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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Tue, 12 May 2026 09:51:52 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Ricardo Costa acelera internacionalização da AVPRO e leva grupo português para seis países</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 09:51:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Ricardo Costa]]></category>
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					<description><![CDATA[A portuguesa AVPRO anunciou a criação do AVPRO Group, dando início a uma nova fase de expansão internacional que prevê a entrada em seis mercados estratégicos: Espanha, África do Sul, Angola, Quénia, Nigéria e Marrocos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A portuguesa AVPRO anunciou a criação do AVPRO Group, dando início a uma nova fase de expansão internacional que prevê a entrada em seis mercados estratégicos: Espanha, África do Sul, Angola, Quénia, Nigéria e Marrocos.</p>
<p>A celebrar 10 anos de atividade em 2026, a AVPRO, sediada em Albergaria-a-Velha e detida a 100% pelo Grupo Bernardo da Costa, pretende reforçar a sua posição no setor da segurança e afirmar-se como um player global.</p>
<p>Segundo a empresa, a estratégia de internacionalização passa por adaptar o modelo operacional às especificidades de cada mercado, mantendo uma abordagem assente na proximidade, competência técnica e capacidade de execução. “Não estamos a expandir apenas para crescer em escala. Estamos a levar um modelo que resolve problemas reais no terreno e que impacta diretamente a qualidade da entrega e a satisfação dos clientes finais”, afirma Ricardo Costa, líder do Grupo Bernardo da Costa.</p>
<p>A nova fase do grupo será reforçada com a entrada de Daniel Fernandez como Managing Partner do AVPRO Group. O responsável conta com quase três décadas de experiência no setor, incluindo funções de liderança na antiga Bosch Video Systems, onde liderou operações na Península Ibérica, Médio Oriente e África.</p>
<p>“Conheço bem os desafios deste setor em diferentes geografias. O que estamos a construir é uma proposta que aproxima todos os intervenientes — fabricantes, integradores e clientes finais — com um objetivo comum: garantir que os projetos são entregues com qualidade, previsibilidade e impacto”, refere Daniel Fernandez.</p>
<p>A operação em Portugal continuará a ser liderada por João Marques, apontado pela empresa como uma das figuras centrais no crescimento sustentado da AVPRO ao longo da última década.</p>
<p>“Este é um passo natural após 10 anos de crescimento consistente. Temos uma base sólida, uma equipa preparada e um modelo testado. Agora, o desafio é escalar com inteligência e respeitando a realidade de cada mercado”, sublinha João Marques.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761536]]></sapo:autor>
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		<title>Ensaio. Nissan Qashqai e-Power 2026: O híbrido que se conduz como um elétrico&#8230; mas sem tomada </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Farromba]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 09:38:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
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		<category><![CDATA[Nissan Qasqhai]]></category>
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					<description><![CDATA[Existem automóveis que nascem para seguir tendências e outros que, discretamente, as criam. O Nissan Qasqhai pertence a esta segunda]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Existem automóveis que nascem para seguir tendências e outros que, discretamente, as criam. O Nissan Qashqai pertence a esta segunda.	 </p>
<p>Foi ele que instituiu a ideia de um automóvel diferente &#8211; um SUV compacto familiar como resposta para a cidade, para a autoestrada e para as férias. Mais alto, com vista privilegiada sobre a estrada, com melhor acessibilidade. E obrigou todas as marcas a seguir o conceito, tanto que hoje o segmento das &#8220;carrinhas&#8221; caiu em desuso.</p>
<p>Em 2026 reforça essa tese com uma evolução técnica que mexe onde mais interessa; na forma como se conduz e se isola. Trata-se de um híbrido em série em que as rodas são movidas por um motor elétrico e o motor a gasolina trabalha sobretudo como gerador. A promessa da marca recai sobre termos a sensação de uma condução elétrica, sem a ansiedade do carregamento e ainda com melhorias comprovadas no ruído e na eficiência.</p>
<p>O Nissan Qashqai posiciona-se no segmento C-SUV, com o tamanho certo para quem quer altura ao solo, acesso fácil, uma bagageira competente e tecnologia, sem com isso ter preços premium.</p>
<p>É também por isso que os rivais são os suspeitos do costume: Kia, Hyundai, Volkswagen, Ford Kuga.</p>
<p>O que define este Nissan é também a tração  dianteira e o motor elétrico que o impulsiona e o térmico que atua como gerador sem ligação direta às rodas.</p>
<p>Para 2026, a marca manteve a mesma lógica mas refinou a execução. Particularmente numa área da engenharia, com a unidade 5-1 desenhada para poupar massa e espaço. A bateria está ali para gerir energia, recuperação, melhoria e autonomia elétricas.</p>
<p>Na estrada, vive daquilo que os elétricos fazem melhor: uma resposta linear, ausência de mudanças tradicionais e uma forma de ganhar velocidade com naturalidade. Há no entanto uma honestidade que importa registar; em condução mais exigente pode existir um pequeno desfasamento entre o som do motor gerador e a progressão, porque o térmico  está a otimizar a produção da eletricidade e não a seguir diretamente o pé direito como num carro convencional. Em contrapartida, o sistema evita um comportamento típico de algumas soluções com caixas CVT de ruído excessivo e ganha pontos no conforto geral.</p>
<p>O Qashqai merece ser elogiado por ser agradável, confortável, bem construído e fácil de conduzir com uma competência global que raramente falha no dia-a-dia.</p>
<p>Encontramos refinamentos e eficiência na atualização do e-Power principalmente em cidade e ritmos médios. A afinação possui uma característica mais confortável e não tão desportiva e os consumos não se conseguem fazer subir dos 5,9l.</p>
<p>Trata-se de um veículo claramente para famílias, para quem procura prazer de condução acima de tudo e mais silencioso A marca anuncia consumos combinados de perto de 4,5 e é possível. Também o intervalo de mudanças isso passou para 20.000 km. Em termos do interior este é sólido, fácil de usar e com boa qualidade.</p>
<p>Em condução possui a função one pedal e vários modos de condução, mas eu fico quase sempre pelo eco. Chega perfeitamente!</p>
<p>Como todos os automóveis de hoje temos de falar de inteligência artificial. E ela aqui aparece na gestão energética do híbrido em série, na assistência à condução com o sistema Pro Pilot. Futuramente irá existir um software com condução mais ligada à inteligência artificial;  hoje aqui ela intervém mas ainda de um modo racional.</p>
<p>Por fim, para quem faz sentido este SUV? Famílias e profissionais que querem um automóvel compacto, uma postura alta e uma tecnologia útil e descomplicada. Quem ainda está na dúvida  entre optar por um elétrico mas também quer flexibilidade total sem depender de carregamentos elétricos.</p>
<p>É fabricado em Sunderland onde vimos uma fábrica com soluções entre produção industrial e o respeito pela natureza. Em termos de preços estes começam nos 25000€.</p>

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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760909]]></sapo:autor>
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		<title>CTT e DHL fecham parceria ibérica: negócio dá encaixe de 64 milhões aos Correios portugueses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 09:29:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Acordo, que cria uma joint venture para o negócio de encomendas em Portugal e Espanha, avança depois da “aprovação incondicional” da Comissão Europeia, no âmbito dos processos de controlo de concentrações e de subvenções estrangeiras]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de um ano depois de ter sido anunciada, a parceria estratégica entre os CTT e a DHL está oficialmente concluída.</p>
<p>O acordo, que cria uma joint venture para o negócio de encomendas em Portugal e Espanha, avança depois da “aprovação incondicional” da Comissão Europeia, no âmbito dos processos de controlo de concentrações e de subvenções estrangeiras.</p>
<p>Num <a href="https://www.cmvm.pt/PInstitucional/PdfVierInfPriv?Input=D88E3ABB5C1187DC0C713C5B5B16AF657B64C35FE4D29892398F50C1111C2FAF" target="_blank" rel="noopener">comunicado</a> enviado esta terça-feira à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, os CTT informam que a operação foi completada e que vai gerar um encaixe líquido de 64 milhões de euros para a empresa portuguesa.</p>
<p>O valor fica abaixo dos 69 milhões de euros anunciados em dezembro de 2024, quando a parceria foi comunicada ao mercado, mas os CTT sublinham que o valor dos ativos da transação se manteve inalterado.</p>
<p>A diferença resulta de ajustamentos habituais relacionados com a dívida líquida e o fundo de maneio líquido.</p>
<p><strong>Como fica dividida a parceria?</strong></p>
<p>A operação tem três peças principais: a CTT Expresso compra a DHL Parcel Portugal, a DHL fica com 25% da CTT Expresso e os CTT passam a deter 25% da Danzas, empresa que controla a DHL Parcel Iberia.</p>
<p>Na prática, os CTT reforçam a presença no mercado ibérico de encomendas, enquanto a DHL passa a ter uma posição relevante no negócio expresso dos Correios portugueses.</p>
<p>O objetivo é criar duas redes abrangentes de recolha e entrega de encomendas em Portugal e Espanha, com uma capacidade diária superior a um milhão de envios nos dois países.</p>
<p><strong>Receitas combinadas podem chegar a mil milhões</strong></p>
<p>A parceria entre os CTT e a DHL tem uma ambição clara: ganhar escala no mercado ibérico de encomendas, um setor que cresceu com o comércio eletrónico e que exige redes logísticas cada vez mais rápidas, densas e eficientes.</p>
<p>Segundo os CTT, a transação deverá gerar receitas combinadas de cerca de mil milhões de euros.</p>
<p>A empresa espera também obter sinergias operacionais e comerciais significativas em Portugal e Espanha, sobretudo em três áreas: instalações e tratamento, rede de transporte e última milha.</p>
<p>Em ritmo normalizado, que os CTT estimam poder ser alcançado ao longo dos próximos dois a três anos, o impacto das sinergias no EBIT, ou resultado operacional, deverá superar os 35 milhões de euros por ano para as operações combinadas das duas empresas que integram a joint venture.</p>
<p><strong>Participações podem subir até 49%</strong></p>
<p>O acordo agora concluído pode ainda evoluir numa segunda fase.</p>
<p>Tal como já estava previsto, os CTT e a DHL poderão aumentar no futuro as respetivas participações minoritárias até 49%, através de uma estrutura de opções de compra com exercício após o fecho das contas de 2027 e 2028.</p>
<p>Numa primeira etapa, os CTT terão a opção de comprar mais 10% da Danzas, enquanto a DHL terá a opção de adquirir mais 10% da CTT Expresso, com base nas contas de 2027.</p>
<p>Depois, se forem cumpridas determinadas condições de desempenho operacional, as duas empresas poderão reforçar as posições até 49%.</p>
<p>Para isso, o EBIT consolidado da joint venture em 2028, resultante da soma do EBIT da Danzas e da CTT Expresso, terá de ficar acima de 96 milhões de euros.</p>
