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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Tiroteio em fan zone do Mundial na Califórnia faz um morto e um ferido grave</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 11:21:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Califórnia]]></category>
		<category><![CDATA[Mundial'2026]]></category>
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					<description><![CDATA[Tiroteio ocorreu este domingo, numa das várias zonas da Baía de São Francisco onde têm sido instalados grandes ecrãs ao ar livre para a transmissão de jogos do torneio]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo menos uma pessoa morreu e outra ficou gravemente ferida num tiroteio ocorrido em San Pedro Square, em San Jose, na Califórnia, uma zona conhecida pelos bares e restaurantes e que tem funcionado como ponto de encontro de adeptos durante o Mundial.</p>
<p>Segundo o ‘20 Minutos’, o tiroteio ocorreu este domingo, numa das várias zonas da Baía de São Francisco onde têm sido instalados grandes ecrãs ao ar livre para a transmissão de jogos do torneio. No momento dos disparos, porém, não estava a ser transmitida qualquer partida.</p>
<p>De acordo com informações citadas pelo jornal ‘O Globo’, o último jogo do dia tinha terminado cerca de duas horas antes do crime. A San Pedro Square é uma das fan zones associadas ao Mundial de 2026 na região, mas o ataque terá ocorrido fora do horário da programação ligada aos jogos.</p>
<p>A polícia de San Jose confirmou, numa publicação na plataforma X, que uma das vítimas foi declarada morta no local. A segunda vítima foi transportada para um hospital da região com ferimentos considerados potencialmente fatais.</p>
<p>“O caso está a ser investigado como homicídio”, indicou o departamento de polícia local, acrescentando que várias ruas em redor da praça foram encerradas para permitir o trabalho das equipas de segurança e da perícia.</p>
<p>Até ao momento, as autoridades não divulgaram informações sobre eventuais suspeitos nem sobre a motivação do crime.</p>
<p>San Pedro Square tem sido um dos principais pontos de concentração de adeptos na zona de San Jose durante o Mundial, com telões, bares e atividades dirigidas aos fãs de futebol. Ainda assim, a polícia sublinha que não decorria qualquer transmissão no local no momento do tiroteio.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783031]]></sapo:autor>
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		<title>&#8216;Stock&#8217; de empréstimos para habitação tem em maio maior subida homóloga desde 2003, indica BdP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 11:18:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O 'stock' de empréstimos para habitação atingiu em maio 115.742 milhões de euros, o equivalente a uma taxa de variação anual de 10,8%, a mais alta desde fevereiro de 2003, divulgou hoje o Banco de Portugal (BdP).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O &#8216;stock&#8217; de empréstimos para habitação atingiu em maio 115.742 milhões de euros, o equivalente a uma taxa de variação anual de 10,8%, a mais alta desde fevereiro de 2003, divulgou hoje o Banco de Portugal (BdP).</P><br />
<P>No total, são mais 10.945 milhões de euros em empréstimos para a habitação que um ano antes e mais 1.150 milhões de euros que em abril, segundo os dados do regulador.</P><br />
<P>A taxa de variação anual verificada neste tipo de empréstimos foi, aliás, semelhante à verificada para o montante total de empréstimos concedidos a particulares, que registou uma variação anual de 10,5%, chegando aos 150.817 milhões de euros.</P><br />
<P>Para consumo e outros fins, o valor no final de maio totalizava 35.075 milhões de euros, numa subida em cadeia de 209 milhões de euros e uma taxa de variação anual de 9,2%.</P><br />
<P>Já entre as empresas, o &#8216;stock&#8217; de empréstimos somava 76.184,2 milhões de euros, num crescimento de 145 milhões de euros face a abril e uma taxa de variação anual de 5,5%, abaixo dos 6,2% no mês anterior.</P><br />
<P>Os empréstimos às microempresas, pequenas e médias empresas cresceram em termos homólogos (+12,3%, +7,2% e +0,4%, respetivamente), enquanto os empréstimos às grandes empresas apresentaram uma taxa de variação anual negativa (-0,5%).</P><br />
<P>O setor da construção e atividades imobiliárias teve a primeira desaceleração na sua taxa de variação anual desde dezembro de 2025 e passou de 12,1% em abril para 11,9% no mês em análise.</P><br />
<P>No comércio, transporte e alojamento, a taxa de variação passou de 5,8% em abril para 4,6% maio, enquanto nas indústrias e eletricidade subiu 0,6%, após 1,6% em abril.</P><br />
<P>Quanto aos depósitos, o &#8216;stock&#8217; dos particulares cresceu 398 milhões de euros em cadeia, para 203.017 milhões de euros, apresentando ainda uma taxa de variação anual de 4,6% &#8211; inferior aos 4,9% de abril.</P><br />
<P>Para a subida em cadeia contribuíram, principalmente, os mais 197 milhões de euros nas responsabilidades à vista e os 202 milhões de euros nos depósitos a prazo.</P><br />
<P>Do lado das empresas, o &#8216;stock&#8217; nos bancos residentes cresceu 231 milhões de euros em cadeia e a taxa de variação anual foi de 12,2% &#8211; também abaixo dos 12,6% em abril &#8211;, tendo atingido os 79.095 milhões de euros.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783017]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ibersol compra ações próprias e passa a deter 3% do capital da empresa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 11:17:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ibersol]]></category>
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					<description><![CDATA[A Ibersol, empresa que explora as marcas KFC e Pizza Hut em Portugal, voltou a recomprar açores próprias e já detém mais de 3% do capital da empresa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Ibersol, empresa que explora as marcas KFC e Pizza Hut em Portugal, voltou a recomprar açores próprias e já detém mais de 3% do capital da empresa.</P><br />
<P>Num comunicado hoje enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a Ibersol reporta que, após as compras feitas entre 22 e 26 de junho, &#8220;passou a deter 1.235.811 ações próprias, representativas de 3,0216% do capital social&#8221;.</P><br />
<P>Nestas compras, fazendo as contas ao valor a que as ações foram compradas, a empresa gastou cerca de 249 mil euros.</P><br />
<P>A Ibersol lançou um programa de recompra de ações em 2024 com o objetivo de extinguir um máximo de 4.151.481 ações ordinárias. </P><br />
<P>Em junho passado a empresa definiu que até final de novembro de 2026 poderá gastar mais 41 milhões de euros na recompra de ações próprias com vista à redução do seu capital social.</P><br />
<P>O plano decorre até 29 de novembro de 2026, exceto se antes dessa data for atingido o limite de ações ou o montante pecuniário máximo definido no programa de recompra.</P><br />
<P>A Ibersol opera diversos restaurantes de marcas alimentares internacionais. Além da Pizza Hut e KFC, também explora Pans &amp; Company, Taco Bell, Pret a Manger, entre outras.</P><br />
<P>A maioria do capital da Ibersol pertence à empresa ATPS, de António Pinto de Sousa e Alberto Teixeira.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782991]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ébola: Número de mortes sobe para 360 na epidemia da RDCongo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 11:16:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[O Instituto Nacional de Saúde Pública (INSP) da República Democrática do Congo (RDCongo) elevou o número de mortes devido ao vírus do Ébola para 360 e os casos confirmados para 1.274, segundo informações divulgadas no domingo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Instituto Nacional de Saúde Pública (INSP) da República Democrática do Congo (RDCongo) elevou o número de mortes devido ao vírus do Ébola para 360 e os casos confirmados para 1.274, segundo informações divulgadas no domingo.</P><br />
<P>Segundo o último boletim divulgado pelo INSP da RDCongo, com dados recolhidos até 27 de junho, a taxa de letalidade situa-se atualmente nos 28,3%. </P><br />
<P>Além disso, a taxa de rastreio de contactos atinge os 87,1%, enquanto 178 pessoas conseguiram recuperar-se da doença e um total de 502 doentes estão &#8220;em isolamento ou hospitalizados&#8221;. </P><br />
<P>O INSP alertou para os &#8220;desafios persistentes na atenção precoce ou no acesso a cuidados de saúde&#8221;, bem como para a deteção de possíveis novos contágios sem que tenha sido identificado de que zona de saúde provêm, o que &#8220;poderia indicar uma expansão geográfica que exigiria uma investigação mais aprofundada&#8221;. </P><br />
<P>O surto foi oficialmente declarado em 15 de maio em Ituri, uma província fronteiriça com o Uganda e o Sudão do Sul e epicentro da epidemia (com 91,4% dos casos e 83,6% das mortes), mas espalhou-se também para as províncias orientais congolesas de Kivu do Norte e Kivu do Sul. </P><br />
<P>A epidemia também se propagou para o Uganda, onde foram detetados 20 contágios confirmados, incluindo 15 casos considerados importados da RDCongo, entre os quais se registaram duas mortes. </P><br />
<P>Além disso, o Governo francês confirmou que detetou o primeiro caso positivo de doença pelo vírus Ébola, que se tratava de um médico que regressava de uma missão na RDCongo. </P><br />
<P>A epidemia corresponde à estirpe de Bundibugyo, cuja taxa de letalidade varia entre 30% e 50% e para a qual não existe vacina autorizada nem tratamento específico, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), que considera o risco de expansão do surto na África subsaariana como &#8220;alto&#8221; e a nível global como &#8220;baixo&#8221;. </P><br />
<P>A OMS estima que o vírus começou a circular em Ituri cerca de dois meses antes de ser declarado o surto e classificou a epidemia em 17 de maio passado como &#8220;emergência de saúde pública de importância internacional&#8221;. </P><br />
<P>Trata-se já da terceira pior epidemia do vírus Ébola da história registada até hoje. </P><br />
