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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Irão: Trump ameaça atacar centrais elétricas e pontes iranianas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 23:45:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano, Donald Trump, ameaçou na terça-feira atacar centrais elétricas e pontes iranianas na próxima semana, caso não seja alcançado um acordo com Teerão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, ameaçou na terça-feira atacar centrais elétricas e pontes iranianas na próxima semana, caso não seja alcançado um acordo com Teerão.</P><br />
<P>&#8220;A situação vai ser muito má para eles, porque na próxima semana serão as centrais elétricas. Na próxima semana serão as pontes&#8221;, a não ser que os iranianos &#8220;se sentem à mesa das negociações&#8221;, frisou o republicano na estação Fox News.</P><br />
<P>Questionado sobre a duração dos ataques norte-americanos, Donald Trump garantiu: &#8220;Vão continuar até que eu diga que já chega&#8221;.</P><br />
<P>Trump frisou que não deseja negociar com o Irão neste momento, embora tenha revelado que representantes de ambos os países mantiveram conversações esta terça-feira e assegurado que Teerão continua a procurar um acordo com Washington.</P><br />
<P>Na entrevista, Trump afirmou ainda que os Estados Unidos poderiam voltar a atacar uma instalação nuclear iraniana, se considerassem necessário.</P><br />
<P>Comentando imagens de satélite que, segundo o entrevistador, mostravam obras em curso num destes complexos após bombardeamentos anteriores, o chefe de Estado norte-americano afirmou que o Irão tinha selado alguns pontos de acesso com betão, mas alertou que Washington poderia causar &#8220;danos enormes&#8221; no local &#8220;em questão de minutos&#8221;.</P><br />
<P>Os Estados Unidos lançaram novos ataques contra o Irão na terça-feira à noite e retomaram o bloqueio aos seus portos. </P><br />
<P>Donald Trump, no entanto, absteve-se de impor tarifas aos navios que transitam pelo estreito de Ormuz, o epicentro do conflito.</P><br />
<P>O retomar deste bloqueio marítimo às 21:00 de terça-feira (hora de Lisboa), bem como os bombardeamentos a uma escala sem precedentes desde o cessar-fogo em abril, minam os esforços diplomáticos para viabilizar o memorando de entendimento assinado a 17 de junho.</P><br />
<P>Na mesma entrevista, o Presidente defendeu ainda o bloqueio norte-americano aos portos iranianos e reiterou que o estreito de Ormuz continua aberto ao tráfego marítimo internacional, embora &#8220;fechado ao Irão, tanto à entrada como à saída&#8221;.</P><br />
<P>Classificou ainda os anteriores líderes iranianos como maus e disse que, embora a atual liderança também inclua &#8220;pessoas muito más&#8221;, são elas que, na sua opinião, estão a impedir um possível acordo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789358]]></sapo:autor>
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		<title>Estado de Nova Iorque impõe moratória inédita a centros de IA nos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 23:45:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O estado de Nova Iorque decretou a primeira moratória nos Estados Unidos à construção de novos centros de dados para inteligência artificial (IA), com o intuito de mitigar consumos de energia e de água.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O estado de Nova Iorque decretou a primeira moratória nos Estados Unidos à construção de novos centros de dados para inteligência artificial (IA), com o intuito de mitigar consumos de energia e de água.</P><br />
<P>Em conferência de imprensa, a governadora nova-iorquina, Kathy Hochul, adiantou na terça-feira que a pausa temporária, em vigor por um período de até um ano, suspende a emissão de licenças ambientais estaduais, enquanto o estado desenvolve uma estrutura regulatória abrangente para proteger a rede elétrica, o ambiente e os consumidores dos custos associados aos serviços públicos.</P><br />
<P>&#8220;Acredito firmemente que as empresas que desenvolvem tecnologia capaz de transformar a civilização por meio da IA são igualmente capazes de colaborar connosco para proteger as nossas redes elétricas, os nossos recursos hídricos e as nossas comunidades&#8221;, salientou.</P><br />
<P>A governadora democrata alertou que os centros de dados de hiperescala, utilizados para IA ou &#8216;big data&#8217;, ameaçam sobrecarregar a capacidade da rede elétrica e elevar os custos para os consumidores locais.</P><br />
<P>&#8220;Recuso-me a permitir que esses custos sejam transferidos para os nova-iorquinos, que já pagam preços elevados pelas suas contas de serviços públicos&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Já a senadora estadual Kristen Gonzalez, autora da Lei de Desenvolvimento Responsável de Centros de Dados, observou que a tecnologia deve melhorar a vida dos nova-iorquinos e &#8220;não poluir a água, sobrecarregar a rede de energia ou aumentar as contas de serviços públicos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Ao dar ao nosso estado tempo para planear, podemos garantir que o desenvolvimento e a inovação não ocorrem às custas de todos nós&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Como parte da ordem executiva, Hochul instruiu as agências estaduais a desenvolverem, num prazo de 60 dias, uma Estrutura de Investimento Comunitário, para assegurar que os centros de dados são construídos em áreas que os aceitem e que as localidades recebem, em troca, investimentos em infraestruturas, escolas e centros comunitários, além de verem cumpridas exigências quanto a padrões salariais e à contratação de mão-de-obra local.</P><br />
<P>O estado de Nova Iorque promete ainda estudar a criação de um fundo de aceleração da rede elétrica, que exigirá às grandes empresas de tecnologia que invistam nas infraestruturas envelhecidas da região.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789357]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Teerão reivindica ataque a base dos EUA na Jordânia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 23:40:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O exército iraniano reivindicou hoje um novo ataque com 'drones' contra tropas e caças F-18 norte-americanos na base aérea de Al-Azraq, na Jordânia, local já visado na quinta-feira anterior, nas hostilidades entre Teerão e Washington.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O exército iraniano reivindicou hoje um novo ataque com &#8216;drones&#8217; contra tropas e caças F-18 norte-americanos na base aérea de Al-Azraq, na Jordânia, local já visado na quinta-feira anterior, nas hostilidades entre Teerão e Washington.</P><br />
<P>&#8220;A base de Al-Azraq, na Jordânia, onde estavam localizados caças F-18, alojamentos e um grande depósito de equipamentos do exército terrorista dos Estados Unidos, foi atacada com drones&#8221;, informou o exército, num comunicado divulgado pela agência iraniana Tasnim, ligada ao Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica.</P><br />
<P>Os militares ressalvaram, na mesma nota, que qualquer ação contra o solo, as águas ou o espaço aéreo do Irão não ficará sem resposta, nem acontecerá sem &#8220;um custo proporcional&#8221;.</P><br />
<P>Teerão frisou também que os recentes ataques a embarcações no estreito de Ormuz e a instalações e ativos militares norte-americanos no Kuwait, no Bahrein e na Jordânia são respostas a recentes atos de agressão do Governo norte-americano.</P><br />
<P>Os Estados Unidos retomaram o bloqueio dos portos iranianos na terça-feira, às 21:00 (hora de Lisboa), e têm realizado sucessivos bombardeamentos contra ativos militares iranianos, enquanto o Presidente norte-americano, Donald Trump, recuou na intenção de aplicar tarifas de 20% aos navios que transitam pelo estreito de Ormuz, epicentro do conflito.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789356]]></sapo:autor>
