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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Mon, 08 Jun 2026 06:05:10 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Portugal espera que Delcy Rodríguez reveja casos de presos políticos luso-venezuelanos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 06:05:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Portugal pediu a intervenção da presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, para conseguir a libertação dos cinco presos políticos luso-venezuelanos que continuam detidos, estando a aguardar boas notícias nesse sentido, disse o embaixador português em Caracas.</P><br />
<P>O pedido, segundo explicou Frederico Silva em entrevista à agência Lusa, foi feito recentemente, num encontro no palácio presidencial de Miraflores, em Caracas, por ocasião da apresentação das credenciais que o acreditam como embaixador de Portugal na Venezuela.</P><br />
<P>&#8220;Continuamos infelizmente a ter cinco outros detidos nas mesmas condições. Tal como em todo e qualquer outro contacto relevante, eu coloquei também essa questão à senhora presidente solicitando-lhe uma revisão dos casos, também à luz deste processo tão importante para a Venezuela e para o seu futuro, que é o processo de reconciliação nacional, com um diálogo inclusivo aberto a todas as partes venezuelanas envolvidas&#8221;, disse o diplomata ao ser questionado sobre a situação dos presos políticos.</P><br />
<P>O embaixador vincou ainda que &#8220;Portugal encoraja muito a Venezuela a prosseguir neste mesmo rumo de reconciliação nacional&#8221;, sublinhando que &#8220;uma parte importante desse esforço, desse processo, é a libertação de todos aqueles que por razões políticas se encontram detidos entre os quais se contam estes cinco cidadãos portugueses, luso-venezuelanos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Nós temos sempre toda a esperança de que aconteçam boas notícias nesta área, por isso trabalhamos todos os dias e por isso (&#8230;) é um tema que nunca abdicamos de apresentar a todos os níveis tal como foi o caso com a senhora presidente Delcy Rodríguez, na apresentação de credenciais&#8221;, disse.</P><br />
<P>O diplomata começou por explicar que &#8220;a situação dos nossos nacionais está sempre, por definição, no topo das nossas preocupações&#8221; de Portugal e da Embaixada portuguesa no país.</P><br />
<P>&#8220;Isso é verdade agora, como foi verdade no passado, nestes últimos anos&#8221;, disse.</P><br />
<P>Frederico Silva sublinhou ainda que os seus antecessores, os cônsules-gerais de Portugal em Valência, em Caracas, e os responsáveis políticos portugueses, &#8220;sempre estiveram atentos e sempre colocaram o seu empenho na questão dos detidos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Desde logo, saudamos e tive a oportunidade de o transmitir à senhora presidente o reconhecimento de Portugal pela libertação recente de um dos detidos. Foi um total de cinco libertados desde o início do ano, o que naturalmente muito agradou aos detidos, às famílias em Portugal&#8221;, disse.</P><br />
<P>Do encontro com Delcy Rodríguez, o diplomata destacou ainda &#8220;a forma entusiástica como a senhora presidente reagiu quando fez uma explanação sobre o valor, sobre a importância, sobre a dimensão da comunidade portuguesa e lusodescendente, seus filhos e netos para a Venezuela&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Reagiu de forma muito entusiástica, corroborando isso, e dando nota mais uma vez &#8211; tal como tenho recolhido de todos os responsáveis com quem tenho falado -, do muito especial apreço, carinho e afetividade que marca a relação dos venezuelanos com a nossa comunidade&#8221;, disse.</P><br />
<P>O diplomata explicou ainda que conversaram também &#8220;com bastante detalhe das possibilidades que se abrem em termos de cooperação económica, comercial, financeira&#8221; entre ambos países.</P><br />
<P>&#8220;De facto, Portugal dispõe, nos países vizinhos, já de muitas empresas muito ativas e importantes em áreas diversificadas, da energia, dos serviços, das tecnologias, do agroalimentar, no Brasil, México, e Chile, Uruguai e Paraguai&#8221;, explicou.</P><br />
<P>O diplomate precisou que a presidente interina detalhou também o interesse que a Venezuela tem em diversificar as suas parcerias económicas e comerciais.</P><br />
<P>&#8220;E, chamou também a atenção para as reformas que, nesse sentido, estão a ser empreendidas pelo Governo venezuelano, visando criar um ambiente de negócios marcado pela segurança, e previsibilidade que qualquer investidor, qualquer homem de negócios pretende ver existente&#8221;, disse.</P><br />
<P>O diplomata mostrou-se confiante, ao ser questionado se em breve é possível assistir a um reforço das relações bilaterais.</P><br />
<P>&#8220;Obviamente é esse o nosso rumo. Nós estamos aqui para isso. A Embaixada está aqui para estar sempre ao lado da comunidade portuguesa, lusodescendente, dos seus interesses, da sua proteção, e também, sistemática e permanentemente, para explorar e identificar e trabalhar todas as áreas que sejam de comum acordo, e para vantagens comuns na parte económica, mas também na parte da cooperação académica, da cooperação cultural, de tudo aquilo que une Estados e os povos&#8221;, disse.</P><br />
<P>Dados divulgados pela organização não-governamental Fórum Penal (FP) dão conta que, em 01 de junho, estavam presas 404 pessoas por motivos políticos na Venezuela, entre elas 39 estrangeiros, cinco delas com nacionalidade portuguesa.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773167]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Combustíveis seguem direções opostas esta semana: saiba onde estão os postos mais baratos do país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 06:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Gasóleo vai registar a terceira subida nas últimas quatro semanas, ao passo que a gasolina 95 volta a baixar de preço pela segunda vez consecutiva]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois da brutal redução do preço dos combustíveis, a partir desta segunda-feira apenas a gasolina 95 vai manter a tendência: piores notícias para quem conduz um carro a diesel. Isto porque, de acordo com fontes do setor contactadas pela ‘Executive Digest’, “a orientação será para uma subida de até 4 cêntimos por litro no preço do gasóleo”, e de uma descida de “até 1,5 cêntimos por litro no preço da gasolina 95”.</p>
<p>Os postos de marca própria – que normalmente funcionam junto aos hipermercados – seguem a tendência e reportam “uma valorização de 0,0247 euros no gasóleo e de uma descida de 0,0143 euros na gasolina 95”, adiantou outra fonte.</p>
<p>De acordo com a Direção Geral de Energia e Geologia (DGEG) o preço médio do litro do gasóleo custa esta sexta-feira 1,860 euros enquanto o preço médio da gasolina totaliza 1,928 euros. Caso se confirmem as previsões, segundo fontes do setor, o preço médio do gasóleo simples vai subir para 1,91 euros por litro, enquanto o preço médio da gasolina simples 95 deverá descer para 1,823 euros por litro.</p>
<p>O Governo já indicou que o ISP do gasóleo vai baixar, passando de 317,18 euros por mil litros para 310,15 euros, segundo a portaria publicada no &#8216;Diário da República&#8217;. Ainda assim, o preço do litro de gasóleo deverá subir 3,2 cêntimos, para 1,904 euros, refletindo a evolução do mercado dos combustíveis apesar do alívio fiscal.</p>
<p>Na gasolina, o movimento será inverso no imposto, mas com efeito final de descida no preço. A taxa de ISP sobe ligeiramente, de 455,34 para 455,55 euros por mil litros, enquanto o preço do litro deverá recuar cerca de 1,48 cêntimos, para 1,924 euros.</p>
<p>Assim, a partir desta segunda-feira, o gasóleo vai registar a terceira subida nas últimas quatro semanas, ao passo que a gasolina 95 volta a baixar de preço pela segunda vez consecutiva, depois de ter ultrapassado a barreira dos dois euros por litro. Veja como evoluiu o preço no período referido e desde o início do ano: </p>
<p><a href="https://executivedigest.sapo.pt/tem-carro-a-gasoleo-e-precisa-de-abastecer-nao-espere-por-segunda-feira-3/combustiveis-maio-junho/" rel="attachment wp-att-772334"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Combustiveis-maio-junho.png" alt="" width="1239" height="528" class="alignnone size-full wp-image-772334" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Combustiveis-maio-junho.png 1239w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Combustiveis-maio-junho-300x128.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Combustiveis-maio-junho-900x384.png 900w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Combustiveis-maio-junho-768x327.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Combustiveis-maio-junho-1200x511.png 1200w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Combustiveis-maio-junho-600x256.png 600w" sizes="(max-width: 1239px) 100vw, 1239px" /></a></p>
<p><a href="https://executivedigest.sapo.pt/tem-carro-a-gasoleo-e-precisa-de-abastecer-nao-espere-por-segunda-feira-3/combustiveis-inicio-ano/" rel="attachment wp-att-772333"><img decoding="async" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Combustiveis-inicio-ano.png" alt="" width="1237" height="532" class="alignnone size-full wp-image-772333" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Combustiveis-inicio-ano.png 1237w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Combustiveis-inicio-ano-300x129.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Combustiveis-inicio-ano-900x387.png 900w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Combustiveis-inicio-ano-768x330.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Combustiveis-inicio-ano-1200x516.png 1200w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Combustiveis-inicio-ano-600x258.png 600w" sizes="(max-width: 1237px) 100vw, 1237px" /></a></p>
<p><strong>Portugal está em 8º lugar dos países da UE com preço da gasolina 95 mais cara</strong></p>
