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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Fecho do estreito de Ormuz ameaça abastecimento mundial antes do verão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Patrícia Moura Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 15:30:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[bloqueio]]></category>
		<category><![CDATA[combustível]]></category>
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		<category><![CDATA[verão]]></category>
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					<description><![CDATA[A poucos meses do verão, a Europa já sente os efeitos do bloqueio do Estreito de Ormuz, com combustíveis mais caros e incerteza no abastecimento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O bloqueio do Estreito de Ormuz está a provocar uma das maiores crises energéticas das últimas décadas, com impactos já visíveis na Europa, Ásia e restantes economias globais. A situação é considerada crítica e, segundo o El País, cada dia que esta importante rota marítima permanece encerrada agrava os efeitos económicos de forma exponencial.</p>
<p>Este canal é responsável pelo transporte de cerca de um quinto do petróleo e gás consumidos no mundo. O seu encerramento, motivado pelas tensões entre o Irão, os Estados Unidos e Israel, está a provocar escassez de combustíveis essenciais como o querosene, o gasóleo e o fuelóleo.</p>
<p>Segundo o El País, países altamente dependentes de importações energéticas do Golfo Pérsico, como o Japão, já enfrentam dificuldades no abastecimento, obrigando à procura de alternativas menos eficientes e mais caras.</p>
<p>A crise não afeta apenas o fornecimento, mas também toda a cadeia económica global. Setores como a aviação, o transporte marítimo e a agricultura estão sob pressão crescente, enquanto os preços da energia continuam a subir.</p>
<p><strong>Europa sob pressão e risco de nova crise energética</strong></p>
<p>Na Europa, o impacto já se faz sentir de forma significativa. Companhias aéreas reduziram voos para poupar combustível e os preços do gasóleo dispararam, afetando diretamente famílias, empresas e o setor agrícola.</p>
<p>O continente europeu teme reviver um cenário semelhante ao de 2022, quando a guerra na Ucrânia provocou uma crise energética sem precedentes. A possibilidade de um novo choque, menos de cinco anos depois, levanta sérias preocupações sobre uma eventual recessão.</p>
<p>A situação torna-se ainda mais delicada devido aos baixos níveis de reservas de gás natural, essenciais para garantir o abastecimento durante o inverno.</p>
<p><strong>Estados Unidos e Irão também sob pressão</strong></p>
<p>Apesar de serem um dos maiores produtores de petróleo do mundo, os Estados Unidos não estão imunes. O aumento do preço dos combustíveis já está a ter impacto político, sobretudo com eleições importantes no horizonte. Historicamente, preços elevados da gasolina prejudicam o desempenho eleitoral dos governos.</p>
<p>Do lado do Irão, a situação também é complexa. Inicialmente, o bloqueio permitiu aumentar receitas energéticas, mas as sanções e o segundo confinamento imposto pelos Estados Unidos reduziram drasticamente as exportações. A pressão interna cresce à medida que a capacidade de armazenamento se aproxima do limite.</p>
<p><strong>Ásia e economias emergentes: os mais vulneráveis</strong></p>
<p>Os países emergentes são os mais afetados pela crise. Na Ásia, várias economias enfrentam escassez de combustíveis e medidas de emergência.</p>
<p>As Filipinas declararam estado de emergência, enquanto países como Bangladesh e Myanmar já implementaram racionamento. Na Indonésia, funcionários públicos passaram a trabalhar remotamente para reduzir o consumo de combustível.</p>
<p>A dependência do gás liquefeito de petróleo e do crude do Golfo torna estas economias especialmente vulneráveis a um bloqueio prolongado.</p>
<p><strong>China tenta resistir, até quando vai aguentar?</strong></p>
<p>A China entrou na crise com alguma vantagem, graças a reservas estratégicas acumuladas e à aposta na eletrificação dos transportes. Ainda assim, a pressão começa a aumentar.</p>
<p>Pequim já apelou à reabertura do Estreito de Ormuz, demonstrando preocupação com a continuidade do bloqueio. A dependência energética da região continua a ser significativa, apesar dos esforços de diversificação.</p>
<p><strong>Petro-monarquias enfrentam perdas severas</strong></p>
<p>Os países produtores do Golfo também estão a sofrer consequências. Com exportações praticamente paradas, várias economias enfrentam dificuldades financeiras.</p>
<p>Alguns países já procuraram apoio externo para garantir liquidez, enquanto outros enfrentam previsões económicas negativas. Apenas a Arábia Saudita parece ter capacidade para suportar um bloqueio mais prolongado.</p>
<p><strong>Dois cenários possíveis para o futuro</strong></p>
<p>O desfecho desta crise dependerá das negociações entre os principais intervenientes. O cenário mais provável aponta para um acordo mínimo que permita reabrir o estreito, possivelmente com condições impostas pelo Irão para a passagem de navios.</p>
<p>No entanto, existe um cenário mais pessimista: a continuação do conflito. Nesse caso, os preços do petróleo poderiam disparar para níveis históricos, entre 200 e 250 dólares por barril, desencadeando uma recessão global, inflação elevada e forte instabilidade económica.</p>
<p>A conclusão é clara: nenhum dos principais atores globais pode permitir que o Estreito de Ormuz permaneça fechado até ao verão. O impacto económico, político e social seria demasiado elevado.</p>
<p>Como sublinha o El País, o tempo está a esgotar-se e cada dia sem solução aumenta significativamente os riscos para a economia mundial.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756063]]></sapo:autor>
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		<title>Mau tempo: Casos pontuais de tentativas de fraude identificados nas candidaturas a apoios em Leiria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 14:50:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[candidaturas]]></category>
		<category><![CDATA[fraude]]></category>
		<category><![CDATA[leiria]]></category>
		<category><![CDATA[mau tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara de Leiria identificou casos pontuais que podem configurar tentativas de fraude nas candidaturas a apoios para reconstrução de casas danificadas pelo mau tempo, revelou a autarquia à agência Lusa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara de Leiria identificou casos pontuais que podem configurar tentativas de fraude nas candidaturas a apoios para reconstrução de casas danificadas pelo mau tempo, revelou a autarquia à agência Lusa.</p>
<p>Segundo o município, que não especificou números, nas candidaturas surgiu, com recurso a Inteligência Artificial, uma casa que não existia, havendo casos de candidaturas de marido e mulher para o mesmo local, &#8220;uma abaixo de 5.000 euros para não ter vistoria e outra acima de 5.000 com vistoria&#8221;.</p>
<p>A autarquia elencou ainda &#8220;situações de candidaturas abaixo de 5.000 euros com orçamento&#8221;, com o requerente a julgar que iria ser ressarcido com base naquele, ou de orçamentos empolados face ao valor dos estragos.</p>
<p>&#8220;Situações em que [os requerentes] declaram não ter seguro quando na verdade têm&#8221; e &#8220;situações em que declaram não ter seguro para os não acionarem&#8221; são outros casos elencados, com a Câmara de Leiria a sublinhar que há &#8220;muitos processos mal instruídos por desconhecimento dos requerentes, mas que não se prendem com tentativas de fraude&#8221;.</p>
<p>O presidente do Município de Leiria, Gonçalo Lopes, destacou que a autarquia &#8220;está a gerir um volume muito elevado de candidaturas aos apoios à habitação, num processo exigente que obriga a uma análise rigorosa de cada situação&#8221;.</p>
<p>&#8220;Foram identificados casos que exigem verificação adicional e aprofundamento técnico. Essas situações, embora pontuais, introduzem complexidade no processo e acabam por ter impacto nos prazos de análise, num contexto em que existem milhares de famílias a aguardar resposta&#8221;, referiu Gonçalo Lopes.</p>
<p>O autarca frisou que a prioridade &#8220;é garantir que os apoios chegam a quem verdadeiramente necessita&#8221;, dado tratar-se de &#8220;recursos públicos&#8221; e &#8220;situações de elevada sensibilidade social&#8221;.</p>
<p>&#8220;O nosso foco está em proteger a integridade do processo e assegurar que nenhuma candidatura legítima é prejudicada. É esse equilíbrio, entre celeridade e rigor, que orienta o trabalho diário das equipas no terreno&#8221;, garantiu.</p>
<p>De acordo com os últimos dados enviados pela Câmara, na terça-feira, quando passaram três meses desde que a depressão Kristin atingiu gravemente o concelho, &#8220;encontram-se atualmente 10.786 candidaturas submetidas&#8221; à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Centro &#8220;no âmbito dos apoios à recuperação habitacional&#8221;.</p>
<p>&#8220;Deste total, 10.067 permanecem ativas e 719 foram devolvidas aos requerentes para aperfeiçoamento&#8221;, adiantou o município, explicando que &#8220;os dados mais recentes indicam também que a autarquia já analisou 2.650 processos, encontrando-se 1.082 candidaturas em fase de pagamento e 808 apoios já com verbas atribuídas&#8221;.</p>
<p>&#8220;Registam-se igualmente 760 recusas&#8221;, acrescentou.</p>
<p>Na terça-feira, o presidente da CCDR do Centro admitiu ter ficado surpreendido com &#8220;o nível de fraude excessivo&#8221; nos pedidos de apoio para casas afetadas pelo mau tempo.</p>
<p>&#8220;Ninguém está a apresentar desculpa nenhuma, muito menos eu como presidente da CCDR. Estamos a constatar que há um número que nos surpreende de cidadãos que estão a falsear declarações para tentar ter acesso ao benefício ao qual não tem direito. É isto que está a acontecer&#8221;, afirmou Ribau Esteves, no parlamento.</p>