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		<title>Parlamento venezuelano e oposicionistas apoiados pelos EUA discutem transição</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 23:34:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O parlamento venezuelano e um grupo de opositores, apoiados pelos Estados Unidos (EUA), que integraram o poder legislativo em 2015, anunciaram um plano de trabalho para promover a democracia no país, que vive uma tragédia pelos recentes terramotos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O parlamento venezuelano e um grupo de opositores, apoiados pelos Estados Unidos (EUA), que integraram o poder legislativo em 2015, anunciaram um plano de trabalho para promover a democracia no país, que vive uma tragédia pelos recentes terramotos.</P><br />
<P>As conversações começaram em 18 de junho, quando o presidente da Assembleia Nacional (AN), Jorge Rodríguez, se reuniu com Dinorah Figuera, que defende a continuação do parlamento eleito em 2015, de maioria oposicionista, que foi enviada pelos EUA.</P><br />
<P>Mas o processo ficou suspenso devido aos sismos de 24 de junho, que causou pelo menos 4.561 mortos.</P><br />
<P>A AN publicou nas redes sociais um comunicado assinado também pelo irmão da presidente, Delcy Rodríguez, em que assinala que o plano visa o &#8220;fortalecimento da democracia&#8221;, bem como &#8220;enfrentar em conjunto as consequências do duplo sismo&#8221;.</P><br />
<P>Por seu lado, o grupo opositor especificou que se trata de &#8220;um roteiro para promover a estabilidade, a democracia e a recuperação nacional&#8221;, para começar &#8220;a construção de uma nova etapa que abrirá caminho a uma Venezuela de progresso e liberdades&#8221;.</P><br />
<P>O plano dará prioridade &#8220;ao fortalecimento das instituições democráticas, do sistema eleitoral e ao restabelecimento das garantias para a participação política&#8221;.</P><br />
<P>Em comunicado, o grupo dos oposicionistas garante: &#8220;Reafirmamos o nosso compromisso de continuar a avançar com este roteiro, através de um trabalho técnico e institucional para contribuir para a reconstrução do país&#8221;. </P><br />
<P>O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, partilhou o comunicado na sua conta pessoal na rede X. </P><br />
<P>Os oposicionistas agradeceram ao governo dos EUA pelo &#8220;seu firme apoio ao povo venezuelano, tanto na resposta imediata à emergência humanitária, como no seu acompanhamento aos esforços orientados para a recuperação do país, a consolidação da estabilidade e o fortalecimento da institucionalidade democrática da Venezuela&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789355]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Democratas bloqueiam no Senado proposta de orçamento Trump para a Defesa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 23:30:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os senadores democratas norte-americanos bloquearam a proposta de lei para o orçamento da Defesa no valor de um bilião (milhão de milhões) de dólares, em protesto pela guerra de Donald Trump contra o Irão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os senadores democratas norte-americanos bloquearam a proposta de lei para o orçamento da Defesa no valor de um bilião (milhão de milhões) de dólares, em protesto pela guerra de Donald Trump contra o Irão. </P><br />
<P>O líder dos democratas no Senado, Chuck Schumer, anunciou na terça-feira a sua oposição à proposta legislativa, conhecida como Lei de Autorização para a Defesa nacional (NDAA, na sigla em inglês), salientando que a guerra arrasta-se para um quinto mês sem um fim claro à vista. </P><br />
<P>A votação final foi de 50 a favor e 46 contra, replicando no essencial a divisão partidária. </P><br />
<P>&#8220;Donald Trump não pode arrastar ainda mais o povo americano para uma guerra que não consegue explicar nem parece saber como acabar &#8212; e pedir ao Congresso que olhe para o lado&#8221;, disse Schumer, antes da votação.</P><br />
<P>O Congresso tem tentado repetidamente limitar o governo, votando mais de 10 vezes em várias resoluções sobre a guerra que, se aprovadas, teriam acabado com esta. Mas estes esforços não foram bem-sucedidos, com os republicanos do Senado e na Câmara dos Representantes a apoiarem Trump. </P><br />
<P>Durante décadas, o Congresso garantiu a aprovação do orçamento anual para a Defesa, estabelecendo a política e a direção para o Departamento e autorizando os fundos que iriam depois ser afetados em investimentos em sistemas, fornecimentos e missões. </P><br />
<P>Este ano, a 66.ª NDAA está com forte oposição, tanto pelo rumo desconhecido da guerra ao Irão, como pelo aumento substancial da verba, de 900 mil milhões para 1,15 biliões. </P><br />
<P>Os republicanos orçamentalmente mais ortodoxos exprimem o seu ceticismo quanto aos números elevados em causa, apesar de apoiarem a guerra. </P><br />
<P>Ao mesmo tempo, os senadores querem limitar o secretário da Defesa, Pete Hegseth, se este não prestar a informação que lhe solicitaram sobre procedimentos e contabilidade do Departamento. </P><br />
<P>Os fundos para as suas próprias viagens ficarão congelados se não der as informações solicitadas sobre o mortífero ataque a uma escola iraniana no inicio da guerra. </P><br />
<P>Mas os democratas querem mais limites, de acordo com as soluções entretanto derrotadas no Congresso que forçariam o fim da atividade militar. </P><br />
<P>A senadora democrata Tammy Duckworth, eleita pelo Estado do Illinois, que pilotou helicópteros de ataque em missões no Iraque, garantiu que se iria opor à proposta legislativa, a menos que inclua a sua proposta para acabar com a guerra. </P><br />
<P>&#8220;Atirar apenas mais dinheiro para uma operação militar que está fora de controlo não é estratégia. É apenas garantia de uma guerra eterna&#8221;, acentuou. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789354]]></sapo:autor>
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		<title>REPORTAGEM: Brexit: Milhares de pessoas celebram fronteira livre e sem vedação em Gibraltar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 23:25:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Milhares de pessoas do enclave britânico de Gibraltar e da cidade espanhola de La Línea fizeram hoje história minutos após a meia-noite (23:00 em Lisboa) ao cruzarem livremente a fronteira entre os dois territórios.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Milhares de pessoas do enclave britânico de Gibraltar e da cidade espanhola de La Línea fizeram hoje história minutos após a meia-noite (23:00 em Lisboa) ao cruzarem livremente a fronteira entre os dois territórios.</P><br />
<P>Foi com gritos como &#8220;aqui não há fronteira&#8221;, braços no ar, aplausos, sorrisos e lágrimas que milhares de pessoas dos dois lados se cruzaram naquele que até hoje foi um posto fronteiriço entre as duas cidades e que para ser cruzado nas últimas décadas obrigava a duplo controlo de identidade, perante polícia espanhola e de Gibraltar.</P><br />
<P>&#8220;É a história a acontecer, inimaginável, ninguém queria perder&#8221;, sintetizou Soraia Dominguez, nascida em La Línea de la Concepción em 1977, em declarações à Lusa poucos minutos antes de ser permitida a passagem livre entre Gibraltar e a cidade espanhola.</P><br />
<P>O controlo fronteiriço, assim como a vedação que desde 1909 existia nos 1,2 quilómetros desta fronteira, considerado &#8220;o último muro da Europa continental&#8221;, acabaram hoje, por ter entrado em vigor à meia-noite local o acordo alcançado pelo Reino Unido e pela União Europeia para regular as relações de Gibraltar com o bloco comunitário na sequência do Brexit, aprovado em referendo há 10 anos.</P><br />
