<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Executive Digest</title>
	<atom:link href="https://executivedigest.sapo.pt/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://executivedigest.sapo.pt</link>
	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Sat, 25 Jul 2026 11:08:18 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>Tribunal português declara ilícito despedimento em modelo de contratação internacional</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/tribunal-portugues-declara-ilicito-despedimento-em-modelo-de-contratacao-internacional/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/tribunal-portugues-declara-ilicito-despedimento-em-modelo-de-contratacao-internacional/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 11:08:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/tribunal-portugues-declara-ilicito-despedimento-em-modelo-de-contratacao-internacional/</guid>

					<description><![CDATA[O Juízo do Trabalho do Porto declarou ilícito o despedimento de um trabalhador contratado através de uma estrutura internacional de Employer of Record (EOR), modelo crescentemente utilizado por empresas estrangeiras para contratar trabalhadores em Portugal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Juízo do Trabalho do Porto declarou ilícito o despedimento de um trabalhador contratado através de uma estrutura internacional de Employer of Record (EOR), modelo crescentemente utilizado por empresas estrangeiras para contratar trabalhadores em Portugal.</P><br />
<P>Em declarações à agência Lusa, Eduardo Castro Marques, advogado do trabalhador, destaca que esta decisão &#8211; datada de inícios de julho &#8211; &#8220;confirma que a utilização de estruturas contratuais internacionais não coloca as empresas fora do alcance do direito do trabalho português&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Independentemente da designação adotada pelas partes, importa apurar quem beneficia da atividade do trabalhador, quem dirige o seu trabalho e quem toma as decisões fundamentais relativas à relação laboral&#8221;, enfatiza o advogado da Dower Law Firm.</P><br />
<P>Segundo a fonte, o trabalhador em causa tinha celebrado um contrato sem termo com a Deel Portugal, mas exercia funções exclusivamente para a tecnológica norte-americana Turing Enterprises, tendo o seu despedimento sido fundamentado numa alegada extinção do posto de trabalho.</P><br />
<P>Contudo, o tribunal concluiu que &#8220;os fundamentos apresentados eram genéricos e não permitiam ao trabalhador compreender nem contestar as razões invocadas, nem verificar se existia uma relação entre a alegada reestruturação e a cessação do contrato&#8221;.</P><br />
<P>Como resultado, declarou ilícito o despedimento, determinando a reintegração do trabalhador (sem prejuízo da possibilidade de este optar por uma indemnização) e o pagamento das retribuições vencidas desde novembro de 2024.</P><br />
<P>Eduardo Castro Marques nota que este processo &#8220;coloca em evidência uma realidade cada vez mais frequente no mercado de trabalho internacional&#8221;, podendo a decisão &#8211; proferida em despacho saneador e sem necessidade de julgamento &#8212; &#8220;assumir particular relevância num momento em que o trabalho remoto internacional e a contratação transfronteiriça se tornaram uma prática comum, sobretudo nos setores tecnológico e da inteligência artificial&#8221;.</P><br />
<P>O modelo &#8216;Employer of Record&#8217; é um modelo cada vez mais utilizado por empresas estrangeiras para contratar trabalhadores em Portugal sem constituírem uma entidade empregadora tradicional no país, permitindo que uma empresa celebre formalmente contratos de trabalho em nome de outra entidade que, na prática, organiza, dirige e beneficia da prestação laboral.</P><br />
<P>Nos últimos anos, centenas de empresas internacionais passaram a contratar trabalhadores portugueses para funções remotas através de plataformas especializadas em EOR, permitindo recrutar talento sem necessidade de abrir filiais locais.</P><br />
<P>Apesar da sua crescente utilização por multinacionais, sobretudo no contexto do trabalho remoto, o EOR não constitui uma figura jurídica autonomamente prevista no direito do trabalho português.</P><br />
<P>Para o advogado da Dower Law Firm, a decisão constitui &#8220;um sinal relevante para as empresas que recorrem a estas estruturas internacionais&#8221; e demonstra que a utilização de modelos contratuais internacionais não afasta a aplicação das regras nacionais de proteção no emprego.</P><br />
<P>&#8220;A crescente internacionalização do mercado de trabalho não significa que deixe de existir um empregador para efeitos da legislação portuguesa. Os tribunais continuarão a analisar quem dirige efetivamente o trabalho, quem beneficia da atividade do trabalhador e quem toma as decisões fundamentais sobre a relação laboral&#8221;, sustenta.</P><br />
<P>À medida que aumenta o recurso a plataformas globais de contratação, Castro Marques prevê que surjam novos litígios sobre a verdadeira configuração destas relações laborais, pelo que este tema &#8220;poderá ganhar crescente relevância nos próximos anos&#8221;.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/tribunal-portugues-declara-ilicito-despedimento-em-modelo-de-contratacao-internacional/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793845]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Vive até 400 anos: o tubarão nascido antes da Revolução Francesa que continua a desafiar a ciência</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/vive-ate-400-anos-o-tubarao-nascido-antes-da-revolucao-francesa-que-continua-a-desafiar-a-ciencia/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/vive-ate-400-anos-o-tubarao-nascido-antes-da-revolucao-francesa-que-continua-a-desafiar-a-ciencia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 11:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Gronelândia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[tubarão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=792179</guid>

					<description><![CDATA[Quando William Shakespeare morreu, em 1616, alguns dos tubarões-da-Gronelândia que hoje nadam nas águas geladas do Ártico já podiam estar vivos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando William Shakespeare morreu, em 1616, alguns dos tubarões-da-Gronelândia que hoje nadam nas águas geladas do Ártico já podiam estar vivos.</p>
<p>Quando começou a Revolução Francesa, em 1789, alguns continuavam lentamente a percorrer as profundezas do Atlântico Norte.</p>
<p>Sobreviveram ao aparecimento da máquina a vapor, ao nascimento da fotografia, à invenção do automóvel, às duas guerras mundiais, à chegada do Homem à Lua e à revolução digital.</p>
<p>Enquanto o mundo mudava a um ritmo vertiginoso, eles continuavam praticamente iguais, deslizando lentamente por um oceano escuro, frio e quase silencioso.</p>
<p>Parece ficção científica. Mas é um dos maiores mistérios da biologia moderna.</p>
<p>Segundo a &#8216;BBC&#8217;, o tubarão-da-Gronelândia é o vertebrado mais longevo conhecido no planeta e poderá viver cerca de 400 anos. Algumas estimativas apontam mesmo para uma longevidade entre os 300 e os 500 anos, embora os investigadores continuem a discutir qual será o verdadeiro limite da espécie.</p>
<p>Mais impressionante ainda é perceber que estes animais passam grande parte desse tempo quase escondidos da ciência.</p>
<p>Vivem em águas profundas do Atlântico Norte e do oceano Ártico, onde a luz mal chega, as temperaturas rondam os zero graus e a pressão esmagaria rapidamente um mergulhador.</p>
<p>É um mundo onde o tempo parece correr de forma diferente.</p>
<p>Talvez seja precisamente essa lentidão que explique porque continuam a desafiar tudo aquilo que sabemos sobre o envelhecimento.</p>
<p><strong>O tubarão de 150 anos que ainda era &#8220;jovem&#8221;</strong></p>
<p>Foi precisamente um destes gigantes discretos que, em abril deste ano, surpreendeu um grupo de investigadores na costa oeste da Irlanda.</p>
<p>Depois de uma tempestade, um enorme tubarão-da-Gronelândia apareceu morto numa praia do condado de Sligo.</p>
<p>Nunca tinha acontecido.</p>
<p>Era o primeiro exemplar da espécie a dar à costa naquele país, transformando imediatamente um episódio triste numa oportunidade científica praticamente irrepetível.</p>
<p>O animal media cerca de três metros e pesava mais de 200 quilos.</p>
<p>Para qualquer outra espécie de tubarão seria provavelmente um veterano.</p>
<p>Para esta, porém, era quase um adolescente.</p>
<p>Os investigadores calculam que teria aproximadamente 150 anos.</p>
<p>Por outras palavras, nasceu numa época em que a Rainha Vitória ainda não ocupava o trono britânico, Abraham Lincoln nem sequer era presidente dos Estados Unidos e os automóveis ainda não existiam.</p>
<p>Mesmo assim, ainda nem teria atingido plenamente o papel que mais interessa à sobrevivência da espécie.</p>
<p>&#8220;Atingiu agora a idade em que poderia começar a reproduzir-se e contribuir para o equilíbrio da população&#8221;, lamentou Emilie De Loose, bióloga marinha do Irish Whale and Dolphin Group, citada pela &#8216;BBC&#8217;.</p>
<p>É uma realidade difícil de imaginar.</p>
<p>Enquanto muitas espécies produzem descendência poucos anos depois de nascerem, o tubarão-da-Gronelândia demora mais de um século até atingir a maturidade sexual.</p>
<p>Perder um único indivíduo significa perder mais de cem anos de crescimento extremamente lento.</p>
<p>É também uma das razões pelas quais a espécie preocupa tanto os cientistas.</p>
<p><strong>Um animal maior do que o mistério</strong></p>
<p>Transportar o corpo daquele tubarão até um laboratório revelou-se uma operação quase tão difícil como estudá-lo.</p>
<p>Depois de coberto com algas para impedir que fosse destruído por gaivotas e outros animais, o cadáver permaneceu protegido até à chegada de um camião e de uma grua mobilizados pelo Museu Nacional da Irlanda.</p>
<p>Só então começou uma autópsia que poderá durar anos.</p>
<p>Nada foi desperdiçado.</p>
<p>Os investigadores recolheram amostras da pele, músculos, órgãos internos, coração, olhos e aparelho digestivo.</p>
<p>Cada tecido poderá responder a uma pergunta diferente.</p>
<p>Cada órgão poderá esconder uma pista sobre um dos maiores enigmas da natureza: como consegue um vertebrado sobreviver durante quatro séculos?</p>
<p>Mas a verdade é que, apesar de décadas de investigação, sabemos surpreendentemente pouco sobre estes gigantes.</p>
<p>Nem sequer os cientistas conseguem responder a perguntas básicas.</p>
<p>Onde acasalam? Onde nascem as crias? Quantos filhotes tem cada fêmea? Com que frequência se reproduzem? Quantos tubarões-da-Gronelândia existem atualmente?</p>
<p>A resposta para quase todas estas perguntas continua a ser exatamente a mesma.</p>
<p>Ninguém sabe.</p>
<p>&#8220;É incrível sabermos tão pouco sobre um animal tão grande e distribuído por uma área tão vasta&#8221;, resume Brynn Devine, especialista em biologia marinha da organização Oceans North.</p>
<p>Essa falta de conhecimento torna também muito mais difícil proteger a espécie.</p>
<p>Sem conhecer os locais onde se reproduz, as rotas migratórias ou o tamanho da população, torna-se quase impossível avaliar o verdadeiro impacto das capturas acidentais em redes de pesca ou das alterações climáticas sobre estes animais.</p>
<p><strong>Um predador improvável</strong></p>
<p>À primeira vista, nada naquele tubarão parece indicar que seja um caçador eficiente. Nada lentamente. Tem movimentos quase preguiçosos. Passa grande parte da vida nas profundezas.</p>
<p>Durante muito tempo acreditou-se que sobrevivia apenas graças às carcaças de baleias, peixes ou outros animais que encontrava no fundo do mar.</p>
<p>Mas a realidade parece ser bem mais surpreendente.</p>
<p>Os investigadores descobriram que também consegue capturar focas, apesar de estas serem muito mais rápidas.</p>
<p>Como?</p>
<p>Essa continua a ser outra pergunta sem resposta definitiva.</p>
<p>Alguns cientistas acreditam que aproveita a escuridão quase total do Ártico para surpreender animais adormecidos ou enfraquecidos.</p>
<p>Outros defendem que espera pacientemente até encontrar presas presas no gelo.</p>
<p>O certo é que este gigante lento continua a conseguir aquilo que, à partida, parecia impossível.</p>
<p>E talvez essa seja a melhor forma de resumir toda a espécie.</p>
<p>Quase tudo aquilo que faz parece contrariar aquilo que a ciência julgava saber.</p>
<p><strong>Um coração que continua a funcionar contra todas as probabilidades</strong></p>
<p>Se há um órgão que mais intrigou os investigadores durante a necrópsia, foi o coração.</p>
<p>Quando abriram a cavidade torácica, encontraram um órgão com cerca de 34 quilos – mais de cem vezes o peso de um coração humano.</p>
<p>À primeira vista, apresentava cicatrizes, algo perfeitamente normal num animal tão antigo.</p>
<p>O surpreendente era outra coisa.</p>
<p>Apesar desses sinais de desgaste, tudo indicava que continuava a funcionar normalmente. Estudos recentes sugerem mesmo que o tubarão-da-Gronelândia desenvolveu mecanismos biológicos que o tornam resistente aos efeitos do envelhecimento cardíaco que, noutros animais, acabam por provocar doenças e perda de capacidade.</p>
<p>Para os investigadores, esta poderá ser uma das pistas mais importantes para compreender a extraordinária longevidade da espécie.</p>
<p>Enquanto, nos seres humanos, o envelhecimento deixa marcas inevitáveis no sistema cardiovascular, este tubarão parece ter encontrado uma forma de continuar a funcionar apesar da passagem de séculos.</p>
<p>É precisamente essa capacidade de resistência que desperta o interesse da medicina.</p>
<p><strong>Uns olhos feitos para durar</strong></p>
<p>Durante décadas repetiu-se a mesma ideia: os tubarões-da-Gronelândia quase não viam.</p>
<p>A culpa era atribuída a pequenos parasitas que frequentemente se agarram aos olhos destes animais e que lhes conferem um aspeto esbranquiçado.</p>
<p>Mas afinal a história pode ser bem diferente.</p>
<p>Uma investigação publicada este ano concluiu que, apesar da idade extrema, as retinas permanecem praticamente intactas. As células responsáveis pela visão continuam saudáveis e especializadas para captar a reduzida luminosidade das profundezas do Ártico.</p>
<p>Os cientistas descrevem este sistema visual como uma verdadeira &#8220;câmara de baixa luminosidade&#8221;.</p>
<p>Ainda mais surpreendente é o facto de os parasitas terem um impacto muito menor na visão do que se pensava.</p>
<p>Enquanto a visão humana tende a degradar-se com a idade, o tubarão-da-Gronelândia parece conseguir preservar este sentido durante mais de um século – e, possivelmente, durante vários.</p>
<p>É mais um sinal de que o envelhecimento segue regras diferentes neste animal.</p>
<p><strong>O ADN poderá esconder o segredo</strong></p>
<p>Mas talvez a explicação esteja ainda mais profundamente escondida.</p>
<p>No ADN.</p>
<p>Os investigadores descobriram que alguns genes responsáveis pela reparação de danos genéticos permanecem particularmente ativos nesta espécie.</p>
<p>É um detalhe que pode parecer técnico, mas que desperta enorme entusiasmo.</p>
<p>Os danos acumulados no ADN estão associados ao envelhecimento em praticamente todos os animais.</p>
<p>Se o tubarão consegue reparar essas lesões de forma mais eficiente, poderá explicar porque envelhece tão lentamente.</p>
<p>Há ainda outra linha de investigação.</p>
<p>Os cientistas recolheram amostras musculares para estudar os telómeros, estruturas localizadas nas extremidades dos cromossomas e frequentemente associadas ao envelhecimento celular.</p>
<p>Nos seres humanos, estes tendem a encurtar ao longo da vida.</p>
<p>Perceber se acontece o mesmo num animal que vive quatro séculos poderá abrir novas portas para a investigação biomédica.</p>
<p><strong>Um gigante sobre o qual se sabe quase nada</strong></p>
<p>Paradoxalmente, quanto mais se estuda o tubarão-da-Gronelândia, maior parece tornar-se o mistério.</p>
<p>Apesar de ser um dos maiores tubarões do planeta, distribuído por uma vasta região do Atlântico Norte e do oceano Ártico, continua envolto em incógnitas.</p>
<p>Os cientistas nunca conseguiram identificar os locais onde a espécie acasala.</p>
<p>Também não sabem onde nascem as crias.</p>
<p>Até hoje foi observada apenas uma fêmea grávida, o que significa que nem sequer é possível estimar quantos filhotes tem cada gestação ou com que frequência se reproduz.</p>
<p>Essa falta de informação impede até responder a uma pergunta aparentemente simples.</p>
<p>Quantos tubarões-da-Gronelândia existem no planeta?</p>
<p>Ninguém sabe.</p>
<p>Sem esse conhecimento torna-se extremamente difícil avaliar se a espécie está verdadeiramente ameaçada ou quais as zonas que devem ser prioritárias para conservação.</p>
<p><strong>Um visitante raro que pode mudar a ciência</strong></p>
<p>O exemplar encontrado na Irlanda poderá ajudar a responder a algumas destas perguntas.</p>
<p>As lentes dos olhos serão utilizadas para determinar a idade através de datação por radiocarbono.</p>
<p>O coração, o fígado, a pele, o sistema digestivo e outros tecidos continuam a ser analisados em diferentes laboratórios.</p>
<p>Até o estômago, encontrado vazio, e o intestino, que revelava sinais de uma refeição recente, poderão fornecer pistas sobre a alimentação deste predador das profundezas.</p>
<p>Os investigadores não encontraram sinais evidentes de ferimentos provocados por redes de pesca ou colisões.</p>
<p>Tudo indica que o animal parecia saudável.</p>
<p>A causa da morte permanece um mistério.</p>
<p>E talvez continue assim durante muito tempo.</p>
<p><strong>Um sobrevivente de quatro séculos</strong></p>
<p>É difícil encontrar outro animal capaz de colocar o tempo em perspetiva como o tubarão-da-Gronelândia.</p>
<p>Quando muitos dos acontecimentos que hoje estudamos nos livros de História ainda estavam por acontecer, alguns destes gigantes já percorriam lentamente os mares gelados do norte.</p>
<p>Enquanto impérios nasceram e desapareceram, tecnologias transformaram o mundo e gerações inteiras se sucederam, eles continuaram quase invisíveis nas profundezas.</p>
<p>Talvez seja essa a maior lição desta espécie.</p>
<p>Nem sempre os maiores mistérios da natureza estão escondidos em criaturas raras ou exóticas.</p>
<p>Às vezes, escondem-se simplesmente onde quase ninguém consegue olhar.</p>
<p>E talvez, no coração de um tubarão que pode viver 400 anos, esteja uma das melhores pistas para compreender um dos maiores desafios da humanidade: porque envelhecemos.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/vive-ate-400-anos-o-tubarao-nascido-antes-da-revolucao-francesa-que-continua-a-desafiar-a-ciencia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792179]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Irão: Navio-tanque de bandeira moçambicana atacado em águas iranianas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/irao-navio-tanque-de-bandeira-mocambicana-atacado-em-aguas-iranianas/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/irao-navio-tanque-de-bandeira-mocambicana-atacado-em-aguas-iranianas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 10:57:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/irao-navio-tanque-de-bandeira-mocambicana-atacado-em-aguas-iranianas/</guid>