<p>Na ocasião, Ribau Esteves rejeitou que alegados casos de fraude pudessem servir de desculpa para os atrasos com que os deputados o confrontaram, no âmbito do pagamento dos apoios às habitações danificadas pelo mau tempo.</p>
<p>Ao longo da sua intervenção, o antigo presidente da Câmara de Aveiro indicou que, no final de todo o processo, &#8220;as falsidades com dimensão mais exagerada&#8221; serão encaminhadas para o Ministério Público.</p>
<p>Os apoios financeiros para reparar os estragos em habitações causados pela depressão Kristin, que atingiu gravemente o concelho de Leiria em 28 de janeiro, são atribuídos no prazo máximo de três dias úteis nas despesas até cinco mil euros (com fotografias), que dispensam vistoria, e em até 15 dias úteis nos restantes, até 10 mil euros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756065]]></sapo:autor>
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		<title>Risco sísmico e vulcânico: Este destino de férias (mesmo) muito popular na Europa impõe novas restrições até 2027</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Goncalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 14:42:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As medidas, justificadas por preocupações crescentes com potenciais fenómenos geológicos perigosos, deverão permanecer em vigor, pelo menos, até 31 de Março de 2027.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As autoridades gregas anunciaram um novo pacote de restrições de proteção civil em Santorini, uma das ilhas mais emblemáticas e visitadas do Mediterrâneo, na sequência de recomendações emitidas por comissões científicas que acompanham de perto a atividade sísmica e vulcânica na região. As medidas, justificadas por preocupações crescentes com potenciais fenómenos geológicos perigosos, deverão permanecer em vigor, pelo menos, até 31 de Março de 2027, e marcam uma nova fase de vigilância reforçada naquele arquipélago do mar Egeu.</p>
<p>A decisão surge após uma reunião extraordinária do Comité Científico Permanente para a Avaliação do Risco Sísmico e Redução do Risco Sísmico, organismo que analisou a evolução recente da atividade tectónica e vulcânica na área e concluiu pela necessidade de reforçar os mecanismos de prevenção, controlo de acessos e gestão de circulação em várias zonas consideradas sensíveis.</p>
<p>Segundo as autoridades helénicas, o objetivo central passa por limitar a exposição de residentes e visitantes a áreas potencialmente vulneráveis a tremores de terra, instabilidade geológica e outros fenómenos naturais associados à natureza vulcânica da ilha.</p>
<p><strong>Portos sob controlo apertado e áreas interditas</strong><br />
Entre as principais medidas agora implementadas está o reforço do controlo rodoviário e logístico no porto de Athinios, principal porta de entrada marítima de Santorini, onde passam diariamente milhares de turistas, residentes e mercadorias.</p>
<p>O plano estabelece novas regras de circulação destinadas a reduzir congestionamentos durante a chegada e partida de navios, diminuir o tempo de permanência de veículos nas zonas portuárias e evitar situações de sobrelotação que possam representar riscos acrescidos em caso de emergência sísmica ou outro evento extremo.</p>
<p>Paralelamente, foi divulgado um novo mapa de zonas de risco, no qual várias áreas da ilha passam a ter permanência proibida ou severamente condicionada, por estarem localizadas em pontos considerados particularmente expostos caso ocorram tremores de terra relacionados com a atividade vulcânica.</p>
<p>Uma das medidas mais visíveis para os visitantes é a criação de uma zona restrita no antigo porto de Fira e nas áreas superiores envolventes, onde passa a ser proibido o acesso em determinadas áreas delimitadas. Ainda assim, as autoridades esclareceram que o teleférico de Fira e o percurso pedonal entre Fira e o antigo porto continuam operacionais sem restrições.</p>
<p>Também em Ammoudi, uma das zonas costeiras mais procuradas por turistas devido às vistas panorâmicas e à proximidade ao mar, foi imposta uma proibição de circulação automóvel na estrada municipal que liga o cruzamento da circular de Oia ao porto local. Apenas um número limitado de viaturas autorizadas pela autarquia de Thira poderá circular, exclusivamente para assegurar transporte controlado de passageiros.</p>
<p>Outra decisão relevante prende-se com o encerramento total do percurso pedestre entre Ammoudi e Agios Nikolaos, um trilho bastante procurado por caminhantes e visitantes que desejavam explorar a paisagem vulcânica e costeira da ilha.</p>
<p>As autoridades sublinham, contudo, que estas medidas poderão ser alteradas, reforçadas ou mesmo suspensas a qualquer momento, dependendo da evolução da situação geológica ou caso ocorram fenómenos naturais de maior intensidade, como sismos fortes ou eventos meteorológicos extremos, sempre mediante nova avaliação técnica dos organismos competentes.</p>
<p><strong>Novo golpe para o turismo grego</strong><br />
O endurecimento das restrições representa mais um duro revés para o sector turístico de Santorini, cuja importância ultrapassa largamente os limites da própria ilha. O destino representa cerca de 10% do total de visitantes que entram na Grécia, sendo uma peça-chave da indústria turística nacional e uma fonte essencial de receitas para a economia helénica.</p>
<p>A nova fase de limitações surge numa altura em que Santorini ainda procura recuperar dos efeitos da chamada “enxame sísmico de Santorini”, sequência prolongada de abalos sentidos nas proximidades da ilha e que, no ano passado, provocou uma quebra significativa na procura turística durante os meses de Verão.</p>
<p>Na altura, as autoridades chegaram a encerrar escolas, interditar áreas costeiras e limitar acessos a zonas sensíveis, numa resposta de emergência face à persistência da actividade sísmica.</p>
<p>Os efeitos económicos foram imediatos. Segundo Yannis Paraschis, presidente da Associação de Empresas Turísticas Gregas, a capacidade aérea disponível para Santorini caiu 26% entre Janeiro e Junho de 2025, um reflexo directo da quebra de confiança dos mercados emissores e da preocupação dos turistas perante a instabilidade geológica.</p>
<p>Antonis Pagoni, presidente da associação de hoteleiros de Santorini, alertou então para o peso económico da ilha, afirmando: “No total, as chegadas deverão cair entre 20% e 25%. Neste momento estamos numa quebra entre 25% e 30%.”</p>
<p>O responsável deixou também um aviso sobre o impacto nacional dessa descida, ao sublinhar: “É uma redução enorme num destino como Santorini, que atrai mais de três milhões de visitantes. Estamos a falar de 10% do turismo grego. Não sabemos se a Grécia pode dar-se ao luxo de perder essa receita.”</p>
<p>Agora, com restrições prolongadas até 2027, cresce a preocupação entre operadores turísticos, hotelaria, restauração e comércio local quanto ao impacto de médio prazo na imagem internacional da ilha.</p>
<p><strong>Segurança é prioridade, garante Atenas</strong><br />
Apesar do impacto económico, o Governo grego insiste que a segurança tem prioridade absoluta.</p>
<p>O ministro dos Assuntos Marítimos e da Política Insular, Vassilis Kikilias, deixou claro o posicionamento de Atenas ao afirmar que “a protecção tanto dos residentes permanentes como dos turistas sazonais é a principal prioridade do Governo à medida que a época de Verão arranca”.</p>
<p>Essa posição reflete a delicada equação entre preservar a atividade turística — motor económico da ilha — e evitar expor milhões de visitantes e a população local a riscos naturais que, embora imprevisíveis, fazem parte da realidade geológica de Santorini.</p>
<p><strong>Uma ilha moldada pelo fogo e pelos sismos</strong><br />
A preocupação científica não surge por acaso. Santorini é, por natureza, um território vulcânico activo e geologicamente complexo.</p>
<p>O arquipélago, situado a cerca de 128 milhas náuticas a sudeste da Grécia continental, integra as ilhas de Thira, Thirassia, Aspronissi, Palea Kameni e Nea Kameni. Em tempos remotos, toda esta área formava uma única ilha circular conhecida como Strongili — “a redonda” — que rodeava uma vasta caldeira vulcânica.</p>
<p>Essa configuração foi destruída por volta de 1600 antes de Cristo, quando ocorreu a erupção minoica, considerada uma das mais poderosas registadas na História. A violência dessa explosão fragmentou a ilha original e moldou o arquipélago tal como hoje é conhecido, dando origem, ao longo dos séculos, às formações vulcânicas mais recentes de Nea Kameni e Palea Kameni.</p>
<p>Mais recentemente, em 1956, um forte sismo ao largo da ilha de Amorgos, a cerca de 50 quilómetros de distância, seguido de réplicas intensas, provocou 53 mortos e cerca de 100 feridos. O impacto estrutural foi devastador: aproximadamente 35% dos edifícios de Santorini colapsaram totalmente, enquanto 45% sofreram danos de menor ou maior gravidade.</p>
<p>Essa memória sísmica permanece viva e ajuda a explicar por que razão qualquer sinal de instabilidade geológica em Santorini é encarado com máxima seriedade.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756055]]></sapo:autor>
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		<title>Montenegro ataca &#8220;propostas convergentes&#8221; de PS e Chega e assegura que não vai descontrolar contas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 14:34:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Chega]]></category>
		<category><![CDATA[contas]]></category>
		<category><![CDATA[Luís Montenegro]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[propostas]]></category>
