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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Venezuela/Sismo: Número de portugueses e lusodescendentes mortos sobe para 15, revela Governo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 17:20:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Subiu para 15 o número de mortos portugueses e lusodescendentes na sequência dos sismos que atingiram a Venezuela, anunciou hoje, em Beja, o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Subiu para 15 o número de mortos portugueses e lusodescendentes na sequência dos sismos que atingiram a Venezuela, anunciou hoje, em Beja, o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa.</p>
<p>O secretário de Estado falava aos jornalistas, na base aérea de Beja, antes da partida &#8211; prevista entre entre as 19:30 e as 20:00 &#8211; de dois aviões KC-390 da Força Aérea Portuguesa que transportam um total de 64 pessoas.</p>
<p>Seguem ainda a bordo cerca de 23 toneladas de ajuda humanitária, destinada a apoiar as operações de socorro e assistência às populações afetadas, referiu o governante.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782578]]></sapo:autor>
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		<title>Chega vai pedir fiscalização da constitucionalidade da PSU</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 17:19:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O líder do Chega anunciou hoje que o partido vai pedir ao Tribunal Constitucional a fiscalização sucessiva da Prestação Social Única (PSU), por considerar inconstitucional que pessoas com elevada incapacidade por doença tenham de prestar trabalho social.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O líder do Chega anunciou hoje que o partido vai pedir ao Tribunal Constitucional a fiscalização sucessiva da Prestação Social Única (PSU), por considerar inconstitucional que pessoas com elevada incapacidade por doença tenham de prestar trabalho social.</p>
<p>&#8220;O Chega vai pedir, caso não seja possível antes, logo que entre em vigor a legislação, a sua fiscalização abstrata sucessiva ao Tribunal Constitucional nesta questão específica da obrigatoriedade de doentes com cancro, portugueses, serem obrigados a trabalhar para receberem subsídios em Portugal&#8221;, afirmou.</p>
<p>O anúncio foi feito por André Ventura em conferência de imprensa na sede do partido, em Lisboa.</p>
<p>Na quinta-feira, o Parlamento aprovou, na generalidade e em votação final global, a proposta de lei que autoriza o Governo a criar a PSU, após um acordo entre PSD/CDS-PP e PS. O Chega foi um dos partidos que votou contra.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782583]]></sapo:autor>
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		<title>&#8220;O Brexit falhou”: antigo primeiro-ministro britânico quer Reino Unido de volta ao mercado único da UE em cinco anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 17:17:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[John Major]]></category>
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					<description><![CDATA[Antigo líder conservador apelou ao Governo britânico para ser “honesto” com os cidadãos sobre os danos provocados pelo Brexit e defendeu que uma aproximação à Europa deve estar no centro da ação do próximo primeiro-ministro]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O antigo primeiro-ministro britânico John Major defendeu que o Reino Unido deve regressar ao mercado único da União Europeia nos próximos cinco anos, numa crítica dura ao impacto do Brexit e aos responsáveis pela campanha que levou à saída britânica do bloco europeu.</p>
<p>Em entrevista ao &#8216;The Independent&#8217;, a propósito do 10º aniversário do referendo sobre a permanência do Reino Unido na União Europeia, o antigo líder conservador apelou ao Governo britânico para ser “honesto” com os cidadãos sobre os danos provocados pelo Brexit e defendeu que uma aproximação à Europa deve estar no centro da ação do próximo primeiro-ministro.</p>
<p>“O objetivo nos próximos cinco anos deve ser regressar ao mercado único”, afirmou John Major. O antigo chefe do Governo britânico reconheceu, contudo, que esse caminho teria custos políticos e exigiria uma explicação clara ao eleitorado. “Teremos de ser absolutamente honestos com o povo britânico. Se voltarmos ao mercado único, teremos de dizer: estes são os ganhos que propomos e este é o preço que teremos de pagar.”</p>
<p>A adesão ao mercado único implicaria aceitar um conjunto alargado de regras europeias e o regresso da liberdade de circulação de pessoas entre o Reino Unido e a União Europeia, dois pontos que continuam politicamente sensíveis no debate britânico. Ainda assim, Major considera que esse passo seria essencial para reparar a relação com a Europa e poderia abrir caminho, a longo prazo, a um eventual regresso pleno à UE.</p>
<p>Na entrevista, John Major lançou críticas severas aos líderes da campanha pró-Brexit, incluindo Nigel Farage, Boris Johnson e Michael Gove. Recordando a promessa de que o Reino Unido ficaria com “todas as cartas” depois da saída da União Europeia, o antigo primeiro-ministro respondeu: “As únicas cartas que tinham eram cartas de despedimento para pessoas que perderam o emprego.”</p>
<p>Para Major, a ideia de “retomar o controlo” foi apenas um slogan vazio. O antigo primeiro-ministro acusou os defensores do Brexit de terem prometido uma “terra de leite e mel”, mas afirmou que, na prática, milhões de pessoas acabaram prejudicadas.</p>
<p>O antigo líder conservador, que esteve em Downing Street entre 1990 e 1997, defendeu que todos os cidadãos britânicos estão financeiramente pior por causa do Brexit. Major citou análises recentes do Banco de Inglaterra segundo as quais a economia britânica será hoje entre 6% e 8% mais pequena devido à saída da União Europeia.</p>
<p>Mesmo usando a estimativa mais baixa, afirmou, o Reino Unido perdeu cerca de 100 mil milhões de libras, aproximadamente 117 mil milhões de euros, em comércio por ano. Segundo Major, essa perda teria gerado cerca de 40 mil milhões de libras, cerca de 47 mil milhões de euros, em receitas fiscais anuais para o Tesouro britânico. Com essa verba, acrescentou, muitas decisões difíceis e impopulares tomadas nos últimos anos poderiam ter sido evitadas.</p>
<p>John Major criticou ainda as promessas que classificou como “impossíveis” feitas pelos defensores do Brexit, nomeadamente em torno da soberania. “Sabemos quem são os perdedores. São todas as carteiras, todas as bolsas e todos os balanços do país. Só há um país no mundo que é completamente soberano, e esse país é a Coreia do Norte”, afirmou.</p>
<p>O antigo primeiro-ministro disse acreditar que muitos defensores do Brexit sabem, “no seu íntimo”, que a saída da União Europeia falhou. “Se ao fim de dez anos se continua a tentar fazer do Brexit um sucesso, está-se a admitir tacitamente que até agora falhou. Falhou até agora e penso que continuará a falhar”, declarou.</p>
<p>Major disse ainda manter-se “zangado” com a forma como o voto no referendo foi condicionado por promessas sobre as consequências da saída da União Europeia. Para o antigo primeiro-ministro, foi transmitida aos eleitores a ideia de que o país ficaria mais forte e mais soberano, algo que, na sua opinião, não aconteceu.</p>
<p>Apesar de defender uma reaproximação profunda à Europa, John Major reconheceu que não existe uma perspetiva “iminente” de regresso pleno do Reino Unido à União Europeia. Ainda assim, considera que a mudança virá da próxima geração. Segundo o antigo primeiro-ministro, a maioria dos votos a favor da saída veio de eleitores mais velhos, enquanto as gerações mais jovens tendem a ter uma posição mais favorável à Europa.</p>
<p>Major afirmou que 68% dos britânicos consideram hoje que sair da União Europeia foi um erro, contra 32% que mantêm a posição contrária. “Penso que voltaremos à Europa”, disse, embora admita que as negociações seriam difíceis e teriam de ser feitas de forma gradual.</p>
<p>“Teremos de avançar devagar e garantir que todos estão plenamente envolvidos. Por isso, não é cedo demais para começar a defender esse caminho, porque levará muito tempo”, afirmou.</p>
<p>Na mesma entrevista, John Major criticou também o Reform UK, partido liderado por Nigel Farage, acusando-o de oferecer apenas “hostilidade crua” e pouca “positividade”. Para o antigo primeiro-ministro, o partido não oferece inspiração nem esperança e depende sobretudo do tema da imigração.</p>
<p>Major exigiu ainda que Farage esclareça melhor uma doação de cinco milhões de libras, cerca de 5,9 milhões de euros, recebida do milionário britânico Christopher Harborne, ligado ao setor das criptomoedas e residente fora do Reino Unido. O antigo primeiro-ministro afirmou que, por ser uma figura pública que ambiciona chegar ao poder, Farage deve explicar se existem ou não obrigações associadas a esse apoio financeiro.</p>
<p>Para Major, a dimensão da doação justifica escrutínio público. O antigo primeiro-ministro comparou o valor ao rendimento total de cinco vidas de trabalho de cidadãos que recebam cerca de 20 mil libras por ano depois de impostos e contribuições. “Se eu recebesse cinco milhões de libras, acho que me sentiria um pouco obrigado perante o doador. Então, o que se passa?”, questionou.</p>
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		<title>Venezuela/Sismo: Missão portuguesa parte ao fim da tarde de Beja em aviões da Força Aérea</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 17:07:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A missão portuguesa para ajudar nas buscas, salvamento e primeiros socorros após os sismos na Venezuela parte hoje ao fim da tarde de Beja, com os 64 elementos transportados em dois aviões da Força Aérea, anunciou o Governo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A missão portuguesa para ajudar nas buscas, salvamento e primeiros socorros após os sismos na Venezuela parte hoje ao fim da tarde de Beja, com os 64 elementos transportados em dois aviões da Força Aérea, anunciou o Governo.</p>
<p>Em comunicado, o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) refere que Portugal acionou &#8220;a força conjunta nacional para apoiar a missão de busca, salvamento e primeiros socorros na Venezuela na sequência dos sismos que abalaram a região&#8221;.</p>
