<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Executive Digest</title>
	<atom:link href="https://executivedigest.sapo.pt/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://executivedigest.sapo.pt</link>
	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Mon, 25 May 2026 21:44:44 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>Sete distritos do centro e sul sob aviso amarelo por calor a partir de 3.ª feira</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/sete-distritos-do-centro-e-sul-sob-aviso-amarelo-por-calor-a-partir-de-3-a-feira/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/sete-distritos-do-centro-e-sul-sob-aviso-amarelo-por-calor-a-partir-de-3-a-feira/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 21:30:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/sete-distritos-do-centro-e-sul-sob-aviso-amarelo-por-calor-a-partir-de-3-a-feira/</guid>

					<description><![CDATA[Évora, Setúbal, Santarém, Lisboa, Leiria, Beja e Portalegre vão estar a partir de terça-feira sob aviso amarelo devido ao tempo quente, que se estende aos restantes distritos, à exceção de Faro, a partir de quarta-feira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Évora, Setúbal, Santarém, Lisboa, Leiria, Beja e Portalegre vão estar a partir de terça-feira sob aviso amarelo devido ao tempo quente, que se estende aos restantes distritos, à exceção de Faro, a partir de quarta-feira.</P><br />
<P>O aviso amarelo por &#8220;persistência de valores elevados da temperatura máxima&#8221; vigora até às 18:00 de quinta-feira, segundo um comunicado do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA),</P><br />
<P>Em Évora, Setúbal, Santarém, Lisboa, Leiria, Beja e Portalegre começa às 09:00 de terça-feira.</P><br />
<P>Nos restantes distritos de Portugal continental, à exceção de Faro, o aviso amarelo começa às 09:00 de quarta-feira.</P><br />
<P>O aviso amarelo, o menos grave de uma escala de três, é emitido sempre que existe uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/sete-distritos-do-centro-e-sul-sob-aviso-amarelo-por-calor-a-partir-de-3-a-feira/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767504]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Livre vai alterar projeto sobre doadores partidários sem abdicar do princípio de transparência</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/livre-vai-alterar-projeto-sobre-doadores-partidarios-sem-abdicar-do-principio-de-transparencia/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/livre-vai-alterar-projeto-sobre-doadores-partidarios-sem-abdicar-do-principio-de-transparencia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 20:35:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/livre-vai-alterar-projeto-sobre-doadores-partidarios-sem-abdicar-do-principio-de-transparencia/</guid>

					<description><![CDATA[O Livre vai analisar os reparos da Entidade das Contas e da CADA sobre o projeto do partido que pretende garantir acesso à identificação de doadores partidários, sem abdicar do princípio de transparência, adiantou hoje Rui Tavares.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Livre vai analisar os reparos da Entidade das Contas e da CADA sobre o projeto do partido que pretende garantir acesso à identificação de doadores partidários, sem abdicar do princípio de transparência, adiantou hoje Rui Tavares.</P><br />
<P>&#8220;Vamos sempre olhar em detalhe para os comentários que fazem, para os podermos integrar em iniciativas nossas, não temos nenhum problema em melhorar sempre as iniciativas que temos&#8221;, afirmou Rui Tavares, em declarações aos jornalistas, à margem de uma iniciativa na sede nacional do partido, em Lisboa.</P><br />
<P>Rui Tavares foi questionado acerca dos pareceres da Comissão de Acesso aos Documentos Administrativos (CADA) e da Entidade das Contas e Financiamentos Políticos (ECFP) que apontam falhas nos projetos do PS, Livre e BE para garantir o acesso à identificação dos doadores dos partidos, alertando que não esclarecem que dados devem ser públicos e podem manter restrições.</P><br />
<P>As propostas dos partidos foram apresentadas depois de a ECFP ter deixado de disponibilizar a identidade dos doadores dos partidos, na sequência de um parecer da CADA, argumentando estar em causa a proteção de dados pessoais dos doadores. </P><br />
<P>Manifestando disponibilidade para melhorar a iniciativa, Rui Tavares realçou, contudo, que o partido não vai abdicar do princípio que levou à apresentação do projeto no qual propõe que os donativos iguais ou superiores a seiscentos euros sejam de acesso público, e os de valor inferior sejam fornecidos a quem demonstrar &#8220;interesse direto, pessoal e legítimo na sua obtenção&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O princípio é que para nós é muito claro: os portugueses têm o direito de saber, nomeadamente através da imprensa, quem é que são os financiadores dos partidos, porque senão estaremos a recuar na salubridade da democracia em Portugal&#8221;, avisou.</P><br />
<P>O porta-voz do Livre salientou que a falta de informação ou acesso a ela &#8220;é dar pasto para todos os populismos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Portanto, sem transigir nesse princípio, que para nós é absolutamente essencial, que achamos que é um princípio democrático que vale noutras democracias comparáveis, evidentemente que olharemos para qualquer crítica, qualquer sugestão que tenham a fazer a iniciativas legislativas do Livre e que incorporaremos essas críticas&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Rui Tavares foi ainda questionado acerca do relatório da Presidência Aberta na Zona Centro do país, realizada por António José Seguro entre 06 e 10 de abril às zonas afetadas pelas tempestades &#8212; noticiado no sábado pelo Público e a que a Lusa teve acesso -, no qual o Presidente da República considera que as consequências do mau tempo que atingiu o país no início do ano exigem que &#8220;se acelerem apoios, se clarifiquem medidas&#8221; e se melhore a coordenação entre entidades no terreno.</P><br />
<P>&#8220;Ainda bem que o senhor Presidente da República tem esse horizonte como preocupação, ainda bem que vai de certa forma pressionar o Governo para que tenha sempre em atenção a questão da resiliência, da preparação, da prevenção e da proteção contra catástrofes&#8221;, considerou Tavares.</P><br />
<P>O deputado disse acompanhar as preocupações do chefe de Estado, salientando que o Livre desde &#8220;pelo menos novembro de 2024&#8221; apresenta iniciativas no parlamento relativas à resposta a catástrofes, dando como exemplo a criação de um sistema de envio de mensagens por telefone através de sinal de rádio.</P><br />
<P>&#8220;Acreditamos que este Governo não está a fazer o que é suficiente para reverter uma situação na qual as pessoas baixam os braços e, no fundo, se conformam com a ideia de que Portugal tem uma fraca cultura de prevenção. Isso não é uma fatalidade&#8221;, defendeu.</P><br />
<P>Rui Tavares lamentou que o tema só seja debatido no país após fatalidades e num curto espaço de tempo.</P><br />
<P></P><br />
<P>ARL (TS/SMA) //</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/livre-vai-alterar-projeto-sobre-doadores-partidarios-sem-abdicar-do-principio-de-transparencia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767500]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Bombardeamentos israelitas no sul e leste do Líbano fazem pelo menos 15 mortos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bombardeamentos-israelitas-no-sul-e-leste-do-libano-fazem-pelo-menos-15-mortos/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/bombardeamentos-israelitas-no-sul-e-leste-do-libano-fazem-pelo-menos-15-mortos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 20:20:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/bombardeamentos-israelitas-no-sul-e-leste-do-libano-fazem-pelo-menos-15-mortos/</guid>