		<category><![CDATA[ps]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro afirmou hoje que o Governo tudo fará para "proteger famílias e empresas" do aumento dos preços, mas sem descontrolo das contas públicas, acusando PS e Chega de fazerem "propostas convergentes" que podem prejudicar "o futuro de Portugal".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro afirmou hoje que o Governo tudo fará para &#8220;proteger famílias e empresas&#8221; do aumento dos preços, mas sem descontrolo das contas públicas, acusando PS e Chega de fazerem &#8220;propostas convergentes&#8221; que podem prejudicar &#8220;o futuro de Portugal&#8221;.</p>
<p>Na abertura do debate quinzenal, Luís Montenegro afirmou que o Governo está a dar &#8220;cerca de 150 milhões de euros de apoios por mês e mais de 45 milhões de euros em apoios extraordinários&#8221; desde que começou a crise inflacionista relacionada com a guerra no Irão.</p>
<p>&#8220;Continuaremos a acompanhar a evolução dos preços, em particular dos alimentos e agiremos sempre que necessário. Tudo faremos para proteger as famílias e a economia, com equilíbrio e prudência, sem comprometer a estabilidade do país&#8221;, disse.</p>
<p>No entanto, o primeiro-ministro deixou uma promessa: &#8220;Não será com este Governo que haverá descontrolo nas cotas públicas e os consequentes sacrifícios exigidos aos portugueses&#8221;.</p>
<p>&#8220;No passado recente, foi o voluntarismo e o imediatismo populista do PS que trouxe a fatura da troika a Portugal. A este propósito, é bom que os portugueses vejam e analisem os discursos e algumas propostas convergentes, para não dizer mesmo iguais, do PS e do Chega&#8221;, alertou.</p>
<p>Segundo Montenegro, &#8220;Chega e PS estão de bem um com o outro, mas estão de mal com a proteção e com a construção do futuro em Portugal&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756052]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Viseu recebe em maio um exercício europeu focado nos fogos rurais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 14:34:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[europeu]]></category>
		<category><![CDATA[Exercício]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[viseu]]></category>
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					<description><![CDATA[O concelho de Viseu recebe, de 05 a 07 de maio, um exercício europeu focado nos incêndios rurais que envolverá 700 operacionais do Chipre, Chéquia, Espanha, França, Polónia e Portugal, e mais de 120 veículos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O concelho de Viseu recebe, de 05 a 07 de maio, um exercício europeu focado nos incêndios rurais que envolverá 700 operacionais do Chipre, Chéquia, Espanha, França, Polónia e Portugal, e mais de 120 veículos.</p>
<p>O exercício europeu &#8220;PT EU MODEX 2026&#8221;, que foi hoje apresentado, pretende testar a cooperação e a coordenação, definir processos e modelos de comunicação, e melhorar capacidades operacionais, entre outros objetivos, explicou o comandante sub-regional de Viseu Dão Lafões, Miguel Ângelo David.</p>
<p>Este exercício será aproveitado para testar o Plano Municipal de Emergência de Viseu, de forma a avaliar &#8220;se está adequado ou necessita de fazer algum tipo de ajuste&#8221;, porque é importante que seja dinâmico, acrescentou.</p>
<p>Miguel Ângelo David alertou que poderá haver restrições de trânsito nalgumas zonas, como, por exemplo, no Campo de Viriato (recinto da Feira de São Mateus), onde ficarão instalados os oito módulos (conjunto de pessoas e veículos) internacionais.</p>
<p>Segundo o responsável, uma das questões a testar será a autossuficiência dos módulos em termos de alimentação, logística de transporte, dormidas e rotação de operacionais.</p>
<p>&#8220;Nenhum destes módulos sabe o que vai encontrar. Os cenários vão ser-lhes dados no momento que receberem a missão&#8221;, com o objetivo da &#8220;aprendizagem, da interoperabilidade e da comunicação entre os módulos&#8221;, explicou.</p>
<p>Portugal participará no &#8220;PT EU MODEX 2026&#8221; com &#8220;bombeiros e outros agentes de proteção civil, forças de segurança, comunidades locais, escolas, institutos, juntas de freguesia e escuteiros&#8221;, que serão envolvidos nalguns cenários deste exercício.</p>
<p>&#8220;Não é um exercício habitual, como um simulacro. Estamos a jogar com o fator tempo, mas sobretudo estamos a falar de procedimentos. No final, os módulos internacionais vão obter a sua certificação ou recertificação [no Mecanismo de Proteção Civil da União Europeia]&#8221;, realçou, acrescentando que haverá &#8220;avaliadores em permanência&#8221;.</p>
<p>O exercício não terá períodos de paragem: &#8220;Inicia-se no dia 05 e termina dia 07, sem fazer interrupções, seja em modo noturno ou diurno&#8221;.</p>
<p>O presidente da Câmara, João Azevedo, disse aos jornalistas que o exercício levará os operacionais às freguesias de Côta, Barreiros e Cepões, Lordosa, Calde e Viseu.</p>
<p>&#8220;Servirá para, num processo multinível &#8211; desde as freguesias ao mecanismo europeu da proteção civil, passando pelo nível municipal e regional -, prepararmos as pessoas para uma catástrofe que pode acontecer&#8221;, como os recentes fogos florestais de grande dimensão, frisou o autarca.</p>
<p>Este exercício é organizado pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), através do Comando Sub-regional de Viseu Dão Lafões, em articulação com o consórcio internacional EU MODEX, no âmbito do Mecanismo de Proteção Civil da União Europeia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756051]]></sapo:autor>
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		<title>Rui Pinto absolvido de 241 crimes no segundo processo Football Leaks</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Goncalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 14:31:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O antigo hacker português Rui Pinto foi absolvido esta quarta-feira num processo em que enfrentava a acusação de 241 crimes, numa decisão que representa um revés significativo para o Ministério Público.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O antigo hacker português Rui Pinto foi absolvido esta quarta-feira num processo em que enfrentava a acusação de 241 crimes, numa decisão que representa um revés significativo para o Ministério Público e que ficou marcada por fortes críticas judiciais ao funcionamento do sistema de justiça em Portugal.</p>
<p>A sentença foi proferida por uma juíza que considerou que o arguido foi alvo de tratamento injusto ao ser julgado mais do que uma vez pelos mesmos factos. Na leitura da decisão, a magistrada afirmou que Pinto foi “vítima da arbitrariedade do sistema judicial” e que a sua dignidade pessoal foi violada ao longo do processo, sublinhando a gravidade da repetição de julgamentos sobre matérias idênticas, segundo adianta o Público.</p>
<p>De recordar que este foi o segundo grande processo judicial envolvendo o criador do caso Football Leaks, depois de já ter sido condenado anteriormente a uma pena de quatro anos de prisão, suspensa, também por crimes informáticos.</p>
<p>Apesar de a natureza dos crimes ser semelhante em ambos os processos, a principal diferença residia nas entidades alegadamente lesadas. Neste novo julgamento, estavam em causa ataques informáticos dirigidos a múltiplas organizações, incluindo clubes de futebol, organismos do Estado, escritórios de advogados e instituições ligadas ao próprio Ministério Público.</p>
<p>Entre os casos analisados estiveram acessos ilegítimos a comunicações internas de clubes como o Sport Lisboa e Benfica e o Futebol Clube do Porto, bem como a sistemas de entidades públicas, incluindo a Autoridade Tributária. Segundo os autos, Pinto terá utilizado credenciais da diretora-geral dos impostos para aceder ao sistema informático fiscal.</p>
<p>Muitas das entidades visadas só tiveram conhecimento dos ataques após a investigação do primeiro processo, o que levou à abertura de novas ações judiciais. Ainda assim, a decisão agora conhecida levanta dúvidas sobre a legalidade da multiplicação de julgamentos com base em factos semelhantes.</p>
<p><strong>Colaboração com autoridades pesou no percurso</strong><br />
Apesar do histórico judicial, Rui Pinto tem vindo a colaborar com as autoridades desde 2020, incluindo a Polícia Judiciária e autoridades europeias. As informações recolhidas e partilhadas pelo denunciante estiveram na origem de várias investigações relacionadas com práticas ilícitas no futebol, como branqueamento de capitais e fraude fiscal.</p>
<p>Essa colaboração valeu-lhe o estatuto de testemunha protegida, mantendo-se sob proteção policial. Os milhões de documentos que reuniu — armazenados em discos rígidos encriptados — foram determinantes para a sua libertação da prisão preventiva, após a detenção em 2019, em Budapeste.</p>
<p><strong>Ministério Público admitia pena suspensa</strong><br />
Neste processo agora concluído, Rui Pinto respondia por 241 crimes, incluindo 201 de acesso ilegítimo qualificado, 22 de violação de correspondência agravada e 18 de dano informático. Durante as alegações finais, o Ministério Público chegou a pedir a absolvição em dois dos crimes de dano informático.</p>
<p>O procurador responsável admitiu também a possibilidade de aplicação de uma pena de prisão suspensa, tendo em conta a idade do arguido e o facto de não ter reincidido em atividades ilegais. Ainda assim, sustentou que Pinto não poderia ser considerado um denunciante clássico, uma vez que os crimes foram cometidos para obter acesso a informação confidencial.</p>
<p><strong>Defesa fala em estratégia “perversa” do Ministério Público</strong><br />
A equipa de defesa do arguido reagiu com dureza ao longo do processo, acusando o Ministério Público de seguir uma estratégia “absolutamente personalizada, perversa e ilegal”. Segundo os advogados, a repetição de julgamentos tem impedido Rui Pinto de reconstruir a sua vida e reintegrar-se plenamente na sociedade.</p>