<p>O MNE avança que está previsto que dois aviões KC-390 da Força Aérea Portuguesa saiam hoje à tarde, entre as 19:30 e as 20:00 (hora apenas indicativa), da Base Aérea N.º 11, em Beja, transportando os 64 elementos que fazem parte da missão portuguesa.</p>
<p>Fazem parte da força conjunta elementos da Unidade Especial de Proteção e Socorro (UEPS) da Guarda Nacional Republicana, da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) e do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), que reúnem &#8220;capacidades especializadas em operações de busca e salvamento, recuperação de vítimas, resposta a catástrofes e apoio médico de emergência&#8221;, segundo o MNE.</p>
<p>O ministério tutelado por Paulo Rangel indica também que seguem a bordo cerca de 23 toneladas de ajuda humanitária, destinada a apoiar as operações de socorro e assistência às populações afetadas.</p>
<p>O MNE refere ainda que a cooperação portuguesa resulta de um esforço de coordenação que envolveu especialmente os ministérios dos Negócios Estrangeiros, da Defesa Nacional, da Administração Interna e da Saúde.</p>
<p>Em declarações à Lusa, o segundo comandante nacional de emergência e proteção civil, José Ribeiro, afirmou que os elementos da missão têm &#8220;muita experiência&#8221; em cenários de sismos.</p>
<p>Segundo José Ribeiro, o planeamento feito para a duração da missão portuguesa foi de 10 dias e mais dois de reserva, tendo sido também o que foi feito pelas forças internacionais que estão no terreno.</p>
<p>Pelo menos nove portugueses e lusodescendentes morreram nos sismos de quarta-feira na Venezuela.</p>
<p>Portugal e outros sete países da União Europeia vão enviar equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</p>
<p>Segundo o último balanço oficial, os dois sismos, de magnitude 7,2 e 7,5, com 38 segundos de intervalo, provocaram pelo menos 589 mortos e 2.980 feridos.</p>
<p>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital, Caracas, e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782567]]></sapo:autor>
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		<title>Barragem de Alvorninha apta a funcionar em pleno 20 anos depois de concluída</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 17:04:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Barragem de Alvorninha, nas Caldas da Rainha, que há duas décadas estava condicionada por problemas de impermeabilização, já pode trabalhar em pleno, informou hoje a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDRLVT).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Barragem de Alvorninha, nas Caldas da Rainha, que há duas décadas estava condicionada por problemas de impermeabilização, já pode trabalhar em pleno, informou hoje a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDRLVT).</p>
<p>A comissão indicou ter concluído o processo que &#8220;permite a entrada em fase de exploração sem restrições da Barragem de Alvorninha&#8221;, localizada na freguesia com o mesmo nome, no concelho das Caldas da Rainha, distrito de Leiria.</p>
<p>A barragem estava concluída desde 2005, mas funcionava há duas décadas com limitações na sua cota de enchimento, devido a problemas de impermeabilização, detetados depois de concluída a estrutura.</p>
<p>A autorização para o funcionamento em pleno &#8220;foi concedida pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA) no dia 01 de junho, na sequência de uma visita de inspeção realizada após o reenchimento da albufeira&#8221;, informou a CCDRLVT em comunicado.</p>
<p>A inspeção foi solicitada pela comissão, enquanto dona da obra, depois de assumir competências na área da Agricultura e Pescas, em 2024, e contou com a intervenção da APA e do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC).</p>
<p>Com esta decisão, a barragem &#8220;passa finalmente a poder desempenhar em pleno as funções para as quais foi projetada, nomeadamente o apoio ao abastecimento de água para rega no aproveitamento hidroagrícola de Alvorninha, com particular importância para os agricultores da região e para a atividade frutícola do Oeste&#8221;.</p>
<p>Com um investimento superior a seis milhões de euros, a barragem e a respetiva rede de rega foram concluídas em 2005, devendo a albufeira conseguir armazenar um volume de 711 mil metros cúbicos de água, numa área inundada de 11,8 hectares.</p>
<p>A barragem deveria ainda permitir um escoamento até 823 mil metros cúbicos num ano, possibilitando que a rede de rega distribuísse água por 127 hectares de terrenos, em benefício de duas centenas de agricultores das freguesias de Alvorninha, Vidais e Salir de Matos, todas no concelho das Caldas da Rainha.</p>
<p>Porém, após o primeiro enchimento, na sequência de uma inspeção realizada pelo LNEC em 2006, foi determinada pelo então Instituto da Água uma limitação à cota de armazenamento da albufeira, que não deveria ultrapassar os 93 metros.</p>
<p>Esta limitação impediu a utilização da infraestrutura em toda a sua capacidade, tendo posteriormente sido desenvolvido um projeto de reforço da cortina de fundação da barragem, aprovado e apoiado no âmbito do PRODER &#8212; Programa de Desenvolvimento Rural.</p>
<p>A conclusão da empreitada, em 2024, permitiu iniciar um novo processo de reenchimento da albufeira, acompanhado pela CCDRLVT, com supervisão técnica e análise periódica dos dados recolhidos.</p>
<p>Em abril deste ano, &#8220;foi concluído o último patamar de enchimento, correspondente ao nível pleno de armazenamento&#8221;, informou hoje o organismo público, explicando &#8220;a água pode ser armazenada na albufeira em condições normais de exploração, garantindo a segurança da infraestrutura e a gestão eficiente dos recursos hídricos&#8221;.</p>
<p>A autorização agora concedida confirma que a Barragem de Alvorninha &#8220;reúne as condições necessárias para funcionar em plena capacidade, reforçando a disponibilidade de água para rega e contribuindo para o desenvolvimento agrícola deste território do Oeste&#8221;, conclui a CCDRLVT.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782516]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsa de Lisboa fecha em baixa e segue tendência negativa da Europa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 17:04:55 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa encerrou hoje em baixa, com o índice PSI a cair 0,23% para 9.136,18 pontos, em linha com a tendência negativa da restante Europa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bolsa de Lisboa encerrou hoje em baixa, com o índice PSI a cair 0,23% para 9.136,18 pontos, em linha com a tendência negativa da restante Europa.</p>
<p>Das 16 cotadas que fazem parte do PSI, 10 desceram e seis subiram.</p>
<p>A liderar as descidas ficou a Semapa, que totalizou menos 1,86% para 21,20 euros.</p>
<p>No resto da Europa, Frankfurt retrocedeu 1,29%, Paris 0,55%, Madrid 0,45% e Londres 0,21%.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782529]]></sapo:autor>
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		<title>Sindicato acusa ANA/VINCI de desrespeitar negociação salarial e admite greve se impasse continuar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 17:02:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em comunicado, o Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroportos (SITAVA) afirma que a atualização salarial "é justa", mas considera "inaceitável" o método seguido pela concessionária dos aeroportos nacionais]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O SITAVA acusou hoje a ANA/VINCI de tentar contornar a negociação coletiva, após uma atualização salarial por ato de gestão, e admitiu greve se o impasse no acordo de empresa continuar.</p>
<p>Em comunicado, o Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroportos (SITAVA) afirma que a atualização salarial &#8220;é justa&#8221;, mas considera &#8220;inaceitável&#8221; o método seguido pela concessionária dos aeroportos nacionais.</p>
<p>&#8220;A ANA Aeroportos anunciou ontem [quinta-feira] em comunicado que decidiu implementar, por ato de gestão, uma atualização salarial para os seus trabalhadores&#8221;, refere o SITAVA, sustentando que os trabalhadores &#8220;merecem esta atualização e muito mais&#8221;.</p>
<p>Contactado pela Lusa para esclarecer o valor em causa, fonte oficial do SITAVA disse desconhecer o montante do aumento salarial decidido pela empresa.</p>
<p>Questionada sobre a possibilidade de greve, a mesma fonte oficial adiantou que, nesta fase, não. &#8220;Mas se o impasse na negociação do acordo de empresa (AE) se mantiver, tudo pode acontecer&#8221;, afirmou.</p>
<p>Para o sindicato, o anúncio revela &#8220;o profundo desprezo da ANA/VINCI pelos trabalhadores, pelos sindicatos e pelo próprio processo negocial&#8221;.</p>
<p>No mesmo comunicado, o SITAVA afirma ter enviado à empresa propostas de atualização salarial no início do ano e diz que, perante a &#8220;total ausência de resposta&#8221;, decidiu desencadear um processo na Direção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho (DGERT).</p>
<p>Segundo a estrutura sindical, a empresa &#8220;em vez de assumir as responsabilidades a que estava obrigada, fugiu ao processo, atrasou tudo o que pôde, apresentou justificações que enganaram o Governo e tentou transformar uma obrigação negocial num mero ritual burocrático&#8221;.</p>
<p>&#8220;Agora, depois de meses de recusa à negociação, a ANA/VINCI aparece com um ato de gestão como se estivesse a fazer um favor aos trabalhadores. Não está&#8221;, acusa o sindicato.</p>
<p>O SITAVA considera que a empresa está a tentar &#8220;esvaziar o papel dos sindicatos&#8221;, &#8220;contornar a negociação coletiva&#8221; e &#8220;a impor unilateralmente aquilo que deveria resultar de um acordo digno, transparente e equilibrado&#8221;.</p>
<p>No comunicado, o sindicato acusa ainda a ANA/VINCI de seguir uma estratégia de &#8220;atrasar processos&#8221;, &#8220;desrespeitar interlocutores&#8221; e &#8220;ignorar a lei quando convém&#8221;.</p>
<p>O SITAVA diz que continuará a denunciar a postura da empresa e a defender que a negociação coletiva &#8220;não é um obstáculo&#8221;, mas &#8220;um pilar fundamental das relações laborais num Estado democrático&#8221;.</p>