<p>No mais recente boletim da Comissão Europeia, Portugal está no oitavo lugar entre os países com a gasolina simples 95 mais cara, 9 cêntimos acima da média europeia e 39 cêntimos acima do preço verificado em Espanha. Quanto ao gasóleo simples, o nosso país está na 8ª posição do preço mais caro, a 22,4 cêntimos do preço no país vizinho e mais 2,9 cêntimos da média europeia.</p>
<p>A Dinamarca tem, de longe, o preço mais elevado do Velho Continente no que diz respeito à gasolina 95: 2,392 euros/litro. Já a Finlândia &#8216;reina&#8217; no caso do gasóleo: 2,296 euros/litro.</p>
<p>Mesmo com o &#8216;sobe e desce&#8217; previsto para hoje, é possível poupar ainda mais alguns euros se souber onde estão os postos mais baratos do país. Consulte a lista:</p>
<p><a href="https://executivedigest.sapo.pt/tem-carro-a-gasoleo-e-precisa-de-abastecer-nao-espere-por-segunda-feira-3/gasoleo-postos-baratos/" rel="attachment wp-att-772338"><img decoding="async" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Gasoleo-postos-baratos.png" alt="" width="1021" height="551" class="alignnone size-full wp-image-772338" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Gasoleo-postos-baratos.png 1021w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Gasoleo-postos-baratos-300x162.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Gasoleo-postos-baratos-834x450.png 834w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Gasoleo-postos-baratos-768x414.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Gasoleo-postos-baratos-600x324.png 600w" sizes="(max-width: 1021px) 100vw, 1021px" /></a></p>
<p><a href="https://executivedigest.sapo.pt/tem-carro-a-gasoleo-e-precisa-de-abastecer-nao-espere-por-segunda-feira-3/gasolina95-postos-baratos/" rel="attachment wp-att-772340"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Gasolina95-postos-baratos.png" alt="" width="1027" height="434" class="alignnone size-full wp-image-772340" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Gasolina95-postos-baratos.png 1027w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Gasolina95-postos-baratos-300x127.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Gasolina95-postos-baratos-900x380.png 900w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Gasolina95-postos-baratos-768x325.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Gasolina95-postos-baratos-600x254.png 600w" sizes="auto, (max-width: 1027px) 100vw, 1027px" /></a></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772719]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Mundial2026: Polícia de Hong Kong alerta contra apostas em portais estrangeiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 06:00:15 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A polícia de Hong Kong alertou hoje, a três dias do início do Mundial 2026 de futebol, que é ilegal usar plataformas estrangeiras para apostar em partidas, incluindo no mercado de previsões.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A polícia de Hong Kong alertou hoje, a três dias do início do Mundial 2026 de futebol, que é ilegal usar plataformas estrangeiras para apostar em partidas, incluindo no mercado de previsões.</P><br />
<P>&#8220;Alguns portais de jogo online afirmam estar legalmente registados no estrangeiro&#8221;, disse o inspetor-chefe Wong Yu-fai, do departamento de crime organizado e tríades.</P><br />
<P>&#8220;Mas qualquer pessoa em Hong Kong que aposte nestes portais supostamente legais pode já ter cometido um crime&#8221;, sublinhou Wong, numa conferência de imprensa, citado pela imprensa local.</P><br />
<P>A concessionária sem fins lucrativos Hong Kong Jockey Club detém o monopólio das apostas em partidas de futebol e em corridas de cavalos na antiga colónia britânica.</P><br />
<P>O aviso surge depois de a FIFA ter nomeado em abril a ADI Predictstreet como a primeira plataforma do mercado de previsões oficial de um Mundial de futebol, num contrato avaliado em 150 milhões de dólares (130 milhões de euros).</P><br />
<P>De acordo com a revista norueguesa Josimar, a empresa, com sede nos Emirados Árabes Unidos, foi fundada em março, uma semana antes de assinar o contrato com a FIFA e, um dia depois, obteve uma licença de jogo em Gibraltar.</P><br />
<P>Estas plataformas permitem aos clientes comprar e vender &#8216;contratos&#8217; ligados ao resultado de eventos futuros políticos, desportivos ou culturais, sobre uma ampla gama de situações.</P><br />
<P>A polícia de Hong Kong sublinhou que &#8220;plataformas de apostas oficialmente afiliadas&#8221; só estão disponíveis para residentes em determinadas jurisdições, incluindo na Europa.</P><br />
<P>A força também alertou o público que usar uma rede privada virtual, conhecida como VPN (sigla em inglês), ou um outro serviço de ocultação de localização para apostar em portais estrangeiros constituiria também um crime.</P><br />
<P>A polícia de Hong Kong disse esperar um aumento das apostas ilegais durante o Mundial 2026 de futebol, depois de ter detido 735 pessoas durante o Europeu 2024 e 1.104 durante o Mundial 2022.</P><br />
<P>Em 2025, as autoridades registaram 374 casos de jogo ilegal, detiveram 4.482 pessoas e apreenderam registos que provam a existência de apostas no valor de 1,1 mil milhões de dólares de Hong Kong (121,7 milhões de euros).</P><br />
<P>Em abril, o Governo de Hong Kong adiou a legalização das apostas em jogos de basquetebol, devido ao crescimento do investimento no mercado de previsões a nível mundial, que poderá alimentar &#8220;indiretamente atividades clandestinas&#8221;.</P><br />
<P>As autoridades sublinharam que o volume de dinheiro investido no mercado de previsões triplicou em 2025, atingindo 64 mil milhões de dólares (54,4 mil milhões de euros).</P><br />
<P>Muito do crescimento recente se tem devido às apostas desportivas, após plataformas, como Polymarket e Kalshi, terem assinado acordos com várias equipas de ligas desportivas.</P><br />
<P>O parlamento do território aprovou em setembro a legalização das apostas em jogos de basquetebol, que passariam a ser operadas pelo Jockey Club.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773166]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>PR cabo-verdiano condecora duas mulheres com projeção internacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 05:52:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente cabo-verdiano vai condecorar hoje, na cidade da Praia, Cristina Duarte e Maria Helena Semedo pelo contributo para "o prestígio e afirmação internacional" do país, anunciou a Presidência da República.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente cabo-verdiano vai condecorar hoje, na cidade da Praia, Cristina Duarte e Maria Helena Semedo pelo contributo para &#8220;o prestígio e afirmação internacional&#8221; do país, anunciou a Presidência da República.</P><br />
<P>Ambas serão distinguidas com a Ordem do Dragoeiro, Primeiro Grau, &#8220;pelo contributo ímpar que prestaram ao prestígio e afirmação internacional de Cabo Verde e pela excelência e integridade com que serviram o ideal do desenvolvimento humano e sustentável&#8221;, segundo comunicado.</P><br />
<P>Cristina Duarte, subsecretária-geral das Nações Unidas e assessora especial do secretário-geral para os Assuntos Africanos, &#8220;notabilizou-se como uma das vozes mais influentes na definição de políticas públicas e económicas em África&#8221;, assinalou a Presidência.</P><br />
<P>Maria Helena Semedo, antiga diretora-geral adjunta da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), exerceu diversos cargos nas Nações Unidas, &#8220;a partir dos quais promoveu políticas inovadoras de segurança alimentar, resiliência climática e transformação dos sistemas agroalimentares&#8221;.</P><br />
<P>A distinção, atribuída em Decreto Presidencial de 25 de março, enquadra-se nas celebrações dos 50 anos da independência de Cabo Verde, assinalados em 2025.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773165]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Fim das aulas marca arranque da entrega dos manuais escolares: Calendário começa agora e prolonga-se até julho</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/fim-das-aulas-marca-arranque-da-entrega-dos-manuais-escolares-calendario-comeca-agora-e-prolonga-se-ate-julho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 05:45:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Com o encerramento das atividades letivas para uma grande parte dos alunos a partir desta semana, inicia-se também o período de devolução dos manuais escolares gratuitos utilizados durante o ano letivo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o encerramento das atividades letivas para uma grande parte dos alunos a partir desta semana, inicia-se também o período de devolução dos manuais escolares gratuitos utilizados durante o ano letivo. O processo decorre ao longo das próximas semanas e, na maioria dos estabelecimentos de ensino, estende-se até à penúltima semana de julho, terminando habitualmente na semana que encerra a 24 de julho.</p>
<p>As datas concretas variam de escola para escola, pelo que os encarregados de educação e os alunos devem consultar os calendários divulgados pelos respetivos agrupamentos ou estabelecimentos de ensino para conhecer os dias e horários definidos para a entrega dos manuais.</p>
<p><strong>Calendário varia consoante o ano de escolaridade</strong><br />
Embora os prazos possam diferir entre escolas, a devolução dos manuais é normalmente organizada por níveis de ensino.</p>
<p>Numa primeira fase são abrangidos os alunos do ensino básico em anos de final de ciclo, nomeadamente os do 9.º ano. Seguem-se os estudantes dos 5.º, 6.º, 7.º e 8.º anos. Posteriormente, decorre a entrega dos manuais dos alunos do ensino secundário, incluindo os 10.º, 11.º e 12.º anos.</p>
<p>Nos casos das disciplinas sujeitas a exame nacional, os manuais apenas têm de ser devolvidos após a realização das provas, devendo a entrega ocorrer até três dias depois do respetivo exame.</p>
<p><strong>Quem está obrigado a devolver os manuais</strong><br />
