais e humanos &#8211; estando cada um deles &#8220;tipicamente associado a uma espécie específica de roedor reservatório, na qual o vírus causa uma infeção de longa duração sem sintomas aparentes&#8221;.</p>
<p>+++ Como se transmitem? +++</p>
<p>A transmissão de hantavírus aos humanos ocorre através do contacto com urina, fezes ou saliva de roedores infetados, principalmente pela inalação de partículas suspensas no ar. A infeção também pode ocorrer, embora menos frequentemente, através de mordeduras dos animais.</p>
<p>O risco de exposição é por isso maior em atividades que envolvem o contacto com roedores, como a limpeza de espaços fechados ou mal ventilados, a agricultura, o trabalho florestal e o sono em habitações infestadas por roedores.</p>
<p>+++ As infeções de pessoas por hantavírus são raras? +++</p>
<p>Sabe-se que um número limitado das muitas espécies de hantavírus identificadas em todo o mundo causa doença em humanos.</p>
<p>No caso do vírus Andes, encontrado na América do Sul, foi documentada uma transmissão limitada de pessoa para pessoa entre contactos próximos e prolongados.</p>
<p>Segundo a OMS, &#8220;as infeções por hantavírus são relativamente incomuns a nível global, mas estão associadas a uma taxa de letalidade de &lt;1&#8211;15% na Ásia e na Europa e de até 50% nas Américas&#8221;.</p>
<p>Em todo o mundo, estima-se que ocorram anualmente de 10.000 a mais de 100.000 infeções por ano, com maior incidência na Ásia e na Europa.</p>
<p>+++ Que doenças causam? +++</p>
<p>Os hantavírus existentes na América do Norte, Central e do Sul podem causar a síndrome cardiopulmonar por hantavírus (SCPH), uma doença respiratória grave.</p>
<p>Os encontrados na Europa e na Ásia causam febre hemorrágica com síndrome renal (FHSR), indicando a OMS que &#8220;a transmissão de pessoa para pessoa não foi documentada nesta parte do mundo&#8221;.</p>
<p>+++ Quais os sintomas da doença? +++</p>
<p>Nos humanos, os sintomas começam geralmente entre uma e oito semanas após a exposição e incluem tipicamente febre, dor de cabeça, dores musculares e sintomas gastrointestinais, como dor abdominal, náuseas ou vómitos.</p>
<p>No caso da síndrome cardiopulmonar por hantavírus, &#8220;a doença pode progredir rapidamente&#8221; e provocar &#8220;tosse, falta de ar, acumulação de líquido nos pulmões e choque&#8221;.</p>
<p>Na síndrome hemorrágica com insuficiência renal (SHIR), os estádios mais avançados podem incluir pressão arterial baixa, distúrbios hemorrágicos e insuficiência renal.</p>
<p>O diagnóstico precoce da infeção por hantavírus pode não ser fácil, dado que &#8220;os sintomas iniciais são comuns a outras doenças febris ou respiratórias, como a gripe, a covid-19, a pneumonia viral, leptospirose, dengue ou sépsis&#8221;.</p>
<p>+++ Qual o tratamento? +++</p>
<p>Não existe tratamento antiviral específico ou vacina licenciada para a infeção por hantavírus, indica a OMS, acrescentando que &#8220;o tratamento é de suporte e centra-se na monitorização clínica rigorosa e no controlo das complicações respiratórias, cardíacas e renais&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759014]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Médio Oriente: Porta-aviões francês passa canal do Suez a caminho do Golfo Pérsico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 14:18:33 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O porta-aviões francês "Charles de Gaulle" e a sua escolta atravessaram hoje o canal do Suez para se posicionarem na região do Golfo Pérsico, anunciou o Ministério das Forças Armadas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O porta-aviões francês &#8220;Charles de Gaulle&#8221; e a sua escolta atravessaram hoje o canal do Suez para se posicionarem na região do Golfo Pérsico, anunciou o Ministério das Forças Armadas.</p>
<p>O envio do porta-aviões francês realizou-se para a eventualidade de ser lançada uma missão, promovida por Londres e Paris, para restabelecer a navegação no Estreito de Ormuz.</p>
<p>&#8220;O porta-aviões &#8216;Charles de Gaulle&#8217; e os seus navios de escolta transitaram pelo canal do Suez hoje, 06 de maio de 2026, a caminho do sul do mar Vermelho&#8221;, indicou o ministério num comunicado.</p>
<p>A decisão visa &#8220;agilizar a execução desta iniciativa assim que as circunstâncias o permitam&#8221;, acrescentou.</p>
<p>O Presidente francês, Emmanuel Macron, e o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, estão por detrás de uma iniciativa para garantir a segurança da navegação no estreito, bloqueado desde o início do conflito que desde 28 de fevereiro opõe o Irão aos Estados Unidos e a Israel.</p>