<P>A vedação &#8211; conhecida como &#8220;La verja&#8221; foi sendo desmantelada nos últimos meses e também as infraestruturas dos postos fronteiriços estão já parcialmente desmontadas e retiradas. </P><br />
<P>Após 117 anos de vedação e períodos em que a fronteira chegou a estar totalmente encerrada por conflitos entre Espanha e o Reino Unido ou, mais recentemente, a covid-19, &#8220;assistir a este momento histórico é obviamente muito emocionante&#8221; para as pessoas dos dois lados, como explicou Soraia Domínguez, que se lembra quando a pandemia a fez estar separada do marido três meses porque ele trabalha em Gibraltar e ficou retido do outro lado de &#8220;la verja&#8221;.</P><br />
<P>Quem também não perdeu &#8220;a história a fazer-se&#8221; foi Isabel, de 37 anos, uma das 15 mil pessoas que vive em La Línea e trabalha em Gibraltar, tendo de cruzar diariamente a fronteira, até hoje, por vezes, com longas filas de espera.</P><br />
<P>&#8220;Penso que o dia a dia vai ser mais fácil, mais fluido. E há muita emoção, sim. Há gente que se lembra de quando a fronteira não era tão fechada como era agora. E outros de quando foi encerrada totalmente e famílias ficaram separadas&#8221;, acrescentou, antes de sublinhar que daquilo que já ninguém tinha memória era de uma fronteira totalmente livre.</P><br />
<P>O tratado sobre Gibraltar entre a UE e o Reino Unido, o último protocolo pendente na sequência da saída britânica do bloco europeu (&#8216;Brexit&#8217;) em 2020, foi assinado terça-feira em Bruxelas. O acordo entrou hoje em vigor a título provisório, uma vez que necessita da ratificação do Parlamento Europeu para ser definitivo.</P><br />
<P>O acordo prevê a livre circulação de pessoas e bens entre o território britânico e Espanha e a eliminação total da barreira física (&#8220;a vedação&#8221;) em redor de Gibraltar.</P><br />
<P> Eliminam-se os controlos na passagem fronteiriça terrestre, que passam a ser feitos, tanto por Espanha como pelas autoridades de Gibraltar, no aeroporto e, em alguns casos, também no porto da colónia inglesa. </P><br />
<P>Segundo o tratado, aplicar-se-ão as regras do espaço europeu de livre circulação Schengen, que Londres não integra, para permitir a entrada em Gibraltar.</P><br />
<P>A vedação que separa Gibraltar de La Línea de la Concepción, no sul de Espanha, foi levantada em 1909 pelos britânicos e chegou a estar totalmente fechada entre junho de 1969 e 1982 (para passagem de peões) e 1985 (para mercadorias e outras viaturas), na sequência de uma decisão do ditador espanhol Francisco Franco que ditou um bloqueio de 15 anos do território britânico e uma crise social e económica para a comarca espanhola Campo de Gibraltar, onde dezenas de milhares de pessoas se viram sem trabalho e empresas sem clientes repentinamente.</P><br />
<P> O fim da vedação e do controlo da fronteira tem o valor simbólico de acabar com uma separação física entre milhares de pessoas que partilham o dia a dia e também de fechar o processo do &#8216;Brexit&#8217;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789353]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Washington reforça sanções e visa transporte de petróleo iraniano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 23:14:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Governo norte-americano anunciou o reforço das sanções contra o setor petrolífero do Irão, visando especificamente as infraestruturas de transporte.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo norte-americano anunciou o reforço das sanções contra o setor petrolífero do Irão, visando especificamente as infraestruturas de transporte.</P><br />
<P>As sanções anunciadas na terça-feira incluem cerca de 50 indivíduos e entidades ligadas à rede do magnata do petróleo Mohammad Hossein Shamkhani.</P><br />
<P>A medida atinge cidadãos iranianos que também possuem passaportes dominicanos, indivíduos residentes no Dubai, bem como um cidadão dinamarquês e um italiano, segundo o Departamento do Tesouro.</P><br />
<P>Cerca de 10 navios ligados a Shamkhani também estão sob sanções, enquanto outros 10 já estavam sujeitos a sanções.</P><br />
<P>&#8220;O regime iraniano sobrevive através do engano, e a rede Shamkhani é um dos seus motores mais rentáveis. O Departamento do Tesouro está a fechar a infraestrutura financeira que permite ao regime continuar a ameaçar a segurança nacional dos Estados Unidos e o transporte global&#8221;, referiu o secretário do Tesouro, Scott Bessent, em comunicado.</P><br />
<P>Mohammad Hossein Shamkhani é filho de Ali Shamkhani, um conselheiro próximo do antigo líder supremo iraniano Ali Khamenei. </P><br />
<P>Shamkhani e Khamenei foram mortos em fevereiro, no primeiro dia da ofensiva israelo-americana contra o Irão.</P><br />
<P>Acredita-se também que esteja ligado ao Tagor, um petroleiro pertencente à frota &#8216;fantasma&#8217; russa que foi apreendido pela Marinha Francesa no Atlântico no início de junho, de acordo com o site Opensanctions.org.</P><br />
<P>As sanções norte-americanas envolvem o congelamento de todos os bens detidos direta ou indiretamente pelos indivíduos ou empresas visados nos Estados Unidos.</P><br />
<P>Proíbem também de negociar com indivíduos alvo de sanções empresas e cidadãos norte-americanos, e empresas estrangeiras com subsidiárias nos Estados Unidos ou que utilizem o dólar nas suas transações.</P><br />
<P>De acordo com Washington, a rede Shamkhani, que opera entre o Irão e os Emirados Árabes Unidos, contorna as sanções através de um grupo de empresas de consultoria e transporte marítimo aparentemente legítimas, que gerem todos os aspetos da frota da rede.</P><br />
<P>No ano passado, os Estados Unidos já tinham sancionado entidades ligadas a esta rede, bem como navios pertencentes à frota comercial do filho de Shamkhani.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789352]]></sapo:autor>
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		<title>Trump paga 5,6 milhões USD a E. Jean Carroll em caso por ataque sexual</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 23:10:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Donald Trump pagou hoje 5,6 milhões de dólares à escritora E. Jean Carroll após esta ter ganhado um caso judicial em 2023 por ataque sexual e difamação, mas ainda lhe deve 83 milhões, de um caso posterior, por difamação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Donald Trump pagou hoje 5,6 milhões de dólares à escritora E. Jean Carroll após esta ter ganhado um caso judicial em 2023 por ataque sexual e difamação, mas ainda lhe deve 83 milhões, de um caso posterior, por difamação.</P><br />
<P>Há três anos, recordou a sua advogada, Roberta Kaplan, em comunicado aos jornalistas, um júri de nove pessoas considerou por unanimidade Trump responsável de ataque sexual e difamação contra E. Jean Carroll. &#8220;Hoje, compraz-nos informar que (Carroll) recebeu o pagamento por danos que lhe foi outorgado pelo júri em resultado desse veredicto&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Os 5,6 milhões de dólares (4,9 milhões de euros), que correspondem à indemnização mais juros, estavam em uma conta bancária controlada pelo sistema judicial pendentes de autorização para serem transferidos.</P><br />
<P>Esta semana, o juiz Lewis Kaplan, que presidiu ao caso, ordenou o pagamento perante as novas tentativas da defesa Trump de arrastar o processo, apesar de o Supremo Tribunal dos Estados Unidos ter sido claro na obrigação de Trump em indemnizar Carroll.</P><br />
<P>O Supremo recusou em 29 de junho aceitar um recurso de Trump contra a sentença que o obrigava a indemnizar Carroll com cinco milhões de dólares.</P><br />
