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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Mon, 29 Jun 2026 07:54:04 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Portugal vulnerável a sismos: só 19% das habitações têm cobertura específica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 07:54:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Na prática, a esmagadora maioria dos proprietários ficaria sem direito a indemnização em caso de sismo, dependendo de eventuais apoios públicos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A maioria das habitações em Portugal continua sem seguro com cobertura para fenómenos sísmicos, apesar da vulnerabilidade do país a este tipo de risco. Segundo a <a href="https://www.sabado.pt/vida/detalhe/portugal-vulneravel-a-maioria-das-casas-continua-sem-seguro-para-sismos" target="_blank" rel="noopener">SÁBADO</a>, apenas 19% dos imóveis têm proteção contra sismos, uma cobertura que é facultativa e que continua longe de abranger a maioria dos proprietários.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os dados foram avançados à SÁBADO pela Associação Portuguesa de Seguradores, que considera que este nível de proteção é reduzido. A associação acrescenta que a evolução no último ano foi residual, o que significa que o número de casas com seguro contra risco sísmico se manteve praticamente inalterado em 2025.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Seguro contra sismos continua a ser facultativo</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Na prática, a esmagadora maioria dos proprietários ficaria sem direito a indemnização em caso de sismo, dependendo de eventuais apoios públicos. A resposta do Estado, num cenário de grande dimensão, poderia revelar-se insuficiente perante o volume de solicitações, sobretudo numa fase inicial em que as operações de busca e salvamento seriam prioritárias.</p>
<p class="isSelectedEnd">A questão voltou a ganhar relevância no rescaldo do sismo que abalou a Venezuela e provocou grande destruição. O caso venezuelano tem levado à mobilização de ajuda internacional, incluindo uma missão portuguesa de 64 elementos enviada em dois aviões da Força Aérea.</p>
<p class="isSelectedEnd">Perante este cenário, a Associação Portuguesa de Seguradores defende a necessidade de reforçar a literacia sobre o tema e sensibilizar cidadãos e empresas para a importância da proteção. A entidade defende também a criação de soluções que aumentem o acesso e a adesão a esta cobertura, bem como mecanismos estruturados de partilha de risco.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Risco sísmico é maior da Área Metropolitana de Lisboa para sul</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Da Área Metropolitana de Lisboa para baixo, o risco sísmico é mais elevado devido à existência de falhas ativas. Entre agosto de 2024 e fevereiro de 2026, a terra tremeu três vezes nestas regiões, com abalos sucessivos de magnitude até 5,3.</p>
<p class="isSelectedEnd">Este contexto tem aumentado o receio de uma repetição de uma tragédia semelhante à de 1 de novembro de 1755, quando Lisboa foi devastada por um sismo estimado entre 8,5 e 9 na escala de Richter. À época, não existiam sismógrafos, pelo que estes valores resultam de estimativas baseadas no nível de destruição.</p>
<p class="isSelectedEnd">A APS alerta para a importância de antecipar o risco e proteger pessoas e património, evitando uma dependência excessiva da resposta pública em situações de grande dimensão. Em comunicados anteriores, a associação já tinha avisado que não se trata de uma incerteza, mas de um risco real, de ocorrência certa em momento incerto.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>DECO PROteste pede mais transparência</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A DECO PROteste defende igualmente uma abordagem preventiva. Magna Canas, porta-voz e jurista da associação, afirma à SÁBADO que esta matéria deve ser encarada como uma prioridade, exigindo maior transparência por parte das seguradoras e uma reflexão sobre soluções estruturais que permitam uma resposta mais robusta e generalizada.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Associação Portuguesa de Seguradores propõe ainda a criação de um fundo nacional para riscos catastróficos, no âmbito do Programa Transformação, Recuperação e Resiliência, criado no início de 2026 para preparar o país para os impactos climáticos.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>O que deve verificar no seguro da casa</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Ter seguro contra sismos pode fazer a diferença, mas é essencial analisar bem a apólice. O seguro de incêndio é exigido pelos bancos no crédito à habitação, mas a cobertura de danos causados por sismos tem de ser contratada à parte.</p>
<p class="isSelectedEnd">Magna Canas recomenda confirmar se a cobertura de sismos está efetivamente incluída, uma vez que nem sempre faz parte do pacote base. Também é importante verificar os limites de indemnização, as exclusões e a franquia, que pode ser elevada.</p>
<p class="isSelectedEnd">A jurista alerta ainda para a necessidade de garantir que os valores seguros da casa e do recheio estão atualizados. Caso contrário, o proprietário pode receber menos do que o necessário em caso de sinistro.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Comparar propostas pode evitar surpresas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Comparar propostas entre seguradoras é outro passo essencial, sobretudo porque as condições podem variar bastante. Segundo Magna Canas, um seguro mais barato pode significar menor proteção.</p>
<p class="isSelectedEnd">O valor do prémio depende de vários fatores, incluindo a zona do país onde o imóvel se encontra. Em Lisboa, onde o risco sísmico é maior, o preço tende a ser mais elevado.</p>
<p>Uma simulação para um imóvel construído em 2000 e situado em Lisboa aponta para valores entre 230 e 430 euros por ano. No Centro do país, os valores poderão ser um pouco mais baixos. Depois de escolhido o seguro, é fundamental ler o contrato com atenção antes de assinar, para evitar dúvidas sobre o que está realmente coberto.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782903]]></sapo:autor>
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		<title>Montenegro sem ofertas registadas no Governo apesar de presentes recebidos em eventos públicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 07:46:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Apesar da ausência de registos, foram identificados pelo menos dois momentos em que Luís Montenegro recebeu presentes, com imagens públicas desses episódios.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O primeiro-ministro, Luís Montenegro, não declarou à Secretaria-Geral do Governo qualquer oferta com valor igual ou superior a 150 euros, patamar a partir do qual o registo é obrigatório. A informação foi confirmada ao Correio da Manhã por fonte oficial da Secretaria-Geral do Governo, que garantiu não existir “registo de qualquer oferta de bem que constitua ou possa ser interpretado pela sua recusa, como uma quebra de respeito interinstitucional”.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o <a href="https://www.cmjornal.pt/politica/detalhe/montenegro-ignora-registo-obrigatorio-de-ofertas" target="_blank" rel="noopener">Correio da Manhã</a>, apesar da ausência de registos, foram identificados pelo menos dois momentos em que Luís Montenegro recebeu presentes, com imagens públicas desses episódios. Em abril, o chefe do Executivo recebeu do FC Porto, clube do qual é adepto, a camisola “Presidente dos Presidentes”, criada em homenagem a Jorge Nuno Pinto da Costa e colocada à venda por 200 euros. No mercado secundário, o mesmo artigo chegou a ser anunciado por valores até 1200 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Já este mês, antes da partida da seleção nacional para o Mundial, Montenegro recebeu da Federação Portuguesa de Futebol uma camisola oficial, cujo preço é de 150 euros, sem incluir eventual personalização.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Secretaria-Geral aponta para valor estimado das ofertas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Confrontada com estas situações, a Secretaria-Geral do Governo respondeu que “o critério legalmente relevante para a sujeição de uma oferta a este registo é o do seu valor estimado e não necessariamente o seu preço de venda ao público”.</p>
<p class="isSelectedEnd">A mesma entidade acrescentou ainda que “o regime legal vigente não fixa prazo para a apresentação das ofertas”. Por esse motivo, defendeu que “a ausência de registo de um determinado bem, numa certa data, não permite, por si só, extrair qualquer conclusão quanto ao incumprimento dos deveres aplicáveis”.</p>
<p class="isSelectedEnd">Luís Montenegro está no cargo de primeiro-ministro desde abril de 2024 e, de acordo com a informação prestada pela Secretaria-Geral do Governo, não existem ofertas registadas em seu nome.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Comparação com Costa e Aguiar-Branco</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O Correio da Manhã recorda que António Costa, antecessor de Montenegro no cargo, declarou 11 ofertas apenas nos primeiros seis meses de aplicação do Código de Conduta, criado em 2016. Entre os bens registados pelo antigo primeiro-ministro estiveram um drone e um telemóvel oferecidos na China.</p>
<p class="isSelectedEnd">Também na atual legislatura existem exemplos de registo de ofertas entre dirigentes sociais-democratas. José Pedro Aguiar-Branco, presidente da Assembleia da República, comunicou 37 ofertas desde junho de 2025.</p>
<p class="isSelectedEnd">Logo em julho, numa visita a Luanda em que Montenegro também participou, Aguiar-Branco recebeu do Governo de Angola uma peça em madeira, que passou para o património da Assembleia da República. Em março de 2026, numa deslocação a Pequim, foram registadas “várias ofertas”, de acordo com a informação disponível no site do Parlamento.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em setembro de 2025, também Luís Montenegro viajou até à China, com receções ao mais alto nível, mas não registou quaisquer ofertas junto da Secretaria-Geral do Governo.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>SGG nega falhas, mas admite melhorias no processo</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar de negar falhas no registo de ofertas, a Secretaria-Geral do Governo admitiu que lhe cabe implementar procedimentos destinados a reforçar e facilitar o processo de comunicação e registo, seguindo as melhores práticas de transparência.</p>
