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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Exames Nacionais e Provas do 9.º ano: Dúvidas sobre afixação de pautas hoje, em dia único de inscrição para a 2.ª fase</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 05:30:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Esta sexta-feira é um dos dias mais aguardados do calendário escolar para milhares de alunos do ensino secundário.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esta sexta-feira é um dos dias mais aguardados do calendário escolar para milhares de alunos do ensino secundário. Está prevista a divulgação das classificações da primeira fase dos exames nacionais e abre igualmente o prazo para as inscrições na segunda fase, que arranca já na próxima segunda-feira. No entanto, a reta final do processo continua marcada pela incerteza, sobretudo quanto às provas de Português e Matemática A do 12.º ano, cuja correção enfrentou maiores dificuldades, deixando em aberto se todas as pautas poderão, de facto, ser afixadas durante o dia.</p>
<p>O calendário assume um peso ainda maior porque, na sequência do adiamento das classificações decidido pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI), os estudantes dispõem apenas desta sexta-feira para formalizar a inscrição na segunda fase dos exames. A situação levanta dúvidas sobre o cumprimento da legislação em vigor, que prevê um prazo de dois dias úteis para esse procedimento, obrigando o Governo a encontrar uma solução legal para acomodar o novo calendário.</p>
<p>Esta sexta-feira está também prevista a divulgação das pautas com as classificações das provas finais da 1.ª fase do 9.º ano, igualmente adiadas pelo MECI devido aos problemas registados no processo de classificação eletrónica. Inicialmente previstas para 14 de julho, as pautas do ensino básico foram reagendadas para hoje depois de a tutela reconhecer que as dificuldades informáticas &#8220;pressionaram o cumprimento do calendário inicialmente previsto&#8221;. O ministério justificou a alteração com a necessidade de garantir a qualidade e o rigor do processo de classificação e de assegurar aos professores o tempo necessário para concluírem a avaliação das provas. Ainda assim, também sobre estas pautas subsistem dúvidas quanto à possibilidade de todas serem afixadas ao longo do dia, face aos constrangimentos que marcaram as últimas semanas.</p>
<p>As alterações foram anunciadas no início de julho, quando o MECI decidiu adiar a publicação das classificações de 14 para 17 de julho e empurrar o início da segunda fase para 20 de julho, mantendo, contudo, inalterado o calendário do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior. As candidaturas ao ensino superior continuam, assim, previstas para começar no dia 20.</p>
<p>Desde então, diretores escolares, professores e alunos têm alertado para os constrangimentos criados pela alteração das datas. O principal problema prende-se precisamente com o reduzido prazo disponível para os estudantes decidirem se pretendem repetir exames ou melhorar classificações, numa altura em que muitas famílias também têm férias marcadas e as escolas continuam a organizar o encerramento do ano letivo e a preparação do próximo.</p>
<p>À incerteza juntou-se ainda a polémica em torno da classificação digital das provas, que marcou toda a primeira fase dos exames nacionais. Problemas técnicos na plataforma utilizada, atrasos sucessivos e dificuldades na distribuição e validação das respostas obrigaram a sucessivos ajustamentos do calendário.</p>
<p>Na véspera da divulgação das notas, o ministro da Educação, Fernando Alexandre, admitiu que não existia garantia absoluta de que todas as classificações estariam prontas para publicação. O governante revelou que 99,3% das respostas já tinham sido corrigidas, mas reconheceu que permaneciam centenas de respostas por validar, sobretudo em algumas disciplinas.</p>
<p>&#8220;Estamos a aguardar a conclusão da correção de algumas provas e, de acordo com o Júri Nacional de Exames, estamos com dificuldades em conseguir que haja professores classificadores para algumas provas&#8221;, afirmou o ministro, apelando à colaboração dos docentes para concluir o processo.</p>
<p>Fernando Alexandre especificou que persistiam dificuldades particularmente nas provas de Português e Matemática, admitindo que ainda estavam a ser distribuídos exames para classificação. Referiu igualmente que faltavam corrigir 373 respostas do exame de Físico-Química A do 11.º ano e outras 584 de Biologia e Geologia, apesar de dezenas de milhares de respostas dessas disciplinas já terem sido concluídas.</p>
<p>O governante reconheceu também que todo o processo &#8220;correu mal&#8221;, assegurando que será realizada uma auditoria para apurar responsabilidades e identificar as falhas verificadas na implementação da classificação digital.</p>
<p><strong>Diretores esperam que o processo &#8220;não morra na praia&#8221;</strong><br />
Em declarações exclusivas à Executive Digest, o presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), Filinto Lima, considera que o Ministério da Educação está agora concentrado em cumprir o objetivo essencial: permitir que as escolas consigam afixar hoje as pautas.</p>
<p>&#8220;O ministro da Educação quer dar tudo por tudo para atingir o grande objetivo. Qual é o grande objetivo? É no dia 17 os diretores poderem fixar as pautas. Ou seja, ele não quer que este processo morra na praia&#8221;, afirmou.</p>
<p>O responsável admite que o processo de classificação digital ficou marcado por sucessivos adiamentos e reconhece que os professores classificadores têm realizado um esforço extraordinário.</p>
<p>&#8220;Os professores classificadores estão a dar o litro. Estão a ter um trabalho muitas vezes desumano, fora de horas, aos fins de semana e até altas horas da madrugada para conseguirem classificar as provas&#8221;, sublinhou.</p>
<p>Ainda assim, Filinto Lima espera que os problemas fiquem ultrapassados antes do início da segunda fase.</p>
<p>&#8220;Espero que na segunda fase, que começa já para a semana, as coisas corram a 100%. O modelo veio para ficar e, segundo os próprios classificadores, é um modelo muito bom. O problema não foi o modelo, foi a infraestrutura que o suportou&#8221;, afirmou.</p>
<p><strong>Plataforma continua no centro das críticas</strong><br />
O dirigente da ANDAEP considera que as principais falhas estiveram relacionadas com a digitalização das provas e com a plataforma tecnológica utilizada, rejeitando responsabilidades das escolas ou dos docentes.</p>
<p>&#8220;A comunicação tem apontado demasiadas vezes o dedo às escolas e aos professores classificadores. Quem falhou foi o processo de digitalização e a plataforma. As escolas não tiveram qualquer espécie de falha no meio desta situação&#8221;, afirmou.</p>
<p>Filinto Lima considera ainda que a transição da experiência-piloto realizada no ano passado para a utilização generalizada da plataforma representou um salto demasiado ambicioso.</p>
<p>&#8220;O ano passado foram cerca de 20 mil provas de Filosofia. Este ano passou-se para mais de 300 mil provas e milhões de páginas digitalizadas. Foi um salto muito grande e muito arriscado&#8221;, observou.</p>
<p>Na sua perspetiva, uma implementação faseada teria permitido reduzir muitos dos problemas agora verificados.</p>
<p><strong>Alunos enfrentam apenas um dia para decidir</strong><br />
Além da ansiedade em torno das classificações, os estudantes enfrentam agora outro desafio: decidir, praticamente de imediato, se pretendem inscrever-se na segunda fase.</p>
<p>Quando o novo calendário foi anunciado, Filinto Lima alertou que a legislação prevê um prazo de dois dias úteis para a inscrição dos alunos, algo que deixou de ser possível com o adiamento das classificações.</p>
<p>&#8220;O maior problema é precisamente esse. Os prazos previstos não vão ser cumpridos e terá de existir uma alteração legislativa&#8221;, alertou então.</p>
<p>A situação poderá ainda refletir-se no número de pedidos de reapreciação das provas.</p>
<p>Segundo o presidente da ANDAEP, é expectável um aumento significativo dos recursos apresentados pelos alunos.</p>
<p>&#8220;O normal é cerca de 2% dos alunos pedirem reapreciação. Acho que este ano esse número vai aumentar bastante&#8221;, antecipou.</p>
<p><strong>Reunião habitual de homologação das notas não aconteceu</strong><br />
Entretanto, a CNN Portugal revelou que, pela primeira vez desde 1999, não foi realizada a habitual reunião de balanço e homologação das classificações dos exames nacionais entre o presidente do Júri Nacional de Exames (JNE), os coordenadores regionais e representantes da Inspeção-Geral da Educação.</p>
<p>Segundo uma fonte conhecedora do processo citada pela estação televisiva, nenhum coordenador regional foi convocado para esse encontro, tradicionalmente realizado antes da autorização para afixação das pautas.</p>
<p>Embora essa reunião não seja obrigatória por lei, a mesma fonte considera que se tratava de uma prática consolidada ao longo de muitos anos e que permitia analisar o funcionamento do processo e preparar melhorias para a segunda fase.</p>
<p>A mesma fonte afirmou ainda que os serviços terão alertado previamente a tutela para os riscos associados à generalização da classificação digital já neste ano letivo.</p>
<p><strong>Concurso ao ensino superior mantém calendário</strong><br />
Apesar de toda a polémica em torno dos exames nacionais, o Ministério da Educação decidiu manter inalterado o calendário do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior.</p>
<p>Assim, as candidaturas continuam previstas para arrancar na segunda-feira, 20 de julho, coincidindo com o primeiro dia da segunda fase dos exames nacionais.</p>
