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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>&#8220;Ventura procura manter tudo sob controlo&#8221;: Politóloga prevê disputas intensas nas distritais do Chega, mas afasta ameaça à liderança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 07:15:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Chega]]></category>
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					<description><![CDATA[O Chega inicia este domingo, o primeiro fim de semana de eleições para as comissões políticas distritais, num processo que decorre também a 5 de julho e que representa o mais disputado da história interna do partido.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Chega inicia este domingo, o primeiro fim de semana de eleições para as comissões políticas distritais, num processo que decorre também a 5 de julho e que representa o mais disputado da história interna do partido. Apesar da multiplicação de candidaturas em distritos estratégicos como Lisboa, Porto, Braga, Santarém e Setúbal, a politóloga, docente universitária e investigadora do CIES-Iscte, Patrícia Calca, considera que esta competição interna deve ser encarada como uma consequência natural do crescimento da estrutura partidária e não como um sinal de rutura na liderança de André Ventura.</p>
<p>Em entrevista exclusiva à Executive Digest, Patrícia Calca defende que a atual fase corresponde ao processo normal de consolidação de um partido ainda recente. &#8220;Eu acho que é uma fase normal naquilo que é a própria dinâmica do partido&#8221;, afirma, embora ressalve que &#8220;isso não quer dizer que efetivamente vá haver grandes possibilidades de democracia interna&#8221;. A investigadora considera que o Chega continua a apresentar &#8220;uma dinâmica muito centralizada numa pessoa&#8221;, lembrando que, ao longo dos últimos anos, &#8220;de vez em quando aparece um ou outro membro do Chega a contestar, mas até agora isso tem sido abafado&#8221;.</p>
<p>Segundo a especialista, o próprio percurso de crescimento do partido ajuda a explicar as disputas que hoje chegam às urnas. &#8220;Além da natureza muito recente do Chega, além dos tópicos que abordam e da centralização do partido, há também toda uma estrutura que ainda não está muito sedimentada e que é própria do tempo&#8221;, refere. Acrescenta ainda que o partido &#8220;foi buscar contributos a várias linhas no país e muita gente que não tinha ligação formalizada à política&#8221;, motivo pelo qual &#8220;é normal que haja esta procura de estruturação&#8221;. Na sua perspetiva, o Chega atravessa atualmente &#8220;uma sedimentação a nível local&#8221;, semelhante ao percurso vivido por outras forças políticas, embora com características próprias devido à rápida expansão territorial conseguida nos últimos anos.</p>
<p>Apesar das disputas renhidas em várias distritais, Patrícia Calca afasta qualquer cenário de ameaça à liderança nacional. &#8220;Resumindo, eu acho que isto é natural que haja esta luta interna, mas eu acho que isto não vai colocar em causa a liderança do partido&#8221;, afirma. A politóloga entende que André Ventura continuará a desempenhar um papel determinante na gestão deste processo, mesmo mantendo uma posição pública de aparente neutralidade. &#8220;Tenho convicção, provada pelo comportamento do André Ventura, que ele procura sempre ter as coisas sob controlo&#8221;, sustenta. Para a investigadora, esse controlo &#8220;é um controlo de manutenção da parte dele, mas é mais do que isso&#8221;, correspondendo também &#8220;a uma procura muito concreta e ativa por manter alguma estabilidade no partido&#8221;.</p>
<p>Na análise da investigadora, essa necessidade de estabilidade resulta das fragilidades estruturais que acompanharam o nascimento do Chega. &#8220;Não havendo estrutura inicial, não havendo quadros iniciais&#8221;, recorda, &#8220;um partido deste só pode, entre aspas, ter este sucesso se realmente se centralizar num líder forte, num contexto difícil, de incerteza e quando há uma certa fadiga na população&#8221;. Patrícia Calca faz questão de reconhecer igualmente &#8220;os méritos políticos e estratégicos de André Ventura&#8221;, considerando que soube interpretar &#8220;a possibilidade de crescimento&#8221; do partido numa conjuntura favorável.</p>
<p>Questionada sobre a influência que estas eleições distritais poderão ter na estratégia nacional do Chega, a investigadora admite que a preservação da unidade constitui uma prioridade para a direção. &#8220;Esta tentativa de manutenção de alguma estabilidade é, obviamente, absolutamente necessária&#8221;, afirma. Ainda assim, lembra que os processos internos dos partidos permanecem, em grande medida, pouco transparentes para o exterior. &#8220;Nós sabemos sempre muito pouco sobre aquilo que é o processo, digamos, sobre a democracia interna dos partidos&#8221;, observa, acrescentando que &#8220;muitas vezes fazem parte dos próprios segredos do negócio&#8221;.</p>
<p>Patrícia Calca acredita, por isso, que as escolhas que saírem destas eleições continuarão a refletir a forte centralização da estrutura partidária. &#8220;No caso deste ciclo eleitoral ainda será a mais&#8221;, prevê, sustentando que André Ventura &#8220;deverá ter controlo sobre essas nomeações&#8221;, embora exista &#8220;algum diálogo local&#8221;, uma vez que &#8220;depois não se podem fazer os cozinhados sem os ingredientes que existem localmente&#8221;. Ainda assim, conclui que &#8220;a última palavra diria que é sempre de André Ventura&#8221;, reforçando que, na sua opinião, &#8220;é ainda bastante centralizado&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782259]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Teerão acusa Washington de violar de novo acordo de paz entre o Irão e os EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 06:59:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Teerão acusou hoje Washington de violar novamente o memorando de entendimento entre as duas partes para acabar a guerra, após novos bombardeamentos norte-americanos contra instalações na costa sul iraniana, e reafirmou a determinação de responder militarmente a qualquer agressão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Teerão acusou hoje Washington de violar novamente o memorando de entendimento entre as duas partes para acabar a guerra, após novos bombardeamentos norte-americanos contra instalações na costa sul iraniana, e reafirmou a determinação de responder militarmente a qualquer agressão.        </P><br />
<P>&#8220;Esses ataques selvagens, que constituem uma violação flagrante do parágrafo 4 do artigo 2 da Carta das Nações Unidas, bem como uma violação expressa da primeira cláusula do Memorando de Entendimento para acabar a guerra, demonstram que o regime americano não concede o menor valor nem credibilidade aos seus compromissos&#8221;, denunciou o ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano num comunicado.</P><br />
<P>Ao condenar os ataques aéreos lançados pelo Exército dos Estados Unidos no sábado à noite contra várias instalações de monitorização e vigilância situadas na costa sul do país, o ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão sustentou que &#8220;o não cumprimento dos acordos faz parte da natureza&#8221; de Washington.</P><br />
<P>Da mesma forma, lembrou as responsabilidades do Conselho de Segurança da ONU e do secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, para preservar a paz e a segurança internacionais e reiterou que a República Islâmica defenderá &#8220;a soberania nacional e a integridade territorial do Irão&#8221; face à &#8220;agressão militar dos Estados Unidos&#8221;, de acordo com o artigo 51 da Carta da ONU.</P><br />
<P>As novas acusações de Teerão ocorrem depois de os Estados Unidos terem lançado no sábado uma segunda série de bombardeamentos desde sexta-feira contra múltiplos objetivos militares iranianos.</P><br />
