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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Thu, 16 Jul 2026 09:52:14 +0000</lastBuildDate>
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	<item>
		<title>Fidelidade mantém rating &#8220;A&#8221; da S&#038;P e vê outlook subir para &#8220;Positivo&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 09:52:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Fidelidade]]></category>
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		<category><![CDATA[rating]]></category>
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					<description><![CDATA[A Standard &#038; Poor's (S&#038;P) Global Ratings manteve o rating de crédito da Fidelidade em "A" e reviu em alta a perspetiva (outlook) da seguradora, passando de "Estável" para "Positivo".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Standard &amp; Poor&#8217;s (S&amp;P) Global Ratings manteve o rating de crédito da Fidelidade em &#8220;A&#8221; e reviu em alta a perspetiva (outlook) da seguradora, passando de &#8220;Estável&#8221; para &#8220;Positivo&#8221;.</p>
<p>A agência de notação financeira confirmou igualmente o rating &#8220;A&#8221; da Fidelidade Re, a resseguradora cativa do Grupo Fidelidade, cujo rating permanece alinhado com o da seguradora.</p>
<p>Na fundamentação da decisão, a S&amp;P destaca o fortalecimento da posição de capital do grupo, sustentado pela retenção de resultados e pelas recentes emissões de instrumentos híbridos, bem como a manutenção de níveis de solvência considerados robustos.</p>
<p>A agência sublinha ainda a diversificação do negócio da Fidelidade, tanto ao nível geográfico como das diferentes linhas de atividade, bem como a sua posição de liderança no mercado segurador português. Entre os fatores valorizados está também a capacidade demonstrada pelo grupo para responder a eventos climáticos severos, apoiada por uma estratégia de resseguro considerada sólida.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789985]]></sapo:autor>
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		<title>Nova orgânica do INEM não prevê delegações regionais no Norte, Centro e Sul</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 09:45:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As delegações do Norte, Centro e Sul deixam de constar da nova lei orgânica do INEM, mas o presidente do instituto adiantou que o novo modelo de funcionamento prevê o reforço da presença da emergência pré-hospitalar nessas regiões.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As delegações do Norte, Centro e Sul deixam de constar da nova lei orgânica do INEM, mas o presidente do instituto adiantou que o novo modelo de funcionamento prevê o reforço da presença da emergência pré-hospitalar nessas regiões.</P><br />
<P>Publicado hoje em Diário da República, o diploma aprovado em Conselho de Ministros em maio indica apenas que o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) é um organismo central com jurisdição sobre o território de Portugal continental e com sede em Lisboa.</P><br />
<P>A orgânica que entrou em vigor no início de 2012 determinava que o INEM, além da sede na capital, dispunha também de três serviços territorialmente desconcentrados, as chamadas delegações regionais do Norte, Centro e Sul, e que agora deixam de constar do novo decreto-lei.</P><br />
<P>Contactado pela Lusa, Luís Mendes Cabral salientou que os estatutos que entretanto serão publicados mantêm os Centros de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) nos quatro polos e vão permitir &#8220;reforçar a presença dos serviços de apoio no Porto, Coimbra e Algarve com a contratação de mais profissionais&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789978]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Exames Nacionais: Ministro aponta que 99,3% das provas estão corrigidas e admite que resultados podem não sair amanhã</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 09:36:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Fernando Alexandre fez apelo aos professores, uma vez que está a ser difícil encontrar classificadores para acabar o processo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Educação Fernando Alexandre falou esta quinta-feira de manhã sobre a polémica da correção dos Exames Nacionais, indicando que 99,3% das provas estavam corrigidas, isto já depois de o prazo oficial ter terminado. Assim, o governante volta atrás com a promessa feita ontem, e já admite que é possível que as pautas com os resultados e classificações dos exames possam não ser todas publicadas amanhã, como previsto no calendário.</p>
<p>&#8220;Ainda estamos a corrigir, temos algumas dificuldades em encontrar professores classificadores, com maiores dificuldades em Português e Matemática. Aliás, Português foi a prova com mais erros que, neste processo, precisaram de ser corrigidos&#8221;, indicou o ministro, admitindo sobrecarga dos professores para chegar ao atual patamar de 99,3% das provas corrigidas.</p>
<p>&#8220;Precisamos que professores classificadores continuem disponíveis para fecharmos isto&#8221;, continuou Fernando Alexandre, explicando que na prova de Física e Química tem 99,5 das respostas corrigidas (faltam 373) e Biologia e Geologia está com 99,7% das repostas já avaliadas, faltando 584. &#8220;Estamos quase lá e será difícil explicar este problema do sistema educativo, neste ponto. Haverá auditorias que já pedimos e tempo para apurar responsabilidades, mas será difícil explicar se não concluirmos quando estamos tão perto de terminar, e não fechar este tema. Estou a pedir a colaboração dos professores&#8221;, apelou mais uma vez, referindo que a necessidade de mais professores classificadores tem sido recorrentemente transmitida pelo Júri Nacional de Exames.</p>
<p>&#8220;As culpas vão ser apuradas no final, agora estamos concentrados em resolver o problema. As provas que já estão fechadas vão começar a ser enviadas esta tarde, para publicação amanhã, para as escolas&#8221;, acrescentou Fernando Alexandre.</p>
<p>Questionado pelos jornalistas, e perante a pressão, lá acabou por admitir que há risco de as notas não serem publicadas amanhã. &#8220;Se ainda não estão corrigidas todas a provas, claro que há risco&#8221;, explicou mas referiu ter esperança de que &#8220;não haja necessidade&#8221; de adiar o calendário da segunda fase dos Exames Nacionais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789962]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Oposição interna do PAN pede demissão de Inês Sousa Real e exige novo Congresso</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/oposicao-interna-do-pan-pede-demissao-de-ines-sousa-real-e-exige-novo-congresso/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 09:31:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O movimento Transformar para Crescer, de oposição interna à atual direção do PAN, pediu hoje a demissão da porta-voz do partido, Inês de Sousa Real, e defendeu a realização de um novo Congresso com eleições internas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O movimento Transformar para Crescer, de oposição interna à atual direção do PAN, pediu hoje a demissão da porta-voz do partido, Inês de Sousa Real, e defendeu a realização de um novo Congresso com eleições internas.</P><br />
<P>Este pedido surge na sequência da decisão do Tribunal Constitucional (TC), que invalidou a eleição dos atuais órgãos dirigentes do PAN, realizada no último congresso em dezembro de 2025.</P><br />
<P>O movimento Transformar para Crescer é liderado por Carolina Pia, autora do pedido de impugnação que esteve na origem deste acórdão do TC, que liderou a única lista opositora nas últimas eleições à direção do partido e que esteve ausente desse congresso em protesto, por considerar não estarem asseguradas as &#8220;garantias democráticas&#8221; para a realização dos trabalhos.</P><br />
<P>Este movimento, que Carolina Pia diz representar cerca de 30 atuais filiados do PAN e outras três dezenas de antigos militantes, escreveu, em comunicado, que a decisão do Constitucional representa &#8220;o momento para que Inês de Sousa Real assuma responsabilidades políticas, apresente a sua demissão e permita ao partido iniciar um verdadeiro processo de renovação democrática&#8221;.</P><br />
<P>Estes militantes pediram a realização de &#8220;eleições livres, no âmbito de um Congresso convocado por uma comissão independente e idónea, com prazos adequados e regras que garantam a participação democrática e universal de todos os filiados&#8221;.</P><br />
<P>A oposição interna sustentou que a atual liderança é a &#8220;principal causa da degradação do projeto político do PAN e da crescente irrelevância eleitoral em que o partido se encontra&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A incapacidade de afirmar politicamente o partido, a perda de credibilidade junto dos eleitores e o agravamento das divisões internas contribuíram decisivamente para a situação atual&#8221;, argumentou o movimento.</P><br />