<p>A ANA &#8212; Aeroportos de Portugal gere os aeroportos de Lisboa, Porto, Faro, Madeira, Porto Santo, Ponta Delgada, Santa Maria, Horta e Flores, bem como o Terminal Civil de Beja.</p>
<p>A concessionária passou a integrar a VINCI Airports em 2013, na sequência do processo de privatização.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782542]]></sapo:autor>
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		<title>Livre/Congresso: Tavares nega afastamento e defende necessidade de novas &#8220;caras e vozes&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 16:58:36 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Rui Tavares]]></category>
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					<description><![CDATA[O porta-voz do Livre Rui Tavares negou hoje que a saída do cargo signifique um afastamento, acreditando que será "mais útil" ao partido na estratégia e "formação de lideranças" e realçando a necessidade de surgirem novas "caras e vozes".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O porta-voz do Livre Rui Tavares negou hoje que a saída do cargo signifique um afastamento, acreditando que será &#8220;mais útil&#8221; ao partido na estratégia e &#8220;formação de lideranças&#8221; e realçando a necessidade de surgirem novas &#8220;caras e vozes&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;[A saída do cargo de porta-voz] não significa um afastamento, significa uma redistribuição do jogo dentro da equipa e a assunção de funções e de responsabilidades que são novas, mas que não deixam de ser centrais&#8221;, defendeu Rui Tavares, em entrevista à agência Lusa, a primeira desde que foi noticiada a sua saída do cargo de porta-voz do partido. </P><br />
<P>Depois de um período de quatro anos à frente do Livre como co-porta-voz, numa liderança partilhada primeiro com Teresa Mota e depois com Isabel Mendes Lopes, Rui Tavares deixará o cargo na 17.ª reunião magna do partido, agendada para julho, em Sintra, continuando como deputado no Parlamento.</P><br />
<P>Isabel Mendes Lopes recandidata-se ao cargo, mas desta vez propõe-se a partilhá-lo com Jorge Pinto, deputado e candidato às eleições presidenciais de janeiro.</P><br />
<P>Na lista ao Grupo de Contacto (direção), Rui Tavares surge em terceiro lugar, mantendo-se no órgão, mas com o pelouro da &#8220;estratégia, comunicação e formação&#8221;.</P><br />
<P>Depois de assinalar que não queria deixar de ser porta-voz por imposição de limite de mandatos na direção &#8212; uma vez que vai desempenhar o seu terceiro mandato neste órgão, número máximo definido pelos estatutos do partido &#8212; Tavares disse ter manifestado internamente a sua preferência por outras funções, que ajudassem a pensar o Livre, &#8220;não só nos próximos dois anos, mas também nos próximos 10 ou 20&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O campo progressista em Portugal, e o Livre em particular, vai precisar que as pessoas conheçam várias caras, conheçam várias vozes e mantenham a confiança de que há um alinhamento, em termos ideológicos, e que há uma consistência naquilo que estamos a fazer&#8221;, sublinhou. </P><br />
<P>O fundador disse acreditar que será &#8220;mais útil&#8221; ao partido num cargo de definição de estratégia a longo prazo e &#8220;formação de lideranças&#8221;, com vários objetivos, desde logo &#8220;fazer crescer o Livre para que possa haver uma governação progressista em Portugal&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Aquilo que o Livre pode e tem que fazer é a formação de lideranças e de protagonismos que permitam à esquerda crescer e que nos permitam derrotar a deriva para uma direita radicalizada que temos vindo a ver nos últimos tempos&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Rui Tavares realçou que a liderança do partido continua a ser &#8220;coletiva&#8221; e que a novidade na lista apresentada é a da atribuição de &#8220;pelouros&#8221;, nos quais se inclui a criação do cargo de &#8220;secretário-geral&#8221;, ao qual se candidata Tomás Cardoso Pereira.</P><br />
<P>Apesar de reconhecer que &#8220;visto de fora&#8221; é tido em conta como a figura central do partido, o deputado lembrou que tanto Isabel Mendes Lopes como Jorge Pinto estão no Livre desde a sua fundação e integraram direções em momentos nos quais foi preciso afirmar o partido &#8212; como na polémica com Joacine Katar Moreira, que passou a deputada não inscrita em 2020.</P><br />
<P>Questionado sobre as expectativas que tem numa liderança partilhada entre Jorge Pinto e Isabel Mendes Lopes, o historiador começou por sublinhar que a também líder parlamentar é &#8220;uma pessoa extraordinária&#8221; com &#8220;enorme dedicação à causa pública&#8221;.</P><br />
<P>Já sobre Jorge Pinto, Rui Tavares destacou a sua &#8220;cultura política&#8221;, &#8220;grande capacidade comunicacional&#8221; e &#8220;enorme generosidade&#8221;.</P><br />
<P>Nos últimos quatro anos, Rui Tavares foi eleito deputado único pelo Livre em 2022, marcando o regresso do partido ao parlamento depois da estreia com Joacine Katar Moreira, e desde então o partido foi aumentando a sua representação parlamentar e ganhando mais espaço à esquerda.</P><br />
<P>Atualmente, conta com uma bancada de seis deputados e registou o seu melhor resultado de sempre em legislativas no ano passado.</P><br />
<P>Com 53 anos, Rui Tavares nasceu em Lisboa, é historiador e já desempenhou funções como eurodeputado entre 2009 e 2014, eleito como independente pelas listas do BE.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782549]]></sapo:autor>
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		<title>Novo OMODA 7 SHS-P promete 90 km elétricos e mais de 1.200 km de autonomia por menos de 45 mil euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 16:47:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Posicionado entre o OMODA 5 e o OMODA 9 SHS-P, o novo modelo foi desenvolvido para clientes que procuram uma proposta versátil para utilização diária, mas também capaz de responder a viagens de longo curso]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A OMODA reforçou a sua ofensiva no segmento dos SUV eletrificados com o lançamento do novo OMODA 7 SHS-P, um modelo híbrido plug-in que combina tecnologia, eficiência e uma nova linguagem de design. Disponível em Portugal na versão Premium, o novo SUV tem um preço de 44.900 euros.</p>
<p>Posicionado entre o OMODA 5 e o OMODA 9 SHS-P, o novo modelo foi desenvolvido para clientes que procuram uma proposta versátil para utilização diária, mas também capaz de responder a viagens de longo curso. Para isso, combina uma autonomia elétrica até 90 quilómetros com uma autonomia total superior a 1.200 quilómetros.</p>
<p>O OMODA 7 SHS-P mede 4.660 mm de comprimento, 1.875 mm de largura e 1.670 mm de altura, com uma distância entre eixos de 2.720 mm. A silhueta robusta e equilibrada é marcada pela filosofia de design “Art in Motion”, com grelha frontal paramétrica sem moldura, assinatura luminosa avançada, puxadores semi-embutidos e perfil fastback.</p>
<p>Na fase de lançamento em Portugal, o SUV estará disponível apenas no nível de equipamento Premium. A bordo, aposta numa experiência digital avançada, com painel de instrumentos de 8,88 polegadas, Head-Up Display e um ecrã central deslizante de 15,6 polegadas com resolução 2.5K, tecnologia que, segundo a marca, chega pela primeira vez ao mercado português num automóvel.</p>
<p>O sistema digital é suportado por um processador Qualcomm Snapdragon 8155, com 12 GB de memória e 128 GB de armazenamento, concebido para garantir maior rapidez, fluidez e estabilidade na utilização das funções de bordo. O modelo inclui ainda controlo por voz inteligente de quatro zonas.</p>
<p>O conforto é outro dos argumentos do novo OMODA 7 SHS-P. O SUV oferece espaço para cinco ocupantes, bancos dianteiros aquecidos, climatização automática bi-zona, isolamento acústico reforçado e uma bagageira com 537 litros de capacidade, que pode aumentar até 1.294 litros com os bancos traseiros rebatidos.</p>
<p>A tecnologia híbrida plug-in SHS combina um motor 1.5 TGDI DHE de quinta geração, uma transmissão híbrida dedicada DHT e uma bateria de 18,4 kWh. O conjunto desenvolve 205 kW, o equivalente a 279 cv, e 365 Nm de binário máximo.</p>
<p>Em termos de desempenho, o OMODA 7 SHS-P acelera dos 0 aos 100 km/h em 8,4 segundos e atinge uma velocidade máxima de 180 km/h. O consumo homologado em ciclo combinado WLTP é de 2,3 l/100 km.</p>
<p>O carregamento pode ser feito em corrente alternada até 6,6 kW ou em corrente contínua até 40 kW. Neste último caso, a bateria pode passar dos 30% aos 80% em menos de 20 minutos. O modelo inclui ainda tecnologia V2L, que permite fornecer energia a equipamentos externos até 3,3 kW, transformando o automóvel numa fonte de energia móvel.</p>
<p>Na segurança, o novo SUV integra uma carroçaria composta por 72,1% de aço de alta resistência e 19 sistemas avançados de assistência à condução de série. Entre eles estão Travagem Autónoma de Emergência, Cruise Control Adaptativo, Monitorização de Ângulo Morto, Alerta de Tráfego Cruzado Traseiro, Assistente de Manutenção da Faixa de Rodagem e Monitorização da Fadiga do Condutor.</p>
<p>O OMODA 7 SHS-P apresenta uma garantia mecânica de sete anos ou 150.000 quilómetros. A bateria tem garantia de oito anos ou 160.000 quilómetros.</p>
<p>Com o novo SUV híbrido plug-in, a OMODA procura reforçar a sua presença no mercado português, combinando autonomia elétrica para o dia a dia, capacidade para viagens longas, digitalização avançada e uma proposta de equipamento alargado no segmento dos SUV eletrificados.</p>

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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782541]]></sapo:autor>
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		<title>Petróleo caiu a pique, mas os combustíveis não mexem: porque Portugal paga até 40 cêntimos a mais do que Espanha?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 16:33:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Mafalda Trigo]]></category>