<P>A última ofensiva dos Estados Unidos ocorreu em resposta a um ataque com drones atribuído ao Irão contra um petroleiro que navegava pelo estreito de Ormuz, depois do qual o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a acusar no sábado Teerão de violar o acordo de cessar-fogo.</P><br />
<P>Numa mensagem publicada no Truth Social, Trump advertiu que Washington poderia intensificar a ofensiva militar se Teerão continuar com os ataques, a ponto de que a República Islâmica &#8220;deixará de existir&#8221;.</P><br />
<P>Mais tarde, a Guarda Revolucionária iraniana respondeu ao bombardeamento americano com o lançamento de drones e mísseis contra alvos no Kuwait e no Bahrein e advertiu que, a partir de agora, atuará &#8220;com maior firmeza do que antes&#8221; contra os navios que considerar infratores no estreito de Ormuz. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782753]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Sirenes de alerta aéreo voltam a soar em Bahrein</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 05:52:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério do Interior de Bahrein confirmou que as sirenes de alerta de ataque aéreo voltaram a soar no país, pela segunda vez durante a manhã de hoje.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Ministério do Interior de Bahrein confirmou que as sirenes de alerta de ataque aéreo voltaram a soar no país, pela segunda vez durante a manhã de hoje.</P><br />
<P>Horas antes, o ministério tinha pedido aos residentes do país, que alberga uma importante base naval dos Estados Unidos, que &#8220;mantivessem a calma e se dirigissem para o local seguro mais próximo&#8221;, após a primeira vez em que soaram as sirenes.</P><br />
<P>A diplomacia de Bahrein denunciou, num outro comunicado, o que chamou de &#8220;uma escalada perigosa que revela que o que Teerão está a fazer não é um ato passageiro, nem um incidente isolado&#8221;.</P><br />
<P>O Ministério dos Negócios Estrangeiros de Manama acusou o Irão de &#8220;uma abordagem deliberada e um padrão sistemático de agressão repetida contra a soberania do reino e a segurança dos seus cidadãos e residentes&#8221;.</P><br />
<P>A diplomacia de Bahrein apelou à convocação de uma sessão extraordinária do Conselho de Segurança das Nações Unidas e disse que a ofensiva representa uma &#8220;ameaça direta ao Conselho de Cooperação do Golfo&#8221;.</P><br />
<P>O Conselho reúne Omã, Arábia Saudita, Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Bahrein e Qatar.</P><br />
<P>Horas antes, também o exército do Kuwait tinha anunciado, num comunicado oficial, que as defesas aéreas do emirato estavam &#8220;a repelir ataques realizados por mísseis e drones hostis&#8221;, estava sob ataque de &#8220;mísseis e drones hostis&#8221;.</P><br />
<P>A Guarda Revolucionária do Irão reivindicou a responsabilidade pelos ataques aéreos contra Kuwait e Bahrein, em retaliação pelos ataques dos EUA em território iraniano, e prometeu uma &#8220;resposta implacável&#8221; a qualquer agressão futura.</P><br />
<P>A Guarda &#8220;destruiu oito importantes instalações militares norte-americanas na Base Aérea de Ali al-Salem, no Kuwait, e na Base Naval da Quinta Frota, em Port Salman, no Bahrein&#8221;, afirmou, em comunicado.</P><br />
<P>Os ataques foram lançados entre as 02:00 e as 03:00 (entre as 23:30 de sábado e as 00:30 de hoje em Lisboa), &#8220;numa resposta decisiva à recente agressão norte-americana&#8221;, disse a Guarda.</P><br />
<P>&#8220;Qualquer agressão inimiga, independentemente do pretexto, mesmo contra alvos insignificantes, será respondida com uma resposta implacável&#8221;, acrescentou o exército ideológico da República Islâmica.</P><br />
<P>Os EUA atacaram &#8220;vários alvos&#8221; no Irão, no sábado, em resposta a um ataque a um navio próximo do estreito de Ormuz.</P><br />
<P>De acordo com o Comando Central do Exército dos EUA, responsável pelo Médio Oriente, as forças norte-americanas efetuaram ataques aéreos contra &#8220;infraestruturas de vigilância militar iranianas, sistemas de comunicação, instalações de defesa aérea, instalações de armazenamento de drones e meios de colocação de minas&#8221;.</P><br />
<P>Os meios de comunicação iranianos noticiaram diversas explosões nas regiões de Sirik e Qeshm, no sul do país.</P><br />
<P>Os ataques ocorreram depois de o Irão ter atacado com um drone unidirecional o petroleiro Kiku, de bandeira panamiana, que transportava mais de dois milhões de barris de petróleo no estreito de Ormuz.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782752]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Síria: Israel afirma ter morto &#8220;vários terroristas armados&#8221; no sul do país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 05:24:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) afirmaram hoje ter morto "vários terroristas armados" no sul da Síria, no sábado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) afirmaram hoje ter morto &#8220;vários terroristas armados&#8221; no sul da Síria, no sábado.</P><br />
<P>&#8220;Ontem, as forças da Brigada Etzioni (&#8230;) eliminaram vários terroristas armados na zona de segurança no sul da Síria&#8221;, afirmou o exército israelita, num comunicado.</P><br />
<P>As IDF garantiram que &#8220;continuarão a operar na zona de segurança no sul da Síria e a eliminar qualquer ameaça aos cidadãos do Estado de Israel e às forças&#8221; militares israelitas.</P><br />
<P>O exército israelita ocupa uma &#8220;zona de segurança&#8221; no sul da Síria desde o final de 2024. Na quinta-feira, o ministro da Defesa, Israel Katz, declarou que Israel pretende manter as suas tropas ali &#8220;indefinidamente&#8221;, tal como no Líbano e na Faixa de Gaza.</P><br />
<P>Em 22 de junho, a ONU confirmou que a atividade militar de Israel no sul da Síria continua ativa, inclusive em violação ao Acordo de Separação de Forças de 1974.</P><br />
<P>Numa reunião do Conselho de Segurança da ONU sobre os desenvolvimentos políticos e humanitários na Síria, o enviado especial adjunto das Nações Unidas para território sírio, Claudio Cordone, explicou que as forças israelitas mantiveram a sua presença na área de separação e realizaram incursões quase diárias em partes do sul do país, estabelecendo postos de controlo temporários e realizando buscas e detenções de civis.</P><br />
<P>Alguns desses civis foram libertados após interrogatório pelas IDF, e outros, segundo os relatos recolhidos pela ONU, permanecem sob custódia israelita.</P><br />
<P>Cordone relatou igualmente restrições ao acesso de civis sírios e danos em terras agrícolas. </P><br />
<P>&#8220;O Governo sírio tem demonstrado contenção, ao mesmo tempo que sinaliza abertura a um acordo de segurança com Israel, embora não tenham sido alcançados progressos tangíveis até à data. As Nações Unidas na Síria estão a intensificar os seus esforços para satisfazer as necessidades da população afetada, no meio da contínua atividade militar israelita&#8221;, afirmou o enviado.</P><br />
<P>&#8220;Reiteramos veementemente o nosso apelo a Israel para que cumpra o Acordo de 1974, liberte os detidos ilegalmente e respeite a soberania e a integridade territorial da Síria&#8221;, instou.</P></p>
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		<title>Venezuela/Sismo: Menino de 11 anos encontrado vivo três dias após abalos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 04:55:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um rapaz de 11 anos foi resgatado com vida dos escombros em Caraballeda, no norte da Venezuela, três dias depois dos devastadores sismos que atingiram a região, anunciou a presidente interina do país, Delcy Rodríguez.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um rapaz de 11 anos foi resgatado com vida dos escombros em Caraballeda, no norte da Venezuela, três dias depois dos devastadores sismos que atingiram a região, anunciou a presidente interina do país, Delcy Rodríguez.</P><br />
<P>&#8220;Há poucos minutos, um rapaz de 11 anos foi resgatado com vida em Caraballeda. Neste momento, cada vida é uma fonte de esperança para a Venezuela&#8221;, escreveu Rodríguez na rede social X, numa mensagem acompanhada de um vídeo do resgate da criança.</P><br />