A devolução dos manuais escolares gratuitos é obrigatória para praticamente todos os alunos que beneficiaram do sistema de empréstimo e reutilização dos livros escolares.</p>
<p>A principal exceção aplica-se aos estudantes do 1.º ciclo do ensino básico, ou seja, dos 1.º, 2.º, 3.º e 4.º anos de escolaridade, que não estão obrigados a devolver os manuais.</p>
<p>Os livros entregues devem apresentar-se em condições que permitam a sua reutilização por outros alunos. Isso significa que devem estar em bom estado de conservação, admitindo-se apenas o desgaste normal decorrente da utilização regular ao longo do ano letivo.</p>
<p>As escolas alertam que os manuais não devem estar rasgados, excessivamente danificados, escritos ou rasurados. Sempre que existam anotações, estas devem ser apagadas antes da entrega.</p>
<p><strong>Alunos retidos podem manter os livros</strong><br />
Os estudantes que tenham ficado retidos num determinado ano ou disciplina podem conservar os manuais necessários à conclusão do respetivo ciclo ou disciplina.</p>
<p>Esta exceção permite que continuem a utilizar os mesmos livros no ano letivo seguinte sem necessidade de proceder à sua devolução imediata.</p>
<p>Comprovativo deve ser guardado</p>
<p>Após a entrega dos manuais, a escola emite um comprovativo de devolução.</p>
<p>As autoridades educativas recomendam que este documento seja cuidadosamente guardado pelos encarregados de educação, uma vez que pode ser necessário até à receção dos vouchers da Plataforma MEGA para obtenção dos manuais escolares do próximo ano letivo.</p>
<p><strong>O que acontece a quem não devolver os livros</strong><br />
A não devolução dos manuais escolares gratuitos pode ter consequências diretas no acesso aos livros do próximo ano.</p>
<p>Os alunos que estejam obrigados a entregar os manuais e não o façam ficam impedidos de receber novos livros gratuitos no ano letivo seguinte.</p>
<p>A única forma de ultrapassar essa situação passa pelo pagamento integral do valor dos manuais que não foram entregues.</p>
<p>A mesma regra pode ser aplicada quando os livros são devolvidos em condições que inviabilizem a sua reutilização e quando os danos sejam considerados imputáveis ao aluno.</p>
<p>Por outro lado, os encarregados de educação que pretendam ficar com os manuais podem fazê-lo, desde que procedam ao pagamento do respetivo valor de capa, de acordo com os procedimentos definidos pela escola.</p>
<p><strong>Kit digital também tem de ser devolvido</strong><br />
Além dos manuais escolares, muitos alunos terão igualmente de proceder à entrega do chamado kit digital.</p>
<p>A obrigação aplica-se aos estudantes dos 4.º, 9.º e 12.º anos de escolaridade, bem como aos alunos que tenham pedido transferência para outro estabelecimento de ensino.</p>
<p>O kit digital inclui normalmente o computador portátil fornecido pela escola, o respetivo carregador, o hotspot de acesso à internet e carregador, o cartão SIM, os auscultadores e ainda a mochila disponibilizada no âmbito do programa.</p>
<p>Todos os equipamentos devem ser entregues em condições de funcionamento, devidamente limpos, sem ficheiros pessoais armazenados, sem palavras-passe guardadas e com alguma carga de bateria.</p>
<p><strong>Escolas apelam à consulta dos calendários próprios</strong><br />
Face às diferenças de organização entre agrupamentos, as escolas recomendam que as famílias consultem os calendários específicos divulgados por cada estabelecimento.</p>
<p>Embora o período de devolução decorra, em regra, desde o final das aulas até à penúltima semana de julho, as datas podem variar significativamente consoante o ano de escolaridade, a realização de exames e a organização interna de cada escola.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772512]]></sapo:autor>
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		<title>Governo avança com alterações nos centros de saúde: o que pode mudar para os utentes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 05:30:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[centros de saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre os objetivos apontados pelo Governo estão a melhoria da cobertura por médico e enfermeiro de família, a criação de carteiras adicionais para projetos inovadores e o reforço de áreas como prevenção e inclusão social]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O funcionamento dos centros de saúde vai começar a ser revisto esta semana, com o Governo a preparar alterações aos critérios das unidades de saúde familiar modelo B. A medida pretende minimizar os efeitos da falta de médicos de família e reforçar o papel dos enfermeiros no acompanhamento dos utentes, em particular dos doentes crónicos, noticia o &#8216;Expresso&#8217;.</p>
<p>A ministra da Saúde, Ana Paula Martins, adiantou no Parlamento que o decreto-lei que criou o regime jurídico das USF modelo B prevê uma revisão e ajustamento em 2026, trabalho que será feito pelos ministérios da Saúde e das Finanças. A intenção é “otimizar os recursos” existentes, atrair mais médicos para o Serviço Nacional de Saúde e garantir que as listas dos enfermeiros de família passam a incluir o acompanhamento da doença crónica, em articulação com o médico sempre que necessário.</p>
<p>A governante justificou a mudança com a necessidade de assegurar que “ninguém fica para trás”. Na prática, a intervenção dos enfermeiros de família deverá ganhar mais peso junto de doentes crónicos, num modelo em que o médico continuará a intervir quando for necessário, mas em que a resposta dos cuidados primários poderá ser mais repartida entre profissionais.</p>
<p><strong>Mais cobertura e listas reajustadas</strong></p>
<p>Entre os objetivos apontados pelo Governo estão a melhoria da cobertura por médico e enfermeiro de família, a criação de carteiras adicionais para projetos inovadores e o reforço de áreas como prevenção e inclusão social.</p>
<p>As alterações deverão incluir também o alinhamento de incentivos, a revisão dos ponderadores populacionais dos utentes prioritários e a adaptação dos horários às necessidades da população. O Governo quer ainda reajustar listas de utentes, procurando adequar melhor os recursos disponíveis à realidade de cada território.</p>
<p>De acordo com o Expresso, a tarefa deverá envolver parceiros do setor, autarquias e também considerar o papel das farmácias. A ministra defendeu que o objetivo é “afinar o modelo que já deu provas”, fazendo-o chegar a mais pessoas e a territórios de baixa densidade.</p>
<p><strong>Falta de médicos obriga a repensar resposta</strong></p>
<p>A revisão das USF modelo B surge num contexto em que a falta de médicos de família continua a condicionar o acesso aos cuidados de saúde primários. O Governo quer responder a esse problema sem esperar apenas pela contratação de mais médicos, apostando numa distribuição diferente de tarefas dentro das equipas.</p>
<p>O ponto central da mudança é a articulação entre médico e enfermeiro de família. Os enfermeiros deverão assumir maior intervenção no seguimento regular de doentes crónicos, libertando capacidade médica para situações que exigem avaliação clínica mais diferenciada.</p>
<p>A revisão dos critérios das USF modelo B será, por isso, uma tentativa de adaptar o modelo às limitações atuais do SNS, sem abandonar a promessa de cobertura por equipas de família. A discussão arranca esta semana e deverá definir até onde pode ir a redistribuição de funções nos centros de saúde.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772569]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Atenção, passageiros: barcos de Cacilhas alargam horários esta semana e passam a circular até às 2h30</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 05:20:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[rio Tejo]]></category>
		<category><![CDATA[Transtejo/Soflusa]]></category>
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					<description><![CDATA[Aos fins de semana e feriados, o reajuste dos horários vai traduzir-se em mais quatro ligações diárias na rota entre Cacilhas e o Cais do Sodré]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ligação fluvial entre Cacilhas, em Almada, e o Cais do Sodré, em Lisboa, passa a ter horários alargados a partir desta segunda-feira. A mudança, anunciada pela Transtejo Soflusa e noticiada pelo &#8216;Público&#8217;, permite que os barcos comecem a circular às 5h00, em vez das 5h20, e terminem o serviço às 2h30, em vez da atual 1h40.</p>
<p>A alteração representa mais margem de mobilidade para quem usa os barcos de Cacilhas nos dias úteis, sobretudo trabalhadores com horários mais cedo ou mais tardios, estudantes, utilizadores da noite lisboeta e passageiros que dependem da ligação entre as duas margens fora dos períodos tradicionais de ponta.</p>
<p>Aos fins de semana e feriados, o reajuste dos horários vai traduzir-se em mais quatro ligações diárias na rota entre Cacilhas e o Cais do Sodré. A transportadora apresenta a mudança como parte de uma estratégia de reforço da oferta e de adaptação às necessidades reais da população.</p>
<p><strong>Mais carreiras também no Barreiro</strong></p>
<p>A Transtejo Soflusa vai também ajustar os horários da rota do Barreiro, que liga a cidade ao Terreiro do Paço. Segundo a empresa, as alterações incidem nas primeiras horas da manhã e acrescentam duas carreiras diárias, reforçando a resposta do serviço nesse período.</p>
<p>Nos fins de semana e feriados, a ligação do Barreiro não terá alterações. O &#8216;Público&#8217; recorda que a empresa está também a preparar uma ligação fluvial direta entre Barreiro, Seixal e Cais do Sodré, que deverá começar por funcionar aos fins de semana e evoluir depois para um serviço em dias úteis, com viagens de manhã, à tarde e à noite.</p>
<p>O anúncio do alargamento dos horários surge poucos dias depois de se saber que a Transtejo Soflusa integra um grupo de trabalho com o Metropolitano de Lisboa e a CP para estudar a coordenação e eventual extensão dos horários dos transportes públicos na Área Metropolitana de Lisboa.</p>
