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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Sat, 13 Jun 2026 14:10:42 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Sindicato faz &#8220;balanço muito positivo&#8221; de greve nos registos e admite novas paralisações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 14:10:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do Sindicato dos Trabalhadores dos Registos e Notariado (STRN) fez um "balanço muito positivo" da greve de uma semana que hoje termina, aguardando agora uma reação do Governo, sem afastar novas paralisações.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente do Sindicato dos Trabalhadores dos Registos e Notariado (STRN) fez um &#8220;balanço muito positivo&#8221; da greve de uma semana que hoje termina, aguardando agora uma reação do Governo, sem afastar novas paralisações.</P><br />
<P>&#8220;É um balanço muito positivo, mas não nos surpreende, porque, efetivamente, nós sentíamos o pulsar do descontentamento junto dos nossos associados e de uma forma generalizada em todos os trabalhadores&#8221;, disse à Lusa Arménio Maximino, sublinhando que os profissionais se sentiram &#8220;usados como um joguete político&#8221; por o PSD não ter apresentado no Governo as soluções que tinha defendido quando estava na oposição ao executivo PS.</P><br />
<P>Segundo o presidente do STRN, o mais representativo dos conservadores e oficiais de registos, a paralisação iniciada na segunda-feira começou com uma adesão &#8220;na casa dos 80% no continente&#8221; e &#8220;acima dos 90% nas regiões autónomas da Madeira e dos Açores&#8221;, e terminou com uma média nacional na &#8220;fasquia dos 90%&#8221;, levando ao encerramento de vários serviços.</P><br />
<P>Questionado sobre se existiu durante esta semana algum contacto com o STRN por parte do Governo, o representante respondeu que não.</P><br />
<P>&#8220;Vamos dar algum tempo para que o Governo tire as ilações que entender desta jornada de luta. Nós não queríamos fazer esta greve e não queremos fazer mais greves, mas, se formos obrigados a fazê-las, fá-lo-emos com a mesma convicção e com a mesma adesão desta última, ainda que tenha de ser por períodos mais prolongados&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Arménio Maximino acrescentou que o STRN vai ainda travar &#8220;um combate brutal&#8221; com a tutela no plano jurídico, uma vez que irá &#8220;arguir todas as ilegalidades e inconstitucionalidades que o Governo cometeu&#8221; na negociação coletiva.</P><br />
<P>Em causa, precisou, está sobretudo o facto de o Governo não ter respeitado os temas que, em 2025, tinha ficado protocolado que seriam negociados, propondo a alteração de &#8220;um diploma que não estava previsto ser revisto&#8221;, relativo às carreiras, e que &#8220;está muito bem como está&#8221;.</P><br />
<P>Entre outras medidas, os trabalhadores exigem &#8220;um recrutamento-choque do número de conservadores de registos e de oficiais de registos que se encontram em falta&#8221; e o cumprimento de uma recomendação da Provedoria de Justiça para eliminação de assimetrias salariais.</P><br />
<P>Segundo Arménio Maximino, &#8220;estão em falta 270 conservadores de registos e 2.731 oficiais de registos, respetivamente 38% e 55% do efetivo que é necessário&#8221;, o que torna &#8220;impossível prestar um serviço com qualidade&#8221; aos cidadãos e empresas.</P><br />
<P>&#8220;Nós não queremos prejudicar os cidadãos e as empresas, somos parte da solução. Agora, temos de ser ouvidos. E as propostas que fizemos são mínimos de dignidade, não podemos recuar mais do que já recuámos. Se o Governo entender isto, faremos acordo, teremos paz social. Se não entender, continuaremos a lutar&#8221;, insistiu.</P><br />
<P>Na sexta-feira, o Ministério da Justiça remeteu para segunda-feira um balanço da greve, depois de, no primeiro dia da paralisação, ter registado uma adesão nacional de cerca de 52%, o que foi desvalorizado pelo STRN.</P><br />
<P>&#8220;O Governo pode mascarar os números como entender. Nós tivemos equipas no terreno a visitar todas as conservatórias, temos tudo reportado. A adesão foi real, não foi ficcional&#8221;, reagiu hoje, em declarações à Lusa, o presidente do sindicato.</P><br />
<P>Numa resposta anterior, o Ministério da Justiça destacara ainda a contratação de 165 novos conservadores e de 605 novos oficiais de registos em 2024 e 2025, que já iniciaram ou vão iniciar funções ainda este ano.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775828]]></sapo:autor>
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		<title>Documento desclassificado revela que os EUA libertaram mosquitos com doenças em zonas habitadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra Fria]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[mosquitos]]></category>
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					<description><![CDATA[Relatório, com 69 páginas, descreve experiências realizadas no final da década de 1950 para estudar a eficácia das picadas de mosquito em pessoas ao ar livre, em ambientes quentes e desérticos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante a Guerra Fria, os Estados Unidos testaram uma ideia que hoje parece saída de um filme perturbador: perceber se mosquitos poderiam ser usados como veículos para espalhar doenças em território inimigo. Um documento do Pentágono agora desclassificado revelou detalhes do chamado Projeto Bellwether, avança o &#8217;20 Minutos&#8217;.</p>
<p>O relatório, com 69 páginas, descreve experiências realizadas no final da década de 1950 para estudar a eficácia das picadas de mosquito em pessoas ao ar livre, em ambientes quentes e desérticos. Os testes decorreram entre setembro e outubro de 1959 e tinham como objetivo recolher dados sobre a utilização de insetos como possíveis armas biológicas.</p>
<p>No centro da investigação estava o Aedes aegypti, uma espécie de mosquito conhecida por picar seres humanos e por poder transmitir doenças como dengue, febre-amarela, Zika e chikungunya. O documento citava literatura sobre infeções acidentais e intencionais em laboratório para sustentar que o uso deliberado de vetores artrópodes infetados poderia ter potencial estratégico.</p>
<p>O Projeto Bellwether não terá surgido isoladamente. O relatório desclassificado indicava que os ensaios com mosquitos tinham começado anos antes, no contexto de outros programas militares desenvolvidos durante a década de 1950, incluindo a Operação Drop Kick e a Operação Big Buzz.</p>
<p>Um dos episódios mais controversos referidos no relato envolve a Operação Big Buzz. Em 1955, este teste terá passado pelo lançamento de cerca de 300 mil mosquitos infetados com febre-amarela sobre Carver Village, em Savannah, na Geórgia, um bairro predominantemente negro, para avaliar se os insetos conseguiam sobreviver depois de serem libertados a partir de aviões.</p>
<p>A lógica militar da época era perceber se estes insetos poderiam funcionar como uma espécie de sistema de entrega biológica contra tropas inimigas ou zonas povoadas. A experiência inscreve-se num período em que a Guerra Fria levou governos a explorar cenários extremos de defesa, ataque e dissuasão, muitos deles mantidos durante décadas longe do escrutínio público.</p>
<p>De acordo com o &#8217;20 Minutos&#8217;, que cita uma notícia publicada pelo &#8216;Daily Mail&#8217;, estes programas faziam parte de uma linha de investigação pouco conhecida sobre a possibilidade de usar vetores naturais de doença em contexto militar. A desclassificação do documento permite agora conhecer melhor até onde chegou essa experimentação.</p>
<p>A revelação é também um retrato desconfortável de uma época em que a fronteira entre investigação militar, saúde pública e risco para populações civis podia tornar-se perigosamente estreita. Mais de seis décadas depois, o Projeto Bellwether volta a mostrar como alguns dos capítulos mais sombrios da Guerra Fria continuam a emergir dos arquivos oficiais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774291]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Teerão afasta assinatura em 24 horas e prevê acordo &#8220;nos próximos dias&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 13:58:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Irão prevê assinar o acordo com os Estados Unidos da América nos próximos dias, alargando o prazo inicialmente previsto pelo mediador nas negociações, o Paquistão, que tinha apontado para as próximas 24 horas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Irão prevê assinar o acordo com os Estados Unidos da América nos próximos dias, alargando o prazo inicialmente previsto pelo mediador nas negociações, o Paquistão, que tinha apontado para as próximas 24 horas.</P><br />