<p>Se esse objetivo for atingido, e assumindo que a opção anterior é exercida, os CTT poderão adquirir uma posição adicional de 14% na Danzas, enquanto a DHL poderá comprar mais 14% da CTT Expresso.</p>
<p><strong>Bruxelas deu luz verde sem condições</strong></p>
<p>A conclusão da parceria surge depois da aprovação incondicional da Comissão Europeia.</p>
<p>Esse passo era essencial para fechar a operação, uma vez que a transação tinha de ser analisada à luz das regras europeias de concorrência e do regime de subvenções estrangeiras.</p>
<p>No comunicado ao mercado, os CTT sublinham que a parceria foi concluída após essa luz verde de Bruxelas, permitindo avançar para a integração operacional prevista no acordo.</p>
<p><strong>O que muda para os CTT?</strong></p>
<p>Para os CTT, esta operação representa uma aposta clara no crescimento do negócio de encomendas e logística, numa altura em que o correio tradicional continua a perder peso e o comércio eletrónico exige maior capacidade de distribuição.</p>
<p>A parceria com a DHL permite aos Correios portugueses reforçar escala, presença ibérica e eficiência operacional.</p>
<p>Ao mesmo tempo, o encaixe líquido de 64 milhões de euros dá folga financeira à empresa e confirma a entrada da DHL no capital da CTT Expresso.</p>
<p>O comunicado dos CTT aponta para uma operação desenhada para ganhar dimensão nos dois lados da fronteira, com impacto esperado nas receitas, nos custos e na capacidade de entrega.</p>
<p><strong>Um negócio para disputar o mercado ibérico</strong></p>
<p>A conclusão da joint venture entre CTT e DHL cria um novo ator de grande escala no mercado ibérico de encomendas.</p>
<p>A capacidade diária superior a um milhão de envios em Portugal e Espanha mostra a dimensão da aposta e a importância da última milha, uma das áreas mais competitivas da logística moderna.</p>
<p>Mais do que uma troca de participações, a parceria procura combinar redes, clientes, tecnologia, centros operacionais e capacidade de distribuição.</p>
<p>Para os CTT, o acordo marca uma nova etapa na internacionalização ibérica do negócio expresso.</p>
<p>Para a DHL, garante uma posição mais forte no mercado português e uma ligação direta à operação dos Correios portugueses.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761518]]></sapo:autor>
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		<title>Todos os distritos do continente sob aviso amarelo por causa da chuva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 09:23:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Todos os distritos de Portugal continental estão hoje sob aviso amarelo devido à previsão de chuva, por vezes forte e acompanhada de trovoada, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Todos os distritos de Portugal continental estão hoje sob aviso amarelo devido à previsão de chuva, por vezes forte e acompanhada de trovoada, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).</P><br />
<P>Os distritos de Évora, Faro, Setúbal, Santarém, Lisboa, Beja e Portalegre estão sob aviso amarelo até às 15:00 de hoje e Bragança, Viseu, Porto, Guarda, Vila Real, Viana do Castelo, Leiria, Castelo Branco, Aveiro, Coimbra e Braga até às 18:00.</P><br />
<P>O aviso amarelo, o menos grave de uma escala de três, é emitido sempre que existe uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.</P><br />
<P>O IPMA prevê para hoje no continente períodos de céu muito nublado, aguaceiros, mais prováveis no Norte e Centro, diminuindo de intensidade e frequência a partir da tarde, vento fraco a moderado quadrante sul e pequena descida da temperatura mínima.</P><br />
<P>As temperaturas mínimas vão oscilar entre os 06 graus Celsius (na Guarda) e os 13 (em Aveiro e Faro) e as máximas entre os 13 graus na Guarda) e os 22 (em Évora, Beja e Santarém).</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761512]]></sapo:autor>
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		<title>PM britânico recusa demissão e desafia adversários a desencadearem eleição interna</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 09:23:18 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, desafiou hoje potenciais rivais a desencadearem uma eleição interna no Partido Trabalhista, reiterando que não se pretende demitir. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, desafiou hoje potenciais rivais a desencadearem uma eleição interna no Partido Trabalhista, reiterando que não se pretende demitir. </P><br />
<P>&#8220;O Partido Trabalhista tem um processo para contestar a liderança e esse processo não foi acionado. O país espera que continuemos a governar. É isso que estou a fazer e o que devemos fazer enquanto governo&#8221;, disse esta manhã, durante a reunião semanal do conselho de ministros.</P><br />
<P>Starmer repetiu assumir a responsabilidade pelos maus resultados nas eleições locais e regionais de 07 de maio. </P><br />
<P>No entanto, salientou que &#8220;as últimas 48 horas foram desestabilizadoras para o governo, e isso tem um custo económico real para o país e para as famílias&#8221;, numa referência ao aumento dos juros pagos pelo Governo sobre os títulos do tesouro.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761506]]></sapo:autor>
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		<title>Médicos juntam-se à greve geral de 3 de junho</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/medicos-juntam-se-a-greve-geral-de-03-de-junho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 09:15:32 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O Sindicato dos Médicos do Norte, filiado na Federação Nacional dos Médicos, anunciou hoje que vai aderir à greve geral de 03 de junho, em protesto contra a reforma laboral e o agravamento das condições no Serviço Nacional de Saúde.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Sindicato dos Médicos do Norte, filiado na Federação Nacional dos Médicos, anunciou hoje que vai aderir à greve geral de 03 de junho, em protesto contra a reforma laboral e o agravamento das condições no Serviço Nacional de Saúde.</P><br />
<P>Num comunicado assinado pela presidente do Sindicato dos Médicos do Norte e vice-presidente da Federação Nacional dos Médicos (FNAM), Joana Bordalo e Sá, a estrutura sindical explica que os médicos voltam à luta porque &#8220;a situação não só não melhorou&#8221; como &#8220;está a agravar-se&#8221;.</P><br />
<P>Recorda que no Serviço Nacional de Saúde (SNS) faltam atualmente cerca de 800 médicos de família, deixando cerca de 1,6 milhões de utentes sem médico atribuído, e sublinha que muitos serviços essenciais, como urgências, continuam a encerrar.</P><br />
<P>Enquanto isso, acrescenta, a transferência de cuidados para o setor privado tem crescido, &#8220;sem qualquer valorização dos médicos&#8221;.</P><br />
<P>O sindicato indica que o que está em causa numa possível reforma laboral são &#8220;jornadas até 50 horas semanais como norma, horários desregulados, bancos de horas impostos, vínculos precários e ataques à parentalidade, à contratação coletiva, ao direito à greve e à ação sindical&#8221;.</P><br />
<P>Neste contexto, defende que o chamado Pacto para a Saúde só fará sentido se representar &#8220;um verdadeiro compromisso&#8221; com o reforço do SNS, dos seus profissionais e da capacidade de resposta pública.</P><br />
<P>&#8220;Não pode resumir-se à aprovação avulsa de medidas como incentivos ao trabalho suplementar acima dos limites legais em serviço de urgência, através de pagamentos em blocos de horas&#8221;, considera o sindicato.</P><br />
<P>Na semana passada, depois de o Governo ter aprovado em Conselho de Ministros o diploma sobre s incentivos a pagar nas urgências aos médicos do quadro, a FNAM considerou que as propostas não resolviam o problema da falta de médicos no SNS e apenas empurravam os profissionais para a exaustão.</P><br />
<P>Na nota hoje divulgada, o sindicato afeto à FNAM considera que o SNS precisa de &#8220;investimento sério, equipas completas, vínculos estáveis, salários dignos e condições de trabalho justas&#8221;.</P><br />
<P>Sem isso, acrescenta, &#8220;continuará a perder capacidade de resposta e os cidadãos continuarão a perder acesso a cuidados de saúde em tempo útil&#8221;.</P><br />
<P>A Comissão Executiva da Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP) entregou na segunda-feira o pré-aviso da greve geral agendada para 03 de junho contra as alterações à lei laboral, cujas negociações terminaram sem acordo.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761491]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Lucro da farmacêutica Bayer mais do que duplica no 1º. trimestre para 2.763 M€</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/lucro-da-farmaceutica-bayer-mais-do-que-duplica-no-1o-trimestre-para-2-763-me/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 09:15:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Lucro]]></category>
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					<description><![CDATA[A farmacêutica Bayer registou, até março, um lucro líquido atribuído de 2.763 milhões de euros, o que representa um aumento de 112,7% em relação ao ano anterior, informou hoje o grupo alemão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A farmacêutica Bayer registou, até março, um lucro líquido atribuído de 2.763 milhões de euros, o que representa um aumento de 112,7% em relação ao ano anterior, informou hoje o grupo alemão.</P><br />
<P>De acordo com a informação disponibilizada, o volume de negócios da empresa diminuiu no primeiro trimestre 2,4%, para 13.405 milhões de euros, devido aos efeitos das taxas de câmbio.</P><br />
<P>Excluindo estes efeitos negativos de 886 milhões, o volume de negócios teria subido 4,1%.</P><br />
<P>O lucro operacional melhorou entre janeiro e março para 3.528 milhões de euros, um aumento de 51,8%.</P><br />
<P>Neste período, a Bayer obteve receitas extraordinárias de 324 milhões de euros, resultantes principalmente da venda do negócio de antibióticos Avelox por 250 milhões.</P><br />
<P>&#8220;Estamos satisfeitos com o início de ano das nossas divisões e podemos confirmar as previsões para 2026, descontando os efeitos das taxas de câmbio&#8221;, afirmou o presidente executivo (CEO) da Bayer, Bill Anderson.</P><br />
<P>As vendas da divisão de produtos fitossanitários e sementes elevaram o volume de negócios para 7.558 milhões de euros, menos 0,3% do que no ano anterior, mas mais 6,8% excluindo os efeitos das taxas de câmbio.</P><br />
<P>Este aumento é justificado pela farmacêutica com a duplicação das vendas de sementes de soja e devido ao acordo de licença com a Corteva na América do Norte, que contribuiu para o volume de negócios com 448 milhões de euros.</P><br />
<P>A Bayer prevê para 2026 um volume de negócios entre 44.500 e 46.500 milhões de euros (anteriormente entre 44.000 e 46.000 milhões).</P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761493]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Seguro devolve ao Parlamento lei da perda da nacionalidade após chumbo do Constitucional</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/seguro-devolve-ao-parlamento-lei-da-perda-da-nacionalidade-apos-chumbo-do-constitucional/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 09:13:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[António José Seguro]]></category>
		<category><![CDATA[Lei da Nacionalidade]]></category>
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		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal Constitucional]]></category>