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					<description><![CDATA[Brent recuou e chegou a ser negociado abaixo dos valores pré-guerra mas os preços dos combustíveis vão ficar inalterados nos postos de abastecimento nacionais. Especialista explica os fatores que travam a descida.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de três semanas consecutivas de descidas, os preços dos combustíveis deverão chegar à próxima semana <a href="https://executivedigest.sapo.pt/queda-do-petroleo-nao-chega-as-bombas-gasoleo-e-gasolina-mantem-precos-na-proxima-semana/">praticamente sem mexidas</a>. A expectativa de uma nova descida mais expressiva foi travada, apesar de o Brent ter recuado e chegado a negociar abaixo dos 75 dólares por barril, regressando a valores anteriores ao agravamento da tensão no Médio Oriente.</p>
<p>A Executive Digest apurou que a orientação para a próxima semana aponta para uma descida no preço do gasóleo inferior a meio cêntimo por litro e para uma subida da gasolina 95 na mesma ordem de grandeza, também abaixo de meio cêntimo. Nos postos de marca própria, normalmente associados a hipermercados, a tendência é semelhante: desvalorização de 0,0014 euros no gasóleo e subida de 0,0021 euros na gasolina 95.</p>
<p>Assim, o preço médio por litro deverá fixar-se em 1,768 euros no gasóleo e 1,879 euros na gasolina 95, valores que ainda poderão ser alterados caso o Governo decida mexer no ISP. Na prática, o gasóleo deverá manter o preço, depois de três semanas de descidas, enquanto a gasolina 95 deverá registar uma subida praticamente residual, também depois de três semanas de ligeiras reduções.</p>
<p>A ausência de uma descida mais visível surge como surpresa, uma vez que o preço do petróleo Brent, referência para a Europa, chegou na quarta-feira, a cair abaixo dos 75 dólares por barril. Pelas 13h10, hora de Lisboa, o Brent do Mar do Norte para entrega em agosto descia 3,05%, para 74,73 dólares. Já o West Texas Intermediate, referência nos Estados Unidos, recuava 2,94%, para 71,06 dólares.</p>
<p>Mas, segundo Mafalda Trigo, vice-presidente da ANAREC — Associação Nacional de Revendedores de Combustíveis —, a descida do Brent não foi suficiente para gerar uma alteração relevante nos preços finais. “Embora tenha descido um bocadinho o Brent relativamente à semana passada, a diferença não foi muito e, portanto, optaram por fazer uma estabilização dos preços”, explica à &#8216;Executive Digest&#8217;.</p>
<p>A responsável lembra que o preço dos combustíveis não depende apenas da cotação internacional do petróleo. “É preciso terem atenção que o preço do combustível não é só as cotações internacionais. Tem também os aditivos. Há muitos aditivos que são colocados no combustível, aditivos esses que aumentaram de uma forma muito diferencial e que ainda não se faz refletir abaixo”, sublinha.</p>
<p>Mafalda Trigo insiste que o combustível “não é só feito de petróleo puro” e que há uma série de componentes adicionais que continuam a pesar no preço final. “Para além das cotações internacionais, o combustível não é só feito de petróleo puro, tem uma série de aditivos de vários níveis e o preço desses aditivos, infelizmente, ainda não baixou. E não será para baixar tão cedo”, acrescenta.</p>
<p>O problema não se limita aos combustíveis. A vice-presidente da ANAREC aponta também dificuldades no mercado dos lubrificantes, onde há não só preços elevados, mas também falhas de disponibilidade. “Temos um problema bastante complicado em termos dos preços de lubrificantes, em que, para além do preço estar elevadíssimo, neste momento há falhas aditivas e, portanto, estamos com muitas contingências em termos de disponibilidade de produto”, afirma.</p>
<p>A responsável dá mesmo um exemplo concreto de racionamento no fornecimento. “Não é só o preço. Estamos a falar de algumas situações em que não há aditivos suficientes para fazer face à procura e estamos a ser rateados. Imaginemos que mandamos vir 100 tambores e entregam-nos 10”, explica. Embora os aditivos dos combustíveis e dos lubrificantes não sejam exatamente os mesmos, Mafalda Trigo sublinha que existem situações paralelas e pressões semelhantes na cadeia de abastecimento.</p>
<p><strong>Diferença dos combustíveis no outro lado da fronteira &#8220;é chocante&#8221;</strong></p>
<p>A estabilização dos preços em Portugal contrasta com a diferença que continua a verificar-se face a Espanha. No mais recente boletim da Comissão Europeia, Portugal surge em sexto lugar entre os países da União Europeia com a gasolina 95 mais cara, 12,1 cêntimos acima da média europeia e 42,2 cêntimos acima do preço praticado em Espanha. No gasóleo simples, Portugal ocupa a nona posição entre os mais caros, 24,2 cêntimos acima do preço espanhol e 4,9 cêntimos acima da média europeia.</p>
<p>Questionada sobre esta diferença, Mafalda Trigo não hesita em classificá-la como “chocante”. Para a vice-presidente da ANAREC, o principal problema está na fiscalidade. “É uma situação antiga para nós solicitarmos ao Governo uma mexida nos impostos que são pagos pelo combustível. Sessenta por cento do preço do combustível são impostos. Para lhe dar uma ideia, se o combustível tiver dois euros, 1,20 euros são impostos”, afirma.</p>
<p>Os dados ajudam a explicar a dimensão do problema. Antes de impostos, a gasolina e o gasóleo até são mais caros em Espanha do que em Portugal: 968,28 euros e 1.068,62 euros por mil litros, respetivamente, contra 904,66 euros e 936,26 euros em Portugal. Mas, depois de aplicada a carga fiscal, a situação inverte-se de forma expressiva: em Portugal, a gasolina passa para 1.882 euros por mil litros e o gasóleo para 1.779 euros, enquanto em Espanha ficam nos 1.460,01 euros e 1.538,48 euros. Ou seja, a diferença não está no produto antes de impostos, mas sobretudo na fiscalidade aplicada à bomba.</p>
<p>Por isso, a responsável lembra ainda que Espanha mantém uma carga fiscal mais baixa sobre os combustíveis, agravando a perda de competitividade dos postos portugueses nas zonas de fronteira. Segundo Mafalda Trigo, os postos junto à fronteira estão, nas palavras dos próprios proprietários, “às moscas”, porque muitos consumidores preferem andar mais um ou dois quilómetros e abastecer do outro lado.</p>
<p>“Abastecem com entre 40 e 50 cêntimos mais barato. Quem é que vai abastecer deste lado?”, questiona. Para a ANAREC, a solução passa por uma redução da carga fiscal em Portugal. A associação defende que o Estado poderia receber menos por litro, mas compensar essa perda com um aumento significativo do volume abastecido em território nacional.</p>
<p>“O que não é abastecido cá rende zero”, resume Mafalda Trigo. A associação insiste que uma descida dos impostos poderia recuperar consumidores que hoje atravessam a fronteira para abastecer em Espanha e, no final, aumentar a receita global obtida com os combustíveis. Até agora, conclui, o Governo não deu resposta a essa reivindicação.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782513]]></sapo:autor>
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		<title>Sem ar condicionado e com edifícios pouco preparados: onda de calor avança para leste e ameaça hospitais, escolas e transportes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 16:17:53 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As previsões apontam para uma subida acentuada das temperaturas na Europa Central nos próximos dias.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Depois de dias de calor recorde em vários países da Europa Ocidental, a onda de calor que tem atingido o continente deverá deslocar-se para leste, levando temperaturas próximas dos 40 °C a países habitualmente mais frios e menos preparados para fenómenos extremos deste tipo.</p>
<p class="isSelectedEnd">As previsões apontam para uma subida acentuada das temperaturas na Europa Central nos próximos dias, com especialistas a alertarem para a pressão sobre hospitais, escolas, serviços de emergência, trabalhadores ao ar livre e redes ferroviárias.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na Europa Ocidental, a atual vaga de calor já provocou perturbações significativas. Em França, as mortes por afogamento aumentaram, numa altura em que muitos cidadãos procuram refrescar-se em rios e canais. Milhares de casas ficaram também sem eletricidade depois de o calor intenso ter provocado um incidente no departamento de Finistère, no noroeste do país.</p>
<p class="isSelectedEnd">França registou esta terça-feira o dia mais quente desde o início das medições. O serviço meteorológico Météo-France registou 44,3 °C em Possos, enquanto várias regiões em alerta vermelho enfrentaram máximas inéditas.</p>
<p class="isSelectedEnd">No Reino Unido, as autoridades preparam-se para temperaturas que podem chegar aos 38 °C. O país já tinha registado o dia de junho mais quente de sempre, com os termómetros a atingirem 36,1 °C. Centenas de escolas encerraram devido a receios sobre a segurança dos alunos em edifícios sobreaquecidos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em Espanha, as temperaturas deverão descer ligeiramente, depois de dias em que o sul da Andaluzia enfrentou máximas de 44 °C. Ainda assim, o calor deverá continuar a fazer-se sentir.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Onda de calor desloca-se para leste</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Os meteorologistas alertam agora que a cúpula atmosférica que tem aquecido a Europa Ocidental deverá deslocar-se para leste, atingindo países menos habituados a calor extremo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo as previsões mais recentes da WFY24, as temperaturas deverão chegar aos 40 °C em Budapeste e aos 39 °C em Praga durante o fim de semana, valores cerca de 15 °C acima da média para um dia de junho.</p>
