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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Guarda-chuva à mão: precipitação, vento e trovoada chegam esta sexta-feira. Saiba as regiões mais afetadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 05:00:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[estado do tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Esta sexta-feira será o dia de transição entre o tempo mais calmo e o cenário instável que deverá marcar o fim de semana]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O tempo vai mudar de forma abrupta em Portugal continental a partir desta sexta-feira. Depois de dias mais amenos, uma depressão fria posicionada a oeste da Península Ibérica, alimentada por ar polar marítimo vindo das imediações da Islândia, deverá trazer chuva mais generalizada, vento forte, descida das temperaturas e risco de trovoadas durante o fim de semana.</p>
<p>Segundo o &#8216;Tempo.pt&#8217;, a mudança começa a sentir-se nas primeiras horas desta sexta-feira, com a aproximação de um centro de baixas pressões inserido num vale depressionário. Nas horas seguintes, o sistema deverá ganhar características de depressão fria, à medida que o núcleo de ar frio se separa da circulação principal e fica posicionado a oeste de Portugal continental.</p>
<p><strong>Sexta-feira marca o ponto de viragem</strong></p>
<p>Esta sexta-feira será o dia de transição entre o tempo mais calmo e o cenário instável que deverá marcar o fim de semana.</p>
<p>A chuva deverá começar a ganhar força sobretudo a partir do final da tarde, por volta das 17h00 ou 18h00, atingindo primeiro a faixa costeira ocidental. Durante a noite, a precipitação deverá alastrar a grande parte do território continental.</p>
<p>O reforço de ar frio em altitude aumenta o contraste térmico e, por isso, a instabilidade atmosférica. Além da chuva, haverá condições para trovoadas dispersas, especialmente entre esta sexta-feira e domingo, 10 de maio.</p>
<p>O IPMA também aponta para aumento gradual da nebulosidade, aguaceiros e possibilidade de trovoada em zonas do território continental, reforçando a tendência de agravamento do estado do tempo.</p>
<p><strong>Sábado deverá ser o dia mais instável</strong></p>
<p>O sábado deverá ser o dia mais marcado pela mudança de padrão atmosférico. A previsão aponta para precipitação generalizada durante grande parte do dia, associada à entrada de uma massa de humidade sobre o território.</p>
<p>As temperaturas máximas deverão descer entre 3 e 4 ºC, com a diferença mais evidente no Sul e na faixa costeira entre Lisboa e Braga. O ambiente será mais fresco do que o habitual para maio, com características mais próximas de março.</p>
<p>O vento será outro fator a ter em conta. As rajadas poderão atingir 60 a 70 km/h entre as 13h00 e as 19h00 de sábado, em vários pontos de norte a sul do continente, podendo localmente superar esses valores. Segundo o Tempo.pt, a depressão fria deverá provocar, entre sábado e domingo, um agravamento generalizado do tempo, com chuva, rajadas fortes e trovoada.</p>
<p><strong>Onde deverá chover mais?</strong></p>
<p>A chuva deverá manter-se em Portugal continental pelo menos até domingo, prolongando o episódio de instabilidade por vários dias consecutivos.</p>
<p>As regiões mais afetadas deverão ser a metade ocidental da Região Norte, grande parte da Região Centro e a Área Metropolitana de Lisboa. Nestes locais, os acumulados poderão variar entre 50 e 75 milímetros até ao final do episódio.</p>
<p>Alguns pontos poderão aproximar-se ou até ultrapassar os 100 milímetros de chuva acumulada, sobretudo em zonas mais expostas ao fluxo húmido e em áreas montanhosas.</p>
<p>O &#8216;Luso Meteo&#8217; também aponta para um episódio de chuva praticamente generalizada entre esta sexta-feira e segunda ou terça-feira, com maior impacto no litoral e nas zonas montanhosas, e sublinha que os valores previstos são elevados para maio.</p>
<p><strong>Trovoadas e granizo também são possíveis</strong></p>
<p>Além da chuva persistente, poderão ocorrer trovoadas dispersas. As descargas elétricas deverão ser mais prováveis nas regiões a norte do Tejo, tanto no litoral como no interior, embora possam surgir noutros pontos do território.</p>
<p>O &#8216;Luso Meteo&#8217; admite ainda a possibilidade de episódios localizados de granizo, devido ao perfil de instabilidade previsto, e recomenda atenção na condução por causa de lençóis de água, chuva intensa pontual e eventuais trovoadas.</p>
<p>Apesar disso, a previsão ainda apresenta alguma incerteza, sobretudo quanto à distribuição exata e intensidade da precipitação. Este tipo de depressão, isolada a oeste de Portugal continental, pode sofrer alterações na sua dinâmica em função da interação com ar frio, humidade e eventuais intrusões de ar mais seco.</p>
<p><strong>WRC Rally de Portugal também pode ser afetado</strong></p>
<p>O fim de semana instável coincide com a realização do WRC Rally de Portugal, que junta milhares de pessoas em zonas muitas vezes expostas ao vento, à chuva e a temperaturas mais baixas.</p>
<p>As previsões apontam para precipitação ao longo da prova, podendo ser mais ou menos intensa consoante a evolução das bandas de instabilidade. Em zonas de montanha ou locais expostos ao vento, a sensação térmica deverá ser mais baixa.</p>
<p>Para quem vai acompanhar a prova ou viajar durante o fim de semana, o cenário aconselha roupa quente, impermeável, guarda-chuva e atenção redobrada nas estradas.</p>
<p><strong>Instabilidade deve prolongar-se até domingo</strong></p>
<p>O essencial para os próximos dias é simples: a chuva ganha força esta sexta-feira ao final do dia, sábado deverá ser o dia mais instável e domingo ainda deverá manter precipitação em várias regiões.</p>
<p>O episódio será invulgarmente chuvoso para maio, com ar polar marítimo a tornar o ambiente mais fresco e instável. Não será apenas uma mudança passageira: será um fim de semana de guarda-chuva, vento e trovoada em grande parte de Portugal continental.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759622]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ex-presidente da companhia China Eastern Airlines acusado de receber subornos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 04:12:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público chinês apresentou acusações contra Liu Shaoyong, presidente entre 2016 e 2022 do grupo China Eastern Airlines, por alegadamente ter aceitado pagamentos ilegais de valor "especialmente elevado", avançou hoje a imprensa local.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Ministério Público chinês apresentou acusações contra Liu Shaoyong, presidente entre 2016 e 2022 do grupo China Eastern Airlines, por alegadamente ter aceitado pagamentos ilegais de valor &#8220;especialmente elevado&#8221;, avançou hoje a imprensa local.</P><br />
<P>O caso foi previamente investigado pela Comissão Nacional de Supervisão (CNS), um dos principais órgãos anticorrupção do Estado, e, uma vez concluída a investigação, foi remetido ao Ministério Público para revisão e processamento, indicou a agência noticiosa oficial Xinhua.</P><br />
<P>A CNS aprovou a detenção de Liu por suspeita de suborno e delegou o caso para o Fórum Público da cidade de Shenyang, na província de Liaoning.</P><br />
<P>Liu ocupou cargos de máxima responsabilidade em dois dos grandes conglomerados aéreos da China: dirigiu a China Southern entre 2004 e 2008, passou depois para a direção executiva da China Eastern e, entre 2016 e 2022, presidiu ao grupo que controla esta última companhia.</P><br />
<P>Segundo a acusação, Liu terá aproveitado os cargos que ocupou na China Eastern Airlines e na China Southern Airlines para beneficiar terceiros em troca da aceitação ilegal de bens.</P><br />
<P>O caso surge num contexto de reforço do controlo disciplinar na China sobre altos cargos de empresas estatais e setores estratégicos, incluindo transportes, energia, finanças, tabaco, defesa e indústria farmacêutica.</P><br />
<P>Desde a chegada ao poder em 2012, o atual secretário-geral do Partido Comunista da China (PCC) e Presidente do país, Xi Jinping, iniciou uma campanha anticorrupção em que dezenas de altos cargos foram condenados por aceitar subornos milionários.</P><br />
<P>O Governo apresentou a campanha como um esforço para manter a exemplaridade e a disciplina interna, embora alguns especialistas considerem que também poderá servir para neutralizar rivais políticos.</P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760183]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Lucro da operadora de casinos Wynn Macau sobe 10,9% no primeiro trimestre</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/lucro-da-operadora-de-casinos-wynn-macau-sobe-109-no-primeiro-trimestre/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 04:05:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A operadora de casinos Wynn Macau anunciou hoje lucros operacionais de 279,4 milhões de dólares (238,2 milhões de euros) no primeiro trimestre, uma subida de 10,9% face a igual período de 2025.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A operadora de casinos Wynn Macau anunciou hoje lucros operacionais de 279,4 milhões de dólares (238,2 milhões de euros) no primeiro trimestre, uma subida de 10,9% face a igual período de 2025.</P><br />
