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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Sete em cada dez portugueses querem desligar dos ecrãs nas férias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 08:45:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Appinio]]></category>
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		<category><![CDATA[verão]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre os oito mercados europeus analisados — Portugal, Suécia, Áustria, Itália, Chéquia, Finlândia, Países Baixos e Irlanda —, Portugal destaca-se como o país mais recetivo à ideia de passar um dia completamente offline]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As férias de verão podem marcar o início de uma relação mais saudável com a tecnologia. Um estudo da refurbed, realizado em parceria com a Appinio, revela que 71% dos portugueses querem reduzir o tempo passado em frente aos ecrãs durante as férias, enquanto 83% afirmam estar disponíveis para passar um dia inteiro sem dispositivos digitais.</p>
<p>Os resultados mostram uma crescente consciencialização sobre o impacto do uso excessivo da tecnologia no bem-estar. No entanto, transformar essa intenção em comportamento continua a ser um desafio: 18% dos inquiridos admitem não saber se conseguirão cumprir esse objetivo.</p>
<p><strong>Portugal lidera a vontade de desligar</strong></p>
<p>Entre os oito mercados europeus analisados — Portugal, Suécia, Áustria, Itália, Chéquia, Finlândia, Países Baixos e Irlanda —, Portugal destaca-se como o país mais recetivo à ideia de passar um dia completamente offline.</p>
<p>Enquanto a média europeia indica que 76% dos participantes aceitariam um dia sem ecrãs, em Portugal essa percentagem sobe para 83%.</p>
<p>Ao mesmo tempo, apenas 8% dos portugueses rejeitam essa possibilidade, o valor mais baixo entre todos os países analisados.</p>
<p>Já no que respeita à intenção de reduzir o tempo de utilização durante as férias, 67% dos europeus manifestam essa vontade, face aos 71% registados em Portugal. Itália lidera este indicador, com 73%.</p>
<p><strong>Pequenas mudanças parecem ser mais fáceis de cumprir</strong></p>
<p>O estudo sugere que objetivos simples e concretos são mais facilmente aceites do que mudanças permanentes de hábitos.</p>
<p>A disponibilidade para passar um dia sem ecrãs é superior à intenção de reduzir continuamente o tempo de utilização, indicando que desafios limitados no tempo podem ser uma forma mais eficaz de promover uma utilização equilibrada da tecnologia.</p>
<p>&#8220;Os dados mostram que existe abertura para a mudança, sobretudo quando associada a ações simples e bem definidas. O período de férias será um momento-chave para perceber até que ponto estas intenções se traduzem em comportamento&#8221;, afirma Kilian Kaminski, cofundador da refurbed e vice-presidente da European Refurbishment Association.</p>
<p><strong>Os mais jovens querem desligar mais do que os restantes</strong></p>
<p>Contrariamente ao que muitas vezes se assume, são os mais jovens que revelam maior predisposição para reduzir o tempo de utilização dos dispositivos.</p>
<p>Entre os portugueses dos 18 aos 29 anos, 82% pretendem diminuir o tempo de ecrã e 86% aceitam passar um dia inteiro offline.</p>
<p>Entre os inquiridos com 45 ou mais anos, 63% querem reduzir a utilização dos dispositivos, enquanto mais de 80% também se mostram disponíveis para um dia sem ecrãs.</p>
<p><strong>O verão como teste à desintoxicação digital</strong></p>
<p>Com a alteração das rotinas e mais tempo disponível, o verão surge como a oportunidade ideal para experimentar novos hábitos digitais.</p>
<p>A refurbed considera que uma relação mais equilibrada com a tecnologia passa não apenas por prolongar a vida útil dos equipamentos, mas também por uma utilização mais consciente e saudável dos dispositivos.</p>
<p><strong>Sobre o estudo</strong></p>
<p>O estudo foi realizado pela Appinio para a refurbed, entre 11 e 20 de março de 2026, junto de 1.000 portugueses, com idades entre os 18 e os 65 anos. A amostra foi equilibrada por género e faixa etária e analisou as atitudes dos participantes relativamente ao uso de dispositivos digitais durante as férias de verão.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791329]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Autoridades acusam UE de pura hipocrisia na defesa dos Direitos Humanos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 08:39:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Irão acusou hoje a União Europeia de "pura hipocrisia" por mostrar preocupação com os Direitos Humanos e, ao mesmo tempo, "prestar apoio logístico e técnico" às "agressões mortíferas contra o povo iraniano".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Irão acusou hoje a União Europeia de &#8220;pura hipocrisia&#8221; por mostrar preocupação com os Direitos Humanos e, ao mesmo tempo, &#8220;prestar apoio logístico e técnico&#8221; às &#8220;agressões mortíferas contra o povo iraniano&#8221;.</P><br />
<P>Numa mensagem divulgada nas redes sociais, citada pela agência de notícias Europa Press, o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão, Esmail Baqaei questiona &#8220;como é possível [a União Europeia] conciliar tão facilmente um suposto compromisso com os direitos humanos com a prestação de apoio logístico e técnico para cometer agressões mortíferas contra o povo iraniano&#8221;.</P><br />
<P>Bagaei considerou que a postura da União Europeia face aos ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irão &#8220;banalizam o mal&#8221; e são &#8220;um ato de pura hipocria&#8221;, representando uma &#8220;perda de credibilidade&#8221; para a Europa.</P><br />
<P>O responsável lamentou as agressões ao Irão, que classificou como &#8220;ataques deliberados contra civis e infraestruturas nacionais de importância vital&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Tudo isto enquanto se recusa a condenar até mesmo os crimes de guerra mais flagrantes e sem proferir uma única palavra de solidariedade para com as crianças iranianas massacradas por bombas e mísseis norte-americanos e israelitas, que foram obtidos graças ao próprio apoio logístico e técnico da UE&#8221;, cita a Europa Press.</P><br />
<P>As declarações de Bagaei surge depois da União Europeia ter aprovado novas sanções contra seis pessoas a quem a Europa atribuiu &#8220;responsabilidade em graves violações dos direitos humanos&#8221; no Irão.</P><br />
<P>Entre o grupo, estão cinco juízes de tribunais revolucionários e um membro proeminente de um grupo de cibercriminalidade ligado ao regime, ao qual a UE atribui ter facilitado a perseguição de opositores políticos, ativistas e minorias religiosas.</P><br />
<P>Aquele novo conjunto de sanções surge em resposta ao recrudescimento da repressão interna no Irão e eleva para 269 pessoas e 53 entidades a lista de sancionados.</P><br />
<P>As medidas preveem o congelamento de ativos, a proibição de viajar para o território comunitário e a proibição de disponibilizar fundos ou recursos económicos aos afetados.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793828]]></sapo:autor>
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		<title>Exames: Quase 20 mil alunos inscritos no ensino superior nos primeiros cinco dias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 08:36:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Nos primeiros cinco dias da 1.ª fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior público inscreveram-se 19.986 alunos, menos que os 28.809 no mesmo período de tempo no ano passado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Nos primeiros cinco dias da 1.ª fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior público inscreveram-se 19.986 alunos, menos que os 28.809 no mesmo período de tempo no ano passado. </P><br />
<P>De acordo com Direção Geral do Ensino Superior, no sexta-feira, 5.795 alunos apresentaram a sua candidatura.</P><br />
<P>A primeira fase do concurso de acesso ao ensino superior está a decorrer após problemas relacionados com os exames nacionais do secundário, com muitos alunos a terem tido dificuldade em saber as notas devido às falhas na classificação digital.</P><br />
<P>A época da 1.ª fase de exames foi marcada por polémicas na classificação das provas, com casos em que as notas foram alteradas por falhas do processo ou com a afixação de pautas com erros que originaram classificações em suspenso ou incorretas, como admitiu no início da semana o ministro da Educação, Fernando Alexandre.</P><br />
<P>Sem classificação atribuída, as escolas não puderam passar a &#8220;Ficha ENES&#8221; (Exames Nacionais do Ensino Secundário), o documento necessário para a candidatura ao ensino superior que contém informação sobre as provas de ingresso válidas, bem como sobre a conclusão e classificação do ensino secundário.</P><br />
<P>Este ano, o primeiro dia candidatura deixou de ser o que regista o mais alto número de inscrições, para ser o que apresenta menos inscritos até agora: Apenas 304 alunos entregaram o processo, quando em 2025 rondaram os 10.200.</P><br />