					<description><![CDATA[O exército israelita anunciou hoje ataques a alvos do movimento islamita Hezbollah em várias zonas do Líbano, incluindo o Vale do Bekaa (leste), enquanto os media locais deram conta de 15 mortos em ataques no sul do país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O exército israelita anunciou hoje ataques a alvos do movimento islamita Hezbollah em várias zonas do Líbano, incluindo o Vale do Bekaa (leste), enquanto os media locais deram conta de 15 mortos em ataques no sul do país. </P><br />
<P>De acordo com a agência de notícias estatal libanesa, NNA, os ataques israelitas no sul atingiram dois carros e uma mota perto da cidade de Jarmaq, especificamente em estradas que ligam a cidade a Kfar Raman e Jardali.</P><br />
<P>Outras três pessoas morreram e várias ficaram feridas num ataque aéreo contra um edifício em Al Dueir e durante a tarde quatro pessoas morreram e três ficaram feridas num ataque aéreo israelita ao cemitério de Kafar Reman, segundo a mesma fonte.</P><br />
<P>As forças israelitas, adianta, bombardearam Kafar, no distrito de Bint Yebeil, destruíram um edifício comercial na estrada Habush-Nabatiye tendo ainda realizado intensos bombardeamentos nas cidades de Frun, Hadatha, Tulén, Safad al-Batij, Al-Yamiya, Aita al-Jabal e Haris.</P><br />
<P>O porta-voz do exército israelita em árabe, Avichai Adrai, emitiu esta manhã ordens de evacuação para dez cidades do sul do Líbano &#8212; Kfar Raman, Nabatiye al-Tahta, Al-Luiza, Sajd, Ain Qana, Haruf, Zibdin, Al-Dauir, Adshit al-Shaqif e Majdun &#8212; em antecipação de bombardeamentos contra alegados membros do movimento islamita Hezbollah, aliado do Irão.</P><br />
<P>&#8220;Considerando as violações do acordo de cessar-fogo por parte do grupo terrorista Hezbollah, o exército vê-se obrigado a agir com firmeza contra ele&#8221;, afirmou Adrai.</P><br />
<P>&#8220;Qualquer pessoa próxima de elementos do Hezbollah, das suas instalações e equipamentos de combate está a colocar a sua vida em risco&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>O exército reportou posteriormente uma onda de ataques aéreos contra alvos do Hezbollah em Tiro e noutras zonas do sul, em retaliação pelos recentes ataques com &#8216;drones&#8217; realizados pela milícia xiita libanesa.</P><br />
<P>As últimas hostilidades em grande escala eclodiram a 02 de março, quando o Hezbollah lançou &#8216;rockets&#8217; contra Israel em resposta ao assassinato do Líder Supremo do Irão, o ayatollah Ali Khamenei, na ofensiva lançada a 28 de fevereiro por Israel e pelos Estados Unidos contra o país asiático. </P><br />
<P>As forças israelitas desencadearam desde então uma nova ofensiva em grande escala e uma invasão terrestre do Líbano, com quase 3.200 mortes, de acordo com as autoridades locais.</P><br />
<P>As partes tinham acordado um cessar-fogo em novembro de 2024, após treze meses de combates que se seguiram aos ataques de 07 de outubro de 2023 do movimento pró-iraniano Hamas contra Israel. </P><br />
<P>Desde então, as duas partes têm continuado a trocar ataques e Israel manteve uma presença militar em vários locais, alegando estar a agir contra o Hezbollah, apesar de protestos do governo libanês contra estas ações.</P><br />
<P>Também hoje, as forças israelitas anunciaram ataques ao Vale do Bekaa (leste), uma das áreas menos afetadas desde o cessar-fogo entre Israel e a milícia xiita libanesa Hezbollah.</P><br />
<P>O ministro dos Negócios Estrangeiros de Israel, Gideon Saar, respondeu a uma publicação no X da Presidência libanesa, afirmando que as &#8220;atividades&#8221; de Israel no sul do Líbano visam apenas proteger os seus cidadãos dos ataques do Hezbollah e desmantelar o reinado de terror do grupo na região.</P><br />
<P>&#8220;Este é o resultado do completo incumprimento dos compromissos do Governo libanês&#8221;, conclui a publicação de Saar.</P><br />
<P>O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, anunciou hoje o aumento da intensidade da ofensiva militar no Líbano contra o grupo xiita Hezbollah, numa fase em que Estados Unidos tentam concluir um acordo de paz entre os dois países.</P><br />
<P>&#8220;Não estamos a abrandar o ritmo. Pelo contrário, pedi aceleração&#8221;, declarou o chefe do Governo numa declaração em vídeo nas redes sociais, na qual acrescentou: &#8220;Intensificaremos os ataques, aumentaremos a sua potência e esmagaremos o Hezbollah&#8221;.</P><br />
<P>Antes, dois ministros de extrema-direita do Governo israelita defenderam a intensificação da guerra no Líbano, numa fase em que os Estados Unidos procuram finalizar um acordo de paz entre Israel e as autoridades de Beirute.</P><br />
<P>Em comunicado, o ministro da Segurança Nacional, Itamar Ben-Gvir, instou Benjamin Netanyahu a retomar &#8220;uma guerra em grande escala&#8221; contra o Líbano, além de cortar o fornecimento de eletricidade no país vizinho.</P><br />
<P>O ministro das Finanças, o ultrarradical nacionalista Bezalel Smotrich, outra figura de relevo da extrema-direita israelita, afirmou pelo seu lado que, por cada drone disparado pelo grupo xiita libanês Hezbollah contra Israel, &#8220;deverão cair dez edifícios em Beirute&#8221;. </P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/bombardeamentos-israelitas-no-sul-e-leste-do-libano-fazem-pelo-menos-15-mortos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767499]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Pagou 4.300 euros para reparar um farol do Lamborghini. Mas o problema não acabou aí&#8230;</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/pagou-4-300-euros-para-reparar-um-farol-do-lamborghini-mas-o-problema-nao-acabou-ai/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/pagou-4-300-euros-para-reparar-um-farol-do-lamborghini-mas-o-problema-nao-acabou-ai/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 20:15:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Lamborghini]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=767397</guid>

					<description><![CDATA[O caso foi partilhado no Reddit por um técnico que trabalhou no SUV da Lamborghini e que decidiu pedir a opinião de outros entusiastas da marca. O carro tinha chegado à oficina depois de uma reparação de colisão, com a luz diurna do lado do passageiro a apresentar uma tonalidade amarelada]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O proprietário de um Lamborghini Urus pagou 5.000 dólares, cerca de 4.300 euros, para reparar uma ótica dianteira, mas acabou por descobrir um novo problema: depois da intervenção, o farol reparado ficou com uma tonalidade diferente do outro, conta a &#8216;Supercar Blondie&#8217;.</p>
<p>O caso foi partilhado no Reddit por um técnico que trabalhou no SUV da Lamborghini e que decidiu pedir a opinião de outros entusiastas da marca. O carro tinha chegado à oficina depois de uma reparação de colisão, com a luz diurna do lado do passageiro a apresentar uma tonalidade amarelada.</p>
<p>Segundo o técnico, esse problema foi corrigido e o farol ficou novamente com um aspeto limpo e nítido. Mas a intervenção acabou por criar uma diferença visual: o farol do lado do condutor, que não tinha sido reparado, passou a parecer ligeiramente mais amarelo quando comparado com o outro.</p>
<p>À distância, a diferença seria subtil. De perto, porém, a variação de tonalidade entre os dois faróis era percetível. Foi esse detalhe que levou o técnico a perguntar se os condutores deixariam o carro assim, já que ambos os faróis funcionavam, ou se exigiriam que os dois lados fossem corrigidos para ficarem perfeitamente uniformes.</p>
<p>A maioria dos utilizadores que respondeu no fórum foi clara: num carro como um Lamborghini Urus, a simetria importa. Vários comentários defenderam que, mesmo que a função técnica estivesse assegurada, o resultado visual não seria aceitável num modelo deste valor.</p>
<p>A situação, no entanto, tornou-se mais complicada por causa dos custos e das seguradoras. O próprio técnico explicou que as companhias de seguros costumam dificultar a substituição dos dois faróis, precisamente devido ao preço das peças.</p>
<p>Segundo a &#8216;Supercar Blondie&#8217;, uma ótica de substituição para o Lamborghini Urus pode custar entre 5.000 e 7.000 dólares, ou seja, aproximadamente entre 4.300 e 6.000 euros. O valor ajuda a perceber porque é que uma seguradora pode resistir a trocar o segundo farol apenas para garantir correspondência estética.</p>
<p>Ainda assim, para muitos entusiastas, o argumento financeiro não resolve o problema. Num carro de luxo, sobretudo num SUV desportivo como o Urus, pequenos desalinhamentos visuais tornam-se mais difíceis de aceitar. O que num automóvel comum poderia passar quase despercebido, num Lamborghini pode transformar-se numa questão de imagem, valor e detalhe.</p>
<p>O caso mostra também uma realidade frequente em carros de alta gama: uma reparação aparentemente simples pode ter custos muito elevados e criar efeitos secundários inesperados. Neste caso, a ótica foi corrigida, mas a diferença de tonalidade tornou visível o envelhecimento ou desgaste do farol que ficou intacto.</p>
<p>A solução mais provável, segundo a leitura dos utilizadores, seria corrigir também o segundo farol para manter a uniformidade. Mas isso poderia obrigar o proprietário a aceitar uma despesa adicional significativa, caso a seguradora não cobrisse a substituição.</p>
<p>No fim, o problema deixou de ser apenas técnico. Ambos os faróis funcionam. A questão é saber se, num Lamborghini Urus, “funcionar” chega quando a diferença se vê.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/pagou-4-300-euros-para-reparar-um-farol-do-lamborghini-mas-o-problema-nao-acabou-ai/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767397]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Angola Cables e TelCables Europe reforçam conectividade internacional com parceria americana</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/angola-cables-e-telcables-europe-reforcam-conectividade-internacional-com-parceria-americana/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/angola-cables-e-telcables-europe-reforcam-conectividade-internacional-com-parceria-americana/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 20:13:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/angola-cables-e-telcables-europe-reforcam-conectividade-internacional-com-parceria-americana/</guid>