<p>Apesar da absolvição agora conhecida, o percurso judicial do antigo hacker pode não ter terminado. Existe ainda uma terceira investigação em curso no Departamento Central de Investigação e Ação Penal, envolvendo crimes semelhantes, o que poderá levar o arguido novamente ao banco dos réus.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756027]]></sapo:autor>
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		<title>Trabalhadores da saúde em greve a 04 e 05 de maio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 14:27:39 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os trabalhadores da saúde vão estar em greve a 04 e 05 de maio para reivindicar melhores salários e condições de dignas de trabalho, anunciou o sindicato que convocou a paralisação nacional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os trabalhadores da saúde vão estar em greve a 04 e 05 de maio para reivindicar melhores salários e condições de dignas de trabalho, anunciou o sindicato que convocou a paralisação nacional.</p>
<p>&#8220;A greve abrangerá todos os trabalhadores do setor da saúde, independentemente do vínculo, carreira ou filiação sindical, e decorrerá entre as 00:00 e as 24:00 dos dias 04 e 05 de maio&#8221;, refere o pré-aviso do Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Serviços e de Entidades com Fins Públicos (STTS) consultado hoje pela Lusa.</p>
<p>Com esta paralisação, o sindicato exige do Governo e das entidades empregadoras, entre outras medidas, a &#8220;reposição dos pontos retirados aos trabalhadores&#8221; no âmbito do sistema de avaliação, a &#8220;contratação urgente&#8221; de pessoal, que permita terminar com o &#8220;uso e abuso dos turnos suplementares e cargas horárias de 14 e 16 horas de serviço contínuo&#8221;, e a reposição das &#8220;horas não pagas e não gozadas&#8221;.</p>
<p>A estrutura sindical justifica ainda os dois dias de greve com a necessidade de os trabalhadores do setor se manifestarem contra o pacote laboral apresentado pelo Governo, estando agendada para a manhã de 05 de maio uma manifestação junto ao Hospital Santa Maria, em Lisboa.</p>
<p>Os profissionais que trabalham na saúde estão em &#8220;exaustão prolongada&#8221;, alertou o sindicato, que pretende dialogar com o Governo sobre estas matérias, alegando que o &#8220;silêncio e a indiferença já não são opções&#8221;.</p>
<p>&#8220;O STTS não aceita mais que quem cuida dos outros seja tratado com desprezo. Exigimos o que é nosso por direito, valorização, salários justos e condições de trabalho dignas&#8221;, salientou o sindicato, que garante o cumprimento dos serviços mínimos decretados para esta greve pelo tribunal arbitral.</p>
<p>De acordo com a decisão, os meios humanos necessários para assegurar os serviços mínimos serão os que, em cada unidade de saúde, forem disponibilizados, em cada turno, para garantir o seu funcionamento aos domingos e feriados, não podendo ultrapassar-se o número de trabalhadores de um dia útil em cada serviço.</p>
<p>Para 12 de maio já foi convocada pelo Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) uma outra greve nacional, que vai abranger os setores público, privado e social para exigir ao Governo que &#8220;resolva vários problemas&#8221; para permitir dignificar a profissão.</p>
<p>Segundo o SEP, para 12 de maio, coincidindo com o Dia Internacional do Enfermeiro, está prevista também uma manifestação em Lisboa, que vai partir do Campo Pequeno, terminando junto ao Ministério da Saúde.</p>
<p>É uma greve e uma manifestação pela &#8220;dignidade dos enfermeiros e pela dignificação da enfermagem&#8221;, salientou o presidente do SEP, José Carlos Martins, para quem, apesar de estarem a decorrer negociações com o Governo sobre o Acordo Coletivo de Trabalho, &#8220;importa resolver problemas&#8221; que estão a afetar esses profissionais de saúde há vários anos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756039]]></sapo:autor>
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		<title>Santander Totta emprestou 1.400 milhões de euros em crédito à habitação com garantia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 14:25:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[empréstimo]]></category>
		<category><![CDATA[habitação]]></category>
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		<category><![CDATA[Santander Totta]]></category>
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					<description><![CDATA[O Santander Totta emprestou 1.400 milhões de euros em crédito à habitação com garantia pública, disse hoje fonte oficial do banco à Lusa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Santander Totta emprestou 1.400 milhões de euros em crédito à habitação com garantia pública, disse hoje fonte oficial do banco à Lusa.</p>
<p>O Santander Totta divulgou hoje lucros de 242,4 milhões de euros no primeiro trimestre, mais 9,8% face aos primeiros três meses de 2025.</p>
<p>A perguntas da Lusa sobre a garantia pública, o Santander Totta disse que até ao momento recebeu 45 mil pedidos de jovens e que foram formalizadas escrituras num valor total de cerca de 1.400 milhões de euros.</p>
<p>A garantia pública para o crédito à habitação a jovens até 35 anos (inclusive) aplica-se a contratos assinados até final de 2026 e permite ao Estado garantir, enquanto fiador, até 15% do valor da transação. Na prática, a medida permite que os jovens consigam obter 100% do valor da avaliação da casa, em vez dos 90% de limite.</p>
<p>Sobre as moratórias de crédito por causa das tempestades, disse o Santander Totta que foram concedidas a 689 contratos.</p>
<p>As moratórias que suspendem juros e/ou capital de créditos a empresas e famílias afetadas pelas tempestades do início do ano acabaram esta semana e, segundo informações recolhidas pela Lusa, o Governo está a preparar a sua extensão. Contudo, não foi possível saber se é para empresas, para famílias ou para ambas.</p>
<p>Ainda nas contas hoje divulgadas pelo Santander Totta, o banco disse que no final de março tinha 4.569 trabalhadores, menos 113 do que um ano antes.</p>
<p>O banco indicou que houve saídas por reformas antecipadas mas, questionado pela Lusa, não detalhou de quantas se trataram.</p>
<p>Segundo o Santander, as saídas resultam de ter vindo a preparar, &#8220;com antecedência, uma transição geracional ligada à entrada em reforma de vários colaboradores&#8221; e que o objetivo é que seja gradual para &#8220;preservar conhecimento crítico e garantir a continuidade na atividade&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756033]]></sapo:autor>
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		<title>António Costa considera inaceitável que em países como Portugal jovens gastem todo o salário em habitação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 14:25:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[António Costa]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do Conselho Europeu considerou hoje inaceitável que, em países como Portugal, os jovens tenham de gastar "100% do salário", durante 20 ou 30 anos, para conseguir comprar uma casa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Conselho Europeu considerou hoje inaceitável que, em países como Portugal, os jovens tenham de gastar &#8220;100% do salário&#8221;, durante 20 ou 30 anos, para conseguir comprar uma casa.</p>
<p>&#8220;Não podemos aceitar que, em alguns países da União Europeia, designadamente aquele que eu conheço melhor [Portugal], jovens adultos tenham de pagar 100% dos seus salários, durante 20, 30 anos ou mais, para conseguir comprar uma casa&#8221;, afirmou António Costa num discurso no Comité Económico e Social Europeu, em Bruxelas.</p>
<p>O presidente do Conselho Europeu defendeu que o preço das casas está &#8220;no centro da desilusão das pessoas com as instituições democráticas&#8221; e considerou que o acesso a habitação acessível é &#8220;vital para a coesão social e justiça&#8221;.</p>
<p>&#8220;Os nossos jovens são o futuro da Europa e a Europa deve dar-lhes a garantia de que terão um futuro melhor&#8221;, referiu o também ex-primeiro-ministro português.</p>
<p>António Costa fez estas afirmações no final de um discurso centrado na necessidade de a UE se tornar mais autónoma a nível internacional, não só para garantir a soberania a nível económico e digital, mas também para assegurar que consegue manter o modelo social europeu.</p>
<p>O presidente do Conselho Europeu salientou que, nos últimos anos, a UE ficou exposta a vários acontecimentos: &#8220;a continuação da guerra na Ucrânia, as tarifas dos Estados Unidos que perturbam a ordem global e comercial, a China a exibir o seu poderio económico e a guerra no Médio Oriente que trouxe um terceiro choque petrolífero&#8221;.</p>
<p>&#8220;Isto mostrou o preço que pagamos pelas nossas múltiplas dependências num sistema comercial internacional fragmentado, que reduz os ganhos da integração económica global. Esse preço é particularmente elevado na energia e na eletricidade&#8221;, referiu.</p>
<p>Neste contexto geopolítico &#8220;mais hostil e incerto&#8221;, Costa defendeu que a UE deve &#8220;tomar ações decisivas&#8221; para garantir a sua soberania, considerando que isso é &#8220;indispensável para garantir o modelo social europeu&#8221;, para criar oportunidades para os cidadãos da UE e para tornar o bloco um &#8220;lugar atrativo para viver e investir&#8221;.</p>
<p>O presidente do Conselho Europeu referiu que os líderes da UE, nas diferentes cimeiras que têm realizado nos últimos tempos, já definiram três rumos para aumentar essa autonomia: a competitividade, a soberania e o comércio.</p>
<p>Na competitividade, António Costa defendeu medidas que têm sido discutidas pelos líderes, como a harmonização de regras para empresas europeias através do chamado 28.º regime, a necessidade de se garantir o mútuo reconhecimento de qualificações na UE ou ainda reduzir burocracias, &#8220;para simplificar a vida diárias dos cidadãos e empresas&#8221;.</p>