<P>&#8220;Temos de esperar para saber a data exata da assinatura. Não será amanhã [domingo]&#8221;, disse à agência noticiosa iraniana Irna o porta-voz da diplomacia do país, Esmail Baghai, citado pela agência Fance-Presse (AFP).</P><br />
<P>Segundo o responsável, que pediu &#8220;cautela quando se fazem comentários, devido às reservas da outra parte sobre este processo&#8221;, o acordo deverá ser assinado &#8220;nos próximos dias&#8221;.</P><br />
<P>O porta-voz iraniano detalhou ainda que o documento se debruça sobre o fim da guerra. &#8220;Por enquanto, decidiu-se não abordar a questão nuclear&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Durante a manhã, o primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, escreveu na plataforma X (antigo Twitter) que se estava &#8220;mais perto que nunca de um acordo de paz&#8221; e que a conclusão do processo estava &#8220;prevista para as próximas 24 horas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Com a finalização prevista para as próximas 24 horas, o Paquistão está a preparar-se para a assinatura eletrónica do acordo de paz imediatamente a seguir, seguindo-se conversações a nível técnico na próxima semana&#8221;, escreveu, então, Shehbaz Sharif na plataforma.</P><br />
<P>Na publicação, Sharif identificou as contas do Presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, do vice-presidente, JD Vance, do secretário de Estado, Marco Rubio, e do enviado especial de Washington para o Médio Oriente Steve Witkoff. Além disso, identificou o Presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, e o ministro iraniano dos Negócios Estrangeiros, Abbas Araghchi.</P><br />
<P>Os Estados Unidos e Israel lançaram a 28 de fevereiro um ataque militar ao Irão, que justificaram com a inflexibilidade da República Islâmica nas negociações para pôr fim ao enriquecimento de urânio no âmbito do seu programa nuclear, apresentado como tendo apenas fins civis.</P><br />
<P>Em retaliação à ofensiva, o Irão encerrou o Estreito de Ormuz, abalando a economia mundial, e lançou ataques contra alvos em Israel, bases norte-americanas e infraestruturas civis em países da região como Arábia Saudita, Barém, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Jordânia, Omã e Iraque.</P><br />
<P>O Paquistão posicionou-se como um mediador fundamental no conflito que alastrou ao Médio Oriente, negociando com êxito um cessar-fogo de duas semanas entre Teerão e Washington a 08 de abril, depois várias vezes prorrogado por Trump.</P><br />
<P>O objetivo era prosseguir as conversações indiretas para alcançar o levantamento das sanções internacionais ao Irão e a retirada das tropas norte-americanas da região em troca de um compromisso iraniano de não produzir armas nucleares, e garantir a passagem segura pelo Estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Por agora, Teerão mantém o bloqueio em Ormuz, por onde passa 20% do crude mundial, e Washington, por sua vez, impede a passagem de navios que tenham como origem ou destino portos iranianos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775824]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>PSD/Congresso: Castelo Branco defende como prioridade uma agenda integrada para o Interior</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 13:37:06 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A distrital de Castelo Branco do PSD defende que o partido assuma, como prioridade nacional, uma agenda integrada para o Interior, que reforce o poder efetivo dos municípios e garanta uma fiscalidade diferenciada para famílias, trabalhadores e empresas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A distrital de Castelo Branco do PSD defende que o partido assuma, como prioridade nacional, uma agenda integrada para o Interior, que reforce o poder efetivo dos municípios e garanta uma fiscalidade diferenciada para famílias, trabalhadores e empresas.</P><br />
<P>Na proposta temática que a Comissão Política Distrital de Castelo Branco vai apresentar no 43.º Congresso do PSD, sob o lema &#8220;Acreditar no Interior Por um Portugal Maior&#8221;, defende-se que a revisão da Lei das Finanças Locais deve reforçar os meios financeiros para os novos desafios e oportunidades que se colocam aos territórios do Interior.</P><br />
<P>Defende-se ainda que qualquer alteração à lei eleitoral deve salvaguardar &#8220;uma forte representação dos territórios do Interior, com garantias de que as decisões nacionais reflitam a diversidade geográfica do país&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Portugal não pode continuar a crescer de costas voltadas para mais de metade do seu território. Durante décadas, opções políticas concentraram investimento, infraestruturas, serviços públicos e emprego qualificado no litoral, tratando o Interior como território de compensação e não de desenvolvimento&#8221;.</P><br />
<P>Segundo a distrital social-democrata, o resultado traduz-se na perda de 78 mil habitantes no distrito de Castelo Branco em cinco décadas, de 255.575 em 1970 para 177.912 em 2021.</P><br />
<P>Para fazer face a tudo isto, o PSD distrital exige uma agenda integrada para o Interior, na qual se incluem linhas de crédito bonificado para habitação, reabilitação e investimento produtivo, recuperação de património devoluto do Estado para habitação acessível destinada a jovens, professores, médicos e trabalhadores deslocados.</P><br />
<P>Esta agenda inclui também um programa de atração a profissões críticas (como médicos) para o interior.</P><br />
<P>Na proposta é ainda defendida uma fiscalidade diferenciada e competitividade.</P><br />
<P>&#8220;O Interior precisa de medidas permanentes, previsíveis e diferenciadas&#8221;.</P><br />
<P>Neste âmbito, propõe-se a redução da carga contributiva para empresas exportadoras e para investimentos qualificados, e uma reforma administrativa que reforce a capacidade dos territórios para captar e executar investimento, sobretudo o licenciamento de projetos de investimento privado.</P><br />
<P>A Prorrogação do Sistema de Incentivos Fiscais em Investigação e Desenvolvimento Empresarial (SIFIDE) para empresas sediadas no Interior e incentivos à criação de empresas de base tecnológica e à emissão de obrigações verdes são defendidas no texto.</P><br />
<P>A distrital do PSD aposta ainda num olhar para a mobilidade e defende a melhoria das ligações ferroviárias a Lisboa, Porto e Salamanca, incluindo as Linhas da Beira Alta e da Beira Baixa, o reforço dos eixos rodoviários IC31, IC8, EN238, IC6, os corredores fronteiriços da raia e a necessidade de se avançar com a fase dois do regadio da Cova da Beira.</P><br />
<P>&#8220;Qualquer alteração à lei eleitoral, na dimensão dos círculos, no método de conversão de votos em mandatos ou na fórmula de distribuição de deputados, deve assegurar uma forte representação dos territórios do Interior. A concentração demográfica no litoral não pode traduzir-se em domínio absoluto das prioridades legislativas e orçamentais&#8221;.</P><br />
<P>A distrital argumentou ainda que a experiência europeia mostra que os países com maior coesão territorial protegem explicitamente a diversidade geográfica da representação política.</P><br />
<P>&#8220;Esta moção afirma o compromisso do PSD Distrital de Castelo Branco com uma nova geração de políticas públicas para o Interior, que tratem a coesão territorial como prioridade nacional e reconheçam que nenhum território português deve ser considerado periferia do país&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775823]]></sapo:autor>
