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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Irão: Kaja Kallas pede negociações de paz após escalada de violência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 06:59:38 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A chefe da diplomacia da União Europeia (UE), Kaja Kallas, apelou hoje para a realização de negociações de paz, após uma série de ataques nas últimas horas entre o Irão e Israel.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A chefe da diplomacia da União Europeia (UE), Kaja Kallas, apelou hoje para a realização de negociações de paz, após uma série de ataques nas últimas horas entre o Irão e Israel.</P><br />
<P>&#8220;Durante a noite, voltámos a assistir a uma escalada. Creio que a região não precisa de uma escalada, mas sim que as partes se sentem à mesa de negociações e cheguem a um acordo&#8221;, declarou a ex-primeira-ministra da Estónia à imprensa, à chegada a uma reunião informal de ministros da Defesa da UE.</P><br />
<P>Nas últimas horas, Irão e Israel envolveram-se num fogo cruzado que começou domingo com o ataque iraniano a território israelita, em represália pelo bombardeamento israelita a Beirute horas antes. </P><br />
<P>Israel anunciou ataques a zonas do oeste e centro do Irão, que por sua vez lançou uma vaga de mísseis na noite de domingo e outra hoje de manhã contra território israelita, sem causar feridos.</P><br />
<P>Em paralelo, os rebeldes Huthis do Iémen dispararam um míssil contra Israel, que foi intercetado, e hoje Israel atacou uma fábrica petroquímica no sudoeste do Irão.</P><br />
<P>Kallas referiu que os ministros europeus irão abordar também a liberdade de navegação, e nesse contexto afirmou que o Irão e os Estados Unidos têm de chegar a um acordo para a abertura do estratégico estreito de Ormuz. </P><br />
<P>&#8220;Tem de haver uma solução diplomática, e têm de se sentar à mesa porque, no fim de contas, têm de chegar a acordo sobre isto&#8221;, enfatizou.</P><br />
<P>A responsável sublinhou que a UE está disposta a &#8220;ajudar na fase posterior ao cessar-fogo, bem como na escolta dos navios&#8221;, mas deixou claro que &#8220;o primeiro passo é, sem dúvida, o cessar-fogo&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Estamos em contacto com ambas as partes para lhes transmitir claramente que o cessar-fogo tem uma grande importância&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Kallas pediu, em primeiro lugar, para &#8220;parar esta guerra imediatamente, abrir o estreito de Ormuz e depois aproveitar o tempo para debates mais prolongados, quando se tratar de temas mais difíceis como o nuclear, mas também outras questões críticas que estão em cima da mesa&#8221;.</P><br />
<P>A chefe da diplomacia comunitária indicou que na reunião desta segunda-feira, que por ser informal não pode servir para a tomada de decisões, os ministros europeus discutirão a contribuição que podem dar.</P><br />
<P>A UE já tem uma operação naval na região, a Aspides, mas apenas com mandato para operar no mar Vermelho, sendo que a extensão a Ormuz exigiria unanimidade dos 27.</P><br />
<P>Kallas referiu ainda o quadro legal já aprovado pela UE para sancionar quem obstrua a liberdade de navegação, e apontou que &#8220;hoje será a primeira vez em que se aplicam sanções ao Irão&#8221; nesse contexto.</P><br />
<P>No capítulo da segurança marítima, os ministros irão também discutir a chamada &#8220;frota fantasma&#8221; que ajuda a Rússia a fazer com que o seu petróleo escape às sanções internacionais. </P><br />
<P>Sobre esse tema, Kallas recordou a operação naval Irini, que a UE lançou ao largo da Líbia e que &#8220;mudou as regras de envolvimento&#8221; ao começar a poder abordar embarcações.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773173]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Teerão confirma ataque israelita contra complexo petrolífero iraniano no Golfo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 06:52:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Autoridades regionais iranianas confirmaram hoje um ataque do exército israelita contra o complexo petroquímico de Mahshahr, que causou "danos parciais", informaram os meios de comunicação oficiais do Irão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Autoridades regionais iranianas confirmaram hoje um ataque do exército israelita contra o complexo petroquímico de Mahshahr, que causou &#8220;danos parciais&#8221;, informaram os meios de comunicação oficiais do Irão.</P><br />
<P>&#8220;Há alguns minutos, a empresa petroquímica Karoon, em Mahshahr, foi alvo de um ataque aéreo e atingida por projéteis disparados pelo inimigo sionista, o que danificou parte das instalações&#8221;, declarou o vice-governador regional da localidade atingida, no sudoeste do Irão, citado pela agência iraniana Fars, que não identificou a fonte.</P><br />
<P>A confirmação do ataque foi conhecida pouco depois do exército israelita noticiar ter atingido &#8220;vários alvos&#8221; naquela zona económica especial petroquímica próxima do Golfo.</P><br />
<P>O Irão anunciou em contrapartida ter atacado duas importantes bases aéreas israelitas, Nevatim e Tol Nof, num contexto de ataques recíprocos de magnitude sem precedentes desde a entrada em vigor de um frágil cessar-fogo há dois meses.</P><br />
<P>&#8220;A operação foi levada a cabo em resposta ao ataque com mísseis perpetrado pelo regime sionista (&#8230;) contra vários locais de radar situados em três locais diferentes&#8221; no Irão, indicou através de um comunicado a Guarda da Revolução Islâmica.</P><br />
<P>Também o exército israelita identificou o lançamento de uma vaga de mísseis do Irão contra o seu território e garantiu estar &#8220;a operar para intercetar a ameaça&#8221;, acrescentando que foram enviados alertas de precaução para os telemóveis das áreas possivelmente afetadas. Jornalistas da agência France-Presse (AFP) confirmaram duas explosões em Jerusalém. </P><br />
<P>As forças israelitas anunciaram ainda o lançamento pelos Huthis de um míssil a partir do Iémen contra Israel, que foi intercetado.</P><br />
<P>O fogo cruzado entre o Irão e Israel recomeçou na noite deste domingo com o ataque iraniano contra o território israelita, em retaliação ao bombardeamento de Israel a Beirute horas antes.</P><br />
<P>O Irão lançou na noite de domingo um total de onze mísseis contra Israel, na sequência do ataque israelita contra dois apartamentos nos subúrbios meridionais de Beirute, conhecidos como Dahye, onde, pelo menos, duas pessoas morreram e 20 ficaram feridas este domingo. Israel assegurou que se tratou de uma operação contra um quartel do grupo xiita Hezbollah.</P><br />
<P>O Irão já tinha antecipado que, se os ataques de Israel contra o Líbano continuassem, retaliaria, considerando que o cessar-fogo alcançado com os Estados Unidos em 08 de abril inclui a nação árabe.</P><br />
<P>O Exército israelita afirmou ter intercetado todos os mísseis lançados pelo Irão. </P><br />
<P>O fogo cruzado ao 100.º dia do início da guerra ameaça ainda mais os esforços para alcançar um cessar-fogo permanente e aumentam a possibilidade de um regresso a combates intensos, complicando os esforços de mediação para pôr fim ao conflito iniciado com os ataques dos Estados Unidos e Israel contra o Irão em 28 de fevereiro.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773172]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial 2026 arranca esta semana: calendário de Portugal, favoritos e o que esperar da Seleção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 06:45:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Mundial'2026]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Pela primeira vez, a prova terá 48 equipas, 104 jogos e três países anfitriões: Estados Unidos, México e Canadá]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Mundial-2026 arranca esta semana e inaugura uma nova dimensão para a maior competição de seleções do futebol. Pela primeira vez, a prova terá 48 equipas, 104 jogos e três países anfitriões: Estados Unidos, México e Canadá. O jogo inaugural será entre México e África do Sul, no Estádio Azteca, e a final está marcada para 19 de julho. A FIFA apresenta esta edição como a maior de sempre, com 104 partidas no novo formato competitivo.</p>
<p>Portugal entra em campo apenas na semana seguinte, mas já conhece o caminho na fase de grupos. A Seleção Nacional ficou integrada no Grupo K, ao lado de RD Congo, Uzbequistão e Colômbia, num grupo em que parte como favorita, mas em que o último jogo, frente aos colombianos, pode ser decisivo para definir o primeiro lugar. De acordo com o calendário publicado pela Federação Portuguesa de Futebol, Portugal fará os dois primeiros jogos em Houston e fechará a fase de grupos em Miami.</p>
<p>O novo formato aumenta a margem de erro, mas também torna mais importante a posição final no grupo. Passam à fase a eliminar os dois primeiros classificados de cada grupo e os oito melhores terceiros, criando uma nova ronda de 32 avos de final antes dos oitavos. Para Portugal, vencer o Grupo K pode significar um cruzamento teoricamente mais favorável, enquanto o segundo lugar atira a Seleção para um duelo com o segundo classificado do Grupo L.</p>
<p><strong>Calendário de Portugal no Mundial 2026</strong></p>
<p>Portugal estreia-se frente à RD Congo, em Houston, às 18h00, hora de Portugal continental. O segundo jogo será contra o Uzbequistão, também em Houston, novamente às 18h00. A fase de grupos termina frente à Colômbia, em Miami, às 00h30, já na madrugada portuguesa. O calendário de A Bola confirma os três jogos da Seleção no Grupo K, com horários de Portugal continental.</p>
<p>17 de junho<br />
Portugal &#8211; RD Congo, em Houston, às 18h00</p>
<p>23 de junho<br />
Portugal &#8211; Uzbequistão, em Houston, às 18h00</p>
<p>28 de junho<br />
Colômbia &#8211; Portugal, em Miami, às 00h30</p>
<p>O sorteio deixou Portugal com dois adversários menos habituados aos grandes palcos mundiais e uma Colômbia que surge como o principal teste competitivo do grupo. A RD Congo regressa ao Mundial décadas depois da presença em 1974, ainda como Zaire, enquanto o Uzbequistão se estreia na competição. A Colômbia, por outro lado, tem mais experiência internacional e chegou aos quartos de final em 2014.</p>