<p class="isSelectedEnd">Bratislava, na Eslováquia, poderá atingir os 39 °C, cerca de 17 °C acima da média diária, enquanto a planície do Danúbio, na Bulgária, poderá chegar aos 41 °C este domingo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Estas regiões deverão também enfrentar noites tropicais, uma designação usada quando a temperatura não desce abaixo dos 20 °C num período de 24 horas. Este fator agrava os riscos para a saúde, porque impede o corpo de recuperar durante a noite.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Porque é que a Europa Central está menos preparada?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A onda de calor já causou perturbações e mortes na Europa Ocidental, apesar dos esforços feitos nos últimos anos por países mediterrânicos para se adaptarem melhor a temperaturas extremas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Espanha, por exemplo, dispõe atualmente de uma das maiores redes de abrigos climáticos do mundo, espaços criados para permitir que comunidades vulneráveis se refresquem e se hidratem. O país também introduziu mudanças nas condições de trabalho ao ar livre, com o objetivo de reforçar a proteção dos trabalhadores, enquanto a tradição da sesta ajuda a evitar a exposição durante as horas mais quentes do dia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em França, Paris tem tentado combater o efeito de ilha de calor urbana, fenómeno que faz com que as cidades permaneçam mais quentes do que as zonas rurais. A capital francesa tem removido betão e asfalto que retêm calor e, segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza, plantou mais de 100 mil árvores desde 2020, incluindo 40 mil no inverno de 2023, criando mais sombra em espaço urbano.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na Europa Central e de Leste, porém, a adaptação é menor, em parte porque estes países têm historicamente climas mais frios. A combinação de edifícios antigos, blocos de habitação em betão e pouca climatização torna várias cidades particularmente vulneráveis.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Os núcleos de alvenaria anteriores à guerra e os blocos de painéis de betão da era comunista na Europa Central têm uma massa térmica muito elevada, mas nunca foram concebidos para dissipar o calor do verão”, explicou à Euronews Earth Ioanna Vergini, fundadora da WFY24.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a especialista, estes edifícios, muitas vezes com pouca sombra, ventilação limitada e sem sistemas de arrefecimento, absorvem calor durante o dia e libertam-no para o interior durante a noite. Os apartamentos nos pisos superiores são os mais afetados, e os blocos pré-fabricados são repetidamente identificados como alguns dos tipos de habitação mais vulneráveis ao calor na região.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Pouco ar condicionado e noites demasiado quentes</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O ar condicionado, que pode ser essencial durante episódios de calor extremo, é muito menos comum na Europa Central do que nos destinos mais soalheiros do Mediterrâneo. A diferença é visível mesmo quando comparada com países onde a instalação de ar condicionado continua relativamente baixa, como França.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Para a maioria das famílias da Europa Central, o único alívio é abrir uma janela à noite, precisamente o alívio que este episódio retira”, afirmou Ioanna Vergini.</p>
<p class="isSelectedEnd">As noites tropicais impedem que as casas arrefeçam depois do pôr do sol e reduzem a capacidade de recuperação do organismo. A especialista sublinha que as noites quentes são, por si só, um fator de mortalidade associado às ondas de calor na Europa, a par dos picos de temperatura durante o dia.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Investigação recente aponta precisamente para estes episódios combinados de calor diurno e noturno como os mais perigosos”, acrescentou.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Hospitais, escolas e transportes sob pressão</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A Bulgária, a Hungria e a Chéquia enfrentam agora o risco de forte pressão sobre hospitais e serviços de emergência, que normalmente registam aumento da procura durante períodos de calor intenso.</p>
<p class="isSelectedEnd">Tal como aconteceu no Reino Unido, escolas e instituições públicas sem infraestruturas de arrefecimento poderão ser obrigadas a encerrar ou a alterar horários de funcionamento.</p>
<p class="isSelectedEnd">A agricultura, a construção e a rede ferroviária estão entre os setores mais expostos. “O trabalho na construção e na agricultura nas planícies do Danúbio, juntamente com a rede ferroviária, são os pontos habituais de pressão operacional”, alertou Vergini.</p>
<p>O calor pode obrigar à imposição de limites de velocidade nos comboios e aumentar o risco de deformação dos carris à medida que a temperatura das linhas sobe. Segundo a especialista, vários operadores ferroviários da Europa Central já sinalizaram medidas relacionadas com o calor durante este episódio.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782522]]></sapo:autor>
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		<title>Mais um bebé morre dentro de carro em França durante onda de calor: é o quarto caso fatal esta semana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 16:03:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um bebé de 18 meses morreu em França depois de ter sido encontrado inconsciente dentro de um carro sobreaquecido, em Marselha, durante a onda de calor que atinge o país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Um bebé de 18 meses morreu em França depois de ter sido encontrado inconsciente dentro de um carro sobreaquecido, em Marselha, durante a onda de calor que atinge o país. Segundo o hospital, citado pela Euronews, a criança foi localizada na terça-feira, no parque de estacionamento do campus médico de La Timone, onde terá sido deixada por um dos progenitores enquanto este ia trabalhar.</p>
<p class="isSelectedEnd">O bebé foi encontrado com sinais de hipertermia e transportado em estado crítico para o serviço de pediatria do hospital La Timone, em Marselha. A morte foi anunciada esta sexta-feira, embora ainda não seja conhecido o momento exato em que a criança morreu.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na terça-feira, dia em que o bebé foi encontrado, as temperaturas em Marselha chegaram aos 33 °C. O departamento de Bouches-du-Rhône encontrava-se sob alerta laranja devido à onda de calor.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Quarta morte de uma criança em França esta semana</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Este é já o quarto caso de morte de uma criança em França, esta semana, associado ao calor e a veículos. Antes do caso de Marselha, tinha sido registada uma morte em Val-d’Oise, na quinta-feira, e duas mortes em Carpentras, na segunda-feira.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em Saint-Gratien, no departamento de Val-d’Oise, perto de Paris, uma criança de três anos morreu depois de ficar presa dentro de um carro durante o calor extremo. Segundo o procurador de Pontoise, o menino terá entrado no veículo da família enquanto o pai pensava que estava a dormir a sesta. A criança acabou por não conseguir sair devido ao bloqueio de segurança infantil.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na segunda-feira, foram encontrados os corpos de duas crianças, de dois e quatro anos, dentro do carro da família num parque de estacionamento residencial em Carpentras, no sul de França. As autoridades admitem que as crianças tenham entrado no veículo depois de se afastarem da vigilância da mãe e tenham ficado presas no interior.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Universidade manifesta pesar e apoio a testemunhas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A Universidade de Aix-Marseille, à qual pertence o campus de La Timone, lamentou a morte do bebé e anunciou apoio psicológico para funcionários e testemunhas afetados pelo caso.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Foi com profunda tristeza que tomámos conhecimento do trágico acontecimento ocorrido no campus de Timone. Apresentamos as nossas mais sinceras condolências à família e aos entes queridos da vítima. Manifestamos também o nosso apoio a todos os que testemunharam ou foram afetados por este trágico acontecimento”, afirmou Éric Berton, presidente da Universidade de Aix-Marseille, numa declaração enviada à AFP.</p>
<p class="isSelectedEnd">A instituição criou uma unidade de aconselhamento e apoio psicológico para funcionários e testemunhas.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Investigação aberta para apurar circunstâncias</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O Ministério Público abriu uma investigação para determinar as circunstâncias da morte da criança em Marselha. O caso foi entregue à divisão territorial de criminalidade.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com relatos citados pela comunicação social, um dos progenitores da criança poderá ter-se esquecido do bebé dentro do carro depois de se dirigir para o trabalho no campus.</p>
<p>A morte ocorre num momento em que França enfrenta uma forte onda de calor, com várias regiões sob alerta e temperaturas elevadas a aumentar os riscos para os grupos mais vulneráveis, incluindo crianças pequenas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782514]]></sapo:autor>
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		<title>Sismo na Venezuela: MEO oferece chamadas e apoia missão portuguesa de salvamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 15:45:20 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[MEO]]></category>
		<category><![CDATA[sismo]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[Até 5 de julho, os clientes MEO em Portugal poderão fazer chamadas gratuitas para a Venezuela]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A MEO vai disponibilizar comunicações gratuitas entre Portugal e a Venezuela na sequência do sismo que atingiu o país, avançando com medidas excecionais para facilitar o contacto entre familiares e amigos num momento de emergência.</p>
<p>Até 5 de julho, os clientes MEO em Portugal poderão fazer chamadas gratuitas para a Venezuela. A medida pretende ajudar a comunidade venezuelana residente em Portugal e os cidadãos que precisam de contactar familiares, amigos ou redes de proximidade nas regiões afetadas.</p>
<p>A operadora vai também garantir comunicações em roaming sem custos adicionais aos clientes MEO que se encontrem na Venezuela. A medida abrange chamadas para Portugal e para a Venezuela, bem como dados móveis, permitindo manter as ligações num contexto em que o contacto com familiares e serviços essenciais pode ser determinante.</p>
<p>A empresa alerta, contudo, para a necessidade de utilização responsável das comunicações. A MEO lembra que situações de crise colocam pressão acrescida sobre as infraestruturas de telecomunicações e apela aos clientes para que privilegiem contactos essenciais e evitem consumos desnecessários, de forma a preservar a disponibilidade das redes para serviços críticos e de emergência.</p>