<P>   Pela primeira vez este ano, os cerca de 300 mil exames nacionais do ensino secundário foram avaliados em formato digital.</P><br />
<P>   O concurso nacional de acesso ao ensino superior tem este ano, para o próximo ano letivo nas universidades e institutos politécnicos, 56.790 vagas (mais 834 face ao ano passado) através do regime geral de acesso. A 1.ª fase decorre até 06 de agosto.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793827]]></sapo:autor>
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		<title>O erro que muitos idosos cometem com o protetor solar… e que pode ter consequências graves</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 08:30:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[À medida que envelhece, a pele perde espessura, elasticidade e capacidade de regeneração. Ao mesmo tempo, acumula décadas de exposição à radiação ultravioleta, tornando-se mais vulnerável aos efeitos do sol]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando se fala em proteção solar, muitos pensam imediatamente num dia de praia. No entanto, para os idosos, basta um passeio, uma refeição numa esplanada, uma ida ao jardim ou o trajeto até à farmácia para que a exposição ao sol seja suficiente para provocar queimaduras, irritações ou agravar lesões já existentes.</p>
<p>À medida que envelhece, a pele perde espessura, elasticidade e capacidade de regeneração. Ao mesmo tempo, acumula décadas de exposição à radiação ultravioleta, tornando-se mais vulnerável aos efeitos do sol. Por isso, os especialistas defendem que o protetor solar deve fazer parte da rotina diária durante os meses de verão e não ser reservado apenas para as férias.</p>
<p>&#8220;Numa pessoa idosa, uma queimadura solar tem um impacto maior do que num adulto jovem. A pele costuma ser mais fina, resseca-se com facilidade e demora mais tempo a regenerar-se. Além disso, se existirem feridas, úlceras, manchas pré-existentes ou cicatrizes recentes, a radiação irrita essas zonas e dificulta a recuperação&#8221;, explica Cristina Villegas, responsável pelo serviço de Dermatologia do Hospital Universitário Sanitas La Moraleja.</p>
<p>A Direção-Geral da Saúde (DGS) recomenda evitar a exposição direta ao sol entre as 11h00 e as 17h00, utilizar protetores solares com proteção contra os raios UVA e UVB, aplicá-los cerca de 30 minutos antes da exposição e renovar a aplicação de duas em duas horas ou após os banhos. O uso de chapéu, óculos de sol, roupa leve e a permanência em zonas de sombra continuam igualmente a ser medidas essenciais.</p>
<p><strong>Há zonas do corpo que ficam frequentemente esquecidas</strong></p>
<p>Nem sempre o maior problema está em conhecer as recomendações, mas sim em conseguir cumpri-las.</p>
<p>&#8220;Pessoas com rigidez nos ombros, perda de força ou dificuldades cognitivas podem deixar sem proteção zonas como as costas, os pés ou a parte posterior das pernas. Nestes casos, ajudar a aplicar o protetor solar também faz parte dos cuidados preventivos&#8221;, explica Miriam Piqueras, diretora médica da Sanitas Mayores, empresa do grupo Bupa.</p>
<p>Segundo a especialista, prevenir queimaduras evita também limitações posteriores na mobilidade, no descanso e nas atividades ao ar livre.</p>
<p><strong>Seis cuidados que fazem a diferença</strong></p>
<p>Os especialistas da Sanitas Mayores deixam seis recomendações para garantir uma proteção eficaz durante o verão:</p>
<p>&#8211; Aplicar o protetor antes de sair de casa. O ideal é fazê-lo cerca de 30 minutos antes da exposição solar, sobre a pele limpa e seca. Aplicá-lo antes de vestir a roupa ajuda a proteger zonas como ombros, pescoço, pernas e antebraços.</p>
<p>&#8211; Não poupar na quantidade. Uma camada demasiado fina reduz significativamente a eficácia da proteção. Para o rosto, a referência é o equivalente a duas linhas de creme ao longo de dois dedos. Quando grande parte do corpo está exposta, podem ser necessários cerca de 30 mililitros de produto.</p>
<p>&#8211; Seguir sempre a mesma ordem. Começar pelo rosto, orelhas e lábios, seguindo depois para pescoço, nuca, braços, mãos, pernas e pés ajuda a evitar esquecimentos. Nas pessoas com pouco cabelo, também o couro cabeludo deve ser protegido.</p>
<p>&#8211; Reaplicar o protetor ao longo do dia. Uma única aplicação de manhã não chega para quem permanece várias horas ao ar livre. O produto deve ser renovado, pelo menos, de duas em duas horas e sempre após banhos, transpiração intensa ou utilização da toalha.</p>
<p>&#8211; Evitar as horas de maior calor. Caminhadas, passeios ou outras atividades ao ar livre são mais seguras durante a manhã ou ao final da tarde.</p>
<p>&#8211; Verificar o estado do protetor solar. Produtos abertos no verão anterior podem já não oferecer a proteção indicada, sobretudo se ultrapassaram o prazo recomendado ou sofreram alterações de cor, cheiro ou textura devido ao calor.</p>
<p><strong>Um gesto simples que ajuda a evitar problemas</strong></p>
<p>Para os especialistas, utilizar corretamente o protetor solar deve fazer parte da rotina diária dos idosos, tal como acontece com a hidratação ou a toma da medicação.</p>
<p>&#8220;O protetor solar permite continuar a fazer passeios e atividades ao ar livre sem correr riscos desnecessários. Integrá-lo nos hábitos diários ajuda a tornar o verão mais seguro, tanto para os idosos como para quem cuida deles&#8221;, conclui Miriam Piqueras.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791934]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ucrânia: Rússia anuncia destruição de duas subestações elétricas no norte da Ucrânia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 08:24:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As autoridades russas anunciaram hoje a destruição de duas subestações elétricas localizadas nas cidades de Mena e Semenivka, na região de Chernihiv, no norte da Ucrânia, quando ocorre uma intensificação dos ataques sobre a Ucrânia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As autoridades russas anunciaram hoje a destruição de duas subestações elétricas localizadas nas cidades de Mena e Semenivka, na região de Chernihiv, no norte da Ucrânia, quando ocorre uma intensificação dos ataques sobre a Ucrânia.</P><br />
<P>O Ministério da Defesa russo disse hoje, em comunicado, que durante a noite, graças à utilização de um drone Geran-4 Seeker, &#8220;uma subestação de 110 quilovolts foi destruída em Mena&#8221;. </P><br />
<P>Posteriormente, um ataque direto de um veículo aéreo não tripulado destruiu outra instalação semelhante em Semenivka.</P><br />
<P>O comunicado indicou que ambas as subestações eram utilizadas &#8220;em benefício das Forças Armadas da Ucrânia&#8221; e que os ataques fazem parte da crescente ofensiva russa contra instalações estratégicas em território ucraniano.</P><br />
<P>Além disso, as tropas russas voltaram a atacar a infraestrutura portuária entre a noite de sexta-feira e hoje. </P><br />
<P>Já as defesas aéreas ucranianas abateram 127 drones e um míssil num ataque na sexta-feira à noite, no qual a Rússia utilizou 159 veículos aéreos não tripulados, informou a Força Aérea ucraniana na rede social Telegram.</P><br />
<P>As autoridades de defesa aérea ucranianas registaram 26 impactos de drones em nove locais diferentes do país. Foram ainda registados quatro locais onde caíram fragmentos de drones abatidos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793826]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Não pertence a nenhum mês nem a nenhuma semana: hoje é o “Dia Fora do Tempo” e, para muitos, pode mudar o rumo do seu ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 08:15:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[25 de julho]]></category>
		<category><![CDATA[calendário gregoriano]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Fora do Tempo]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A razão está num calendário pouco conhecido que divide o ano em 13 luas, reserva um dia "fora do tempo" e assinala o início de um novo ciclo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto a maioria das pessoas encara este sábado como apenas mais um dia de verão, há quem acredite que esta é uma das datas mais especiais do ano. A razão está num calendário pouco conhecido que divide o ano em 13 luas, reserva um dia &#8220;fora do tempo&#8221; e assinala o início de um novo ciclo.</p>
<p>Conhecido como Calendário das 13 Luas, este sistema rompe completamente com a lógica do calendário gregoriano, que organiza o ano em 12 meses de duração desigual. Em vez disso, propõe um ano composto por 13 meses de 28 dias, num total de 364 dias. O dia que sobra — 25 de julho — fica fora da contagem normal e recebe o nome de &#8220;Dia Fora do Tempo&#8221;.</p>
<p>Para os seus seguidores, não pertence a nenhuma semana nem a nenhum mês. É um intervalo simbólico entre o fim de um ciclo e o começo de outro, que se inicia a 26 de julho.</p>