<P>A epidemia atual está apenas atrás da que atingiu a África Ocidental entre 2014 e 2016, que deixou cerca de 11.000 mortos e 28.000 infetados; e de outra que afetou o leste da RDCongo entre 2018 e 2020 e que causou 2.299 mortes e 3.481 casos. </P><br />
<P>O vírus do Ébola transmite-se por contacto direto com fluidos corporais de pessoas ou animais infetados e provoca febre hemorrágica grave, vómitos, diarreia e hemorragias internas. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783005]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Venezuela/Sismo: União Europeia disponibiliza 5 M€ e organiza ponte aérea humanitária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 11:15:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[UE]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[A União Europeia (UE) mobilizou hoje cinco milhões de euros em ajuda humanitária para apoiar as populações afetadas pelos recentes sismos na Venezuela e anunciou a organização de uma ponte aérea humanitária para o transporte de bens essenciais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A União Europeia (UE) mobilizou hoje cinco milhões de euros em ajuda humanitária para apoiar as populações afetadas pelos recentes sismos na Venezuela e anunciou a organização de uma ponte aérea humanitária para o transporte de bens essenciais.</P><br />
<P>&#8220;Em resposta às crescentes necessidades humanitárias provocadas pelos recentes sismos na Venezuela, a União Europeia está a disponibilizar cinco milhões de euros em ajuda humanitária para prestar assistência imediata às comunidades mais afetadas. Este financiamento de emergência será direcionado para o fornecimento de abrigo e cuidados de saúde às pessoas atingidas pelo desastre&#8221;, anunciou a Comissão Europeia em comunicado.</P><br />
<P>Além da ajuda financeira, Bruxelas está a organizar um voo humanitário a partir de Copenhaga, previsto para esta semana, que transportará cerca de 50 toneladas de material de abrigo, equipamentos de água e saneamento e material educativo para as zonas atingidas pelos sismos.</P><br />
<P>A nova assistência soma-se aos 52 milhões de euros já atribuídos este ano pela UE para responder às consequências humanitárias da crise socioeconómica na Venezuela.</P><br />
<P>De acordo com Bruxelas, a resposta está a ser coordenada através do Mecanismo de Proteção Civil da União Europeia, tendo o executivo comunitário recebido ofertas de apoio de 11 Estados-membros da UE e de um outro país participante, incluindo equipas de busca e salvamento, equipas médicas e apoio em telecomunicações.</P><br />
<P>Portugal é um dos países participantes nesta assistência.</P><br />
<P>Uma equipa de 11 especialistas técnicos provenientes de Espanha, Áustria, Itália, Luxemburgo, Bélgica e Estónia, juntamente com elementos do Centro de Coordenação de Resposta de Emergência da Comissão Europeia, já se encontra na Venezuela para apoiar as operações no terreno.</P><br />
<P>Com a participação adicional de especialistas enviados por Itália, são agora 14 os países da UE que contribuíram para a operação de socorro.</P><br />
<P>Além disso, a UE ativou o serviço de satélites Copernicus no modo de cartografia de emergência, que permite obter imagens de alta resolução das zonas de crise e produzir mapas destinados a equipas de resgate, organizações não-governamentais e autoridades de proteção civil.</P><br />
<P>Segundo Bruxelas, já foram produzidos 25 mapas e 13 imagens de diferentes áreas de interesse.</P><br />
<P>Citada pelo comunicado, a comissária europeia para a Preparação e Gestão de Crises, Hadja Lahbib, vinca que a UE &#8220;continua empenhada em ajudar o povo venezuelano e está a fazê-lo com todos os instrumentos ao seu dispor&#8221;.</P><br />
<P>Os sismos registados na Venezuela em 24 de junho causaram pelo menos 1.450 mortos e 3.150 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</P><br />
<P>Entre os mortos, há pelo menos 53 portugueses e lusodescendentes, e outros 83 estão desaparecidos ou incontactáveis.</P><br />
<P>Segundo a ONU, mais de 50 mil pessoas estão desaparecidas.</P><br />
<P>Vários países, incluindo Portugal e outros estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>A base de operações da missão portuguesa de resposta aos sismos está sediada em Catia la Mar, em La Guaira,  uma zona de grande concentração de portugueses e lusodescendentes.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo e foram seguidos por mais de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783026]]></sapo:autor>
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		<title>Execução das Agendas Mobilizadoras do PRR atinge 90% com mais de 3,2 mil milhões de euros de incentivo contratado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 11:15:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[PRR]]></category>
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					<description><![CDATA[As 51 Agendas Mobilizadoras contratadas no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) envolvem atualmente 1.098 copromotores, entre os quais 874 empresas e 224 entidades do sistema científico, tecnológico e público.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As 51 Agendas Mobilizadoras contratadas no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) envolvem atualmente 1.098 copromotores, entre os quais 874 empresas e 224 entidades do sistema científico, tecnológico e público. No total, representam mais de 7 mil milhões de euros de investimento e 3,2 mil milhões de euros de incentivo contratado.</p>
<p>Os dados foram apresentados a 25 de junho, durante o 3.º Encontro das Agendas Mobilizadoras do PRR, que reuniu membros do Governo e representantes dos consórcios envolvidos.</p>
<p>Segundo a informação divulgada, o programa regista já uma execução próxima dos 90% ao nível dos produtos, processos e serviços (PPS) contratualizados. Dos 1.270 PPS previstos, 1.087 encontram-se concluídos ou com um grau de execução igual ou superior a 80%, refletindo um nível elevado de maturidade dos projetos em curso.</p>
<p>Do ponto de vista financeiro, a execução média da despesa situa-se nos 53%, tendo já sido pagos mais de 2 mil milhões de euros em incentivos.</p>
<p>O encontro contou com a presença do ministro da Economia e da Coesão Territorial, Castro Almeida, da ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, e dos secretários de Estado João Rui Ferreira (Economia), Álvaro Castelo Branco (Adjunto e da Defesa Nacional) e Francisco Catalão (Gestão da Saúde).</p>
<p>Ao longo da sessão foram apresentados exemplos de soluções desenvolvidas em áreas como saúde, aeronáutica e espaço, mobilidade sustentável, energia, digitalização industrial, biotecnologia, economia do mar, floresta, semicondutores, jogos digitais, construção e materiais avançados.</p>
<p>Na sessão dedicada ao impacto das agendas e aos desafios de aceleração da inovação, os intervenientes destacaram o papel destes consórcios na aproximação entre empresas, academia e o sistema científico e tecnológico, bem como na criação de capacidade industrial e na valorização económica do conhecimento.</p>
<p>“Conseguimos todos juntos atingir, e até mesmo ultrapassar, os objetivos estipulados. Mas mais importante do que os números é aquilo que eles representam: uma nova escala de ambição e uma nova capacidade de transformar conhecimento em valor real”, afirmou Castro Almeida na abertura do encontro.</p>
<p>Já o secretário de Estado da Economia, João Rui Ferreira, sublinhou que os resultados demonstram “a transformação de investimento em capacidade produtiva e de conhecimento em soluções com aplicação no mercado”, destacando a colaboração entre empresas e consórcios como fator central.</p>
<p>As estimativas associadas às Agendas Mobilizadoras apontam para um aumento superior a 8 mil milhões de euros no volume de negócios das empresas participantes, a criação de mais de 11 mil postos de trabalho qualificados e um contributo entre 2,5% e 3% para o PIB.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783032]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>A Europa aquece e a água começa a faltar: Portugal já é o 6.º país mais pressionado no verão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 11:14:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Em vários países, sobretudo no sul da Europa e no Mediterrâneo, a pressão sobre a água aumenta de forma significativa nos meses mais quentes, precisamente quando as vagas de calor intensificam o consumo e agravam a seca.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Portugal está entre os países europeus que entram em zona de alerta no verão devido ao nível de utilização dos recursos de água doce. Segundo a Euronews, embora a União Europeia utilize, em média, apenas 5,8% dos seus recursos de água doce, este valor esconde diferenças profundas entre países e regiões.</p>
<p class="isSelectedEnd">A média europeia pode dar a ideia de que a situação está controlada, mas os dados mostram uma realidade mais desigual. Em vários países, sobretudo no sul da Europa e no Mediterrâneo, a pressão sobre a água aumenta de forma significativa nos meses mais quentes, precisamente quando as vagas de calor intensificam o consumo e agravam a seca.</p>
<p class="isSelectedEnd">Portugal surge nesse grupo de maior pressão. Durante o verão, o nível de exploração da água doce no país atinge 31%, colocando-o claramente acima do limiar de alerta. De acordo com os dados citados pela Euronews, um país entra na zona de aviso quando utiliza 20% dos seus recursos hídricos.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Sul da Europa sob maior pressão hídrica</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A situação mais grave é registada em Chipre, país que vive praticamente em estado permanente de emergência hídrica. O país já utiliza 72% dos seus recursos de água doce, valor que pode atingir 92% durante o verão, segundo dados do Eurostat e da Agência Europeia do Ambiente.</p>
<p class="isSelectedEnd">As autoridades cipriotas apelaram este ano aos residentes para reduzirem em 10% o consumo diário de água, o equivalente a cerca de dois minutos de utilização. Ao mesmo tempo, o Governo tem acelerado a instalação de centrais de dessalinização para garantir o abastecimento de água potável, especialmente antes da época turística.</p>
