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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Médio sul-coreano Hwang In-beom reforça o FC Porto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 20:37:53 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O futebolista internacional sul-coreano Hwang In-beom é reforço do FC Porto, vindo do vice-campeão neerlandês Feyenoord, numa transferência que custou 4,5 milhões de euros (ME) aos cofres portistas, confirmou hoje o emblema 'azul e branco'.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O futebolista internacional sul-coreano Hwang In-beom é reforço do FC Porto, vindo do vice-campeão neerlandês Feyenoord, numa transferência que custou 4,5 milhões de euros (ME) aos cofres portistas, confirmou hoje o emblema &#8216;azul e branco&#8217;.</P><br />
<P>Além do montante fixo da transferência, os portistas pagam uma remuneração variável, que pode chegar até a um valor máximo de 500 mil euros, mediante o cumprimento de determinados objetivos desportivos.</P><br />
<P>&#8220;Há mais uma cara nova no plantel campeão nacional: Inbeom Hwang trocou o Feyenoord pelo FC Porto e vai reforçar as opções de Francesco Farioli para o setor intermédio&#8221;, declararam os &#8216;dragões&#8217;, em nota no seu sítio oficial na Internet.</P><br />
<P>O médio, de 29 anos, irá envergar a camisola número 16 e rubricou um contrato válido para as próximas três temporadas, com mais outra de opção.</P><br />
<P>&#8220;Estou muito entusiasmado por assinar pelo FC Porto, um dos melhores clubes do mundo. É uma grande honra representar este clube e esta cidade, porque eu gosto muito do Porto. No último Natal, estive cá com a minha família, estivemos em Lisboa e no Porto, e a minha mulher disse logo que gostava mais do Porto do que de Lisboa&#8221;, disse o centrocampista, em declarações reproduzidas nos meios de comunicação oficiais dos &#8216;dragões&#8217;.</P><br />
<P>O FC Porto declara ainda que não teve quaisquer encargos com serviços de intermediação da transferência e que será o Feyenoord a suportar o mecanismo de solidariedade a clubes terceiros.</P><br />
<P>Hwang In-beom passou as últimas duas temporadas no emblema neerlandês, tendo realizado um total de 54 jogos, apesar dos problemas físicos apresentados na última época.</P><br />
<P>Pela seleção sul-coreana, onde já foi orientado pelo português Paulo Bento, soma 77 internacionalizações, tendo até marcado o primeiro golo da formação asiática no Mundial2026, na vitória frente à República Checa, por 2-1, em que foi distinguido como melhor jogador em campo.</P><br />
<P>&#8220;Nunca pensei marcar no Campeonato do Mundo, porque não marco assim tantos golos, mas senti-me muito orgulhoso quando o fiz na maior competição do futebol internacional. Naquele jogo contra a República Checa contribuí para a felicidade do povo coreano com um golo e uma assistência&#8221;, relatou.</P><br />
<P>Ao longo da carreira, registou ainda passagens por Sérvia (Estrela Vermelha), Grécia (Olympiacos), Rússia (Rubin Kazan), Canadá (Vancouver Whitecaps) e Coreia do Sul (FC Seoul e Daejeon Hana Citizen).</P><br />
<P>&#8220;[A experiência internacional] Vai contribuir para a minha adaptação ao clube, a uma nova liga e a um país diferente. Nunca morei cá, mas só conheci boas pessoas de Portugal. Os meus agentes são portugueses e o Paulo Bento, que foi meu selecionador, confiava muito em mim&#8221;, concluiu.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791628]]></sapo:autor>
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		<title>Andy Burnham afasta aliados de Starmer durante remodelação governamental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 20:20:11 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O novo primeiro-ministro britânico, o trabalhista Andy Burnham, apresentou hoje o seu Governo, marcado pelo afastamento de várias figuras próximas do seu antecessor, Keir Starmer, após prometer "mudar a política".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O novo primeiro-ministro britânico, o trabalhista Andy Burnham, apresentou hoje o seu Governo, marcado pelo afastamento de várias figuras próximas do seu antecessor, Keir Starmer, após prometer &#8220;mudar a política&#8221;.</P><br />
<P>Entre as principais decisões, destaca-se a nomeação surpresa do antigo ministro da Defesa John Healey para a pasta das Finanças, substituindo Rachel Reeves. </P><br />
<P>Healey tinha abandonado o anterior Governo devido a divergências em matéria orçamental e enfrenta agora o desafio de gerir uma economia com crescimento baixo e dívida pública elevada.</P><br />
<P>&#8220;Juntos, vamos construir uma nova economia, alimentar uma nova esperança e promover o bem-estar dos trabalhadores deste país. Está na hora de nos pormos ao trabalho&#8221;, escreveu na rede social X.</P><br />
<P>Aos jornalistas, garantiu que vai respeitar a disciplina orçamental para garantir a &#8220;estabilidade económica e segurança nacional&#8221;. </P><br />
<P>No novo executivo, Ed Miliband, até agora responsável pela Energia, assume a chefia da diplomacia britânica, enquanto Shabana Mahmood se mantém como ministra do Interior, destacando-se pela sua posição firme relativamente à imigração.</P><br />
<P>&#8220;Começámos o trabalho de uma grande reforma, para tornar as nossas ruas mais seguras e o nosso sistema de imigração justo para todos. Agora, vamos concluir este trabalho&#8221;, disse na X. </P><br />
<P>Entre os sobreviventes, Yvette Cooper transita de ministra dos Negócios Estrangeiros para a Saúde e Pat McFadden mantém-se como ministro do Trabalho e Pensões.</P><br />
<P>Burnham optou por afastar vários aliados de Starmer, incluindo o vice-primeiro-ministro e ministro da Justiça, David Lammy, bem como a ministra das Finanças Rachel Reeves, o ex-ministro da Economia, Peter Kyle, e o ex-ministro da Habitação, Steve Reed.</P><br />
<P>Burnham, de 56 anos, que desempenhava funções como presidente da Câmara de Manchester até ao mês passado, sucedeu a Starmer, que se demitiu após ter chegado ao poder em julho de 2024, na sequência de uma vitória expressiva do Partido Trabalhista nas legislativas.</P><br />
<P>O chefe do Governo tomou posse durante a manhã e revelou durante a tarde a composição do executivo, cuja formação foi-lhe formalmente incumbida pelo rei Carlos III.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791627]]></sapo:autor>
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		<title>Jhon Durán reforça Benfica por empréstimo do Al Nassr</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 20:16:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O avançado internacional colombiano Jhon Durán vai jogar no Benfica durante a temporada 2026/27, por empréstimo dos sauditas do Al Nassr, anunciou hoje o clube da I Liga portuguesa de futebol.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O avançado internacional colombiano Jhon Durán vai jogar no Benfica durante a temporada 2026/27, por empréstimo dos sauditas do Al Nassr, anunciou hoje o clube da I Liga portuguesa de futebol.</P><br />
<P>Em nota divulgada no site oficial, o Benfica informa que terá um encargo total de 6,1 milhões de euros (ME) com esta cedência, ficando ainda com uma opção de compra no final da temporada de 30 ME.</P><br />
<P>Durán, de 22 anos, foi contratado pelo Al Nassr ao Aston Villa em janeiro do ano passado, por 77 ME, tendo formado dupla de ataque com o português Cristiano Ronaldo na equipa de Riade, pela qual marcou 12 golos em 18 jogos.</P><br />
<P>Poucos meses depois foi cedido ao Fenerbahçe, então treinado por José Mourinho, inclusive participando nos dois jogos que os turcos disputaram com o Benfica, no play-off de acesso à Liga dos Campeões.</P><br />
<P>Contudo, ao fim de 21 partidas e cinco golos, Durán deixou Istambul para rumar à Rússia e representar o Zenit na segunda metade da época passada, novamente por empréstimo do Al Nassr, mas o registo em São Petersburgo limitou-se a um golo em seis encontros.</P><br />
<P>Formado no Envigado, da Colômbia, passou ainda pelo futebol dos Estados Unidos, ao serviço do Chicago Fire, despertando o interesse do Aston Villa, que desembolsou 29,5 ME para contratar o avançado em 2023. Nos dois anos em Birmingham, o internacional &#8216;cafetero&#8217; disputou 78 jogos e marcou 20 golos.</P><br />
<P>Apesar de ter participado na maioria dos jogos de qualificação da Colômbia para o Mundial2026, Durán acabou por ficar de fora dos eleitos para a fase final, em que esteve o compatriota Richard Ríos, que irá reencontrar agora nas &#8216;águias&#8217;.</P><br />
<P>É o quarto reforço do Benfica para 2026/27, juntando-se aos defesas Gabriel Índio e Clément Lenglet, e ao extremo Jakub Kaminski.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791626]]></sapo:autor>