<P>Os proveitos da Wynn aumentaram à boleia das receitas das duas propriedades da empresa em Macau, que cresceram 14,2% entre janeiro e março, para 989,2 milhões de dólares (843,2 milhões de euros), de acordo com um comunicado da operadora.</P><br />
<P>As apostas nos casinos Wynn Macau e Wynn Palace foram responsáveis pela maioria do volume de negócios da empresa em 2025, arrecadando 841,6 milhões de dólares (717,5 milhões de euros) em receitas, uma subida de 16,9%.</P><br />
<P>&#8220;Em Macau, assistimos a um aumento significativo do volume de jogo em relação ao ano anterior, juntamente com uma quota de mercado saudável&#8221;, afirmou Craig Billings, diretor executivo da empresa-mãe, a Wynn Resorts, em comunicado.</P><br />
<P>O chamado mercado de massas continuou a ser, de longe, o principal segmento para a operadora, representando receitas de 811,9 milhões de dólares (692 milhões de euros), mais 14,2% do que no primeiro trimestre.</P><br />
<P>No segmento conhecido como jogo VIP, as apostas dos grandes jogadores caíram 9,9% nos dois casinos da Wynn Macau, mas, pelo contrário, as receitas aumentaram 13,5%, para 136,5 milhões de dólares (116,4 milhões de euros).</P><br />
<P>Isto apesar do casino Wynn Macau ter ficado com apenas 0,39% das apostas no jogo VIP. Em média, os casinos a operar em Macau vão buscar 3% das apostas neste segmento.</P><br />
<P>Em 2019, o chamado jogo bacará VIP representava 46,2% das receitas totais dos casinos de Macau. Mas em 2025 este segmento ficou-se por uma fatia de 27,5%, apesar das receitas absolutas terem subido 24,1%.</P><br />
<P>As grandes apostas foram afetadas pela detenção do líder da maior empresa angariadora de apostas VIP do mundo, em novembro de 2021.</P><br />
<P>Alvin Chau Cheok Wa, antigo diretor executivo da Suncity, foi condenado em janeiro de 2023 a 18 anos de prisão, num caso que fez cair de 85 para 18 o número de licenças de promotores de jogo emitidas em Macau.</P><br />
<P>Além da Wynn, outras cinco concessionárias do jogo &#8211; MGM, Galaxy, Venetian, Melco e SJM &#8211; operam em Macau, capital mundial do jogo e o único local na China onde o jogo em casino é legal.</P><br />
<P>Numa teleconferência com analistas, Craig Billings anunciou um investimento de pelo menos 900 milhões de dólares (767 milhões de euros) na construção de um novo hotel com 432 suites na propriedade Wynn Macau.</P><br />
<P>O executivo, citado pelo portal de notícias GGRAsia, disse que a empresa está à espera de autorização do Governo local. As obras devem arrancar na segunda metade de 2026 e demorar dois anos e meio.</P><br />
<P>A Wynn Resorts opera na região semiautónoma chinesa de Macau, assim como nos Estados Unidos e no Reino Unido, estando ainda a construir o casino Wynn Al Marjan, nos Emirados Árabes Unidos.</P><br />
<P>Na teleconferência, Billings admitiu &#8220;um ligeiro atraso&#8221; no projeto em Ras Al Khaimah devido ao conflito no Médio Oriente, mas garantiu que a inauguração continua marcada para 2027.</P><br />
<P>Os Estados Unidos e Israel lançaram a 28 de fevereiro uma ofensiva militar contra o Irão, que retaliou com ataques contra Israel, bases norte-americanas e infraestruturas civis em países da região, incluindo Emirados Árabes Unidos.</P><br />
<P>&#8220;Embora tenhamos enfrentado desafios logísticos e de transporte na região, as entregas continuaram em grande parte e estamos a redirecionar as remessas e a procurar materiais alternativos&#8221;, disse Billings.</P><br />
<P>A construção do Wynn Al Marjan, um investimento de 5,1 mil milhões de dólares (4,35 mil milhões de euros), continua &#8220;com mais de 22 mil trabalhadores no local&#8221;, acrescentou o executivo.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760182]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Líder da oposição na Venezuela diz que morte de preso político foi assassínio</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/lider-da-oposicao-na-venezuela-diz-que-morte-de-preso-politico-foi-assassinio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 03:59:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A líder da oposição na Venezuela, María Corina Machado, classificou como assassínio a morte do prisioneiro político Víctor Quero, que durante meses foi dado como desaparecido pela mãe, Carmen Navas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A líder da oposição na Venezuela, María Corina Machado, classificou como assassínio a morte do prisioneiro político Víctor Quero, que durante meses foi dado como desaparecido pela mãe, Carmen Navas.</P><br />
<P>&#8220;Víctor Hugo Quero Navas foi detido pelo regime a 03 de janeiro de 2025. Fizeram-no desaparecer, torturaram-no e assassinaram-no&#8221;, afirmou Machado, na quinta-feira, numa mensagem nas redes sociais.</P><br />
<P>A opositora recordou que &#8220;durante 16 meses, a senhora Carmen, sua mãe, andou de prisão em prisão numa busca desesperada&#8221; e, assegurou que a &#8220;resposta foi a troça e o silêncio&#8221; e só na quinta-feira é que confirmaram o falecimento de Quero. </P><br />
<P>&#8220;Isto não é apenas uma tragédia; é um crime contra a humanidade cometido com total impunidade. É o horror sistemático contra uma nação que exige justiça&#8221;, acrescentou a também Prémio Nobel da Paz de 2025.</P><br />
<P>O Comité dos Direitos Humanos do partido de Corina Machado, Vente Venezuela, tinha condenado anteriormente, num comunicado publicado na rede social X, &#8220;a trágica notícia sobre o assassínio de Quero. </P><br />
<P>Na opinião do Comité, este &#8220;não é um falecimento comum&#8221;, mas sim &#8220;um assassínio perpetrado por forças repressivas em El Rodeo I [onde Quero permanecia, segundo o Governo], um centro de tortura onde se cometem tratamentos cruéis e desumanos e no qual permanecem atualmente dezenas de presos políticos venezuelanos e estrangeiros&#8221;.</P><br />
<P>O Governo da Venezuela confirmou na quinta-feira a morte de Quero, embora o falecimento tenha ocorrido em julho de 2025, segundo um comunicado do Ministério dos Serviços Prisionais, facto que tem sido questionado por várias organizações e líderes da oposição.</P><br />
<P>Quero foi detido em 03 de janeiro de 2025 e permanecia detido na prisão El Rodeo I, perto de Caracas, mas foi transferido para um hospital a 15 de julho, por apresentar &#8220;hemorragia digestiva superior e síndrome febril aguda&#8221;, segundo a versão do Governo.</P><br />
<P>&#8220;Após dez dias sob cuidados médicos, a 24 de julho de 2025, às 23:25, faleceu devido a insuficiência respiratória aguda secundária a tromboembolismo pulmonar&#8221;, afirmou o ministério.</P><br />
<P>O Ministério Público anunciou o início de uma investigação criminal, depois de a Provedoria do Povo e várias organizações não governamentais terem solicitado uma investigação exaustiva e independente sobre a morte do preso político.</P><br />
<P>Na terça-feira, a organização não-governamental Comité Pela Libertação dos Presos Políticos (ClippVe) na Venezuela denunciou que estão presos na cadeia de El Rodeo I dois portugueses em condições desumanas e com restrições, sendo necessárias &#8220;ações diplomáticas ativas e firmes&#8221; para serem libertados.</P><br />
<P>&#8220;Em El Rodeo I, há dois portugueses em condições horríveis, tal como os venezuelanos, e o que podemos dizer é que, apesar do inferno que eles vivem, os presos políticos venezuelanos têm tentado ajudá-los dentro do possível (&#8230;). Estão numa cela de 2&#215;2 metros, com apenas uma cama de cimento e uma latrina (&#8230;) têm restrições de alimentação, medicação e hidratação e não lhes permitem [fazer] nem um telefonema&#8221;, explicou à Lusa a porta-voz da ClippVe, Andreína Baduel.</P><br />
<P>Dados atualizados da organização Encontro, Justiça e Perdão dão conta de que na Venezuela há 667 presos políticos, entre os quais cinco portugueses.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760181]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Investigação revela alegado plano de EUA, Israel e Honduras contra governos progressistas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/investigacao-revela-alegado-plano-de-eua-israel-e-honduras-contra-governos-progressistas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 02:50:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma investigação denominada "Hondurasgate" revelou supostas gravações do Presidente hondurenho, Nasry Asfura, e do ex-presidente Juan Orlando Hernández, que mencionam um alegado plano dos Estados Unidos e de Israel contra países com governos progressistas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Uma investigação denominada &#8220;Hondurasgate&#8221; revelou supostas gravações do Presidente hondurenho, Nasry Asfura, e do ex-presidente Juan Orlando Hernández, que mencionam um alegado plano dos Estados Unidos e de Israel contra países com governos progressistas.</P><br />
<P>O suposto plano inclui a divulgação de notícias falsas contra os governos de Gustavo Petro, na Colômbia, e de Claudia Sheinbaum, no México, uma acusação rejeitada pelas autoridades hondurenhas.</P><br />
<P>A investigação foi conduzida pelo Diario Red na América Latina e pelo portal Hondurasgate, que em várias publicações revelam supostos planos dos Estados Unidos e de Israel, com o apoio das Honduras, para aumentarem a influência na região.</P><br />
