O PS e o PSD decidiram limitar ao máximo as intervenções do partido liderado por André Ventura, decidindo simplesmente não fazer quaisquer perguntas, avança o ‘Expresso’.
Segundo a mesma publicação, apesar de a estratégia não ter sido combinada pelos dois partidos, tanto o socialista Eurico Brilhante Dias, como o social democrata Paulo Mota Pinto, adotaram a mesma recomendação dada às bancadas.
Essa recomendação, adianta o jornal, passa por evitar pedidos de interpelação a deputados do Chega quando estes falam no plenário, não fazendo quaisquer perguntas aos mesmos.
O objetivo é assim limitar a possibilidade de intervenção do Chega em plenário, dando seguimento à estratégia do novo presidente da Assembleia da República, Augusto Santos Silva, que evita a reação sistemática ao Chega.
Ao jornal o Chega já reagiu, dizendo que não está surpreendido com esta “tentativa de cordão sanitário em bloco pelos principais partidos do sistema”.
“A estratégia de evitar interpelar o Chega não nos surpreende. Estranho aqui é o PSD não ter aprendido nada com as eleições de janeiro e continuar a embarcar na estratégia do PS”, sublinha.