<p><strong>Transportes públicos com horários mais alargados</strong></p>
<p>Esse trabalho conjunto poderá levar também o Metro de Lisboa a rever o seu horário atual, entre as 6h30 e a 1h00, aproximando-o do funcionamento praticado em várias capitais europeias, onde o serviço começa mais cedo. Antes de haver conclusões desse grupo de trabalho, a Transtejo Soflusa avança já com mudanças nas rotas de Cacilhas e Barreiro.</p>
<p>“Temos de adequar as respostas às verdadeiras necessidades das populações. Só com mais e melhor oferta, fiabilidade e conforto conseguiremos trazer mais pessoas para os transportes públicos”, afirmou Rui Rei, presidente da Transtejo Soflusa, citado na nota divulgada pela empresa.</p>
<p>A transportadora tem ainda outros projetos em estudo ou preparação. Entre eles está uma futura ligação entre a Margem Sul e o Parque das Nações, com provável saída do Montijo e possibilidade de incluir também Seixal e Barreiro, embora esse serviço não deva avançar antes de 2028.</p>
<p>Outra ligação em análise é a rota entre a Trafaria, em Almada, e Algés, em Oeiras. Os estudos de viabilidade já estarão concluídos e a empresa prevê avançar com ligações experimentais no próximo ano, embora ainda falte definir a localização exata do ponto de embarque em Algés.</p>
<p>Para já, a mudança concreta começa esta semana: os barcos de Cacilhas passam a funcionar durante mais tempo, com primeiras ligações às 5h00 e últimas carreiras até às 2h30.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772541]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Israel anuncia lançamento de mísseis iranianos contra o seu território</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 05:20:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Exército israelita identificou hoje o lançamento de mísseis do Irão contra o seu território e garantiu estar "a operar para intercetar a ameaça", acrescentando que foram enviados alertas de precaução para os telemóveis das áreas possivelmente afetadas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Exército israelita identificou hoje o lançamento de mísseis do Irão contra o seu território e garantiu estar &#8220;a operar para intercetar a ameaça&#8221;, acrescentando que foram enviados alertas de precaução para os telemóveis das áreas possivelmente afetadas. </P><br />
<P>O Exército israelita anunciou ainda ter intercetado esta madrugada um míssil lançado do Iémen. O lançamento ocorreu uma hora e meia depois de Israel ter anunciado que atacou &#8220;alvos militares&#8221; no oeste e no centro do Irão, em resposta ao ataque da República Islâmica como retaliação aos ataques israelitas contra o Líbano.</P><br />
<P>As sirenes soaram em todo o território de Israel e as forças armadas israelitas anunciaram que um míssil lançado do Iémen tinha como alvo o país, sem fornecerem mais detalhes. Os serviços de emergência de Israel afirmaram que não havia relatos de vítimas nem de impactos decorrentes do lançamento a partir do Iémen.</P><br />
<P>Pouco depois do alarme, que soou em Jerusalém, Telavive e outras zonas do centro de Israel, o Exército informou que os abrigos podiam ser abandonados, porque a ameaça tinha passado, e confirmou à agência EFE que o míssil tinha sido intercetado. </P><br />
<P>O Iémen é o lar dos rebeldes Huthis, apoiados pelo Irão. Os Huthis dispararam mísseis contra Israel durante a guerra entre Israel e o Hamas e posteriormente, mas não se envolveram totalmente na guerra com o Irão. Os Huthis não reivindicaram este ataque.</P><br />
<P>O Irão lançou na noite de domingo um total de onze mísseis contra Israel, na sequência do ataque israelita contra dois apartamentos nos subúrbios meridionais de Beirute, conhecidos como Dahye, onde, pelo menos, duas pessoas morreram e 20 ficaram feridas este domingo. Israel assegurou que se tratou de uma operação contra um quartel do grupo xiita Hezbollah.</P><br />
<P>O Irão já tinha antecipado que, se os ataques de Israel contra o Líbano continuassem, retaliaria, considerando que o cessar-fogo alcançado com os Estados Unidos em 08 de abril inclui a nação árabe.</P><br />
<P>O Exército israelita afirmou ter intercetado todos os mísseis lançados pelo Irão. </P><br />
<P>Além de Israel e Irão, também na Arábia Saudita as sirenes de alerta de mísseis soaram esta madrugada na zona onde se situa uma base aérea que acolhe forças norte-americanas. </P><br />
<P>A comunicação social estatal saudita noticiou o alerta na província de Al Kharj, onde se encontra a Base Aérea Príncipe Sultan. O alerta surgiu na sequência dos ataques de Israel ao Irão. Pouco depois, a Arábia Saudita afirmou que o perigo de mísseis na zona tinha passado, sem dar mais pormenores.</P><br />
<P>A Casa Branca não comentou até agora os ataques israelitas contra o Irão esta madrugada, incluindo a questão de se saber se foram realizados em coordenação com os Estados Unidos, avançou a agência de notícias Associated Press (AP).</P><br />
<P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, disse este domingo à Fox News que queria que os iranianos parassem de disparar mísseis e regressassem à mesa de negociações. Também afirmou que os ataques de Israel no Líbano no início do domingo não foram coordenados com os Estados Unidos. &#8220;Não estou contente com isso&#8221;, sublinhou Trump.</P><br />
<P>Um alto funcionário norte-americano, citado pela AP, afirmou que Trump tinha ligado ao primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, para o exortar a não retaliar imediatamente ao ataque com mísseis iraniano. O funcionário, que falou sob condição de não ser identificado para descrever uma conversa telefónica privada, disse que Trump acreditava ter convencido Netanyahu a esperar.</P><br />
<P>Trump &#8220;conseguiu que Bibi [Netanyahu] adiasse a resposta por enquanto&#8221;, afirmou o funcionário, que não revelou outros detalhes sobre o telefonema. </P><br />
<P>Antes, porém, do ataque israelita, numa entrevista com o jornal britânico Financial Times, Trump insistiu que ditou as condições a Netanyahu sobre a forma como a guerra deveria ser conduzida. &#8220;Ele não terá escolha&#8221;, afirmou Trump ao jornal numa entrevista por telefone. &#8220;Sou eu quem toma as decisões. Sou eu quem toma todas as decisões. Não é ele [Netanyahu] quem toma as decisões&#8221;, insistiu.</P><br />
<P>Não houve qualquer comentário imediato por parte do gabinete de Netanyahu.</P><br />
<P>Os ataques ameaçam ainda mais os esforços para alcançar um cessar-fogo permanente na guerra entre o Irão e os Estados Unidos e aumentam a possibilidade de um regresso a combates intensos, complicando os esforços de mediação para pôr fim à guerra.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773164]]></sapo:autor>
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		<title>Semana começa com sol e temperaturas a subir, mas o tempo pode mudar a meio de junho</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/semana-comeca-com-sol-e-temperaturas-a-subir-mas-o-tempo-pode-mudar-a-meio-de-junho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 05:10:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[estado do tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre esta segunda-feira e quarta-feira, os modelos apontam para uma diminuição gradual da instabilidade]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esta semana vai começar com o calor a ganhar terreno em Portugal continental, depois de vários dias mais frescos e de um fim de semana já marcado pela recuperação das temperaturas. Segundo o &#8216;Tempo.pt&#8217;, a fase positiva da Oscilação do Atlântico Norte, conhecida como NAO+, deverá manter-se dominante até cerca de 11 de junho, favorecendo tempo mais estável, seco e soalheiro na Península Ibérica.</p>
<p>Entre esta segunda-feira e quarta-feira, os modelos apontam para uma diminuição gradual da instabilidade. O anticiclone dos Açores deverá reforçar-se e expandir a sua influência para leste, limitando os efeitos das depressões ainda ativas no Atlântico Norte e permitindo uma recuperação progressiva das temperaturas.</p>
<p>O interior deverá ser a região onde o calor se fará sentir com maior intensidade. As previsões já apontavam para uma subida gradual, com valores que poderão atingir, durante a semana, 37ºC em Évora, 36ºC em Beja e Castelo Branco, e 33ºC em Santarém, Braga e Bragança. No litoral, a influência atlântica, a nortada e eventuais neblinas matinais deverão manter as temperaturas mais moderadas.</p>
<p>Em Lisboa, o &#8216;Tempo.pt&#8217; previa máximas em torno dos 26ºC entre segunda e quarta-feira, com mínimas entre 14ºC e 15ºC. A partir de quinta-feira, os valores poderão voltar a subir, num cenário de tempo mais quente e maioritariamente seco.</p>
<p>A partir de 11 de junho, porém, o padrão atmosférico poderá começar a mudar. Os cenários de médio prazo indicam a possibilidade de instalação de um bloqueio escandinavo, com altas pressões persistentes sobre o norte da Europa. Quando isso acontece, as depressões atlânticas podem ser desviadas para latitudes mais baixas, aproximando-se da Península Ibérica, de França ou do Mediterrâneo ocidental.</p>
<p>Ainda assim, essa mudança não significa, para já, que Portugal vá entrar num período instável. O próprio &#8216;Tempo.pt&#8217; sublinha que, durante o verão, a presença simultânea de um anticiclone dos Açores forte pode travar a progressão das depressões e manter o tempo seco e quente.</p>
<p>Para a noite da véspera de Santo António, 12 de junho, a informação disponível não aponta, por agora, para precipitação. O cenário mais provável é, assim, de uma semana com calor em progressão, sobretudo no interior, e com uma incerteza crescente a partir de meados da semana sobre a aproximação de alguma instabilidade atlântica.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772761]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ministro da Defesa de Taiwan denuncia patrulhas chinesas como ato de provocação</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ministro-da-defesa-de-taiwan-denuncia-patrulhas-chinesas-como-ato-de-provocacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 05:05:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Defesa de Taiwan, Wellington Koo, afirmou hoje que a intensificação das patrulhas marítimas chinesas em águas a leste da ilha constitui um "ato de provocação" e de "guerra cognitiva".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro da Defesa de Taiwan, Wellington Koo, afirmou hoje que a intensificação das patrulhas marítimas chinesas em águas a leste da ilha constitui um &#8220;ato de provocação&#8221; e de &#8220;guerra cognitiva&#8221;.</P><br />