<p>Ao anunciar as alterações ao calendário, o MECI lamentou &#8220;os eventuais transtornos&#8221; provocados a alunos, famílias, professores classificadores e escolas, reiterando que a prioridade passou por concluir o processo de classificação e garantir o normal funcionamento das provas seguintes.</p>
<p>Agora, todas as atenções concentram-se nesta sexta-feira. O objetivo assumido pelo Governo é que sejam finalmente afixadas as pautas das provas finais do 9.º ano e as classificações da primeira fase dos exames nacionais do ensino secundário, permitindo que dezenas de milhares de alunos conheçam os resultados aguardados há vários dias. Ainda assim, permanece a dúvida sobre se todas as disciplinas conseguirão cumprir o calendário previsto, sobretudo nos exames de Português e Matemática A do 12.º ano, que enfrentaram maiores constrangimentos durante o processo de classificação, podendo alguns estudantes ter ainda de esperar mais tempo para conhecer resultados decisivos para o acesso ao ensino superior.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787108]]></sapo:autor>
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		<title>Portugal despede-se da frescura atlântica: temperaturas voltam a rondar os 40ºC já nos próximos dias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 05:15:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Depois de vários dias em que Portugal continental escapou às temperaturas extremas que têm assolado grande parte da Europa, o cenário meteorológico começa a mudar. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de vários dias em que Portugal continental escapou às temperaturas extremas que têm assolado grande parte da Europa, o cenário meteorológico começa a mudar. A previsão para esta sexta-feira aponta ainda para tempo relativamente ameno para a época do ano, mas o fim de semana marcará o regresso gradual do calor, sobretudo nas regiões do interior, onde no domingo os termómetros poderão voltar a ultrapassar os 35 ºC e aproximar-se dos 40 ºC em alguns locais.</p>
<p>Nas últimas semanas, Portugal destacou-se como uma exceção no panorama europeu. Enquanto países como Espanha, França e Itália enfrentaram sucessivas vagas de calor e temperaturas extremamente elevadas, o território continental português beneficiou de uma circulação atmosférica que manteve o ar mais fresco, especialmente nas regiões costeiras. Contudo, esse padrão está prestes a alterar-se.</p>
<p><strong>Sexta-feira ainda será marcada por temperaturas abaixo do normal</strong><br />
Para esta sexta-feira, mantém-se a influência da denominada &#8220;frescura atlântica&#8221;, responsável por manter as temperaturas abaixo da média climatológica para esta altura do ano.</p>
<p>Segundo a análise meteorológica, as anomalias térmicas continuam negativas, situando-se entre 1 e 3 graus Celsius abaixo dos valores habituais para julho. Mesmo nas zonas tradicionalmente mais quentes, as temperaturas máximas deverão permanecer abaixo da barreira dos 35 ºC.</p>
<p>No litoral continental, as máximas deverão oscilar entre os 19 ºC e os 28 ºC, enquanto no interior são esperados valores entre os 28 ºC e os 34 ºC, mantendo um ambiente significativamente mais fresco do que aquele registado em vastas regiões da Europa Ocidental e mediterrânica.</p>
<p><strong>Porque Portugal tem escapado ao calor extremo</strong><br />
A explicação para este comportamento atmosférico encontra-se na persistência de depressões isoladas em altitude — vulgarmente conhecidas como bolsas de ar frio — posicionadas a oeste da Península Ibérica.</p>
<p>Ao longo das últimas semanas, estas depressões têm permanecido praticamente estacionárias, condicionando a circulação atmosférica e favorecendo a entrada de massas de ar tropical marítimo provenientes do Atlântico para Portugal continental.</p>
<p>Em simultâneo, esta mesma configuração atmosférica tem empurrado o ar extremamente quente e seco oriundo do Norte de África para a metade oriental da Península Ibérica e para vários países banhados pelo Mediterrâneo, nomeadamente Espanha, França e Itália.</p>
<p>Os especialistas explicam que a posição destas bolsas de ar frio é determinante para a distribuição das massas de ar. Quando permanecem mais a leste, Portugal beneficia da influência marítima, enquanto o calor intenso se concentra sobretudo nas regiões mediterrânicas. Pelo contrário, quando estas depressões se deslocam para oeste, aumenta significativamente a probabilidade de episódios de calor intenso em território nacional.</p>
<p><strong>Atlântico, nortada e upwelling ajudam a conter o calor</strong><br />
Além da circulação atmosférica, existem outros fatores que têm contribuído para manter Portugal relativamente fresco.</p>
<p>A influência direta do oceano Atlântico, a habitual nortada de verão e o fenómeno de upwelling — que consiste na subida de águas frias das camadas profundas do oceano para a superfície — têm desempenhado um papel importante, sobretudo ao longo da faixa litoral.</p>
<p>Esta combinação impede que o aquecimento seja tão acentuado como acontece em regiões mais afastadas do mar.</p>
<p>Mesmo nas zonas do interior, habitualmente mais quentes durante o verão, a reduzida largura do território português — cerca de 200 quilómetros entre a costa e a fronteira em muitos pontos — permite que a influência marítima continue a moderar as temperaturas.</p>
<p>É precisamente este conjunto de fatores que explica o contraste térmico observado nas últimas semanas entre Portugal continental e regiões como o leste de Espanha, o sul de França, as Baleares, a Córsega, a Sardenha ou diversas zonas de Itália, onde o calor tem atingido valores bastante superiores.</p>
<p><strong>Mudança começa já no sábado</strong><br />
A previsão aponta, contudo, para uma alteração gradual deste padrão atmosférico durante o fim de semana.</p>
<p>No sábado, dia 18 de julho, deverá iniciar-se uma subida das temperaturas, embora ainda relativamente moderada.</p>
<p>O aquecimento será mais evidente nas regiões do interior, enquanto o litoral continuará a beneficiar da proximidade ao Atlântico, mantendo temperaturas mais agradáveis.</p>
<p>Ainda assim, os modelos meteorológicos indicam que o aumento da temperatura será o primeiro sinal de uma mudança mais significativa prevista para o dia seguinte.</p>
<p><strong>Domingo poderá voltar a trazer temperaturas entre 35 ºC e 40 ºC</strong><br />
Será no domingo, dia 19 de julho, que a subida das temperaturas se fará sentir com maior intensidade.</p>
<p>As previsões apontam para máximas entre os 35 ºC e os 40 ºC em diversas regiões do país, especialmente nos vales do Douro e do Guadiana, na Beira Alta, na Beira Baixa, em grande parte do Alentejo e também no Sotavento Algarvio.</p>
<p>O interior Norte e o Algarve destacam-se como as zonas onde as temperaturas deverão apresentar os desvios mais significativos face aos valores habituais para esta época do ano.</p>
<p>Os mapas de anomalia térmica apontam para valores entre 2 e 4 graus acima da média climatológica, podendo atingir localmente desvios entre 5 e 6 graus no interior Norte e chegar aos 9 graus acima do normal em alguns pontos do Algarve.</p>
<p><strong>Nem todo o país aquecerá da mesma forma</strong><br />
Apesar da subida generalizada das temperaturas, nem todas as regiões sentirão o calor da mesma maneira.</p>
<p>A faixa costeira ocidental continuará relativamente protegida pela influência marítima.</p>
<p>Em particular, o litoral Norte, entre Viana do Castelo e Ovar, deverá manter temperaturas inferiores às registadas no restante território, continuando a apresentar condições mais frescas do que o habitual para esta altura do verão.</p>
<p><strong>Nova configuração atmosférica explica o regresso do calor</strong><br />
A mudança prevista para o fim de semana resulta da alteração da circulação atmosférica que dominou as últimas semanas.</p>
<p>A bolsa de ar frio responsável pela entrada de ar marítimo deverá afastar-se gradualmente, permitindo o fortalecimento de uma crista anticiclónica sobre o Atlântico Norte.</p>
<p>Ao mesmo tempo, uma massa de ar mais quente e seca aproximar-se-á de Portugal continental, proveniente do interior da Península Ibérica e alimentada, numa fase inicial, por ar quente oriundo do Norte de África.</p>
<p>Esta nova configuração favorecerá um aumento progressivo das temperaturas, sobretudo no interior do país, marcando o fim do período em que Portugal funcionou como um verdadeiro &#8220;oásis&#8221; de frescura face ao calor extremo sentido em grande parte da Europa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790207]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Vice-primeiro-ministro de Timor-Leste desafia empresários a investirem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 05:12:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O vice-primeiro-ministro e ministro coordenador dos Assuntos Sociais timorense, Mariano Assanami Sabino, desafiou hoje os empresários timorenses a realizarem investimentos e criticou os membros do Governo que não assumem o papel de verdadeiros servidores do Estado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O vice-primeiro-ministro e ministro coordenador dos Assuntos Sociais timorense, Mariano Assanami Sabino, desafiou hoje os empresários timorenses a realizarem investimentos e criticou os membros do Governo que não assumem o papel de verdadeiros servidores do Estado.</P><br />
<P>&#8220;Para os empresários que têm muitos projetos de investimento, não aproveitem o dinheiro para passear, andar de um lado para o outro, construir casas grandes ou comprar apenas carros bons, como se já fossem grandes patrões&#8221;, disse Assanami Sabino.</P><br />
<P>Segundo o governante, muitos empresários timorenses continuam demasiado dependentes dos projetos do Governo ou do Estado, o que, salientou, não representa uma classe empresarial verdadeiramente rica.</P><br />