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		<title>URGENTE: Irão: Teerão afasta assinatura em 24 horas e prevê acordo &#8220;nos próximos dias&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 13:37:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Irão prevê assinar o acordo com os Estados Unidos da América nos próximos dias, alargando o prazo inicialmente previsto pelo mediador nas negociações, o Paquistão, que tinha apontado para as próximas 24 horas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Irão prevê assinar o acordo com os Estados Unidos da América nos próximos dias, alargando o prazo inicialmente previsto pelo mediador nas negociações, o Paquistão, que tinha apontado para as próximas 24 horas.</P><br />
<P>&#8220;Temos de esperar para saber a data exata da assinatura. Não será amanhã [domingo]&#8221;, disse à agência noticiosa iraniana Irna o porta-voz da diplomacia do país, Esmail Baghai, citado pela agência Fance-Presse (AFP).</P><br />
<P>Segundo o responsável, o acordo deverá ser assinado &#8220;nos próximos dias&#8221;.</P><br />
<P>O primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, afirmou na manhã de hoje que se estava &#8220;mais perto que nunca de um acordo de paz&#8221; e que a conclusão do processo estava &#8220;prevista para as próximas 24 horas&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775822]]></sapo:autor>
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		<title>A Antártida esconde uma megastrutura em forma de mão debaixo de três quilómetros de gelo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 13:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Antártida]]></category>
		<category><![CDATA[Egidio Armadillo]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Génova]]></category>
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					<description><![CDATA[Formação geológica está enterrada sob o manto de gelo da Antártida Oriental e, em alguns pontos, encontra-se debaixo de mais de três quilómetros de água congelada]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Debaixo das vastas camadas de gelo da Antártida existe um continente oculto, feito de montanhas, vales profundos e planícies que os cientistas ainda estão a tentar compreender. Agora, uma equipa liderada pela Universidade de Génova identificou um sistema de enormes bacias subglaciares que formam uma megastrutura em leque sob a Antártida Oriental, revela o &#8216;IFL Science&#8217;.</p>
<p>A formação geológica está enterrada sob o manto de gelo da Antártida Oriental e, em alguns pontos, encontra-se debaixo de mais de três quilómetros de água congelada. O complexo inclui estruturas já conhecidas, como as bacias de Wilkes e Aurora, e abrange também a enorme depressão onde se encontra o lago Vostok, o maior lago subglacial conhecido da Terra, selado pelo gelo há entre 15 e 30 milhões de anos.</p>
<p>A novidade está na forma como estas estruturas foram agora interpretadas. Em vez de elementos isolados, os investigadores defendem que fazem parte de uma única megastrutura de dimensão quase continental, com braços rochosos que se abrem a partir de uma zona próxima do Polo Sul. Vista de cima, a formação assemelha-se a uma mão, com os espaços triangulares entre os ‘dedos’ a formar bacias profundas.</p>
<p>“Esta investigação permitiu-nos ligar estruturas que até agora eram consideradas separadas ou independentes”, afirmou Egidio Armadillo, professor de Geofísica Aplicada na Universidade de Génova e principal autor do estudo, citado em comunicado. O investigador defende que reconhecer uma arquitetura continental única e de grande escala altera de forma significativa a compreensão da evolução geológica da Antártida Oriental.</p>
<p>Nada disto é visível à superfície. Para observar este mundo escondido, os cientistas tiveram de combinar diferentes tipos de dados, incluindo medições de gravidade, informação magnética, dados sísmicos, topografia subglacial, observações geológicas e modelos da crosta terrestre e da litosfera. Foi essa combinação que permitiu ‘ver’ através do gelo.</p>
<p>A grande pergunta passa agora pela origem desta estrutura invulgar. A forma em leque, irradiando a partir de um ponto central, sugere que poderá ter resultado de um processo raro de extensão rotacional distribuída, em que a crosta continental se vai alongando gradualmente a partir de uma zona central.</p>
<p>Os investigadores admitem várias janelas temporais para a formação da megastrutura. Poderá estar ligada a um grande evento de erosão ocorrido há cerca de 250 e 300 milhões de anos, à fragmentação do supercontinente Gondwana, entre aproximadamente 65 e 200 milhões de anos, ou a um período de perturbação de falhas geológicas há 35 e 55 milhões de anos.</p>
<p>A descoberta não interessa apenas ao passado remoto do planeta. A forma do leito rochoso escondido sob o gelo influencia a maneira como o gelo e a água do degelo se deslocam. Numa altura em que a Antártida continua a aquecer e a perder gelo, compreender aquilo que existe por baixo da superfície torna-se cada vez mais importante.</p>
<p>Segundo o &#8216;IFL Science&#8217;, esta descoberta é apenas uma parte da geologia impressionante que permanece escondida sob o manto gelado antártico. Entre as formações mais notáveis estão as montanhas subglaciares Gamburtsev, que se elevam mais de 2.743 metros acima do nível do mar, mas continuam cobertas por cerca de 3.048 metros de gelo.</p>
<p>Estas montanhas são consideradas as mais altas totalmente escondidas sob o gelo da Antártida e formam a cordilheira mais elevada que nunca foi vista diretamente por olhos humanos. O estudo foi publicado na revista científica &#8216;Nature Geoscience&#8217;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774282]]></sapo:autor>
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		<title>Mau tempo: Investimento de 27 ME para obras urgentes nas praias em conclusão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 12:44:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O investimento de 27 milhões de euros em obras urgentes para reparar os danos das tempestades nas praias está concretizado, faltando concluir uma empreitada, revelou hoje o presidente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O investimento de 27 milhões de euros em obras urgentes para reparar os danos das tempestades nas praias está concretizado, faltando concluir uma empreitada, revelou hoje o presidente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA).</P><br />
<P>&#8220;Fizemos tudo. As obras que estavam planeadas estão executadas. Ainda estamos a acabar uma empreitada na Costa da Caparica, mas mais dois dias [e] estará finalizada. O investimento ficou dentro daquilo que eram as nossas estimativas até ao início da época balnear, de 27 milhões [de euros]&#8221;, disse José Pimenta Machado em declarações aos jornalistas após visitar a praia de Vila Praia de Âncora, no concelho de Caminha, distrito de Viana do Castelo, onde está concluída uma obra de reposição de areias.</P><br />
<P>De acordo com Pimenta Machado, a par de 2012, este foi &#8220;o ano mais difícil&#8221; relativamente a empreitadas para minimizar o impacto de tempestades na época balnear.</P><br />
<P>&#8220;Foi um ano muito complicado, fizemos um conjunto de intervenções no país inteiro, desde Moledo até Vila Real de Santo de António. Diria que é um dos anos em que mais reforçámos as nossas praias, acima de tudo para minimizar o risco de erosão costeira&#8221;, disse. </P><br />
<P>Em Vila Praia de Âncora, foram movimentados 12 mil metros cúbicos de areia.</P><br />
<P>&#8220;No fundo, colocámos a areia que estava a criar um problema de segurança e fomos colocar onde ela faz falta. A melhor maneira de nos defender da zona costeira é a areia. É alimentar as praias e reforçar as dunas&#8221;, observou. </P><br />
<P>A ministra do Ambiente revelou a 07 de abril que o Governo tem 174 milhões de euros para intervir no litoral até ao fim de 2027, após ter contabilizado 571 danos causados pelas tempestades do inverno.</P><br />
<P>   &#8220;No litoral, no país, temos 174 milhões de euros. Temos 571 danos que necessitam de obras no litoral. As mais urgentes, que vão ser feitas antes da época balnear, até ao início ou meio de maio, correspondem a 27 milhões&#8221;, afirmou Maria da Graça Carvalho, após uma visita às obras de consolidação do paredão de Moledo, em Caminha.</P><br />
<P>   A governante explicou que o Governo dispõe ainda de &#8220;63 milhões de euros que já estavam nos programas europeus&#8221;, para obras urgentes, e &#8220;mais cerca de 80 milhões&#8221;, para executar até ao fim de 2027 com financiamento do Fundo Ambiental ou de fundos europeus.   </P><br />