<p><strong>Afinal, de onde vem este calendário?</strong></p>
<p>Apesar de ser frequentemente apresentado como um &#8220;calendário maia&#8221;, a realidade é mais complexa.</p>
<p>O Calendário das 13 Luas inspira-se em elementos da cosmologia e da medição do tempo das antigas civilizações maias, mas não corresponde ao calendário histórico utilizado por esse povo.</p>
<p>A versão hoje conhecida foi popularizada nas décadas de 1980 e 1990 pelo escritor e investigador José Argüelles, que procurou criar um sistema alternativo baseado nos ciclos da natureza, da Lua e do Sol. O seu objetivo era incentivar um ritmo de vida menos acelerado e mais sincronizado com os ciclos naturais.</p>
<p>Desde então, a proposta conquistou seguidores em vários países e deu origem a encontros, celebrações e iniciativas dedicadas ao chamado &#8220;Dia Fora do Tempo&#8221;.</p>
<p><strong>Porque existe um &#8220;Dia Fora do Tempo&#8221;?</strong></p>
<p>A resposta está na matemática do próprio calendário.</p>
<p>Treze meses com 28 dias perfazem exatamente 364 dias. Como o ano solar tem cerca de 365 dias, sobra um dia que não integra qualquer mês nem qualquer semana.</p>
<p>Em vez de ser encarado como um simples ajuste do calendário, este dia assume um significado simbólico. É visto como uma pausa entre dois ciclos, um momento para parar, refletir e deixar para trás aquilo que já não faz sentido transportar para o futuro.</p>
<p>Para muitos praticantes, trata-se de um dia dedicado ao perdão, à criatividade, à meditação, ao contacto com a natureza e ao reencontro consigo próprio.</p>
<p><strong>Uma tradição celebrada em vários países</strong></p>
<p>Embora continue relativamente desconhecido para o grande público, o &#8220;Dia Fora do Tempo&#8221; é assinalado todos os anos por comunidades espalhadas pelo mundo.</p>
<p>São organizadas meditações coletivas, caminhadas na natureza, encontros culturais, sessões de yoga, atividades artísticas e cerimónias simbólicas que marcam o encerramento de um ciclo e a preparação para outro.</p>
<p>Muitas pessoas aproveitam também a ocasião para escrever objetivos, rever decisões importantes ou simplesmente desligar-se do ritmo acelerado do quotidiano durante algumas horas.</p>
<p><strong>O que dizem os especialistas?</strong></p>
<p>Os historiadores e arqueólogos sublinham que o verdadeiro sistema de calendários maias era bastante mais complexo e incluía diferentes formas de contar o tempo, como o Haab&#8217;, de 365 dias, e o Tzolk&#8217;in, de 260 dias, utilizados em conjunto para fins civis, religiosos e astronómicos.</p>
<p>Por isso, o Calendário das 13 Luas deve ser entendido como uma proposta espiritual contemporânea inspirada em algumas ideias atribuídas à cultura maia, e não como uma reprodução fiel dos calendários usados por essa civilização.</p>
<p><strong>Um convite para fazer uma pausa</strong></p>
<p>Independentemente das crenças de cada um, a ideia de um dia que não pertence a nenhum mês nem a nenhuma semana continua a exercer um fascínio especial.</p>
<p>Num mundo marcado pela pressa, pelas agendas preenchidas e pela sensação constante de falta de tempo, o chamado &#8220;Dia Fora do Tempo&#8221; convida precisamente ao contrário: parar durante algumas horas, olhar para o caminho percorrido e decidir, com calma, o que vale a pena levar para o próximo ciclo.</p>
<p>Talvez seja essa a razão pela qual, todos os anos, esta curiosa tradição continua a conquistar novos seguidores muito para lá das fronteiras da antiga civilização maia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793654]]></sapo:autor>
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		<title>Mau tempo: Condomínios reclamam mudanças na lei seis meses após tempestades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 08:10:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Grande parte das situações relacionadas com seguros acionados na sequência das tempestades do início do ano está resolvida, embora "algumas vezes não da melhor forma", assinala a associação de condomínios, que reclama mudanças na lei.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Grande parte das situações relacionadas com seguros acionados na sequência das tempestades do início do ano está resolvida, embora &#8220;algumas vezes não da melhor forma&#8221;, assinala a associação de condomínios, que reclama mudanças na lei.</P><br />
<P>Portugal foi atingindo por uma série de depressões entre o final de janeiro e o início de março, das quais Kristin foi a mais grave.</P><br />
<P>Pelo menos 19 pessoas morreram na sequência da passagem das depressões Kristin, em 28 de janeiro, precedida das Leonardo e Marta, metade das quais em resultado dos trabalhos de recuperação, e várias centenas ficaram feridas, desalojadas e deslocadas. </P><br />
<P>Os temporais, que durante cerca de três semanas atingiram sobretudo as regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo, provocaram a destruição total ou parcial de milhares de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias, com prejuízos superiores a 5 mil milhões de euros.</P><br />
<P>Na sequência dessas intempéries, foram desencadeados inúmeros processos junto das seguradoras, cujas contas finais não estão ainda fechadas.</P><br />
<P>Ora, de acordo com a lei, os edifícios têm tantos seguros quantas as frações que tenham, o que, no entender da Associação Portuguesa de Empresas de Gestão e Administração de Condomínios (APEGAC), não faz sentido.</P><br />
<P>&#8220;Isto resolvia-se com a obrigatoriedade de o seguro ser único para o edifício&#8221;, disse à Lusa Vítor Amaral, presidente da APEGAC.</P><br />
<P>&#8220;Esta foi uma grande dificuldade, porque, imaginemos um edifício com 100 frações, os seguros, sendo individuais, numa situação destas, que afetou as partes comuns e o edifício no seu todo, é necessário que haja 100 participações&#8221;, apontou.</P><br />
<P>Além disso, a lei, como está, abre a porta a decisões distintas: &#8220;uma seguradora entende que está coberto, a outra entende que não, uma seguradora tem franquias, a outra não tem franquias&#8221;.</P><br />
<P>A APEGAC defende que é necessário alterar a lei para prevenir situações futuras, mas não tem encontrado recetividade, nem junto da Secretaria de Estado da Habitação, nem da Associação Portuguesa de Seguradoras, nem dos grupos parlamentares.</P><br />
<P>O Governo recebeu cerca de 35.900 candidaturas para apoios à reconstrução de habitações e a estrutura de missão designada para a recuperação estimou entre 35 mil e 40 mil o número de empresas com danos nas zonas mais atingidas.</P><br />
<P>&#8220;Ainda há situações por resolver&#8221;, especialmente na zona Centro, refere o presidente da APEGAC, dando o exemplo de uma empresa que fez 63 participações, das quais 51 estão resolvidas, nove ainda estão por decidir e três ainda nem sequer tiveram peritagem.</P><br />
<P>Ainda assim, reconhece, &#8220;não se pode dizer que seja um balanço negativo&#8221; porque &#8220;o país não está, felizmente, habituado a este tipo de situações&#8221;. Ou seja, &#8220;não se esperava que, da parte das seguradoras, houvesse uma resposta imediata para a resolução de todos os problemas, que foram muitos&#8221;,</P><br />
<P>Para Vítor Amaral, outra questão é se as situações foram resolvidas da melhor forma e aí assume que &#8220;algumas vezes não&#8221;.</P><br />
<P>Isto &#8220;porque as seguradoras (&#8230;) ficaram aquém dos valores dos danos e em outras situações até com apresentação de soluções que não são as ideais, que não são as indicadas e que inclusive (&#8230;) não deveriam aplicar&#8221;, notou.</P><br />
<P>E voltou a deixar um exemplo: para um edifício destelhado, com um tipo de telha que está descontinuado, a seguradora propôs que aproveitassem a telha que ainda estava em condições, usando telha diferente apenas na parte danificada.</P><br />
<P>Vítor Amaral elencou ainda outra consequência das depressões: o facto de as seguradoras terem tido que alocar meios e peritos para responder aos sinistros teve impacto até na pequena sinistralidade, que, atualmente, pode ter de aguardar meses por uma peritagem.</P><br />
<P>&#8220;Nesta altura, haverá, talvez, (&#8230;) tendo a certeza de que não cairei no exagero, milhares de processos de sinistro que aguardam peritagem&#8221;, estimou.</P><br />
<P>A passagem da tempestade Kristin por Portugal provocou danos generalizados em telhados, fachadas, garagens e zonas comuns de inúmeros edifícios residenciais, expondo fragilidades estruturais na proteção de condomínio, disse a Associação Portuguesa de Gestão e Administração de Condomínios.</P><br />
<P>Na terça-feira, a Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom) disse à agência Lusa que cerca de 1.600 clientes, na maioria da região de Leiria, ainda não tinham serviços fixos de comunicações.</P><br />
<P>Entretanto, foi anunciado nesta quinta-feira que Portugal vai receber um adiantamento de 65,37 milhões de euros do Fundo de Solidariedade da União Europeia (UE) para financiar a recuperação após as tempestades do início do ano.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793825]]></sapo:autor>