<P>O vice-primeiro-ministro incentivou a que sejam feitos investimentos em setores estratégicos para que Timor-Leste não dependa de estrangeiros.</P><br />
<P>&#8220;A nossa soberania está nas nossas próprias mãos, com o nosso dinheiro. Temos de investir, temos de criar, temos de ser nós os autores da nossa própria soberania&#8221;, afirmou Mariano Assanami Sabino.</P><br />
<P>O também líder do Partido Democrático, na coligação no Governo, pediu também aos seus colegas para apoiarem os investidores.</P><br />
<P>&#8220;Os membros do Governo são servidores das pessoas. Quando chegam grandes investimentos para fazer alguma coisa, devem ir ao terreno, receber e acompanhar. Não podem ficar sentados nos seus gabinetes e dificultar a receção dos investidores. O tempo não espera, não podemos estar ocupados com coisas que não sabemos se têm importância&#8221;, salientou.</P><br />
<P>Segundo o vice-primeiro-ministro, ser servidor público significa descer ao terreno, observar, avaliar e apoiar aqueles que fazem bem.</P><br />
<P>&#8220;Ser servidor é isso. Ser eleito pelo povo é para trabalhar. Não é vestir um fato, nem andar apenas com bons carros de um lado para o outro&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>Mariano Assanami Sabino falava durante a cerimónia de inauguração e lançamento da operação de três barcos de pesca, denominados Kablaki, Paitchau e Maubai.</P><br />
<P>As embarcações foram compradas pelo Conselho dos Combatentes da Libertação Nacional a partir de um fundo criado pelos veteranos em 2020 para desenvolver o setor das pescas no país.</P><br />
<P>Com aquele fundo, os veteranos criaram também o Banco do Nosso Futuro (BNF), oficinas para arranjo de viaturas, uma alfaiataria, entre outros investimentos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790472]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Termina hoje campanha eleitoral das presidenciais em São Tomé e Príncipe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 04:50:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[São Tomé e Príncipe vive hoje o último dia de campanha eleitoral para as presidenciais marcadas para domingo, com o sábado reservado como dia de reflexão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>São Tomé e Príncipe vive hoje o último dia de campanha eleitoral para as presidenciais marcadas para domingo, com o sábado reservado como dia de reflexão.</P><br />
<P>Com dois dos quatro candidatos sem praticamente qualquer atividade de campanha pelo menos na última semana, as atenções viram-se para os comícios finais de Nito d&#8217;Abreu, apoiado pela Ação Democrática Independente (ADI), e Carlos Vila Nova, que tenta a reeleição com o apoio do Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe.</P><br />
<P>Ambos encerram a campanha com comícios agendados para a capital do país, num momento em que todas as missões de observação eleitoral se encontram no terreno, com destaque para a União Europeia, União Africana e Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. </P><br />
<P>O Tribunal Constitucional são-tomense admitiu cinco candidatos às presidenciais de 19 de julho: Eugénio Rodrigues da Trindade Tiny, Nito de Sousa Viegas D&#8217;Abreu, Miques João do Nascimento de Jesus Bonfim, Carlos Manuel Vila Nova, que se recandidata ao cargo, e Jorge Bom Jesus, que anunciou a sua desistência já fora do prazo legal.</P><br />
<P>Segundo a Comissão Eleitoral Nacional (CEN), os dados definitivos do recenseamento eleitoral automático registaram 142.191 eleitores, dos quais 121.670 estão em São Tomé e Príncipe e 20.521 na diáspora, nomeadamente 15.917 em cinco países da Europa, e 5.324 em quatro países de África.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790471]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Guterres alerta contra controlo da IA por &#8220;um punhado de países ou empresas&#8221;</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/guterres-alerta-contra-controlo-da-ia-por-um-punhado-de-paises-ou-empresas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 04:30:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral da ONU, António Guterres, apelou hoje para que não se permita a "um punhado de países ou empresas" controlar o futuro da inteligência artificial (IA), sublinhando que deve ser a humanidade a "moldar" essa tecnologia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário-geral da ONU, António Guterres, apelou hoje para que não se permita a &#8220;um punhado de países ou empresas&#8221; controlar o futuro da inteligência artificial (IA), sublinhando que deve ser a humanidade a &#8220;moldar&#8221; essa tecnologia.</P><br />
<P>O dirigente português fez este apelo durante um discurso na inauguração da Conferência Mundial de Inteligência Artificial (WAIC, na sigla em inglês), o principal evento deste setor emergente na China, que decorre até segunda-feira em Xangai.</P><br />
<P>&#8220;A IA pode ser uma das maiores oportunidades para a humanidade no século XXI, mas também poderá ser um dos seus maiores riscos. (&#8230;) A tecnologia deve estar ao serviço das pessoas e não o contrário&#8221;, advertiu Guterres.</P><br />
<P>Na sua perspetiva, os riscos concentram-se na ameaça de &#8220;desigualdades ainda maiores&#8221; em matéria de rendimento, oportunidades ou segurança: &#8220;Não podemos permitir que isso aconteça. O desafio que enfrentamos é garantir que a IA se torne uma força para maior inclusão e para o progresso comum&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Um terço da humanidade continua desconectada. Muitos países ainda enfrentam lacunas de conectividade, infraestrutura e acesso à energia. A capacidade de computação, os recursos de dados e os conhecimentos técnicos permanecem concentrados&#8221;, detalhou o representante da ONU.</P><br />
<P>Neste sentido, Guterres pediu &#8220;apoio total&#8221; aos líderes presentes para iniciativas da ONU, como uma rede global de intercâmbio e cooperação na construção de capacidades em IA ou um fundo global para essa tecnologia.</P><br />
<P>O objetivo do português é que a tecnologia &#8220;seja construída com países em desenvolvimento para países em desenvolvimento&#8221;. &#8220;Isso significa modelos abertos que os países possam adotar, capacidade de computação que possam suportar e formação para as pessoas que a irão utilizar&#8221;, explicou.</P><br />
<P>O secretário-geral da ONU manifestou esperança de que a IA seja uma ferramenta essencial para os objetivos de desenvolvimento sustentável, ao &#8220;acelerar os avanços médicos, transformar a educação, reforçar os sistemas alimentares e a produtividade agrícola ou impulsionar novas indústrias e criar empregos dignos&#8221;.</P><br />
<P>Ainda assim, defendeu a necessidade de regular a segurança desta tecnologia: &#8220;Os sistemas que atravessam fronteiras precisam de normas que atravessem fronteiras&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Precisamos de uma governação inclusiva, interligada e enraizada no direito internacional. Os direitos humanos devem ser protegidos. Os humanos devem manter o controlo sobre qualquer decisão de vida ou morte. E nenhum sistema de IA deve ser colocado nas mãos de uma criança antes de se demonstrar que é seguro&#8221;, enumerou.</P><br />
<P>Por fim, Guterres abordou a crescente procura energética derivada do avanço da IA, exigindo que &#8220;todas as grandes empresas de IA revelem a pegada ambiental completa dos seus sistemas e que os alimentem com energias renováveis antes de 2030&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790470]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Xi Jinping pede governação global da IA e rejeita domínio de um só país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 04:14:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente chinês, Xi Jinping, defendeu hoje que a inteligência artificial não deve ser dominada por um único país e apelou ao reforço da cooperação internacional na governação desta tecnologia, na abertura da Conferência Mundial de Inteligência Artificial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente chinês, Xi Jinping, defendeu hoje que a inteligência artificial não deve ser dominada por um único país e apelou ao reforço da cooperação internacional na governação desta tecnologia, na abertura da Conferência Mundial de Inteligência Artificial.</P><br />
<P>Na sessão de abertura da Conferência Mundial de Inteligência Artificial (WAIC, na sigla em inglês), em Xangai, Xi afirmou que &#8220;o desenvolvimento da IA não deve ser um espetáculo a solo de um único país, mas uma sinfonia de cooperação internacional&#8221;.</P><br />
<P>O chefe de Estado chinês acrescentou que os países devem &#8220;opor-se conjuntamente ao alargamento excessivo do conceito de segurança nacional no domínio da IA ou à colocação da segurança de um país acima da dos restantes&#8221;.</P><br />
<P>As declarações surgem num contexto de crescente competição entre Pequim e Washington pela liderança em inteligência artificial. </P><br />
<P>Os Estados Unidos e a União Europeia impuseram restrições à exportação de tecnologias avançadas para a China por motivos de segurança nacional, enquanto empresas chinesas têm reduzido a distância relativamente às congéneres norte-americanas no desenvolvimento de modelos de IA, apostando em soluções de menor custo.</P><br />
<P>Xi defendeu igualmente a criação de leis e regulamentos, mecanismos de supervisão tecnológica, sistemas de alerta precoce e resposta de emergência para garantir que &#8220;a IA permaneça sempre sob controlo humano&#8221;, reiterando a necessidade de uma abordagem &#8220;centrada nas pessoas&#8221;.</P><br />