<P>Portugal continental foi atingindo por um comboio de tempestades, entre o final de janeiro e o início de fevereiro, que deixou um rasto de destruição, sobretudo na região Centro do país. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775821]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Ataques aéreos israelitas atingem sul do Líbano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 12:32:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Ataques aéreos israelitas atingiram hoje o sul do Líbano, após um apelo israelita para a evacuação de cerca de 20 cidades e aldeias da região, incluindo a cidade de Nabatieh, informou a agência de notícias oficial libanesa ANI.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Ataques aéreos israelitas atingiram hoje o sul do Líbano, após um apelo israelita para a evacuação de cerca de 20 cidades e aldeias da região, incluindo a cidade de Nabatieh, informou a agência de notícias oficial libanesa ANI.</P><br />
<P>Os bombardeamentos atingiram diversas áreas, incluindo as aldeias de Rihan e Sujud, localizadas perto de Nabatieh.</P><br />
<P>Segundo a agência, foram ainda relatados disparos de artilharia dentro e à volta da cidade.</P><br />
<P>Os disparos de artilharia, que ocorreram durante a noite e hoje foram confirmados por um correspondente da AFP em Nabatieh, zona descrita como praticamente deserta.</P><br />
<P>Na sexta-feira à noite, a ANI relatou explosões e disparos de artilharia perto de colinas com vista para Nabatieh, com o Hezbollah a relatar confrontos com as forças israelitas que avançavam em direção à cidade de Majdal Zoun.</P><br />
<P>O exército israelita avisou hoje que se preparava para &#8220;tomar medidas enérgicas&#8221; contra o grupo pró-Irão Hezbollah.</P><br />
<P>O governo israelita aconselhou os residentes de 24 cidades e aldeias em Nabatieh e arredores, bem como aos mais próximos da costa, a abandonar &#8220;imediatamente as suas casas&#8221; e a dirigirem-se para norte do rio Zahrani, a cerca de 40 quilómetros da fronteira com Israel.</P><br />
<P>Hoje o Governo anunciou a interceção de uma &#8220;aeronave hostil&#8221; que tinha entrado no norte de Israel vinda do Líbano, após quatro incidentes semelhantes no dia anterior. </P><br />
<P>Nestes incidentes anteriores, alguns projéteis não foram intercetados, mas o exército afirmou que não causaram danos significativos.</P><br />
<P>O Hezbollah, por sua vez, declarou ter lançado ataques com drones contra veículos militares israelitas no sul do país.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775820]]></sapo:autor>
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		<title>Apareceu um ponto azul no seu Android? Não é erro, é um alerta importante</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 12:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[android]]></category>
		<category><![CDATA[Google Pixel]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Funcionalidade já começou a aparecer em alguns Google Pixel depois da atualização mais recente e deverá chegar a outros dispositivos Android com futuras versões do sistema operativo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um pequeno ponto azul no topo do ecrã pode parecer apenas mais um detalhe de design. Mas, para os utilizadores de Android, este sinal deverá tornar-se uma nova forma de perceber quando uma aplicação está a aceder à localização do telemóvel, avança o &#8216;UNILAD Tech&#8217;.</p>
<p>A funcionalidade já começou a aparecer em alguns Google Pixel depois da atualização mais recente e deverá chegar a outros dispositivos Android com futuras versões do sistema operativo. A ideia é simples: avisar o utilizador, de forma visível, quando uma aplicação está a usar dados de localização em tempo real.</p>
<p>Num telemóvel moderno, nem sempre é fácil perceber que permissões estão ativas a cada momento. Muitas aplicações pedem acesso à localização, à câmara, ao microfone ou a outros dados sensíveis, e o utilizador pode acabar por autorizar esses acessos sem voltar a pensar no assunto. O novo ponto azul pretende tornar essa vigilância mais imediata.</p>
<p>De acordo com o &#8216;UNILAD Tech&#8217;, que cita o &#8216;Tech Advisor&#8217;, o indicador foi lançado no Android 16 QPR3 para telemóveis Google Pixel e deverá chegar a outros equipamentos com o Android 17. Quando surgir no topo do ecrã, significa que uma aplicação está a usar ou a aceder aos dados de localização.</p>
<p>O detalhe pode ser especialmente útil porque a localização revela muito mais do que parece. Pode indicar rotinas, locais frequentados, deslocações habituais e até padrões de comportamento. Em aplicações como mapas ou serviços de mensagens, esse acesso pode fazer sentido. Mas, se surgir em momentos inesperados, pode ser sinal de que há uma aplicação a recolher dados sem que o utilizador tenha consciência disso.</p>
<p>Ao tocar no ponto azul, o sistema deverá mostrar mais informação sobre as aplicações que estão a aceder à localização naquele momento. Isto permite identificar se o acesso vem de uma aplicação aberta ou de uma aplicação a funcionar em segundo plano, algo particularmente relevante para quem quer controlar melhor a privacidade no telemóvel.</p>
<p>A novidade aproxima o Android de uma funcionalidade que os iPhone já disponibilizam há algum tempo, com indicadores visuais associados ao uso de permissões sensíveis. No caso do Android, o objetivo passa por tornar mais claro quando um dado privado está a ser usado e dar ao utilizador mais capacidade de reação.</p>
<p>Além da privacidade, há outro benefício prático: a bateria. Os serviços de localização estão entre os elementos que mais podem contribuir para o consumo de energia. Se uma aplicação estiver a usar a localização sem necessidade, desligar essa permissão pode ajudar a proteger os dados pessoais e, ao mesmo tempo, prolongar a autonomia do telemóvel.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774285]]></sapo:autor>
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		<title>Lar clandestino em São João das Lampas encerrado por condições de perigo para os idosos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 11:58:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um lar clandestino em São João das Lampas, concelho de Sintra, com 22 idosos, foi quinta-feira encerrado "de forma urgente e imediata" pelo Instituto da Segurança Social, anunciou hoje a instituição.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um lar clandestino em São João das Lampas, concelho de Sintra, com 22 idosos, foi quinta-feira encerrado &#8220;de forma urgente e imediata&#8221; pelo Instituto da Segurança Social, anunciou hoje a instituição.</P><br />
<P>Neste lar clandestino, situado em Areias, São João das Lampas, encontravam-se 22 idosos (13 do sexo feminino e 9 do sexo masculino), com idades compreendidas entre os 62 e os 95 anos.</P><br />
<P>No local foi constatado que as condições em que os idosos se encontravam acolhidos &#8220;constituíam um perigo iminente para a sua segurança, integridade física, saúde, conforto e bem-estar&#8221;, pelo que foi determinado o encerramento imediato e coercivo do lar clandestino.</P><br />
<P>No decurso desta ação, a equipa da Segurança Social sinalizou vaga para todos os idosos e contactou as respetivas famílias, sensibilizando-as para a necessidade de assegurar o acolhimento em respostas sociais licenciadas. </P><br />
<P>Oito idosos foram integrados pelo Instituto da Segurança Social em respostas sociais condignas e 14 ficaram ao cuidado de familiares.</P><br />
<P>A ação foi realizada ao abrigo de mandado judicial, tendo em conta indícios de reincidência por parte dos proprietários do estabelecimento, e contou com a presença da equipa de inspeção do Instituto da Segurança Social, da GNR e da Autoridade de Saúde, prossegue o comunicado da Segurança Social portuguesa.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775819]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Venâncio Mondlane é candidato único à liderança do partido moçambicano Anamola</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 11:52:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O político moçambicano Venâncio Mondlane é o único candidato a presidente do Aliança Nacional para um Moçambique Livre e Autónomo, que fundou e lidera interinamente, nas eleições internas de dia 21, disse hoje à Lusa fonte do partido.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O político moçambicano Venâncio Mondlane é o único candidato a presidente do Aliança Nacional para um Moçambique Livre e Autónomo, que fundou e lidera interinamente, nas eleições internas de dia 21, disse hoje à Lusa fonte do partido.</P><br />