					<description><![CDATA[Um acordo entre a TelCables Europe, subsidiária da Agola Cables, e a americana Uniti Wholesale foi assinado para aumentar o alcance e capacidade das ligações internacionais entre continentes, divulgou hoje a empresa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um acordo entre a TelCables Europe, subsidiária da Agola Cables, e a americana Uniti Wholesale foi assinado para aumentar o alcance e capacidade das ligações internacionais entre continentes, divulgou hoje a empresa.</P><br />
<P>Numa nota de imprensa, a que a Lusa teve acesso, a TelCables Europe destacou a parceria estratégica com a Uniti Wholesale, operador líder em infraestruturas de fibra ótica, especializado na disponibilização de soluções de conectividade de elevada capacidade para redes críticas em todo o território norte-americano.</P><br />
<P>Esta parceria, lê-se no comunicado, tem o objetivo de &#8220;integrar a robusta infraestrutura submarina da TelCables Europe, incluindo os sistemas SACS, MONET e WACS, com a extensa rede terrestre de fibra da Uniti nos EUA, permitindo alargar o alcance e a capacidade das ligações internacionais entre continentes&#8221;.</P><br />
<P>O diretor-executivo da Angola Cables, Ângelo Gama, citado na nota, disse que esta colaboração vai trazer vantagens significativas para operadores grossistas, empresas multinacionais, fornecedores de conteúdos digitais e operadores de telecomunicações em África, América Latina, Médio Oriente e Europa.</P><br />
<P>O acordo vai permitir o acesso à infraestrutura nacional da Uniti, que cobre mais de 300 áreas metropolitanas e cerca de 386.000 quilómetros de rede de fibra ótica.</P><br />
<P>Por sua vez, o diretor-executivo da TelCables Europe, Samuel Carvalho, destacou que esta conectividade direta vai ser particularmente relevante &#8220;para empresas do setor energético, nomeadamente petróleo e gás, que necessitam de comunicações digitais seguras e resilientes para partilhar informação crítica relacionada com operações de exploração ao largo das costas africanas e sul-americanas&#8221;.</P><br />
<P>Ângelo Gama reforçou que &#8220;o mesmo se aplica a empresas de outros setores, desde a aviação, transportes e logística, até organizações da área da saúde que trabalham com empresas norte-americanas no desenvolvimento e fornecimento de equipamento médico e instrumentos de precisão para outros mercados em desenvolvimento&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;As ligações internacionais seguras e de múltiplos &#8216;gigabytes&#8217; são atualmente vitais para empresas que se expandem para mercados externos ou que necessitam de ligar as suas redes e operações internacionais. A Uniti e a Angola Cables podem disponibilizar conectividade personalizada e preparada para &#8216;cloud&#8217;, serviços de comunicações e um conjunto completo de soluções geridas de conectividade, colaboração e redes avançadas para entidades e empresas fora dos EUA que pretendam ligar-se ao mercado norte-americano&#8221;, acrescentou Ângelo Gama.</P><br />
<P>A parceria inclui, entre outras, a extensão de rede e acesso ao mercado, com a melhoria da conectividade entre os EUA, a América Latina, África e a Europa, reforçando o ecossistema digital atlântico e permitindo fluxos de dados mais rápidos e fiáveis para empresas que operam nestas regiões.</P><br />
<P>Segundo o documento, o acordo inclui ainda disposições para expansão da capacidade de rede, para responder às crescentes necessidades de &#8216;hyperscalers&#8217; e clientes empresariais.</P><br />
<P>&#8220;Esta iniciativa reforça a posição da TelCables Europe como um interveniente-chave no ecossistema global das telecomunicações, ao mesmo tempo que fortalece as parcerias da Uniti com operadores de rede noutros mercados de elevado crescimento&#8221;, destaca-se na nota.</P><br />
<P>A TelCables Europe, parte do Grupo Angola Cables, operador sediado em Portugal, afirma fornecer conectividade submarina de baixa latência, soluções seguras de &#8216;Cloud&#8217;, &#8216;IP Transit&#8217; e &#8216;Peering&#8217;, a partir de Lisboa, Marselha e Londres, ligando as empresas a mais de 1.000 data centres globais e a um &#8216;backbone&#8217; de cabos submarinos com 80.000 quilómetros de extensão mundial.</P><br />
<P>A Uniti Wholesale, unidade de negócio da Uniti (NASDAQ: UNIT), diz desenvolver e disponibilizar infraestruturas de &#8216;dark fiber&#8217; orientadas para as necessidades dos clientes, bem como serviços de elevada capacidade em &#8216;wavelength&#8217;, &#8216;Ethernet&#8217; e acesso &#8216;wireless&#8217;, suportados pela sua rede de transporte ótico.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/angola-cables-e-telcables-europe-reforcam-conectividade-internacional-com-parceria-americana/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767498]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Serviço de televisão da MEO com falhas em várias zonas do país</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/servico-de-televisao-da-meo-com-falhas-em-varias-zonas-do-pais/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/servico-de-televisao-da-meo-com-falhas-em-varias-zonas-do-pais/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 20:07:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/servico-de-televisao-da-meo-com-falhas-em-varias-zonas-do-pais/</guid>

					<description><![CDATA[O serviço de televisão da MEO encontrava-se hoje com falhas, de acordo com relatos registados em várias zonas do país, enquanto a operadora referiu à Lusa que está a trabalhar para resolver o problema.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O serviço de televisão da MEO encontrava-se hoje com falhas, de acordo com relatos registados em várias zonas do país, enquanto a operadora referiu à Lusa que está a trabalhar para resolver o problema.</P><br />
<P>&#8220;A MEO confirma uma afetação parcial do serviço de televisão, estando as suas equipas técnicas totalmente empenhadas na resolução da situação, que se prevê ultrapassada nas próximas horas&#8221;, pode ler-se, numa resposta enviada à Lusa.</P><br />
<P>De acordo com relatos recolhidos pela agência Lusa, o serviço de televisão através da box Android estava sem funcionar pelas 20:30 de hoje.</P><br />
<P>O portal Downdetector, plataforma que fornece informações, em tempo real, sobre vários serviços, registou nas últimas horas vários relatos de avaria no serviço de televisão da MEO.</P><br />
<P>Os primeiros relatos de avaria reportados nesta plataforma foram publicados pelas 18:00.</P><br />
<P>Clientes desta operadora de norte a sul de Portugal continental referem que estão sem serviço de televisão e com dificuldade para contactar o serviço de apoio.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/servico-de-televisao-da-meo-com-falhas-em-varias-zonas-do-pais/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767496]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Médio Oriente: Netanyahu anuncia aumento da ofensiva no Líbano</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/medio-oriente-netanyahu-anuncia-aumento-da-ofensiva-no-libano/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/medio-oriente-netanyahu-anuncia-aumento-da-ofensiva-no-libano/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 19:47:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/medio-oriente-netanyahu-anuncia-aumento-da-ofensiva-no-libano/</guid>

					<description><![CDATA[O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, anunciou hoje o aumento da intensidade da ofensiva militar no Líbano contra o grupo xiita Hezbollah, numa fase em que Estados Unidos tentam concluir um acordo de paz entre os dois países.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, anunciou hoje o aumento da intensidade da ofensiva militar no Líbano contra o grupo xiita Hezbollah, numa fase em que Estados Unidos tentam concluir um acordo de paz entre os dois países.</P><br />
<P>&#8220;Não estamos a abrandar o ritmo. Pelo contrário, pedi aceleração&#8221;, declarou o chefe do Governo numa declaração em vídeo nas redes sociais, na qual acrescentou: &#8220;Intensificaremos os ataques, aumentaremos a sua potência e esmagaremos o Hezbollah&#8221;.</P><br />
<P>A declaração de Netanyahu surge em pleno cessar-fogo, acordado no mês passado com as autoridades de Beirute e que o Hezbollah não reconhece, no âmbito das conversações de paz israelo-libanesas promovidas por Washington, igualmente contestadas pelo grupo apoiado pelo Irão.</P><br />
<P>O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, considerou hoje porém que Israel tem o direito à defesa dos ataques aéreos do Hezbollah, referindo-se aos próprios termos da trégua entre os dois países.</P><br />
<P>Benjamin Netanyahu frisou, no vídeo hoje divulgado, que Israel está &#8220;em guerra com o Hezbollah&#8221; e que, nas últimas semanas, os militares israelitas eliminaram mais de 600 elementos do grupo xiita libanês.</P><br />
<P>&#8220;Estão a atacar-nos com drones, drones com tecnologia cibernética, e temos uma equipa especializada a trabalhar nisso &#8212; e vamos resolver isso também&#8221;, avisou o primeiro-ministro.</P><br />
<P>Anteriormente, meios de comunicação israelitas já tinham noticiado que os Estados Unidos poderiam autorizar uma operação militar mais ampla no Líbano, no seguimento dos últimos ataques do Hezbollah contra o norte de Israel e de uma conversa telefónica no domingo entre Netanyahu e o Presidente norte-americano, Donald Trump. </P><br />
<P>O líder israelita encontra-se sob pressão da ala radical do seu Governo, que hoje defendeu o aumento das operações no Líbano.</P><br />
<P>Em comunicado, o ministro da Segurança Nacional, Itamar Ben-Gvir, instou o chefe do Governo a retomar &#8220;uma guerra em grande escala&#8221; contra o Líbano, além de cortar o fornecimento de eletricidade no país vizinho e aumentar a ocupação militar até cerca de 40 quilómetros a partir da fronteira.</P><br />
<P>O ministro das Finanças, o ultrarradical nacionalista Bezalel Smotrich, outra figura de relevo da extrema-direita israelita, afirmou pelo seu lado que, por cada drone disparado pelo grupo xiita libanês Hezbollah contra Israel, &#8220;deverão cair dez edifícios em Beirute&#8221;. </P><br />
<P>Também o líder da oposição israelita, Yair Lapid, considerou hoje ser &#8220;inaceitável que os soldados e civis israelitas (&#8230;) continuem debaixo de fogo&#8221; no Líbano.</P><br />
<P> &#8220;Ou há um cessar-fogo, ou responderemos com força desproporcional a cada ataque contra nós&#8221;, defendeu em declarações aos jornalistas, num momento em que a política interna de Israel se agita face à aproximação de eleições, previstas para outubro, embora estejam em curso iniciativas legislativas para serem antecipadas.</P><br />
<P>As negociações de paz no Líbano estão ligadas às conversações indiretas entre Estados Unidos e Irão sobre o conflito iniciado em 28 de fevereiro pela ofensiva aérea israelo-americana contra República Islâmica.</P><br />
<P>Depois de Trump ter anunciado um acordo próximo com o Irão, o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros de Teerão, Esmail Baghaei, afastou hoje um entendimento iminente e reiterou que um eventual compromisso deve envolver todo o Médio Oriente, incluindo o Líbano.</P><br />
<P>O Líbano foi arrastado pelo Hezbollah para a nova guerra na região ao reatar, no início de março, ataques aéreos contra o território israelita.</P><br />
<P>Israel respondeu com bombardeamentos intensivos e expandiu as posições militares que já mantinha no sul do país vizinho durante o conflito anterior.</P><br />
<P>Desde 02 de março, mais de 3.100 pessoas foram mortas e quase dez mil ficaram feridas, segundo o Ministério da Saúde libanês, em resultado dos ataques israelitas, que provocaram também acima de um milhão de deslocados.</P><br />
<P>As partes tinham estado em confronto no seguimento da guerra de Faixa de Gaza, entre outubro de 2023 e novembro de 2024, data de um cessar-fogo nunca verdadeiramente respeitado e que foi interrompido com o início do conflito entre Estados Unidos, Israel e Irão. </P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/medio-oriente-netanyahu-anuncia-aumento-da-ofensiva-no-libano/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767495]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Irão: PR ordena reposição de acesso à internet suspenso desde início da guerra</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/irao-pr-ordena-reposicao-de-acesso-a-internet-suspenso-desde-inicio-da-guerra/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/irao-pr-ordena-reposicao-de-acesso-a-internet-suspenso-desde-inicio-da-guerra/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 19:40:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/irao-pr-ordena-reposicao-de-acesso-a-internet-suspenso-desde-inicio-da-guerra/</guid>