<p>Além das medidas dirigidas aos clientes, a MEO vai apoiar diretamente as operações de resposta da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil no terreno, através da disponibilização de equipamentos de comunicação destinados às equipas de salvamento que vão integrar a missão portuguesa na Venezuela.</p>
<p>Com esta iniciativa, a operadora afirma o objetivo de colocar a tecnologia e a conectividade ao serviço das pessoas, garantindo que, em situações de emergência, as comunicações continuam a desempenhar um papel essencial na aproximação entre comunidades e no apoio às populações afetadas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782499]]></sapo:autor>
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		<title>Matou seis pessoas e feriu mais de 300: autor do atropelamento em Magdeburgo condenado a prisão perpétua</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 15:42:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Magdeburgo]]></category>
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					<description><![CDATA[Arguido, um psiquiatra saudita de 51 anos, ouviu a sentença algemado, numa cela instalada num tribunal construído especialmente para o julgamento]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um tribunal alemão condenou esta sexta-feira um cidadão saudita a prisão perpétua pelo homicídio de seis pessoas e por ferir mais de 300 num atropelamento em massa ocorrido no mercado de Natal de Magdeburgo, no leste da Alemanha, no final de 2024.</p>
<p>Segundo o &#8216;El Mundo&#8217;, o tribunal considerou o crime de Taleb Jawad al-Abdulmohsen de gravidade excecional, uma decisão que torna altamente improvável uma eventual libertação antecipada. O arguido, um psiquiatra saudita de 51 anos, ouviu a sentença algemado, numa cela instalada num tribunal construído especialmente para o julgamento.</p>
<p>O ataque aconteceu a 20 de dezembro de 2024, numa sexta-feira em que o mercado de Natal da Praça do Mercado Velho, em Magdeburgo, estava cheio de visitantes. Taleb Jawad al-Abdulmohsen conduziu um BMW X3, um SUV com mais de 340 cavalos, contra a multidão. As autoridades estimam que o veículo tenha atingido uma velocidade próxima dos 50 km/h.</p>
<p>O atropelamento provocou a morte de seis pessoas: um rapaz de nove anos e cinco mulheres com idades entre os 45 e os 75 anos. Mais de 300 pessoas ficaram feridas, num dos ataques mais graves ocorridos na Alemanha nos últimos anos.</p>
<p>O caso alimentou o debate sobre imigração no país, mas as autoridades alemãs sublinharam o perfil islamofóbico do condenado. Nas redes sociais, Taleb Jawad al-Abdulmohsen tinha manifestado hostilidade em relação ao Islão e demonstrado simpatia pelo partido de extrema-direita Alternativa para a Alemanha.</p>
<p>O condenado tinha chegado à Alemanha como refugiado em 2006 e já tinha sido multado anteriormente por ameaças. Defendia que as autoridades alemãs não protegiam suficientemente os sauditas que fugiam do país por razões religiosas ou políticas e acusava o Estado alemão de ser demasiado generoso com refugiados muçulmanos do Médio Oriente.</p>
<p>Durante os oito meses de julgamento, o arguido fez comentários confusos, por vezes marcados por teorias da conspiração, e chegou a fazer greve de fome. Admitiu ter planeado o ataque e conduzido o veículo, que tinha alugado, mas negou ter atropelado intencionalmente as pessoas que se encontravam no mercado.</p>
<p>O Ministério Público contestou essa versão e sublinhou a ausência de arrependimento. O procurador Matthias Böttcher afirmou que o arguido não demonstrou “nenhum remorso” ao longo do processo.</p>
<p>Um psiquiatra diagnosticou-lhe uma perturbação narcisista da personalidade, mas a perícia concluiu que Taleb Jawad al-Abdulmohsen era penalmente responsável. O tribunal acompanhou essa avaliação e aplicou-lhe a pena máxima prevista, agravada pela especial gravidade dos crimes.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782493]]></sapo:autor>
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		<title>Calor extremo já afeta um em cada cinco trabalhadores na UE: quais são os setores mais expostos?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 15:29:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[calor extremo]]></category>
		<category><![CDATA[estado do tempo]]></category>
		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[Os setores mais vulneráveis são aqueles em que o trabalho é feito ao ar livre ou em ambientes interiores já naturalmente quentes]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O calor extremo está a tornar-se um dos riscos profissionais ligados às alterações climáticas que mais cresce na União Europeia. Um em cada cinco trabalhadores europeus está exposto a temperaturas elevadas no local de trabalho, segundo dados da Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho citados pela &#8216;Euronews&#8217;.</p>
<p>Os setores mais vulneráveis são aqueles em que o trabalho é feito ao ar livre ou em ambientes interiores já naturalmente quentes. Agricultura, construção, transportes, indústria transformadora, serviços de emergência e turismo estão entre as áreas onde as vagas de calor têm maior impacto na saúde dos trabalhadores e na produtividade das empresas.</p>
<p>A agricultura surge recorrentemente como o setor mais exposto. Os trabalhadores agrícolas passam longos períodos sob luz solar direta, muitas vezes a realizar tarefas fisicamente exigentes, o que aumenta ainda mais a temperatura corporal. Na construção, o risco é semelhante: muitas horas ao ar livre, trabalho manual pesado e, frequentemente, equipamento ou vestuário de proteção que dificulta o arrefecimento do corpo.</p>
<p>Os números mostram a dimensão do problema. De acordo com o Inquérito Europeu às Condições de Trabalho de 2024, da Eurofound, 68% dos trabalhadores agrícolas e 52% dos trabalhadores da construção dizem estar expostos a temperaturas elevadas durante, pelo menos, um quarto do tempo de trabalho. A exposição também é significativa na indústria e nos transportes, ambos com 33%.</p>
<p>A tendência tem vindo a agravar-se. A proporção de trabalhadores europeus expostos a temperaturas elevadas entre um quarto e três quartos do tempo de trabalho subiu de 13% em 1995 para 21% em 2024. O que antes era um risco mais limitado a algumas profissões tornou-se, com o aumento das temperaturas, uma ameaça cada vez mais comum no mercado de trabalho europeu.</p>
<p>A exposição varia mais por profissão do que por setor. Os trabalhadores agrícolas qualificados são os mais afetados: 72% dizem trabalhar em temperaturas elevadas durante, pelo menos, um quarto do tempo. Seguem-se os trabalhadores qualificados de ofícios, com 53%, os operadores de instalações e máquinas, com 42%, e os trabalhadores não qualificados, com 40%.</p>
<p>Há também uma diferença clara entre homens e mulheres. Segundo a Eurofound, 34% dos homens estão expostos a temperaturas elevadas durante pelo menos um quarto do tempo de trabalho, contra 18% das mulheres. A diferença explica-se, em parte, pelo facto de muitas das profissões de maior risco continuarem a ser dominadas por homens.</p>
<p>O problema é agravado pela presença de muitos trabalhadores sazonais, migrantes e independentes nos setores mais expostos. Estes grupos tendem a ter menor proteção laboral, menor representação sindical e menos capacidade para exigir alterações aos horários, pausas adicionais ou melhores condições de segurança.</p>
<p>Os riscos para a saúde vão muito além do desconforto. A exposição prolongada ao calor pode provocar desidratação, exaustão, golpe de calor e agravamento de doenças cardiovasculares e respiratórias. As temperaturas elevadas reduzem ainda a concentração e os tempos de reação, aumentando o risco de acidentes de trabalho.</p>
<p>Os impactos variam consoante a atividade. Agricultores e trabalhadores florestais enfrentam também maior exposição a doenças transmitidas por carraças, alergénios e poluição do ar. Na construção, as ilhas de calor urbanas podem elevar as temperaturas muito acima das registadas nas zonas envolventes. Já os bombeiros, polícias e profissionais de emergência são chamados a atuar precisamente nos cenários mais perigosos durante episódios de calor extremo.</p>
<p>O calor tem ainda custos económicos. Um relatório recente da Allianz Trade defende que, quando as temperaturas ultrapassam cerca de 30 ºC, as perdas de produtividade aceleram de forma acentuada e deixam de ser apenas uma perturbação temporária para passarem a representar um travão estrutural ao crescimento económico.</p>
<p>Construção e agricultura estão entre os setores mais afetados porque, em muitos casos, o trabalho tem de abrandar ou parar nas horas de maior calor. Mas os efeitos alargam-se a toda a economia. A indústria transformadora enfrenta custos mais elevados de arrefecimento e menor produtividade, enquanto os transportes sofrem atrasos devido ao impacto do calor nas estradas e nas linhas ferroviárias.</p>
<p>Os sistemas elétricos também ficam sob pressão. A procura de arrefecimento aumenta ao mesmo tempo que centrais a gás, carvão e nucleares se tornam menos eficientes, porque rios mais quentes reduzem a sua capacidade de arrefecimento. Na agricultura, culturas e gado ficam diretamente expostos a períodos prolongados de calor e seca, aumentando o risco de quebras de produção e de subida dos preços dos alimentos.</p>
<p>A agricultura representou 1,2% do produto interno bruto da União Europeia em 2024, segundo o Eurostat, mas o seu peso varia bastante entre países, ultrapassando 3% do PIB na Grécia e 2,5% na Roménia. Já a construção representa cerca de 9% do PIB da UE e emprega aproximadamente 18 milhões de pessoas, segundo a Comissão Europeia, o que a torna uma das maiores indústrias europeias e, ao mesmo tempo, uma das mais vulneráveis ao aumento das temperaturas.</p>
<p>A vaga de calor mais recente aumentou a pressão para reforçar a proteção dos trabalhadores. Vários países já ativaram ou reforçaram medidas como restrições ao trabalho ao ar livre nas horas de maior calor, redução de turnos e obrigação de as empresas fornecerem água, sombra e pausas adicionais.</p>