<p><strong>Portugal favorito no grupo, mas com teste colombiano no fim</strong></p>
<p>No plano desportivo, Portugal parte com obrigação de passar a fase de grupos e com argumentos para discutir o primeiro lugar. A Seleção tem maior profundidade individual do que os três adversários, uma geração habituada às grandes competições e um calendário que permite alguma estabilidade logística, com dois jogos consecutivos em Houston antes da deslocação a Miami.</p>
<p>A RD Congo deverá ser o primeiro teste de concentração. É uma seleção fisicamente forte, com vários jogadores habituados ao futebol europeu, e chega ao torneio com a motivação de um regresso histórico. O Uzbequistão será, em teoria, o adversário mais acessível, mas a estreia num Mundial pode torná-lo uma equipa sem pressão e difícil de desmontar.</p>
<p>A Colômbia deverá ser o jogo mais exigente. Mesmo sem o estatuto de favorita ao título, é uma seleção competitiva, tecnicamente forte e com tradição recente em fases finais. Para Portugal, esse terceiro jogo pode decidir se a equipa segue em primeiro lugar ou se entra na fase a eliminar por um caminho mais complicado.</p>
<p><strong>França e Espanha à frente nas previsões</strong></p>
<p>Segundo as probabilidades da Solverde.pt, França e Espanha surgem como as principais favoritas ao título, ambas com 18% de probabilidade de vencer o Mundial. A Inglaterra aparece em terceiro lugar, com 14%, seguida de Argentina e Brasil, ambas com 11%.</p>
<p>Portugal surge como sexto favorito à conquista do troféu, também com 11% de probabilidade, mas com odd ligeiramente superior à de Argentina e Brasil. Entre as seleções europeias, a equipa portuguesa apresenta a quarta maior probabilidade de chegar à final, com 20%, ficando apenas atrás de Espanha, França e Inglaterra.</p>
<p>Na fase de grupos, a Seleção Nacional é apontada como clara favorita a liderar o Grupo K, com cerca de 69% de probabilidade de terminar no primeiro lugar. Portugal é também favorito destacado nos dois primeiros jogos: 82% de probabilidade de vencer a RD Congo e 83% frente ao Uzbequistão, segundo os dados da Solverde.pt.</p>
<p><strong>Bruno Fernandes é o português mais cotado para melhor jogador</strong></p>
<p>Na corrida à Bola de Ouro do torneio, Harry Kane surge como principal favorito, com 13% de probabilidade, à frente de nomes como Lamine Yamal e Lionel Messi. Entre os portugueses, Bruno Fernandes é o jogador com maior probabilidade de vencer o prémio, com 5%.</p>
<p>O dado confirma o peso do médio na expectativa em torno da Seleção. Num torneio longo, com viagens, calor, jogos em horários exigentes e novo formato competitivo, Portugal precisará mais do que nunca de capacidade de gestão, experiência e eficácia nos momentos decisivos.</p>
<p>A fase de grupos parece acessível no papel. Mas o Mundial 2026, maior, mais longo e mais aberto do que qualquer edição anterior, começa esta semana com uma certeza: para Portugal, o primeiro objetivo é evitar sobressaltos no Grupo K. O segundo será provar que o estatuto de candidato não fica apenas nas probabilidades.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772571]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bolsa de Tóquio encerra com Nikkei a cair 3,85%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 06:43:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio fechou hoje em baixa, com o principal índice, o Nikkei, a perder 3,85% para 64.024,6 pontos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio fechou hoje em baixa, com o principal índice, o Nikkei, a perder 3,85% para 64.024,6 pontos.</P><br />
<P>O segundo indicador, o Topix, fechou também a cair 2,45% para 3.852,38 pontos.</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773171]]></sapo:autor>
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		<title>Recém-licenciados chineses veem português essencial no Direito de Macau</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 06:39:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Recém-licenciados dos cursos de Direito em português e em chinês da Universidade de Macau (UM) indicaram à Lusa acreditarem que o português vai continuar a ser uma ferramenta essencial na prática jurídica do território.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Recém-licenciados dos cursos de Direito em português e em chinês da Universidade de Macau (UM) indicaram à Lusa acreditarem que o português vai continuar a ser uma ferramenta essencial na prática jurídica do território.</P><br />
<P>A universidade oferece a única licenciatura em Direito Chinês-Português do mundo, um curso que prepara juristas para o sistema jurídico de Macau, de tradição romano-germânica e matriz portuguesa.</P><br />
<P>A UM realizou a 30 de maio a cerimónia de graduação que conferiu diplomas a mais de 1.700 licenciados, com 30 alunos licenciados no curso de direito bilingue, e dois no curso administrado somente em português.</P><br />
<P>Tam Sio Pang confessou à Lusa que não tinha interesse na língua portuguesa antes da universidade, com o curso bilingue a ser uma &#8220;escolha estratégica&#8221; para o futuro profissional.</P><br />
<P>&#8220;Continuo a considerar que a língua portuguesa desempenha um papel importante em certas áreas, sobretudo no Direito. É previsível que no futuro haja mais chineses a trabalhar em Macau e é preciso preparar-se, aprender algo que muitos chineses não sabem, o que considero ser a principal razão pela qual escolhi o [curso] bilingue&#8221;, destacou. </P><br />
<P>O estudante chinês de Macau considera que aprender português o ajudou consideravelmente no estudo de Direito local, por existirem &#8220;poucas referências jurídicas escritas em chinês&#8221;.</P><br />
<P>Ao mesmo tempo, apesar de admitir uma certa redução no seu uso na cidade, mostra-se &#8220;positivo&#8221; quanto ao futuro da língua portuguesa em Macau.</P><br />
<P>&#8220;De acordo com a política do Governo chinês, Macau é a cidade de ligação aos países lusófonos. Não acredito que um bom governante abandonasse a característica mais icónica que a cidade tem em comparação com outras cidades chinesas&#8221;, apontou.</P><br />
<P>A Lei Básica de Macau, a mini-constituição do território, estabelece que &#8220;o português é igualmente uma língua oficial&#8221;, e que decretos lei consagram que &#8220;o chinês e o português têm igual dignidade&#8221;.</P><br />
<P>Após a transição de soberania em 1999, Macau manteve o próprio quadro legal, com a legislação local construída a partir de códigos e leis da República Portuguesa, incluindo o Código Civil, Código Penal e Código Comercial.</P><br />
<P>Em termos oficiais o sistema vigente está em vigor até 2049, mas advogados defenderam recentemente à Lusa que a posição oficial do Governo de Macau sobre a língua portuguesa contrasta com a &#8220;erosão silenciosa&#8221; desta enquanto idioma oficial na região.</P><br />
<P>Juliana Tavares, uma estudante luso-descendente, cuja língua materna é o cantonês, decidiu apostar na internacionalização completando o curso de direito em português da UM.</P><br />
<P>&#8220;Escolhi estudar Direito em português porque não falava uma única palavra de português antes da universidade e queria mergulhar num ambiente de língua portuguesa para poder aprender&#8221;, explicou. </P><br />
<P>Em setembro deste ano vai iniciar um mestrado no Porto em Direito Internacional e Europeu, mas mantém planos de regressar temporariamente a Macau.</P><br />
<P>&#8220;Pretendo trabalhar em Macau durante algum tempo depois disso para passar no exame [equivalente ao] da Ordem dos Advogados,&#8221; apontou. </P><br />
<P>Para Juliana, o português continua a ser relevante, e &#8220;apesar cada vez menos utilizado&#8221;, continua a ser a língua oficial e assim permanecerá até 2049. </P><br />
<P>&#8220;Macau está a tentar afirmar-se como uma plataforma intermediária entre a China e os países de língua portuguesa, e penso que também aí existem oportunidades.&#8221;</P><br />
<P>Por sua vez, Cheang Pak In sublinhou à Lusa ter escolhido o curso bilingue por sempre ter tido interesse &#8220;em ciências humanas e de línguas&#8221;</P><br />
<P>&#8220;Dentro das escolhas disponíveis, o direito bilingue pareceu-me a opção mais adequada&#8221;, disse. </P><br />
<P>O recém-licenciado pretende continuar a estudar em Macau para compreender melhor as diferenças entre as jurisprudência local e a portuguesa. </P><br />
<P>&#8220;Acho que é melhor saber ambas as perspetivas, se estudasse em Portugal só iria saber a perspetiva de Portugal&#8221;, apontou </P><br />
<P>Já no plano profissional, está decidido a continuar a trabalhar em Macau, e que &#8220;não vale a pena ir a Portugal e arriscar perder oportunidades&#8221; que existem no território.</P><br />
<P>&#8220;A sociedade precisa de juristas que saibam chinês e português. Dizer isto pode parecer um clichê, mas é verdade&#8221;, descreveu.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773170]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Acordo com o Irão pode chegar esta semana? Trump acredita em solução para reabrir estreito de Ormuz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 06:30:23 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
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					<description><![CDATA[Escalada no Líbano tornou-se o principal risco para as negociações entre Washington e Teerão]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Donald Trump acredita que um acordo com o Irão poderá ser alcançado esta semana, permitindo prolongar o cessar-fogo e reabrir o estreito de Ormuz, uma rota crucial para o comércio mundial de petróleo. Em entrevista telefónica à &#8216;ABC News&#8217;, o presidente americano disse que as negociações estão a “correr bem”, apesar de reconhecer um “pequeno percalço”.</p>
<p>O obstáculo referido por Trump foi a decisão de Teerão de suspender as conversações com Washington, que têm decorrido através de mensagens trocadas por intermediários. A suspensão foi anunciada depois da intensificação da ofensiva israelita no Líbano contra o Hezbollah, milícia pró-iraniana.</p>