					<description><![CDATA[O Presidente iraniano ordenou o restabelecimento do acesso à internet internacional no Irão, suspenso desde o início da guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o país, noticiou hoje a comunicação social nacional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente iraniano ordenou o restabelecimento do acesso à internet internacional no Irão, suspenso desde o início da guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o país, noticiou hoje a comunicação social nacional.</P><br />
<P>&#8220;O decreto que visa repor o acesso à internet ao seu estado anterior a janeiro foi comunicado ao Ministério das Comunicações pelo Presidente, Masoud Pezeshkian&#8221;, informaram as agências de notícias iranianas Tasnim e Fars.</P><br />
<P>Interrompido durante os protestos populares de grande escala que culminaram no início de janeiro com violenta repressão e milhares de detenções, o acesso internacional à internet no Irão foi suspenso a 28 de fevereiro, data do início da ofensiva aérea israelo-norte-americana dos EUA ao país.</P><br />
<P>Desde então, a população apenas tinha acesso a plataformas digitais e &#8216;sites&#8217; pertencentes à rede nacional da República Islâmica.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/irao-pr-ordena-reposicao-de-acesso-a-internet-suspenso-desde-inicio-da-guerra/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767494]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>O nome mítico que a Nissan não quer deixar morrer: novo Skyline já está a caminho</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-nome-mitico-que-a-nissan-nao-quer-deixar-morrer-novo-skyline-ja-esta-a-caminho/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/o-nome-mitico-que-a-nissan-nao-quer-deixar-morrer-novo-skyline-ja-esta-a-caminho/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 19:30:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[nissan skyline]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=767043</guid>

					<description><![CDATA[Ainda não há uma apresentação oficial, mas a Nissan já começou a levantar o véu sobre o futuro sedã desportivo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Nissan está a preparar o regresso de um dos nomes mais icónicos da sua história. O Skyline, modelo com quase sete décadas de vida e estatuto especial entre os entusiastas, deverá ganhar uma nova geração nos próximos anos, numa altura em que a marca japonesa procura recuperar fôlego depois de um período difícil, revela o &#8216;Motor1&#8217;.</p>
<p>Ainda não há uma apresentação oficial, mas a Nissan já começou a levantar o véu sobre o futuro sedã desportivo &#8211; <a href="https://www.youtube.com/watch?v=xSXAqIkTDZI" target="_blank" rel="noopener">pode ver o vídeo aqui</a>. As primeiras imagens mostram apenas detalhes do desenho, como a dianteira, as lanternas traseiras e alguns elementos de identificação, mas chegam para confirmar que o Skyline continuará a ser tratado como um modelo de forte carga simbólica para a marca.</p>
<p>O primeiro Skyline entrou em produção em 1957, ainda pela Prince Motor Company. A fusão entre a Prince e a Nissan aconteceu em 1966, e o Skyline passou a surgir associado à marca Nissan a partir de 1969. Desde então, atravessou mais de uma dúzia de gerações e tornou-se um dos nomes mais reconhecidos da indústria automóvel japonesa, sobretudo entre os fãs de modelos desportivos.</p>
<p>A nova geração deverá manter o nome Skyline, já confirmado pela Nissan, e poderá também chegar aos Estados Unidos sob a marca Infiniti, como aconteceu no passado. O posicionamento previsto coloca o modelo entre o Nissan Z e o GT-R no mercado japonês, o que ajuda a perceber a ambição da marca para este regresso.</p>
<p>O design será uma das principais novidades. Alfonso Albaisa, diretor global de design da Nissan, explicou que o novo Skyline será inspirado no passado, mas sem se transformar num exercício de estilo retro. A ideia passa por criar um carro agressivo e moderno, com proporções que remetam para o original.</p>
<p>Essa ligação à história deverá notar-se sobretudo nas lanternas traseiras redondas, um dos elementos mais reconhecíveis do Skyline. As imagens de antecipação mostram também a inscrição &#8220;Skyline&#8221; no guarda-lamas traseiro, o emblema Skyline S e luzes diurnas verticais. A interpretação avançada pelo Motor1 aponta para um sedã de linhas mais angulares, com uma frente marcada por uma grande abertura inferior e entradas de ar expressivas.</p>
<p>O interior ainda não foi revelado. A expectativa é que o novo Skyline recorra a um painel de instrumentos digital, a um ecrã central de infoentretenimento de maiores dimensões e, possivelmente, mantenha comandos físicos para funções essenciais como climatização e volume, evitando uma abordagem demasiado dependente de ecrãs.</p>
<p>A mecânica será outro ponto central. O novo Skyline deverá usar uma versão revista do V6 biturbo de 3,0 litros da Nissan, o mesmo bloco que no Nissan Z Nismo produz 420 cv, ou cerca de 309 kW, e 521 Nm de binário. No Skyline, a potência poderá subir até aos 450 cv, aproximadamente 331 kW.</p>
<p>A versão mais potente deverá enviar a força para as rodas traseiras e poderá contar com caixa manual opcional, uma decisão que seria particularmente bem recebida pelos entusiastas. Ainda assim, a Nissan deverá também apostar em versões menos extremas, com caixa automática, motores menos potentes e tração integral, para alargar o público potencial do modelo.</p>
<p>A apresentação poderá acontecer antes do final deste ano, embora o calendário ainda possa deslizar para o início de 2027. As vendas no Japão são esperadas para 2028. Quanto ao preço, ainda não há valores oficiais, mas o posicionamento entre o Z e o GT-R indica que o novo Skyline deverá assumir-se como uma proposta desportiva relevante dentro da gama da Nissan, sem entrar diretamente no território mais exclusivo do GT-R.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/o-nome-mitico-que-a-nissan-nao-quer-deixar-morrer-novo-skyline-ja-esta-a-caminho/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767043]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Associação de Fertilidade alerta para omissão de gestação de substituição em projeto de lei</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/associacao-de-fertilidade-alerta-para-omissao-de-gestacao-de-substituicao-em-projeto-de-lei/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/associacao-de-fertilidade-alerta-para-omissao-de-gestacao-de-substituicao-em-projeto-de-lei/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 19:23:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/associacao-de-fertilidade-alerta-para-omissao-de-gestacao-de-substituicao-em-projeto-de-lei/</guid>

					<description><![CDATA[A Associação Portuguesa de Fertilidade (APF) expressou hoje a sua preocupação por o projeto de lei que redefine o funcionamento do Conselho Nacional de Procriação Medicamente Assistida (CNPMA) "não incluir referências explícitas" à gestação de substituição nas suas competências.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Associação Portuguesa de Fertilidade (APF) expressou hoje a sua preocupação por o projeto de lei que redefine o funcionamento do Conselho Nacional de Procriação Medicamente Assistida (CNPMA) &#8220;não incluir referências explícitas&#8221; à gestação de substituição nas suas competências.</P><br />
<P>O diploma em causa é da autoria do grupo parlamentar do PSD e deu entrada na Assembleia da República na sexta-feira.</P><br />
<P>Em comunicado, a APF &#8220;alerta para o risco de esta omissão poder gerar incerteza jurídica sobre o futuro enquadramento da gestação de substituição e sobre o papel do CNPMA nesta área específica&#8221;.</P><br />
<P>A associação realça que, de acordo com a legislação em vigor, a gestação de substituição, popularmente conhecida como &#8216;barriga de aluguer&#8217;, depende de autorização prévia do CNPMA, &#8220;entidade responsável por supervisionar todo o processo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É fundamental perceber se se pretende alterar esse modelo ou se apenas se trata de uma omissão&#8221;, afirmou, citada no comunicado, a presidente da APF, Cláudia Vieira.</P><br />
<P>A APF salienta que a gestação de substituição, apesar de prevista na lei em situações muito específicas, como ausência ou doença do útero que impeça a gravidez, &#8220;continua sem aplicação prática consistente, em grande parte devido à instabilidade normativa e à ausência de um quadro regulamentar plenamente operacional&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A clarificação do papel institucional do CNPMA torna-se determinante, não só do ponto de vista jurídico, mas também ético e clínico&#8221;, defende a associação, que considera igualmente importante perceber se a ausência de referência de &#8216;barriga de aluguer&#8217; no projeto do PSD &#8220;pode traduzir uma alteração no modelo de governação da Procriação Medicamente Assistida ou uma eventual redistribuição de competências por outras entidades&#8221;. </P><br />
<P>A APF pede aos autores do projeto de lei &#8220;esclarecimentos públicos sobre o enquadramento futuro da gestação de substituição, o papel e competências do CNPMA nesta matéria e o modelo de supervisão ética, científica e jurídica que se pretende assegurar&#8221;. </P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/associacao-de-fertilidade-alerta-para-omissao-de-gestacao-de-substituicao-em-projeto-de-lei/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767493]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Guarda-redes João Afonso é reforço do FC Porto proveniente do Santa Clara</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/guarda-redes-joao-afonso-e-reforco-do-fc-porto-proveniente-do-santa-clara/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/guarda-redes-joao-afonso-e-reforco-do-fc-porto-proveniente-do-santa-clara/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 19:14:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/guarda-redes-joao-afonso-e-reforco-do-fc-porto-proveniente-do-santa-clara/</guid>