<P>Cerca de 400 delegados do Aliança Nacional para um Moçambique Livre e Autónomo (Anamola) elegem dia 21 de junho, na Convenção Nacional agendada para Nampula, o presidente do partido, criado em agosto por Venâncio Mondlane, principal rosto da oposição no país.</P><br />
<P>O processo de submissão de candidaturas já terminou, com uma única lista, disse a mesma fonte.</P><br />
<P>Venâncio Mondlane formalizou a candidatura à liderança do Anamola em 02 de junho e defendeu na altura, questionado pela Lusa, que outros candidatos deviam também avançar: &#8220;Claro que seria melhor, mais competitivo, mais dinâmico, mais inspirador e mais desafiador. Tudo isso traz valor acrescentado à democracia e ativa um espírito sempre inconformado na busca de permanente superação, como é, aliás, o meu&#8221;.</P><br />
<P>Nas mesmas declarações, o político assumiu &#8220;disponibilidade incondicional&#8221; para ser novamente candidato presidencial, em 2029, se assim o quiserem apoiar os membros do partido.</P><br />
<P>&#8220;Os termos de referência e o regulamento que vai reger a escolha do candidato presidencial [do Anamola] às eleições nacionais será definido pela Convenção e/ou Conselho Nacional. Mas em termos pessoais, demonstro disponibilidade incondicional, se assim os membros o quiserem&#8221;, disse Venâncio Mondlane, candidato presidencial nas eleições de 2024.</P><br />
<P>O processo eleitoral interno do Anamola integra a agenda da primeira Convenção Nacional do partido, que vai decorrer de 20 a 22 de junho, na província de Nampula, norte do país.</P><br />
<P>A Convenção Nacional da Anamola é o mais alto fórum político, organizacional e deliberativo do partido, reunindo dirigentes, membros, delegados e convidados nacionais e internacionais para debater, definir e aprovar as principais orientações políticas, estratégicas e institucionais da organização.</P><br />
<P>No primeiro dia da convenção, que vai contar com cerca de 400 delegados com direito a voto, além de 50 convidados nacionais e internacionais, será realizada a abertura pública e oficial do evento, segundo informação do partido.</P><br />
<P>No dia 21 serão apresentados e debatidos vários temas estruturantes relacionados com a política, a economia e a cultura de Moçambique e do mundo, bem como as perspetivas do partido para o futuro, contando com a participação de vários oradores nacionais e internacionais, seguindo-se os processos eleitorais internos, nomeadamente a eleição do líder do partido, dos membros do Conselho Nacional e da Comissão Executiva do partido.</P><br />
<P>Serão igualmente ratificadas as nomeações dos presidentes dos conselhos nacionais de jurisdição e de fiscalização, e dos membros da comissão de ética.</P><br />
<P>Moçambique deverá realizar eleições autárquicas em 2028 e gerais em 2029.</P><br />
<P>As eleições gerais de 09 de outubro de 2024 em Moçambique ficaram marcadas pelos cinco meses de protestos e contestação &#8211; convocados por Venâncio Mondlane &#8211; aos resultados e ao processo eleitoral, em que morreram mais de 400 pessoas em confrontos com a polícia, além da destruição e saque de empresas e instituições públicas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775818]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Acordo de paz deve ser finalizado dentro de 24 horas &#8211; Paquistão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 11:48:22 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O acordo de paz entre Irão e Estados Unidos da América deverá ser finalizado "nas próximas 24 horas", disse hoje o primeiro-ministro do Paquistão, que tem operado como mediador nas conversações.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O acordo de paz entre Irão e Estados Unidos da América deverá ser finalizado &#8220;nas próximas 24 horas&#8221;, disse hoje o primeiro-ministro do Paquistão, que tem operado como mediador nas conversações. </P><br />
<P>&#8220;Estamos mais perto que nunca de um acordo de paz. Com a finalização prevista para as próximas 24 horas, o Paquistão está a preparar-se para a assinatura eletrónica do acordo de paz imediatamente a seguir, seguindo-se conversações a nível técnico na próxima semana&#8221;, escreveu hoje Shehbaz Sharif na plataforma X (antigo Twitter).</P><br />
<P>Na publicação, o líder do Governo paquistanês agradeceu ainda aos EUA e à República Islâmica do Irão pelo &#8220;seu compromisso contínuo durante as negociações&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Expressamos o nosso sincero agradecimento aos nossos irmãos da região pelo seu apoio. Estamos confiantes que este acordo de paz histórico constituirá uma base sólida para uma paz duradoura&#8221;, acrescentou.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775817]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>URGENTE: Irão: Acordo de paz deve ser finalizado dentro de 24 horas &#8211; Paquistão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 11:40:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O acordo de paz entre Irão e Estados Unidos da América deverá ser finalizado "nas próximas 24 horas", disse hoje o primeiro-ministro do Paquistão, que tem operado como mediador nas conversações.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O acordo de paz entre Irão e Estados Unidos da América deverá ser finalizado &#8220;nas próximas 24 horas&#8221;, disse hoje o primeiro-ministro do Paquistão, que tem operado como mediador nas conversações. </P><br />
<P>&#8220;Estamos mais perto que nunca de um acordo de paz. Com a finalização prevista para as próximas 24 horas, o Paquistão está a preparar-se para a assinatura eletrónica do acordo de paz imediatamente a seguir, seguindo-se conversações a nível técnico na próxima semana&#8221;, escreveu hoje Shehbaz Sharif na plataforma X (antigo Twitter).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775816]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Uma cruiser V4 com mudanças automáticas? A moto chinesa que vai irritar os puristas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/uma-cruiser-v4-com-mudancas-automaticas-a-moto-chinesa-que-vai-irritar-os-puristas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 11:30:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
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		<category><![CDATA[Motores]]></category>
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		<category><![CDATA[QJ Motor]]></category>
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					<description><![CDATA[SRV600 V já era uma moto invulgar no seu segmento. Em vez da receita mais comum das cruiser, normalmente associada a motores V2, a proposta da QJ Motor recorre a um motor V4 de 561 cc]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante décadas, a ideia de uma cruiser passava quase sempre pelo mesmo ritual: motor com personalidade, posição descontraída, punho direito com autoridade e caixa manual para controlar tudo à antiga. Mas a QJ Motor parece disposta a mexer nesse código. A marca chinesa prepara uma versão da SRV600 V com transmissão automática ou automatizada, avança a &#8216;RideApart&#8217;, juntando um motor V4 a uma solução que promete deixar parte dos motociclistas tradicionais pouco convencida.</p>
<p>A SRV600 V já era uma moto invulgar no seu segmento. Em vez da receita mais comum das cruiser, normalmente associada a motores V2, a proposta da QJ Motor recorre a um motor V4 de 561 cc. Agora, a marca chinesa quer acrescentar mais uma camada de diferença: uma caixa com comando automatizado, capaz de dispensar o uso tradicional da embraiagem.</p>
<p><strong>A cruiser que quer tirar trabalho ao pé esquerdo</strong></p>
<p>A solução, de acordo com documentos de homologação na China citados pela imprensa especializada, deverá recorrer a um sistema de mudanças automatizado, com atuadores eletrónicos para gerir embraiagem e seleção de relações. O objetivo é tornar a condução mais acessível, sobretudo em cidade, sem transformar a moto numa scooter nem retirar-lhe totalmente o carácter mecânico.</p>