<P>O tempo está a esgotar-se para encontrar sobreviventes, mais de 72 horas após dois grandes sismos, na quarta-feira, que causaram pelo menos 1.430 mortos e 3.328 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</P><br />
<P>Pelo menos 17 países, incluindo Portugal e outros estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>&#8220;Em princípio, os corpos já não têm vida, mas graças a Deus, às vezes conseguimos encontrar sobreviventes&#8221;, disse um socorrista de El Salvador em Playa Grande, em La Guaira, uma cidade costeira perto de Caracas.</P><br />
<P>A Organização das Nações Unidas (ONU) estimou no sábado que quase sete milhões de pessoas foram afetadas pelos dois sismos.</P><br />
<P>Os danos causados estão estimados em quase sete mil milhões de dólares (seis mil milhões de euros), ou 6% do Produto Interno Bruto (PIB) do país, segundo a avaliação do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento.</P><br />
<P>Em Genebra, o responsável pela ajuda humanitária da ONU, Tom Fletcher, disse à agência de notícias France-Presse que mais de 50 mil pessoas estavam desaparecidas. O número de mortos deverá, por isso, &#8220;aumentar consideravelmente&#8221;, no contexto de &#8220;uma operação de resgate extremamente complexa&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Uma pista do aeroporto de Caracas foi reaberta e está a receber aviões vindos dos Estados Unidos com ajuda humanitária, anunciou um alto funcionário norte-americano no sábado.</P><br />
<P>Entre os mortos, há pelo menos 48 portugueses e lusodescendentes, e outros 83 estão desaparecidos ou incontactáveis.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo e foram seguidos por mais de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.</P></p>
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		<title>PS reúne hoje Comissão Nacional e inicia jornadas parlamentares sobre custo de vida</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 04:18:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O PS reúne hoje a Comissão Nacional para votar moções setoriais aceites no último Congresso, antes de iniciar, em Sintra, três dias de jornadas parlamentares dedicadas ao aumento do custo de vida.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O PS reúne hoje a Comissão Nacional para votar moções setoriais aceites no último Congresso, antes de iniciar, em Sintra, três dias de jornadas parlamentares dedicadas ao aumento do custo de vida.</P><br />
<P>A reunião do órgão máximo entre congressos começa às 14:00, num hotel no Centro de Lisboa, com uma intervenção aberta à comunicação social do secretário-geral do PS, José Luís Carneiro.</P><br />
<P>Esta Comissão Nacional terá como ponto único da ordem de trabalhos a &#8220;apreciação e votação das moções setoriais aceites nos termos regulamentares no 25.º Congresso Nacional&#8221;, que decorreu no final de março, em Viseu, o primeiro da era de José Luís Carneiro. </P><br />
<P>Apesar de terem sido apresentadas 50 moções setoriais ao Congresso, apenas 19 foram subscritas por um mínimo de 10% dos delegados eleitos e são consideradas válidas para discussão e votação.</P><br />
<P>De acordo com a convocatória, além dos membros da Comissão Nacional, foram igualmente convocados os primeiros subscritores das moções que não integrem este órgão, embora sem direito a voto.</P><br />
<P>Entre as 19 moções em discussão, estará a crítica da atual direção, intitulada &#8220;Socialismo com futuro&#8221; e que tem como primeiro subscritor o deputado Miguel Costa Matos, na qual se lamenta que o PS esteja em &#8220;cima do muro do &#8216;nim'&#8221; e numa posição indecisa, considerando ser preciso &#8220;sacudir a imagem de parceiro parlamentar do Governo&#8221; e afirmar os socialistas como alternativa.</P><br />
<P>Este sábado, o partido divulgou que a ex-eurodeputada Isabel Estrada Carvalhais vai integrar o Secretariado Nacional do PS, enquanto o deputado Pedro Coimbra, eleito presidente da Federação de Coimbra dos socialistas, está de saída da direção.</P><br />
<P>Depois da reunião da Comissão Nacional, o PS inicia ao fim da tarde, em Sintra, as suas jornadas parlamentares, sob o tema &#8220;Custo de Vida, o seu aumento e os seus impactos&#8221;, que decorrem até terça-feira, em 13 dos 18 concelhos da Área Metropolitana de Lisboa.</P><br />
<P>O arranque das jornadas será nas Festas de São Pedro, em Sintra, e a comitiva socialista contará com a presença do secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, e do presidente do Grupo Parlamentar, Eurico Brilhante Dias.</P><br />
<P>Em declarações aos jornalistas, no Parlamento, Eurico Brilhante Dias sublinhou que as jornadas realizam-se numa área metropolitana &#8220;onde se fazem sentir os fortes impactos do aumento do custo de vida&#8221;.</P><br />
<P>O PS vai focar-se &#8220;no aumento do custo de vida, que é aquilo que hoje mais preocupa aos portugueses&#8221;, disse Brilhante Dias, deixando críticas às opções do Governo perante o aumento dos preços.</P><br />
<P>&#8220;O país hoje, infelizmente, não está melhor. O impacto da Guerra do Médio Oriente e a forma como o Governo olha para essa guerra está a ter impacto nos bolsos dos portugueses&#8221;, frisou, acrescentando que o &#8220;Governo tem governado mal&#8221; e que &#8220;é preciso dar atenção a estes problemas e apresentar propostas&#8221;. </P><br />
<P>O PS espera que as jornadas sejam um &#8220;momento de aproximação&#8221; do Grupo Parlamentar do PS à realidade da Área Metropolitana de Lisboa e adiantou que servirão também para preparar o debate do Estado da Nação, dia 16 de julho.</P><br />
<P>No segundo dia das jornadas, os líderes do partido e da bancada começam o dia às 08:00, com uma viagem de comboio na Linha de Sintra, a que se seguirão visitas a Loures, Lisboa, Setúbal e Moita. </P><br />
<P>Também na segunda-feira, os deputados dividir-se-ão em cinco grupos focados em cinco áreas (mobilidade e transportes, habitação, saúde, economia e emprego, e impactos sociais), prevendo-se visitas a empresas, serviços públicos e instituições de solidariedade social.</P><br />
<P>Na terça-feira, serão apresentadas as conclusões das jornadas, estando também previsto um painel sobre o custo de vida com o antigo ministro das Finanças e ex-governador do Banco de Portugal Mário Centeno e a economista Susana Peralta, moderado pelo socialista António Mendonça Mendes.</P><br />
<P></P><br />
<P>TS (JF) // SF</P><br />
<P>Lusa / Fim</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782749]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: Áustria e Argélia qualificam-se e Messi volta a marcar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 04:07:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Áustria e a Argélia conquistaram no sábado as últimas duas vagas nos 16 avos de final do Mundial de futebol de 2026, ao empataram a três na terceira jornada do Grupo J, marcada por novo golo do argentino Lionel Messi.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Áustria e a Argélia conquistaram no sábado as últimas duas vagas nos 16 avos de final do Mundial de futebol de 2026, ao empataram a três na terceira jornada do Grupo J, marcada por novo golo do argentino Lionel Messi.</P><br />
<P>Em Kansas City, Marko Arnautovic (28 minutos), Marcel Sabitzer (55) e Sasa Kalajdzic (90+6) marcaram para os austríacos, enquanto Rafik Belghali (45) e Riyad Mahrez (60 e 90+3) faturaram para os africanos.</P><br />
<P>Os austríacos acabaram no segundo lugar, com quatro pontos, enquanto os argelinos seguiram em frente com um dos oito melhores terceiros, num resultado que impediu o apuramento do Irão.</P><br />
<P>No outro jogo, a já apurada Argentina venceu a já eliminada Jordânia por 3-1, com golos de Giovani Lo Celso (19 minutos), de livre direto, Lautaro Martínez (31), de penálti, e de Lionel Messi (80), também de livre direto, depois de ter entrado aos 60 &#8212; primeiro a marcar em sete jogos do Mundial seguidos.</P><br />