<P>A denúncia envolve Asfura &#8212; que na quarta-feira completou 100 dias no poder &#8212;, o presidente do Parlamento hondurenho, Tomás Zambrano, a vice-presidente designada, María Antonieta Mejía, e o ex-presidente Juan Orlando Hernández (2014-2022).</P><br />
<P>Hernández foi amnistiado pelo líder norte-americano, Donald Trump, em 01 de dezembro, após ter sido condenado, em 2024, por um tribunal de Nova Iorque, a uma pena de 45 anos de prisão por tráfico de droga.</P><br />
<P>Num dos áudios, Hernández diz alegadamente a Asfura que precisa que este lhe envie 150 mil dólares (130 mil euros) para o aluguer de um apartamento nos Estados Unidos, onde pretende instalar um escritório para criar uma unidade de jornalismo digital destinada a publicar informações sobre o ex-presidente hondurenho Manuel Zelaya (2006-2009), marido da ex-presidente Xiomara Castro (2022-2026).</P><br />
<P>Ao pedido de Hernández, Asfura &#8212; cuja candidatura foi apoiada publicamente por Trump &#8212; responde que lhe fará uma transferência a partir da conta de um amigo.</P><br />
<P>&#8220;Vamos ver se te podem entregar em dinheiro, mas explica-me, o que vamos fazer com isso, o que ganhamos?&#8221;, questiona Asfura, ao que Hernández responde: &#8220;Vamos montar uma célula, Presidente, a partir daqui, dos Estados Unidos, informativa, para que não nos rastreiem lá nas Honduras&#8221;, ouve-se nos áudios. </P><br />
<P>Na alegada trama também é envolvido o Presidente da Argentina, Javier Milei.</P><br />
<P>&#8220;Vai ser como um &#8216;site&#8217; de notícias latino-americanas. Tive um telefonema com o Presidente Javier Milei e foi um sucesso. Muito, muito, muito bom, e acho que, nesta altura, podemos fazer grandes coisas para toda a América Latina. Vêm aí alguns processos contra o México, vêm aí alguns processos contra a Colômbia e, o mais importante, contra as Honduras, contra a família Zelaya&#8221;, refere um dos áudios.</P><br />
<P>Petro, numa publicação na rede social X quando a investigação foi divulgada, denunciou: &#8220;É assim que funcionam as redes da extrema-direita mediática. O dinheiro vem da cocaína e de Israel&#8221;. </P><br />
<P>Asfura, que esta semana viajou para os Estados Unidos para se reunir com empresários e estará hoje na Costa Rica para assistir à tomada de posse da nova Presidente do país, Laura Fernández, ainda não se pronunciou sobre o escândalo.</P><br />
<P>Já o presidente do parlamento hondurenho reagiu na quarta-feira, através de uma publicação na X, na qual afirmou que uma das vozes dos áudios, que lhe é atribuída, é falsa e que se trata de uma &#8220;fabricação grosseira&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não quis referir-me oficialmente ao tema dos áudios falsos que a rede da esquerda internacional tem divulgado nas redes sociais e nos meios de comunicação afins. Para todos os hondurenhos que durante anos nos ouviram em entrevistas, fóruns e discursos, é evidente que essas vozes não são as nossas&#8221;, indicou Zambrano.</P><br />
<P>O político acrescentou que algumas vozes &#8220;foram mesmo fabricadas com sotaque colombiano ou nicaraguense&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;A burrice desta montagem é tão evidente que chega a ser cómica. No entanto, para pôr fim a este ridículo e evitar que continuem a distrair-nos dos verdadeiros problemas das Honduras, o Congresso Nacional acaba de aprovar o envio destes áudios para laboratórios especializados nos Estados Unidos&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>&#8220;Assim que tivermos os resultados da perícia internacional, daremos imediatamente início às ações judiciais pertinentes contra aqueles que cometeram crimes contra a honra de vários hondurenhos&#8221;, disse ainda.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760180]]></sapo:autor>
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		<title>Pyongyang desloca artilharia de longo alcance para fronteira com Coreia do Sul</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 01:55:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Coreia do Norte planeia mobilizar este ano três novos batalhões de artilharia de longo alcance para junto à fronteira com a Coreia do Sul, informou hoje a agência de notícias estatal norte-coreana KCNA.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Coreia do Norte planeia mobilizar este ano três novos batalhões de artilharia de longo alcance para junto à fronteira com a Coreia do Sul, informou hoje a agência de notícias estatal norte-coreana KCNA.</P><br />
<P>O líder norte-coreano, Kim Jong-un, &#8220;informou-se sobre a produção de novos tipos de obuses autopropulsados para três batalhões, que serão destacados para a unidade de artilharia de longo alcance na fronteira sul ainda este ano&#8221;, durante uma visita na quinta-feira a uma fábrica de munições, noticiou a agência.</P><br />
<P>Segundo a KCNA, os novos obuses têm um alcance superior a 60 quilómetros.</P><br />
<P>Kim, que também inspecionou a construção de um novo tanque de combate e de vários lançadores, afirmou que 2026 &#8220;registará uma melhoria sem precedentes no curso da luta para reforçar a capacidade de defesa nacional&#8221;, em declarações recolhidas pela agência estatal.</P><br />
<P>Na quinta-feira, o líder norte-coreano participou ainda num teste de operacionalidade do novo contratorpedeiro, Choe Hyon, e determinou que fosse entregue à marinha até meados de junho.</P><br />
<P>No teste esteve presente a filha adolescente do líder, cuja idade e nome não foram revelados, embora se acredite que possa tratar-se de Kim Ju-ae, conforme imagens publicadas pela KCNA.</P><br />
<P>A jovem aparece frequentemente em eventos importantes e em testes de armamento ao lado do pai, o que tem suscitado especulações sobre o seu possível papel como herdeira do regime norte-coreano.</P><br />
<P>Acredita-se que o novo contratorpedeiro, apresentado em abril de 2025, possua capacidades nucleares, e a Coreia do Norte realizou recentemente testes de lançamento de mísseis balísticos a partir do navio.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760179]]></sapo:autor>
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		<title>Hantavírus: Argentina reforça vigilância epidemiológica em todo o país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 01:10:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os responsáveis da Saúde das várias províncias da Argentina reuniram-se com as autoridades sanitárias nacionais para coordenar a vigilância epidemiológica do hantavírus, na sequência do surto da doença num cruzeiro que partiu do país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os responsáveis da Saúde das várias províncias da Argentina reuniram-se com as autoridades sanitárias nacionais para coordenar a vigilância epidemiológica do hantavírus, na sequência do surto da doença num cruzeiro que partiu do país.</P><br />
<P>Segundo fontes oficiais, na reunião de quinta-feira foram apresentadas informações atualizadas sobre o surto detetado no Mv Hondius após o navio ter partido do porto argentino de Ushuaia, na província meridional de Terra do Fogo. </P><br />
<P>No encontro, as autoridades nacionais informaram que, por enquanto, não é possível confirmar a origem do contágio. </P><br />
<P>De qualquer forma, indicaram que o teste realizado a um dos passageiros do cruzeiro que entrou na África do Sul permitiu identificar que a variante do hantavírus corresponde à estirpe Andes, com presença nas províncias argentinas meridionais de Chubut, Río Negro e Neuquén, e no sul do Chile. </P><br />
<P>&#8220;Atualmente, estão a ser realizados novos estudos para determinar a sua possível origem geográfica e a sua relação com outras estirpes envolvidas na transmissão de pessoa para pessoa&#8221;, informou o Ministério da Saúde argentino, num comunicado.</P><br />
<P>Na reunião, foram também apresentadas informações sobre o percurso realizado por várias regiões da Argentina, do Chile e do Uruguai, entre o final de novembro e o momento em que embarcaram no cruzeiro, pelo casal holandês que foi o primeiro a apresentar sintomas da doença e cujos membros vieram a falecer posteriormente.</P><br />
<P>O Ministério da Saúde argentino reiterou às províncias a necessidade de intensificar a vigilância epidemiológica e de sensibilizar as equipas de saúde para melhorar a suspeita e a deteção de casos perante sintomas compatíveis com a doença, da qual foram detetados 42 casos de contágio até ao momento em 2026.</P><br />
<P>O surto de hantavírus no navio cruzeiro MV Hondius já causou três mortes e há cinco outros casos suspeitos, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), que considera baixo o risco para a população mundial. </P><br />
<P>A empresa proprietária do navio e organizadora do cruzeiro, a Oceanwide Expeditions, informou na quinta-feira que &#8220;não existem indivíduos sintomáticos a bordo&#8221; do Hondius, que partiu ao final da tarde de quarta-feira de Cabo Verde em direção às Ilhas Canárias, especificamente para o porto de Granadilla, em Tenerife, viagem com a previsão de demorar entre três e quatro dias.</P><br />
<P>Os hantavírus são vírus zoonóticos, caracterizados por infetar roedores, e diferentes espécies circulam na Europa, na Ásia e no continente americano. Apenas algumas das espécies estão associadas a infeção humana, caso em que podem causar doença grave.</P><br />
<P>Não existe vacina nem tratamento específico para este vírus, cuja estirpe dos Andes, detetada em passageiros do cruzeiro infetados, é a única em que se conhecem casos de transmissão entre humanos.</P><br />