<P>Em declarações citadas pela agência de notícias CNA, Koo afirmou que, ao declarar as águas orientais da ilha como uma &#8220;zona de aplicação da lei&#8221;, a China causa um &#8220;grave prejuízo&#8221; à &#8220;soberania nacional&#8221; de Taiwan, território autogovernado que Pequim considera parte inalienável do seu território.</P><br />
<P>O responsável acrescentou que o ministério da Defesa e a Administração da Guarda Costeira (CGA) vão partilhar informações de inteligência &#8220;de forma estreita&#8221; e coordenar &#8220;minuciosamente&#8221; a divisão de tarefas para &#8220;salvaguardar permanentemente a soberania nacional e a segurança marítima&#8221;.</P><br />
<P>As declarações surgem dois dias depois de o Governo chinês ter lançado uma &#8220;operação especial de controlo marítimo&#8221; em águas situadas a leste de Taiwan, em resposta ao início das negociações entre o Japão e as Filipinas para delimitar as respetivas zonas económicas exclusivas e plataformas continentais naquela região.</P><br />
<P>Segundo Pequim, a operação visa exercer plenamente a &#8220;jurisdição administrativa de controlo marítimo&#8221; da China na área, reforçar as capacidades de patrulhamento em águas profundas e de controlo do tráfego em &#8220;zonas marítimas estratégicas&#8221;, garantir a segurança da navegação e &#8220;salvaguardar os interesses nacionais&#8221;.</P><br />
<P>Num comunicado divulgado no domingo, a CGA de Taiwan sublinhou que a China &#8220;não possui qualquer direito soberano sobre as águas situadas a leste de Taiwan&#8221; e que a sua atuação viola o direito internacional.</P><br />
<P>A autoridade marítima taiwanesa indicou que quatro embarcações chinesas &#8212; o &#8220;Haixun 06&#8221;, o &#8220;Haixun 08&#8221;, o &#8220;Haixun 09&#8221; e o &#8220;Donghaijiu 113&#8221; &#8212; entraram em &#8220;águas restritas&#8221; a sudoeste do cabo Eluanbi, no extremo sul de Taiwan, cerca das 14:05 (07:05 em Lisboa) de domingo.</P><br />
<P>Segundo a versão taiwanesa, os navios foram acompanhados por embarcações da Guarda Costeira de Taiwan e os dois lados envolveram-se numa troca verbal sobre a soberania das águas em questão.</P><br />
<P>&#8220;Ambos os lados do Estreito pertencem a uma só China; estas são águas sob jurisdição chinesa; a nossa flotilha de aplicação da lei marítima está a executar uma missão especial de controlo do tráfego marítimo; não interfiram com as nossas funções&#8221;, afirmaram os guardas costeiros chineses, segundo a transcrição divulgada por Taiwan.</P><br />
<P>Os seus homólogos taiwaneses responderam: &#8220;A China não possui qualquer direito soberano sobre as águas situadas a leste de Taiwan. Entraram nas nossas águas sem autorização, violando o direito internacional e afetando a ordem e a segurança das nossas águas. Alterem imediatamente o rumo e abandonem as nossas águas o mais rapidamente possível&#8221;.</P><br />
<P>Após várias horas de impasse, os quatro navios chineses abandonaram as águas reivindicadas por Taiwan pelas 03:20 de hoje (20:20 de domingo, em Lisboa), segundo a CGA.</P><br />
<P>A autoridade prometeu adotar &#8220;todos os meios necessários&#8221; para &#8220;salvaguardar plenamente a soberania nacional e a segurança das águas&#8221; sob controlo de Taipé.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773163]]></sapo:autor>
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		<title>Sindicato dos Registos e Notariado começa hoje uma semana de greve: o que está em causa?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 05:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[greve]]></category>
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		<category><![CDATA[STRN]]></category>
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					<description><![CDATA[STRN acusou o Governo de “manter uma situação considerada ilegal, injusta e insustentável no setor dos registos”, uma vez que continua a recusar o acordo defendido pelo sindicato, decidindo deixar “o setor à beira do colapso”]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Sindicato dos Trabalhadores dos Registos e Notariado (STRN) decidiu avançar com uma greve nacional que começa esta segunda-feira &#8211; e estende-se até dia 13 de junho.</p>
<p>Em comunicado, o STRN acusou o Governo de “manter uma situação considerada ilegal, injusta e insustentável no setor dos registos”, uma vez que continua a recusar o acordo defendido pelo sindicato, decidindo deixar “o setor à beira do colapso”.</p>
<p>O sindicato que representa os trabalhadores dos registos e notariado acrescentou ainda que existe uma “ausência de soluções para os problemas estruturais que afetam os serviços de registo em todo o país”.</p>
<p>No pré-aviso de greve, já entregue ao Governo, o STRN faz 11 reivindicações, que incluem “um recrutamento-choque do número de conservadores de registos e de oficiais de registos que se encontram em falta” e o cumprimento da recomendação da Provedoria da Justiça para eliminação de assimetrias salariais.</p>
<p>A crise de recursos humanos é, para o STRN, grave, com 279 conservadores de registos e 2.731 oficiais de registos em falta – o equivalente a 38% e 55%, respetivamente, do efetivo necessário.</p>
<p>A greve pretende dar um alerta para a degradação do serviço público que é prestado por “falta de investimento e inação do Governo”, referiu, também em comunicado, o presidente do STRN, Arménio Maximino, dizendo que este sindicato se opõe à “continuidade da degradação acentuada que se tem vindo a verificar bem como ao facto de os cidadãos não serem atendidos com privacidade, o que ocorre em clara violação ao RGPD [Regulamento Geral sobre Proteção de Dados]”.</p>
<p>O STRN apontou ainda que o Governo quer eliminar a categoria de oficial de registos especialista, “apesar de o PSD, atualmente no poder, ter denunciado em 2023 a mesma prática que agora procura consolidar”, lê-se no comunicado.</p>
<p>Além desta mudança, denunciou o sindicato, o Governo pretende “manter um modelo de poupança à custa dos direitos dos cidadãos e trabalhadores”, uma vez que as medidas reivindicadas pelo STRN representam 0,49% da receita anual do IRN.</p>
<p>“Esta circunstância é incompatível com um serviço público minimamente funcional. O STRN alerta que esta falta de profissionais tem provocado atrasos significativos na disponibilização dos serviços no âmbito dos registos predial, comercial, automóvel e civil, bem como na nacionalidade”, lê-se ainda no comunicado.</p>
<p>Em abril, o STRN já tinha dado dez dias ao Governo para estudar as propostas de acordo, sem descartar, já na altura, avançar para greve se não houvesse um entendimento e alertou para o agravamento dos atrasos nos registos e notariado já durante o verão, tendo apresentado um plano de contingência para a recuperação de atrasos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772534]]></sapo:autor>
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		<title>Presidente chinês chega à Coreia do Norte para visita de dois dias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 04:59:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente chinês, Xi Jinping, chegou hoje a Pyongyang para uma visita de Estado de dois dias à Coreia do Norte, a primeira em sete anos, durante a qual deverá reunir-se com o líder norte-coreano, Kim Jong-un.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente chinês, Xi Jinping, chegou hoje a Pyongyang para uma visita de Estado de dois dias à Coreia do Norte, a primeira em sete anos, durante a qual deverá reunir-se com o líder norte-coreano, Kim Jong-un.</P><br />
<P>Será o primeiro encontro entre os dois líderes desde setembro passado, quando se reuniram em Pequim à margem de um desfile militar que contou também com a presença do Presidente russo, Vladimir Putin, e de outros líderes estrangeiros.</P><br />
<P>A agência de notícias oficial chinesa Xinhua informou que Xi chegou esta manhã à capital norte-coreana, acompanhado pela primeira-dama, Peng Liyuan, pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Wang Yi, e por Cai Qi, um dos mais altos responsáveis do Partido Comunista Chinês.</P><br />
<P>Nenhuma agenda detalhada para a visita foi divulgada.</P><br />
<P>Analistas internacionais consideram, contudo, que o encontro poderá ter implicações importantes para as relações bilaterais, numa altura em que Pequim e Pyongyang procuram reforçar a sua aliança tradicional perante as respetivas tensões com os Estados Unidos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773162]]></sapo:autor>
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		<title>Fujimori diz que respeitará resultados de eleições no Peru</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 04:50:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A candidata de direita Keiko Fujimori afirmou no domingo que respeitará os resultados das eleições presidenciais do Peru, depois de saber que resultados preliminares colocam Roberto Sánchez, de esquerda, à sua frente por uma pequena margem.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A candidata de direita Keiko Fujimori afirmou no domingo que respeitará os resultados das eleições presidenciais do Peru, depois de saber que resultados preliminares colocam Roberto Sánchez, de esquerda, à sua frente por uma pequena margem.</P><br />