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					<description><![CDATA[Decisão foi tomada depois de o Tribunal Constitucional se ter pronunciado, em fiscalização preventiva, pela inconstitucionalidade de várias normas do diploma. A informação foi divulgada pela Presidência da República, em comunicado publicado esta terça-feira, 12 de maio]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente da República, António José Seguro, devolveu esta terça-feira à Assembleia da República o decreto que alterava o Código Penal e criava a pena acessória de perda da nacionalidade portuguesa.</p>
<p>A decisão foi tomada depois de o Tribunal Constitucional se ter pronunciado, em fiscalização preventiva, pela inconstitucionalidade de várias normas do diploma. A informação foi divulgada pela Presidência da República, em comunicado publicado esta terça-feira, 12 de maio.</p>
<p>Em causa está o Decreto n.º 49/XVII, aprovado pelo Parlamento, que pretendia aditar ao Código Penal o artigo 69.º-D, relativo à perda da nacionalidade.</p>
<p><strong>O que dizia o diploma?</strong></p>
<p>O decreto previa que pudesse ser aplicada a pena de perda da nacionalidade portuguesa a cidadãos que também fossem nacionais de outro Estado e que tivessem sido condenados a pena de prisão efetiva igual ou superior a cinco anos por determinados crimes.</p>
<p>A medida aplicar-se-ia apenas a factos praticados nos 15 anos posteriores ao momento em que produziram efeitos a obtenção da nacionalidade portuguesa.<br />
Ou seja, a proposta não abrangia todos os cidadãos portugueses, mas sim pessoas com dupla nacionalidade e que tivessem adquirido a nacionalidade portuguesa.</p>
<p><strong>Porque voltou para o Parlamento?</strong></p>
<p>A lei voltou para trás porque o Tribunal Constitucional considerou inconstitucionais várias normas do diploma.</p>
<p>No comunicado, a Presidência explica que a devolução foi feita ao abrigo do artigo 279.º, n.º 1, da Constituição, depois de o Tribunal Constitucional se ter pronunciado contra normas constantes do n.º 1, das alíneas a), b), c), d), e) e h) do n.º 4 e do n.º 5 do artigo 69.º-D que seria aditado ao Código Penal.</p>
<p>A decisão do Constitucional impede a promulgação do diploma nos termos em que foi aprovado.</p>
<p><strong>O que acontece agora?</strong></p>
<p>Com a devolução do decreto à Assembleia da República, cabe agora ao Parlamento decidir o que fazer.</p>
<p>Os deputados podem alterar o texto para responder às objeções do Tribunal Constitucional ou tentar confirmar o diploma, nos termos previstos na Constituição. Em qualquer dos casos, a decisão do Tribunal Constitucional coloca um forte obstáculo jurídico à versão aprovada.</p>
<p>A RTP noticiou que o Tribunal Constitucional declarou por unanimidade a inconstitucionalidade da medida, considerando que as alterações à lei penal que permitiam a perda de nacionalidade como pena acessória de crimes graves não respeitavam a Constituição.</p>
<p><strong>Um tema politicamente sensível</strong></p>
<p>A perda da nacionalidade tem sido um dos temas mais sensíveis no debate político sobre imigração, criminalidade e integração.</p>
<p>Os defensores da medida argumentam que o Estado deve poder retirar a nacionalidade adquirida a quem cometa crimes graves, sobretudo quando a pessoa mantém outra nacionalidade e não fica apátrida.</p>
<p>Os críticos alertam para riscos constitucionais, para a criação de categorias diferentes de cidadãos portugueses e para a possibilidade de a nacionalidade passar a ser tratada como uma condição revogável em função de condenações penais.</p>
<p>Para já, a consequência imediata é clara: a lei não segue para promulgação e regressa ao Parlamento. O debate político continua, mas a versão aprovada pelos deputados ficou travada pelo crivo do Tribunal Constitucional.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761500]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Está a formar-se o El Niño mais forte de sempre: eis o que pode acontecer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 09:07:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[El Niño]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Organização Meteorológica Mundial confirmou, a 24 de abril, que há uma probabilidade crescente de desenvolvimento de El Niño a partir de meados de 2026, com impacto nos padrões globais de temperatura e precipitação]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os modelos sazonais estão a apontar para o regresso do El Niño a partir de meados de 2026, com potencial para se tornar num episódio muito forte e agravar fenómenos meteorológicos extremos em várias regiões do mundo. A &#8216;Euronews&#8217; escreve que alguns cientistas admitem mesmo a possibilidade de um dos eventos mais intensos de sempre, embora as previsões ainda tenham margem de incerteza.</p>
<p>A Organização Meteorológica Mundial confirmou, a 24 de abril, que há uma probabilidade crescente de desenvolvimento de El Niño a partir de meados de 2026, com impacto nos padrões globais de temperatura e precipitação. A NOAA, a agência americana para os oceanos e a atmosfera, indicava em abril que as condições neutras ainda predominavam, mas que o El Niño poderia surgir entre maio e julho, com 61% de probabilidade, e persistir até ao final do ano.</p>
<p><strong>O que é o El Niño?</strong></p>
<p>O El Niño é um fenómeno climático natural e cíclico associado ao aquecimento anormal das águas superficiais do Pacífico equatorial.</p>
<p>Esse aquecimento altera a circulação atmosférica e pode mexer com os padrões de chuva, seca, tempestades e temperatura em várias partes do planeta.</p>
<p>O nome vem do espanhol e significa “o menino”, numa referência ao Menino Jesus, porque o fenómeno era observado por pescadores da América do Sul perto da época do Natal.</p>
<p>O fenómeno oposto chama-se La Niña e está associado ao arrefecimento anormal das águas do Pacífico equatorial.</p>
<p>Segundo a Organização Meteorológica Mundial, o El Niño ocorre normalmente a cada dois a sete anos e costuma durar entre nove e 12 meses.</p>
<p><strong>Porque é que este El Niño preocupa os cientistas?</strong></p>
<p>A preocupação está na quantidade de calor acumulada no Pacífico.</p>
<p>Segundo a &#8216;Euronews&#8217;, cientistas climáticos apontam para anomalias de água quente em profundidade com volume e intensidade invulgares. Esse calor está a deslocar-se para leste e a subir em direção à superfície, um dos sinais iniciais de formação do El Niño.</p>
<p>Daniel Swain, cientista climático do California Institute for Water Resources, citado pela &#8216;Euronews&#8217;, afirma que ainda não é garantido que se trate de um “super El Niño”, mas admite que existe potencial para algo “genuinamente notável”.</p>
<p>A expressão “super El Niño” é usada informalmente para descrever episódios muito fortes, mas não é uma designação oficial da NOAA. Ainda assim, o termo costuma ser aplicado a eventos em que o aquecimento do Pacífico equatorial ultrapassa valores particularmente elevados.</p>
<p><strong>O que pode acontecer ao clima mundial?</strong></p>
<p>Se o Pacífico libertar muito calor para a atmosfera, o sistema climático global pode ficar ainda mais instável.</p>
<p>Na prática, isso pode significar ondas de calor mais intensas, secas agravadas em algumas regiões e mais humidade disponível na atmosfera, aumentando o risco de cheias e precipitação extrema noutras zonas.</p>
<p>Jeff Berardelli, meteorologista-chefe e especialista em clima da WFLA-TV, em Tampa, na Florida, antecipa que o mundo poderá assistir a fenómenos meteorológicos “nunca vistos na história moderna”.</p>
<p>O El Niño também tende a influenciar a época de furacões no Atlântico. Em muitos anos, este fenómeno reduz a atividade de furacões naquela bacia, porque altera os ventos em altitude e dificulta a organização dos sistemas tropicais. Ainda assim, isso não significa ausência de risco: os efeitos variam por região e dependem da intensidade do fenómeno.</p>
<p><strong>E a Europa e Portugal?</strong></p>
<p>O impacto do El Niño na Europa é geralmente menos direto do que noutras regiões, como América do Sul, Sudeste Asiático, Austrália, Índia, África ou América do Norte.</p>
<p>Ainda assim, a Europa pode sentir efeitos indiretos através da alteração dos padrões atmosféricos no Atlântico Norte, da temperatura global e da circulação de massas de ar.</p>
<p>Para Portugal, não há uma relação simples e automática entre El Niño e um determinado tipo de tempo. Ou seja, não é correto dizer que El Niño significa necessariamente mais calor, mais chuva ou mais seca no país.</p>
<p>O que pode acontecer é um aumento do risco de extremos num contexto já marcado pelo aquecimento global. Se o El Niño elevar ainda mais a temperatura média do planeta, episódios de calor intenso podem tornar-se mais prováveis ou mais severos em várias regiões, incluindo a Europa.</p>
<p><strong>Porque pode haver recordes de temperatura?</strong></p>
<p>O El Niño tende a elevar temporariamente a temperatura média global, porque liberta calor acumulado no oceano para a atmosfera.</p>
<p>Mas os cientistas sublinham que o fenómeno natural não explica sozinho os recordes recentes. O ponto de fundo é o aquecimento global causado pela atividade humana, sobretudo pela queima de combustíveis fósseis.</p>
<p>Michael Mann, cientista climático da Universidade da Pensilvânia, citado pela &#8216;Euronews&#8217;, lembra que o El Niño pode aumentar as temperaturas globais durante um ou dois anos, mas é um fenómeno oscilatório. Depois tende a dar lugar a condições mais próximas de La Niña, que têm efeito temporariamente arrefecedor.</p>
<p>O problema, defende o especialista, é a tendência de longo prazo: enquanto as emissões de gases com efeito de estufa continuarem, o planeta continuará a aquecer.</p>
<p><strong>Amazónia entre as regiões vulneráveis</strong></p>
<p>A &#8216;Euronews&#8217; destaca também a preocupação com a Amazónia, onde a degradação florestal, provocada por incêndios, abate de árvores e seca, já afeta cerca de 40% da floresta.</p>
<p>Um El Niño forte em 2026 poderia agravar a pressão sobre este ecossistema, ao aumentar o risco de secas e incêndios em regiões vulneráveis.</p>
<p>Outras zonas do mundo podem enfrentar impactos diferentes: seca em algumas áreas tropicais, cheias noutras, ondas de calor mais prolongadas e perturbações na agricultura, no abastecimento de água e na saúde pública.</p>
<p><strong>O que ainda não se sabe?</strong></p>
<p>Apesar dos sinais fortes, os cientistas mantêm cautela.</p>
<p>A Organização Meteorológica Mundial alerta que as previsões feitas na primavera têm maior margem de erro, um fenómeno conhecido entre meteorologistas como a “barreira da previsibilidade da primavera”.</p>
<p>Ou seja, há confiança crescente de que o El Niño se forme, mas ainda não há certeza sobre a sua intensidade final.</p>
<p>A diferença é importante. Um El Niño moderado pode alterar padrões meteorológicos e elevar temperaturas globais. Um El Niño muito forte pode amplificar extremos climáticos e aumentar o risco de recordes de calor, secas severas e precipitação extrema.</p>
<p>A grande conclusão é que o El Niño pode ser o acelerador de um sistema climático já aquecido. Sozinho, não cria a crise climática. Mas, combinado com o aquecimento global, pode tornar 2026 e 2027 anos particularmente difíceis do ponto de vista climático.</p>
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		<item>
		<title>Von der Leyen quer propor que crianças só usem redes sociais numa idade mais avançada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 08:46:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Ursula von der Leyen]]></category>