<P>O cruzeiro onde foram registados os casos e, até agora, três mortes zarpou de Ushuaia, na Patagónia, a 01 de abril, para uma viagem através do oceano Atlântico, e os investigadores querem determinar se o contágio aconteceu em terra (na Argentina, no Chile ou no Uruguai), através de roedores, ou já a bordo do navio.</P><br />
<P></P><br />
<P>APL (ANC/PAL) // VQ</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760178]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsa de Tóquio abre com Nikkei a perder 0,58%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 00:28:36 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio abriu hoje em queda, com o principal índice, o Nikkei, a descer 0,58% para 62.469,11 pontos, pouco após na abertura da sessão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio abriu hoje em queda, com o principal índice, o Nikkei, a descer 0,58% para 62.469,11 pontos, pouco após na abertura da sessão.</P><br />
<P>Também o segundo indicador, o Topix, descia 0,51% para 3.820,86 pontos, às 09:25 locais (01:25 em Lisboa).</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760177]]></sapo:autor>
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		<title>Lula diz que entregou a Trump acordo nuclear de 2010 com o Irão: &#8216;Tá aí o documento, leia&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 23:30:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente brasileiro, Lula da Silva, afirmou na quinta-feira ter entregado ao homólogo norte-americano Donald Trump uma cópia do acordo negociado entre o Brasil, Turquia e Irão em 2010 sobre o programa nuclear iraniano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente brasileiro, Lula da Silva, afirmou na quinta-feira ter entregado ao homólogo norte-americano Donald Trump uma cópia do acordo negociado entre o Brasil, Turquia e Irão em 2010 sobre o programa nuclear iraniano.</P><br />
<P>&#8220;Tá aí o documento, leia&#8221;, declarou o político brasileiro em conferência de imprensa em Washington ao descrever a reunião de três horas na Casa Branca com Donald Trump.</P><br />
<P>O Chefe do Executivo brasileiro afirmou ainda que era a segunda vez que entregava o documento para Trump, e que ouviu do presidente dos EUA que leria a cópia do acordo ainda na noite de quinta-feira. </P><br />
<P>O brasileiro relatou que não espera mudanças na postura de Trump relativamente a conflitos internacionais após a reunião de três horas que os dois tiveram na Casa Branca. </P><br />
<P>Lula disse também que o Brasil não pretende entrar em embate com o político Republicano devido a divergências sobre conflitos globais.</P><br />
<P>&#8220;Trump não vai mudar o jeito dele de ser por causa de uma reunião de três horas comigo&#8221;, disse Lula da Silva. </P><br />
<P>&#8220;Conversar é muito mais barato, mais eficaz. Não tem vítima, não tem destruição de casa, não tem morte de criança&#8221;, enfatizou. </P><br />
<P>Lula narrou ainda que disse a Trump que o Brasil está à disposição para atuar como mediador em conflitos internacionais e que está, inclusive, à disposição para mostrar a visão que tem sobre Cuba, por exemplo.</P><br />
<P>Ainda na conferência de imprensa, o político brasileiro declarou acreditar &#8220;muito mais no diálogo do que na guerra&#8221; e afirmou que não possui &#8220;vocação belicista&#8221;.</P><br />
<P>Ao fazer um balanço da agenda de um dia nos EUA, Lula da Silva declarou que saiu muito satisfeito da reunião e disse que aconselhou o presidente Trump a sorrir para as fotos oficiais, e que o encontro demorou porque os dois estavam gostando.</P><br />
<P>&#8220;Eu saio daqui com a ideia de que nós demos um passo importante na consolidação da relação democrática e histórica que o Brasil têm com os Estados Unidos&#8221;, declarou.</P><br />
<P>O encontro entre os dois líderes das duas maiores democracias do ocidente aconteceu após um ano tenso da política de tarifas dos EUA sobre o Brasil e atritos diplomáticos entre os dois países.</P><br />
<P>Quem também se mostrou satisfeito com o encontro foi Donald Trump, que usou as suas redes sociais para elogiar Lula da Silva ao chamá-lo de &#8220;muito dinâmico&#8221; e dizer que a reunião entre os dois correu bem. </P><br />
<P>&#8220;A reunião foi muito boa. Nossos representantes devem se reunir para tratar de alguns pontos-chave. Novos encontros serão marcados nos próximos meses, conforme necessário&#8221;, diz mensagem publicada por Trump.</P><br />
<P>As autoridades brasileiras e norte-americana discutiram comércio bilaterial, tarifas impostas pelo governo norte-americano aos produtos brasileiros, cooperação transnacional no combate ao crime organizado e lavagem de dinheiro, e sobre os minerais críticos e terras raras. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760176]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Tarifas: Von der Leyen aponta &#8220;progressos&#8221; na aplicação de acordo comercial com EUA até julho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 23:01:18 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, apontou hoje "progressos significativos" na aplicação do acordo comercial com os Estados Unidos até início de julho, após conversa com o Presidente Donald Trump.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, apontou hoje &#8220;progressos significativos&#8221; na aplicação do acordo comercial com os Estados Unidos até início de julho, após conversa com o Presidente Donald Trump. </P><br />
<P>&#8220;Mantemos o nosso pleno compromisso, de ambas as partes, com a sua implementação. Estamos a progredir significativamente no sentido da redução das tarifas até ao início de julho&#8221;, afirmou Von der Leyen nas redes sociais, relatando a conversa com Trump sobre o Acordo de Turnberry, de julho de 2025, que redefiniu o quadro tarifário após Washington impor tarifas unilaterais. </P><br />
<P>Ao abrigo do acordo de 2025, as tarifas no mercado norte-americano passam a ser de até 15% para a grande maioria dos produtos europeus &#8211; incluindo automóveis, semicondutores, produtos farmacêuticos e madeiras &#8211; e a UE, em contrapartida, elimina a maior parte das tarifas que ainda aplicava aos produtos industriais dos Estados Unidos. </P><br />
<P>A Casa Branca tem vindo a pressionar para aplicação do acordo, mais recentemente a 01 de maio, quando Trump anunciou que iria aumentar as tarifas sobre os automóveis e camiões da UE para 25%, argumentando que Bruxelas &#8220;não está a cumprir o acordo comercial&#8221;.</P><br />
<P>Após a conversa de hoje, Trump, ameaçou Ursula von der Leyen com a aplicação de tarifas &#8220;muito mais elevadas&#8221; sobre produtos europeus, se Bruxelas não aplicar até 04 de julho o acordo comercial bilateral assinado. </P><br />
<P>&#8220;Foi feita a promessa de que a UE cumpriria a sua parte do acordo e, conforme estipulado, reduziria as suas tarifas a zero! Concordei em dar-lhes até ao 250º aniversário do nosso país (04 de julho); caso contrário, infelizmente, as suas tarifas disparariam imediatamente para níveis muito mais elevados&#8221;, disse o Trump numa mensagem na plataforma Truth Social, após a conversa telefónica. </P><br />
<P>Na mensagem, Trump afirma estar &#8220;pacientemente à espera que a UE cumpra a sua parte do histórico acordo comercial&#8221; que ambos os lados firmaram durante a visita do republicano à Escócia no verão passado. </P><br />
<P>Embora a Comissão Europeia e a maioria dos países da UE pretendam a aprovação rápida do acordo, ao nível do Parlamento Europeu alguns eurodeputados têm exigido mecanismos de salvaguarda, caso Washington aplique novas tarifas sob ameaça da integridade territorial da UE, além de proteção contra aumentos súbitos das importações que distorçam a concorrência no mercado único. </P><br />
<P>No seu primeiro dia de mandato, a 20 de janeiro de 2025, Trump assinou um memorando intitulado &#8220;Política Comercial &#8216;América Primeiro'&#8221;, delineando as prioridades imediatas e orientando as agências governamentais para rever os desequilíbrios comerciais.   </P><br />
<P>A 01 de fevereiro de 2025 anunciou a primeira grande vaga de novas tarifas, de 25% sobre todos os produtos do México e do Canadá, e mais 10% sobre os produtos da China.   </P><br />
<P>As tarifas universais sobre o aço e o alumínio entraram em vigor a 12 de março de 2025. </P><br />
<P>Trump invocou a Lei dos Poderes Económicos de Emergência Internacional (IEEPA) para declarar o estado de emergência nacional relativamente aos défices comerciais, em abril de 2025.   </P><br />
<P>A medida, que o Supremo Tribunal declarou ilegal já em fevereiro deste ano, permitiu estabelecer uma tarifa básica universal de 10% sobre quase todas as importações de todos os países.   </P><br />
<P>A 09 de abril de 2025 foram implementadas tarifas &#8220;recíprocas&#8221; específicas, nas quais as taxas para determinados países (como uma taxa de 104% sobre a China) foram aumentadas para corresponder aos impostos que esses países cobram sobre os produtos norte-americanos.   </P><br />
<P>Desde então, o seu governo tem negociado acordos com os principais parceiros comerciais, muitas vezes reduzindo as tarifas em contrapartida de aumento das compras de produtos norte-americanos e investimentos industriais no país.  </P><br />