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		<title>PJ desmantela rede criminosa que introduzia por mar cocaína na Europa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 08:02:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Judiciária (PJ) apreendeu mais de duas toneladas de cocaína transportadas numa lancha em alto mar, a sudoeste do Cabo Espichel, no âmbito de uma investigação que desmantelou um grupo criminoso que introduzia droga na Europa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Polícia Judiciária (PJ) apreendeu mais de duas toneladas de cocaína transportadas numa lancha em alto mar, a sudoeste do Cabo Espichel, no âmbito de uma investigação que desmantelou um grupo criminoso que introduzia droga na Europa.</P><br />
<P>Num comunicado divulgado hoje, a PJ avança que, na quinta-feira, intercetou e abordou em alto mar, a cerca de 50 milhas náuticas a sudoeste do Cabo Espichel, na Zona Económica Exclusiva (ZEE) nacional, uma embarcação tipo EAV (Embarcação de Alta Velocidade) que transportava um total de cerca 2.627,00 quilos de cocaína.</P><br />
<P>No interior da embarcação encontravam-se quatro homens &#8211; dois de nacionalidade espanhola, um inglês e um albanês &#8212; que foram detidos, refere o comunicado, que adianta que a operação foi feita através da Unidade Nacional de Combate ao Tráfico de Estupefacientes da PJ, em articulação e cooperação com a Marinha, a Autoridade Marítima Nacional, através da Polícia Marítima, e a Força Aérea.</P><br />
<P>Segundo a Judiciária, a operação policial, denominada &#8220;Buongiorno&#8221;, foi desenvolvida no âmbito de uma investigação que levou ao desmantelamento de um grupo criminoso dedicado à introdução de grandes quantidades de cocaína no continente europeu.</P><br />
<P>A investigação foi iniciada nos últimos dias na sequência de informação partilhada através do Maritime Analysis and Operations Centre &#8212; Drugs (MAOC-N), no âmbito da cooperação policial internacional e em articulação com as autoridades policiais de Itália.</P><br />
<P>Para além da droga, foram apreendidos na operação diversos objetos utilizados no processo de navegação e transporte da cocaína.</P><br />
<P>A PJ avança esclarecimentos complementares sobre a operação numa conferência de imprensa agendada para o fim da manhã, na qual estarão presentes responsáveis da Judiciária, da Marinha, da Autoridade Marítima Nacional e da Força Aérea.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793824]]></sapo:autor>
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		<title>Vespas, livros e Aperol: há um programa italiano para este sábado em Vila do Conde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 08:00:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Apresentação está marcada para as 11h30 e inclui um cocktail italiano, além da presença de membros de vários Vespa Clubes da região Norte, que irão partilhar algumas histórias e curiosidades sobre aquele que continua a ser um dos maiores símbolos do design italiano]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os fãs da Vespa têm encontro marcado este sábado em Vila do Conde. A livraria The Bookshop, no Vila do Conde Porto Fashion Outlet, recebe o lançamento de Vespa, um livro que assinala os 80 anos de uma das scooters mais icónicas do mundo, numa manhã que promete juntar dezenas de vespistas, amantes da marca e um ambiente tipicamente italiano.</p>
<p>A apresentação está marcada para as 11h30 e inclui um cocktail italiano, além da presença de membros de vários Vespa Clubes da região Norte, que irão partilhar algumas histórias e curiosidades sobre aquele que continua a ser um dos maiores símbolos do design italiano.</p>
<p><strong>O livro percorre oito décadas de história</strong></p>
<p>Publicado pela Assouline, Vespa revisita a história da marca criada pela Piaggio no pós-guerra, quando nasceu como uma solução de mobilidade acessível para uma Europa em reconstrução.</p>
<p>Ao longo das décadas, a scooter italiana ultrapassou o estatuto de simples meio de transporte para se transformar num verdadeiro ícone de estilo, eternizado pelo cinema, pela moda e pela cultura popular.</p>
<p>O livro reúne imagens inéditas e recorda alguns dos momentos mais marcantes da marca, incluindo colaborações com nomes como Dior, Armani ou Salvador Dalí.</p>
<p><strong>Um brinde à cultura italiana</strong></p>
<p>Além da apresentação do livro, a iniciativa convida os visitantes a brindar com um Aperol num ambiente inspirado no estilo de vida italiano.</p>
<p>Durante o evento será ainda possível adquirir Vespa e outros títulos da editora Assouline com 10% de desconto para membros do Fashion Club.</p>
<p>Para os apaixonados pela marca — ou simplesmente para quem aprecia design, fotografia e cultura italiana — será uma oportunidade para celebrar oito décadas de uma das scooters mais reconhecidas do mundo.</p>
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		<title>URGENTE: PJ desmantela rede criminosa que introduzia por mar cocaína na Europa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 07:53:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Polícia Judiciária (PJ) apreendeu mais de duas toneladas de cocaína transportadas numa lancha em alto mar, a sudoeste do Cabo Espichel, no âmbito de uma investigação que desmantelou um grupo criminoso que introduzia droga na Europa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Polícia Judiciária (PJ) apreendeu mais de duas toneladas de cocaína transportadas numa lancha em alto mar, a sudoeste do Cabo Espichel, no âmbito de uma investigação que desmantelou um grupo criminoso que introduzia droga na Europa.</P><br />
<P>Num comunicado divulgado hoje, a PJ avança que, na quinta-feira, intercetou e abordou em alto mar, a cerca de 50 milhas náuticas a sudoeste do Cabo Espichel, na Zona Económica Exclusiva (ZEE) nacional, uma embarcação tipo EAV (Embarcação de Alta Velocidade) que transportava um total de cerca 2.627,00 quilos de cocaína.</P><br />
<P>No interior da embarcação encontravam-se quatro homens &#8211; dois de nacionalidade espanhola, um inglês e um albanês &#8212; que foram detidos, refere o comunicado, que adianta que a operação foi feita através da Unidade Nacional de Combate ao Tráfico de Estupefacientes da PJ, em articulação e cooperação com a Marinha, a Autoridade Marítima Nacional, através da Polícia Marítima, e a Força Aérea.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793822]]></sapo:autor>
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		<title>Decisão de Montenegro sobre férias é resposta a crise e sinal de controlo &#8211; especialistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 07:21:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A decisão do primeiro-ministro de não gozar férias no verão é vista por especialistas como uma resposta às críticas e um sinal de controlo de uma eventual crise, embora a presença permanente não altere a ação do Governo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A decisão do primeiro-ministro de não gozar férias no verão é vista por especialistas como uma resposta às críticas e um sinal de controlo de uma eventual crise, embora a presença permanente não altere a ação do Governo.</P><br />
<P>Entrevistados no podcast &#8220;Lusa Extra&#8221;, lançado hoje, o politólogo e investigador do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa António Costa Pinto e o especialista em comunicação política e antigo chefe de gabinete de Paulo Portas no CDS-PP e no Governo José Bourbon-Ribeiro analisaram a decisão do primeiro-ministro, Luís Montenegro, de não gozar férias neste verão.</P><br />
<P>Para Costa Pinto, este tipo de decisões &#8220;nunca são espontâneas&#8221;, mas escolhas &#8220;estratégicas que remetem para a relação conjuntural entre o primeiro-ministro e o país&#8221; atualmente marcada pelas polémicas a envolver o ministro da Educação, Fernando Alexandre, e o ministro da Administração Interna, Luís Neves, que antecipou poderem marcar todo o verão.</P><br />
<P>O politólogo considerou, no entanto, que a &#8220;imagem de dedicação&#8221; que o primeiro-ministro pretende transmitir perante a &#8220;dinâmica de crise das últimas semanas&#8221; ou os problemas que possam surgir, como os incêndios, &#8220;não tem grande importância na atitude dos portugueses&#8221;.</P><br />
<P>Costa Pinto argumentou ainda que, tendo em conta o funcionamento do Governo e a centralização do executivo na figura do primeiro-ministro, para Luís Montenegro &#8220;estar numa praia em Quarteira, em casa ou na Presidência do Conselho de Ministros é rigorosamente igual&#8221;.</P><br />
<P>Bourbon-Ribeiro concordou que é indiferente a localização do primeiro-ministro durante no verão e considerou que Montenegro procura mostrar prontidão perante as críticas da oposição à viagem aos Estados Unidos para ver a seleção nacional no Mundial de Futebol, além das crises a envolver Fernando Alexandre e Luís Neves.</P><br />