<P>Mousa Al Tamari marcou para os jordanos, aos 55 minutos, em Arlington.</P></p>
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		<title>Exército do Iraque lança operação contra &#8220;figuras políticas&#8221; em Bagdade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 03:48:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As forças de segurança do Iraque foram mobilizadas hoje na Zona Verde, um enclave de segurança no centro de Bagdade que alberga as embaixada estrangeiras, numa operação contra "figuras políticas", disse um responsável.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As forças de segurança do Iraque foram mobilizadas hoje na Zona Verde, um enclave de segurança no centro de Bagdade que alberga as embaixada estrangeiras, numa operação contra &#8220;figuras políticas&#8221;, disse um responsável.</P><br />
<P>A Zona Verde alberga diversas missões diplomáticas, instituições internacionais e gabinetes governamentais. Muitos altos funcionários e figuras políticas também residem lá.</P><br />
<P>Um oficial militar disse à agência de notícias France-Presse, que uma &#8220;operação teve como alvo várias figuras políticas em ligação com um caso de corrupção financeira, por ordem judicial&#8221;, acrescentando que a operação envolveu forças antiterroristas e o exército.</P><br />
<P>Nenhum comunicado oficial foi divulgado até ao momento.</P><br />
<P>A fonte, que pediu para não ser identificada, não adiantou mais pormenores nem os nomes dos alegadamente detidos.</P><br />
<P>Imagens que circulam nos canais locais da plataforma de mensagens Telegram mostram soldados em veículos pesados, como tanques, dentro da Zona Verde, incluindo dentro de um complexo e, num caso, dentro de uma habitação.</P><br />
<P>Estas operações de grande escala visavam prender altos funcionários iraquianos, vários dos quais tinham os seus nomes a circular nos meios de comunicação locais.</P><br />
<P>O novo primeiro-ministro do Iraque, Ali al-Zaidi, prometeu combater a corrupção e a má gestão que assolam o Iraque há décadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782747]]></sapo:autor>
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		<title>Chefe de gabinete do líder da Argentina demite-se face a escândalo de corrupção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 03:25:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Manuel Adorni, chefe de gabinete do Presidente da Argentina, Javier Milei, demitiu-se devido a um escândalo de corrupção, após uma denúncia de enriquecimento ilícito e branqueamento de capitais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Manuel Adorni, chefe de gabinete do Presidente da Argentina, Javier Milei, demitiu-se devido a um escândalo de corrupção, após uma denúncia de enriquecimento ilícito e branqueamento de capitais.</P><br />
<P>&#8220;Pela primeira vez desde 10 de dezembro de 2023, estou a ir contra os vossos desejos&#8221;, escreveu Adorni na carta de demissão que enviou a Milei, que publicou nas redes sociais, no sábado, referindo-se à data em que Milei assumiu o cargo.</P><br />
<P>&#8220;Obrigado por confiar sempre em mim e obrigado por me apoiar durante este processo injusto, doloroso e exaustivo para mim e para a minha família&#8221;, acrescentou Adorni.</P><br />
<P>A irmã e principal conselheira do Presidente, Karina Milei, agradeceu a Adorni pelo seu &#8220;trabalho incansável&#8221; e descreveu-o como um membro &#8220;íntegro, valioso e muito querido&#8221; do partido libertário.</P><br />
<P>Em 13 de maio, um procurador abriu um inquérito por alegado enriquecimento ilícito contra Francisco Adorni, irmão de Manuel Adorni.</P><br />
<P>De acordo com a imprensa local, o procurador federal Guillermo Marijuán iniciou a investigação contra Francisco Adorni após uma denúncia de enriquecimento ilícito e branqueamento de capitais.</P><br />
<P>Francisco Adorni trabalhou no Ministério da Defesa argentino desde 2014 até ao ano passado, quando foi eleito deputado no parlamento da província de Buenos Aires pelo partido de Javier Milei, La Libertad Avanza (LLA).</P><br />
<P>O processo judicial teve início com uma queixa apresentada pela deputada Marcela Pagano, ex-membro do LLA, que também apresentou queixas sobre as transações financeiras de Manuel Adorni, chefe da Casa Civil da Argentina.</P><br />
<P>Na denúncia contra Francisco Adorni, Pagano apontou para o aumento do património do então deputado provincial entre 2024 e 2025.</P><br />
<P>Um outro procurador está a investigar o chefe de gabinete de Milei, depois de queixas apresentadas nos últimos dois meses contra Manuel Adorni, referentes a despesas com a aquisição e renovação de imóveis e viagens de luxo ao estrangeiro com a família.</P><br />
<P>O escândalo que envolve o chefe de gabinete prejudicou a imagem do Governo e do próprio Milei, de acordo com várias sondagens de opinião pública, mas o Presidente tinha continuado a apoiar Manuel Adorni, um dos colaboradores mais próximos.</P><br />
<P>O chefe da Casa Civil da Argentina começou por insistir na sua inocência, durante semanas reiterou que não tinha cometido nenhum crime, embora recusando-se a dar explicações públicas sobre as transações financeiras.</P><br />
<P>Mas, com o aumento da pressão, no início de junho, admitiu ter comprado dólares no mercado negro argentino e escondido 500 mil dólares (440 mil euros) em poupanças das autoridades fiscais &#8212; uma infração tecnicamente ilegal, embora extremamente disseminada, na Argentina, um país propenso a crises, que em grande parte não é processada.</P><br />
<P>Adorni insistiu que o dinheiro foi ganho legitimamente, incluindo através de investimentos em criptomoedas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782746]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Ben Gvir classifica acordo Israel-Líbano como &#8220;grande erro&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 02:41:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Segurança Nacional de Israel, Itamar Ben Gvir, classificou o acordo com o Líbano como um "grave erro" e exigiu ao primeiro-ministro Benjamin Netanyahu uma votação para rejeitar o pacto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro da Segurança Nacional de Israel, Itamar Ben Gvir, classificou o acordo com o Líbano como um &#8220;grave erro&#8221; e exigiu ao primeiro-ministro Benjamin Netanyahu uma votação para rejeitar o pacto.</P><br />
<P>O ultraconservador anunciou no sábado que exigirá formalmente que Netanyahu convoque uma votação urgente no Executivo para rejeitar o acordo-quadro.</P><br />
<P>&#8220;Sim, por enquanto permanecemos na maior parte do território [libanês], mas o Estado libanês não desarmará o Hezbollah&#8221;, alertou Ben Gvir.</P><br />
<P>O ministro apontou para a influência da milícia xiita nas instituições de Beirute, referindo que &#8220;existem ministros do Hezbollah no Governo libanês&#8221;.</P><br />
<P>Ben Gvir, que afirmou estar a lutar contra este compromisso diplomático há semanas, insistiu que a acção militar é a única garantia real de segurança para Israel.</P><br />
<P>&#8220;Não se pode confiar no Líbano para retirar as armas do Hezbollah. Só os soldados das Forças de Defesa de Israel destruirão o Hezbollah; mais ninguém o fará por nós&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>Pouco depois, a imprensa estatal do Líbano disse que o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, felicitou o homólogo libanês, Joseph Aoun, pelo acordo alcançado, assegurando-lhe que Washington &#8220;não pouparia esforços&#8221; para salvaguardar a &#8220;soberania e independência&#8221; do Líbano.</P><br />
<P>Numa conversa por telefone, Aoun agradeceu à Casa Branca o apoio e afirmou que o Governo libanês assumiria a total responsabilidade pela implementação do acordo-quadro.</P><br />