<P>Trump tem usado as tarifas alfandegárias como um instrumento de política económica, para diminuir o défice comercial norte-americano, mas também para coação política, mais recentemente ameaçando com sobretaxas os países europeus que apoiaram a Dinamarca na crise em torno da Gronelândia.    </P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760175]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Irão: Forças dos EUA retaliaram ataque iraniano a 3 navios &#8211; Comando</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 22:23:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ Washington, 07 mai 2026 (Lusa) - O Comando Central norte-americano (Centcom) afirmou hoje que as suas forças alvejaram instalações militares iranianas, após três dos seus navios terem intercetado ataques quando transitavam pelo Estreito de Ormuz em direção ao Golfo Pérsico.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P> O Comando Central norte-americano (Centcom) afirmou hoje que as suas forças alvejaram instalações militares iranianas, após três dos seus navios terem intercetado ataques quando transitavam pelo Estreito de Ormuz em direção ao Golfo Pérsico. </P><br />
<P>&#8220;As forças norte-americanas intercetaram ataques iranianos não provocados e responderam com ataques defensivos enquanto os contratorpedeiros de mísseis guiados da Marinha transitavam pelo Estreito de Ormuz em direção ao Golfo Pérsico&#8221;, escreveu o Centcom, responsável pela região do Médio Oriente, nas redes sociais. </P><br />
<P>Os ataques contra os contratorpedeiros USS Truxtun, USS Rafael Peralta e USS Mason envolveram &#8220;mísseis, drones e pequenas embarcações&#8221;, adiantou o Centcom, enquanto em Teerão o comando militar acusava Washington de violar o cessar-fogo. </P><br />
<P>As Forças Armadas norte-americanas, adiantou o Centcom, &#8220;neutralizaram as ameaças e visaram instalações militares iranianas responsáveis pelos ataques contra as forças norte-americanas, incluindo locais de lançamento de mísseis e drones, centros de comando e controlo e bases de inteligência, vigilância e reconhecimento&#8221;. </P><br />
<P> </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760173]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Óbito/Carlos Brito: PCP lembra diferenças mas recorda contribuição na Revolução de Abril</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 22:12:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O PCP recordou o percurso antifascista e a "contribuição na Revolução de Abril" de Carlos Brito, histórico dirigente do partido que morreu hoje aos 93 anos, apesar das "conhecidas diferenças e distanciamento político".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O PCP recordou o percurso antifascista e a &#8220;contribuição na Revolução de Abril&#8221; de Carlos Brito, histórico dirigente do partido que morreu hoje aos 93 anos, apesar das &#8220;conhecidas diferenças e distanciamento político&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Sem prejuízo das conhecidas diferenças e distanciamento político, registamos em Carlos Brito o seu percurso antifascista e a sua contribuição na Revolução de Abril, nomeadamente no plano parlamentar&#8221;, pode ler-se, numa breve nota de imprensa enviada pelo PCP.</P><br />
<P>Já o secretário-geral do Partido Socialista, José Luís Carneiro, frisou que a morte de Carlos Brito &#8220;é motivo de grande tristeza&#8221;, lembrando o seu percurso como &#8220;resistente antifascista&#8221; e &#8220;uma figura incontornável da vida política portuguesa das primeiras cinco décadas da democracia&#8221;.</P><br />
<P>José Luís Carneiro apontou também que Carlos Brito foi &#8220;uma referência de seriedade, cidadania e de combate pelos valores que eram os seus, mesmo com custos pessoais e com a incompreensão de alguns dos que tinham sido seus camaradas&#8221;.</P><br />
<P>O histórico dirigente do Partido Comunista Português Carlos Brito morreu hoje aos 93 anos em casa, confirmou à Lusa o médico e seu amigo Paulo Fidalgo.  </P><br />
<P>Paulo Fidalgo, que foi um dos fundadores do Movimento Renovação Comunista, adiantou que Carlos Brito esteve internado no hospital de Faro recentemente devido a uma infeção respiratória e teve alta hospitalar na passada segunda-feira, já recuperado.</P><br />
<P>&#8220;Inesperadamente&#8221; morreu esta tarde na sua casa de Alcoutim, disse Paulo Fidalgo.</P><br />
<P>Carlos Brito nasceu em Moçambique em 1933 e foi militante do PCP durante 48 anos, como funcionário, membro do Comité Central, líder parlamentar, diretor do jornal &#8220;Avante!&#8221; e candidato à Presidência da República.</P><br />
<P>Durante a ditadura, Carlos Brito passou dez anos na clandestinidade e oito anos na prisão. A seguir ao 25 de Abril esteve 16 anos na Assembleia da República, 15 dos quais como líder do grupo parlamentar.</P><br />
<P>Saiu &#8220;desolado&#8221; do parlamento em 1991 por não ter sido eleito pelo círculo de Faro. À altura da sua saída, tinha o recorde de &#8220;longevidade&#8221; no parlamento, desde a Assembleia Constituinte.</P><br />
<P>Em 1980 concorreu às presidenciais contra Ramalho Eanes e Soares Carneiro, desistindo à boca das urnas. Uma permanência de 33 anos no Comité Central terminaram em novembro de 2000, quando Carlos Brito renunciou ao lugar em desacordo com as orientações do XVI Congresso. Em março de 2000, já tinha escrito uma carta à direção onde expressava preocupação com o rumo do partido.</P><br />
<P>Carlos Brito esteve entre os dirigentes que reclamaram um congresso extraordinário após a derrota eleitoral do PCP nas autárquicas de 2001. No seguimento da luta interna que opôs os chamados &#8220;renovadores&#8221; aos defensores da ortodoxia do partido, Carlos Brito foi suspenso do PCP  em 2002 por 10 meses. A sanção disciplinar foi decidida pelo Secretariado do partido, entre várias expulsões de críticos da direção, entre os quais Edgar Correia, já falecido, e Carlos Luís Figueira, que viriam a formalizar alguns anos depois a associação política Renovação Comunista.</P><br />
<P>Desde 1996 que Carlos Brito evidenciou vontade de se afastar de cargos dirigentes, primeiro ao recusar integrar a Comissão Política em 1996 e depois saindo da direção do &#8220;Avante!&#8221;, em 1998.</P><br />
<P>Era casado, teve duas filhas, e estava retirado em Alcoutim, no Algarve, local de origem da sua família. Dedicou-se durante muitos anos escrever poesia, ficção e a participar no movimento associativo para o desenvolvimento regional.</P><br />
<P> </P><br />
<P>DMC (ATR/PMF/SF) // RBF</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760172]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: Trégua unilateral russa entra em vigor para comemorações do Dia da Vitória </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 22:10:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A trégua unilateral de 48 horas declarada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, para as comemorações do Dia da Vitória entrou em vigor, sendo incerto se a Ucrânia irá aderir. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A trégua unilateral de 48 horas declarada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, para as comemorações do Dia da Vitória entrou em vigor, sendo incerto se a Ucrânia irá aderir. </P><br />
<P>O Ministério da Defesa russo confirmou que as suas tropas suspenderão &#8220;todas as ações militares&#8221; desde as 00:00 de sexta-feira em Moscovo (menos duas horas em Lisboa) até ao final, no sábado, das comemorações do 81.º aniversário da vitória do Exército Vermelho sobre a Alemanha nazi. </P><br />
<P>Esta cessação de hostilidades, segundo o Ministério da Defesa, inclui a suspensão temporária de ataques com mísseis, ataques com armas de alta precisão e longo alcance, peças de artilharia, bem como ataques com &#8216;drones&#8217; contra infraestruturas ucranianas. </P><br />
<P>O Kremlin anunciou hoje que vai adotar medidas de segurança adicionais para proteger o Presidente Vladimir Putin durante estes dias, nos quais receberá o primeiro-ministro eslovaco, Robert Fico, que, no entanto, não participará no desfile militar na Praça Vermelha. </P><br />
<P>Apenas três líderes estrangeiros participarão no desfile de sábado: os presidentes da Bielorrússia, Malásia e Laos, anunciou o Kremlin. </P><br />
<P>A Rússia renovou hoje a ameaça de atacar o centro de Kiev se a Ucrânia desrespeitar o cessar-fogo declarado por Moscovo a partir de sexta-feira. </P><br />
<P>&#8220;Se o regime de Kiev tentar interromper as comemorações do 81.º aniversário da vitória na Grande Guerra Patriótica em Moscovo, as Forças Armadas Russas lançarão um ataque maciço com mísseis contra o centro de Kiev&#8221;, afirmou o Ministério da Defesa da Rússia, citado pela agência de notícias Tass. </P><br />
<P>Nesse sentido, o ministério russo apelou ao pessoal diplomático e à população civil para abandonarem a cidade &#8220;imediatamente&#8221;. </P><br />
<P>As delegações europeias em Kiev recusaram-se, porém, a deixar a capital ucraniana e a ceder às ameaças russas, segundo as agências internacionais.  </P><br />
<P>A trégua declarada pela Rússia acontece após outro cessar-fogo ter sido proposto pelo Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, com início na passada quarta-feira e por tempo indeterminado. </P><br />
<P>Os ataques entre as partes têm, porém, prosseguido nos últimos dias. </P><br />