<p class="isSelectedEnd">Depois de Chipre surge Malta, com uma taxa anual de utilização de água de 33%. No verão, porém, o stress hídrico no país sobe para 67%, evidenciando o impacto da pressão sazonal sobre sistemas já vulneráveis.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Portugal acima do limiar de alerta</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Portugal aparece ao lado de outros países europeus que ultrapassam a zona de alerta durante o verão. A Grécia regista uma taxa de exploração de 37%, a Roménia 34%, Portugal 31%, Itália 27% e Espanha 26,5%.</p>
<p class="isSelectedEnd">Estes valores mostram que o problema não se limita aos países insulares ou mais pequenos. A combinação de calor extremo, maior procura de água e pressão sobre os recursos hídricos coloca parte significativa da Europa perante riscos crescentes de escassez.</p>
<p class="isSelectedEnd">No caso português, o dado de 31% coloca o país acima do patamar considerado preocupante, ainda que a situação de acesso a água limpa e segura pareça menos crítica do que noutros Estados-membros.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Uma em cada dez pessoas na UE tem dificuldades no acesso a água segura</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A Agência Europeia do Ambiente alerta que as alterações climáticas e os episódios de seca deverão intensificar a frequência, a intensidade e o impacto das faltas de água pelo menos até 2030.</p>
<p class="isSelectedEnd">Outro relatório da agência, intitulado “Overheated and Underprepared”, conclui que cerca de uma em cada dez pessoas na União Europeia tem dificuldades em aceder a água suficiente, segura e limpa.</p>
<p class="isSelectedEnd">O problema é particularmente grave em Chipre, onde 36,5% da população enfrenta dificuldades de acesso, e na Grécia, onde esse valor atinge 31,5%.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Acesso à água nem sempre depende da escassez</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A Euronews sublinha que alguns países com dificuldades no acesso a água limpa, como Bulgária, Hungria, Croácia e Irlanda, não apresentam níveis especialmente elevados de exploração dos recursos de água doce.</p>
<p class="isSelectedEnd">Isto sugere que, em certos casos, o problema pode estar menos relacionado com a escassez de água e mais com infraestruturas envelhecidas ou falhas nos sistemas de abastecimento.</p>
<p class="isSelectedEnd">Portugal, França e Espanha surgem numa posição diferente. Apesar da pressão sobre os recursos hídricos, estes países parecem conseguir gerir melhor a distribuição de água limpa e segura, com percentagens de pessoas que enfrentam dificuldades abaixo da média europeia de 9%.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Calor extremo aumenta risco de escassez</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O tema ganha relevância numa altura em que a Europa enfrenta mais um verão marcado por calor extremo. As vagas de calor aumentam o consumo, pressionam reservas e tornam mais visíveis as fragilidades dos sistemas de gestão da água.</p>
<p>Embora a utilização média de água doce na União Europeia pareça baixa, os dados mostram que a pressão está concentrada em determinados países e períodos do ano. Portugal é um dos casos em que o verão empurra o uso da água para níveis acima do limiar de alerta, reforçando a importância da gestão dos recursos hídricos num contexto de seca e alterações climáticas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783011]]></sapo:autor>
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		<title>Terra voltou a tremer na China e no Alasca: há 13 feridos ligeiros, mas não há vítimas mortais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 11:10:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Alasca]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[sismos]]></category>
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					<description><![CDATA[Sismo mais grave ocorreu na cidade de Yibin, na província chinesa de Sichuan, onde um abalo de magnitude 5,5 atingiu a região durante a madrugada]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dois sismos de magnitude superior a 5 foram registados esta segunda-feira na China e no Alasca, sem provocarem vítimas mortais. Na província chinesa de Sichuan, o abalo deixou 13 pessoas com ferimentos ligeiros, enquanto no sul do Alasca não há, até ao momento, registo de danos materiais ou feridos.</p>
<p>Segundo o ‘20 Minutos’, o sismo mais grave ocorreu na cidade de Yibin, na província chinesa de Sichuan, onde um abalo de magnitude 5,5 atingiu a região durante a madrugada. As autoridades locais indicaram que não há mortes a lamentar, mas confirmaram 13 feridos ligeiros.</p>
<p>O Centro de Redes Sismológicas da China, citado pela agência Xinhua, indicou que o sismo ocorreu à meia-noite e meia locais, 6h12 em Espanha, e teve uma profundidade de seis quilómetros. O epicentro foi localizado na aldeia de Shahe, no condado de Gao, segundo a Administração Sismológica da Província de Sichuan.</p>
<p>Apesar de não haver vítimas mortais, o abalo causou danos em várias habitações. De acordo com a Xinhua, Yan Qiang, presidente da câmara de Yibin e vice-secretário do comité local do Partido Comunista Chinês, indicou que 21 casas apresentaram fissuras, três delas com danos considerados relativamente graves.</p>
<p>Dez moradores afetados foram retirados das suas casas e realojados temporariamente junto de familiares e amigos. As autoridades relataram ainda deslizamentos de rochas em cerca de uma dúzia de troços rodoviários, que entretanto já foram desobstruídos.</p>
<p>Horas antes, também o sul do Alasca tinha sido atingido por um sismo de magnitude 5,3. De acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos, o USGS, o tremor ocorreu às 19h32 locais, 5h32 em Espanha, com epicentro situado a cerca de 38 quilómetros a sudoeste da cidade de Cordova.</p>
<p>O abalo no Alasca teve origem a uma profundidade de 14 quilómetros. Numa primeira estimativa, o USGS tinha apontado para uma magnitude de 5,1 e uma profundidade de 11 quilómetros, valores posteriormente revistos.</p>
<p>Até ao momento, as autoridades norte-americanas não reportaram danos materiais nem vítimas. Também não foi emitido qualquer alerta de tsunami.</p>
<p>O epicentro do sismo no Alasca situa-se na zona costeira do estado norte-americano, dentro do chamado Círculo de Fogo do Pacífico, a região do planeta com maior atividade sísmica e vulcânica.</p>
<p>Segundo o USGS, a terra poderá continuar a tremer naquela região nos próximos dias. O organismo estima uma probabilidade de 42% de ocorrer pelo menos uma réplica de magnitude 4 ou superior durante a próxima semana. A probabilidade de um novo sismo de magnitude 5 ou superior é estimada em 10%.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783022]]></sapo:autor>
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		<title>A inovação medida pelo valor e não pela disrupção</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/a-inovacao-medida-pelo-valor-e-nao-pela-disrupcao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 11:04:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
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		<category><![CDATA[inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Carlos Gomes, Senior Vice President Consulting Services, CGI]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Por Carlos Gomes, Senior Vice President Consulting Services, CGI</strong></em></p>
<p>A história da inovação mostra-nos um padrão claro: os maiores saltos transformacionais raramente acontecem apenas por avanço tecnológico. Os grandes ciclos de inovação sustentada e com impacto na sociedade acontecem quando tecnologia, talento, necessidade e contexto favorável se alinham, e quase sempre em momentos de pressão, transformação ou necessidade coletiva. É nesses períodos que organizações, governos e sociedades aceleram decisões, reduzem barreiras e criam condições para transformar conhecimento em impacto real.</p>
<p>A pandemia COVID-19 foi um dos exemplos mais evidentes desta dinâmica. Em tempo recorde, assistiu-se ao desenvolvimento de vacinas, à criação de modelos de negócio totalmente digitais e à transformação profunda das formas de trabalho, impulsionada pela adoção massiva do teletrabalho e de plataformas colaborativas.</p>
<p>No entanto, a velocidade dessa transformação não aconteceu apenas pela existência de tecnologia. O fator decisivo foi o contexto criado para permitir inovação em escala. Reguladores aceleraram processos de aprovação, governos partilharam informação de forma mais aberta, empresas colaboraram entre si e setores inteiros alinharam-se em torno de objetivos comuns. Ao mesmo tempo, o sentido de urgência alterou a relação com o risco: o receio de falhar deixou de bloquear a experimentação e a capacidade de execução.</p>
<p>A nossa experiência, apoiada em meio século de existência, mostra-nos que os ciclos de maior disrupção redefinem não apenas tecnologias, mas também modelos de negócio, cadeias de valor e expectativas dos clientes.</p>
<p>É precisamente esse contexto que estamos novamente a viver. A disrupção provocada pela Inteligência Artificial está a desafiar setores inteiros de atividade, incluindo o próprio modelo de negócio das empresas de consultoria, tornando impossível falar de inovação sem enquadrar o potencial transformador que esta tecnologia introduz.</p>
<p>Mais do que uma tendência tecnológica, a IA representa uma mudança estrutural na forma como as organizações operam, tomam decisões, criam valor e se relacionam com clientes, colaboradores e parceiros. Neste novo ciclo de inovação acelerada, inovar deixou de ser apenas uma oportunidade de crescimento: em muitos setores, tornou-se uma questão de competitividade e, em alguns casos, de sobrevivência.</p>