<P>&#8220;GANHÁMOS! ESTA VITÓRIA É PARA TODAS S MULHERES DO MUNDO!&#8221;, escreveu pouco depois a escritora na sua conta na rede social Substack.</P><br />
<P>O caso começou depois das acusações de Carroll, ex-colunista da revista Elle, a Trump por ataque sexual em um provador de uns grandes armazéns nova-iorquinos em meados da década de 1990.</P><br />
<P>Carroll promoveu um segundo processo, por difamação, por Trump continuar a ofendê-la nas redes sociais em relação ao ataque sexual, obtendo uma segunda vitória, com uma indemnização muito mais avultada &#8212; 83 milhões -, que Trump contestou e ainda não pagou. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789350]]></sapo:autor>
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		<title>Cabo Verde e Brasil lideram vacinas na CPLP, Angola e Timor-Leste com retrocessos &#8211; OMS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 23:02:19 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Angola e Timor-Leste lideram os alertas de retrocesso na vacinação na CPLP, contrastando com a solidez de Cabo Verde e a recuperação progressiva no Brasil, Moçambique e Guiné-Bissau, com São Tomé e Príncipe em queda.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Angola e Timor-Leste lideram os alertas de retrocesso na vacinação na CPLP, contrastando com a solidez de Cabo Verde e a recuperação progressiva no Brasil, Moçambique e Guiné-Bissau, com São Tomé e Príncipe em queda. </P><br />
<P>Segundo as estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) para 2025 relativas à cobertura nacional de vacinação, Angola é o quarto país africano com mais crianças não vacinadas e com uma menor taxa de cobertura da primeira dose da vacina combinada contra a difteria, o tétano e a tosse convulsa (DTP1), que está fixada em apenas 67%, o que coloca o país lusófono entre os que apresentam valores mais baixos da região. </P><br />
<P>Esta estimativa de DTP1 indica que 454 mil crianças em Angola não têm qualquer imunidade contra estas doenças. </P><br />
<P>Apesar de Angola, Guiné-Bissau e Moçambique registarem uma &#8220;recuperação parcial&#8221;, estes três países, juntamente com Timor-Leste, são os quatro membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) que têm um nível baixo de cobertura da terceira dose da vacina combinada contra a difteria, o tétano e a tosse convulsa (DTP3). </P><br />
<P>A Guiné-Bissau mostra uma tendência de recuperação, com a cobertura de DTP3 a aproximar-se da casa dos 80%-85% em 2025, de acordo com o documento. </P><br />
<P>Já Angola apresenta níveis de cobertura baixos, situando-se em torno dos 50%-60% em 2025, bem como Moçambique, que sofreu oscilações, mas em 2025 a cobertura de DTP3 situou-se na faixa dos 70% a 75%. </P><br />
<P>Por sua vez, Timor-Leste teve a menor percentagem de vacinas (8%) que atingiram 90% da cobertura, tendo sido esta inferior à de 2019.</P><br />
<P>Por outro lado, Cabo Verde mantém-se como grande referência nos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP), tendo uma cobertura &#8220;alta e estável&#8221;, que regista taxas de cobertura de vacinação próximas ou acima de 90%, bem como o Brasil que tem aumentado a vacinação aproximando-se dos 90% da taxa de cobertura, mas tendo ainda 50 mil crianças não vacinadas.  </P><br />
<P>São Tomé e Príncipe, que se encontra &#8220;em declínio&#8221;, passou de uma taxa de vacinação próxima dos 95% em 2010 para menos de 90% em 2025. </P><br />
<P>Já as estimativas referentes à primeira dose da vacina contra o sarampo (MCV1) em África mostram Moçambique em 5.º pior lugar em África, com 439 mil crianças não vacinadas, e Angola na 7.ª posição, com 399 mil.</P><br />
<P>Nas 10 primeiras posições de menor cobertura do MCV1 em África, estão a Guiné Equatorial (62%) e Moçambique (65%).</P><br />
<P>Em Timor-Leste, registou-se a maior queda de cobertura da MCV1 na região da Ásia e do Pacífico, passando de 72% para 61%. Esta queda levou a um &#8220;maior abandono, com 31% das crianças que receberam a DTP1 a não receberem MCV1&#8221;.</P><br />
<P>No Brasil, 250 mil crianças ainda não foram vacinadas contra o sarampo, constata-se no documento. </P><br />
<P>A vacinação contra o Vírus do Papiloma Humano (HPV), que é crucial para a prevenção do cancro do colo do útero, tem tido nos PALOP diferentes níveis de introdução e taxas de cobertura da primeira dose da vacina.</P><br />
<P>Segundo a OMS, na Guiné-Bissau, até 2025, ainda não tinha sido introduzida a vacina contra o HPV no plano nacional de vacinação.</P><br />
<P>Por outro lado, Moçambique, Angola, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe já introduziram a vacina no calendário nacional de vacinação.</P><br />
<P>A diretora da Unicef, Catherine Russell, destacou, em comunicado, que &#8220;os Governos e os profissionais de saúde ajudaram a recuperar as taxas globais de vacinação após uma queda significativa durante a pandemia da covid-19&#8221;, sublinhando que ainda existem &#8220;milhões de crianças vulneráveis, [que] continuam desprotegidas devido a conflitos, deslocações e pobreza&#8221;. </P><br />
<P>Russell defende que a organização tem de tentar chegar a &#8220;todas as crianças&#8221; e que nenhuma delas &#8220;deve sofrer de uma doença que uma simples vacina pode prevenir&#8221;.</P><br />
<P>Integram a CPLP Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau (atualmente suspensa devido ao golpe de Estado), Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789349]]></sapo:autor>
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		<title>Montenegro promete reformas na educação, saúde e Estado para melhorar serviços públicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 23:00:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro, Luís Montenegro, prometeu hoje prosseguir as reformas na educação, saúde e administração pública, e de modernização do Estado com a redução da burocracia e a digitalização dos serviços essenciais, para melhorar a resposta aos cidadãos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro, Luís Montenegro, prometeu hoje prosseguir as reformas na educação, saúde e administração pública, e de modernização do Estado com a redução da burocracia e a digitalização dos serviços essenciais, para melhorar a resposta aos cidadãos.</P><br />
<P> &#8220;A reforma do Estado, que nós estamos a fazer, está a diminuir cargos dirigentes, está a diminuir estruturas redundantes e a modernizar os serviços (&#8230;), incluindo os serviços mais essenciais, como a saúde&#8221;, disse perante centenas de apoiantes nas Jornadas &#8220;Estado da Nação &#8211; Governar com resultados&#8221;, na Biblioteca Municipal de Palmela, no distrito de Setúbal.</P><br />
<P>A iniciativa promovida pela AD, coligação PSD/CDS-PP, antecipa a apresentação do balanço da ação governativa que terá lugar no debate sobre o Estado da Nação, marcado para quinta-feira na Assembleia da República.</P><br />
<P>Na área da educação, o primeiro-ministro afirmou que o Governo pretende reduzir a burocracia nas escolas, aumentar a autonomia dos estabelecimentos de ensino e libertar os professores de tarefas administrativas, para que possam dedicar mais tempo às atividades letivas.</P><br />
<P>Sobre o processo de digitalização das avaliações escolares, reconheceu que a implementação tem sido complexa, e que tem gerado inquietação entre alunos e famílias, mas garantiu que o executivo vai manter a reforma.</P><br />
<P>&#8220;Este caminho é para percorrer e nós vamos ser capazes de o percorrer sem causar nenhum prejuízo a ninguém. É isso que temos de garantir e é isso que vamos garantir&#8221;, afirmou, assegurando que maioria dos professores está de acordo com o passo que o governo está a dar, mas que também há &#8220;algumas resistências&#8221;, porque &#8220;nem todos têm a mesma opinião&#8221;.</P><br />