<p>Esta potencial missão de segurança, que só pôde ser desencadeada depois de as hostilidades terem cessado, pretende ser &#8220;neutra e claramente separada dos beligerantes&#8221;, afirmou em meados de abril o chefe de Estado francês.</p>
<p>Os &#8220;mais de 40 países&#8221; que nela participam iniciaram o planeamento militar em Londres, segundo o Ministério das Forças Armadas francês.</p>
<p>&#8220;A movimentação do grupo aeronaval é independente das operações militares iniciadas na região e complementa o dispositivo de segurança existente&#8221;, reafirmou hoje o ministério.</p>
<p>A sua presença perto do Golfo Pérsico vai permitir &#8220;uma avaliação do ambiente operacional regional antes do lançamento da iniciativa&#8221; e &#8220;o fornecimento de mais opções de saída da crise para reforçar a segurança regional&#8221;, indicou.</p>
<p>O grupo aeronaval francês deverá igualmente permitir &#8220;integrar os meios dos países que desejam enquadrar as suas ações numa estrutura defensiva e adequada, respeitadora da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar&#8221;, acrescentou.</p>
<p>O porta-aviões, que transporta cerca de 20 caças Rafale e é escoltado por várias fragatas, partiu de Toulon no final de janeiro para um destacamento no Atlântico-Norte.</p>
<p>A 03 de março, foi redirecionado para o Mediterrâneo Oriental, onde se tem mantido desde então, para defender os interesses franceses e dos países aliados afetados pela retaliação iraniana aos ataques israelitas e norte-americanos.</p>
<p>O bloqueio do estreito de Ormuz prosseguiu apesar do cessar-fogo que entrou em vigor a 08 de abril.</p>
<p>Em resposta, Washington impôs um bloqueio aos portos iranianos e, em seguida, lançou na segunda-feira a operação &#8220;Projeto Liberdade&#8221; para permitir que centenas de navios presos no Golfo atravessassem o estreito, uma operação que foi suspensa na terça-feira à noite pelo Presidente norte-americano, Donald Trump.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759008]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Novo máximo de sempre: cabaz alimentar já custa mais 20 euros do que no início do ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com DECO PROTeste]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 14:18:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Depois de uma descida na semana anterior, o cabaz voltou a subir e atingiu um novo máximo histórico]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O preço do cabaz alimentar composto por 63 bens essenciais voltou a aumentar e fixou-se esta semana nos 261,89 euros, o valor mais elevado desde que a DECO PROteste iniciou esta monitorização, em janeiro de 2022. Só na última semana, o acréscimo foi de 3,37 euros. Depois de uma descida na semana anterior, o cabaz voltou a subir e atingiu um novo máximo histórico.</p>
<p>Desde o início de 2026, comprar exatamente o mesmo conjunto de produtos ficou 20,06 euros mais caro, uma subida de 8,30%. Há um ano, o mesmo cabaz custava menos 22,94 euros. Se a comparação recuar a 5 de janeiro de 2022, data em que a DECO PROteste iniciou este acompanhamento regular, a diferença é ainda mais expressiva: para adquirir os mesmos 63 produtos, os consumidores pagavam menos 74,19 euros, uma diferença de 39,52%.</p>
<p><strong>Atum, esparguete e queijo entre os maiores aumentos da última semana</strong></p>
<p>Entre 29 de abril e 6 de maio, os maiores aumentos percentuais registaram-se no atum posta em óleo vegetal, que subiu 20% para 1,54 euros, na massa esparguete, que aumentou 15% para 1,13 euros, e no queijo curado fatiado embalado, que encareceu 14% para 2,61 euros.</p>
<p>Já numa comparação com o mesmo período do ano passado, destacam-se as subidas da couve-coração, que aumentou 44% para 2,02 euros por quilo, do robalo, que encareceu 34% para 10,33 euros por quilo, e dos brócolos, que estão 31% mais caros, custando atualmente 3,43 euros.</p>
<p>Se o horizonte temporal for alargado até ao início da monitorização, em janeiro de 2022, os aumentos acumulados continuam a ser particularmente expressivos. A carne de novilho para cozer encabeça a lista, com uma subida de 124% para 13,04 euros por quilo, seguida da couve-coração, que aumentou 103% para 2,02 euros por quilo, e dos ovos, que subiram 84% para 2,10 euros.</p>
<p><strong>Conflito no Médio Oriente e custos de produção pressionam preços</strong></p>