<p>Na prática, a QJ Motor está a entrar num território onde outras marcas também têm feito experiências. A Honda há muito que aposta na transmissão DCT em vários modelos, enquanto BMW, KTM e Yamaha têm vindo a explorar sistemas de embraiagem automatizada ou mudanças assistidas. A diferença está no tipo de moto: uma cruiser compacta com motor V4 e caixa automática continua a ser uma combinação pouco habitual.</p>
<p>É precisamente aí que a história ganha interesse. Para muitos motociclistas, parte do prazer de conduzir está na ligação física à máquina: sentir a embraiagem, escolher a mudança, controlar a resposta do motor. Tirar esse gesto pode ser visto como conforto ou como heresia, dependendo do lado da discussão.</p>
<p><strong>Tecnologia contra ritual</strong></p>
<p>A QJ Motor parece apostar no primeiro argumento. Uma caixa automatizada pode tornar a moto mais fácil de usar no trânsito, menos cansativa em percursos urbanos e mais acessível para condutores que gostam da estética cruiser, mas não querem lidar constantemente com embraiagem e mudanças.</p>
<p>O problema é que o mundo das motos vive tanto de técnica como de ritual. E poucas coisas dividem mais os puristas do que a ideia de automatizar uma experiência que, para muitos, deve continuar a ser manual. A RideApart resume bem essa tensão ao antecipar que a novidade poderá fazer os puristas “perder a cabeça”.</p>
<p>Ainda assim, a evolução parece difícil de travar. À medida que a eletrónica entra em mais áreas da condução, das suspensões à travagem, da gestão do motor aos modos de condução, a transmissão começa também a deixar de ser intocável. A diferença é que, nas motos, essa mudança mexe diretamente com uma das sensações mais básicas da condução.</p>
<p><strong>O que a China está a testar nas motos</strong></p>
<p>A QJ Motor tem vindo a crescer fora da China e a experimentar soluções que há poucos anos pareceriam improváveis para uma marca ainda em afirmação global. Uma cruiser V4 de média cilindrada já é, por si só, uma proposta diferente. Uma versão automatizada torna-a ainda mais curiosa.</p>
<p>Não se trata apenas de uma questão de conforto. Trata-se de perceber se há mercado para motos que mantenham imagem, som e presença, mas retirem parte da complexidade da condução tradicional. Se a resposta for positiva, outros construtores poderão acelerar no mesmo sentido.</p>
<p>A discussão não será apenas técnica. Será emocional. Porque, para muitos motociclistas, a pergunta não é se uma transmissão automatizada funciona. É se uma moto continua a parecer uma moto quando começa a dispensar alguns dos gestos que sempre fizeram parte da experiência.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775388]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Funeral de antigo líder Ali Khamenei marcado para 09 de julho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 11:21:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O funeral do antigo Líder Supremo do Irão, Ali Khamenei, vai acontecer em 09 de julho, devendo ser sepultado em Mashhad, no nordeste do país, anunciou hoje a televisão estatal iraniana.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O funeral do antigo Líder Supremo do Irão, Ali Khamenei, vai acontecer em 09 de julho, devendo ser sepultado em Mashhad, no nordeste do país, anunciou hoje a televisão estatal iraniana.</P><br />
<P>O funeral de Khamenei, que liderou o Irão durante quase 37 anos, até à sua morte em ataques realizados pelos Estados Unidos da América e por Israel no final de fevereiro, estava previsto para março, mas foi adiado devido à guerra no país.</P><br />
<P>As cerimónias vão prolongar-se por seis dias, tendo início no dia 04 de julho, e passarão pela capital, Teerão, e pelas cidades sagradas de Qom (norte) e Mashhad, de onde era natural, explicou a emissora, citada pela agência France-Presse (AFP).</P><br />
<P>Ali Khamenei tinha 86 anos, dos quais mais de 36 à frente da República Islâmica. </P><br />
<P>Milhares de iranianos prestaram homenagem ao falecido guia em abril, 40 dias após a sua morte, um rito importante do luto entre os muçulmanos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775815]]></sapo:autor>
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		<title>Milhões de adeptos, 16 cidades e um risco invisível de saúde: o outro lado do Mundial&#8217;2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 11:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Mundial'2026]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante cinco semanas, milhões de pessoas vão circular entre países, cidades e recintos desportivos. Para os especialistas em doenças infecciosas, eventos desta dimensão raramente provocam grandes surtos, mas criam condições ideais para testar sistemas de saúde e acelerar a transmissão de vírus e outras infeções]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Mundial de futebol de 2026 começou esta quinta-feira e promete transformar 16 cidades dos Estados Unidos, Canadá e México numa gigantesca rede de estádios, aeroportos, hotéis, bares e transportes públicos cheios de adeptos. Mas, além da festa, há outro fenómeno em marcha: uma experiência de contacto global em massa, alerta o site The Conversation.</p>
<p>Durante cinco semanas, milhões de pessoas vão circular entre países, cidades e recintos desportivos. Para os especialistas em doenças infecciosas, eventos desta dimensão raramente provocam grandes surtos, mas criam condições ideais para testar sistemas de saúde e acelerar a transmissão de vírus e outras infeções.</p>
<p>O risco mais dramático, embora considerado improvável, é o Ébola. Em maio de 2026, a Organização Mundial da Saúde declarou uma emergência de saúde global devido a um surto na República Democrática do Congo e no Uganda, provocado por uma estirpe rara, Bundibugyo, que mata cerca de uma em cada três pessoas infetadas.</p>
<p>Ainda assim, a probabilidade de o Ébola chegar a um estádio do Mundial é considerada muito baixa. O vírus não se transmite pelo ar, mas por contacto direto com fluidos corporais, como sangue ou saliva, e as pessoas infetadas só se tornam contagiosas depois de apresentarem sintomas. Segundo o artigo, os Estados Unidos impuseram restrições à entrada de não cidadãos e não residentes permanentes que tenham estado nos países afetados nos 21 dias anteriores, além de rastrear passageiros vindos dessas zonas. México e Canadá também têm medidas em vigor.</p>
<p>Os perigos mais prováveis para os adeptos estão nas infeções respiratórias. Sarampo, gripe e Covid-19 são apontados como ameaças bem mais plausíveis num contexto de multidões em estádios, aeroportos, bares e transportes. O sarampo preocupa em especial por estar a aumentar nos três países anfitriões e por ser uma das doenças infecciosas mais contagiosas do mundo.</p>
<p>O exemplo dado por Andrés Henao, professor associado de Medicina e Doenças Infecciosas na University of Colorado Anschutz, num artigo publicado no &#8216;The Conversation&#8217;, é simples: em 2025, um viajante infetado que passou pelo aeroporto internacional de Denver desencadeou um surto com pelo menos dez casos. Num Mundial, um adepto infetado numa bancada, num bar ou num aeroporto pode ser suficiente para iniciar uma cadeia de transmissão.</p>
<p>A gripe também entra na lista de vigilância, depois de uma época 2025-2026 particularmente intensa, descrita como a mais forte em 30 anos. A Covid-19 continua a causar centenas de milhares de hospitalizações por ano. Em pano de fundo, os cientistas acompanham ainda a gripe aviária H5N1, que já provocou infeções humanas nos Estados Unidos desde 2024, embora sem transmissão entre pessoas detetada até agora.</p>
<p>Há ainda riscos menos visíveis, mas relevantes. As doenças transmitidas por mosquitos preocupam sobretudo nas cidades do sul dos Estados Unidos e do México, em plena época de maior atividade destes insetos. Dengue, febre-amarela e vírus Oropouche são exemplos de infeções que podem chegar com viajantes vindos de zonas onde estas doenças circulam. O risco de transmissão local é pequeno, mas existe.</p>