<p>O Código de Conduta do Governo foi criado na sequência do caso conhecido como “Galpgate”, relacionado com viagens oferecidas pela Galp para o Euro 2016 a três secretários de Estado, que acabaram por se demitir.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782900]]></sapo:autor>
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		<title>Canábis medicinal, documentos falsos e milhões em cripto: como funcionava a rede que terá enganado o Infarmed</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 07:39:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma alegada rede internacional de tráfico de droga terá usado empresas do setor farmacêutico, licenças ligadas à canábis medicinal e certificados falsificados para criar uma aparência de legalidade em Portugal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Uma alegada rede internacional de tráfico de droga terá usado empresas do setor farmacêutico, licenças ligadas à canábis medicinal e certificados falsificados para criar uma aparência de legalidade em Portugal. A Operação “Erva Daninha”, conduzida pela Polícia Judiciária no âmbito de um inquérito do DCIAP, desmantelou uma estrutura com laboratório em Abrantes, fornecedores na Malásia e na Índia, clientes nos Países Baixos e receitas estimadas em dezenas de milhões de euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o <a href="https://observador.pt/especiais/cripto-quimicos-da-india-e-falsificacoes-de-licencas-como-uma-rede-de-falsa-canabis-medicinal-enganou-o-infarmed-para-traficar-droga/" target="_blank" rel="noopener">Observador</a>, a acusação visa 13 arguidos e 11 sociedades comerciais, suspeitos de crimes como branqueamento de capitais, falsificação de documento, tráfico de estupefacientes e associação criminosa. O processo descreve uma organização que terá usado o “manto de legalidade” de empresas licenciadas para encobrir importações, transformação e distribuição de droga.</p>
<p class="isSelectedEnd">O centro operacional da rede em Portugal passava pela Polyfarchemi, instalada no Tagusvalley, Parque de Ciência e Tecnologia em Alferrarede, Abrantes. O espaço aparentava ser um laboratório legítimo, mas, segundo o DCIAP, os equipamentos apresentavam adaptações típicas de unidades clandestinas, incluindo balanças de precisão, misturadores industriais, bombas de vácuo e sistemas de embalamento.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Polyfarchemi nunca teve autorização do Infarmed para comercializar substâncias controladas. Ainda assim, de acordo com a acusação citada pelo Observador, o objetivo seria transformar o laboratório num centro de produção ilícita de metanfetaminas e catinonas sintéticas, incluindo 3-CMC e 3-MMC, além de modificar canábis desviada do circuito legal para produzir THC-P, um canabinoide de elevada potência.</p>
<p class="isSelectedEnd">Durante as buscas realizadas em maio de 2025, a PJ apreendeu cerca de 500 quilos de 3-CMC e caixas de anfetaminas. A droga estava embalada em sacos com o logótipo da Novartis e escondida em caixas da empresa portuguesa Cabopol, com a qual a Polyfarchemi nunca teve relação comercial. Os rótulos falsificados indicavam compostos químicos lícitos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Além das drogas sintéticas, a rede usava grandes quantidades de canábis adquirida a produtores nacionais licenciados. O destino oficial declarado ao Infarmed incluía países africanos, como Guiné-Bissau, Quénia e República Democrática do Congo, mas a acusação sustenta que a droga acabava desviada para o mercado europeu, sobretudo Países Baixos, Espanha e França.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o DCIAP, Portugal registou a exportação de 1.206 quilos de canábis para a Guiné-Bissau entre 2023 e 2025 e mais 5.533 quilos para a República Democrática do Congo entre 2024 e 2025, sem que esses países tenham declarado importações oficiais. Em 2025, foram ainda registados 357 quilos para o Quénia, apesar de aquele país ter uma estimativa de importação aprovada de apenas 300 gramas.</p>
<p class="isSelectedEnd">A rede também importava substâncias sintéticas da Índia, acondicionadas em bidões industriais e enviadas por via aérea para Lisboa. Nas alfândegas, o produto era declarado fraudulentamente como cristais destinados ao setor industrial, plásticos ou substâncias químicas lícitas, acompanhado de certificados de análise falsos.</p>
<p class="isSelectedEnd">A acusação aponta fragilidades no processo de fiscalização do Infarmed. Até maio de 2025, não existia uma verificação sistemática, nem contacto direto com autoridades estrangeiras, para confirmar a autenticidade dos certificados de importação. Dirigentes do Infarmed admitiram em depoimento falta de meios humanos para responder ao volume de pedidos gerado pela legislação da canábis medicinal.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os documentos falsificados apresentavam erros evidentes. Havia endereços de e-mail com domínios gratuitos, lapsos linguísticos, traduções incorretas e marcas oficiais com indícios de montagem digital. Um certificado supostamente emitido pela autoridade reguladora da Guiné-Bissau tinha validade até 30 de fevereiro de 2024, uma data inexistente, sem que isso tivesse feito soar alarmes.</p>
<p class="isSelectedEnd">O DCIAP refere ainda o papel de Luís Soares, antigo inspetor do Infarmed entre 1996 e 2021, que terá sido recrutado pela organização como consultor técnico. Segundo a acusação, a sua função passaria por apoiar a reconversão da Sofex, empresa farmacêutica de Massamá adquirida por Benny Falk, para obter aprovação do Infarmed para processamento de canábis.</p>
<p class="isSelectedEnd">A cúpula da organização seria composta por Geert Caers, cidadão neerlandês tratado como “Big Boss”, e Benny Falk, dinamarquês apontado como responsável pela execução da estrutura no terreno. Entre 2019 e 2024, Caers terá transacionado mais de 30,4 milhões de dólares em criptoativos na Binance, valor equivalente a cerca de 26,8 milhões de euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">O circuito financeiro passava também pela Malásia, onde uma operadora identificada como Cammy geria 17 sociedades de fachada. Através destas empresas terão circulado pelo menos 11 milhões de euros, depois canalizados para Portugal sob a aparência de empréstimos e contratos comerciais ligados à compra de canábis.</p>
<p class="isSelectedEnd">No processo foram apreendidas cerca de 1,78 toneladas de canábis no Sardoal, mais de três toneladas de biomassa e flor de canábis em armazéns de logística, cerca de 500 quilos de 3-CMC, 149 quilos de 3-MMC, 30 mil comprimidos de Lorazepam, armas de fogo, veículos de gama alta e cerca de 363,7 mil euros em numerário.</p>
<p>Alguns dos principais suspeitos estão fugidos, incluindo Benny Falk, Keith Fernandes e Tiago Sá Pedroso, gerente da Polyfarchemi. Geert Caers foi extraditado para Portugal em setembro de 2025 e colocado em prisão preventiva. A acusação descreve uma rede transnacional que terá combinado licenças de canábis medicinal, certificados falsos, criptoativos, sociedades de fachada e logística internacional para traficar droga e branquear capitais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782893]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Se recebe apoios da Segurança Social, saiba que o primeiro pagamento de julho é feito já esta semana. Veja o calendário</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/se-recebe-apoios-da-seguranca-social-saiba-que-o-primeiro-pagamento-de-julho-e-feito-ja-esta-semana-veja-o-calendario/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 07:30:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Já são conhecidas as datas de pagamento dos subsídios sociais e das pensões para o mês de julho de 2026.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Já são conhecidas as datas de pagamento dos subsídios sociais e das pensões para o mês de julho de 2026.</p>
<p>Com o objetivo de prestar um melhor serviço ao cidadão, a Segurança Social tem uma data fixa mensal para o pagamento dos subsídios sociais e familiares. Esta semana, na sexta-feira, é já feito o primeiro pagamento, correspondente às pensões e subsídios de doença profissional.</p>
<p>Assim, é possível um melhor planeamento e uma salvaguarda para os beneficiários, na medida em que sabem exatamente o dia em que recebem o subsídio. Veja o calendário:</p>
<p>03 JUL<br />
Doença Profissional: pensões e subsídios</p>
<p>07 JUL<br />
Rendas</p>
<p>08 JUL<br />
Pensões<br />
Complemento Solidário para Idosos<br />
Reembolso de Despesas de Funeral<br />
Prestação Social para a Inclusão</p>
<p>16 JUL<br />
Prestações familiares<br />
1º pagamento desemprego / doença / parentalidade / ação social</p>
<p>21 JUL<br />
Fundo de Garantia de Alimentos Devidos a Menores</p>
<p>23 JUL<br />
Fundo de Garantia Salarial<br />
Rendimento Social de Inserção</p>
<p>28 JUL<br />
2º pagamento desemprego / doença / parentalidade / ação social<br />
Subsídio de Apoio ao Cuidador Informal</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782507]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Portugal volta a receber gás da Rússia a seis meses da proibição europeia</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/portugal-volta-a-receber-gas-da-russia-a-seis-meses-da-proibicao-europeia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 07:22:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A descarga aconteceu este domingo no terminal da REN, em Sines, e foi a segunda importação deste ano com origem naquele país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Portugal voltou a receber gás natural liquefeito proveniente da Rússia, numa altura em que já começou a contagem decrescente para a proibição total das importações de gás russo pela União Europeia. A descarga aconteceu este domingo no terminal da REN, em Sines, e foi a segunda importação deste ano com origem naquele país.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o <a href="https://expresso.pt/economia/economia_energia/2026-06-28-a-seis-meses-da-proibicao-de-importacao-portugal-volta-a-receber-gas-da-russia-a0feb613" target="_blank" rel="noopener">Expresso</a>, o navio Yakov Gakkel atracou no Porto de Sines este domingo de manhã, depois de transportar gás durante cerca de dez dias desde o terminal de Sabetta, na península de Yamal, no Ártico, um dos principais pontos de exportação de gás natural liquefeito da Rússia.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Comissão Europeia declarou guerra ao gás russo em 2022, após a invasão da Ucrânia, mas as importações de gás natural liquefeito oriundas da Rússia só ficarão efetivamente proibidas a partir de janeiro de 2027. Até lá, Portugal continua a receber gás russo ao abrigo de contratos ainda em vigor.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Navio russo descarregou gás em Sines</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O Yakov Gakkel, com bandeira das Bahamas, tem quase 300 metros e foi construído em 2019 na Coreia do Sul, no âmbito de um contrato para fornecer navios destinados às exportações da península de Yamal. Segundo o Expresso, o navio deverá regressar a Sabetta depois da passagem por Portugal.</p>