<P>Na véspera, representantes de 29 países, incluindo a Rússia, o Paquistão e a Indonésia, assinaram, também em Xangai, o acordo que cria a Organização Mundial de Cooperação em Inteligência Artificial (Waico, na sigla em inglês), um organismo intergovernamental promovido por Pequim para reforçar a cooperação internacional e a governação global da IA.</P><br />
<P>Com sede em Xangai, a nova organização pretende promover a consulta e a colaboração entre os Estados-membros para assegurar um desenvolvimento &#8220;saudável e ordenado&#8221; da inteligência artificial.</P><br />
<P>A conferência, que decorre durante quatro dias, reúne mais de mil empresas chinesas de tecnologia, além de responsáveis políticos, investigadores e representantes da indústria.</P><br />
<P>Entre os participantes encontram-se o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, o primeiro-ministro do Camboja, Hun Manet, e o vice-primeiro-ministro da Tailândia, Anutin Charnvirakul.</P><br />
<P>Durante o evento serão apresentados cerca de 3.000 produtos ligados à inteligência artificial, incluindo novos sistemas de computação, semicondutores especializados, agentes autónomos de IA e dispositivos móveis equipados com aplicações capazes de executar tarefas sem intervenção humana.</P><br />
<P>A IA tornou-se um dos pilares da estratégia industrial chinesa, apoiada por fortes investimentos estatais para desenvolver um ecossistema nacional, desde a produção de semicondutores até às aplicações comerciais.</P><br />
<P>Segundo dados oficiais chineses, o mercado nacional de inteligência artificial atingiu 1,2 biliões de yuan (154 mil milhões de euros) em 2025 e deverá crescer mais de 30% este ano.</P><br />
<P>A Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI) indicou que a China liderou o número de pedidos de patentes relacionadas com IA generativa entre 2024 e 2025, com mais de 43.000 registos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790469]]></sapo:autor>
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		<title>Exames: Milhares de alunos esperam receber hoje as notas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 04:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Milhares de alunos do ensino secundário aguardam hoje pela divulgação das notas dos exames nacionais, mas a afixação das pautas depende da classificação de todas as provas, um processo marcado por atrasos, problemas técnicos e falta de classificadores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Milhares de alunos do ensino secundário aguardam hoje pela divulgação das notas dos exames nacionais, mas a afixação das pautas depende da classificação de todas as provas, um processo marcado por atrasos, problemas técnicos e falta de classificadores.</P><br />
<P>A possibilidade de as pautas não serem afixadas durante o dia de hoje chegou a ser admitida pelo ministro da Educação na véspera, quando faltavam avaliar 0,5% das respostas, mas Fernando Alexandre acabou por se mostrar confiante de que seriam afixadas durante a tarde de hoje.</P><br />
<P>&#8220;Tivemos uma excelente recetividade [dos professores], as avaliações estão a decorrer e estamos muito confiantes que amanhã [sexta-feira] à tarde publicaremos as notas de todas as disciplinas&#8221;, declarou aos jornalistas no final do debate sobre o estado da nação.</P><br />
<P>No dia em que centenas de milhares de alunos esperam ver afixados os seus resultados, o ministro da Educação estará no parlamento, para um debate de urgência, requerido pelo PCP, sobre os exames nacionais. </P><br />
<P>Com mais de 300 mil provas realizadas em papel, a implementação do processo de classificação digital, que acontece pela primeira vez, implicou a digitalização de milhões de folhas de resposta, posteriormente distribuídas pelos professores para classificação.</P><br />
<P>Os problemas começaram a surgir, desde logo, com o exame de Português &#8212; o primeiro realizado pelos alunos &#8212; que tardou a chegar aos classificadores por &#8220;dificuldades técnicas&#8221;, segundo o Júri Nacional de Exames (JNE).</P><br />
<P>Aos primeiros atrasos na disponibilização das provas, seguiram-se relatos de folhas mal digitalizadas, respostas incompletas por falta de folhas de continuação e dificuldades na plataforma de classificação.</P><br />
<P>&#8220;[As dificuldades] estão a ser resolvidas, nós continuamos dentro dos prazos previstos&#8221;, afirmou o ministro da Educação, Ciência e Inovação no dia 29 de junho, seis dias após o arranque do processo de classificação.</P><br />
<P>Na mesma semana, o Governo acabou por anunciar o adiamento da divulgação dos resultados, de 14 para 17 de julho.</P><br />
<P>De acordo com o novo calendário, os professores teriam até às 23:59 do dia 14 de julho para classificar os exames nacionais &#8212; mais quatro dias do que inicialmente previsto &#8211;, mas, a poucas horas do fim do prazo, o Ministério prolongou-o por mais 24 horas.</P><br />
<P>Na altura, o Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) garantiu que o prolongamento do prazo não punha em causa a afixação das pautas, mas na quinta-feira ainda havia provas por classificar.</P><br />
<P>&#8220;Estamos com dificuldades em conseguir que haja professores classificadores para algumas provas&#8221;, disse Fernando Alexandre na quinta-feira, justificando o atraso na conclusão do processo.</P><br />
<P>Por outro lado, na reta final do processo, os docentes continuavam a receber novos itens para classificar, devido a falhas identificadas durante a verificação e validação do sistema.</P><br />
<P>Entre folhas de continuação com repostas e novas digitalizações, alguns professores tiveram mesmo de classificar itens que já tinham avaliado, merecendo, por isso, um pedido de desculpas por parte do ministro da Educação.</P><br />
<P>Depois da publicação das pautas, os alunos que queiram repetir a avaliação deverão inscrever-se na 2.ª fase, inicialmente prevista para começar a 16 de julho, mas que arranca apenas na tarde de 20 de julho e termina a 24 de julho, em vez de 22 de julho.</P><br />
<P>Poderão também pedir a reapreciação da prova, dispondo de dois dias úteis para formalizar o pedido, após receberem a cópia do exame.</P><br />
<P>Professores e diretores escolares admitem que este ano o número de pedidos possa aumentar, devido aos constrangimentos registados durante o processo de classificação.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790468]]></sapo:autor>
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		<title>Trump acusa Chavez e Maduro de terem tentado manipular eleições dos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 03:48:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente dos Estados Unidos alegou que documentos da Agência Central de Inteligência (CIA) indicam que os governos venezuelanos de Hugo Chávez e Nicolás Maduro tentaram manipular os resultados eleitorais do país entre 2004 e 2020.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente dos Estados Unidos alegou que documentos da Agência Central de Inteligência (CIA) indicam que os governos venezuelanos de Hugo Chávez e Nicolás Maduro tentaram manipular os resultados eleitorais do país entre 2004 e 2020.</P><br />
<P>&#8220;Existia um complô específico para favorecer enormemente o corrupto regime da Venezuela&#8221;, declarou na quinta-feira Donald Trump num discurso à nação em horário nobre, transmitido a partir da Casa Branca, centrado em alegadas vulnerabilidades do sistema eleitoral norte-americano.</P><br />
<P>De acordo com o chefe de Estado, a acusação assenta em documentos divulgados, na quinta-feira, pela Casa Branca, incluindo uma análise da CIA datada de 29 de junho, baseada em informação recolhida ao longo de quase duas décadas sobre a capacidade de Caracas para manipular eleições através de máquinas de voto eletrónico.</P><br />
<P>O relatório indica que a Venezuela tinha &#8220;provavelmente alguma capacidade&#8221; para manipular sistemas de votação eletrónica dentro do país, incluindo os da empresa britânica Smartmatic, da qual os Estados Unidos se desvincularam em 2007. </P><br />
<P>Contudo, o mesmo relatório sublinha não haver provas definitivas de fraude em larga escala e conclui que nem o Governo venezuelano nem o sistema de automatização de resultados da Smartmatic poderiam alterar eleições fora da Venezuela ou nos Estados Unidos.</P><br />
<P>O documento refere ainda que, antes das presidenciais de 2012, os serviços de inteligência de Chávez trabalharam com o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) e a Smartmatic para &#8220;manipular resultados usando máquinas de votação pré-programadas&#8221;.</P><br />
<P>A Smartmatic cessou operações na Venezuela em 2018, após acusar publicamente o executivo de Maduro de &#8220;inflacionar a participação em mais de um milhão de votos&#8221; nas legislativas de 2017, segundo o relatório da CIA.</P><br />
<P>O mesmo documento cita fontes não identificadas que apontam para um plano, em setembro de 2020, destinado a manipular as eleições para o Congresso dos Estados Unidos, através da substituição de votos legítimos por outros adulterados em máquinas virtuais, mantendo a aparência de autenticidade.</P><br />
<P>Apesar dessas alegações, o relatório sublinha que a &#8220;avaliação base da CIA sobre as eleições de 2012 continua a ser que não ocorreu fraude em larga escala&#8221; e que &#8220;o regime não teve de recorrer a fraude grave para vencer as eleições de dezembro de 2020 para o Congresso&#8221;.</P><br />
<P>Durante o mesmo discurso, Trump voltou a questionar a integridade eleitoral dos Estados Unidos a poucos meses das intercalares, acusando a China de interferir nas presidenciais de 2020 com o roubo de milhões de dados de eleitores, numa eleição que perdeu para Joe Biden e cuja derrota nunca reconheceu.</P><br />
<P>&#8220;Não há nenhum país do terceiro mundo que tenha umas eleições como as que temos nós&#8221;, afirmou o Presidente.</P><br />