					<description><![CDATA[Um navio-tanque de gás de petróleo liquefeito (GPL) de bandeira moçambicana foi atacado em águas territoriais iranianas, mas os 28 tripulantes indianos que se encontravam a bordo estão em segurança, indicou a Embaixada da Índia em Teerão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um navio-tanque de gás de petróleo liquefeito (GPL) de bandeira moçambicana foi atacado em águas territoriais iranianas, mas os 28 tripulantes indianos que se encontravam a bordo estão em segurança, indicou a Embaixada da Índia em Teerão.</P><br />
<P>Em nota a que a Lusa teve acesso, a representação diplomática indiana refere que o navio DISHA (IMO 8818219) &#8220;foi alvo de um ataque em águas territoriais iranianas&#8221; na sexta-feira.</P><br />
<P>Acrescenta que a embarcação tem 28 tripulantes indianos a bordo e que mantém contacto próximo com as &#8220;autoridades competentes&#8221; e confirmou que todos se encontram em segurança.</P><br />
<P>O DISHA é um navio-tanque de GPL de bandeira moçambicana, construído em 1990, com 230 metros de comprimento e capacidade para transportar cerca de 50 mil toneladas de carga. É utilizado para transportar GPL (gás de petróleo liquefeito), um combustível amplamente utilizado em cozinhas domésticas, na indústria e na produção de energia.</P><br />
<P>A representação diplomática não avançou detalhes sobre as circunstâncias do ataque, a natureza dos danos sofridos pela embarcação ou a eventual existência de outros tripulantes de diferentes nacionalidades.</P><br />
<P>&#8220;A Embaixada continua a acompanhar a situação de perto e mantém contacto com as autoridades envolvidas&#8221;, refere ainda o comunicado.</P><br />
<P>Também não foram divulgadas informações sobre os autores do ataque nem sobre o local exato do incidente.</P><br />
<P>O Alto Comissário da ONU para os Direitos Humanos apelou hoje à retirada de cerca de seis mil marinheiros retidos no estreito de Ormuz, enquanto prossegue a ofensiva norte-americana contra o Irão e várias embarcações estão bloqueadas na zona.</P><br />
<P>&#8220;Apelo a todos os Estados e às partes envolvidas para que garantam urgentemente a proteção dos marinheiros retidos, o que inclui assegurar o acesso efetivo à assistência consular, aos abastecimentos e serviços essenciais, bem como facilitar os processos de retirada e de repatriamento&#8221;, afirmou a porta-voz de Volker Turk, Shabia Mantoo, numa conferência de imprensa em Genebra, Suíça.</P><br />
<P>O recrudescimento dos ataques entre os Estados Unidos e o Irão nas últimas semanas ditou o fracasso do memorando de entendimento que tinham negociado em junho, sob mediação do Paquistão.</P><br />
<P>O Comando Central dos Estados Unidos da América afirmou que os mais recentes bombardeamentos sobre várias regiões iranianas foram concebidos para &#8220;degradar ainda mais a capacidade do Irão de ameaçar os marinheiros civis e os navios comerciais que transitam pelas águas regionais&#8221;.</P><br />
<P>As autoridades norte-americanas querem pressionar o regime de Teerão de forma a retomar a livre navegação no estreito de Ormuz, rota estratégica por onde transitava um quinto do petróleo e gás mundial em tempo de paz.</P><br />
<P>Em retaliação aos mais recentes ataques norte-americanos, Teerão tem atacado países aliados dos Estados Unidos na região, como é o caso do Kuwait, Bahrein e Jordânia.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/irao-navio-tanque-de-bandeira-mocambicana-atacado-em-aguas-iranianas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793844]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ucrânia: 14 mortos mais de 10 feridos em ataques russos e ucranianos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-14-mortos-mais-de-10-feridos-em-ataques-russos-e-ucranianos/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-14-mortos-mais-de-10-feridos-em-ataques-russos-e-ucranianos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 10:39:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-14-mortos-mais-de-10-feridos-em-ataques-russos-e-ucranianos/</guid>