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		<title>Albuquerque diz ser o governante que mais vai ao parlamento para escrutínio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 19:24:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente do Governo da Madeira (PSD/CDS-PP), Miguel Albuquerque, disse hoje que a Assembleia Legislativa é o cerne do sistema político da região autónoma e realçou ser o governante que mais participa em sessões parlamentares de escrutínio.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente do Governo da Madeira (PSD/CDS-PP), Miguel Albuquerque, disse hoje que a Assembleia Legislativa é o cerne do sistema político da região autónoma e realçou ser o governante que mais participa em sessões parlamentares de escrutínio.</P><br />
<P>&#8220;Eu sou o presidente do Governo [Regional] que mais vai ao parlamento e tudo o que tenho feito é no sentido de garantir que o Governo é escrutinado e responde perante o parlamento&#8221;, disse, numa alusão aos debates mensais com o executivo e ao debate anual do Estado da Região. </P><br />
<P>Albuquerque falava aos jornalistas no âmbito da sessão que assinalou a &#8220;Abertura da I Legislatura da Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira&#8221;, que decorreu no salão nobre do Palácio do Governo Regional, no Funchal, onde os primeiros 41 deputados tomaram posse em 19 de julho de 1976 e onde inicialmente funcionou a atividade parlamentar madeirense. </P><br />
<P>O chefe do executivo, também líder da estrutura regional do PSD, justificou a sua ausência na cerimónia principal dos 50 anos da Assembleia Legislativa, que se realizou no domingo e contou com centenas de convidados, com questões de agenda, nomeadamente uma visita à 69.ª Feira Agropecuária da Madeira, no Porto Moniz, na costa norte da ilha. </P><br />
<P>&#8220;Era uma sessão parlamentar, não era uma sessão governativa&#8221;, disse, para logo reforçar: &#8220;Obviamente não há nenhum problema relativamente à veneração e o respeito que tenho pelo parlamento da Madeira.&#8221;</P><br />
<P>Miguel Albuquerque, que lidera o executivo madeirense desde 2015, sublinhou que o parlamento é o cerne do funcionamento do sistema político da Madeira, vincando que atualmente as democracias estão &#8220;sob ataque de diversos quadrantes&#8221;, pelo que é fundamental assegurar a realização de eleições livres, a manutenção do pluralismo e a defesa dos direitos, liberdades e garantias dos cidadãos. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791625]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Air France prolonga suspensão voos para o Dubai e Riade por motivos de segurança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 19:14:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A companhia aérea Air France suspendeu hoje os seus voos de e para o Dubai (Emirados Árabes Unidos) e de e para Riade (Arábia Saudita), por motivos de segurança, na sequência do conflito no Médio Oriente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A companhia aérea Air France suspendeu hoje os seus voos de e para o Dubai (Emirados Árabes Unidos) e de e para Riade (Arábia Saudita), por motivos de segurança, na sequência do conflito no Médio Oriente.</P><br />
<P>&#8220;Devido à situação de segurança na região e às restrições que podem afetar determinados espaços aéreos&#8221;, a companhia aérea decidiu &#8220;prolongar a suspensão dos seus voos de/para Beirute até 02 de agosto de 2026, inclusive&#8221;, segundo a nota hoje disponibilizada no &#8216;site&#8217; da Air France. </P><br />
<P>Ao mesmo tempo, a Air France suspendeu &#8220;os seus voos de/para Riade até 24 de julho de 2026, inclusive (ou seja, até 25 de julho de 2026, para voos com partida em Riade)&#8221;, bem como os voos &#8220;de/para o Dubai até 27 de julho de 2026, inclusive (ou seja, até 28 de julho de 2026, para voos com partida do Dubai)&#8221;.</P><br />
<P>A companhia aérea acrescenta ainda que &#8220;a retoma das operações continuará a depender de uma avaliação da situação de segurança no terreno, que está em constante evolução&#8221; e que &#8220;os clientes afetados estão a ser informados individualmente&#8221;, salientando que &#8220;a  segurança dos seus clientes e tripulações é a sua máxima prioridade&#8221;.</P><br />
<P>O Presidente norte-americano ameaçou hoje fazer o Irão pagar o preço por cada soldado morto, na sequência da morte de soldados norte-americanos em ataques iranianos nos últimos dias no Médio Oriente.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791624]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Morreu João Marques Pinto, primeiro presidente da Fundação de Serralves</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 19:08:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O empresário João Marques Pinto, primeiro presidente da Fundação de Serralves, morreu, anunciou hoje a Fundação, num comunicado em que lamenta a morte de "uma das figuras mais marcantes" da sua história.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O empresário João Marques Pinto, primeiro presidente da Fundação de Serralves, morreu, anunciou hoje a Fundação, num comunicado em que lamenta a morte de &#8220;uma das figuras mais marcantes&#8221; da sua história.</P><br />
<P>&#8220;A Fundação de Serralves lamenta profundamente a morte de João Marques Pinto, seu primeiro presidente, uma das figuras mais marcantes da história da instituição&#8221;, lê-se no comunicado.</P><br />
<P>João Marques Pinto foi presidente do Conselho de Administração da Fundação de Serralves desde a sua criação, em 1989, até 2000, e, posteriormente, presidente do Conselho de Fundadores.</P><br />
<P>De acordo com a nota de imprensa de Serralves, o empresário e colecionador foi um dos grandes idealizadores e construtores do projeto Serralves, mantendo até ao presente uma ligação ativa à instituição como membro do Conselho de Fundadores e Fundador Patrono.</P><br />
<P>&#8220;Portuense com visão cosmopolita, grande capacidade de liderança e uma profunda convicção no papel transformador da Arte e da Cultura, conduziu a concretização de um projeto então pioneiro em Portugal: uma instituição independente, de vocação internacional, assente numa parceria inovadora entre o Estado e a sociedade civil&#8221;, acrescenta o comunicado.</P><br />
<P>Sob a sua presidência, prossegue a fundação, &#8220;foram lançadas as bases institucionais e culturais de Serralves, consolidou-se o seu modelo de participação cívica e mecenática e concretizou-se o Museu de Arte Contemporânea, projetado por Álvaro Siza e inaugurado em 1999&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;João Marques Pinto soube reunir pessoas, vontades e instituições em torno de uma visão ambiciosa para a cultura portuguesa, e em particular para a Arte Contemporânea. Fê-lo com determinação, inteligência, elegância, capacidade diplomática e um inabalável sentido de serviço público&#8221;, prossegue o comunicado.</P><br />
<P>Segundo a fundação, quando concluiu o seu mandato, &#8220;Serralves era já uma instituição aberta ao mundo, reconhecida internacionalmente e preparada para continuar a crescer&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O seu legado permanece vivo em tudo aquilo que Serralves é hoje: no seu património, na independência e ambição da instituição, na sua relação com os fundadores, os mecenas, os artistas e o público e na convicção de que a Cultura é essencial à construção de uma sociedade mais livre, mais desenvolvida e mais humana&#8221;, lê-se ainda.</P><br />
<P>Em 2014, a Fundação de Serralves prestou-lhe uma homenagem pública de reconhecimento pelo papel decisivo que desempenhou na criação e afirmação da instituição. </P><br />
<P>Cinco anos mais tarde, em 2019, o seu extraordinário contributo para o país foi igualmente reconhecido pelo Presidente da República, com a atribuição da Ordem do Infante D. Henrique.</P><br />
<P>Colecionador de arte, João Marques Pinto também fez parte do núcleo inicial da Fundação Arpad Szenes &#8211; Vieira da Silva (FASVS), tendo sido membro do seu Conselho de Patronos.</P><br />
<P>Em 2023, foi homenageado pelos seus pares neste conselho com uma exposição no Museu Arpad Szenes &#8211; Vieira da Silva, em Lisboa, assente em obras de Maria Helena Vieira da Silva, provenientes da sua coleção.</P><br />
<P>&#8220;Em Portugal têm sido poucas as pessoas disponíveis para apoiar desinteressadamente as atividades da Cultura. Entre as exceções, tem lugar destacado João Marques Pinto, que tem prestado um enorme contributo para a Cultura em geral e as Artes em particular no nosso País, o que tem feito por duas vias: pela participação com relevo em instituições com papel decisivo no apoio às Artes e reunindo uma coleção que valoriza os artistas portugueses nela representados&#8221;, lia-se num texto de apresentação desta mostra, assinado pelo presidente do Conselho de Administração da FASVS, António Gomes de Pinho (que também fez parte do núcleo fundador de Serralves, presidiu a fundação e o seu Conselho de Fundadores) e pelo presidente do Conselho de Patronos da FAVS, o advogado Daniel Proença de Carvalho.  </P><br />