<p>A evolução recente dos preços poderá ainda não ter atingido o seu limite. Caso o conflito no Médio Oriente se prolongue, é possível que os bens alimentares voltem a encarecer nos próximos meses. A guerra já provocou aumentos nos preços dos combustíveis e da energia, com impacto nas cadeias de abastecimento — um cenário semelhante ao verificado aquando do início da guerra na Ucrânia.</p>
<p>A estes fatores somam-se os prejuízos causados pelas tempestades de janeiro e fevereiro em Portugal, cujos efeitos poderão ainda não estar totalmente refletidos nos preços ao consumidor, bem como a subida dos fertilizantes utilizados na agricultura.</p>
<p>Uma parte significativa dos maiores produtores mundiais de fertilizantes agrícolas — e das respetivas matérias-primas — está localizada no Médio Oriente. Grande parte destas mercadorias é transportada por via marítima através do estreito de Ormuz. Se o conflito na região persistir, o custo destes produtos poderá aumentar de forma significativa, repercutindo-se no preço final dos alimentos.</p>
<p><strong>Como é calculado o preço do cabaz alimentar</strong></p>
<p>Desde janeiro de 2022, a DECO PROteste acompanha semanalmente a evolução do preço de um conjunto de bens alimentares considerados essenciais. Todas as quartas-feiras é calculado o custo total do cabaz com base nos preços recolhidos no dia anterior nos principais supermercados com loja online.</p>
<p>O processo começa pelo apuramento do preço médio de cada produto nas várias lojas online onde está disponível no simulador. Posteriormente, a soma desses valores médios determina o custo total do cabaz num dado momento.</p>
<p>A lista integra 63 produtos alimentares essenciais, permitindo aos consumidores acompanhar de forma comparável a evolução dos preços ao longo do tempo.</p>
<p><strong>Quatro anos de escalada nos preços alimentares</strong></p>
<p>A trajetória ascendente dos preços tem origem em vários fatores acumulados. Em 2022, a invasão da Ucrânia pela Rússia afetou significativamente o setor agroalimentar europeu, uma vez que grande parte dos cereais consumidos na União Europeia — e em Portugal — tinha origem naquela região.</p>
<p>Esse choque surgiu numa altura em que o setor já enfrentava as consequências da pandemia de covid-19 e da seca em território nacional. A limitação da oferta de matérias-primas e o aumento dos custos de produção, nomeadamente fertilizantes e energia, refletiram-se nos mercados internacionais e, posteriormente, no consumidor final, com impacto em produtos como carne, hortofrutícolas, cereais de pequeno-almoço e óleo vegetal.</p>
<p>Perante este cenário, o Governo avançou, em abril de 2023, com a isenção de IVA num cabaz com mais de 40 alimentos. A medida teve inicialmente efeitos na contenção dos preços, mas poucos meses depois deixou de ter impacto significativo, voltando o cabaz alimentar a registar aumentos expressivos.</p>
<p>Em 2024, já após a reposição do imposto, alguns produtos continuaram a subir, como o azeite virgem extra, que atingiu o preço mais elevado em abril desse ano.</p>
<p>O ano de 2025 ficou particularmente marcado pelo aumento do preço dos ovos, do café torrado moído e do chocolate.</p>
<p><strong>Inflação volta a acelerar em março de 2026</strong></p>
<p>A subida generalizada dos preços ao consumidor levou a taxa de inflação a níveis históricos em 2022 e 2023. Segundo dados do Instituto Nacional de Estatística, em 2025 a inflação fixou-se nos 2,3%, abaixo dos 2,4% registados em 2024.</p>
<p>Contudo, em março de 2026, as estimativas apontavam para uma nova aceleração da inflação para 2,7%, mais 0,6 pontos percentuais face a fevereiro.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759000]]></sapo:autor>
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		<title>AIP já trata 100 vistos de trabalho e promete decisões em apenas 20 dias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 14:16:32 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Associação Industrial Portuguesa (AIP) já está a operacionalizar o Protocolo de Cooperação para a Migração Laboral Regulada, tendo em curso cerca de uma centena de processos para emissão de vistos de trabalho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Associação Industrial Portuguesa (AIP) já está a operacionalizar o Protocolo de Cooperação para a Migração Laboral Regulada, tendo em curso cerca de uma centena de processos para emissão de vistos de trabalho.</p>
<p>A iniciativa, promovida pela Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA), pretende agilizar a entrada de trabalhadores estrangeiros em Portugal, respondendo às necessidades do tecido empresarial.</p>