<p>Outro tema pouco discutido em grandes eventos desportivos é o aumento das infeções sexualmente transmissíveis. De acordo com o texto do &#8216;The Conversation&#8217;, cerca de um em cada cinco viajantes internacionais tem relações sexuais ocasionais durante as viagens, e quase metade desses contactos ocorre sem proteção. Mpox e sífilis estão entre as preocupações acompanhadas pelas autoridades de saúde.</p>
<p>As autoridades dos Estados Unidos, Canadá e México reforçaram a vigilância sanitária para o Mundial. Nos Estados Unidos, várias instituições académicas, empresas, organizações sem fins lucrativos e entidades de saúde pública vão acompanhar a evolução de possíveis ameaças infecciosas durante o torneio. Ainda assim, há especialistas preocupados com a capacidade de resposta americana, depois de cortes na infraestrutura de saúde pública desde 2025.</p>
<p>Para os adeptos, as recomendações são diretas: manter vacinas atualizadas, sobretudo contra sarampo, gripe e Covid-19; praticar sexo seguro; usar repelente contra mosquitos; e adotar cuidados básicos em espaços cheios. O Mundial será, acima de tudo, uma festa global do futebol. Mas, durante cinco semanas, será também um teste à prevenção, à vigilância e à capacidade de resposta dos sistemas de saúde.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774275]]></sapo:autor>
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		<title>Vitória de Alfama nas Marchas prova que vale a pena lutar pelas tradições</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 10:35:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O coordenador da Marcha de Alfama considerou hoje que a vitória nas Marchas Populares de Lisboa é a confirmação de que "ainda vale a pela lutar" pelos valores e tradições que dão identidade aos bairros históricos da cidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O coordenador da Marcha de Alfama considerou hoje que a vitória nas Marchas Populares de Lisboa é a confirmação de que &#8220;ainda vale a pela lutar&#8221; pelos valores e tradições que dão identidade aos bairros históricos da cidade.</P><br />
<P>Oito anos depois de conquistar o seu último concurso das Marchas Populares de Lisboa, Alfama celebrou um triunfo que, para o coordenador João Ramos, representa sobretudo uma vitória dos valores e das tradições da cidade.</P><br />
<P>Ligado à marcha de Alfama há 24 anos, João Ramos disse à agência Lusa que sentiu, com esta vitória, que faz parte de &#8220;um grupo de marchas que tem como principal objetivo a defesa das tradições de Lisboa&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Fico contente por representar esse grupo. Podia ser eu ou poderia ser outra marcha&#8221;, afirmou, salientando que é preciso ter &#8220;a noção de que Marchas Populares de Lisboa são sobretudo um evento para representar as tradições e para honrar os bairros tradicionais de Lisboa&#8221;.</P><br />
<P>A mensagem esteve bem patente no tema escolhido por Alfama este ano, &#8220;Os santos devem estar loucos&#8221;, disse o responsável, explicando que, através de metáforas, a marcha procurou alertar para as mudanças que têm vindo a transformar os bairros tradicionais.</P><br />
<P>&#8220;Os santos devem estar loucos com aquilo que se tem passado ultimamente nos bairros, em que se dança samba no baile, canta-se o fado sem xaile, não se salta a fogueira e o manjerico já não cheira&#8221;, ilustrou.</P><br />
<P>Para o responsável, o tradicional concurso faz sentido enquanto se lutar pelas tradições e pelos valores: &#8220;Quando nos rendermos a outros valores, então podemos chamar isto outra coisa, mas não as Marchas Populares do Lisboa&#8221;, vincou.</P><br />
<P>A preparação da marcha começou em janeiro quando lançou o tema à Comissão da Marcha e foi validado.</P><br />
<P>&#8220;A partir daí começamos a trabalhar no tema, a trabalhar nos arcos, na música, nas letras&#8221;, disse, realçando que foi &#8220;uma vitória coletiva&#8221;.</P><br />
<P>Para que tudo acontecesse, foi fundamental &#8220;a entrega total dos marchantes&#8221;, considerou, realçando o empenho dos participantes: &#8220;Estamos a falar em 50 jovens que não têm educação clássica, musical, artística, absolutamente nenhuma&#8221; e que durante dois meses se dedicaram intensamente aos ensaios.</P><br />
<P>&#8220;A marcha de Alfama, como todas as demais, exige a todas as pessoas, provavelmente, valias que não têm, mas a vontade que cada um tem de representar o seu bairro faz com que a marcha de Alfama, e as demais, consigam depois ter aquele resultado de arrastar multidões à avenida da Liberdade, na noite mágica de Lisboa, de 12 para 13 de junho&#8221;, realçou. </P><br />
<P>Apesar de ser natural de Pampilhos da Serra, João Ramos disse ter uma forte ligação afetiva ao bairro de Alfama, onde &#8220;caiu de paraquedas&#8221; há 24 anos.</P><br />
<P>&#8220;Não sou de Alfama de sangue, sou de Alfama de adoção e de coração&#8221;, afirmou, lamentando a realidade atual do bairro, que considera estar cada vez mais descaracterizado.</P><br />
<P>&#8220;O bairro está despovoado, está descaracterizado, já tem muito poucos &#8216;alfacinhas&#8217; e, nessas alturas, o bairro sente que, de alguma forma, ficaram sem as suas referências&#8221;, afirmou, elucidando que, das 50 pessoas que participam na marcha, apenas três vivem no bairro, quando há 10 anos &#8220;eram quase 100%&#8221;.</P><br />
<P>João Ramos lamentou que diversas políticas tenham contribuído para o afastamento de muitos moradores de Alfama, mas garantiu que nada apagará o amor e o orgulho que continuam a sentir pelo bairro onde nasceram e cresceram.</P><br />
<P>&#8220;As pessoas de Alfama é gente muito trabalhadora, gente que luta dia-a-dia para conseguir ter melhores condições de vida e esse é um reconhecimento que nós fazemos a este povo maravilhoso, que é o nosso povo de Alfama&#8221;, realçou.</P><br />
<P>Questionado sobre como resumiria a conquista deste ano, João Ramos afirmou: &#8220;Ainda vale a pena lutar pelos valores em que acreditamos&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775814]]></sapo:autor>
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		<title>Desde a Segunda Guerra Mundial que não havia tantos conflitos armados entre Estados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 10:12:09 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Desde o final da Segunda Guerra Mundial que não existia um número de conflitos armados entre Estados tão elevado como o registado em 2025, segundo um relatório publicado pelo Instituto de Investigação da Paz de Oslo (PRIO).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Desde o final da Segunda Guerra Mundial que não existia um número de conflitos armados entre Estados tão elevado como o registado em 2025, segundo um relatório publicado pelo Instituto de Investigação da Paz de Oslo (PRIO). </P><br />
<P>O relatório, intitulado &#8220;Tendências de Conflitos: Uma Análise Global, 1946-2025&#8221;, indica ainda que o ano passado foi o terceiro mais letal desde 1989, com 245 mil mortes resultantes da violência relacionada com conflitos.</P><br />
<P>O documento registou oito conflitos interestatais em 2025: a guerra entre a Rússia e a Ucrânia, o conflito entre a Índia e o Paquistão, os combates entre o Afeganistão e o Paquistão, os confrontos entre a Tailândia e o Camboja e múltiplos conflitos interestatais ligados ao conflito no Médio Oriente, incluindo os que envolveram Israel, o Irão, o Iémen e os Estados Unidos.</P><br />
<P>&#8220;O ressurgimento de conflitos interestatais a esta escala é profundamente preocupante&#8221;, salientou Siri Aas Rustad, diretora de investigação do PRIO e principal autora do relatório, que salientou que &#8220;durante décadas, as guerras civis dominaram os conflitos globais&#8221;.</P><br />
<P>Durante o lançamento do relatório, que se baseia em dados do Programa de Dados sobre Conflitos de Uppsala (UCDP), afirmou: &#8220;Estamos agora a assistir a um perigoso ressurgimento de confrontos diretos entre Estados, impulsionados por rivalidades geopolíticas, disputas fronteiriças e escalada regional, particularmente no Médio Oriente&#8221;.</P><br />
<P>Estes números refletem as 245 mil mortes em incidentes relacionados com batalhas, um número resultante de três conflitos: a invasão russa da Ucrânia, a guerra no Sudão &#8212; incluindo os massacres perpetrados pelo grupo paramilitar Forças de Apoio Rápido (RSF) em El Fasher, no Darfur &#8212; e o bombardeamento israelita da Faixa de Gaza.</P><br />