					<description><![CDATA[O presidente ucraniano denunciou hoje que seis pessoas morreram e 10 ficaram feridas em ataques da Rússia ao país desde sexta-feira enquanto as autoridades russas acusam a Ucrânia de ter provocado a morte de oito pessoas em Zaporijia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente ucraniano denunciou hoje que seis pessoas morreram e 10 ficaram feridas em ataques da Rússia ao país desde sexta-feira enquanto as autoridades russas acusam a Ucrânia de ter provocado a morte de oito pessoas em Zaporijia.</P><br />
<P>De acordo com a agência de notícias espanhola Efe, Volodymyr Zelenski, através da sua conta de Telegram, lamentou as três vítimas mortais registadas na cidade oriental de Sloviansk, num bombardeamento russo contra edifícios residenciais civis e condenou outras três mortes ocorridas em Sumi, no norte do país, num ataque com drones a uma filial da empresa postal Nova Post.</P><br />
<P>&#8220;Mais de 10 edifícios residenciais ficaram danificados por um bombardeamento russo em Sloviansk na tarde e noite de sexta-feira&#8221;, precisou Zelenski, citado pela Efe.</P><br />
<P>O chefe de Estado ucraniano acusou ainda a Rússia de atingir alvos civis.</P><br />
<P>A efe refere ainda que, segundo a Força Aérea da Ucrânia, as defesas antiaéreas ucranianas abateram 127 drones e um míssil num ataque ocorrido de madrugada, no qual a Rússia utilizou 159 sistemas não tripulados.</P><br />
<P>&#8220;O inimigo atacou com dois mísseis Kh-59/69, mísseis guiados lançados do ar sobre o Mar Negro, e 157 drones&#8221;, indicou a Força Aérea ucraniana no Telegram, cita a Efe.</P><br />
<P>Por outro lado, segundo Associated Press (AP), que cita autoridades russas, a Ucrânia atacou estâncias turísticas na região de Zaporijia, parcialmente ocupada pela Rússia, matando oito pessoas.</P><br />
<P>Entre as oito pessoas mortas no ataque às estâncias turísticas encontravam-se duas crianças, segundo apontou o governador regional nomeado pelo Kremlin, Yevgeny Balitsky, acrescentando que 14 pessoas ficaram feridas.</P><br />
<P>Sobre o ataque russo em Sumi, que a Ucrânia afirmou terem atingido instalações da de uma empresam privada de correios, o Ministério da Defesa da Rússia afirmou ter atacado um &#8220;local de armazenamento e lançamento&#8221;.</P><br />
<P>Ainda em Zaporijia, a AP cita autoridades regionais e refere que um ataque com drones russos na noite de sexta-feira atingiu um centro comercial, provocando um incêndio que se alastrou por uma área de 500 metros quadrados e feriu várias pessoas.</P><br />
<P>Também na sexta-feira, um grande ataque russo a um local onde decorria um evento da indústria de defesa perto de Kiev matou pelo menos 10 pessoas e feriu quase 100 outras.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-14-mortos-mais-de-10-feridos-em-ataques-russos-e-ucranianos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793843]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>PM espanhol diz que a prioridade é salvar vidas e só depois combater o fogo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/pm-espanhol-diz-que-a-prioridade-e-salvar-vidas-e-so-depois-combater-o-fogo/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/pm-espanhol-diz-que-a-prioridade-e-salvar-vidas-e-so-depois-combater-o-fogo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 10:31:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/pm-espanhol-diz-que-a-prioridade-e-salvar-vidas-e-so-depois-combater-o-fogo/</guid>

					<description><![CDATA[O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, disse hoje após uma visita à zona afetada pelos incêndios em redor de Madrid que a prioridade é salvar a vida dos cidadãos e em última instância combater os incêndios.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, disse hoje após uma visita à zona afetada pelos incêndios em redor de Madrid que a prioridade é salvar a vida dos cidadãos e em última instância combater os incêndios.</P><br />
<P>&#8220;A nossa prioridade, o nosso foco, o nosso objetivo é salvaguardar a vida dos cidadãos, proteger os centros populacionais e, em última instância, combater os incêndios&#8221;, disse Sánchez, sublinhando que a situação &#8220;continua complexa&#8221; devido à incerteza da direção e intensidade do vento e à possibilidade de tempestades secas.</P><br />
<P>Em declarações à imprensa após visitar a zona afetada pelo fogo na Serra Ocidental da Comunidade de Madrid, onde participou na reunião do Comité Estatal de Coordenação e Gestão do Plano de Emergência do Estado, Pedro Sánchez anunciou que os incêndios na Comunidade de Madrid e em Ávila serão tratados como um só e o comando de emergência será unificado a partir de agora.</P><br />
<P>O chefe da Unidade Militar de Emergência (UME), general Francisco Javier Marcos, explicou que a decisão de unificar o comando foi sua e que a tomou para gerir conjuntamente os incêndios e &#8220;ganhar tempo&#8221;, salientando ainda que a zona de San Martín de Valdeiglesias &#8220;provavelmente&#8221; será evacuada.</P><br />
<P>Sánchez anunciou ainda que o centro de comando aceitou o destacamento de mais de 100 unidades do Exército português para combater o incêndio na província de Ávila. </P><br />
<P>O primeiro-ministro espanhol alertou que 130 mil hectares já foram consumidos pelos incêndios florestais em 2026, insistindo na necessidade de um acordo nacional contra as alterações climáticas.</P><br />
<P>&#8220;Se já tivemos 130 mil hectares queimados este ano, e ainda temos uma boa parte do verão pela frente e, obviamente, outros meses como setembro, tão críticos na nossa história em relação aos incêndios florestais, veremos que a emergência climática está a agravar-se cada vez mais&#8221;, alertou.</P><br />
<P>Sánchez realçou que este número, que inclui apenas os meses do ano até à data, supera a média anual da última década, que é de 100 mil hectares. </P><br />
<P>Uma crise climática que, enfatizou, também supera &#8220;muitas previsões científicas&#8221; e exige maior &#8220;capacidade de resposta&#8221;, esforços de prevenção e &#8220;consciencialização entre os cidadãos e as instituições públicas&#8221;.</P><br />
<P>Ainda assim, Sánchez reiterou o seu apelo a um pacto nacional contra a emergência climática e para que &#8220;todas as instituições públicas&#8221; deem ouvidos à ciência.</P><br />
<P>&#8220;Infelizmente, se a ciência nos diz alguma coisa, é que estas temperaturas, estes fenómenos climáticos, estão a tornar-se mais intensos, mais severos e têm um impacto cada vez maior na nossa biodiversidade e no quotidiano de inúmeros cidadãos&#8221;, acrescentou. </P><br />
<P>Estes incêndios florestais na região de Madrid já foram classificados pelas autoridades da capital como &#8220;os piores da história&#8221;.</P><br />
<P>Mais de 63.000 pessoas foram já retiradas de casa ou confinadas por causa dos incêndios que desde quinta-feira afetam a serra oeste de Madrid e Ávila, na região vizinha de Castela e Leão.</P><br />
<P>A maioria das pessoas afetadas, cerca de 50.000, é proveniente dos municípios da serra ocidental de Madrid, enquanto cerca de 13.000 são da zona de Ávila, atingida por incêndios que se receia que venham a unir-se em algum momento e criem uma frente única.</P><br />
<P>O governo regional de Madrid disse hoje de manhã que 2.044 pessoas se mantêm fora de casa e estão em espaços como escolas ou pavilhões até poderem regressar às suas habitações.</P><br />
<P>Na sexta-feira, a presidente do governo autonómico, Isabel Díaz Ayuso, afirmou que a região autónoma de Madrid estava a enfrentar &#8220;o pior incêndio da história&#8221; e Carlos Novillo, conselheiro do governo regional de Madrid, disse que o fogo estava &#8220;no auge&#8221; e que nesta fase era &#8220;impossível extinguir&#8221;.</P><br />
<P>Hoje, após os trabalhos de combate no terreno durante a noite e madrugada, e coincidindo com uma descida das temperaturas e do vento, a intensidade dos fogos próximos de Madrid diminuiu significativamente, disseram as autoridades.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/pm-espanhol-diz-que-a-prioridade-e-salvar-vidas-e-so-depois-combater-o-fogo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793842]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Tem um churrasco ou uma sardinhada? Estes são os 20 vinhos portugueses que vai querer ter por perto</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/tem-um-churrasco-ou-uma-sardinhada-estes-sao-os-20-vinhos-portugueses-que-vai-querer-ter-por-perto/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/tem-um-churrasco-ou-uma-sardinhada-estes-sao-os-20-vinhos-portugueses-que-vai-querer-ter-por-perto/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 10:30:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Clube de Vinhos Portugueses]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[verão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=792961</guid>

					<description><![CDATA[Seleção de 20 vinhos portugueses feita pelo Clube de Vinhos Portugueses destaca referências de diferentes regiões e castas, incluindo brancos vibrantes, rosés elegantes, espumantes e até tintos leves, que podem ser servidos ligeiramente refrescados]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O verão de 2026 pede vinhos frescos, leves e fáceis de partilhar. Com as temperaturas mais elevadas, a acidez, o perfil frutado e a leveza assumem-se como algumas das principais características a procurar na escolha de um vinho para os meses mais quentes.</p>
<p>Uma seleção de 20 vinhos portugueses feita pelo Clube de Vinhos Portugueses destaca referências de diferentes regiões e castas, incluindo brancos vibrantes, rosés elegantes, espumantes e até tintos leves, que podem ser servidos ligeiramente refrescados. A lista resulta de provas e experiências de harmonização realizadas em diferentes circunstâncias e não pretende estabelecer um ranking entre os vinhos selecionados.</p>
<p>Entre as sugestões estão referências de regiões como Vinhos Verdes, Douro, Alentejo, Bairrada, Dão, Trás-os-Montes e Algarve.</p>
<p>1. Soalheiro Alvarinho — Vinhos Verdes</p>
<p>Produzido na região de Monção e Melgaço, apresenta intensidade aromática, notas de maracujá e pêssego e uma mineralidade vibrante. É uma opção indicada para acompanhar marisco, sapateira e os longos dias de verão.</p>
<p>2. Cabrita Wines Tinto Negra Mole — Algarve</p>
<p>Frutado e delicado, com notas de morango e romã, destaca-se pela acidez e pelo final umami. É um tinto de corpo leve que pode ser servido ligeiramente fresco, acompanhando churrascos ao final da tarde ou pratos de peixe mais intensos.</p>
<p>3. Vinho Pipa do Canto Branco — Vinhos Verdes</p>
<p>Com notas de limão, toranja e um delicado toque floral, apresenta uma acidez crocante e um final elegante. É indicado para saladas, petiscos, churrascos e sardinhas assadas, mas também para momentos descontraídos junto ao mar.</p>
<p>4. Quinta dos Nogueirões Vinho Rosé Identity — Douro</p>
<p>Elegante, com notas de framboesa e flores brancas e um final seco e persistente. A estrutura duriense combina com a leveza procurada no verão e acompanha pratos de massa com marisco, paella ou churrascos.</p>
<p>5. Herdade Vale d’Évora A 10.ª Discórdia 2 Colheitas Arinto — Alentejo</p>
<p>A casta Arinto confere-lhe tensão e frescura, com notas minerais e cítricas bem marcadas. A acidez torna-o uma escolha natural para acompanhar sardinhas assadas e outros pratos mais gordurosos.</p>
<p>6. Filipa Pato 3B Rosé Espumante — Bairrada</p>
<p>Com frutos silvestres, uma ligeira nota de fermento, bolha crocante e final seco, destaca-se pela versatilidade. Pode acompanhar leitão assado e pratos fritos ou ser servido simplesmente ao pôr do sol.</p>
<p>7. Terras de Mogadouro Gewürztraminer Branco 2021 — Trás-os-Montes</p>
<p>Exuberante e aromático, apresenta notas de lichia e rosas, com volume e frescura associados à altitude de 800 metros. É uma opção para pratos asiáticos leves, sushi e saladas de verão com fruta.</p>
<p>8. Vadio Tinto — Bairrada</p>
<p>Com notas de cereja fresca, especiarias leves, taninos finos e acidez marcada, é um exemplo de tinto que pode brilhar no verão quando servido a cerca de 14 graus. Combina com atum assado, bacalhau e carnes brancas.</p>
<p>9. Quinta da Madre de Água Branco Encruzado — Dão</p>
<p>Estruturado e fresco, apresenta fruta de caroço, um ligeiro perfil mineral e uma acidez elegante. É indicado para refeições mais prolongadas, acompanhando peixes no forno, carnes brancas grelhadas e queijos de pasta mole.</p>
<p>10. Pipa do Canto Rosé — Vinhos Verdes</p>
<p>Com frutos vermelhos frescos e uma leveza de inspiração atlântica, destaca-se pelo equilíbrio e pela capacidade refrescante. É uma escolha para aperitivos, saladas e encontros familiares.</p>
<p>11. Casa da Urra Branco — Alentejo</p>
<p>Com fruta tropical madura, um toque floral e uma frescura surpreendente para a região, é um branco equilibrado e acessível. Pode acompanhar petiscos, amêijoas à Bulhão Pato e refeições em família.</p>
<p>12. Niepoort Diálogo Branco — Douro</p>
<p>Mineral, cítrico e leve, sem peso de madeira, privilegia a frescura e a facilidade de prova. É indicado para saladas de polvo, peixe grelhado e pratos vegetarianos.</p>
<p>13. Vinho Espumante PGA Branco — Bairrada</p>
<p>Apresenta bolha fina, notas de maçã verde, ligeiros aromas de panificação e uma acidez incisiva. É uma opção para momentos de celebração, mas também para acompanhar ostras e mariscos.</p>
<p>14. Casa da Urra Tinto — Alentejo</p>
<p>Com fruta vermelha compotada, taninos macios e um final redondo, adapta-se às noites de verão, sobretudo quando a temperatura começa a descer. É sugerido para carnes grelhadas, enchidos e pratos tradicionais.</p>
<p>15. Anselmo Mendes Contacto Alvarinho — Vinhos Verdes</p>
<p>Com citrinos maduros, notas de pedra molhada e um ligeiro amargo final, apresenta estrutura e frescura suficientes para acompanhar pratos mais intensos, como sardinhas assadas, peixes gordos e caldeiradas.</p>
<p>16. Quinta Nova Pomares Rosé — Douro</p>
<p>De cor salmão aberta, apresenta notas de groselha, perfil floral e um final tenso. É um rosé seco e sofisticado, indicado para sushi, carpaccios e pratos de inspiração mediterrânica.</p>
<p>17. Quinta dos Nogueirões Branco Sauvignon Blanc — Douro</p>
<p>As notas tropicais e cítricas exuberantes são suportadas por uma acidez crocante. É uma escolha para os dias quentes e combina com queijos frescos, ceviches e peixe grelhado.</p>
<p>18. Herdade do Peso Sossego Branco — Alentejo</p>
<p>Com aromas de pêssego e melão, boca macia e um final refrescante, é apresentado como uma opção acessível para tardes tranquilas de verão. Acompanha tábuas de queijos e tostas.</p>
<p>19. Casal Garcia Rosé — Vinhos Verdes</p>
<p>Ligeiramente efervescente, com notas de morango e framboesa e um perfil meio seco, destaca-se pelo baixo teor alcoólico e pela facilidade de consumo em ambientes descontraídos. Pode acompanhar pizzas, pratos ligeiramente picantes e festas de piscina.</p>
<p>20. Fita Preta Branco — Alentejo</p>
<p>Com fruta branca, um toque salino e uma textura rica equilibrada por boa acidez, é um branco de perfil gastronómico. Pode acompanhar arroz de marisco, cataplanas e carnes brancas no forno.</p>
<p>Para tirar o melhor partido destas escolhas, a recomendação passa por servir os vinhos brancos, rosés e espumantes entre os 8 e os 10 graus. No caso dos tintos mais leves, a temperatura pode baixar até aos 14 graus, permitindo preservar a frescura sem comprometer a expressão do vinho.</p>
<p>Da sardinha assada ao marisco, passando pelo churrasco, pelos grelhados ou por uma refeição descontraída ao final da tarde, a diversidade dos vinhos portugueses oferece opções para diferentes momentos e paladares. A escolha, essa, fica ao critério de cada consumidor.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/tem-um-churrasco-ou-uma-sardinhada-estes-sao-os-20-vinhos-portugueses-que-vai-querer-ter-por-perto/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792961]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>GNR desmantela rede de apoio ao tráfico internacional de droga por via marítima</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/gnr-desmantela-rede-de-apoio-ao-trafico-internacional-de-droga-por-via-maritima/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/gnr-desmantela-rede-de-apoio-ao-trafico-internacional-de-droga-por-via-maritima/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 10:06:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/gnr-desmantela-rede-de-apoio-ao-trafico-internacional-de-droga-por-via-maritima/</guid>