<P>Este movimento acusou Sousa Real de, &#8220;apesar de ser a principal responsável pela orientação política do PAN&#8221;, nunca ter assumido &#8220;responsabilidade direta por esses resultados, atribuindo-os sistematicamente a fatores externos&#8221;.</P><br />
<P>Para a oposição interna, &#8220;a decisão do Tribunal Constitucional deve constituir uma oportunidade&#8221; para &#8220;recuperar a democracia interna, a liberdade para se vocalizar opiniões divergentes, a garantia de igualdade de participação a todos os filiados, a transparência e a confiança dos militantes num partido que hoje se encontra profundamente fragilizado&#8221;.</P><br />
<P>O Tribunal Constitucional (TC) declarou ilegal parte do regulamento do último congresso do PAN e, como consequência, invalidou a última eleição da direção do partido, na qual Inês de Sousa Real foi reeleita como porta-voz.</P><br />
<P>A decisão consta de um acórdão do Tribunal Constitucional, a que a agência Lusa teve acesso, datado de 13 de julho e feito na sequência de um pedido de impugnação da militante do PAN Carolina Pia à eleição dos titulares dos órgãos internos do partido que decorreu no X Congresso do PAN, realizado em 20 de dezembro de 2025, em Coimbra.</P><br />
<P>No acórdão, que tem como relatora a Juíza Conselheira Mariana Canotilho, o TC declarou ilegais duas alíneas do regulamento do X Congresso Nacional do PAN e, &#8220;em consequência&#8221;, invalidou a eleição dos titulares da Comissão de Jurisdição Nacional (CJN) e da Comissão Política Nacional (CPN), órgão máximo da direção do partido e do qual resulta a eleição do porta-voz.</P><br />
<P>No entanto, o TC esclareceu que não lhe compete &#8220;determinar a realização de novo Congresso, nem condenar o partido à prática de atos concretos&#8221;, considerando que cabe &#8220;aos órgãos partidários competentes extrair as devidas consequências da presente decisão e, por essa via, repor a legalidade&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789974]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Vodafone lidera qualidade das redes móvel e fixa em Portugal, revela estudo independente internacional</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/vodafone-lidera-qualidade-das-redes-movel-e-fixa-em-portugal-revela-estudo-independente-internacional/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 09:29:32 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Executive IT]]></category>
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		<category><![CDATA[Vodafone]]></category>
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					<description><![CDATA[A Vodafone Portugal foi distinguida pela P3 Communications como a operadora com a melhor rede móvel e a melhor rede fixa em Portugal, de acordo com a mais recente avaliação independente da entidade especializada na análise da qualidade das redes de telecomunicações.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Vodafone Portugal foi distinguida pela P3 Communications como a operadora com a melhor rede móvel e a melhor rede fixa em Portugal, de acordo com a mais recente avaliação independente da entidade especializada na análise da qualidade das redes de telecomunicações.</p>
<p>No estudo, realizado com base em medições efetuadas em condições reais de utilização, a Vodafone alcançou a pontuação global mais elevada entre os operadores nacionais, reforçando a sua posição em indicadores como qualidade de serviço, desempenho e inovação.</p>
<p>Na rede móvel, a operadora obteve 8.241 pontos, liderando o ranking nacional e destacando-se nos indicadores de experiência do utilizador, desempenho e serviços de dados. Já na rede fixa, registou 8.441 pontos, a classificação mais elevada entre os operadores avaliados, sobressaindo nos parâmetros relacionados com a experiência do consumidor, conhecimento técnico do setor e preparação para responder às novas exigências digitais e aos serviços assentes em inteligência artificial.</p>
<p>A avaliação da P3 Communications analisou diferentes dimensões da qualidade das redes, incluindo desempenho de dados, chamadas de voz, serviços multimédia, fiabilidade, cobertura e capacidade de resposta a novos serviços digitais. A metodologia passou também a incluir cenários de utilização associados à inteligência artificial, procurando medir o nível de preparação das infraestruturas para responder às necessidades futuras de consumidores e empresas.</p>
<p>Segundo a Vodafone, a qualidade da infraestrutura traduz-se, para os clientes particulares, numa melhor experiência em atividades como streaming, videojogos e trabalho remoto. No segmento empresarial, a operadora considera que o desempenho das redes contribui para aumentar a fiabilidade das operações e acelerar projetos de transformação digital e adoção de novas tecnologias.</p>
<p>Em comunicado, a empresa afirma que estas distinções refletem o investimento contínuo em infraestruturas e inovação tecnológica, com o objetivo de disponibilizar redes mais robustas e preparadas para responder à crescente procura por serviços digitais e soluções baseadas em inteligência artificial.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789971]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mau tempo: Governo prolonga candidaturas aos apoios até 15 de setembro e inclui apicultores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 09:26:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo prolongou até 15 de setembro o prazo para apresentação de candidaturas aos apoios extraordinários destinados à recuperação dos prejuízos causados pela tempestade Kristin e alargar estas medidas aos apicultores, anunciou hoje o Ministério da Agricultura e Mar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo prolongou até 15 de setembro o prazo para apresentação de candidaturas aos apoios extraordinários destinados à recuperação dos prejuízos causados pela tempestade Kristin e alargar estas medidas aos apicultores, anunciou hoje o Ministério da Agricultura e Mar.</P><br />
<P>Segundo um comunicado do ministério, a alteração à Portaria n.º 86-A/2026, de 20 de fevereiro, introduz duas mudanças principais: a inclusão da atividade apícola no regime de apoios e o prolongamento do prazo de candidatura para os concelhos não abrangidos pela situação de calamidade.</P><br />
<P>No caso da apicultura, os beneficiários poderão comprovar a atividade através do registo atualizado no Sistema Nacional de Informação e Registo Animal (SNIRA), uma vez que esta atividade não assenta na delimitação parcelar das explorações agrícolas.</P><br />
<P>Relativamente ao prazo de candidatura, os pedidos de apoio referentes às intervenções previstas para os concelhos não abrangidos pela declaração de calamidade poderão agora ser submetidos até 15 de setembro de 2026.</P><br />
<P>Estas alterações surgem na sequência dos fenómenos meteorológicos extremos que afetaram o território nacional no início de 2026 e que motivaram a declaração da situação de calamidade, bem como a aprovação de um conjunto de medidas excecionais de resposta pelo Governo.</P><br />
<P>Os apoios extraordinários foram criados ao abrigo da Resolução do Conselho de Ministros n.º 17-A/2026, de 03 de fevereiro, com o objetivo de apoiar a recuperação das explorações agrícolas, florestais e das pescas afetadas pela tempestade Kristin.</P><br />
<P>De acordo com o Governo, a alteração da portaria pretende reforçar a eficácia do regime de apoios, alargando o número de beneficiários abrangidos e adaptando as medidas às diferentes realidades do setor agrícola, com vista a uma recuperação mais rápida das explorações afetadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789969]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Madeira concede tolerância de ponto em 30 e 31 de julho devido ao rali</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 09:25:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O executivo madeirense (PSD/CDS-PP) vai conceder tolerância de ponto aos trabalhadores da administração pública regional autónoma na tarde de 30 julho e no dia 31 de julho devido à realização do Rali da Madeira, foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O executivo madeirense (PSD/CDS-PP) vai conceder tolerância de ponto aos trabalhadores da administração pública regional autónoma na tarde de 30 julho e no dia 31 de julho devido à realização do Rali da Madeira, foi hoje anunciado. </P><br />
<P>A decisão foi tomada na reunião do Conselho do Governo Regional, liderado pelo social-democrata Miguel Albuquerque, que se realizou na quarta-feira, no Funchal, mas as conclusões só foram divulgadas hoje, em comunicado. </P><br />