<p>Por isso, o primeiro passo passa pelas empresas inovarem na forma como operam nos diferentes setores de atividade. A adoção da IA não pode ser vista apenas como uma camada tecnológica adicional, mas como uma oportunidade para repensar processos, modelos operacionais e formas de criar valor.</p>
<p>Para que esta transformação aconteça de forma rápida, sem atropelos, sem exposição a riscos não mitigados e tirando partido efetivo da IA, é necessário que a cultura e o contexto organizacional seja favorável. Isso implica capacidade de investimento, uma estratégia clara e mensurável e, sobretudo, uma cultura onde as pessoas se sintam seguras para experimentar, questionar e propor novas formas de gerar valor. Mesmo que isso, em algumas situações, possa traduzir-se em insucesso.</p>
<p>Inovar exige coragem organizacional. Porém, no final, importa lembrar que a inovação não se mede pela tecnologia implementada, mas pelo valor criado em escala, para as organizações, para os clientes e para a sociedade. É precisamente aqui que reside o futuro da inovação.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[Opinião de Carlos Gomes, Senior Vice President Consulting Services, CGI]]></sapo:autor>
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		<title>Combustíveis continuam acima do preço eficiente: postos vendem gasolina e gasóleo 3,9 cêntimos mais caros do que a referência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 11:02:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[ERSE]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[preço eficiente]]></category>
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					<description><![CDATA[Face à semana imediatamente anterior, não se regista alteração das taxas unitárias do ISP]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) fixou em 1,883 euros por litro o Preço Eficiente da gasolina 95 simples para a semana que hoje se inicia. No caso do gasóleo simples, o valor eficiente definido pela ERSE é de 1,797 euros por litro.</p>
<p>Antes de impostos, o preço eficiente é de 0,905 euros por litro para a gasolina 95 simples e de 0,951 euros por litro para o gasóleo simples. Incluindo a carga fiscal, os valores finais ficam nos 1,883 euros por litro na gasolina e nos 1,797 euros por litro no gasóleo.</p>
<p>Relativamente à semana anterior, adianta a ERSE, verificou-se que a média dos Preços de Venda ao Público anunciados nos pórticos, e reportada no Balcão Único da Energia, “situou-se 3,9 cênt/l acima do Preço Eficiente no caso da gasolina 95 simples e 3,9 cênt/l acima no caso do gasóleo simples. Em termos relativos, estas diferenças correspondem a desvios de +2,0% e +2,1%, respetivamente”.</p>
<p>O Preço Eficiente “registou uma variação de -0,1% na gasolina e de -0,3% no gasóleo, refletindo a evolução semanal das cotações internacionais da gasolina 95 simples, de -0,2%, e do gasóleo simples, de -0,7%”, apontou a ERSE.</p>
<p>“Quanto aos Preços com Descontos, publicados pela DGEG, a gasolina 95 simples e o gasóleo simples apresentaram desvios face ao Preço Eficiente de -0,4% e -1,9%, respetivamente. Em termos absolutos, estas estimativas situam-se 0,7 cênt/l abaixo do respetivo Preço Eficiente na gasolina 95 simples e 3,4 cênt/l abaixo no gasóleo simples”, indica a ERSE.</p>
<p>A Portaria n.º 427-A/2025/1, de 28 de novembro, fixou, com efeitos a 1 de dezembro de 2025, as taxas unitárias do Imposto sobre os Produtos Petrolíferos e Energéticos (ISP) em 0,49752 €/l para a gasolina e 0,36160 €/l para o gasóleo. Desde então, no âmbito do mecanismo temporário e extraordinário de redução do ISP, estas taxas têm sido revistas, procurando acomodar a evolução dos preços dos combustíveis e mitigar o impacto da volatilidade dos mercados internacionais no preço final pago pelos consumidores.</p>
<p>Para a semana de 29 de junho a 5 de julho de 2026, mantêm-se em vigor as taxas unitárias do ISP fixadas pela Portaria n.º 270-A/2026/1, de 19 de junho, aplicáveis desde 22 de junho de 2026: 0,46631 €/l na gasolina sem chumbo e 0,33674 €/l no gasóleo rodoviário. Estes valores integram o desconto temporário e extraordinário de redução do ISP, correspondente a 0,03121 €/l na gasolina e 0,02486 €/l no gasóleo, bem como a consignação de serviço rodoviário, correspondente a 0,087 €/l na gasolina e 0,111 €/l no gasóleo, acrescenta a ERSE.</p>
<p>Face à semana imediatamente anterior, não se regista alteração das taxas unitárias do ISP. Ainda assim, mantém-se um alívio fiscal face aos valores fixados para 1 de dezembro de 2025 de 3,12 cêntimos por litro na gasolina e 2,49 cêntimos por litro no gasóleo, antes de IVA.</p>
<p>A estas taxas acresce a taxa de adicionamento sobre as emissões de CO2, atualizada para 2026 pela Autoridade Tributária, correspondente a 0,15911 €/l na gasolina e 0,17334 €/l no gasóleo.</p>
<p>O Preço Eficiente é um preço médio semanal determinado pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos e resulta da soma de várias componentes: os preços dos combustíveis nos mercados internacionais de referência e os respetivos fretes marítimos, a logística primária, incluindo as reservas estratégicas e de segurança do Sistema Petrolífero Nacional, os sobrecustos com a incorporação de biocombustíveis, a componente de retalho e os impostos aplicáveis.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783003]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>A transformação digital promete, mas não cumpre. E a culpa não é da tecnologia.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 10:53:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Francisco Teixeira, SAP Solution Center Service Director, Inetum]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Por Francisco Teixeira, SAP Solution Center Service Director, Inetum</em></strong></p>
<p>Durante mais de uma década, as organizações investiram milhões em sistemas modernos, migrações para a <em>cloud</em>, plataformas de <em>analytics</em>, automação e, mais recentemente, Inteligência Artificial. No entanto, continuam incapazes de responder a perguntas básicas sobre o seu próprio negócio.</p>
<p>O maior risco hoje não é não inovar — é inovar sobre dados errados. E é precisamente isso que está a acontecer.</p>
<p>A narrativa dominante sugere que as empresas estão mais digitais do que nunca, mas basta entrar num comité de gestão para perceber que algo não está alinhado. Perguntas simples como: “Qual é a nossa margem real por cliente?”, “Quantos dias de stock temos?” ou “Os nossos números estão corretos?” continuam sem resposta clara. A tecnologia não é o problema. O problema é o que está dentro dela: dados inconsistentes, processos distorcidos ao longo dos anos e uma governança que nunca acompanhou o ritmo da modernização.</p>
<p>Hoje, sistemas modernos convivem com duplicação de registos, versões paralelas da verdade e relatórios que contam histórias diferentes consoante o departamento que os produz. Todos sabem que os números não são totalmente fiáveis, mas continuam a utilizá-los porque não existe alternativa. Em cada migração para S/4HANA que acompanhamos, o padrão repete-se: milhares de materiais duplicados, contas sem responsável definido, regras de <em>pricing</em> que ninguém sabe explicar e processos que foram sendo remendados ao longo do tempo. Num caso recente, mais de metade dos registos de clientes de uma organização estavam duplicados ou inválidos. O sistema é o mais moderno do mercado; os dados que o alimentam ainda não acompanharam essa evolução.</p>
<p>A chegada da Inteligência Artificial tornou este problema ainda mais evidente. A IA promete decisões mais rápidas, processos mais inteligentes e ganhos de eficiência. Mas há uma verdade desconfortável que poucos assumem: a IA é tão boa quanto os dados que a alimentam. Se a base é frágil, a IA não resolve o problema — amplifica-o. E há um nível mais subtil neste problema: informação que parece organizada do ponto de vista humano pode não estar estruturada nem utilizável do ponto de vista da IA. Um relatório que um gestor lê sem dificuldade pode ser, para um modelo, um conjunto de dados ambíguo e contraditório.</p>
<p>E as consequências vão muito além da operação. As auditorias financeiras e o <em>compliance</em> fiscal exigem rigor, rastreabilidade e consistência e é exatamente aí que os dados frágeis se transformam num risco concreto. Dados errados deixaram de ser apenas um problema operacional; representam um risco legal e reputacional.</p>
<p>O caminho para corrigir esta realidade não passa por mais tecnologia, mas por enfrentar o que foi sendo adiado. É necessário definir responsabilidades claras sobre os dados, criar processos de validação contínua e garantir que os indicadores críticos do negócio têm uma única fonte de verdade. É igualmente essencial simplificar a <em>landscape</em> tecnológica, eliminar adaptações ao sistema obsoletas e alinhar processos com o <em>standard</em>.</p>
<p>Isto não é uma decisão técnica. É uma decisão de gestão. Quando os dados são sólidos, a IA deixa de representar um risco e torna-se um verdadeiro multiplicador de valor. Sem confiança nos dados, qualquer investimento em IA acrescenta apenas mais uma camada de incerteza.</p>
<p>A transformação digital não falhou por falta de investimento. Ficou aquém porque esse investimento foi feito sem assegurar as condições mínimas para que a tecnologia funcionasse: dados limpos, processos claros e governance real.</p>
<p>O próximo ciclo, impulsionado pela IA e por clientes cada vez mais exigentes, não vai perdoar estas lacunas. As organizações que investirem agora na qualidade dos dados e na simplificação tecnológica vão extrair valor real da IA. As restantes vão continuar a investir… e a falhar.</p>
<p>A pergunta já não é se “devemos digitalizar”; a pergunta é: <strong>em que terreno estamos a construir?</strong></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[Opinião de Francisco Teixeira, SAP Solution Center Service Director, Inetum]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Fundação Galp e Cruz Vermelha destinam 1 milhão de euros para apoiar vítimas de tempestades em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 10:37:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Cruz Vermelha]]></category>
		<category><![CDATA[galp]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[tempestades]]></category>