					<description><![CDATA[Uma rede que se dedicava ao apoio logístico de tráfico internacional de droga por via marítima foi desmantelada na sequência de uma operação policial nos concelhos de Montijo e Palmela, distrito de Setúbal, anunciou hoje a GNR.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Uma rede que se dedicava ao apoio logístico de tráfico internacional de droga por via marítima foi desmantelada na sequência de uma operação policial nos concelhos de Montijo e Palmela, distrito de Setúbal, anunciou hoje a GNR.</P><br />
<P>Em comunicado, a GNR explicou que a operação, desenvolvida na quinta e na sexta-feira, permitiu &#8220;identificar e desmantelar uma rede alegadamente responsável pela construção, equipamento, transporte e colocação na água, no estuário do rio Sado, de embarcações de alta velocidade&#8221;.</P><br />
<P>Durante a operação, &#8220;foi intercetado um veículo pesado de mercadorias que transportava, no seu interior, uma embarcação de alta velocidade motorizada e totalmente equipada para navegação, bem como diverso material de apoio à atividade criminosa&#8221;, acrescentou. </P><br />
<P>Depois de várias diligências policiais foram também intercetados &#8220;vários veículos alegadamente utilizados no apoio logístico à atividade investigada&#8221;.</P><br />
<P>Segundo a GNR, foi ainda intercetada &#8220;uma viatura ligeira de mercadorias que transportava cerca de 300 quilos de cápsulas secas de papoila do ópio, planta da qual podem ser extraídas substâncias psicoativas, como morfina, codeína ou tebaína&#8221;. </P><br />
<P>O condutor desta viatura, um homem de 53 anos, foi detido por tráfico de estupefacientes.</P><br />
<P>No total, foram apreendidas duas embarcações de alta velocidade e duas de pesca, um pesado de mercadorias, quatro veículos ligeiros (um dos quais tinha sido furtado em Espanha no passado dia 15), um semirreboque de matrícula espanhola, três motores de embarcação e um empilhador.</P><br />
<P>A GNR apreendeu também 407 jerricans com gasolina e 120 vazios, 20 depósitos, 11 telemóveis, perto de cinco mil euros, diversas ferramentas, maquinaria industrial, materiais utilizados na construção de embarcações, equipamentos digitais e analógicos de navegação marítima e por satélite.</P><br />
<P>Além do homem detido, foram constituídos arguidos mais quatro suspeitos, com idades entre os 26 e os 66 anos, que estão &#8220;fortemente indiciados pela prática do crime de auxílio ao tráfico internacional de estupefacientes e infração às regras aplicáveis às embarcações de alta velocidade&#8221;.</P><br />
<P>O detido irá manter-se nas instalações da GNR até ser levado ao Tribunal Judicial de Setúbal para o primeiro interrogatório judicial e aplicação de medidas de coação.</P><br />
<P>A operação contou com o reforço do Destacamento de Trânsito de Setúbal, da Unidade Nacional de Trânsito, do Grupo de Intervenção de Ordem Pública e do Grupo de Intervenção de Operações Especiais, ambos da Unidade de Intervenção, da Unidade de Controlo Costeiro e Fronteiras e de outras valências do Comando Territorial de Setúbal.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/gnr-desmantela-rede-de-apoio-ao-trafico-internacional-de-droga-por-via-maritima/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793841]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Tem quatro meses livres e boas pernas? O novo trilho que desafia aventureiros a atravessar seis países e nove “Everests”</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/tem-quatro-meses-livres-e-boas-pernas-o-novo-trilho-que-desafia-aventureiros-a-atravessar-seis-paises-e-nove-everests/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/tem-quatro-meses-livres-e-boas-pernas-o-novo-trilho-que-desafia-aventureiros-a-atravessar-seis-paises-e-nove-everests/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 10:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[trail]]></category>
		<category><![CDATA[Wolf Trail]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=792176</guid>

					<description><![CDATA[Wolf Trail liga a costa báltica da Polónia ao mar Adriático, em Itália, atravessando seis países ao longo de aproximadamente 3.493 quilómetros]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para quem olha para um mapa e vê mais do que fronteiras, estradas e capitais, a Europa acaba de ganhar uma nova linha contínua de aventura.</p>
<p>O Wolf Trail liga a costa báltica da Polónia ao mar Adriático, em Itália, atravessando seis países ao longo de aproximadamente 3.493 quilómetros, apontou o &#8216;The Independent&#8217;. Pelo caminho, passa pela Alemanha, Áustria, Suíça, Eslovénia e Itália, numa travessia concebida para quem prefere conhecer o continente com uma mochila às costas e muitas horas de caminho pela frente.</p>
<p>Não é um passeio de fim de semana. O percurso completo exige entre quatro e seis meses e acumula cerca de 78 mil metros de subida — o equivalente a escalar o Monte Evereste aproximadamente nove vezes.</p>
<p>A rota abriu oficialmente no final de 2025 e aproveita trilhos já existentes, unindo percursos europeus conhecidos, como o E1, o E9 e a Via Alpina, num único itinerário.</p>
<p><strong>Da areia do Báltico às montanhas do sul</strong></p>
<p>O ponto de partida situa-se em Hel, uma estreita península polaca projetada sobre o mar Báltico.</p>
<p>A partir daí, o trilho acompanha praias extensas, florestas costeiras e dunas de areia antes de entrar pela Alemanha e avançar em direção ao coração do continente.</p>
<p>Entre os primeiros grandes cenários estão as dunas do Parque Nacional de Słowiński, na Polónia, conhecidas por mudarem lentamente de forma e posição sob a força do vento.</p>
<p>O caminho atravessa depois antigas florestas de faias junto ao Báltico, as planícies do norte da Alemanha e os vales desenhados pelo rio Elba.</p>
<p>Mas a paisagem transforma-se à medida que o viajante avança para sul.</p>
<p>As praias dão lugar a colinas, zonas vinícolas e florestas densas. Mais tarde surgem a Floresta Negra, os Alpes, as Dolomitas e, finalmente, as montanhas da Eslovénia antes da chegada a Trieste, já junto ao Adriático.</p>
<p><strong>Um trilho para quatro meses — ou apenas para um dia</strong></p>
<p>Apesar das dimensões quase continentais, o Wolf Trail não foi pensado apenas para caminhantes dispostos a abandonar a rotina durante meio ano.</p>
<p>O percurso encontra-se dividido em sete grandes secções, que podem ser realizadas separadamente. Dentro de cada uma existem ainda troços adequados a caminhadas mais curtas, incluindo passeios de apenas um dia.</p>
<p>A proposta passa precisamente por permitir diferentes formas de aventura: desde a travessia integral, feita por caminhantes de longa distância, até à escolha de uma única região ou paisagem.</p>
<p>“Quer faça todo o percurso ou escolha apenas algumas secções, pode experimentar a caminhada de longa distância à sua maneira”, explica a Jack Wolfskin, empresa alemã de equipamentos de exterior responsável pelo projeto.</p>
<p><strong>Sete etapas e uma Europa inteira pelo caminho</strong></p>
<p>O percurso começa com a etapa Baltic Start, que liga Hel a Świnoujście ao longo de cerca de 435 quilómetros. É uma secção marcada por praias quase intermináveis, pinhais e paisagens costeiras.</p>
<p>Segue-se Rivers and Plains, entre Usedom e Geesthacht, com aproximadamente 530 quilómetros através da costa de Mecklenburg e do vale do Elba.</p>
<p>A terceira etapa, The Green Heart, estende-se durante cerca de 480 quilómetros entre Geesthacht e Marsberg, atravessando as charnecas de Lüneburg e colinas cobertas de floresta.</p>
<p>Depois chega Forests and Wine, uma ligação de cerca de 570 quilómetros entre Marsberg e Bad Dürkheim, que cruza as montanhas de Rothaar e algumas das principais regiões vinícolas do Palatinado.</p>
<p>A quinta etapa, High Watch, percorre aproximadamente 570 quilómetros entre Bad Dürkheim e Constança, atravessando a Floresta Negra e aproximando gradualmente o caminhante dos Alpes.</p>
<p>Segue-se Alpine Gateway, com cerca de 370 quilómetros entre Constança e Oberstdorf, já em pleno ambiente alpino.</p>
<p>A última e mais exigente parte chama-se Alpine Crossing. São aproximadamente 555 quilómetros entre Oberstdorf e Trieste, atravessando as Dolomitas e os Alpes Julianos antes da descida final até ao Adriático.</p>
<p><strong>Nove Everests acumulados nas pernas</strong></p>
<p>O verdadeiro desafio não está apenas na distância.</p>
<p>Ao longo de todo o percurso, os caminhantes enfrentam aproximadamente 78.416 metros de desnível positivo acumulado. Isto não significa subir uma única montanha com essa altura, mas somar milhares de subidas e descidas durante meses.</p>
<p>No final, as pernas terão acumulado o equivalente a cerca de nove ascensões completas ao Monte Evereste.</p>
<p>A dificuldade varia muito entre secções. Os primeiros troços, junto ao Báltico e nas planícies alemãs, são mais acessíveis. Já a travessia alpina exige preparação, experiência em montanha e capacidade para enfrentar alterações rápidas do tempo.</p>
<p>Também obriga a planear alojamento, alimentação, transporte de equipamento e a melhor época do ano para atravessar cada região.</p>
<p><strong>A Europa vista à velocidade dos próprios passos</strong></p>
<p>O Wolf Trail chega numa altura em que as viagens lentas e as grandes caminhadas parecem conquistar cada vez mais adeptos.</p>
<p>Em vez de atravessar a Europa em poucas horas de avião ou de comboio, este percurso propõe meses de contacto direto com a paisagem, o clima e as pequenas mudanças culturais entre regiões.</p>
<p>A fronteira entre países deixa de ser uma linha num mapa e passa a ser sentida no caminho: muda a língua das placas, a arquitetura das aldeias, a comida servida nas pequenas localidades e até o tipo de floresta que acompanha o percurso.</p>
<p>No fim, a maior atração do Wolf Trail poderá não ser apenas a distância percorrida, nem o número de montanhas atravessadas.</p>
<p>É a possibilidade de chegar ao Adriático depois de ter visto a Europa transformar-se lentamente, passo a passo, desde as areias do Báltico.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/tem-quatro-meses-livres-e-boas-pernas-o-novo-trilho-que-desafia-aventureiros-a-atravessar-seis-paises-e-nove-everests/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792176]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>UNESCO inclui local da Cisjordânia e castelos libaneses na lista do Património Mundial</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/unesco-inclui-local-da-cisjordania-e-castelos-libaneses-na-lista-do-patrimonio-mundial/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/unesco-inclui-local-da-cisjordania-e-castelos-libaneses-na-lista-do-patrimonio-mundial/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 09:49:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/unesco-inclui-local-da-cisjordania-e-castelos-libaneses-na-lista-do-patrimonio-mundial/</guid>