<P>O executivo sublinha que a tolerância de ponto é concedida sem prejuízo de ficarem assegurados os serviços indispensáveis nos institutos, empresas e serviços sob a tutela do Governo Regional.</P><br />
<P>&#8220;Os serviços que, pela sua natureza, sejam de funcionamento ininterrupto, bem como aqueles que, por razões de interesse público, tenham de laborar nos dias acima identificados, deverão criar as condições necessárias para que os respetivos trabalhadores possam gozar a tolerância agora concedida em momento posterior, mediante concordância dos respetivos superiores hierárquicos&#8221;, refere a nota. </P><br />
<P>Na reunião de quarta-feira, foi também aprovada a criação do Programa de Apoio à Garantia de Estabilidade Social II (PROAGES II), que estabelece uma ajuda suplementar ao rendimento das famílias em situação socioeconómica intermédia.</P><br />
<P>O programa tem uma dotação global de dois milhões de euros e será gerido pela Direção Regional da Cidadania e dos Assuntos Sociais.</P><br />
<P>Entre outras deliberações, o governo madeirense decidiu avançar com 42 contratos-programa com as casas do povo da região autónoma, para assegurar o seu funcionamento no ano de 2026, bem como a prossecução das iniciativas de promoção do desenvolvimento social, económico e cultural, mas não indicou o valor do apoio.  </P><br />
<P>Foram também autorizados dois contratos-programa com a ASA &#8212; Associação para o Desenvolvimento da Freguesia de Santo António, um no montante de 108.880 euros e outro de 150 mil euros, para financiar projetos de apoio social. </P><br />
<P>O Governo Regional aprovou ainda um apoio de 12 mil euros à Associação Centro Luís de Camões, que opera na área social, e autorizou a celebração de um contrato-programa com a Opus Gay &#8212; Obra Gay Associação, no valor de 17 mil euros, para comparticipar encargos com o seu funcionamento. </P><br />
<P>Foi também determinado que a Secretaria Regional de Inclusão, Trabalho e Juventude deve assegurar a promoção, desenvolvimento e conclusão dos procedimentos necessários à adaptação a Estrutura Residencial para Pessoas Idosas da antiga Escola de São Jorge, no concelho de Santana, na costa norte da Madeira. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789968]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Grande vitória para Sánchez e Puigdemont: Tribunal de Justiça da UE considera legal a amnistia aos líderes catalães</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 09:19:07 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) decidiu esta quinta-feira que a controversa lei da amnistia aprovada pelo Governo de Pedro Sánchez para os líderes do movimento independentista catalão não viola o direito fundamental da União Europeia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) decidiu esta quinta-feira que a controversa lei da amnistia aprovada pelo Governo de Pedro Sánchez para os líderes do movimento independentista catalão não viola o direito fundamental da União Europeia. A decisão representa uma importante vitória jurídica e política para o primeiro-ministro espanhol e para o ex-presidente da Generalitat da Catalunha, Carles Puigdemont, ao confirmar que o diploma é compatível com a legislação comunitária. Ainda assim, o mandado de detenção emitido em Espanha contra Puigdemont permanece em vigor, pelo menos até que o Tribunal Constitucional espanhol se pronuncie sobre o caso, decisão que as fontes judiciais apontam para outubro.</p>
<p>A decisão do tribunal sediado no Luxemburgo surge na sequência das dúvidas levantadas por diferentes tribunais espanhóis relativamente à legalidade da amnistia aprovada em 2023. O diploma foi negociado por Pedro Sánchez em troca do apoio parlamentar do partido independentista Junts, liderado por Carles Puigdemont, permitindo ao líder socialista manter-se como primeiro-ministro após as eleições legislativas, nas quais venceu sem maioria absoluta. Desde então, a medida provocou uma das maiores polémicas políticas dos últimos anos em Espanha, enfrentando forte oposição dos partidos adversários e originando diversos recursos judiciais.</p>
<p>Num primeiro acórdão, o TJUE analisou se a utilização de fundos públicos para financiar o referendo independentista realizado na Catalunha em 2017 poderia ter prejudicado os interesses financeiros da União Europeia, circunstância que impediria a aplicação da amnistia. O Tribunal de Contas espanhol defendia que o alegado desvio de verbas nacionais poderia, de forma indireta, afetar os recursos financeiros europeus ou reduzir a capacidade de Espanha contribuir para o orçamento comunitário.</p>
<p>Contudo, os juízes europeus rejeitaram esse entendimento e concluíram que não existe uma ligação direta entre a organização do referendo independentista e qualquer prejuízo para os interesses financeiros da União Europeia. Na decisão, o TJUE afirma que &#8220;o eventual impacto no orçamento da União não pode resultar apenas de um prejuízo causado ao orçamento nacional&#8221;, acrescentando que &#8220;os interesses financeiros da União não podem ser considerados afetados pela mera diminuição do rendimento nacional bruto&#8221;. Com este entendimento, cai um dos principais argumentos utilizados para impedir a aplicação da amnistia aos antigos responsáveis catalães.</p>
<p>A decisão representa um importante avanço para Carles Puigdemont e para outros antigos membros do Governo regional da Catalunha que continuam sem beneficiar plenamente da lei. Ainda assim, o processo judicial contra o antigo presidente catalão não fica encerrado. Embora a decisão europeia ponha termo ao processo relacionado com o Tribunal de Contas espanhol, não altera automaticamente a acusação que continua pendente no Supremo Tribunal espanhol.</p>
<p>O Supremo recusou até agora aplicar a amnistia a Puigdemont, considerando que o alegado crime de desvio de fundos públicos não está abrangido pelo diploma. O líder independentista recorreu dessa decisão para o Tribunal Constitucional espanhol, que aguardava precisamente pelo pronunciamento do TJUE antes de emitir o seu próprio acórdão. Só após essa decisão, esperada para o outono, o Supremo Tribunal deverá aplicar a interpretação definitiva.</p>
<p>Num segundo acórdão divulgado também esta quinta-feira, o Tribunal de Justiça da União Europeia pronunciou-se sobre outra das questões levantadas pelos tribunais espanhóis: a eventual incompatibilidade da amnistia com a diretiva europeia de combate ao terrorismo.</p>
<p>Em causa estavam os processos contra doze ativistas independentistas acusados de terrorismo devido à organização de bloqueios rodoviários e piquetes durante os protestos que se seguiram ao referendo de independência de 2017. Os tribunais espanhóis pretendiam saber se esses processos poderiam ser abrangidos pela amnistia sem violar a legislação europeia.</p>
<p>Também neste ponto, o TJUE deu razão ao Governo espanhol. Os juízes concluíram que a lei &#8220;não reduz o efeito útil da diretiva relativa ao combate ao terrorismo&#8221;, sublinhando ainda que o objetivo da amnistia passa por promover &#8220;a reconciliação&#8221;. O acórdão acrescenta igualmente que não existe qualquer indício de que Espanha pretenda aplicar a lei a &#8220;atos que tenham provocado intencionalmente graves violações dos direitos humanos&#8221;, entendimento que poderá facilitar a aplicação da amnistia aos ativistas abrangidos por estes processos.</p>
<p>As decisões hoje conhecidas reforçam significativamente a posição política de Pedro Sánchez, que desde o início defendeu que a lei era plenamente compatível com o quadro jurídico europeu e constitucional espanhol. O acordo alcançado em 2023 com os partidos independentistas representou uma mudança profunda relativamente à posição anteriormente assumida pelo líder socialista e desencadeou um intenso debate político em Espanha, onde, segundo várias sondagens realizadas na altura, mais de metade da população considerava a amnistia uma medida injusta.</p>
<p>O acórdão do TJUE valida igualmente a posição que a Comissão Europeia vinha assumindo desde o início da controvérsia, ao considerar que a aprovação de uma lei de amnistia constitui essencialmente uma matéria da competência dos Estados-membros.</p>
<p>Na decisão, o Tribunal lembra que &#8220;a aprovação e aplicação de uma lei de amnistia são competência dos Estados-membros&#8221;, esclarecendo que a intervenção da justiça europeia se limita a verificar a proteção judicial dos cidadãos e o cumprimento efetivo da legislação da União.</p>
<p>Pedro Sánchez já tinha defendido anteriormente que a medida permitiu reduzir a tensão institucional vivida na Catalunha. Na altura, afirmou que &#8220;a política é um instrumento de transformação e de resolução de conflitos muito difíceis&#8221;, sustentando igualmente que a amnistia contribuiu para ultrapassar &#8220;uma crise política que nunca deveria ter saído da esfera política&#8221;.</p>
