A inflação afeta todas as reservas monetárias que se possa ter e, por esse motivo, o dinheiro que se guarda em casa também pode ser desvalorizado.
O dinheiro que fica “debaixo do colchão” não está a ser investido em nenhum produto e no decorrer do aumento da inflação ficará cada vez mais desvalorizado, no sentido em que valerá cada vez menos. Ou seja, se guardou 2 mil euros em casa no ano passado, esse mesmo dinheiro não lhe vai servir para comprar o mesmo número de coisas, porque hoje em dia o dinheiro vale menos.
Além disso, e de acordo com o portal especializado HelpMyCash, outro dos riscos que envolvem o dinheiro ‘debaixo do colchão’ é a possibilidade de incêndio, inundação ou outras catástrofes naturais, bem como roubo em casa. Ao deixar o dinheiro fora do banco, o cidadão passa a ser o principal responsável pela sua segurança e isso acarreta riscos.
Uma boa solução para esta ameaça de dinheiro ‘debaixo do colchão’ poderia ser a contratação de um seguro de habitação, embora isso implique um custo adicional que em alguns casos a pessoa não quer assumir.
Recorde-se que a variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) diminuiu, pela terceira vez consecutiva, para 8,4% em janeiro, taxa inferior em 1,2 pontos percentuais à do mês anterior, de acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE).
Inflação recua pela 3.ª vez consecutiva para 8,4% em janeiro