<p class="isSelectedEnd">A embarcação já tinha protagonizado, em agosto de 2022, a terceira descarga de gás russo em Portugal desde o início da guerra da Rússia contra a Ucrânia. Desta vez, a sua chegada a Sines coincidiu com a proximidade da proibição europeia que, dentro de seis meses, impedirá novas importações de gás natural liquefeito russo para a União Europeia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os dados da Administração do Porto de Sines não indicam quem é o importador do gás, e a informação da REN também não identifica a entidade responsável. No entanto, o único contrato de longo prazo que tem trazido gás russo para Portugal pertence à espanhola Naturgy, segundo já assumiu publicamente o Governo português.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Contrato da Naturgy com a Yamal LNG vai até 2041</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A Naturgy assinou, em 2013, um contrato para comprar gás à Yamal LNG até 2041. O acordo obriga a empresa espanhola a adquirir anualmente 38 terawatt hora de gás, mesmo que não fique com esse gás, no quadro dos contratos conhecidos como “take or pay”.</p>
<p class="isSelectedEnd">Também a francesa Total contratou com a Yamal LNG a compra de gás até 2032. No entanto, as sanções da União Europeia vão obrigar estes importadores a rever os seus planos.</p>
<p class="isSelectedEnd">A partir de janeiro de 2027, ficará totalmente proibida a importação de gás liquefeito vindo da Rússia, assim como qualquer negócio de companhias europeias para revenda desse gás fora do espaço comunitário.</p>
<p class="isSelectedEnd">No caso da Naturgy, o impacto será significativo. No relatório e contas de 2025, a empresa espanhola indica que o contrato com a Yamal LNG representa 16% das suas compras de energia e que os compromissos de aquisição até ao fim do contrato rondam os 11 mil milhões de euros.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Espanha entre os países mais expostos ao gás russo</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A decisão europeia de proibir o gás russo a partir de 2027 deverá ter maior impacto em países onde a Rússia continua a ser um fornecedor relevante. É o caso de Espanha, onde o porto de Bilbau é o quarto maior destino europeu do gás proveniente da península de Yamal, atrás de Zeebrugge, na Bélgica, e de Montoir e Dunquerque, em França.</p>
<p class="isSelectedEnd">O presidente do porto de Bilbau, Ivan Jimenez, afirmou ao “Financial Times” que as importações de gás russo devem ser reduzidas, mas defendeu que esse corte não pode ser feito “de um dia para o outro”.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em maio, a Rússia assegurou quase 28% das importações de gás natural de Espanha, de acordo com dados da Enagás, congénere espanhola da REN. A Argélia continua, ainda assim, a ser o principal fornecedor do mercado espanhol.</p>
<p class="isSelectedEnd">Também citada pelo jornal britânico, a ministra espanhola da Energia, Sara Aagesen, disse acreditar que “é possível” eliminar as importações de gás russo a partir de 1 de janeiro, defendendo que “a Europa precisa de cortar totalmente com o gás russo”.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Portugal recebeu 3,3 TWh de gás russo no ano passado</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Em 2025, Portugal importou 3,3 terawatt hora de gás russo, um valor em linha com o ano anterior. Este volume faz do mercado nacional o destino de quase 10% do contrato de gás que a Naturgy assinou com a Yamal LNG, embora já tenham existido anos com maior atividade.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em 2021, Portugal chegou a receber 8,7 terawatt hora de gás da Rússia, antes do abrandamento registado nos anos seguintes.</p>
<p class="isSelectedEnd">Este ano, o terminal da REN em Sines já tinha recebido uma descarga de gás russo em fevereiro. Nesse mês, um dos quatro navios que entregaram gás em Sines veio de Sabetta, enquanto outro teve origem nos Estados Unidos e dois chegaram da Nigéria.</p>
<p>Nos primeiros cinco meses de 2026, Portugal importou 20,9 terawatt hora de gás natural. De acordo com a plataforma REN Datahub, 50,5% vieram da Nigéria, 34,4% dos Estados Unidos, 9,9% de Espanha, por gasoduto, e 5,2% da Rússia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782889]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Portugueses desaparecidos aumenta para 89</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 07:17:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de cidadãos portugueses desaparecidos ou incontactáveis na Venezuela devido aos sismos de quarta-feira cifra-se em 89, 52 homens e 37 mulheres, segundo o último balanço do Ministério dos Negócios Estrangeiros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O número de cidadãos portugueses desaparecidos ou incontactáveis na Venezuela devido aos sismos de quarta-feira cifra-se em 89, 52 homens e 37 mulheres, segundo o último balanço do Ministério dos Negócios Estrangeiros.</p>
<p>Para já, vítimas mortais portuguesas ou lusodescendentes são 53, entre as quais oito crianças.</p>
<p>Os sismos registados na Venezuela em 24 de junho causaram pelo menos 1.450 mortos e 3.150 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</p>
<p>Segundo a ONU, mais de 50 mil pessoas estão desaparecidas.</p>
<p>Vários países, incluindo Portugal e outros estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</p>
<p>A base de operações da missão portuguesa de resposta aos sismos está sediada em Catia la Mar, em La Guaira, uma zona de grande concentração de portugueses e lusodescendentes.</p>
<p>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo e foram seguidos por mais de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</p>
<p>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782888]]></sapo:autor>
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		<title>Mais de 100 mil contribuintes já pagam AIMI: famílias abrangidas aumentaram mais de 20%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 07:15:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Este foi o maior crescimento registado desde a criação do imposto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O número de contribuintes que pagam Adicional ao IMI ultrapassou, pela primeira vez, a barreira dos 100 mil. Em 2025, o AIMI chegou a 101.820 contribuintes, mais 8,9% do que no ano anterior, refletindo o dinamismo do mercado imobiliário e o aumento do investimento no setor.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o <a href="https://www.jornaldenegocios.pt/economia/impostos/detalhe/ja-ha-mais-de-100-mil-contribuintes-a-pagar-aimi" target="_blank" rel="noopener">Jornal de Negócios</a>, este foi o maior crescimento registado desde a criação do imposto. O aumento foi particularmente expressivo entre os contribuintes singulares, que cresceram 22%, enquanto o número de empresas abrangidas subiu 6%.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os dados constam das estatísticas oficiais recentemente publicadas pela Autoridade Tributária e Aduaneira e mostram que o AIMI incidiu, em 2025, sobre 613.618 prédios, mais 7,4% face ao ano anterior.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Empresas continuam a pagar a maior fatia do imposto</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar de o AIMI incidir sobre imóveis habitacionais e terrenos para construção, a maior parte do imposto continua a ser suportada por pessoas coletivas. Segundo o Jornal de Negócios, houve 82.818 empresas a pagar AIMI em 2025, mais 6% do que em 2024.</p>
<p class="isSelectedEnd">Estas empresas eram proprietárias de cerca de 375 mil imóveis abrangidos pelo imposto, avaliados pelo Fisco em aproximadamente 33 milhões de euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ainda assim, o crescimento mais acentuado verificou-se entre as famílias. Em 2025, foram 19.002 os contribuintes singulares, incluindo heranças indivisas, que pagaram AIMI, mais 22% do que no ano anterior. Este universo detinha 238.565 imóveis abrangidos, com um valor patrimonial tributário total de 4,9 milhões de euros.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Receita do AIMI subiu para 176 milhões de euros</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">No total, o Adicional ao IMI rendeu 176,15 milhões de euros aos cofres do Estado em 2025, mais 14% do que no ano anterior. A subida acompanha a evolução do valor patrimonial tributário dos imóveis abrangidos, que aumentou cerca de 13%.</p>
<p class="isSelectedEnd">Este crescimento estará sobretudo relacionado com imóveis novos avaliados pela primeira vez pela Autoridade Tributária ou com prédios alvo de obras de reabilitação profundas. Nestes casos, os imóveis são reavaliados pelo Fisco, o que pode fazer subir o respetivo valor patrimonial tributário.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Como funciona o AIMI?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O AIMI foi criado em 2017 para tributar patrimónios imobiliários mais elevados. Ao contrário do IMI, que incide individualmente sobre cada prédio, o Adicional ao IMI é calculado com base na soma dos valores patrimoniais tributários dos prédios urbanos detidos por cada contribuinte.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para este cálculo contam os prédios urbanos com afetação habitacional e os terrenos para construção. Ficam excluídos os imóveis classificados como comerciais, industriais ou para serviços, bem como os classificados como “outros”.</p>
<p class="isSelectedEnd">O imposto é apurado com base no património detido a 1 de janeiro de cada ano, incluindo também usufrutos e direitos de superfície.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Famílias só pagam acima dos 600 mil euros</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">No caso das pessoas singulares e das heranças indivisas, existe uma dedução inicial de 600 mil euros. Isto significa que só há lugar ao pagamento de AIMI quando a soma do valor patrimonial tributário dos imóveis ultrapassa esse montante. A taxa aplicável é de 0,7%.</p>