<P>&#8220;Existe aqui uma mensagem clara de &#8216;estou ao leme, estou ao comando, aconteça o que acontecer&#8217;. Não sabemos o desfecho do caso do ministro Luís Neves, do caso dos exames nacionais e do ministro de Fernando Alexandre (&#8230;) nunca se sabe o que vem por aí&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>O especialista em comunicação política disse ainda não ter encontrado precedentes de primeiros-ministros sem férias em Portugal e defendeu que &#8220;todos precisam de descanso&#8221;, acrescentando que o &#8220;inquieta a ideia de ter um primeiro-ministro que não descanse&#8221;.</P><br />
<P>Bourbon-Ribeiro recordou ainda que, no ano passado, Luís Montenegro e os dirigentes do PSD foram criticados por participarem na Festa do Pontal durante um período crítico de incêndios, considerando que esse episódio &#8220;não correu bem do ponto de vista da comunicação&#8221; e poderá ter influenciado a forma como o líder do Governo geriu o verão deste ano.</P><br />
<P>Costa Pinto ressalvou que o impacto político da decisão dependerá do que acontecer nas próximas semanas, admitindo que, se Portugal enfrentar incêndios de grande dimensão, o anúncio poderá ser valorizado e a estratégia de Montenegro poderá ser valorizada.</P><br />
<P>Bourbon-Ribeiro disse ainda ter achado curioso que Montenegro tenha justificado essa opção com a sua &#8220;vida familiar e política&#8221;, pondo a família em primeiro lugar na explicação dada: &#8220;Creio que não quis dramatizar o anúncio (&#8230;),  evitar especulações sobre remodelações e demissões&#8221;.</P><br />
<P>Durante o &#8216;podcast&#8217;, Costa Pinto assinalou ainda que as &#8220;férias para a elite política muitas vezes é o produto de uma estratégia, exemplificando com as idas à praia do antigo Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa e recordando que &#8220;muitos políticos tiveram grandes problemas por serem apanhados em &#8216;resorts'&#8221;, como aconteceu com Durão Barroso.</P><br />
<P>Para José Bourbon-Ribeiro, um político, nas suas férias, deve &#8220;manter exatamente o estilo de vida que tinha antes de ser político&#8221; e só há &#8220;problema quando as pessoas olham para alguém e dizem &#8216;ias para a praia A e desde que és ministro passaste a ir para a praia B, alteraste os hábitos'&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793821]]></sapo:autor>
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		<title>Portugal acorda com tempo mais fresco: aguaceiros e máximas baixas marcam o dia de hoje</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 07:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal continental entra neste sábado sob influência de uma massa de ar mais fresco de origem atlântica, num cenário marcado por temperaturas inferiores ao habitual para a época e pela possibilidade de aguaceiros, sobretudo nas regiões Norte e Centro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal continental entra neste sábado sob influência de uma massa de ar mais fresco de origem atlântica, num cenário marcado por temperaturas inferiores ao habitual para a época e pela possibilidade de aguaceiros, sobretudo nas regiões Norte e Centro. O tempo deverá manter-se instável ao longo do dia, especialmente nas zonas montanhosas e no litoral ocidental, enquanto o Sul continuará a ser a região menos afetada pela precipitação.</p>
<p>Apesar deste ambiente mais fresco, a tendência aponta para uma melhoria significativa já durante o domingo, com tempo mais estável e uma subida gradual das temperaturas. As previsões são do portal especializado <a href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/aguaceiros-e-altos-e-baixos-na-temperatura-marcam-o-estado-do-tempo-ate-domingo-26-de-julho-em-portugal-continental.html" target="_blank" rel="noopener">Tempo.pt</a>.</p>
<p>A configuração atmosférica resulta do posicionamento do anticiclone dos Açores a oeste da Península Ibérica, favorecendo uma circulação de noroeste. Em simultâneo, a passagem de um cavado em altitude permite a entrada de ar mais frio e instável, promovendo maior nebulosidade e o desenvolvimento de aguaceiros dispersos. Ao longo deste sábado, a precipitação será mais provável nas serras do Minho, de Trás-os-Montes e das Beiras, onde os acumulados poderão variar entre cinco e dez milímetros. A sul do sistema Montejunto-Estrela deverá continuar a predominar o tempo seco, embora com céu variável. O vento soprará de noroeste, moderado junto ao litoral e fraco a moderado nas restantes regiões.</p>
<p>Este deverá ser o dia mais fresco do período em análise, com anomalias térmicas negativas que poderão atingir os cinco graus abaixo da média habitual em vários locais do Norte e do interior do país. As temperaturas máximas deverão rondar os 23 graus no litoral Norte e Centro, atingir cerca de 26 graus em Braga, 24 graus na Guarda, 29 graus em Castelo Branco, 28 graus em Évora e oscilar entre os 30 e os 31 graus em Beja, que continuará entre os distritos mais quentes.</p>
<p>A partir de domingo, o cenário meteorológico deverá mudar gradualmente. Com o afastamento da instabilidade e o reforço da estabilidade atmosférica, o tempo será predominantemente seco e soalheiro, permitindo uma recuperação das temperaturas, sobretudo nas regiões do interior. As máximas deverão aproximar-se dos 30 graus em cidades como Braga, Coimbra e Viseu, podendo atingir entre 32 e 33 graus em Castelo Branco, Portalegre e Évora e variar entre 33 e 35 graus em Beja. Ainda assim, a persistência da circulação de noroeste continuará a moderar os valores térmicos junto ao litoral, onde o ambiente permanecerá mais fresco do que é habitual para o final de julho.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793599]]></sapo:autor>
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		<title>Apatridia seria fácil de resolver se houvesse vontade política &#8211; ACNUR</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 07:00:01 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Lisboa, 26jul 2026 (Lusa) -- Pelo menos 4,5 milhões de pessoas são apátridas, número que deverá aumentar no futuro, avançou hoje a responsável da ONU pela questão, defendendo que este é dos poucos problemas globais que tem solução identificada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Lisboa, 26jul 2026 (Lusa) &#8212; Pelo menos 4,5 milhões de pessoas são apátridas, número que deverá aumentar no futuro, avançou hoje a responsável da ONU pela questão, defendendo que este é dos poucos problemas globais que tem solução identificada.</P><br />
<P>&#8220;Sabemos o que é preciso fazer&#8221;, afirmou a coordenadora-chefe da unidade de apátridas do Alto Comissariado da ONU para os Refugiados (ACNUR), organização que recebeu um mandato para combater o problema, em entrevista à Lusa.</P><br />
<P>&#8220;Mas é preciso haver vontade política&#8221;, sublinhou Monika Sandvik, lembrando que a decisão de dar ou não nacionalidade a uma pessoa é exclusivamente determinada pelos Estados.</P><br />
<P>O ACNUR, assim como todas as organizações e agentes que combatem a apatridia, apenas pode incentivar &#8220;revisões das legislações ou de certas disposições, ou prevenir a existência de disposições discriminatórias na lei da nacionalidade&#8221;, explicou Monika Sandvik.</P><br />
<P>A pressão pelo cumprimento dos direitos humanos em geral, e deste em particular, é uma história longa, que levou à maior campanha de sensibilização de sempre realizada pelo ACNUR.</P><br />
<P>Denominada #I Belong (Eu pertenço), a campanha durou 10 anos (de 2014 a 2024), dos quais a coordenadora-chefe da agência da ONU faz um balanço de sucesso.</P><br />
<P>&#8220;Uma das coisas positivas é que cerca de 600 mil pessoas tiveram a sua nacionalidade confirmada ou adquiriram-na&#8221;, avançou a responsável, apontado o Quénia como um bom exemplo a seguir.</P><br />
<P>&#8220;O Quénia tinha grupos étnicos que já tinham chegado ao país antes da independência, vieram da Somália ou de Moçambique, por exemplo. Mas quando elaborou a sua constituição e listou os nomes das etnias consideradas indígenas, esses não foram incluídos&#8221;, descreveu, adiantando que essas pessoas se tornaram apátridas por muitos e muitos anos.</P><br />
<P>Na última década, pressionado para respeitar os direitos humanos, o Quénia resolveu integrar grupos inteiros, como os Maconde ou os Shona, elogiou a responsável do ACNUR que acredita que muitos outros casos poderão seguir-se.</P><br />
<P>&#8220;A maioria dos países quer causar uma boa impressão no panorama internacional, e sentem-se um pouco desconfortáveis cada vez que são mencionados em comités ou mecanismos de direitos humanos. Portanto, essa é uma forma de os pressionar&#8221;, defendeu.</P><br />
<P>Apesar do aparente otimismo, Monika Dandvik reconhece que há casos que parecem quase impossíveis de resolver. Como o dos Rohingyas, o maior grupo étnico apátrida do mundo, cujo país, Myanmar, faz dessa discriminação um instrumento político deliberado.</P><br />