<p>O presidente americano garantiu, porém, que conseguiu “dar a volta ao assunto muito rapidamente”. Segundo explicou, falou com o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, e com representantes do Hezbollah, pedindo que “parassem com os tiros”. Trump afirmou que, depois desses contactos, “ambos deixaram de disparar uns contra os outros”.</p>
<p><strong>Ormuz no centro das negociações</strong></p>
<p>O acordo em discussão pretende prolongar as tréguas e permitir a reabertura do estreito de Ormuz, um dos pontos mais sensíveis do comércio energético global. A passagem é estratégica para o transporte de petróleo e a sua interrupção tem impacto direto nos mercados internacionais.</p>
<p>Trump disse à &#8216;ABC News&#8217; que a finalização do memorando de entendimento poderá acontecer “em algum momento” desta semana, embora tenha admitido que ainda faltam acertar “mais alguns pontos”.</p>
<p>O presidente americano voltou também a defender que um acordo de paz com o Irão “poderá ser melhor do que uma vitória militar”. Ainda assim, reconheceu que não se trata de um processo simples, devido à “tremenda hostilidade” envolvida e ao peso regional do Irão.</p>
<p><strong>Líbano ameaça negociações com Teerão</strong></p>
<p>A escalada no Líbano tornou-se o principal risco para as negociações entre Washington e Teerão. Israel intensificou a ofensiva contra o Hezbollah, aliado do Irão, colocando sob pressão o cessar-fogo em vigor desde abril.</p>
<p>De acordo com a agência &#8216;Tasnim&#8217;, ligada à Guarda Revolucionária iraniana, o Irão interrompeu as conversações em resposta aos ataques israelitas. A decisão ameaça o processo diplomático que, há semanas, envolve a troca de versões preliminares para um acordo que ponha fim à guerra iniciada em fevereiro e desbloqueie o estreito de Ormuz.</p>
<p>Trump afirmou na sua rede social &#8216;Truth Social&#8217; que Netanyahu aceitou não enviar tropas para Beirute e que o Hezbollah aceitou cessar os disparos de projéteis contra território israelita. “Veremos quanto tempo isto dura. Espero que dure para sempre”, afirmou.</p>
<p>A nova ronda de conversações de paz com o Governo libanês, prevista para esta semana em Washington, decorre assim sob forte incerteza. O Hezbollah rejeita esse processo, mas qualquer agravamento no Líbano pode comprometer também o entendimento mais amplo que os Estados Unidos tentam fechar com o Irão.</p>
<p>Para Trump, o calendário continua em aberto, mas a mensagem é clara: a Casa Branca quer transformar o cessar-fogo e a reabertura de Ormuz num acordo ainda esta semana.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772567]]></sapo:autor>
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		<title>Pesca e aquacultura estagnou em Moçambique no primeiro trimestre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 06:18:01 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A produção de pesca e aquacultura em Moçambique praticamente estagnou no primeiro trimestre, com 108.992 toneladas, apenas 20% da meta definida para este ano, segundo dados oficiais da execução orçamental.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A produção de pesca e aquacultura em Moçambique praticamente estagnou no primeiro trimestre, com 108.992 toneladas, apenas 20% da meta definida para este ano, segundo dados oficiais da execução orçamental.</P><br />
<P>De acordo com os dados Governo, a produção cresceu apenas cerca de 1%, face ao primeiro trimestre de 2025, que foi então de 107.901 toneladas entre pesca e aquacultura, sendo que a meta definida para este ano passa por chegar a 548.533 toneladas, até dezembro.</P><br />
<P>O subsetor da pesca industrial e semi-industrial registou no primeiro trimestre uma produção de 2.093 toneladas de pescado diverso, apenas 8% da meta para todo o ano e um recuo de 36% em termos homólogos. No documento governamental é referido que este &#8220;baixo desempenho da produção&#8221; deveu-se ao &#8220;não licenciamento e operacionalidade da totalidade da frota da kapenta, frota nacional do atum e parte da frota de crustáceos de profundidade&#8221;.</P><br />
<P>Além disso, a produção de lagosta recuou 65%, de 35 para 12 toneladas, enquanto a de camarão cresceu 12%, de 345 para 386 toneladas, enquanto o peixe em geral aumentou 136% neste período, de 334 para 790 toneladas.</P><br />
<P>O subsetor da pesca artesanal registou até março uma produção de 105.204 toneladas de pescado diverso, 21% da meta para todo o ano e um crescimento na ordem de 2% comparativamente à produção registada em igual período de 2025. </P><br />
<P>Já a atividade aquícola, desenvolvida a nível industrial e de pequena escala, prevê uma produção, este ano, de 10.643 toneladas, tendo realizado apenas 16% dessa meta nos primeiros três meses, com 1.694 toneladas, ainda assim um crescimento de 19% face a 2025.</P><br />
<P>As restrições impostas em mercados internacionais travaram as exportações pesqueiras de Moçambique em 2025, que recuaram 18% face ao ano anterior, para 8.005 toneladas, segundo dados do Governo moçambicano noticiados anteriormente pela Lusa.</P><br />
<P>No relatório da execução orçamental de 2025, do Governo, é explicado que esta quebra &#8220;deveu-se a restrições da entrada da lagosta viva no mercado asiático&#8221;, em concreto na China, bem como a &#8220;problemas de colocação do camarão, peixe e cefalópodes nos mercados tradicionais&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Bem como efeitos das mudanças climáticas que levaram ao baixo caudal das águas do Rio Zambeze, e consequentemente, a baixa produção da kapenta&#8221;, uma pequena sardinha de água doce, refere o documento.</P><br />
<P>Acrescenta que o valor total de exportação alcançado em 2025 ascendeu a 46,5 milhões de dólares (40,5 milhões de euros), menos 20% face a 2024.</P><br />
<P>Só a exportação de camarão rendeu a Moçambique no ano passado 16,3 milhões de dólares (14,2 milhões de euros), menos 17% num ano, equivalente a 1.631 toneladas, enquanto a lagosta recuou 19%, garantindo 2,5 milhões de dólares (2,2 milhões de euros), de 160 toneladas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773169]]></sapo:autor>
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		<title>Depois de Trump e Putin: Xi Jinping desloca-se hoje à Coreia do Norte em visita oficial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 06:15:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Coreia do Norte]]></category>
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		<category><![CDATA[Xi Jinping]]></category>
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					<description><![CDATA[Deslocação ocorre poucas semanas depois de Xi ter recebido, separadamente, em Pequim, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o líder da Rússia, Vladimir Putin.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente chinês, Xi Jinping, vai visitar a Coreia do Norte a partir desta segunda-feira, naquela que será a primeira deslocação ao país vizinho em quase sete anos, anunciaram na passada sexta-feira os dois países.</p>
<p>Xi estará na Coreia do Norte até terça-feira, segundo breves comunicados divulgados pelos órgãos de comunicação estatais dos dois países. A última visita do líder chinês a Pyongyang ocorreu em junho de 2019.</p>
<p>O anúncio surge um dia depois de a Coreia do Norte ter revelado uma nova instalação destinada à produção de materiais para bombas nucleares.</p>
<p>Especialistas consideram que a divulgação da unidade sugere que o líder norte-coreano, Kim Jong-un, pretende reforçar o estatuto do país como potência nuclear, antes da visita de Xi.</p>
<p>A deslocação ocorre poucas semanas depois de Xi ter recebido, separadamente, em Pequim, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o líder da Rússia, Vladimir Putin.</p>
<p>Nos últimos anos, Kim deu prioridade ao aprofundamento das relações com a Rússia, enviando tropas e armamento convencional para apoiar a invasão lançada por Moscovo na Ucrânia.<br />
Pub</p>
<p>No entanto, o líder norte-coreano também tem procurado reforçar os laços com a China, principal parceiro comercial e maior fornecedor de ajuda económica da Coreia do Norte.</p>
<p>Xi e Kim encontraram-se em Pequim, em setembro, e comprometeram-se a reforçar a cooperação bilateral e o apoio mútuo. Kim deslocou-se então à capital chinesa para assistir a um desfile militar, ao lado de outros líderes estrangeiros, incluindo Putin.</p>
<p>As Forças Armadas da Coreia do Sul avaliaram a nova instalação nuclear como uma unidade de enriquecimento de urânio.</p>
<p>Durante uma visita ao local, Kim anunciou planos para reforçar as capacidades nucleares do país &#8220;a um ritmo exponencial&#8221;. </p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772274]]></sapo:autor>
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		<title>Moçambique espera abordar novo programa de assistência com missão do FMI</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 06:14:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo moçambicano confirmou que prevê abordar um eventual programa de assistência durante a visita da missão do Fundo Monetário Internacional (FMI), que arranca hoje, em Maputo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo moçambicano confirmou que prevê abordar um eventual programa de assistência durante a visita da missão do Fundo Monetário Internacional (FMI), que arranca hoje, em Maputo.</P><br />
<P>&#8220;A visita insere-se no quadro do relacionamento entre o Estado moçambicano e aquela instituição financeira internacional e centrar-se-á na avaliação conjunta de medidas de consolidação fiscal, na identificação de caminhos para reduzir os desequilíbrios macroeconómicos, com vista a um potencial Programa de Facilidade de Crédito&#8221;, refere um comunicado do Ministério das Finanças.</P><br />
<P>A missão, que decorre até 12 de junho, é chefiada por Pablo López Murphy e, segundo o Ministério das Finanças, &#8220;prevê manter encontros com diferentes setores do Governo&#8221;.</P><br />