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					<description><![CDATA[A Fundação Galp e a Cruz Vermelha Portuguesa avançaram com uma iniciativa de um milhão de euros destinada a apoiar as populações afetadas pelas tempestades.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Fundação Galp e a Cruz Vermelha Portuguesa avançaram com o Programa Galp | Resiliência Comunitária 2026, uma iniciativa de um milhão de euros destinada a apoiar as populações afetadas pelas recentes tempestades e inundações em Portugal, combinando resposta de emergência, recuperação social e preparação para futuros eventos extremos.</p>
<p>O programa, já em implementação no terreno pela Cruz Vermelha, pretende atuar em três frentes: resposta imediata às situações de crise, apoio à recuperação económica e social e reforço da capacidade das comunidades para lidar com novos episódios climáticos extremos.</p>
<p>Na fase inicial, já em curso, foi garantido apoio habitacional de emergência a famílias afetadas. Na Marinha Grande, foram instalados 11 módulos habitacionais e dois módulos sanitários autónomos, permitindo acolher nove agregados familiares, num total de 36 pessoas, cujas casas ficaram inutilizadas. A solução evitou respostas temporárias mais precárias e assegurou condições básicas de dignidade, segurança e privacidade.</p>
<p>“Este programa traduz a nossa visão de responsabilidade: responder com rapidez às emergências, mas também contribuir para soluções estruturais que façam a diferença no longo prazo”, afirmou João Marques da Silva, CEO da Galp. “Estamos a apoiar as comunidades não só na superação imediata desta crise, mas também na sua preparação para o futuro.”</p>
<p>A segunda fase do programa centra-se na recuperação económica e social. Está previsto apoio financeiro direto a 72 famílias durante 12 meses, micro-subvenções para 38 pequenos negócios — sobretudo em Alcácer do Sal — e acompanhamento social e psicológico a cerca de 80 famílias, envolvendo aproximadamente 300 pessoas. Será ainda disponibilizado um contentor móvel multifuncional para apoio social, psicológico, médico e de coordenação local.</p>
<p>Também a Cruz Vermelha destaca a importância desta resposta integrada. “Perante uma emergência, estamos onde é mais necessário: ao lado das pessoas”, referiu António Saraiva, presidente da Cruz Vermelha Portuguesa. “Esta parceria permite reforçar a resposta no terreno e preparar melhor as comunidades para o futuro, sempre com a dignidade humana no centro da ação.”</p>
<p>O programa inclui ainda uma componente de prevenção e preparação, com a criação de micro-hubs comunitários móveis com energia, iluminação e comunicações, reboques de apoio a evacuações, unidades móveis de comunicações por satélite e ações de formação em primeiros socorros e primeiros socorros psicológicos, dirigidas a comunidades e escolas.</p>
<p>Ao longo dos 12 meses de execução, a iniciativa será acompanhada por mecanismos de monitorização e avaliação contínua, com o objetivo de garantir transparência, coordenação institucional e resultados mensuráveis no terreno.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783004]]></sapo:autor>
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		<title>Há um pequeno inseto a combater uma planta invasora em Portugal — e os cidadãos podem ajudar a encontrá-lo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 10:23:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[acácia-de-espigas]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Trichi]]></category>
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					<description><![CDATA[Iniciativa, intitulada “Vamos mapear a Trichi!”, convida a população a ajudar a identificar e registar a presença de Trichilogaster acaciaelongifoliae, conhecido pela equipa como “Trichi”]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A plataforma <a href="https://www.invasoras.pt/pt/vamos-mapear-trichi?_sc=MTk2Nzk0MCMxMTI0MA%3D%3D&amp;utm_campaign=Cidados+chamados+a+monitorizar+uma+das+plantas+invasoras+mais+problemticas+de+Portugal&amp;utm_medium=email&amp;utm_source=brevo" target="_blank" rel="noopener">INVASORAS.PT</a> lançou uma campanha nacional de ciência-cidadã para monitorizar a presença de um pequeno inseto australiano usado no controlo biológico da acácia-de-espigas, uma das espécies invasoras mais problemáticas dos ecossistemas costeiros portugueses.</p>
<p>A iniciativa, intitulada “Vamos mapear a Trichi!”, convida a população a ajudar a identificar e registar a presença de Trichilogaster acaciaelongifoliae, conhecido pela equipa como “Trichi”. Este inseto foi introduzido em Portugal em 2015 para ajudar a controlar a expansão da acácia-de-espigas, uma planta invasora amplamente distribuída no território continental.</p>
<p>A acácia-de-espigas forma povoamentos densos, altera habitats naturais e compromete a biodiversidade. A sua elevada produção de sementes, que podem permanecer viáveis no solo durante vários anos, facilita a rápida expansão da espécie e dificulta o seu controlo.</p>
<p>O papel da “Trichi” é atuar sobre a capacidade reprodutiva da planta. O inseto desenvolve-se sobretudo nas gemas florais da acácia-de-espigas, formando galhas que impedem a produção de flores e, consequentemente, reduzem a formação de sementes.</p>
<p>Desde a sua introdução, a presença e dispersão deste agente de controlo biológico têm sido acompanhadas por investigadores do Centro de Ecologia Funcional da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra e do Centro de Investigação de Recursos Naturais, Ambiente e Sociedade da Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Coimbra. Estas equipas também realizaram os testes prévios à introdução do inseto em Portugal.</p>
<p>Segundo Elizabete Marchante, investigadora da Universidade de Coimbra e membro da equipa INVASORAS.PT, a monitorização no terreno é essencial para perceber a evolução deste processo. “Sabemos que o agente está espalhado por muitas zonas, mas precisamos de muito mais olhos no terreno para perceber onde está, onde ainda não chegou e que efeito está a ter na acácia-de-espigas. É aqui que a ciência-cidadã pode fazer toda a diferença”, afirma.</p>
<p>A campanha desafia qualquer pessoa a procurar galhas nos ramos da acácia-de-espigas, fotografá-las e registar a observação. Os dados recolhidos permitirão melhorar o conhecimento sobre a dispersão da “Trichi” e avaliar a sua eficácia na redução da capacidade invasora da planta.</p>
<p>A ausência de galhas também deve ser registada, uma vez que essa informação é relevante para perceber onde o inseto ainda não chegou ou onde poderá não estar a produzir o efeito esperado.</p>
<p>Os registos podem ser feitos através da aplicação Epicollect5, no projeto “Registo de Trichilogaster acaciaelongifoliae”, ou através da plataforma iNaturalist/BioDiversity4All.</p>
<p>A iniciativa dirige-se a cidadãos interessados pela natureza, voluntários ambientais, técnicos municipais, associações, escolas, estudantes, investigadores e profissionais ligados à gestão do território.</p>
<p>Com esta campanha, a INVASORAS.PT pretende reforçar a participação pública na monitorização de espécies invasoras e contribuir para uma das experiências de controlo biológico de plantas invasoras mais relevantes atualmente em curso na Europa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782992]]></sapo:autor>
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		<title>Câmara de Comércio Luso-Chinesa junta-se a congéneres no Porto para encontro de empresários estrangeiros e portugueses</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/camara-de-comercio-luso-chinesa-junta-se-a-congeneres-no-porto-para-encontro-de-empresarios-estrangeiros-e-portugueses/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 10:21:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A ANJE vai organizar mais uma edição do seu International Business Drink no próximo dia 8 de julho, entre as 18h00 e as 20h00, no ANJE Restaurante Lounge, no Porto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ANJE vai organizar mais uma edição do seu International Business Drink no próximo dia 8 de julho, entre as 18h00 e as 20h00, no ANJE Restaurante Lounge, no Porto.</p>
<p>O evento tem um formato informal e pretende juntar profissionais de diferentes nacionalidades ligados à região Norte, criando um espaço de networking entre empresários, empreendedores e representantes de várias áreas de atividade. A iniciativa costuma contar com a presença de membros de várias câmaras de comércio e de organizações empresariais.</p>
<p>Nesta edição, a receção ficará a cargo do novo Liaison Officer da ANJE no Norte, Vítor Silva, num encontro que volta a reunir uma rede alargada de entidades, incluindo câmaras de comércio luso-britânica, luso-alemã, luso-chinesa, luso-holandesa, entre outras parcerias internacionais.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782993]]></sapo:autor>
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		<title>Pais gastam férias para cuidar dos filhos: estudo defende trabalho híbrido como resposta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 10:15:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Flexibilidade laboral e a possibilidade de trabalhar mais perto de casa surgem como respostas cada vez mais valorizadas pelas famílias]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Novo estudo da IWG revela que quase sete em cada dez pais se sentem stressados com a organização dos cuidados aos filhos durante as férias escolares de verão. A flexibilidade laboral e a possibilidade de trabalhar mais perto de casa surgem como respostas cada vez mais valorizadas pelas famílias.</p>
<p>De acordo com a <a href="https://www.iwgplc.com/en-gb" target="_blank" rel="noopener">International Workplace Group</a>, líder mundial em soluções de trabalho híbrido e detentora de marcas como Regus, Spaces e HQ, 69% dos pais afirmam sentir stress com a gestão dos cuidados aos filhos durante as férias de verão. Ao mesmo tempo, 78% dizem que o acesso a um espaço de trabalho local poderia ajudar a aliviar essa pressão.</p>