<P>&#8220;O que o motivou como colecionador&#8221;, prossegue o texto, &#8220;não foi, como frequentemente sucede, um impulso de investidor, antes a sua apurada sensibilidade artística, o seu gosto e o seu sentido de responsabilidade para com a sociedade de que o mecenato é uma das suas formas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;João Marques Pinto deixa, pelas instituições por onde passa, uma marca indelével, fruto da sua personalidade sensível e elegante, do seu espírito de serviço público e da sua forte convicção sobre o papel insubstituível da Arte e da Cultura na construção das sociedades livres e desenvolvidas&#8221;, concluía o texto assinado por Gomes de Pinho e Proença de Carvalho.</P><br />
<P>João Marques Pinto foi sucedido por Teresa Gouveia (2001-2003), à frente da Fundação de Serralves.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791623]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Governo da Madeira aponta adesão de 62% na greve dos Técnicos de Apoio à Infância</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 19:01:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A greve dos técnicos de apoio à infância na Madeira levou ao encerramento de 16 escolas de manhã e 17 à tarde, tendo afetado ainda o funcionamento de outros 13 estabelecimentos, indicou hoje a Secretaria Regional de Educação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A greve dos técnicos de apoio à infância na Madeira levou ao encerramento de 16 escolas de manhã e 17 à tarde, tendo afetado ainda o funcionamento de outros 13 estabelecimentos, indicou hoje a Secretaria Regional de Educação.</P><br />
<P>Em comunicado, a secretaria tutelada por Elsa Fernandes aponta para uma adesão de 62%, precisando que, dos 661 funcionários em exercício de funções, 410 aderiram à greve (164 no turno da manhã, 246 no turno da tarde).</P><br />
<P>Já o Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Sul e Regiões Autónomas (STFPSSRA), que convocou a paralisação de dois dias (hoje e terça-feira) refere uma adesão de 95%, pelo menos no turno da manhã. </P><br />
<P>A greve, inicialmente marcada por três sindicatos do setor, foi desconvocada por duas das estruturas depois da assinatura de um memorando de entendimento com a Secretaria de Educação, Ciência e Tecnologia na semana passada, nomeadamente o Sindicato dos Trabalhadores da Administração Pública (Sintap) e Sindicato dos Trabalhadores da Função Pública da região (STFP-RAM).</P><br />
<P>O Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Sul e Regiões Autónomas manteve o pré-aviso, alegando que não foi convocado pelo Governo Regional (PSD/CDS-PP) para qualquer processo negocial. </P><br />
<P>Hoje, Elsa Fernandes disse aos jornalistas que aquela estrutura sindical nunca lhe solicitou qualquer audiência.</P><br />
<P>&#8220;Acusam-me de falta de diálogo, quando nunca tentaram o diálogo. Portanto, não se pode dialogar com quem não quer dialogar&#8221;, afirmou. </P><br />
<P>Falando à margem de uma cerimónia evocativa dos 50 anos da Assembleia Legislativa da Madeira, no Funchal, Elsa Fernandes referiu que todas as reivindicações dos Técnicos de Apoio à Infância estão refletidas numa proposta de decreto legislativo regional, que deverá ser debatida no parlamento madeirense em setembro ou outubro.</P><br />
<P>&#8220;Vai ao encontro de tudo o que é solicitado pelas técnicas de apoio à infância: a atualização da tabela remuneratória, o conteúdo funcional, a contratação de mais técnicas&#8221;, disse, indicando que já está a decorrer o processo de contratação de 47 profissionais. </P><br />
<P>Elsa Fernandes garantiu que a proposta governamental consta do memorando assinado com as duas estruturas sindicais e também foi enviada ao Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Sul e Regiões Autónomas para apreciação. </P><br />
<P>A governante disse ainda não ter nada a opor ao direito à greve, mas reiterou que aquele sindicato foi o único que nunca lhe pediu qualquer audiência desde que ocupa o cargo de secretária regional, há cerca de 10 meses. </P><br />
<P>&#8220;Portanto, não é possível negociar com quem não se mostra disponível para negociar&#8221;, reforçou. </P><br />
<P>A greve dos Técnicos de Apoio à Infância prossegue na terça-feira, sendo que as reivindicações visam a revisão da carreira, incluído a valorização salarial, a redução da carga horária consoante a idade, subsídio de risco e a atualização do conteúdo funcional.</P><br />
<P>É também pretendida a regulamentação das atividades de apoio à família e a obrigatoriedade de Técnicos de Apoio à Infância especializados em salas com crianças com necessidades especiais, assegurando educação inclusiva, proteção e recursos humanos qualificados.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791622]]></sapo:autor>
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		<title>Estoril Open: Frederico Silva derrotado na ronda inaugural</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 18:50:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O tenista português Frederico Silva foi afastado hoje na primeira ronda da 11.ª edição do Estoril Open, ao perder diante do francês Luca van Assche, na terra batida do Clube de Ténis do Estoril.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O tenista português Frederico Silva foi afastado hoje na primeira ronda da 11.ª edição do Estoril Open, ao perder diante do francês Luca van Assche, na terra batida do Clube de Ténis do Estoril.</P><br />
<P>Agraciado com um &#8216;wild card&#8217; para o quadro principal do ATP 250 português, o esquerdino das Caldas da Rainha (235.º ATP), de 31 anos, não foi capaz de encontrar soluções e energia para fazer face aos argumentos do jovem gaulês, nove anos mais novo, e cedeu com os parciais de 7-5, 6-7(4-7) e 6-1, em três horas e 26 minutos.</P><br />
<P>Eliminado o primeiro dos seis portugueses a disputar o quadro principal de singulares, Luca van Assche (78.º ATP), vencedor de três &#8216;challengers&#8217; esta temporada, vai defrontar na segunda eliminatória o vencedor do encontro entre o lituano Vilius Gaubas e o espanhol Pablo Carreño Busta, campeão do Estoril Open em 2017.</P><br />
<P></P><br />
<P>SRYS/NFO // MO</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791620]]></sapo:autor>
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		<title>Adiada assinatura do contrato-programa para arranque do curso de Medicina na UTAD</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 18:50:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A assinatura do contrato-programa que formaliza o arranque do Mestrado Integrado em Medicina na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) foi hoje adiada, estando prevista para breve, adiantou o reitor da instituição, João Barroso.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A assinatura do contrato-programa que formaliza o arranque do Mestrado Integrado em Medicina na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) foi hoje adiada, estando prevista para breve, adiantou o reitor da instituição, João Barroso.</P><br />
<P>A assinatura do contrato-programa pelo ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, e a UTAD estava prevista para hoje, após a cerimónia de investidura do novo reitor da instituição, João Barroso.</P><br />
<P>Em declarações aos jornalistas, o responsável referiu que este é um dos assuntos urgentes a tratar, adiantando que o contrato-programa será assinado &#8220;brevemente&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Temos um novo ciclo que começa hoje, temos uma série de assuntos urgentes que têm de ser tratados pela universidade, nomeadamente a questão do Mestrado Integrado em Medicina, que brevemente assinaremos o contrato-programa com o senhor ministro, que virá à UTAD realizar a assinatura pública. A partir daí, teremos um novo ciclo de estudos na universidade, um ciclo que terá impacto, obviamente, em toda a universidade e nos entornos&#8221;, frisou João Barroso.</P><br />
<P>De acordo com o também docente da Escola de Ciências e Tecnologia da UTAD, o documento ainda não está finalizado devido a questões que, na sua ótica, não devem ser incluídas no contrato-programa herdado da reitoria cessante.</P><br />
<P>&#8220;Quando o senhor ministro me contactou e referiu que seria importante assinarmos o contrato-programa, e é importante [ser assinado], tive de trabalhar no sentido de ver o que estava neste [documento]. (&#8230;) O contrato-programa é de quatro anos, o curso é de seis, portanto, teremos um segundo contrato-programa. Há aspetos que eu inicialmente considerei que poderiam ser incluídos neste contrato-programa, mas que não fazem sentido, portanto, serão num segundo&#8221;, esclareceu.</P><br />
<P>João Barroso reiterou que este conjunto de questões não é estrutural e resulta &#8220;de uma interpretação mais próxima&#8221; do documento, garantindo que não vão &#8220;bloquear&#8221; a assinatura do contrato-programa.</P><br />