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					<description><![CDATA[A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, admitiu hoje propor, já este verão, uma proposta legislativa para que as crianças só usem redes sociais numa idade mais avançada, estando a ouvir especialistas do setor.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, admitiu hoje propor, já este verão, uma proposta legislativa para que as crianças só usem redes sociais numa idade mais avançada, estando a ouvir especialistas do setor.</P><br />
<P>&#8220;Sabemos que temos de fazer mais e foi por isso que criámos um painel especial de especialistas sobre segurança infantil &#8216;online&#8217; para nos aconselhar. Sem antecipar as conclusões do painel, acredito que devemos ponderar tardar o acesso das crianças às redes sociais e, dependendo dos resultados, poderemos apresentar uma proposta legislativa neste verão&#8221;, disse Ursula von der Leyen.</P><br />
<P>Discursando na abertura de uma Cimeira Europeia sobre Inteligência Artificial e Crianças, em Copenhaga na Dinamarca, a responsável destacou a &#8220;velocidade relâmpago com que a tecnologia avança e a forma como se infiltra em todos os cantos da infância e da adolescência&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;As discussões sobre uma idade mínima para as redes sociais já não podem ser ignoradas [pois] quase todos os Estados-membros da UE pedem uma avaliação sobre a necessidade dessa medida&#8221;, assinalou, quando muitos países comunitários colocam 15 ou 16 anos como requisito etário.</P><br />
<P>Em Portugal, o parlamento aprovou em fevereiro de 2026 um projeto de lei que restringe o acesso a redes sociais para menores de 16 anos, sendo que a nova regulamentação exige consentimento parental expresso para jovens entre 13 e 16 anos e proíbe o uso antes dos 13 anos para proteger de riscos digitais e conteúdos viciantes. </P><br />
<P>O Parlamento Europeu já apoiou a ideia de uma idade mínima europeia de 16 anos para o acesso às redes, com exceções mediante autorização parental entre os 13 e os 16 anos.</P><br />
<P>&#8220;A questão não é se os jovens devem ter acesso às redes sociais, a questão é se as redes sociais devem ter acesso aos jovens&#8221;, salientou Ursula von der Leyen.</P><br />
<P>Para a responsável, &#8220;a infância e o início da adolescência são anos formativos&#8221;, pelo que se deve &#8220;dar mais tempo às crianças para desenvolverem resiliência nesta fase vulnerável&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Tempo para brincar com amigos reais e não para perseguir seguidores. Tempo no campo de futebol ou a tocar numa banda. Tempo para desenvolverem as suas próprias ideias, em vez de serem guiadas por um algoritmo. Tempo para aprenderem a diferença entre realidade e falsidade. Por isso, devolvamos a infância às crianças&#8221;, elencou.</P><br />
<P>No seu discurso sobre o Estado da União, em setembro de 2025, Ursula von der Leyen defendeu a necessidade de proteger crianças e adolescentes dos impactos das redes sociais, admitindo estabelecer limites de idade e regras mais rigorosas para o acesso às plataformas digitais.</P><br />
<P>Em meados de abril deste ano, a Comissão Europeia lançou uma nova aplicação móvel europeia para confirmar a idade mínima para aceder às redes sociais, que já está tecnicamente pronta e em breve estará disponível na União Europeia, avisando que terá &#8220;tolerância zero&#8221; com as plataformas digitais que não usarem.</P><br />
<P>A ideia é responsabilizar as plataformas &#8216;online&#8217; para protegerem os menores, como as gigantes&#8217; tecnológicas como Meta (dona do Facebook, Instagram, WhatsApp e Threads), a Alphabet (que detém o YouTube), a ByteDance (do TikTok) e a Snap Inc. (do Snapchat).</P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761478]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mercedes chama 144 mil carros à oficina por falha que pode apagar painel em andamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 08:44:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Mercedes-Benz]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[recall]]></category>
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					<description><![CDATA[Estão em causa modelos produzidos entre 2024 e 2026, incluindo AMG GT, Classe C, Classe E, Classe SL, Classe CLE e Classe GLC]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Mercedes-Benz está a chamar à oficina cerca de 144 mil veículos devido a uma falha de software que pode fazer apagar temporariamente o painel de instrumentos digital durante a condução. Segundo a Revista ACP, estão em causa modelos produzidos entre 2024 e 2026, incluindo AMG GT, Classe C, Classe E, Classe SL, Classe CLE e Classe GLC.</p>
<p>A campanha foi comunicada nos Estados Unidos pela National Highway Traffic Safety Administration, a autoridade americana de segurança rodoviária. De acordo com a &#8216;Reuters&#8217;, o recall abrange 144.049 veículos naquele mercado e está relacionado com problemas no painel de instrumentos.</p>
<p>O problema não está no motor nem nos travões, mas pode afetar a segurança. A falha tem origem no software da unidade de controlo do sistema de infoentretenimento, responsável por funções como navegação e multimédia. Essa unidade pode reiniciar enquanto o veículo está em movimento e levar o ecrã do painel de instrumentos a ficar temporariamente sem imagem.</p>
<p>Na prática, o condutor pode deixar de ver informações essenciais, como velocidade, alertas e outros avisos do veículo. É por isso que o problema é tratado como uma questão de segurança: mesmo que a falha seja temporária, a perda de informação no painel pode aumentar o risco de acidente.</p>
<p><strong>Quais são os modelos afetados?</strong></p>
<p>A informação disponível aponta para determinados veículos Mercedes-Benz dos anos-modelo 2024 a 2026.</p>
<p>Entre os modelos abrangidos estão:</p>
<p>AMG GT</p>
<p>Classe C</p>
<p>Classe E</p>
<p>Classe SL</p>
<p>Classe CLE</p>
<p>Classe GLC</p>
<p>A ACP refere estes mesmos modelos e explica que a origem do problema está no software da unidade de controlo do sistema de infoentretenimento. Segundo os documentos da NHTSA, a unidade pode acionar mais reinicializações do sistema do que o esperado, provocando o desligamento temporário do painel digital.</p>
<p><strong>O que vai ser feito?</strong></p>
<p>A solução prevista é uma atualização de software.</p>
<p>Os proprietários dos veículos afetados deverão levar os carros a um concessionário autorizado da Mercedes-Benz, onde será feita a atualização da unidade de controlo do sistema de infoentretenimento. A &#8216;Reuters&#8217; adianta que a intervenção será feita sem custos para os proprietários.</p>
<p>Segundo a informação divulgada pelo ACP, as concessionárias já começaram a ser notificadas e as cartas aos proprietários deverão ser enviadas a partir de 26 de junho de 2026.</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.facebook.com/plugins/post.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Facp.pt%2Fposts%2Fpfbid02UF41QuuRKoyPKqzv4yNBmNDpuqiD4ahHnmXu38SCNBX6Gt24Y4uxVgvACNmki4adl&#038;show_text=true&#038;width=500" width="500" height="648" style="border:none;overflow:hidden" scrolling="no" frameborder="0" allowfullscreen="true" allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; picture-in-picture; web-share"></iframe></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761484]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Hantavírus. Erro com doente do cruzeiro &#8216;MV Hondius&#8217; põe 12 profissionais de saúde em quarentena</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 08:39:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[hantavírus]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Países Baixos]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[O caso ocorreu no centro médico universitário Radboudumc, em Nijmegen]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Doze profissionais de saúde de um hospital universitário nos Países Baixos foram colocados em quarentena preventiva depois de ter sido seguido um procedimento incorreto durante a assistência a um doente com hantavírus evacuado do cruzeiro &#8216;MV Hondius&#8217;, avança a &#8216;Euronews&#8217;.</p>
<p>O caso ocorreu no centro médico universitário Radboudumc, em Nijmegen. O doente tinha sido transferido para aquela unidade a 7 de maio, depois de ter sido retirado do navio, que esteve no centro de um alerta sanitário internacional provocado por casos de hantavírus a bordo.</p>
<p>Segundo o hospital, a falha aconteceu durante a recolha de sangue ao paciente. Em vez de ser aplicado o protocolo mais rigoroso exigido pela natureza do vírus, foi seguido um procedimento padrão.</p>
<p>A unidade de saúde admitiu ainda que as regras internacionais mais recentes também não foram cumpridas no descarte da urina do doente.</p>
<p>Apesar de sublinhar que o risco de infeção é baixo, o hospital decidiu colocar os 12 trabalhadores em quarentena preventiva durante seis semanas. O próprio doente com hantavírus permanece igualmente isolado.</p>
<p>“Lamentamos que isto tenha acontecido no nosso centro médico universitário. Vamos investigar cuidadosamente o curso dos acontecimentos para aprender com o sucedido e evitar que se repita no futuro”, afirmou Bertine Lahuis, presidente do conselho de administração do Radboudumc.</p>
<p><strong>O &#8216;MV Hondius&#8217; regressa aos Países Baixos</strong></p>
<p>O incidente hospitalar surge depois da evacuação dos últimos passageiros e tripulantes do &#8216;MV Hondius&#8217;, navio de bandeira neerlandesa que esteve fundeado em Tenerife, nas Canárias, devido ao surto de hantavírus.</p>
<p>Os últimos 28 evacuados deixaram o navio e seguiram em autocarros fretados para o aeroporto de Tenerife Sul, onde embarcaram em dois voos com destino aos Países Baixos.</p>
<p>Um dos aviões transportava sobretudo tripulantes: 17 cidadãos filipinos, um neerlandês, um alemão, um médico britânico e dois epidemiologistas.</p>
<p>À chegada ao aeroporto de Eindhoven, os evacuados desembarcaram com máscaras e sacos brancos com os seus pertences.</p>
<p><strong>Sete casos confirmados e três mortos</strong></p>
<p>De acordo com a Organização Mundial da Saúde, pelo menos sete evacuados testaram positivo ao hantavírus, havendo ainda um oitavo caso considerado “provável”.</p>
<p>Três pessoas morreram depois de o vírus ter sido detetado a bordo do &#8216;MV Hondius&#8217;.</p>
<p>O hantavírus é raro e está normalmente associado a roedores. A infeção pode ocorrer através do contacto com animais infetados ou com excreções contaminadas.</p>
<p>Não existem vacinas nem tratamentos específicos para o vírus, mas as autoridades de saúde têm insistido que o risco para a população em geral é baixo.</p>
<p>As autoridades afastam também comparações com a pandemia da Covid-19.</p>
<p><strong>Navio será desinfetado em Roterdão</strong></p>
<p>Segundo a &#8216;Euronews&#8217;, o &#8216;MV Hondius&#8217; iniciou a viagem de regresso aos Países Baixos depois de concluída a evacuação.</p>
<p>O navio deverá chegar a Roterdão, onde será submetido a procedimentos de desinfeção.</p>
<p>O episódio no hospital de Nijmegen acrescenta uma nova frente ao caso. Depois do surto a bordo e da operação de evacuação em Tenerife, o alerta passa agora também pelos procedimentos adotados em ambiente hospitalar.</p>