<P>No entanto, solicitou formalmente que os Estados Unidos atuassem para &#8220;impedir violações do pacto&#8221; e instou Washington a &#8220;pressionar Israel para que concluísse a sua retirada dos territórios ocupados no sul&#8221;, permitindo assim o destacamento do exército libanês.</P><br />
<P>Também os partidos de oposição ao governo israelita de Benjamin Netanyahu criticaram o acordo entre Israel e o Líbano porque &#8220;não conseguirá desarmar&#8221; o grupo xiita Hezbollah.</P><br />
<P>Com eleições gerais previstas até outubro, e com Netanyahu a desejar uma reeleição, os líderes da oposição da esquerda, do centro e da direita criticaram o acordo do governo israelita com o Líbano porque &#8220;não vai desarmar o Hezbollah&#8221;, disse o líder do Partido dos Democratas e antigo chefe do Estado-Maior israelita, Yair Golán.</P><br />
<P>&#8220;Uma organização terrorista não se desarma só porque está escrito num papel&#8221;, escreveu nas redes sociais.</P><br />
<P>O líder do partido centrista Yashar!, Gadi Eisenkot, considerou que &#8220;o desarmamento do Hezbollah e a desmilitarização do sul do Líbano são objetivos difíceis de alcançar&#8221;.</P><br />
<P>Já o líder do partido Beyachad, Yair Lapid, criticou o acordo por não ter &#8220;um calendário para o desarmamento do Hezbollah&#8221; e por permitir a continuação das transferências de fundos do Irão para este grupo libanês.</P><br />
<P>Na sexta-feira, o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, anunciou que Israel e Líbano tinham assinado um acordo-quadro para preparar o caminho para a &#8220;paz e segurança duradouras&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782745]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Mundial2026: Portugal pode encontrar Espanha nos &#8216;oitavos&#8217; e França nas &#8216;meias&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 02:37:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal ficou a conhecer no sábado o seu possível caminho até à final do Mundial de futebol de 2026, que pode contemplar um confronto com a Espanha, nos 'oitavos', e um duelo com a França, nas meias-finais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Portugal ficou a conhecer no sábado o seu possível caminho até à final do Mundial de futebol de 2026, que pode contemplar um confronto com a Espanha, nos &#8216;oitavos&#8217;, e um duelo com a França, nas meias-finais.</P><br />
<P>Com o segundo lugar do Grupo K, depois do segundo empate em três jogos, com a líder Colômbia (0-0), a formação comandada pelo espanhol Roberto Martínez marcou, para já, encontro com a Croácia nos inéditos 16 avos de final.</P><br />
<P>O encontro está marcado para o Estádio BMO Field, em Toronto, no Canadá, na quinta-feira, 02 de julho, pelas 19:00 locais (00:00 de sexta-feira em Lisboa).</P><br />
<P>No caso de conseguir o apuramento, Portugal vai encontrar o vencedor do embate entre a Espanha e o segundo classificado do Grupo J, que será a Áustria ou a Argélia.</P><br />
<P>Esse embate fará a formação das &#8216;quinas&#8217; voltar aos Estados Unidos, para jogar em Arlington, em 06 de julho, uma segunda-feira, pelas 14:00 (20:00).</P><br />
<P>Quanto aos quartos de final, o adversário será, em teoria, mais acessível, pois sairá do quarteto constituído por Bélgica, Senegal, o coanfitrião Estados Unidos e Bósnia-Herzegovina.</P><br />
<P>O embate realiza-se em 10 de julho, uma sexta-feira, em Inglewood, pelas 12:00 (20:00).</P><br />
<P>No caso de chegar às meias-finais, e repetir os melhores desempenhos de sempre, o terceiro lugar da estreia, em 1966, e o quarto de 2006, são oito as possibilidades, entre as quais a bicampeã França e a tetracampeã Alemanha.</P><br />
<P>Países Baixos, Marrocos, Suécia, África do Sul, Paraguai e o coanfitrião Canadá são as outras hipóteses, para um encontro marcado para Arlington, no dia 14 de julho, uma terça-feira, às 14:00 (20:00).</P><br />
<P>Quanto à final de 19 de julho, um domingo, em East Rutherford, são 16 os possíveis oponentes, entre os quais Argentina, Brasil e Inglaterra.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782744]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>REPORTAGEM: Mundial2026: Portugal-Colômbia entrou no &#8216;cartaz&#8217; do Rock in Rio Lisboa</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/reportagem-mundial2026-portugal-colombia-entrou-no-cartaz-do-rock-in-rio-lisboa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 01:48:52 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[*** Joana Ramos Simões, da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Joana Ramos Simões, da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Lisboa, 28 jun 2026 (Lusa) &#8212; Milhares de pessoas acompanharam às primeiras horas de sábado, no recinto do Rock in Rio Lisboa, no Parque Tejo, o empate 0-0 entre Portugal e Colômbia para o Mundial2026 de futebol, após o concerto do &#8216;veterano&#8217; Rod Stewart.</P><br />
<P>A decisão pelo primeiro lugar no Grupo K, no embate entre a equipa das &#8216;quinas&#8217; e os &#8216;cafeteros&#8217;, foi um extra no cartaz do terceiro dia do 11.º Rock in Rio Lisboa, o &#8216;Legends Day&#8217; (&#8220;Dia das Lendas&#8221;, em português), que atraiu à &#8216;cidade do rock&#8217; um público composto maioritariamente por adultos.</P><br />
<P>Ao longo do dia, não era possível antever se muitas pessoas permaneceriam no recinto após a atuação do cabeça de cartaz, Rod Stewat, tendo em conta as poucas t-shirts, bandeiras, cachecóis e bonés alusivos à seleção portuguesa entre os milhares que estiveram no festival.</P><br />
<P>Carlos Gonçalves, envergando uma camisola e um cachecol de Portugal, era uma das exceções.</P><br />
<P>Com um grupo de amigos, todos do Norte, contou à Lusa que decidiu estar no 11.º Rock in Rio Lisboa &#8220;pelos concertos&#8221;, de Rod Stewart em particular, mas também dos Xutos &amp; Pontapés e de Cindy Lauper.</P><br />
<P>Por ser impossível chegarem a casa a tempo de ver o jogo de Portugal, decidiram permanecer na &#8216;cidade do rock&#8217; e assim aproveitar mais um pouco do &#8220;ambiente espetacular&#8221;.</P><br />
<P>Quanto ao desempenho português no Mundial, Carlos Gonçalves não escondeu a confiança, apesar da igualdade, que &#8216;atirou&#8217; a seleção comandada por Roberto Martínez para o segundo lugar: &#8220;Tem de dar [Portugal], não pode ser de outra forma&#8221;.</P><br />
<P>Também Mónica Ramalho, fã de Rod Stewart, que recebeu o bilhete do festival como presente de Natal de uma das filhas, acredita que este ano &#8220;vai dar Portugal&#8221;.</P><br />
<P>Resolveu ficar a acompanhar o jogo no Parque Tejo pelo apoio e por considerar importante &#8220;por Portugal&#8221;.</P><br />
<P>Já o casal Artur e Catarina Silva quiseram continuar a aproveitar durante mais algum tempo &#8220;um dia de diversão excelente&#8221;, em que viram ao vivo Rod Stewart &#8220;certamente pela última vez&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Estamos na companhia dos nossos portugueses, é diferente de estar em casa, e está um ambiente excelente&#8221;, disse Artur, à Lusa, mais um apoiante da seleção lusa que tem &#8220;confiança&#8221; num bom resultado neste 23.º Mundial.</P><br />
<P>Otimismo partilhado por Beatriz Ferreira: &#8220;eu acho que vai dar Portugal, temos de estar com a nossa equipa, que é uma das melhores do mundo&#8221;.</P><br />
<P>O facto de nunca ter visto um jogo num festival acabou por pesar na decisão de ficar na &#8216;cidade do rock&#8217; depois do concerto de Rod Stewart, que, verdadeiramente, a levou este ano ao festival.</P><br />
<P>&#8220;Temos aqui um ecrã gigante, o ambiente está muito divertido e é sempre bom ver Portugal num ambiente assim, cheio de gente ao ar livre, está espetacular&#8221;, partilhou com a Lusa.</P><br />
<P>Afonso Dantas, que a acompanhava, não mostrou tanta confiança, mas deixou um desejo: &#8220;esperemos que ganhemos o Mundial e sejamos campeões do mundo a primeira vez&#8221;.</P><br />
<P>Se é desta ainda não se sabe, mas uma coisa é certa, apesar do empate de hoje a zeros com a Colômbia, a seleção portuguesa continua na corrida, visto ter passado aos 16 avos de final.</P><br />