<P>Fonte oficial do FMI já tinha confirmado à Lusa, em 29 de maio, a realização de uma missão de balanço a Moçambique, neste período, para discutir a &#8220;melhor forma&#8221; de apoiar o país, visita que acontece numa altura em que o Governo moçambicano assume estar a negociar um novo programa de apoio.</P><br />
<P>&#8220;O objetivo da visita é fazer um balanço dos recentes desenvolvimentos económicos e discutir a melhor forma de o FMI apoiar Moçambique no futuro&#8221;, acrescentou a fonte. A visita anterior de uma missão do FMI a Moçambique aconteceu em dezembro, mas no âmbito dos contactos regulares.</P><br />
<P>O Ministério das Finanças moçambicano confirmou anteriormente que fez uma &#8220;amortização integral e antecipada&#8221; de 698.587.604 dólares (630 milhões de euros) junto do FMI, em 23 de março, liquidando financiamentos contraídos no âmbito do Fundo para a Redução da Pobreza e o Crescimento (PRGT).</P><br />
<P>O pagamento foi feito com recurso às Reservas Internacionais Líquidas (RIL), decisão que a ministra das Finanças, Carla Loveira, assumiu, este mês, demonstrar &#8220;capacidade de gestão prudente&#8221; dos compromissos, provando aos mercados que Moçambique pretende &#8220;restaurar a confiança&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Ao liquidar esta obrigação antes do prazo, o Estado moçambicano demonstra capacidade de gestão prudente dos seus compromissos externos, reforçando a sua reputação como parceiro credível no sistema financeiro internacional&#8221;, afirmou Carla Loveira, no parlamento, ao responder a perguntas dos deputados.</P><br />
<P>&#8220;Esta decisão envia uma mensagem clara aos mercados: Moçambique honra os seus compromissos e está empenhado em restaurar a confiança, num contexto global cada vez mais exigente em matéria de transparência e sustentabilidade da dívida&#8221;, acrescentou, sublinhando tratar-se de uma ação que &#8220;produz efeitos concretos sobre a perceção de risco do país&#8221;.</P><br />
<P>Loveira insistiu que a &#8220;redução da exposição ao FMI é interpretada como um sinal de fortalecimento da posição externa e de maior autonomia na condução da política económica&#8221;, o que &#8220;tende a melhorar o perfil de risco soberano&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Este reforço de credibilidade pode traduzir-se, no médio prazo, em melhores condições de financiamento externo, maior apetência dos investidores e reabertura gradual do acesso aos mercados internacionais de capitais&#8221;, disse Carla Loveira.</P><br />
<P>Na mais recente avaliação ao país, divulgada em fevereiro, o FMI não antecipou decisões sobre o novo apoio a Moçambique, que o Governo está a tentar fechar há um ano.</P><br />
<P>No documento, refere-se que ao abrigo do último programa ECF (Facilidade de Crédito Alargado), o FMI tinha aprovado em 2022 um financiamento a rondar 468 milhões de dólares (398,5 milhões de euros) para Moçambique. Contudo, esse programa foi suspenso em abril de 2025, quando tinham sido desembolsados cerca de 343 milhões de dólares (292 milhões de euros), em quatro tranches.</P><br />
<P>O Presidente moçambicano, Daniel Chapo, disse em junho passado que previa ainda em 2025 assinar um novo programa de apoio com o FMI, expectativas reforçadas nos meses seguintes e de novo já no início de 2026.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773168]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Portugal espera que Delcy Rodríguez reveja casos de presos políticos luso-venezuelanos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 06:05:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Portugal pediu a intervenção da presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, para conseguir a libertação dos cinco presos políticos luso-venezuelanos que continuam detidos, estando a aguardar boas notícias nesse sentido, disse o embaixador português em Caracas.</P><br />
<P>O pedido, segundo explicou Frederico Silva em entrevista à agência Lusa, foi feito recentemente, num encontro no palácio presidencial de Miraflores, em Caracas, por ocasião da apresentação das credenciais que o acreditam como embaixador de Portugal na Venezuela.</P><br />
<P>&#8220;Continuamos infelizmente a ter cinco outros detidos nas mesmas condições. Tal como em todo e qualquer outro contacto relevante, eu coloquei também essa questão à senhora presidente solicitando-lhe uma revisão dos casos, também à luz deste processo tão importante para a Venezuela e para o seu futuro, que é o processo de reconciliação nacional, com um diálogo inclusivo aberto a todas as partes venezuelanas envolvidas&#8221;, disse o diplomata ao ser questionado sobre a situação dos presos políticos.</P><br />
<P>O embaixador vincou ainda que &#8220;Portugal encoraja muito a Venezuela a prosseguir neste mesmo rumo de reconciliação nacional&#8221;, sublinhando que &#8220;uma parte importante desse esforço, desse processo, é a libertação de todos aqueles que por razões políticas se encontram detidos entre os quais se contam estes cinco cidadãos portugueses, luso-venezuelanos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Nós temos sempre toda a esperança de que aconteçam boas notícias nesta área, por isso trabalhamos todos os dias e por isso (&#8230;) é um tema que nunca abdicamos de apresentar a todos os níveis tal como foi o caso com a senhora presidente Delcy Rodríguez, na apresentação de credenciais&#8221;, disse.</P><br />
<P>O diplomata começou por explicar que &#8220;a situação dos nossos nacionais está sempre, por definição, no topo das nossas preocupações&#8221; de Portugal e da Embaixada portuguesa no país.</P><br />
<P>&#8220;Isso é verdade agora, como foi verdade no passado, nestes últimos anos&#8221;, disse.</P><br />
<P>Frederico Silva sublinhou ainda que os seus antecessores, os cônsules-gerais de Portugal em Valência, em Caracas, e os responsáveis políticos portugueses, &#8220;sempre estiveram atentos e sempre colocaram o seu empenho na questão dos detidos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Desde logo, saudamos e tive a oportunidade de o transmitir à senhora presidente o reconhecimento de Portugal pela libertação recente de um dos detidos. Foi um total de cinco libertados desde o início do ano, o que naturalmente muito agradou aos detidos, às famílias em Portugal&#8221;, disse.</P><br />
<P>Do encontro com Delcy Rodríguez, o diplomata destacou ainda &#8220;a forma entusiástica como a senhora presidente reagiu quando fez uma explanação sobre o valor, sobre a importância, sobre a dimensão da comunidade portuguesa e lusodescendente, seus filhos e netos para a Venezuela&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Reagiu de forma muito entusiástica, corroborando isso, e dando nota mais uma vez &#8211; tal como tenho recolhido de todos os responsáveis com quem tenho falado -, do muito especial apreço, carinho e afetividade que marca a relação dos venezuelanos com a nossa comunidade&#8221;, disse.</P><br />
<P>O diplomata explicou ainda que conversaram também &#8220;com bastante detalhe das possibilidades que se abrem em termos de cooperação económica, comercial, financeira&#8221; entre ambos países.</P><br />
<P>&#8220;De facto, Portugal dispõe, nos países vizinhos, já de muitas empresas muito ativas e importantes em áreas diversificadas, da energia, dos serviços, das tecnologias, do agroalimentar, no Brasil, México, e Chile, Uruguai e Paraguai&#8221;, explicou.</P><br />
<P>O diplomate precisou que a presidente interina detalhou também o interesse que a Venezuela tem em diversificar as suas parcerias económicas e comerciais.</P><br />
<P>&#8220;E, chamou também a atenção para as reformas que, nesse sentido, estão a ser empreendidas pelo Governo venezuelano, visando criar um ambiente de negócios marcado pela segurança, e previsibilidade que qualquer investidor, qualquer homem de negócios pretende ver existente&#8221;, disse.</P><br />
<P>O diplomata mostrou-se confiante, ao ser questionado se em breve é possível assistir a um reforço das relações bilaterais.</P><br />
<P>&#8220;Obviamente é esse o nosso rumo. Nós estamos aqui para isso. A Embaixada está aqui para estar sempre ao lado da comunidade portuguesa, lusodescendente, dos seus interesses, da sua proteção, e também, sistemática e permanentemente, para explorar e identificar e trabalhar todas as áreas que sejam de comum acordo, e para vantagens comuns na parte económica, mas também na parte da cooperação académica, da cooperação cultural, de tudo aquilo que une Estados e os povos&#8221;, disse.</P><br />
<P>Dados divulgados pela organização não-governamental Fórum Penal (FP) dão conta que, em 01 de junho, estavam presas 404 pessoas por motivos políticos na Venezuela, entre elas 39 estrangeiros, cinco delas com nacionalidade portuguesa.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773167]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Combustíveis seguem direções opostas esta semana: saiba onde estão os postos mais baratos do país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 06:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
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		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Gasóleo vai registar a terceira subida nas últimas quatro semanas, ao passo que a gasolina 95 volta a baixar de preço pela segunda vez consecutiva]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois da brutal redução do preço dos combustíveis, a partir desta segunda-feira apenas a gasolina 95 vai manter a tendência: piores notícias para quem conduz um carro a diesel. Isto porque, de acordo com fontes do setor contactadas pela ‘Executive Digest’, “a orientação será para uma subida de até 4 cêntimos por litro no preço do gasóleo”, e de uma descida de “até 1,5 cêntimos por litro no preço da gasolina 95”.</p>
<p>Os postos de marca própria – que normalmente funcionam junto aos hipermercados – seguem a tendência e reportam “uma valorização de 0,0247 euros no gasóleo e de uma descida de 0,0143 euros na gasolina 95”, adiantou outra fonte.</p>