<P>&#8220;Tem havido muita pressão em termos de defesa dos direitos humanos em Myanmar para abordar a discriminação e as violações dos direitos humanos contra os Rohingya. A situação continua na mesma&#8221;, lastimou a coordenadora do ACNUR, reiterando que a ONU apenas pode fazer recomendações. </P><br />
<P>A atribuição de uma nacionalidade é essencialmente um direito humano e cívico, sublinhou, embora ressalve que a apatridia tem outras vertentes.</P><br />
<P>&#8220;Acreditamos que a situação é uma questão de direitos humanos, sim, mas também é um problema de desenvolvimento&#8221;, alertou.</P><br />
<P>Quando o grupo étnico queniano Shona foi integrado na nação, a ONU fez, em conjunto com o Banco Mundial, um estudo que comparou a situação socioeconómica das pessoas quando eram apátridas e depois de receberem a nacionalidade.</P><br />
<P>Uma das principais conclusões foi que &#8220;a inclusão melhorou significativamente a situação financeira deste grupo. Portanto, claramente, existem dividendos socioeconómicos em conceder nacionalidade às pessoas&#8221;, disse Monica Sandvik, explicando que &#8220;quando há populações num território que basicamente não existem, também não podem pagar impostos e participar na vida ativa.</P><br />
<P>&#8220;São marginalizadas e, a longo prazo, é mais dispendioso para os Estados terem este tipo de população no seu território&#8221; do que integrá-las, garantiu.</P><br />
<P>O estudo revelou que a regularização da cidadania da comunidade impulsionou drasticamente a inclusão financeira, com o acesso a bancos a quadruplicar e o uso de carteiras móveis a atingir 97% das famílias. </P><br />
<P>A obtenção de documentos de identidade permitiu a formalização de negócios e melhorou o acesso à saúde, embora ainda persistam desafios no ritmo de emprego e disparidades de género.</P><br />
<P>Segundo o mais recente relatório global do ACNUR, existem cerca de 4,5 milhões de apátridas oficialmente reportados no mundo, tendo este grupo aumentado 3% face aos anos anteriores.</P><br />
<P>A própria organização reconhece, no entanto, que o número real é significativamente maior, já que pessoas sem registo civil ou nacionalidade oficial tendem a ser cidadãos-fantasma nos censos dos países.</P><br />
<P>O número real pode aproximar-se ou ultrapassar os 10 a 15 milhões de indivíduos em limbo jurídico global.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793820]]></sapo:autor>
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		<title>Incêndios: Perto de uma centena de operacionais combatem fogo em Monchique</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 06:53:28 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Perto de uma centena de operacionais estão a combater um incêndio que deflagrou esta madrugada numa zona florestal em Monchique, no Algarve, avançou à Lusa fonte da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) pelas 07:30.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Perto de uma centena de operacionais estão a combater um incêndio que deflagrou esta madrugada numa zona florestal em Monchique, no Algarve, avançou à Lusa fonte da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) pelas 07:30.</P><br />
<P>De acordo com o segundo comandante regional do Comando sub-regional do Algarve da ANEPC, Abel Gomes, o alerta para o fogo no local de Vale de Água, freguesia de Marmelete, foi dado às 04:58, estando as chamas a lavrar numa zona de mato e eucaliptos.</P><br />
<P>Por se tratar de uma zona &#8220;de difíceis acessos&#8221; e o vento forte estar &#8220;a complicar as operações de combate&#8221; &#8211; que, neste momento, mobilizam 98 operacionais e 32 viaturas &#8211; o responsável disse estar previsto o acionamento de meios aéreos a partir das 08:30.</P><br />
<P>Segundo Abel Gomes, neste momento as chamas não ameaçam quaisquer habitações.</P><br />
<P>O concelho de Monchique, no distrito de Faro, apresenta hoje perigo máximo de incêndio, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793819]]></sapo:autor>
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		<title>Tufão Noul coloca Hong Kong, Macau e sul da China em alerta máximo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 05:55:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O tufão Noul deverá trazer ventos fortes e chuvas intensas ao sul da China, incluindo Hong Kong e Macau, durante o fim de semana, colocando a região em alerta máximo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O tufão Noul deverá trazer ventos fortes e chuvas intensas ao sul da China, incluindo Hong Kong e Macau, durante o fim de semana, colocando a região em alerta máximo.</P><br />
<P>O tufão passou pela costa sul de Taiwan, com a Administração Central de Meteorologia da ilha a apontar que este se estava a afastar hoje em direção ao sul da China. O Centro Meteorológico Nacional da China anunciou esperar chuvas intensas no sudeste da província de Guangdong e na costa sul da província de Fujian entre sábado e domingo.</P><br />
<P>Em Macau, os Serviços Meteorológicos e Geofísicos (SMG) alertaram para uma elevada probabilidade de subir o nível de alerta para sinal 3 de tufão na noite de sábado, com operadores de transporte a anunciarem alguns cancelamentos.</P><br />
<P>A escala de alerta de tempestades tropicais é formada pelos sinais 1, 3, 8, 9 e 10, com a emissão a depender da proximidade da tempestade e da intensidade do vento.</P><br />
<P>Segundo a trajetória prevista, o Noul desloca-se para noroeste-oeste em direção à costa oriental de Guangdong e deverá atingir terra a cerca de 180 quilómetros a leste de Macau entre a meia-noite e a manhã de domingo.</P><br />
<P>As autoridades de Macau alertaram , contudo, para incertezas na rota e intensidade da tempestade, não excluindo uma entrada mais a oeste, próxima do Estuário do Rio das Pérolas.</P><br />
<P>Embora a probabilidade de subir para sinal 3 durante a noite seja considerada &#8220;relativamente baixa a média&#8221;, os serviços avisaram que os ventos irão intensificar-se após a entrada em terra, com a direção a virar para sudoeste.</P><br />
<P>O Aeroporto Internacional de Macau anunciou o cancelamento de 22 voos da Air Macau entre 24 e 25 de julho, afetando ligações a Taipé, Taichung, Kaohsiung e Xiamen, tanto em partidas como em chegadas. </P><br />
<P>Entretanto, a Direção dos Serviços de Assuntos Marítimos e de Água (DSAMA) informou que as ligações marítimas de passageiros entre Macau e Shenzhen foram suspensas, e alertaram que poderão seguir-se mais suspensões ou ajustes de horários se o Noul se aproximar do estuário do Rio das Pérolas.</P><br />
<P> O Observatório de Hong Kong, entretanto, emitiu já às 13:20 de sábado (6:20, em Lisboa) o nível de alerta para sinal 3 de tufão, à medida que o ciclone tropical Noul avançava de forma constante pelo nordeste do Mar do Sul da China, intensificando-se ligeiramente.</P><br />
<P>O alerta significa que são esperados ventos com velocidades médias entre 41 e 62 quilómetros por hora.</P><br />
<P>&#8220;Certifique-se de que os objetos suscetíveis de serem arrastados pelo vento estão bem presos ou guardados em casa. Afaste-se da linha costeira e evite praticar desportos aquáticos&#8221;, indicou o Observatório num boletim especial.</P><br />
<P>O Conselho de Educação de Hong Kong suspendeu também as aulas da tarde de hoje em jardins-de-infância, escolas para crianças com deficiência física e escolas para crianças com deficiência intelectual.</P><br />
<P>No início do mês, o tufão Bavi trouxe ventos fortes e chuvas ao leste da China, levando à retirada de mais de 2 milhões de pessoas de suas casas. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793818]]></sapo:autor>
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		<title>Regulador dos mercados chinês aplica multa de 672 milhões de euros à Trip.com</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 05:02:07 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O regulador dos mercados chinês anunciou hoje uma multa e confiscações num valor total de 5,18 mil milhões de yuans (672 milhões de euros) à Trip.com por violação das leis relativas às práticas anticoncorrenciais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O regulador dos mercados chinês anunciou hoje uma multa e confiscações num valor total de 5,18 mil milhões de yuans (672 milhões de euros) à Trip.com por violação das leis relativas às práticas anticoncorrenciais.</P><br />
<P>A Administração Estatal para a Regulação do Mercado (SAMR) tinha aberto, em janeiro, um inquérito sobre a principal agência de viagens online da China por &#8220;suspeita de abuso de posição dominante no mercado, em violação da lei antimonopólio&#8221;.</P><br />
<P>A SAMR declarou hoje ter concluído que a Trip.com tinha &#8220;abusado da sua posição dominante no mercado&#8221;, confiscando 1,66 mil milhões de yuans (215 milhões de euros) de ganhos ilegais à empresa e aplicando-lhe uma multa de 3,52 mil milhões de yuans (457 milhões de euros).</P><br />