<P>&#8220;É só uma questão de reunir-nos, que é o que iríamos fazer hoje, se o ministro pudesse ter vindo hoje à UTAD, todos sabemos porque é que não veio, mas virá brevemente. Vamos marcar um dia e resolveremos esses aspetos&#8221;, assegurou o novo reitor.</P><br />
<P>O curso de Medicina arranca em setembro com 40 vagas e numa parceria com a Unidade Local de Saúde de Trás-os-Montes e Alto Douro (ULSTMAD).</P><br />
<P>O plano de estudos assenta o ensino em pequenos grupos, em casos clínicos e também na simulação, para o que será criado um centro de simulação na ULSTMAD, que agrega os hospitais de Vila Real, Chaves e Lamego e unidades de saúde de 21 concelhos.</P><br />
<P>O novo curso centra ainda atenções na humanização e na proximidade com o paciente, bem como nos cuidados de saúde primários e nos cuidados preventivos.</P><br />
<P>Este curso de medicina foi acreditado pela Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3ES), por um período condicional de dois anos.</P><br />
<P>De olhos postos no futuro, João Barroso apontou ainda o seu foco às obras em curso nas residências de estudantes, ao relatório para a avaliação da academia, a uma reorganização interna e a uma revisão dos estatutos da instituição, estando prevista a criação de uma nova estrutura organizacional, assente num &#8220;modelo de faculdades&#8221;.</P><br />
<P>Relativamente ao impacto do processo de digitalização das provas nacionais, o novo reitor disse ter esperança que o impacto não seja &#8220;muito significativo&#8221; na colocação de estudantes no Ensino Superior, acreditando que &#8220;a segunda fase será mais concorrida&#8221;.</P><br />
<P>O responsável descartou, por agora, a necessidade de um ajuste ao calendário escolar.</P><br />
<P>O reitor da UTAD, João Barroso, toma hoje posse depois de um impasse na constituição do Conselho Geral que durou mais de um ano.</P><br />
<P>João Barroso, 62 anos e professor catedrático, foi eleito a 29 de junho com 14 votos a favor e oito em branco, numa reunião do Conselho Geral com três ausências.</P><br />
<P>A UTAD viveu desde março de 2025 num impasse devido a uma divergência na designação dos membros cooptados do Conselho Geral, órgão que elege o reitor, que acabou nos tribunais e levou à intervenção do ministro da Educação.</P><br />
<P>O Conselho Geral ficou completo em abril, depois da tomada de posse dos membros eleitos e da eleição do presidente deste órgão, o advogado Ricardo Sá Fernandes. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791621]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mais de 158 milhões de eleitores brasileiros aptos a votar nas eleições 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 18:43:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil terá 158,7 milhões de eleitores aptos a votar nas eleições gerais de outubro, um aumento de 1,46% de pessoas em relação a 2022, anunciou hoje o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) brasileiro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Brasil terá 158,7 milhões de eleitores aptos a votar nas eleições gerais de outubro, um aumento de 1,46% de pessoas em relação a 2022, anunciou hoje o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) brasileiro.</P><br />
<P>Esse crescimento representa 2,29 milhões de eleitores, número superior, por exemplo, à diferença de votos entre Lula da Silva e Jair Bolsonaro na segunda volta presidencial de 2022, quando o atual Presidente venceu por uma margem apertada de 2,13 milhões de votos.</P><br />
<P>O número de pessoas aptas a votarem representa cerca de 74% do total da população brasileira, atualmente de 213,42 milhões de habitantes.</P><br />
<P>Os dados da Justiça eleitoral indicam ainda que as mulheres continuam a ser maioria no eleitorado brasileiro e somam 83,9 milhões de eleitoras, equivalentes a 52,84% do total nacional.</P><br />
<P>Em 2022, a participação feminina era de 82,37 milhões (52,65%), o que representa um ligeiro aumento do peso das mulheres no universo eleitoral.</P><br />
<P>Já o eleitorado masculino passou de 74 milhões para 74,8 milhões de pessoas, crescimento de 1,08%, abaixo da média nacional.</P><br />
<P>O TSE destacou também uma mudança significativa no perfil racial do cadastro eleitoral, impulsionada pelo aumento das autodeclarações de raça e cor.</P><br />
<P>O número de eleitores pardos passou de 8,5 milhões nas eleições municipais de 2024 para 16,9 milhões em 2026, enquanto o eleitorado preto cresceu de 1,8 milhões para 3,6 milhões.</P><br />
<P>Com isso, os dois grupos praticamente duplicaram de dimensão em apenas dois anos, refletindo a redução dos registos sem informação racial, que caíram de 89,8% para 79,4% do eleitorado.</P><br />
<P>Entre pessoas amarelas, o total mais que dobrou, de 114.389 para 229.540 eleitores, enquanto o eleitorado indígena passou de 155.661 para 287.157, uma subida de 84,47%.</P><br />
<P>O TSE considera que o cadastro de 2026 é o mais diverso da série histórica comparável.</P><br />
<P>A distribuição etária mostra um eleitorado mais envelhecido, com forte crescimento das faixas acima dos 60 anos.</P><br />
<P>Os brasileiros com 60 anos ou mais passaram de 32,9 milhões em 2022 para 37,5 milhões em 2026, um aumento de 4,56 milhões de eleitores, equivalente a 13,8%.</P><br />
<P>A participação desse grupo subiu de 21,02% para 23,60% do eleitorado nacional.</P><br />
<P>Em sentido contrário, o número de jovens com até 18 anos caiu 14,52%, passando de 4,18 milhões para 3,57 milhões de eleitores (no Brasil, o voto é obrigatório a partir dos 18 anos e opcional dos 16 aos 18).</P><br />
<P>A redução foi de 606.468 registos, e esse grupo representa agora apenas 2,25% do eleitorado brasileiro.</P><br />
<P>O TSE apontou ainda que a faixa entre 21 e 34 anos também perdeu peso relativo, passando de 28,01% para 25,85% do total.</P><br />
<P>Regionalmente, o Norte foi a região que mais cresceu proporcionalmente, com um aumento de 4,37%, seguido do Centro-Oeste, com 3,97%, e do Nordeste, com 2,69%.</P><br />
<P>O Sudeste, apesar de continuar a concentrar a maior parcela do eleitorado nacional, foi a única região a registar uma queda, com menos 378 mil eleitores, menos 0,56%.</P><br />
<P>São Paulo permanece como o maior colégio eleitoral do país, com 34,1 milhões de eleitores, o que representa 21,48% do total.</P><br />
<P>Seguem-se Minas Gerais, com 16,37 milhões, Rio de Janeiro, com 12,8 milhões, Bahia, com 11,32 milhões, e Paraná, com 8,6 milhões.</P><br />
<P>Juntos, esses cinco estados concentram 52,45% de todo o eleitorado brasileiro.</P><br />
<P>Outro destaque foi o crescimento de 31,82% do eleitorado no exterior em 2026 comparado com 2022.</P><br />
<P>Em números absolutos, são 918.876 eleitores fora do Brasil aptos a votarem, um aumento de 221.798 em relação há quatro anos.</P><br />
<P>Este ano, os eleitores vão às urnas escolher políticos para os cargos de Presidente do Brasil, governador,  senador, deputado federal e deputado estadual</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791619]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Justiça dos EUA suspende temporariamente compra da Warner Bros. pela Paramount</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 18:18:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Justiça dos Estados Unidos ordenou hoje a suspensão temporária da fusão entre a Paramount e a Warner Bros. Discovery, após 12 estados terem apresentado uma ação judicial para travar o processo devido a riscos de monopólio.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Justiça dos Estados Unidos ordenou hoje a suspensão temporária da fusão entre a Paramount e a Warner Bros. Discovery, após 12 estados terem apresentado uma ação judicial para travar o processo devido a riscos de monopólio.</P><br />
<P>A juíza do Distrito Norte da Califórnia emitiu uma ordem de restrição temporária que impede a Paramount de concluir a transação durante pelo menos 14 dias e marcou uma audiência para o próximo dia 03 de agosto para determinar a decisão, segundo vários meios como a NBC News, a Associated Press (AP) ou a AFP. </P><br />
<P>Os procuradores de 12 estados norte-americanos, liderados pela Califórnia, contestam judicialmente esta aquisição, que avalia a WBD em 110 mil milhões de dólares (cerca de 96,17 mil milhões de euros à taxa de câmbio atual), incluindo a dívida, considerando que a fusão das duas empresas representaria um risco para a livre concorrência e para os consumidores.</P><br />
<P>Os procuradores apelaram à Warner e à Paramount para que não concluíssem a transação até que o tribunal tivesse tempo para &#8220;avaliar exaustivamente&#8221; os seus argumentos. </P><br />
<P>Perante a recusa das empresas, avançaram com uma ordem de restrição temporária, que acabou por ser autorizada hoje pela juíza distrital Araceli Martínez-Olguín. A decisão abre a porta a uma potencial injunção preliminar que os estados também pretendem obter para bloquear efetivamente o negócio.</P><br />