<p>Apesar da vitória alcançada perante a mais alta instância judicial da União Europeia, Carles Puigdemont continua impedido de regressar livremente a Espanha. O futuro judicial do antigo presidente da Generalitat dependerá agora da decisão do Tribunal Constitucional espanhol e da posterior aplicação dessa decisão pelo Supremo Tribunal, num processo que continuará a marcar o debate político e judicial em Espanha nos próximos meses.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789963]]></sapo:autor>
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		<title>Novas bolsas de estudo no Ensino Superior em vigor já em setembro? Governo ainda está a avaliar modelo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/novas-bolsas-de-estudo-no-ensino-superior-em-vigor-ja-em-setembro-governo-ainda-esta-a-avaliar-modelo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 09:11:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Apesar de o diploma já ter sido promulgado em 10 de julho, a decisão final sobre a sua entrada em vigor ainda não foi tomada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo está a ponderar se existem condições para avançar já em 2026/2027 com o novo modelo de ação social no ensino superior, uma reforma aprovada em maio que promete alterar profundamente a forma de cálculo das bolsas de estudo e aumentar a bolsa média em cerca de 50%. Apesar de o diploma já ter sido promulgado em 10 de julho, a decisão final sobre a sua entrada em vigor ainda não foi tomada, numa altura em que os estudantes se preparam para iniciar as candidaturas ao ensino superior e continuam sem saber se concorrerão com as regras atuais ou com o novo sistema.</p>
<p>Segundo o <a href="https://www.publico.pt/2026/07/16/sociedade/noticia/governo-pondera-ha-condicoes-avancar-novas-bolsas-estudo-setembro-2181823" target="_blank" rel="noopener">Público</a>, a possibilidade de adiamento foi transmitida pelo presidente do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP), Luís Ferreira, após uma reunião realizada na terça-feira com o ministro da Educação, Fernando Alexandre, e a sua equipa. O Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) confirmou ao jornal que pediu ao Instituto para o Ensino Superior um parecer sobre as condições necessárias para a implementação do novo sistema em 2026/2027 e reconheceu que estão a ser ponderados vários fatores antes de ser tomada uma decisão definitiva.</p>
<p>Entre os aspetos em análise está a necessidade de garantir que os estudantes e as famílias recebem informação clara e atempada sobre as novas regras, incluindo a disponibilização de um simulador que permita conhecer concretamente os apoios a que cada candidato poderá ter direito. O ministério considera igualmente essencial que os Serviços de Ação Social das instituições de ensino superior disponham de toda a informação necessária para esclarecer os alunos, o que implica assimilar o novo regulamento e assegurar formação adequada aos técnicos responsáveis. Outro ponto considerado decisivo é a realização de testes de stress mais exaustivos aos sistemas informáticos, utilizando dados reais, já que o novo modelo passará a ter em conta não apenas os rendimentos familiares, mas também os custos efetivos de estudar em cada concelho do país. Luís Ferreira revelou ainda que o presidente do Instituto para o Ensino Superior afirmou que a plataforma tecnológica está pronta, mas sugeriu ao ministro que não entrasse em funcionamento este ano precisamente para poder ser devidamente testada.</p>
<p>Embora a entrada em vigor do novo sistema permaneça em aberto, o MECI garantiu que uma das principais novidades da reforma avançará independentemente dessa decisão: a chamada bolsa incentivo, no valor de 1045 euros, destinada aos estudantes do primeiro ano do ensino superior que beneficiaram do escalão A da Ação Social Escolar no ensino secundário. O calendário das candidaturas às bolsas já tinha sido ajustado por despacho publicado em junho, fixando o dia 14 de agosto como data para a disponibilização das ferramentas de candidatura. Na reunião com o CRUP, o ministro terá também anunciado um reforço do apoio financeiro às instituições para compensar os custos do alojamento estudantil. Atualmente, as instituições recebem cerca de 90 euros por cama, enquanto os custos mensais rondam os 190 euros. O novo decreto-lei prevê que o preço máximo cobrado aos estudantes bolseiros nas residências corresponda a 30% do Indexante dos Apoios Sociais, medida que será aplicada em 2026/2027 independentemente da entrada em vigor do novo sistema e que representará um aumento superior a 20% do valor pago por cama, com um esforço adicional estimado em cerca de oito milhões de euros.</p>
<p>O encontro entre o Governo e os reitores teve ainda como objetivo discutir a nova proposta de revisão do Regime Jurídico dos Graus e Diplomas do ensino superior. A versão inicial apresentada em março foi fortemente criticada, sobretudo por prever novos requisitos de aptidão em literacia, numeracia e proficiência em inglês para acesso a cada ciclo de estudos. Esses requisitos desapareceram da nova proposta, alteração que Luís Ferreira considerou positiva, defendendo que a exigência deve estar concentrada no ensino secundário e nos respetivos exames nacionais. O presidente do CRUP afirmou também que a nova versão do diploma está “muito melhor” e foi “bastante reformulada”, embora persistam algumas questões técnicas, como a intenção do Governo de devolver às instituições total autonomia para reconhecer formações anteriores e experiência profissional na atribuição de créditos académicos, matéria em que os reitores mantêm reservas. Ainda assim, Luís Ferreira destacou a abertura demonstrada pelo ministro para acolher propostas de alteração, acrescentando que o parecer do CRUP deverá ser enviado nos próximos dias.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789918]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mário Caldeira eleito presidente do ISEG para o mandato 2026-2030</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 09:02:50 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[ISEG]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[presidente]]></category>
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					<description><![CDATA[Mário Caldeira foi eleito presidente do ISEG – Lisbon School of Economics and Management para o mandato 2026-2030, iniciando um novo ciclo que a instituição diz estar centrado na inovação, na excelência académica e no reforço da projeção internacional da escola.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mário Caldeira foi eleito presidente do ISEG – Lisbon School of Economics and Management para o mandato 2026-2030, iniciando um novo ciclo que a instituição diz estar centrado na inovação, na excelência académica e no reforço da projeção internacional da escola.</p>
<p>Professor catedrático na área de Sistemas de Informação e Gestão de Operações, Mário Caldeira regressa à liderança do ISEG depois de ter presidido à instituição entre 2014 e 2017. Entre 2022 e 2026 desempenhou funções como vice-presidente do Conselho de Escola e, atualmente, exerce também cargos de liderança no setor empresarial, ligados à inovação e às tecnologias quânticas.</p>
<p>Ao longo da sua carreira, tem desenvolvido atividade nas áreas da transformação digital e da investigação, tanto teórica como aplicada.</p>
<p>Para o novo mandato, Mário Caldeira apresenta uma estratégia assente na excelência académica, na inovação e no reforço da posição do ISEG como uma escola de economia e gestão de referência internacional.</p>
<p>&#8220;O ISEG vive hoje um momento de forte reconhecimento, construído pelo talento, pela excelência e pela ambição da sua comunidade. O nosso desafio é desenvolver esse conhecimento e traduzi-lo em impacto, na vida dos nossos estudantes, no avanço da investigação, na competitividade das organizações e no progresso da sociedade. Queremos um ISEG que não se limite a acompanhar o futuro, mas que ajude a construí-lo, mais inovador e mais internacional, mas também mais próximo das pessoas e capaz de transformar conhecimento em valor&#8221;, afirma o novo presidente.</p>
<p>Segundo o ISEG, a eleição marca o início de uma nova etapa na história da instituição, dando continuidade ao processo de afirmação internacional da escola e reforçando a ambição de formar líderes preparados para responder aos principais desafios económicos, tecnológicos e sociais das próximas décadas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789955]]></sapo:autor>