<P>&#8220;Encontramo-nos num empate técnico, até ao momento não há nenhum vencedor nesta disputa, por essa razão, serão dias longos até conhecê-lo. Seria irresponsável definir o resultado com base numa amostra de contagem rápida, que utiliza aproximadamente 1.000 atas das 90.000 existentes a nível nacional&#8221;, declarou Fujimori num breve pronunciamento.</P><br />
<P>A candidata, a quem as projeções da Ipsos Perú atribuem 49,7% contra 50,3% de Sánchez, garantiu que respeitará os resultados eleitorais quando a contagem chegar a 100% e incentivou Sánchez a fazer o mesmo.</P><br />
<P>&#8220;Quero dizer ao povo peruano para não perder a esperança, precisamos de calma e serenidade e vamos esperar com muita fé o resultado final&#8221;, afirmou a dirigente de direita, entre aplausos de membros do seu partido, Fuerza Popular.</P><br />
<P>Fujimori reiterou ainda que o trabalho dos observadores da sua formação, que segundo disse chegam a 95.000 pessoas, é &#8220;duplamente importante&#8221;, pois devem contar um a um os boletins de voto para respeitar a &#8220;vontade popular&#8221;.</P><br />
<P>Nas eleições de 2021, Fujimori não aceitou os resultados que davam como vencedor o ex-presidente Pedro Castillo, que a derrotou por cerca de 40.000 votos, denunciando sem provas sólidas um alegado fraude contra si, ao ponto de tentar anular milhares de votos para reverter os resultados.</P><br />
<P>Este domingo, outra sondagem realizada pela empresa Datum, com uma margem de erro de 1,9%, colocou Sánchez com 50,14% e Fujimori com 49,86%. Mas resultados anteriores tinham posicionado Fujimori ligeiramente à frente.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773161]]></sapo:autor>
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		<title>Líder de Hong Kong vai poder classificar casos criminais como ligados à segurança da China</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 04:30:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo de Hong Kong anunciou hoje que o líder do território poderá classificar qualquer caso criminal como envolvendo a segurança nacional da China, permitindo assim a condenação à pena perpétua.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo de Hong Kong anunciou hoje que o líder do território poderá classificar qualquer caso criminal como envolvendo a segurança nacional da China, permitindo assim a condenação à pena perpétua.</P><br />
<P>As autoridades divulgaram propostas para alterar a lei de segurança nacional, quase seis anos depois de o Governo Central chinês ter imposto esta legislação à região semiautónoma.</P><br />
<P>As mudanças incluem a criação de um mecanismo que permite ao chefe do Executivo de Hong Kong, através de um certificado, classificar casos como envolvendo &#8220;crimes que põem em perigo a segurança nacional&#8221;.</P><br />
<P>Quaisquer outros crimes de que um arguido seja acusado no mesmo processo seriam também automaticamente classificados como envolvendo a segurança nacional.</P><br />
<P>Como tal, os julgamentos estariam a cargo de juízes nomeados especificamente pelo Governo de Hong Kong, poderiam decorrer à porta fechada e os suspeitos sujeitos a fianças mais elevadas.</P><br />
<P>As alterações vão ser enviadas para o Conselho Legislativo, através do chamado &#8220;processo de aprovação prévia&#8221;, que dá ao parlamento apenas 28 dias para discutir, alterar ou rejeitar as propostas.</P><br />
<P>As comissões parlamentares da Segurança e dos Assuntos Legais e Judiciários vão realizar já hoje uma reunião conjunta para começar a analisar as propostas.</P><br />
<P>De acordo com a imprensa local, as autoridades afirmaram que pretendem concluir o processo e implementar as mudanças &#8220;o mais rapidamente possível&#8221;, sem especificar um calendário.</P><br />
<P>Em março, o Governo de Hong Kong introduziu uma outra revisão da legislação, para punir quem se recusar a desbloquear dispositivos eletrónicos em casos ligados à segurança nacional.</P><br />
<P>A revisão autoriza os agentes das forças policiais, com mandados judiciais, a exigir que uma pessoa sob investigação forneça uma palavra-passe ou método de desencriptação para dispositivos.</P><br />
<P>Qualquer pessoa que conheça a palavra-passe ou o método de desencriptação, que esteja autorizada a aceder ao dispositivo ou que o detenha, controle ou utilize, fica obrigada a cumprir a exigência policial.</P><br />
<P>Caso alguém se recuse a desbloquear os dispositivos, pode enfrentar uma multa máxima de 100 mil dólares de Hong Kong (cerca de 11 mil euros) ou uma pena de prisão de até um ano.</P><br />
<P>O documento estipula que esta obrigação se impõe mesmo nos casos onde exista &#8220;obrigação de sigilo ou qualquer outra restrição à divulgação de informações&#8221;, incluindo jornalistas, médicos e advogados.</P><br />
<P>As autoridades de Hong Kong afirmam que a lei de segurança nacional restaurou a ordem, após os protestos contra a lei de extradição para a China continental, em 2019, com milhões de participantes e reivindicações por sufrágio universal.</P><br />
<P>Mas as organizações de defesa dos direitos humanos e os governos ocidentais têm acusado as autoridades locais e de Pequim de usar a lei como uma ferramenta para esmagar qualquer dissidência política.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773160]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ligações fluviais com horários reforçados entre Cacilhas, Barreiro e Lisboa a partir de hoje</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 04:02:35 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os horários nas ligações fluviais entre o Barreiro e Cacilhas (margem sul do Tejo) e Lisboa vão ser reforçados a partir de hoje, uma medida que, segundo a Transtejo Soflusa (TTSL), visa responder às necessidades dos passageiros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os horários nas ligações fluviais entre o Barreiro e Cacilhas (margem sul do Tejo) e Lisboa vão ser reforçados a partir de hoje, uma medida que, segundo a Transtejo Soflusa (TTSL), visa responder às necessidades dos passageiros.</P><br />
<P>Segundo a transportadora, no caso da ligação de Cacilhas, concelho de Almada, para Lisboa, o transporte vai iniciar-se mais cedo e terminar mais tarde nos dias úteis, passando a realizar-se a partir das 05:00, em vez das 05:20, e a terminar às 02:30, em vez das 01:40.</P><br />
<P>Aos fins de semana e feriados, o reajuste dos horários resulta na realização de mais quatro ligações diárias.</P><br />
<P>Nas carreiras do Barreiro, as alterações incidem num reajuste do horário nas primeiras horas da manhã, sendo reforçada a resposta do serviço, com o acrescento de duas carreiras diárias. </P><br />
<P>Aos fins de semana e feriados não há alterações.</P><br />
<P>A Transtejo Soflusa (TTSL) é responsável pelas ligações fluviais entre o Seixal, Montijo, Cacilhas, Barreiro e Trafaria/Porto Brandão, no distrito de Setúbal, e Lisboa.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773159]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>REPORTAGEM: Cine-Teatro Scala procura apoios para chegar ao centenário como referência cultural de Maputo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/reportagem-cine-teatro-scala-procura-apoios-para-chegar-ao-centenario-como-referencia-cultural-de-maputo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 04:02:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[*** Egídio Mazuze (texto), Fernando Cumaio (vídeo) e Luísa Nhantumbo (fotos), da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Egídio Mazuze (texto), Fernando Cumaio (vídeo) e Luísa Nhantumbo (fotos), da agência Lusa ***</P><br />
<P> </P><br />
<P>Maputo, 08 jun 2026 (Lusa) &#8212; O Cine-Teatro Scala, o primeiro a dar voz ao cinema em Moçambique e dos últimos ainda em atividade em Maputo, resiste e procura apoios para uma reabilitação que permita festejar o centenário, em 2031, ainda como referência cultural.</P><br />
<P>&#8220;É um marco histórico porque o Scala em si é um património, e já é considerado património da cidade do Maputo. É um sítio histórico como vocês podem ver. É um dos cinemas resistentes que ficou e continua a praticar atividades culturais como cinema, teatro, dança&#8221;, explicou à Lusa a presidente da associação que gere cine-teatro, Marieta Manjate.</P><br />
<P>Construído em 1931 na baixa de Maputo, e ainda hoje mantendo a traça original de estilo &#8216;Art Déco&#8217;, a sala foi a primeira exibir filmes sonoros em Moçambique.</P><br />
<P>O Scala foi a primeira sala de cinema audiovisual em Moçambique e ainda hoje é considerado um dos marcos do património arquitetónico e cultural moçambicano. Com capacidade para cerca de 1.000 espetadores, o edifício continua a acolher sessões de cinema, teatro, dança, festivais e outras iniciativas artísticas, apesar dos desafios associados à conservação de uma infraestrutura com quase um século de existência.</P><br />
<P>A presidente da Associação Cultural Scala, entidade responsável pela gestão do espaço desde 2015, considerou que a sobrevivência do edifício representa também a preservação de uma parte importante da memória cultural da capital moçambicana.</P><br />
<P>Segundo Marieta Manjate, também produtora de cinema, o Scala ultrapassa ainda hoje a função tradicional de sala de espetáculos, desenvolvendo igualmente atividades ligadas à pesquisa, preservação da memória coletiva e valorização do património cultural.</P><br />
<P>&#8220;O Scala não é só a parte da cultura como sala, mas também temos pesquisas de história oral e somos apologistas de gestão no património de espaços públicos e privados. Então, o caminho de 100 anos para nós é gratificante&#8221;, diz.</P><br />
<P>Além das exibições regulares de cinema moçambicano através do projeto &#8220;Cine das Quintas&#8221;, realizado quinzenalmente, o espaço acolhe mostras internacionais, festivais de cinema, espetáculos de dança, teatro e outras iniciativas culturais. Recentemente, o Scala recebeu uma mostra dedicada à memória e identidade que reuniu produções de Moçambique, Angola, Brasil, Cabo Verde, Cuba, Portugal e Argentina.</P><br />