<P>  Montenegro assegurou também que o Governo está a modernizar o Serviço Nacional de Saúde e a procurar soluções para problemas estruturais, reiterando a ideia de que o executivo está a promover uma reforma do Estado assente na simplificação de procedimentos, na digitalização dos serviços e na redução da burocracia, para tornar o Estado mais rápido e eficiente, mas sem reduzir a transparência e os mecanismos de fiscalização.</P><br />
<P>O primeiro-ministro garantiu ainda que o país, através dos governos da AD, declarou guerra à burocracia.</P><br />
<P>&#8220;Eu coloco a minha cabeça no cepo. Eu digo aos meus colegas no Governo que não tenham receio de modernizar os serviços que tutelam, que não tenham receio de enfrentar as resistências que há dentro dos seus serviços&#8221;, disse.</P><br />
<P>Luís Montenegro apontou como exemplos do combate à burocracia a &#8220;eliminação de três milhões de atendimentos presenciais na Segurança Social&#8221;, através da digitalização, a &#8220;criação da Carteira Digital da Empresa&#8221; e a proposta de &#8220;reforma do Tribunal de Contas&#8221; para acelerar investimentos públicos.</P><br />
<P>O chefe do Governo defendeu que Portugal está hoje &#8220;mais forte&#8221; do que há dois anos, apesar da instabilidade internacional e destacou o &#8220;aumento dos salários&#8221; dos portugueses, a baixa taxa de desemprego, o crescimento económico acima da média europeia e a melhoria das contas públicas.</P><br />
<P>Luís Montenegro afirmou ainda que Portugal é atualmente visto no estrangeiro como um país credível e atrativo para o investimento internacional, deixando um apelo aos portugueses para avaliarem a ação do Governo pelos resultados alcançados.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789348]]></sapo:autor>
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		<title>Palestinianos pedem ação internacional contra abusos sexuais em prisões israelitas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 22:56:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Autoridade Palestiniana (AP) e organizações não-governamentais da Cisjordânia anunciaram uma hoje campanha internacional contra a violência sexual alegadamente sofrida por prisioneiros em Israel.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Autoridade Palestiniana (AP) e organizações não-governamentais da Cisjordânia anunciaram uma hoje campanha internacional contra a violência sexual alegadamente sofrida por prisioneiros em Israel.</P><br />
<P>O Ministério dos Assuntos dos Detidos e Ex-Detidos da AP, o Clube de Prisioneiros Palestinianos, a Organização para a Libertação da Palestina (OLP), o Centro Hurryyat (Defesa dos Direitos e Liberdades Civis) e a Associação Addameer anunciaram a campanha num evento na Câmara Municipal de Al Bireh, em Ramallah  (Cisjordânia), em que várias alegadas vítimas descreveram abusos sexuais e violações coletivas nas prisões israelitas.</P><br />
<P>&#8220;Amarraram-me as mãos e os pés. Vendaram-me os olhos e colocaram-me numa cela estreita, obrigando-me a deitar no chão depois de me rasgarem as calças e as cuecas, e depois começaram a inserir um pau no meu reto&#8221;, descreveu o ex-recluso Yusef Amaira.</P><br />
<P>Manifestando ainda sua intenção de depor perante o Tribunal Penal Internacional de Haia, apesar do risco, Amaira detalhou como o guarda prisional riu e gritou durante o abuso, e como uma guarda prisional lhe apertou os testículos e puxou o pénis &#8220;com muita força&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Não me importo se pagar com a minha vida por estas palavras&#8221;, frisou.</P><br />
<P>Entretanto, o jornalista Sami al Sai, que alega ter sido violado por um grupo de &#8220;quatro a seis guardas prisionais durante 20 ou 25 minutos&#8221;, protestou contra o tratamento do seu testemunho como mercadoria e exigiu que o Estado palestiniano os reconheça oficialmente como vítimas.</P><br />
<P>&#8220;Não somos uma história para ser contada para despertar emoções durante alguns minutos e depois a cortina fecha-se para que possamos voltar às nossas camas, carregando sozinhos o peso do tormento&#8221;, realçou o homem que terá estado detido durante 16 meses sem acusações ou julgamento.</P><br />
<P>O jornalista manifestou o seu respeito pelos detidos e prisioneiros em Gaza, que, segundo ele, estão expostos violência sexual e a maus-tratos ainda maiores do que os da Cisjordânia. </P><br />
<P>Em março de 2025, o Gabinete do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos publicou o relatório &#8220;Mais do que um Ser Humano Pode Suportar&#8221;, que documenta o uso sistemático de violência sexual e de género por Israel desde outubro de 2023, quando este país foi atacado a partir de Gaza pelo movimento islamita Hamas. A Amnistia Internacional também denunciou o sucedido noutro relatório no mesmo mês.</P><br />
<P>Em novembro, um relatório do Centro Palestiniano para os Direitos Humanos (PCHR) apresentou testemunhos de violação e tortura sexual sistemáticos, e a Addameer &#8212; uma das organizações participantes na campanha &#8212; publicou 37 casos documentados sob o título &#8220;Genocídio Através do Corpo&#8221;.</P><br />
<P>Israel não permite desde outubro de 2023 que o Comité Internacional da Cruz Vermelha (CICV) se encontre com prisioneiros palestinianos como testemunha independente, confirmou à agência Efe o porta-voz da organização para o Médio Oriente, Hachem Osseiran, apesar de uma decisão do Supremo Tribunal de 03 de junho ter acolhido uma petição contra esta restrição.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789347]]></sapo:autor>
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		<title>Polícia francesa detém seis pessoas na sequência dos incêndios &#8211; procuradora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 22:50:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A polícia francesa deteve seis pessoas no âmbito da investigação aos incêndios que já consumiram mais de 2.050 hectares da floresta de Fontainebleau, a sudeste de Paris, anunciou hoje uma procuradora do Ministério Público.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A polícia francesa deteve seis pessoas no âmbito da investigação aos incêndios que já consumiram mais de 2.050 hectares da floresta de Fontainebleau, a sudeste de Paris, anunciou hoje uma procuradora do Ministério Público.</P><br />
<P>Num comunicado à imprensa, Diane Ngomsik afirmou que um dos detidos é um bombeiro voluntário de Fontainebleau, que confessou ter &#8220;ateado fogo a ramos secos, com o recurso a um isqueiro e a gasolina&#8221;, enquanto outro suspeito admitiu ter &#8220;provocado um incêndio acidentalmente ao descartar um cigarro&#8221;.</P><br />
<P>Os dois homens, nascidos em 2007 e sem antecedentes criminais, são suspeitos de terem iniciado incêndios distintos na segunda-feira em Fontainebleau: o bombeiro em Arbonne-la-Forêt e o outro suspeito na área de Faisanderie, sem se encontrar qualquer ligação entre eles, detalhou a procuradora.</P><br />
<P>Outros dois homens &#8212; um nascido em 1975, sem histórico criminal, e outro nascido em 2005, &#8220;já conhecido das autoridades por infrações de trânsito&#8221; &#8212; também foram detidos, por suspeitas de envolvimento no incêndio que começou na tarde de segunda-feira.</P><br />
<P>Outras duas pessoas foram detidas por causa de um incêndio ateado no domingo, que forçou o encerramento de um trecho da autoestrada A6, que liga Paris a Lyon, e que consumiu cerca de 1.600 hectares em 48 horas.</P><br />
<P>A procuradora do Ministério Público francês em Fontainebleau esclareceu que a hipótese de esse incêndio ter começado devido a obras realizadas nas imediações da A6 está a ser &#8220;minuciosamente investigada&#8221;.</P><br />