<p>&#8220;Reforçar a nossa competitividade não é um objetivo em si, mas é um ingrediente indispensável para tornar o nosso modelo social mais robusto e para criar mais empregos de qualidade. É um pré-requisito para tornar a UE menos exposta à instrumentalização das suas dependências&#8221;, indicou.</p>
<p>No que se refere à soberania, António Costa disse que se trata de cumprir o &#8220;plano ambicioso para que a Europa tenha verdadeiras capacidades de Defesa e de segurança&#8221;, mas também de &#8220;voltar a ter controlo soberano a nível energético&#8221; e &#8220;descarbonizar a economia&#8221;.</p>
<p>&#8220;Trata-se também de introduzir, em setores e tecnologias estratégicas, um nível específico e proporcional de &#8216;preferência europeia&#8217;. Não estamos a falar de protecionismo&#8221;, disse, garantindo que, apesar dessa preferência europeia, a UE &#8220;vai respeitar plenamente os seus acordos comerciais&#8221;.</p>
<p>Por último, no que se refere ao comércio, António Costa recordou que, este ano, a UE já &#8216;fechou&#8217; acordos comerciais com a Índia e os países do Mercosul, criando mercados de &#8220;quase três mil milhões de pessoas&#8221;, e salientou que isso &#8220;vai aumentar o peso da Europa enquanto âncora&#8221;, permitindo-lhe moldar &#8220;uma nova rede de polos regionais baseada em regras e a própria ordem internacional baseada em regras&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756031]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Governo vai aprovar moratória dos créditos às empresas por mais 12 meses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Goncalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 14:16:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro, Luís Montenegro, anunciou esta quarta-feira, na Assembleia da República, que o Conselho de Ministros irá aprovar “já amanhã” uma nova moratória temporária dos créditos às empresas por mais 12 meses.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro, Luís Montenegro, anunciou esta quarta-feira, na Assembleia da República, que o Conselho de Ministros irá aprovar “já amanhã” uma nova moratória temporária dos créditos às empresas por mais 12 meses, numa decisão que representa um prolongamento extraordinário de uma das principais medidas de alívio financeiro criadas para responder ao impacto económico devastador das tempestades que atingiram Portugal no início do ano.</p>
<p>O anúncio foi feito na intervenção de abertura do debate quinzenal no Parlamento, num momento politicamente relevante, com o país ainda a avaliar o alcance do vasto programa Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência (PTRR), apresentado na íntegra ontem, e com o sistema financeiro a preparar-se para enfrentar um período particularmente sensível após o termo da moratória extraordinária que protegia empresas e famílias atingidas pelo mau tempo.</p>
<p>Na sua primeira intervenção, Luís Montenegro enquadrou a medida no esforço governamental de recuperação nacional, começando por destacar a apresentação da versão final do PTRR, que descreveu como um instrumento central para “reerguer Portugal” depois das “adversidades” provocadas pelo violento ciclo de tempestades que assolou o território nacional. Foi nesse contexto que anunciou uma nova decisão de impacto directo na tesouraria empresarial: “Amanhã mesmo, o Conselho de Ministros irá aprovar uma moratória temporária dos créditos às empresas por mais 12 meses”, declarou o chefe do Governo.</p>
<p>Trata-se de uma decisão com forte peso económico e político, sobretudo porque surge apenas dois dias depois de ter terminado a moratória extraordinária inicialmente criada para amortecer o choque financeiro provocado pela calamidade meteorológica. O fim dessa medida, que entrou em vigor na segunda-feira, era visto por bancos, reguladores e agentes económicos como o início de uma fase crítica de avaliação do risco de crédito nas zonas afectadas.</p>
<p><strong>Medida surge num momento crítico para a economia</strong><br />
A decisão agora anunciada pelo Governo altera substancialmente esse cenário e oferece um novo balão de oxigénio às empresas ainda fragilizadas pelos prejuízos acumulados.</p>
<p>Segundo dados do Banco de Portugal, a moratória que cessou abrangia cerca de 7.400 clientes — entre empresas e famílias — e incidia sobre um volume global de crédito na ordem dos 930 milhões de euros. A adesão à medida foi particularmente expressiva nas regiões mais afectadas, onde foi declarada situação de calamidade em quase uma centena de concelhos.</p>
<p>Durante uma audição parlamentar na Comissão do Orçamento, Finanças e Administração Pública, a vice-governadora do Banco de Portugal, Clara Raposo, explicou que os montantes abrangidos correspondiam a menos de 1,5% do crédito à habitação e a cerca de 4% do crédito às empresas nas zonas atingidas, demonstrando que, embora concentrado geograficamente, o impacto económico sobre o tecido empresarial foi significativo.</p>
<p>Mais preocupante ainda é a dimensão global das perdas provocadas pelas tempestades. De acordo com estimativas apresentadas no Parlamento, os danos económicos ultrapassam os cinco mil milhões de euros. Deste valor, apenas cerca de 750 milhões estão cobertos por seguros, o que significa que aproximadamente 80% dos prejuízos recaem diretamente sobre famílias e empresas, aumentando brutalmente a pressão sobre tesourarias já fragilizadas.</p>
<p><strong>Banco de Portugal com cautela sobre risco de incumprimento</strong><br />
Até agora, o Banco de Portugal vinha defendendo prudência na avaliação do verdadeiro risco de crédito associado ao fim das moratórias. Clara Raposo foi explícita ao afirmar que, enquanto a medida estivesse ativa, “não é possível tirar conclusões robustas” sobre a eventual materialização de incumprimentos.</p>
<p>A responsável sublinhou ainda que os efeitos económicos das tempestades não se esgotam no imediato, advertindo que “tendem a manifestar-se por mais tempo”, o que prolonga a incerteza sobre a capacidade real de recuperação de muitas empresas.</p>
<p>Essa leitura era partilhada por vários sectores económicos, que alertavam para o risco de um aumento abrupto das dificuldades financeiras caso o apoio cessasse sem uma transição gradual.</p>
<p>Ao anunciar a extensão da moratória por mais um ano, o Governo parece responder directamente a esse receio, criando um novo período de estabilização para empresas que continuam a enfrentar quebras de actividade, custos acrescidos de reconstrução, problemas logísticos e dificuldades no acesso a liquidez.</p>
<p>(em atualização)</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Governo da Madeira prolonga prazo para terceira fase da construção do novo hospital</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 14:10:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O prazo para apresentação de propostas para a terceira fase da construção do Hospital Central e Universitário da Madeira foi prolongado até 21 de maio, devido aos "sucessivos pedidos de esclarecimento" dos concorrentes, indicou hoje o Governo Regional (PSD/CDS-PP).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O prazo para apresentação de propostas para a terceira fase da construção do Hospital Central e Universitário da Madeira foi prolongado até 21 de maio, devido aos &#8220;sucessivos pedidos de esclarecimento&#8221; dos concorrentes, indicou hoje o Governo Regional (PSD/CDS-PP).</p>
<p>Em fevereiro, o executivo madeirense apurou cinco agrupamentos de empresas, num total de seis envolvendo 15 firmas, que disputaram o concurso limitado por qualificação prévia para a terceira fase da empreitada, e estabeleceu a data-limite de 29 de abril para apresentação de propostas.</p>
<p>Hoje, a Secretaria Regional de Equipamentos e Infraestruturas indicou ter prolongado o prazo até 21 de maio.</p>
<p>&#8220;A decisão surge na sequência dos sucessivos pedidos de esclarecimento apresentados pelos agrupamentos concorrentes, estando a entidade adjudicante obrigada a proceder a uma prorrogação do prazo para apresentação de propostas conforme definido no Código dos Contratos Públicos&#8221;, refere em comunicado.</p>
<p>A terceira e última fase da empreitada tem o preço base de 265 milhões de euros e abrange as infraestruturas gerais, acabamentos e instalações técnicas da futura unidade hospitalar.</p>
<p>O novo hospital da Madeira representará um investimento superior aos 350 milhões de euros inicialmente previstos, contando com comparticipação em 50% do Estado Português, que em 2018 declarou o empreendimento como projeto de interesse comum.</p>
<p>Localizado nos arredores do Funchal, em Santa Quitéria, o Hospital Central e Universitário da Madeira ocupa uma área de aproximadamente 171.318 metros quadrados e terá cerca de 600 camas, um heliporto e cerca de 1.200 lugares de estacionamento.</p>
<p>Quando começou a ser construído, o Governo Regional (PSD/CDS-PP) estimava que estaria concluído em 2027, mas, entretanto, alterou a previsão para a entrada em funcionamento apenas no final de 2029.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756011]]></sapo:autor>
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		<title>Meloni debaixo de fogo por indulto a organizadora das famosas festas &#8216;bunga-bunga&#8217; de Berlusconi</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Goncalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 14:08:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um novo caso político está a agitar Itália e a colocar o Governo de Giorgia Meloni sob intensa pressão, depois de ter vindo a público um controverso indulto concedido a Nicole Minetti, antiga colaboradora próxima de Silvio Berlusconi e figura central nos escândalos ligados às famosas festas “bunga-bunga”.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um novo caso político está a agitar Itália e a colocar o Governo de Giorgia Meloni sob intensa pressão, depois de ter vindo a público um controverso indulto concedido a Nicole Minetti, antiga colaboradora próxima de Silvio Berlusconi e figura central nos escândalos ligados às famosas festas “bunga-bunga” promovidas pelo antigo chefe do Governo italiano.</p>