					<description><![CDATA[O guarda-redes João Afonso é o primeiro reforço do FC Porto para a época 2026/27, contratado ao Santa Clara por 1,5 milhões de euros (ME), anunciaram hoje os campeões nacionais de futebol.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O guarda-redes João Afonso é o primeiro reforço do FC Porto para a época 2026/27, contratado ao Santa Clara por 1,5 milhões de euros (ME), anunciaram hoje os campeões nacionais de futebol.</P><br />
<P>&#8220;O FC Porto chegou a acordo com o Clube Desportivo Santa Clara para a transferência, a título definitivo, dos direitos de inscrição desportiva e de 80% dos direitos económicos de João Afonso pelo valor fixo de 1,5 ME, acrescido de uma remuneração variável máxima de 500 mil euros em função do cumprimento de certos objetivos&#8221;, divulgou hoje o clube &#8216;azul e branco&#8217; no seu sítio oficial na Internet.</P><br />
<P>Além dos 80% dos direitos económicos já adquiridos, o FC Porto terá a opção de adquirir os restantes 20% por dois ME e o guardião, de 19 anos, assinou um vínculo com os &#8216;dragões&#8217; até 30 de junho de 2031, que contempla uma cláusula de rescisão cifrada nos 30 ME.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/guarda-redes-joao-afonso-e-reforco-do-fc-porto-proveniente-do-santa-clara/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767492]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Governo da África do Sul intensifica medidas contra imigrantes ilegais</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/governo-da-africa-do-sul-intensifica-medidas-contra-imigrantes-ilegais/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/governo-da-africa-do-sul-intensifica-medidas-contra-imigrantes-ilegais/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 19:11:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/governo-da-africa-do-sul-intensifica-medidas-contra-imigrantes-ilegais/</guid>

					<description><![CDATA[O Governo da África do Sul, onde se multiplicam os protestos contra os migrantes, está a intensificar as medidas contra os imigrantes ilegais, afirmaram hoje vários ministros no final de uma reunião de emergência.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo da África do Sul, onde se multiplicam os protestos contra os migrantes, está a intensificar as medidas contra os imigrantes ilegais, afirmaram hoje vários ministros no final de uma reunião de emergência.</P><br />
<P>Neste país, o mais industrializado do continente africano, e num contexto de desemprego em massa, movimentos anti-imigração acusam regularmente os imigrantes sem documentos de cometerem crimes e de roubarem os empregos aos sul-africanos.</P><br />
<P>Um desses grupos intimou-os a abandonar o país até 30 de junho, um ultimato sem qualquer valor legal, mas que alimenta os receios de violência.</P><br />
<P>&#8220;Temos um problema de imigração ilegal&#8221;, afirmou o vice-ministro do Interior, Njabulo Nzuza, após uma reunião de emergência entre vários responsáveis governamentais, acrescentando que não é por este problema existir que o país africano deve mergulhar no caos.</P><br />
<P>O Governo intensificou os controlos nas fronteiras e um número crescente de imigrantes clandestinos foi expulso, declarou.</P><br />
<P>A ministra da Justiça, Mmamoloko Kubayi, por seu lado, garantiu que responsáveis governamentais seriam destacados para avaliar e reforçar a visibilidade dessas inspeções.</P><br />
<P>&#8220;Tudo o que pedimos é que isso seja feito dentro do quadro da lei&#8221;, referiu Mmamoloko Kubayi, sublinhando que &#8220;apenas os agentes das forças da ordem têm o direito e a responsabilidade de solicitar a identificação das pessoas&#8221;.</P><br />
<P>Segundo os órgãos de comunicação social do país, grupos de autodefesa têm estado a verificar os documentos de cidadãos estrangeiros.</P><br />
<P>Na semana passada, várias centenas de estrangeiros, provenientes nomeadamente da República Democrática do Congo (RDCongo), do Ruanda e da Somália, refugiaram-se num centro religioso em Durban (leste), afirmando que habitantes hostis tinham ordenado aos estrangeiros, durante uma ronda de porta em porta, que partissem antes de 30 de junho.</P><br />
<P>Grande cidade portuária e importante centro económico, Durban tornou-se um foco de violência xenófoba, com grupos organizados a atacarem os estrangeiros sob diferentes pretextos.</P><br />
<P>Na segunda-feira, centenas de habitantes da &#8216;township de Katlehong, na área metropolitana de Joanesburgo, instaram a polícia a verificar os documentos dos estrangeiros que têm comércios.</P><br />
<P>Este ressurgimento da xenofobia suscitou a preocupação de vários países africanos.</P><br />
<P>O Gana prevê repatriar esta semana várias centenas dos seus cidadãos, tendo o seu embaixador, Benjamin Quashie, reconhecido que muitos tinham autorizações de trabalho caducadas.</P><br />
<P>O Governo sul-africano rejeita as acusações de xenofobia, apelando simultaneamente aos países africanos para enfrentarem as crises económicas e de governação que alimentam as migrações.</P><br />
<P>A África do Sul tem sido assolada por ondas recorrentes de violência xenófoba desde 2008, ano em que dezenas de migrantes foram mortos e milhares deslocados durante ataques em todo o país.</P><br />
<P>Distúrbios semelhantes ocorreram em 2015 e novamente em 2021, muitas vezes desencadeados por frustrações económicas e por uma mobilização política em torno de uma retórica anti-imigrantes.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/governo-da-africa-do-sul-intensifica-medidas-contra-imigrantes-ilegais/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767491]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Irão: Trump garante que Teerão nunca obterá armas nucleares por entre críticas internas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/irao-trump-garante-que-teerao-nunca-obtera-armas-nucleares-por-entre-criticas-internas/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/irao-trump-garante-que-teerao-nunca-obtera-armas-nucleares-por-entre-criticas-internas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 19:02:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/irao-trump-garante-que-teerao-nunca-obtera-armas-nucleares-por-entre-criticas-internas/</guid>

					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano garantiu hoje que o Irão nunca obterá uma arma nuclear, num contexto de negociações bilaterais para findar o conflito e receios do seu partido de um acordo sem o programa nuclear.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano garantiu hoje que o Irão nunca obterá uma arma nuclear, num contexto de negociações bilaterais para findar o conflito e receios do seu partido de um acordo sem o programa nuclear.</P><br />
<P>Donald Trump fez estas declarações ao prestar homenagem aos 13 soldados norte-americanos mortos no conflito com a República Islâmica, durante a cerimónia anual do Dia da Memória, realizada no cemitério nacional de Arlington, nos arredores de Washington.</P><br />
<P>&#8220;Estes homens e mulheres extraordinários deram a vida para garantir que o principal Estado do mundo patrocinador do terrorismo nunca terá uma arma nuclear. E não terá. Nunca terá, asseguro-vos&#8221;, afirmou Trump, acompanhado do vice-presidente, J.D. Vance, do secretário da Defesa, Pete Hegseth, e do chefe do Estado-Maior Conjunto, Dan Caine.</P><br />
<P>Os Estados Unidos e o Irão intensificaram nos últimos dias os seus contactos e estão a ultimar os pormenores de um acordo que permitirá pôr fim à guerra iniciada a 28 de fevereiro por uma ofensiva aérea conjunta israelo-norte-americana e desde 08 de abril num frágil cessar-fogo para proceder a estas negociações de paz.</P><br />
<P>A Casa Branca está confiante de que um acordo poderá ser alcançado nos próximos dias, embora Teerão tenha hoje declarado que tal não está iminente.</P><br />
<P>De acordo com informações passadas à imprensa, o pacto incluiria a reabertura do estreito de Ormuz e o levantamento das sanções ao Irão, mas deixaria a questão nuclear para uma fase posterior, o que desencadeou críticas de vários senadores republicanos aliados de Trump.</P><br />
<P>O Dia da Memória celebra-se na última segunda-feira de maio, em honra dos militares norte-americanos mortos em combate, especialmente em conflitos como as guerras mundiais, Coreia, Vietname, Afeganistão e Iraque.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/irao-trump-garante-que-teerao-nunca-obtera-armas-nucleares-por-entre-criticas-internas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767490]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Médio Oriente: Autoridades de Gaza registam mais de 900 mortos durante a trégua</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/medio-oriente-autoridades-de-gaza-registam-mais-de-900-mortos-durante-a-tregua/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/medio-oriente-autoridades-de-gaza-registam-mais-de-900-mortos-durante-a-tregua/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 18:25:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/medio-oriente-autoridades-de-gaza-registam-mais-de-900-mortos-durante-a-tregua/</guid>