<P>&#8220;Esta é uma primeira vitória crucial no nosso processo para garantir que esta mega-fusão nunca venha a concretizar-se&#8221;, afirmou o procurador-geral da Califórnia, Rob Bonta, em comunicado, citado pela AP, após a decisão.</P><br />
<P>&#8220;A história mostra o que acontece quando um pequeno grupo de pessoas detém um grande poder sobre mercados que são fundamentais para a vida dos americanos: menos oportunidades para mais pessoas, produtos e serviços de pior qualidade para todos&#8221;, acrescenta. </P><br />
<P>A Paramount não comentou de imediato a decisão, contudo, a empresa prometeu &#8220;defender vigorosamente&#8221; a aquisição, escreve a AP. </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791617]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Conduzia os carros dos heróis, mas estava do lado dos bandidos: uma das descobertas mais insólitas da polícia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 17:54:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[Esquadrão Classe A]]></category>
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		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[polícia]]></category>
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					<description><![CDATA[Descoberta ocorreu durante uma operação antidroga realizada em Las Palmas, na ilha de Grande Canária]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A polícia espanhola procurava droga, dinheiro e armas. Acabou também por encontrar dois dos veículos mais reconhecíveis da televisão dos anos 80: uma réplica de KITT, o automóvel de O Justiceiro, e outra da carrinha usada pela equipa do Esquadrão Classe A.</p>
<p>A descoberta ocorreu durante uma operação antidroga realizada em Las Palmas, na ilha de Grande Canária. Segundo relata a revista francesa &#8216;L’Automobile Magazine&#8217;, os dois veículos pertenciam ao alegado líder de uma organização criminosa com ligações a cartéis internacionais.</p>
<p>A escolha não deixa de ser irónica. Tanto KITT como a carrinha da Agência A ficaram associados, na ficção, a heróis que combatiam criminosos e faziam justiça quando as autoridades não conseguiam atuar. Desta vez, porém, os veículos estavam na garagem de um homem suspeito de chefiar uma rede dedicada à importação, armazenamento e venda de droga.</p>
<p><strong>Um ano de investigação e seis operações simultâneas</strong></p>
<p>Batizada de Operação Tijuana, a investigação prolongou-se durante cerca de um ano e culminou em seis intervenções policiais realizadas em simultâneo.</p>
<p>As autoridades detiveram sete suspeitos, entre os quais um inspetor da polícia acusado de fornecer informações à organização criminosa. De acordo com os investigadores, o grupo dispunha de uma estrutura logística bem organizada e de contactos diretos com cartéis internacionais.</p>
<p>Alguns dos suspeitos foram intercetados no interior de uma carrinha que transportava cerca de 300 quilos de canábis. Outros foram detidos nas respetivas residências.</p>
<p>As buscas permitiram apreender dois quilos de cocaína com um elevado grau de pureza, cerca de 55 mil euros em dinheiro, duas armas de fogo, telemóveis, documentação, uma embarcação e oito veículos.</p>
<p>Foi entre estes automóveis que surgiram as duas peças mais inesperadas da operação.</p>
<p><strong>KITT e a carrinha do ‘Esquadrão Classe A’</strong></p>
<p>O alegado chefe da rede possuía uma réplica de KITT, o Pontiac Firebird Trans Am conduzido por Michael Knight na série que em Portugal ficou conhecida como O Justiceiro.</p>
<p>Embora as imagens divulgadas não permitam observar todos os pormenores, é possível reconhecer na parte dianteira o característico feixe luminoso vermelho, uma das marcas visuais do automóvel inteligente popularizado por David Hasselhoff.</p>
<p>Ao lado encontrava-se um GMC Vandura transformado para reproduzir a carrinha do Esquadrão Classe A. O veículo apresenta a conhecida pintura cinzenta e preta, atravessada por uma faixa vermelha, além das jantes da mesma cor, do para-choques reforçado e dos projetores suplementares.</p>
<p>Os detalhes sugerem que o proprietário não se limitou a adquirir dois automóveis vagamente inspirados nas séries: procurou criar reproduções relativamente fiéis dos modelos televisivos.</p>
<p>Discrição, contudo, não parece ter sido a prioridade. Poucos veículos chamariam mais a atenção nas ruas do que a carrinha conduzida por Hannibal, BA, Face e Murdock ou uma réplica do carro falante de Michael Knight.</p>
<p><strong>Dos justiceiros da televisão para as mãos da polícia</strong></p>
<p>Na ficção, KITT ajudava Michael Knight a perseguir criminosos, enquanto os membros do Esquadrão recorriam à sua carrinha para escapar às autoridades e proteger pessoas em perigo.</p>
<p>Na realidade, os dois veículos acabaram imobilizados pelas próprias forças policiais e apreendidos como parte de uma investigação criminal.</p>
<p>O destino das réplicas ainda não foi divulgado. É provável, no entanto, que o proprietário não volte a conduzi-las, caso sejam definitivamente confiscadas pelas autoridades.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791607]]></sapo:autor>
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		<title>O &#8216;supermercado&#8217; secreto de Putin: Japão pede ajuda aos aliados para travar espiões russos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 17:42:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[espionagem]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Japão]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
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					<description><![CDATA[Capital japonesa transformou-se numa plataforma discreta para adquirir componentes eletrónicos de elevada precisão que acabam integrados em mísseis e drones utilizados pela Rússia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante décadas, cidades como Berlim, Viena ou Londres dominaram o imaginário da espionagem internacional. Mas uma investigação divulgada pelo &#8216;El Español&#8217;, baseada em trabalhos do &#8216;The New York Times&#8217; e do meio de investigação russo &#8216;The Insider&#8217;, aponta agora para um novo epicentro da atividade dos serviços secretos de Moscovo: Tóquio.</p>
<p>Segundo a investigação, a capital japonesa transformou-se numa plataforma discreta para adquirir componentes eletrónicos de elevada precisão que acabam integrados em mísseis e drones utilizados pela Rússia na guerra contra a Ucrânia.</p>
<p><strong>Porque é que Moscovo escolheu o Japão?</strong></p>
<p>A explicação começa na tecnologia.</p>
<p>O Japão continua a ser um dos maiores produtores mundiais de componentes eletrónicos de elevada precisão, muitos deles classificados como tecnologia de dupla utilização — produtos destinados à indústria civil, mas que também podem ser aplicados em sistemas militares.</p>
<p>Contudo, há outro fator considerado decisivo: ao contrário de muitos países ocidentais, o Japão não dispõe de uma agência centralizada de informações nem de uma legislação robusta contra a espionagem, tornando mais difícil detetar operações clandestinas.</p>
<p><strong>&#8220;90% das armas russas utilizam peças japonesas&#8221;</strong></p>
<p>Em maio, Vladislav Vlasyuk, responsável ucraniano pela política de sanções, afirmou à agência &#8216;Kyodo&#8217; que cerca de 90% das armas russas contêm componentes japoneses.</p>
<p>As autoridades ucranianas dizem ter entregue ao Governo japonês provas físicas de circuitos eletrónicos produzidos por empresas do país encontrados em mísseis e drones usados contra alvos civis.</p>
<p>Todas as empresas envolvidas garantem cumprir rigorosamente as regras internacionais de exportação e negam qualquer venda direta à Rússia.</p>
<p><strong>A unidade secreta do GRU instalada em Tóquio</strong></p>
<p>A investigação identifica como principal responsável a 20.ª Direção, uma unidade secreta do GRU — os serviços de informações militares russos.</p>
<p>Os seus agentes apresentam-se como diplomatas, empresários ou representantes de empresas russas, mas a missão é outra: adquirir ou roubar tecnologia japonesa sujeita a restrições e fazê-la chegar à Rússia através de países terceiros.</p>
<p>À frente da operação estará Maksim Filchenkov, um oficial do GRU que surge oficialmente como funcionário da companhia aérea estatal Aeroflot.</p>
<p><strong>A Aeroflot continua a servir de cobertura</strong></p>
<p>Embora os voos da Aeroflot para o Japão estejam suspensos devido às sanções internacionais, a companhia mantém um escritório em Tóquio.</p>
<p>Segundo a investigação, essa presença continua a servir de cobertura para operações de espionagem, repetindo um método utilizado desde os tempos da União Soviética.</p>
<p>Os jornalistas seguiram depois o rasto até uma pequena empresa japonesa de transporte de mercadorias, a Proco Air.</p>