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		<title>PSI cai abaixo dos 9.000 pontos e com duas EDP a caírem quase 2%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 09:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa negociava hoje em baixa, com o PSI a cair mais de 1% e abaixo de 9.000 pontos e as duas EDP a desvalorizarem-se mais de 1,8%.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>	A bolsa de Lisboa negociava hoje em baixa, com o PSI a cair mais de 1% e abaixo de 9.000 pontos e as duas EDP a desvalorizarem-se mais de 1,8%. </P><br />
<P>	A EDP e a EDP Renováveis lideravam as quedas e cediam 1,88% para 4,49 euros e 1,85% para 13,79 euros, respetivamente. </P><br />
<P>	Cerca das 09:20 em Lisboa, o PSI baixava 1,05% para 8.989,87 pontos, com 12 empresas a descer, três a subir e uma a manter a cotação (Semapa em 20,05 euros).</P><br />
<P>  	Às ações das duas EDP seguiam-se as da Sonae, Teixeira Duarte e Galp, que desciam 1,67% para 2,06 euros, 1,59% para 0,47 euros e 1,42% para 18,79 euros.             </P><br />
<P>	A NOS, Mota-Engil e BCP também se desvalorizavam, designadamente 1,06% para 4,87 euros, 0,97% para 4,48 euros e 0,81% para 1,04 euros.</P><br />
<P>	A REN e a Corticeira Amorim baixavam 0,55% para 3,62 euros e 0,31% para 6,37 euros. </P><br />
<P>	As outras duas empresas que desciam de cotação eram a Ibersol (-0,22% para 9,00 euros) e a Jerónimo Martins (-0,18% para 16,19 euros).</P><br />
<P>	Em sentido contrário, os CTT e a Navigator subiam ambos 0,26% para 5,72 euros e para 3,13 euros e a Altri 0,11% para 4,66 euros. </P><br />
<P>	Na Europa, as principais bolsas abriram hoje em baixa, perante os novos ataques cruzados entre Washington e Teerão, depois das quedas registadas pelas bolsas asiáticas. </P><br />
<P>	O euro valoriza-se 0,08% face ao dólar e está a ser trocado a 1,1472 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt.</P><br />
<P>	O Irão afirmou hoje que atacou novamente alvos militares dos Estados Unidos na Jordânia, Kuwait e Bahrein, numa nova onda de operações contra instalações dos Estados Unidos no Médio Oriente em resposta aos bombardeamentos desta madrugada contra o território iraniano.</P><br />
<P>	Os resultados empresariais, no entanto, ganham peso nos mercados, em relação à instabilidade política.</P><br />
<P>	Nesta sessão, o preço do petróleo desce, com o preço do petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em setembro, a recuar 0,31% para 84,69 dólares.</P><br />
<P>	Nesta sessão, o mercado está atento, além dos bombardeamentos entre os EUA e o Irão, e da passagem de navios pelo estreito de Ormuz, às tecnológicas após as perdas registadas na quarta-feira no setor de semicondutores e inteligência artificial (IA).</P><br />
<P>	A esta hora soube-se que a empresa de Taiwan TSMC, a maior fabricante de &#8216;chips&#8217; avançados do mundo, obteve um lucro de 706.560 milhões de dólares taiwaneses (21.977 milhões de dólares, 19.163 milhões de euros) no segundo trimestre, mais 77,4% que no mesmo período do ano passado.</P><br />
<P>	Os futuros da bolsa em Wall Street apontam para uma estabilização do Dow Jones e uma descida de 0,31% do Nasdaq. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789954]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Tribunal da UE valida apreensão de emails em investigação de concorrência em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 08:57:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) considerou hoje que o Direito comunitário permite a apreensão, pelas autoridades da concorrência, de mensagens de correio eletrónico profissionais sem autorização judicial prévia, como ocorrida num caso em Portugal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) considerou hoje que o Direito comunitário permite a apreensão, pelas autoridades da concorrência, de mensagens de correio eletrónico profissionais sem autorização judicial prévia, como ocorrida num caso em Portugal.</p>
<p>De acordo com um acórdão hoje proferido, tendo por base uma dúvida levantada pelo Tribunal da Concorrência português, o TJUE clarificou que as regras da União Europeia (UE) não impedem a recolha de &#8216;emails&#8217; trocados entre colaboradores e administradores de empresas visadas em investigações de carteis ou de abuso de posição dominante, mesmo sem o aval prévio de um juiz.</p>
<p>O TJUE ressalva contudo em comunicado que, para evitar &#8220;abusos e a arbitrariedade&#8221;, a legislação de cada Estado-membro deve prever um &#8220;enquadramento estrito&#8221; para a atuação dos reguladores, acompanhado de &#8220;garantias adequadas e suficientes.</p>
<p>Entre estas salvaguardas, destaca-se a possibilidade de uma fiscalização judicial ulterior que seja plenamente eficaz.</p>
<p>Esta decisão surge na sequência de pedidos de decisão prejudicial enviados ao TJUE pelo Tribunal da Concorrência, Regulação e Supervisão de Portugal.</p>
<p>O tribunal português solicitou clarificações no âmbito de litígios que opõem a Autoridade da Concorrência (AdC) a empresas como a Imagens Médicas Integradas (IMI), o grupo SIBS e a Synlabhealth.</p>
<p>A AdC tinha apreendido mensagens de correio eletrónico destas empresas no decurso de buscas às suas instalações.</p>
<p>No entanto, a legalidade destas provas foi contestada nos tribunais portugueses à luz da jurisprudência do Tribunal Constitucional português, que em decisões anteriores considerou inconstitucional a apreensão de &#8216;emails&#8217; sem autorização prévia de um juiz de instrução.</p>
<p>No que diz respeito à proporcionalidade da medida, o Tribunal de Justiça da UE considera também que a importância deste objetivo pode justificar uma ingerência nos direitos em causa e que nenhum outro meio, igualmente eficaz e menos atentatório desses direitos, se apresenta como uma alternativa satisfatória.</p>
<p>O acórdão do tribunal europeu, que fez jurisprudência, vem agora sublinhar que o primado e a eficácia do direito da concorrência da UE devem ser assegurados, cabendo aos tribunais nacionais garantir que as prerrogativas das autoridades de fiscalização estão sujeitas a controlo e recurso judicial adequado.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789951]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Alfândegas portuguesas apreenderam 276 mil medicamentos contrafeitos em 2025, uma média de 757 por dia</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/alfandegas-portuguesas-apreenderam-276-mil-medicamentos-contrafeitos-em-2025-uma-media-de-757-por-dia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 08:53:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[As alfândegas portuguesas intercetaram, em média, 757 medicamentos contrafeitos por dia ao longo de 2025, impedindo a entrada no país de 276.326 unidades distribuídas por 1.740 remessas postais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As alfândegas portuguesas intercetaram, em média, 757 medicamentos contrafeitos por dia ao longo de 2025, impedindo a entrada no país de 276.326 unidades distribuídas por 1.740 remessas postais. Apesar de as apreensões terem diminuído 28,1% face ao ano anterior, as autoridades continuaram a travar a entrada de mais de um quarto de milhão de produtos potencialmente perigosos para a saúde pública. Os dados constam do Relatório de Atividades de 2025 do Grupo Anti Contrafação (GAC), que destaca que a maioria destes medicamentos resulta de compras efetuadas por particulares através da internet.</p>
<p>Segundo adianta o <a href="https://www.dn.pt/sociedade/alfndegas-intercetaram-757-medicamentos-contrafeitos-por-dia?fbclid=IwY2xjawTFekNleHRuA2FlbQIxMABicmlkETE0RGpUTE00ZTBMd0s2TGd4c3J0YwZhcHBfaWQQMjIyMDM5MTc4ODIwMDg5MgABHmbPKNE3uMRc137jmntsdZGDQF7VxnphmVoacWnq8XTWB_Op90_ZFh6BJXJq_aem_haNryqV-MkmqrhwaUvNoQA#goog_rewarded" target="_blank" rel="noopener">Diário de Notícias (DN)</a>, os medicamentos apreendidos correspondiam sobretudo a pequenas encomendas enviadas por via postal e adquiridas em plataformas online, sendo, na sua maioria, produtos contrafeitos. O relatório não especifica quais os medicamentos mais frequentemente intercetados, mas operações anteriores e informação do Infarmed apontam para os fármacos destinados ao tratamento da disfunção erétil como os mais comuns, seguidos de analgésicos, anti-inflamatórios, antibióticos e outros medicamentos. Desde o ano passado, as autoridades têm ainda registado um aumento dos medicamentos falsificados para emagrecimento, fenómeno associado à crescente procura pelas chamadas canetas emagrecedoras, cuja comercialização em Portugal exige receita médica.</p>
<p>As autoridades mantêm também o foco no combate ao comércio ilegal destes produtos através da operação internacional Pangea, realizada anualmente desde 2008 e dedicada ao combate à venda online de medicamentos ilícitos e falsificados. Na edição mais recente, a Polícia Judiciária voltou a assinalar o crescimento das apreensões de medicamentos para emagrecimento. Tanto o Infarmed como a Interpol alertam que estes produtos podem conter substâncias diferentes das indicadas na embalagem ou, em alguns casos, não conter qualquer princípio ativo. O Infarmed reforça ainda que a aquisição destes medicamentos fora dos circuitos legais, nomeadamente através da internet e sem recurso às farmácias, representa um risco significativo para a saúde dos consumidores.</p>