<P>Na manhã de segunda-feira, o ministro do Interior, Laurent Nuñez, tinha levantado a possibilidade de esse incêndio que forçou o encerramento de um troço da A6 ter sido &#8220;provocado deliberadamente&#8221;.</P><br />
<P>Os cerca de 800 bombeiros no terreno têm apoio de quatro aviões Canadair, quatro helicópteros de combate a incêndios, entre outros meios aéreos para tentarem conter os incêndios até ao final do dia de hoje.</P><br />
<P>&#8220;Continuamos a revezar-nos para controlar a fadiga&#8221;, disse à Agence France-Press (AFP) Paul-Edouard Laurain, porta-voz do corpo de bombeiros local.</P><br />
<P>Pelo menos 1.000 pessoas já foram retiradas da região da floresta.</P><br />
<P>Reconhecida pela sua biodiversidade, a floresta de Fontainebleau estende-se por cerca de 25 mil hectares, 60 quilómetros a sudeste de Paris, e atrai mais de 15 milhões de visitantes por ano.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789346]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>12 estrangeiros entre 13 vítimas mortais do fogo na Andaluzia (Espanha)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 22:45:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As autoridades espanholas anunciaram hoje a conclusão da identificação das 13 vítimas mortais do incêndio em Los Gallardos, na Andaluzia (sul), confirmando que sete eram britânicas, três belgas, uma francesa, outra norte-americana e outra espanhola.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As autoridades espanholas anunciaram hoje a conclusão da identificação das 13 vítimas mortais do incêndio em Los Gallardos, na Andaluzia (sul), confirmando que sete eram britânicas, três belgas, uma francesa, outra norte-americana e outra espanhola.</P><br />
<P>&#8220;Esta tarde, foi concluída a identificação de todas as vítimas do incêndio de Los Gallardos&#8221;, informou, em comunicado, o organismo público espanhol responsável pela identificação de corpos, o Centro Integrado de Dados (CID).</P><br />
<P>O CID esclareceu ainda haver oito mulheres e cinco homens entre as vítimas, todos adultos, e que 12 dos corpos foram encontrados no local do incêndio, tendo outra vítima morrido mais tarde no hospital.</P><br />
<P>As buscas realizadas nos dias seguintes ao incêndio, que deflagrou na noite de quinta-feira, não permitiram localizar mais vítimas, embora as autoridades espanholas não descartem a hipótese de o número de mortos aumentar.</P><br />
<P>O incêndio florestal de Los Gallardos destruiu cerca de 7.000 hectares &#8211; o equivalente ao território do concelho de Almada &#8211; e tornou-se o fogo mais mortífero da história da Andaluzia.</P><br />
<P>As investigações preliminares apontam como causa a queda de um cabo elétrico que abastecia infraestruturas abandonadas como o possível rastilho para o início do fogo, tendo este, depois, avançado com grande velocidade devido ao vento e às altas temperaturas.</P><br />
<P>Após o incêndio ser controlado, os habitantes retirados do local começaram a voltar às suas casas a partir de domingo.</P><br />
<P>Em 2025, mais de 393 mil hectares em Espanha foram destruídos pelo fogo, o pior registo na história recente do país, segundo dados do Sistema Europeu de Informação sobre Incêndios Florestais.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789345]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Líbano, Israel e EUA mantiveram &#8220;conversações frutíferas&#8221; em Roma</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 22:30:01 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Delegações do Líbano, Israel e Estados Unidos mantiveram hoje, em Roma, "conversações frutíferas", no âmbito das negociações para um processo de paz que inclui o desarmamento das milícias pró iranianas do Hezbollah.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Delegações do Líbano, Israel e Estados Unidos mantiveram hoje, em Roma, &#8220;conversações frutíferas&#8221;, no âmbito das negociações para um processo de paz que inclui o desarmamento das milícias pró iranianas do Hezbollah.</P><br />
<P>Um porta-voz do Departamento de Estado norte-americano confirmou à agência Europa Press que &#8220;as conversações realizadas em Roma entre representantes dos Estados Unidos, Israel e Líbano foram frutíferas e decorreram num clima positivo&#8221;.</P><br />
<P>O representante norte-americano afirmou ainda que &#8220;ambos os lados estão ansiosos por avançar&#8221; e que retomarão esta quarta-feira a reunião na capital italiana.</P><br />
<P>Até à data, estas negociações não puseram fim aos ataques militares israelitas contra o país vizinho. </P><br />
<P>O Ministério da Saúde libanês aumentou hoje para 4.324 o número de mortos causados pelos ataques aéreos israelitas no seu território desde 02 de março, apesar do cessar-fogo em vigor desde meados de abril</P><br />
<P>Israel e o Líbano, tecnicamente em guerra há várias décadas e que não mantêm relações diplomáticas, alcançaram em 26 de junho um &#8220;acordo-quadro&#8221; destinado a estabelecer uma &#8220;paz duradoura&#8221;, após cinco rondas de negociações em Washington.</P><br />
<P>O compromisso foi firmado cinco dias depois da entrada em vigor de um frágil cessar-fogo entre o exército israelita e o movimento xiita Hezbollah, aliado do Irão.</P><br />
<P>No âmbito desse entendimento, que implica o desarmamento do Hezbollah, Israel comprometeu-se a retirar de duas zonas do sul do Líbano, que passarão a ficar sob controlo do exército libanês.</P><br />
<P>O Hezbollah, que reacendeu as hostilidades ao atacar Israel no início de março, em apoio a Teerão na sequência da ofensiva israelo-norte-americana, opõe-se a estas negociações e recusa o desarmamento.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789344]]></sapo:autor>
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		<title>Exército da Colômbia anuncia libertação de 39 pessoas sequestradas pela guerrilha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 22:23:06 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O exército colombiano anunciou hoje a libertação de 39 pessoas raptadas pelo Exército de Libertação Nacional (ELN), organização guerrilheira mais antiga das Américas, no noroeste da Colômbia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O exército colombiano anunciou hoje a libertação de 39 pessoas raptadas pelo Exército de Libertação Nacional (ELN), organização guerrilheira mais antiga das Américas, no noroeste da Colômbia.</P><br />
<P>Dois soldados morreram durante a operação e outros cinco ficaram feridos quando os rebeldes detonaram um engenho explosivo, segundo a mesma fonte.</P><br />
<P>Imagens divulgadas pelos meios de comunicação colombianos, supostamente do local do sequestro, mostram um intenso tiroteio.</P><br />
<P>O sequestro ocorreu na região de Chocó, na costa do Oceano Pacífico e na fronteira com o Panamá, onde o ELN tem forte presença e garante financiamento através do narcotráfico e da mineração ilegal. </P><br />
<P>Segundo relatos iniciais, todos os reféns eram civis que viajavam de autocarro na região.</P><br />
<P>Segundo o relatório mais recente da fundação Ideas para la Paz, publicado em janeiro de 2026, o ELN contava com 6.810 combatentes em 2025, mais 9% face ao ano anterior.</P><br />
<P>Inspirado em Che Guevara e ativo desde 1964, o ELN não participou no histórico acordo de paz de 2016, que desarmou a maioria das FARC, outra organização guerrilheira colombiana.</P><br />
<P>Além de atuar em Chocó, o grupo guerrilheiro mantém influência no nordeste e no sudoeste do país.</P><br />
<P>O governo do Presidente Gustavo Petro, ex-guerrilheiro da extinta organização M-19, tentou, sem sucesso, negociar a paz com o ELN, ao assumir o cargo em 2022.</P><br />
<P>Esse esforço foi definitivamente inviabilizado em janeiro de 2025, quando confrontos entre o ELN e dissidentes das FARC causaram mais de 100 mortes e provocaram a deslocação forçada de dezenas de milhares de pessoas em Catatumbo, região no nordeste do país fronteira à Venezuela.</P><br />