<p>O proprietário admite conhecer Filchenkov há vários anos, mas nega qualquer envolvimento em operações ilegais ou no transporte de materiais proibidos.</p>
<p><strong>Como funciona a rota até Moscovo</strong></p>
<p>O alegado esquema é relativamente simples.</p>
<p>Os agentes russos compram componentes legais no Japão, classificam-nos como outro tipo de mercadoria e enviam-nos para países onde os controlos alfandegários são menos rigorosos, como o Vietname, o Sri Lanka ou o Usbequistão.</p>
<p>A partir daí, empresas ligadas à Aeroflot asseguram o transporte final até à Rússia.</p>
<p>Segundo a investigação, o Vietname tornou-se uma das principais portas de entrada deste tipo de tecnologia para Moscovo.</p>
<p><strong>O Japão está do lado da Ucrânia, mas enfrenta um problema</strong></p>
<p>Kiev afirma ter enviado, desde abril de 2025, pelo menos 16 notificações oficiais ao Ministério dos Negócios Estrangeiros japonês, acompanhadas por imagens que mostram componentes japoneses encontrados em armamento russo.</p>
<p>Além disso, vários Governos ocidentais alertaram Tóquio para empresas que poderão estar, consciente ou inconscientemente, a facilitar este circuito de exportações.</p>
<p>Apesar disso, as autoridades japonesas enfrentam limitações legais para atuar.</p>
<p><strong>Um país sem uma verdadeira agência de espionagem</strong></p>
<p>Grande parte do problema remonta ao período posterior à II Guerra Mundial.</p>
<p>Após a derrota, o Japão desmantelou o seu poderoso aparelho de segurança e nunca voltou a criar um serviço nacional de informações comparável aos existentes nos Estados Unidos ou na Europa.</p>
<p>Hoje, mais de 33 mil funcionários trabalham em estruturas espalhadas pela polícia, Ministério da Defesa e Ministério dos Negócios Estrangeiros, mas sem uma entidade única responsável por coordenar toda a informação.</p>
<p><strong>A resposta passa pelo maior reforço da segurança em décadas</strong></p>
<p>A atual primeira-ministra, Sanae Takaichi, pretende alterar esse cenário.</p>
<p>Herdeira política de Shinzo Abe, defende uma profunda reforma das estruturas de segurança e está a avançar com um plano para criar uma agência nacional de informações centralizada, contando com apoio técnico de aliados como os Estados Unidos, a Alemanha e a Austrália.</p>
<p>A iniciativa acompanha uma transformação mais ampla da política japonesa, que inclui o maior programa de rearmamento militar do país desde o fim da Segunda Guerra Mundial, perante as ameaças representadas pela Rússia, China e Coreia do Norte.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791605]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Exames: Alargado prazo de inscrição para 2.ª fase de Geografia devido a erro na avaliação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 17:21:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[exames nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Lisboa, 20 jul 2026 -- O prazo de inscrição para a 2.ª fase do exame de Geografia A foi alargado até ao final do dia de terça-feira devido a um erro na avaliação de dois itens, que obrigou à correção das notas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O prazo de inscrição para a 2.ª fase do exame de Geografia A foi alargado até ao final do dia de terça-feira devido a um erro na avaliação de dois itens, que obrigou à correção das notas.</P><br />
<P>Numa informação enviada hoje às escolas e a que a Lusa teve acesso, o Júri Nacional de Exames explica que o erro resultou de &#8220;um problema de parametrização na matriz de classificação dos itens 1.3 e 4.3 da versão 2&#8221; da prova de Geografia A.</P><br />
<P>&#8220;Após a deteção da situação, foi efetuada a respetiva análise e correção, tendo sido revista a classificação das provas dos alunos abrangidos, de acordo com a parametrização correta dos referidos itens&#8221;, refere.</P><br />
<P>As classificações revistas serão enviadas às escolas ainda hoje, último dia para os alunos se inscreverem na 2.ª fase dos exames nacionais, que arranca na terça-feira com a prova de Português.</P><br />
<P>O JNE decidiu, por isso, dar mais um dia para que os alunos que queiram repetir o exame de Geografia A na 2.ª fase possam inscrever-se, alargando o prazo até às 23:59 de terça-feira.</P><br />
<P>A 2.ª fase da prova de Geografia A realiza-se na sexta-feira às 09:30.</P><br />
<P>Além de Geografia, também os exames nacionais de Física e Química A tiveram de ser reclassificados devido a um erro na avaliação de um item.</P><br />
<P>Segundo o ministro da Educação, que falou hoje sobre os exames nacionais numa conferência de imprensa, este erro afetou 12.603 alunos, dos quais 11.446 viram a sua nota aumentada e 1.117 baixaram. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791594]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Calor extremo reacende o inferno em França: fogo alastra e obriga à retirada de populações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 17:19:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
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					<description><![CDATA[Fogo deflagrou nas proximidades de Fréjus, na costa mediterrânica francesa, obrigando à evacuação de várias pequenas localidades e colocando habitações em risco]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Casas ameaçadas pelas chamas, colunas de fumo negro visíveis a quilómetros de distância e dezenas de bombeiros a tentar travar um incêndio que avança alimentado pelo calor extremo. As imagens captadas este domingo na Riviera Francesa, destacou o &#8216;The Independent&#8217; mostram um cenário que volta a repetir-se em vários pontos da Europa, onde as temperaturas elevadas e a seca estão a criar condições ideais para novos grandes incêndios. </p>
<p>O fogo deflagrou nas proximidades de Fréjus, na costa mediterrânica francesa, obrigando à evacuação de várias pequenas localidades e colocando habitações em risco.</p>
<p>Segundo as autoridades locais, o incêndio consumiu cerca de 180 hectares até ao final do dia, impulsionado pelos ventos fortes e pela vegetação extremamente seca.</p>
<p>&#8220;O fogo propagou-se com uma rapidez extrema devido à vaga de calor e à seca severa que estamos a atravessar&#8221;, afirmou o prefeito da região, Simon Babre.</p>
<p>As imagens mostram grandes chamas a aproximarem-se de moradias construídas nas encostas típicas da Riviera Francesa, enquanto densas nuvens de fumo envolvem pinheiros e ciprestes.</p>
<p>O incêndio obrigou também à suspensão da circulação ferroviária entre o porto mediterrânico de Toulon e Les Arcs.</p>
<p><strong>Espanha prepara-se para nova vaga de calor</strong></p>
<p>Enquanto França combate as chamas, Espanha prepara-se para enfrentar temperaturas ainda mais elevadas.</p>
<p>A agência meteorológica espanhola (AEMET) prevê uma nova subida dos termómetros já este fim de semana, com máximas que poderão atingir entre 42 e 44 graus em zonas da Andaluzia e de Castela-La Mancha durante a próxima semana.</p>
<p>Os meteorologistas alertam igualmente para um risco extremo de incêndios, provocado pela chegada de uma massa de ar muito quente e seco proveniente do Norte de África.</p>
<p>Os bombeiros continuam também a combater vários incêndios perto de Madrid e na província de Guadalajara, onde cerca de 1.500 hectares já arderam e um campo de férias teve de ser evacuado por precaução.</p>
<p>Há apenas uma semana, um dos incêndios mais mortíferos de Espanha matou pelo menos 13 pessoas na província de Almería.</p>
<p><strong>Grécia reforça vigilância</strong></p>
<p>Também a Grécia está em alerta máximo.</p>
<p>Na região metropolitana de Atenas, as autoridades reforçaram a vigilância das áreas florestais com drones equipados com câmaras térmicas e posicionaram canhões de água junto de parques de campismo e outras zonas consideradas mais vulneráveis.</p>
<p>O objetivo é detetar rapidamente qualquer foco de incêndio antes que as chamas se tornem incontroláveis.</p>
<p><strong>Organizações internacionais deixam novo aviso</strong></p>
<p>A Organização Meteorológica Mundial já tinha alertado, no mês passado, que as temperaturas recorde registadas no final de junho iriam aumentar significativamente o risco de grandes incêndios durante o verão europeu.</p>
<p>A combinação entre calor persistente, humidade muito baixa e vegetação seca cria condições particularmente perigosas para a rápida propagação do fogo.</p>
<p>Segundo o Reuters Climate Monitor, a temperatura máxima prevista para Les Arcs, uma das localidades mais afetadas pelo incêndio em França, ronda os 38 graus, cerca de 11 graus acima da média registada para esta altura do ano entre 1961 e 1990.</p>
<p><strong>&#8220;O verão ainda agora começou&#8221;</strong></p>
<p>Também a Organização Mundial da Saúde voltou a soar o alarme.</p>
<p>No início deste mês, o diretor regional da OMS para a Europa, Hans Henri P. Kluge, avisou que o continente poderá enfrentar &#8220;semanas ainda mais mortíferas&#8221; à medida que novas vagas de calor atravessam o Atlântico.</p>