<p class="isSelectedEnd">Já as empresas não beneficiam desta dedução à cabeça. Por isso, podem ter de pagar AIMI mesmo que o valor patrimonial tributário do património detido seja inferior a 600 mil euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para as empresas, a taxa geral é de 0,4%. No entanto, pode subir para 0,7% quando o imóvel é usado para fins pessoais por sócios ou membros dos órgãos sociais. Nas parcelas de valor mais elevado, a taxa pode atingir 1% ou 1,5%, consoante estejam em causa valores acima de 1 milhão ou de 1,5 milhões de euros. Para entidades sediadas em territórios com regime fiscal mais favorável, aplica-se uma taxa agravada de 7,5%.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Receita não fica nos municípios</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Embora seja um adicional ao IMI, o AIMI não é receita municipal. O imposto é arrecadado pelo Estado Central e a receita é consignada ao Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social.</p>
<p>Assim, apesar de estar associado ao património imobiliário, o AIMI tem um destino diferente do IMI tradicional, que é cobrado pelos municípios.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782885]]></sapo:autor>
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		<title>Fórum BCE começa esta segunda-feira em Sintra para discutir futuro da Europa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 07:15:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Este fórum é um evento anual organizado pelo BCE e realizado em Sintra, Portugal, que reúne governadores de bancos centrais, académicos e representantes do mercado financeiro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Fórum anual do Banco Central Europeu (BCE) começa esta segunda-feira, em Sintra, com os olhos postos no futuro da Europa, num contexto de incerteza à volta da política comercial e do conflito no Médio Oriente.</p>
<div id="txt">
<p class="text-paragraph">Este fórum é um evento anual organizado pelo BCE e realizado em Sintra, Portugal, que reúne governadores de bancos centrais, académicos e representantes do mercado financeiro.</p>
<p class="text-paragraph">Este ano tem como tema “Moldar o futuro da Europa: inovação, crescimento e estabilidade” e arranca esta segunda-feira, dia 29 de junho, com um discurso de abertura de Christine Lagarde, presidente do BCE, às 20:00 (hora de Lisboa).</p>
<p class="text-paragraph">A discussão passará por temas relacionados com o comércio internacional, após os anúncios de tarifas pelo Presidente dos EUA, Donald Trump, terem motivado uma mudança de cenário, bem como numa altura ainda de incerteza sobre o desenrolar do conflito no Médio Oriente, que afetou os preços da energia e levou o BCE a subir os juros em 25 pontos base na reunião de junho.</p>
<p class="text-paragraph">A manhã do segundo dia do fórum conta com duas sessões, a primeira sobre acelerar o crescimento na Europa e outra sobre os ciclos regulatórios, riscos à estabilidade e oportunidades de crescimento.</p>
<p class="text-paragraph">Segue-se um painel sobre a inteligência artificial (IA) e estabilidade financeira, com responsáveis do FMI, do Banco de Inglaterra, da Universidade da Pennsylvania e da Apollo Global Management, bem como uma conversa também sobre IA entre o economista chefe da OpenAI, Aaron Chatterji, e o membro do Conselho Executivo do BCE Philip R. Lane.</p>
<p class="text-paragraph">Já o terceiro e último dia, 01 de julho, começa com uma sessão sobre as implicações da migração para a produtividade e o crescimento na Europa, analisando um ‘paper’ sobre o tema, bem como uma sessão sobre a &#8216;tokenização&#8217;, focada nos pagamentos digitais.</p>
<p class="text-paragraph">Há ainda um painel sobre o papel da Europa no novo cenário global do comércio internacional, com responsáveis do Banco de Desenvolvimento Inter-Americano, da OCDE, da Universidade de Zurique e da Comissão Europeia.</p>
<p class="text-paragraph">Após o almoço há o habitual &#8220;momento alto&#8221; do encontro, um painel sobre política monetária com governadores de bancos centrais: Andrew Bailey, governador do Banco da Inglaterra, Christine Lagarde, Tiff Macklem, governador do Banco do Canadá, e Kevin Warsh, presidente do Conselho de Governadores do Sistema da Reserva Federal dos EUA, que assumiu o cargo em maio.</p>
<p class="text-paragraph">O Fórum BCE termina com a cerimónia de entrega do Prémio Jovem Economista e o discurso de encerramento de Lagarde.</p>
<p class="text-paragraph">Nesse dia, existirá ainda um jantar para os participantes organizado pelo Banco de Portugal, sendo esta a primeira vez que o fórum ocorre sob a liderança do governador Álvaro Santos Pereira, que tomou posse em outubro do ano passado.</p>
</div>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782788]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Barómetro CIP/ISEG aponta para recuperação da economia portuguesa no segundo trimestre, com exportações em alta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 07:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[Barómetro CIP/ISEG]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[De acordo com a análise da CIP – Confederação Empresarial de Portugal e do ISEG, os indicadores disponíveis apontam para um desempenho globalmente positivo da economia portuguesa, suportado pela evolução favorável de vários setores de atividade, pela recuperação da confiança e pela melhoria recente do comércio internacional]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A economia portuguesa deverá voltar a crescer em cadeia no segundo trimestre de 2026, depois da estagnação registada no início do ano, segundo o Barómetro de Conjuntura Económica CIP/ISEG de junho.</p>
<p>De acordo com a análise da CIP – Confederação Empresarial de Portugal e do ISEG, os indicadores disponíveis apontam para um desempenho globalmente positivo da economia portuguesa, suportado pela evolução favorável de vários setores de atividade, pela recuperação da confiança e pela melhoria recente do comércio internacional.</p>
<p>No primeiro trimestre de 2026, o PIB registou um crescimento homólogo de 2,3%, acelerando face aos 1,9% observados no último trimestre de 2025. Em cadeia, contudo, a economia ficou praticamente estagnada, depois de ter crescido 0,9% no trimestre anterior. Esta evolução refletiu um enquadramento externo marcado pela incerteza e por condições internas mais adversas, incluindo os efeitos das tempestades que atingiram várias regiões do país.</p>
<p>Apesar deste contexto, o Barómetro CIP/ISEG antecipa que a economia portuguesa retome o crescimento em cadeia no segundo trimestre. Entre os indicadores de atividade setorial predominam sinais positivos, com evolução favorável nos serviços, na construção e obras públicas, no comércio a retalho e na indústria transformadora. Apenas o comércio por grosso registou um decréscimo moderado.</p>
<p>A produção industrial apresentou em abril uma variação homóloga nula, penalizada pela queda de 18,4% na produção de eletricidade. Excluindo o agrupamento de energia, a produção industrial cresceu 3,8%, com evoluções positivas em todos os restantes agrupamentos. O volume de negócios na indústria voltou também a crescer de forma significativa, com uma variação homóloga de 9,2%, apoiada tanto pelo mercado nacional como pelo mercado externo.</p>
<p>Na construção e obras públicas, o Índice de Produção registou em abril uma variação homóloga de 2,6%, depois de ter crescido 3,1% no conjunto do primeiro trimestre. O emprego no setor aumentou 2,2% e as remunerações cresceram 6,0%. Em abril, o número de fogos licenciados em construções novas subiu 5,6% face ao mesmo período do ano anterior.</p>
<p>Nos serviços, o volume de negócios cresceu 0,8% em abril, após uma quebra homóloga de 1,5% no conjunto do primeiro trimestre. As atividades de informação e comunicação destacaram-se com um crescimento de 6,2%, impulsionado pelas atividades de consultoria e programação informática, que avançaram 20,2%.</p>
<p>Também o comércio a retalho manteve uma evolução positiva. Em abril, o volume de negócios aumentou 4,9% em termos homólogos, depois de ter crescido 4,3% no primeiro trimestre. O comércio de produtos não alimentares cresceu 6,9% e o de produtos alimentares aumentou 2,0%. O comércio e manutenção automóvel registou uma subida homóloga de 12,2%.</p>
<p>O Barómetro destaca ainda a inversão da dinâmica no comércio internacional. Depois de uma quebra acentuada das exportações entre janeiro e fevereiro e de um crescimento inferior ao das importações em março, abril trouxe uma evolução mais favorável: o crescimento das exportações de bens excedeu o das importações, abrindo perspetivas positivas para a recuperação do contributo da procura externa líquida no segundo trimestre.</p>
<p>“Num contexto desafiante, marcado por guerras e pela instabilidade geopolítica, e com a transmissão progressiva dos aumentos no custo da energia às diferentes cadeias de valor, é muito positivo assinalar a forma como as empresas portuguesas reagiram e se adaptaram às condições com que se depararam neste primeiro semestre”, afirma Rafael Alves Rocha, diretor-geral da CIP.</p>
<p>O responsável sublinha ainda que o aumento das vendas ao exterior mostra que “a generalidade das empresas exportadoras portuguesas sai desta crise com a competitividade reforçada nos mercados internacionais”. Rafael Alves Rocha destaca também a resposta das empresas afetadas pelas tempestades, considerando “notável” a capacidade de reorganização e de utilização eficiente dos apoios disponíveis.</p>
<p>O investimento foi outro dos sinais positivos identificados no início do ano. No primeiro trimestre, a formação bruta de capital fixo cresceu 10,6% em termos homólogos, beneficiando sobretudo da subida de 29,6% no investimento em máquinas e equipamentos e de 21,3% em equipamento de transporte. Este desempenho mais do que compensou a desaceleração do investimento em construção, que cresceu 2,7%.</p>
<p>A confiança também deu sinais de recuperação. Em maio, os indicadores de clima económico e de sentimento económico evoluíram positivamente face a abril, interrompendo a deterioração registada nos meses anteriores. O indicador de confiança dos consumidores inverteu igualmente a tendência de queda que vinha desde fevereiro, refletindo uma melhoria das opiniões sobre a situação financeira das famílias e sobre a situação económica do país no próximo ano.</p>
<p>Em junho, o Índice de Confiança ISEG relativo à evolução da atividade económica portuguesa no curto prazo subiu para 48,7 pontos, face aos 48,1 registados em maio, interrompendo três meses consecutivos de descida. Em termos homólogos, o índice aumentou 4,7%.</p>
<p>A evolução portuguesa surge mais favorável do que a verificada no conjunto da Zona Euro, ainda que os países da moeda única também tenham registado sinais de recuperação. Em maio, os indicadores de confiança dos consumidores, sentimento económico e clima económico melhoraram na Área Euro, embora de forma menos pronunciada do que em Portugal. Entre as principais economias relevantes para Portugal, Itália, Alemanha e França evoluíram positivamente, enquanto Espanha registou uma ligeira quebra.</p>