<p>Ainda assim, a quarentena dos 12 profissionais está a ser apresentada como uma medida preventiva. Para já, as autoridades continuam a considerar baixo o risco de propagação para a população.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761480]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ana Paula Martins admite processar líder dos médicos tarefeiros: “Não se pode acusar um Governo de homicídio”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 08:28:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Paula Martins]]></category>
		<category><![CDATA[Associação dos Médicos Prestadores de Serviço]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nuno Figueiredo e Sousa]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Ministra da Saúde acusou o responsável de fazer declarações de “uma gravidade enorme”]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ministra da Saúde admite avançar com um processo contra Nuno Figueiredo e Sousa, presidente da Associação dos Médicos Prestadores de Serviço, depois de este ter classificado o novo regime de incompatibilidades para médicos tarefeiros como “uma tentativa de homicídio às populações do interior do país”. Em entrevista ao podcast &#8216;Política com Assinatura&#8217;, da &#8216;Antena 1&#8217;, Ana Paula Martins acusou o responsável de fazer declarações de “uma gravidade enorme”.</p>
<p>A governante considera que as palavras do presidente da AMPS ultrapassam o confronto político e profissional. “Está a cometer perjúrio afirmando algo que não pode comprovar”, afirmou Ana Paula Martins, defendendo que a declaração será analisada juridicamente pelo Governo.</p>
<p>“Admito processar, sim senhora. Não se pode acusar um Governo de homicídio sem que estas afirmações sejam altamente escrutinadas e altamente avaliadas”, declarou a ministra.</p>
<p>Em causa está o novo regime aprovado pelo Governo para regular o acesso dos prestadores de serviços ao Serviço Nacional de Saúde, com regras e incompatibilidades destinadas a reduzir a dependência do SNS em relação aos médicos tarefeiros.</p>
<p>Ana Paula Martins garante que o objetivo não é acabar com estes profissionais, mas alterar o modelo contratual. “Não vamos acabar com os tarefeiros”, assegurou, defendendo que o país ficou “demasiado dependente” deste regime.</p>
<p><strong>Ministra acusa empresas de lucrarem com dependência do SNS</strong></p>
<p>A ministra da Saúde foi mais longe e acusou Nuno Figueiredo e Sousa de estar a proteger “um negócio” que, segundo afirmou, lucrou 249 milhões de euros em 2025, em prejuízo de “uma solução organizada” para a prestação de cuidados de saúde aos portugueses.</p>
<p>Ana Paula Martins criticou ainda a forma como algumas empresas atuam junto das Unidades Locais de Saúde, denunciando a existência de “leilões” feitos, por vezes, na véspera, para pressionar as ULS a pagar valores mais elevados.</p>
<p>Segundo a ministra, as empresas recebem entre 120 e 150 euros por hora por médico, mas desse valor apenas cerca de 40 euros, ou menos, chega ao profissional tarefeiro.</p>
<p>“Isto não é um sistema. Isto é fazer da medicina um negócio”, afirmou.</p>
<p><strong>“Não sou condicionável”, diz ministra</strong></p>
<p>Na entrevista à &#8216;Antena 1&#8217;, Ana Paula Martins respondeu também aos pedidos de demissão que se têm multiplicado nos últimos meses. A ministra rejeitou estar fragilizada e afirmou que sairá apenas quando chegar o momento político para isso.</p>
<p>“Eu sairei no dia em que tiver de sair. Ou quando o senhor primeiro-ministro entender que é essa altura. Não me escudo com o primeiro-ministro”, disse.</p>
<p>A governante deixou ainda uma crítica direta ao PS, apontando o dedo a José Luís Carneiro e Mariana Vieira da Silva. “Quando andam lá em ebulição e à procura de si mesmos, atiram contra a ministra da Saúde. Mas eu já me habituei, sobretudo vindo dali”, afirmou.</p>
<p>E rematou com uma frase que resume o tom da entrevista: “Nunca ninguém me condicionou. Eu não sou condicionável.”</p>
<p><strong>Listas de espera preocupam na cardiologia e oncologia</strong></p>
<p>Outro dos temas abordados foi o aumento das listas de espera no SNS, em particular nas áreas da cardiologia e da oncologia. A ministra admitiu que estes setores exigem “cuidado especial”, depois de a Entidade Reguladora da Saúde ter divulgado dados relativos ao segundo semestre de 2025 que apontam para menos cirurgias cardíacas e oncológicas e para um agravamento dos tempos de espera.</p>
<p>Ana Paula Martins rejeitou, contudo, falar em falência do sistema. “Não é uma falência. É uma dificuldade”, afirmou.</p>
<p>A ministra defendeu que o atual modelo de gestão das listas de espera não era eficiente, por falta de auditoria clínica, pontos de controlo e transparência para os cidadãos. Por isso, recordou que o novo sistema de gestão de listas de espera deverá entrar em funcionamento a 1 de agosto.</p>
<p>Ana Paula Martins admitiu ainda que a pressão sobre o SNS vai continuar, devido ao envelhecimento da população e ao aumento das necessidades de cuidados de saúde.</p>
<p><strong>Preços com privados e setor social vão ser atualizados</strong></p>
<p>A ministra confirmou também que o Governo pretende aperfeiçoar o modelo de contratualização com o setor privado e social.</p>
<p>No âmbito do Sistema Nacional de Gestão do Acesso a Consultas e Cirurgia, o SINACC, Ana Paula Martins anunciou que os preços pagos aos hospitais protocolados serão atualizados “nos próximos dias”.</p>
<p>Estes hospitais recebem utentes do SNS quando o setor público não consegue dar resposta em tempo útil. A ministra justifica a atualização com a necessidade de garantir que o privado e o setor social mantêm capacidade para receber estes doentes.</p>
<p><strong>Incentivos à cirurgia adicional vão mudar</strong></p>
<p>Ana Paula Martins assumiu ainda que os incentivos à chamada cirurgia adicional, feita fora do horário normal de trabalho para reduzir listas de espera, estavam mal desenhados.</p>
<p>“Os incentivos, como estavam feitos, eram perversos”, afirmou.</p>
<p>A ministra garante que a cirurgia adicional não vai acabar, mas terá novas regras. O Governo pretende fixar um valor máximo, tanto em termos financeiros como em volume face à produção de base.</p>
<p><strong>Médicos do INEM incluídos no novo regime</strong></p>
<p>Sobre o INEM, Ana Paula Martins garantiu que os médicos do instituto estão incluídos no novo regime de incentivos ao trabalho suplementar nas urgências.</p>
<p>A ministra respondeu assim às preocupações da comissão de trabalhadores do INEM, que tinha pedido esclarecimentos urgentes sobre uma eventual exclusão destes profissionais.</p>
<p>“A comissão de trabalhadores do INEM não tem a informação suficiente para assumir que está de fora, porque não está de fora”, afirmou.</p>
<p>Questionada sobre a existência de uma crise no INEM, a governante respondeu: “Não creio que exista uma crise no INEM neste momento.”</p>
<p><strong>PPP na saúde continuam nos planos</strong></p>
<p>Ana Paula Martins voltou a defender a revisão da Lei de Bases da Saúde, mas sublinhou que o calendário pertence ao primeiro-ministro.</p>
<p>A ministra explicou que a revisão é importante para permitir alterações em matérias como as Parcerias Público-Privadas. O Governo pretende avançar com cinco PPP até ao final da legislatura, mas está ainda a reavaliar quais devem ser as primeiras unidades abrangidas.</p>
<p>Essa reavaliação deverá estar concluída até ao verão. Para a ministra, faz sentido começar por unidades com menor grau de complexidade, onde o risco seja mais controlado para o Estado e para o operador privado.</p>
<p>Sobre o Pacto Estratégico para a Saúde, iniciativa impulsionada pelo Presidente da República, Ana Paula Martins disse que o Governo acolhe bem o contributo, mas deixou um aviso político: “Quem governa é o Governo.”</p>
<p><strong>Hantavírus: “não há motivo de alarme”</strong></p>
<p>A ministra foi ainda questionada sobre o risco de hantavírus em Portugal. Ana Paula Martins garantiu que, neste momento, “não há nenhum motivo de alarme” para a população portuguesa.</p>
<p>A governante assegurou que mantém contacto permanente com a Direção-Geral da Saúde e que existem planos de contingência nos países europeus para este tipo de situação.</p>
<p>No conjunto, a entrevista deixa uma ministra em rota de confronto com os médicos tarefeiros, pressionada pelas listas de espera e pelas críticas políticas, mas determinada a manter a reforma do SNS. A frase que resume a posição de Ana Paula Martins é também a mais política: “Eu não sou condicionável.”</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761464]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ucrânia: Zelensky acusou a Rússia de ter atacado com 200 drones</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 08:21:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
		<category><![CDATA[Volodymyr Zelensky]]></category>
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					<description><![CDATA[A Rússia lançou 200 drones contra a Ucrânia durante a última madrugada, após o fim de um cessar-fogo de três dias, afirmou hoje o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Rússia lançou 200 drones contra a Ucrânia durante a última madrugada, após o fim de um cessar-fogo de três dias, afirmou hoje o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.</P><br />
<P>Zelensky acusou, também nas redes sociais, a Rússia de &#8220;quebrar o silêncio&#8221;, referindo-se ao cessar-fogo que vigorou durante as celebrações da vitória da ex-União Soviética contra a Alemanha nazi, em 1945. </P><br />
<P>Os ataques aéreos russos na Ucrânia mataram pelo menos uma pessoa durante a última madrugada, disseram anteriormente as autoridades de Kiev.</P><br />
<P>A vítima mortal e quatro feridos registaram-se na região ucraniana Dnipropetrovsk.</P><br />
<P>Por outro lado, a Rússia afirmou ter abatido cerca de 30 drones ucranianos após o fim do cessar-fogo anunciado pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, na sexta-feira.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761441]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>DE-CIX Lisboa duplica capacidade instalada para troca de dados em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 08:20:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[A DE-CIX Lisboa duplicou a sua capacidade instalada no ano passado, de acordo com o relatório hoje divulgado que indica que o operador de Internet Exchange ocupa o primeiro lugar na Europa, Médio Oriente e Índia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A DE-CIX Lisboa duplicou a sua capacidade instalada no ano passado, de acordo com o relatório hoje divulgado que indica que o operador de Internet Exchange ocupa o primeiro lugar na Europa, Médio Oriente e Índia.</p>
<p>De acordo com o relatório anual, &#8220;a DE-CIX Lisboa terminou o ano de 2025 com mais de 60 redes ligadas ou em ligação&#8221;.</p>
<p>Num ano, &#8220;duplicou a capacidade instalada para troca de dados (+122%) que atingiu o potencial de 1,8 Terabits e o triplo do número de portas 100GE (&#8216;Gigabit Ethernet&#8217;), passando de cinco em 2024 para 16 em 2025 (+220%)&#8221;, refere a empresa.</p>
<p>Só para se ter uma ideia, 1,8 Terabits de capacidade instalada da DE-CIX é o equivalente a 594.000 vídeos em qualidade HD (alta definição) transmitidos em simultâneo. Ou seja, mais de 5% da população portuguesa a transmitir simultaneamente um vídeo em qualidade HD.</p>
<p>Além disso, o pico de tráfego &#8220;aumentou 13% para 102,14 Gigabits face a 2024&#8221;.</p>
<p>O relatório indica ainda que a dE-CIX reforçou também a sua posição &#8220;como o principal operador mundial de Internet Exchange (IX) neutro em relação a centros de dados e operadoras, detendo a posição número um na Europa, Médio Oriente e Índia, ao mesmo tempo que fortalece a sua posição para se tornar o 3.º maior na América do Norte&#8221;.</p>