<P>A autoridade considerou que a Trip.com se tinha envolvido em práticas anticoncorrenciais, nomeadamente ao estabelecer &#8220;acordos de exclusividade&#8221; com hotéis e ao obrigar certos operadores a &#8220;renunciar ao exercício das suas atividades noutras plataformas concorrentes&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Esta conduta excluiu ou restringiu a concorrência no mercado em causa, prejudicou os interesses dos hoteleiros e dos consumidores (&#8230;) e impediu o desenvolvimento regulamentado e saudável do setor&#8221;, declarou a SAMR num comunicado.</P><br />
<P>A Trip.com, que gere reservas de comboios, voos e hotéis na China e a nível internacional, declarou no sábado, num comunicado, que &#8220;aceita sinceramente&#8221; as conclusões da autoridade de concorrência.</P><br />
<P>&#8220;Vamos aproveitar esta sanção como uma oportunidade para uma reflexão aprofundada e uma autotransformação. Renunciaremos totalmente a qualquer concorrência ineficaz e desmedida&#8221;, reagiu a empresa numa publicação na rede social WeChat.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793816]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>China investiga por corrupção ex-vice de regulador dos mercados bolsistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 04:18:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As autoridades da China anunciaram investigações contra o ex-vice-presidente do regulador bolsista do país, Fang Xinghai, meses após investigação semelhante ao antigo presidente, e numa altura em que Pequim procura recuperar a confiança dos investidores internacionais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As autoridades da China anunciaram investigações contra o ex-vice-presidente do regulador bolsista do país, Fang Xinghai, meses após investigação semelhante ao antigo presidente, e numa altura em que Pequim procura recuperar a confiança dos investidores internacionais.</P><br />
<P>Num breve comunicado publicado na noite de quinta-feira no seu site, a Comissão Central de Controlo Disciplinar (CCDI), principal órgão anticorrupção do Partido Comunista da China (PCC), confirmou a investigação a Fang por &#8220;graves infrações da disciplina e da lei&#8221;.</P><br />
<P>Fang, de 62 anos, foi vice-presidente da Comissão Reguladora do Mercado de Valores da China (CSRC) entre 2015 e 2024. Antes disso, destacou-se como um dos principais arquitetos da transformação de Xangai em centro financeiro, após regressar ao país no final dos anos 90, depois de trabalhar como economista na sede do Banco Mundial.</P><br />
<P>O dirigente, assumiu o cargo na sequência do colapso das bolsas chinesas em 2015 e durante anos foi considerado pela imprensa económica como um interlocutor respeitado junto dos investidores estrangeiros, tendo representado a China em múltiplas conferências internacionais, incluindo o &#8220;Fórum Davos de Verão&#8221; em junho do ano passado.</P><br />
<P>Segundo o jornal Financial Times (FT), estava previsto Fang participar numa conferência em Pequim esta sexta-feira, mas faltou apesar de o seu nome constar na lista de participantes. Nos últimos anos, tornou-se habitual que altos cargos chineses sob investigação desapareçam de forma súbita e sem explicações.</P><br />
<P>Nas investigações participará também a Comissão Nacional de Supervisão (NSC), o equivalente da CCDI mas na organização estatal fora do PCC.</P><br />
<P>A investigação a Fang surge meses depois de Yi Huiman, presidente da CSRC entre 2019 e 2024, ter sido expulso do PCC por utilizar o cargo para obter benefícios pessoais e aceitar subornos em troca de favorecer terceiros em promoções, aprovações de ofertas públicas iniciais (IPO) e concessões de financiamento. O caso foi posteriormente remetido à Procuradoria do país para processo penal.</P><br />
<P>Nos últimos anos, à medida que Pequim procura reforçar o controlo sobre o setor financeiro e restaurar a confiança dos investidores, vários altos dirigentes foram investigados ou condenados por corrupção. </P><br />
<P>Entre eles estão, Zhou Liang, vice-presidente do regulador bancário e segurador NFRA, alvo de investigações em março, e Ren Chunsheng, ex-presidente da Bolsa de Seguros de Xangai, condenado em abril a 12 anos de prisão por aceitar subornos.</P><br />
<P>Ao mesmo tempo, as autoridades chinesas intervieram nos últimos dias para travar a queda das bolsas nacionais, incluindo o Star Market de Xangai, equivalente local do Nasdaq, que acumula uma descida próxima de 21% desde máximos registados no início de julho.</P><br />
<P>Desde que chegou ao poder em 2012, o presidente e secretário-geral do PCC, Xi Jinping, lançou uma vasta campanha anticorrupção que atingiu funcionários de todos os níveis, desde quadros locais a dirigentes provinciais, altos comandos militares e responsáveis de grandes conglomerados estatais.</P><br />
<P>Em 2025, cerca de 40 mil pessoas foram investigadas por crimes relacionados com o exercício de cargos públicos, incluindo 57 altos funcionários, segundo números no relatório anual de trabalho do Tribunal Supremo do país.</P><br />
<P>As autoridades apresentam a campanha como um esforço para reforçar a disciplina interna e combater a corrupção, embora alguns observadores considerem que tem sido usara também para afastar opositores políticos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793815]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Venezuela/Sismos: Delcy Rodríguez afirma ter &#8220;plano-mestre&#8221; para a reconstrução</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/venezuela-sismos-delcy-rodriguez-afirma-ter-plano-mestre-para-a-reconstrucao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 04:02:43 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, assegurou esta sexta-feira que o seu Governo está a trabalhar num "plano-mestre" para a reconstrução do país, um mês após os sismos que provocaram mais de 5.500 mortos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, assegurou esta sexta-feira que o seu Governo está a trabalhar num &#8220;plano-mestre&#8221; para a reconstrução do país, um mês após os sismos que provocaram mais de 5.500 mortos.</P><br />
<P>&#8220;Vocês sabem que estamos a trabalhar num plano-mestre para a Venezuela, para La Guaira (&#8230;), que permita a recuperação integral das infraestruturas e habitações&#8221;, afirmou a dirigente numa cadeia de oração transmitida pela televisão estatal VTV a partir de La Guaira, o estado mais afetado pelos sismos.</P><br />
<P>Rodríguez acrescentou que a reconstrução deve também contemplar a vertente humana, em áreas como educação e trabalho, apelando aos venezuelanos para não perderem a fé.</P><br />
<P>Um grupo de 39 organizações não-governamentais exigiu igualmente que sejam publicados de forma periódica, acessível e verificável os planos completos de reconstrução. As ONG pediram ainda que sejam incluídos critérios de priorização, cronogramas, orçamentos e mecanismos de prestação de contas, segundo um comunicado de uma das ONG, a Laboratório de Paz.</P><br />
<P>Especialistas continuam a calcular o valor exato da reconstrução após os sismos desvastores, mas estimam que o custo ultrapasse os 12 mil milhões de dólares (10,9 mil milhões de euros), o equivalente a 10,9% do PIB venezuelano.</P><br />
<P>Em 24 de junho, dois sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas.</P><br />
<P>De acordo com o balanço oficial divulgado esta sexta-feira, o duplo sismo causou 5.546 mortos, 16.740 feridos e deixou cerca de 18.000 pessoas sem casa.</P><br />
<P>Entre os mortos, há pelo menos 133 portugueses e lusodescendentes, e outros 21 estão dados como desaparecidos, de acordo com os dados mais recentes do Ministério dos Negócios Estrangeiros português.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793814]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>A história de Angola na lente do &#8220;50&#8221;, o fotógrafo que usava a câmara como colar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 04:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[*** Raquel Rio (texto), Marcos Focosso (vídeo), Ampe Rogério (foto), da agência Lusa]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Raquel Rio (texto), Marcos Focosso (vídeo), Ampe Rogério (foto), da agência Lusa</P><br />
<P> </P><br />
<P>(REPETIÇÃO) Luanda, 25 jul 2026 (Lusa) &#8211; Conhecido como &#8220;50&#8221;, Paulino Damião fotografou boa parte da história contemporânea de Angola e as suas imagens ganham agora nova vida no Arkivo50, arquivo que recupera a alcunha herdada da objetiva de 50 milímetros, que quase nunca o largava.</P><br />
<P>É pelas mãos do filho, o artista plástico Lino Damião, e da antropóloga Inês Ponte, investigadora do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa e responsável pelo Arquivo de História Social da mesma instituição, que o espólio vai ganhando forma, apesar do muito que resta descobrir, organizar, classificar, catalogar e, em alguns casos, recuperar.</P><br />