					<description><![CDATA[O sítio arqueológico de Sebastia, na Cisjordânia, e cinco castelos na região de Monte Amel, no Líbano, foram inscritos na lista do Património Mundial da UNESCO, apesar das objeções de Israel, que instou a organização a rejeitar as candidaturas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O sítio arqueológico de Sebastia, na Cisjordânia, e cinco castelos na região de Monte Amel, no Líbano, foram inscritos na lista do Património Mundial da UNESCO, apesar das objeções de Israel, que instou a organização a rejeitar as candidaturas.</P><br />
<P>    A decisão, tomada na sexta-feira, durante a reunião da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) na Coreia do Sul, surgiu dias depois de o Ministério dos Negócios Estrangeiros de Israel ter instado o comité a rejeitar as tentativas de classificar a pequena cidade de Sebastia, na Cisjordânia, e os castelos libaneses.</P><br />
<P>Na sua reunião em Busan, os membros do comité da UNESCO decidiram inscrever Sebastia e os cinco castelos da região do Monte Amel tanto na lista do Património Mundial como na lista do Património Mundial em Perigo, após terem analisado as candidaturas em regime de urgência, invocando os conflitos em curso no Médio Oriente.</P><br />
<P>Sebastia, a noroeste de Nablus, na Cisjordânia ocupada por Israel, é identificada pelos estudiosos como a antiga Samaria, capital do Reino bíblico de Israel. Os vestígios arqueológicos da região abrangem a Idade do Ferro, os períodos romano, bizantino e islâmico.</P><br />
<P>A candidatura de Sebastia, apresentada pela primeira vez pela delegação palestiniana à UNESCO em 2012, defendia que o estatuto de Património Mundial era necessário para ajudar a preservar o local.</P><br />
<P>&#8220;A integridade do sítio está atualmente ameaçada pelo projeto de expropriação que visa dividir o bem e criar o Parque Nacional &#8216;Samaria'&#8221;, explicou a UNESCO.</P><br />
<P>&#8220;Tendo em conta as ameaças existentes relacionadas com o atual conflito israelo-palestiniano e as pressões decorrentes do desenvolvimento, a integridade do bem pode ser considerada altamente vulnerável&#8221;, sublinhou a organização.</P><br />
<P>Os cinco castelos da região do Monte Amel são reconhecidos pelo seu património arquitetónico multifacetado que cruza várias influências. Os locais designados incluem o Castelo de Beaufort, construído pelos cruzados e também conhecido como Al-Shaqif, que as forças israelitas tomaram em maio.</P><br />
<P> Os &#8220;elementos constitutivos&#8221; destas fortalezas, que datam do século XII, &#8220;sofreram danos&#8221; e enfrentam &#8220;ameaças suficientemente graves para justificar o recurso a um procedimento de urgência&#8221;, explicou a UNESCO </P><br />
<P>Adel Naim Daoud Atieh, membro da delegação palestiniana junto da UNESCO, afirmou que a designação como Património Mundial recompensa a perseverança dos residentes de Sebastia, &#8220;que protegeram este local extraordinário ao longo de várias gerações, apesar da ocupação, das restrições e das repetidas tentativas de os separar do seu próprio património&#8221;</P><br />
<P>Israel retirou-se da UNESCO em 2019, acusando a organização de parcialidade contra o país e de minimizar os seus laços históricos com a Terra Santa. Um membro da delegação israelita, que participa nas reuniões de Busan na qualidade de observador, afirmou, citado pela agência Associated Press (AP), que era uma &#8220;pena que a politização tivesse arruinado a UNESCO e levado à ridicularização da história&#8221;.</P><br />
<P>Numa declaração, na terça-feira, o Ministério dos Negócios Estrangeiros de Israel acusou a delegação palestiniana de levar a cabo uma &#8220;campanha hostil e unilateral&#8221; na UNESCO, ao retratar falsamente Sebastia como uma zona em situação de emergência, classificando esta iniciativa como uma tentativa política de &#8220;apagar a história judaica e cristã profunda e bem documentada do local&#8221;.</P><br />
<P>O ministério opôs-se também à inclusão do Castelo de Beaufort na lista do Património Mundial, no âmbito da candidatura que abrange os cinco castelos da região do Monte Amel.</P><br />
<P>Segundo Israel, o Hezbollah, apoiado pelo Irão, transformou o castelo numa fortaleza militar, construindo túneis sob o local e lançando foguetes a partir da zona, e acusou a UNESCO de ignorar esses desenvolvimentos.</P><br />
<P>    Questionada sobre as alegações israelitas, a UNESCO afirmou num comunicado à Associated Press que todas as candidaturas são avaliadas de acordo com os mesmos critérios, procedimentos e requisitos técnicos, e que não toma posição em disputas políticas. </P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/unesco-inclui-local-da-cisjordania-e-castelos-libaneses-na-lista-do-patrimonio-mundial/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793840]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Moçambicana LAM recebe duas aeronaves intervencionadas na África do Sul</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/mocambicana-lam-recebe-duas-aeronaves-intervencionadas-na-africa-do-sul/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/mocambicana-lam-recebe-duas-aeronaves-intervencionadas-na-africa-do-sul/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 09:44:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/mocambicana-lam-recebe-duas-aeronaves-intervencionadas-na-africa-do-sul/</guid>

					<description><![CDATA[Moçambique já recebeu as duas aeronaves que se encontravam na África do Sul para intervenção, confirmou a empresa estatal Linhas Aéreas de Moçambique (LAM), indicando que estão prontas para operar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Moçambique já recebeu as duas aeronaves que se encontravam na África do Sul para intervenção, confirmou a empresa estatal Linhas Aéreas de Moçambique (LAM), indicando que estão prontas para operar.</P><br />
<P>&#8220;As aeronaves encontram-se em excelentes condições técnicas e deverão integrar a operação comercial da companhia dentro de aproximadamente três semanas, após a conclusão dos procedimentos regulamentares e operacionais inerentes à sua entrada em serviço&#8221;, lê-se num comunicado da LAM.</P><br />
<P>Segundo a companhia, a estatal dispõe já de tripulações devidamente formadas e qualificadas, bem como de todas as condições técnicas e operacionais necessárias para assegurar a entrada em operação destas aeronaves, em estrita observância dos padrões de segurança e eficiência.</P><br />
<P>&#8220;A incorporação destes dois Embraer constitui um marco importante no processo de renovação e reforço da frota da transportadora nacional, contribuindo para o aumento da capacidade operacional, a estabilização dos voos, a melhoria da regularidade das ligações e a elevação gradual da qualidade dos serviços prestados aos passageiros&#8221;, é referido no comunicado.</P><br />
<P>A LAM esclarece que esta aquisição destes meios insere-se no plano de recuperação e transformação da LAM, orientado para a modernização da empresa, o reforço da sua competitividade e a prestação de um serviço de transporte aéreo cada vez mais seguro, eficiente e fiável.</P><br />
<P>Em 29 maio, a Lusa noticiou que duas das quatro aeronaves adquiridas pela LAM no processo de reestruturação da companhia estavam paradas há vários meses na África do Sul, em intervenção.</P><br />
<P>&#8220;Não estão a operar porque nós informamos que os aviões iriam ser pintados, e a pintura que estamos a fazer é para uma nova imagem da LAM. E nova imagem da LAM, para nós, não significa apenas pintura dos aviões, significa também mudar uma série de procedimentos dentro da LAM&#8221;, disse na altura Agostinho Langa, presidente do conselho de administração dos Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM), uma das três empresas que gerem a companhia.</P><br />
<P>De acordo com a Conta Geral do Estado (CGE) de 2025, recentemente aprovada pelo Governo e que seguiu para apreciação no Parlamento, durante o ano de 2025, no âmbito do plano de reestruturação, foi assegurada a aquisição de quatro aeronaves, no caso, dois Bombardier Q400 e dois Embraer 190, e &#8220;registadas as ações da LAM na Central de Valores Mobiliários&#8221;.</P><br />
<P>A LAM enfrenta há vários anos problemas operacionais relacionados com uma frota reduzida e falta de investimento, encontrando-se atualmente num processo de reestruturação.</P><br />
<P>A Hidroelétrica de Cahora Bassa (HCB) aprovou em 2025 a aquisição de 25,2% do capital social da LAM, no âmbito da reestruturação da companhia aérea, seguida pela Empresa Moçambicana de Seguros (Emose) e pelos Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM), cada uma com 15,4%.</P><br />
<P>De acordo com a CGE de 2025, a HCB aprovou um investimento de 36 milhões de dólares (30,8 milhões de euros) nesse processo e a criação da Fly Moz, entidade que tem o &#8220;objetivo de garantir financiamentos à LAM&#8221;.</P><br />
<P>A seguradora Emose aprovou um investimento de 22 milhões de dólares (18,8 milhões de euros), &#8220;passando a ser detentora de 15,40% na estrutura acionista da LAM&#8221;, tal como os Caminhos de Ferro de Moçambique, segundo a Conta Geral do Estado.</P><br />
<P>Há um ano foi anunciada a intenção de alienar 91% do capital social da LAM, mas as operações entretanto concretizadas representam ainda 56% da estrutura acionista da companhia.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/mocambicana-lam-recebe-duas-aeronaves-intervencionadas-na-africa-do-sul/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793839]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ministro da Educação indiano demite-se após semanas de protestos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ministro-da-educacao-indiano-demite-se-apos-semanas-de-protestos/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/ministro-da-educacao-indiano-demite-se-apos-semanas-de-protestos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 09:36:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/ministro-da-educacao-indiano-demite-se-apos-semanas-de-protestos/</guid>

					<description><![CDATA[O ministro da Educação da Índia demitiu-se hoje, após semanas de protestos devido a alegados fugas de informação nos exames de admissão no Ensino Superior mais competitivos do país e a irregularidades no sistema educativo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro da Educação da Índia demitiu-se hoje, após semanas de protestos devido a alegados fugas de informação nos exames de admissão no Ensino Superior mais competitivos do país e a irregularidades no sistema educativo.</P><br />
<P>Segundo avança a agência de notícias Associated Press (AP), a saída de Dharmendra Pradhan foi a primeira concessão do governo do primeiro-ministro, Narendra Modi, depois de o movimento &#8220;Partido das Baratas&#8221; ter realizado semanas de manifestações, ocupações e greves de fome a nível nacional a exigir aquela demissão.</P><br />
<P>Os manifestantes estão há um mês acampados num local designado para protestos, a poucos quilómetros do parlamento, tendo o movimento crescido muito após um conceituado engenheiro e ativista ambiental Sonam Wangchuk ter iniciado uma greve de fome em resposta a um escândalo nacional de venda ilegal das provas do exame de acesso aos cursos de medicina e medicina dentária.</P><br />
<P>O caso culminou na anulação dos exames de milhões de candidatos e deu azo a relatos de muitos suicídios de estudantes.</P><br />
<P>Estas manifestações tornaram-se um dos sinais mais visíveis da oposição pública ao governo de Modi nos últimos anos, com milhares de pessoas a regressarem às ruas mesmo após a polícia ter utilizado gás lacrimogéneo e bastões para dispersar, no início desta semana, os manifestantes que tentavam chegar ao Parlamento.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/ministro-da-educacao-indiano-demite-se-apos-semanas-de-protestos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793838]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Acendeu a luz da reserva? O que é verdade, o que é mito e o erro que lhe pode sair muito caro</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/acendeu-a-luz-da-reserva-o-que-e-verdade-o-que-e-mito-e-o-erro-que-lhe-pode-sair-muito-caro/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/acendeu-a-luz-da-reserva-o-que-e-verdade-o-que-e-mito-e-o-erro-que-lhe-pode-sair-muito-caro/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 09:30:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[luz da reserva]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=792218</guid>