<P>O PRIO observa que o elevado número de mortes é frequentemente impulsionado por alguns conflitos de grande escala e sublinha que, embora antes de 2020 fosse comum a ocorrência de um destes conflitos de cada vez, nos últimos anos tem-se verificado uma acumulação destes conflitos em simultâneo.</P><br />
<P>O aumento do número de mortes entre 2024 e 2025 &#8212; passando de 188.000 para 245.000 &#8212; deve-se principalmente à violência no Sudão, com cerca de 60.000 mortos na última semana de outubro de 2025 pelas Forças de Apoio Rápido (RSF) em El Fasher, segundo dados da UCDP. </P><br />
<P>O número de mortes quase duplicou na República Democrática do Congo (RDCongo), principalmente devido à ofensiva lançada no início do ano pelo grupo rebelde Movimento 23 de Março (M23).</P><br />
<P>A UCDP esclarece que o número de mortos inclui aqueles que morreram em combate &#8212; o que engloba mortes em conflitos ou ataques, tanto de combatentes como de civis &#8212; mas exclui um &#8220;número enorme&#8221; de mortes indiretas devido à falta de infraestruturas e instalações de saúde, insegurança alimentar e aqueles feridos em ataques que posteriormente sucumbiram aos ferimentos.</P><br />
<P>Por isso, sublinha que, embora os números reflitam o nível de conflito em todo o mundo, são estimativas conservadoras, especialmente porque o número de mortes indiretas é difícil de verificar &#8220;devido à falta de dados fiáveis&#8221; que permitam uma estimativa aproximada.</P><br />
<P>O relatório indica que 2025 registou também o maior número de conflitos estatais desde 1946, com 65 conflitos &#8212; mais seis do que o recorde anterior &#8212; e cerca de 153 mil mortes, um número apenas superado pelos documentados em 2021, 2022 e 2024. </P><br />
<P>Dados que representam um nível persistentemente elevado de violência estatal, com mais mortes nos últimos cinco anos do que nos 20 anos anteriores a 2021. </P><br />
<P>Durante 2025, estes 65 conflitos foram documentados em 35 países, um aumento em ambas as áreas em comparação com 2024. </P><br />
<P>Além disso, na última década, a diferença entre o número de conflitos e o número de países em conflito aumentou, indicando um aumento no número de países que experienciam múltiplos conflitos simultâneos &#8212; como Myanmar, com cinco, e Israel, com dois conflitos civis e três internacionais.</P><br />
<P>A lista de países com múltiplos conflitos inclui ainda o Afeganistão, os Camarões, o Mali, a Nigéria e o Paquistão, com três cada, enquanto 16 dos 35 países têm apenas um conflito. </P><br />
<P>Este facto &#8220;reflete também uma crescente complexidade na dinâmica dos conflitos, com mais atores envolvidos&#8221;, como explica o PRIO, que sublinha que este tem &#8220;implicações importantes para a forma como estes conflitos são analisados ??e abordados&#8221;.</P><br />
<P>Rusted salientou que &#8220;os conflitos hoje estão cada vez mais interligados&#8221; e acrescentou que &#8220;envolvem mais atores, frentes sobrepostas e maior abrangência regional&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Isto torna-os muito mais difíceis de resolver e aumenta significativamente o risco&#8221;, disse.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775806]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>A casa de madeira que cabe no orçamento de um carro: 70 metros, três quartos e alpendre</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/a-casa-pre-fabricada-de-70-metros-quadrados-que-custa-menos-de-25-mil-euros-mas-ha-um-detalhe-a-ter-em-conta/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 10:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[casas pré-fabricadas]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Por dentro, a casa foi desenhada para famílias ou para quem procura uma solução com divisões separadas. Inclui três quartos, uma casa de banho de 5,2 metros quadrados e uma sala de estar com cozinha integrada]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As casas pré-fabricadas deixaram de ser apenas pequenas construções de apoio ou soluções improvisadas para férias. Há modelos no mercado que já oferecem espaço suficiente para uma família, com vários quartos, varanda e uma organização interior próxima da de uma casa tradicional. É o caso da casa Sagunto, da Hobycasa, destacada pelo &#8216;HuffPost&#8217;, que está à venda por 24.095 euros.</p>
<p>O modelo tem cerca de 70 metros quadrados no total e combina 60 metros quadrados de área habitável com uma varanda coberta de 9,45 metros quadrados. As dimensões exteriores são de 10,60 metros por 7,52 metros, o que permite uma planta mais ampla do que a ideia habitual associada a este tipo de habitação.</p>
<p>Por dentro, a casa foi desenhada para famílias ou para quem procura uma solução com divisões separadas. Inclui três quartos, dois com 8,75 metros quadrados e um com 9,2 metros quadrados, uma casa de banho de 5,2 metros quadrados e uma sala de estar com cozinha integrada de 25,35 metros quadrados.</p>
<p>O exterior é um dos elementos que mais ajuda a distinguir este modelo. A varanda coberta cria uma zona adicional de utilização, pensada para refeições ao ar livre, momentos de descanso ou simplesmente para aproveitar o espaço em redor da casa, sobretudo em contextos de férias, fins de semana ou terrenos de lazer.</p>
<p>A estrutura é feita em madeira de abeto nórdico, com ripas de 44 milímetros e encaixe macho-fêmea. O modelo inclui ainda uma estrutura de parede dupla de 44-50-44 milímetros, permitindo incorporar isolamento térmico entre as paredes. A madeira recebe também tratamento por imersão contra insetos xilófagos, uma proteção importante contra pragas como térmitas.</p>
<p>O preço anunciado inclui a estrutura da casa, uma porta de entrada de 95 por 205 centímetros com janela fixa e fechadura, quatro portas interiores de 83 por 209 centímetros, nove janelas de diferentes dimensões, ripas para as paredes, kit completo de parafusos e instruções detalhadas de montagem.</p>
<p>Mas o valor final pode ficar bastante acima dos 24.095 euros. De acordo com o &#8216;HuffPost&#8217;, o preço não inclui projetos técnicos, obras civis, instalações de água e eletricidade, louças sanitárias, transporte ou montagem. Extras como pintura, impermeabilização, telhado, piso ou outras opções de personalização também podem aumentar o custo.</p>
<p>Há ainda outro ponto essencial: uma casa pré-fabricada não pode ser instalada livremente em qualquer terreno. Estas construções exigem licenças, que variam consoante a câmara municipal, o tipo de terreno e a natureza da construção. Avançar sem autorização pode resultar em multas e, em casos limite, na demolição da casa. O preço pode chamar a atenção, mas o verdadeiro custo só se percebe depois de somar legalização, instalação e acabamentos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774267]]></sapo:autor>
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		<title>Europeus canoagem: Fernando Pimenta medalha de bronze em K1 1.000 metros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 09:55:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Fernando Pimenta conquistou hoje a medalha de bronze na prova de K1 1.000 metros dos Europeus de canoagem, o primeiro pódio de Portugal na competição, que decorre em Montemor-o-Velho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Fernando Pimenta conquistou hoje a medalha de bronze na prova de K1 1.000 metros dos Europeus de canoagem, o primeiro pódio de Portugal na competição, que decorre em Montemor-o-Velho. </P><br />
<P>O campeão da Europa em título liderou boa parte da regata, contudo na parte final Uladzislau Kravets, russo a competir sob bandeira neutra, impôs-se, em 3.24,311 minutos, deixando o húngaro Balint Kopasz a 700 milésimos e Pimenta a 1,005 segundos. </P><br />
<P>Este é o 182.º pódio de Fernando Pimenta, que ainda hoje disputa a final de K1 500 metros e no domingo a de K1 5.000, nas mais importantes provas internacionais. </P><br />
<P>Fernando Pimenta, detentor de duas medalhas olímpicas, foi campeão da Europa em 2016 em Moscovo, 2017 em Plovdiv, na Bulgária, 2018 em Belgrado, e 2025 em Racice, na República Checa. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775805]]></sapo:autor>
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