<P>Como era esperado, Trump aproveitou a intervenção para pressionar membros do Senado a aprovarem uma lei eleitoral que exige identificação dos votantes e restringe significativamente o voto por correspondência. </P><br />
<P>O projeto encontra-se bloqueado no Senado, sem apoio consensual entre os próprios republicanos para enfrentar a oposição democrata.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790467]]></sapo:autor>
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		<title>China lança organização internacional para governação da IA com 29 países</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 03:36:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A China lançou hoje uma organização internacional de cooperação em inteligência artificial (IA), com a participação inicial de 29 países, numa iniciativa que visa reforçar o papel de Pequim na governação global desta tecnologia emergente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A China lançou hoje uma organização internacional de cooperação em inteligência artificial (IA), com a participação inicial de 29 países, numa iniciativa que visa reforçar o papel de Pequim na governação global desta tecnologia emergente.</P><br />
<P>Segundo a agência noticiosa oficial chinesa Xinhua, os representantes dos 29 países assinaram, em Xangai (leste), o acordo que cria a Organização Mundial de Cooperação em Inteligência Artificial (Waico, na sigla em inglês), cuja sede ficará igualmente instalada naquela metrópole chinesa.</P><br />
<P>Entre os países fundadores figuram a Rússia, o Cazaquistão, o Laos, o Paquistão e a Indonésia. A Xinhua e o ministério dos Negócios Estrangeiros da China não divulgaram a lista completa dos participantes, mas a agência russa Sputnik indicou que o Brasil, Cuba e a Venezuela também estiveram representados.</P><br />
<P>O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, participou igualmente na cerimónia de assinatura e deverá discursar hoje na abertura da Conferência Mundial de Inteligência Artificial (WAIC, na sigla em inglês), o principal evento do setor na China.</P><br />
<P>Está também prevista uma intervenção do Presidente chinês, Xi Jinping, que discursará pela primeira vez neste fórum e poderá divulgar mais pormenores sobre o novo organismo.</P><br />
<P>Segundo o acordo fundador, a Waico defenderá os princípios da Carta das Nações Unidas, promoverá consultas alargadas, contribuições conjuntas e benefícios partilhados, adotando uma abordagem centrada nas pessoas.</P><br />
<P>A organização terá como objetivo promover a cooperação internacional e a governação global da IA, procurando assegurar que esta tecnologia seja &#8220;benéfica, segura e justa&#8221;, favorecendo um desenvolvimento &#8220;saudável e ordenado&#8221; em benefício de toda a humanidade, segundo a Xinhua.</P><br />
<P>No ano passado, o primeiro-ministro chinês, Li Qiang, propôs um plano de ação para a governação global da IA e avançou com a criação de um organismo internacional para coordenar os esforços multilaterais nesta área, embora até agora não tivessem sido divulgados detalhes concretos sobre a iniciativa.</P><br />
<P>Pequim considera a IA uma tecnologia estratégica e, além de preparar avultados investimentos para acelerar o seu desenvolvimento perante a rivalidade tecnológica com os Estados Unidos, tem aprovado regulamentos e iniciativas destinadas a enquadrar o impacto económico e social desta tecnologia.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790466]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Líder norte-coreano destaca &#8220;firme vontade&#8221; da China em desenvolver relações bilaterais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 03:31:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O líder norte-coreano, Kim Jong-un, afirmou hoje que a visita do dirigente chinês Wang Huning demonstra a "firme vontade" de Pequim em desenvolver as relações de amizade e cooperação entre os dois países, informou a agência oficial KCNA.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O líder norte-coreano, Kim Jong-un, afirmou hoje que a visita do dirigente chinês Wang Huning demonstra a &#8220;firme vontade&#8221; de Pequim em desenvolver as relações de amizade e cooperação entre os dois países, informou a agência oficial KCNA.</P><br />
<P>O líder norte-coreano, Kim Jong-un, reuniu-se hoje com Wang Huning, principal ideólogo do Presidente chinês, Xi Jinping, numa visita que evidencia o reforço dos contactos entre Pyongyang e Pequim, num contexto de crescente aproximação estratégica entre os dois países.</P><br />
<P>Wang deslocou-se à Coreia do Norte para participar nas comemorações do Tratado de Amizade, Cooperação e Assistência Mútua, assinado em 1961 e considerado um dos pilares formais das relações bilaterais.</P><br />
<P>Segundo a KCNA, Kim afirmou que a visita de Wang, quarto na hierarquia do Comité Permanente do Politburo do Partido Comunista Chinês (PCC), demonstra &#8220;a firme vontade&#8221; de Pequim em desenvolver as &#8220;tradicionais relações de amizade e cooperação&#8221; entre os dois países.</P><br />
<P>A visita ocorre poucos dias depois da deslocação a Pequim do primeiro-ministro norte-coreano, Pak Thae-song, refletindo o reforço dos contactos entre os dois países na sequência da visita de Estado realizada por Xi à Coreia do Norte em junho, a primeira em sete anos.</P><br />
<P>Durante essa deslocação, a China manifestou disponibilidade para reforçar também os intercâmbios militares com Pyongyang, uma formulação que Seul classificou como inédita em declarações públicas. Os comunicados divulgados por Pequim e Pyongyang não fizeram qualquer referência à desnuclearização norte-coreana.</P><br />
<P>A aproximação sino-norte-coreana coincide ainda com o aprofundamento da cooperação entre Pyongyang e Moscovo, levando Pequim a reforçar os esforços para preservar a sua influência sobre o país vizinho.</P><br />
<P>A China continua a ser o principal parceiro político e económico da Coreia do Norte, partilhando uma fronteira com mais de 1.400 quilómetros e desempenhando um papel central no comércio bilateral e no fornecimento de alimentos e energia.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790465]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Maradona &#8220;estava em queda livre&#8221; antes da morte &#8211; secretário pessoal</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/maradona-estava-em-queda-livre-antes-da-morte-secretario-pessoal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 03:22:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O secretário pessoal de Diego Maradona declarou esta quinta-feira, no julgamento pela morte do ídolo argentino que, um mês antes do morrer, este estava "em queda livre" por problemas de saúde e consumo de álcool em excesso.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário pessoal de Diego Maradona declarou esta quinta-feira, no julgamento pela morte do ídolo argentino que, um mês antes do morrer, este estava &#8220;em queda livre&#8221; por problemas de saúde e consumo de álcool em excesso.</P><br />
<P>Maximiliano Pomargo integrava a equipa liderada pelo advogado e representante de Maradona, Matías Morla, responsável pelas questões pessoais, comerciais e legais da estrela do futebol (1960-2020), tendo começado a trabalhar como secretário pessoal em 2016.</P><br />
<P>Segundo explicou, tratava de tudo, &#8220;desde comprar um par de ténis, até falar com o presidente da FIFA&#8221;.</P><br />
<P>Questionado sobre o estado de saúde do ex-futebolista em outubro de 2020, um mês antes da morte, Pomargo respondeu que &#8220;Diego estava em queda livre&#8221;, dizendo que alertou o médico de família, Leopoldo Luque, para o consumo excessivo de álcool da antiga glória do Boca Juniors e do Napóles.</P><br />
<P>&#8220;Estava a beber muito. Não havia solução. Nesse mês chegou a discutir-se a hipótese de interná-lo à força, falava-se disso&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>O testemunho revelou contradições sobre o tratamento domiciliário a que Maradona foi submetido entre 11 e 25 de novembro de 2020, dia em que morreu. </P><br />
<P>Pomergo negou, inicialmente, ter influência nessa decisão, considerada crucial no desfecho fatal pela acusação, mas, confrontado com mensagens em sentido contrário, disse, posteriormente, que Maradona não queria ser internado e que ele &#8220;nunca teria feito nada contra a vontade de Diego&#8221;.</P><br />
<P>Pomargo disse desconhecer antecedentes cardíacos, mas admitiu saber dos problemas de saúde tornados públicos antes de integrar a equipa, embora não acreditasse nas notícias da imprensa.</P><br />
<P>O então secretário pessoal relatou ainda que, em agosto desse ano, exames médicos revelaram problemas no fígado, acrescentando que disse a &#8220;Luque para o assustar [a Maradona] com isso, para que deixasse de beber&#8221;.</P><br />
<P>Questionado pelo presidente do tribunal, Alberto Gaig, se apenas o vício do álcool tornava a saúde de Maradona frágil, este respondeu que as conversas sobre o estado do antigo jogador giravam sempre em torno desse aspeto.</P><br />
<P>Pomargo contou que, nos últimos dias de vida de Maradona, disse a Luque e à psiquiatra Agustina Cosachov, também acusada, que via o ex-jogador muito inchado e deprimido. </P><br />
<P>O secretário é uma das várias pessoas próximas de Maradona, incluindo filhas, que dias antes da morte notaram uma estranha inflamação.</P><br />
<P>&#8220;Quando avisei da inflamação, Luque disse-me que era porque Diego passava muito tempo deitado&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Maradona morreu de edema pulmonar agudo, tendo ainda uma insuficiência cardíaca crónica aguda, segundo a autópsia.</P><br />