<p>O início deste ano, segundo o documento, está a ser &#8220;sustentado por um aumento de 25% das redes ligadas, para mais de 4.300, e um aumento de 40% na capacidade total ligada para 220 terabits durante 2025&#8221;.</p>
<p>&#8220;A implementação da primeira porta de cliente de 800 GE do mundo na DE-CIX Frankfurt, e o crescimento de 120% nas portas de 400 GE a nível global, refletem um esforço deliberado para antecipar as exigências de capacidade que a IA [inteligência artificial] e a Cloud [armazemanento em nuvem] estão agora a colocar na infraestrutura central da Internet&#8221;, refere a tecnológica.</p>
<p>Segundo a empresa, &#8220;o sul da Europa está a evoluir para um ponto de convergência multicontinental (Europa-África-Américas), incorporando o mega-hub ibérico interligado de Lisboa, Madrid e Barcelona&#8221;.</p>
<p>A região demonstra &#8220;um forte dinamismo empresarial, impulsionado pela crescente procura de serviços de Cloud e IA. Por outro lado, Lisboa e Marselha estão a reforçar as rotas de tráfego no Este e Oeste em África e transcontinentais&#8221;, acrescenta.</p>
<p>&#8220;O sul da Europa reforçou ainda mais a sua posição como uma região estratégica de interligação transcontinental, com Lisboa a assumir-se como uma porta de entrada atlântica crucial para África ocidental e as Américas&#8221; explica Theresa Bobis, diretora regional da DE-CIX para o Sul da Europa, citada em comunicado.</p>
<p>&#8220;Com a evolução de Portugal em termos de cabos submarinos e plataformas de interligação como o DE-CIX, tanto os ISP locais como os de África e da América Latina têm também a oportunidade de aceder a outros fornecedores de conteúdos que, tradicionalmente, apenas estavam acessíveis em Londres e/ou Frankfurt reduzindo significativamente a latência e os custos&#8221;, remata.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761458]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: UE equaciona missão no Líbano para substituir força da ONU</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 08:17:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
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					<description><![CDATA[A chefe da diplomacia da União Europeia referiu hoje que os ministros da Defesa vão decidir se tencionam substituir a força de manutenção da paz da ONU no Líbano com uma missão própria do bloco.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A chefe da diplomacia da União Europeia referiu hoje que os ministros da Defesa vão decidir se tencionam substituir a força de manutenção da paz da ONU no Líbano com uma missão própria do bloco.</p>
<p>Em declarações aos jornalistas à entrada para uma reunião dos ministros da Defesa da União Europeia (UE), em Bruxelas, Kaja Kallas referiu que a missão da ONU de manutenção da paz no Líbano, UNIFIL, termina em dezembro e &#8220;há uma vontade dos europeus para desenvolver uma nova missão para apoiar as Forças Armadas libanesas&#8221;.</p>
<p>&#8220;Já as estamos a ajudar, mas temos de ver se há vontade de se criar uma nova missão europeia para substituir a UNIFIL&#8221;, referiu.</p>
<p>A Alta Representante da UE para os Negócios Estrangeiros e Política de Segurança indicou também que, na reunião de hoje, os ministros vão decidir se expandem o mandato da missão naval Aspides, que escolta atualmente navios mercantes no Mar Vermelho, para o Estreito de Ormuz.</p>
<p>&#8220;Só precisamos de mudar o plano operacional no mandato [da missão], o que é fácil de fazer se os Estados-membros quiserem reforçá-la e dar-lhe mais meios navais. A estrutura já está toda estabelecida&#8221;, indicou.</p>
<p>Kallas indicou ainda que, na reunião de hoje, os ministros vão também discutir sobre a necessidade de desenvolverem mais projetos comuns a nível de Defesa e como aumentar a produção de armamento.</p>
<p>Questionada sobre como é que vê o facto de os Estados Unidos terem decidido retirar cinco mil militares da Alemanha, a chefe da diplomacia da UE respondeu: &#8220;Isso claramente mostra que temos de aumentar a nossa própria produção em Defesa&#8221;.</p>
<p>&#8220;E desenvolver projetos comuns para conseguirmos produzir [armamento] para nós próprios&#8221;, salientou.</p>
<p>Nesta declaração aos jornalistas, a Alta Representante foi ainda interrogada sobre o conteúdo dos exercícios de simulação que tem apresentado aos Estados-membros e que visam mostrar como é que, na prática, poderia ser ativado o artigo 42.7 do Tratado da UE, que estabelece a cláusula de defesa mútua em caso de agressão a um dos países.</p>
<p>Kallas referiu que, nesses exercícios, há três cenários diferentes: o primeiro cenário é o de um ataque armado contra um Estado-membro da NATO, o que faz com que sejam ativados dois artigos: o artigo 5 da Aliança Atlântica e o 42.7 da UE.</p>
<p>&#8220;O outro cenário é que a agressão é contra outro Estado-membro que não pertence à NATO, ou seja em que só é ativado o artigo 42.7, e o terceiro cenário é quando o ataque se situa abaixo do limiar necessário para o artigo 5 [da NATO], ou seja, quando é um ataque híbrido&#8221;, indicou.</p>
<p>Kallas salientou, contudo, que não tenciona comentar publicamente o teor concreto desses exercícios, porque mostram &#8220;as falhas que a UE tem&#8221;.</p>
<p>&#8220;E é precisamente esse o objetivo desses exercícios: garantir que nos tornamos mais concretos. Quem faz o quê? Quem pode pedir o quê da Comissão? O que é que a Comissão Europeia e os Estados-membros podem fazer? É complicado, porque o artigo é muito vago e precisamos de lhe dar mais substância&#8221;, frisou.</p>
<p>Os ministros da Defesa da UE estão hoje reunidos em Bruxelas, com três pontos na agenda: guerra na Ucrânia, situação no Médio Oriente e a prontidão europeia no domínio da Defesa.</p>
<p>O Governo português está representado pelo ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761460]]></sapo:autor>
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		<title>Explicador. Dos Açores à Turquia: sem os EUA, a Europa perde o seu escudo militar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 08:11:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
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		<category><![CDATA[NATO]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
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					<description><![CDATA[Resposta, olhando para a atual arquitetura da NATO, é desconfortável para várias capitais europeias]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A decisão americana de retirar cerca de cinco mil militares de bases na Alemanha abriu um novo debate sobre a segurança europeia: até que ponto a Europa consegue defender-se sem os Estados Unidos? A resposta, olhando para a atual arquitetura da NATO, é desconfortável para várias capitais europeias. O continente tem mais investimento em Defesa, mais urgência estratégica e mais consciência do risco russo, mas continua dependente de uma rede militar americana que nenhum país europeu consegue substituir no imediato.</p>
<p>A medida foi anunciada num contexto de tensão entre Washington e aliados europeus e está a ser acompanhada com preocupação na NATO. Segundo a &#8216;Reuters&#8217;, a retirada de cinco mil militares da Alemanha pode fazer regressar a presença americana na Europa para níveis anteriores ao reforço ordenado depois da invasão russa da Ucrânia, em 2022. A mesma agência recorda que os EUA têm atualmente cerca de 85 mil militares no continente europeu. A &#8216;Euronews&#8217; assinala que a legislação americana não impede uma retirada, mas exige consultas e justificações em caso de cortes relevantes.</p>
<p>O número, por si só, não explica tudo. Cinco mil soldados representam uma fração do contingente americano na Europa, mas o sinal político é muito maior. Como sublinha o major-general Arnaut Moreira à &#8216;CNN Portugal&#8217;, “a redução em cinco mil tem uma leitura de natureza política que é muito superior à leitura de natureza militar”. O problema é que, na defesa europeia, os militares americanos não são apenas homens no terreno: são comando, logística, inteligência, aviões, radares, mísseis, depósitos de armamento, capacidade nuclear e resposta rápida.</p>
<p>É por isso que a presença dos Estados Unidos funciona como uma espécie de “sistema operativo” da defesa europeia. A Europa tem forças próprias, exércitos nacionais e duas potências nucleares, França e Reino Unido, mas a engrenagem integrada que permite deslocar tropas, vigiar ameaças, abastecer meios, intercetar mísseis e projetar força continua assente, em larga medida, na infraestrutura americana.</p>
<p><strong>O que significa a influência militar dos EUA na Europa?</strong></p>
<p>A influência americana na Europa concretiza-se de várias formas. A mais visível é a presença de tropas e bases. A menos visível, mas provavelmente a mais importante, é a capacidade de ligar todos os pontos: comando, comunicações, transporte, inteligência, defesa aérea, dissuasão nuclear e reforço rápido em caso de guerra.</p>
<p>A &#8216;CNN Portugal&#8217; descreve uma teia que vai da Gronelândia à Turquia, dos Açores à Polónia, da Alemanha ao Mediterrâneo. No centro está a Alemanha, onde se encontram algumas das estruturas mais importantes do poder militar americano no continente.</p>
<p>Em Patch Barracks, em Vaihingen, opera o Comando Europeu dos Estados Unidos, o EUCOM. Em Kelley Barracks estão o comando americano para África e as forças de operações especiais. Em Wiesbaden funciona uma parte essencial do comando do Exército americano na Europa. E em Ramstein está uma das bases mais estratégicas de toda a NATO.</p>
<p>Ramstein é mais do que uma base aérea. É um nó logístico e de comando. Por ali passam aviões de transporte, missões de evacuação médica, comunicações e operações que ligam os Estados Unidos ao teatro europeu, africano e do Médio Oriente. Não precisa de ter caças permanentemente estacionados para ser decisiva: a sua importância está na capacidade de manter a máquina militar a funcionar.</p>
<p><strong>Onde entra Portugal nesta rede?</strong></p>
<p>Portugal surge nesta arquitetura através da Base das Lajes, na ilha Terceira, nos Açores. A sua posição no Atlântico faz dela uma infraestrutura relevante para reabastecimento, trânsito aéreo e vigilância marítima.</p>
<p>Num cenário de crise, a geografia volta a ser decisiva. A ponte militar entre os Estados Unidos e a Europa depende do Atlântico. As Lajes funcionam como ponto intermédio nessa travessia, uma espécie de estação estratégica entre o território continental americano e a Europa.</p>
<p>No outro extremo, a Base Espacial de Pituffik, na Gronelândia, tem uma função diferente: vigiar o Ártico e detetar ameaças balísticas. Ou seja, a rede americana não cobre apenas o centro da Europa; cobre as rotas de aproximação, os corredores marítimos, o espaço aéreo e os sinais de alerta precoce.</p>
<p><strong>Como se distribui o poder aéreo americano?</strong></p>
<p>O poder aéreo americano está espalhado por vários pontos-chave. No Reino Unido, a RAF Lakenheath acolhe caças F-35 e F-15E. A base de Mildenhall tem funções de reabastecimento aéreo e operações especiais. Em Itália, Aviano garante capacidade de resposta no Mediterrâneo. Na Turquia, Incirlik é uma ponte para o flanco sul da NATO e para o Médio Oriente.</p>
<p>Esta distribuição não é aleatória. Como explica Arnaut Moreira, as bases aéreas e terrestres seguem uma linha diagonal que vai do Reino Unido à Turquia. Essa linha permite cobrir o norte da Europa, o centro do continente, o Mediterrâneo, o flanco sul e a aproximação ao Médio Oriente.</p>