<p>De acordo com a Direção Geral de Energia e Geologia (DGEG) o preço médio do litro do gasóleo custa esta sexta-feira 1,860 euros enquanto o preço médio da gasolina totaliza 1,928 euros. Caso se confirmem as previsões, segundo fontes do setor, o preço médio do gasóleo simples vai subir para 1,91 euros por litro, enquanto o preço médio da gasolina simples 95 deverá descer para 1,823 euros por litro.</p>
<p>O Governo já indicou que o ISP do gasóleo vai baixar, passando de 317,18 euros por mil litros para 310,15 euros, segundo a portaria publicada no &#8216;Diário da República&#8217;. Ainda assim, o preço do litro de gasóleo deverá subir 3,2 cêntimos, para 1,904 euros, refletindo a evolução do mercado dos combustíveis apesar do alívio fiscal.</p>
<p>Na gasolina, o movimento será inverso no imposto, mas com efeito final de descida no preço. A taxa de ISP sobe ligeiramente, de 455,34 para 455,55 euros por mil litros, enquanto o preço do litro deverá recuar cerca de 1,48 cêntimos, para 1,924 euros.</p>
<p>Assim, a partir desta segunda-feira, o gasóleo vai registar a terceira subida nas últimas quatro semanas, ao passo que a gasolina 95 volta a baixar de preço pela segunda vez consecutiva, depois de ter ultrapassado a barreira dos dois euros por litro. Veja como evoluiu o preço no período referido e desde o início do ano: </p>
<p><a href="https://executivedigest.sapo.pt/tem-carro-a-gasoleo-e-precisa-de-abastecer-nao-espere-por-segunda-feira-3/combustiveis-maio-junho/" rel="attachment wp-att-772334"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Combustiveis-maio-junho.png" alt="" width="1239" height="528" class="alignnone size-full wp-image-772334" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Combustiveis-maio-junho.png 1239w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Combustiveis-maio-junho-300x128.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Combustiveis-maio-junho-900x384.png 900w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Combustiveis-maio-junho-768x327.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Combustiveis-maio-junho-1200x511.png 1200w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Combustiveis-maio-junho-600x256.png 600w" sizes="(max-width: 1239px) 100vw, 1239px" /></a></p>
<p><a href="https://executivedigest.sapo.pt/tem-carro-a-gasoleo-e-precisa-de-abastecer-nao-espere-por-segunda-feira-3/combustiveis-inicio-ano/" rel="attachment wp-att-772333"><img decoding="async" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Combustiveis-inicio-ano.png" alt="" width="1237" height="532" class="alignnone size-full wp-image-772333" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Combustiveis-inicio-ano.png 1237w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Combustiveis-inicio-ano-300x129.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Combustiveis-inicio-ano-900x387.png 900w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Combustiveis-inicio-ano-768x330.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Combustiveis-inicio-ano-1200x516.png 1200w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Combustiveis-inicio-ano-600x258.png 600w" sizes="(max-width: 1237px) 100vw, 1237px" /></a></p>
<p><strong>Portugal está em 8º lugar dos países da UE com preço da gasolina 95 mais cara</strong></p>
<p>No mais recente boletim da Comissão Europeia, Portugal está no oitavo lugar entre os países com a gasolina simples 95 mais cara, 9 cêntimos acima da média europeia e 39 cêntimos acima do preço verificado em Espanha. Quanto ao gasóleo simples, o nosso país está na 8ª posição do preço mais caro, a 22,4 cêntimos do preço no país vizinho e mais 2,9 cêntimos da média europeia.</p>
<p>A Dinamarca tem, de longe, o preço mais elevado do Velho Continente no que diz respeito à gasolina 95: 2,392 euros/litro. Já a Finlândia &#8216;reina&#8217; no caso do gasóleo: 2,296 euros/litro.</p>
<p>Mesmo com o &#8216;sobe e desce&#8217; previsto para hoje, é possível poupar ainda mais alguns euros se souber onde estão os postos mais baratos do país. Consulte a lista:</p>
<p><a href="https://executivedigest.sapo.pt/tem-carro-a-gasoleo-e-precisa-de-abastecer-nao-espere-por-segunda-feira-3/gasoleo-postos-baratos/" rel="attachment wp-att-772338"><img decoding="async" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Gasoleo-postos-baratos.png" alt="" width="1021" height="551" class="alignnone size-full wp-image-772338" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Gasoleo-postos-baratos.png 1021w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Gasoleo-postos-baratos-300x162.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Gasoleo-postos-baratos-834x450.png 834w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Gasoleo-postos-baratos-768x414.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Gasoleo-postos-baratos-600x324.png 600w" sizes="(max-width: 1021px) 100vw, 1021px" /></a></p>
<p><a href="https://executivedigest.sapo.pt/tem-carro-a-gasoleo-e-precisa-de-abastecer-nao-espere-por-segunda-feira-3/gasolina95-postos-baratos/" rel="attachment wp-att-772340"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Gasolina95-postos-baratos.png" alt="" width="1027" height="434" class="alignnone size-full wp-image-772340" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Gasolina95-postos-baratos.png 1027w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Gasolina95-postos-baratos-300x127.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Gasolina95-postos-baratos-900x380.png 900w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Gasolina95-postos-baratos-768x325.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Gasolina95-postos-baratos-600x254.png 600w" sizes="auto, (max-width: 1027px) 100vw, 1027px" /></a></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772719]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: Polícia de Hong Kong alerta contra apostas em portais estrangeiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 06:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A polícia de Hong Kong alertou hoje, a três dias do início do Mundial 2026 de futebol, que é ilegal usar plataformas estrangeiras para apostar em partidas, incluindo no mercado de previsões.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A polícia de Hong Kong alertou hoje, a três dias do início do Mundial 2026 de futebol, que é ilegal usar plataformas estrangeiras para apostar em partidas, incluindo no mercado de previsões.</P><br />
<P>&#8220;Alguns portais de jogo online afirmam estar legalmente registados no estrangeiro&#8221;, disse o inspetor-chefe Wong Yu-fai, do departamento de crime organizado e tríades.</P><br />
<P>&#8220;Mas qualquer pessoa em Hong Kong que aposte nestes portais supostamente legais pode já ter cometido um crime&#8221;, sublinhou Wong, numa conferência de imprensa, citado pela imprensa local.</P><br />
<P>A concessionária sem fins lucrativos Hong Kong Jockey Club detém o monopólio das apostas em partidas de futebol e em corridas de cavalos na antiga colónia britânica.</P><br />
<P>O aviso surge depois de a FIFA ter nomeado em abril a ADI Predictstreet como a primeira plataforma do mercado de previsões oficial de um Mundial de futebol, num contrato avaliado em 150 milhões de dólares (130 milhões de euros).</P><br />
<P>De acordo com a revista norueguesa Josimar, a empresa, com sede nos Emirados Árabes Unidos, foi fundada em março, uma semana antes de assinar o contrato com a FIFA e, um dia depois, obteve uma licença de jogo em Gibraltar.</P><br />
<P>Estas plataformas permitem aos clientes comprar e vender &#8216;contratos&#8217; ligados ao resultado de eventos futuros políticos, desportivos ou culturais, sobre uma ampla gama de situações.</P><br />
<P>A polícia de Hong Kong sublinhou que &#8220;plataformas de apostas oficialmente afiliadas&#8221; só estão disponíveis para residentes em determinadas jurisdições, incluindo na Europa.</P><br />
<P>A força também alertou o público que usar uma rede privada virtual, conhecida como VPN (sigla em inglês), ou um outro serviço de ocultação de localização para apostar em portais estrangeiros constituiria também um crime.</P><br />
<P>A polícia de Hong Kong disse esperar um aumento das apostas ilegais durante o Mundial 2026 de futebol, depois de ter detido 735 pessoas durante o Europeu 2024 e 1.104 durante o Mundial 2022.</P><br />
<P>Em 2025, as autoridades registaram 374 casos de jogo ilegal, detiveram 4.482 pessoas e apreenderam registos que provam a existência de apostas no valor de 1,1 mil milhões de dólares de Hong Kong (121,7 milhões de euros).</P><br />
<P>Em abril, o Governo de Hong Kong adiou a legalização das apostas em jogos de basquetebol, devido ao crescimento do investimento no mercado de previsões a nível mundial, que poderá alimentar &#8220;indiretamente atividades clandestinas&#8221;.</P><br />
<P>As autoridades sublinharam que o volume de dinheiro investido no mercado de previsões triplicou em 2025, atingindo 64 mil milhões de dólares (54,4 mil milhões de euros).</P><br />
<P>Muito do crescimento recente se tem devido às apostas desportivas, após plataformas, como Polymarket e Kalshi, terem assinado acordos com várias equipas de ligas desportivas.</P><br />
<P>O parlamento do território aprovou em setembro a legalização das apostas em jogos de basquetebol, que passariam a ser operadas pelo Jockey Club.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773166]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>PR cabo-verdiano condecora duas mulheres com projeção internacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 05:52:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente cabo-verdiano vai condecorar hoje, na cidade da Praia, Cristina Duarte e Maria Helena Semedo pelo contributo para "o prestígio e afirmação internacional" do país, anunciou a Presidência da República.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente cabo-verdiano vai condecorar hoje, na cidade da Praia, Cristina Duarte e Maria Helena Semedo pelo contributo para &#8220;o prestígio e afirmação internacional&#8221; do país, anunciou a Presidência da República.</P><br />
<P>Ambas serão distinguidas com a Ordem do Dragoeiro, Primeiro Grau, &#8220;pelo contributo ímpar que prestaram ao prestígio e afirmação internacional de Cabo Verde e pela excelência e integridade com que serviram o ideal do desenvolvimento humano e sustentável&#8221;, segundo comunicado.</P><br />