<p>As conclusões ganham particular relevância em Portugal, numa altura em que o fim do ano letivo para a educação pré-escolar e para os alunos do 1.º ciclo, a 30 de junho, obriga muitas famílias a reorganizar rotinas, cuidados e dias de férias. Com mais de 400 mil alunos matriculados no 1.º ciclo do ensino básico, as férias escolares de verão representam um desafio prático para muitos pais trabalhadores.</p>
<p>O estudo mostra ainda que 74% dos pais inquiridos dizem precisar de trabalhar de forma flexível para reduzir os custos associados aos cuidados aos filhos durante o verão. Mais de um quarto, 27%, antecipa gastar mais com estes cuidados este ano do que em anos anteriores, num contexto de pressão sobre os orçamentos familiares.</p>
<p>Segundo a IWG, a redução das políticas de trabalho flexível em algumas empresas está a agravar os desafios. Entre os pais que viram a flexibilidade laboral diminuir este ano, 55%, face a 33% em 2025, muitos dizem estar a recorrer a soluções adicionais para conseguir conciliar o trabalho com os cuidados aos filhos.</p>
<p>Mais de um quarto, 27%, afirma estar a pedir mais apoio a familiares e amigos, enquanto 26% considera que a obrigatoriedade de presença no escritório central está a criar um maior desequilíbrio na partilha dos cuidados entre os membros do casal.</p>
<p>Esta pressão não afeta todos da mesma forma. O estudo indica que as mães trabalhadoras têm maior probabilidade de sentir pressão acrescida na gestão dos cuidados aos filhos durante o verão do que os homens, numa proporção de 74% contra 66%.</p>
<p>Em Portugal, esta desigualdade também se reflete nos dados oficiais. Segundo a Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género, as mulheres representaram 84,7% dos dias de falta por assistência a filhos em 2024, evidenciando que os cuidados familiares continuam a ter um impacto desproporcional nas rotinas profissionais femininas.</p>
<p>As férias escolares têm também impacto direto na produtividade e na organização diária dos pais. Três quartos dos inquiridos, 75%, afirmam que a rotina familiar durante este período interfere com a vida profissional. Cerca de um quarto, 26%, admite ter mais dificuldade em concentrar-se quando tenta gerir, em simultâneo, o trabalho e a vida familiar.</p>
<p>Para responder ao stress adicional, 28% dos pais dizem que terão de usar parte das férias anuais para cuidar dos filhos. Quase um em cada cinco, 18%, prevê mesmo usar todos os dias de férias durante o período de verão.</p>
<p>Há também mudanças nas rotinas de trabalho. Cerca de 22% dos pais trabalhadores afirmam que vão marcar menos reuniões ou chamadas durante este período, ou trabalhar até mais tarde para conseguir acompanhar os cuidados aos filhos. Uma percentagem semelhante, 21%, diz que começa a trabalhar mais cedo de manhã para conseguir gerir a carga de trabalho.</p>
<p>Ainda assim, muitos pais apontam uma solução possível. Segundo o estudo, 83% afirmam que provavelmente utilizariam um espaço de trabalho flexível e profissional mais perto de casa caso este fosse disponibilizado pela empresa. Mais de um quarto, 27%, acredita que esta opção lhes permitiria passar mais tempo de qualidade com os filhos durante o verão.</p>
<p>Em Portugal, esta possibilidade torna-se mais prática à medida que os espaços de trabalho flexíveis se expandem para além dos centros urbanos tradicionais. A IWG conta atualmente com localizações como o Spaces Matosinhos, o Regus de Leça da Palmeira e espaços HQ em Portimão, Loulé, Quinta do Lago, Aveiro ou Setúbal, permitindo que os profissionais se mantenham produtivos mais perto dos locais onde as famílias poderão passar parte das férias.</p>
<p>As conclusões do estudo sublinham ainda o papel que o trabalho híbrido pode ter na redução de custos. Mais de dois terços dos pais, 69%, afirmam gastar menos em deslocações durante o verão, o que ajuda a compensar os encargos associados aos cuidados familiares.</p>
<p>A IWG recorda também um outro estudo desenvolvido em colaboração com a Arup, segundo o qual as empresas que permitem aos colaboradores utilizar espaços de trabalho locais e escritórios como parte de uma estratégia de trabalho híbrido podem aumentar a produtividade em até 12% nos próximos cinco anos.</p>
<p>Para Fatima Koning, Chief Commercial Officer da IWG, a flexibilidade no local de trabalho “não só apoia o bem-estar das famílias, como também contribui para a saúde mental e a satisfação profissional dos colaboradores”.</p>
<p>“Ao responder às necessidades dos pais trabalhadores através de um melhor acesso a diferentes locais de trabalho, em particular espaços de trabalho locais, as empresas podem criar ambientes mais solidários e produtivos, ao mesmo tempo que impulsionam a produtividade e a retenção de talento”, afirma a responsável.</p>
<p>Num período em que muitas famílias gerem custos acrescidos, alterações nas rotinas e necessidades de acompanhamento dos filhos, a possibilidade de trabalhar de forma mais flexível e mais perto de casa surge, segundo a IWG, como uma ferramenta importante para aliviar a pressão do verão.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782949]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Riopele integra iniciativa que quer transformar o futuro da indústria têxtil até 2030</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 10:09:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Riopele]]></category>
		<category><![CDATA[têxtil]]></category>
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					<description><![CDATA[A Riopele passou a integrar o Pacto para a Bioeconomia no Setor Têxtil, tornando-se uma das entidades signatárias da iniciativa que pretende acelerar a transição da indústria para um modelo económico mais circular, regenerativo e inclusivo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Riopele passou a integrar o Pacto para a Bioeconomia no Setor Têxtil, tornando-se uma das entidades signatárias da iniciativa que pretende acelerar a transição da indústria para um modelo económico mais circular, regenerativo e inclusivo.</p>
<p>O pacto foi criado no âmbito do projeto be@t – Bioeconomia para o Setor Têxtil e está alinhado com as orientações da União Europeia que identificam a bioeconomia como um dos pilares da descarbonização e do reforço da competitividade industrial. A iniciativa reúne empresas, associações e outras entidades do setor em torno de objetivos comuns a concretizar até 2030.</p>
<p>Entre as metas definidas encontram-se o aumento da circularidade dos materiais, a redução do consumo de água, a melhoria da eficiência energética, o desenvolvimento de produtos e processos com menor impacto ambiental, bem como o reforço da qualificação e do bem-estar dos trabalhadores. O objetivo é promover cadeias de valor mais responsáveis, transparentes e resilientes.</p>
<p>Para a Riopele, a adesão representa mais um passo na estratégia de sustentabilidade da empresa. &#8220;A Riopele está de olhos postos no futuro e com metas estabelecidas já para o próximo ano, em que celebra o seu centenário. Como líderes na indústria têxtil, reforçamos o nosso compromisso de cooperar e apoiar a transição do setor, juntando-nos aos esforços coletivos e à mobilização de toda a indústria&#8221;, afirma Isabel Domingues, diretora de Sustentabilidade da empresa.</p>
<p>O Pacto para a Bioeconomia no Setor Têxtil é promovido pelo CITEVE, em articulação com a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e com as principais associações representativas da indústria, entre as quais a ANIVEC/APIV, a ATP, a ANIT-LAR e a ANIL.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782982]]></sapo:autor>
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		<title>Sete truques para gastar menos no supermercado sem mudar a sua alimentação</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/sete-truques-para-gastar-menos-no-supermercado-sem-mudar-a-sua-alimentacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com DECO PROTeste]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 10:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[como poupar]]></category>
		<category><![CDATA[Deco Proteste]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[poupança]]></category>
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					<description><![CDATA[A DECO PROteste reuniu algumas estratégias simples que ajudam a reduzir a fatura do supermercado sem comprometer a qualidade da alimentação]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A alimentação continua a representar uma das maiores despesas do orçamento familiar. Com os preços ainda elevados em muitas categorias de produtos, pequenas decisões feitas durante as compras podem traduzir-se numa poupança significativa ao final do mês.</p>
<p>A DECO PROteste reuniu algumas estratégias simples que ajudam a reduzir a fatura do supermercado sem comprometer a qualidade da alimentação.</p>
<p><strong>1. Nunca entre no supermercado sem uma lista</strong></p>
<p>Parece um conselho básico, mas continua a ser uma das formas mais eficazes de controlar os gastos. Planear as refeições da semana e levar uma lista ajuda a evitar compras por impulso e a comprar apenas o que é realmente necessário.</p>
<p>Além disso, reduz o risco de adquirir produtos que acabam esquecidos na despensa ou no frigorífico.</p>
<p><strong>2. Compare sempre o preço por quilo ou litro</strong></p>
<p>Uma embalagem maior nem sempre significa um melhor negócio.</p>
<p>Para perceber qual é realmente a opção mais barata, compare o preço por quilo, litro ou unidade. É esta informação que permite fazer uma comparação justa entre diferentes marcas e formatos.</p>
<p>Em muitos casos, as marcas próprias dos supermercados oferecem uma qualidade semelhante às marcas de fabricante, mas com preços substancialmente mais baixos.</p>
<p><strong>3. Nem sempre os produtos frescos são a opção mais económica</strong></p>
<p>Os legumes ultracongelados podem custar significativamente menos do que os frescos e apresentam uma vantagem adicional: praticamente não existe desperdício, porque tudo é aproveitado.</p>
<p>Além disso, conservam-se durante mais tempo e mantêm as propriedades nutricionais.</p>