<P>Mas o Presidente ucraniano esclareceu hoje que a Ucrânia vai abster-se de lançar ataques de longo alcance contra a Rússia durante a trégua de dois dias anunciada pelo Kremlin, caso Moscovo também respeite o cessar-fogo. </P><br />
<P>&#8220;A posição ucraniana não podia ser mais transparente e clara. A Ucrânia retribuirá. Se houver uma trégua, não haverá sanções ucranianas de longo alcance&#8221;, disse Zelensky no seu pronunciamento diário, aludindo aos ataques em profundidade contra infraestruturas energéticas e alvos estratégicos russos. </P><br />
<P>O líder ucraniano usa a expressão &#8220;sanções de longo alcance&#8221; explicando que têm efeitos semelhantes às sanções internacionais contra a indústria petrolífera russa, que o Kremlin utiliza para financiar o seu esforço de guerra. </P><br />
<P>Horas antes, tinha ameaçado continuar a responder a ataques russos, mas também disse que seguirá o caminho do diálogo se Moscovo &#8220;avançar na direção da diplomacia&#8221;. </P><br />
<P>Zelensky confirmou que o negociador ucraniano Rustem Umerov chegou hoje ao estado norte-americano da Florida para retomar os contactos com representantes de Washington, numa fase em que as negociações de paz sobre a invasão russa têm estado paralisadas. </P><br />
<P>O líder ucraniano esclareceu que estes contactos vão focar-se na possibilidade de novas rondas trilaterais com os enviados russos e norte-americanos, questões de segurança relativas à Ucrânia e em novas trocas de prisioneiros com a Rússia, apesar do &#8220;regime de silêncio&#8221; de Moscovo. </P><br />
<P>Os anúncios unilaterais de tréguas de Kiev e Moscovo ocorrem depois de um cessar-fogo durante as celebrações da Páscoa Ortodoxa, que foi acompanhado de violações nas linhas da frente, embora tenha ocorrido uma suspensão dos ataques aéreos de longo alcance. </P><br />
<P>Com a guerra na Ucrânia em segundo plano devido ao conflito iniciado em 28 de fevereiro pelos Estados Unidos e Israel contra o Irão, as negociações entre Kiev e Moscovo promovidas pelos Estados Unidos não têm conhecido avanços nas últimas semanas. </P><br />
<P>A última ronda trilateral foi realizada em Genebra, Suíça, em 17 e 18 de , e terminou com as partes afastadas sobre os temas essenciais das conversações, que dizem respeito ao futuro das regiões reivindicadas pela Rússia no leste da Ucrânia e garantias de segurança a Kiev para prevenir uma nova agressão de Moscovo. </P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760171]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Forças de Teerão acusam EUA de violarem cessar-fogo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 22:04:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Comando das Forças Armadas iranianas acusou hoje os Estados Unidos de violarem o cessar-fogo em vigor ao atacarem navios perto do Estreito de Ormuz.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Comando das Forças Armadas iranianas acusou hoje os Estados Unidos de violarem o cessar-fogo em vigor ao atacarem navios perto do Estreito de Ormuz. </P><br />
<P>As forças armadas dos Estados Unidos, &#8220;violando o cessar-fogo, alvejaram um petroleiro iraniano que deixava a costa iraniana (&#8230;), para o Estreito de Ormuz, bem como outra embarcação que entrava no estreito, perto do porto de Fujairah, nos Emirados Árabes Unidos&#8221;, afirmou o Comando das Forças Armadas Khatam Al-Anbiya, citado pelo canal de televisão IRIB.  </P><br />
<P>Segundo a agência de notícias iraniana Tasnim, o porta-voz acusou Washington de atacar também &#8220;zonas civis na costa do porto de Khaur Mir, Sirik e da Ilha de Qeshm&#8221;, sublinhando que estes ataques foram realizados &#8220;em colaboração com alguns países da região&#8221;.  </P><br />
<P>As Forças Armadas iranianas, por sua vez, responderam &#8220;imediatamente, atacando navios militares norte-americanos no Estreito de Ormuz, a leste, e a sul do porto de Chabahar, infligindo danos significativos&#8221;, acrescentou a mesma fonte, em comunicado divulgado pela televisão estatal. </P><br />
<P>&#8220;A nação criminosa e agressiva dos Estados Unidos e os países que a apoiam devem saber que a República Islâmica do Irão, tal como no passado, responderá com força e sem a menor hesitação a qualquer agressão&#8221;, declarou. </P><br />
<P>Antes, os media estatais iranianos, com base em fontes anónimas, haviam noticiado confrontos entre as duas partes.</P><br />
<P>Teerão mantém bloqueado o estreito de Ormuz, uma via navegável estratégica para o comércio global de combustíveis fósseis, desde 28 de fevereiro, data em que os Estados Unidos e Israel iniciaram uma guerra contra a República Islâmica que já fez milhares de mortos, sobretudo no seu território e no do Líbano, e abalou a economia mundial.</P><br />
<P>Washington, por sua vez, mantém o bloqueio aos portos iranianos, imposto a 13 de abril, cinco dias após a entrada em vigor de um cessar-fogo.</P><br />
<P>Teerão afirmou nos últimos dias estar a analisar as mais recentes propostas de Washington para o fim da guerra.</P><br />
<P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, garantiu na quarta-feira que Washington tem tido negociações &#8220;muito boas&#8221; com Teerão e considerou &#8220;muito possível&#8221; um acordo para pôr fim à guerra .</P><br />
<P>As suas declarações surgiram horas depois de ter decidido suspender a operação de escolta de navios presos desde fevereiro no Golfo Pérsico devido ao bloqueio iraniano em Ormuz, de forma a permitir que ambos os lados chegassem a um entendimento que pusesse fim ao conflito.</P><br />
<P>Os Estados Unidos e vários países do golfo Pérsico instaram hoje o Conselho de Segurança da ONU a exigir ao Irão que &#8220;deixe de impedir&#8221; a navegação no Estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Esta pressão surge numa altura em que um projeto de resolução nesse sentido corre o risco de ser vetado.</P><br />
<P>&#8220;Acreditamos em princípios fundamentais, como a liberdade de navegação para todos os países do mundo. É isso que está em causa aqui&#8221;, declarou à imprensa o embaixador norte-americano na ONU, Mike Waltz, rodeado dos homólogos do Bahrein, da Arábia Saudita, dos Emirados Árabes Unidos, do Qatar e do Kuwait.</P><br />
<P>Em meados de março, o Conselho aprovou uma resolução muito firme contra Teerão, exigindo o &#8220;fim imediato&#8221; dos ataques aos vizinhos do golfo Pérsico e condenando o bloqueio do estreito de Ormuz.</P><br />
<P>A Rússia e a China abstiveram-se nessa ocasião, mas ambas vetaram depois, no início de abril, um texto que incentivava os Estados envolvidos a coordenarem esforços, &#8220;de natureza defensiva&#8221;, para garantir a liberdade de navegação.</P><br />
<P>E, segundo fontes diplomáticas, a Rússia, aliada da República Islâmica, indicou na quarta-feira estar preparada para bloquear o novo texto. </P><br />
<P></P><br />
<P>PDF (ANC/DMC) // RBF</P><br />
<P></P></p>
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		<title>Wall Street fecha em baixa sessão instável e com recordes intra-dia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 21:57:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em baixa, em sessão marcada pela volatilidade do petróleo e na qual o índice alargado S&#38;P500 e o tecnológico Nasdaq chegaram a estabelecer máximos intra-dia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em baixa, em sessão marcada pela volatilidade do petróleo e na qual o índice alargado S&amp;P500 e o tecnológico Nasdaq chegaram a estabelecer máximos intra-dia. </P><br />
<P>Os resultados da sessão indicam que o seletivo Dow Jones Industrial baixou 0,63%, o S&amp;P500 perdeu 0,38% e o Nasdaq recuou 0,13%.</P><br />
<P>O mercado bolsista inverteu a tendência de subida que vinha seguindo nos últimos dias, apesar de o barril West Texas Intermediate, de referência nos EUA, ter chegado a cotar abaixo dos 90 dólares, mas fechando em queda, de 0,28%, para os 94,81 dólares.</P><br />
<P>Os máximos intra-dia que Nasdaq e S&amp;P500 registaram ocorreram de manhã e foram atribuídos ao otimismo dos investidores com um acordo de paz entre EUA e Irão, depois de Donald Trump ter dito que há um &#8220;considerável progresso para um acordo&#8221; com Teerão. </P><br />
<P>Vários meios avançaram que os dois Estados estão a aproximar posições, depois de os EUA terem apresentado uma página com a sua proposta. A CNN adiantou que falta a decisão iraniana. </P><br />
<P>O govrno paquistanês, que tem mediado as partes, afirmou sentir-se esperançado quanto à possibilidade de um acordo iminente e ofereceu-se para acolher a sua assinatura.  </P><br />
<P> </P></p>
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		<title>Governo quer negociar lei laboral com PS e Chega mas afasta descida da idade da reforma</title>
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		<pubDate>Thu, 07 May 2026 21:53:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A ministra do Trabalho manifestou hoje vontade de negociar com o PS e o Chega a reforma laboral no Parlamento, mas considerou insustentável a condição imposta por André Ventura de descida da idade da reforma.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ministra do Trabalho manifestou hoje vontade de negociar com o PS e o Chega a reforma laboral no Parlamento, mas considerou insustentável a condição imposta por André Ventura de descida da idade da reforma.</P><br />