<p>Apesar dos sinais positivos, a CIP recomenda prudência quanto à evolução dos próximos meses. “Ainda não é clara a intensidade com que o aumento do preço da energia se está a transmitir ao longo das cadeias de valor, nem a rapidez com que esse impacto se irá desvanecer”, afirma Rafael Alves Rocha.</p>
<p>O diretor-geral da CIP acrescenta que, embora os mercados internacionais já estejam a incorporar a perspetiva de um acordo no Médio Oriente, o processo de negociação entre os Estados Unidos e o Irão continua a aconselhar cautela.</p>
<p>As previsões macroeconómicas reunidas no Barómetro apontam para um crescimento do PIB português entre 1,6% e 2,0% em 2026, consoante as instituições, com o Banco de Portugal a estimar 1,8% e a OCDE a apontar para 1,7%. Para 2027, as projeções mantêm-se próximas, entre 1,6% e 1,8%.</p>
<p>Para a CIP e o ISEG, a leitura central é que a economia portuguesa entra no segundo trimestre com sinais de recuperação, mas ainda exposta a riscos externos relevantes. A próxima edição do Barómetro deverá concretizar a previsão para o crescimento da economia no segundo trimestre do ano.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782506]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Quarto privado no SNS passa a custar 200 euros por dia: novas tabelas entram em vigor em julho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 06:58:22 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os acompanhantes dos utentes internados também podem pernoitar no quarto privado. Neste caso, o custo é de 75 euros por noite, com direito a pequeno-almoço.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Os utentes internados em instituições do Serviço Nacional de Saúde (SNS) vão poder optar por ficar num quarto privado, caso o hospital tenha esse serviço disponível, pagando uma diária de 200 euros. O valor representa um aumento de 50 euros face ao preço cobrado até agora.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o <a href="https://www.cmjornal.pt/sociedade/detalhe/quarto-privado-no-sns-custa-200-euros-por-dia" target="_blank" rel="noopener">Correio da Manhã</a>, a possibilidade aplica-se aos hospitais do SNS que disponham deste tipo de alojamento. Quem preferir ficar num quarto semi-privado, partilhado com outro utente, terá de pagar 100 euros por dia.</p>
<p class="isSelectedEnd">As novas Tabelas de Preços das Instituições e Serviços Integrados no SNS foram publicadas na quinta-feira e entram em vigor no dia 1 de julho. O diploma define os preços a cobrar pelas entidades do Serviço Nacional de Saúde pelos serviços prestados.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Acompanhantes também podem dormir no quarto privado</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o Correio da Manhã, os acompanhantes dos utentes internados também podem pernoitar no quarto privado, à semelhança do que acontece nos hospitais particulares. Neste caso, o custo é de 75 euros por noite, com direito a pequeno-almoço.</p>
<p class="isSelectedEnd">A nova tabela inclui 956 Grupos de Diagnósticos Homogéneos, conhecidos como GDH, o sistema usado para classificar os doentes e para registar e pagar a atividade realizada pelas entidades do SNS.</p>
<p class="isSelectedEnd">A portaria do Ministério da Saúde estabelece que o preço de cada GDH inclui todos os serviços prestados durante o internamento, seja em enfermaria ou em unidades de cuidados intensivos. Estão abrangidos os cuidados clínicos, a hotelaria e os meios complementares de diagnóstico e terapêutica.</p>
<p class="isSelectedEnd">Cada episódio de internamento só pode corresponder a um GDH, independentemente do número de serviços em que o doente tenha sido tratado, desde a admissão até à alta.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Transferências entre hospitais também têm regras de faturação</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A portaria define ainda regras para os casos em que os doentes são transferidos para outros hospitais. A entidade que faz a transferência fatura o preço do internamento até esse momento, mas esse valor não pode ultrapassar 50% do preço do respetivo GDH.</p>
<p class="isSelectedEnd">Já o hospital que recebe e trata o doente transferido fatura o preço do GDH correspondente. Se a transferência for feita em helicóptero da Força Aérea ou em ambulância, cabe ao hospital que transfere o doente faturar o custo do transporte.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Internamentos podem chegar a centenas de milhares de euros</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A tabela dos GDH contempla vários níveis de severidade para cada doença, tendo em conta a situação clínica do utente. Os valores faturados pelas entidades do SNS à Administração Central do Sistema de Saúde, a subsistemas ou a seguradoras podem atingir montantes muito elevados.</p>
<p class="isSelectedEnd">Um dos exemplos referidos é o de recém-nascidos com oxigenação por membrana extracorporal, cujo internamento no nível 4, considerado extremo, custa quase 194 mil euros. Também os transplantes estão entre os procedimentos mais caros, com transplantes cardíacos ou de pulmão a serem faturados por 129 mil euros.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Desfibrilhador cardíaco pode ultrapassar os 75 mil euros</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Entre os procedimentos incluídos na tabela, a implantação de um pacemaker cardíaco permanente pode variar entre 2352,77 euros e 13085,30 euros, dependendo da existência ou não de enfarte agudo do miocárdio e do nível de severidade.</p>
<p class="isSelectedEnd">Já o implante de um desfibrilhador cardíaco pode ultrapassar os 75 mil euros. A substituição de uma articulação do joelho pode chegar aos 18376,77 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">A nova tabela especifica ainda o preço de centenas de análises, testes, atos de diagnóstico e outros procedimentos. Um penso simples é faturado a 4,81 euros, enquanto uma ecografia do primeiro trimestre de gestação tem um valor de 90 euros.</p>
<p>Na área da transplantação, o Instituto Português do Sangue e da Transplantação pode cobrar aos hospitais públicos e privados até 3475,90 euros por um fémur completo, ou 2,94 euros por centímetro quadrado de pele criopreservada.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782870]]></sapo:autor>
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		<title>OMS deverá declarar esta semana o fim do surto de hantavírus (mas há uma condição)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 06:45:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Organização Mundial de Saúde (OMS) deverá declarar ainda esta semana o fim do surto de hantavírus, caso não sejam registados novos casos entre as 54 pessoas que permanecem sob vigilância epidemiológica.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização Mundial de Saúde (OMS) deverá declarar ainda esta semana o fim do surto de hantavírus, caso não sejam registados novos casos entre as 54 pessoas que permanecem sob vigilância epidemiológica. A decisão surge após várias semanas de estabilidade, sem alterações no número de infeções confirmadas.</p>
<p>Segundo o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, o surto mantém-se controlado desde há várias semanas, com um total de 13 casos confirmados. A organização considera que a ausência de novos registos neste período reforça o cenário favorável para o encerramento formal do surto nos próximos dias.</p>
<p>A OMS mantém sob acompanhamento 54 contactos considerados de risco, no âmbito de uma operação internacional que envolveu a monitorização de 650 pessoas em 33 países. Estes contactos foram identificados na sequência da exposição associada ao navio de cruzeiro Hondius, onde teve origem o surto.</p>
<p>Tedros Adhanom Ghebreyesus destacou ainda a cooperação internacional na resposta à emergência sanitária, sublinhando o papel das autoridades espanholas e do primeiro-ministro Pedro Sánchez na coordenação do processo de contenção e acompanhamento dos passageiros afetados.</p>
<p>Apesar da perspetiva de encerramento do surto, a OMS mantém ativa a investigação sobre a origem da infeção. O objetivo, segundo a organização, é aprofundar o conhecimento científico sobre o hantavírus e reforçar o desenvolvimento de ferramentas de diagnóstico, tratamentos e eventuais vacinas.</p>
<p>O surto foi detetado no navio de cruzeiro Hondius, que partiu a 1 de abril de Ushuaia, no sul da Argentina, com passageiros de várias nacionalidades a bordo. Durante a viagem, três pessoas morreram e outras quatro desenvolveram sintomas compatíveis com infeção, levando à ativação de mecanismos internacionais de resposta.</p>
<p>Perante a evolução do quadro clínico a bordo, o navio seguiu para as ilhas Canárias, onde ocorreu o desembarque de passageiros e tripulantes. A partir daí, foi desencadeada uma operação de repatriamento internacional, coordenada pela OMS e pelas autoridades espanholas.</p>
<p>Se não forem detetados novos casos nos próximos dias, a OMS deverá formalizar esta semana o encerramento do surto, encerrando um episódio que mobilizou dezenas de países e centenas de contactos monitorizados em todo o mundo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781339]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsa de Tóquio fecha com Nikkei a ganhar 0,15%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 06:42:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio fechou hoje em alta, com o principal índice, o Nikkei, a subir 0,15% para 69.468,11 pontos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio fechou hoje em alta, com o principal índice, o Nikkei, a subir 0,15% para 69.468,11 pontos.</P><br />
<P>O segundo indicador, o Topix, também encerrou a sessão a ganhar 0,47% para 3.982 pontos.</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782869]]></sapo:autor>
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		<title>GNR regista mais de 2.300 furtos em residências e alerta para período de férias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 06:35:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Guarda Nacional Republicana (GNR) registou mais de 2.300 furtos em residências neste ano e alertou para as "férias de verão, períodos em que muitas habitações ficam temporariamente desocupadas".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Guarda Nacional Republicana (GNR) registou mais de 2.300 furtos em residências neste ano e alertou para as &#8220;férias de verão, períodos em que muitas habitações ficam temporariamente desocupadas&#8221;.</p>
<p>Em comunicado, a força de segurança declara que &#8220;tem monitorizado com especial atenção este fenómeno criminal&#8221;, verificando-se &#8220;uma tendência de ligeira diminuição nos últimos anos&#8221;.</p>