<p>A presença americana também inclui sistemas de defesa antimíssil. A NATO assumiu formalmente em 2024 o comando do sistema Aegis Ashore em Redzikowo, na Polónia, que se junta à instalação de Deveselu, na Roménia, no escudo antimíssil aliado.</p>
<p>A partir da base naval de Rota, em Espanha, os Estados Unidos operam ainda contratorpedeiros equipados com o sistema Aegis, que patrulham o Mediterrâneo e o Atlântico. Estes navios trabalham em rede com sensores como o radar de Kürecik, na Turquia, capaz de detetar lançamentos a grande distância e enviar dados para os centros de comando.</p>
<p>Sem esta rede, a Europa não ficaria indefesa, mas ficaria muito mais exposta. Os sistemas europeus de defesa aérea existem, mas ainda não substituem de forma plena a cobertura americana contra ameaças balísticas de longo alcance.</p>
<p><strong>O que é o “exército fantasma”?</strong></p>
<p>Uma das peças menos conhecidas desta presença militar é o sistema de material pré-posicionado, conhecido como APS-2. A lógica é simples: em caso de guerra, transportar tanques, blindados e artilharia pesada dos Estados Unidos para a Europa demoraria demasiado tempo. A alternativa foi criar grandes armazéns militares no continente europeu, com equipamento pronto a ser usado.</p>
<p>Esses depósitos existem em países como Polónia, Alemanha, Países Baixos e Bélgica. Guardam tanques M1 Abrams, veículos Bradley, artilharia e outro material pesado, com manutenção permanente.</p>
<p>Num cenário de crise, os soldados podem voar dos Estados Unidos para a Europa e encontrar o equipamento já preparado. É isso que torna esta capacidade tão importante: não se trata apenas de ter tropas, mas de conseguir transformá-las rapidamente numa força de combate pesada.</p>
<p>A &#8216;CNN Portugal&#8217; descreve esta estrutura como uma espécie de “exército fantasma”: não é visível no dia a dia, não aparece em grandes desfiles, mas pode ser ativada rapidamente numa emergência.</p>
<p><strong>E a dissuasão nuclear?</strong></p>
<p>A dependência europeia também passa pela dimensão nuclear. França e Reino Unido têm armas nucleares, mas os Estados Unidos mantêm na Europa um sistema de partilha nuclear no quadro da NATO. Estimativas públicas apontam para a presença de bombas nucleares táticas B61 em bases de vários países europeus, no âmbito desse arranjo. O Bulletin of the Atomic Scientists assinalou que os EUA têm vindo a modernizar a infraestrutura ligada à missão de partilha nuclear na Europa.</p>
<p>Estas armas permanecem sob controlo americano. Em caso extremo, poderiam ser transportadas por aviões de países aliados preparados para essa missão. O objetivo é dissuadir um adversário de atacar a NATO, mostrando que qualquer escalada poderia ter resposta nuclear.</p>
<p>Este é um dos pontos mais sensíveis da autonomia estratégica europeia. A Europa discute há anos a necessidade de reforçar a sua defesa, mas a dissuasão nuclear alargada dos EUA continua a ser uma garantia central para vários aliados, sobretudo no flanco leste.</p>
<p><strong>Porque é que a retirada de cinco mil soldados preocupa tanto?</strong></p>
<p>A retirada em si pode ser absorvida militarmente com dificuldade, mas não representa o colapso imediato da defesa europeia. O problema é o precedente.</p>
<p>Se os Estados Unidos retiram cinco mil militares da Alemanha, a pergunta seguinte é inevitável: poderão retirar mais? Poderão reduzir presença em Itália, Espanha, Polónia ou noutras bases? Poderão transformar uma garantia permanente numa presença mais intermitente? Poderão condicionar o apoio militar à Europa a disputas políticas com aliados?</p>
<p>A &#8216;Reuters&#8217; refere que o presidente americano tem autoridade relevante enquanto comandante-chefe, embora o Congresso possa impor limites através do orçamento e de regras de consulta. A preocupação em Washington e nas capitais europeias é que uma redução feita sem coordenação possa enfraquecer a dissuasão perante a Rússia.</p>
<p>Por outras palavras, a questão não é apenas saber se a Europa substitui cinco mil soldados. É saber se consegue substituir aquilo que esses soldados representam: compromisso americano, capacidade de reforço rápido, comando integrado, logística e confiança política.</p>
<p><strong>Como é que isto deixa a Europa?</strong></p>
<p>Deixa a Europa mais pressionada, mais exposta e obrigada a acelerar decisões que foi adiando durante décadas.</p>
<p>A guerra na Ucrânia já tinha mostrado que a segurança europeia voltou a depender de defesa territorial, munições, blindados, artilharia, defesa aérea e capacidade industrial. A ameaça de retirada americana acrescenta outra camada: a Europa não pode continuar a depender dos EUA como se essa presença fosse politicamente automática e eterna.</p>
<p>Mas ganhar autonomia não é rápido. Exige dinheiro, indústria, coordenação, doutrina comum, compras conjuntas, capacidade de transporte estratégico, satélites, inteligência, defesa antimíssil e comando integrado. Tudo isto demora anos.</p>
<p>É esse o dilema europeu: os Estados Unidos podem reduzir presença em meses; a Europa só consegue substituir capacidades críticas em anos.</p>
<p>A ameaça de retirada americana não significa que a NATO esteja a acabar. Mas mostra que a aliança já não vive na mesma lógica de previsibilidade. Durante décadas, a defesa europeia assentou na certeza de que os EUA seriam o garante final da segurança do continente. Agora, essa certeza passou a ser uma variável política.</p>
<p>No fundo, a pergunta deixou de ser apenas quantos soldados americanos estão na Europa. A pergunta passou a ser outra: que parte da segurança europeia continua a depender de uma decisão tomada em Washington? E a resposta, para já, é quase tudo o que torna a NATO uma força verdadeiramente integrada.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761455]]></sapo:autor>
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		<title>Quem manda no PS? As tribos que sobrevivem à volta de Costa, Seguro, Pedro Nuno e Carneiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 07:57:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Costistas, seguristas, pedronunistas, carneiristas e figuras à espera de espaço político continuam a mover-se no partido, ainda que sem uma guerra aberta pela sucessão]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>António Costa e António José Seguro estão afastados da política interna do PS, mas continuam a ter influência através de círculos de proximidade e antigos aliados. A &#8216;<a href="https://www.sabado.pt/portugal/detalhe/como-se-organizam-os-jogos-de-poder-os-chefes-e-os-indios-das-tribos-do-ps" target="_blank" rel="noopener">Sábado</a>&#8216; descreve um partido onde a liderança de José Luís Carneiro não está, para já, em causa, mas onde várias correntes continuam atentas ao futuro socialista.</p>
<p>A lógica interna é simples: o líder está forte, mas as “tribos” não desapareceram. Costistas, seguristas, pedronunistas, carneiristas e figuras à espera de espaço político continuam a mover-se no partido, ainda que sem uma guerra aberta pela sucessão.</p>
<p>Uma fonte socialista citada pela revista resume o ambiente interno: António Costa e António José Seguro tornaram-se figuras “suprapartidárias”, sem intervenção direta na vida do PS, mas com esferas de influência que podem ser ativadas. São, nas palavras dessa fonte, “mãos invisíveis”.</p>
<p><strong>O peso de Costa a partir de Bruxelas</strong></p>
<p>António Costa desligou-se do quotidiano do PS quando deixou a liderança, em janeiro de 2024, e assumiu depois funções europeias. Ainda assim, a sua opinião continua a circular no partido através de conversas informais com figuras socialistas com experiência governativa e peso mediático.</p>
<p>Entre os nomes associados a esse espaço estão Mariana Vieira da Silva, Ana Catarina Mendes e Fernando Medina. A deputada Mariana Vieira da Silva admitiu recentemente não excluir uma candidatura à liderança do PS no futuro, embora vários socialistas ouvidos pela revista semanal considerem que, tal como Fernando Medina, não reúne hoje apoios suficientes para chegar ao cargo de secretário-geral.</p>
<p>Outro nome referido neste núcleo é o de Mário Centeno, antigo governador do Banco de Portugal. Segundo um socialista citado pela revista, Centeno será um dos nomes desejados por Costa e aceite por grande parte deste grupo, embora com reservas por parte de Medina.</p>
<p><strong>Duarte Cordeiro mantém-se à margem</strong></p>
<p>Duarte Cordeiro é outro nome com peso potencial no futuro socialista. Antigo ministro do Ambiente e da Ação Climática, é associado ao universo costista, mas tem uma característica que o distingue: consegue cruzar várias sensibilidades internas.</p>
<p>Cordeiro não tem anticorpos relevantes junto de José Luís Carneiro, elogiou António José Seguro e mantém simpatias na rede que apoiou Pedro Nuno Santos. Essa posição transversal faz com que vários dirigentes o vejam como uma figura com margem para escolher o seu papel futuro.</p>
<p>Para já, porém, optou por manter distância da orgânica formal da atual liderança. Recusou integrar a Comissão Política Nacional do PS, justificando a decisão com a vontade de preservar “liberdade para discordar”.</p>
<p>A relação com Pedro Nuno Santos, que no passado foi próxima, deteriorou-se. O ex-líder do PS deixou recados no regresso ao Parlamento, criticando “taticistas” que, na sua leitura, esperam pelo momento certo para avançar. Duarte Cordeiro respondeu no seu espaço de comentário na NOW, dizendo que Pedro Nuno “falhou o alvo” e que devia concentrar-se “onde residem os problemas do país”.</p>
<p><strong>Os pedronunistas resistem, mas estão enfraquecidos</strong></p>
<p>A derrota eleitoral de maio de 2025, em que o PS obteve 22,83%, o terceiro pior resultado da sua história, levou Pedro Nuno Santos a abandonar a liderança e enfraqueceu a ala mais à esquerda que se organizava à sua volta.</p>
<p>Ainda assim, o grupo não desapareceu. Mantém figuras como Nuno Araújo, Pedro Vaz, Francisco César, Hugo Oliveira e Marina Gonçalves, todos ligados à antiga direção de Pedro Nuno Santos ou próximos da sua área política.</p>
<p>A &#8216;Sábado&#8217; descreve este núcleo como unido, mas fragilizado. Uma fonte socialista considera que a corrente está “meio-morta” e que teria de fazer alianças com outros grupos para apresentar uma alternativa forte numa futura disputa interna.</p>
<p>Alexandra Leitão, que esteve próxima deste universo político, terá perdido ligação ao núcleo com a perda de relevância do pedronunismo, embora mantenha pontes pessoais e políticas com esse espaço.</p>
<p><strong>Carneiro lidera com apoio alargado</strong>  </p>
<p>José Luís Carneiro foi reeleito em março com 96%, um resultado que reforça a ideia de liderança consolidada. O atual secretário-geral conseguiu agregar diferentes sensibilidades, incluindo dirigentes vindos do segurismo e do costismo.</p>
<p>No núcleo político de Carneiro destacam-se Eurico Brilhante Dias, líder parlamentar, e Jamila Madeira, eurodeputada, ambos associados ao universo de António José Seguro.</p>
<p>Entre os nomes mais próximos do atual líder estão André Moz Caldas, presidente da Assembleia Municipal de Lisboa, Luís Soares, chefe de gabinete de Carneiro, e Filipe Santos Costa, dirigente que escreveu a moção global de estratégia. Numa segunda linha surge também Inês de Medeiros, presidente da Câmara de Almada.</p>
<p>O apoio interno é amplo, mas não elimina a existência de correntes. Uma fonte socialista citada pela revista admite que, se Carneiro perder legislativas, esses grupos podem entrar “em ebulição” e gerar alternativas.</p>