					<description><![CDATA[O número de mortos na Faixa da Gaza durante o cessar-fogo, em vigor com Israel desde outubro do ano passado, ascende a 904, indicou hoje o Ministério da Saúde do enclave palestiniano controlado pelo grupo islamita Hamas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de mortos na Faixa da Gaza durante o cessar-fogo, em vigor com Israel desde outubro do ano passado, ascende a 904, indicou hoje o Ministério da Saúde do enclave palestiniano controlado pelo grupo islamita Hamas.</P><br />
<P>Outras 2.713 pessoas ficaram feridas em ataques do exército israelita no mesmo período, de acordo com o ministério palestiniano, que deu também conta de 777 corpos recuperados nos escombros do território desde o início da trégua, em 10 de outubro de 2025, que tem sido alvo de sucessivas acusações de violação por ambas as partes.</P><br />
<P>O número de vítimas não inclui seis mortos registados hoje.</P><br />
<P>Um ataque aéreo israelita matou hoje uma menina de 6 anos e a sua professora de 31 durante as aulas numa tenda no campo de deslocados de Ghaith, na zona de al-Mawasi, no sul do território, confirmaram fontes médicas à agência de notícias EFE.</P><br />
<P>O ataque feriu ainda outras 17 pessoas, que foram inicialmente levadas para o hospital de campanha do Kuwait no campo de deslocados e, posteriormente, para o Complexo Médico Nasser, em Khan Yunis.</P><br />
<P>Entre os feridos, havia várias crianças, de acordo com uma testemunha, que também confirmou à EFE que as famílias chegaram ao local do ataque momentos depois, quando várias vítimas ainda estavam presas nos escombros.</P><br />
<P>A trégua de 10 de outubro, obtida com mediação dos Estados Unidos, Egito, Qatar e Turquia, permitiu a troca de reféns e prisioneiros, o recuo das tropas israelitas e o acesso de ajuda humanitária ao território devastado, mas não evoluiu ainda para a segunda fase, visando uma paz permanente.</P><br />
<P>As etapas seguintes preveem o desarmamento do Hamas e a continuação da retirada gradual do exército israelita, que ainda controla mais de 50% da Faixa de Gaza, mas o diálogo encontra-se paralisado há semanas, desde que o foco internacional se desviou para os conflitos no Irão e no Líbano, igualmente com a participação de Israel. </P><br />
<P>Ao longo dos últimos sete meses, Israel e o Hamas trocaram acusações de violações do cessar-fogo e as organizações de ajuda humanitária alegam que as autoridades israelitas não permitem a entrada da quantidade de assistência prometida no território.</P><br />
<P>A guerra foi desencadeada pelos ataques liderados pelo Hamas em 07 de outubro de 2023 no sul de Israel, nos quais morreram cerca de 1.200 pessoas e 251 foram feitas reféns.</P><br />
<P>Em retaliação, Israel lançou uma operação militar em grande escala no enclave, que provocou mais de 72 mil mortos, segundo as autoridades locais, um desastre humanitário, a destruição de quase todas as infraestruturas do território e a deslocação de centenas de milhares de pessoas.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/medio-oriente-autoridades-de-gaza-registam-mais-de-900-mortos-durante-a-tregua/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767485]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Detidas 87 pessoas por exploração ilícita de ouro na província angolana do Bengo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/detidas-87-pessoas-por-exploracao-ilicita-de-ouro-na-provincia-angolana-do-bengo/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/detidas-87-pessoas-por-exploracao-ilicita-de-ouro-na-provincia-angolana-do-bengo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 18:23:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/detidas-87-pessoas-por-exploracao-ilicita-de-ouro-na-provincia-angolana-do-bengo/</guid>

					<description><![CDATA[A Polícia angolana deteve hoje 87 pessoas e apreendeu diversos materiais numa operação realizada em três localidades da província do Bengo, onde 29 garimpeiros morreram devido ao desabamento de uma mina, noticiou a imprensa local.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Polícia angolana deteve hoje 87 pessoas e apreendeu diversos materiais numa operação realizada em três localidades da província do Bengo, onde 29 garimpeiros morreram devido ao desabamento de uma mina, noticiou a imprensa local.</P><br />
<P>O resultado preliminar da &#8220;Operação Fio de Ouro 2&#8221;, que envolveu mais de 300 efetivos de vários ramos da polícia, foi divulgado pelo segundo-comandante da Polícia Nacional no Bengo, subcomissário Fernando Ukwhamba.</P><br />
<P> &#8220;Atingimos as áreas de exploração ilícita de ouro, nos municípios de Ambriz, Nambuagongo e Muxaluando&#8221;, disse Fernando Ukwhamba à Televisão Pública de Angola (TPA).</P><br />
<P>Na operação, foram apreendidos seis rádios de comunicação e uma arma artesanal de caça, disse o segundo-comandante da Polícia Nacional no Bengo, salientando que houve avisos e apelos para o abandono da área.</P><br />
<P>&#8220;Nós vamos desmantelar todas as áreas de exploração ilícita de ouro, vamos entregá-las às administrações municipais e estarão sob controlo e vigilância da Polícia Nacional de Angola e, de forma periódica, nós vamos fustigando aquelas áreas&#8221;, acrescentou Fernando Ukwhamba.</P><br />
<P>No sábado, uma mina de exploração ilícita de ouro desabou na aldeia de Canacassala, município de Nambuangongo, e várias pessoas ficaram soterradas, 29 das quais morreram.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/detidas-87-pessoas-por-exploracao-ilicita-de-ouro-na-provincia-angolana-do-bengo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767484]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Acesso indevido a dados do SNS atinge mais de 100.000 vítimas de todo o pais &#8211; PJ</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/acesso-indevido-a-dados-do-sns-atinge-mais-de-100-000-vitimas-de-todo-o-pais-pj/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/acesso-indevido-a-dados-do-sns-atinge-mais-de-100-000-vitimas-de-todo-o-pais-pj/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 18:21:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/acesso-indevido-a-dados-do-sns-atinge-mais-de-100-000-vitimas-de-todo-o-pais-pj/</guid>

					<description><![CDATA[A Polícia Judiciária adiantou hoje que o acesso indevido a dados de utentes do SNS através de credenciais comprometidas de um médico fez, pelo menos, mais de 100.000 vítimas e admitiu que pode ter sido usada inteligência artificial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Polícia Judiciária adiantou hoje que o acesso indevido a dados de utentes do SNS através de credenciais comprometidas de um médico fez, pelo menos, mais de 100.000 vítimas e admitiu que pode ter sido usada inteligência artificial.</P><br />
<P>José Ribeiro, diretor da Unidade Nacional de Combate ao Cibercrime e Criminalidade Tecnológica (UNC3T), explicou em conferência de imprensa hoje na sede da Polícia Judiciária (PJ) que o ataque informático que permitiu recolher &#8220;um grande volume&#8221; de informação decorreu no espaço de dias, permitindo extrair informação que &#8220;há poucos meses levaria três meses&#8221; a obter.</P><br />
<P>Daí que admita, e receie, que se tenha recorrido a inteligência artificial, o que para a investigação &#8220;vai tornar o trabalho muito mais complexo&#8221;.</P><br />
<P>Neste momento, a investigação encontra-se na fase de recolha de dados e informação, estando a ser seguidas pistas, mas não havendo ainda suspeitos identificados nem qualquer cenário completamente posto de parte.</P><br />
<P>No entanto, José Ribeiro afirmou que &#8220;dificilmente poderemos dizer que o médico [a quem pertencem as credenciais comprometidas] foi o autor&#8221; do ataque.</P><br />
<P>O diretor da unidade de cibercrime da PJ disse também que as mais de 100.000 vítimas de acesso indevido a dados pessoais estão espalhadas por todo o território nacional, incluindo ilhas, e afirmou que as indicações iniciais de que o roubo de dados incidia de forma expressiva sobre informação de crianças e menores foram feitas &#8220;de forma precipitada&#8221;.</P><br />
<P>Os utentes do Serviço Nacional de Saúde (SNS) afetados pela situação não podem fazer nada para garantir mais segurança dos seus dados, uma vez que a responsabilidade da plataforma de dados é dos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde.</P><br />
<P>Segundo informação que a PJ obteve junto dos serviços do Ministério da Saúde, as credenciais que permitiram o acesso indevido já foram desativadas, a exfiltração de dados já foi estancada, foram recolhidas máquinas para análise e estão em curso medidas adicionais de reforço de segurança.</P><br />
<P>José Ribeiro apelou, no entanto, a que os médicos alterem as suas credenciais de acesso como medida de segurança.</P><br />
<P>As vítimas ter-se-ão apercebido do acesso indevido às suas fichas de utente sobretudo por notificações ativadas no portal do SNS, através da chave móvel digital, explicou José Ribeiro.</P><br />
<P>Sobre os objetivos do ataque, José Ribeiro disse que &#8220;quem e para quê&#8221; são as perguntas que todos fazem, sobretudo as vítimas, e às quais a investigação procura agora dar resposta.</P><br />
<P>Ainda sem saber quem está por trás do roubo de dados, a PJ coloca como cenários possíveis que o roubo sirva &#8220;objetivos maliciosos&#8221;, que José Ribeiro não quis especificar, ou &#8220;objetivos comerciais&#8221;, de venda de dados para fins publicitários, por exemplo, sublinhando que os dados pessoais &#8220;são de grande riqueza&#8221;.</P><br />
<P>Sobre a possibilidade de o ataque ter partido de um país terceiro ou ter objetivos de espionagem, José Ribeiro disse que &#8220;neste momento, tudo é possível&#8221;.</P><br />
<P>Ainda por esclarecer está também se para além de dados pessoais foi acedida e roubada informação clínica dos utentes.</P><br />
<P>O diretor da UNC3T referiu também que a PJ continua a receber queixas de utentes afetados por este roubo de dados e referiu que estas já não são necessárias à investigação, uma vez que não trazem dados novos.</P><br />
<P>A PJ confirmou na sexta-feira à Lusa que abriu um inquérito ao caso do acesso indevido a registos de utentes do SNS, entre os quais crianças, na sequência de suspeitas de utilização por terceiros das credenciais de um médico na ULS do Alto Minho.</P><br />
<P>A ULS do Alto Minho esclareceu na semana passada que os acessos em causa terão resultado da utilização das credenciais de um médico por terceiros, afastando a hipótese de terem sido realizados pelo próprio profissional. </P><br />
<P>&#8220;O compromisso das credenciais do médico terá resultado no acesso indevido a registos administrativos, não clínicos, de diversos utentes, entre os quais crianças&#8221;, segundo a ULS do Alto Minho.</P><br />
<P>A Unidade Local de Saúde do Alto Minho esclarece, ainda, que informou as entidades competentes para a apreciação da ocorrência de possíveis atos ilícitos.</P><br />
<P>O caso surgiu após denúncias e relatos de utentes nas redes sociais sobre notificações de acesso aos seus processos através do SNS 24, o que levou à apresentação de queixas junto de várias entidades de saúde.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/acesso-indevido-a-dados-do-sns-atinge-mais-de-100-000-vitimas-de-todo-o-pais-pj/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767483]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Preço do &#8216;brent&#8217; para entrega em julho cai mais de 5% para quase 98 dólares</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/preco-do-brent-para-entrega-em-julho-cai-mais-de-5-para-quase-98-dolares/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/preco-do-brent-para-entrega-em-julho-cai-mais-de-5-para-quase-98-dolares/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 18:09:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[brent]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=767477</guid>