<p>Segundo a mesma fonte, &#8220;o número de crimes de furtos em residências registados (com e sem arrombamento/escalamento)&#8221; ascenderam a 6.469 em 2024, 6.275 em 2025 e, até 31 de maio deste ano a 2.344.</p>
<p>Este ano já foram detidos 54 suspeitos, face aos 129 de 2024 e aos 132 de 2025.</p>
<p>A GNR indicou que os distritos com maior número de ocorrências em 2026 foram: Faro (371), Porto (255), Lisboa (216), Setúbal (205) e Leiria (183).</p>
<p>Entre os conselhos dados pela GNR estão &#8220;certificar-se de que todas as portas, janelas, portões, garagens e anexos ficam devidamente fechados e trancados, evitar deixar sinais evidentes de ausência (correspondência acumulada, estores completamente fechados, iluminação exterior desligada), evitar divulgar nas redes sociais informações detalhadas sobre viagens, férias ou ausências&#8221;</p>
<p>Bem como: &#8220;guardar bens de valor em local seguro e manter registo fotográfico, números de série e faturas, utilizar temporizadores de iluminação para simular presença&#8221; e &#8220;instalar, sempre que possível, sistemas de alarme e videovigilância.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782868]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Deputada Manuela Tender reeleita presidente da distrital de Vila Real do Chega</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 06:32:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A deputada Manuela Tender foi reeleita presidente da Comissão Política Distrital de Vila Real do Chega com 96,23% dos votos, nas eleições que decorreram no domingo, segundo informações do partido.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A deputada Manuela Tender foi reeleita presidente da Comissão Política Distrital de Vila Real do Chega com 96,23% dos votos, nas eleições que decorreram no domingo, segundo informações do partido.</P><br />
<P>A sufrágio apresentou-se uma única candidatura, a Lista A, que apresenta candidatos aos três órgãos distritais: a Comissão Política Distrital (CPD), a Mesa Distrital (MD) e o Conselho de Jurisdição Distrital (CJD).</P><br />
<P>Manuela Tender encabeçou a lista à CPD para o triénio 2026-29 e foi reeleita com 96,23% dos votos.</P><br />
<P>Na semana passada, citada no comunicado, a atual deputada do Chega afirmou a que se &#8220;trata de uma linha de continuidade e simultaneamente renovação&#8221;.</P><br />
<P>A deputada disse que é &#8220;preciso concluir o processo de organização interna, de estruturação da participação e comunicação e de crescimento do partido iniciados&#8221; e garante que &#8220;esta continuidade é acompanhada por alguma renovação&#8221; na lista da CPD e da mesa distrital e na criação de um novo órgão, o Conselho de Jurisdição Distrital, cuja candidatura é opcional.</P><br />
<P>A candidatura de Manuela Tender propôs-se ainda concluir a constituição das 14 concelhias e de um núcleo de Juventude Chega no distrito, bem como reforçar o gabinete de apoio ao militante e o gabinete de comunicação e constituir um gabinete de estudos distrital, a partir do conselho distrital.</P><br />
<P>&#8220;A candidatura visa, desta forma, consolidar o crescimento do Chega no distrito e afirmar o partido como a verdadeira alternativa de governo local e nacional&#8221;, refere ainda o comunicado.</P><br />
<P>Manuela Tender considerou que o facto de ser a única candidatura a estas eleições a &#8220;responsabiliza ainda mais porque os militantes lhe deram a oportunidade de concluir o projeto iniciado em 2024&#8221; e garante que não vê &#8220;a ausência de oposição interna como sinal de unanimismo, mas antes como um voto de confiança dos militantes&#8221;.</P><br />
<P>Para a Mesa Distrital, recandidatou-se o atual presidente Armando Carvalho, e ao Conselho de Jurisdição Distrital candidatou-se Ana Maria Pinto de Almeida.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782867]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Nova ronda de negociações entre EUA e Irão arranca esta semana com programa nuclear em foco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 06:30:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Estados Unidos e o Irão deverão retomar esta semana, na Suíça, uma nova ronda de negociações técnicas destinada a aprofundar o memorando de entendimento assinado entre os dois países para pôr termo ao conflito no Médio Oriente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os Estados Unidos e o Irão deverão retomar esta semana, na Suíça, uma nova ronda de negociações técnicas destinada a aprofundar o memorando de entendimento assinado entre os dois países para pôr termo ao conflito no Médio Oriente. A reunião, aguardada para esta segunda ou terça-feira, representa mais um passo nas conversações destinadas a transformar o acordo provisório alcançado na semana passada num entendimento definitivo.</p>
<p>O reinício dos trabalhos técnicos foi confirmado na semana passada pelo secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, que indicou que a equipa negocial regressaria à Suíça esta segunda ou terça-feira. Também o Paquistão, um dos mediadores envolvidos no processo diplomático, confirmou que as conversações deverão ser retomadas no início desta semana.</p>
<p><strong>Reunião técnica pretende aprofundar acordo provisório</strong><br />
A nova ronda de negociações surge depois da assinatura de um memorando de entendimento entre Washington e Teerão, documento que estabeleceu princípios gerais destinados a pôr fim à guerra e abriu um período de 60 dias para negociar os aspetos técnicos e políticos mais complexos do acordo.</p>
<p>Segundo Marco Rubio, &#8220;o grupo técnico retornará, acredito, no dia 29 ou 30&#8230; acho que eles voltarão para a Suíça, se não me engano&#8221;.</p>
<p>Também Tahir Andrabi, porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Paquistão, afirmou que &#8220;as conversações serão retomadas na próxima semana&#8221;, admitindo que possam decorrer entre segunda e quarta-feira.</p>
<p><strong>Programa nuclear continua entre os principais dossiês</strong><br />
Entre os temas centrais das negociações encontra-se o programa nuclear iraniano, uma das matérias consideradas mais sensíveis durante todo o processo.</p>
<p>Na sequência do memorando assinado na semana passada, o diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA), Rafael Grossi, confirmou que a organização prepara o regresso das inspeções ao Irão.</p>
<p>&#8220;As inspeções vão de facto ocorrer&#8221;, afirmou o responsável, acrescentando que estão atualmente a ser definidos &#8220;as datas, os procedimentos e os locais&#8221; em articulação com Teerão.</p>
<p>O acordo provisório prevê precisamente que, durante os próximos 60 dias, sejam negociados os detalhes técnicos relacionados com o programa nuclear iraniano.</p>
<p><strong>Parlamento iraniano fala em &#8220;derrota da América&#8221;</strong><br />
Enquanto decorrem os preparativos para a nova ronda negocial, as autoridades iranianas continuam a defender que o entendimento alcançado representa uma vitória diplomática para Teerão.</p>
<p>O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, afirmou que o memorando de entendimento constitui &#8220;uma declaração de derrota para a América&#8221;.</p>
<p>Segundo o responsável iraniano, o acordo &#8220;não é o resultado de pressão ou coação, mas sim da resistência e da determinação da corajosa nação iraniana&#8221;.</p>
<p>Ghalibaf voltou ainda a defender que a segurança do Médio Oriente deverá passar a ser assegurada exclusivamente pelos países da região, considerando que a presença de forças militares estrangeiras continua a representar um fator de instabilidade.</p>
<p><strong>Líbano permanece nas negociações</strong><br />
Outro dos temas que deverá continuar em discussão durante esta semana é a situação no Líbano.</p>
<p>O presidente do Parlamento iraniano reiterou que o cessar-fogo naquele país constitui uma prioridade equivalente ao alcançado com o Irão.</p>
<p>&#8220;Para nós, o cessar-fogo no Líbano foi e continua a ser tão importante como o cessar-fogo no Irão, e o fim da guerra no Líbano foi tão importante como o fim da guerra no Irão&#8221;, afirmou.</p>
<p>Em paralelo, prosseguem em Washington as conversações entre Israel e o Líbano sobre uma proposta apoiada pelos Estados Unidos que prevê a transferência de parte dos territórios ocupados pelo exército israelita para controlo das forças armadas libanesas.</p>
<p>Segundo responsáveis envolvidos nas negociações, estão igualmente a ser discutidos o calendário para uma eventual retirada israelita e vários aspetos relacionados com a segurança na fronteira.</p>
<p><strong>Estreito de Ormuz continua sob atenção</strong><br />
A navegação no Estreito de Ormuz também deverá continuar a ocupar parte das discussões diplomáticas.</p>
<p>Na semana passada, Omã anunciou a criação de corredores marítimos temporários para facilitar a saída segura das embarcações da região, mantendo simultaneamente a passagem aberta sem cobrança de portagens.</p>
<p>As autoridades omanitas explicaram que a medida foi coordenada com a Organização Marítima Internacional e pretende responder aos elevados riscos de segurança que afetaram uma das principais rotas energéticas mundiais durante o conflito.</p>
<p>O memorando de entendimento entre Washington e Teerão prevê igualmente a livre circulação de navios comerciais durante um período inicial de 60 dias, embora Omã e o Irão tenham iniciado negociações sobre um eventual modelo de gestão futura da navegação naquela via marítima estratégica.</p>
<p><strong>Rubio procura tranquilizar aliados do Golfo</strong><br />
Antes da retoma das negociações técnicas, Marco Rubio iniciou uma deslocação aos Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Bahrein para reunir com os principais aliados norte-americanos na região.</p>
<p>Durante a visita, o chefe da diplomacia norte-americana pretende discutir o memorando de entendimento alcançado com Teerão e reafirmar a posição dos Estados Unidos relativamente ao Estreito de Ormuz.</p>
<p>&#8220;Esta é uma via navegável internacional. Nenhum país está autorizado a cobrar portagens ou taxas numa via navegável internacional&#8221;, declarou Rubio.</p>
<p>A visita decorre numa altura em que vários países do Golfo procuram recuperar dos impactos provocados pelos ataques com mísseis e drones iranianos registados durante a guerra.</p>
<p><strong>Nova fase negocial será determinante</strong><br />
A reunião técnica prevista para esta semana é encarada como um momento decisivo para transformar os princípios políticos já acordados em mecanismos concretos de aplicação.</p>