<p>A AIP é responsável pela instrução e acompanhamento dos pedidos de visto, assegurando o apoio às empresas que procuram recrutar no estrangeiro. O processo inclui a validação documental e o acompanhamento até à decisão final por parte das autoridades competentes.</p>
<p>Uma das principais vantagens deste mecanismo é a redução dos prazos de decisão. Após o atendimento consular, a emissão de vistos passa a ter um limite máximo de 20 dias, beneficiando ainda de agendamento prioritário nos consulados portugueses no estrangeiro.</p>
<p>O protocolo insere-se no Plano de Ação para as Migrações do Governo e surge como resposta às dificuldades persistentes de recrutamento em vários setores da economia nacional. Segundo a AIP, o interesse das empresas tem sido elevado, refletindo a escassez de mão de obra que continua a marcar o mercado de trabalho em Portugal.</p>
<p>Além disso, o modelo permite a submissão de pedidos em grupo, possibilitando às empresas tratar vários processos através de um único procedimento, o que simplifica e acelera a tramitação administrativa.</p>
<p>Neste âmbito, a AIP assume também a centralização do relacionamento com as entidades públicas envolvidas, garantindo maior eficiência e previsibilidade no processo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759002]]></sapo:autor>
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		<title>Ryanair pede proibição do consumo de álcool de madrugada nos aeroportos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 14:15:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da companhia aérea 'low-cost' Ryanair exigiu hoje a proibição do consumo de álcool de madrugada nos aeroportos, afirmando que a transportadora é obrigada a desviar quase um avião por dia devido ao comportamento inadequado de alguns passageiros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da companhia aérea &#8216;low-cost&#8217; Ryanair exigiu hoje a proibição do consumo de álcool de madrugada nos aeroportos, afirmando que a transportadora é obrigada a desviar quase um avião por dia devido ao comportamento inadequado de alguns passageiros.</p>
<p>&#8220;Não compreendo de todo por que razão as pessoas são servidas nos bares dos aeroportos às cinco ou seis da manhã. Quem precisa de beber cerveja a essa hora?&#8221;, questionou o CEO, Michael O&#8217;Leary.</p>
<p>&#8220;Não deveria haver serviço de bebidas alcoólicas nos aeroportos&#8221; a essas horas, acrescentou, criticando os estabelecimentos &#8220;que, em caso de atraso, estão totalmente dispostos a servir todo o álcool que as pessoas quiserem, porque sabem que vão transferir o problema para as companhias aéreas&#8221;.</p>
<p>A companhia irlandesa anunciou em junho a introdução de uma multa de 500 euros para &#8220;os passageiros perturbadores cujo comportamento leve ao desembarque do avião&#8221;.</p>
<p>O presidente da Ryanair já denunciou no passado problemas de comportamento nos aviões por parte de passageiros que consumiram drogas e álcool.</p>
<p>Em 2024, considerou que os voos entre o Reino Unido e certos destinos como Ibiza, conhecida pelas suas discotecas, eram &#8220;os piores&#8221;.</p>
<p>&#8220;Se recuar dez anos, talvez tivéssemos um desvio de voo por semana, agora, diria que estamos perto de um por dia&#8221;, prosseguiu O&#8217;Leary, em declarações ao Times.</p>
<p>O responsável propõe limitar os passageiros a duas bebidas alcoólicas nos aeroportos, através da utilização do cartão de embarque.</p>
<p>A Ryanair transportou pouco mais de 200 milhões de passageiros durante o exercício de 2024-2025 e tem como meta atingir 300 milhões de passageiros até 2034.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759003]]></sapo:autor>
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		<title>Hantavírus Andino, menos contagioso do que a Covid-19 mas mais letal: “Aparece de repente, o doente sufoca”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 13:55:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[covid 19]]></category>
		<category><![CDATA[hantavírus]]></category>