<P>Numa das paredes da sala, dezenas de folhas A4 cobrem a superfície com apontamentos manuscritos e esquemas &#8212; o mapa de um trabalho que agora começa.</P><br />
<P>&#8220;Estava tudo espalhado&#8221;, resume Lino Damião, à Lusa, recordando o trabalho iniciado em 2021 com os irmãos e restantes familiares para reunir o que o pai foi deixando em diferentes locais. &#8220;Muito material chegou aqui em caixas&#8221;, conta.</P><br />
<P>O Arkivo50 funciona, para já, num espaço cedido pela Universidade Lusíada de Angola (ULA). Lá dentro, milhares de fotografias já digitalizadas convivem com negativos por identificar, máquinas analógicas, objetivas, livros, máscaras, álbuns de família e um ampliador soviético que o fotógrafo usava nas revelações.</P><br />
<P>As mesas compridas, transformadas em bancadas, fazem lembrar um laboratório. Sobre elas acumulam-se envelopes de negativos, fotografias amarelecidas pelo tempo e álbuns antigos, alguns conservados com folhas de louro entre as páginas para afastar as traças. Cada caixa aberta acrescenta uma peça à história.</P><br />
<P>&#8220;Há dias em que encontramos fotografias que nunca tínhamos visto&#8221;, conta Lino Damião.</P><br />
<P>A objetiva de 50 milímetros que raramente largava, obrigava-o a aproximar-se de quem fotografava ao contrário das grandes-angulares.</P><br />
<P>Foi nos Jogos Olímpicos de Moscovo, em 1980, que o &#8220;50&#8221;, único fotógrafo negro no meio de colegas equipados com teleobjetivas, ganhou a alcunha.</P><br />
<P>&#8220;Tinha de se pôr à frente dos outros, tinha de estar próximo&#8221;, conta Lino. &#8220;Apanhava com a câmara dos outros na cabeça, porque o gajo da 50 estava ali a tapá-los&#8221;, ri-se.</P><br />
<P>&#8220;O colar dele era a máquina fotográfica&#8221;, recorda. &#8220;Não me lembro do pai sem uma máquina. Se calhar só quando ia dormir&#8221;.</P><br />
<P>A ambição vai além de uma coleção familiar e o objetivo é que o Arkivo50 cresça como arquivo aberto e ajude a travar a dispersão de uma memória visual que se vai perdendo no tempo.</P><br />
<P>&#8220;Começámos a gatinhar agora, mas queremos andar&#8221;, diz Lino Damião, consciente do muito que há por caminhar: são cerca de dois mil negativos por triar, milhares de fotografias por inventariar, rolos por revelar cujo conteúdo ninguém conhece, material guardado sem as condições ideais de conservação.</P><br />
<P>&#8220;Há coisas que não sabemos o que vão dar. Vamos experimentar, vamos revelar&#8221;, adiantou à Lusa.</P><br />
<P>Nascido em 1949, em Nambuangongo, numa das zonas mais castigadas pela guerra colonial, Paulino Damião viu a sua vida cruzar-se cedo com a tragédia quando, ainda adolescente, perdeu os pais num ataque das tropas coloniais.</P><br />
<P>Capturado pelos soldados nas matas, foi acolhido num quartel durante cerca de um ano, até serem encontrados parentes vivos. Foi aí que conheceu o jornalista e escritor Manuel Beça Múrias e que terá despertado o gosto pela fotografia.</P><br />
<P>Anos depois, já em Portugal, voltaria a cruzar-se com a mulher do jornalista, na altura já falecido. Paulino telefonou-lhe e ela demorou alguns instantes a perceber que falava com o rapaz que visitara no Hospital Militar de Luanda, levando guloseimas e livros para pintar. Do outro lado da linha estava, agora, o fotógrafo oficial do então Presidente José Eduardo dos Santos.</P><br />
<P>Paulino Damião trabalhou no Jornal de Angola durante quase 50 anos, cobrindo acontecimentos políticos, conflitos militares, manifestações culturais e cerimónias oficiais, mas a câmara retratava também eventos familiares.</P><br />
<P>No espólio, retratos de casamentos e batizados convivem com imagens da guerra e da construção do país ou da bem amada e fotogénica Chicala, bairro piscatório à entrada da Ilha de Luanda onde morou durante muitos anos.</P><br />
<P>Acompanhou, ao longo de décadas, as frentes do conflito armado, de Cabinda ao Cunene, de Mavinga aos acordos de paz, de Gbadolite a Lusaka, fotografando os protagonistas da história e da cultura, mas também os anónimos do quotidiano, das &#8216;zungueiras&#8217; (vendedoras de rua) aos meninos de rua que surgiram no fim da guerra civil. &#8220;Do embaixador ao engraxador&#8221;, como resume o filho.</P><br />
<P>As imagens abrangem de 1968 a 2020, já que &#8220;o pai fotografou até ao último momento&#8221;, sublinha Lino Damião.</P><br />
<P>Cada dia de trabalho é também um exercício de memória.</P><br />
<P>&#8220;Todos os dias é uma lágrima ao canto do olho&#8221;, confessa, navegando entre &#8220;momentos de tristeza e momentos de alegria&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Mas é bom estar aqui, dá-me alegria mexer neste material. É muita emoção, mas tem de ser feito.&#8221;</P><br />
<P>À medida que cada imagem ganha o seu lugar, a obra do fotógrafo vai revelando, ela própria, um pouco mais da história de Angola.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793813]]></sapo:autor>
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		<title>Meta retira-se de compromisso para usar apenas energia renovável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 03:57:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O grupo tecnológico norte-americano Meta confirmou esta sexta-feira ter-se retirado de um compromisso assumido para utilizar exclusivamente eletridade gerada por energias renováveis, em plena expansão da construção de centros de dados, tecnologia altamente consumidora de energia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O grupo tecnológico norte-americano Meta confirmou esta sexta-feira ter-se retirado de um compromisso assumido para utilizar exclusivamente eletridade gerada por energias renováveis, em plena expansão da construção de centros de dados, tecnologia altamente consumidora de energia.</P><br />
<P>A empresa deixou de estar incluída na iniciativa RE100 da Climate Group, uma organização não-governamental (ONG) sediada no Reino Unido e cofundada pelo ex-primeiro-ministro Tony Blair, que visa incentivar a ação climática de empresas e conta com 444 membros, incluindo a Apple, Google e Microsoft.</P><br />
<P>Um porta-voz da Meta, que detém, entre outras, as redes sociais Facebook e Instagram, confirmou à agência France-Press a saída, sublinhando, no entanto, os esforços da empresa para investir em energias renováveis e a manutenção do objetivo de recorrer a fontes limpas para toda as suas necessidades.</P><br />
<P>O portal especializado Recharge News foi o primeiro a divulgar a decisão. Segundo arquivos da Wayback Machine, a Meta tinha aderido à iniciativa em 2016.</P><br />
<P>A retirada surge num contexto de construção acelerada de centros de dados pelos grandes grupos tecnológicos, infraestruturas essenciais para treinar e operar a inteligência artificial (IA), mas de enorme consumo energético. </P><br />
<P>O setor tem investido somas avultadas para erguer estes armazéns digitais, equipá-los com chips de elevado custo e garantir o fornecimento elétrico.</P><br />
<P>A Meta celebrou acordos com fornecedores de energia para pôr em funcionamento novas centrais a gás natural, nomeadamente para alimentar o centro de dados Hyperion, no Louisiana, estado no sul dos Estados Unidos. </P><br />
<P>A a empresa afirma no seu site cobrir desde 2020 a totalidade da eletricidade utilizada através de &#8220;energias limpas e renováveis&#8221;, graças a investimentos em eólica e solar. Para o Climate Group, porém, a atual estrutura de consumos de energia da empresa compromete a sua presença na iniciativa RE100. </P><br />
<P>&#8220;Após várias discussões aprofundadas entre a Meta e o Climate Group, a Meta retirou-se da iniciativa RE100, por já não conseguir cumprir os critérios técnicos devido aos investimentos em novas centrais a gás natural&#8221;, declarou um representante da ONG, citado pelo Recharge News.</P><br />
<P>A Meta não é a única gigante tecnológica a recuar. A Microsoft assinou no mês passado um acordo com a Chevron para alimentar um centro de dados no Texas com gás natural, e a Alphabet (Google) também concluiu uma parceria semelhante.</P><br />
<P>A Agência Internacional de Energia (AIE) previu que a procura global de eletricidade cresça 3,6% em 2026 e mais 3,8% em 2027, com o desenvolvimento em grande escala de centros de dados descrito como um dos fatores principais para este aumento.</P><br />
<P>De acordo com as previsões da agência, a energia renovável vai tornar-se a principal fonte mundial de geração de eletricidade em 2026, ultrapassando o carvão depois de ter atingido uma situação de quase paridade no ano passado.</P><br />
<P>Para além da energia, a IA requer um consumo massivo de água, principalmente para arrefecer os centros de dados. Uma única operação de conversão de média escala de IA pode consumir uma garrafa de água de meio litro ou mais. As projeções globais das Nações Unidas alertam que o consumo de água relacionado com a IA poderá equiparar-se às necessidades domésticas básicas de 1,3 mil milhões de pessoas até 2030.</P></p>
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