<P>Marieta Manjate explicou que a gestão procura recuperar gradualmente o hábito de frequentar salas de cinema, particularmente entre os jovens, numa altura em que o consumo audiovisual ocorre cada vez mais através de dispositivos digitais.</P><br />
<P>&#8220;Os nossos jovens perderam o hábito de ir ao cinema&#8221;, lamenta, ao mesmo tempo que recorda que naquela sala já se viu quase tudo, mas o papel sempre foi &#8220;socializar&#8221;: &#8220;Como eu dizia, conectar, e ser um sítio de ver o filme e pensar, ver o filme e aprender, no espaço próprio para isso, estamos a voltar a cultivar&#8221;.</P><br />
<P>Apesar da redução da frequência regular das salas de cinema nos últimos anos, a responsável assinala sinais de recuperação do público. Segundo dados da associação, as sessões habituais quinzenais recebem entre 100 e 150 espectadores por exibição, enquanto eventos especiais têm conseguido aproximar-se da lotação máxima do recinto.</P><br />
<P>&#8220;Nessa mostra de cinema que fizemos durante uma semana [em maio], tivemos entre 150 e 200 pessoas&#8221;, explica, sem esconder o entusiasmo de numa das sessões a sala ter até esgotado, como no passado.</P><br />
<P>&#8220;Sala toda cheia, aqui por baixo da plateia e no balcão. Isso para nos foi uma alegria e tanto (&#8230;), estamos a trabalhar nisso e acho que estamos a ir num caminho certo, porque as coisas estão a voltar devagar&#8221;, reconhece.</P><br />
<P>Marieta Manjate rejeitou ainda a ideia de que o Scala tenha deixado de exibir cinema comercial, explicando que as mostras internacionais realizadas recentemente resultaram de parcerias com Embaixada de Itália e outras instituições culturais.</P><br />
<P>&#8220;O Cine das Quintas é cinema comercial. Nós cobramos bilhetes e, para os estudantes, praticamos preços bonificados para incentivar a participação. Queremos que as pessoas valorizem o cinema e o trabalho que está por trás destas produções, mesmo pagando um valor simbólico&#8221;, refere a gestora, reconhecendo que outro tipo de conteúdo internacional implica pagar direitos de autor, que não estão ao alcance.</P><br />
<P>A poucos anos do centenário, a principal preocupação da gestão centra-se na necessidade de reabilitar o edifício. O piso, as cadeiras originais, o sistema de iluminação, o equipamento sonoro, a tela de projeção e outros componentes da infraestrutura necessitam de intervenção para garantir melhores condições de funcionamento.</P><br />
<P>&#8220;O edifício precisa de uma reabilitação. O edifício precisa de uma reforma. Dinheiro que é bom, nós não temos, mas vamos pedindo apoio. Agora temos um pequeno apoio do Instituto Nacional das Indústrias Criativas para apetrechar um bocado. Não é muito dinheiro, mas vai fazer alguma diferença&#8221;, afirma Marieta Manjate.</P><br />
<P>A associação conta com o apoio de algumas embaixadas e instituições culturais, mas reconheceu que os recursos disponíveis continuam insuficientes para responder às necessidades de conservação de um edifício daquela dimensão.</P><br />
<P>Sem avançar um orçamento definitivo para as obras, Marieta Manjate admitiu que serão necessários investimentos significativos para modernizar o espaço sem comprometer as suas características históricas, incluindo a preservação das cadeiras originais e dos elementos arquitetónicos que distinguem o Scala.</P><br />
<P>A celebração dos 100 anos surge, por isso, como uma oportunidade para revitalizar o espaço, reforçar a programação cultural e atrair novos públicos.</P><br />
<P>&#8220;Nós iremos comemorar os 100 anos do Scala (&#8230;) e eu acredito que iremos conseguir apoio até lá para podermos colocar o Scala nos 100 anos que merece, com atividades condignas&#8221;, afirma.</P><br />
<P>Para a presidente da Associação Cultural Scala, a continuidade do espaço representa mais do que a sobrevivência de uma sala de espetáculos: simboliza a preservação de um património histórico que continua a desempenhar um papel relevante na vida cultural de Maputo e de Moçambique.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773158]]></sapo:autor>
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		<title>Fujimori ligeiramente à frente na segunda volta das presidenciais no Peru</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 04:00:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A candidata de direita às presidenciais no Peru, Keiko Fujimori, surgia este domingo com ligeira vantagem sobre o rival de esquerda Roberto Sanchez, após uma eleição muito renhida que irá designar o nono presidente do país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A candidata de direita às presidenciais no Peru, Keiko Fujimori, surgia este domingo com ligeira vantagem sobre o rival de esquerda Roberto Sanchez, após uma eleição muito renhida que irá designar o nono presidente do país.</P><br />
<P>As sondagens à saída das urnas atribuíam à filha do antigo chefe de Estado Alberto Fujimori (1990-2000) cerca de um ponto de vantagem sobre o adversário. </P><br />
<P>Os resultados oficiais pareciam, no entanto, dar-lhe uma margem mais confortável, com 52,6% dos votos contra 47,4% para Sanchez, após a contagem de 36% dos boletins de voto.</P><br />
<P>&#8220;Este resultado traduz a divisão do país, mas revela também que nenhuma força política é hegemónica&#8221;, disse à agência France-Press (AFP) o analista Paulo Vilca, do Instituto de Estudos Peruanos (IEP).</P><br />
<P>Quase 27 milhões de peruanos votaram ao longo de uma jornada sem incidentes de maior, ao contrário da primeira volta, marcada por falhas e acusações de fraude. </P><br />
<P>Nenhum dos dois candidatos obteve apoio expressivo no sufrágio de 12 de abril, que contou com um recorde de 35 concorrentes. Todos os candidatos junto recolheram menos de 30% dos votos.</P><br />
<P>Muitos eleitores afirmaram ter escolhido &#8220;o menos mau&#8221; dos dois, num escrutínio marcado por forte desconfiança em relação à classe política e pelo cansaço face ao aumento da criminalidade.</P><br />
<P>&#8220;Foi preciso escolher o menor dos males. A história repete-se. Estamos numa crise que dura há mais de uma década&#8221;, disse à AFP Renzo Masa, estudante de 23 anos.</P><br />
<P>Keiko Fujimori, de 51 anos, candidata-se pela quarta vez consecutiva, reivindicando o legado controverso do pai, apontado pelos apoiantes como responsável pela estabilização da economia e pela derrota das guerrilhas dos anos 1980 e 1990, mas condenado por corrupção e crimes contra a humanidade.</P><br />
<P>&#8220;Votei em Keiko porque representa estabilidade. Infelizmente, não lhe demos oportunidade de governar&#8221;, afirmou Luis Bernaola, técnico de eletrónica de 44 anos.</P><br />
<P>Roberto Sanchez, ex-ministro de 57 anos, concorre pela primeira vez, apoiado por forte base nas regiões andinas que se sentem abandonadas pelo poder central em Lima. </P><br />
<P>Um juiz remeteu-o recentemente à justiça por alegadas irregularidades financeiras no partido, sem impacto na segunda volta.</P><br />
<P>&#8220;Precisamos de mudança. O equilíbrio de poderes é importante. Keiko assusta-me mais do que Sanchez&#8221;, declarou à agência francesa Juan Salas, comerciante de 32 anos.</P><br />
<P>Seja qual for o vencedor, herdará um país mergulhado numa crise política persistente, com oito presidentes desde 2016.</P><br />
<P>A insegurança é outra grande preocupação dos eleitores, com cerca de 70% dos peruanos a esperar que o combate à criminalidade seja prioridade do próximo presidente, segundo uma sondagem recente.</P><br />
<P>Lima registou 23 homicídios por 100.000 habitantes em 2025, três vezes mais do que cinco anos antes.</P><br />
<P>A candidata de direita promete mobilizar o exército em apoio à polícia, desmantelar redes de extorsão e expulsar estrangeiros em situação irregular condenados por crimes. </P><br />
<P>Apresenta-se como a candidata da prosperidade e alerta para o perigo do &#8220;comunismo&#8221;. &#8220;Nós representamos o progresso, eles o retrocesso&#8221;, afirmou recentemente.</P><br />
<P>Roberto Sanchez defende uma abordagem distinta, com o combate à criminalidade a passar pelo restabelecimento da confiança nas instituições, reforço do sistema judicial e reforma da polícia. </P><br />
<P>Durante a campanha, Sanchez usou o chapéu camponês oferecido pelo ex-presidente detido Pedro Castillo, cujo legado político reivindica.</P><br />
<P>O antigo professor está detido desde a tentativa falhada de dissolver o Parlamento em 2022. Sanchez prometeu conceder-lhe indulto se vencer.</P><br />
<P>Inicialmente apoiado por movimentos ultranacionalistas, o candidato moderou o discurso ao longo da campanha, sublinhando o consenso, a estabilidade e o respeito pelas instituições.</P><br />
<P>Nenhum dos dois dispõe de maioria parlamentar. O futuro presidente terá de formar alianças para concluir o mandato, que começa a 28 de julho.</P><br />
<P></P><br />
<P>NCM // CAD</P><br />
<P>Puta/Fim</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773157]]></sapo:autor>
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		<title>Japão mantém em 0,5% crescimento do PIB entre janeiro e março</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 03:00:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Japão manteve em 0,5% o crescimento do produto interno bruto (PIB) no primeiro trimestre do ano, em comparação com o período anterior, mas reviu em baixa a taxa de crescimento anualizada, anunciou hoje o Governo nipónico.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Japão manteve em 0,5% o crescimento do produto interno bruto (PIB) no primeiro trimestre do ano, em comparação com o período anterior, mas reviu em baixa a taxa de crescimento anualizada, anunciou hoje o Governo nipónico. </P><br />
<P>O consumo privado, que representa cerca de 60% da economia japonesa, manteve o crescimento de 0,3% registado inicialmente, encadeando o seu quinto trimestre consecutivo de crescimento, de acordo com os dados revistos publicados hoje pelo Governo japonês. </P><br />
<P>Além disso, o crescimento das exportações nos três primeiros meses do ano, que nos dados preliminares publicados em maio registaram um aumento de 1,7%, subiram efetivamente 1,8%, embora as importações tenham diminuído, passando de um aumento de 0,5% para 0,4% após a revisão dos dados.</P><br />