					<description><![CDATA[O preço do petróleo 'brent' para entrega em julho caiu hoje 5,5% para quase 98 dólares (cerca de 84,4 euros) por barril, face ao otimismo quanto a um acordo de paz entre os EUA e o Irão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O preço do petróleo &#8216;brent&#8217; para entrega em julho caiu hoje 5,5% para quase 98 dólares (cerca de 84,4 euros) por barril, face ao otimismo quanto a um acordo de paz entre os EUA e o Irão.  </P><br />
<P>Pelas 17:30 (hora de Lisboa), o &#8216;brent&#8217;, uma referência na Europa, para entrega em julho estava a cair 5,57% para 97,77. </P><br />
<P>Quatro horas antes, o preço tinha atingido um mínimo diário de 96,90 dólares (83,47 euros), como o que tinha sido verificado no início do mês.  </P><br />
<P>Já o petróleo West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, cedeu 5,43% para 91,35 dólares (78,69 euros). </P><br />
<P>Os preços do petróleo caíram hoje perante o otimismo dos investidores face à possibilidade de os EUA e o Irão chegarem, em breve, a um acordo de paz. </P><br />
<P>Contudo, o Presidente norte-americano, Donald Trump, avisou hoje que um eventual acordo com o Irão terá de ser &#8220;excelente e significativo&#8221;, caso contrário não será concretizado, depois de ter admitido no sábado que estava iminente.</P><br />
<P>&#8220;Ou o acordo com o Irão será um acordo excelente e significativo, ou não haverá acordo&#8221;, escreveu Trump nas redes sociais.</P><br />
<P>Trump começou por anunciar no sábado que o acordo estava quase finalizado, para no dia seguinte assegurar ao aliado Israel que iria incluir a questão do programa nuclear iraniano, que Teerão recusa discutir.</P><br />
<P>A guerra foi desencadeada por um ataque dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão, em 28 de fevereiro.</P><br />
<P>Teerão respondeu com o bloqueio do estreito de Ormuz e com ataques contra países da região, generalizando o conflito a uma parte significativa do Médio Oriente.</P><br />
<P>A guerra provocou já milhares de mortos, sobretudo no Irão e no Líbano, arrastado para o conflito pelos ataques do grupo libanês pró-iraniano Hezbollah contra Israel.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/preco-do-brent-para-entrega-em-julho-cai-mais-de-5-para-quase-98-dolares/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767477]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Euro volta a subir face ao dólar quando Trump exige acordo &#8220;significativo&#8221; com Irão</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/euro-volta-a-subir-face-ao-dolar-quando-trump-exige-acordo-significativo-com-irao/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/euro-volta-a-subir-face-ao-dolar-quando-trump-exige-acordo-significativo-com-irao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 18:06:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[dólar]]></category>
		<category><![CDATA[Euro]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=767458</guid>

					<description><![CDATA[O euro voltou hoje a subir face ao dólar, no mesmo dia em que o Presidente norte-americano disse que um acordo com o Irão terá de ser "significativo" ou não será concretizado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O euro voltou hoje a subir face ao dólar, no mesmo dia em que o Presidente norte-americano disse que um acordo com o Irão terá de ser &#8220;significativo&#8221; ou não será concretizado. </P><br />
<P>Às 18:00 (hora de Lisboa), o euro seguia a 1,1641 dólares, quando na sexta-feira, pela mesma hora, negociava a 1,1614 dólares.</P><br />
<P>O euro também subiu em comparação com iene, mas desceu face à libra.</P><br />
<P>O Banco Central Europeu (BCE) fixou hoje o câmbio de referência do euro em 1,1643 dólares.</P><br />
<P>Na sessão de hoje, o euro oscilou entre 1,1630 e 1,1656 dólares.</P><br />
<P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, advertiu hoje que um eventual acordo com o Irão terá de ser &#8220;excelente e significativo&#8221;, caso contrário não será concretizado, depois de ter admitido no sábado que estava iminente.</P><br />
<P>&#8220;Ou o acordo com o Irão será um acordo excelente e significativo, ou não haverá acordo&#8221;, escreveu Trump nas redes sociais.</P><br />
<P>Trump começou por anunciar no sábado que o acordo estava quase finalizado, para no dia seguinte assegurar ao aliado Israel que iria incluir a questão do programa nuclear iraniano, que Teerão recusa discutir.</P><br />
<P>A guerra foi desencadeada por um ataque dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão, em 28 de fevereiro.</P><br />
<P>Teerão respondeu com o bloqueio do estreito de Ormuz e com ataques contra países da região, generalizando o conflito a uma parte significativa do Médio Oriente.</P><br />
<P>A guerra provocou já milhares de mortos, sobretudo no Irão e no Líbano, arrastado para o conflito pelos ataques do grupo libanês pró-iraniano Hezbollah contra Israel.</P><br />
<P></P><br />
<P></P><br />
<P>Divisas&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..hoje&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..sexta-feira</P><br />
<P></P><br />
<P>Euro/dólar&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..1,1641&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..1,1614</P><br />
<P></P><br />
<P>Euro/libra&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..0,86204&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;0,86368</P><br />
<P></P><br />
<P>Euro/iene&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.184,97&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.184,85</P><br />
<P></P><br />
<P>Dólar/iene&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;158,90&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.159,17</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/euro-volta-a-subir-face-ao-dolar-quando-trump-exige-acordo-significativo-com-irao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767458]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>O que se sabe sobre o acordo entre EUA e Irão que pode reabrir o Estreito de Ormuz</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-que-se-sabe-sobre-o-acordo-entre-eua-e-irao-que-pode-reabrir-o-estreito-de-ormuz/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/o-que-se-sabe-sobre-o-acordo-entre-eua-e-irao-que-pode-reabrir-o-estreito-de-ormuz/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 17:58:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Estreito de Ormuz]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Irão; EUA]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=767471</guid>