<p>Já no caso do peixe, a situação pode ser inversa. Comprar fresco e congelar em casa continua a ser, muitas vezes, a opção mais económica.</p>
<p><strong>4. Evite pagar pela conveniência</strong></p>
<p>Alho já descascado, cebola picada, cogumelos laminados ou cenoura ralada podem poupar alguns minutos na cozinha, mas representam quase sempre um custo acrescido.</p>
<p>Sempre que possível, opte pelos alimentos na sua forma original. A diferença de preço pode ser significativa ao longo do ano.</p>
<p><strong>5. As promoções só compensam quando são necessárias</strong></p>
<p>Os descontos podem ser uma excelente oportunidade de poupança, mas apenas se comprar produtos que efetivamente utiliza.</p>
<p>Antes de colocar várias unidades no carrinho, confirme o prazo de validade e avalie se conseguirá consumir os produtos a tempo.</p>
<p>Comprar em promoção para acabar por desperdiçar é uma falsa poupança.</p>
<p><strong>6. Comprar a granel pode reduzir a despesa</strong></p>
<p>Sempre que exista essa possibilidade, vale a pena comparar os preços dos produtos vendidos a granel.</p>
<p>Os estudos da DECO PROteste mostram que esta opção pode representar poupanças na ordem dos 10%, além de reduzir a quantidade de embalagens utilizadas.</p>
<p><strong>7. O maior inimigo da poupança chama-se desperdício alimentar</strong></p>
<p>Muitas famílias concentram-se em encontrar promoções, mas esquecem-se de controlar aquilo que já têm em casa.</p>
<p>Verificar regularmente os prazos de validade, organizar a despensa e colocar os produtos com validade mais curta à frente são gestos simples que ajudam a evitar desperdícios e novas compras desnecessárias.</p>
<p>No final, poupar no supermercado não depende apenas dos preços. Depende também da forma como planeamos, escolhemos e utilizamos os alimentos. Pequenas mudanças de hábitos podem representar dezenas ou até centenas de euros de poupança ao longo de um ano.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_778349]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Do outro lado do espelho: Ramiro Brito, CEO do Grupo Érre e presidente da Associação Empresarial do Minho</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/do-outro-lado-do-espelho-ramiro-brito-ceo-do-grupo-erre-e-presidente-da-associacao-empresarial-do-minho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 09:54:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição Impressa]]></category>
		<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[AEMinho]]></category>
		<category><![CDATA[Do outro lado do Espelho]]></category>
		<category><![CDATA[Executive Digest]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ramiro Brito]]></category>
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					<description><![CDATA[CEO do Grupo Érre e presidente da Associação Empresarial do Minho (AEMinho), Ramiro Brito divide o seu tempo entre a gestão empresarial e um mundo onde cada segundo conta: o automobilismo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais do que uma paixão adquirida, é uma herança. Cresceu em Braga, uma cidade profundamente ligada à cultura automóvel, e desde cedo se habituou ao som dos motores. Entre o karting, o enduro e, sobretudo, o papel de Oficial de Prova, foi moldando uma relação com o risco que hoje transporta, de forma quase natural, para o mundo empresarial.</p>
<p><strong>AQUECER OS MOTORES</strong></p>
<p>O automobilismo foi, e continua a ser, uma presença constante na vida de Ramiro Brito. “Não me lembro de existir sem o automobilismo fazer parte da minha vida”, afirma, sublinhando uma ligação que começou ainda na infância. Desde muito cedo, dividiu-se entre duas vertentes: a prática e a organização. Por um lado, o karting e o motociclismo; por outro, aproximou-se da componente técnica e estrutural das provas. “Comecei a andar de karting e de moto relativamente novo e também comecei a ser Oficial de Prova muito cedo”, recorda. Tão cedo que, aos 12 anos, já desempenhava esse papel de forma informal: “Era um ‘oficial’ que não era oficial, na medida em que não podia ter licença desportiva, mas já lá estava desde essa idade.” Mais do que uma escolha individual, o gosto pelo automobilismo foi também moldado pelo contexto em que cresceu. Natural de Braga, destaca a forte tradição da cidade neste desporto como um factor determinante. A ligação familiar também teve o seu peso: “Na minha família existia essa ligação, embora não tanto pelos meus pais, mas mais pelos meus tios, que sempre tiveram uma relação muito próxima com o automobilismo», conta. Entre referências locais e memórias de grandes eventos, como a emblemática Rampa da Falperra ou a passagem do Rally de Portugal, foi-se consolidando um entusiasmo que rapidamente se transformou em vocação.</p>
<p><strong>PÉ A FUNDO</strong></p>
<p>Para Ramiro Brito, falar de corridas é falar de paixão e desafio. “Sou sempre suspeito para falar de corridas. Acho que são um mundo apaixonante por vários motivos”, confessa, destacando a noção de responsabilidade que cada prova exige. Segundo explica, a adrenalina é o motor de quem entra num carro de corrida ou moto, enfrentando limites que a maioria das pessoas nunca ousaria desafiar. “É a sensação de que controlas e dominas algo que, em condições normais, a maior parte das pessoas não consegue fazer”, diz, acrescentando que a gestão constante do risco é o que mais motiva os pilotos. E essa procura por adrenalina não se limita ao desporto. “Digo muitas vezes que sou viciado em adrenalina. Preciso de ter algo que desafie permanentemente os meus limites, quer no desporto físico, quer no automobilismo.” A experiência de lidar com pressão e responsabilidade neste contexto acaba por se revelar um recurso valioso na vida empresarial: funciona como válvula de escape e ajuda-o a enfrentar desafios profissionais com maior serenidade. “Quando estás habituado a lidar com o risco e com a responsabilidade de forma permanente, ao transportares isso para o mundo dos negócios, acaba por ser uma mais-valia.”</p>
<p><strong>NO COMANDO DAS CORRIDAS</strong></p>
<p>O papel de Director de Corrida é uma função central e de grande responsabilidade no automobilismo. “Nas corridas, sou Director de Corrida ou Comissário Desportivo. Este último é uma espécie de juiz: analisa situações de corrida e decide se há ou não penalizações”, explica. Mas é a função de Director de Corrida que o fascina. “É a pessoa que está no topo da organização, responsável por toda a gestão da corrida: partidas, incidentes e fluxo da prova. Gerimos uma equipa de 200 ou 300 pessoas que trabalham para garantir que tudo decorre correctamente e que pilotos e equipas cumprem as regras.” Para ilustrar, recorre à série Formula 1: Drive to Survive: “Há uma temporada em que aparece Michael Masi e percebe-se bem essa função. Ele está no race control e coordena tudo o que acontece durante a prova: entrada do safety car, interrupções, incidentes e cumprimento das regras. Tudo passa por ele.” A sua experiência é vasta e internacional. Começou em Portugal, entre os 12 e os 28 anos, e prosseguiu sobretudo no estrangeiro, através da FIA. “Trabalho em campeonatos do mundo de GT e já fui Director de Corrida em todos os continentes, em mais de 40 países», revela. Actualmente, participa no Lamborghini Super Trofeo Europeu, no Campeonato do Mundo de GT e em várias provas do Campeonato do Mundo de TCR da FIA. Apesar do nível de exigência, é uma actividade amadora. “O nível de exigência é profissional, mas não é a minha profissão. O Rui Marques [Director de Corrida da Fórmula 1], por exemplo, é profissional. Consegui manter isto como uma paixão e equilibrar com as minhas empresas e com a AEMinho. Nem sempre é fácil, mas até agora tenho conseguido.”</p>
<p><strong>CONTROLAR NAS CURVAS</strong></p>
<p>Conciliar uma agenda executiva intensa com um hobby que ocupa tantos fins-de-semana por ano é um desafio que Ramiro aprendeu a gerir com organização e prioridades claras. “As corridas ocupam-me cerca de 20 e tal fins-de-semana por ano, mais as viagens.” Ter ao lado um sócio e amigo de infância igualmente apaixonado pelo desporto motorizado facilita a logística, mas nada dispensa uma gestão rigorosa do tempo. “Há coisas que sei que não posso fazer e tenho de delegar. E há prioridades claras na minha vida. Digo muitas vezes que o desafio mais importante da minha vida é ser pai. Faço mesmo um esforço enorme para não perder nada de relevante na vida das minhas filhas. E ser marido também”, sublinha. A base familiar, especialmente o apoio da esposa, é fundamental para articular os compromissos profissionais, associativos e pessoais.</p>
<p><strong>POLE POSITION</strong></p>
<p>A experiência no automobilismo também moldou a sua liderança enquanto CEO. “Encontro imensos paralelismos. Quando comecei a dirigir corridas, um dos meus mentores ensinou-me algo que trouxe para a minha vida: o papel do Director de Corrida é o mais solitário do mundo. Temos imensas pessoas a trabalhar à nossa volta, mas a última palavra é sempre nossa.” A pressão e responsabilidade, embora mais intensa e imediata nas corridas – onde o tempo médio de decisão é inferior a dois segundos – reflecte-se também na gestão de uma empresa. A vivência com equipas ensinou-lhe a importância do relacionamento humano: “Isso significa que tens de dirigir a equipa de uma forma totalmente friendly. Tens de manter um nível de exigência profissional sabendo que estás a lidar com pessoas que estão ali por paixão. Influenciou muito a forma como me relaciono com as pessoas nas minhas em presas e até na actividade associativa.”</p>
<p><strong>BANDEIRA XADREZ</strong></p>
<p>Apesar da ligação ao automobilismo, Ramiro nunca pensou em seguir uma car reira profissional. “Como piloto, nunca. Sempre achei que seria um hobby”, diz. Quanto à vertente de Oficial de Prova, já recebeu várias propostas para transformar a paixão numa profissão, mas optou por ser voluntário. “Primeiro porque amo demasiado este desporto para que ele seja a minha profissão. Depois porque manteria pouca objectividade. Hoje posso escolher os campeonatos em que participo.”</p>