<P>Além de Luque e Cosachov, também estão a ser julgados por homicídio simples com dolo eventual a coordenadora de cuidados domiciliários da Swiss Medical, Nancy Forlini, o clínico Pedro Di Spagna, o coordenador de enfermeiros Mariano Perroni, o enfermeiro Ricardo Almirón e o psicólogo Carlos Díaz.</P><br />
<P>Carlos Díaz apresentou na quinta-feira um novo depoimento, afirmando que os profissionais responsáveis pela saúde do ex-futebolista não aceitavam as sugestões que este propunha.</P><br />
<P>&#8220;As minhas intenções, as minhas sugestões, pelos vistos não eram bem recebidas&#8221;, disse Díaz, após exibir várias mensagens em que médicos e pessoas próximas de Maradona falavam em afastá-lo do tratamento.</P><br />
<P>Nas trocas de mensagens reveladas, Luque e Pomargo referiam a ideia de &#8220;dar a volta&#8221; ao psicólogo, acusando-o de expô-los perante a família do argentino.</P><br />
<P>Especialista em adições, Díaz relatou que a psiquiatra Agustina Cosachov rejeitou as suas &#8220;sugestões farmacológicas&#8221;, que incluíam um medicamento capaz de provocar uma reação desagradável quando misturado com álcool, para impedir que Maradona bebesse.</P><br />
<P>Questionado sobre a acusação de integrar um suposto plano para acabar com a vida do ex-jogador, respondeu que o seu único plano era oferecer um &#8220;tratamento abstencionista para Maradona&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não poderia ter feito nada diferente para evitar um quadro cardíaco, não tenho esse tipo de conhecimento&#8221;, acrescentou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790464]]></sapo:autor>
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		<title>Jogo VIP em Macau com queda trimestral de 18,8%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 03:05:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As receitas vindas dos grandes apostadores, um segmento conhecido em Macau como jogo VIP, desceram 2,6% no segundo trimestre do ano, em termos anuais, e 18,8%, face aos três meses anteriores, de acordo com dados oficiais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As receitas vindas dos grandes apostadores, um segmento conhecido em Macau como jogo VIP, desceram 2,6% no segundo trimestre do ano, em termos anuais, e 18,8%, face aos três meses anteriores, de acordo com dados oficiais.</P><br />
<P>O bacará VIP, o jogo que representa a totalidade do setor VIP no território, atingiu receitas de 15,9 mil milhões de patacas (1,72 mil milhões de euros) entre abril e junho, anunciou na quinta-feira a Direção de Inspeção e Coordenação de Jogos (DICJ) de Macau.</P><br />
<P>No mesmo período de 2025, as receitas das grandes apostas alcançaram 16,3 mil milhões de patacas (1,76 mil milhões de euros).</P><br />
<P>O valor agora registado representa também uma queda de 18,8% face ao primeiro trimestre de 2026, período em que as receitas deste segmento alcançaram 19,6 mil milhões de patacas (2,05 mil milhões de euros).</P><br />
<P>No entanto, o jogo VIP em Macau continua longe dos picos históricos atingidos antes da pandemia da covid-19.</P><br />
<P>Em 2019, o bacará VIP representava 46,2% das receitas totais dos casinos de Macau. Mas, no segundo trimestre deste ano, ficou-se por uma fatia de 26,1%.</P><br />
<P>As grandes apostas foram afetadas pela detenção do líder da maior empresa angariadora de apostas VIP do mundo, em novembro de 2021.</P><br />
<P>O antigo diretor executivo da Suncity, Alvin Chau Cheok Wa, foi condenado, em janeiro de 2023, a 18 anos de prisão, num caso que fez cair de 85 para 18 o número de licenças de promotores de jogo emitidas em Macau.</P><br />
<P>O número de licenças tem vindo a recuperar e, de acordo com dados da DICJ, totaliza neste momento 29, embora permaneça aquém do limite máximo fixado pelo Governo, que é de 50.</P><br />
<P>Também as receitas do jogo mais popular em Macau, o bacará no chamado mercado de massas, caíram 1,2%, em termos anuais, no segundo trimestre de 2026, alcançando 35,2 mil milhões de patacas (3,8 mil milhões de euros).</P><br />
<P>Capital mundial do jogo, Macau é o único local na China onde o jogo em casino é legal.</P><br />
<P>Operam no território seis concessionárias &#8211; MGM, Galaxy, Venetian, Melco, Wynn e SJM,  &#8211; que renovaram, em dezembro de 2023, o contrato de concessão para os dez anos seguintes e que entrou em vigor a 01 de janeiro de 2024. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790463]]></sapo:autor>
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		<title>Falha nos motores leva a cancelamento de descolagem de mega-foguetão da SpaceX</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 02:55:17 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O mega-foguetão Starship da SpaceX, que transportava vários satélites avançados, teve o voo de teste cancelado segundos antes da descolagem esta quinta-feira, depois de falhas de ignição em vários dos motores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O mega-foguetão Starship da SpaceX, que transportava vários satélites avançados, teve o voo de teste cancelado segundos antes da descolagem esta quinta-feira, depois de falhas de ignição em vários dos motores.</P><br />
<P>O fundador e presidente executivo da empresa, Elon Musk, afirmou que dois motores serão substituídos &#8220;para garantir um bom voo&#8221; antes de o Starship descolar do Texas numa viagem suborbital. Será o 13.º voo do Starship, considerado o maior e mais potente foguetão do mundo, com 124 metros de altura e 33 motores principais.</P><br />
<P>A transmissão da SpaceX mostrou o início da ignição três segundos antes da descolagem prevista, filmado por um drone sobre a plataforma. Sem detalhar, os dados que apareciam no ecrã revelaram quatro motores sem funcionar, com os restantes 29 a desligarem-se de imediato, mantendo o foguetão preso à base. Foi a primeira vez que um Starship em escala completa sofreu um cancelamento no último segundo.</P><br />
<P>A equipa de lançamento iniciou de imediato a drenagem do combustível. &#8220;O momento mais provável para o lançamento é no início da próxima semana&#8221;, disse Musk na rede social X.</P><br />
<P>Apesar das condições favoráveis, o sistema automático de lançamento funcionou como previsto ao travar a descolagem, após ter registado que um número insuficiente de motores estavam ativos, o que poderia ter comprometido a missão. O cancelamento ocorreu depois de alguns voos anteriores do Starship terminarem em explosões.</P><br />
<P>O Starship transportava 20 dos mais recentes e avançados satélites Starlink, destinados a serem libertados durante o voo de cerca de uma hora a partir da base da SpaceX junto à fronteira Texas-México. Os satélites iriam tentar comunicar com os Starlink já em órbita e captar imagens do escudo térmico do foguetão.</P><br />
<P>A agência espacial NASA contratou a SpaceX e a Blue Origin, de Jeff Bezos, para desenvolver e operar os módulos lunares que permitirão o regresso humano à superfície lunar após mais de meio século.</P><br />
<P>Ambas as empresas têm de ter os seus módulos &#8212; Starship e Blue Moon &#8212; prontos até ao próximo ano, para que a tripulação da missão Artemis III possa praticar o acoplamento em órbita terrestre. </P><br />
<P>A missão seguinte, Artemis IV, prevista para não antes de 2028, deverá usar um desses módulos para levar dois astronautas à região polar sul da Lua.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790462]]></sapo:autor>
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		<title>Trump acusa China de interferir nas eleições de 2020 em discurso à nação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 02:43:59 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano, Donald Trump, voltou hoje a pôr em causa a integridade do sistema eleitoral dos Estados Unidos, acusando a China de interferir nas eleições de 2020, sem apresentar provas de manipulação, a poucos meses das intercalares.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, voltou hoje a pôr em causa a integridade do sistema eleitoral dos Estados Unidos, acusando a China de interferir nas eleições de 2020, sem apresentar provas de manipulação, a poucos meses das intercalares.</P><br />
<P>Trump fez as declarações num discurso à nação a partir da Casa Branca, transmitido em horário nobre, durante o qual apelou ao Senado para aprovar a reforma eleitoral promovida pela administração, denominada &#8220;Save America&#8221; (Salvar a América), antes das eleições intercalares de 03 de novembro, nas quais estará em causa a maioria republicana no Congresso.</P><br />
<P>O chefe de Estado afirmou que os Estados Unidos têm um sistema eleitoral &#8220;catastrófico&#8221; e disse que nenhum país pode ser &#8220;grande&#8221; sem eleições &#8220;livres, justas e honestas&#8221;.</P><br />
<P>Durante a intervenção, Trump anunciou a divulgação de documentos anteriormente classificados relativos às eleições de 2018 e 2020, alegando que revelam &#8220;a maior violação de dados eleitorais da história&#8221; e que permitiram à China obter ilicitamente os registos de 220 milhões de eleitores norte-americanos.</P><br />
<P>O Presidente acusou ainda Pequim de ter procurado impedir a sua reeleição em 2020 e sustentou que a comunidade de informações norte-americana lhe ocultou esses dados durante o primeiro mandato, entre 2017 e 2021.</P><br />
<P>No entanto, os documentos divulgados pela Casa Branca não apresentam provas de manipulação dos votos nem de alteração do resultado das eleições presidenciais de 2020.</P><br />
<P>Também não existem avaliações credíveis dos serviços de informações norte-americanos que concluam que agentes estrangeiros tenham alterado a contagem de votos naquele escrutínio.</P><br />