<P>Na Colômbia, o sequestro praticado por narcotraficantes é uma prática comum que marcou a campanha presidencial deste ano.</P><br />
<P>O presidente eleito da Colômbia, Abelardo de la Espriella, promete endurecer a política de segurança e lançar bombardeamentos em massa contra forças insurgentes.</P><br />
<P> </P><br />
<P>TYME/PDF // PDF </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789343]]></sapo:autor>
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		<title>Trump elogia primeiro-ministro iraquiano em reunião marcada por tensões com Irão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 22:10:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano, Donald Trump, elogiou hoje o primeiro-ministro iraquiano, Ali al-Zaidi, num encontro na Casa Branca em momento de crescentes tensões com o Irão e de pressão de Washington para Bagdade desarmar milícias pró-iranianas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, elogiou hoje o primeiro-ministro iraquiano, Ali al-Zaidi, num encontro na Casa Branca em momento de crescentes tensões com o Irão e de pressão de Washington para Bagdade desarmar milícias pró-iranianas.</P><br />
<P>Em declarações aos jornalistas na Sala Oval, Trump elogiou Al-Zaidi como &#8220;um grande líder&#8221;, antecipando que se manterá no cargo &#8220;por muito tempo&#8221; e destacando a &#8220;tremenda afinidade&#8221; entre os dois.</P><br />
<P>A visita a Washington é a primeira viagem internacional do novo primeiro-ministro iraquiano, empresário sem experiência política prévia, desde que assumiu o cargo, há dois meses.</P><br />
<P>O encontro acontece depois de os Estados Unidos e o Irão terem terminado o cessar-fogo com reinício de hostilidades e depois de Trump ter anunciado, na segunda-feira, o retomar do bloqueio aos navios iranianos no Golfo Pérsico.</P><br />
<P>Washington está a pressionar Bagdade para que desarme milícias apoiadas pelo Irão que operam no país e que lançaram ataques contra interesses norte-americanos na região após o início da ofensiva contra a República Islâmica, em 28 de fevereiro.</P><br />
<P>O Governo iraquiano, liderado pelo primeiro-ministro Al-Zaidi, estabeleceu como data limite para estas milícias entregarem as suas armas ao Estado 30 de setembro, coincidindo com o fim da missão da coligação militar liderada pelos EUA no Iraque contra o grupo terrorista Estado Islâmico (EI).</P><br />
<P>O primeiro-ministro iraquiano referiu hoje a Trump que as forças de segurança iraquianas são plenamente capazes de proteger as fronteiras do país após 30 de setembro.</P><br />
<P>Washington e Teerão disputam influência no Iraque desde a invasão liderada pelos EUA que derrubou Saddam Hussein em 2003.</P><br />
<P>No início deste ano, a Estrutura de Coordenação, uma coligação de partidos xiitas pró-Irão no Parlamento iraquiano, anunciou a sua intenção inicial de apoiar a nomeação do antigo governante Nouri al-Maliki (2006-2014) como primeiro-ministro. </P><br />
<P>A administração Trump opôs-se à iniciativa, considerando-o muito próximo de Teerão.</P><br />
<P>Al-Zaidi acabou por assumir o cargo com o apoio de uma maioria parlamentar composta por forças xiitas e curdas, perante crescentes tensões políticas e de segurança no Iraque. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789342]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: Ataques russos a embarcações no Mar Negro fazem 3 mortos &#8211; Kiev</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 22:05:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As autoridades ucranianas anunciaram hoje que pelo menos três pessoas morreram em ataques russos contra uma embarcação civil num porto da região de Odessa (sul) e outros dois navios que navegavam no mar Negro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As autoridades ucranianas anunciaram hoje que pelo menos três pessoas morreram em ataques russos contra uma embarcação civil num porto da região de Odessa (sul) e outros dois navios que navegavam no mar Negro.</P><br />
<P>&#8220;À noite, o inimigo lançou mais um ataque contra instalações portuárias na região de Odessa. Durante o ataque, um &#8216;drone&#8217; inimigo atingiu uma embarcação civil com bandeira das Ilhas Marshall&#8221;, declarou o governador da região de Odessa, Oleh Kiper, através da rede social Telegram.</P><br />
<P>O responsável acrescentou que, antes, foram também alvo de ataques russos dois navios mercantes no mar Negro, um com a bandeira da Tanzânia e o outro com a bandeira da Libéria.</P><br />
<P>&#8220;Começou um incêndio a bordo. Infelizmente, duas pessoas morreram durante o ataque. (&#8230;) Como resultado desse ataque, o capitão de um dos navios morreu&#8221;, anunciou Kiper, observando que os restantes 11 tripulantes foram evacuados, três deles com ferimentos. </P><br />
<P>Sem especificar a nacionalidade das vítimas, Oleh Kiper adiantou que os dois navios atacados no mar Negro navegavam por corredores designados para a exportação de cereais ucranianos, apesar da guerra em curso.</P><br />
<P>&#8220;Cada um desses ataques cínicos do inimigo constitui um crime de guerra contra populações pacíficas, a navegação civil e a segurança alimentar global&#8221;, condenou.</P><br />
<P>As forças militares russas bombardeiam regularmente as infraestruturas portuárias ucranianas, especialmente na região de Odessa.</P><br />
<P>Por sua vez, as forças ucranianas intensificaram nos últimos dias os ataques a navios no Mar de Azov, uma área marítima que serve como rota fundamental para a exportação de produtos agrícolas russos e para o abastecimento da península da Crimeia, anexada em 2014.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789341]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Quatro soldados do Kuwait feridos em ataque aéreo iraniano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 21:43:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Quatro soldados do Kuwait ficaram feridos num dos ataques aéreos iranianos que atingiram hoje o emirado, que intercetou cerca de 40 mísseis e 'drones', divulgou fonte militar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Quatro soldados do Kuwait ficaram feridos num dos ataques aéreos iranianos que atingiram hoje o emirado, que intercetou cerca de 40 mísseis e &#8216;drones&#8217;, divulgou fonte militar.</P><br />
<P>Durante a &#8220;hedionda agressão iraniana (&#8230;), um navio de guerra foi alvejado e quatro membros das forças armadas ficaram feridos. Receberam o tratamento médico necessário&#8221;, referiu o porta-voz do Ministério da Defesa na rede social X.</P><br />
<P>A mesma fonte relatou ainda &#8220;ataques a várias instalações civis e vitais&#8221; que causaram danos materiais.</P><br />
<P>Os Estados Unidos lançaram hoje à noite novos ataques contra o Irão e retomaram o bloqueio dos seus portos, enquanto o Presidente Donald Trump recuou na imposição de tarifas sobre os navios que transitam pelo estreito de Ormuz, o epicentro do conflito.</P><br />
<P>A retoma deste bloqueio marítimo às 21:00 (hora de Lisboa), juntamente com bombardeamentos de escala sem precedentes desde o cessar-fogo de abril, mina os esforços diplomáticos para viabilizar o memorando de entendimento assinado a 17 de junho.</P><br />
<P>Ao reimpor o bloqueio aos portos iranianos, os norte-americanos violaram os seus compromissos e desmantelaram o protocolo, acusou esta noite o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Kazem Gharibabadi.</P><br />
<P>Como consequência da escalada de tensões e da quase paralisia do estratégico estreito de Ormuz, o preço do petróleo Brent, referência internacional, subiu mais de 9% na segunda-feira, antes de abrandar a sua subida com os últimos anúncios do Presidente norte-americano.</P><br />