					<description><![CDATA[Eventual entendimento surge após meses de tensão e combates entre os Estados Unidos, Israel e o Irão, que levaram ao encerramento do Estreito de Ormuz e desencadearam uma crise energética global]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os Estados Unidos e o Irão terão “largamente negociado” um acordo para reabrir o Estreito de Ormuz, uma das passagens marítimas mais importantes para o comércio mundial de petróleo, avança o &#8216;The Independent&#8217;. Donald Trump afirmou que os “aspetos finais e detalhes” ainda estavam a ser discutidos, enquanto o secretário de Estado americano, Marco Rubio, confirmou “progressos significativos” nas negociações.</p>
<p>O eventual entendimento surge após meses de tensão e combates entre os Estados Unidos, Israel e o Irão, que levaram ao encerramento do Estreito de Ormuz e desencadearam uma crise energética global. A possibilidade de reabertura da passagem fez aumentar as expectativas de um avanço diplomático iminente.</p>
<p>Segundo a &#8216;Reuters&#8217;, citando a &#8216;Axios&#8217;, o acordo em discussão prevê a reabertura do estreito durante uma extensão de 60 dias do cessar-fogo. A proposta incluiria a livre circulação dos navios sem pagamento de portagens e permitiria ao Irão vender petróleo com menos restrições.</p>
<p>Em troca, os Estados Unidos levantariam o bloqueio aos portos iranianos e suspenderiam parcialmente algumas sanções aplicadas ao petróleo do Irão. O memorando em negociação incluiria também compromissos de Teerão de não procurar desenvolver armas nucleares, embora os detalhes sobre o programa nuclear continuem a ser um dos pontos mais sensíveis do processo.</p>
<p>Os planos para o stock iraniano de urânio enriquecido, que Washington tem exigido que Teerão entregue ou elimine, ficariam para uma negociação posterior, num prazo entre 30 e 60 dias. A imprensa iraniana indicou ainda que os Estados Unidos se comprometeriam a retirar forças da região, embora esse ponto não tenha sido detalhado publicamente.</p>
<p>A agência iraniana &#8216;Fars&#8217; noticiou que o memorando prevê um levantamento temporário de sanções sobre os setores petrolífero, gasista e petroquímico do Irão durante o período de negociação. Já a Tasnim indicou que uma ou duas cláusulas do documento continuam por fechar e que persistem divergências sobre um pequeno número de pontos.</p>
<p>Um alto responsável iraniano citado pela &#8216;Reuters&#8217; afirmou que, caso o Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irão aprove o memorando, o texto seguirá depois para o líder supremo, Ali Khamenei, que terá a palavra final. Teerão, no entanto, não terá aceitado entregar o seu stock de urânio enriquecido como parte do acordo preliminar.</p>
<p>A reabertura do Estreito de Ormuz é o elemento mais imediato e economicamente sensível. Antes da crise, esta passagem concentrava uma parte significativa do comércio mundial de petróleo e gás natural liquefeito. O seu encerramento agravou os preços da energia, pressionou empresas e famílias e tornou-se um dos principais focos de preocupação para os mercados internacionais.</p>
<p>A possibilidade de acordo já teve impacto nos mercados. O &#8216;The Guardian&#8217; relatou que os preços do petróleo caíram para mínimos de duas semanas, com o Brent a recuar mais de 4%, num sinal de maior otimismo em torno da reabertura do estreito e da redução da tensão no Médio Oriente.</p>
<p>Ainda assim, o entendimento está longe de fechado. Teerão mantém reservas sobre pontos essenciais, incluindo sanções, receitas petrolíferas congeladas e garantias americanas. A &#8216;Tasnim&#8217; citou uma fonte iraniana a afirmar que não haverá entendimento final se Washington continuar a criar obstáculos.</p>
<p>O processo também enfrenta resistências em Israel e nos Estados Unidos. Em Israel, o líder da oposição, Yair Lapid, criticou o acordo emergente e considerou-o negativo para a região, argumentando que poderá deixar questões essenciais por resolver.</p>
<p>A Comissão Europeia, pelo contrário, saudou os progressos, mas sublinhou que qualquer acordo deve garantir uma verdadeira desescalada, a reabertura completa do Estreito de Ormuz e liberdade de navegação sem portagens. Ursula von der Leyen insistiu também que o Irão não pode desenvolver uma arma nuclear.</p>
<p>O acordo em discussão procura, por isso, resolver primeiro a urgência energética e marítima, deixando para uma segunda fase alguns dos temas mais difíceis, como o programa nuclear iraniano, as sanções permanentes e o enquadramento militar dos Estados Unidos na região.</p>
<p>Se for aprovado, o memorando poderá aliviar a pressão sobre os mercados energéticos e abrir uma via diplomática para terminar meses de confrontos. Mas a margem é estreita: qualquer impasse sobre sanções, urânio enriquecido ou garantias de segurança pode atrasar ou fazer cair o entendimento.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/o-que-se-sabe-sobre-o-acordo-entre-eua-e-irao-que-pode-reabrir-o-estreito-de-ormuz/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767471]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Azeite sob pressão: virgem extra à beira dos 4 euros e calor ameaça nova colheita</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/azeite-sob-pressao-virgem-extra-a-beira-dos-4-euros-e-calor-ameaca-nova-colheita/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/azeite-sob-pressao-virgem-extra-a-beira-dos-4-euros-e-calor-ameaca-nova-colheita/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 17:46:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[azeite]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=767463</guid>

					<description><![CDATA[Produtores de azeite em Espanha estão apreensivos com as contas da produção deste ano]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os produtores de azeite da Andaluzia estão a enfrentar uma pressão dupla: por um lado, as temperaturas acima dos 35 graus Celsius começam a afetar a floração das oliveiras; por outro, os preços continuam em queda e aproximam-se de níveis considerados difíceis de sustentar para muitas explorações. O azeite virgem extra está já perto da barreira simbólica dos quatro euros por quilo, indica o &#8216;El Economista&#8217;.</p>
<p>Segundo os dados mais recentes do sistema Poolred, consultados pela ASAJA-Jaén, entre 18 e 24 de maio o azeite virgem extra foi negociado a 4,04 euros por quilo. O azeite virgem situou-se nos 3,24 euros por quilo e o lampante nos 3,11 euros. No caso da variedade Picual de Jaén, uma das mais representativas da região, o virgem extra ficou mesmo abaixo dos quatro euros, nos 3,96 euros por quilo.</p>
<p>A Federação Espanhola de Fabricantes de Azeite, Infaoliva, apresenta valores semelhantes, com o azeite virgem extra nos 4,07 euros por quilo e o lampante nos 3,10 euros. Já o último boletim do Ministério da Agricultura espanhol coloca o virgem extra nos 4,2 euros e o lampante nos 3,3 euros, também com tendência de queda face ao início da campanha.</p>
<p>A descida preocupa o setor porque surge num momento em que ainda não é claro o impacto do calor na próxima colheita. As temperaturas elevadas nas principais zonas produtoras da Andaluzia estão a afetar a floração, uma fase determinante para a produção futura. A dimensão dos danos ainda está por avaliar, mas os agricultores acompanham os campos com inquietação.</p>
<p>Ao mesmo tempo, os números do mercado mostram uma correção acentuada. Nas últimas cinco semanas, o preço do azeite virgem extra caiu 1,6%, enquanto o azeite virgem recuou 0,6%. O lampante, pelo contrário, subiu 3,6%. Segundo dados do Ministério da Agricultura, a campanha começou nos 4,30 euros por quilo e chegou a atingir 4,50 euros.</p>
<p>Num artigo de opinião publicado no &#8216;El Economista&#8217;, Cristóbal Gallego, responsável pelo setor do azeite nas Cooperativas Agroalimentares da Andaluzia e presidente do grupo Jaéncoop, apelou à prudência. O dirigente defende que o setor deve evitar decisões precipitadas e proteger o valor do produto no mercado.</p>
<p>“A situação atual exige sangue frio”, afirmou Gallego, lembrando que, até 30 de abril, a produção acumulada era de 1.294.590 toneladas, praticamente em linha com 100% da estimativa da campanha. As existências totais estavam nas 863.340 toneladas, mas continuam a diminuir.</p>
<p>Para o responsável, estes números não justificam uma venda desordenada. As vendas acumuladas ascendem a 869.790 toneladas e o volume ainda por vender até ao fim da campanha exige a manutenção de um ritmo significativo nos próximos meses. “Não estamos perante um cenário que justifique a distribuição gratuita do azeite”, alertou.</p>
<p>A mensagem tem peso no setor. As cooperativas agroalimentares andaluzas controlam dois terços da produção regional e mais de metade da produção nacional espanhola. O apelo à disciplina comercial começa também a ser repetido por outras organizações no interior da Andaluzia.</p>
<p>“Prudência, firmeza e união. Quem tem azeite, não se precipite. Não venda por medo. Não contribua involuntariamente para a queda do preço”, insistiu Gallego. Para o dirigente, a próxima colheita começa a ser defendida agora, evitando que o produto seja desvalorizado depois dos custos elevados de produção.</p>
<p>Enquanto tenta travar a queda dos preços, o setor continua a apostar na promoção internacional. A interprofissional do azeite está a desenvolver campanhas na China e deverá reforçar os esforços nos Estados Unidos, mercado estratégico onde o impacto das tarifas preocupa os produtores.</p>
<p>Há também uma aposta crescente na valorização do azeite enquanto produto ligado à saúde. Produtores de azeite virgem extra integrados na associação QvExtra! vão avançar com uma nova certificação que permitirá destacar nos rótulos benefícios cardiovasculares e propriedades antioxidantes.</p>
<p>Pela primeira vez em Espanha, 36 marcas vão incluir nas garrafas uma referência reconhecida aos benefícios para a saúde do azeite, considerado um dos ingredientes centrais da dieta mediterrânica. A certificação surge após quatro anos de análises científicas, revisão regulamentar e validação técnica, em linha com os critérios da Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos e com as regras comunitárias sobre alegações nutricionais e de saúde.</p>
<p>O setor procura, assim, responder em duas frentes: conter a pressão de curto prazo nos preços e reforçar o valor acrescentado do azeite nos mercados internacionais. A dúvida está em saber se essa estratégia será suficiente para compensar a queda das cotações e o risco climático que já ameaça a próxima campanha.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/azeite-sob-pressao-virgem-extra-a-beira-dos-4-euros-e-calor-ameaca-nova-colheita/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767463]]></sapo:autor>
	</item>
	</channel>
</rss>