<p><strong>Seguristas apoiam mais do que disputam</strong></p>
<p>Ao contrário dos costistas, que parecem preocupados em preservar hipóteses de liderança futura, os seguristas não surgem como uma corrente organizada para disputar o partido.</p>
<p>Francisco Assis, Álvaro Beleza e António Galamba são vistos mais como senadores socialistas do que como candidatos. Paulo Lopes Silva, que dirigiu a campanha presidencial de António José Seguro, é outro dos nomes associados a esta área.</p>
<p>A influência segurista funciona sobretudo como apoio político ao Presidente da República e como referência interna para setores do PS que se revêm num perfil mais moderado.</p>
<p><strong>Um partido unido, mas cheio de centros de influência</strong></p>
<p>O retrato é o de um PS sem contestação aberta à liderança de José Luís Carneiro, mas longe de ser um partido sem movimentos internos.</p>
<p>Costa e Seguro não interferem diretamente, Pedro Nuno Santos mantém seguidores apesar da derrota, Duarte Cordeiro preserva margem de manobra e Carneiro tenta segurar uma maioria interna alargada.</p>
<p>A disputa, para já, não é pela liderança imediata. É pelo posicionamento, pela influência e pela preparação do dia seguinte. No PS, as tribos continuam vivas — mesmo quando os chefes parecem fora do campo de batalha.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761449]]></sapo:autor>
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		<title>Soares dos Santos lideram dividendos milionários: famílias mais ricas da bolsa recebem 653 milhões de euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 07:47:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[bolsa]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Em causa estão as famílias Soares dos Santos, Azevedo, Amorim, Queiroz Pereira e Mota, que mantêm posições relevantes em algumas das principais cotadas nacionais]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As cinco maiores famílias acionistas da bolsa portuguesa vão receber, em conjunto, 653,4 milhões de euros em dividendos relativos aos lucros de 2025, um valor cerca de 1% inferior ao do ano anterior, avança esta terça-feira o &#8216;Jornal de Negócios&#8217;. A descida é ligeira, mas marca uma inversão na remuneração acionista destes grandes grupos familiares, apesar de quatro das cinco famílias virem a encaixar mais este ano.</p>
<p>Em causa estão as famílias Soares dos Santos, Azevedo, Amorim, Queiroz Pereira e Mota, que mantêm posições relevantes em algumas das principais cotadas nacionais. O recuo global deve-se sobretudo à Navigator, que reduziu o dividendo para menos de metade, para o valor mais baixo pelo menos desde 2012.</p>
<p>Essa decisão penaliza diretamente as herdeiras de Pedro Queiroz Pereira. Filipa, Mafalda e Lua Queiroz Pereira tinham recebido no ano passado mais de 120 milhões de euros relativos aos lucros da papeleira. Este ano, a Navigator vai distribuir cerca de 80 milhões de euros aos acionistas, dos quais 56 milhões cabem à família.</p>
<p>Somando a participação na Semapa, o clã Queiroz Pereira deverá encaixar 97,6 milhões de euros. Ainda assim, a descida é suficiente para fazer a família cair do segundo para o quarto lugar no ranking das maiores remunerações acionistas familiares da bolsa de Lisboa, sendo ultrapassada pelos Azevedo e pelos Amorim.</p>
<p><strong>Soares dos Santos recebem o maior cheque</strong></p>
<p>A liderança continua nas mãos da família Soares dos Santos, através da Sociedade Francisco Manuel dos Santos, que controla a maioria do capital da Jerónimo Martins.</p>
<p>A retalhista vai distribuir, pelo quarto ano consecutivo, metade dos lucros obtidos. O dividendo será de 65 cêntimos por ação, ainda abaixo do máximo do século pago em 2022, quando chegou aos 78,5 cêntimos.</p>
<p>No total, a família Soares dos Santos deverá receber 229,6 milhões de euros, mais 10% do que no ano passado. O pagamento começa esta terça-feira, tornando este o maior cheque de dividendos entre as grandes famílias da bolsa portuguesa.</p>
<p><strong>Azevedo sobem com NOS, Sonae e Sonaecom</strong></p>
<p>A família Azevedo, dona da maior parcela da Sonae, da Sonaecom e da NOS, deverá receber 175,6 milhões de euros em dividendos.</p>
<p>A maior fatia vem da NOS, que vai pagar o dividendo mais elevado desde 2007: 45 cêntimos por ação. A subida da remuneração acionista da Sonae e da Sonaecom também contribui para reforçar o montante final.</p>
<p><strong>Amorim beneficiam da Galp e da Corticeira</strong></p>
<p>A família Amorim também vai receber mais este ano. Só através da Galp, os acionistas beneficiam de uma subida de 3% do dividendo, para 64 cêntimos por ação, o valor mais elevado desde 2019. Da petrolífera portuguesa, a família deverá encaixar 97,3 milhões de euros.</p>
<p>A este valor somam-se 28,4 milhões de euros provenientes da Corticeira Amorim. Apesar de os lucros da empresa terem recuado 20%, para 55,6 milhões de euros, a cotada decidiu voltar a aumentar o dividendo para 35 cêntimos por ação, o valor mais alto desde 2015.</p>
<p>No total, os Amorim reforçam a posição entre as famílias portuguesas com maior remuneração acionista em bolsa.</p>
<p><strong>Mota recebem mais com Mota-Engil</strong></p>
<p>A fechar a lista das cinco maiores famílias acionistas está a FM &#8211; Sociedade de Controlo de António da Mota, dona da maioria do capital da Mota-Engil.</p>
<p>O dividendo da construtora é o que mais sobe no PSI em termos percentuais, com uma subida de 15%. Com esta evolução, a família deverá receber 21,4 milhões de euros.</p>
<p>Além disso, o clã Mota deverá encaixar mais 3,5 milhões de euros em dividendos da Martifer, que decidiu recorrer a reservas livres para pagar 9,3 cêntimos por ação, apesar da descida dos lucros para 9,5 milhões de euros, influenciada por provisões.</p>
<p><strong>Outros investidores familiares também recebem milhões</strong></p>
<p>Além das cinco maiores famílias, há outros investidores individuais e grupos familiares com posições relevantes na bolsa portuguesa.</p>
<p>Os Champalimaud vão receber 3,7 milhões de euros em dividendos dos CTT. Já a ATPS, de Alberto Teixeira e António Pinto de Sousa, bem como a Fergie, dos filhos, que controlam a Ibersol, deverão encaixar 18,2 milhões de euros.</p>
<p>Também Ana Mendonça, João e Pedro Borges de Oliveira, Paulo Fernandes e Domingos Vieira de Matos serão remunerados pelas participações que detêm na Altri e na Ramada, num total conjunto de 43,5 milhões de euros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761442]]></sapo:autor>
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		<title>&#8216;Chuva&#8217; de 72 milhões de euros? Megajackpot do Euromilhões anda à roda esta noite</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 07:30:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Euromilhões]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Semanalmente são muitos os que fazem as suas apostas no Euromilhões, na esperança de se tornarem os próximos afortunados deste sorteio, realizado às terças e sextas-feiras à noite em Paris]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esta noite anda à roda um jackpot no Euromilhões de 72 milhões de euros, depois de, no último sorteio, o primeiro prémio não ter saído a um apostador. Ainda assim, para Portugal voou um segundo e terceiro prémios, de mais de 233 e 12 mil euros, respetivamente. Assim, hoje, à distância de cinco números e duas estrelas, tem esta noite a oportunidade de rechear a carteira.</p>
<p>Semanalmente são muitos os que fazem as suas apostas no Euromilhões, na esperança de se tornarem os próximos afortunados deste sorteio, realizado às terças e sextas-feiras à noite em Paris. Com um preço de 2,5 euros por aposta, os jogadores escolhem cinco números e duas estrelas nas apostas simples, ou até 10 números e cinco estrelas nas apostas múltiplas, com o preço a variar consoante o número de apostas realizadas.</p>
<p>As probabilidades de ganhar são ínfimas – uma em 139.838.160. No entanto, um grupo de matemáticos acredita ter encontrado a chave para aumentar essas probabilidades, indica o ’20 Minutos’.</p>
<p><strong>Aumentar as Probabilidades: A Chave Matemática</strong><br />
O Euromilhões segue um formato de lotaria 5/50, onde os jogadores devem escolher cinco números entre 1 e 50. Para calcular as combinações totais possíveis, usa-se a fórmula do coeficiente binomial:</p>
<p>N = 50 números<br />
R = 5 combinações</p>
<p>50C5 = 2.118.760</p>
<p>Isto significa que existem mais de 2 milhões de formas possíveis de combinar os números no Euromilhões. Sem considerar os números, as probabilidades são tão baixas que é mais provável tornar-se presidente do que ganhar o Euromilhões. O primeiro passo é, portanto, reduzir o número de combinações possíveis, onde as matemáticas entram em jogo.</p>
<p>Mark Glickman, professor de estatística na Universidade de Harvard, determinou que a única forma de aumentar as probabilidades de ganhar é comprando mais bilhetes para cada sorteio. Em 2021, explicou à CNBC: “Isto deve-se ao facto de que as probabilidades permanecem as mesmas independentemente dos números escolhidos ou se compras um bilhete para cada sorteio.”</p>
<p><strong>Padrões de Combinação Ideal</strong></p>
<p>Segundo a Lottery Codex, existe um padrão ideal que deve ser seguido para aumentar as probabilidades. A combinação de números ímpares e pares parece ser crucial. A tabela elaborada pela Lottery Codex mostra os padrões completos e as suas probabilidades correspondentes:</p>
<p>Combinação de 3 números ímpares e 2 pares: 0,235 probabilidades<br />
Combinação de 3 números pares e 2 ímpares: 0,235 probabilidades<br />
Combinação de 1 número ímpar e 4 pares: 0,149 probabilidades<br />
Combinação de 1 número par e 4 ímpares: 0,149 probabilidades<br />
Combinação de 5 números ímpares e nenhum par: 0,025 probabilidades<br />
Combinação de 5 números pares e nenhum ímpar: 0,025 probabilidades</p>
<p>Apesar das probabilidades extremamente baixas, aplicar estratégias matemáticas pode marginalmente aumentar as chances de ganhar no Euromilhões. Comprando mais bilhetes e utilizando combinações equilibradas de números ímpares e pares, os jogadores podem tentar desafiar as probabilidades. No entanto, é essencial lembrar que, em jogos de azar, não há garantias de vitória.</p>
<p><strong>Os números que saem mais e menos</strong></p>
<p>No caso de nenhum jogador ganhar o jackpot, o prémio máximo passa para o sorteio seguinte. Como um sorteio regular, se não houver vencedores do prémio máximo então o jackpot irá continuar a passar para o seguinte até atingir o prémio máximo ou limite de jackpot. O limite de jackpot aumentou de 230 para 240 milhões de euros em julho de 2022.</p>
<p>Assim, se já está a sonhar com o prémio saiba quais são os números que saíram mais vezes até agora e que lhe podem dar acesso ao jackpot.</p>
<p>De acordo com dados disponibilizados pela Santa Casa da Misericórdia, os números que durante os 16 anos em que o concurso está em vigor saíram mais vezes são: o 44 (222 vezes), o 42 (220 vezes), o 23 (218 vezes), além do 19 (217 vezes) e 29 (216 vezes). Já nas estrelas ‘aposte’ no 3 (384 vezes) e no 2 (383 vezes).</p>
<p>As estatísticas mostram também que se devem evitar os números 22, 33, 46, 40 e 18, que são os que menos saem desde 2004 – mesmo o 41, 43 e 2 são ‘de evitar’. As estrelas a fugir, seguindo o mesmo raciocínio, são o 10, 11 e o 12.</p>
<p>Ao todo, desde a criação do sorteio, já houve 78 portugueses a entrar para o clube dos euromilionários.</p>
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