<P>Após mais uma noite de ataques aéreos dos Estados Unidos, o Irão reportou bombardeamentos generalizados ao longo do dia e da noite em Bandar Abbas e na ilha de Qeshm, perto do estreito de Ormuz, mas também em Bushehr (sul), onde se encontra a sua única central nuclear, e na região rica em petróleo perto do Iraque e do Kuwait.</P><br />
<P>Tal como no dia anterior, a Guarda Revolucionária Islâmica retaliou atacando instalações norte-americanas no Bahrein.</P><br />
<P>No estreito de Ormuz e nas suas águas adjacentes, vários petroleiros foram atacados, resultando em pelo menos dois mortos e vários feridos desde a noite de segunda-feira, segundo a Organização Marítima Internacional (OMI).</P><br />
<P>Apenas sete navios de carga transitaram pelo estreito na segunda-feira, o número mais baixo desde 13 de junho, segundo a empresa de rastreamento marítimo Kpler.</P><br />
<P>Além do impacto no comércio global de hidrocarbonetos, a ONU alertou hoje para as &#8220;graves consequências socioeconómicas e humanitárias&#8221; do bloqueio desta &#8220;via navegável crucial da qual dependem milhões de pessoas&#8221; para alimentos, medicamentos e outros bens essenciais.</P><br />
<P>Apesar dos confrontos, Donald Trump acredita que um acordo com o Irão ainda é possível, uma vez que as consultas com mediadores continuam, segundo diplomatas iranianos.</P><br />
<P>O Presidente norte-americano espera pressionar Teerão, que deseja manter o controlo do estreito, onde apenas permite uma única rota de navegação ao longo da sua costa.</P><br />
<P>Durante o bloqueio anterior, lançado em abril em retaliação pelo encerramento do estreito por Teerão, o Irão ficou impossibilitado de exportar &#8220;um único barril de petróleo&#8221;, segundo o seu principal negociador, Mohammad Bagher Ghalibaf.</P><br />
<P>A operação &#8220;desempenhou um papel decisivo na conclusão do memorando de entendimento&#8221;, segundo o Instituto para o Estudo da Guerra (ISW).</P></p>
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		<item>
		<title>Wall Steet fecha em alta satisfeita com dados da inflação e resultados da banca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 21:34:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em alta, apoiada por números da inflação melhores do que esperados e em contexto de divulgação de resultados trimestrais sólidos do setor financeiro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em alta, apoiada por números da inflação melhores do que esperados e em contexto de divulgação de resultados trimestrais sólidos do setor financeiro. </P><br />
<P>O resultado da sessão indica que o índice tecnológico Nasdaq avançou 0,90%, o alargado S&amp;P500 ganhou 0,38% e o seletivo Dow Jones Industrial Average subiu 0,02%.</P><br />
<P>&#8220;Hoje tivermos bons números sobre a inflação (&#8230;), o que muito agradou aos investidores&#8221;, comentou Peter Cardillo, da Spartan Capital Securities, em declarações à AFP.</P><br />
<P>O índice de preços no consumidor (IPC) nos EUA arrefeceu em junho, com a variação homóloga a ser de 3,5%, depois de 4,2% no mês anterior, graças ao recuo do preço da gasolina. </P><br />
<P>Estes números &#8220;podem permitir à Reserva Federal (Fed) de se abster de subir a taxa de juro de referência na reunião prevista para o fim do mês&#8221;, interpretou Bill Adams, do Fifth Third Commercial Bank.</P><br />
<P>Perspetiva esta que &#8220;reanima o apetite pelo risco em Wall Street depois da vaga de vendas de ontem&#8221;, considerou Jose Torres, da Interactive Brokers.</P><br />
<P>Mas os analistas permanecem cautelosos, depois do regresso das hostilidades no Golfo Pérsico. As cotações do petróleo subiram, augurando potenciais repercussões nos preços nos próximos meses. </P><br />
<P>&#8220;A Fed deve esperar outras boas notícias para evitar subidas da taxa de juro até ao fim do ano&#8221;, estimou Bill Adams.</P><br />
<P>Por outro lado, a época dos resultados abriu com os grandes bancos a apresentarem &#8220;números extremamente sólidos&#8221;, mencionou Cardillo.</P><br />
<P>A forte subida trimestral dos respetivos desempenhos financeiros foi atribuída às flutuações dos mercados financeiros e a introduções em bolsa, designadamente a da Spacex. </P><br />
<P>No final da sessão, o Goldman Sachs apresentou uma valorização de 9,12%, o JPMorgan Chase de 2,54% e o Bank of America de 1,91%.</P><br />
<P>Ao contrário, o Wells Fargo e o Citigroup fecharam com perdas, respetivamente de 2,65% e 5,28%, por realização de ganhos e receios sobre subidas futuras de custos. </P><br />
<P>A IBM, por sua vez, fechou a perder 25,21%, depois de ter anunciado que os seus resultados iriam dececionar os investidores, o que atribuiu a uma reorientação das despesas dos seus clientes para infraestruturas ligadas à inteligência artificial. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789339]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Médio Oriente: Bombardeamentos de Israel em Gaza fazem 13 mortos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 21:26:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O número de mortos causados pelos bombardeamentos israelitas de hoje em Gaza subiu para 13, após duas pessoas morrerem durante a tarde, informou o hospital Al-Shifa, maior unidade de saúde no território palestiniano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de mortos causados pelos bombardeamentos israelitas de hoje em Gaza subiu para 13, após duas pessoas morrerem durante a tarde, informou o hospital Al-Shifa, maior unidade de saúde no território palestiniano.</P><br />
<P>Segundo fontes do hospital, um ataque aéreo pouco depois das 19:00 locais (17:00 de Lisboa) matou duas pessoas no bairro de Sheikh Ajlin, área costeira a sudoeste da Cidade de Gaza, na parte norte do enclave, controlada pelo movimento islamita Hamas.</P><br />
<P>Antes, pelo menos sete pessoas morreram e cerca de 20 ficaram feridas após um ataque de &#8216;drone&#8217; contra uma esquadra da polícia em Jabalia, quatro quilómetros a norte da Cidade de Gaza, acrescentou o Al-Shifa.</P><br />
<P>Fontes locais disseram à agência EFE que o ataque envolveu quatro projéteis disparados por dois &#8216;drones&#8217;, com um intervalo de dois minutos entre os dois primeiros e os dois últimos disparos.</P><br />
<P>Entre as vítimas desse ataque de &#8216;drone&#8217; inclui-se o chefe da esquadra de polícia de Jabalia, Muhammad Marwan Salem, além de &#8220;vários oficiais e agentes&#8221;, adiantou o Ministério do Interior de Gaza, que descreveu o sucedido como um &#8220;massacre&#8221;.</P><br />
<P>Em Al-Mawasi, na cidade de Rafah (sul da Faixa de Gaza), fontes locais confirmaram à EFE que o exército israelita matou um segurança que protegia um camião de ajuda humanitária.</P><br />
<P>Uma fonte do Hospital Nasser, unidade de saúde em Gaza que recebeu o corpo, identificou a vítima como Bilal Abu Musa.</P><br />
<P>Segundo fontes das unidades de saúde locais citadas pela EFE, elementos das Forças de Defesa de Israel mataram, na manhã de hoje, dois habitantes no sul da Faixa, incluindo uma criança, com recurso a disparos de tanque e a um &#8216;drone&#8217;.</P><br />
<P>Segundo os dados mais recentes do Ministério da Saúde de Gaza, controlado pelo Hamas, desde o cessar-fogo de 10 de outubro de 2025 registam-se 1.110 mortos, 3.599 feridos e 800 corpos recuperados no território.</P><br />
<P>A mesma fonte indica que, desde o início da ofensiva lançada em Gaza por Israel após os ataques do Hamas de 07 de outubro de 2023 &#8212; que fizeram cerca de 1.200 mortos e 251 reféns israelitas, segundo a contagem oficial &#8212;, foram contabilizados 73.233 mortos e 173.707 feridos no território.</P></p>
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