					<description><![CDATA[O problema é quando esse comportamento deixa de ser excecional e passa a ser um hábito]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Acontece a quase todos.</p>
<p>A luz da reserva acende-se, olha para o painel e faz rapidamente as contas.</p>
<p>&#8220;Dá para chegar a casa.&#8221;</p>
<p>&#8220;Dá para abastecer amanhã.&#8221;</p>
<p>&#8220;Dá para mais uns quilómetros.&#8221;</p>
<p>Na maioria das vezes, corre tudo bem.</p>
<p>O problema é quando esse comportamento deixa de ser excecional e passa a ser um hábito.</p>
<p>Além do risco de ficar parado na estrada, conduzir frequentemente com o depósito quase vazio pode acelerar o desgaste de componentes importantes do automóvel e transformar uma simples ida à bomba numa reparação de centenas de euros, alertou a <a href="https://www.prio.pt/pt/reserva-de-combustivel_236.html?idb=829" target="_blank" rel="noopener">PRIO</a>.</p>
<p>Mas afinal, o que é verdade e o que é exagero?</p>
<p><strong>Mito ou verdade?</strong></p>
<p><strong>&#8220;Quando a luz acende ainda posso fazer dezenas de quilómetros.&#8221;</strong></p>
<p>Verdade&#8230; mas com reservas.</p>
<p>Na maioria dos automóveis, a autonomia ronda os 50 a 80 quilómetros, embora varie consoante o modelo, o motor, o trânsito, o relevo e até a forma como conduz.</p>
<p>O valor apresentado no computador de bordo é apenas uma estimativa. Basta enfrentar uma subida, trânsito intenso ou acelerar mais do que o habitual para essa margem diminuir rapidamente.</p>
<p>A reserva não deve ser vista como uma garantia.</p>
<p>É apenas um aviso para abastecer o mais depressa possível.</p>
<p><strong>Andar na reserva estraga o carro?</strong></p>
<p>Sim&#8230; se acontecer muitas vezes.</p>
<p>Entrar ocasionalmente na reserva não provoca danos imediatos.</p>
<p>Mas repetir esse comportamento pode encurtar a vida de componentes importantes.</p>
<p>Poucos condutores sabem que o combustível não serve apenas para alimentar o motor.</p>
<p>Também ajuda a arrefecer e lubrificar a bomba de combustível, que permanece mergulhada dentro do depósito.</p>
<p>Quando o nível baixa demasiado, essa proteção diminui e a bomba passa a trabalhar com maior esforço e temperaturas mais elevadas.</p>
<p>Com o tempo, isso pode acelerar o desgaste e aumentar a probabilidade de avarias.</p>
<p><strong>É verdade que o carro aspira toda a sujidade do depósito?</strong></p>
<p>Em parte.</p>
<p>Ao longo dos anos acumulam-se pequenas partículas e resíduos no fundo do depósito.</p>
<p>Sempre que o nível de combustível está muito baixo, aumenta a probabilidade de esses detritos serem aspirados para o sistema.</p>
<p>O filtro existe precisamente para impedir que essas impurezas cheguem ao motor.</p>
<p>Mas, se o carro circular frequentemente na reserva, esse filtro pode saturar mais cedo, obrigando à sua substituição e, em casos mais graves, afetando o sistema de injeção.</p>
<p>Nos motores Diesel, as consequências podem ser ainda mais dispendiosas.</p>
<p><strong>Quanto lhe pode custar ignorar a luz?</strong></p>
<p>Depende da sorte.</p>
<p>Se ficar simplesmente sem combustível, poderá ter de chamar a assistência em viagem ou um reboque.</p>
<p>Mas, se surgirem danos na bomba de combustível, nos injetores ou no sistema de alimentação, a fatura pode facilmente ultrapassar várias centenas de euros.</p>
<p>Em muitos casos, o custo da reparação é muito superior ao valor de dezenas de depósitos de combustível.</p>
<p><strong>Ficar sem combustível é apenas um incómodo?</strong></p>
<p>Não.</p>
<p>Pode ser um problema de segurança.</p>
<p>Se o motor se desligar numa autoestrada ou numa via rápida, perde imediatamente a assistência da direção e do sistema de travagem, tornando o veículo mais difícil de controlar.</p>
<p>Além disso, ficar imobilizado numa berma ou num túnel aumenta significativamente o risco de acidente.</p>
<p><strong>Como evitar problemas?</strong></p>
<p>Os especialistas deixam alguns conselhos simples:</p>
<p>&#8211; Não espere que a luz da reserva se torne uma companhia habitual.<br />
&#8211; Sempre que possível, abasteça antes de o depósito chegar ao último quarto.<br />
&#8211; Não confie cegamente na autonomia indicada pelo computador de bordo.<br />
&#8211; Conduza de forma suave e mantenha a pressão correta dos pneus, reduzindo o consumo.</p>
<p><strong>Então&#8230; deve entrar em pânico quando a luz acende?</strong></p>
<p>Não.</p>
<p>A luz da reserva não significa que o carro vai parar dali a dois quilómetros.</p>
<p>Mas também não deve ser encarada como uma autorização para continuar a adiar o abastecimento.</p>
<p>Uma ou outra vez dificilmente causará problemas.</p>
<p>Transformar esse hábito numa rotina pode sair muito mais caro do que imagina.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/acendeu-a-luz-da-reserva-o-que-e-verdade-o-que-e-mito-e-o-erro-que-lhe-pode-sair-muito-caro/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792218]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Síria: Guterres pede ajuda internacional para a Síria devastada pela guerra</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/siria-guterres-pede-ajuda-internacional-para-a-siria-devastada-pela-guerra/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/siria-guterres-pede-ajuda-internacional-para-a-siria-devastada-pela-guerra/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 09:23:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/siria-guterres-pede-ajuda-internacional-para-a-siria-devastada-pela-guerra/</guid>

					<description><![CDATA[O secretário-geral da ONU, António Guterres, apelou hoje à comunidade internacional para prestar ajuda à Síria, que se encontra num "momento crucial" após uma guerra civil devastadora.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário-geral da ONU, António Guterres, apelou hoje à comunidade internacional para prestar ajuda à Síria, que se encontra num &#8220;momento crucial&#8221; após uma guerra civil devastadora.</P><br />
<P>&#8220;Acabei de chegar a Damasco para uma visita de solidariedade. A minha mensagem é clara: a ONU está ao lado da Síria neste momento crucial, e também peço à comunidade internacional que não poupe esforços para apoiar o povo sírio&#8221;, disse Guterres na rede social X.</P><br />
<P>O secretário-geral das Nações Unidas chegou hoje à Síria para uma visita histórica, a primeira de um chefe da ONU desde 2009, antes do início da guerra civil no país, que teve início em 2011.</P><br />
<P>O ministro dos Negócios Estrangeiros sírio, Asaad al-Shaibani, recebeu Guterres e a sua comitiva no aeroporto internacional de Damasco, segundo informações da agência de notícias estatal SANA.</P><br />
<P>Espera-se que Guterres expresse o seu apoio ao processo de transição na Síria durante uma visita que deverá durar três dias e acontece mais de um ano depois de as novas autoridades do país, lideradas por Ahmed al-Charaa, terem deposto o ex-Presidente Bashar al-Assad.</P><br />
<P>Guterres tornou-se, assim, o primeiro chefe da ONU a visitar a Síria desde Ban Ki-moon, em 2009. </P><br />
<P>Desde que Al-Charaa assumiu o poder, a comunidade internacional tem instado as novas autoridades a construírem instituições fortes e eficazes e a estabelecerem um sistema de governação que inclua todos os segmentos da sociedade síria, com particular ênfase na representação das minorias.</P><br />
<P>O porta-voz do secretário-geral da ONU, Stéphane Dujarric, indicou que o objetivo não é apenas a recuperação de mais de 13 anos de guerra, mas também &#8220;lançar as bases para um futuro mais estável e inclusivo para todos os sírios&#8221;.</P><br />
<P>Neste sentido, realçou que Guterres reafirmará, durante a sua viagem, &#8220;o papel das Nações Unidas&#8221;, que é &#8220;acompanhar e auxiliar o povo sírio&#8221; na conquista dos seus objetivos.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/siria-guterres-pede-ajuda-internacional-para-a-siria-devastada-pela-guerra/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793832]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>ENTREVISTA: Otildo Justino Guido vence residência literária em Berlim com romance sobre os Madgermanes</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/entrevista-otildo-justino-guido-vence-residencia-literaria-em-berlim-com-romance-sobre-os-madgermanes/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/entrevista-otildo-justino-guido-vence-residencia-literaria-em-berlim-com-romance-sobre-os-madgermanes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 09:10:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/entrevista-otildo-justino-guido-vence-residencia-literaria-em-berlim-com-romance-sobre-os-madgermanes/</guid>

					<description><![CDATA[O escritor moçambicano Otildo Justino Guido venceu a 11.ª edição do Prémio Residência Literária em Berlim, onde vai desenvolver o romance "Madgermanes", inspirado na história dos trabalhadores moçambicanos enviados para a antiga República Democrática Alemã (RDA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Joana Sousa Dias, da agência Lusa, em Berlim ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Berlim, 25 jul 2026 (Lusa) &#8211; O escritor moçambicano Otildo Justino Guido venceu a 11.ª edição do Prémio Residência Literária em Berlim, onde vai desenvolver o romance &#8220;Madgermanes&#8221;, inspirado na história dos trabalhadores moçambicanos enviados para a antiga República Democrática Alemã (RDA).</P><br />
<P>Em entrevista à agência Lusa, o autor explicou que escolheu o tema por considerar que &#8220;a literatura deve ser também um espaço de memória, de escuta e de restituição da dignidade humana&#8221;.</P><br />
<P>Os Madgermanes são antigos trabalhadores moçambicanos enviados para a então República Democrática Alemã ao abrigo de acordos de cooperação entre os dois países, muitos dos quais continuam a reivindicar o pagamento de salários e compensações que dizem nunca ter recebido após o regresso a Moçambique.</P><br />
<P>&#8220;Milhares de jovens moçambicanos partiram para a antiga República Democrática Alemã movidos pela esperança de regressar com um futuro diferente. No entanto, descobriram que o regresso podia ser ainda mais difícil do que a partida&#8221;, disse.</P><br />
<P>O escritor explicou que o romance pretende ir além da reconstituição histórica e centrar-se nas consequências humanas dessa experiência, explorando &#8220;as marcas afetivas, os conflitos de identidade, as memórias herdadas e os silêncios que atravessam gerações&#8221;.</P><br />
<P>Otildo Justino Guido considera que desenvolver o projeto em Berlim permitirá aprofundar a investigação que sustenta a obra.</P><br />
<P>&#8220;Quero percorrer os lugares onde tantas destas histórias começaram, consultar arquivos, ouvir testemunhos e perceber como a cidade preserva as marcas desse passado&#8221;, apontou, acrescentando que &#8220;a escrita não pode reparar aquilo que foi perdido, mas pode impedir que o esquecimento tenha a última palavra&#8221;.</P><br />
<P>O autor recebeu o Prémio Residência Literária em Berlim com &#8220;enorme gratidão&#8221; e &#8220;um profundo sentido de responsabilidade&#8221;, considerando que o reconhecimento reforça o compromisso de continuar &#8220;a escrever com rigor, liberdade e exigência&#8221;.</P><br />
<P>A residência, acrescentou, oferece-lhe &#8220;tempo, concentração e contacto com um ambiente de intenso diálogo cultural&#8221;, fatores que descreveu como essenciais para consolidar a sua obra e aprofundar a investigação literária.</P><br />
<P>Para o escritor, viver temporariamente na capital alemã vai permitir conhecer de perto os espaços onde viveram milhares de moçambicanos enviados para a RDA.</P><br />
<P>&#8220;Caminhar pelas ruas da cidade, visitar os antigos bairros, os museus, memoriais e arquivos permitirá compreender melhor o contexto em que viveram milhares de moçambicanos enviados para a RDA&#8221;, sustentou.</P><br />
<P>Otildo Justino Guido adiantou que o romance abordará temas recorrentes na sua obra, como a memória, a identidade e as questões sociais.</P><br />
<P>&#8220;A memória não surge apenas como recordação do passado, mas como algo que continua a influenciar o presente, tanto na vida dos antigos trabalhadores moçambicanos como na das gerações seguintes&#8221;, defendeu.</P><br />
<P>O autor acrescentou que as personagens vivem &#8220;entre dois países, duas culturas e duas formas de pertença&#8221;, enquanto o romance aborda também &#8220;a migração, a justiça histórica, as promessas não cumpridas e o impacto das decisões políticas na vida individual&#8221;.</P><br />
<P>O escritor manifestou ainda o desejo de que o prémio contribua para reforçar a projeção internacional da literatura moçambicana.</P><br />
<P>&#8220;Se este reconhecimento contribuir para que a literatura moçambicana circule mais, seja traduzida, lida e discutida além das nossas fronteiras, sentirei que o prémio terá cumprido um propósito que ultrapassa a minha trajetória individual&#8221;, realçou.</P><br />
<P>Natural de Inhambane, Otildo Justino Guido é escritor, poeta e ativista cultural. Foi distinguido com o Prémio Literário Fernando Leite Couto, em Moçambique, por &#8220;O Silêncio da Pele&#8221; (2019), e com o Prémio de Poesia Judith Teixeira, em Portugal, por &#8220;O Osso da Água&#8221; (2020). </P><br />
<P>Otildo Justino Guido é também mentor do Centro Cultural Palavra &amp; Sol, coordenador editorial da Revista Gazanse e colaborador de vários projetos editoriais em Moçambique e Portugal.</P><br />
<P>O Prémio Residência Literária em Berlim é uma iniciativa da Embaixada de Portugal na Alemanha e do Camões &#8212; Centro Cultural Português em Berlim. </P><br />
<P>A 11.ª edição distinguiu o projeto Madgermanes, que será desenvolvido durante uma residência literária na capital alemã.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/entrevista-otildo-justino-guido-vence-residencia-literaria-em-berlim-com-romance-sobre-os-madgermanes/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793830]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>PM francês pede mobilização às Forças Armadas de A400M para combater incêndios</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/pm-frances-pede-mobilizacao-as-forcas-armadas-de-a400m-para-combater-incendios/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/pm-frances-pede-mobilizacao-as-forcas-armadas-de-a400m-para-combater-incendios/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 09:08:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/pm-frances-pede-mobilizacao-as-forcas-armadas-de-a400m-para-combater-incendios/</guid>