<p>No que diz respeito à origem dos medicamentos contrafeitos, a Índia manteve-se como o principal país de proveniência, concentrando 65,2% de todas as unidades apreendidas em Portugal durante 2025. O Brasil subiu para a segunda posição entre os países de origem, ultrapassando outras proveniências depois de um aumento de 7,4% das unidades intercetadas. Em sentido contrário, os medicamentos provenientes dos Estados Unidos registaram uma quebra de 85,1%, enquanto os envios oriundos do Reino Unido diminuíram 32,4% relativamente ao ano anterior.</p>
<p>Além dos medicamentos, o Relatório de Atividades do Grupo Anti Contrafação revela que, em 2025, foram apreendidos 1,23 milhões de produtos contrafeitos de diversas categorias. Embora este número represente uma redução de 62,3% face a 2024, o valor económico estimado dos bens intercetados quadruplicou, passando de 6,2 milhões para 27,6 milhões de euros, reflexo da maior valorização dos artigos apreendidos. O Grupo Anti Contrafação integra a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), a Autoridade Tributária e Aduaneira (AT), o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), a Guarda Nacional Republicana (GNR), a Polícia Judiciária (PJ) e a Polícia de Segurança Pública (PSP), contando ainda com diversas entidades públicas e privadas na qualidade de observadoras.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789934]]></sapo:autor>
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		<title>Uber vai comprar restante capital da Delivery Hero por cerca de 12.000 ME</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 08:50:22 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A norte-americana Uber ofereceu cerca de 12.000 milhões de euros para adquirir a participação que ainda não detém na Delivery Hero, proposta que a empresa alemã de entregas decidiu aceitar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A norte-americana Uber ofereceu cerca de 12.000 milhões de euros para adquirir a participação que ainda não detém na Delivery Hero, proposta que a empresa alemã de entregas decidiu aceitar.</p>
<p>Em comunicado divulgado hoje, a Uber indicou que ofereceu 41,50 euros por ação da Delivery Hero, avaliando o grupo alemão, dono da Glovo, em 14.800 milhões de dólares (cerca de 12.900 milhões de euros).</p>
<p>A Uber já era o principal acionista da Delivery Hero, controlando cerca de 36% do capital, pelo que a operação lhe permitirá passar a deter a maioria do grupo sediado em Berlim, na Alemanha.</p>
<p>Após dedução da participação já detida pela Uber, o valor efetivo da oferta ascende a cerca de 13.700 milhões de dólares (aproximadamente 12.000 milhões de euros).</p>
<p>O Conselho de Administração da Delivery Hero apoiou por unanimidade a operação e anunciou que recomendará aos acionistas que aceitem a Oferta Pública de Aquisição (OPA).</p>
<p>O grupo de investimento Prosus, principal acionista da Delivery Hero, comprometeu-se igualmente de forma irrevogável a aderir à oferta.</p>
<p>&#8220;A plataforma global de mobilidade e entregas da Uber, bem como o nosso compromisso comum com a inovação, fazem desta parceria a escolha certa para potenciar os pontos fortes da Delivery Hero na entrega local de refeições e no &#8216;quick commerce'&#8221;, afirmou o cofundador da Delivery Hero, Niklas Östberg, citado no comunicado.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789947]]></sapo:autor>
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		<title>Galp vive um dos melhores momentos dos últimos anos e mercado espera resultados fortes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 08:40:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A XTB considera que a petrolífera portuguesa reúne condições para apresentar um desempenho sólido, depois de as suas ações acumularem uma valorização superior a 30% desde o início do ano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Galp prepara-se para apresentar os resultados do segundo trimestre de 2026 num contexto particularmente favorável para o seu negócio, marcado pela subida dos preços do petróleo e pelo reforço das margens de refinação. Numa análise divulgada esta semana, a XTB considera que a petrolífera portuguesa reúne condições para apresentar um desempenho sólido, depois de as suas ações acumularem uma valorização superior a 30% desde o início do ano.</p>
<p>Segundo a corretora, a empresa deixou de ser encarada apenas como uma produtora de petróleo com forte exposição ao Brasil e passou também a assumir um papel relevante na segurança energética europeia, beneficiando do agravamento das tensões geopolíticas no Médio Oriente.</p>
<p>A XTB destaca que a escalada do preço do Brent, impulsionada pelo conflito entre os Estados Unidos e o Irão e pelo encerramento do Estreito de Ormuz, fez aumentar não só o valor do crude, mas também os prémios dos produtos refinados, favorecendo as empresas com capacidade para manter níveis elevados de produção.</p>
<p>Os resultados do segundo trimestre, que a Galp divulgará a 27 de julho antes da abertura do mercado, serão, segundo a análise, o primeiro grande teste à capacidade da empresa para transformar este enquadramento em maior geração de EBITDA, fluxo de caixa e remuneração para os acionistas.</p>
<p>A corretora sublinha ainda que a refinaria de Sines entrou neste período com uma vantagem competitiva face a várias instalações europeias. Enquanto algumas refinarias enfrentaram dificuldades no abastecimento de combustível para aviação devido à dependência de importações do Médio Oriente, a unidade portuguesa conseguiu aumentar a produção de jet fuel, assegurando grande parte das necessidades do mercado nacional e reforçando a diversificação das fontes de abastecimento.</p>
<p>Na perspetiva da XTB, esta flexibilidade permitiu à Galp beneficiar do aumento dos chamados <em>crack spreads</em> — o diferencial entre o custo do petróleo e o preço dos produtos refinados —, que cresceram de forma significativa durante o segundo trimestre, impulsionando a rentabilidade da atividade de refinação.</p>
<p>Entre os indicadores que o mercado deverá acompanhar com maior atenção estão a evolução da margem de refinação, o EBITDA da divisão Industrial &amp; Midstream e o free cash flow.</p>
<p>A corretora antecipa uma expansão expressiva da margem de refinação entre abril e junho, refletindo o impacto da subida das margens internacionais, bem como uma aceleração da rentabilidade operacional da área Industrial &amp; Midstream, suportada pelo maior aproveitamento da refinaria de Sines e pelo reforço da produção de combustíveis de aviação.</p>
<p>Outro dos pontos-chave será a geração de caixa livre. A XTB considera que a combinação de preços elevados do petróleo, forte desempenho operacional e disciplina no investimento poderá permitir à Galp continuar a financiar dividendos, programas de recompra de ações e investimentos estratégicos, nomeadamente no Brasil e na transformação industrial da refinaria de Sines.</p>
<p>Apesar da valorização registada este ano, a corretora defende que a empresa continua a negociar a múltiplos competitivos quando comparada com outras petrolíferas europeias, beneficiando simultaneamente da exposição ao negócio de exploração no Brasil, caracterizado por baixos custos de produção, e do atual ciclo favorável da refinação.</p>
<p>Ainda assim, a XTB alerta que parte do cenário positivo já estará refletido na cotação. A evolução futura dependerá da confirmação de uma melhoria material das margens de refinação, de um EBITDA acima das expectativas e de uma robusta geração de caixa, fatores que poderão levar os analistas a reverem em alta as suas estimativas.</p>
<p>Como principal risco, a análise aponta para uma eventual normalização rápida das tensões geopolíticas no Médio Oriente, que poderá reduzir a pressão sobre os preços do petróleo e das margens de refinação. Enquanto persistirem constrangimentos na oferta global de produtos refinados, a corretora considera, contudo, que o perfil de risco-retorno da Galp continua a ser favorável.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789940]]></sapo:autor>