<P>O investimento empresarial passou a registar uma redução de 0,7% em relação ao último trimestre do ano anterior, contra um aumento de 0,3% registado no relatório de maio.</P><br />
<P>O investimento público, em contrapartida, passou a registar um aumento de 1,5%, contra os 1,4% inicialmente reportados.</P><br />
<P>Em termos anualizados, a economia japonesa registou um crescimento de 1,8%, três pontos percentuais abaixo do valor indicado no relatório preliminar.</P><br />
<P>Os dados surgem depois de o Governo da primeira-ministra conservadora, Sanae Takaichi, ter aprovado, no final da semana passada, um orçamento adicional de 3,11 biliões de ienes (cerca de 16.700 milhões de euros) para fazer face ao aumento dos preços da energia devido à guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão.</P><br />
<P>Os planos de estímulo ambiciosos de Takaichi deixaram os investidores nervosos devido à dependência do Japão da emissão de dívida e contribuíram para elevar o rendimento das obrigações japonesas a níveis nunca vistos desde a década de 1990.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773156]]></sapo:autor>
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		<title>Xi visita Coreia do Norte para reforçar influência chinesa sobre Pyongyang &#8212; analistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 02:49:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A visita do Presidente chinês à Coreia do Norte, que começa hoje, deverá servir para reafirmar a influência de Pequim sobre Pyongyang e reforçar uma aliança que ambos os países consideram cada vez mais importante, segundo analistas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A visita do Presidente chinês à Coreia do Norte, que começa hoje, deverá servir para reafirmar a influência de Pequim sobre Pyongyang e reforçar uma aliança que ambos os países consideram cada vez mais importante, segundo analistas.</P><br />
<P>Xi Jinping inicia uma visita de dois dias à Coreia do Norte, a primeira desde 2019, durante a qual se reunirá com o líder norte-coreano, Kim Jong-un. Será o primeiro encontro entre ambos desde setembro passado, quando Kim participou em Pequim num desfile militar ao lado do Presidente russo, Vladimir Putin, e de outros líderes estrangeiros.</P><br />
<P>Embora não tenha sido divulgada uma agenda oficial, especialistas consideram que a deslocação poderá ter implicações significativas para a relação bilateral e para o equilíbrio estratégico no nordeste asiático.</P><br />
<P>&#8220;Um líder chinês não visita simplesmente a Coreia do Norte porque chegou a altura de o fazer. A viagem de Xi terá implicações reais para as relações entre a China e a Coreia do Norte&#8221;, afirmou Leif-Eric Easley, professor da Universidade Ewha, em Seul, citado pela agência Associated Press.</P><br />
<P>A visita ocorre semanas depois de Xi ter recebido em Pequim o Presidente norte-americano, Donald Trump, e Putin. O líder chinês deverá voltar a encontrar-se com Trump durante uma visita prevista aos Estados Unidos em setembro.</P><br />
<P>Para Kwak Gil Sup, diretor do portal especializado One Korea Center, Xi procurará demonstrar a influência da China na Península Coreana e afirmar um papel de liderança regional num contexto de competição estratégica crescente com Washington.</P><br />
<P>A China continua a ser o principal parceiro comercial e aliado diplomático da Coreia do Norte. Pequim é frequentemente apontada como responsável por suavizar o impacto das sanções internacionais sobre o regime norte-coreano, através do comércio transfronteiriço e de apoio económico.</P><br />
<P>Este ano assinala-se o 65.º aniversário do tratado de defesa mútua assinado entre os dois países.</P><br />
<P>Nos últimos anos, porém, surgiram dúvidas sobre a proximidade entre Pequim e Pyongyang, à medida que Kim aprofundou a cooperação com a Rússia, fornecendo tropas e armamento para apoiar a guerra na Ucrânia em troca de assistência económica e militar.</P><br />
<P>Segundo vários analistas, recuperar uma influência mais exclusiva sobre a Coreia do Norte poderá oferecer a Xi uma carta adicional nas negociações com Trump, que tem manifestado interesse em retomar contactos diplomáticos com Kim.</P><br />
<P>Num artigo publicado hoje no jornal oficial norte-coreano Rodong Sinmun, Xi apelou ao reforço da cooperação estratégica entre os dois países e à oposição conjunta à &#8220;hegemonia e à política de coerção&#8221;, defendendo uma ordem mundial multipolar.</P><br />
<P>Os especialistas preveem que Pequim possa anunciar novas formas de apoio económico, incluindo fornecimentos de arroz e fertilizantes, o regresso de grupos turísticos chineses à Coreia do Norte e projetos conjuntos de desenvolvimento económico.</P><br />
<P>&#8220;A Coreia do Norte não pode depender apenas da Rússia. Precisa de se alinhar com a China&#8221;, afirmou Kwak.</P><br />
<P>A visita acontece poucos dias depois de Kim ter inaugurado uma instalação destinada à produção de materiais para armas nucleares e prometido reforçar as capacidades nucleares do país &#8220;a um ritmo exponencial&#8221;.</P><br />
<P>No domingo, Kim Yo-jong, irmã do líder norte-coreano e uma das principais responsáveis do regime, classificou os apelos dos Estados Unidos à desnuclearização da Coreia do Norte como um &#8220;sonho anacrónico&#8221;.</P><br />
<P>Analistas consideram que um dos objetivos de Kim será obter de Pequim uma aceitação tácita do estatuto da Coreia do Norte como potência nuclear, reduzindo a pressão chinesa sobre a questão da desnuclearização.</P><br />
<P>&#8220;Kim parece querer que Xi aceite a Coreia do Norte como um vizinho dotado de armas nucleares&#8221;, afirmou Easley.</P><br />
<P>Desde o fracasso das negociações com Trump em 2019, Kim rejeitou ofertas de diálogo por parte dos Estados Unidos e da Coreia do Sul e concentrou-se na expansão e modernização do arsenal nuclear norte-coreano.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773155]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Israel anuncia ataques contra vários &#8220;alvos militares&#8221; iranianos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 02:38:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As forças armadas israelitas informaram hoje ter atacado "alvos militares" no oeste e no centro do Irão, horas depois de Teerão ter lançado mísseis contra Israel em retaliação aos ataques israelitas contra o Líbano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P> As forças armadas israelitas informaram hoje ter atacado &#8220;alvos militares&#8221; no oeste e no centro do Irão, horas depois de Teerão ter lançado mísseis contra Israel em retaliação aos ataques israelitas contra o Líbano. </P><br />
<P>A televisão estatal iraniana informou que se ouviram sons de explosões em Isfahan, Tabriz e Teerão, sem fornecer mais detalhes de imediato.</P><br />
<P>Uma testemunha em Teerão, citada mas não identificada pela AP, relatou ter ouvido pelo menos uma forte explosão algures a oeste da capital do país. O Irão fechou o espaço aéreo em torno do Aeroporto Internacional Imam Khomeini, em Teerão, o principal aeroporto do país, na sequência dos ataques israelitas.</P><br />
<P>As autoridades iranianas não forneceram detalhes sobre os alvos atingidos, nem informações sobre os danos causados. A Guarda da Revolução Islâmica, força paramilitar do Irão, afirmou que Israel utilizou mísseis balísticos lançados do ar no ataque desta madrugada, sem acrescentar pormenores.</P><br />
<P>As forças armadas israelitas emitiram, ao amanhecer no Irão, um breve comunicado pouco depois dos ataques terem início: &#8220;Há pouco tempo, a Força Aérea Israelita atacou alvos militares pertencentes ao regime terrorista iraniano no oeste e no centro do Irão&#8221;, relatou o comunicado, igualmente, sem adiantar outra informação.</P><br />
<P> A Casa Branca não comentou os ataques, incluindo a questão de se saber se estes foram realizados em coordenação com os Estados Unidos, avançou a AP.</P><br />
<P>Durante dias, as negociações entre o Irão e os Estados Unidos sobre o frágil cessar-fogo na guerra ficaram paralisadas devido aos combates entre Israel e a milícia xiita libanesa Hezbollah. Israel ocupa agora o sul do Líbano e avançou para áreas do país que não controlava há um quarto de século &#8212; o que suscitou receios de que alargasse ainda mais a campanha militar no país vizinho.</P><br />
<P>No domingo, Israel lançou ataques aéreos nos subúrbios do sul de Beirute. O Irão retaliou com um ataque a Israel, o que levou agora ao ataque de Israel ao Irão esta madrugada.</P><br />
<P>O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse este domingo à Fox News que queria que os iranianos parassem de disparar mísseis e regressassem à mesa de negociações. Também afirmou que os ataques de Israel no Líbano no início do domingo não foram coordenados com os Estados Unidos. &#8220;Não estou contente com isso&#8221;, sublinhou Trump.</P><br />
<P>Um alto funcionário norte-americano citado pela AP, afirmou que Trump tinha ligado ao primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, para o exortar a não retaliar imediatamente ao ataque com mísseis iraniano. O funcionário, que falou sob condição de não ser identificado para descrever uma conversa telefónica privada, disse que Trump acreditava ter convencido Netanyahu a esperar.</P><br />
<P>Trump &#8220;conseguiu que Bibi [Netanyahu] adiasse a resposta por enquanto&#8221;, afirmou o funcionário, que não revelou outros detalhes sobre o telefonema. </P><br />
<P>Não houve qualquer comentário imediato por parte do gabinete de Netanyahu.</P><br />
<P>Os ataques ameaçam ainda mais os esforços para alcançar um cessar-fogo permanente na guerra entre o Irão e os Estados Unidos e aumentam a possibilidade de um regresso a combates intensos, complicando os esforços de mediação para pôr fim à guerra.</P></p>
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