					<description><![CDATA[O Governo francês solicitou às Forças Armadas a mobilização, a partir de hoje, de um avião de transporte militar A400M para combater os grandes incêndios em Gironda, anunciou o gabinete do primeiro-ministro, Sébastien Lecornu.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo francês solicitou às Forças Armadas a mobilização, a partir de hoje, de um avião de transporte militar A400M para combater os grandes incêndios em Gironda, anunciou o gabinete do primeiro-ministro, Sébastien Lecornu.</P><br />
<P>Segundo a agência de notícias francesa AFP, a aeronave deverá estar equipada com um kit que permitirá despejar 20 toneladas de produto retardador, o equivalente a dois aviões Dash.</P><br />
<P>A mobilização do A400M estava prevista para o final do mês, devido aos preparativos técnicos e aos testes necessários a realizar previamente.</P><br />
<P>Cerca de 110 mil pessoas foram retiradas devido aos incêndios florestais que devastam o sudoeste de França, o maior dos quais, no departamento de Gironda, que já consumiu cerca de 14 mil hectares e destruiu mais de 50 casas.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/pm-frances-pede-mobilizacao-as-forcas-armadas-de-a400m-para-combater-incendios/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793829]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Especialista revela a hora ideal para a sesta: só faz bem se adormecer antes desta hora</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/especialista-revela-a-hora-ideal-para-a-sesta-so-faz-bem-se-adormecer-antes-desta-hora/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/especialista-revela-a-hora-ideal-para-a-sesta-so-faz-bem-se-adormecer-antes-desta-hora/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 09:00:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Danielle Smiley]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Sesta]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=792182</guid>

					<description><![CDATA[Quem nunca sentiu as pálpebras pesarem pouco depois do almoço?]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem nunca sentiu as pálpebras pesarem pouco depois do almoço?</p>
<p>É um daqueles momentos do dia em que o café parece inevitável e em que a ideia de fechar os olhos durante alguns minutos soa quase irresistível.</p>
<p>Durante muito tempo, a sesta foi vista por muitos como um hábito associado à preguiça. Hoje, porém, a ciência conta uma história bem diferente.</p>
<p>Cada vez mais estudos mostram que um pequeno cochilo pode melhorar a concentração, aumentar a produtividade, reforçar a memória e até contribuir para a recuperação física. Mas existe um detalhe que faz toda a diferença: a hora a que se dorme.</p>
<p>Segundo a nutricionista Danielle Smiley, citada pelo &#8216;EatingWell&#8217; e divulgada pelo &#8216;El Economista&#8217;, a melhor altura para uma sesta situa-se entre as 13h00 e as 15h00. É neste período que o organismo atravessa uma quebra natural de energia sem comprometer o ritmo circadiano, o relógio biológico que regula o ciclo de sono e vigília.</p>
<p>Dormir mais tarde poderá ter precisamente o efeito contrário.</p>
<p><strong>O relógio biológico também marca a hora da sesta</strong></p>
<p>É frequente pensar-se que qualquer momento serve para recuperar energias.</p>
<p>Mas não é assim.</p>
<p>Durante o início da tarde, o corpo atravessa uma diminuição natural do estado de alerta. Aproveitar essa janela para descansar durante alguns minutos permite recuperar energia sem interferir com o sono da noite.</p>
<p>Já uma sesta ao final da tarde pode confundir o organismo e reduzir a pressão natural para adormecer à noite, tornando mais difícil pegar no sono ou diminuindo a sua qualidade.</p>
<p>É por isso que os especialistas insistem: mais importante do que dormir é quando se dorme.</p>
<p><strong>Nem demasiado curta… nem demasiado longa</strong></p>
<p>Também a duração faz diferença.</p>
<p>A recomendação mais consensual aponta para uma sesta entre 10 e 30 minutos.</p>
<p>Este intervalo permite que o cérebro descanse sem entrar nas fases mais profundas do sono.</p>
<p>Quem ultrapassa esse tempo corre maior risco de acordar com aquela sensação de cabeça pesada, desorientação e cansaço que muitos conhecem depois de um cochilo demasiado prolongado.</p>
<p>Em vez de recuperar energia, pode sentir exatamente o contrário.</p>
<p><strong>Um impulso para o cérebro</strong></p>
<p>Os benefícios mais conhecidos da sesta surgem precisamente no cérebro.</p>
<p>Após alguns minutos de descanso, aumenta a clareza mental, melhora a capacidade de concentração e torna-se mais fácil manter a atenção durante tarefas exigentes.</p>
<p>Também a memória beneficia.</p>
<p>O sono desempenha um papel essencial na consolidação das ligações entre neurónios, ajudando o cérebro a organizar e armazenar a informação adquirida ao longo do dia.</p>
<p>Por isso, não é raro que estudantes, investigadores ou profissionais que desempenham tarefas intelectualmente exigentes sintam melhorias depois de uma pequena pausa.</p>
<p><strong>Também o corpo agradece</strong></p>
<p>Os efeitos não se ficam pelo cérebro.</p>
<p>Para quem pratica exercício físico regularmente ou desempenha trabalhos mais exigentes do ponto de vista físico, uma pequena sesta pode acelerar a recuperação muscular e reduzir a sensação de fadiga.</p>
<p>Naturalmente, não faz milagres.</p>
<p>Os especialistas lembram que descansar durante o dia nunca substitui uma boa noite de sono.</p>
<p>Também não deve servir para compensar noites mal dormidas de forma sistemática.</p>
<p>A base continua a ser dormir o número de horas necessário durante a noite.</p>
<p><strong>Dormir melhor começa muito antes de fechar os olhos</strong></p>
<p>A sesta é apenas uma peça de um puzzle muito maior.</p>
<p>Os especialistas recordam que uma boa higiene do sono continua a ser um dos fatores mais importantes para preservar a saúde física e mental.</p>
<p>Entre as recomendações mais repetidas estão manter horários regulares para deitar e levantar, reduzir o consumo de cafeína e álcool nas horas que antecedem o sono e evitar o uso prolongado de telemóveis, computadores ou televisões antes de adormecer.</p>
<p>Juntando estes hábitos a uma alimentação equilibrada, boa hidratação e atividade física regular, uma simples sesta pode transformar-se num aliado inesperado do bem-estar.</p>
<p>Afinal, talvez o problema nunca tenha sido dormir depois do almoço.</p>
<p>O segredo está apenas em escolher a hora certa.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/especialista-revela-a-hora-ideal-para-a-sesta-so-faz-bem-se-adormecer-antes-desta-hora/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792182]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Sete em cada dez portugueses querem desligar dos ecrãs nas férias</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/sete-em-cada-dez-portugueses-querem-desligar-dos-ecras-nas-ferias/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/sete-em-cada-dez-portugueses-querem-desligar-dos-ecras-nas-ferias/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 08:45:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Appinio]]></category>
		<category><![CDATA[ecrãs]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[refurbed]]></category>
		<category><![CDATA[verão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=791329</guid>

					<description><![CDATA[Entre os oito mercados europeus analisados — Portugal, Suécia, Áustria, Itália, Chéquia, Finlândia, Países Baixos e Irlanda —, Portugal destaca-se como o país mais recetivo à ideia de passar um dia completamente offline]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As férias de verão podem marcar o início de uma relação mais saudável com a tecnologia. Um estudo da refurbed, realizado em parceria com a Appinio, revela que 71% dos portugueses querem reduzir o tempo passado em frente aos ecrãs durante as férias, enquanto 83% afirmam estar disponíveis para passar um dia inteiro sem dispositivos digitais.</p>
<p>Os resultados mostram uma crescente consciencialização sobre o impacto do uso excessivo da tecnologia no bem-estar. No entanto, transformar essa intenção em comportamento continua a ser um desafio: 18% dos inquiridos admitem não saber se conseguirão cumprir esse objetivo.</p>
<p><strong>Portugal lidera a vontade de desligar</strong></p>
<p>Entre os oito mercados europeus analisados — Portugal, Suécia, Áustria, Itália, Chéquia, Finlândia, Países Baixos e Irlanda —, Portugal destaca-se como o país mais recetivo à ideia de passar um dia completamente offline.</p>
<p>Enquanto a média europeia indica que 76% dos participantes aceitariam um dia sem ecrãs, em Portugal essa percentagem sobe para 83%.</p>
<p>Ao mesmo tempo, apenas 8% dos portugueses rejeitam essa possibilidade, o valor mais baixo entre todos os países analisados.</p>
<p>Já no que respeita à intenção de reduzir o tempo de utilização durante as férias, 67% dos europeus manifestam essa vontade, face aos 71% registados em Portugal. Itália lidera este indicador, com 73%.</p>
<p><strong>Pequenas mudanças parecem ser mais fáceis de cumprir</strong></p>
<p>O estudo sugere que objetivos simples e concretos são mais facilmente aceites do que mudanças permanentes de hábitos.</p>
<p>A disponibilidade para passar um dia sem ecrãs é superior à intenção de reduzir continuamente o tempo de utilização, indicando que desafios limitados no tempo podem ser uma forma mais eficaz de promover uma utilização equilibrada da tecnologia.</p>
<p>&#8220;Os dados mostram que existe abertura para a mudança, sobretudo quando associada a ações simples e bem definidas. O período de férias será um momento-chave para perceber até que ponto estas intenções se traduzem em comportamento&#8221;, afirma Kilian Kaminski, cofundador da refurbed e vice-presidente da European Refurbishment Association.</p>
<p><strong>Os mais jovens querem desligar mais do que os restantes</strong></p>
<p>Contrariamente ao que muitas vezes se assume, são os mais jovens que revelam maior predisposição para reduzir o tempo de utilização dos dispositivos.</p>
<p>Entre os portugueses dos 18 aos 29 anos, 82% pretendem diminuir o tempo de ecrã e 86% aceitam passar um dia inteiro offline.</p>
<p>Entre os inquiridos com 45 ou mais anos, 63% querem reduzir a utilização dos dispositivos, enquanto mais de 80% também se mostram disponíveis para um dia sem ecrãs.</p>
<p><strong>O verão como teste à desintoxicação digital</strong></p>
<p>Com a alteração das rotinas e mais tempo disponível, o verão surge como a oportunidade ideal para experimentar novos hábitos digitais.</p>
<p>A refurbed considera que uma relação mais equilibrada com a tecnologia passa não apenas por prolongar a vida útil dos equipamentos, mas também por uma utilização mais consciente e saudável dos dispositivos.</p>
<p><strong>Sobre o estudo</strong></p>
<p>O estudo foi realizado pela Appinio para a refurbed, entre 11 e 20 de março de 2026, junto de 1.000 portugueses, com idades entre os 18 e os 65 anos. A amostra foi equilibrada por género e faixa etária e analisou as atitudes dos participantes relativamente ao uso de dispositivos digitais durante as férias de verão.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/sete-em-cada-dez-portugueses-querem-desligar-dos-ecras-nas-ferias/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791329]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Irão: Autoridades acusam UE de pura hipocrisia na defesa dos Direitos Humanos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/irao-autoridades-acusam-ue-de-pura-hipocrisia-na-defesa-dos-direitos-humanos/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/irao-autoridades-acusam-ue-de-pura-hipocrisia-na-defesa-dos-direitos-humanos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 08:39:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/irao-autoridades-acusam-ue-de-pura-hipocrisia-na-defesa-dos-direitos-humanos/</guid>

