A espanhola Bestiver Gestión e o Santander Asset Managment compraram posições na Greenvolt, que hoje se estreou em bolsa, de 2,53% e 2,713%, segundo dois comunicados publicados pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
A Bestinver comunicou que os seus direitos de voto estão ligados a ações, sendo que atingiu a participação hoje comunicada no dia 13 de julho.
O Santander por sua vez, através de vários fundos, passou a deter, “a partir do dia 12 de julho de 2021, 3.168.627 ações (anteriormente não tinha), correspondentes a 2,713% do capital social, relativas a 2,713% dos direitos de voto tendo assim, ficando acima do limiar dos 2% de participação qualificada”, indicou.
As ações da Greenvolt, que começaram ontem a ser negociadas na bolsa de Lisboa, registaram uma valorização de 12,94% para 4,80 euros.
As ações da subsidiária da Altri para o setor das energias renováveis começaram a negociar às 08:00 (hora de Lisboa), depois de uma Oferta Pública Inicial (IPO) de 4,25 euros.
O preço mínimo registado durante a sessão foi de 4,60 euros, tendo a empresa atingido um preço máximo de 5,30 euros por ação ainda durante a manhã.
O presidente executivo da Greenvolt, Manso Neto, considerou na quarta-feira que se o preço por ação tivesse sido fixado em cinco euros, continuaria a ser barato e que será o mercado a ditar o valor dos títulos.
Manso Neto disse também que a Greenvolt gostaria de integrar o PSI20, o principal índice da bolsa em Lisboa, em setembro.
Na quarta-feira, a Greenvolt anunciou ter registado o aumento do seu capital social de 70 milhões de euros para 247.599.998,75 euros, com a emissão de 41.788.235 novas ações ao preço de subscrição de 4,25 euros.