<p>A polémica, que rapidamente ganhou dimensão nacional, gira em torno das circunstâncias que levaram à concessão do perdão presidencial a Minetti, condenada em diferentes processos judiciais e que enfrentava uma pena acumulada próxima de quatro anos de prisão. A medida de clemência foi justificada oficialmente por “motivos humanitários”, nomeadamente pela alegada necessidade de prestar assistência a um menor com graves problemas de saúde. Contudo, novas revelações vieram lançar sérias dúvidas sobre a veracidade dos fundamentos apresentados no pedido de indulto.</p>
<p>Segundo uma investigação jornalística publicada pelo diário Il Fatto Quotidiano, Nicole Minetti terá adoptado, em 2017, juntamente com o empresário Giuseppe Cipriani, uma criança nascida no Uruguai, alegadamente órfã e com problemas de saúde, num processo que, segundo o jornal, poderá ter sido instrumentalizado para reforçar o pedido de clemência apresentado às autoridades italianas.</p>
<p>A publicação sustenta ainda que a criança teria mãe biológica, um elemento que, caso venha a ser confirmado, poderá comprometer profundamente a narrativa humanitária que sustentou o perdão presidencial. Minetti rejeitou categoricamente essas alegações, considerando-as falsas e gravemente lesivas da sua honra e da reputação da sua família.</p>
<p>Em comunicado divulgado através dos meios de comunicação italianos, a antiga política lamentou aquilo que classificou como acusações “gravemente lesivas” e “desprovidas de fundamento”, anunciando que avançará judicialmente contra o jornal responsável pela reportagem.</p>
<p><strong>Presidência e Ministério Público avançam com averiguações</strong><br />
A gravidade das suspeitas levou a Presidência da República italiana a ordenar uma verificação extraordinária do processo, numa reacção invulgar para um caso desta natureza. O objectivo passa por apurar se o pedido de indulto assentou em “eventuais falsidades” ou omissões relevantes, designadamente no que respeita às circunstâncias familiares invocadas como base para a concessão da medida de graça.</p>
<p>Em paralelo, o Ministério Público de Milão abriu também diligências próprias para investigar o que considera ser um caso potencialmente grave, procurando determinar se houve irregularidades documentais ou falsas declarações no processo administrativo que culminou no perdão presidencial.</p>
<p>Em Itália, os pedidos de indulto seguem um percurso institucional preciso: são apresentados pelos condenados, analisados pelo Ministério da Justiça e pelo Ministério Público territorialmente competente, antes de seguirem para assinatura final do Presidente da República. No caso de Nicole Minetti, esse despacho foi formalmente validado pelo chefe de Estado, Sergio Mattarella, com base nos elementos que lhe foram remetidos.</p>
<p>A possibilidade de esses elementos poderem estar incompletos ou assentar em informações incorrectas transformou um acto administrativo de clemência num caso político de primeira linha.</p>
<p><strong>Quem é Nicole Minetti?</strong><br />
Nicole Minetti, actualmente com 41 anos, trabalhava como higienista dentária antes de ganhar notoriedade pública através da sua ligação a Silvio Berlusconi, o influente empresário e antigo primeiro-ministro italiano falecido em Junho de 2023.</p>
<p>A proximidade ao líder conservador projectou-a rapidamente para a vida política, tendo assumido funções como conselheira regional na Lombardia, numa ascensão meteórica que acabaria, no entanto, por ser travada por uma sucessão de processos judiciais.</p>
<p>O nome de Minetti ficou particularmente associado ao chamado “Caso Ruby”, um dos mais mediáticos escândalos judiciais envolvendo Berlusconi, centrado na relação do antigo governante com uma jovem marroquina menor de idade.</p>
<p>Posteriormente, Nicole Minetti foi condenada, em 2019, a dois anos e dez meses de prisão por indução à prostituição no contexto das festas organizadas em torno de Berlusconi. Mais tarde, em 2021, recebeu uma nova condenação, desta vez de um ano e um mês, por um caso de peculato relacionado com o período em que exerceu funções políticas.</p>
<p>Com a soma das penas, aproximava-se de quatro anos de prisão efectiva — cenário que o indulto presidencial veio evitar.</p>
<p><strong>Carlo Nordio sob pressão crescente</strong><br />
A controvérsia atingiu directamente o ministro da Justiça, Carlo Nordio, responsável pela tutela que aprecia e encaminha este tipo de pedidos. Fragilizado politicamente após o fracasso da sua reforma constitucional da magistratura num referendo realizado em Março, Nordio vê agora a sua posição tornar-se ainda mais delicada.</p>
<p>O ministro já ordenou averiguações internas, mas sublinhou publicamente que “nenhum dos elementos negativos apresentados pela imprensa consta dos autos” que sustentaram a concessão do indulto, procurando afastar, para já, a ideia de falhas processuais dentro do Ministério.</p>
<p>Ainda assim, a oposição intensificou o ataque político.</p>
<p>Débora Serracchiani, deputada do Partido Democrático, foi particularmente dura ao questionar: “De que está Giorgia Meloni à espera para afastar o ministro Nordio? A sua permanência no Ministério da Justiça está a revelar-se extremamente prejudicial.”</p>
<p>As exigências de explicações multiplicam-se, bem como os pedidos de demissão do ministro.</p>
<p><strong>Meloni tenta conter os danos</strong><br />
Confrontada com mais um foco de instabilidade política, Giorgia Meloni procurou defender a actuação do executivo, assegurando que o processo relativo a Nicole Minetti “não seguiu vias diferentes das aplicadas aos restantes requerentes de indulto”.</p>
<p>Ainda assim, a primeira-ministra reconheceu a necessidade de esclarecer totalmente o caso e apoiou a abertura de investigações para determinar se houve erros, omissões ou eventuais falsas declarações no processo.</p>
<p>Essa posição reflecte o delicado equilíbrio político que Meloni procura manter: proteger o Governo de acusações de favorecimento, sem entrar em colisão institucional com a Presidência da República nem com a Justiça.</p>
<p><strong>Um caso com potencial explosivo</strong><br />
O caso Nicole Minetti ameaça transformar-se num novo teste à estabilidade política do executivo italiano. O que começou como um acto de clemência por alegadas razões humanitárias tornou-se rapidamente numa controvérsia nacional envolvendo suspeitas de manipulação processual, dúvidas sobre os fundamentos invocados e uma forte carga simbólica devido à ligação de Minetti ao universo dos escândalos de Berlusconi.</p>
<p>Se as investigações confirmarem irregularidades ou falsas declarações, o impacto poderá ultrapassar largamente a esfera judicial, atingindo diretamente a credibilidade do Ministério da Justiça e a autoridade política do Governo de Giorgia Meloni, que já tem estado debaixo de imensa pressão política e social.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_755990]]></sapo:autor>
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		<title>A estratégia da Porsche com Toy Story 5: quando Woody, Buzz e Jessie passam para o universo automóvel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 14:04:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Porsche encontrou em Toy Story 5 uma oportunidade para ir além do marketing tradicional e entrar no território da cultura pop. A marca alemã criou três versões únicas do Porsche 911 inspiradas em Woody, Buzz Lightyear e Jessie, transformando personagens icónicas em objetos de luxo colecionáveis.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Porsche uniu forças com a The Walt Disney Company e a Pixar para criar uma das colaborações mais inesperadas &#8211; e estratégicas &#8211; do ano no setor automóvel. A propósito da estreia de <em>Toy Story 5</em>, nascem três versões únicas do icónico Porsche 911, inspiradas nas personagens Woody, Buzz Lightyear e Jessie.</p>
<p>De acordo com o merca20, esta iniciativa vai muito além de uma simples ação promocional: trata-se de uma estratégia clara de posicionamento que cruza nostalgia, storytelling e exclusividade no segmento de luxo.</p>
<p>Cada um dos três modelos foi desenvolvido através do programa Sonderwunsch, a divisão de personalização da Porsche, sendo construído manualmente e sem qualquer previsão de produção adicional. A estreia oficial está marcada para 19 de junho, em Los Angeles, durante o tapete vermelho do filme.</p>
<p>A lógica por trás desta campanha é simples, mas eficaz: criar escassez para aumentar o valor. No mercado de automóveis de coleção, edições únicas podem valorizar entre 20% e 50%, tornando estes veículos verdadeiros ativos de luxo.</p>
<p>O design de cada carro reflete a identidade das personagens, desde as cores até aos materiais e detalhes interiores, transportando a narrativa de <em>Toy Story</em> para o universo automóvel de alta gama.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p dir="ltr" lang="en">The most special toys only get better with age. Porsche 🤝 Pixar. See the reveal this June.<a href="https://twitter.com/hashtag/ToyStory5?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">#ToyStory5</a> is only in theaters June 19 <a href="https://twitter.com/Pixar?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">@Pixar</a> <a href="https://twitter.com/DisneyD23?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">@DisneyD23</a> <a href="https://t.co/U9eRwFFmkp">pic.twitter.com/U9eRwFFmkp</a></p>
<p>— Porsche (@Porsche) <a href="https://twitter.com/Porsche/status/2046990966528057428?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">April 22, 2026</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p><strong>Uma estratégia alinhada com o crescimento do luxo personalizado</strong></p>