					<description><![CDATA[O Irão acusou hoje a União Europeia de "pura hipocrisia" por mostrar preocupação com os Direitos Humanos e, ao mesmo tempo, "prestar apoio logístico e técnico" às "agressões mortíferas contra o povo iraniano".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Irão acusou hoje a União Europeia de &#8220;pura hipocrisia&#8221; por mostrar preocupação com os Direitos Humanos e, ao mesmo tempo, &#8220;prestar apoio logístico e técnico&#8221; às &#8220;agressões mortíferas contra o povo iraniano&#8221;.</P><br />
<P>Numa mensagem divulgada nas redes sociais, citada pela agência de notícias Europa Press, o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão, Esmail Baqaei questiona &#8220;como é possível [a União Europeia] conciliar tão facilmente um suposto compromisso com os direitos humanos com a prestação de apoio logístico e técnico para cometer agressões mortíferas contra o povo iraniano&#8221;.</P><br />
<P>Bagaei considerou que a postura da União Europeia face aos ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irão &#8220;banalizam o mal&#8221; e são &#8220;um ato de pura hipocria&#8221;, representando uma &#8220;perda de credibilidade&#8221; para a Europa.</P><br />
<P>O responsável lamentou as agressões ao Irão, que classificou como &#8220;ataques deliberados contra civis e infraestruturas nacionais de importância vital&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Tudo isto enquanto se recusa a condenar até mesmo os crimes de guerra mais flagrantes e sem proferir uma única palavra de solidariedade para com as crianças iranianas massacradas por bombas e mísseis norte-americanos e israelitas, que foram obtidos graças ao próprio apoio logístico e técnico da UE&#8221;, cita a Europa Press.</P><br />
<P>As declarações de Bagaei surge depois da União Europeia ter aprovado novas sanções contra seis pessoas a quem a Europa atribuiu &#8220;responsabilidade em graves violações dos direitos humanos&#8221; no Irão.</P><br />
<P>Entre o grupo, estão cinco juízes de tribunais revolucionários e um membro proeminente de um grupo de cibercriminalidade ligado ao regime, ao qual a UE atribui ter facilitado a perseguição de opositores políticos, ativistas e minorias religiosas.</P><br />
<P>Aquele novo conjunto de sanções surge em resposta ao recrudescimento da repressão interna no Irão e eleva para 269 pessoas e 53 entidades a lista de sancionados.</P><br />
<P>As medidas preveem o congelamento de ativos, a proibição de viajar para o território comunitário e a proibição de disponibilizar fundos ou recursos económicos aos afetados.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/irao-autoridades-acusam-ue-de-pura-hipocrisia-na-defesa-dos-direitos-humanos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793828]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Exames: Quase 20 mil alunos inscritos no ensino superior nos primeiros cinco dias</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/exames-quase-20-mil-alunos-inscritos-no-ensino-superior-nos-primeiros-cinco-dias/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/exames-quase-20-mil-alunos-inscritos-no-ensino-superior-nos-primeiros-cinco-dias/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 08:36:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/exames-quase-20-mil-alunos-inscritos-no-ensino-superior-nos-primeiros-cinco-dias/</guid>

					<description><![CDATA[Nos primeiros cinco dias da 1.ª fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior público inscreveram-se 19.986 alunos, menos que os 28.809 no mesmo período de tempo no ano passado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Nos primeiros cinco dias da 1.ª fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior público inscreveram-se 19.986 alunos, menos que os 28.809 no mesmo período de tempo no ano passado. </P><br />
<P>De acordo com Direção Geral do Ensino Superior, no sexta-feira, 5.795 alunos apresentaram a sua candidatura.</P><br />
<P>A primeira fase do concurso de acesso ao ensino superior está a decorrer após problemas relacionados com os exames nacionais do secundário, com muitos alunos a terem tido dificuldade em saber as notas devido às falhas na classificação digital.</P><br />
<P>A época da 1.ª fase de exames foi marcada por polémicas na classificação das provas, com casos em que as notas foram alteradas por falhas do processo ou com a afixação de pautas com erros que originaram classificações em suspenso ou incorretas, como admitiu no início da semana o ministro da Educação, Fernando Alexandre.</P><br />
<P>Sem classificação atribuída, as escolas não puderam passar a &#8220;Ficha ENES&#8221; (Exames Nacionais do Ensino Secundário), o documento necessário para a candidatura ao ensino superior que contém informação sobre as provas de ingresso válidas, bem como sobre a conclusão e classificação do ensino secundário.</P><br />
<P>Este ano, o primeiro dia candidatura deixou de ser o que regista o mais alto número de inscrições, para ser o que apresenta menos inscritos até agora: Apenas 304 alunos entregaram o processo, quando em 2025 rondaram os 10.200.</P><br />
<P>   Pela primeira vez este ano, os cerca de 300 mil exames nacionais do ensino secundário foram avaliados em formato digital.</P><br />
<P>   O concurso nacional de acesso ao ensino superior tem este ano, para o próximo ano letivo nas universidades e institutos politécnicos, 56.790 vagas (mais 834 face ao ano passado) através do regime geral de acesso. A 1.ª fase decorre até 06 de agosto.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/exames-quase-20-mil-alunos-inscritos-no-ensino-superior-nos-primeiros-cinco-dias/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793827]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>O erro que muitos idosos cometem com o protetor solar… e que pode ter consequências graves</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-erro-que-muitos-idosos-cometem-com-o-protetor-solar-e-que-pode-ter-consequencias-graves/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/o-erro-que-muitos-idosos-cometem-com-o-protetor-solar-e-que-pode-ter-consequencias-graves/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 08:30:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[idosos]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[protetor solar]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=791934</guid>

					<description><![CDATA[À medida que envelhece, a pele perde espessura, elasticidade e capacidade de regeneração. Ao mesmo tempo, acumula décadas de exposição à radiação ultravioleta, tornando-se mais vulnerável aos efeitos do sol]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando se fala em proteção solar, muitos pensam imediatamente num dia de praia. No entanto, para os idosos, basta um passeio, uma refeição numa esplanada, uma ida ao jardim ou o trajeto até à farmácia para que a exposição ao sol seja suficiente para provocar queimaduras, irritações ou agravar lesões já existentes.</p>
<p>À medida que envelhece, a pele perde espessura, elasticidade e capacidade de regeneração. Ao mesmo tempo, acumula décadas de exposição à radiação ultravioleta, tornando-se mais vulnerável aos efeitos do sol. Por isso, os especialistas defendem que o protetor solar deve fazer parte da rotina diária durante os meses de verão e não ser reservado apenas para as férias.</p>
<p>&#8220;Numa pessoa idosa, uma queimadura solar tem um impacto maior do que num adulto jovem. A pele costuma ser mais fina, resseca-se com facilidade e demora mais tempo a regenerar-se. Além disso, se existirem feridas, úlceras, manchas pré-existentes ou cicatrizes recentes, a radiação irrita essas zonas e dificulta a recuperação&#8221;, explica Cristina Villegas, responsável pelo serviço de Dermatologia do Hospital Universitário Sanitas La Moraleja.</p>
<p>A Direção-Geral da Saúde (DGS) recomenda evitar a exposição direta ao sol entre as 11h00 e as 17h00, utilizar protetores solares com proteção contra os raios UVA e UVB, aplicá-los cerca de 30 minutos antes da exposição e renovar a aplicação de duas em duas horas ou após os banhos. O uso de chapéu, óculos de sol, roupa leve e a permanência em zonas de sombra continuam igualmente a ser medidas essenciais.</p>
<p><strong>Há zonas do corpo que ficam frequentemente esquecidas</strong></p>
<p>Nem sempre o maior problema está em conhecer as recomendações, mas sim em conseguir cumpri-las.</p>
<p>&#8220;Pessoas com rigidez nos ombros, perda de força ou dificuldades cognitivas podem deixar sem proteção zonas como as costas, os pés ou a parte posterior das pernas. Nestes casos, ajudar a aplicar o protetor solar também faz parte dos cuidados preventivos&#8221;, explica Miriam Piqueras, diretora médica da Sanitas Mayores, empresa do grupo Bupa.</p>
<p>Segundo a especialista, prevenir queimaduras evita também limitações posteriores na mobilidade, no descanso e nas atividades ao ar livre.</p>
<p><strong>Seis cuidados que fazem a diferença</strong></p>
<p>Os especialistas da Sanitas Mayores deixam seis recomendações para garantir uma proteção eficaz durante o verão:</p>
<p>&#8211; Aplicar o protetor antes de sair de casa. O ideal é fazê-lo cerca de 30 minutos antes da exposição solar, sobre a pele limpa e seca. Aplicá-lo antes de vestir a roupa ajuda a proteger zonas como ombros, pescoço, pernas e antebraços.</p>
<p>&#8211; Não poupar na quantidade. Uma camada demasiado fina reduz significativamente a eficácia da proteção. Para o rosto, a referência é o equivalente a duas linhas de creme ao longo de dois dedos. Quando grande parte do corpo está exposta, podem ser necessários cerca de 30 mililitros de produto.</p>
<p>&#8211; Seguir sempre a mesma ordem. Começar pelo rosto, orelhas e lábios, seguindo depois para pescoço, nuca, braços, mãos, pernas e pés ajuda a evitar esquecimentos. Nas pessoas com pouco cabelo, também o couro cabeludo deve ser protegido.</p>
<p>&#8211; Reaplicar o protetor ao longo do dia. Uma única aplicação de manhã não chega para quem permanece várias horas ao ar livre. O produto deve ser renovado, pelo menos, de duas em duas horas e sempre após banhos, transpiração intensa ou utilização da toalha.</p>
<p>&#8211; Evitar as horas de maior calor. Caminhadas, passeios ou outras atividades ao ar livre são mais seguras durante a manhã ou ao final da tarde.</p>
<p>&#8211; Verificar o estado do protetor solar. Produtos abertos no verão anterior podem já não oferecer a proteção indicada, sobretudo se ultrapassaram o prazo recomendado ou sofreram alterações de cor, cheiro ou textura devido ao calor.</p>
<p><strong>Um gesto simples que ajuda a evitar problemas</strong></p>
<p>Para os especialistas, utilizar corretamente o protetor solar deve fazer parte da rotina diária dos idosos, tal como acontece com a hidratação ou a toma da medicação.</p>
<p>&#8220;O protetor solar permite continuar a fazer passeios e atividades ao ar livre sem correr riscos desnecessários. Integrá-lo nos hábitos diários ajuda a tornar o verão mais seguro, tanto para os idosos como para quem cuida deles&#8221;, conclui Miriam Piqueras.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/o-erro-que-muitos-idosos-cometem-com-o-protetor-solar-e-que-pode-ter-consequencias-graves/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791934]]></sapo:autor>
	</item>
	</channel>
</rss>