<p>Segundo o responsável, durante a onda de calor que atingiu a Europa no final de junho registaram-se milhares de mortes acima do esperado.</p>
<p>&#8220;Quase 10 mil mortes em excesso, e o verão ainda nem sequer terminou&#8221;, alertou, criticando os governos por continuarem a tratar o calor extremo como um simples fenómeno meteorológico, em vez de uma verdadeira emergência de saúde pública.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791595]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Quem é Khalil al-Hayya, o novo líder do Hamas que Israel tentou matar há um ano?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 17:07:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[hamas]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Khalil al-Hayya]]></category>
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					<description><![CDATA[Khalil al-Hayya foi escolhido para liderar o movimento islamista palestiniano, sucedendo a Yahya Sinwar e derrotando nas eleições internas o histórico dirigente Khaled Meshaal]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sobreviveu a uma tentativa de assassínio atribuída a Israel, perdeu familiares em vários ataques israelitas e tornou-se uma das figuras mais influentes do Hamas durante a guerra em Gaza. Agora, Khalil al-Hayya foi escolhido para liderar o movimento islamista palestiniano, sucedendo a Yahya Sinwar e derrotando nas eleições internas o histórico dirigente Khaled Meshaal. </p>
<p>A eleição de al-Hayya, apontou o &#8216;France24&#8217;, representa uma mudança importante no equilíbrio interno do Hamas. Natural da Cidade de Gaza, mas atualmente baseado em Doha, no Qatar, o novo líder é considerado um dos principais arquitetos da estratégia política do grupo durante a guerra e mantém uma relação próxima com o regime iraniano, o principal aliado militar e financeiro do movimento.</p>
<p><strong>De negociador da guerra a líder do Hamas</strong></p>
<p>Nos últimos meses, Khalil al-Hayya foi o rosto das negociações indiretas para um cessar-fogo entre o Hamas e Israel, liderando os contactos com os mediadores internacionais.</p>
<p>Ao mesmo tempo, integrava o conselho de cinco dirigentes que assumiu a liderança do Hamas após a morte de Yahya Sinwar, morto pelas forças israelitas em 2024.</p>
<p>Segundo um alto responsável do Hamas citado pela AFP, al-Hayya foi eleito &#8220;por uma maioria esmagadora&#8221; e deverá assumir formalmente funções na próxima semana.</p>
<p>A eleição decorreu através de um processo altamente secreto, justificado pelo Hamas com as sucessivas operações israelitas que eliminaram vários dos seus principais dirigentes políticos e militares.</p>
<p><strong>Escapou a um ataque israelita em Doha</strong></p>
<p>O novo líder esteve muito perto de morrer em setembro de 2025, quando Israel tentou eliminar vários membros da direção do Hamas num ataque em Doha, capital do Qatar.</p>
<p>Al-Hayya sobreviveu, tal como Khaled Meshaal, mas o ataque matou várias pessoas, entre elas um dos seus filhos e o seu chefe de gabinete.</p>
<p>Foi apenas mais um episódio numa vida marcada pela violência.</p>
<p>Durante os anos 90 passou três anos em prisões israelitas e já tinha sobrevivido a outras duas tentativas de assassínio, em 2007 e 2014.</p>
<p>Também perdeu vários familiares em operações militares israelitas. Em 2007, um ataque contra a sua casa, no norte da Faixa de Gaza, matou a mulher e três dos seus filhos. Outro filho morreu num ataque israelita durante a atual guerra.</p>
<p><strong>Um dos fundadores do Hamas</strong></p>
<p>Nascido na Cidade de Gaza em 1960, Khalil al-Hayya cresceu numa família religiosa e estudou na Universidade Islâmica de Gaza.</p>
<p>Mais tarde concluiu um mestrado na Jordânia e um doutoramento em Direito Islâmico, no Sudão.</p>
<p>É considerado um dos fundadores do Hamas e desempenhou um papel político importante desde o início dos anos 2000.</p>
<p>Em 2006 liderou a bancada parlamentar do movimento depois da vitória eleitoral que acabaria por precipitar a rutura definitiva entre o Hamas e a Fatah, partido do presidente da Autoridade Palestiniana, Mahmoud Abbas.</p>
<p><strong>O homem que aproxima o Hamas do Irão</strong></p>
<p>Ao contrário de Khaled Meshaal, que defendia uma maior aproximação aos países árabes do Golfo, al-Hayya é visto como um dirigente muito próximo de Teerão.</p>
<p>Essa ligação ficou evidente ao longo da guerra, tendo sido recebido várias vezes pelas autoridades iranianas, incluindo pelo líder supremo Ali Khamenei.</p>
<p>A sua eleição é encarada por vários analistas como um sinal de que o Hamas pretende manter e reforçar a aliança estratégica com o Irão.</p>
<p>Ao mesmo tempo, continua a preservar relações com o Hezbollah, no Líbano, e com países como Qatar, Egito e Argélia.</p>
<p><strong>Um dirigente pragmático, mas defensor da luta armada</strong></p>
<p>Apesar da proximidade ao Irão, dirigentes do Hamas descrevem al-Hayya como um político pragmático, conservador e respeitado tanto pela ala política como pelos comandantes militares.</p>
<p>&#8220;Não se deixa levar facilmente&#8221;, resumiu um responsável do movimento citado pela AFP.</p>
<p>Ainda assim, nunca escondeu que considera a luta armada uma parte essencial da estratégia do Hamas.</p>
<p><strong>Um Hamas perante decisões decisivas</strong></p>
<p>Khalil al-Hayya assume a liderança numa altura particularmente delicada.</p>
<p>A guerra deixou Gaza devastada, as negociações para um cessar-fogo definitivo continuam bloqueadas e Israel insiste que o Hamas terá de abandonar o poder e entregar as armas para que exista uma solução política.</p>
<p>Entretanto, o movimento já anunciou que irá dissolver o atual conselho de liderança e iniciar uma profunda reorganização interna, processo que deverá arrancar nos próximos dias durante uma reunião do gabinete político em Istambul.</p>
<p>A eleição de al-Hayya poderá definir o rumo do Hamas numa das fases mais críticas da sua história, num momento em que o movimento tenta equilibrar a pressão militar israelita, as negociações internacionais e a influência crescente do Irão.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791590]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Carros abandonados, metro inundado e ruas submersas: as imagens do caos em Nova Iorque</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 16:34:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[cheias]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nova Iorque]]></category>
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					<description><![CDATA[Chuva caiu com tal intensidade que a água invadiu várias estações de metro de Nova Iorque e inundou ruas em diferentes bairros da cidade]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Chuva intensa, ruas transformadas em rios, estações de metro inundadas e carros abandonados em plena via. As imagens captadas este sábado em Nova Iorque e no estado vizinho de Nova Jérsia mostram a dimensão da tempestade que provocou inundações repentinas e fortes perturbações em toda a região. </p>
<p>As fortes chuvas, indicou a &#8216;BBC&#8217;, atingiram também partes do Connecticut, afetando toda a área metropolitana conhecida como Tri-State Area, onde milhares de pessoas enfrentaram cortes na circulação, atrasos e operações de resgate.</p>
<p>A chuva caiu com tal intensidade que a água invadiu várias estações de metro de Nova Iorque e inundou ruas em diferentes bairros da cidade.</p>
<p>Em algumas zonas, vários condutores foram obrigados a abandonar os veículos, incapazes de continuar a circular devido à rápida subida do nível da água.</p>
<p>Os serviços de emergência realizaram diversas operações de socorro para retirar pessoas presas em carros ou isoladas pelas inundações.</p>
<p><strong>Vídeos mostram a dimensão do caos</strong></p>
<p>As imagens partilhadas nas redes sociais tornaram-se rapidamente virais.</p>
<p>Nos vídeos é possível ver pessoas a atravessar ruas com água até aos joelhos, automóveis praticamente submersos e equipas de emergência a resgatar moradores em diferentes pontos da cidade.</p>
<p>Outras gravações mostram verdadeiras cascatas de água a entrarem pelas escadas das estações de metro, interrompendo a circulação em várias linhas.</p>
<p><strong>Aeroportos e eventos desportivos afetados</strong></p>
<p>A tempestade também teve impacto nos transportes aéreos.</p>
<p>Vários voos registaram atrasos e cancelamentos na véspera da final do Campeonato do Mundo, disputada em Nova Jérsia, complicando os planos de milhares de passageiros.</p>
<p>O mau tempo obrigou ainda ao cancelamento de diversos eventos desportivos, entre os quais o jogo de basebol entre os New York Yankees e os Los Angeles Dodgers, previsto para o Bronx.</p>