<P>O próximo jogo também vai ser disputado nas primeiras horas da madrugada, em Lisboa, na próxima sexta-feira, frente à Croácia, em Toronto, no Canadá.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782743]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Guarda Revolucionária ataca Kuwait e Bahrein em retaliação contra EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 01:43:07 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Guarda Revolucionária do Irão reivindicou hoje a responsabilidade por ataques aéreos contra Kuwait e Bahrein, em retaliação pelos ataques dos EUA em território iraniano, e prometeu uma "resposta implacável" a qualquer agressão futura.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Guarda Revolucionária do Irão reivindicou hoje a responsabilidade por ataques aéreos contra Kuwait e Bahrein, em retaliação pelos ataques dos EUA em território iraniano, e prometeu uma &#8220;resposta implacável&#8221; a qualquer agressão futura.</P><br />
<P>A Guarda &#8220;destruiu oito importantes instalações militares norte-americanas na Base Aérea de Ali al-Salem, no Kuwait, e na Base Naval da Quinta Frota, em Port Salman, no Bahrein&#8221;, afirmou, em comunicado.</P><br />
<P>Os ataques foram lançados entre as 02:00 e as 03:00 (entre as 23:30 de sábado e as 00:30 de hoje em Lisboa), &#8220;numa resposta decisiva à recente agressão norte-americana&#8221;, disse a Guarda.</P><br />
<P>&#8220;Qualquer agressão inimiga, independentemente do pretexto, mesmo contra alvos insignificantes, será respondida com uma resposta implacável&#8221;, acrescentou o exército ideológico da República Islâmica.</P><br />
<P>Horas antes, o exército do Kuwait tinha anunciado que o emirato estava sob ataque de &#8220;mísseis e drones hostis&#8221;, enquanto no Bahrein soaram sirenes de alerta aéreo.</P><br />
<P>&#8220;As defesas aéreas do Kuwait estão a repelir ataques realizados por mísseis e drones hostis&#8221;, escreveu o exército num comunicado oficial.</P><br />
<P>No Bahrein, país que alberga uma importante base naval norte-americana, soaram sirenes de alerta aéreo, segundo o Ministério do Interior, que pediu aos residentes que &#8220;mantivessem a calma e se dirigissem para o local seguro mais próximo&#8221;.</P><br />
<P>Os EUA atacaram &#8220;vários alvos&#8221; no Irão, no sábado, em resposta a um ataque a um navio próximo do estreito de Ormuz.</P><br />
<P>De acordo com o Comando Central do Exército dos EUA, responsável pelo Médio Oriente, as forças norte-americanas efetuaram ataques aéreos contra &#8220;infraestruturas de vigilância militar iranianas, sistemas de comunicação, instalações de defesa aérea, instalações de armazenamento de drones e meios de colocação de minas&#8221;.</P><br />
<P>Os meios de comunicação iranianos noticiaram diversas explosões nas regiões de Sirik e Qeshm, no sul do país.</P><br />
<P>De acordo com a emissora estatal iraniana IRIB, citando &#8220;uma fonte militar informada&#8221;, vários projéteis que atingiram uma torre de comunicações na cidade de Taherui.</P><br />
<P>A IRIB reportou ainda vários impactos em Masan, uma ilha na costa iraniana muito próxima do estratégica porto de Bandar Abbas.</P><br />
<P>Os ataques ocorreram depois de o Irão ter atacado com um drone unidirecional o petroleiro Kiku, de bandeira panamiana, que transportava mais de dois milhões de barris de petróleo no estreito de Ormuz.</P><br />
<P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou no sábado que o Irão &#8220;deixará de existir&#8221; se os EUA decidirem retomar a guerra contra o país, acusando Teerão de violar o cessar-fogo.</P><br />
<P>No sábado, o Governo do Bahrein indicou que foi atacado por &#8220;vários drones iranianos&#8221;, numa violação ao memorando de entendimento assinado entre o Irão e Estados Unidos, apesar de Teerão ter assegurado que o alvo eram &#8220;bases norte-americanas&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782742]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: Portugal empata com Colômbia e encontra Croácia nos &#8217;16 avos&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 01:35:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal terminou no sábado o Grupo K do Mundial2026 de futebol em segundo, ao empatar 0-0 com a líder Colômbia, na terceira jornada, e vai encontrar a Croácia na segunda fase, para a qual também avança a República Democrática do Congo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Portugal terminou no sábado o Grupo K do Mundial2026 de futebol em segundo, ao empatar 0-0 com a líder Colômbia, na terceira jornada, e vai encontrar a Croácia na segunda fase, para a qual também avança a República Democrática do Congo.</P><br />
<P>Em Miami, nos Estados Unidos, a equipa das &#8216;quinas&#8217; somou a segunda igualdade na 23.ª edição do campeonato do mundo, depois do 1-1 na estreia com os congoleses, terminando a &#8216;poule&#8217; no segundo posto, com cinco pontos, a dois dos colombianos.</P><br />
<P>A RD Congo qualificou-se como um dos melhores terceiros, com quatro pontos, ao vencer por 3-1, após reviravolta, com golos de Yoane Wissa, aos 68 e 90+1 minutos, o primeiro de grande penalidade, e Fiston Mayele, aos 78 minutos, depois de Eldor Shomurodov, aos 10, ter dado vantagem aos uzbeques, que concluem a estreia sem pontuar.</P><br />
<P>Portugal vai encontrar a Croácia, segunda classificada do Grupo L, em Toronto, no Canadá, às 00:00 de sexta-feira (horas em Lisboa), enquanto a Colômbia vai defrontar o Gana, de Carlos Queiroz, no dia seguinte, em Kansas City, nos Estados Unidos, e a RD Congo a Inglaterra, vencedora do Grupo L, na quarta-feira, em Atlanta.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782741]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Comerciantes temem demolição de El Junquito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 01:22:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Comerciantes e residentes em El Junquito, nas montanhas que unem Caracas com o Estado de La Guaira, disseram à Lusa estar preocupados com alegados planos de demolir todos os prédios do centro da povoação.</P><br />
<P>Os comerciantes, entre eles vários portugueses, explicaram no sábado que temem que a demolição se concretize, apesar de algumas propriedades não terem sofrido danos materiais, confirmando, no entanto, que alguns edifícios pequenos, casas e lojas foram parcialmente afetados, e que inclusive uma padaria de portugueses ruiu na totalidade.</P><br />
<P>&#8220;Fazemos um papelo aos engenheiros e a quem nos possa ajudar porque querem demolir toda a povoação e há edificações que são seguras, que não sofreram danos materiais. Queremos que alguém entendido nesta matéria nos dê a certeza se há que demolir ou não&#8221;, explicou uma lusodescendente.</P><br />
<P>Deisy Abreu precisou que não se trata penas de lojas, também de casas e lares, sublinhando que é muito desagradável que prédios que estão em boas condições, que não estão afetados, também tenham que ser desocupados simplesmente porque querem demolir.</P><br />
<P>No entanto a lusodescendente admitiu que para os proprietários &#8220;é legítimo aceitar que alguém, com documentos em mãos, prove que tudo terá deve ser demolido porque se trata de um barranco que causará problemas em uns anos&#8221;, sublinhando, no entanto, que nesse caso é preciso apoiar as famílias que vão ficar sem casa.</P><br />
<P>Deisy Abreu explicou que, junto da padaria de portugueses que ruiu, está a entrada do bairro La Toma, que deverá ser demolido e onde vivem mais de 30 famílias, que não querem deixar os lares porque foi onde viveram toda a vida.</P><br />
<P>&#8220;Esse lado é o que ficou mais afetado e é preciso ajudar essas pessoas, dar-lhes a segurança de um teto, que podem sair que não lhes faltará nada&#8221;, disse.</P><br />
<P>Por outro lado, disse que, dada a gravidade dos sismos que afetaram a Venezuela, &#8220;todos estão necessitados&#8221; e que veria com bons olhos qualquer ajuda da parte de Portugal.</P><br />