<P>Pelo contrário, sucessivas auditorias, recontagens e investigações conduzidas após as eleições &#8212; incluindo por responsáveis republicanos e pelo então procurador-geral da administração Trump &#8212; concluíram que não existiram indícios de fraude eleitoral significativa.</P><br />
<P>Trump afirmou que o objetivo do anúncio &#8220;não é enfraquecer a confiança nas eleições&#8221;, mas corrigir vulnerabilidades do sistema e justificar a aprovação de legislação que endurece os requisitos para votar em eleições federais.</P><br />
<P>A proposta exige provas de cidadania e documentos de identificação com fotografia para o registo eleitoral e para a votação, uma medida que os democratas consideram suscetível de dificultar o acesso às urnas por parte dos eleitores mais desfavorecidos.</P><br />
<P>Apesar de centrar as acusações na China, Trump não dirigiu críticas ao Presidente chinês, Xi Jinping, nem abordou as conclusões dos serviços de informações norte-americanos segundo as quais a Rússia desenvolveu campanhas de influência favoráveis ao republicano nas eleições de 2016 e 2020.</P><br />
<P>Antes do discurso, a antiga vice-presidente Kamala Harris acusou Trump de pretender &#8220;vender mentiras e teorias da conspiração&#8221;, afirmando que &#8220;as eleições de 2020 não foram roubadas. Nós vencemos e ele perdeu&#8221;.</P><br />
<P>Vários democratas advertiram igualmente que o Presidente procura lançar dúvidas sobre a credibilidade das eleições intercalares de novembro de 2026. O senador Mark Warner classificou as alegações como &#8220;totalmente falsas&#8221; e recordou que as agências de informações concluíram que a China não tentou alterar um único voto em 2020.</P><br />
<P>Trump nunca reconheceu a derrota frente ao democrata Joe Biden nas presidenciais de 2020 e continua a defender, sem provas, que houve fraude eleitoral.</P><br />
<P>As alegações foram rejeitadas pelos tribunais e, após a certificação da vitória de Biden, milhares de apoiantes de Trump invadiram o Capitólio, em 06 de janeiro de 2021, numa tentativa falhada de impedir a validação do resultado eleitoral.</P><br />
<P>O republicano chegou a ser acusado de tentar reverter ilegalmente o resultado das eleições e pelo seu alegado papel no ataque ao Capitólio, mas as acusações foram posteriormente retiradas depois de regressar à Presidência na sequência das eleições de 2024.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790461]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Meteorito que caiu nos EUA fornece pistas cruciais sobre origem de vida na Terra &#8211; cientistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 01:40:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Investigadores revelaram que um meteorito que caiu nos Estados Unidos tornou-se num dos objetos "mais valiosos cientificamente" alguma vez recuperados, por conter compostos que ajudam entender como surgiu vida na Terra.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Investigadores revelaram que um meteorito que caiu nos Estados Unidos tornou-se num dos objetos &#8220;mais valiosos cientificamente&#8221; alguma vez recuperados, por conter compostos que ajudam entender como surgiu vida na Terra.</P><br />
<P>Cientistas do Instituto SETI na Califórnia concluíram que o meteorito Hillsborough &#8212; batizado com o nome da cidade no estado da Nova Jérsia onde caiu a 16 de julho de 2024 &#8212; contém uma diversidade de compostos considerados blocos fundamentais da vida, incluindo carbono, aminoácidos e outras moléculas prebióticas.</P><br />
<P>&#8220;Uma análise revelou que [o meteorito] continha vestígios preservados da zona próxima da superfície de um pequeno asteroide primitivo, onde esteve exposto a fluidos salinos concentrados; um processo até agora desconhecido neste tipo de mundo protoplanetário&#8221;, afirmou o Peter Jenniskens, do Instituto SETI e do Centro de Investigação Ames da NASA.</P><br />
<P>O estudo, publicado na revista Science Advances, determinou que o meteorito é composto por um material raro e primitivo chamado condrito carbonáceo do tipo CM1/2.</P><br />
<P>A composição do Hillsborough confirma também que sofreu &#8220;uma maior alteração pela água&#8221; do que a maioria dos meteoritos que caíram na Terra.</P><br />
<P>É apenas a segunda vez que se observa a queda de um meteorito deste tipo, o que o torna &#8220;um dos de maior valor científico jamais recuperados&#8221;, segundo o Instituto SETI, organização de investigação sediada na Califórnia.</P><br />
<P>Os investigadores destacaram que o Hillsborough forneceu informação crucial graças ao proprietário da casa onde caiu, que &#8220;preservou e documentou tudo&#8221;, utilizando luvas descartáveis e papel de alumínio para guardar os fragmentos em frascos de vidro.</P><br />
<P>O meteorito provém de uma rocha do tamanho de uma mala pesada de avião, e que entrou na atmosfera terrestre a 14,4 quilómetros por segundo.</P><br />
<P>Sessenta observadores em Nova Iorque, Nova Jérsia, Connecticut, Rhode Island e Pensilvânia relataram à Sociedade Americana de Meteoros ter visto o meteorito, descrito como frágil por se ter desfeito rapidamente na atmosfera.</P><br />
<P>O proprietário da casa disse ter ouvido um estrondo e encontrado um buraco no teto do quarto principal. Ao recolher os fragmentos negros, percebeu um forte cheiro a enxofre, além de escombros e pó negro que cobriam a cama, o tapete e áreas circundantes.</P><br />
<P>Alguns fragmentos do meteorito serão agora guardados no Museu Americano de História Natural, em Nova Iorque.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790452]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Empresários admitem risco do Brasil deixar de exportar carne para a UE</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/empresarios-admitem-risco-do-brasil-deixar-de-exportar-carne-para-a-ue/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 00:51:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) afirmou hoje que existem grandes possibilidades de o setor não conseguir cumprir as exigências da União Europeia (UE) sobre o uso de antimicrobianos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) afirmou hoje que existem grandes possibilidades de o setor não conseguir cumprir as exigências da União Europeia (UE) sobre o uso de antimicrobianos.</P><br />
<P>Segundo o presidente da Abiec, Roberto Perosa, o setor teme perder acesso ao mercado europeu porque o período necessário para adaptação às novas regras sanitárias seria de aproximadamente 30 meses.</P><br />
<P>&#8220;Há uma grande possibilidade de a gente não conseguir vender mais para a União Europeia a partir de setembro e ter um período de adaptação&#8221;, declarou Perosa durante uma conferência de imprensa.</P><br />
<P>Em maio, a UE retirou o Brasil da lista de países autorizados a exportar produtos de origem animal destinados ao consumo humano e a decisão entra em vigor em 03 de setembro de 2026.</P><br />
<P>A Comissão Europeia justificou a exclusão por considerar que o Brasil não cumpre as exigências relacionadas com o uso de antimicrobianos durante todo o ciclo de vida dos animais destinados à exportação.</P><br />
<P>Segundo a Abiec, o mercado europeu representa entre 5% e 6% da faturação das exportações brasileiras de carne bovina embora tenha importância muito superior ao seu volume de compras.</P><br />
<P>Perosa classificou a UE como &#8220;um mercado pequeno em volume, mas com muito valor agregado, e compra cortes únicos&#8221;.</P><br />
<P>O dirigente acrescentou que os países europeus também influenciam a formação dos preços internos e a reputação internacional da proteína brasileira.</P><br />
<P>&#8220;Além disso, eles são importantes na formulação de preços no mercado interno e na reputação internacional da proteína brasileira&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Perosa disse ainda que existe preocupação com a possibilidade de outros mercados seguirem a posição europeia e criarem restrições semelhantes para a carne bovina brasileira.</P><br />
<P>Segundo o dirigente, esse movimento poderá ampliar os impactos negativos para as exportações nacionais caso novas barreiras sanitárias sejam adotadas por outros parceiros comerciais.</P><br />
<P>Na semana passada, documentos oficiais revelados em exclusivo pela Lusa mostraram que o Governo brasileiro atribuiu parte da responsabilidade pela exclusão do Brasil da lista europeia ao setor privado.</P><br />
<P>Em resposta ao Congresso Nacional, o Ministério da Agricultura e Pecuária afirmou que a adaptação às novas exigências sanitárias dependia &#8220;em grande medida&#8221; das empresas brasileiras.</P><br />
<P>A resposta encaminhada ao Congresso relata que, ao longo de três anos, o Governo brasileiro enviou diversos ofícios, promoveu reuniões técnicas e pediu repetidamente que as entidades do setor apresentassem propostas capazes de atender às exigências estabelecidas pela Comissão Europeia.</P><br />
<P>Os documentos consultados pela Lusa revelam ainda que a autoridade europeia criticou a &#8220;recorrente falta de informações completas&#8221; enviadas pelo Governo brasileiro entre 2023 e 2026.</P><br />
<P>Questionado pela Lusa sobre a posição do Governo, Roberto Perosa evitou comentar as responsabilidades apontadas pelo ministério.</P><br />
<P>&#8220;O momento é de olhar para a frente&#8221;, respondeu.</P><br />
<P>Além dos desafios no mercado europeu, Perosa abordou as dificuldades enfrentadas pelo setor no mercado chinês que atualmente também afetam as perspetivas das exportações brasileiras.</P><br />
<P>Segundo o dirigente, o setor enfrenta um cenário difícil e muitas empresas operam atualmente com resultados negativos, com a diminuição dos embarques para a China a explicar a revisão das projeções para o desempenho das exportações brasileiras de carne bovina.</P><br />