<p>A Confederação Europeia de Sindicatos defende agora regras vinculativas a nível europeu para limitar a exposição ao calor no trabalho. Entre as medidas propostas estão uma temperatura máxima de trabalho, pausas de arrefecimento pagas e acesso garantido a água potável. Para os sindicatos, o atual mosaico de regras nacionais deixa demasiados trabalhadores sem proteção suficiente perante um risco que deixou de ser excecional.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782484]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Associação alerta para escassez crítica de médicos do trabalho e pede medidas ao Governo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 15:02:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[A Associação de Empresas de Medicina do Trabalho alertou hoje que a falta de médicos está a impedir o cumprimento da lei e apelou ao Governo para adotar medidas urgentes que evitem sanções às empresas por atrasos nas consultas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Associação de Empresas de Medicina do Trabalho alertou hoje que a falta de médicos está a impedir o cumprimento da lei e apelou ao Governo para adotar medidas urgentes que evitem sanções às empresas por atrasos nas consultas.</P><br />
<P>&#8220;Em Portugal, todas as entidades empregadoras são legalmente obrigadas a assegurar a realização de consultas e exames de Medicina do Trabalho aos seus trabalhadores&#8221;, mas, avisou a associação, a &#8220;escassez crítica&#8221; de médicos do trabalho está &#8220;a colocar milhares de empresas e centenas de milhares de trabalhadores numa posição de total insegurança jurídica e laboral&#8221;.</P><br />
<P>Para a Associação Portuguesa de Empresas de Medicina do Trabalho (APEMT), é uma situação de &#8220;extrema gravidade&#8221; e apelou ao Governo para que adote urgentemente &#8220;medidas extraordinárias&#8221; que permitam &#8220;desbloquear a prestação da Medicina do Trabalho em Portugal&#8221;.</P><br />
<P>Defendeu que essas medidas devem garantir simultaneamente que &#8220;nenhuma empresa seja sancionada por atrasos ou impossibilidade de realização de consultas decorrentes da comprovada falta de médicos do trabalho&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;As empresas pretendem cumprir a lei, os trabalhadores têm direito à vigilância da sua saúde, os prestadores de serviços não conseguem responder por manifesta falta de médicos e, ainda assim, continuam a ser as entidades empregadoras as únicas responsabilizadas, sendo alvo de fiscalizações, processos contraordenacionais e coimas avultadas por incumprimentos que, em muitos casos, lhes são totalmente alheios&#8221;, criticou.</P><br />
<P>Para a associação, trata-se &#8220;uma situação inaceitável&#8221;, considerando não ser &#8220;admissível exigir o impossível e, depois, punir quem não consegue cumprir&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O Estado reconhece publicamente que existe um grave problema estrutural, mas não apresenta qualquer solução eficaz que permita garantir o funcionamento do sistema. Simultaneamente, mantém intacto o regime sancionatório, penalizando empresas que não conseguem cumprir uma obrigação cuja execução depende de recursos humanos que simplesmente não existem&#8221;, realçou.</P><br />
<P>Segundo a associação, em muitas zonas do país &#8220;tornou-se simplesmente impossível&#8221; conseguir consultas dentro dos prazos legais, apesar do esforço das empresas prestadoras destes serviços.</P><br />
<P>Para a APEMT, este modelo representa &#8220;uma grave falha do sistema, colocando em causa a proteção da saúde dos trabalhadores, a atividade económica e a segurança jurídica das empresas Portuguesas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O resultado é paradoxal e profundamente injusto&#8221;, sublinhou, reforçando que a &#8220;escassez crítica&#8221; destes profissionais é &#8220;reconhecida pelo próprio Governo, pelas entidades competentes e por todo o setor&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782436]]></sapo:autor>
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		<title>Confederação de PME alerta para impacto da inflação e instabilidade nas empresas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 15:01:25 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[A Confederação Portuguesa das Micro, Pequenas e Médias Empresas (CPPME) alertou para o impacto da inflação e da instabilidade internacional nas micro, pequenas e médias empresas, lembrando que são 99% do tecido empresarial nacional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Confederação Portuguesa das Micro, Pequenas e Médias Empresas (CPPME) alertou para o impacto da inflação e da instabilidade internacional nas micro, pequenas e médias empresas, lembrando que são 99% do tecido empresarial nacional.</P><br />
<P>Num comunicado, a propósito do Dia Internacional das MPME (micro, pequenas e médias empresas), que se comemora no sábado, a CPPME deu conta da sua &#8220;preocupação perante o agravamento das dificuldades que continuam a afetar milhares de empresas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Entre os principais fatores de preocupação destaca-se o impacto persistente da inflação e das consequências da atual instabilidade internacional&#8221;, salientou, apontando a crise resultante &#8220;do conflito envolvendo os Estados Unidos e o Irão, situação que tem contribuído para o aumento dos custos da energia, dos transportes, das matérias-primas e de diversos fatores de produção&#8221;.</P><br />
<P>A CPPME referiu ainda a sua &#8220;preocupação com o anúncio de novas sanções da União Europeia à Rússia&#8221;, realçando os seus potenciais efeitos em setores como a importação de bacalhau e a agricultura.</P><br />
<P>A Confederação chamou ainda a atenção para &#8220;atrasos verificados no pagamento dos apoios destinados aos empresários e às famílias afetados por calamidades&#8221; apelando para respostas mais rápidas e eficazes das entidades públicas.</P><br />
<P>&#8220;A CPPME associa-se igualmente às legítimas reivindicações de diversos setores que continuam a viver dificuldades acrescidas, entre os quais a restauração, as creches, as agências de viagens e o setor do táxi&#8221;, destacou, defendendo a adoção de &#8220;políticas públicas que promovam melhores condições para o exercício da atividade económica&#8221;, reduzam custos e reforcem a competitividade.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782455]]></sapo:autor>
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		<title>Estado exerce preferência sobre obra histórica de Amadeo que irá para Museu Soares dos Reis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 14:58:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Amadeo de Souza-Cardoso]]></category>
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		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[O Estado exerceu o direito de preferência sobre a pintura "Copo branco belleza dos objectos", de Amadeo de Souza-Cardoso (1887-1918), vendida em leilão, que irá para o Museu Nacional Soares dos Reis, no Porto, foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Estado exerceu o direito de preferência sobre a pintura &#8220;Copo branco belleza dos objectos&#8221;, de Amadeo de Souza-Cardoso (1887-1918), vendida em leilão, que irá para o Museu Nacional Soares dos Reis, no Porto, foi hoje anunciado.   </P><br />
<P>De acordo com um comunicado da empresa pública Museus e Monumentos de Portugal (MMP), o Estado exerceu na quinta-feira o direito de preferência sobre a obra, adquirindo-a &#8220;pelo valor de adjudicação apurado em leilão realizado pela Veritas Art Auctioneers&#8221;, na quarta-feira ao final do dia, que foi de 476.340 euros. </P><br />
<P>&#8220;No âmbito das competências da Comissão para a Aquisição de Bens Culturais para os Museus e Palácios Nacionais, esta aquisição permitirá enriquecer a coleção do Museu Nacional Soares dos Reis, no Porto, reforçando o património público nacional e contribuindo para a preservação e valorização de uma das mais relevantes produções da arte moderna portuguesa&#8221;, acrescenta a MMP na nota de imprensa.</P><br />
<P>A pintura a óleo sobre tela &#8220;Copo branco belleza dos objectos&#8221;, datada de 1915-1916, tinha sido adquirida no leilão de arte moderna e contemporânea por um colecionador privado português, indicou a Veritas, mas o Estado dispõe de um período legal de 15 dias para exercer o direito de preferência, o que fez de imediato, no primeiro dia desse prazo.</P><br />
<P>Exibida pelo próprio artista nas históricas exposições realizadas no Porto e em Lisboa em 1916, a pintura manteve-se durante anos na propriedade da família do artista, tendo subido à praça por 375 mil euros como valor inicial de licitação no leilão, atingindo o valor de martelo de 390 mil euros, ao qual acresce a comissão da leiloeira, perfazendo um valor total de venda de 476.340 euros, segundo a Veritas.</P><br />
<P>&#8220;Copo branco belleza dos objectos&#8221; já tinha ido à praça em outubro de 2021, em Lisboa, pela Cabral Moncada Leilões, pelo mesmo valor-base de 375 mil euros e uma estimativa de 562.500 euros, mas acabou por não ser vendida.</P><br />
<P>Com dimensões de 50 por 40 centímetros, o quadro pertence ao período final da produção artística de Amadeo de Souza-Cardoso, &#8220;fase marcada pela experimentação formal e pela assimilação de linguagens ligadas ao cubismo e às vanguardas europeias&#8221;, assinala a Veritas no comunicado.</P><br />
<P>As exposições de Porto e Lisboa em que o artista expôs a obra, em 1916, são consideradas momentos decisivos para a afirmação da modernidade artística em Portugal. </P><br />
<P>Segundo a Veritas, o percurso expositivo da pintura que se encontra registada no Catálogo Raisonné do artista, publicado pela Fundação Calouste Gulbenkian, prolonga-se por mais de um século e &#8220;acompanha alguns dos momentos mais relevantes da receção crítica da obra de Amadeo&#8221;.</P><br />
<P>Além das exposições de 1916, &#8220;Copo branco belleza dos objectos&#8221; fez parte das grandes retrospetivas dedicadas ao artista no Palácio Foz, em Lisboa, e no Museu Nacional Soares dos Reis, no Porto, em 1959.</P><br />