<p>Além das questões relacionadas com o programa nuclear iraniano, os negociadores deverão continuar a trabalhar sobre o cessar-fogo, os mecanismos de verificação internacional, a estabilidade no Líbano e as condições de segurança no Estreito de Ormuz, procurando consolidar o processo diplomático iniciado com o memorando de entendimento assinado na semana passada.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781341]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Lítio: Savannah pode retomar trabalhos em Boticas após suspensão de 20 dias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 06:19:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Savannah Resources pode retomar os trabalhos no âmbito da mina de lítio do Barroso, em Boticas, suspensos após providência cautelar, depois de o Ministério do Ambiente apresentar uma Resolução Fundamentada que reafirma o interesse público do projeto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Savannah Resources pode retomar os trabalhos no âmbito da mina de lítio do Barroso, em Boticas, suspensos após providência cautelar, depois de o Ministério do Ambiente apresentar uma Resolução Fundamentada que reafirma o interesse público do projeto.</p>
<p>A Savannah anunciou hoje, em comunicado, que após a apresentação de Resolução Fundamentada pelo ministério planeia &#8220;voltar aos trabalhos no terreno nos próximos dias&#8221;.</p>
<p>Os trabalhos de geotecnia em curso no concelho Boticas, distrito de Vila Real, foram suspensos a 09 de junho depois de uma providência cautelar admitida pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Mirandela.</p>
<p>A providência cautelar foi interposta pela Assembleia de Compartes dos Baldios de Covas do Barroso contra o Ministério do Ambiente e da Energia, na sequência de uma segunda servidão administrativa que permite à empresa entrar em terrenos comunitários e privados.</p>
<p>Os trabalhos de geotecnia visam uma otimização do conhecimento dos terrenos e fundações sobre as quais serão construídas a unidade de processamento e restantes infraestruturas necessárias para as próximas fases da mina do Barroso.</p>
<p>O documento do ministério, a que a Lusa teve acesso, refere que a servidão administrativa temporária, sobre 24 parcelas, foi constituída com vista ao cumprimento da Declaração de Impacte Ambiental (DIA) favorável condicionada emitida em 2023 e para possibilitar a elaboração do Relatório de Conformidade Ambiental do Projeto de Engenharia (RECAPE).</p>
<p>Diz ainda que, depois de terminados os trabalhos (sondagens geológicas e de poços geotécnicos), a morfologia dos terrenos afetados vai ser reposta.</p>
<p>No documento assinado pelo secretário de Estado Adjunto e da Energia, Jean Paulo Gil Barroca, pode ainda ler-se que o projeto de lítio &#8220;tem impacto no desenvolvimento económico local, designadamente através da criação de postos de trabalho&#8221;, contribuindo também &#8220;para a fixação de população e para a coesão territorial de uma região marcada por fenómenos de desertificação&#8221;.</p>
<p>O ministério argumenta que os depósitos minerais &#8220;são imprescindíveis para a vida quotidiana e constituem algumas das matérias-primas mais importantes do ponto de vista económico, estando simultaneamente sujeitos a um elevado risco de escassez&#8221;.</p>
<p>Acrescenta que &#8220;o investimento na exploração de lítio visa estimular a economia nacional, promovendo o investimento estrangeiro e gerando empregos no setor da mineração e em cadeias de valor associadas, podendo também levar à criação de uma indústria local de refinação e de transformação do lítio e à atração, nomeadamente, para o interior do país, de indústria que necessita dessa matéria-prima fomentando o desenvolvimento dessas regiões&#8221;.</p>
<p>E lembra que a mina do Barroso foi reconhecida pela Comissão Europeia, em 2025, como projeto estratégico ao abrigo do Regulamento Europeu das Matérias-Primas Críticas.</p>
<p>O Ministério do Ambiente autorizou uma primeira servidão em dezembro de 2024, que originou a apresentação de uma providência cautelar, por parte de proprietários de terreno e levou à suspensão dos trabalhos de prospeção durante 15 dias em fevereiro de 2025.</p>
<p>Emanuel Proença, diretor-executivo (CEO) da Savannah afirma, citado no comunicado, que &#8220;a atribuição desta Resolução Fundamentada é um passo já esperado&#8221;.</p>
<p>&#8220;É um reconhecimento do trabalho das nossas equipas, agora e no passado, sempre feito sob elevado escrutínio. É também uma confirmação da confiança do Estado Português no projeto Lítio do Barroso, em particular a sua importância para a criação de uma cadeia de valor das baterias e do lítio em Portugal&#8221;, salienta.</p>
<p>Acrescenta ainda que &#8220;é, finalmente, mais um caso em que um pequeno grupo de oposição que continua a espalhar medos e mentiras, vê frustrados os seus esforços de travar um projeto que irá trazer mais empregos e mais desenvolvimento para a região do Barroso&#8221;.</p>
<p>A empresa pretende iniciar a construção em 2027 e alcançar a primeira produção em 2028.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782864]]></sapo:autor>
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		<title>Governo retoma negociações com PSP e GNR: revisão salarial domina reunião de hoje</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 06:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Administração Interna, Luís Neves, reúne-se esta segunda-feira com a Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR) e com estruturas sindicais da Polícia de Segurança Pública (PSP), numa nova ronda de negociações entre o Governo e os representantes das forças de segurança.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Administração Interna, Luís Neves, reúne-se esta segunda-feira com a Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR) e com estruturas sindicais da Polícia de Segurança Pública (PSP), numa nova ronda de negociações entre o Governo e os representantes das forças de segurança. A reunião, marcada para as 09h30, terá como principal tema a revisão do regime remuneratório, compromisso assumido pelo Executivo no âmbito do acordo alcançado com duas estruturas associativas da Guarda Nacional Republicana.</p>
<p>O encontro insere-se na retoma formal das negociações entre o Governo e os representantes da PSP e da GNR, depois do entendimento alcançado com duas associações da Guarda, entre as quais a APG/GNR. Nesse acordo, o Executivo comprometeu-se a proceder à revisão do regime remuneratório das forças de segurança até ao final deste ano, colocando esta matéria no centro das conversações previstas para esta segunda-feira.</p>
<p><strong>Revisão salarial será o principal tema</strong><br />
A expectativa das estruturas representativas centra-se na concretização do compromisso assumido pelo Governo relativamente à valorização remuneratória dos profissionais das forças de segurança. A revisão do regime remuneratório deverá dominar a agenda da reunião, numa altura em que sindicatos e associações têm vindo a defender uma atualização das condições salariais e da valorização das carreiras.</p>
<p>O encontro representa mais um passo no processo negocial entre o Ministério da Administração Interna e os representantes dos profissionais da PSP e da GNR, que aguardam avanços concretos relativamente às matérias acordadas.</p>
<p><strong>Reunião acontece após alerta sobre a carreira de chefes da PSP</strong><br />
A reunião surge poucos dias depois de o Sindicato Nacional da Carreira de Chefes da PSP (SNCC/PSP) ter alertado o Governo para a necessidade de autorizar, com urgência, a abertura de concurso para o Curso de Formação de Chefes.</p>
<p>Num ofício enviado ao ministro da Administração Interna, Luís Neves, o sindicato defendeu que a abertura do concurso não deve sofrer novos adiamentos, considerando tratar-se de uma medida essencial para reforçar os efetivos da carreira de chefes e assegurar a renovação dos quadros da Polícia de Segurança Pública.</p>
<p><strong>Sindicato alerta para redução contínua de efetivos</strong><br />
Segundo o SNCC/PSP, a carreira de chefes da PSP tem registado, nos últimos anos, uma redução contínua e preocupante do número de efetivos, situação agravada pelo crescente número de profissionais que transitam para a pré-aposentação sem que exista uma reposição equivalente dos recursos humanos.</p>
<p>Na perspetiva da estrutura sindical, esta realidade traduz-se num progressivo enfraquecimento da carreira de chefes, com impacto direto na capacidade de comando intermédio, supervisão e coordenação operacional da PSP, podendo afetar a estabilidade da estrutura hierárquica e o normal cumprimento da missão da polícia.</p>
<p><strong>Valorização das carreiras também está entre as reivindicações</strong><br />
O sindicato considera igualmente indispensável promover o rejuvenescimento da carreira de chefes, defendendo, porém, que esse processo deve ser acompanhado por uma valorização profissional e remuneratória compatível com as responsabilidades inerentes às funções de comando, supervisão, coordenação e gestão operacional desempenhadas por estes profissionais.</p>
<p>Embora a reunião desta segunda-feira tenha como foco principal a revisão do regime remuneratório das forças de segurança, o contexto recente de reivindicações relacionadas com a renovação e valorização das carreiras deverá igualmente marcar o ambiente das negociações entre o Governo e os representantes da PSP e da GNR.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781309]]></sapo:autor>
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		<title>Semana arranca sem alterações no preço dos combustíveis. Veja quais os postos mais baratos para poupar alguns euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 06:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Depois de descidas de preços dos combustíveis na semana passada, e com o Brent em queda e a atingir valores antes da guerra no Irão, esperava-se que a esta semana seguisse a tendência… mas não será assim. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de descidas de preços dos combustíveis na semana passada, e com o Brent em queda e a atingir valores antes da guerra no Irão, esperava-se que a esta semana seguisse a tendência… mas não será assim. Isto porque, de acordo com fontes do setor contactadas pela ‘Executive Digest’, esta semana trará muito poucas mexidas nos preços dos combustíveis, sendo que “a orientação será para uma descida no preço do gasóleo que não chega a meio cêntimo por litro&#8221; e de &#8220;subida no preço da gasolina 95 na mesma linha, de menos de meio cêntimo por litro&#8221;.</p>
<p>Os postos de marca própria – que normalmente funcionam junto aos hipermercados – seguem a tendência e reportam “uma desvalorização de 0,0014 euros no gasóleo e de uma subida de 0,0021 euros na gasolina 95”, adiantou outra fonte.</p>