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		<title>Ministro da Administração Interna escondeu empresa da mulher e só a declarou após tomar posse</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 08:35:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Administração Interna, Luís Neves, apenas declarou à Entidade para a Transparência (EpT) a empresa detida pela sua mulher em maio de 2026.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Administração Interna, Luís Neves, apenas declarou à Entidade para a Transparência (EpT) a empresa detida pela sua mulher em maio de 2026, vários meses depois de ter iniciado funções como governante e após cessar o mandato como diretor nacional da Polícia Judiciária (PJ). A sociedade em causa, a Alcampos, Unipessoal, Lda., foi constituída em junho de 2023 e é a empresa que suportou pagamentos relacionados com as obras realizadas na propriedade do ministro, em São Teotónio, no concelho de Odemira. Por ser casado em regime de comunhão de adquiridos, Luís Neves encontra-se obrigado, nos termos da lei e da interpretação jurídica da Entidade para a Transparência, a declarar empresas detidas pelo cônjuge.</p>
<p>Segundo avança o <a href="https://www.cmjornal.pt/politica/detalhe/ministro-da-administracao-interna-escondeu-empresa-da-mulher" target="_blank" rel="noopener">Correio da Manhã (CM)</a>, Luís Neves entregou, ao longo de 2026, um total de sete declarações de rendimentos à Entidade para a Transparência. Dessas, três foram declarações de substituição, duas enquanto diretor nacional da PJ e uma já como ministro da Administração Interna, tendo ainda apresentado declarações de reinício e de cessação de funções na Polícia Judiciária, bem como de início de funções e de alteração enquanto membro do Governo. Foi apenas nas quatro declarações submetidas a 25 de maio de 2026 — duas referentes à sua passagem pela PJ e duas enquanto ministro — que a empresa da esposa passou a constar da informação entregue ao organismo responsável pelo controlo das declarações patrimoniais.</p>
<p>De acordo com a informação divulgada, a Alcampos dedica-se às atividades de turismo e alojamento de curta duração, possui um capital social de 500 euros e é integralmente detida pela mulher do ministro. No entanto, esta sociedade não foi mencionada nas três declarações anteriormente entregues por Luís Neves à Entidade para a Transparência: na declaração de reinício de funções como diretor nacional da PJ, apresentada em 16 de fevereiro de 2026; na declaração de cessação de funções como diretor nacional da Polícia Judiciária, entregue a 17 de abril; nem na declaração de início de funções como ministro da Administração Interna, submetida igualmente a 17 de abril de 2026. O jornal refere ainda que contactou o ministro para obter esclarecimentos sobre esta situação, mas não recebeu qualquer resposta.</p>
<p>A empresa Alcampos surge também associada às despesas efetuadas nas obras da propriedade de Luís Neves, em São Teotónio. Segundo os dados divulgados, a sociedade recebeu 108 faturas emitidas entre 7 de fevereiro de 2024 e 26 de junho de 2026, num valor global de 23.118 euros. Entre essas despesas encontram-se duas faturas, no montante total de cinco mil euros, emitidas pela Construbarcelos, empresa que está no centro da polémica por também ter celebrado contratos com a Polícia Judiciária durante o período em que Luís Neves dirigia aquela força de investigação criminal. As faturas relativas às obras foram disponibilizadas pelo Ministério da Administração Interna ao Observador.</p>
<p>A obrigação de declarar empresas detidas pelo cônjuge decorre do artigo 13.º da Lei n.º 52/2019, de 31 de julho, diploma que estabelece o regime de transparência aplicável aos titulares de cargos políticos e altos cargos públicos. A legislação determina que, nas declarações de rendimentos e património apresentadas à Entidade para a Transparência, devem constar, entre outros elementos, as participações societárias abrangidas pelo regime legal, incluindo as pertencentes ao cônjuge nas situações previstas na lei.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789924]]></sapo:autor>
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		<title>Fabricante de chips TSMC anuncia novo investimento nos EUA após lucros recorde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 08:30:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A TSMC, o maior fabricante mundial de chips por contrato, anunciou hoje um novo investimento de 100 mil milhões de dólares (87 mil milhões de euros) nos Estados Unidos, após registar lucros trimestrais recorde impulsionados pela inteligência artificial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A TSMC, o maior fabricante mundial de chips por contrato, anunciou hoje um novo investimento de 100 mil milhões de dólares (87 mil milhões de euros) nos Estados Unidos, após registar lucros trimestrais recorde impulsionados pela inteligência artificial.</p>
<p>O novo investimento será aplicado no complexo industrial que a empresa está a desenvolver no estado norte-americano do Arizona, elevando para 265 mil milhões de dólares (231 mil milhões de euros) o montante total que a tecnológica taiwanesa prevê investir na produção de chips nos Estados Unidos.</p>
<p>O presidente executivo da TSMC, C.C. Wei, anunciou a decisão durante a apresentação dos resultados do segundo trimestre.</p>
<p>Entre abril e junho, a empresa obteve um lucro líquido de 706,56 mil milhões de dólares taiwaneses (cerca de 19,2 mil milhões de euros), um aumento homólogo de 77,4%, superando as previsões dos analistas e estabelecendo um novo máximo histórico para um único trimestre.</p>
<p>Trata-se do décimo trimestre consecutivo de crescimento dos lucros da empresa e de um aumento de 23,4% face ao primeiro trimestre deste ano.</p>
<p>As receitas cresceram 36% em termos homólogos, para 1,27 biliões de dólares taiwaneses (34,5 mil milhões de euros), igualmente acima das projeções da empresa.</p>
<p>A TSMC reviu também em alta o plano de investimento para este ano, elevando o orçamento de capital para entre 60 mil milhões e 64 mil milhões de dólares (52,3 mil milhões e 55,7 mil milhões de euros), face aos anteriores 52 mil milhões a 56 mil milhões (45,3 mil milhões e 48,8 mil milhões de euros).</p>
<p>A empresa atribuiu o desempenho à forte procura por chips avançados destinados à inteligência artificial e à computação de alto desempenho, áreas que têm sustentado o crescimento do setor dos semicondutores.</p>
<p>Fornecedora de empresas como a Nvidia, Apple, AMD e Qualcomm, a TSMC tem vindo a expandir a produção em Taiwan, nos Estados Unidos e no Japão, com especial enfoque nos semicondutores mais avançados, utilizados em centros de dados, telemóveis inteligentes e aplicações de IA.</p>
<p>No segundo trimestre, os chips produzidos com tecnologia de 2 nanómetros, a mais avançada da empresa, representaram 3% das receitas provenientes de bolachas de silício (&#8220;wafers&#8221;), enquanto os de 3, 5 e 7 nanómetros corresponderam a 30%, 33% e 11%, respetivamente.</p>
<p>As ações da empresa encerraram hoje a sessão na Bolsa de Taipé com uma subida de 1,23%, acumulando uma valorização superior a 55% desde o início do ano.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789935]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsas europeias em baixa perante novos ataques e depois das perdas na Ásia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 08:22:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As principais bolsas europeias abriram hoje em baixa, perante os novos ataques cruzados entre Washington e Teerão, depois das quedas registadas pelas bolsas asiáticas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As principais bolsas europeias abriram hoje em baixa, perante os novos ataques cruzados entre Washington e Teerão, depois das quedas registadas pelas bolsas asiáticas.</p>
<p>Às 08:50 em Lisboa, o EuroStoxx 600 estava a cair 0,20% para 641,41 pontos.</p>
<p>As bolsas de Londres, Paris e Frankfurt recuavam 0,39%, 0,45% e 0,27%, bem como as de Madrid e Milão, que baixavam 0,17% e 0,11%, respetivamente.</p>
<p>A bolsa de Lisboa mantinha a tendência de baixa da abertura, com o principal índice, o PSI, a descer 0,88% para 9.005,02 pontos.</p>
<p>O euro valoriza-se 0,08% face ao dólar e está a ser trocado a 1,1472 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt.</p>
<p>O Irão afirmou hoje que atacou novamente alvos militares dos Estados Unidos na Jordânia, Kuwait e Bahrein, numa nova onda de operações contra instalações dos Estados Unidos no Médio Oriente em resposta aos bombardeamentos desta madrugada contra o território iraniano.</p>
<p>Os resultados empresariais, no entanto, ganham peso nos mercados, em relação à instabilidade política.</p>
<p>Nesta sessão, o preço do petróleo desce.</p>
<p>Assim, o preço do petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em setembro, recua 0,31% para 84,69 dólares, e o do West Texas Intermediate (WTI), para entrega em agosto, de referência nos Estados Unidos da América (EUA), baixa 0,09% para 79,54 dólares.</p>
<p>O gás natural para entrega em agosto no mercado TFF dos Países Baixos, referência na Europa, cedia 0,19% para 54,25 euros por megawatt-hora (MWh).</p>