<P>Questionada sobre a proposta apresentada pelo presidente do Chega, André Ventura, para a descida da idade da reforma como condição para negociar com o Governo, a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Rosário Palma Ramalho, frisou que essa hipótese &#8220;não está em cima da mesa&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Portugal efetivamente não a pode sustentar. Fizemos as contas, numa hipótese meramente académica, sem saber em que altura, e estimamos que, entre Segurança Social e Caixa Geral de Aposentações, o custo total para as contas publicas através de um aumento líquido com a idade da reforma situada nos 65 anos ficaria 2,5 mil milhões de euros. Só este custo&#8221;, apontou Rosário Palma Ramalho em entrevista na Sic Notícias.</P><br />
<P>Além de manifestar vontade de negociar com partidos como o Chega ou a Iniciativa Liberal, Rosário Palma Ramalho sublinhou que também espera negociar com o PS, lembrando que os socialistas ainda não conhecem o documento final para dizerem já que não vão aprovar a proposta.</P><br />
<P>&#8220;Não reconheço legitimidade ao PS para dizer isso, que não negoceia porque não houve acordo [na concertação social], porque o PS num passado recente levou ao Parlamento toda uma reforma, a Agenda do Trabalho Digno, sem a levar à concertação. Não me parece razão legitima para não termos acordo&#8221;, analisou.</P><br />
<P>Sobre a proposta final que o Governo irá aprovar em Conselho de Ministros para levar ao Parlamento, a ministra do Trabalho adiantou que esta será a versão inicial, mas &#8220;com bastantes inputs&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Este tempo de nove meses [de negociação] não damos como perdido. Nós recebemos mais de 100 contributos de variadíssimas origens, da academia, associações diversas e dos próprios parceiros sociais&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>Rosário Palma Ramalho indicou que o projeto também não será a versão final apresentada em concertação social, por &#8220;essa pressupunha um acordo que não aconteceu&#8221;. </P><br />
<P>A governante destacou ainda que apesar do Governo da AD (PSD/CDS) não ter maioria parlamentar, não fica impedido de &#8220;cumprir o seu dever de aprovar uma proposta de lei&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não deixamos de ser reformistas por estarmos numa situação sem maioria. Compete à Assembleia da República fazer o seu papel e temos de respeitar o que resulte. É o legislador máximo&#8221;, apontou.</P><br />
<P> </P></p>
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		<title>&#8220;Trump rindo é melhor do que ele de cara feia&#8221; diz Lula após reunião de três horas na Casa Branca</title>
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		<pubDate>Thu, 07 May 2026 21:37:40 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Brasília 7 mai 2026 (Lusa) - O Presidente brasileiro, Lula da Silva, brincou hoje ao dizer que aconselhou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a sorrir nas fotos oficiais, e que o norte-americano aprendeu que "rir é muito bom". ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Brasília 7 mai 2026 (Lusa) &#8211; O Presidente brasileiro, Lula da Silva, brincou hoje ao dizer que aconselhou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a sorrir nas fotos oficiais, e que o norte-americano aprendeu que &#8220;rir é muito bom&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Eu sempre acho que a fotografia vale muito. E vocês perceberam que o presidente Trump rindo é melhor do que ele de cara feia&#8221;, declarou o brasileiro em conferência de imprensa em Washington. </P><br />
<P>&#8220;E eu fiz questão de dizer para ele: &#8216;ria um pouco, é importante, alivia! Alivia a nossa alma se a gente rir um pouco'&#8221;, declarou.</P><br />
<P>O Chefe do Executivo brasileiro também afirmou saiu &#8220;satisfeito da reunião&#8221; e que o Brasil está disposto a discutir qualquer tema com outros países e ressaltou, no entanto, que não abre mão da democracia e da soberania nacional.</P><br />
<P>&#8220;Não temos veto, não temos assunto proibido. A única coisa que não abrimos mão é da nossa democracia e da nossa soberania. O resto é tudo discutível&#8221;, completou.</P><br />
<P>Em tom humorado, Lula disse que brincou com o presidente dos EUA, quando este lhe perguntou sobre a Copa do Mundo, que acontece no próximo mês, e se a Seleção brasileiras de futebol estava boa. </P><br />
<P>&#8220;E eu falei: &#8216;Olha, eu espero que você não venha a anular o visto dos jogadores brasileiros da Seleção. Por favor, não faça isso porque nós vamos vir aqui para ganhar a Copa do Mundo&#8221;, disse rindo o presidente brasileiro.</P><br />
<P>Lula disse que Trump achou graça do comentário &#8220;e riu, porque agora ele vai rir sempre. Ele aprendeu que rir é muito bom&#8221;. </P><br />
<P>Quem também se mostrou satisfeito com o encontro foi Donald Trump, que usou as suas redes sociais para elogiar Lula da Silva ao chamá-lo de &#8220;muito dinâmico&#8221; e dizer que a reunião entre os dois correu bem. </P><br />
<P>&#8220;Acabo de concluir minha reunião com Luiz Inácio Lula da Silva, o muito dinâmico presidente do Brasil. Discutimos muitos temas, incluindo comércio e, especificamente, tarifas&#8221;, escreveu Trump.</P><br />
<P>&#8220;A reunião foi muito boa. Os nossos representantes devem se reunir para tratar de alguns pontos-chave. Novos encontros serão marcados nos próximos meses, conforme necessário&#8221;, diz o texto.</P><br />
<P>O político brasileiro desembarcou em Washington na noite de quarta-feira acompanhado dos ministros de Relações Exteriores, Mauro Vieira, da Fazenda, Dario Durigan, de Minas e Energia, Alexandre Silveira, além do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Márcio Elias. </P><br />
<P>Completam a comitiva ainda o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, além do chefe da Polícia Federal brasileira, Andrei Rodrigues. </P><br />
<P>O encontro entre os dois líderes das duas maiores democracias do ocidente acontece após um ano tenso da política de tarisfas dos EUA sobre o Brasil e atritos diplomáticos entre os dois países.</P><br />
<P>As autoridades brasileiras e norte-americana discutiram comércio bilateral, tarifas impostas pelo governo norte-americano aos produtos brasileiros, cooperação transnacional no combate ao crime organizado e lavagem de dinheiro, e sobre os minerais críticos e terras raras. </P><br />
<P>Lula disse ainda que apresentou o marco legal dos minerais críticos aprovado pela Câmara dos Deputados do Brasil, mostrando, assim, uma sinalização de que o país oferece uma base regulatória para destravar e atrair investimentos no setor de mineração.</P><br />
<P>&#8220;Nós não temos preferência, o que nós queremos é fazer parceria&#8221;, declarou ao dizer que o país não quer ser apenas um exportador da &#8216;commodities&#8217;, mas gerar emprego com indústrias que façam beneficiamento e transformação dos minerais no Brasil.</P><br />
<P>O Presidente brasileiro disse ainda que discutiu com Donald Trump temas que pareciam tabus e mencionou o crime organizado.</P><br />
<P>O líder de esquerda disse que o Brasil está disposto a construir um &#8220;grupo forte&#8221; de combate ao crime organizado com todos os países da América Latina, e criticou o que chamou de &#8220;hegemonia&#8221; de um país sobre o outro.</P><br />
<P>&#8220;Eu falei ao Presidente Trump: &#8216;muitas vezes, os Estados Unidos falavam em combater o crime organizado, a questão das drogas, tentando ter base militar dentro dos outros países'&#8221;, criticou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760167]]></sapo:autor>
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		<title>Trump ameaça UE com tarifas &#8220;muito mais elevadas&#8221; se não for aplicado acordo comercial em 2 meses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 21:34:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ Washington, 07 mai 2026 (Lusa) - O Presidente norte-americano, Donald Trump, ameaçou hoje a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, com a aplicação de tarifas "muito mais elevadas" sobre produtos europeus, se Bruxelas não aplicar até 04 de julho o acordo comercial bilateral assinado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P> O Presidente norte-americano, Donald Trump, ameaçou hoje a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, com a aplicação de tarifas &#8220;muito mais elevadas&#8221; sobre produtos europeus, se Bruxelas não aplicar até 04 de julho o acordo comercial bilateral assinado. </P><br />
<P>&#8220;Foi feita a promessa de que a UE cumpriria a sua parte do acordo e, conforme estipulado, reduziria as suas tarifas a zero! Concordei em dar-lhes até ao 250º aniversário do nosso país (04 de julho); caso contrário, infelizmente, as suas tarifas disparariam imediatamente para níveis muito mais elevados&#8221;, disse o Trump numa mensagem na plataforma Truth Social, após conversa telefónica com Von der Leyen. </P><br />
<P>Na mensagem, Trump afirma estar &#8220;pacientemente à espera que a UE cumpra a sua parte do histórico acordo comercial&#8221; que ambos os lados firmaram durante a visita do republicano à Escócia no verão passado. </P><br />
<P>Trump e Von der Leyen finalizaram em julho de 2025 o chamado Acordo de Turnberry, que redefine o quadro tarifário. </P><br />