<P>Cristina Duarte, subsecretária-geral das Nações Unidas e assessora especial do secretário-geral para os Assuntos Africanos, &#8220;notabilizou-se como uma das vozes mais influentes na definição de políticas públicas e económicas em África&#8221;, assinalou a Presidência.</P><br />
<P>Maria Helena Semedo, antiga diretora-geral adjunta da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), exerceu diversos cargos nas Nações Unidas, &#8220;a partir dos quais promoveu políticas inovadoras de segurança alimentar, resiliência climática e transformação dos sistemas agroalimentares&#8221;.</P><br />
<P>A distinção, atribuída em Decreto Presidencial de 25 de março, enquadra-se nas celebrações dos 50 anos da independência de Cabo Verde, assinalados em 2025.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773165]]></sapo:autor>
	</item>
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		<title>Fim das aulas marca arranque da entrega dos manuais escolares: Calendário começa agora e prolonga-se até julho</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/fim-das-aulas-marca-arranque-da-entrega-dos-manuais-escolares-calendario-comeca-agora-e-prolonga-se-ate-julho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 05:45:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Com o encerramento das atividades letivas para uma grande parte dos alunos a partir desta semana, inicia-se também o período de devolução dos manuais escolares gratuitos utilizados durante o ano letivo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o encerramento das atividades letivas para uma grande parte dos alunos a partir desta semana, inicia-se também o período de devolução dos manuais escolares gratuitos utilizados durante o ano letivo. O processo decorre ao longo das próximas semanas e, na maioria dos estabelecimentos de ensino, estende-se até à penúltima semana de julho, terminando habitualmente na semana que encerra a 24 de julho.</p>
<p>As datas concretas variam de escola para escola, pelo que os encarregados de educação e os alunos devem consultar os calendários divulgados pelos respetivos agrupamentos ou estabelecimentos de ensino para conhecer os dias e horários definidos para a entrega dos manuais.</p>
<p><strong>Calendário varia consoante o ano de escolaridade</strong><br />
Embora os prazos possam diferir entre escolas, a devolução dos manuais é normalmente organizada por níveis de ensino.</p>
<p>Numa primeira fase são abrangidos os alunos do ensino básico em anos de final de ciclo, nomeadamente os do 9.º ano. Seguem-se os estudantes dos 5.º, 6.º, 7.º e 8.º anos. Posteriormente, decorre a entrega dos manuais dos alunos do ensino secundário, incluindo os 10.º, 11.º e 12.º anos.</p>
<p>Nos casos das disciplinas sujeitas a exame nacional, os manuais apenas têm de ser devolvidos após a realização das provas, devendo a entrega ocorrer até três dias depois do respetivo exame.</p>
<p><strong>Quem está obrigado a devolver os manuais</strong><br />
A devolução dos manuais escolares gratuitos é obrigatória para praticamente todos os alunos que beneficiaram do sistema de empréstimo e reutilização dos livros escolares.</p>
<p>A principal exceção aplica-se aos estudantes do 1.º ciclo do ensino básico, ou seja, dos 1.º, 2.º, 3.º e 4.º anos de escolaridade, que não estão obrigados a devolver os manuais.</p>
<p>Os livros entregues devem apresentar-se em condições que permitam a sua reutilização por outros alunos. Isso significa que devem estar em bom estado de conservação, admitindo-se apenas o desgaste normal decorrente da utilização regular ao longo do ano letivo.</p>
<p>As escolas alertam que os manuais não devem estar rasgados, excessivamente danificados, escritos ou rasurados. Sempre que existam anotações, estas devem ser apagadas antes da entrega.</p>
<p><strong>Alunos retidos podem manter os livros</strong><br />
Os estudantes que tenham ficado retidos num determinado ano ou disciplina podem conservar os manuais necessários à conclusão do respetivo ciclo ou disciplina.</p>
<p>Esta exceção permite que continuem a utilizar os mesmos livros no ano letivo seguinte sem necessidade de proceder à sua devolução imediata.</p>
<p>Comprovativo deve ser guardado</p>
<p>Após a entrega dos manuais, a escola emite um comprovativo de devolução.</p>
<p>As autoridades educativas recomendam que este documento seja cuidadosamente guardado pelos encarregados de educação, uma vez que pode ser necessário até à receção dos vouchers da Plataforma MEGA para obtenção dos manuais escolares do próximo ano letivo.</p>
<p><strong>O que acontece a quem não devolver os livros</strong><br />
A não devolução dos manuais escolares gratuitos pode ter consequências diretas no acesso aos livros do próximo ano.</p>
<p>Os alunos que estejam obrigados a entregar os manuais e não o façam ficam impedidos de receber novos livros gratuitos no ano letivo seguinte.</p>
<p>A única forma de ultrapassar essa situação passa pelo pagamento integral do valor dos manuais que não foram entregues.</p>
<p>A mesma regra pode ser aplicada quando os livros são devolvidos em condições que inviabilizem a sua reutilização e quando os danos sejam considerados imputáveis ao aluno.</p>
<p>Por outro lado, os encarregados de educação que pretendam ficar com os manuais podem fazê-lo, desde que procedam ao pagamento do respetivo valor de capa, de acordo com os procedimentos definidos pela escola.</p>
<p><strong>Kit digital também tem de ser devolvido</strong><br />
Além dos manuais escolares, muitos alunos terão igualmente de proceder à entrega do chamado kit digital.</p>
<p>A obrigação aplica-se aos estudantes dos 4.º, 9.º e 12.º anos de escolaridade, bem como aos alunos que tenham pedido transferência para outro estabelecimento de ensino.</p>
<p>O kit digital inclui normalmente o computador portátil fornecido pela escola, o respetivo carregador, o hotspot de acesso à internet e carregador, o cartão SIM, os auscultadores e ainda a mochila disponibilizada no âmbito do programa.</p>
<p>Todos os equipamentos devem ser entregues em condições de funcionamento, devidamente limpos, sem ficheiros pessoais armazenados, sem palavras-passe guardadas e com alguma carga de bateria.</p>
<p><strong>Escolas apelam à consulta dos calendários próprios</strong><br />
Face às diferenças de organização entre agrupamentos, as escolas recomendam que as famílias consultem os calendários específicos divulgados por cada estabelecimento.</p>
<p>Embora o período de devolução decorra, em regra, desde o final das aulas até à penúltima semana de julho, as datas podem variar significativamente consoante o ano de escolaridade, a realização de exames e a organização interna de cada escola.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772512]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Governo avança com alterações nos centros de saúde: o que pode mudar para os utentes</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/governo-avanca-com-alteracoes-nos-centros-de-saude-o-que-pode-mudar-para-os-utentes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 05:30:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[centros de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre os objetivos apontados pelo Governo estão a melhoria da cobertura por médico e enfermeiro de família, a criação de carteiras adicionais para projetos inovadores e o reforço de áreas como prevenção e inclusão social]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O funcionamento dos centros de saúde vai começar a ser revisto esta semana, com o Governo a preparar alterações aos critérios das unidades de saúde familiar modelo B. A medida pretende minimizar os efeitos da falta de médicos de família e reforçar o papel dos enfermeiros no acompanhamento dos utentes, em particular dos doentes crónicos, noticia o &#8216;Expresso&#8217;.</p>
<p>A ministra da Saúde, Ana Paula Martins, adiantou no Parlamento que o decreto-lei que criou o regime jurídico das USF modelo B prevê uma revisão e ajustamento em 2026, trabalho que será feito pelos ministérios da Saúde e das Finanças. A intenção é “otimizar os recursos” existentes, atrair mais médicos para o Serviço Nacional de Saúde e garantir que as listas dos enfermeiros de família passam a incluir o acompanhamento da doença crónica, em articulação com o médico sempre que necessário.</p>
<p>A governante justificou a mudança com a necessidade de assegurar que “ninguém fica para trás”. Na prática, a intervenção dos enfermeiros de família deverá ganhar mais peso junto de doentes crónicos, num modelo em que o médico continuará a intervir quando for necessário, mas em que a resposta dos cuidados primários poderá ser mais repartida entre profissionais.</p>
<p><strong>Mais cobertura e listas reajustadas</strong></p>
<p>Entre os objetivos apontados pelo Governo estão a melhoria da cobertura por médico e enfermeiro de família, a criação de carteiras adicionais para projetos inovadores e o reforço de áreas como prevenção e inclusão social.</p>
<p>As alterações deverão incluir também o alinhamento de incentivos, a revisão dos ponderadores populacionais dos utentes prioritários e a adaptação dos horários às necessidades da população. O Governo quer ainda reajustar listas de utentes, procurando adequar melhor os recursos disponíveis à realidade de cada território.</p>
<p>De acordo com o Expresso, a tarefa deverá envolver parceiros do setor, autarquias e também considerar o papel das farmácias. A ministra defendeu que o objetivo é “afinar o modelo que já deu provas”, fazendo-o chegar a mais pessoas e a territórios de baixa densidade.</p>
<p><strong>Falta de médicos obriga a repensar resposta</strong></p>
<p>A revisão das USF modelo B surge num contexto em que a falta de médicos de família continua a condicionar o acesso aos cuidados de saúde primários. O Governo quer responder a esse problema sem esperar apenas pela contratação de mais médicos, apostando numa distribuição diferente de tarefas dentro das equipas.</p>