<P>&#8220;Sou filha de um português, o meu pai e os meus avós são da Madeira&#8221;, frisou.</P><br />
<P>A lusodescendente agradece a ajuda, em bens materiais, recebida nos últimos dias, mas mostrou-se preocupada sobre o que poderá acontecer em breve.</P><br />
<P>&#8220;Muita gente trouxe ajuda, mas o nosso medo é que essas ajudas terminem. Espero que no dia de amanhã quando as pessoas tiverem fome e não saibam o que fazer, que não se esqueçam de nós&#8221;, disse.</P><br />
<P>Por outro lado, Maria Esperanza González, explicou à Lusa que viveu toda a sua vida em El Junquito, onde já os seus pais tinham propriedades, que acredita não precisarem de ser demolidas.</P><br />
<P>&#8220;Estamos verdadeiramente preocupados e fazemos um apelo urgente, aos organismos governamentais, aos engenheiros, a que nos ajudem, que façam um estudo dos solos de cada um dos estabelecimentos, para que não haja atuações arbitrárias. Que com provas em mãos nos digam o que há ou não que demolir e como vamos resolver a questão dos estabelecimentos comerciais&#8221;, disse.</P><br />
<P>Explicou ainda que são fundadores da povoação turística e que, além das lojas, há também casas que não foram afetadas e pediu que se divulguem vídeos dos prédios que estão intactos.</P><br />
<P>&#8220;A situação mais complicada, do centro da população, é a padaria que ruiu por completo, num momento em que se encontravam pessoas na parte de cima, nas habitações e que teriam perdido a vida&#8221;, disse.</P><br />
<P>Segundo Maria Esperanza González, alguns comerciantes estão a abandonar as lojas, por temer sejam demolidas, ficando expostos à insegurança.</P><br />
<P>A comerciante Ana Pérez explicou à Lusa que há 20 anos que trabalha em El Junquito, sublinhando que tem dois estabelecimentos comerciais e mais de 25 empregados.</P><br />
<P>&#8220;Queremos manter as nossas lojas porque vivemos delas e dos turistas, e temos muitos empregados por nossa conta. Precisamos que nos deixem continuar a trabalhar&#8221;, disse.</P><br />
<P>Ana Pérez desabafou ainda que, três dias após os fortes sismos, El Junquito continua às escuras, sem abastecimento de eletricidade, pelo que em qualquer momento os produtos que as pessoas guardam no frigorífico vão-se estragar.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782739]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Kuwait atacado por &#8220;mísseis e drones hostis&#8221;, sirenes soam no Bahrein</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 00:54:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Kuwait está sob ataque de "mísseis e drones hostis", anunciou hoje o exército do emirado, enquanto no Bahrein soaram sirenes de alerta aéreo, após os Estados Unidos terem anunciado novos bombardeamentos contra o Irão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Kuwait está sob ataque de &#8220;mísseis e drones hostis&#8221;, anunciou hoje o exército do emirado, enquanto no Bahrein soaram sirenes de alerta aéreo, após os Estados Unidos terem anunciado novos bombardeamentos contra o Irão.</P><br />
<P>&#8220;As defesas aéreas do Kuwait estão a repelir ataques realizados por mísseis e drones hostis&#8221;, escreveu o exército num comunicado oficial.</P><br />
<P>No Bahrein, país que alberga uma importante base naval norte-americana, soaram sirenes de alerta aéreo, segundo o Ministério do Interior, que pediu aos residentes que &#8220;mantivessem a calma e se dirigissem para o local seguro mais próximo&#8221;.</P><br />
<P>Os EUA atacaram &#8220;vários alvos&#8221; no Irão, no sábado, em resposta a um ataque a um navio próximo do estreito de Ormuz.</P><br />
<P>De acordo com o Comando Central do Exército dos EUA (Centcom, na sigla em inglês), responsável pelo Médio Oriente, as forças norte-americanas efetuaram ataques aéreos contra &#8220;infraestruturas de vigilância militar iranianas, sistemas de comunicação, instalações de defesa aérea, instalações de armazenamento de drones e meios de colocação de minas&#8221;.</P><br />
<P>O Centcom afirmou que &#8220;o tráfego marítimo comercial no estreito de Ormuz continua&#8221; apesar dos novos ataques.</P><br />
<P>Os meios de comunicação iranianos noticiaram diversas explosões nas regiões de Sirik e Qeshm, no sul do país.</P><br />
<P>Estes ataques ocorreram depois de o Irão ter atacado com um drone unidirecional o petroleiro Kiku, de bandeira panamiana, que transportava mais de dois milhões de barris de petróleo no estreito de Ormuz.</P><br />
<P>De acordo com portais especializados, o Kiku partiu de um campo petrolífero do Qatar no meio do golfo Pérsico, no início da semana, e estava a caminho de um porto nos Emirados Árabes Unidos, localizado no golfo de Amã, do outro lado do estreito de Ormuz.</P><br />
<P>O navio estaria a tentar utilizar uma rota estabelecida perto da costa de Omã, que serve de alternativa à rota que passa por águas iranianas. </P><br />
<P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou no sábado que o Irão &#8220;deixará de existir&#8221; se os Estados Unidos (EUA) decidirem retomar a guerra contra o país, acusando Teerão de violar o cessar-fogo.</P><br />
<P>&#8220;Os aviões norte-americanos acabaram de atacar depósitos de mísseis e drones iranianos, bem como estações de radar costeiras, por violarem, MAIS UMA VEZ, o acordo de cessar-fogo!&#8221;, escreveu Trump, na rede social que detém, Truth Social.</P><br />
<P>&#8220;É muito provável que nunca aprendam! Pode chegar o momento em que já não possamos agir racionalmente e sejamos obrigados a concluir pela força militar a missão que tão bem começámos. Se isso acontecer, a República Islâmica do Irão deixará de existir!&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>No sábado, o Governo do Bahrein indicou que foi atacado por &#8220;vários drones iranianos&#8221;, numa violação ao memorando de entendimento assinado entre o Irão e Estados Unidos, apesar de Teerão ter assegurado que o alvo eram &#8220;bases norte-americanas&#8221;.</P></p>
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		<title>Irão: Trump afirma que país &#8220;deixará de existir&#8221; se EUA voltarem à guerra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 00:17:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que o Irão "deixará de existir" se os Estados Unidos (EUA) decidirem retomar a guerra contra o país, acusando Teerão de violar o cessar-fogo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que o Irão &#8220;deixará de existir&#8221; se os Estados Unidos (EUA) decidirem retomar a guerra contra o país, acusando Teerão de violar o cessar-fogo.</P><br />
<P>&#8220;Os aviões norte-americanos acabaram de atacar depósitos de mísseis e drones iranianos, bem como estações de radar costeiras, por violarem, MAIS UMA VEZ, o acordo de cessar-fogo!&#8221;, escreveu Trump no sábado, na rede social que detém, Truth Social.</P><br />
<P>&#8220;É muito provável que nunca aprendam! Pode chegar o momento em que já não possamos agir racionalmente e sejamos obrigados a concluir pela força militar a missão que tão bem começámos. Se isso acontecer, a República Islâmica do Irão deixará de existir!&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Os EUA atacaram &#8220;vários alvos&#8221; no Irão, no sábado, em resposta a um ataque a um navio próximo do estreito de Ormuz.</P><br />
<P>De acordo com o Comando Central do Exército dos EUA (Centcom, na sigla em inglês), responsável pelo Médio Oriente, as forças norte-americanas efetuaram ataques aéreos contra &#8220;infraestruturas de vigilância militar iranianas, sistemas de comunicação, instalações de defesa aérea, instalações de armazenamento de drones e meios de colocação de minas&#8221;.</P><br />
<P>O Centcom afirmou que &#8220;o tráfego marítimo comercial no estreito de Ormuz continua&#8221; apesar dos novos ataques.</P><br />
<P>Os meios de comunicação iranianos noticiaram diversas explosões nas regiões de Sirik e Qeshm, no sul do país.</P><br />