<p>Esta colaboração surge num contexto de forte crescimento do mercado global de luxo, especialmente no segmento de produtos personalizados. A aposta da Porsche encaixa numa tendência mais ampla onde os consumidores valorizam exclusividade e ligação emocional às marcas.</p>
<p>Ao mesmo tempo, o <em>Toy Story 5</em> integra uma estratégia global de licenciamento da Disney, que inclui parcerias com marcas de brinquedos, moda e tecnologia. Este modelo tem sido replicado em várias franquias de sucesso, ampliando o impacto cultural e comercial dos lançamentos cinematográficos.</p>
<p><strong>Mais do que carros: objetos de coleção com propósito</strong></p>
<p>Após a apresentação, os três Porsche 911 serão leiloados em conjunto, com fins solidários, revertendo as receitas para organizações dedicadas a crianças. Embora o valor estimado não tenha sido divulgado, iniciativas semelhantes já atingiram vários milhões de dólares.</p>
<p>Esta abordagem reforça o posicionamento das marcas envolvidas. Para a Porsche, significa associação a um universo emocional e culturalmente relevante. Para a Disney e a Pixar, representa a expansão da narrativa para além do cinema, transformando personagens icónicas em objetos de desejo no segmento premium.</p>
<p>No atual panorama, as marcas competem não apenas por quota de mercado, mas por relevância cultural. E esta colaboração mostra como o setor automóvel pode cruzar storytelling e luxo de forma inovadora, elevando uma simples campanha a um verdadeiro fenómeno de branding.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_755994]]></sapo:autor>
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		<title>Seguro defende reformas institucionais e reforço da autonomia da UE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 14:02:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[António José Seguro]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República defendeu hoje o aprofundamento político da União Europeia através de reformas institucionais que incluam o fim da regra da unanimidade nalguns domínios e o reforço da sua autonomia em termos tecnológicos e energéticos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente da República defendeu hoje o aprofundamento político da União Europeia através de reformas institucionais que incluam o fim da regra da unanimidade nalguns domínios e o reforço da sua autonomia em termos tecnológicos e energéticos.</p>
<p>No encerramento do Fórum La Toja, Vínculo Atlântico, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, António José Seguro considerou também que &#8220;a defesa europeia não pode continuar a ser uma caminhada lenta, baseada apenas em coligações de vontade&#8221;.</p>
<p>Segundo o chefe de Estado, &#8220;a União Europeia precisa de um arranjo institucional sólido, eficiente e com recursos adequados, que integre outras democracias, tais como o Reino Unido e a Noruega&#8221;.</p>
<p>&#8220;A primeira resposta que devemos à nossa geração é o aprofundamento político da União Europeia. Não num contexto burocrático, mas como um ato de vontade coletiva. Uma Europa com capacidade de decidir, de falar com uma voz credível em política externa, de mobilizar recursos à escala dos desafios que enfrenta&#8221;, afirmou.</p>
<p>António José Seguro defendeu que &#8220;isso exige reformas institucionais&#8221; há muito adiadas. &#8220;Exige superar o princípio da unanimidade em domínios onde a paralisia nos custa mais do que a decisão imperfeita&#8221;, acrescentou.</p>
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		<title>Bolsa em Wall Street negoceava em baixa na expectativa que Fed mantenha taxas de juro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 14:02:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Nova Iorque negoceava hoje em baixa no início da sessão, no dia em que a Reserva Federal dos EUA (Fed) decide sobre taxas de juro e cuja previsão é a manutenção.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bolsa de Nova Iorque negoceava hoje em baixa no início da sessão, no dia em que a Reserva Federal dos EUA (Fed) decide sobre taxas de juro e cuja previsão é a manutenção.</p>
<p>Pelas 14:46 (hora de Lisboa) o industrial Dow Jones caía 0,53% para 48.880,72 pontos, enquanto o tecnológico Nasdaq descia 0,35% para 24.578,02 pontos.</p>
<p>O agregado S&amp;P 500 regredia 0,13% para 7.129,61 pontos.</p>
<p>O mercado está atento à decisão sobre as taxas de juro da Fed, que provavelmente as manterá na faixa de 3,50% a 3,75%, depois de o Banco do Japão ter mantido as taxas diretoras.</p>
<p>O preço do petróleo Brent, de referência na Europa, subia 0,88%, estando o barril a 112,24 dólares, enquanto o West Texas Intermediate (WTI), de referência nos EUA, para entrega em junho tinha subido 0,97%, para 100,89 dólares.</p>
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		<title>Governo acredita que investimento da diáspora pode beneficiar o interior do país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 13:48:40 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Diáspora]]></category>
		<category><![CDATA[Emídio Sousa]]></category>
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		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas disse hoje que a mobilização de empresários da diáspora para o investimento em Portugal é uma oportunidade para os territórios de menor densidade poderem atrair investimento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas disse hoje que a mobilização de empresários da diáspora para o investimento em Portugal é uma oportunidade para os territórios de menor densidade poderem atrair investimento.</p>
<p>&#8220;Muitos destes emigrantes que estão no mundo e que emigraram há 60, 70, 80 anos têm raízes ao interior. Há aqui uma oportunidade boa para os territórios de menor densidade atrair o investimento, porque o mais importante para que um território fixe as pessoas é o emprego e é isso que queremos potenciar&#8221;, disse à agência Lusa Emídio Sousa.</p>
<p>O governante falava após a sua intervenção na sessão de abertura do Fórum Portugal Nação Global, que decorre em Lisboa.</p>
<p>Emídio de Sousa explicou que o fórum pretende aproximar empresários da diáspora e empresas nacionais, ao promover encontros de negócio e incentivar o investimento em diferentes regiões do país.</p>
<p>A sessão reúne 189 empresas da diáspora, 252 empresas portuguesas e 264 instituições, num total de 634 participantes de 43 países dos cinco continentes.</p>
<p>&#8220;Não é um desafio para regressar, é para regressarem no sentido do negócio&#8221;, afirmou Emídio Sousa, destacando que o objetivo passa por reforçar ligações económicas e não incentivar o regresso permanente dos emigrantes.</p>
<p>O fórum reúne empresas de vários setores, incluindo tecnologia, construção, agricultura, distribuição e turismo, cabendo aos próprios empresários definir as áreas de investimento.</p>
<p>Emídio Sousa destacou ainda o papel dos municípios, que marcam presença para apresentar oportunidades de investimento nos territórios, admitindo que a iniciativa pode contribuir para atrair capital para regiões do interior.</p>
<p>&#8220;O mais importante para fixar pessoas é o emprego, e é isso que queremos potenciar&#8221;, afirmou.</p>
<p>O Fórum Portugal Nação Global decorre até quarta-feira no Centro Cultural de Belém e pretende afirmar-se como uma plataforma permanente de ligação entre Portugal e a diáspora, promovendo negócios, investimento e cooperação internacional.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_755991]]></sapo:autor>
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		<title>Alemanha ultrapassa os EUA e assume liderança na produção de munições</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Patrícia Moura Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 13:35:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Europa]]></category>
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		<category><![CDATA[munições]]></category>
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					<description><![CDATA[Num momento em que a Europa procura reduzir a dependência dos Estados Unidos em matéria de defesa, a Alemanha assume a dianteira na produção de munições.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Europa está a acelerar o reforço da sua capacidade militar, com a Alemanha a assumir um papel central nesse processo. Segundo informações avançadas pela Newsweek, o país já conseguiu ultrapassar os Estados Unidos na produção de determinados tipos de munições, num contexto de crescente rearmamento europeu.</p>
<p>O grupo alemão Rheinmetall aumentou significativamente a sua capacidade produtiva nos últimos anos. O diretor executivo Armin Papperger revelou que a empresa mais do que quadruplicou a produção anual de munições de médio calibre e elevou a produção de projéteis de artilharia para cerca de 1,1 milhões de unidades, um salto expressivo face às 70 mil anteriormente registadas.</p>
<p>Este tipo de munição de médio calibre é habitualmente utilizado em veículos blindados e sistemas automáticos, situando-se entre as balas de metralhadora e os projéteis de artilharia pesada.</p>
<p><strong>Europa quer reduzir dependência dos Estados Unidos</strong></p>
<p>Segundo a Newsweek, este reforço industrial acontece num momento em que os países europeus procuram reduzir a sua dependência militar dos Estados Unidos. Donald Trump pressionou os aliados da NATO a aumentarem os seus gastos com defesa e a assumirem maior responsabilidade pela sua própria segurança.</p>
<p>Ao mesmo tempo, Washington tem vindo a concentrar-se cada vez mais na região do Indo-Pacífico, face à crescente influência militar da China, deixando a Europa sob maior pressão para reforçar as suas capacidades.</p>