<p>Assim, o preço médio por litro dos combustíveis deverá ser no gasóleo de 1,768 euros e na gasolina de 1,879 euros, valores que poderão ser alterados caso o Governo decida mexer no ISP.</p>
<p>Contas feitas, a partir desta segunda-feira, o gasóleo deverá manter o preço, no seguimento de três semanas de descida de preço, ao passo que a gasolina 95 regista uma ínfima subida, depois de uma descida ligeira nas últimas três semanas. As poucas mexidas de preços esperadas esta semana chegam com grande surpresa, uma vez que era prevista nova descida &#8216;generosa&#8217; na hora de atestar, uma vez que o preço do petróleo Brent, uma referência na Europa, ficou na passada quarta-feira, 24 de junho, abaixo dos 75 dólares (quase 66 euros) por barril, pela primeira vez desde o início da guerra no Médio Oriente. nesse dia, pelas 13:10 (hora de Lisboa), o preço do petróleo Brent do Mar do Norte para entrega em agosto cedia 3,05% para 74,73 dólares. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, estava a cair 2,94% para 71,06 dólares (cerca de 62 euros). Veja como evoluiu o preço dos combustíveis desde o início do ano:</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-782128" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-12.png" alt="" width="1224" height="474" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-12.png 1224w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-12-300x116.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-12-900x349.png 900w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-12-768x297.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-12-1200x465.png 1200w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-12-600x232.png 600w" sizes="(max-width: 1224px) 100vw, 1224px" /></p>
<p><strong>Portugal está em 6º lugar dos países da UE com preço da gasolina 95 mais cara</strong><br />
No mais recente boletim da Comissão Europeia, Portugal está no sexto lugar entre os países com a gasolina simples 95 mais cara, 12,1 cêntimos acima da média europeia e 42,2 cêntimos acima do preço verificado em Espanha. Quanto ao gasóleo simples, o nosso país está na 9.ª posição do preço mais caro, a 24,2 cêntimos do preço no país vizinho e mais 4,9 cêntimos da média europeia.</p>
<p>A Dinamarca tem, de longe, o preço mais elevado do Velho Continente no que diz respeito à gasolina 95: 2,311 euros/litro. Já a Finlândia ‘reina’ no caso do gasóleo: 2,172 euros/litro.</p>
<p>Com a a manutenção prevista para a próxima semana, é possível poupar ainda mais alguns euros se souber onde estão os postos mais baratos do país. Consulte a lista:</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-782132" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-13.png" alt="" width="1211" height="491" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-13.png 1211w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-13-300x122.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-13-900x365.png 900w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-13-768x311.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-13-1200x487.png 1200w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-13-600x243.png 600w" sizes="(max-width: 1211px) 100vw, 1211px" /></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-782133" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-14.png" alt="" width="1213" height="493" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-14.png 1213w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-14-300x122.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-14-900x366.png 900w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-14-768x312.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-14-1200x488.png 1200w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-14-600x244.png 600w" sizes="(max-width: 1213px) 100vw, 1213px" /></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782326]]></sapo:autor>
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		<title>Turismo ligado ao transporte aéreo contribui para aumento das rendas em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 06:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Zero - Associação Sistema Terrestre Sustentável indicou hoje que as chegadas de turistas por avião contribuem para o aumento das rendas das casas em Portugal, defendendo uma mudança do modelo de desenvolvimento turístico do país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Zero &#8211; Associação Sistema Terrestre Sustentável indicou hoje que as chegadas de turistas por avião contribuem para o aumento das rendas das casas em Portugal, defendendo uma mudança do modelo de desenvolvimento turístico do país.</p>
<p>A associação ambientalista cita um novo estudo sobre os impactos económicos do crescimento do transporte aéreo e do turismo publicado hoje pela Federação Europeia dos Transportes e Ambiente (T&amp;E, na sigla inglesa), que a ZERO integra.</p>
<p>O estudo &#8220;demonstra que o aumento contínuo das chegadas por via aérea não só agrava os impactos ambientais e climáticos, como também contribui para a pressão sobre o mercado habitacional, reduz o investimento produtivo na economia e não assegura uma melhoria significativa dos salários ou da qualidade de vida das populações&#8221;, acrescenta em comunicado.</p>
<p>Os preços das habitações e das rendas são sensíveis à chegada de turistas internacionais, independentemente do meio de transporte utilizado, mas o estudo isola a contribuição do transporte aéreo, considerando que Portugal se encontra entre os países que poderão sofrer &#8220;uma das maiores pressões sobre os preços da habitação e das rendas&#8221;.</p>
<p>Segundo a Zero, a análise estima que &#8220;a renda média anual das casas em Portugal, em áreas de maior pressão turística, aumente 193 euros por ano para novos contratos, ao longo dos próximos cinco anos (2026-2031)&#8221;.</p>
<p>Os ambientalistas salientam que estes resultados fazem aumentar as suas preocupações em relação &#8220;à expansão da capacidade aeroportuária na região de Lisboa&#8221;.</p>
<p>&#8220;Aos impactos conhecidos em matéria de emissões de gases com efeito de estufa, ruído, poluição atmosférica, degradação da biodiversidade e pressão sobre as infraestruturas urbanas, junta-se agora um efeito económico frequentemente negligenciado: o agravamento da crise da habitação e da pressão turística sobre o território&#8221;.</p>
<p>Além disto, o estudo mostra igualmente que &#8220;a pressão exercida pelo crescimento do turismo associado ao tráfego aéreo sobre o aumento dos preços da habitação pode produzir efeitos negativos na produtividade da economia portuguesa&#8221;, referindo projeções que indicam que o investimento empresarial poderá sofrer uma quebra de 0,5% no período 2019-2031, o que corresponde, em termos absolutos, &#8220;a uma perda estimada em cerca de 200 milhões de euros por ano&#8221;.</p>
<p>Neste contexto, a Zero defende que &#8220;Portugal deve orientar a sua política pública para a qualificação do turismo e não para a sua expansão ilimitada&#8221;, sustentando que o país &#8220;beneficiará mais de um modelo assente na qualidade do turismo, na sustentabilidade ambiental, na proteção da habitação acessível e na diversificação da sua base económica do que de uma estratégia focada em maximizar o número de voos e passageiros&#8221;.</p>
<p>Assinala que esta escolha está &#8220;plenamente alinhada com a Estratégia Nacional para o Turismo Sustentável, que privilegia a criação de maior valor económico, social e ambiental em vez do simples aumento do número de visitantes&#8221;.</p>
<p>Para estimular um turismo mais sustentável, a Zero sugere que se avalie a criação de &#8220;uma taxa cobrada aos passageiros quando abandonam o país por via aérea&#8221;, existente em vários países europeus.</p>
<p>Esta taxa de partida &#8220;poderá contribuir para internalizar parte dos custos ambientais e sociais associados ao transporte aéreo e gerar receitas destinadas à valorização do património cultural e natural, à melhoria da qualidade ambiental, ao reforço da mobilidade sustentável e à qualificação do próprio setor turístico&#8221;, adianta.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782863]]></sapo:autor>
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		<title>Incêndios: Semana de calor começa com oito concelhos em perigo máximo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 05:55:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Todas as regiões do interior de Portugal continental enfrentam hoje um perigo de incêndio rural muito elevado, com oito concelhos dos distritos de Castelo Branco, Portalegre e Faro em risco máximo, segundo o IPMA.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Todas as regiões do interior de Portugal continental enfrentam hoje um perigo de incêndio rural muito elevado, com oito concelhos dos distritos de Castelo Branco, Portalegre e Faro em risco máximo, segundo o IPMA.</p>
<p>Esta semana as temperaturas vão subir significativamente e o perigo de incêndio, previsto pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), vai intensificar-se diariamente, e na quinta-feira todo o território continental vai estar com perigo máximo ou muito elevado.</p>
<p>Cinco distritos do interior do país estão hoje sob aviso amarelo devido à previsão de tempo quente e seco, com a temperatura máxima a oscilar entre os 31 e os 37 graus.</p>
<p>Os avisos vão ser estendidos a todo o território continental na quarta-feira.</p>
<p>Num comunicado divulgado no domingo, o IPMA alertou que se prevê &#8220;um longo período com tempo quente e seco com a temperatura máxima a atingir valores entre os 40 e os 43 graus no vale do Tejo e Alentejo, na quinta-feira, e que poderão estender-se a alguns locais das restantes regiões no final da semana&#8221;.</p>
<p>De acordo com as previsões, a temperatura mínima também vai aumentar nos próximos dias &#8220;para valores superiores a 20 graus centígrados&#8221;, ficando grande parte do território &#8220;com condições de noites tropicais&#8221;.</p>
<p>Dada a previsão de temperaturas elevadas, o IPMA indica no boletim meteorológico que &#8220;é muito provável que o nível dos avisos seja agravado em vários distritos nas atualizações ao longo dos próximos dias&#8221;.</p>
<p>Esta subida da temperatura deve-se a um anticiclone &#8220;localizado a norte/noroeste do arquipélago dos Açores, estendendo-se em crista até ao Golfo da Biscaia&#8221; e que a partir de segunda-feira &#8220;irá deslocar-se para leste&#8221;.</p>
<p>O perigo de incêndio rural determinado pelo IPMA tem cinco níveis, que vão de reduzido a máximo. Os cálculos são obtidos a partir da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas 24 horas anteriores.</p>
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