<P>Maior produtor mundial de proteína animal, o Brasil tem na China o principal destino das exportações de carne bovina.</P><br />
<P>Em 2025, o Brasil exportou cerca de 1,7 milhão de toneladas para a China, mas uma nova quota de exportação criada por Pequim reduziu o limite para 1,106 milhão de toneladas, que se esgotou este mês.</P><br />
<P>Depois de esgotada a quota, a tarifa de importação aplicada à carne bovina brasileira aumenta de cerca de 12% para 67% devido à aplicação de uma sobretaxa de 55%.</P><br />
<P>Perosa afirmou ainda que o impacto das restrições externas deverá refletir-se também no mercado interno nos próximos meses.</P><br />
<P>Segundo explicou, inicialmente poderá ocorrer redução dos preços mas a tendência é de subida a partir de setembro devido à diminuição do abate de bovinos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790449]]></sapo:autor>
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		<title>Tempestade no Chile deixa mais de 500 mil pessoas sem eletricidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 00:48:17 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de 500.000 pessoas ficaram sem eletricidade na quinta-feira no Chile, devido a fortes chuvas e ventos violentos que afetaram dois terços das regiões do país, segundo o Governo chileno.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Mais de 500.000 pessoas ficaram sem eletricidade na quinta-feira no Chile, devido a fortes chuvas e ventos violentos que afetaram dois terços das regiões do país, segundo o Governo chileno.</P><br />
<P>A tempestade, que deverá prolongar-se até domingo, provocou um ferido e deixou 48 desalojados até ao momento.</P><br />
<P>&#8220;A nível nacional, 590.824 clientes estão privados de eletricidade, o que representa 7,3%&#8221; da população, informou o Ministério da Energia na rede social X.</P><br />
<P>Devido às fortes rajadas de vento superiores a 100 quilómetros por hora, dezenas de portos em todo o país restringiram parcialmente as suas atividades.</P><br />
<P>Equipas de emergência foram mobilizadas em várias regiões para evitar danos mais graves, com as aulas suspensas hoje em nove regiões do país.</P><br />
<P>Imagens divulgadas pelos meios de comunicação locais mostram um bairro costeiro inundado pelo mar na região de Biobío, a cerca de 500 quilómetros da capital Buenos Aires.</P><br />
<P>O país não registava uma tempestade tão prolongada e chuvas tão intensas há cerca de vinte anos, segundo Arnaldo Zúñiga, meteorologista da Direção Meteorológica do Chile.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790448]]></sapo:autor>
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		<title>EUA designam dois novos cartéis mexicanos como organizações terroristas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 23:58:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Estados Unidos classificaram o cartel de Juárez e o cartel de Los Viagras, ambos no México, como organizações terroristas estrangeiras, segundo publicação do diário oficial do governo federal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os Estados Unidos classificaram o cartel de Juárez e o cartel de Los Viagras, ambos no México, como organizações terroristas estrangeiras, segundo publicação do diário oficial do governo federal.</P><br />
<P>O secretário de Estado, Marco Rubio, afirmou que os dois grupos criminosos cometeram atos terroristas ou representam um risco grave de atos que ameacem a segurança de cidadãos, do país, da política externa ou da economia norte-americanas.</P><br />
<P>Os dois novos cartéis juntam-se a outras seis organizações criminosas mexicanas que os norte-americanos consideram </P><br />
<P>terroristas, incluindo o cartel de Sinaloa e o cartel Jalisco Nova Geração, reconhecidos pelas operações no narcotráfico.</P><br />
<P>A administração Trump também classificou como terroristas organizações ligadas ao crime noutros países latino-americanos, nomeadamente Venezuela, Brasil, Equador e El Salvador.</P><br />
<P>O presidente norte-americano começou em fevereiro de 2025 a alargar a classificação de organizações terroristas estrangeiras aos cartéis latino-americanos, permitindo que as autoridades adotem medidas mais agressivas contra esses grupos ou qualquer pessoa que lhes preste auxílio. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790443]]></sapo:autor>
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		<title>Suspenso operador de teleponto de Trump suspeito de apostar nos seus discursos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 23:44:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A presidência dos Estados Unidos (Casa Branca) anunciou a suspensão de um funcionário que operava o teleponto do Presidente Donald Trump, suspeito de ter apostado dezenas de milhares de dólares no conteúdo dos seus discursos, que conhecia antecipadamente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A presidência dos Estados Unidos (Casa Branca) anunciou a suspensão de um funcionário que operava o teleponto do Presidente Donald Trump, suspeito de ter apostado dezenas de milhares de dólares no conteúdo dos seus discursos, que conhecia antecipadamente.</P><br />
<P>Este funcionário foi suspenso &#8220;sem remuneração&#8221;, indicou na quinta-feira a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, em conferência de imprensa.</P><br />
<P>Leavitt acrescentou que Donald Trump considerou a situação &#8220;verdadeiramente lamentável e, honestamente, uma vergonha&#8221;.</P><br />
<P>A estação ABC News tinha anteriormente noticiado que o técnico de teleponto, que já tinha trabalhado para Donald Trump durante o seu primeiro mandato, ganhou mais de 100 mil dólares com as suas apostas.</P><br />
<P>Utilizou a plataforma de previsão Kalshi, que permite aos utilizadores apostar na probabilidade de uma frase ou palavra ser dita.</P><br />
<P>&#8220;A nossa equipa de monitorização identificou rapidamente estas transações e reportou-as à CFTC&#8221;, contou à agência France-Presse (AFP) Robert DeNault, funcionário da Kalshi. </P><br />
<P>&#8220;Auxiliamos as autoridades reguladoras neste caso e fornecemos as provas que recolhemos, como fazemos em todos os casos que nos são encaminhados&#8221;, acrescentou. </P><br />
<P>Cada vez mais importantes, movimentando dezenas de milhares de milhões de dólares anualmente, os mercados de previsão são dominados por duas empresas, a Polymarket e a Kalshi.</P><br />
<P>Atualmente, nos Estados Unidos, são regulados pela CFTC, uma agência especializada em produtos financeiros, diferenciando-os do restante setor do jogo, que é rigorosamente controlado pelos estados norte-americanos.</P><br />
<P>As suspeitas de possível uso de informação privilegiada aumentaram nos últimos meses. </P><br />
<P>Várias contas, por exemplo, acumularam lucros de aproximadamente 1,2 milhões de dólares apostando na data de início das operações militares norte-americanas contra o Irão poucas horas antes dos primeiros ataques. </P><br />
<P>As plataformas de previsão estão proibidas em vários países europeus.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790442]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: Dois mortos e oito feridos em ataques aéreos russos em Odessa (sul)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 23:39:48 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Duas pessoas morreram na madrugada de hoje e outras oito ficaram feridas em ataques aéreos russos contra a cidade de Odessa, no sul da Ucrânia, revelou o vice-presidente da câmara, Oleksandr Filatov.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Duas pessoas morreram na madrugada de hoje e outras oito ficaram feridas em ataques aéreos russos contra a cidade de Odessa, no sul da Ucrânia, revelou o vice-presidente da câmara, Oleksandr Filatov.</P><br />
<P>&#8220;Um míssil atingiu um edifício residencial. Infelizmente, duas pessoas perderam a vida. De acordo com as últimas informações, há oito feridos, incluindo duas crianças&#8221;, apontou Filatov através da rede social Telegram.</P><br />
<P>Segundo o vice-presidente da câmara, edifícios residenciais, um edifício religioso, um jardim de infância, veículos e outras infraestruturas civis &#8220;também foram danificados&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Entre as vítimas está uma mulher que caminhava num parque com crianças no momento do ataque. As crianças sobreviveram e estão a receber os cuidados necessários&#8221;, detalharam posteriormente os serviços de emergência ucranianos no Telegram. </P><br />
<P>A Ucrânia tem sido alvo de ataques diários de drones e mísseis russos desde o início da guerra, iniciada por Moscovo em fevereiro de 2022.</P><br />
<P>Na quarta-feira, a região de Odessa foi alvo de mísseis e drones russos pelo quinto dia consecutivo, dos quais resultaram três mortos e três feridos.</P><br />
<P>Por outro lado, Moscovo indicou que as defesas aéreas russas abateram 375 drones ucranianos durante a última noite em 18 regiões ocidentais do país e na península anexada da Crimeia.</P><br />
<P>As aeronaves não tripuladas ucranianas atingiram alvos nas regiões de Moscovo, Yaroslavl, Kaluga, Tver, Saratov e Tula, entre outras, disse hoje o Ministério da Defesa russo.</P><br />
<P>Segundo a Rússia, as forças ucranianas atacaram também as regiões fronteiriças de Belgorod, Bryansk e Kursk, bem como as regiões do sul de Krasnodar, Volgogrado, Stavropol, Rostov e Smolensk, bem como alvos nos mares Negro e de Azov.</P><br />
<P>Na região russa de Saratov, situada a mais de 800 quilómetros a sudeste de Moscovo, os drones ucranianos danificaram infraestruturas civis na cidade de Engels, onde se situa um aeródromo militar russo já atingido por Kiev em diversas ocasiões.</P></p>
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