<p>A invasão da Ucrânia pela Rússia em 2022 intensificou a necessidade de produção de armamento, especialmente munições de artilharia, como os projéteis de 155 mm, amplamente utilizados pelos países da NATO.</p>
<p>O conflito tem consumido grandes quantidades deste tipo de munições, obrigando as indústrias de defesa ocidentais a expandirem fábricas e a criarem novas linhas de produção para responder à procura crescente.</p>
<p><strong>Aumento histórico do investimento militar</strong></p>
<p>O reforço da produção acompanha também um aumento significativo do investimento em defesa. Em junho de 2025, os países da NATO comprometeram-se a destinar até 5% do seu Produto Interno Bruto à área militar e infraestruturas relacionadas na próxima década.</p>
<p>Dados do Stockholm International Peace Research Institute indicam que a despesa militar global cresceu quase 3% no último ano, impulsionada sobretudo por um aumento de 14% nos gastos europeus.</p>
<p>O chanceler alemão Friedrich Merz tem defendido uma Europa mais autónoma em matéria de defesa, marcando uma mudança significativa face à postura histórica do país após a Segunda Guerra Mundial.</p>
<p>Já o ministro da Defesa, Boris Pistorius, afirmou que a Alemanha pretende ter “o exército convencional mais forte da Europa” até 2039.</p>
<p>A escassez de munições tornou-se uma preocupação central para a NATO. O secretário-geral Mark Rutte sublinhou a necessidade urgente de reforçar não só os arsenais, mas também outras capacidades militares, como os sistemas de defesa aérea.</p>
<p>Neste cenário, empresas como a Rheinmetall estão a desempenhar um papel decisivo, com a abertura de novas fábricas,  incluindo uma que deverá tornar-se a maior unidade de produção de munições da Europa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_755925]]></sapo:autor>
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		<title>RTP com prejuízos 3,9ME em 2025 após 15 anos com resultados líquidos positivos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 13:05:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A RTP registou prejuízos de 3,9 milhões de euros em 2025, depois de 15 anos com resultados líquidos positivos, tal como a administração da empresa já tinha indicado, segundo o relatório e contas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A RTP registou prejuízos de 3,9 milhões de euros em 2025, depois de 15 anos com resultados líquidos positivos, tal como a administração da empresa já tinha indicado, segundo o relatório e contas.</p>
<p>&#8220;Infelizmente, depois de 15 anos a anunciar resultados positivos, a RTP registará em 2025 um prejuízo de 3,9 milhões de euros&#8221;, afirma o Conselho de Administração em mensagem no relatório e contas com o título &#8220;um ano de grandes mudanças&#8221;.</p>
<p>Segundo a administração liderada por Nicolau Santos, os prejuízos registados no ano passado decorrem de dois vetores: &#8220;receitas trancadas desde 2016 e o aumento geral de todo o tipo de encargos nesse período, num contexto em que a sustentabilidade financeira é condição para assegurar a missão de serviço público&#8221;.</p>
<p>Se durante &#8220;vários anos a inflação muito baixa permitiu acomodar estas duas tendências, a subida acentuada dos encargos nos últimos três anos, devido ao aumento dos preços, conduziu inevitavelmente a que as contas entrassem no vermelho, apesar de a empresa ter feito um enorme esforço de contenção e de ter beneficiado, em particular, com o facto de ter reduzido fortemente a sua estrutura&#8221;.</p>
<p>Em 06 de janeiro, a administradora financeira da RTP, Sónia Alegre, já tinha avançado que o grupo estimava terminar o ano de 2025 com 3,9 milhões de euros negativos, projetando que em 2026 o resultado seja melhor, mas que se agrave em 2027.</p>
<p>Em 2024, a RTP tinha registado um lucro de 341 mil euros.</p>
<p>O critério de classificação das receitas comerciais foi objeto de revisão face a 2024.</p>
<p>De acordo com os dados, o total de rendimentos e ganhos totalizaram 237,7 milhões de euros, o que compara com 237,8 milhões de euros um ano antes.</p>
<p>A Contribuição para o Audiovisual (CAV) totalizou 195,7 milhões de euros em 2025, um aumento homólogo de 1,2%.</p>
<p>&#8220;Esta evolução é estritamente justificada pelo incremento orgânico do número de subscritores (base de incidência da contribuição)&#8221;, lê-se no documento. O pagamento da CAV vem na fatura da eletricidade.</p>
<p>Em 2025, o resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações (EBITDA) caiu 42,3% face ao ano anterior para 7,35 milhões de euros. Refira-se que o critério de apuramento do EBITDA da RTP em 2025 foi &#8220;objeto de revisão face à metodologia aplicada em 2024&#8221;, segundo a empresa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_755972]]></sapo:autor>
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		<title>Preço das casas apresenta riscos para mercado do crédito à habitação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 13:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado português de crédito à habitação apresenta "riscos de avaliação elevados e uma reduzida capacidade de pagamento por parte das famílias" devido ao aumento do preço das casas, indica uma análise da Morningstar DBRS hoje divulgada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado português de crédito à habitação apresenta &#8220;riscos de avaliação elevados e uma reduzida capacidade de pagamento por parte das famílias&#8221; devido ao aumento do preço das casas, indica uma análise da Morningstar DBRS hoje divulgada.</p>
<p>Para os analistas da agência de risco de crédito, o aumento acentuado dos preços das casas em Portugal reflete a escassez da oferta de habitação e uma procura resiliente, apoiada pela &#8220;introdução de iniciativas governamentais para os clientes mais jovens&#8221;, como a garantia pública na aquisição da primeira habitação.</p>
<p>A pedido dos bancos, a garantia pública vai ser reforçada pelo Governo em 750 milhões de euros, dos atuais 1.550 milhões para 2.300 milhões de euros.</p>
<p>Na análise, a Morningstar DBRS anuncia que vai continuar a acompanhar o mercado português de crédito à habitação para avaliar se as medidas de apoio, como a garantia pública, poderão traduzir-se &#8220;em alguma deterioração da qualidade dos ativos dos bancos ao longo do tempo&#8221;.</p>
<p>A agência ressalva, no entanto, que o sistema bancário português encontra-se &#8220;numa posição de força, tendo os bancos reforçado significativamente as suas posições de capital, melhorado as práticas de gestão de risco e reduzido a dependência do financiamento&#8221;.</p>
<p>Apesar do crescimento acentuado dos empréstimos à habitação desde 2024, os analistas Morningstar DBRS declaram não existirem sinais de uma bolha imobiliária impulsionada pelo crédito ou pela flexibilização dos critérios de concessão de crédito.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_755971]]></sapo:autor>
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		<title>Negócio de fusão da Galp com Moeve será avaliado pela Comissão Europeia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 13:00:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A concentração da Galp e da espanhola Moeve (antiga Cepsa) passará pelo crivo da Comissão Europeia, tendo em conta o volume de negócios superior a cinco mil milhões de euros, afirmou hoje o presidente da Autoridade da Concorrência.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A concentração da Galp e da espanhola Moeve (antiga Cepsa) passará pelo crivo da Comissão Europeia, tendo em conta o volume de negócios superior a cinco mil milhões de euros, afirmou hoje o presidente da Autoridade da Concorrência.</p>
<p>Em audição na Comissão de Economia e Coesão Territorial, Nuno Cunha Rodrigues disse que, a concretizar-se, com base no volume de negócios superior a cinco mil milhões de euros, a operação seja analisada por Bruxelas que &#8220;atuará de forma firme&#8221; se entender que põe em causa a concorrência.</p>
<p>&#8220;Admito que operação seja analisada pela Comissão Europeia, considerando os números e as empresas envolvidas, mas a Comissão Europeia, estou certo disso, atuará de forma firme se verificar que há alguns entraves concorrenciais que se criam em consequência da projetada operação&#8221;, afirmou a responsável em resposta ao deputado do Chega Filipe Melo.</p>
<p>Em 08 de janeiro, a Galp e a Moeve anunciaram um acordo para avançar para a potencial integração dos seus negócios de refinação e processamento de petróleo (&#8216;downstream&#8217;) na Península Ibérica, criando duas plataformas energéticas europeias: uma industrial e outra focada na mobilidade.</p>
<p>Na segunda-feira, questionado sobre a evolução da negociação para a fusão e ativos com a Moeve, o co-CEO da Galp, João Diogo Marques da Silva, disse à Lusa que não há nenhum ponto particularmente &#8220;mais difícil&#8221;, embora admita que o calendário é apertado.</p>
<p>&#8220;Não quero dizer que seja um calendário fácil, é um calendário apertado, mas nós em meados deste ano mantemos a intenção de ter o &#8216;signing&#8217; [assinatura] desta transação&#8221;, acrescentou.</p>
<p>Questionados sobre as críticas de que a operação com a Moeve possa colocar em causa a soberania ou independência energética nacional caso a refinaria de Sines passe para mãos espanholas, a Co-CEO, Maria João Carioca, disse que a Galp tem ouvido &#8220;os dois lados&#8221;.</p>
<p>&#8220;A melhor maneira de assegurar soberania é garantir que a prazo os ativos estão bem mantidos, desenvolvidos, com a transição energética feita em boas condições&#8221;, defendeu.</p>
<p>Segundo Maria João Carioca, a discussão deve ser vista como &#8220;uma conversa de futuro, de investimento&#8221;, num contexto em que a Europa reconhece cada vez mais a importância de escala, flexibilidade e investimento.</p>
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