<p>As autoridades continuam a avaliar os danos provocados pela tempestade, enquanto mantêm o alerta para novas condições meteorológicas adversas na região.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">🚨 <a href="https://x.com/hashtag/WATCH?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#WATCH</a> | New York City: A truck driver is stranded on top of his vehicle after it became surrounded by floodwaters on the Long Island Expressway in Queens amid severe flooding.<a href="https://x.com/hashtag/NYC?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#NYC</a> <a href="https://x.com/hashtag/Queens?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#Queens</a> <a href="https://x.com/hashtag/Flood?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#Flood</a> <a href="https://t.co/lphaepKZOu">pic.twitter.com/lphaepKZOu</a></p>
<p>&mdash; Mukesh (@mksh_kgp) <a href="https://x.com/mksh_kgp/status/2079105866549375485?ref_src=twsrc%5Etfw">July 20, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
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<p lang="en" dir="ltr">𝐌𝐀𝐌𝐃𝐀𝐍𝐈 𝐏𝐔𝐒𝐇𝐄𝐒 𝐅𝐑𝐄𝐄 𝐁𝐀𝐁𝐘𝐒𝐈𝐓𝐓𝐈𝐍𝐆 𝐀𝐒 𝐍𝐘𝐂 𝐒𝐔𝐁𝐖𝐀𝐘𝐒 𝐅𝐋𝐎𝐎𝐃 𝐅𝐑𝐎𝐌 𝐁𝐀𝐒𝐈𝐂 𝐑𝐀𝐈𝐍</p>
<p>While New York City&#39;s subway system drowned under a Saturday storm, Mayor 𝐙𝐨𝐡𝐫𝐚𝐧 𝐌𝐚𝐦𝐝𝐚𝐧𝐢 spent the week rolling out a taxpayer-funded… <a href="https://t.co/0b9UyPJQ9U">pic.twitter.com/0b9UyPJQ9U</a></p>
<p>&mdash; M.A. Rothman (@MichaelARothman) <a href="https://x.com/MichaelARothman/status/2079008879153938797?ref_src=twsrc%5Etfw">July 20, 2026</a></p></blockquote>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791582]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Sobe para 121 número de portugueses e lusodescendentes mortos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 16:23:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[O duplo sismo que abalou a Venezuela em 24 de junho causou a morte a 121 portugueses e lusodescendentes, de acordo com o mais recente balanço avançado hoje pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) português.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O duplo sismo que abalou a Venezuela em 24 de junho causou a morte a 121 portugueses e lusodescendentes, de acordo com o mais recente balanço avançado hoje pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) português.</P><br />
<P>Entre os 121 cidadãos portugueses e lusodescendentes mortos, dos quais 98 eram adultos e 23 menores, 103 tinham também a nacionalidade venezuelana.</P><br />
<P>O MNE português referiu ainda que continuam desaparecidos 49 cidadãos portugueses.</P><br />
<P>O balanço anterior indicava 120 portugueses e lusodescendentes mortos.</P><br />
<P>O número de mortos no duplo sismo que atingiu a Venezuela há quase um mês subiu para 5.208, depois das autoridades terem contabilizado mais 89 óbitos, divulgou domingo o presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez.</P><br />
<P>Vários países, incluindo Portugal e outros Estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791558]]></sapo:autor>
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		<title>Semapa e setor energético seguram bolsa de Lisboa no &#8216;verde&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 16:22:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsa de Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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		<category><![CDATA[semapa]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa fechou hoje com ganhos ligeiros, com o PSI a subir 0,09% para 9.070,71 pontos, sustentada pelos ganhos da Semapa e das cotadas ligadas ao setor energético.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Lisboa fechou hoje com ganhos ligeiros, com o PSI a subir 0,09% para 9.070,71 pontos, sustentada pelos ganhos da Semapa e das cotadas ligadas ao setor energético. </P><br />
<P>Das 16 cotadas que integram o índice de referência nacional, sete fecharam em terreno positivo e as restantes nove no &#8216;vermelho&#8217;.</P><br />
<P>Nas restantes principais praças europeias, o alemão DAX subiu 0,06% e o francês CAC-40 avançou 0,02%, enquanto o britânico FTSE 100 perdeu 0,71% e o espanhol IBEX-35 desvalorizou 0,05%. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791575]]></sapo:autor>
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		<title>Ganhar o Mundial rende muito mais do que um troféu: Espanha pode encaixar milhares de milhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 16:21:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Mundial'2026]]></category>
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					<description><![CDATA[Triunfo por 1-0, decidido por um golo de Ferran Torres aos 106 minutos da final de domingo, garantiu à seleção espanhola o segundo título mundial da sua história, 16 anos depois da conquista na África do Sul]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A conquista do Campeonato do Mundo de futebol pode valer muito mais do que a glória desportiva. Além do prémio recorde de 50 milhões de dólares (43,7 milhões de euros) atribuído pela FIFA, especialistas estimam que a vitória de Espanha sobre a Argentina poderá dar um impulso de cerca de 4 mil milhões de euros à economia espanhola nos próximos meses. A análise foi divulgada pela &#8216;Euronews&#8217;, com base em estudos económicos e dados da FIFA.</p>
<p>O triunfo por 1-0, decidido por um golo de Ferran Torres aos 106 minutos da final de domingo, garantiu à seleção espanhola o segundo título mundial da sua história, 16 anos depois da conquista na África do Sul.</p>
<p><strong>O cheque da FIFA é apenas o começo</strong></p>
<p>A Federação Internacional de Futebol atribui ao campeão um prémio recorde de 50 milhões de dólares, acima dos 42 milhões pagos à Argentina após o Mundial de 2022.</p>
<p>Esse valor faz parte de um fundo total de prémios de 655 milhões de dólares distribuído pelas 48 seleções participantes.</p>
<p>Cabe agora à Federação Espanhola decidir quanto será repartido entre jogadores, equipa técnica e restante estrutura, sendo o remanescente destinado ao funcionamento da instituição e a programas de desenvolvimento do futebol.</p>
<p>Além disso, o Estado espanhol também arrecadará receitas fiscais. Segundo as estimativas citadas pela &#8216;Euronews&#8217;, cerca de 6 milhões de euros deverão entrar nos cofres públicos através dos impostos pagos pelos jogadores residentes em Espanha.</p>
<p><strong>O verdadeiro prémio pode chegar aos 4 mil milhões</strong></p>
<p>Mas o impacto mais significativo poderá surgir fora dos relvados.</p>
<p>Um estudo publicado em 2024 pelo economista Marco Mello, da Universidade de Aberdeen, concluiu que vencer um Campeonato do Mundo pode aumentar em pelo menos 0,48% o crescimento anual do PIB do país campeão durante os dois trimestres seguintes à final.</p>
<p>Aplicada à economia espanhola, atualmente avaliada em cerca de 1,69 biliões de euros, essa percentagem representa aproximadamente 4 mil milhões de euros de atividade económica adicional.</p>
<p>Segundo Pedro Santa Cruz, diretor da Freedom24 Iberia, o efeito não resulta apenas da euforia ou das celebrações, mas sobretudo do aumento das exportações.</p>
<p>O título mundial funciona como uma poderosa campanha de promoção internacional, reforçando a imagem do país e aumentando a procura pelos seus produtos e serviços nos mercados externos.</p>
<p><strong>Nem tudo o que parece é crescimento</strong></p>
<p>Durante o Mundial, os bares e restaurantes espanhóis registaram um aumento significativo da faturação.</p>
<p>Segundo dados da plataforma de pagamentos Square, as transações cresceram 36% durante os jogos da fase de grupos da seleção espanhola, chegando a atingir picos de 66% em Sevilha.</p>
<p>Ainda assim, os economistas alertam que este fenómeno nem sempre representa riqueza nova. Em muitos casos, trata-se apenas de consumo que é transferido de outros setores da economia.</p>
<p>Também as celebrações da conquista, que reuniram mais de um milhão de pessoas nas ruas de Madrid, deverão produzir um efeito semelhante: um aumento temporário da atividade económica, mas sem impacto estrutural.</p>
<p><strong>A história aconselha prudência</strong></p>
<p>Apesar das previsões otimistas, os especialistas lembram que o futebol não resolve os problemas económicos de um país.</p>
<p>A própria Espanha oferece um exemplo claro. Em 2010, quando conquistou o seu primeiro Mundial, o país enfrentava uma grave crise económica, com o desemprego próximo dos 20% e um sistema bancário que acabaria por necessitar de um resgate financeiro.</p>
<p>O troféu elevou o moral dos espanhóis, mas não alterou o rumo da economia.</p>
<p>O estudo de Marco Mello chega à mesma conclusão: embora vencer o Mundial possa gerar um impulso económico temporário, não existem provas de que produza efeitos duradouros no crescimento de um país.</p>
<p>Ganhar um Campeonato do Mundo continua, assim, a ser excelente para a imagem internacional e para a confiança dos consumidores. Mas, passada a festa, a economia volta inevitavelmente a depender dos mesmos fatores que sempre a fizeram crescer — ou abrandar.</p>
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