<p>Nesta sessão, o mercado está atento, além dos bombardeamentos entre os EUA e o Irão, e da passagem de navios pelo estreito de Ormuz, às tecnológicas após as perdas registadas na quarta-feira no setor de semicondutores e inteligência artificial (IA).</p>
<p>A esta hora soube-se que a empresa de Taiwan TSMC, a maior fabricante de &#8216;chips&#8217; avançados do mundo, obteve um lucro de 706.560 milhões de dólares taiwaneses (21.977 milhões de dólares, 19.163 milhões de euros) no segundo trimestre, mais 77,4% que no mesmo período do ano passado.</p>
<p>As bolsas asiáticas registam fortes quedas, o principal índice da bolsa de Seul, o Kospi, caiu 6,37% devido às perdas no setor tecnológico, no meio das renovadas tensões no Médio Oriente, com trocas de ataques entre os Estados Unidos e o Irão, o Nikkei de Tóquio cedeu 2,79%, o índice de referência da bolsa de Xangai perdeu 1,85%, a praça de Shenzhen caiu 1,97% e o Hang Seng de Hong Kong subia 1,40% a minutos do encerramento da sessão.</p>
<p>Os futuros da bolsa em Wall Street apontam para uma estabilização do Dow Jones e uma descida de 0,31% do Nasdaq.</p>
<p>Na quarta-feira, o Dow Jones e o Nasdaq terminaram com ganhos, respetivamente de 0,29% e 0,38%.</p>
<p>Na quarta-feira foi publicado o Livro Bege da Reserva Federal dos EUA (Fed), que serve para preparar a reunião de 29 de julho, e o mesmo constata um crescimento sustentado, um mercado de trabalho estável, enquanto os preços continuam elevados e com expectativas de inflação mistas.</p>
<p>Na agenda do dia, hoje será conhecida nos EUA a atividade empresarial de serviços da Fed de Nova Iorque, o panorama de negócios da Fed da Filadélfia e os pedidos iniciais de desemprego, enquanto no plano empresarial serão publicados os resultados da Netflix e da Alcoa.</p>
<p>Entretanto, na Europa, será publicado o Produto Interno Bruto (PIB) do Reino Unido.</p>
<p>Por sua vez, o preço do ouro cede 0,79% e a onça está a ser negociada a 4.028,51 dólares, enquanto a onça de prata baixa 1,57% para 56,8932 dólares.</p>
<p>No mercado de dívida, a rentabilidade do título alemão a 10 anos avança para 3,132%, depois de ter fechado em 3,120% na sessão anterior.</p>
<p>A bitcoin cai 0,39% para 64.683,8 dólares.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Accenture reforça equipa de liderança em Portugal com foco em IA, banca, energia e saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 08:22:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Accenture reforçou a sua estrutura de liderança em Portugal com a nomeação de quatro novos managing directors, numa aposta destinada a acelerar a transformação digital e a inovação em setores estratégicos da economia nacional. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Accenture reforçou a sua estrutura de liderança em Portugal com a nomeação de quatro novos managing directors, numa aposta destinada a acelerar a transformação digital e a inovação em setores estratégicos da economia nacional. As nomeações, que entraram em vigor a 1 de julho, abrangem as áreas de Data &amp; AI, serviços financeiros, energia e utilities, e saúde e administração pública.</p>
<p>João Anastácio, João Alves, Jorge Borges e Pedro Janeiro passam, respetivamente, a liderar estas áreas, num movimento que, segundo a consultora, pretende reforçar a proximidade aos clientes e responder aos desafios crescentes que as organizações enfrentam num contexto marcado pela digitalização, inteligência artificial, sustentabilidade e evolução regulatória.</p>
<p>Para Manuela Vaz, presidente da Accenture Portugal, estas nomeações refletem a estratégia da empresa de combinar conhecimento setorial com capacidade de execução. &#8220;Estas nomeações traduzem a nossa convicção de que a transformação só gera valor quando é liderada por quem conhece profundamente cada setor e os desafios concretos dos nossos clientes&#8221;, afirma. A responsável acrescenta que a inteligência artificial está a abrir oportunidades sem precedentes para a economia portuguesa, tornando essencial reforçar a liderança nas áreas com maior potencial de impacto.</p>
<p>À frente da área de Data &amp; AI, João Anastácio assume funções com mais de duas décadas de experiência em consultoria tecnológica e especialização em inteligência artificial generativa e Agentic AI. O responsável considera que a capacidade de transformar a inteligência artificial em vantagem competitiva será determinante para as organizações. &#8220;A tecnologia já existe, e o desafio é a velocidade e a profundidade com que as organizações a integram&#8221;, sublinha.</p>
<p>Na área dos serviços financeiros, João Alves passa a liderar a prática dedicada à banca e aos seguros. Com cerca de 20 anos de experiência na Accenture, considera que o setor vive um momento de profunda transformação impulsionado pela digitalização, pelas exigências regulatórias e pela crescente concorrência de fintechs e insurtechs. O novo managing director defende que a consultora pretende assumir um papel de parceiro estratégico na reinvenção destas organizações.</p>
<p>Já Jorge Borges assume a liderança da área de Utilities &amp; Energy, numa altura em que a transição energética e a descarbonização estão a obrigar as empresas do setor a acelerar investimentos, modernizar infraestruturas e incorporar novas tecnologias. Com 19 anos de experiência no setor energético, acredita que o desafio passa agora por executar essa transformação à escala.</p>
<p>Na área de Health &amp; Public Services, Pedro Janeiro passa a liderar a prática dedicada aos setores da saúde e da administração pública. O responsável destaca a inteligência artificial como um dos principais motores da modernização dos serviços públicos e considera que a experiência internacional da Accenture pode contribuir para aumentar a eficiência das organizações e melhorar os serviços prestados aos cidadãos.</p>
<p>Segundo a Accenture, as quatro nomeações acompanham a crescente complexidade dos desafios enfrentados pelas empresas e entidades públicas, desde a modernização tecnológica à sustentabilidade, passando pela eficiência operacional e pela adaptação a um contexto económico e regulatório em rápida evolução. A consultora, presente em Portugal há várias décadas, afirma que o objetivo passa por reforçar a liderança precisamente nos setores onde a transformação é mais urgente e pode gerar maior impacto para empresas, cidadãos e sociedade.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789928]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Iraque condenou tentativa de ataque com drones contra consulado dos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 08:22:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro iraquiano condenou hoje "veementemente" o ataque ocorrido na quinta-feira envolvendo drones que foram intercetados antes de atingirem o consulado dos Estados Unidos e uma base no norte do Iraque.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro iraquiano condenou hoje &#8220;veementemente&#8221; o ataque ocorrido na quinta-feira envolvendo drones que foram intercetados antes de atingirem o consulado dos Estados Unidos e uma base no norte do Iraque.</p>
<p>O incidente coincidiu com a visita do chefe do Governo do Iraque, Ali al-Zaidi, a Washington, Estados Unidos.</p>
<p>Segundo fontes oficiais, o ataque ocorreu durante a madrugada de quinta-feira, quando oito drones, que foram abatidos, tentavam atingir o consulado dos Estados Unidos e a base da coligação internacional no aeroporto de Erbil, na região do Curdistão, no norte do Iraque.</p>
<p>Em comunicado, o Serviço de Contraterrorismo do Curdistão informou que os drones foram abatidos pelas forças da coligação lideradas pelos Estados Unidos antes de atingirem os alvos, sem causar vítimas.</p>
<p>O ataque, cuja autoria ainda não foi reivindicada, coincidiu com a primeira visita de Al Zaidi aos Estados Unidos desde que assumiu o cargo, em maio.</p>
<p>Durante a visita oficial, o primeiro-ministro do Iraque pretende expor os planos de Bagdade para desarmar as fações xiitas iraquianas alinhadas com o Irão, grupos que Washington classifica como terroristas.</p>
<p>Entretanto, Bahaa al-Araji, o líder do bloco parlamentar Reconstrução e Desenvolvimento e importante aliado de Al Zaidi, alertou que o ataque a Erbil enviou sinais políticos negativos e totalmente inaceitáveis.</p>
<p>O ataque a Erbil é o episódio mais recente de uma série de ações semelhantes que, nos últimos anos, visaram instalações petrolíferas operadas por empresas norte-americanas no Curdistão, entre outros locais, do Iraque.</p>
<p>Na quarta-feira, um drone de origem desconhecida atingiu o porto de Grand Faw, que é um megaprojeto em construção na extremidade sul do Iraque, sem causar vítimas.</p>
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