<p>O compromisso com as suas empresas e com as pessoas que nelas acreditaram também foi decisivo. “Sentiria que estaria a trair essa confiança se abandonasse tudo para seguir apenas o automobilismo”, afirma. Para ele, o desporto funciona como “uma espécie de reforma precoce”: espera estruturar as empresas de forma que não dependam tanto de si, permitindo-lhe dedicar-se mais às corridas – seja como Comissário Desportivo, viajando com a esposa, ou continuando a explorar este mundo e conhecer novos países. “Costumo dizer que estarei nas corridas enquanto o meu físico permitir. Só saio de lá incapacitado ou morto.” O automobilismo moldou também a sua forma de liderar. “Não quero parecer presunçoso ao dizer que me tornou um líder melhor, mas tornou-me aquilo que sou hoje. Foi determinante no líder que sou”.</p>
<p>“Acredito que o automobilismo é uma excelente escola de liderança e de corporativismo”.</p>
<p>Entre os ensinamentos mais concretos está a gestão de crises. “Quando estamos a planear um grande evento, todos sabemos que não vai correr exactamente como previsto. Sabemos que haverá imponderáveis. Por isso preparamo-nos para gerir aquilo que não conseguimos a prever.”</p>
<p>O trabalho em equipa e a noção de responsabilidade são igualmente centrais. “Percebemos que estamos todos no mesmo barco e que as coisas dependem de nós de forma muito real. Nas minhas empresas nunca deixei de sentir que a responsabilidade final é minha e que sou o último responsável por as coisas correrem bem ou mal”.</p>
<p>No fundo (mas nem sempre a fundo), Ramiro Brito vive no ponto de encontro entre velocidade e decisão, adrenalina e responsabilidade. O automobilismo não é apenas um escape, é uma extensão da sua liderança, um laboratório onde pressão, risco e a necessidade de agir com clareza moldam a sua visão de negócios.</p>
<p><strong><em>E</em><em>ste artigo foi publicado na edição de Abril (n.º 241)</em><em> da Executive Digest.</em></strong></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770264]]></sapo:autor>
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		<title>Cinco conselhos para conseguir desligar do trabalho durante as férias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 09:45:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Preparar a ausência, definir limites e resistir à tentação de consultar emails são alguns dos passos fundamentais para garantir que as férias cumprem a sua função de recuperação física e mental.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">As férias continuam a ser um período essencial de descanso, recuperação e equilíbrio. No entanto, a ligação permanente ao trabalho através de telemóveis, plataformas colaborativas e outras ferramentas digitais faz com que muitos profissionais tenham dificuldade em desligar verdadeiramente durante este período.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os especialistas da Eurofirms – People first alertam que preparar a ausência, definir limites e resistir à tentação de consultar emails são alguns dos passos fundamentais para garantir que as férias cumprem a sua função de recuperação física e mental.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para Cristina Rosa, People Leader da Eurofirms Portugal, desligar do trabalho não deve ser visto como um privilégio, mas como uma necessidade. “O descanso permite recuperar energia, estimular a criatividade e regressar ao trabalho com maior capacidade de concentração, motivação e tomada de decisão”, afirma.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Preparar a ausência antes das férias</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O primeiro passo para conseguir desligar começa antes do início das férias. Antecipar temas em curso, delegar tarefas e responsabilidades e clarificar dúvidas com os colegas que vão assegurar o acompanhamento do trabalho pode ajudar a reduzir imprevistos durante o período de descanso.</p>
<p class="isSelectedEnd">Esta preparação permite uma transição mais tranquila e diminui a probabilidade de interrupções. Ao deixar os temas organizados, o profissional reduz também a necessidade de permanecer disponível e a tentação de consultar regularmente o email.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Comunicar a indisponibilidade</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Informar colegas, clientes e parceiros sobre o período de ausência é outro passo essencial. A comunicação clara permite gerir expectativas e ajuda a evitar contactos desnecessários durante as férias.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Eurofirms recomenda ainda a indicação de contactos alternativos para situações urgentes e a ativação de mensagens automáticas de ausência. Estas medidas contribuem para que os assuntos profissionais continuem a ser acompanhados sem exigir a intervenção constante de quem está de férias.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Definir limites digitais</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Num contexto em que a tecnologia permite estar sempre ligado ao trabalho, Cristina Rosa sublinha a importância de estabelecer limites claros durante o período de descanso.</p>
<p class="isSelectedEnd">Sempre que possível, a especialista recomenda desligar notificações associadas ao email, plataformas colaborativas ou outras aplicações profissionais. O objetivo é criar espaço para uma verdadeira desconexão e evitar que o trabalho invada continuamente o tempo de descanso.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ainda assim, a especialista reconhece que cada profissional deve encontrar o equilíbrio que melhor se adapta à sua realidade. Para algumas pessoas, consultar ocasionalmente o email pode gerar menos ansiedade do que permanecer constantemente a imaginar o que poderá estar a acontecer.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Valorizar o lazer e a recuperação</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Desligar do trabalho não significa apenas deixar de responder a mensagens ou emails. Significa também criar tempo para atividades que promovam bem-estar, descanso e recuperação emocional.</p>
<p class="isSelectedEnd">Dedicar tempo a atividades de lazer, conviver com familiares e amigos, privilegiar momentos de contacto com a natureza ou simplesmente desacelerar pode potenciar os benefícios das férias. Estes momentos ajudam a recuperar física e mentalmente e permitem regressar ao trabalho com uma perspetiva renovada.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Preparar um regresso gradual</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O regresso ao trabalho também deve ser organizado. Identificar previamente as prioridades para os primeiros dias após as férias e reservar tempo para reorganizar temas pendentes pode reduzir o stress associado ao fim do período de descanso.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo Cristina Rosa, uma reintegração mais gradual ajuda a evitar a sensação de sobrecarga que muitas vezes acompanha o regresso à rotina profissional.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Quando conseguimos desligar verdadeiramente, regressamos ao trabalho com outra energia: mais vigor, mais foco e uma perspetiva renovada. O descanso devolve-nos a capacidade de enfrentar o quotidiano com mais qualidade e propósito”, conclui a responsável.</p>
<p>Num contexto em que a saúde mental e o equilíbrio entre vida pessoal e profissional assumem uma importância crescente, a Eurofirms defende que promover uma cultura que respeite os períodos de descanso é cada vez mais determinante para o bem-estar das pessoas e para a sustentabilidade das organizações.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782967]]></sapo:autor>
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		<title>Portuguesa N9VE produz óxidos de terras raras com pureza superior a 99,8%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 09:43:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A N9VE já produz, em Portugal, óxidos de terras raras com grau de pureza superior a 99,8%, anunciou hoje a empresa portuguesa, referindo tratar-se de um marco para a autonomia industrial europeia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A N9VE já produz, em Portugal, óxidos de terras raras com grau de pureza superior a 99,8%, anunciou hoje a empresa portuguesa, referindo tratar-se de um marco para a autonomia industrial europeia.</p>
<p>Num comunicado divulgado hoje, a empresa referiu que a produção é realizada no Rare Earths &amp; Magnetics Innovation Center, em Barcelos, onde desenvolve e valida soluções para a recuperação e purificação destes materiais.</p>
<p>Segundo a N9VE, as terras raras são matérias-primas críticas para setores como a energia eólica, a mobilidade elétrica, a eletrónica avançada, a robótica e a defesa, num contexto em que a Europa continua fortemente dependente de importações.</p>
<p>Citado no comunicado, o presidente executivo (CEO) da empresa, José Pinheiro-Torres, afirmou que &#8220;para a Europa, o tempo é decisivo&#8221;, salientando que a abertura de novas minas pode demorar mais de 16 anos, até a entrada em produção, enquanto milhares de turbinas eólicas aproximam-se do fim da vida útil.</p>
<p>&#8220;Esta realidade cria uma oportunidade imediata: recuperar terras raras que já se encontram em território europeu e transformá-las numa nova fonte estratégica para a indústria&#8221;, acrescentou.</p>
<p>A empresa explicou que, nas turbinas eólicas que utilizam magnetes permanentes, estes componentes podem representar várias toneladas por equipamento e contêm cerca de 30% de terras raras.</p>
<p>A N9VE sustentou que a recuperação de terras raras já extraídas permite reduzir a necessidade de recorrer a novas matérias-primas, preservar o valor dos materiais e promover uma economia mais circular.</p>
<p>A empresa enquadra esta evolução nas prioridades do Critical Raw Materials Act da União Europeia (UE), destinado a reforçar a capacidade europeia no domínio das matérias-primas críticas e reduzir a dependência externa.</p>
<p>O desenvolvimento da tecnologia em escala industrial decorre no âmbito do projeto N9VE.REEnew, cofinanciado pelo COMPETE 2030, Portugal 2030 e União Europeia, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).</p>
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