<p>O ponto central da mudança é a articulação entre médico e enfermeiro de família. Os enfermeiros deverão assumir maior intervenção no seguimento regular de doentes crónicos, libertando capacidade médica para situações que exigem avaliação clínica mais diferenciada.</p>
<p>A revisão dos critérios das USF modelo B será, por isso, uma tentativa de adaptar o modelo às limitações atuais do SNS, sem abandonar a promessa de cobertura por equipas de família. A discussão arranca esta semana e deverá definir até onde pode ir a redistribuição de funções nos centros de saúde.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772569]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Atenção, passageiros: barcos de Cacilhas alargam horários esta semana e passam a circular até às 2h30</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/atencao-passageiros-barcos-de-cacilhas-alargam-horarios-esta-semana-e-passam-a-circular-ate-as-2h30/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 05:20:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Aos fins de semana e feriados, o reajuste dos horários vai traduzir-se em mais quatro ligações diárias na rota entre Cacilhas e o Cais do Sodré]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ligação fluvial entre Cacilhas, em Almada, e o Cais do Sodré, em Lisboa, passa a ter horários alargados a partir desta segunda-feira. A mudança, anunciada pela Transtejo Soflusa e noticiada pelo &#8216;Público&#8217;, permite que os barcos comecem a circular às 5h00, em vez das 5h20, e terminem o serviço às 2h30, em vez da atual 1h40.</p>
<p>A alteração representa mais margem de mobilidade para quem usa os barcos de Cacilhas nos dias úteis, sobretudo trabalhadores com horários mais cedo ou mais tardios, estudantes, utilizadores da noite lisboeta e passageiros que dependem da ligação entre as duas margens fora dos períodos tradicionais de ponta.</p>
<p>Aos fins de semana e feriados, o reajuste dos horários vai traduzir-se em mais quatro ligações diárias na rota entre Cacilhas e o Cais do Sodré. A transportadora apresenta a mudança como parte de uma estratégia de reforço da oferta e de adaptação às necessidades reais da população.</p>
<p><strong>Mais carreiras também no Barreiro</strong></p>
<p>A Transtejo Soflusa vai também ajustar os horários da rota do Barreiro, que liga a cidade ao Terreiro do Paço. Segundo a empresa, as alterações incidem nas primeiras horas da manhã e acrescentam duas carreiras diárias, reforçando a resposta do serviço nesse período.</p>
<p>Nos fins de semana e feriados, a ligação do Barreiro não terá alterações. O &#8216;Público&#8217; recorda que a empresa está também a preparar uma ligação fluvial direta entre Barreiro, Seixal e Cais do Sodré, que deverá começar por funcionar aos fins de semana e evoluir depois para um serviço em dias úteis, com viagens de manhã, à tarde e à noite.</p>
<p>O anúncio do alargamento dos horários surge poucos dias depois de se saber que a Transtejo Soflusa integra um grupo de trabalho com o Metropolitano de Lisboa e a CP para estudar a coordenação e eventual extensão dos horários dos transportes públicos na Área Metropolitana de Lisboa.</p>
<p><strong>Transportes públicos com horários mais alargados</strong></p>
<p>Esse trabalho conjunto poderá levar também o Metro de Lisboa a rever o seu horário atual, entre as 6h30 e a 1h00, aproximando-o do funcionamento praticado em várias capitais europeias, onde o serviço começa mais cedo. Antes de haver conclusões desse grupo de trabalho, a Transtejo Soflusa avança já com mudanças nas rotas de Cacilhas e Barreiro.</p>
<p>“Temos de adequar as respostas às verdadeiras necessidades das populações. Só com mais e melhor oferta, fiabilidade e conforto conseguiremos trazer mais pessoas para os transportes públicos”, afirmou Rui Rei, presidente da Transtejo Soflusa, citado na nota divulgada pela empresa.</p>
<p>A transportadora tem ainda outros projetos em estudo ou preparação. Entre eles está uma futura ligação entre a Margem Sul e o Parque das Nações, com provável saída do Montijo e possibilidade de incluir também Seixal e Barreiro, embora esse serviço não deva avançar antes de 2028.</p>
<p>Outra ligação em análise é a rota entre a Trafaria, em Almada, e Algés, em Oeiras. Os estudos de viabilidade já estarão concluídos e a empresa prevê avançar com ligações experimentais no próximo ano, embora ainda falte definir a localização exata do ponto de embarque em Algés.</p>
<p>Para já, a mudança concreta começa esta semana: os barcos de Cacilhas passam a funcionar durante mais tempo, com primeiras ligações às 5h00 e últimas carreiras até às 2h30.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772541]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Israel anuncia lançamento de mísseis iranianos contra o seu território</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 05:20:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Exército israelita identificou hoje o lançamento de mísseis do Irão contra o seu território e garantiu estar "a operar para intercetar a ameaça", acrescentando que foram enviados alertas de precaução para os telemóveis das áreas possivelmente afetadas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Exército israelita identificou hoje o lançamento de mísseis do Irão contra o seu território e garantiu estar &#8220;a operar para intercetar a ameaça&#8221;, acrescentando que foram enviados alertas de precaução para os telemóveis das áreas possivelmente afetadas. </P><br />
<P>O Exército israelita anunciou ainda ter intercetado esta madrugada um míssil lançado do Iémen. O lançamento ocorreu uma hora e meia depois de Israel ter anunciado que atacou &#8220;alvos militares&#8221; no oeste e no centro do Irão, em resposta ao ataque da República Islâmica como retaliação aos ataques israelitas contra o Líbano.</P><br />
<P>As sirenes soaram em todo o território de Israel e as forças armadas israelitas anunciaram que um míssil lançado do Iémen tinha como alvo o país, sem fornecerem mais detalhes. Os serviços de emergência de Israel afirmaram que não havia relatos de vítimas nem de impactos decorrentes do lançamento a partir do Iémen.</P><br />
<P>Pouco depois do alarme, que soou em Jerusalém, Telavive e outras zonas do centro de Israel, o Exército informou que os abrigos podiam ser abandonados, porque a ameaça tinha passado, e confirmou à agência EFE que o míssil tinha sido intercetado. </P><br />
<P>O Iémen é o lar dos rebeldes Huthis, apoiados pelo Irão. Os Huthis dispararam mísseis contra Israel durante a guerra entre Israel e o Hamas e posteriormente, mas não se envolveram totalmente na guerra com o Irão. Os Huthis não reivindicaram este ataque.</P><br />
<P>O Irão lançou na noite de domingo um total de onze mísseis contra Israel, na sequência do ataque israelita contra dois apartamentos nos subúrbios meridionais de Beirute, conhecidos como Dahye, onde, pelo menos, duas pessoas morreram e 20 ficaram feridas este domingo. Israel assegurou que se tratou de uma operação contra um quartel do grupo xiita Hezbollah.</P><br />
<P>O Irão já tinha antecipado que, se os ataques de Israel contra o Líbano continuassem, retaliaria, considerando que o cessar-fogo alcançado com os Estados Unidos em 08 de abril inclui a nação árabe.</P><br />
<P>O Exército israelita afirmou ter intercetado todos os mísseis lançados pelo Irão. </P><br />
<P>Além de Israel e Irão, também na Arábia Saudita as sirenes de alerta de mísseis soaram esta madrugada na zona onde se situa uma base aérea que acolhe forças norte-americanas. </P><br />
<P>A comunicação social estatal saudita noticiou o alerta na província de Al Kharj, onde se encontra a Base Aérea Príncipe Sultan. O alerta surgiu na sequência dos ataques de Israel ao Irão. Pouco depois, a Arábia Saudita afirmou que o perigo de mísseis na zona tinha passado, sem dar mais pormenores.</P><br />
<P>A Casa Branca não comentou até agora os ataques israelitas contra o Irão esta madrugada, incluindo a questão de se saber se foram realizados em coordenação com os Estados Unidos, avançou a agência de notícias Associated Press (AP).</P><br />
<P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, disse este domingo à Fox News que queria que os iranianos parassem de disparar mísseis e regressassem à mesa de negociações. Também afirmou que os ataques de Israel no Líbano no início do domingo não foram coordenados com os Estados Unidos. &#8220;Não estou contente com isso&#8221;, sublinhou Trump.</P><br />
<P>Um alto funcionário norte-americano, citado pela AP, afirmou que Trump tinha ligado ao primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, para o exortar a não retaliar imediatamente ao ataque com mísseis iraniano. O funcionário, que falou sob condição de não ser identificado para descrever uma conversa telefónica privada, disse que Trump acreditava ter convencido Netanyahu a esperar.</P><br />
<P>Trump &#8220;conseguiu que Bibi [Netanyahu] adiasse a resposta por enquanto&#8221;, afirmou o funcionário, que não revelou outros detalhes sobre o telefonema. </P><br />
<P>Antes, porém, do ataque israelita, numa entrevista com o jornal britânico Financial Times, Trump insistiu que ditou as condições a Netanyahu sobre a forma como a guerra deveria ser conduzida. &#8220;Ele não terá escolha&#8221;, afirmou Trump ao jornal numa entrevista por telefone. &#8220;Sou eu quem toma as decisões. Sou eu quem toma todas as decisões. Não é ele [Netanyahu] quem toma as decisões&#8221;, insistiu.</P><br />
<P>Não houve qualquer comentário imediato por parte do gabinete de Netanyahu.</P><br />
<P>Os ataques ameaçam ainda mais os esforços para alcançar um cessar-fogo permanente na guerra entre o Irão e os Estados Unidos e aumentam a possibilidade de um regresso a combates intensos, complicando os esforços de mediação para pôr fim à guerra.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773164]]></sapo:autor>
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		<title>Semana começa com sol e temperaturas a subir, mas o tempo pode mudar a meio de junho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 05:10:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[estado do tempo]]></category>