<P>As tarifas no mercado norte-americano passam a ser de até 15% para a grande maioria dos produtos europeus &#8211; incluindo automóveis, semicondutores, produtos farmacêuticos e madeiras &#8211; e a UE, em contrapartida, elimina a maior parte das tarifas que ainda aplicava aos produtos industriais dos Estados Unidos. </P><br />
<P>A Casa Branca tem vindo a pressionar para aplicação do acordo, mais recentemente a 01 de maio, quando Trump anunciou que iria aumentar as tarifas sobre os automóveis e camiões da UE para 25, argumentando que Bruxelas &#8220;não está a cumprir o acordo comercial&#8221;, pelo que a conversa de hoje entre Trump e Von der Leyen deverá prevenir sobressaltos. </P><br />
<P>No seu primeiro dia de mandato, a 20 de janeiro de 2025, Trump assinou um memorando intitulado &#8220;Política Comercial &#8216;América Primeiro'&#8221;, delineando as prioridades imediatas e orientando as agências governamentais para rever os desequilíbrios comerciais.  </P><br />
<P>A 01 de fevereiro de 2025 anunciou a primeira grande vaga de novas tarifas, de 25% sobre todos os produtos do México e do Canadá, e mais 10% sobre os produtos da China.  </P><br />
<P>As tarifas universais sobre o aço e o alumínio entraram em vigor a 12 de março de 2025. </P><br />
<P>Trump invocou a Lei dos Poderes Económicos de Emergência Internacional (IEEPA) para declarar o estado de emergência nacional relativamente aos défices comerciais, em abril de 2025.  </P><br />
<P>A medida, que o Supremo Tribunal declarou ilegal já em fevereiro deste ano, permitiu estabelecer uma tarifa básica universal de 10% sobre quase todas as importações de todos os países.  </P><br />
<P>A 09 de abril de 2025 foram implementadas tarifas &#8220;recíprocas&#8221; específicas, nas quais as taxas para determinados países (como uma taxa de 104% sobre a China) foram aumentadas para corresponder aos impostos que esses países cobram sobre os produtos norte-americanos.  </P><br />
<P>Desde então, o seu governo tem negociado acordos com os principais parceiros comerciais, muitas vezes reduzindo as tarifas em contrapartida de aumento das compras de produtos norte-americanos e investimentos industriais no país.  </P><br />
<P>Trump tem usado as tarifas alfandegárias como um instrumento de política económica, para diminuir o défice comercial norte-americano, mas também para coação política, mais recentemente ameaçando com sobretaxas os países europeus que apoiaram a Dinamarca na crise em torno da Gronelândia.    </P><br />
<P>Embora a Comissão Europeia e a maioria dos países da UE pretendam a aprovação rápida do acordo, ao nível do Parlamento Europeu alguns eurodeputados têm exigido mecanismos de salvaguarda, caso Washington aplique novas tarifas sbo ameaça da integridade territorial da UE, além de protecção contra aumentos súbitos das importações que distorçam a concorrência no mercado único.</P><br />
<P>Na conversa telefónica de hoje com a presidente da Comissão, que descreveu como &#8220;excelente&#8221;, o Presidente norte-americano disse ter sido abordado ainda o Médio Oriente, estando ambas as partes &#8220;totalmente unidas na convicção de que o Irão nunca será capaz de possuir uma arma nuclear&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Concordamos que um regime que assassina o seu próprio povo não pode controlar uma bomba capaz de matar milhões de pessoas&#8221;, concluiu Trump.</P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760165]]></sapo:autor>
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		<title>LCE: Crystal Palace e Rayo Vallecano marcam encontro na final da prova</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 21:10:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Crystal Palace, estreante em competições europeias, e o Rayo Vallecano apuraram-se hoje para a final da Liga Conferência de futebol, constituindo esta uma primeira final europeia para ambos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Crystal Palace, estreante em competições europeias, e o Rayo Vallecano apuraram-se hoje para a final da Liga Conferência de futebol, constituindo esta uma primeira final europeia para ambos.</P><br />
<P>Para marcar presença no jogo decisivo, o clube inglês afastou os ucranianos do Shakhtar Donetsk, vencendo na primeira mão por 3-1 e hoje, em Inglaterra, por 2-1, enquanto os espanhóis garantiram a final com triunfos por 1-0 em casa do Estrasburgo e na receção de hoje aos franceses.</P><br />
<P>A final está agendada para as 20:00 de 27 de maio, na Red Bull Arena Leipzig, na Alemanha.</P><br />
<P></P></p>
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		<title>Irão: Troca de tiros entre forças iranianas e &#8220;inimigo&#8221; no estreito de Ormuz &#8211; media</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 21:09:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As forças armadas iranianas trocaram tiros com "o inimigo" norte-americano na ilha de Qeshm, no Estreito de Ormuz, noticiaram hoje os media estatais em Teerão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As forças armadas iranianas trocaram tiros com &#8220;o inimigo&#8221; norte-americano na ilha de Qeshm, no Estreito de Ormuz, noticiaram hoje os media estatais em Teerão. </P><br />
<P>Segundo a televisão estatal, as forças da República Islâmica abriram fogo em retaliação pelo &#8220;ataque militar dos Estados Unidos a um petroleiro iraniano&#8221; </P><br />
<P>A mesma fonte relatou anteriormente explosões na ilha iraniana de Qeshm, no Estreito de Ormuz.  </P><br />
<P>Após o ataque ao petroleiro, &#8220;as unidades inimigas no estreito foram alvejadas por mísseis iranianos e forçadas a fugir após sofrerem danos&#8221;, informou o canal de notícias IRIB, citando um oficial militar não identificado.  </P><br />
<P>As forças norte-americanas não se pronunciaram sobre as alegações dos media estatais com base em fontes anónimas. </P><br />
<P>A ilha de Qeshm é a maior ilha iraniana do Golfo Pérsico, com cerca de 150 mil habitantes, e alberga uma central de dessalinização de água. </P><br />
<P>Teerão mantém bloqueado o estreito de Ormuz, uma via navegável estratégica para o comércio global de combustíveis fósseis, desde 28 de fevereiro, data em que os Estados Unidos e Israel iniciaram uma guerra contra a República Islâmica que já fez milhares de mortos, sobretudo no seu território e no do Líbano, e abalou a economia mundial. </P><br />
<P>Washington, por sua vez, mantém o bloqueio aos portos iranianos, imposto a 13 de abril, cinco dias após a entrada em vigor de um cessar-fogo. </P><br />
<P>Teerão afirmou nos últimos dias estar a analisar as mais recentes propostas de Washington para o fim da guerra. </P><br />
<P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, garantiu na quarta-feira que Washington tem tido negociações &#8220;muito boas&#8221; com Teerão e considerou &#8220;muito possível&#8221; um acordo para pôr fim à guerra .</P><br />
<P>As suas declarações surgiram horas depois de ter decidido suspender a operação de escolta de navios presos desde fevereiro no Golfo Pérsico devido ao bloqueio iraniano em Ormuz, de forma a permitir que ambos os lados chegassem a um entendimento que pusesse fim ao conflito. </P><br />
<P>Os Estados Unidos e vários países do golfo Pérsico instaram hoje o Conselho de Segurança da ONU a exigir ao Irão que &#8220;deixe de impedir&#8221; a navegação no Estreito de Ormuz. </P><br />
<P>Esta pressão surge numa altura em que um projeto de resolução nesse sentido corre o risco de ser vetado. </P><br />
<P>&#8220;Acreditamos em princípios fundamentais, como a liberdade de navegação para todos os países do mundo. É isso que está em causa aqui&#8221;, declarou à imprensa o embaixador norte-americano na ONU, Mike Waltz, rodeado dos homólogos do Bahrein, da Arábia Saudita, dos Emirados Árabes Unidos, do Qatar e do Kuwait. </P><br />
<P>Há alguns dias, EUA e Bahrein apresentaram aos membros do Conselho de Segurança uma proposta de resolução estipulando que o Irão deve &#8220;cessar imediatamente todos os ataques e ameaças&#8221; a navios e &#8220;qualquer tentativa de impedir&#8221; a liberdade de navegação naquele estreito estratégico, incluindo &#8220;a colocação de minas&#8221; e a criação de &#8220;portagens ilegais&#8221;. </P><br />
<P>O texto exige igualmente que Teerão divulgue o número e a localização das minas e as remova e permita, além disso, a definição pela ONU de um &#8220;corredor humanitário&#8221;, em especial para a passagem de fertilizantes, para impedir uma fome global. </P><br />
<P>Em meados de março, o Conselho aprovou uma resolução muito firme contra Teerão, exigindo o &#8220;fim imediato&#8221; dos ataques aos vizinhos do golfo Pérsico e condenando o bloqueio do estreito de Ormuz. </P><br />
<P>A Rússia e a China abstiveram-se nessa ocasião, mas ambas vetaram depois, no início de abril, um texto que incentivava os Estados envolvidos a coordenarem esforços, &#8220;de natureza defensiva&#8221;, para garantir a liberdade de navegação. </P><br />
<P>E, segundo fontes diplomáticas, a Rússia, aliada da República Islâmica, indicou na quarta-feira estar preparada para bloquear o novo texto. </P><br />
<P>O Irão criou hoje uma agência governamental para fiscalizar e tributar as embarcações que procuram passagem pelo Estreito de Ormuz, informou uma empresa de dados marítimos. </P><br />
<P> </P><br />
<P>PDF (ANC/DMC) // RBF</P></p>
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