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		<category><![CDATA[MV Hondius]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Laboratório que colabora com a Organização Mundial da Saúde confirmou que esta foi a estirpe responsável pelas três mortes registadas a bordo do navio, que permanece ao largo de Cabo Verde e tem chegada prevista às Ilhas Canárias]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O hantavírus identificado no navio de cruzeiro &#8216;MV Hondius&#8217; é da estirpe Andina, uma variante menos contagiosa do que a Covid-19, mas potencialmente mais letal quando provoca doença grave. Um laboratório que colabora com a Organização Mundial da Saúde confirmou que esta foi a estirpe responsável pelas três mortes registadas a bordo do navio, que permanece ao largo de Cabo Verde e tem chegada prevista às Ilhas Canárias.</p>
<p>A informação é avançada pelo &#8217;20 Minutos&#8217;, que ouviu especialistas sobre as diferenças entre as principais famílias de hantavírus. A estirpe Andina, também conhecida como estirpe do Novo Mundo, é originária das Américas e distingue-se por causar sobretudo complicações pulmonares graves. Ao contrário da Covid-19, a transmissão entre pessoas é considerada muito rara e exige contacto muito próximo, mas a evolução clínica pode ser rápida e severa.</p>
<p>Noemí Sevilla, presidente do Conselho de Pesquisa em Saúde Animal do CSIC, explicou ao site espanhol que o hantavírus tem várias estirpes, divididas entre as do Novo Mundo, presentes nas Américas, e as do Velho Mundo, mais comuns na Europa e na Ásia. Entre todas, a Andina é a única com casos documentados de transmissão pessoa a pessoa.</p>
<p>Ainda assim, sublinhou a especialista, essa capacidade de transmissão é “muito baixa” e ocorre apenas em condições de grande proximidade. É aqui que a comparação com a Covid-19 se torna relevante: o hantavírus Andino não se transmite com a mesma facilidade, mas pode provocar quadros clínicos muito mais graves nos doentes afetados.</p>
<p><strong>Complicações pulmonares e evolução rápida</strong></p>
<p>A doença causada pela estirpe Andina é formalmente conhecida como síndrome pulmonar por hantavírus. Ao contrário das estirpes europeias e asiáticas, que afetam sobretudo os rins, esta variante ataca principalmente o sistema respiratório.</p>
<p>Segundo Noemí Sevilla, os doentes podem desenvolver edema pulmonar e ter muito pouco tempo para reagir. O quadro pode evoluir para pneumonia, insuficiência respiratória e necessidade de ventilação mecânica.</p>
<p>Juan José Badiola, professor emérito de Saúde Animal da Universidade de Zaragoza, também sublinhou a rapidez da evolução clínica. A linhagem americana provoca danos cardiopulmonares e pode progredir de forma súbita: o doente agrava rapidamente, fica muito doente e pode sufocar.</p>
<p>Esta característica ajuda a explicar a preocupação das autoridades sanitárias, apesar de os especialistas insistirem que o risco de transmissão entre pessoas é limitado e depende de contacto muito próximo.</p>
<p><strong>Diferença entre Novo Mundo e Velho Mundo</strong></p>
<p>As estirpes do Velho Mundo, prevalentes na Europa e na Ásia, produzem uma doença diferente. Em vez de atingirem sobretudo os pulmões, estão mais associadas a insuficiência renal. Segundo a especialista do CSIC, não há casos documentados de transmissão pessoa a pessoa com estas estirpes.</p>
<p>A diferença deve-se às células em que cada variante se replica preferencialmente. As estirpes europeias e asiáticas têm como principal alvo os rins, enquanto a Andina afeta sobretudo o aparelho respiratório.</p>
<p>É por isso que a confirmação da estirpe Andina no MV Hondius é relevante para a investigação epidemiológica. Além de ajudar a perceber o quadro clínico dos doentes, pode contribuir para reconstruir a origem do surto e avaliar se houve transmissão a bordo ou exposição antes do embarque.</p>
<p><strong>Passageiros “não representam um risco para ninguém”</strong></p>
<p>Apesar da preocupação com a estirpe identificada, especialistas e autoridades têm insistido que os passageiros não representam um risco generalizado para a população. Fernando Simón, diretor do Centro de Coordenação de Alertas e Emergências Sanitárias de Espanha, afirmou que a transmissão do hantavírus de pessoa para pessoa é “muito rara” e que os passageiros “não representam um risco para ninguém”.</p>
<p>O caso continua sob vigilância internacional. O &#8216;MV Hondius&#8217;, onde foram registadas três mortes, está associado a uma investigação coordenada por autoridades sanitárias e pela OMS, que procura determinar a origem da infeção e a cadeia de transmissão.</p>
<p>Para já, a confirmação da estirpe Andina reforça a hipótese de uma ligação às Américas, mas não esclarece ainda onde ocorreu a infeção inicial nem se houve transmissão entre passageiros durante a viagem.</p>
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