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		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre esta segunda-feira e quarta-feira, os modelos apontam para uma diminuição gradual da instabilidade]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esta semana vai começar com o calor a ganhar terreno em Portugal continental, depois de vários dias mais frescos e de um fim de semana já marcado pela recuperação das temperaturas. Segundo o &#8216;Tempo.pt&#8217;, a fase positiva da Oscilação do Atlântico Norte, conhecida como NAO+, deverá manter-se dominante até cerca de 11 de junho, favorecendo tempo mais estável, seco e soalheiro na Península Ibérica.</p>
<p>Entre esta segunda-feira e quarta-feira, os modelos apontam para uma diminuição gradual da instabilidade. O anticiclone dos Açores deverá reforçar-se e expandir a sua influência para leste, limitando os efeitos das depressões ainda ativas no Atlântico Norte e permitindo uma recuperação progressiva das temperaturas.</p>
<p>O interior deverá ser a região onde o calor se fará sentir com maior intensidade. As previsões já apontavam para uma subida gradual, com valores que poderão atingir, durante a semana, 37ºC em Évora, 36ºC em Beja e Castelo Branco, e 33ºC em Santarém, Braga e Bragança. No litoral, a influência atlântica, a nortada e eventuais neblinas matinais deverão manter as temperaturas mais moderadas.</p>
<p>Em Lisboa, o &#8216;Tempo.pt&#8217; previa máximas em torno dos 26ºC entre segunda e quarta-feira, com mínimas entre 14ºC e 15ºC. A partir de quinta-feira, os valores poderão voltar a subir, num cenário de tempo mais quente e maioritariamente seco.</p>
<p>A partir de 11 de junho, porém, o padrão atmosférico poderá começar a mudar. Os cenários de médio prazo indicam a possibilidade de instalação de um bloqueio escandinavo, com altas pressões persistentes sobre o norte da Europa. Quando isso acontece, as depressões atlânticas podem ser desviadas para latitudes mais baixas, aproximando-se da Península Ibérica, de França ou do Mediterrâneo ocidental.</p>
<p>Ainda assim, essa mudança não significa, para já, que Portugal vá entrar num período instável. O próprio &#8216;Tempo.pt&#8217; sublinha que, durante o verão, a presença simultânea de um anticiclone dos Açores forte pode travar a progressão das depressões e manter o tempo seco e quente.</p>
<p>Para a noite da véspera de Santo António, 12 de junho, a informação disponível não aponta, por agora, para precipitação. O cenário mais provável é, assim, de uma semana com calor em progressão, sobretudo no interior, e com uma incerteza crescente a partir de meados da semana sobre a aproximação de alguma instabilidade atlântica.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772761]]></sapo:autor>
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		<title>Ministro da Defesa de Taiwan denuncia patrulhas chinesas como ato de provocação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 05:05:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Defesa de Taiwan, Wellington Koo, afirmou hoje que a intensificação das patrulhas marítimas chinesas em águas a leste da ilha constitui um "ato de provocação" e de "guerra cognitiva".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro da Defesa de Taiwan, Wellington Koo, afirmou hoje que a intensificação das patrulhas marítimas chinesas em águas a leste da ilha constitui um &#8220;ato de provocação&#8221; e de &#8220;guerra cognitiva&#8221;.</P><br />
<P>Em declarações citadas pela agência de notícias CNA, Koo afirmou que, ao declarar as águas orientais da ilha como uma &#8220;zona de aplicação da lei&#8221;, a China causa um &#8220;grave prejuízo&#8221; à &#8220;soberania nacional&#8221; de Taiwan, território autogovernado que Pequim considera parte inalienável do seu território.</P><br />
<P>O responsável acrescentou que o ministério da Defesa e a Administração da Guarda Costeira (CGA) vão partilhar informações de inteligência &#8220;de forma estreita&#8221; e coordenar &#8220;minuciosamente&#8221; a divisão de tarefas para &#8220;salvaguardar permanentemente a soberania nacional e a segurança marítima&#8221;.</P><br />
<P>As declarações surgem dois dias depois de o Governo chinês ter lançado uma &#8220;operação especial de controlo marítimo&#8221; em águas situadas a leste de Taiwan, em resposta ao início das negociações entre o Japão e as Filipinas para delimitar as respetivas zonas económicas exclusivas e plataformas continentais naquela região.</P><br />
<P>Segundo Pequim, a operação visa exercer plenamente a &#8220;jurisdição administrativa de controlo marítimo&#8221; da China na área, reforçar as capacidades de patrulhamento em águas profundas e de controlo do tráfego em &#8220;zonas marítimas estratégicas&#8221;, garantir a segurança da navegação e &#8220;salvaguardar os interesses nacionais&#8221;.</P><br />
<P>Num comunicado divulgado no domingo, a CGA de Taiwan sublinhou que a China &#8220;não possui qualquer direito soberano sobre as águas situadas a leste de Taiwan&#8221; e que a sua atuação viola o direito internacional.</P><br />
<P>A autoridade marítima taiwanesa indicou que quatro embarcações chinesas &#8212; o &#8220;Haixun 06&#8221;, o &#8220;Haixun 08&#8221;, o &#8220;Haixun 09&#8221; e o &#8220;Donghaijiu 113&#8221; &#8212; entraram em &#8220;águas restritas&#8221; a sudoeste do cabo Eluanbi, no extremo sul de Taiwan, cerca das 14:05 (07:05 em Lisboa) de domingo.</P><br />
<P>Segundo a versão taiwanesa, os navios foram acompanhados por embarcações da Guarda Costeira de Taiwan e os dois lados envolveram-se numa troca verbal sobre a soberania das águas em questão.</P><br />
<P>&#8220;Ambos os lados do Estreito pertencem a uma só China; estas são águas sob jurisdição chinesa; a nossa flotilha de aplicação da lei marítima está a executar uma missão especial de controlo do tráfego marítimo; não interfiram com as nossas funções&#8221;, afirmaram os guardas costeiros chineses, segundo a transcrição divulgada por Taiwan.</P><br />
<P>Os seus homólogos taiwaneses responderam: &#8220;A China não possui qualquer direito soberano sobre as águas situadas a leste de Taiwan. Entraram nas nossas águas sem autorização, violando o direito internacional e afetando a ordem e a segurança das nossas águas. Alterem imediatamente o rumo e abandonem as nossas águas o mais rapidamente possível&#8221;.</P><br />
<P>Após várias horas de impasse, os quatro navios chineses abandonaram as águas reivindicadas por Taiwan pelas 03:20 de hoje (20:20 de domingo, em Lisboa), segundo a CGA.</P><br />
<P>A autoridade prometeu adotar &#8220;todos os meios necessários&#8221; para &#8220;salvaguardar plenamente a soberania nacional e a segurança das águas&#8221; sob controlo de Taipé.</P></p>
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		<title>Sindicato dos Registos e Notariado começa hoje uma semana de greve: o que está em causa?</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 05:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
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		<category><![CDATA[STRN]]></category>
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					<description><![CDATA[STRN acusou o Governo de “manter uma situação considerada ilegal, injusta e insustentável no setor dos registos”, uma vez que continua a recusar o acordo defendido pelo sindicato, decidindo deixar “o setor à beira do colapso”]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Sindicato dos Trabalhadores dos Registos e Notariado (STRN) decidiu avançar com uma greve nacional que começa esta segunda-feira &#8211; e estende-se até dia 13 de junho.</p>
<p>Em comunicado, o STRN acusou o Governo de “manter uma situação considerada ilegal, injusta e insustentável no setor dos registos”, uma vez que continua a recusar o acordo defendido pelo sindicato, decidindo deixar “o setor à beira do colapso”.</p>
<p>O sindicato que representa os trabalhadores dos registos e notariado acrescentou ainda que existe uma “ausência de soluções para os problemas estruturais que afetam os serviços de registo em todo o país”.</p>
<p>No pré-aviso de greve, já entregue ao Governo, o STRN faz 11 reivindicações, que incluem “um recrutamento-choque do número de conservadores de registos e de oficiais de registos que se encontram em falta” e o cumprimento da recomendação da Provedoria da Justiça para eliminação de assimetrias salariais.</p>
<p>A crise de recursos humanos é, para o STRN, grave, com 279 conservadores de registos e 2.731 oficiais de registos em falta – o equivalente a 38% e 55%, respetivamente, do efetivo necessário.</p>
<p>A greve pretende dar um alerta para a degradação do serviço público que é prestado por “falta de investimento e inação do Governo”, referiu, também em comunicado, o presidente do STRN, Arménio Maximino, dizendo que este sindicato se opõe à “continuidade da degradação acentuada que se tem vindo a verificar bem como ao facto de os cidadãos não serem atendidos com privacidade, o que ocorre em clara violação ao RGPD [Regulamento Geral sobre Proteção de Dados]”.</p>
<p>O STRN apontou ainda que o Governo quer eliminar a categoria de oficial de registos especialista, “apesar de o PSD, atualmente no poder, ter denunciado em 2023 a mesma prática que agora procura consolidar”, lê-se no comunicado.</p>
<p>Além desta mudança, denunciou o sindicato, o Governo pretende “manter um modelo de poupança à custa dos direitos dos cidadãos e trabalhadores”, uma vez que as medidas reivindicadas pelo STRN representam 0,49% da receita anual do IRN.</p>
<p>“Esta circunstância é incompatível com um serviço público minimamente funcional. O STRN alerta que esta falta de profissionais tem provocado atrasos significativos na disponibilização dos serviços no âmbito dos registos predial, comercial, automóvel e civil, bem como na nacionalidade”, lê-se ainda no comunicado.</p>
<p>Em abril, o STRN já tinha dado dez dias ao Governo para estudar as propostas de acordo, sem descartar, já na altura, avançar para greve se não houvesse um entendimento e alertou para o agravamento dos atrasos nos registos e notariado já durante o verão, tendo apresentado um plano de contingência para a recuperação de atrasos.</p>
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