<P>A pintura participou ainda numa exposição realizada em 1985 na Galeria Jornal de Notícias, no Porto, e na mostra &#8220;Amadeo de Souza-Cardoso: Diálogo de Vanguardas&#8221;, organizada pela Fundação Calouste Gulbenkian, em 2006.</P><br />
<P>Foi também incluída na grande retrospetiva dedicada ao artista apresentada em 2016 no Grand Palais, em Paris, França.</P><br />
<P>Nascido em Manhufe, Amarante, em 1887, Amadeo de Souza-Cardoso é uma das figuras centrais da arte moderna portuguesa e um dos mais destacados representantes das vanguardas europeias do início do século XX.</P><br />
<P>Depois de se fixar em Paris, em 1906, estabeleceu contacto com alguns dos principais movimentos artísticos da época, relacionando-se com criadores como Amedeo Modigliani, Constantin Brâncu?i e Robert Delaunay.</P><br />
<P>A carreira do artista foi interrompida pela pandemia de gripe pneumónica que assolou a Europa em 1918, causando-lhe a morte aos 30 anos. Apesar da curta vida, deixou uma obra que continua a ser amplamente estudada e apresentada em museus e exposições nacionais e internacionais.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782456]]></sapo:autor>
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		<title>José de Mello e Unicorn Factory juntam empresas portuguesas para criar “menu” de inovação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 14:48:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[José de Mello]]></category>
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		<category><![CDATA[Unicorn Factory Lisboa]]></category>
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					<description><![CDATA[Iniciativa decorreu no Unicorn Stage, no Beato, em Lisboa, e foi pensada como uma alternativa aos modelos tradicionais de conferência]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A José de Mello e a Unicorn Factory Lisboa promoveram o Corporate Innovators Get Together, um encontro que reuniu responsáveis de inovação de algumas das principais empresas nacionais e internacionais presentes em Portugal, num formato orientado para a partilha de desafios reais e para a construção de respostas práticas.</p>
<p>A iniciativa decorreu no Unicorn Stage, no Beato, em Lisboa, e foi pensada como uma alternativa aos modelos tradicionais de conferência. Em vez de painéis, apresentações formais ou intervenções académicas, o evento assentou num modelo de unconference, com grupos de trabalho restritos, moderação dedicada e discussão entre pares.</p>
<p>O objetivo passou por criar um espaço de trabalho centrado na realidade das empresas, com foco em desafios concretos da inovação corporativa, partilha de práticas e produção de conclusões aplicáveis às organizações participantes.</p>
<p>Ao longo do dia, os participantes foram organizados em mesas de discussão dedicadas a temas como inteligência artificial enquanto sistema operativo da inovação, definição de mandatos credíveis de inovação, medição do retorno, modelos de governance, passagem da experimentação à escala, inovação aberta, novos negócios, sustentabilidade como fronteira de crescimento e cultura de inovação.</p>
<p>Entre as empresas representadas estiveram IKEA, Grupo Visabeira, Sogrape, CUF, Winestone, Bondalti, Semapa, Teixeira Duarte, Jerónimo Martins, Super Bock Group, BPI, Delta Cafés, Fidelidade, Galp, AstraZeneca, MEO, CTT, Vodafone, Pestana Hotel Group, Critical Software, Linde, Grupo Brisa e SIXT.</p>
<p>O encontro contou ainda com contributos internacionais de Ingmar Zanger, Head of Service Hubs Europe &#038; Managing Director da SIXT Hub Lisbon, e de Kasper Risbjerg, Innovation Portfolio Director da IKEA, que partilharam perspetivas sobre modelos de inovação, escala e transformação empresarial.</p>
<p>“Queremos criar um espaço de trabalho entre responsáveis de inovação que enfrentam desafios semelhantes e que podem aprender uns com os outros num ambiente de confiança. A inovação corporativa precisa de menos palco e mais execução: mais partilha concreta, mais aprendizagem entre pares e mais capacidade de transformar ideias em ação”, afirma João Mil-Homens, diretor de Inovação e Sustentabilidade da José de Mello.</p>
<p>Para Gil Azevedo, diretor executivo da Unicorn Factory Lisboa, a inovação tornou-se “uma condição essencial de competitividade para os países e para as empresas”. “Num contexto de transformação tecnológica acelerada, a capacidade de colaborar, aprender com outras organizações e transformar conhecimento em execução será determinante para ganhar escala e criar valor. É precisamente esse espírito de partilha e ação que queremos promover com este encontro”, sublinha.</p>
<p>A iniciativa reforça o posicionamento da José de Mello no ecossistema de inovação corporativa, envolvendo as suas participadas CUF, Bondalti, Brisa e Winestone, e promovendo a ligação entre empresas de diferentes setores com desafios comuns de transformação, competitividade e crescimento sustentável.</p>
<p>O modelo de trabalho prevê que cada grupo produza conclusões e ações concretas, contribuindo para a criação de um Innovation Menu, uma referência prática organizada por temas, com ideias e aprendizagens aplicáveis às organizações participantes.</p>
<p>Está também prevista a preparação de um relatório pós-evento e a avaliação de um white paper sobre os principais desafios, oportunidades e prioridades da inovação empresarial em Portugal.</p>
<p>“A José de Mello tem vindo a trabalhar a inovação como uma capacidade transversal ao Grupo, ligada à competitividade, à sustentabilidade e à criação de valor de longo prazo. Este encontro permite-nos contribuir para uma agenda mais prática e colaborativa da inovação empresarial, aproximando empresas, partilhando experiências e identificando caminhos de execução”, acrescenta João Mil-Homens.</p>
<p>O Corporate Innovators Get Together integra a parceria entre a José de Mello e a Unicorn Factory Lisboa, no âmbito da aposta do Grupo na promoção da inovação, do empreendedorismo e da ligação ao ecossistema empresarial.</p>

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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782445]]></sapo:autor>
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		<title>Portugal mobiliza-se para ajudar a Venezuela após sismos: saiba onde doar dinheiro e bens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 14:35:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[Pelo menos nove portugueses morreram na sequência dos abalos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A tragédia provocada pelos sismos na Venezuela continua a mobilizar uma onda de solidariedade em Portugal. Enquanto o Governo prepara o envio de uma força operacional de 60 elementos para apoiar as operações de busca e salvamento, multiplicam-se no país as campanhas de angariação de fundos e de recolha de bens para as populações afetadas. Pelo menos nove portugueses morreram na sequência dos abalos.</p>
<p>Segundo a &#8216;Renascença&#8217;, uma das iniciativas em curso é a campanha “Ajude a Venezuela”, lançada pela Portugal com ACNUR, fundação parceira da Agência da ONU para os Refugiados em Portugal. A organização está a recolher donativos para reforçar a resposta humanitária às comunidades atingidas pelos sismos, através da plataforma online Terramoto Venezuela.</p>
<p>Também a Cruz Vermelha Portuguesa lançou uma campanha de donativos para financiar as operações de emergência. A instituição alerta para a dimensão dos danos provocados pelos sismos, que causaram colapsos de edifícios, destruição de infraestruturas essenciais, cortes de energia e comunicações e deixaram milhares de pessoas afetadas.</p>
<p>A comunidade luso-venezuelana também está no terreno da mobilização. A associação HUELLATINA, em parceria com a Câmara Venezuelana-Portuguesa de Comércio, Indústria, Turismo e Afins, abriu um centro de recolha de ajuda humanitária no Porto, na Rua Augusto Rosa, n.º 198. O espaço recebe bens de segunda a sexta-feira, entre as 11h00 e as 17h00.</p>
<p>Em Mira de Aire, no concelho de Porto de Mós, está igualmente prevista uma campanha de recolha de bens essenciais para as famílias afetadas. A iniciativa decorre este domingo, a partir das 8 horas, na praça em frente à Igreja Velha, e apela à entrega de alimentos não perecíveis, roupa, mantas, material médico básico, fraldas, toalhitas húmidas e produtos de higiene pessoal.</p>
<p>Entre os bens pedidos estão arroz, massa, feijão, enlatados, leite em pó, cereais e bolachas, bem como soro fisiológico, ligaduras, gazes, álcool, pensos, analgésicos, sabonete, champô, escovas e pasta de dentes, desodorizante e absorventes. A campanha sublinha que o objetivo não é recolher dinheiro, mas sim apoio material capaz de responder às necessidades imediatas das famílias atingidas.</p>
<p>A ALUSVEN, associação luso-venezuelana, lançou outra campanha de recolha de bens, com vários pontos de entrega no país. A organização pede tendas de campismo, sacos-cama, colchões insufláveis, mantas térmicas, alimentos enlatados, recipientes herméticos, cantis, garrafas reutilizáveis, lanternas, pilhas, kits de primeiros socorros, fraldas para crianças e adultos, toalhetes húmidos, filtros e pastilhas para purificação de água.</p>
<p>As doações para esta campanha podem ser entregues em lojas Liberty Express, em Lisboa, Porto, Aveiro e Algarve, bem como no Pasaporte Latino, em Braga. Estes espaços funcionam como pontos de recolha para o envio de ajuda humanitária para a Venezuela.</p>
<p>À mobilização junta-se ainda a Diocese do Funchal. O bispo diocesano, D. Nuno Brás, convocou uma coleta solidária em todas as missas dos dias 4 e 5 de julho, cuja receita será integralmente enviada para a Cáritas da Venezuela.</p>
<p>“As imagens e as notícias que nos chegam da Venezuela destroçam-nos o coração. Não bastava já um país prostrado económica e politicamente, como, agora, um país destruído por tremores de terra devastadores”, escreveu o bispo, apelando a uma “ajuda concreta” perante a dimensão da tragédia.</p>
<p>D. Nuno Brás explicou ainda que a recolha de fundos é, neste caso, a forma mais eficaz de apoiar a população, uma vez que não é possível enviar apoio médico ou contentores com produtos. A prioridade, sublinha a Diocese do Funchal, é canalizar a ajuda através de estruturas capazes de chegar rapidamente às comunidades afetadas.</p>
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