<P>Estes ataques ocorreram depois de o Irão ter atacado com um drone unidirecional o petroleiro Kiku, de bandeira panamiana, que transportava mais de dois milhões de barris de petróleo no estreito de Ormuz.</P><br />
<P>De acordo com portais especializados, o Kiku partiu de um campo petrolífero do Qatar no meio do golfo Pérsico, no início da semana, e estava a caminho de um porto nos Emirados Árabes Unidos, localizado no golfo de Amã, do outro lado do estreito de Ormuz.</P><br />
<P>O navio estaria a tentar utilizar uma rota estabelecida perto da costa de Omã, que serve de alternativa à rota que passa por águas iranianas. </P><br />
<P>Na sexta-feira, os EUA já tinham atacado &#8220;locais de armazenamento de mísseis e drones&#8221; e &#8220;localizações de radar costeiro&#8221; iranianos, porque Teerão tinha atacado um navio comercial que transitava pelo estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Esta troca de ofensivas ocorre apesar do acordo de Teerão com Washington para reabrir a via navegável como parte de um memorando de paz preliminar, assinado em 17 de junho, que estabeleceu um cessar-fogo e abriu um período de negociações para uma paz duradoura.</P><br />
<P>Antes da guerra, 20% do comércio mundial de hidrocarbonetos passava pelo estreito de Ormuz, que tem cerca de 30 quilómetros de largura entre o Irão e a Península Arábica.</P><br />
<P>Este estreito estratégico continua a ser um importante ponto de discórdia entre os dois lados, com Teerão a procurar agora impor taxas de trânsito, uma proposta categoricamente rejeitada por Washington. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782737]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mundial2026: Croácia vence Gana e apura-se para os 16 avos de final</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 23:07:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Croácia assegurou no sábado a qualificação para os 16 avos de final do Mundial2026 de futebol, ao vencer por 2-1 o também apurado Gana, de Carlos Queiroz, na terceira e última jornada do Grupo L.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Croácia assegurou no sábado a qualificação para os 16 avos de final do Mundial2026 de futebol, ao vencer por 2-1 o também apurado Gana, de Carlos Queiroz, na terceira e última jornada do Grupo L.</P><br />
<P>Em Filadélfia, nos Estados Unidos, Petar Sucic (31 minutos) e Nikola Vlasic (83) marcaram os golos dos croatas, que terminaram no segundo posto do grupo, com seis pontos, mais dois do que os ganeses, que ainda empataram por Derrick Luckassen (73) e acabam por seguir para a fase a eliminar como um dos oito melhores terceiros classificados.</P><br />
<P>A Inglaterra, que já estava apurada antes da derradeira ronda, confirmou o primeiro lugar do grupo, com sete pontos, impondo-se por 2-0 ao Panamá em East Rutherford, nos Estados Unidos, com golos de Jude Bellingham (62 minutos) e Hary Kane (67). Já o Panamá volta a despedir-se de um Mundial com um pleno de derrotas, tal como em 2018.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782732]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Número de portugueses e lusodescendentes mortos sobe para 48</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 22:59:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de portugueses e lusodescendentes mortos devido aos sismos na Venezuela subiu para 48, segundo um novo balanço divulgado hoje pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de portugueses e lusodescendentes mortos devido aos sismos na Venezuela subiu para 48, segundo um novo balanço divulgado hoje pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).</P><br />
<P>O MNE avança também que estão desaparecidos ou incontactáveis 83 portugueses ou lusodescendentes.</P><br />
<P>De acordo com os dados mais recentes do MNE, entre os 48 mortos, 41 são lusodescendentes, seis são portugueses e um tem nacionalidade portuguesa por casamento.</P><br />
<P>O anterior balanço, divulgado cerca das 17:00, referia 41 portugueses e lusodescendentes, incluindo seis crianças, entre as vítimas mortais do duplo sismo que atingiu a Venezuela na quarta-feira.</P><br />
<P>Os dois grandes sismos registados na Venezuela causaram pelo menos 1.430 mortos e 3.328 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</P><br />
<P>Segundo a ONU, mais de 50 mil pessoas estão desaparecidas.</P><br />
<P>Vários países, incluindo Portugal e outros estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>A base de operações da missão portuguesa de resposta aos sismos na Venezuela será instalada na localidade de Catia la Mar, em La Guaira, uma zona de grande concentração de portugueses e lusodescendentes.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo e foram seguidos por mais de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.</P><br />
<P></P><br />
<P>CMP/CFF // MCL</P></p>
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		<title>Processo de classificação digital dos exames nacionais &#8220;em fase de recuperação&#8221; &#8211; Governo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 22:39:15 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Júri Nacional de Exames começa a distribuir a partir de segunda-feira, "de forma gradual", as respostas das provas dos exames nacionais aos professores classificadores, "após algumas dificuldades técnicas", foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Júri Nacional de Exames começa a distribuir a partir de segunda-feira, &#8220;de forma gradual&#8221;, as respostas das provas dos exames nacionais aos professores classificadores, &#8220;após algumas dificuldades técnicas&#8221;, foi hoje anunciado.</P><br />
<P>Num comunicado divulgado no site do Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (EduQA), o Júri Nacional de Exames explica que o processo de preparação dos exames nacionais para a classificação digital está &#8220;em fase de recuperação, após algumas dificuldades técnicas&#8221;.</P><br />
<P>Este ano, uma das grandes novidades dos exames nacionais é a forma de avaliar as provas: Os alunos continuam a escrever as respostas à mão, mas as respostas são dadas em folhas específicas que são depois digitalizadas para que os professores corretores possam corrigir e avaliar na plataforma digital.</P><br />
<P>Fora deste novo modelo ficam apenas os exames de Geometria Descritiva A e de Desenho A, que não sofrem quaisquer alterações. </P><br />
<P>Na quarta-feira, a Federação Nacional de Professores tinha denunciado atrasos na atribuição de credenciais de acesso dos professores classificadores às provas do exame nacional de Português.</P><br />
<P>Em relação ao procedimento de classificação das provas, o Júri Nacional de Exames explica hoje que começa a distribuir respostas aos professores classificadores a partir de segunda-feira, &#8220;à medida que estas forem sendo processadas&#8221;.</P><br />
<P>A entidade assegura que &#8220;cada código de exame dispõe de um período de classificação equivalente ao habitual &#8212; tipicamente dez dias úteis &#8212;, mantendo-se o prazo final de classificação em 10 de julho&#8221;.</P><br />
<P>Segundo o Júri Nacional de Exames, as escolas e os professores envolvidos no processo de classificação &#8220;devem aguardar com tranquilidade novas informações relativas à disponibilização das respostas&#8221;.</P><br />
<P>A 1.ª fase dos exames nacionais decorreu entre 16 e 26 de junho, começando depois a 2.ª fase, entre 16 e 22 de julho.</P><br />
<P>As notas da 1.ª fase devem ser conhecidas a 14 de julho e, uma semana depois, a 20 de julho, começam as candidaturas para os alunos que pretendam prosseguir os estudos.</P><br />
<P>Os resultados das candidaturas serão divulgados a 23 de agosto.</P><br />
<P>As instituições de ensino superior públicas disponibilizaram, para o próximo ano letivo, 78.283 vagas, mais 1.465 do que no corrente.</P><br />
<P>Para o Regime Geral de Acesso estão reservadas 56.790 vagas, a que se somam as 21.493 disponibilizadas para os Regimes e Concursos Especiais.</P></p>
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